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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 31 to 45.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-da-iea-participam-de-publicacao-especial-sobre-bioeconomia-na-amazonia">
    <title>Pesquisadores do IEA participam de publicação especial sobre bioeconomia na Amazônia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-da-iea-participam-de-publicacao-especial-sobre-bioeconomia-na-amazonia</link>
    <description>Documento foi coordenado pelo pesquisador colaborador do IEA, Carlos Nobre, e teve colaboração do diretor do IEA, Guilherme Ary Plonski</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f0369cb1-7fff-49bf-3e21-e47e383a0144"> </span></p>
<p dir="ltr">O Instituto de Engenharia lançou no dia 23 de março o caderno especial “Amazônia e Bioeconomia”, elaborado para estimular e contribuir com a discussão das oportunidades e desafios brasileiros na bioeconomia. A produção do documento foi coordenada pelo cientista ambiental Carlos Nobre, pesquisador colaborador do IEA, e pelo professor da Fundação Vanzolini, George Paulus. O diretor do IEA Guilherme Ary Plonski e o reitor da USP Vahan Agopyan também colaboraram com o especial. A publicação está disponível no <a class="external-link" href="https://www.institutodeengenharia.org.br/site/amazonia-e-bioeconomia/">site da entidade</a> para download gratuito.</p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-amazonia-e-a-bioeconomia" alt="Capa do livro Amazônia e a Bioeconomia" class="image-left" title="Capa do livro Amazônia e a Bioeconomia" />A bioeconomia se baseia na utilização de conhecimentos e recursos da biologia, engenharia e manufatura, propondo uma economia industrial que depende da saúde das florestas e dos rios. O Instituto de Engenharia promove estudos, discussões de políticas públicas e incentiva o aprimoramento do conhecimento desde 1911. Desde então constrói uma rede de profissionais atuantes na valorização da engenharia e nos avanços científicos e tecnológicos do Brasil.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Nobre, a publicação é simbólica: “O caderno traz a urgente e disruptiva necessidade de capacitar grandes números da engenharia brasileira para manter a floresta em pé e desenvolver suas potencialidades", disse no evento de lançamento. “Espero que esse material faça novos engenheiros se apaixonarem pela Amazônia, como eu sou apaixonado", completou o pesquisador.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Apresentando a rica diversidade da floresta, infraestrutura existente, condições sociais da população, polos de pesquisa e dados que comprovam a rentabilidade dos produtos nativos da Amazônia Legal, o documento defende a necessidade do Brasil criar uma forma de desenvolvimento econômico na região que permita o país se apropriar da rica biodiversidade amazônica mantendo a floresta em pé.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O caderno também traz ações que podem acelerar a transição para a bioeconomia. Propõe, por exemplo, a articulação dos setores público e privado para o fortalecimento dos investimentos em pesquisa, ensino, ciência e inovação para desenvolver cadeias produtivas sustentáveis e rentáveis ao país e à população local, gerando também o desenvolvimento econômico para os povos da Amazônia. “O Brasil tem condições científicas e tradições de engenharia que podem nos transformar em uma potência exportadora desse modelo de bioeconomia de floresta em pé para todo o trópico”, afirmou Nobre.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O Instituto de Engenharia vai continuar trabalhando o tema do desenvolvimento da Amazônia, realizando uma série de webinars neste ano  para aprofundar os assuntos destacados no especial.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento Econômico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Bioeconomia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-24T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/biota-sintese">
    <title>Biota Síntese:  nova dinâmica para criar soluções baseadas na natureza </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/biota-sintese</link>
    <description>No início de 2021, o IEA passou a sediar o Biota Síntese – Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza, uma das 12 propostas de Núcleos de Pesquisa Orientada a Problemas em São Paulo (NPOP-SP) aprovadas em dezembro de 2020 pela Fapesp.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jean-paul-walter-metzger-2021/image" alt="Jean Paul Walter Metzger - 2021" title="Jean Paul Walter Metzger - 2021" height="342" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Jean Paul Walter Metzger, diretor do Biota Síntese</dd>
</dl></p>
<p>Este semestre, o IEA passou a sediar um novo projeto: o Biota Síntese – Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza, uma das 12 propostas de Núcleos de Pesquisa Orientada a Problemas em São Paulo (NPOP-SP) aprovadas em dezembro pela Fapesp.</p>
<p>A chamada Ciência para o Desenvolvimento da Fundação teve o objetivo de apoiar pesquisa orientadas para a solução de problemas nas áreas de saúde, segurança pública, alimentação e agricultura, desenvolvimento econômico, entre outras. A exigência complementar era que os núcleos proponentes fossem integrados por pesquisadores em universidades, secretarias de estado, instituições públicas e privadas no país e no exterior e empresas.</p>
<p>Essas duas exigências são plenamente contempladas pelo Biota Síntese, que receberá R$ 4,3 milhões (incluídas cotas de bolsas) para seu desenvolvimento ao longo de cinco anos.</p>
<p>O projeto envolve 27 instituições [veja <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/biota-sintese#diagrama" class="external-link">diagrama</a> abaixo], entre as quais três secretarias estaduais, a Prefeitura de São Paulo, as três universidades públicas paulistas, as duas universidades públicas federais existentes no estado, vários institutos de pesquisa paulistas e quatro organizações não governamentais da área ambiental.</p>
<p>O responsável por ele (diretor, de acordo com o Comitê Executivo) é Jean Paul Walter Metzger, professor titular de ecologia do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenador, desde 2014, do Grupo de Pesquisa Serviços de Ecossistemas do IEA.</p>
<p><strong>Inovação</strong></p>
<p>Segundo Metzger, o Biota Síntese é estratégico por diversos motivos. Um dele é promover a “ciência de síntese”, uma abordagem de análise de dados ainda não costumeira no Brasil, mas já amplamente utilizada nos Estados Unidos, Canadá, Europa e Austrália, “com resultados extremamente significativos e impactantes”.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong><i>Ciência de síntese</i></strong></h3>
<p><i>De acordo com chamada de projetos do Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose) do CNnPq em 2019, sínteses científicas correspondem a uma abordagem de pesquisa inter ou transdisciplinar, que integra conhecimentos, métodos e perspectivas científicas diversas, voltada para a análise, sistematização, reorganização ou recontextualização de dados e informações já disponíveis, de forma a produzir conhecimento novo.</i></p>
<p><i>Sínteses científicas permitem a conceituação de problemas complexos além do escopo de qualquer disciplina, conjunto de dados ou linha de pesquisa, ressalta a chamada. “O conhecimento assim produzido tem maior potencial de levar a novas descobertas científicas, bem como outros produtos socialmente relevantes, como informação qualificada para subsidiar a tomada de decisão e formulação de políticas públicas.”</i></p>
<p><i>Metzger destaca que a abordagem requer a imersão de um grupo diversificado de pessoas na exploração de determina questão científica ou aplicada, com dinâmicas de brainstorm colaborativas, compartilhamento de dados, reanálise e modelagem de dados já coletados. “Essa dinâmica depende também do trabalho em dedicação exclusiva de pós-doutorandos, que são responsáveis pelas análises e modelagens propostas pelo grupo de síntese”, complementa.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Não se trata apenas de agrupar e revisar dados científicos, mas sim de uma metodologia que permite trazer um olhar inter e transdisciplinar para ressignificar dados já coletados, permitindo a geração de novas ideias, modelos, paradigmas e teorias.” [leia ao lado]</p>
<p>Outro aspecto inovador do projeto, de acordo com Metzger, é o fato de o Biota Síntese promover sínteses transdisciplinares voltadas ao embasamento de políticas públicas na área socioambiental, “ao contrário da maioria das sínteses feitas nos países desenvolvidos, mais voltadas a questões teóricas, restritas ao mundo acadêmico”.</p>
<p>“No nosso caso, estamos atendendo a demandas feitas por órgãos do governo do estado de São Paulo, especialmente a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, a Secretaria da Agricultura e a Secretaria Especial da Saúde.”</p>
<p>A pertinência das sínteses dependerá, afirma Metzger, do trabalho conjunto de profissionais do governo com os pesquisadores de universidades e institutos de pesquisa do estado, além de organizações não-governamentais. Ele explica que, além de elaborar sínteses, o projeto quer também revisar, aperfeiçoar e criar políticas públicas, “sempre dentro de uma abordagem de coprodução e geração destas políticas”.</p>
<p>A terceira inovação do projeto é reunir um grupo diversificado de pesquisadores e atores socioambientais para pensarem em “soluções baseadas na natureza” (SBN) para vários problemas. Inspiradas e suportadas pela natureza, as SBN são concebidas para enfrentar os desafios da sociedade de forma efetiva e a baixo custo, simultaneamente provendo benefícios ambientais, sociais e econômicos e auxiliando a construir sistemas resilientes, explica Metzger.</p>
<p>Entre as questões que podem se beneficiar das SBN, ele elenca: agricultura sustentável e polinização; regulação e controle de zoonoses; e prevenção de doenças crônicas não transmissíveis (como hipertensão, diabetes e doenças respiratórias crônicas) e de desordens mentais comuns (como crises de ansiedade e depressão) em cidades.</p>
<p><strong>Polinização</strong></p>
<p>O trabalho do Biota Síntese em relação à agricultura sustentável dará ênfase à questão da polinização: “A intensificação de boa parte da agricultura atual acaba gerando uma série de impactos nos solos e nas águas, através de processos de erosão e de poluição por agrotóxicos. Com isso, esses sistemas deixam de se beneficiar de importantes serviços ecossistêmicos, como a polinização e o controle de pragas”.</p>
<p>Considerados apenas os benefícios da polinização, o estado de São Paulo poderia ter um adicional de R$ 4 bilhões na produção de soja, café e laranja, afirma Metzger. “O desafio é como desenhar paisagens que otimizem esses benefícios da natureza em sinergia com os planos de adequação ambiental que serão desenvolvidos com a regulamentação do Lei de Proteção da Vegetação Nativa [12.651/12, também conhecida como Novo Código Florestal]. Outro desafio é montar essas soluções com os produtores, para que sejam de fato aplicadas.”</p>
<p>Para Metzger, a adoção das soluções será facilitada justamente pelo fato de serem fruto de um processo conjunto de elaboração, envolvendo os setores públicos e privados desde o início das discussões. “As soluções serão acordadas por todos, considerando desde o início as limitações, resistências e demandas de diferentes setores.”</p>
<p>Trata-se de um procedimento muito distinto do que é feito usualmente, “onde soluções são criadas por poucas pessoas, em laboratórios ou na academia, e depois são repassadas (ou ‘vendidas’) para os tomadores de decisão ou gestores públicos”, afirma o pesquisador. Há amplas evidências que esse modelo unidirecional (da academia para a sociedade) não funciona, afirma. “Precisamos de um modelo mais sistêmico, que pode ser estimulado através de ‘sínteses transdisciplinares’.”</p>
<p><strong>Zoonoses</strong></p>
<p>No caso de controle de zoonoses, o Biota Síntese levará em conta as fortes evidências de que a composição e configuração da paisagem afetam a propagação de zoonoses. Metzger dá o exemplo da febre amarela: “Temos modelagens que indicam que o vírus da doença se propaga muito nas bordas florestais e ao longo de estradas, enquanto grandes blocos de vegetação nativa funcionam como barreiras para essa propagação. Conhecendo esse comportamento de propagação, podemos planejar paisagens mais inteligentes, que protegem as pessoas ao evitar ou amenizar o deslocamento de vírus e outros patógenos responsáveis por zoonoses”.<strong> </strong></p>
<p><strong>Pandemias</strong></p>
<p>Um resultado adicional do projeto é colaborar na formulação de propostas que ajudem a mitigar os riscos de novas pandemias, segundo Metzger: "Doenças zoonóticas representam 75% das doenças infecciosas emergentes do mundo. Um dos nossos desafios é justamente pensar em Soluções baseadas na Natureza para regulação dessas doenças, como no caso da Covid-19.”</p>
<p>Muitos trabalhos científicos demonstram que algumas destas doenças (hantavirose, febre amarela, malária e febre maculosa, por exemplo) se propagam em maior ou menor grau dependendo da configuração da paisagem e do tipo das atividades humanas nela desenvolvidas, afirma o pesquisador.</p>
<p>Ele ressalta também que há evidência de que certas condições favorecem a transmissão de agentes infecciosos de uma espécie nativa para os humanos, “caso de situações tipicamente encontradas aqui no Brasil: alta biodiversidade, alta vulnerabilidade social e intensa modificação ambiental, fator que aproxima populações vulneráveis de áreas com alta biodiversidade”.</p>
<p>Considerando essas questões e dadas as mudanças de uso e ocupação dos solos e os diferentes cenários de mudanças climáticas que também afetam a propagação de zoonoses, Metzger destaca que evitar ou regular a intensificação desse processo é um dos desafios importantes a serem discutidos pelo Biota Síntese.</p>
<p><a name="diagrama"></a><dl class="image-right captioned" style="width:700px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/instituicoes-do-biota-sintese/image" alt="Instituições do Biota Síntese" title="Instituições do Biota Síntese" height="392" width="700" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:700px;">Instituições integrantes do Biota Síntese</dd>
</dl></p>
<p><strong>Dinâmica</strong></p>
<p>Agricultura sustentável, regulação de zoonoses, prevenção de doenças em cidades são os principais desafios temáticos do Biota Síntese, interligados pelo desafio de planejamento de ações de restauração e pelo desafio maior das mudanças climáticas. Os trabalhos serão assistidos por grupos dedicados à cocriação e produção de políticas públicas.</p>
<p>Os grupos temáticos e o grupo de restauração terão dinâmicas de síntese (reuniões de imersão, virtuais este ano e presenciais em 2022), intercaladas por períodos de organização de bancos de dados, análises e modelagem, trabalhos que serão desenvolvidos basicamente por pós-doutorandos, com acompanhamento e participação dos supervisores e da coordenação do projeto.</p>
<p>A previsão é que ocorram três ou quatro reuniões por desafio ao longo dos cincos anos de duração do projeto. A preparação das sínteses temáticas será acompanhada por outras reuniões, voltadas à discussão da construção de políticas públicas.</p>
<p>A coordenação do projeto será atribuição do Comitê Executivo, constituído por: um diretor, o próprio Metzger; um vice-diretor, a ser indicado pela Secretaria Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente (Sima) de São Paulo; um coordenador de Comunicação, o professor Carlos Joly, do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp); um coordenador de Parcerias, o professor Gerd Sparovek, da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP e presidente da Fundação Florestal; e um gestor executivo, a ser contratado pelo IEA com recursos de patrocinadores.</p>
<p>O projeto deve iniciar os trabalhos oficialmente em junho. Até lá, estão sendo definidos os termos de cooperação científica e tecnológica com as principais instituições parceiras. Informalmente, o Biota Síntese já está colaborando com a Sima na construção de propostas da secretaria para a próxima COP26 (26ª Conferência das Partes da Convenção -Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática), que ocorrerá em novembro, em Glasgow, Reino Unido.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Doenças Tropicais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epidemias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-22T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/planetary-health-annual-meeting-abre-inscricoes-para-o-publico">
    <title>Planetary Health Annual Meeting abre inscrições para o público</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/planetary-health-annual-meeting-abre-inscricoes-para-o-publico</link>
    <description>USP irá sediar primeira edição da conferência na América Latina</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-44712cde-7fff-885e-a5de-caf8f345ad2e"> </span></p>
<table class="tabela-direita-400-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; ">A saúde planetária na USP</th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-24ccfb3f-7fff-6c37-4307-59275649b45d">
<p dir="ltr"><span>A Universidade de São Paulo tem se dedicado cada vez mais aos temas e valores da saúde planetária. A USP realiza diversas pesquisas em sustentabilidade, reciclagem, poluição, energia, urbanismo, medicina, entre outros temas. “No Brasil, há bons grupos distribuídos em diferentes regiões do país e na USP, naturalmente, esse é um tema que tem avançado bastante. Temos grupos de alto reconhecimento internacional, por exemplo, em mudanças climáticas”, avalia o pró-reitor de pesquisa, Sylvio Canuto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Entre esses grupos estão alguns sediados no IEA. “Como espaço de encontro e confronto de ideias, o Instituto de Estudos Avançados da USP abriga diversas iniciativas que abordam de forma integrada aspectos diversos da complexa relação entre saúde e ambiente”, afirma o diretor do Instituto, Guilherme Ary Plonski.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Um desses grupos é o Saúde Planetária, coordenado por Antonio Saraiva, também membro da Planetary Health Alliance. Desde sua criação, em 2019, o grupo já realizou diversas conferências no IEA, a fim de apresentar o conceito à universidade e à sociedade civil. No início de 2021, deu início ao “Programa Brasileiro de Embaixadores de Saúde Planetária”, que tem como objetivo criar uma rede de estudantes para desenvolver atividades para disseminação dos conceitos de saúde planetária em suas universidades.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Por ser balizada pelos pilares, ensino e pesquisa, o professor Saraiva acredita que a USP ainda pode aumentar mais sua atuação dentro da Saúde Planetária. “Como local de educação, as várias carreiras que a gente forma têm que incorporar esse conceito de que cada profissional também impacta o planeta”, afirma o coordenador. Ele acredita que também há espaço de atuação da universidade na extensão, ao realizar ações similares ao Programa de Embaixadores em Saúde Planetária. “Podemos levar para a sociedade esse conhecimento de como cada cidadão pode impactar e também ser uma solução”, comenta o coordenador do Grupo de Estudos em Saúde Planetária.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A realização do 4° encontro anual da Planetary Health Alliance e da Planetary Week na USP também é um estímulo para disseminar cada vez mais os valores da área para as comunidades acadêmica, governamental e civil, segundo Canuto. “A USP tem muitas pesquisas em saúde planetária. Falta levar esse conceito aos pesquisadores, ajudando a ampliar suas visões. Alguém que pesquise mudanças climáticas pode ver que isso é uma questão da saúde planetária, por exemplo, e essa visão vai para todas as áreas. É preciso entender que é algo mais amplo e que todos nós entramos como pesquisadores”, diz Saraiva.</span></p>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Pela primeira vez sediada no Brasil, o <strong>4° Planetary Health Annual Meeting</strong> está com inscrições abertas para o público. Organizada pela <a class="external-link" href="https://www.planetaryhealthalliance.org/">Planetary Health Alliance</a> (PHA) em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa da USP e o IEA, o encontro ocorre durante a Semana da Saúde Planetária, entre os<strong> dias 25 e 30 de abril</strong>, e oferecerá diversos encontros e atividades relacionadas ao tema. A participação em todas as atividades e palestras é gratuita. É possível se inscrever pelo <a class="external-link" href="https://www.planetaryhealthannualmeeting.com/">site</a> até o final dos eventos.</p>
<p dir="ltr"><span>As três primeiras edições ocorreram nas Universidades Harvard, Edimburgo e Stanford. A</span> Planetary Health Alliance é formada por mais de 200 instituições de pesquisas, sediada em Harvard e da qual a USP é membro. “Nota-se a importância e responsabilidade da USP. Queremos aprofundar esse tema na pauta de nossos pesquisadores e chamar a atenção para importantes estudos que são realizados por brasileiros”, afirma o pró-reitor de pesquisa da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvio-canuto?searchterm=Sylvio+Canuto" class="external-link">Sylvio Canuto</a>.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/saude-planetaria-inscricoes" alt="Saúde planetária - Inscrições" class="image-left" title="Saúde planetária - Inscrições" /></p>
<p dir="ltr"><span>“A definição de Saúde Planetária traz a percepção de que o planeta e a humanidade estão interligados, tudo o que fazemos impacta o planeta e pode retornar para nós”, explica o professor </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva?searchterm=Antonio+Sara" class="external-link">Antonio Saraiva</a><span>, coordenador do </span><a class="external-link" href="http://saudeplanetaria.iea.usp.br/pt/">Grupo de Estudos em Saúde Planetária</a><span> do IEA e membro da PHA. É um conceito transdisciplinar, pois integra diferentes áreas do conhecimento para encontrar soluções e mitigar os efeitos das mudanças climáticas na sociedade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As palestras, entrevistas, painéis e debates têm por objetivo disseminar os valores e conhecimentos da saúde planetária, bem como unir pessoas ao redor do globo para discutir soluções e gerar ações e mudanças. Dessa forma, propõe discutir uma transição global para um modo de vida sustentável, buscando soluções sistêmicas em economia, governança e para a sociedade civil.</span></p>
<p dir="ltr">O 4° Planetary Health Annual Meeting irá abordar diversos temas relacionados à saúde planetária, como saúde mental, nutrição, economia sustentável e colaboração internacional. Estratégias para transmitir os conhecimentos dessa nova área serão tópicos presentes nas conversas, uma vez que “a capacidade de galvanizar corações e mentes é um desafio crítico para o avanço da Saúde Planetária”, como defende o diretor do IEA-USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski?searchterm=Guilherme+Ary" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>. Para ele, é preciso saber inovar no diálogo entre a comunidade acadêmica e a sociedade ampla. “O que se sabe hoje é que dispor de um acervo mais rico de informações não necessariamente resulta em uma atitude mais alinhada a recomendações alicerçadas na ciência”, diz.</p>
<p dir="ltr"><span>Paralelamente aos encontros, acontecerá a Planetary Health Week, um festival online de arte e de atividades sobre saúde planetária. Pesquisadores, formuladores de políticas públicas, educadores, jovens e representantes do setor privado propuseram diferentes dinâmicas para ocorrerem paralelamente aos encontros principais. Na esfera cultural, artistas das mais diversas áreas enviaram propostas e obras para compor o festival artístico da Planetary Health Week.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Transdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/fapesp-aprova-projeto-biota-sintese-com-sede-no-iea">
    <title>Fapesp aprova projeto Biota Síntese, com sede no IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/fapesp-aprova-projeto-biota-sintese-com-sede-no-iea</link>
    <description>O ecólogo Jean Paul Metzger será o responsável pelo projeto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jean-paul-walter-metzger-1/image" alt="Jean Paul Walter Metzger" title="Jean Paul Walter Metzger" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">O ecólogo Jean Paul Metzger</dd>
</dl>A partir de 2021, o IEA será sede do Biota Síntese, um Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza. O projeto é <a class="external-link" href="https://fapesp.br/14690/fapesp-divulga-resultados-da-chamada-ciencia-para-o-desenvolvimento">um dos 12 aprovados da chamada Ciência para o Desenvolvimento</a>, lançada pela Fapesp ainda em 2019 e divulgada no dia 22 de dezembro deste ano.<br /><br />O Biota Síntese mobilizará 27 instituições parceiras na análise e síntese de soluções baseadas na natureza, para dar respostas a desafios da agricultura sustentável, segurança hídrica e controle de zoonoses.<br /><br />O ecólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a> será o responsável pelo projeto no IEA. Metzger já é coordenador do Grupo de Pesquisa Serviço dos Ecossistemas do IEA.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-23T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/saude-planetaria-na-america-latina">
    <title>Saúde Planetária na América Latina: Hora de Agir!</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/saude-planetaria-na-america-latina</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Como construir pontes e redes de relacionamento em torno do conceito de Saúde Planetária para além das fronteiras geográficas e das barreiras culturais? Essa será uma das questões que vão nortear os debates do seminário “<strong>Saúde Planetária na América Latina: hora de agir!</strong>”.</p>
<p>O conceito de Saúde Planetária engloba temas como Covid-19 e crise climática; reúne, em sua essência, questões relativas à proteção à saúde e ao bem-estar humanos alinhada com a proteção aos sistemas naturais da Terra.</p>
<p>Vamos debater sobre sindemias e sistemas de saúde; relações dos ecossistemas marinhos e humanos; sistemas alimentares e muito mais. Haverá ainda o lançamento do Programa Embaixadores Brasil e do Clube dos Estudantes em Saúde Planetária, bem como apresentação dos trabalhos selecionados.</p>
<p>Este evento é preparatório do<a class="external-link" href="http://saudeplanetaria.iea.usp.br/pt/planetaryhealth2021/"> Planetary Health Annual Meeting 2021</a>, conferência internacional que será realizada pela primeira vez no Brasil, sediada na USP, entre 25 e 30 de abril de 2021.</p>
<h3>Transmissão:</h3>
<p><strong>Pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/saudeplanetaria">canal do youtube do Saúde Planetária</a>.</strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-08T18:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mudancas-climaticas-e-pandemia">
    <title>Pesquisadores discutem relação entre mudanças climáticas e pandemia e medidas para evitar o surgimento de novas doenças</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mudancas-climaticas-e-pandemia</link>
    <description>Evento online no dia 4 de dezembro reunirá Carlos Nobre, Paulo Saldiva, Sandra Hacon, Mayara Floss e Alice McGushin para discutir o tema e lançar o relatório 2020
The Lancet Countdown
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um ano após o surgimento do primeiro caso de Covid-19 na China, pesquisadores brasileiros se reunirão virtualmente no dia <strong>4 de dezembro, às 14h</strong>, para discutir o que deve ser feito a fim de evitar que novas doenças surjam e se propaguem com a velocidade e gravidade do coronavírus. Certos de que há uma relação entre epidemias e mudanças climáticas, eles aproveitarão o lançamento mundial do relatório Lancet Countdown de 2020 para demonstrar como se dá a conexão entre os problemas com o clima e o surgimento de doenças infecciosas. O IEA transmitirá o evento <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> em seu site e canal do <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/user/IEAUSPSP?sub_confirmation=1">YouTube</a>.</p>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3><strong>Lançamentos anteriores do Lancet Countdown no IEA</strong></h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><strong>2019:</strong> <strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-relatorio-lancet" class="external-link">Não frear as mudanças climáticas prejudicará saúde dos nascidos agora, alerta o relatório Lancet Countdown</a></strong></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading"><strong>2018: <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/paises-mais-pobres-sao-os-mais-afetados-por-mudancas-climaticas-e-poluicao" class="external-link">Países mais pobres são os mais afetados por mudanças climáticas e poluição</a></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O webinar <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mudancas-climaticas-pandemia-lancet-2020" class="external-link">Mudanças Climáticas e a Pandemia: Quais Decisões Devemos Tomar Agora para o Futuro?</a></i> terá a participação dos pesquisadores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre?searchterm=Carlos+Nobre" class="external-link">Carlos Nobre</a>, do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sandra-de-souza-hacon?searchterm=Sandra+Ha" class="external-link">Sandra Hacon</a>, da Fundação Oswaldo Cruz;<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva?searchterm=Paulo+Saldiva" class="external-link"> Paulo Saldiva</a>, da Faculdade de Medicina da USP e do IEA; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mayara-floss?searchterm=Mayara" class="external-link">Mayara Floss</a>, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC). Também participará <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alice?searchterm=Alice+McGushin" class="external-link">Alice McGushin</a>, representante da revista The Lancet, que apresentará o relatório 2020 da publicação, simultaneamente aos lançamentos internacionais.</p>
<p><strong>Clima e pandemias</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span>De acordo com os organizadores do seminário, cerca de 70% a 80% das doenças infecciosas emergentes, e quase todas as pandemias recentes, são originárias de animais, a maioria na vida selvagem. O surgimento decorre de complexas interações entre animais selvagens e/ou domésticos e humanos. “O dito efeito de </span><i>spillover</i><span> ou transbordamento, que supostamente aconteceu com o SARSCOV-2, está provavelmente relacionado à proximidade entre pessoas e espécies silvestres portadoras de múltiplas variedades de coronavírus, e com a diminuição da biodiversidade”, explica a médica Mayara Floss. Durante o seminário, os pesquisadores discutirão como o maior contato com a biodiversidade no Brasil, resultante em parte do desmatamento, pode ser responsável por essa situação de proximidade e "transbordamento", levando ao surgimento de doenças inéditas por aqui.</span></p>
<p>“O surgimento de novas epidemias e pandemias infectocontagiosas parece estar se intensificando em associação à grande aceleração do período Antropoceno e com a transformação dos determinantes socioambientais da saúde”, avalia <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Saraiva</a>, coordenador do Grupo de Estudos Saúde Planetária do IEA e que organiza o encontro. Apoiam a atividade o <a class="external-link" href="http://www.cemaden.gov.br/" target="_blank">Cemaden</a>, a <a class="external-link" href="https://portal.fiocruz.br/" target="_blank">Fiocruz</a> e a <a class="external-link" href="https://www.sbmfc.org.br/" target="_blank">SBMFC</a>.</p>
<p><strong>O relatório da The Lancet</strong></p>
<p>The Lancet Countdown: Tracking Progress on Health and Climate Change é uma colaboração de pesquisa internacional que fornece uma visão global da relação entre saúde pública e mudança climática. A revista científica rastreia a resposta do mundo às mudanças climáticas e os benefícios para a saúde que emergem dessa transição. Em 2018 e 2019, foram publicadas as recomendações para políticas públicas do Brasil. Este ano, o relatório mundial, que também traz dados brasileiros, fará também o recorte da pandemia e das decisões que precisam ser tomadas agora para o futuro.</p>
<p>Os dados do Lancet Countdown ajudam a balizar as principais decisões políticas a respeito das mudanças climáticas baseadas em evidências científicas. Nos relatórios dos anos anteriores, havia recomendações políticas e alertas sobre a capacidade de trabalho, doenças transmitidas por vetores e segurança. Também estava claro, nos textos de 2019, a necessidade de parar completamente a produção de carvão para a proteção da saúde humana, tanto no Brasil quando em todo o mundo.</p>
<p>“Já foi demonstrado que a poluição do ar está intimamente relacionada à infecção respiratória causada por outros microorganismos. As partículas finas com diâmetro de 2,5 micrômetros ou menos (PM2,5), 10 micrômetros  ou menos (PM10), dióxido de enxofre (<span>SO₂</span>), dióxido de nitrogênio (<span>NO₂</span>), monóxido de carbono (CO) e ozônio (<span>O₃</span>) afetam as vias aéreas através de  inalação e, sabidamente, causam aumento de morbimortalidade por pneumonias em crianças menores de 5 anos e pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica - DPOC, e asma”, explica Mayara.</p>
<p>Saraiva e Mayara lembram que em 2020 o Brasil registrou um aumento nas queimadas e incêndios nos principais biomas e que, em final de setembro e começo de outubro, diversas ondas de calor afetaram o país. “As tendências nos impactos, exposições e vulnerabilidades das mudanças climáticas demonstram um nível de risco inaceitavelmente alto para a saúde atual e futura das populações em todo o mundo, chamando isso também de emergência climática”, afirma Mayara. Para ela, a falta de progresso na redução de emissões e na construção de capacidade adaptativa ameaça tanto as vidas humanas quanto a viabilidade dos sistemas nacionais de saúde, já sobrecarregados com a pandemia.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desarmamento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Doenças Tropicais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-26T14:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/iv-videojornada-saguis-da-serra">
    <title>IV Videojornada da Operação Primatas: Saguis-da-serra - Invadidos por seus Parentes, Refugiados sem Território</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/iv-videojornada-saguis-da-serra</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Brasil possui a maior riqueza de primatas no mundo, com cerca de 150 espécies. Destas, 35 estão  ameaçadas de extinção, sendo 6 Criticamente em Perigo, devido ao desmatamento e à caça, entre outros impactos. A Operação Primatas é uma iniciativa interinstitucional que se propõe a catalisar a implementação dos <a class="external-link" href="https://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/planos-de-acao-nacional?option=com_icmbio_fauna_brasileira&amp;task=listaPlanoAcao">Planos de Ação Nacionais</a> para a conservação das espécies ameaçadas, coordenados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).<span> </span></p>
<p>Essa atuação consiste na divulgação de informações e no apoio a ações efetivas para a reversão desse quadro, sempre em colaboração com as instituições e profissionais que trabalham para a conservação dos primatas no Brasil. Com essa finalidade, a Operação Primatas elegeu como de alta prioridade as ações em relação às espécies de primatas mais ameaçadas de extinção, especialmente aquelas cuja sobrevivência está em situação crítica.<span> </span></p>
<p>As videojornadas da Operação Primatas têm como finalidade apresentar as ações práticas e discutir as prioridades desta iniciativa.</p>
<p>Nesta quarta edição o foco estará nos saguis-da-serra (<a class="external-link" href="https://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/estado-de-conservacao/7198-mamiferos-callithrix-aurita-sagui-da-serra-escuro"><i>Callithrix aurita</i></a> e <a class="external-link" href="https://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/estado-de-conservacao/7201-mamiferos-callithrix-flaviceps-sagui-da-serra-claro"><i>Callithrix flaviceps</i></a>), destacando projetos e trabalhos para sua conservação.</p>
<p>Será apresentado um panorama sobre a situação desses animais, o <span id="docs-internal-guid-602b61b3-7fff-325b-7788-77162166da31"><a href="https://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/planos-de-acao/8330-plano-de-acao-nacional-para-a-conservacao-dos-primatas-e-preguica-mata-atlantica"><span> </span><span>Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-de-coleira</span></a> </span>que trata das estratégias para sua conservação e o estudo de prioridades sobre seu comportamento e seu manejo populacional.<span> </span></p>
<p>Serão também apresentados e discutidas estratégias para o manejo dessas espécies e por fim será entregue ao final desse encontro o Prêmio Operação Primatas à distinguida personalidade que vem se dedicando à décadas, com afinco e eficiência à proteção dos macacos brasileiros</p>
<p>Ao final desse encontro, será entregue o terceiro Prêmio Operação Primatas ao Dr. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alcides-pissinatti" class="external-link">Alcides Pissinatti,</a> Chefe do Centro de Primatologia do Rio de Janeiro (CPRJ/INEA) e ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia (SBPr), em reconhecimento a todas suas contribuições para a conservação de primatas no Brasil.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conservação ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-23T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-videojornada-micos-leoes">
    <title>III Videojornada da Operação Primatas: Micos-Leões - Quanto Avançamos e o que Falta para Salvá-los da Extinção?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/iii-videojornada-micos-leoes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Brasil possui a maior riqueza de primatas no mundo, com cerca de 150 espécies. Destas, 35 estão  ameaçadas de extinção, sendo 6 Criticamente em Perigo, devido ao desmatamento e à caça, entre outros impactos. A Operação Primatas é uma iniciativa interinstitucional que se propõe a catalizar a implementação dos Planos de Ação Nacionais para a conservação das espécies ameaçadas, coordenados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiverside (ICMBio).<span> </span></p>
<p>Essa atuação consiste na divulgação de informações e no apoio a ações efetivas para a reversão desse quadro, sempre em colaboração com as instituições e profissionais que trabalham para a conservação dos primatas no Brasil. Com essa finalidade, a Operação Primatas elegeu como de alta prioridade as ações em relação às espécies de primatas mais ameaçadas de extinção, especialmente aquelas cuja sobrevivência está em situação crítica.<span> </span></p>
<p>As videojornadas da Operação Primatas têm como finalidade apresentar as ações práticas e discutir as prioridades desta iniciativa. Nesta segunda edição, o foco será nos primatas amazônicos, destacando projetos e trabalhos para a sua conservação.<span> </span></p>
<p>A Amazônia brasileira abriga mais de 100 espécies de primatas, com novas sendo descobertas a cada ano. Destas, 16 estão ameaçadas extinção, principalmente aquelas que ocorrem ao longo da região conhecida como arco do desmatamento. As queimadas que destroem essas florestas, aumentam os riscos para estes primatas.</p>
<p>Nesta terceira edição, o foco será nos micos-leões, destacando o histórico dos esforços, as iniciativas em andamento e as prioridades para a sua conservação.</p>
<p>As quatro espécies de micos-leões são endêmicas da Mata Atlântica brasileira e estão Em Perigo de extinção devido principalmente à redução, degradação e fragmentação de seus habitats. Entretanto, outras ameaças como a apanha, o tráfico, espécies invasoras e doenças como a febre amarela também impactam suas populações. Os trabalhos para a salvar os micos-leões da extinção podem ser considerados um caso de sucesso em conservação de espécies ameaçadas, tendo inspirado diversas iniciativas similares no Brasil e no mundo.</p>
<p>Pela primeira vez, o evento será dividido em duas tardes, nos dias 10 e 11 de dezembro, entre 14h e 17:30, possibilitando um número maior de apresentações e um maior tempo para debates.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conservação ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-23T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ii-videojornada-primatas-amazonicos">
    <title>II Vídeojornada da Operação Primatas: Desafios para a Conservação de Primatas Amazônicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ii-videojornada-primatas-amazonicos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span>O Brasil possui a maior riqueza de primatas no mundo, com cerca de 150 espécies. Destas, 35 estão  ameaçadas de extinção, sendo 6 Criticamente em Perigo, devido ao desmatamento e à caça, entre outros impactos. A Operação Primatas é uma iniciativa interinstitucional que se propõe a catalizar a implementação dos Planos de Ação Nacionais para a conservação das espécies ameaçadas, coordenados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiverside (ICMBio).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Essa atuação consiste na divulgação de informações e no apoio a ações efetivas para a reversão desse quadro, sempre em colaboração com as instituições e profissionais que trabalham para a conservação dos primatas no Brasil. Com essa finalidade, a Operação Primatas elegeu como de alta prioridade as ações em relação às espécies de primatas mais ameaçadas de extinção, especialmente aquelas cuja sobrevivência está em situação crítica.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>As videojornadas da Operação Primatas têm como finalidade apresentar as ações práticas e discutir as prioridades desta iniciativa. Nesta segunda edição, o foco será nos primatas amazônicos, destacando projetos e trabalhos para a sua conservação. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A Amazônia brasileira abriga mais de 100 espécies de primatas, com novas sendo descobertas a cada ano. Destas, 16 estão ameaçadas extinção, principalmente aquelas que ocorrem ao longo da região conhecida como arco do desmatamento. As queimadas que destroem essas florestas, aumentam os riscos para estes primatas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Nesta II Videojornada da Operação Primatas, o Instituto de Estudos Avançados da USP e o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros do ICMBio recebem alguns dos mais experientes e atuantes pesquisadores brasileiros que trabalham pela conservação dos primatas da Amazônia. Após as apresentações, haverá oportunidade para discussão dessas iniciativas e das prioridades para a conservação dos primatas amazônicos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal">O encerramento contará com os comentários da Prof Dra <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karen-strier" class="external-link">Karen Strier</a>, professora da Universidade de Winconsin, Presidente da Sociedade Internacional de Primatologia e homenageada com o primeiro Prêmio Operação Primatas durante a I Videojornada.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste"></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento Econômico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-14T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/marina-week-2022">
    <title>Marina Week 2022</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/marina-week-2022</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O mar é parte essencial das nossas vidas. Ele nos protege e nos alimenta, distribui ventos e chuvas, regula as temperaturas e fertiliza o planeta. É o lar de milhares de formas de vida. Nos traz paz, alegria e descanso e é fonte de infinita inspiração cultural.</p>
<p>Mas ele não é inesgotável.</p>
<p>O mar está sujo e cansado, quase sem forças para se recuperar. Suas águas estão mais quentes, mais poluídas e suas riquezas estão sendo dilapidadas. Algo precisava ser feito.</p>
<p>Para reverter este cenário de iminente colapso dos oceanos, a Assembleia Geral das Nações Unidas nomeou os próximos dez anos (2021-2030) como a Década das Nações Unidas para a Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável. Serão dez anos de esforços conjuntos de todas as nações para resgatar a saúde do oceano e entregar para as próximas gerações um mar como nós o conhecemos: limpo, saudável, produtivo e sustentável.</p>
<p>É neste contexto que a revista Scientific American Brasil e a Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano, vinculada à Universidade de São Paulo (USP), através dos seus institutos Oceanográfico (IO-USP) e de Estudos Avançados (IEA-USP), tomaram a iniciativa de realizar anualmente em São Paulo uma semana do mar, a Marina Week, um grande festival para celebrar o mar e discutir as questões cruciais para o futuro do oceano.</p>
<p>São Paulo, a maior metrópole das Américas, localizada a 80 km da orla, possui uma dinâmica e histórica ligação com o mar, que precisa ser resgatada e vivenciada. O estado abriga o maior porto da América Latina; seu litoral, com ricas e diversificadas belezas naturais, biodiversidade e culturas tradicionais, é destino de lazer de milhões de paulistas e brasileiros, que interagem continuamente com o mar.</p>
<p>Ao longo de sete dias uma intensa programação voltada para o público geral e composta por seminários, painéis, exposições, espetáculos artísticos, festivais de cinema, workshops das ONGs, gastronomia sustentável e encontros com grandes personalidades do mar irá se constituir num grande momento de celebração e resgate do nosso oceano.</p>
<p>Porque o mar é um só. E é de todos nós.</p>
<p><a class="external-link" href="http://marinaweek.com.br/"><span class="external-link">Página Oficial Marina Week 2022</span></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS14 - Vida na Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Unesco</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-10T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/biodiversidade-mudancas-climaticas-e-pandemias-exigem-mudanca-de-modelo-de-desenvolvimento-apontam-pesquisadores">
    <title>Biodiversidade, clima e pandemias exigem novo modelo de desenvolvimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/biodiversidade-mudancas-climaticas-e-pandemias-exigem-mudanca-de-modelo-de-desenvolvimento-apontam-pesquisadores</link>
    <description>"Vetores Saudáveis: O Relacionamento entre Pandemias, Clima e Biodiversidade", segundo encontro de série de webinars organizada pelo IEA, Pró-Reitoria de Pesquisa e Aciesp, foi realizado no dia 28 de maio.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/desmatamento-na-amazonia/image" alt="Desmatamento na Amazônia" title="Desmatamento na Amazônia" height="367" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Destruição de florestas reduz biodiversidade, contribui para o aquecimento global e pode colocar seres humanos em contato com vírus causadores de pandemias</dd>
</dl></p>
<p>As conexões, similaridades e diferenças entre as crises de perda de biodiversidade, do clima e de saúde púbica em função da pandemia da Covid-19 foram exploradas em webinar no dia 28 de maio.  Foi o segundo encontro da série de webinars <i>Vetores Saudáveis</i>, organizada pelo IEA, Pró-Reitoria de Pesquisa da USP e Academia de Ciências do Estados de São Paulo (Aciesp).</p>
<p>O ecólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-alfredo-joly">Carlos Alfredo Joly</a>, do Instituto de Biologia da Unicamp tratou das  questões relativas à biodiversidade e da importância dos próprios vírus para ela. “Eles constituem, possivelmente, a classe de organismos mais abundante. Surgiram há 3,5 bilhões de anos e se desenvolveram incorporando estruturas dos organismos em que se hospedaram. E continuam a ter importância no processo evolutivo.”</p>
<p><strong>Vírus perigosos</strong></p>
<p>Joly explicou que há dois grupos de vírus mais problemáticos: a família dos betacoronavírus, da qual o Sars-CoV-2, causador da Covid-19, faz parte; e o grupo dos arbovírus, transporta por mosquitos, carrapatos, borrachudos e outros insetos e responsáveis por doenças como a febre amarela, zika, dengue e chikungunya.</p>
<p>“Os betacoronavírus se hospedam em mamíferos e, em geral, não infectam o homem diretamente, mas por meio de um hospedeiro secundário. Os arbovírus também se hospedam em mamíferos e quando uma pessoa é infectada passa a ser a transmissora para outras pessoas.”</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Série de webinars "Vetores Saudáveis"</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<hr />
<p><strong> <br />Possível Reconfiguração dos Modelos Educacionais Pós-Pandemia - webinar</strong><br />14/ 5/2020</p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/covid-19-leva-a-repensar-a-educacao" class="external-link">Pandemia reforça necessidade de novos modelos de educação, dizem pesquisadores</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/vetores-saudaveis-possivel-reconfiguracao-dos-modelos-educacionais-pos-pandemia" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br /><strong>O Relacionamento entre Pandemias, Clima e Biodiversidade</strong><br />28/05/2020</p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/vetores-saudaveis-o-relacionamento-entre-pandemias-clima-e-biodiversidade" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No caso do Sars-CoV-2, tudo indica que num mercado chinês que também vende animais vivos para serem abatidos e eviscerados no local, passou de morcegos para pangolins e destes para o homem.</p>
<p>“No Brasil come-se tatu, paca, cotia, capivara e outros animais silvestres, mas não há transmissões desse tipo”, talvez pelo fato de o abate e a evisceração não acontecerem como nos mercados asiáticos, mas sim com menor densidade de pessoas, disse Joly.</p>
<p>“Entretanto, estamos num processo de enorme desmatamento, mais acentuado no atual governo. Estamos criando condições para o homem entrar em contato com animais que podem ser reservatórios de vírus. Estamos aumentando as possibilidades de pandemias futuras.”</p>
<p><strong>Biodiversidade e fármacos</strong></p>
<p>Apesar de incluir vírus e outros micro-organismos que causam doenças no homem, a biodiversidade também abriga moléculas que, uma vez transformadas em fármacos, são utilizadas no tratamento de doenças, ressalvou o ecólogo. “Muitos antivirais, inclusive contra o HIV e a herpes, tiveram origem em substâncias presentes em esponjas marinhas.”</p>
<p>Do ponto de vista ambiental, o que mais preocupa, segundo Joly, é como será o pós-pandemia. “Além de nos voltarmos para uma economia independente de carbono, será preciso pensar na saúde coletiva, num sistema único que envolva a saúde do planeta e a saúde humana.”</p>
<p>Os aspectos relacionados com as mudanças climáticas foram o tema da exposição do físico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-artaxo">Paulo Artaxo</a>, integrante do IEA e do Instituto de Física da USP e vice-presidente da Aciesp.</p>
<p>Para ele, a perda de biodiversidade, as mudanças climáticas e a pandemia de Covid-19 são três crises que refletem a superexploração da natureza, a falta de governança global e a visão de curtíssimo prazo dos sistemas político e econômico. No caso da governança em relação ao combate à Covid-19, comentou o fato de que países próximos um dos outros, como Bélgica, França, Luxemburgo e Alemanha, adotaram política de enfrentamento da doença diferentes. “Lidar com uma pandemia global dessa maneira é impossível.”</p>
<p>As três crises têm também vários aspectos comuns, afirmou. Um dele é a tomada de decisão ter de se basear em conhecimento científico. O problema é que “governos autoritários rechaçam a ciência quando ela vai contra seus interesses”.</p>
<p><strong>Aquecimento global</strong></p>
<p>A redução da biodiversidade e a pandemia encontram uma crise climática em andamento. “Em média, o planeta já aqueceu um 1 grau. Em algumas regiões do Nordeste a elevação foi de 2,3 graus e em partes do leste da Amazônia já está perto de 2 graus.  Dependendo da emissão de gases, a temperatura média no Brasil pode subir 4 ou 5 graus. Isso terá impactos socioeconômicos como os da Covid-19. A chuva no Nordeste pode diminuir 30%. O Semiárido vai virar uma região árida. O que fazer com 20 milhões de brasileiros que vivem lá?”</p>
<p>De acordo com estudos, as emissões de gases efeito estufa terão redução de 4% em 2020 em relação ao ano passado, “mas o IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU] diz que temos de reduzir 7% todos os anos até 2050”, disse Artaxo.</p>
<p>Segundo ele, muitas áreas do planeta ficarão inabitáveis, com mais de 52 graus no verão. “O limiar de sobrevivência das florestas tropicais poderá ser ultrapassado, com mais perda de carbono para a atmosfera e agravamento do efeito estufa. Os efeitos serão migrações em massa, dificuldade de produção de alimentos, secas e inundações.</p>
<p>A diferença entre as três crises é de ordem temporal, afirmou: “A Covid-19 deve durar um ano, um ano e meio, a climática demorará séculos e a perda da biodiversidade será para sempre. Pode aparecer algum tratamento para a Covid-19, mas não há vacina para as outras duas crises”.</p>
<p><strong>Revisão de prioridades</strong></p>
<p>Uma das consequências da pandemia foi trazer à tona questão sobre onde a sociedade investe seus recursos intelectuais e financeiros, destacou Artaxo. “Os Estados Unidos gastam de 2 a 3 trilhões de dólares em máquinas de guerra, mas agora tem 100 mil mortos em quatro meses por causa de um vírus com 120 nanômetros de tamanho.”</p>
<p>Ele frisou que a pandemia mostrou vulnerabilidades importantes no Brasil, como a falta de respiradores suficientes, “uma vulnerabilidade que deveria ser inaceitável”.</p>
<p>“Para aumentar a resiliência da humanidade às três crises é preciso mudar o modelo de desenvolvimento”, afirmou</p>
<p>Em função da ocorrência de outras epidemias e pandemias, como a do HIV e de mais recentes como as do H1N1 e do ebola, a possibilidade de uma pandemia como a atual vinha sendo prevista há algum tempo, segundo o especialista em medicina coletiva <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-da-cruz-gouveia">Nelson Gouveia</a>, do IEA e da Faculdade de Medicina da USP.</p>
<p>Ele disse que a governança global tinha certa articulação e instrumentos para enfrentar a pandemia, como o Código Sanitário Internacional e o monitoramento por centros sentinelas da Organização Mundial da Saúde (OMS) espalhados pelo mundo, mas isso não foi suficiente. “Depois que a pandemia passar será possível avaliar a atuação das organizações de saúde internacionais e dos países.”</p>
<p><strong>Futuras pandemias</strong></p>
<p>Assim como Joly e Artaxo, Gouveia destacou a possibilidade de novas pandemias, por conta, principalmente, da relação intima de pessoas com habitats pouco explorados ou inexplorados. “Quanto mais o homem avança as fronteiras agrícolas, desmata e tem contato com animais selvagens, maiores as possibilidades.”</p>
<p>Ele também reforçou o comentário de Joly sobre a importância da preservação, uma vez que os diversos ecossistemas também são reservatórios de moléculas importantes. “Mais da metade dos remédios nas farmácias tem origem em moléculas presentes na natureza.”</p>
<p>Entre os impactos das mudanças climáticas na saúde humana, Gouveia citou a difusão de arboviroses. “O aquecimento do planeta fornece as condições para que os mosquitos transmissores desses vírus migrem para latitudes onde antes não tinham como sobreviver.”</p>
<p>Segundo Paulo Artaxo, isso já está acontecendo, com o aumento da área de incidência da malária, por exemplo, via vetores que acompanham o clima. “A chegada da dengue e da malária na Europa já está prevista para os próximos anos.”</p>
<p><strong>Sistemas de saúde</strong></p>
<p>Uma lição que deve ser aprendida com a pandemia é a importância de sistemas universais de saúde, afirmou Gouveia. “Apesar de subfinanciado e sucateado durante anos, se não fosse o nosso SUS, estaríamos numa situação bem pior. Precisamos fortalecer o sistema para nos proteger.”</p>
<p>“A segunda lição é cuidar do planeta e reconhecer que tudo está conectado, que a redução da biodiversidade e as mudanças climáticas têm impactos diversos na saúde e na economia.”</p>
<p>Para ele, a Covid-19 ressaltou a importância de a saúde estar nas mesas de decisão de vários fóruns internacionais. “No pós-pandemia, precisamos discutir como enfrentar essas questões ambientais e de saúde com um pouco mais de consciência.”</p>
<p>O pró-reitor de Pesquisa da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvio-canuto">Sylvio Canuto</a>, o diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a>, e a presidente da Aciesp, <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/10/" target="_blank">Vanderlan Bolzani</a>, também fizeram intervenções na abertura e durante a fase de debate do encontro, que teve como instigador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger">Jean Paul Metzger</a>, do IEA e do Instituto de Biociências da USP.</p>
<p>Metzger quis saber de Joly se a biodiversidade é uma ameaça ou uma solução, uma vez que nela estão presentes tanto os agentes patógenos e quanto substâncias que podem propiciar a produção de remédios.</p>
<p>Para Joly, não há dúvida de que a biodiversidade é a solução: “Dependemos de todos os serviços ecossistêmicos. Obtemos algumas vantagens do funcionamento de seus processos naturais.”</p>
<p>Ele exemplificou com a capacidade da floresta amazônica de retirar CO2 da atmosfera e transpirar a umidade do solo, criando assim os chamados “rios voadores”, que levam a umidade para outras partes do país. “Toda a produção agrícola do Sudeste e do Centro-Oeste depende desse serviço.”</p>
<p>Não devem ser esquecidos também os benefícios culturais e até psicológicos que a relação com a natureza proporciona, afirmou.</p>
<p>“Se quiséssemos eliminar todos os hospedeiros de vírus que nos causam doenças, teríamos de eliminar todos os mamíferos, inclusive o homem.”</p>
<p><strong>Valor econômico</strong></p>
<p>Quanto à monetização de mecanismos de proteção da biodiversidade e de serviços ecossistêmicos levantada por pergunta do público, Joly disse que essa é uma tendência crescente. Segundo ele, o relatório de 2017 da <a href="https://www.bpbes.net.br/">Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos</a> indicou que os serviços de polinização representavam 11 bilhões de dólares ao câmbio da época, “valor tão importante na balança comercial quanto ao da pecuária”.</p>
<p>Sobre a atuação empresarial diante desse panorama de crises, questão apresentada por Guilherme Ary Plonski, Joly respondeu que em termos de biodiversidade há um envolvimento maior da área empresarial, mas pouca interlocução com os governos. “Polinização e restauração despertam maior interesse de empresas privadas, pois a questão monetária envolvida é mais facilmente demonstrável.” Para ele, não há nenhum problema na busca de rentabilidade, “desde que seja orientada por uma base cientifica”.</p>
<p>Outros cinco temas foram abordados no debate: negacionismo, conscientização sobre as três crises, educação básica, interdisciplinaridade e divulgação científica.</p>
<p>Para Artaxo, tem havido um crescimento da divulgação científica nos últimos cinco anos, à medida que várias descobertas repercutem em aspectos econômicos e da saúde. “Um dos efeitos da pandemia é mostrar como a ciência é essencial para a nossa sociedade, não apenas para o desenvolvimento econômico.”</p>
<p>Perguntado sobre a dificuldade de conscientização da população sobre as   mudanças climáticas, afirmou que esperar isso da população de baixa renda é um pouco demais, diante das dificuldades de sobrevivência que ela enfrenta. “Nos países desenvolvidos, essa conscientização já existe, mas as pessoas não querem deixar de andar em carros de mais de 3 toneladas e de manter seu nível de consumo insustentável.”</p>
<p><strong>Negacionismo</strong></p>
<p>Metzger quis saber dos três expositores como viam o clima anticiência presente no Brasil, associado a medidas de flexibilização ambiental, inclusive com discursos de estímulo a práticas ilegais.</p>
<p>Para Artaxo, o negacionismo científico do governo federal não pode ser extrapolado para toda a sociedade. “O que há é um negacionismo não só em relação à ciência, mas também em relação à democracia, ao judiciário, contra as instituições e a legalidade. o negacionismo do atual governo federal ocorre porque a ciência não está dando as respostas que ele gostaria.”</p>
<p>Para Joly, havia nas décadas de 60 e 70 a expectativa de que a ciência poderia resolver todos os problemas, mas as crises climática e da biodiversidade e os desastres naturais foram aumentando e as respostas demoraram. Com isso, diminuiu a confiança na ciência, pois “as expectativas não se realizaram”.</p>
<p>“Isso levou países e organizações científicas a promoverem a pesquisa interdisciplinar direcionada à solução de problemas. O fato de termos hoje uma recuperação da expectativa positiva sobre a ciência é porque a pandemia é um problema emergencial e a ciência está dando uma resposta mais rápida do que costuma dar, e por meio de uma cooperação internacional.”</p>
<p>Sylvio Canuto também enfatizou a importância da interdisciplinaridade: “A priorização de área é extremamente perigosa, pois quando a sociedade coloca um problema para a ciência ele não é de química, de física ou de biologia.”</p>
<p>Gouveia destacou que o descrédito na ciência se tornou um problema mundial e citou os movimentos antivacina surgidos nos últimos anos como exemplo.</p>
<p><strong>Educação básica</strong></p>
<p>Para elevar o nível de conscientização sobre mudanças climáticas, riscos à biodiversidade e outras questões, Gouveia disse que as ações devem começar nos anos iniciais da formação escolar, com a introdução desses temas nas diretrizes curriculares, como já acontece em várias escolas e lugares. “Deveria ser uma política pública de educação.”</p>
<p>Para Vanderlan Bolzani, há uma “discrepância assustadora” entre o nível elevado de várias áreas cientificas do país e o da educação. “Num país tão diverso, com tantas diferenças sociais, falta o lastro de conhecimento básico para entender a importância da biodiversidade, das questões climática e da Amazônia.”</p>
<p>“Enquanto cientistas, temos de trazer a sociedade para a defesa da ciência, mas para essa defesa ocorrer é preciso que as pessoas tenham um mínimo de educação. E mais bem educadas podem escolher melhor os governantes.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Felipe Werneck/Ibama</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pesquisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-06-02T00:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/SW-pandemias-clima-e-biodiversidade-1">
    <title>Vetores Saudáveis: O Relacionamento entre Pandemias, Clima e Biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/SW-pandemias-clima-e-biodiversidade-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Evidências crescentes mostram que a vulnerabilidade de nossa sociedade a novas pandemias está associada às mudanças climáticas, biodiversidade e preservação de áreas naturais. Amazônia é uma área que é repositório de milhares de vírus e bactérias desconhecidas da ciência. Estes vírus e bactérias estão em equilíbrio na fauna e flora amazônica. Quando alteramos o ecossistema via desmatamento, mobilizamos estes patógenos, que entram em contato com nossa sociedade, podendo se disseminar rapidamente como o SARS-CoV-2.</span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span>Além disso, as mudanças climáticas são a próxima grande crise que teremos que enfrentar, com potenciais impactos socioeconômicos tão fortes quanto a pandemia COVID-19. Enquanto os impactos do COVID-19 podem durar de um ou dois anos, os impactos das mudanças climáticas serão distribuídos ao longo de muitas décadas. Não há vacinas contra as mudanças climáticas, e não podemos nos auto-isolar das mudanças climáticas.</span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span>A biodiversidade mantém a vida em certo equilíbrio em nosso planeta, e estamos alterando este equilíbrio com potenciais consequências para a saúde, produção de alimentos, equilíbrio climático e muitos outros impactos. Perda de biodiversidade e mudanças climáticas andam juntas, cada uma com seus efeitos sobre a saúde humana.</span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span>A Academia de Ciências do Estado de São Paulo e a Universidade de São Paulo, pela Pró-Reitoria de Pesquisa e pelo Instituto de Estudos Avançados, associam-se na organização desse ciclo de conversações virtuais sobre a construção de uma sociedade humana saudável, que permita às pessoas bem-estar físico, mental e social.</span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span><span>Com este ciclo de webinários, damos sequência à série de </span><i>Strategic Workshops</i><span>, iniciada em 2015 pela Pró-Reitoria de Pesquisa da USP. Seu objetivo é incentivar a organização da pesquisa em torno de temas estratégicos, fomentando abordagens transdisciplinares e a interação entre pesquisadores de diferentes unidades.</span></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span><span> </span></span></p>
<p><strong>Abertura:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvio-canuto" class="external-link">Sylvio Canuto</a> (Pró-Reitor de Pesquisa USP); <a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/10/" target="_blank">Vanderlan Bolzani</a> (Presidente da ACIESP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski </a>(Diretor do IEA)</p>
<p><strong>Expositores:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-alfredo-joly" class="external-link">Carlos Alfredo Joly</a> (UNICAMP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-da-cruz-gouveia" class="external-link">Nelson Gouveia</a> (FM e IEA USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-artaxo" class="external-link">Paulo Artaxo</a> (ACIESP, IF e IEA  USP)</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Instigador:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a> (IB e IEA USP)</p>
<h3>Transmissão:</h3>
<p><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-19T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conservacao-de-muriquis">
    <title>Conservação de muriquis é tema da 1ª videojornada da Operação Primatas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conservacao-de-muriquis</link>
    <description>No dia 2 de junho, a partir das 14h, realiza-se a "1ª Videojornada da Operação Primatas: Abordagens para a Conservação dos Muriquis", organizada pelo Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas do IEA, Operação Primatas do ICMBio-MMA e Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/muriqui-do-sul/image" alt="Muriqui do Sul" title="Muriqui do Sul" height="545" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O muriqui é um dos seis primatas brasileiros que correm sério risco de extinção</dd>
</dl></p>
<p>A primatologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karen-strier" class="external-link">Karen Strier</a>, presidente da Sociedade Internacional de Primatologia e maior especialista mundial no estudo dos muriquis, será a conferencista da <i>1ª Videojornada da Operação Primatas: Abordagens para a Conservação dos Muriquis</i>, no <strong>dia 2 de junho</strong>, a partir das <strong>14h</strong>, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> no site do IEA.</p>
<p>A finalidade do evento é apresentar os objetivos e relatar parte das ações práticas da Operação Primatas, do Ministério do Meio Ambiente, além de explicar, de forma mais detalhada, os trabalhos para recuperar a população de muriquis (<i>Brachyteles arachnoides</i>). Maior macaco das Américas, o muriqui é exclusivo da Mata Atlântica e está severamente ameaçado de extinção.</p>
<p>Karen é professora da Universidade de Wisconsin-Madison, dos EUA, e dedica-se à pesquisa sobre os muriquis há 40 anos na Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) da Fazenda Montes Claros, em Caratinga (MG). No evento, ela receberá o recém-criado Prêmio Operação Primatas.</p>
<p>O seminário terá mais três expositores: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-jerusalinsky" class="external-link">Leandro Jerusalinsky</a>, coordenador do<span> Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (</span><span>CPB</span><span>) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e presidente da Sociedade Latino-Americana de Primatologia (SLAPrim); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/edson-montilha" class="external-link">Edson Montilha</a>, professor da UFSCar e diretor de Unidade de Conservação e Preservação da  Fundação Florestal de São Paulo; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabiano-rodrigues-de-melo" class="external-link">Fabiano Rodrigues de Melo</a>, professor da Universidade Federal de Viçosa e membro-fundador <span style="text-align: justify; ">do Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica (Ipema) e do Muriqui Instituto de Biodiversidade (MIB).</span> [Veja a <a class="anchor-link" href="#programacao">programação</a>]</p>
<p>A videojornada é uma realização do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas do IEA, Operação Primatas e Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (Sima), com o apoio da várias <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/i-videojornada-muriquis#apoio" class="external-link">instituições</a>.</p>
<p><strong>Operação Primatas</strong></p>
<p>O Brasil possui 150 espécies de primatas, com 36 delas ameaçadas e seis criticamente ameaçadas de extinção, segundo os especialistas. A Operação Primatas é uma iniciativa interinstitucional que se propõe a catalizar a implementação dos planos de ação nacionais para a conservação das espécies ameaçadas, coordenados pelo ICMBio.</p>
<p>Essa atuação consiste na divulgação de informações e na busca de garantias para a reversão desse quadro, sempre em colaboração com todos que trabalham para a proteção dos macacos do Brasil. Com essa finalidade, a organização elegeu como de alta prioridade as ações em relação às seis espécies de primatas cuja sobrevivência está em situação mais crítica.</p>
<h3><a name="programacao"></a>Programação</h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td><strong>14h</strong></td>
<td><strong>Abertura</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/iea/organizacao/diretoria" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (diretor do IEA), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-feldmann" class="external-link">Fábio Feldmann</a> (consultor ambiental) e
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro de Oliveira Costa</a> (coordenador do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas do IEA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h30</strong></td>
<td>
<p><strong>Quarenta anos de pesquisa para a proteção do Muriqui</strong><br />Karen Strier (presidente da Sociedade Internacional de Primatologia e professora da Universidade de Wisconsin-Madison, EUA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h30</strong></td>
<td><strong>Operação Primatas: Estruturação e Avanços</strong><br />Leandro Jerusalinsky (coordenador do CPB-ICMBio e presidente da SLAPrim)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h50</strong></td>
<td><strong>Projeto Muriquis Brasil</strong><br />Edson Montilha (Fundação Florestal de São Paulo)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h05</strong></td>
<td><strong>Drones</strong><br />Fabiano Rodrigues de Melo<span> (Universidade Federal de Viçosa)</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h20</strong></td>
<td><strong>Debate</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h40</strong></td>
<td><strong>Prêmios e homenagens</strong><br /><span>- Reconhecimento a Gabriela Rezende – Prêmio Whitley<br />- <span>Entrega do Prêmio Operação Primatas à </span>Karen Strier</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>17h</strong></td>
<td><strong>Encerramento</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-penido" class="external-link">Marcos Penido</a><span> secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo), José Pedro de Oliveira Costa<span> (Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas do IEA) e Guilherme Ary Plonski (diretor do IEA)</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div id="parent-fieldname-text-98003deb0e5e44c4aab52fcf3ed70439">
<p><i><i> </i></i></p>
<br /> 
<hr />
</div>
<div id="parent-fieldname-text-98003deb0e5e44c4aab52fcf3ed70439"><i><strong><strong>1ª Videojornada da Operação Primatas: Abordagens para a Conservação dos Muriquis</strong></strong><br /></i><i>2 de junho, 14h<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">Transmissão ao vivo</a> pela internet (evento gratuito e aberto a todos os interessados, sem necessidade de inscrição para assistir)<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini, <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/i-videojornada-muriquis" class="external-link">Página do evento</a></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conservação ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Primatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-19T03:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/i-videojornada-muriquis">
    <title>I Videojornada da Operação Primatas: Abordagens para a Conservação dos Muriquis </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/i-videojornada-muriquis</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Brasil possui 150 espécies de primatas, 36 delas ameaçadas e 6 criticamente ameaçadas de extinção. <a class="external-link" href="https://www.icmbio.gov.br/portal/ultimas-noticias/20-geral/10245-programa-protege-primatas-do-rio-jequitinhonha">Operação Primatas</a> é uma organização sem fins lucrativos que se propõe a divulgar essa informação e buscar garantir a realização de ações que revertam esse quadro, assim como colaborar e incentivar a todos que trabalham na proteção de macacos do Brasil. Para tanto foram eleitos como de alta prioridade as 6 espécies cuja sobrevivência estão em situação mais crítica.</p>
<p>Este seminário tem como finalidade expor os objetivos e contar um pouco do que faz na prática a Operação Primatas. E, de forma mais detalhada, apresentar os trabalhos existentes para a recuperação dos Muriquis (<i>Brachyteles arachnoides</i>), o maior macaco das Américas, exclusivo da Mata Atlântica, em estado crítico de extinção.</p>
<p>Na ocasião, haverá uma Palestra Magna de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karen-strier" class="external-link">Karen Strier</a>, presidente da International Primatology Society, professora da Universidade de Wisconsin, e maior especialista mundial no estudo dos muriquis, que se dedica a essa pesquisa há 40 anos na RPPN da Fazenda Montes Claros em Caratinga/MG. Strier tem várias publicações basilares sobre esse trabalho e continua firme semeando sua expertise para o salvamento dessa espécie. Neste encontro, será oferecido a ela, pela primeira vez, o recém-criado prêmio da Operação Primatas.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p><b>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Food safety</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Primatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-15T11:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/informacoes-sobre-biodiversidade-sem-fronteiras-aproveitando-o-big-data-para-o-desenvolvimento-sustentavel-06-de-marco-de-2020-1">
    <title>Informações sobre Biodiversidade sem Fronteiras: Aproveitando o Big Data para o Desenvolvimento Sustentável - 06 de março de 2020</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/informacoes-sobre-biodiversidade-sem-fronteiras-aproveitando-o-big-data-para-o-desenvolvimento-sustentavel-06-de-marco-de-2020-1</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-06T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
