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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 81 to 95.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/printmaking-technique-perspectives-thinking-through-history-to-postmodern-processes-and-social-intervention-27-de-agosto-de-2018">
    <title>Printmaking Technique Perspectives: Thinking Through History to Postmodern Processes and Social Intervention - 27 de agosto de 2018</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-27T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/printmaking-technique">
    <title>Printmaking Technique Perspectives: Thinking Through History to Postmodern Processes and Social Intervention</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/printmaking-technique</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Perspectivas da Técnica da Gravura: Pensando Através da História até os Processos Pós-Modernos e Intervenção Social</strong></p>
<p><span>A exposição </span><i>Thinking Print</i><span> do MoMa, em 1996, detectou e legitimou mudanças na gravura contemporânea para um campo expandido. Provou que as antigas regras e estruturas da disciplina da gravura foram rearranjadas e desconsideradas, com as fronteiras estéticas começando a se dissolver e permitir mudança, fluxo e transgressão. A gravura contemporânea evoluiu de seus processos básicos para um território interdisciplinar mais amplo que cobre grande parte da prática artística pós-moderna. Expandiu-se da concentração em técnicas gráficas para incluir instalações e produções digitais em diversas formas. Hoje, todas as mídias, incluindo a gravura, pesquisam processos interdisciplinares pós-modernos e intervenções de prática social. Com base na história, a expositora tentará refletir sobre a situação contemporânea através da sugestão de alguns agrupamentos e categorias que lhe foram revelados ao longo dos anos de sua prática curatorial no mundo da gravura.</span></p>
<p><span><strong>Conferencista</strong></span></p>
<p><span></span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/breda-skrjanec/view" class="external-link">Breda Skrjanec</a> (Centro Internacional de Artes Gráficas da Eslovênia)</span></p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães dos Santos</a><span> (FFLCH e IEA-USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-19T12:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/darvoz">
    <title>darVOZ, uma iniciativa para estimular a diversidade cultural e política na internet</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/darvoz</link>
    <description>Coletivo Darvoz estimula a produção colaborativa de conteúdos criativos e sua disseminação via internet, num movimento de resistência ao crescente controle da cultura digital por gigantes corporativos.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/gilson-schwartz-2-2017" alt="Gilson Schwartz - 2/2017" class="image-inline" title="Gilson Schwartz - 2/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Gilson Schwartz, professor em período sabático no IEA em 2017, é um dos criadores do coletivo criativo darVOZ</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No início de 2017, ativistas de vários países preocupados com a concentração de riqueza e poder na internet organizaram-se num coletivo criativo destinado a estimular a produção colaborativa de conteúdos e sua disseminação via redes.</p>
<p>Chamado <a class="external-link" href="http://www.darvoz.org">darVOZ</a> (um trocadilho com Davos, nome da cidade sede do Fórum Econômico Mundial, que reúne anualmente a elite econômica internacional), o coletivo tem entre seus integrantes o economista e jornalista Gilson Schwartz, professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e participante da edição 2017 do Programa Ano Sabático do IEA, além de David Bovill e outros ativistas britânicos, franceses e colombianos.</p>
<p>A participação na criação do darVOZ foi o cerne do projeto de Schwartz em seu período sabático no IEA no primeiro semestre do ano passado. Um dos resultados desse trabalho é o suporte do coletivo à quinta edição do <a class="external-link" href="https://www.improfest.com/">Improfest - Festival International de Improvisação e Arte Sonora</a>, aberto com a chamada darVOZ/Improfest, de 8 de fevereiro a 8 de março. O festival tem também o apoio da <a class="external-link" href="http://www.cidade.usp.br/">Cidade do Conhecimento</a> - grupo de pesquisa criado por Schwartz no IEA em 2001 e agora sediado na ECA-USP -, da organização londrina de ativistas políticos e tecnológicos <a class="external-link" href="https://www.nwspk.com/">Newspeak House</a> e da <a class="external-link" href="http://jornal.usp.br/radio/">Radio USP</a> .</p>
<p>O Improfest 2018 participa das comemorações do Dia Internacional do Rádio, definido pela Unesco como o dia 13 fevereiro. Na semana que antecede a data, a Radio USP (<span>em São Paulo, 93,7, e em Ribeirão Preto, 107,9) </span>transmitirá as contribuições sonoras (sons, mensagens, canções, poemas etc.) com 15 a 30 segundos enviadas ao site do festival. Cada participante pode enviar até três arquivos, com no máximo 4 MB e em qualquer formato de áudio. Também na Rádio USP, no dia 23 de fevereiro, o programa ao vivo "Diálogos USP" discutirá o tema "Diversidade de Vozes na Era da Internet", com a participação de Schwartz.</p>
<p>Outro projeto a que o pesquisador se dedica no momento é a efetivação do processo de design, desenvolvimento tecnológico e emissão de moedas criativas por meio do darVOZ. "A proposta é fazer uma invenção monetária criativa global e local que utilize o áudio como suporte de fundação de toda a plataforma de produção cultural, associando a criação e circulação de clipes de áudio à invenção e acumulação de 'tokens' registrados sobre uma infraestrutura do tipo 'holochain', que é uma forma sucedânea do 'blockchain' voltada à governança da digitalização monetária, financeira e creditícia na chamada 'internet das coisas'."</p>
<p>Segundo ele, projetos como o darVOZ e o Improfest buscam "recuperar o potencial tecnológico e criativo" da internet, ampliando sua diversidade cultural e política, "restringida atualmente pelo poder de de 5 ou 6 empresas que controlam quase tudo, desde a armazenagem e disseminação de conteúdos até o tráfego de informação por satélites e cabos submarinos".</p>
<p>Essa situação deve se agravar com o fim da neutralidade da internet - aprovado em dezembro pela Comissão Federal de Telecomunicações dos Estados Unidos -, permitindo que as empresas provedoras de acesso estabeleçam preços diferenciados de acordo com o site, conteúdo ou serviço de interesse do internauta.</p>
<p>O domínio econômico da internet por grandes conglomerados corporativos afetará não apenas as pessoas comuns no seu uso das redes, mas também o pequeno empreendedor tecnológico, que terá dificuldades em iniciar uma startup e consolidá-la como negócio, afirma Schwartz.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internet</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-02-07T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-inevitavel-vitoria-da-inteligencia-artificial-o-sucesso-e-a-promessa-do-aprendizado-de-maquina-22-de-setembro-de-2017">
    <title>A Inevitável Vitória da Inteligência Artificial: O Sucesso e a Promessa do Aprendizado de Máquina - 22 de setembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-inevitavel-vitoria-da-inteligencia-artificial-o-sucesso-e-a-promessa-do-aprendizado-de-maquina-22-de-setembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-22T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/culturas-politicas-e-o-digital-contextos-e-interrogacoes-a-partir-de-portugal-04-e-setembro-de-2017">
    <title>Culturas, Políticas e o Digital: Contextos e Interrogações a partir de Portugal - 04 e setembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/culturas-politicas-e-o-digital-contextos-e-interrogacoes-a-partir-de-portugal-04-e-setembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>União Europeia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Humanidades Computacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-04T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-impacto-da-cultura-digital-nas-politicas-publicas-de-portugal-e-uniao-europeia">
    <title>O impacto do 'digital' nas políticas públicas culturais de Portugal e UE</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-impacto-da-cultura-digital-nas-politicas-publicas-de-portugal-e-uniao-europeia</link>
    <description>Pesquisadora portuguesa tratará no tema na conferência Culturas, Políticas e o Digital: Contextos e Interrogações a partir de Portugal, que acontece dia 4 de setembro, às 14h, no IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/helena-santos-perfil" alt="Helena dos Santos - Perfil" class="image-inline" title="Helena dos Santos - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><b>Helena dos Santos</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A socióloga Helena dos Santos, pesquisadora do <a class="external-link" href="http://www.cicdigital.org/">Centro de Investigação em Comunicação, Informação e Cultura Digital</a> (CIC Digital) de Portugal, fará a conferência <i>Culturas, Políticas e o Digital: Contextos e Interrogações a partir de Portugal</i>, no dia <strong>4 de setembro, às 14h</strong>, no IEA. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web. Para a participação presencial, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdct3AeNFmsiAKRyNVyl9WD9EP3TWndYvnNhE35POo0pVsLoQ/viewform">inscrição prévia</a>.<span> </span></p>
<p>Santos abordará o estado da arte do 'digital cultural' em Portugal. “Ela centrará sua fala nas implicações que esse processo de relação cada vez mais universalizada com o sistema tecnológico-informacional-comunicacional apresenta no domínio das políticas culturais públicas portuguesas e da União Europeia”, explica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a>, professor emérito da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/humanidades-computacionais" class="external-link">Grupo de Estudos Humanidades Computacionais</a> do IEA, que organiza o evento.<span> </span></p>
<p>A pesquisadora também irá tratar dos caminhos seguidos atualmente pelas universidades portuguesas, e em particular pelo polo Porto do CIC Digital, na busca por uma nova metodologia de pesquisa das culturas atuais renovadas pela alavanca digital. O destaque nas pesquisas é um enfoque transversal assumido pelos estudos da cultura digital.<span> </span></p>
<p><strong>Sobre o CIC Digital</strong></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cultura-digital" alt="Cultura digital" class="image-right" title="Cultura digital" /><span> </span>O CIC Digital (Centro de Investigação em Comunicação, Informação e Cultura Digital) é uma unidade de Investigação e Desenvolvimento (I&amp;D) financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia de Portugal e vocacionada para a promoção e execução de pesquisa em Ciências da Comunicação, da Informação e em Cultura Digital, e em áreas de relação interdisciplinar entre as Tecnologias da Informação e da Comunicação.<span> </span></p>
<p>Trata-se de uma iniciativa interuniversitária congregando quatro polos: um na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, outro na Faculdade de Letras da Universidade do Porto; um terceiro na Universidade de Aveiro e o quarto na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia.<span> </span></p>
<p>O CIC Digital define-se por uma aproximação transversal de seus objetos de estudo, em particular aquele definido pela cultura digital. Seu objetivo é verificar, de modo especial, o impacto das culturas digitais no campo das Humanidades. É, também, um polo de amparo a <i>startups</i>.</p>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong>Culturas, Políticas e o Digital: Contextos e Interrogações a partir de Portugal</strong><br /><i>4 de setembro, às 14h<br />Sala de Eventos do IEA<br />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Inscrições <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdct3AeNFmsiAKRyNVyl9WD9EP3TWndYvnNhE35POo0pVsLoQ/viewform">via formulário</a><br />Mais informações: Claudia R. Pereira (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/culturas-politicas-e-o-digital-contextos-e-interrogacoes-a-partir-de-portugal" class="external-link">Página do evento</a></i><br /></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>União Europeia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Humanidades Computacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-28T21:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/o-sucesso-e-a-promessa-do-aprendizado-de-maquina">
    <title>A Inevitável Vitória da Inteligência Artificial: O Sucesso e a Promessa do Aprendizado de Máquina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/o-sucesso-e-a-promessa-do-aprendizado-de-maquina</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Basicamente, por qualquer métrica que se possa tomar, o </span><span>desenvolvimento de técnicas de inteligência artificial (não </span><span>necessariamente similares a recursos da inteligência humana), é um </span><span>enorme sucesso do ponto de vista tecnológico, econômico e social.</span><br class="m_-3541245916377914578gmail-m_-3026024037663237379gmail-m_-7557972863477745907gmail_msg" /><span></span></p>
<p><span>Exemplos como a Google, ou a brasileira Buscapé, confirmam a </span><span>importância de técnicas de tradução, interpretação, recomendação, </span><span>classificação. Hoje, assistimos à chegada de artefatos com capacidade </span><span>de aprendizado e decisão que já reconhecemos como "inteligentes". O </span><span>sucesso dessa tecnologia é inevitável, e nenhum país pode considerar </span><span>seu futuro sem uma discussão que inclua artefatos artificiais </span><span>inteligentes. </span></p>
<p><span>Obviamente, devemos nos interessar em compreender essa </span><span>nova forma de inteligência que nos rodeia. E como chegamos a esse </span><span>ponto? Dois fenômenos foram essenciais nos últimos 15 anos. Primeiro, </span><span>o aumento de capacidade computacional e da tecnologia de sensores. </span><span>Segundo, a crescente disponibilidade de grandes massas de dados, que </span><span>permitem o ajuste fino de modelos complexos.</span></p>
<p><span>Esse seminário procura </span><span>analisar a evolução da IA nos últimos 15 anos, verificar o ponto em </span><span>que estamos, e sugerir alguns pontos que merecem atenção tecnológica e </span><span>social no futuro.</span></p>
<p><strong>Expositor</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-gagliardi-cozman" class="external-link">Fabio Gagliardi Cozman</a></p>
<p><strong>Coordenador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Sergio Salerno </a><span class="external-link">(EP e IEA - USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-24T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/imaginarios-cronotopicos-e-as-humanidades-espaciais-um-projeto-2-de-junho-de-2017">
    <title>Imaginários Cronotópicos e as Humanidades Espaciais: Um Projeto - 2 de junho de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/imaginarios-cronotopicos-e-as-humanidades-espaciais-um-projeto-2-de-junho-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Humanidades Computacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internet</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epistemologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-02T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-maquina-o-homem-e-a-producao-de-conhecimento">
    <title>A máquina, o homem e a produção de conhecimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-maquina-o-homem-e-a-producao-de-conhecimento</link>
    <description>Cognição automática e inteligência artificial foram temas analisados pelo cientista-chefe da IBM, Fábio Gandour</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Inteligencia%20artificial" alt="Inteligência artificial" class="image-inline" title="Inteligência artificial" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><i>Novas Formas de Produzir Conhecimento: Elas Existem Mesmo?, </i>foi a questão lançada pelo cientista-chefe da IBM, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-gandour" class="external-link">Fábio Gandour</a>, como tema da conferência realizada no dia <strong>19 de maio</strong> no IEA. Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade">Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade/NAP (OIC)</a> do IEA, o encontro foi coordenado pelo sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix">Glauco Arbix</a>, integrante do grupo e professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p>Médico formado pela Universidade de Brasília (UnB) e doutor em ciências computação pela Universidade de Stanford, Estados Unidos, Gandour afirma que a dúvida lançada como tema do encontro tem um motivo: “É porque tenho uma enorme reserva com o uso da expressão Inteligência Artificial, tão difundida pela mídia”, disse.</p>
<p>Além disso, o cientista ressalta: “Precisamos parar com essa história de que a máquina vai aprender tudo e dominar o mundo. A máquina foi programada para aprender, mas quem a programa é uma pessoa”, lembra.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novas-formas-de-aprendizado?searchterm=intelig%C3%AAncia" class="external-link">Notícia</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/novas-formas-de-produzir-conhecimento-elas-existem-mesmo-19-de-maio-de-2017-1" class="external-link">Foto </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/novas-formas-de-produzir-conhecimento-elas-existem-mesmo" class="external-link">Vídeo</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/o-caso-da-ibm-research-division-brasil-perspectivas-e-desafios" class="external-link">O Caso da IBM Research Division Brasil: Perspectivas e Desafios</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo Gandour, a proposta da Inteligência Artificial (IA) nos anos de 1980 era construir uma arquitetura de hardware e de software que simulasse o cérebro humano. “Mas isso não funcionou. Tudo o que conseguimos foi simular o cérebro de um mosquito e então esse modelo foi abandonado. Hoje a cognição automática não tenta simular o cérebro humano”, disse.</p>
<p>O que as máquinas fazem é capturar um dado e transformá-lo em informação estruturada, dando ao dado um caráter ordenado e útil. “Para isso a máquina tem de ser programada e quem faz o programa é uma pessoa. Não há equipamentos que fazem programas automaticamente. Elas apenas se beneficiam de linhas de códigos pré-existentes, agregam isso segundo uma lógica e produzem um resultado com determinado objetivo. Porque o programa é resultado de um processo mental, de inteligência”, explica.</p>
<p>Sendo assim, estamos diante da “enorme possibilidade de que essa segunda fase da transformação da informação em conhecimento seja executada de maneira automática”, afirma.</p>
<p>De maneira geral, o processo que transforma o dado em informação evoluiu para transformar a informação em conhecimento e, a partir daí, para um processo automatizado de cognição que faz a gestão do saber, que é uma forma mais refinada de conhecer, explica Gandour.  “Por isso não tem jovem sábio. Os sábios são todos mais velhos, pois levam tempo para fazer esse refinamento do saber”, compara.</p>
<p>O produto final dessa fase do conhecimento não natural entra no que o cientista chama de “espectro continuo”, em que conhecimento pode ser classificado como simples, médio, complexo, melhor, pior, confiável, não confiável, dependendo do processo de produção desse conhecimento, afirma.</p>
<p><strong>Antropoceno</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fabio-gandour1" alt="Fábio Gandour1" class="image-inline" title="Fábio Gandour1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Cientista-chefe da IBM, Fábio Gandour, avalia evolução da cognição em máquinas</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para o cientista-chefe da IBM, o tipo de informação produzida hoje pela tecnologia e pela computação social está estreitamente relacionada à própria evolução da espécie humana. “Hoje, o homem e seu conhecimento estão no centro das atenções. Algo que caracterizou a evolução do homem está ligado àquilo que ele come. A espécie começou comendo sementes, depois veio a agricultura, depois cozinhamos a carne. Hoje, a computação social nos transformou em ‘informívoros’, ou seja, consumidores de informação, o que nem sempre tem um sentido prático na nossa vida. ”</p>
<p>Gandour exemplifica sua premissa com o exemplo de um dos aplicativos sociais mais conhecidos para navegação e informações de trânsito. “ Se estou no Waze vendo que o tempo de meu trajeto está mudando, de forma prática isso não muda nada na minha vida, mas alimenta a minha ansiedade de informação. Se tiramos um dispositivo de um adolescente, parece que algo está faltando no seu metabolismo de ser humano. Isso é o que estamos fazendo, consumindo informações para alimentar nossa ansiedade”, afirma.</p>
<p>A nova taxonomia da cognição automática possui duas vias de transformação do dado. Ou transformá-lo em informação estruturada, do tipo que as empresas usam, por exemplo, ou gerar informação desestruturada, do tipo, pegar um dado e transformar em receita de torta de maçã, exemplifica.</p>
<p>“Desde 2003, a tecnologia desenvolveu métodos para lidar com informações desestruturadas, ou seja, a possibilidade lidar com uma ou outra ferramenta, que resulta em alguns modelos de abordagem dos dados existentes. Na década de 1980, o que havia eram os chamados sistemas especialistas.”, diz Gandour.</p>
<p>Naquela época, o primeiro objeto que adquiriu um estado razoavelmente funcional com o modelo de imitar o cérebro humano foi construído pelo professor Edward Shortliffe, que criou o MYCIN, conta. “O objetivo era tratar quadros infecciosos e se apoiava em regras de produção. Então exauria a capacidade computacional das máquinas existentes na época porque saturava as CPUs da época. Esse nome especialista é baseado no cérebro humano, que é um especialista”, conta.</p>
<p>Em seguida, surgiram os famosos algoritmos genéticos, conta. Como estrutura matemática esses algoritmos já existiam, mas do jeito que foram aplicados representavam uma novidade. “Eles criaram a lógica nebulosa, que criou os agentes autônomos. O agrupamento de agentes autônomos criou as redes neurais, que têm alguma capacidade de aprendizado. A partir daí o barateamento dos meios de armazenamento permitiu acumular dados e esse acumulo de dados permitiu então explorar a metodologia de <i>data analytics</i>. Vale lembrar que, no passado, o disco magnético era quase tão caro quanto a CPU. Hoje, um pen drive de 2 gigabytes é dado como brinde”, compara.</p>
<p>O <i>data analytics</i> permitiu então ensinar uma máquina a aprender e criou os geradores de hipóteses. afirma. “Mas é preciso cuidado com geradores de hipóteses, porque nem tudo que tem uma correlação terá necessariamente uma relação de causalidade”.</p>
<p>Segundo Gandour, o grande desafio é o processamento de linguagem natural, o seja, entender que é a forma mais simples e mais popular de captura do conhecimento. “Estou estudando como melhorar o processamento da linguagem fundindo os métodos tradicionais e os que não estão ainda totalmente resolvidos”, revela.</p>
<p><strong>Cognição automática</strong></p>
<p>"Sim, é possível criar uma cognição automática. Mas numa escala que varia, tanto em termos da capacidade de produção de cognição automática, quanto na percepção dessa cognição pelo usuário, pois isso varia a partir do método ou modelo de abordagem utilizada, por exemplo, sistemas especialistas, algoritmos genéticos, agentes autônomos e outros. Um dia será possível utilizar todos esses sistemas se complementando ao mesmo tempo. Mas então estaremos num outro mundo”, avalia.</p>
<p>Segundo Gandour, o mundo caminha para a internet das coisas graças à tecnologia dos sensores. “A máquina fica inteligente porque nós a ensinamos a ficar, através dos sensores e atuadores, que dão a elas certa independência. A mesma tecnologia que nos permitiu reduzir custos com armazenamento de dados também barateou demais os preços de sensores a atuadores ao ponto de que hoje podemos comprá-los pela internet”, compara.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/glauco-arbix1" alt="Glauco Arbix1" class="image-inline" title="Glauco Arbix1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Glauco Arbix,da FFLCH-USP, coordenou o encontro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A mesma lógica de aprendizado das máquinas pode ser aplicada para jogos. O programa Deep Blue da IBM, que em 1996 venceu o maior enxadrista mundial, Garry Kasparov, é a materialização do chamado algoritmo do funil que, na essência, é um problema combinatorial, segundo Gandour.</p>
<p>O <i>Jeopardy!</i> é um jogo de perguntas e respostas (quiz) inspirado num programa de TV, atualmente exibido pela CBS Television Distribuition, dos Estados Unidos. A peculiaridade é o fato de que a resposta deve ter a forma de pergunta e o jogador estabelece um tema. “Ao estabelecer o tema, o jogador também está delimitando o campo semântico. E a máquina lida com ambiguidade semântica, uma evolução que levou 20 anos, desde que iniciamos com o processamento meramente aritmético e lógico. A palavra perfume, por exemplo, não pertence à tabela de símbolos de um <i>call center</i> de banco, por exemplo, e, portanto, não seria compreendida pela máquina”, compara Gandour.</p>
<p>Com a evolução da cognição artificial, é possível que algumas profissões mais qualificadas sejam substituídas por máquinas no futuro, segundo o cientista. “Acredito que a máquina que não possa substituir as profissões que exijam um conhecimento abrangente. Mas para tarefas analíticas, as máquinas poderão executar um trabalho mais rápido e eficiente. Pode haver uma fase de transição, em que o humano irá validar e aperfeiçoar o trabalho da máquina, até que a máquina ocupe definitivamente o seu lugar”, avalia.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Reprodução/ Leonor Calasans</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicine</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cognição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-31T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/tecnologia-computacional-servico-humanidades">
    <title>Tecnologia computacional a serviço das humanidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/tecnologia-computacional-servico-humanidades</link>
    <description>Projeto imagineRio mostra evolução urbana do Rio de Janeiro ao longo de toda sua história</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cronotopia" alt="Cronotopia" class="image-inline" title="Cronotopia" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As aplicações da tecnologia computacional na renovação dos estudos nas Humanidades será tema de <i>Imaginários Cronotópicos e as Humanidades Espaciais: Um Projeto. </i>O debate acontece no dia <strong>2 de junho</strong> das <strong>14h às 17h,</strong> na Sala de Eventos do IEA, com a participação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fares-el-dahdah" class="external-link">Farès el-Dahdah</a>, da <a class="external-link" href="http://www.rice.edu/">Rice University</a>, Estados Unidos. Haverá transmissão ao<a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"> vivo on-line</a> e El-Dahdah fará sua palestra em português. Para participar presencialamente, é necessário se <a class="external-link" href="https://docs.google.com/a/usp.br/forms/d/e/1FAIpQLSdVj3snpi2EZApkEnwgkFi4vZsUW4v1gNPnpHmrIBQuY02TdA/viewform">inscrever</a>.</p>
<p>O termo cronotópico se refere à associação entre tempo e lugar ou, entre história e topografia, ou história e espaço. De modo mais amplo, refere-se ao modo como o tempo e o espaço são representados numa narrativa, seja verbal ou visual, explica do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-teixeira-coelho">José Teixeira Coelho Netto</a>, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, moderador do debate e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/humanidades-computacionais">Grupo de Estudos Humanidades Computacionais</a>, que organiza do encontro.</p>
<p>Na ocasião, será apresentado o projeto <a href="http://hrc.rice.edu/imagineRio" target="_blank"><i>imagineRio</i></a>, atlas virtual que mostra a evolução espacial e urbana da cidade do Rio de Janeiro desde 1500, com arquivos iconográficos, cartográficos e arquiteturais. Trata-se de uma plataforma interativa que foi criada como projeto do Humanities Research Center da Rice University, departamento dirigido por el-Dahdah.</p>
<p>Segundo Coelho Netto, a plataforma foi criada para o desenvolvimento de uma linguagem computacional capaz de representar graficamente, e de modo unitário ou integrado, os diferentes lugares da cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história, bem como o imaginário relativo a esses lugares.</p>
<p>“Sob esse aspecto, um ensaio em cronotopia pode verificar, por exemplo, se o mangue, zona do porto marcada pela prostituição e pela boemia, estava de fato próximo deste ou daquele lugar ou edificação, tal como descrito neste ou naquele romance ou nesta e naquela pintura. Ou, se, ao contrário, as descrições em questão partiam de uma liberdade menor ou maior de representação da realidade física e arquitetural do lugar”, afirma o professor.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cronotopia2" alt="Cronotopia2" class="image-inline" title="Cronotopia2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Rio de Janeiro em 1834, reproduzido segundo o atlas <i>imagineRio</i></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo Teixeira Coelho, a composição cronotópica permite, confirmar ou infirmar relatos históricos de, por exemplo, um combate travado em determinado lugar teria sido de fato fisicamente compatível com o número de combatentes tradicionalmente indicados.</p>
<p>A cronotopia é um conceito amplamente divulgado pelo filósofo russo Mikhail Bakthin, com seus estudos sobre o modo como diferentes gêneros literários operaram com diferentes combinações do espaço e do tempo. O conceito tem sido mais utilizado para a análise de narrativas visuais.</p>
<p>O atlas ilustrativo do projeto <i>imagineRio</i> mostra a evolução urbana da cidade do Rio de Janeiro ao longo de toda sua história, tal como existiu e como foi imaginada. Vistas da cidade realizadas por artistas, mapas feitos por cartógrafos historiadores e plantas desenhadas por arquitetos – a partir de arquivos iconográficos, cartográficos e arquiteturais – estão nesse documento virtual.</p>
<p>Os objetos ilustrativos aparecem contextualizados no tempo e no espaço. Os dados visuais e espaciais do atlas estão integrados em bases de dados e servidores incluindo uma biblioteca digital aberta, um sistema de informação geográfico, uma base de dados relacionais e um serviço web de conteúdos.</p>
<p>Em sua apresentação, também apresentará as possíveis aplicações do projeto na área denominada Humanidades Espaciais, entendida como um novo modo de ensino e pesquisa nas Humanidades, segundo o professor Teixeira Coelho.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: 1) Reprodução imagineRio/ Malta Campos, Augusto Cesar de (1864-1957), <i>in </i>Álbum da cidade do Rio de Janeiro: comemorativo do 1° centenário da Independencia do Brasil, 1822-1922. Rio de Janeiro, RJ: Prefeitura, 1922; 2) Reprodução imagineRio</span></p>
<hr />
<p><i><strong>Imaginários Cronotópicos e as Humanidades Espaciais: Um Projeto<br /></strong></i><i>02 de junho, das 14h às 17h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA - Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Inscrições via <a class="external-link" href="https://docs.google.com/a/usp.br/forms/d/e/1FAIpQLSdVj3snpi2EZApkEnwgkFi4vZsUW4v1gNPnpHmrIBQuY02TdA/viewform">formulário</a><br /></i><i>Mais informações: Cláudia Regina (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/imaginarios-cronotopicos" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Humanidades Computacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epistemologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internet</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Education</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-18T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/imaginarios-cronotopicos">
    <title>Imaginários Cronotópicos e as Humanidades Espaciais: Um Projeto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/imaginarios-cronotopicos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A conferência tratará do projeto <a class="external-link" href="http://hrc.rice.edu/imagineRio"><i>imagineRio</i></a> e as aplicações da tecnologia computacional na renovação dos estudos nas Humanidades. Conduzido por Farès el-Dahdah e Alida Metcalf, da Rice University, o projeto <i>imagineRio</i> apresenta-se na forma de um atlas que ilustra a evolução urbana da cidade do Rio de Janeiro ao longo de toda sua história, tal como existiu e como foi imaginada. Vistas da cidade realizadas por artistas, mapas feitos por cartógrafos historiadores e plantas desenhadas por arquitetos – a partir de arquivos iconográficos, cartográficos e arquiteturais – estão, no atlas, localizados no tempo e no espaço; os dados visuais e espaciais a eles associados estão integrados em bases de dados e servidores incluindo uma biblioteca digital aberta, um sistema de informação geográfico, uma base de dados relacionais e um serviço web de conteúdos. Em sua apresentação, Farès el-Dahdah,  arquiteto e diretor do Humanities Research Center da Rice University também apresentará as possíveis aplicações do projeto na área denominada Humanidades Espaciais, entendida como novo modo de ensino e pesquisa nas Humanidades.</p>
<p><strong>Expositor</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fares-el-dahdah" class="external-link">Farès el-Dahdah</a> (Rice University)</p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><span style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a> (ECA e IEA - USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Humanidades Computacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cartografia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-15T20:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novas-formas-de-aprendizado">
    <title>Pesquisador analisa produção de conhecimento com recursos computacionais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novas-formas-de-aprendizado</link>
    <description>Flávio Gandour, cientista-chefe da IBM Brasil, será o conferencista no seminário "Novas Formas de Produzir Conhecimento: Elas Existem Mesmo", no dia 19 de maio, às 10h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fabio-gandour" alt="Fábio Gandour" class="image-inline" title="Fábio Gandour" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Fábio Gandour, cientista-chefe<br />da IBM Brasil</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Inteligência artificial, aprendizado de máquinas, computação cognitiva e outros termos que lhes são sinônimos têm aparecido de forma constante na mídia. No entanto, muitas pessoas ainda veem essas ideias como aspirações de futuristas ou fantasias da ficção científica.</span></p>
<p>No seminário <i>Novas Formas de Produzir Conheci</i><i>mento: Elas Existem Mesmo?</i>, no <strong>dia 19 de maio, às 10h</strong>, na Sala de Eventos do IEA, o cientista-chefe da IBM Brasil, Fábio Gandour, irá responder à pergunta do título do encontro por meio da análise criteriosa dos recursos computacionais já disponíveis para a geração de conhecimento e a avaliação de seus possíveis impactos. O evento terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet.</p>
<p>O evento é organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade/NAP (OIC)</a> do IEA e terá coordenação do sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a>, integrante do grupo e professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p><strong>Perfil</strong></p>
<p><span> </span><span>Gandour trabalha na IBM Brasil desde 1990. Foi nomeado </span><span>cientista-chefe da empresa em 2008. Nessa função, desenvolve um novo modelo de pesquisa implantado na empresa a partir do conceito de “ciência como negócio". </span></p>
<p><span>Ele graduou-se em medicina na UnB em 1975 e, em seguida, fez curso de especialização em cirurgia pediátrica no Sick Children's Hospital de Toronto, Canadá. Em 1988, tornou-se doutor em ciências da computação pela Universidade de Stanford, EUA.</span></p>
<p><span>No início de sua carreira na IBM Brasil dedicou-se à informática em saúdo. Neste segmento, atuou no desenvolvimento de soluções e estratégias de marketing. Mais recentemente, foi gerente de novas tecnologias, estabelecendo um canal de colaboração entre os laboratórios da IBM Research Division e o mercado brasileiro. </span><span>Seu principal interesse atualmente como cientista-chefe é a</span><span> computação de alto desempenho e seus usos inovadores em campos tradicionais.</span></p>
<hr />
<p><i><strong>Novas Formas de Produzir Conhecimento: Elas Existem Mesmo?<br /></strong>19 de maio - 10h<br />Sala de Eventos do IEA, rua da Praça do Relógio, 109, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, aberto ao público e sem necessidade de inscrição - Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet <br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone: (11) 3091-1678</i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: IBM Brasil</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-04T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/narrativas-sociais-sobre-agua-e-direitos">
    <title>Narrativas sociais sobre água, cidadania e políticas públicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/narrativas-sociais-sobre-agua-e-direitos</link>
    <description>Pesquisadora do Reino Unido traz temas de pesquisa realizados em parceria com brasileiros, no dia 17 de abril</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agua-narrativas-sociais-1" alt="Água narrativas sociais 1" class="image-inline" title="Água narrativas sociais 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A construção de narrativas sobre a simbologia de temas ambientais terá debate no dia 17 de abril </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a class="external-link" href="https://www2.warwick.ac.uk/fac/arts/theatre_s/cp/staff/garde-hansen/">Joanne Garde-Hansen</a>, diretora do Centre for Cultural and Media Policy Studies, da University of Warwick, Reino Unido, trará no dia <strong>17 de abril</strong>, das <strong>15h às 18h</strong>, o tema <i>Água: Nostalgias e Traumas - Narrativas, Direitos e Políticas na Inglaterra</i>. A cientista desenvolve atividades de ensino e pesquisa na área de mídia, memória, arquivos e patrimônio e recentemente vem trabalhando com colegas brasileiros na construção de narrativas sociais ligadas a água e políticas públicas.</p>
<p>Com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> online e sem necessidade de inscrição prévia, o encontro acontece na Sala de Eventos do IEA e terá a moderação dos professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, da Faculdade de Educação (FE) da USP, <a class="external-link" href="http://www.bv.fapesp.br/pt/pesquisador/89104/danilo-rothberg/">Danilo Rothberg,</a> da Universidade Estadual Paulista (Unesp), <a class="external-link" href="http://www4.esalq.usp.br/pesquisa/node/202">Antonio Almeida</a>, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) da USP e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilson-schwartz" class="external-link">Gilson Schwartz</a>, da Escola de Comunicações de Artes (ECA) da USP e integrante do <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017" class="external-link">Programa Ano Sabático do IEA em 2017</a> e coordenador do encontro.</p>
<p>O tema fluido relacionando água, compartilhamentos culturais e memória convida ao diálogo sobre conceitos entre culturas, narrativas sociais, direitos e políticas públicas. “O termo seca, por exemplo, na Europa assume um significado que não coincide com a percepção do fato no Brasil ou em outros países”, diz a pesquisadora.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especiais/agua" class="external-link">Especial Água: Eventos, publicações, reportagens e projetos do IEA sobre o tema água</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Não há uma definição universal sobre termos que apenas teoricamente possuem o mesmo valor ou significado, afirma Garde-Hansen. Nesse sentido, o debate propõe uma reflexão sobre a diversidade ligada a temas que merecem mais atenção na terminologia científica e nas políticas públicas. Buscará conexões e convergências cruciais para a compreensão compartilhada necessária ao diálogo futuro entre nações e culturas.</p>
<p>Organizado pelo IEA, o debate tem apoio do Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo (Nutau) da USP, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da The University of Warwick.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A palestrante</strong></p>
<p>Joanne Garde-Hansen é docente na área de Cultura, Mídia e Comunicação, responsável pelo mestrado em Mídia Global e Comunicação e diretora do Centre for Cultural and Media Policy Studies, da University of Warwick, Reino Unido. desenvolve pesquisas na área de mídia, memória, arquivos e patrimônio. Mantém colaborações multidisciplinares com cientistas das mais diversas áreas, entre elas geografia, recursos naturais, computação, história, além de comunicação e cultura.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agua-narrativas-sociais-2" alt="Água narrativas sociais 2" class="image-inline" title="Água narrativas sociais 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Em Crateús, sertão do Ceará, moradores pagam R$ 0,50 por galão de 20 litros de água não potável</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Autora de diversos livros – os recentes incluem “Emotion Online: Theorizing Affect in the Internet” (Palgrave Macmillan, 2013), em co-autoria com Kristyn Gorton; “Mídia e Memória” (Edinburgh University Press, 2011), escrito em co-autoria com Andrew Hoskins e Anna Reading; e “Social Memory Technology: Theory, Practice, Action” (Routledge 2016), entre outros.</p>
<p>Desde 2012 vem trabalhando com parceiros do Brasil, como o professor Gilson Schwartz, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, Karen Worcman, do Museu da Pessoa e Carlos Henrique Rezende Falci, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), nos seguintes projetos: “O Digital: Memória Coletiva e Redes Sociais em Conflitos Globais Emergentes”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o British Council; “Memória como Metadados”, financiado Fundo de Parceria Warwick Brasil.</p>
<p>De 2014 a 2019 será co-investigadora do projeto “Developing a Drought Narrative Resource in a Multi-Stakeholder Decision-Making Utility for Drought Risk Management, ou  <a href="http://www1.uwe.ac.uk/et/research/dry.aspx" target="_parent">DRY (Drought Risk and You)</a>.</p>
<p>Desde 2016 vem realizando visitas em Bauru, interior do estado de São Paulo, explorando o tema “Narrativas sobre a Água e Hidrocidadania Digital”, pesquisa realizada com o professor Danilo Rothberg, da Univeridade Estadual Paulista (Unesp) com financiamento da Fapesp e Warwick University.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas; Fernando Frazão/Agência Brasil</span></p>
<hr />
<p><i><strong>Água: Nostalgias e Traumas - Narrativas, Direitos e Políticas na Inglaterra</strong><br /></i><i>17 de abril, das 15h às 18h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA. Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo. <br /></i><i>Evento público, gratuito e com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Informações com Sandra Sedini, pelo telefone (11) 3091-1678 ou <a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br<br /></a></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/agua-nostalgias-e-traumas" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epistemologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-28T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/games">
    <title>Seminário analisa os impactos culturais e sociais dos games</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/games</link>
    <description>O expositor do seminário "Arquiteturas de Conhecimento: Pesquisa Interdisciplinar sobre Games, Virtualidade e o Museu Global", realizado no dia 2 de fevereiro, foi o pesquisador Christian Stein, da Universidade Humboldt de Berlim, Alemanha.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/christian-stein-2-2-17" alt="Christian Stein - 2/2/17" class="image-inline" title="Christian Stein - 2/2/17" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Christian Stein, da Universidade Humboldt de Berlim, Alemanha, foi o expositor no encontro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A indústria de games (jogos digitais) vem crescendo em muitos países, inclusive no Brasil. Além de seu amplo uso como recurso de entretenimento, os games têm sido utilizados também como ferramentas pedagógicas para o ensino escolar e capacitação profissional, para a obtenção de dados e muitas outras atividades.</p>
<p>Essa amplitude de uso propiciou até o surgimento de um nova fenomeno social, a gamificação (gamification em inglês), motivo de inúmeras discussões sobre seus impactos positivos e/ou negativos nas diversas esferas da vida.</p>
<p>O estudo sobre games, sua produção e uso prático em museus e até mesmo como ferramenta de pesquisa foram analisados no seminário <i>Arquiteturas de Conhecimento: Pesquisa Interdisciplinar sobre Games, Virtualidade e o Museu Global</i>, no dia 2 de fevereiro. O expositor foi Christian Stein, da Universidade Humboldt de Berlim, Alemanha.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisador-mostra-o-poder-dos-jogos-e-da-virtualidade-na-ciencia-e-nos-museus" class="external-link">Pesquisador mostra o poder dos jogos e da virtualidade na ciência e nos museus</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/architectures-of-knowledge-interdisciplinary-research-on-games-virtuality-and-the-global-museum" class="external-link"> Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/architectures-of-knowledge-interdisciplinary-research-on-games-virtuality-and-the-global-museum-2-de-fevereiro" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O evento foi organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente">Grupo de Pesquisa Forúm Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a>, cujo coordenador, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, ex-diretor do IEA e professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, atuou como moderador. Os debatedores foram: os docentes da USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/davi-noboru-nakano">Davi Nakano</a>, da Escola Politécnica (EP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilson-schwartz">Gilson Schwartz</a>, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) e pesquisador em período sabático no IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giselle-beiguelman">Giselle Beiguelman</a>, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wilson-kazuo-mizutani">Wilson Mizutani</a>, do Instituto de Matemática e Estatística (IME), além do diretor teatral especializado em multimídia <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-karman">Ricardo Karman</a>, da Kompanhia do Centro da Terra.</p>
<p>Stein é um jovem pesquisador com uma formação acadêmica e profissional peculiar: fundou uma empresa de software quando ainda estudava, simultaneamente, literatura, linguística e ciência da computação. Depois, tornou-se doutor em literatura alemã. Essa multiplicidade de interesses parece se ajustar perfeitamente às diretrizes do laboratório em que ele atua na universidade berlinense, o <a class="external-link" href="https://www.facebook.com/gamelab.berlin/">Gamelab.berlin</a>, voltado à pesquisa e desenvolvimento interdisciplinar de games.</p>
<p>O Gamelab.berlin integra a área Arquiteturas de Conhecimento, uma das cinco do conglomerado de laboratórios cujo nome pode ser traduzido de forma aproximada como Design de Excelência do Conhecimento via Imagem (Excellence Image Knowledge Gestaltung, no nome internacional que mistura inglês e alemão).</p>
<p>Stein disse que esse agrupamento de laboratórios funciona há quatro anos como um espaço interdisciplinar com mais de 200 pesquisadores, provenientes de 25 disciplinas e envolvidos atualmente em 25 projetos divididos em cinco áreas de concentração.</p>
<p>A área de Arquiteturas de Conhecimento engloba o Gamelab.berlin e mais três linhas de pesquisa: uma ligada à experimentação em colaboração interdisciplinar, outra para a modelagem da interdisciplinaridade como uma rede de atores e a quarta para descrição de objetos de pesquisa física e virtual.</p>
<p>Ele explicou que o laboratório pesquisa games como uma técnica cultural, ou seja, como objetos de pesquisa, ferramentas de pesquisa, mecanismo para crowdsourcing (captação pública de recusos via internet) e transferência de conhecimento.</p>
<p><span>Um exemplo desse trabalho é o game produzido pelo laboratório de Stein para </span><span>a exposição científica +ultra no Martin-Gropius Bau Berlin. Os visitantes que decidissem visitar a exposição com o auxílio do game</span><span> tinham de cumprir “missões”, com a identificação de três objetos presentes em cada sala. O cumprimento das missões fazia o sistema gerar narrativas sobre a experiência de cada participante.</span></p>
<p>Durante sua exposição e o debate, Stein enfatizou o aspecto motivacional dos games, a importância de relacioná-los a um ambiente físico (com o uso de realidade virtual tradicional ou aumentada) e comentou os processos inadequados de gamificação, como no caso da utilização de elementos estruturais dos games no mercado de ações online, redes sociais ou qualquer trabalho que deva ser feito de forma digital, nos quais a pessoa ganha pontos de acordo com o que faz e deve fazer algumas apostas para obter algo, estimulando a competição entre os usuários.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/gilson-schwartz-2-2-17" alt="Gilson Schwartz - 2/2/17" class="image-inline" title="Gilson Schwartz - 2/2/17" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Gilson Schwartz, professor da ECA-USP em período sabático no IEA, defendeu uma análise crítica do design de games</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na opinião de Gilson Schwartz, o problema com as tecnologias digitais -- das quais se considera um "fã" --, é que sempre são apresentadas “não só como virtuais, mas também como virtuosas”.</p>
<p>Em sua opinião, é preciso desenvolver a análise crítica sobre o que esses recursos representam na sociedade e porque, apesar das promessas, ainda não possibilitaram grandes saltos de liberdade, criatividade e cidadania.</p>
<p>Para ele, a primeira questão epistemológica e política a ser discutida é se não seria melhor enfatizar o design de games como uma disciplina ao invés de utilizá-los para reafirmar estruturas e padrões já há muito tempo predominantes na sociedade. A partir dessa perspectiva, Schwartz quis saber de Stein que espécie de impacto  epistemológico pode-se esperar do design de games.</p>
<p>Stein respondeu que em primeiro lugar deve haver uma clara distinção entre o que é o mercado, com seus interesses e regras, e o que é a universidade, que “é ou deveria ser uma fonte de crítica independente”. <span>Ele comentou que todas as críticas à gamificação provêm de estudos acadêmicos e que "se alguém encara a questão seriamente deve ter uma postura crítica, mas não necessariamente uma visão distópica sobre o processo". Ele acredita que as novas tecnologias e usos que surgem constantemente e a infinidade de novos desenvolvedores que entram na área a todo momento resultarão em sistemas de grande utilidade social.</span></p>
<p>No final do debate, Martin Grossmann destacou que a discussão teve muitas questões conceituais e críticas e disse que ele mesmo tem uma postura "um tanto cética em relação à gamificação". Afirmou que os games não têm contribuído para a expansão da vivência, mas apenas a deslocado para o ambiente virtual: "Não transcendemos nossa reduzida escala de noções de tempo-espaço”.</p>
<p>No entanto, Grossmann afirmou que muitas vezes se sente confortável com a gamificação porque “os games podem ser relacionados com narrativas e, dessa forma, podem ser muito úteis, pois mesmo um pesquisador de matemática pura, se não conseguir construir uma narrativa, não saberá comunicá-la". <span>E ao relacionar os games com narrativas é possível "politizá-los no sentido comentado por Schwartz, em contraste com o efeito que </span><span>às vezes </span><span>deles resulta: a produção de um mundo infantilizado".</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Fernanda Rezende/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-06T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/architectures-of-knowledge-interdisciplinary-research-on-games-virtuality-and-the-global-museum-2-de-fevereiro">
    <title>Architectures of Knowledge: Interdisciplinary Research on Games, Virtuality and the Global Museum - 2 de fevereiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/architectures-of-knowledge-interdisciplinary-research-on-games-virtuality-and-the-global-museum-2-de-fevereiro</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-03T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
