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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 101 to 115.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-futuro-dos-oceanos-em-debate">
    <title>Degradação e conservação dos oceanos em debate</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-futuro-dos-oceanos-em-debate</link>
    <description>Para discutir sua degradação e perspectivas de conservação — e em comemoração ao Dia Mundial dos Oceanos — o IEA, o Instituto Oceanográfico (IO) da USP e a Scientific American Brasil realizarão a conferência O Futuro dos Oceanos: XII Seminário de Manejo Integrado, no dia 8 de junho, às 8h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/oceano" alt="Oceano" class="image-inline" title="Oceano" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A relevância antropológica, econômica e ecológica dos oceanos leva estudiosos e profissionais da área a aprofundarem constantemente seus esforços para conservá-los. Para discutir sua degradação e perspectivas de conservação — e em comemoração ao Dia Mundial dos Oceanos — o IEA, o <a class="external-link" href="http://www.io.usp.br/">Instituto Oceanográfico</a> (IO) da USP e a revista "<a class="external-link" href="http://www2.uol.com.br/sciam/">Scientific American Brasil</a>" realizarão a conferência <i>O Futuro dos Oceanos: XII Seminário de Manejo Integrado</i>, no <strong>dia 8 de junho, às 8h</strong>. O evento é gratuito e tem transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web. Para acompanhar presencialmente é necessário fazer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef6qcz4gC2BsPzwDKylzgN0VmDSMkBsozeuiTFzJZVg3TqAw/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Participarão do encontro pesquisadores, acadêmicos, jornalistas, membros de ONGs e do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Os pesquisadores destacam a importância inestimável do mar para todo tipo de vida terrestre, sendo ele o maior ecossistema do planeta. São os oceanos que regulam a circulação atmosférica, distribuem a umidade e controlam as temperaturas do planeta. São eles também que produzem a maior parte do oxigênio da Terra, além de sequestrar carbono e metano da atmosfera. O mar oferece alimento, lazer e trabalho a bilhões de pessoas.</div>
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<div>Os Seminários de Manejo Integrado foram idealizados em 2006 e, segundo os organizadores do encontro, funcionavam como “um instrumento adicional para a formação de recursos humanos em gestão e governança costeira e oceânica, discutindo temas atuais e estimulando o contato com profissionais atuantes na área”. A iniciativa fazia parte originalmente da disciplina “Manejo Integrado de Ecossistemas Costeiros e Oceânicos” do IO-USP, mas foi desvinculada para ampliar seu alcance.</div>
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<div>Quatro pontos principais serão abordados no encontro: <strong>1)</strong> oceanos e mudanças climáticas; <strong>2)</strong> preservação da vida e biodiversidade marinha; <strong>3)</strong> soluções para um mar sem lixo; <strong>4)</strong> estratégias de conservação marinha, com destaque para as áreas marinhas protegidas. Os organizadores acreditam que o seminário pode ser visto como “uma estratégia de aproximação entre os alunos do curso de oceanografia e as mais variadas formas de atuação profissional”.</div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Pixnio</span></div>
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<h3><strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/sciam-programacao-2018/" class="external-link">CONFIRA AQUI A PROGRAMAÇÃO COMPLETA</a></strong></h3>
<div>
<hr />
<div id="_mcePaste"><i><strong>O Futuro dos Oceanos: XII Seminário de Manejo Integrado</strong></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>8 de junho, 8h</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Auditório IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Para acompanhar presencialmente, é necessário se <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef6qcz4gC2BsPzwDKylzgN0VmDSMkBsozeuiTFzJZVg3TqAw/viewform">inscrever</a></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Mais informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1678</i></div>
<div id="_mcePaste"><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/o-futuro-dos-oceanos" class="external-link">Página do evento</a></i></div>
<div></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-08T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/curta-metragem-baseado-no-projeto-amazonia-4-0-vence-premio-de-melhor-documentario-em-festival-europeu">
    <title>Curta-metragem baseado no projeto Amazônia 4.0 vence prêmio de melhor documentário em festival europeu</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/curta-metragem-baseado-no-projeto-amazonia-4-0-vence-premio-de-melhor-documentario-em-festival-europeu</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-679ffd0f-7fff-945b-18da-ba18e4027207">
<p dir="ltr">O filme <i>Amazônia 4.0 - The Reset Begins</i>, inspirado no projeto homônimo desenvolvido pelo climatologista e pesquisador sênior do IEA,<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre" class="external-link"> Carlos Nobre</a>, ganhou o prêmio de melhor documentário em competição mensal do Europe Film Festival UK. A obra tem 25 minutos de duração e pode ser assistido gratuitamente no <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=8clJoIisNC4&amp;t=47s&amp;ab_channel=GRAPEESG">link</a>. O festival é composto por seletivas mensais em que o júri analisa curtas e longas-metragens. Na competição de abril, a produção venceu como Melhor Documentário na categoria Prêmio Especial do Júri e se qualificou para participar da principal cerimônia do festival, realizada anualmente.</p>
<p dir="ltr"><span>O projeto Amazônia 4.0 propõe um novo modelo de desenvolvimento econômico e social que tem a manutenção da floresta como base de produção, articulando o uso de novas tecnologias, potencial biológico e conhecimento tradicional. “Nosso papel é tornar a Amazônia a primeira potência socioambiental da biodiversidade. Os povos indígenas vivem há 12 mil anos na Amazônia com a floresta em pé e promovendo o bem-estar a partir dos recursos da floresta. Temos, então, que criar algo novo, como combinar os conhecimentos tradicionais com os modernos conhecimentos científicos e desenvolver essa nova bioeconomia”, afirma Nobre.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Lançado no Dia da Terra, 22 de abril, o documentário foi dirigido por Alan Teixeira e produzido pelos executivos Ricardo Assumpção e Ione Anderson, respectivamente CEO e COO da Plataforma Grape ESG. A produção visa aumentar a conscientização do público nacional e internacional sobre as principais questões em torno da sustentabilidade da Amazônia, bem como discutir as dificuldades enfrentadas pelos povos tradicionais da floresta e as populações urbanas locais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No curta, o climatologista apresenta explicações sobre a origem das políticas de desmatamento, as ameaças que a floresta enfrenta e as possibilidades para reverter a situação. Didaticamente, Nobre também comenta sobre os perigos de savanização das florestas tropicais, afirma ser possível zerar o desmatamento e conclui: “Uma bioeconomia que mantenha as florestas, os rios e a biodiversidade, com justiça social e com sustentabilidade é totalmente possível de ser implementada na Amazônia.”</span></p>
<p dir="ltr"><span>O filme é permeado por imagens da Amazônia e junta as falas de Nobre com depoimentos de outros especialistas, como Nicole Schwab, codiretora da plataforma para acelerar soluções baseadas na natureza do Fórum Econômico Mundial; Mercedes Bustamante, professora da UNB eleita membro da Academia de Ciências dos EUA; Luiz Fernando Furlan,  ex-ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e o CEO da Grape ESG.</span></p>
</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento Econômico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Bioeconomia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-18T20:39:33Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/corredores-ecologicos-e-conectividade-da-paisagem-26-de-junho-de-2017">
    <title>Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem - 26 de junho de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/corredores-ecologicos-e-conectividade-da-paisagem-26-de-junho-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-26T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/corredores-ecologicos-II">
    <title>Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/corredores-ecologicos-II</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span>II Seminário </span><span>Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem</span></strong></p>
<p>Dando prosseguimento às discussões sobre Conectividade da Paisagem e Corredores Ecológicos, o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo e a Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente promovem um Encontro Científico que discute esse importante tema. Com a base cientifica e de conhecimento bastante avançada, é fundamental estabelecerem-se estratégias e ações amplas e locais, para combater à fragmentação das florestas, tanto numa visão continental, como nacional e regional.</p>
<p><span>Em 2016 o IEA lançou uma plataforma de dialogo sobre o tema, durante o primeiro Seminário Corredores Ecológicos da América Latina, em 26 de maio. Nesse período o Ministério de Meio Ambiente ampliou o interesse já estabelecido pelo governo brasileiro há muitos anos, discutindo e preparando as bases para um Programa Conectividade da Paisagem – Corredores Ecológicos. </span></p>
<p><span>Neste momento, o IEA realiza este II Seminário <span>Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem, com a intenção de </span>chamar novamente a comunidade científica para aprofundar a discussão e participar com o Governo Federal na implementação das ideias e conceitos em curso.</span></p>
<p><span>Os palestrantes convidados abordarão a questão da conectividade nos ecossistemas marítimos e continentais, assim como os temas correlacionados como clima, água, florestas e as questões sociais e culturais.</span></p>
<p><span>O Objetivo do evento é promover a discussão sobre as políticas públicas e as oportunidades de pesquisa relacionadas ao tema, fazendo uma reflexão sobre o papel da academia da difusão do conhecimento científico no desenvolvimento socioeconômico na América Latina e no Brasil.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-01T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/conversas-e-ipressoes-sobre-a-india-mulher-tradicao-e-globalizacao">
    <title>Conversas e Impressões Sobre a Índia: Mulher, Tradição e Globalização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/conversas-e-ipressoes-sobre-a-india-mulher-tradicao-e-globalizacao</link>
    <description>Evento do Grupo de Pesquisa em Política Ambiental</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em dezembro de 2012, estive na Índia por 15 dias, acompanhada pela minha irmã, em Dehli e Rajastão. O principal motivo de nossa viagem foi o de participar do congresso da ARIC (Association pour la Recherche Interculturelle), cujo desenvolvimento revelou alguma lacunas de organização que impediram um melhor desempenho dos participantes. Em relação aos locais visitados, muitos aspectos referentes à vida da cidade chamaram-nos a atenção e nos induziram a refletir a seu respeito, entre eles: ausência de calçadas nas ruas e o estado das edificações: as dimensões monumentais dos prédios públicos e a má conservação das construções privadas, além do mau estado das instalações sanitárias. Em parte, tais experiências resultaram de algumas visitas. Uma, em especial, à residência de uma professora de pós-graduação em Psicologia. Cabe ainda destacar a grande poluição e a intensidade intolerável do trânsito. Em relação à vida rural, tivemos a oportunidade de observar a presença do trabalho feminino, enormes plantações de mostarda e o curioso hábito de homens de banharem-se à beira das estradas. De modo geral, destacam-se as grandes diferenças étnicas, linguísticas e da indumentária. Além disso, surpreendeu-nos o uso bastante restrito da internet, dado que a Índia é considerada com destaque no setor de informática. Em conversa com uma mestranda, revelou-se a força das tradições nos relacionamentos e dos casamentos anunciados nos jornais, o apego a novelas produzidas localmente e a uma intensa atividade artesanal, cumprindo papel importante para as famílias.Ainda nas ruas, observamos que o emprego de motos é muito frequente, chegando a carregar até cinco pessoas por veículo. Além disso, camelos e elefantes continuam sendo usados como meio de transporte e os caminhões circulam muito enfeitados. A alimentação segue receitas tradicionais, sensivelmente diferentes daquelas com as quais estamos acostumados, não obstante os sabores fortes e agradáveis. O sentimento de coletivismo parece impor-se sobre o do individualismo e não se notam sinais de revolta em relação ao status quo. Pelo contrário, a disposição das pessoas pareceu-nos bastante ativa e construtiva.</p>
<p>Essa experiência é o foco da palestra da profa ﻿<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/elaine-pedreira-rabinovich" class="external-link">Elaine Pedreira Rabinovich</a>.</p>
<p><b><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/conversas-e-impressoes-sobre-a-india-mulher-tradicao-e-globalizacao" class="external-link">ASSISTA AO VÍDEO</a></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-03-18T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/conservacao-do-bioma-pantanal-politicas-publicas-e-manejo-sustentavel-05-de-junho-de-2017">
    <title>Conservação do Bioma Pantanal: Políticas Públicas e Manejo Sustentável - 05 de junho de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/conservacao-do-bioma-pantanal-politicas-publicas-e-manejo-sustentavel-05-de-junho-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conservacao-de-muriquis">
    <title>Conservação de muriquis é tema da 1ª videojornada da Operação Primatas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conservacao-de-muriquis</link>
    <description>No dia 2 de junho, a partir das 14h, realiza-se a "1ª Videojornada da Operação Primatas: Abordagens para a Conservação dos Muriquis", organizada pelo Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas do IEA, Operação Primatas do ICMBio-MMA e Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/muriqui-do-sul/image" alt="Muriqui do Sul" title="Muriqui do Sul" height="545" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O muriqui é um dos seis primatas brasileiros que correm sério risco de extinção</dd>
</dl></p>
<p>A primatologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karen-strier" class="external-link">Karen Strier</a>, presidente da Sociedade Internacional de Primatologia e maior especialista mundial no estudo dos muriquis, será a conferencista da <i>1ª Videojornada da Operação Primatas: Abordagens para a Conservação dos Muriquis</i>, no <strong>dia 2 de junho</strong>, a partir das <strong>14h</strong>, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> no site do IEA.</p>
<p>A finalidade do evento é apresentar os objetivos e relatar parte das ações práticas da Operação Primatas, do Ministério do Meio Ambiente, além de explicar, de forma mais detalhada, os trabalhos para recuperar a população de muriquis (<i>Brachyteles arachnoides</i>). Maior macaco das Américas, o muriqui é exclusivo da Mata Atlântica e está severamente ameaçado de extinção.</p>
<p>Karen é professora da Universidade de Wisconsin-Madison, dos EUA, e dedica-se à pesquisa sobre os muriquis há 40 anos na Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) da Fazenda Montes Claros, em Caratinga (MG). No evento, ela receberá o recém-criado Prêmio Operação Primatas.</p>
<p>O seminário terá mais três expositores: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-jerusalinsky" class="external-link">Leandro Jerusalinsky</a>, coordenador do<span> Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (</span><span>CPB</span><span>) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e presidente da Sociedade Latino-Americana de Primatologia (SLAPrim); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/edson-montilha" class="external-link">Edson Montilha</a>, professor da UFSCar e diretor de Unidade de Conservação e Preservação da  Fundação Florestal de São Paulo; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabiano-rodrigues-de-melo" class="external-link">Fabiano Rodrigues de Melo</a>, professor da Universidade Federal de Viçosa e membro-fundador <span style="text-align: justify; ">do Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica (Ipema) e do Muriqui Instituto de Biodiversidade (MIB).</span> [Veja a <a class="anchor-link" href="#programacao">programação</a>]</p>
<p>A videojornada é uma realização do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas do IEA, Operação Primatas e Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (Sima), com o apoio da várias <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/i-videojornada-muriquis#apoio" class="external-link">instituições</a>.</p>
<p><strong>Operação Primatas</strong></p>
<p>O Brasil possui 150 espécies de primatas, com 36 delas ameaçadas e seis criticamente ameaçadas de extinção, segundo os especialistas. A Operação Primatas é uma iniciativa interinstitucional que se propõe a catalizar a implementação dos planos de ação nacionais para a conservação das espécies ameaçadas, coordenados pelo ICMBio.</p>
<p>Essa atuação consiste na divulgação de informações e na busca de garantias para a reversão desse quadro, sempre em colaboração com todos que trabalham para a proteção dos macacos do Brasil. Com essa finalidade, a organização elegeu como de alta prioridade as ações em relação às seis espécies de primatas cuja sobrevivência está em situação mais crítica.</p>
<h3><a name="programacao"></a>Programação</h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td><strong>14h</strong></td>
<td><strong>Abertura</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/iea/organizacao/diretoria" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (diretor do IEA), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-feldmann" class="external-link">Fábio Feldmann</a> (consultor ambiental) e
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro de Oliveira Costa</a> (coordenador do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas do IEA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h30</strong></td>
<td>
<p><strong>Quarenta anos de pesquisa para a proteção do Muriqui</strong><br />Karen Strier (presidente da Sociedade Internacional de Primatologia e professora da Universidade de Wisconsin-Madison, EUA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h30</strong></td>
<td><strong>Operação Primatas: Estruturação e Avanços</strong><br />Leandro Jerusalinsky (coordenador do CPB-ICMBio e presidente da SLAPrim)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h50</strong></td>
<td><strong>Projeto Muriquis Brasil</strong><br />Edson Montilha (Fundação Florestal de São Paulo)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h05</strong></td>
<td><strong>Drones</strong><br />Fabiano Rodrigues de Melo<span> (Universidade Federal de Viçosa)</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h20</strong></td>
<td><strong>Debate</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h40</strong></td>
<td><strong>Prêmios e homenagens</strong><br /><span>- Reconhecimento a Gabriela Rezende – Prêmio Whitley<br />- <span>Entrega do Prêmio Operação Primatas à </span>Karen Strier</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>17h</strong></td>
<td><strong>Encerramento</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-penido" class="external-link">Marcos Penido</a><span> secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo), José Pedro de Oliveira Costa<span> (Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas do IEA) e Guilherme Ary Plonski (diretor do IEA)</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div id="parent-fieldname-text-98003deb0e5e44c4aab52fcf3ed70439">
<p><i><i> </i></i></p>
<br /> 
<hr />
</div>
<div id="parent-fieldname-text-98003deb0e5e44c4aab52fcf3ed70439"><i><strong><strong>1ª Videojornada da Operação Primatas: Abordagens para a Conservação dos Muriquis</strong></strong><br /></i><i>2 de junho, 14h<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">Transmissão ao vivo</a> pela internet (evento gratuito e aberto a todos os interessados, sem necessidade de inscrição para assistir)<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini, <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/i-videojornada-muriquis" class="external-link">Página do evento</a></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conservação ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Primatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-19T03:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/biodiversidade-sem-fronteiras">
    <title>Conferência apresentará infraestrutura internacional de rede e pesquisa sobre biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/biodiversidade-sem-fronteiras</link>
    <description>"Informações sobre Biodiversidade sem Fronteiras: Aproveitando o Big Data para o Desenvolvimento Sustentável" é o tema da conferência de Tim Hirsch, da Global Biodiversity Information Facility (GBIF), no dia 6 de março, às 10h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/borboleta-neptis-sappho/image" alt="Borboleta Neptis sappho" title="Borboleta Neptis sappho" height="367" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Borboleta Neptis sappho observada na China em  23 de outubro de 2019; foto publicada no site iNaturalist.org e referenciada na GBIF</dd>
</dl>Tim Hirsch, da <a class="external-link" href="https://www.gbif.org/" target="_blank">Global Biodiversity Information Facility</a> (GBIF), faz no <strong>dia 6 de março, às 10h</strong>, a conferência <i>Informações sobre Biodiversidade sem Fronteiras: Aproveitando o Big Data para o Desenvolvimento Sustentável.</i></p>
<p>O evento é gratuito e aberto ao público, mas requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSccwkk4jmano-icDn1hEghiPotyFNvHJurS_J551sVZVhHZtQ/viewform" target="_blank">inscrição prévia online</a> para acompanhá-lo presencialmente, na Sala Alfredo Bosi do IEA. Para assistir à transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever.</p>
<p><strong>Acesso aberto</strong></p>
<p>Financiada por universidades, agências e outros órgãos governamentais de 31 países, a GIBF é uma infraestrutura internacional de rede e pesquisa destinada a fornecer a qualquer pessoa, em qualquer lugar, acesso aberto a dados sobre todos os tipos de vida na Terra.</p>
<div id="parent-fieldname-text-98003deb0e5e44c4aab52fcf3ed70439">
<p>Hirsch falará sobre a estrutura e ferramentas da GBIF e sobre os dados que ela gerencia. Também tratará da relevância dos dados agregados da biodiversidade aberta para pesquisas relacionadas às mudanças climáticas (por exemplo, adaptação às mudanças projetadas na distribuição de espécies), segurança alimentar (por exemplo, distribuição de parentes selvagens das culturas) e saúde humana (por exemplo, modelagem do risco de doenças com base em vetores de doenças de insetos e reservatórios de vírus em mamíferos).</p>
<p>O evento é organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/saude-planetaria-uma-abordagem-transdisciplinar-para-a-sustentabilidade-do-planeta-integrada-a-saude-humana/integrantes" class="external-link">Grupo de Estudos Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana</a>. A coordenação será de  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a>, coordenador do grupo.</p>
<p><i><i> </i></i></p>
<hr />
</div>
<div id="parent-fieldname-text-98003deb0e5e44c4aab52fcf3ed70439"><i><i> <strong>Informações sobre Biodiversidade sem Fronteiras:<br /></strong></i></i><i><i><strong>Aproveitando o Big Data para o Desenvolvimento Sustentável</strong><br /></i></i><i>6 de março, 10h<br /></i><i>Local: Sala Alfredo Bosi, IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante </i><i><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSccwkk4jmano-icDn1hEghiPotyFNvHJurS_J551sVZVhHZtQ/viewform" target="_blank">inscrição prévia online<br /></a></i><i>Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet (sem necessidade de inscrição para assistir)<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/biodiversidade-sem-fronteiras" class="external-link">Página do evento</a></i></div>
<div></div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://www.gbif.org/occurrence/2445092348">benanna/iNaturalist.org</a></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Big Data</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-27T15:57:23Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas">
    <title>Comissão estadual de proteção aos primatas paulistas apresenta plano de ação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas</link>
    <description>Pró-Primatas Paulistas apresentou plano de ação para a proteção dos primatas em seminário no IEA no dia 12 de maio.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mico-leao-preto" alt="Mico Leão Preto" class="image-inline" title="Mico Leão Preto" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Mico-leão-preto, exclusivo do Estado de São Paulo e em<br style="text-align: right; " />risco de extinção, mesmo caso de outras cinco espécies</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O Brasil conta com 123 espécies e subespécies de primatas. Isso corresponde a 1/4 de todas as espécies presentes no mundo. Dez das espécies presentes no país habitam o Estado de São Paulo, sendo que uma delas, o mico-leão-preto, é exclusiva do território paulista. O mico-leão-preto e outras cinco espécies (mico-leão-de-cara-preta, bugio-preto, bugio-ruivo, sagui-da-serra-escuro e muriqui-do-sul) estão ameaçadas de extinção.</p>
<p>Para fazer frente à essa situação, o governo paulista já conta com um plano de ação composto por projetos e iniciativas prioritários em fase de detalhamento e articulação de parcerias para execução. Os principais componentes do plano são:</p>
<ul>
<li>cuidar da conservação do mico-leão-preto em paisagens fragmentadas;</li>
<li>estabelecer parâmetros demográficos e distribuição geográfica e zelar pela conservação do muriqui-do-sul no estado de São Paulo;</li>
<li>formular estratégia para a conservação dos primatas do extremo oeste paulista;</li>
<li>garantir a conservação do sagui-da-serra-escuro em território paulista;</li>
<li>ampliar a estação ecológica de Caetetus;</li>
<li>implantar programas de conservação das Serras de Paranapiacaba e da Mantiqueira;</li>
<li>criar banco de dados de áreas de ocorrência das populações selvagens de primatas;</li>
<li>promover ações integradas de fiscalização;</li>
<li>incentivar a educação ambiental e envolvimento social.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
</ul>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-pro-primatas-paulisas" style="float: left; " title="Logo Pró-Primatas Paulistas" class="image-inline" alt="Logo Pró-Primatas Paulistas" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Comissão</strong></p>
<p>Esse plano de ação foi elaborado pela Comissão Permanente de Proteção dos Primatas Nativos do Estado de São Paulo (Pró-Primatas Paulistas), criada no âmbito da Secretaria do Meio Ambiente (SMA) por meio de decreto de junho de 2014.</p>
<p>De acordo com o ato legal, a comissão destina-se a "promover o respeito, o conhecimento científico, a conservação e a recuperação dessas espécies em seu estado e habitat natural e a educação ambiental". O mesmo decreto declarou o mico-leão-preto Patrimônio Ambiental do Estado, determinando a todos os órgãos da administração pública, em especial à SMA, a adoção de medidas para a proteção e recuperação da espécie em natureza.</p>
<p>Formalizada por meio de resolução da SMA de setembro de 2014, na qual foram indicados seus membros, a Pró-Primatas Paulistas realizou sua primeira atividade pública no dia 12 de maio, no IEA.</p>
<p>A iniciativa foi uma parceria da SMA e do projeto Rainforest Business School do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas do IEA. Participaram integrantes da comissão, representantes de organizações governamentais e não governamentais envolvidas com políticas de preservação dos primatas e também o primatologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/milton-thiago-de-mello" class="external-link">Milton Thiago de Mello</a>, presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária e um dos pioneiros da primatologia no Brasil.</p>
<p>A abertura do encontro teve a presença da secretária de Meio Ambiente, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/patricia-iglecias" class="external-link">Patrícia Iglecias</a>, do diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, e da diretora executiva da Fundação Florestal da SMA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/lidia-helena-ferreira-da-costa-passos" class="external-link">Lídia Passos</a>. A coordenação foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro de Oliveira Costa</a>, coordenador da Pró-Primatas Paulistas, vice-coordenador do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas e integrante do projeto Rainforest Business School. <span>A aula de abertura foi ministrada por Milton Thiago de Mello.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Seminário<br />Pró-Primatas Paulistas</strong></p>
<ul>
<li>Vídeos<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-1" class="external-link">Parte 1</a> – <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-2" class="external-link">Parte 2</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discutira-situacao-dos-primatas-paulistas-sob-risco-de-extincao" class="external-link">Notícia</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O estágio atual de encaminhamento dos projetos e medidas previstos no plano de ação da Pró-Primatas Paulista foi apresentado pelo coordenador da comissão. Durante o seminário, que transcorreu durante toda a manhã e toda a tarde do dia 8 de abril, aconteceram as seguintes exposições:</p>
<ul>
<li>José Pedro de Oliveira Costa (IEA e Pró-Primatas Paulistas) – <i>A Comissão Permanente de Proteção dos Primatas Paulista</i>s;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/leandro-jerusalinsky" class="external-link">Leandro Jerusalinsky</a> (coordenador do CPB/ICMBio do Ministério do Meio Ambiente) - <i>O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação dos Primatas Brasileiros</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a> (coordenador do Grupo de Pesquisas Serviços de Ecossistemas do IE) - <i>Restauração de Florestas e Conectividade</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/claudio-valladares-padua" class="external-link">Cláudio Pádua</a> (Instituto de Pesquisas Ecológicas) – <i>O Projeto Mico-Leão-Preto</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/mauricio-talebi-gomes/view" class="external-link">Mauricio Talebi</a> (Unifesp) - <i>O Projeto Muriqui</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/warwick-manfrinato" class="external-link">Warwick Manfrinato</a> (Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação do IEA) - <i>O</i> <i>Projeto Rainforest Business School </i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/marcio-port-de-carvalho" class="external-link">Marcio Port de Carvalho</a> (Instituto Florestal) - <i>Ocorrência do Sagui-da-Serra-Escuro (</i>Callithrix aurita<i>) em São Paulo: Prioridades de Pesquisa e Açõe</i>s;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/edson-montilha" class="external-link">Edson Montilha</a> (Fundação Florestal) - <i>Ocorrência de Primatas nas Unidades de Conservação do Estado de São Paulo</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/dilmar-alberto-goncalves-de-oliveira" class="external-link">Dilmar de Oliveira</a> (Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais) - <i>O</i><i>s Bugios no Estado de São Paulo</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/caue-monticelli" class="external-link">Cauê Monticelli</a> (Fundação Parque Zoológico de São Paulo) - <i>Programa de Conservação Integrada do Mico-Leão-Preto</i>;</li>
<li>José Pedro de Oliveira Costa (IEA e Pró-Primatas Paulistas) - <i>Plano de Ação para Conservação dos Primatas Paulistas</i>.</li>
</ul>
<p> </p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/seminario-pro-primatas-paulistas" alt="Seminário Pró-Primatas Paulistas" class="image-inline" title="Seminário Pró-Primatas Paulistas" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>A secretária de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Patrícia Iglecias, fala na abertura do seminário, ao lado do diretor do IEA, Martin Grossmann (à esq.), da diretora executiva da Fundação Florestal, Lídia Passos, e do coordenador da Pró-Primatas Paulistas, Jose Pedro de Oliveira Costa</strong></td>
</tr>
<tr>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Parceria governo-universidade</h3>
<p>Na abertura do seminário, a secretária de Meio Ambiente, Patrícia Iglecias, especialista em direito ambiental e docente da Faculdade de Direito da USP, destacou a importância da parceria entre a SMA e os grupos de pesquisa de USP para que todos se beneficiem das pesquisas acadêmicas feitas por alunos e professores.</p>
<p>Ela disse que a parceria deveria ser estendida a outros temas. Como exemplo, citou a necessidade de a SMA contar com uma escola de gestores, "para que tenhamos pessoal mais bem preparado nas unidades de conservação e parques".</p>
<p>De acordo com Patrícia Iglecias, entre as linhas de ação prioritárias da SMA está a proteção da fauna. No entanto, ela considera que ainda falta uma política clara sobre isso. No caso da Pró-Primatas Paulistas, "houve uma união de esforços do estado com a comunidade científica e a sociedade civil para coibir as ameaças aos primatas, cuja preservação possui relevância ambiental, científica e cultural".</p>
<p>Também na abertura do encontro, o diretor do IEA, Martin Grossmann, destacou a atuação do Instituto ao longo de sua história no que se refere a políticas públicas, "sempre abordadas em chave transdisciplinar". Citou como exemplo os trabalhos realizados desde os primeiros anos do Instituto em relação à preservação das florestas e ao reflorestamento para o atendimento de necessidades ambientais, sociais e econômicas, como no caso do Projeto Floram, de 1990, que teve entre seus formuladores o geógrafo Aziz Ab'Sáber (1924-2012) (professor honorário do IEA), o físico José Goldemberg (ex-reitor da USP) e Jacques Marcovitch (ex-reitor da USP e ex-diretor do IEA).</p>
<p>Grossmann ressaltou o fato de a preocupação com os primatas ser abraçada pelo projeto Rainforest Business School do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas, iniciativa destinada à formação de mão de obra especializada para o manejo sustentável de florestas tropicais. Para ele, "a questão das florestas tropicais é central na reflexão sobre novas geopolíticas, que devem ser pensadas de forma inventiva e inovadora".</p>
<p><strong>Presenças</strong></p>
<p>O seminário foi prestigiado por vários dirigentes de organismos de pesquisa e responsáveis pela implantação de políticas públicas ambientas. Pela</p>
<p>Além da secretária do Meio Ambiente, do diretor do IEA, do coordenador da Pró-Primatas Paulista, da diretora executiva da Fundação Florestal e do presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária, participaram:  pela SMA – Fernanda Bandeira de Melo, coordenadora de Fiscalização Ambiental, e Gilson Ferreira, coordenador  de Educação Ambiental; pela Pró-Primatas Paulistas –Leandro Jerusalinsky, coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), organismo do Ministério do Meio Ambiente; Paulo Bressan, diretor presidente da Fundação Zoológico do Estado de São Paulo; e Ítalo Mazarella, presidente interino da Fundação Florestal do Estado de São Paulo; outras presenças de destaque – Cleiton Ferreira Lima, presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, e Jean Paul Metzer, coordenador do Grupo de Pesquisa Serviços dos Ecossistemas do IEA.</p>
<p>Enviaram mensagens de congratulações pela iniciativa o novo presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Cláudio Maretti, e Fábio Feldmann, atualmente consultor na área ambiental e de sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Pró-Primatas Paulistas; Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-03T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-12-e-13-de-junho-de-2018">
    <title>Ciclo UrbanSus: Sustentabilidade Urbana - Sustentabilidade nas Cidades - 12 e 13 de junho de 2018 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-12-e-13-de-junho-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-12T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-debate-problemas-da-varzea-do-rio-tiete">
    <title>Ciclo debate problemas da várzea do Rio Tietê </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-debate-problemas-da-varzea-do-rio-tiete</link>
    <description>Vai até o dia 16 de setembro o ciclo de seminários "Políticas Públicas, Territorialidades e Participação Social: Diálogos sobre a Várzea do Rio Tietê”. São nove encontros com pesquisadores da USP com trabalhos sobre a várzea do rio. 
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tiete.jpg" alt="tiete.jpg" class="image-right" title="tiete.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Vai até o dia 16 de setembro o ciclo de seminários "Políticas Públicas, Territorialidades e Participação Social: Diálogos sobre a Várzea do Rio Tietê”. São nove encontros com pesquisadores da USP com trabalhos sobre a várzea do rio.</p>
<p style="text-align: justify; "><span>Entre os temas a serem abordados estão</span><span>: clima, biodiversidade, poluição, características socioeconômicas e físicas da área, patrimônio cultural, participação social e gestão pública.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Os seminários acontecem sempre às sextas-feirass, às 14h, no Auditório Vermelho da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP (<i>leia programação abaixo</i>).  Para participar dos encontros é preciso se inscrever em . Quem tiver 75% de frequencia receberá certificado de participação.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Além dos nove seminários, no dia 26 de maio realizou-se o 1º Fórum da APA Várzea do Rio Tietê. Na oportunidade, a equipe da USP que trabalha na elaboração do Plano de Manejo dessa APA (Área de Proteção Ambiental) apresentou o diagnóstico da área estudada. O ciclo de seminários e o fórum integram os trabalhos de produção do Plano de Manejo, com o objetivo de formar e capacitar a comunidade local e demais atores públicos envolvidos com a APA.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>O ciclo de seminárioso é uma realização do Grupo de Pesquisa de Políticas Públicas e Territorialidade do IEA, do Programa de Pós-Graduação em Mudança Social e Participação Política (ProMusPP) da EACH-USP, do Núcleo de Psicologia Política e Movimento Sociai do Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Social da PUC-SP e da Equipe de Comunicação e Participação Social do Plano do Manejo da APA Várzea do Rio Tietê.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>O evento conta com apoio da Transportadora Associada de Gás (TAG) da Petrobrás, da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, da Fundação Florestal e do Conselho Gestor da APA Várzea do Rio Tietê.</span></p>
<table class="plain">
<caption></caption> 
<tbody>
<tr>
<td align="left" colspan="2">
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">Abril</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>Dia 29 - 14h</strong></td>
<td align="left"><strong>Área de Proteção Ambiental e Plano de Manejo: Ações de Política Pública</strong><br />Neli Aparecida de Mello-Théry (EACH)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" colspan="2">Maio</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>Dia 13 - 14h</strong></td>
<td align="left"><strong>Planícies Aluvionares e Uso do Solo</strong><br />Jurandyr Ross (FFLCH)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>Dia 26 - 8h</strong></td>
<td align="left"><strong>1º Fórum da APA Várzea do Rio Tietê</strong><br /><i>Expositores a serem confirmados</i></td>
</tr>
<tr>
<td align="left" colspan="2">Junho</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>Dia 3 - 14h</strong></td>
<td align="left"><strong>Memória e Patrimônio Cultural</strong><br />Silvia Helena Zanirato (EACH)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>Dia 10 - 14h</strong></td>
<td align="left"><strong>Aspectos Geológicos da Bacia do Rio Tietê</strong><br />Lucy Gomes Sant´Anna (EACH)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" colspan="2">Julho</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>Dia 1º - 14h</strong></td>
<td align="left"><strong>Gestão Pública e Participação Social</strong><br />Alessandro Soares da Silva (EACH) e Salvador Sandoval (PUC-SP)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" colspan="2">Agosto</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>Dia 5 - 14h</strong></td>
<td align="left"><strong>Poluição das Águas no Meio Urbano</strong><br />Andrea Cavicchioli (EACH)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>Dia 26 - 14h</strong></td>
<td align="left"><strong>Gestão da Biodiversidade: Política e Sociedade</strong><br />Waldir Mantovani (EACH)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" colspan="2">Setembro</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>Dia 2 - 14h</strong></td>
<td align="left"><strong>Clima e Ambiente: Repercussões sobre o Território</strong><br />Michelle Reboita</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>Dia 16 - 14h</strong></td>
<td align="left"><strong>Sustentabilidade e Desenvolvimento Local </strong><br />Diamantino Alves Corrêa Pereira</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-04-25T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture-5-de-setembro-de-2016">
    <title>Can we Achieve Sustainable Agriculture? - 5 de setembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture-5-de-setembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/brumadinho-pos-mariana-licoes-nao-aprendidas-14-de-fevereiro-de-2019">
    <title>Brumadinho Pós-Mariana: Lições Não Aprendidas - 14 de fevereiro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/brumadinho-pos-mariana-licoes-nao-aprendidas-14-de-fevereiro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-15T17:21:10Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/brumadinho-licoes-nao-aprendidas">
    <title>Brumadinho Pós-Mariana: Lições Não Aprendidas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/brumadinho-licoes-nao-aprendidas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; ">Diante da perplexidade com que a sociedade encara mais um desastre ambiental de </span><span style="text-align: justify; ">proporções avassaladoras e inaceitável desfecho de mortes e destruição, cabe refletir </span><span style="text-align: justify; ">sobre os inúmeros fatores causais, a situação reincidente de incapacidade de </span><span style="text-align: justify; ">aprendizado preventivo, e os aspectos inerentes às consequências ampliadas de </span><span style="text-align: justify; ">tragédias evitáveis.</span></p>
<div style="text-align: left; "><span>O seminário contará com exposição de diversos pesquisadores a </span><span>abordar olhares interdisciplinares sobre os desastres. São alguns dos tópicos a serem </span><span>debatidos: a complexidade de fatores que corroboram e culminam em eventos dessa </span><span>magnitude, a sucessão e reincidência de falhas, as controvérsias nos fatos, as </span><span>disparidades entre forças e interesses e a perspectiva de múltiplas formas de exclusão </span><span>social e vulnerabilidade.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<p style="text-align: justify; "><span><strong>Expositores</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a> ( IEE e IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-luiz-cortes" class="external-link">Pedro Luiz Côrtes</a> (ECA/USP e IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/evangelina-vormittag" class="external-link">Evangelina Vormittag</a> (Instituto Saúde e Sustentabilidade)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bruno-milanez/view" class="external-link">Bruno Milanez</a> (UFJF) - via skype</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-enrique-sanchez" class="external-link">Luis Enrique Sánchez</a> (POLI/USP e IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandre-orlandi-passos" class="external-link">Alexandre Orlandi Passos</a> (NAP.Mineração e POLI/USP)</p>
<p><strong>Coordenação:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-luiz-giatti" class="external-link">Leandro Luiz Giatti</a> (FSP e IEA/USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thaisa Carvalho</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-01T16:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/biota-sintese">
    <title>Biota Síntese:  nova dinâmica para criar soluções baseadas na natureza </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/biota-sintese</link>
    <description>No início de 2021, o IEA passou a sediar o Biota Síntese – Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza, uma das 12 propostas de Núcleos de Pesquisa Orientada a Problemas em São Paulo (NPOP-SP) aprovadas em dezembro de 2020 pela Fapesp.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jean-paul-walter-metzger-2021/image" alt="Jean Paul Walter Metzger - 2021" title="Jean Paul Walter Metzger - 2021" height="342" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Jean Paul Walter Metzger, diretor do Biota Síntese</dd>
</dl></p>
<p>Este semestre, o IEA passou a sediar um novo projeto: o Biota Síntese – Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza, uma das 12 propostas de Núcleos de Pesquisa Orientada a Problemas em São Paulo (NPOP-SP) aprovadas em dezembro pela Fapesp.</p>
<p>A chamada Ciência para o Desenvolvimento da Fundação teve o objetivo de apoiar pesquisa orientadas para a solução de problemas nas áreas de saúde, segurança pública, alimentação e agricultura, desenvolvimento econômico, entre outras. A exigência complementar era que os núcleos proponentes fossem integrados por pesquisadores em universidades, secretarias de estado, instituições públicas e privadas no país e no exterior e empresas.</p>
<p>Essas duas exigências são plenamente contempladas pelo Biota Síntese, que receberá R$ 4,3 milhões (incluídas cotas de bolsas) para seu desenvolvimento ao longo de cinco anos.</p>
<p>O projeto envolve 27 instituições [veja <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/biota-sintese#diagrama" class="external-link">diagrama</a> abaixo], entre as quais três secretarias estaduais, a Prefeitura de São Paulo, as três universidades públicas paulistas, as duas universidades públicas federais existentes no estado, vários institutos de pesquisa paulistas e quatro organizações não governamentais da área ambiental.</p>
<p>O responsável por ele (diretor, de acordo com o Comitê Executivo) é Jean Paul Walter Metzger, professor titular de ecologia do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenador, desde 2014, do Grupo de Pesquisa Serviços de Ecossistemas do IEA.</p>
<p><strong>Inovação</strong></p>
<p>Segundo Metzger, o Biota Síntese é estratégico por diversos motivos. Um dele é promover a “ciência de síntese”, uma abordagem de análise de dados ainda não costumeira no Brasil, mas já amplamente utilizada nos Estados Unidos, Canadá, Europa e Austrália, “com resultados extremamente significativos e impactantes”.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong><i>Ciência de síntese</i></strong></h3>
<p><i>De acordo com chamada de projetos do Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose) do CNnPq em 2019, sínteses científicas correspondem a uma abordagem de pesquisa inter ou transdisciplinar, que integra conhecimentos, métodos e perspectivas científicas diversas, voltada para a análise, sistematização, reorganização ou recontextualização de dados e informações já disponíveis, de forma a produzir conhecimento novo.</i></p>
<p><i>Sínteses científicas permitem a conceituação de problemas complexos além do escopo de qualquer disciplina, conjunto de dados ou linha de pesquisa, ressalta a chamada. “O conhecimento assim produzido tem maior potencial de levar a novas descobertas científicas, bem como outros produtos socialmente relevantes, como informação qualificada para subsidiar a tomada de decisão e formulação de políticas públicas.”</i></p>
<p><i>Metzger destaca que a abordagem requer a imersão de um grupo diversificado de pessoas na exploração de determina questão científica ou aplicada, com dinâmicas de brainstorm colaborativas, compartilhamento de dados, reanálise e modelagem de dados já coletados. “Essa dinâmica depende também do trabalho em dedicação exclusiva de pós-doutorandos, que são responsáveis pelas análises e modelagens propostas pelo grupo de síntese”, complementa.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Não se trata apenas de agrupar e revisar dados científicos, mas sim de uma metodologia que permite trazer um olhar inter e transdisciplinar para ressignificar dados já coletados, permitindo a geração de novas ideias, modelos, paradigmas e teorias.” [leia ao lado]</p>
<p>Outro aspecto inovador do projeto, de acordo com Metzger, é o fato de o Biota Síntese promover sínteses transdisciplinares voltadas ao embasamento de políticas públicas na área socioambiental, “ao contrário da maioria das sínteses feitas nos países desenvolvidos, mais voltadas a questões teóricas, restritas ao mundo acadêmico”.</p>
<p>“No nosso caso, estamos atendendo a demandas feitas por órgãos do governo do estado de São Paulo, especialmente a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, a Secretaria da Agricultura e a Secretaria Especial da Saúde.”</p>
<p>A pertinência das sínteses dependerá, afirma Metzger, do trabalho conjunto de profissionais do governo com os pesquisadores de universidades e institutos de pesquisa do estado, além de organizações não-governamentais. Ele explica que, além de elaborar sínteses, o projeto quer também revisar, aperfeiçoar e criar políticas públicas, “sempre dentro de uma abordagem de coprodução e geração destas políticas”.</p>
<p>A terceira inovação do projeto é reunir um grupo diversificado de pesquisadores e atores socioambientais para pensarem em “soluções baseadas na natureza” (SBN) para vários problemas. Inspiradas e suportadas pela natureza, as SBN são concebidas para enfrentar os desafios da sociedade de forma efetiva e a baixo custo, simultaneamente provendo benefícios ambientais, sociais e econômicos e auxiliando a construir sistemas resilientes, explica Metzger.</p>
<p>Entre as questões que podem se beneficiar das SBN, ele elenca: agricultura sustentável e polinização; regulação e controle de zoonoses; e prevenção de doenças crônicas não transmissíveis (como hipertensão, diabetes e doenças respiratórias crônicas) e de desordens mentais comuns (como crises de ansiedade e depressão) em cidades.</p>
<p><strong>Polinização</strong></p>
<p>O trabalho do Biota Síntese em relação à agricultura sustentável dará ênfase à questão da polinização: “A intensificação de boa parte da agricultura atual acaba gerando uma série de impactos nos solos e nas águas, através de processos de erosão e de poluição por agrotóxicos. Com isso, esses sistemas deixam de se beneficiar de importantes serviços ecossistêmicos, como a polinização e o controle de pragas”.</p>
<p>Considerados apenas os benefícios da polinização, o estado de São Paulo poderia ter um adicional de R$ 4 bilhões na produção de soja, café e laranja, afirma Metzger. “O desafio é como desenhar paisagens que otimizem esses benefícios da natureza em sinergia com os planos de adequação ambiental que serão desenvolvidos com a regulamentação do Lei de Proteção da Vegetação Nativa [12.651/12, também conhecida como Novo Código Florestal]. Outro desafio é montar essas soluções com os produtores, para que sejam de fato aplicadas.”</p>
<p>Para Metzger, a adoção das soluções será facilitada justamente pelo fato de serem fruto de um processo conjunto de elaboração, envolvendo os setores públicos e privados desde o início das discussões. “As soluções serão acordadas por todos, considerando desde o início as limitações, resistências e demandas de diferentes setores.”</p>
<p>Trata-se de um procedimento muito distinto do que é feito usualmente, “onde soluções são criadas por poucas pessoas, em laboratórios ou na academia, e depois são repassadas (ou ‘vendidas’) para os tomadores de decisão ou gestores públicos”, afirma o pesquisador. Há amplas evidências que esse modelo unidirecional (da academia para a sociedade) não funciona, afirma. “Precisamos de um modelo mais sistêmico, que pode ser estimulado através de ‘sínteses transdisciplinares’.”</p>
<p><strong>Zoonoses</strong></p>
<p>No caso de controle de zoonoses, o Biota Síntese levará em conta as fortes evidências de que a composição e configuração da paisagem afetam a propagação de zoonoses. Metzger dá o exemplo da febre amarela: “Temos modelagens que indicam que o vírus da doença se propaga muito nas bordas florestais e ao longo de estradas, enquanto grandes blocos de vegetação nativa funcionam como barreiras para essa propagação. Conhecendo esse comportamento de propagação, podemos planejar paisagens mais inteligentes, que protegem as pessoas ao evitar ou amenizar o deslocamento de vírus e outros patógenos responsáveis por zoonoses”.<strong> </strong></p>
<p><strong>Pandemias</strong></p>
<p>Um resultado adicional do projeto é colaborar na formulação de propostas que ajudem a mitigar os riscos de novas pandemias, segundo Metzger: "Doenças zoonóticas representam 75% das doenças infecciosas emergentes do mundo. Um dos nossos desafios é justamente pensar em Soluções baseadas na Natureza para regulação dessas doenças, como no caso da Covid-19.”</p>
<p>Muitos trabalhos científicos demonstram que algumas destas doenças (hantavirose, febre amarela, malária e febre maculosa, por exemplo) se propagam em maior ou menor grau dependendo da configuração da paisagem e do tipo das atividades humanas nela desenvolvidas, afirma o pesquisador.</p>
<p>Ele ressalta também que há evidência de que certas condições favorecem a transmissão de agentes infecciosos de uma espécie nativa para os humanos, “caso de situações tipicamente encontradas aqui no Brasil: alta biodiversidade, alta vulnerabilidade social e intensa modificação ambiental, fator que aproxima populações vulneráveis de áreas com alta biodiversidade”.</p>
<p>Considerando essas questões e dadas as mudanças de uso e ocupação dos solos e os diferentes cenários de mudanças climáticas que também afetam a propagação de zoonoses, Metzger destaca que evitar ou regular a intensificação desse processo é um dos desafios importantes a serem discutidos pelo Biota Síntese.</p>
<p><a name="diagrama"></a><dl class="image-right captioned" style="width:700px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/instituicoes-do-biota-sintese/image" alt="Instituições do Biota Síntese" title="Instituições do Biota Síntese" height="392" width="700" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:700px;">Instituições integrantes do Biota Síntese</dd>
</dl></p>
<p><strong>Dinâmica</strong></p>
<p>Agricultura sustentável, regulação de zoonoses, prevenção de doenças em cidades são os principais desafios temáticos do Biota Síntese, interligados pelo desafio de planejamento de ações de restauração e pelo desafio maior das mudanças climáticas. Os trabalhos serão assistidos por grupos dedicados à cocriação e produção de políticas públicas.</p>
<p>Os grupos temáticos e o grupo de restauração terão dinâmicas de síntese (reuniões de imersão, virtuais este ano e presenciais em 2022), intercaladas por períodos de organização de bancos de dados, análises e modelagem, trabalhos que serão desenvolvidos basicamente por pós-doutorandos, com acompanhamento e participação dos supervisores e da coordenação do projeto.</p>
<p>A previsão é que ocorram três ou quatro reuniões por desafio ao longo dos cincos anos de duração do projeto. A preparação das sínteses temáticas será acompanhada por outras reuniões, voltadas à discussão da construção de políticas públicas.</p>
<p>A coordenação do projeto será atribuição do Comitê Executivo, constituído por: um diretor, o próprio Metzger; um vice-diretor, a ser indicado pela Secretaria Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente (Sima) de São Paulo; um coordenador de Comunicação, o professor Carlos Joly, do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp); um coordenador de Parcerias, o professor Gerd Sparovek, da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP e presidente da Fundação Florestal; e um gestor executivo, a ser contratado pelo IEA com recursos de patrocinadores.</p>
<p>O projeto deve iniciar os trabalhos oficialmente em junho. Até lá, estão sendo definidos os termos de cooperação científica e tecnológica com as principais instituições parceiras. Informalmente, o Biota Síntese já está colaborando com a Sima na construção de propostas da secretaria para a próxima COP26 (26ª Conferência das Partes da Convenção -Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática), que ocorrerá em novembro, em Glasgow, Reino Unido.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Doenças Tropicais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epidemias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-22T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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