<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 61 to 75.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-causas-e-impactos-dos-eventos-extremos-no-brasil" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/consequencias-das-mudancas-globais-para-a-america-do-sul" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-franco-brasileiro-discute-politicas-publicas-para-areas-afetadas-por-mudancas-climaticas" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/eventos-tratam-de-adaptacao-a-mudancas-climaticas-e-cuidados-com-transgenicos" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/rainforest-business-school" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-debate-proposta-de-criacao-de-uma-rainforest-business-school-2" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-debate-proposta-de-criacao-de-uma-rainforest-business-school-3" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-a-seca-em-sao-paulo" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-interdisciplinar-sobre-a-seca-em-sao-paulo" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/ciencia-e-saber-tradicional" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/serra-da-mantiqueira" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-no-iea-analisa-acoes-contra-a-seca-na-australia" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/o-inicio-da-primatologia-no-brasil" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-do-brasil-na-agenda-da-conservacao-da-biodiversidade" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-causas-e-impactos-dos-eventos-extremos-no-brasil">
    <title>Seminário discute causas e impactos dos eventos extremos no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-causas-e-impactos-dos-eventos-extremos-no-brasil</link>
    <description>As causas e consequências das fortes chuvas e inundações no Sul, Norte e Nordeste e da seca no Sul serão analisadas no seminário "Eventos Extremos no Brasil: Causas e Impactos", no dia 26 de novembro, às 8h30, na Escola Politécnica da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">As causas e consequências das fortes chuvas e  inundações no Sul, Norte e Nordeste e da seca no Sul serão analisadas no  seminário "Eventos Extremos no Brasil: Causas  e Impactos", no dia 26  de novembro, às 8h30, na Escola Politécnica da USP. O seminário é uma  realização do  IEA, da Fundação Bunge, do Programa Fapesp  de Pesquisa  sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG) e do Instituto Nacional de  Ciência e  Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-MC).</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:320px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/inundacaosc.jpg/image" alt="inundacaosc.jpg" title="inundacaosc.jpg" height="210" width="320" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:320px;">Inundação em Santa Catarina em 2008</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Carlos Nobre, do Instituto Nacional  de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Comitê Científico do International  Geosphere-Biosphere Programme (IGBP), coordenador do INCT-MC e do  PFPMCG, fará a  palestra de abertura, abordando o tema "Mudanças  Climáticas e seus  Impactos em Áreas Estratégicas para o Brasil". Os  outros expositores serão Gilberto Diniz, da Universidade Federal de  Pelotas, Reinaldo Haas, da  Universidade Federal de Santa Catarina, e    Antônio Ocimar Manzi, do Instituto Nacional de Pesquisas  da Amazônia  (Inpa).  O seminário será coordenado por Jacques Marcovitch, da   Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA-USP).</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>LANÇAMENTO</strong> — Após o debate serão  apresentados o livro e o documentário  "Conhecer para Sustentar: Um Novo  Olhar sobre o Vale do Itajaí", realizações da Fundação Bunge. O  documentário, produzido pela Pequi Filmes, reúne depoimentos de  geólogos, biólogos,  meteorologistas, climatologistas, historiadores,  autoridades governamentais e  comunidade em prol de uma reflexão crítica  da ocupação do espaço do Rio Itajaí-Açu,  além de sugestões para o  futuro. O livro contém reportagens de  Simone Fonseca e Lalo de Almeida e  relembra o contexto histórico e  geográfico das fortes chuvas na região  e também  relato do ocorrido e a imediata mobilização de  socorro às  vítimas, estratégias de reconstrução e propostas para uma forma   sustentável de desenvolvimento urbano.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Local:</strong> Auditório Prof. Francisco Romeu  Landi, Edifício Eng.  Mário Covas (sede da Administração da Escola  Politécnica), Av. Prof. Luciano  Gualberto, Travessa 3, 380, Cidade  Universitária, São Paulo (mapa: )<br /><strong> </strong></p>
<table class="grid listing">
<tbody>
<tr>
<td align="left" colspan="2"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>8h30</strong></td>
<td align="left"><strong>RECEPÇÃO AO PÚBLICO</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>9h</strong></td>
<td align="left"><strong>ABERTURA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>9h30</strong></td>
<td align="left"><strong>MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SEUS IMPACTOS               EM ÁREAS ESTRATÉGICAS PARA O BRASIL</strong><br /> Carlos Nobre (Inpe, IGBP, PFPMCG e INTC-MC)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>10h10</strong></td>
<td align="left"><strong>SECA NO SUL DO PAÍS<br /></strong>Gilberto Diniz (Universidade Federal de Pelotas)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>10h30</strong></td>
<td align="left"><strong>CHUVAS, CHEIAS E DESLIZAMENTOS EM SANTA CATARINA</strong><br /> Reinaldo Haas (Universidade Federal de Santa Catarina)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>10h50</strong></td>
<td align="left"><strong>CHEIAS E INUNDAÇÕES NO NORTE E NORDESTE<br /></strong>Antônio Ocimar Manzi (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>11h10</strong></td>
<td align="left"><strong>DEBATE<br /></strong>Coordenador: Jacques Marcovitch (FEA)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>12h</strong></td>
<td align="left"><strong>LANÇAMENTO DO LIVRO E DO DOCUMENTÁRIO "CONHECER<br /> PARA SUSTENTAR:                UM NOVO OLHAR SOBRE O VALE DO ITAJAÍ"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="right"><span class="discreet">Foto: Ariel Silva/ABr</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-10-25T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/consequencias-das-mudancas-globais-para-a-america-do-sul">
    <title>Conseqüências das mudanças globais para a América do Sul</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/consequencias-das-mudancas-globais-para-a-america-do-sul</link>
    <description>O livro "A Contribution to Understanding the Regional Impacts of Global Change in South America" tem agora versão digital gratuita disponível para download. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/globalchangeinsouthamerica.jpg" alt="globalchangeinsouthamerica.jpg" class="image-left" title="globalchangeinsouthamerica.jpg" />Foi lançada em agosto a versão digital do livro <strong>"</strong>A Contribution to Understanding the Regional Impacts of Global Change in South America", que reúne os trabalhos apresentados na II Conferência Regional sobre Mudanças Globais: América do Sul, evento realizado pelo IEA em novembro de 2005 com a participação de cerca de 600 especialistas. O volume é organizado pelos professores Pedro Leite da Silva Dias (IEA, IAG/USP e Procam/USP), Wagner Costa Ribeiro (Procam/USP e FFLCH/USP) e Lucí Hidalgo Nunes  (IG/Unicamp), tem 418 páginas e está disponível gratuitamente <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade/publicacoes/globalchangeinsouthamerica.pdf" class="internal-link">aqui</a><span>.</span></p>
<p style="text-align: justify; ">O livro faz parte do trabalho de refexão sobre as mudanças globais empreendido pelo IEA, em parceria com diversas instituições, desde o final dos anos 80. A obra terá continuidade com a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-sobre-impactos-das-mudancas-globais-na-america-do-sul-sera-em-novembro" class="external-link">III Conferência Regional sobre Mudanças Globais: América do Sul</a>, de 4 a 8 de novembro.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>CONTEXTO</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">As mudanças globais ganharam importância no final do século 20 e passaram a ser alvo da política externa de países e pauta de reuniões diplomáticas com o objetivo de controlar o aquecimento do planeta. Apesar das dificuldades políticas, o Protocolo de Kyoto foi implementado antes da data prevista.</p>
<p style="text-align: justify; ">A ordem ambiental internacional, com todas as fragilidades que se possam apontar, começa a dar sinais de aplicação prática. "Talvez isso ocorra porque os impactos associados ao aquecimento global já podem ser observados; e eles passarão a ocorrer com maior freqüência no futuro, mas de forma diferenciada pelo planeta", destacam os organizadores do livro.</p>
<p style="text-align: justify; ">Países do Hemisfério Sul poderão sofrer mudanças significativas na oferta de chuva, por exemplo, que pode afetar as cadeias produtivas de alimentos: "Isso certamente gerará novos fluxos de migrantes do campo à cidade, agravando ainda mais o desigual quadro social das metrópoles da América do Sul".</p>
<p style="text-align: justify; ">Além disso, "parte expressiva da população que mora junto à costa terá que conviver com a elevação do nível do mar e as parcelas que vivem junto à Cordilheira dos Andes poderão encontrar dificuldades para conseguir água, cuja principal fonte é o degelo lento de geleiras".</p>
<p style="text-align: justify; ">Um aspecto agravante desse quadro é fato de ainda não existir uma ampla percepção das mudanças globais e suas conseqüências pela grande maioria da população. Para muita gente, elas parecem algo distante, que ocorrerá daqui a 100 anos ou mais.</p>
<p style="text-align: justify; ">O livro lançado pelo IEA visa subsidiar o debate sobre essas questões por parte de cientistas, empresários e profissionais de áreas relacionadas, bem como por outros setores determinantes para a discussão pública dessas questões e adoção de políticas públicas pertinentes, como legisladores, jornalistas e representantes de organizações governamentais e não-governamentais.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>CONTEÚDO</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">O livro é dividido em duas partes: "Modelagem e Mudança Climática Regional em Ecossistemas Terrestres e Aquáticos" e "Impactos Sociais das Mudanças Climáticas Regionais".</p>
<p style="text-align: justify; ">Na primeira parte o leitor encontrará textos que abordam algumas conseqüências das mudanças globais que já podem ser aferidas na Amazônia, na Patagônia e no cerrado. Além disso, conhecerá modelos utilizados pelos pesquisadores para medir alterações e projetar cenários futuros decorrentes das mudanças regionais resultantes do aquecimento global. Nessa parte também estão incluídos os artigos sobre possíveis impactos na agricultura.</p>
<p style="text-align: justify; ">Na segunda parte estão os trabalhos que analisam: os impactos na saúde humana, no abastecimento hídrico em cidades e para a geração de energia; as relações internacionais na perspectiva de um regime internacional sobre mudanças climáticas; a percepção da sociedade sobre as mudanças globais; a vulnerabilidade e o risco em áreas urbanas; e as dimensões econômicas, inclusive oportunidades geradas pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto.</p>
<p style="text-align: justify; ">Ao final, encontram-se as conclusões e recomendações do evento que originou o livro, entre as quais destacam-se a incerteza em relação às conseqüências das mudanças globais, a necessidade da realização de mais pesquisas e, principalmente, estimulo ao debate junto à sociedade para que as alterações possam ser comprendidas e assimiladas sem maiores transtornos sociais.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2007-09-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-franco-brasileiro-discute-politicas-publicas-para-areas-afetadas-por-mudancas-climaticas">
    <title>Seminário franco-brasileiro discute políticas públicas para áreas afetadas por mudanças climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-franco-brasileiro-discute-politicas-publicas-para-areas-afetadas-por-mudancas-climaticas</link>
    <description>O evento é resultado da cooperação acadêmica entre o Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana da FFLCH-USP e a Universidade de Rennes 2. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Nesta terça-feira, 17 de maio, acontece o seminário "Políticas Públicas, Mudanças Climáticas e Impactos sobre Áreas Frágeis", no Anfiteatro do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, com início às 15h.</p>
<p style="text-align: justify; ">O evento é uma iniciativa dos Grupos de Pesquisa de Políticas Públicas, Territorialidades e Sociedade e de Ciências Ambientais e tem por objetivo discutir a interrelação de três fatores: as alterações climáticas na escala regional, seus reflexos em ecossistemas vulneráveis e as políticas públicas para adaptação aos impactos desses processos. As análises desses três fatores serão objeto de comparação em estudos efetuados no Brasil e na França, com ênfase nas políticas públicas específicas de cada país.</p>
<p style="text-align: justify; ">O seminário é fruto de cooperação acadêmica entre o Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana do Departamento de Geografia da FFLCH-USP e a Universidade de Rennes 2, com apoio financeiro do Programa Cofecub-Capes. Nesse projeto, pesquisadores das duas universidades discutirão como as mudanças climáticas podem afetar a dinâmica socioambiental na Amazônia, de acordo com Wagner Costa Ribeiro, um dos coordenadores do seminário e coordenador do Grupo de Pesquisa de Ciências Ambientais.</p>
<p style="text-align: justify; ">A partir desses estudos, os pesquisadores pretendem estabelecer uma metodologia de análises dos impactos que possa ser aplicada em situações francesas e brasileiras. O trabalho não se restringirá apenas à região amazônica, podendo incluir áreas da Mata Atlântica. Os resultados da pesquisa serão transformados em livro em meados de 2013.</p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<table class="grid listing" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<td align="left" colspan="2">
<div align="left"><strong>PROGRAMA</strong></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><strong>15h-<strong>15h15</strong></strong></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><strong>ABERTURA</strong></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><strong>15h15-<strong>15h45</strong></strong></div>
</td>
<td align="left">
<p align="left"><strong>BIODIVERSIDADE, ESPACIALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DE IMPACTOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS<br />Expositora:</strong> Anne-Elisabeth Laques (Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento, França)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><strong>15h45-16h15</strong></div>
</td>
<td align="left">
<p align="left"><strong>EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS E DESASTRES SOCIOAMBIENTAIS NO LITORAL NORTE PAULISTA<br />Expositor: </strong>João Lima Sant’Anna Neto (Unesp em Presidente Prudente)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><strong>16h15-16h45</strong></div>
</td>
<td align="left">
<p align="left"><strong>MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO OESTE DA FRANÇA: O CASO DAS SECAS</strong><br /><strong>Expositor:</strong> Vincent Dubreuil (Universidade de Rennes 2, França)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><strong>16h45-17h15</strong></div>
</td>
<td align="left">
<p align="left"><strong>EFEITOS POTENCIAIS DAS ALTERAÇÕES DAS CONCENTRAÇÕES E DA COMPOSIÇÃO DE QUEIMADAS E DE DESMATAMENTO SOBRE O BALANÇO ENERGÉTICO DA ATMOSFERA EM ESCALA REGIONAL</strong><br /><strong>Expositora:</strong> Andrea Cavicchioli (Each-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><strong>17h15-17h45</strong></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><strong>DEBATES E ENCERRAMENTO</strong></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-05-09T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/eventos-tratam-de-adaptacao-a-mudancas-climaticas-e-cuidados-com-transgenicos">
    <title>Eventos tratam de adaptação a mudanças climáticas e cuidados com transgênicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/eventos-tratam-de-adaptacao-a-mudancas-climaticas-e-cuidados-com-transgenicos</link>
    <description>Dois seminários organizados pelo Grupo de Pesquisa de Ciências Ambientais do IEA acontecem no dia 1º de junho: "Riscos, Desastres Naturais e Adaptação às Mudanças Climáticas" e a conferência de Eckard Rehbinder, sobre "Cultivo de Organismos Geneticamente Modificados e Fronteiras do Risco"</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:125px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eckardrehbinder.jpg/image" alt="eckardrehbinder.jpg" title="eckardrehbinder.jpg" height="170" width="125" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:125px;">O jurista alemão Eckard Rehbinder</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">No   dia 1º de junho, o Grupo de Pesquisa de Ciências Ambientais do  Instituto de  Estudos Avançados (IEA) da USP realiza dois eventos  abertos ao público: das  9h30 às 12h30, o seminário "Riscos, Desastres  Naturais e Adaptação às  Mudanças Climáticas", com vários expositores;  das 14h30 às 17h30, a  conferência  de Eckard Rehbinder, da   Universidade de Frankfurt, Alemanha, sobre "Cultivo de Organismos   Geneticamente Modificados e Fronteiras do Risco". Os eventos acontecem  no  Auditório Nº 1 do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências  Atmosféricas  (IAG) da USP.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>DESASTRES  NATURAIS</strong><br /> Eventos   climáticos extremos resultam em muitos problemas socioambientais.  Infelizmente,  muitas mortes, como as ocorridas em Santa Catarina em  2008, são a expressão mais  cruel desse tipo de acontecimento natural,  sem deixar de ponderar os prejuízos  materiais e as alterações  dramáticas dos processos naturais das regiões  afetadas.</p>
<p style="text-align: justify; ">No   Brasil, em razão das características geográficas do país, observa-se  que esses eventos  estão presentes com certa regularidade e, a  confirmarem-se as previsões do  Painel Internacional de Mudanças  Climáticas (IPCC na sigla em inglês), serão  cada vez mais intensos e  frequentes. Quais as consequências disso à população  brasileira? Que  ações podem ser adotadas para evitar mortes e prejuízos nas  escalas que  têm sido verificadas?</p>
<p style="text-align: justify; ">Essas   questões serão discutidas no seminário "Riscos, Desastres Naturais e   Adaptação às Mudanças Climáticas", que terá como expositores: Maria   Assunção Faus da Silva Dias, do IAG-USP, que falará sobre "Eventos   Extremos e Adaptação"; Agostinho Tadashi Ogura, do IPT, cujo tema será   "Desastres Naturais no Brasil: Vulnerabilidades Sociais e Econômicas e   Adaptação às Mudanças Climáticas"; e Norma Felicidade Lopes da Silva   Valencio, da UFSCar, que tratará da "Organização Social nos Abrigos   Pós-Eventos Extremos". A coordenação será de Pedro Leite da Silva Dias,  do  IAG-USP e diretor do Laboratório Nacional de Computação Científica.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>TRANSGÊNICOS</strong><br /> O  cultivo de organismos transgênicos desperta paixões  acadêmicas e políticas.  Entre os defensores de sua introdução em larga  escala surgem argumentos como a  conservação ambiental e mesmo o aumento  da produção para o combate à fome. Os  que se opõem ao cultivo afirmam  que esses organismos podem trazer impactos  ambientais em áreas  protegidas e que não acabarão com a fome, entendida como  resultado de  processos políticos e econômicos.</p>
<p style="text-align: justify; ">Debater   essas questões é fundamental para a sociedade brasileira. Afinal, o  cultivo  desses organismos é permitido no país. Quais as fronteiras do  risco nas escalas  internacional, nacional e regional? Até que ponto  essas ameaças se confirmaram  ou podem ser afastadas?</p>
<p style="text-align: justify; ">Esses   aspectos serão analisados na conferência "Cultivo de Organismos   Geneticamente Modificados e Fronteiras do Risco", com Eckard Rehbinder,   professor de direito internacional, econômico e ambiental da  Universidade de  Frankfurt, Alemanha. Debaterão com ele Cristiane  Derani, da Unisantos e UEA, e Sueli  Angelo Furlan, da Faculdade de  Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da  USP. A coordenação será  de Wagner Costa Ribeiro, coordenador do Grupo de  Pesquisa de Ciências  Ambientais do IEA e professor do Departamento de Geografia  da  FFLCH-USP.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: governo da Alemanha</span></p>
<p style="text-align: left; "><strong><span class="discreet"><strong>ASSISTA AOS VÍDEOS DOS EVENTOS AQUI:</strong><br /></span></strong></p>
<p class="mceContentBody documentContent" id="content"><strong><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2009/riscos-desastres-naturais-e-adaptacao-as-mudancas-climaticas" class="external-link">Riscos, Desastres Naturais e Adaptação às Mudanças Climáticas</a></strong></p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><strong><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2009/cultivo-de-organismos-geneticamente-modificados-e-fronteiras-de-risco" class="external-link">Cultivo de Organismos Geneticamente Modificados e Fronteiras de Risco</a></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-05-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rainforest-business-school">
    <title>Grupo debate proposta de criação de uma Rainforest Business School</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rainforest-business-school</link>
    <description>O projeto é voltado para a formação de especialistas em negócios sustentáveis da Amazônia, com preparo para aproveitar o potencial econômico da floresta de pé. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-debate-proposta-de-criacao-de-uma-rainforest-business-school-2" class="external-link">PARTICIPANTES</a></th>
</tr>
<tr>
<th style="text-align: right; "><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-debate-proposta-de-criacao-de-uma-rainforest-business-school-3" class="external-link">FOTOS</a></strong></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>VÍDEOS</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">O Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas realizou no dia 21 de fevereiro, na sede do IEA, a mesa-redonda <i>Valorização Econômica da Floresta em Pé: Novas Perspectivas para o Desenvolvimento de Recursos Humanos. </i></p>
<p style="text-align: justify; ">O encontro reuniu um grupo chave de convidados com importante papel na agenda ambiental, climática e amazônica para apresentar e debater a proposta de desenvolvimento de uma primeira "Rainforest Business School". A iniciativa é voltada para a formação de recursos humanos em negócios sustentáveis na Amazônia, com o objetivo de suprir a demanda de especialistas com preparo para aproveitar o potencial econômico da floresta de pé.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest/@@images/6baede98-2ea7-4f81-8f2e-cfbb88f9c09a.jpeg" alt="rainforest" class="image-left" title="rainforest" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Maritta Koch-Weser, coordenadora geral do grupo, abriu a mesa com uma introdução sobre o tema. Em seguida, José Pedro de Oliveira Costa, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e coordenador adjunto do Grupo, mediou um debate sobre as estratégicas para viabilização do projeto no âmbito da política ambiental, científica e acadêmica e das possibilidades de colaboração interinstitucional.</p>
<p style="text-align: justify; ">Na segunda parte do evento, o ambientalista Fábio Feldmann, fundador da ONG SOS Mata Atlântica, facilitou a discussão entre os participantes sobre linhas de financiamentos e co-financiamento para as fases de preparação, planejamento e implementação da "Rainforest Continent Business School", que devem levar cerca de três anos.</p>
<p style="text-align: justify; ">Na última parte, Koch-Weser conduziu um debate sobre passos e possíveis compromissos de colaboração e contribuições institucionais referentes à formatação de um programa de trabalho para 2013.</p>
<p style="text-align: justify; ">A partir do que foi discutido na mesa-redonda, o engenheiro agrônomo Warwick Manfrinato e a arquiteta Maria de Lourdes Davies de Freitas, que compõem a direção executiva do grupo de pesquisa do IEA, ficaram encarregados de dar andamento aos procedimentos iniciais do projetodarão andamento à criação da "Rainforest Business School.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-02-27T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-debate-proposta-de-criacao-de-uma-rainforest-business-school-2">
    <title>Grupo debate proposta de criação de uma Rainforest Business School</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-debate-proposta-de-criacao-de-uma-rainforest-business-school-2</link>
    <description>Conheça os participantes que debateram a proposta na reunião</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3 style="text-align: justify; "></h3>
<div style="text-align: justify; ">
<div align="left">
<p><span style="text-align: justify; "> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-debate-proposta-de-criacao-de-uma-rainforest-business-school-2" class="external-link">PARTICIPANTES</a></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center; "><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-debate-proposta-de-criacao-de-uma-rainforest-business-school-3" class="external-link">FOTOS</a></strong></td>
</tr>
<tr style="text-align: center; ">
<td><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas/projeto/rainforest-business-school-brasil-plano-de-constituicao" class="contenttype-file state-missing-value internal-link" title="Clique e acesse o Plano de Constituição da Rainforest Business School Brasil">PLANO DE CONSTITUIÇÃO</a></strong></td>
</tr>
<tr style="text-align: center; ">
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas/AtaCompleta.pdf" class="internal-link"><strong>A REUNIÃO</strong></a></td>
</tr>
<tr style="text-align: center; ">
<td><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/valorizacao-economica-da-floresta-em-pe-novas-perspectivas-para-o-desenvolvimento-de-recursos-humanos" class="external-link"><span class="external-link"><strong>VÍDEO</strong></span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><span style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/ana-lucia-azevedo/@@images/cbcf0c7c-47ad-4f9f-8499-d9a587c4ddef.jpeg" alt="Ana Lucia Azevedo" class="image-left" title="Ana Lucia Azevedo" /></span></p>
</td>
<td><span style="text-align: justify; "><strong>Ana Lúcia Azevedo (Ciência e Saúde - O Globo)<br /></strong></span><span style="text-align: justify; ">É editora de ciência, meio ambiente e história do jornal </span><i style="text-align: justify; ">O Globo</i><span style="text-align: justify; ">.  Em 2011, recebeu o Prêmio José Reis de Divulgação Científica e  Tecnológica (CNPq) – a mais importante distinção concedida ao jornalismo  de ciência no Brasil –, pelo conjunto de sua carreira. Ganhou também o  Esso de Jornalismo na categoria Informação Científica, Ambiental e  Tecnológica.</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/anne-gander/@@images/18a6061d-f47f-4e11-9672-9d80c98c9612.jpeg" alt="Anne Gander" class="image-left" title="Anne Gander" /></strong></td>
<td><strong>Anne Gander (BID / IADB)<br /> </strong>Representante do Setor de Infraestrutura e Meio Ambiente do Banco Interamericano de Desenvolvimento.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/betty-mindlin/@@images/f2af1f4c-932a-4d08-ae4b-13182a4374f0.jpeg" alt="Betty Mindlin" class="image-left" title="Betty Mindlin" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Betty Mindlin (Antropóloga e Economista)<br /> </strong>Antropóloga, com  doutorado pela PUC-SP, e economista, com mestrado pela Universidade de  Cornell, trabalha há anos em projetos de pesquisa e apoio a numerosos  povos indígenas da Amazônia e outras regiões. Dedica-se atualmente a  escrever e registrar com professores e narradores indígenas a sua  tradição e sua música, em mais de dez línguas, procurando criar um  sistema para devolver às comunidades e aos jovens todos os registros  gravados em pesquisas passadas.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/claudio-padua/@@images/75f92144-bb1d-4625-a783-7776f45cb437.jpeg" alt="Cláudio Pádua" class="image-left" title="Cláudio Pádua" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Claudio Valladares Pádua (Instituto de Pesquisas Ecológicas - IPÊ)<br /> </strong>Mestre  em estudos latino-americanos e doutor em ecologia pela Universidade da  Flórida em Gainesville, EUA. É professor aposentado da Universidade de  Brasília. Atualmente exerce a função de reitor da Escola Superior de  Conservação e Sustentabilidade e Vice-Presidente do IPÊ. Pesquisador  associado sênior do Centro de Estudos Ambientais e de Conservação da  Columbia University e diretor internacional de conservação do <i>Wildlife Trust Alliance</i>,  ambos em Nova Iorque (EUA). Atualmente ocupa o cargo de conselheiro do  Fundo Brasileiro para Biodiversidade – FUNBIO e da WWF Brasil.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center; "><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/denis-benchimol-minev/@@images/32cf3051-9b8e-429f-8fe4-7e2fd5310022.jpeg" alt="Denis Benchimol Minev" class="image-left" title="Denis Benchimol Minev" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Denis Benchimol Minev (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas) <br /> </strong>Denis  Benchimol Minev foi Secretário de Planejamento e Desenvolvimento  Econômico do Estado do Amazonas. Atuou como analista financeiro da  Goldman, Sachs &amp; Co. e diretor financeiro do grupo Bemol/Fogás. É  formado em economia pela Stanford University e tem mestrado em Estudos  Latino Americanos pela Stanford University e MBA pela Wharton School da  University of Pennsylvania.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/fabio-feldmann/@@images/9b10a2c9-fdbb-450f-b8b6-e8afa78ac39e.jpeg" alt="Fabio Feldmann" class="image-left" title="Fabio Feldmann" /></strong></td>
<td><strong>Fabio Feldmann (Fabio Feldmann Consultores)</strong><br /> Consultor,  administrador de empresas formado pela Faculdade Getúlio Vargas em 1977 e  advogado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco em 1979. Foi  eleito deputado federal por três mandatos consecutivos (1986 – 1998) e  atuou como Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo entre 1995  e 1998.  Em 2000 ajudou a criar o Fórum Brasileiro de Mudanças  Climáticas, do qual foi secretário executivo até o ano de 2004. Faz  parte do Conselho sobre Mudanças Climáticas do Deutsche Bank, Conselho  do CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, Conselho da  Amigos da Terra, dentre outros. Atualmente dirige seu próprio escritório  de consultoria, que trabalha fundamentalmente com questões relacionadas  à sustentabilidade e desenvolvimento sustentável.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td><strong>Francine S. C. Wey (FSC Communications &amp; Social Responsibility Consulting)</strong><br /> Com formação em Marketing, atuou em grandes corporações da área  financeira, como Bank Boston, Citibank e Deutsch Bank, com o cargo de  Head de Comunicação Corporativa e Responsabilidade Social.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/francisco-gaetani/@@images/3a976560-4376-4c23-80e3-85dc1b0de07c.jpeg" alt="Francisco Gaetani" class="image-left" title="Francisco Gaetani" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Francisco Gaetani (Ministério do Meio Ambiente)<br /> </strong>Secretário-executivo  do Ministério do Meio Ambiente, nomeado pela presidente Dilma Rousseff,   Gaetani é especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental. É  formado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Minas  Gerais, tem doutorado em Administração Pública e mestrado em Políticas  Públicas pela London School of Economics.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/gilberto-camara/@@images/ed9314f6-58ab-4cf5-9299-dcdc5f41dc5b.jpeg" alt="Gilberto Câmara" class="image-left" title="Gilberto Câmara" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Gilberto Câmara (Programa FAPESP de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais)</strong> <br /> Foi diretor do INPE de dezembro/2005 a maio/2012. Foi chefe da Divisão  de Processamento de Imagens (1991-1996) e coordenador-geral da área de  Observação da Terra (OBT) de outubro/2001 a novembro/2005. Recebeu o  título de Dr. Honoris Causa pela Universidade de Muenster (Alemanha) e é  Cavaleiro da Ordem Nacional do Mérito da França. Recebeu também o  "Global Citizen Award" da Global Spatial Data Infrastructure Association  e o "Pecora Award" da NASA e USGS. É membro do Comitê Editorial das  revistas científicas Earth Science Informatics e Computers, Environment  and Urban Systems. É coordenador do Programa FAPESP de Pesquisa em  Mudanças Climáticas Globais.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/helena-ribeiro/@@images/41264ddd-86d6-4938-b8b8-f00692d5ef2d.jpeg" alt="Helena Ribeiro" class="image-left" title="Helena Ribeiro" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Helena Ribeiro (IEA-USP)</strong> <br /> Possui graduação em Geografia pela  Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1972), mestrado em  Geografia - University of California Berkeley (1981) e doutorado em  Geografia (Geografia Física) pela Universidade de São Paulo (1988). Foi  professora titular do Departamento de Geografia da PUC/SP e diretora da  Faculdade de Ciências Sociais da PUC/SP. Foi chefe do departamento de  Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da USP, de 2003 a 2006.  Atualmente é professora titular da USP, diretora da Faculdade de Saúde  Pública da mesma instituição e editora científica da revista Saúde e  Sociedade.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/henrique-paiva/@@images/2f70125f-4611-468d-9c00-7e50a348c6c3.jpeg" alt="Henrique Paiva" class="image-left" title="Henrique Paiva" /></strong></td>
<td><strong>Henrique Paiva</strong> <strong>(Gerente de Sustentabilidade da Siemens no Brasil)</strong><br /> Henrique Paiva é Mestre em Administração de Empresas pela PUC-SP e  Gerente de Sustentabilidade da Siemens no Brasil. Tem mais de 10 anos de  experiência nas áreas de Planejamento Estratégico e Sustentabilidade  para Projetos Regionais e Globais. Recentemente liderou e coordenou a  atuação da Siemens na Rio+20.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/henrique-rzezinski/@@images/92f127ca-d37c-4318-bd19-3db9be77265d.jpeg" alt="Henrique Rzezinski" class="image-left" title="Henrique Rzezinski" /></strong></td>
<td><strong>Henrique Rzezinski (VP Policy &amp; Corporate Affairs, BG Brasil)</strong><br /> Graduado em Engenharia Civil pela UFRJ, mestre em Planejamento pela  Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA) e especialista em  Planejamento Regional Urbano e Econômico. É Presidente da Seção  Brasileira do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos e membro do  Conselho Curador do CEBRI. É consultor do Banco Mundial desde 1980. Em  2010, assumiu a Vice Presidência da BG BRASIL na área de Assuntos  Corporativos e Governamentais.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/ima-vieira/@@images/3287f72b-b888-4085-8136-e5428246d628.jpeg" alt="Ima Vieira" class="image-left" title="Ima Vieira" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Ima Vieira</strong> <strong>(Museu Paraense Emílio Goeldi)</strong><br /> Graduada em  Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia (1983), mestre em  Genética e Melhoramento de Plantas pela Universidade de São Paulo (1987)  e doutora em Ecologia - University Of Stirling (1996). É pesquisadora  titular do Museu Paraense Emilio Goedi, do qual foi diretora na gestão  2005-2009. Participa como docente permanente dos cursos de Mestrado e  Doutorado em Ciências Ambientais da UFPA-MPEG-EMBRAPA e do curso de  Mestrado em Botânica da UFRA.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/joao-meirelles/@@images/b2d389e5-1a68-42bc-b37e-f42a32af1a97.jpeg" alt="João Meirelles" class="image-left" title="João Meirelles" /></strong></p>
</td>
<td><strong>João Meirelles</strong> <strong>(Instituto Peabiru)</strong><br /> Graduado em  Administração de Empresas pela FGV-SP, é diretor geral do Instituto  Peabiru, desde sua fundação, em 1998. Como ambientalista, atua na defesa  das florestas tropicais há 25 anos. Entre suas contribuições, foi  vice-presidente e diretor da Fundação SOS Mata Atlântica (1985 e 1990),  dirigindo a maior campanha publicitária ambiental do Brasil – <i>Estão tirando o verde da nossa terra</i>.  Como voluntário, é membro do conselho de ética do Fórum Amazônia  Sustentável, desde 2007 e líder parceiro da Fundação AVINA, desde 1999.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/john-redwood/@@images/e3db1e7b-e5da-4703-a676-e3c4d90e1d63.jpeg" alt="John Redwood" class="image-left" title="John Redwood" /></strong></td>
<td><strong>John Redwood (NM Rothschild)</strong><br /><span style="text-align: justify; ">É consultor internacional e ex-diretor de Desenvolvimento Social e Ambiental do Banco Mundial (BIRD).</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/jose-goldemberg/@@images/b00b64c6-801a-4348-87e4-40ace1089977.jpeg" alt="José Goldemberg" class="image-left" title="José Goldemberg" /></strong></td>
<td><strong>José Goldemberg (USP)</strong><br /><span style="text-align: justify; ">É  doutor em Ciências Físicas pela Universidade de São Paulo, da qual foi  Reitor de 1986 a 1990. Foi Presidente da Companhia Energética de São  Paulo (CESP); Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da  Ciência; Secretário de Ciência e Tecnologia; Secretário do Meio Ambiente  da Presidência da República; Ministro da Educação do Governo Federal e  Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Foi Diretor do  Instituto de Física da Universidade de São Paulo; professor/pesquisador  da Universidade de Paris (França) e da Universidade de Princeton  (Estados Unidos). É Membro da Academia Brasileira de Ciências e da  Academia de Ciências do Terceiro Mundo e Co-Presidente do Global Energy  Assessment, sediado em Viena.</span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/jose-pedro-de-oliveira-costa/@@images/1940406a-017a-4dd7-b689-f2b00fcf36c4.jpeg" alt="José Pedro de Oliveira Costa" class="image-left" title="José Pedro de Oliveira Costa" /></strong></p>
</td>
<td><strong>José Pedro de Oliveira Costa (IEA/USP)</strong> <br /> Graduado em  Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie  (1968), especialista em Arquitetura Moderna pelo Instituto dos  Arquitetos do Brasil (1966) e em PERT-COM pela Companhia Metropolitana  de São Paulo (1970), mestre em Planejamento Ambiental pela University of  California System (1979) e doutor em Arquitetura e Urbanismo pela  Universidade de São Paulo (1987). Atualmente é Professor Doutor da  Universidade de São Paulo, Sócio do Instituto dos Arquitetos do Brasil,  Assessor da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Membro  de Comissão do União Internacional Para a Conservação da Natureza, Sócio  do Fundação Sos Pró Mata Atlântica.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/leandro-piquet-carneiro/@@images/9a521121-8f30-4847-a384-e9fd9d0ad809.jpeg" alt="Leandro Piquet Carneiro" class="image-left" title="Leandro Piquet Carneiro" /></strong></td>
<td><strong>Leandro Piquet Carneiro (IRI/USP)</strong> <br /> Professor do Instituto de  Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, é coordenador do  programa de pesquisa em segurança e criminalidade do Núcleo de Pesquisas  em Políticas Públicas (NUPPs) e membro do Grupo de Análise da  Conjuntura Internacional da mesma universidade. É economista graduado  pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e tem especialização em  métodos quantitativos de pesquisa pelo Inter University Consortium for  Political and Social Research (ICPSR) da Universidade de Michigan. É  Mestre e Doutor em Ciência Política pelo IUPERJ do Rio de Janeiro e fez  seu pós-doutorado no Departamento de Ciência Política da USP.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/luis-fernando-laranja/@@images/96f22431-b18e-4638-8424-97fcd28c23bb.jpeg" alt="Luis Fernando Laranja" class="image-left" title="Luis Fernando Laranja" /></strong></td>
<td><strong>Luis Fernando Laranja da Fonseca (Grupo Orsa)</strong> <br /> Graduado em  Medicina Veterinária pela UFRGS, especialista em Gestão Agro-industrial  pela UFLA, mestre em Agronomia pela Escola Superior de Agricultura “Luiz  de Queiroz” (ESALQ/ USP), doutor em Medicina Veterinária pela Faculdade  de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP; e pós-doutorado em Animal  Science pela University of Kentucky (USA). Foi professor e pesquisador  da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP por 10 anos. É  diretor do Grupo Orsa; Conselheiro da Fundação Orsa; Consultor Associado  da E2 Economia, uma consultoria econômica, especializada em  commodities, agronegócios e meio ambiente; e coordenador do Programa de  Agricultura e Meio Ambiente do WWF-Brasil (2007 a 2009).</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/luiz-gylvan-meira-filho/@@images/5e320383-53f7-4d1a-861d-e591afa55a9f.jpeg" alt="Luiz Gylvan Meira Filho" class="image-left" title="Luiz Gylvan Meira Filho" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Luiz Gylvan Meira Filho</strong> <strong>(IEA-USP)</strong> <br /> Engenheiro  eletrônico formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA/CTA) e  doutor em Astrogeofísica pela Universidade do Colorado (EUA). É  ex-vice-presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças  Climáticas (IPCC) e ex-presidente da Agência Espacial Brasileira. Foi um  dos negociadores do Protocolo de Kyoto.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/marcelo-vespoli-takaoka-1/@@images/480ff993-df2f-4f33-b0d8-ed51dcd0bb33.jpeg" alt="Marcelo Vespoli Takaoka" class="image-left" title="Marcelo Vespoli Takaoka" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Marcelo Vespoli Takaoka</strong> (CBCS) <br /> Engenheiro Civil (1980),  Mestre (2003) e Doutor em Engenharia Civil (2009) pela Escola  Politécnica da USP. Professor do MBA de Real Estate do Programa de  Cursos de Extensão da Escola Politécnica (POLI-Integra). Pesquisador do  Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da USP.  Diretor da Takaoka  S.A. É membro do Conselho do Sustainable Building and Construction  Initiative (SBCI - uma iniciativa do Programa das Nações Unidas para  o Meio Ambiente), do Conselho de Administração da Bolsa de Valores  Sociais e Ambientais (BVS&amp;A), do Conselho do CBCS (Conselho  Brasileiro de Construção Sustentável) e membro  da  Câmara Consultiva do  Mercado Imobiliário da BM&amp;F BOVESPA.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/maria-de-lourdes-davies-de-feitas/@@images/97e40d39-c614-478e-acb0-6a6eaba32777.jpeg" alt="Maria de Lourdes Davies de Feitas" class="image-left" title="Maria de Lourdes Davies de Feitas" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Maria de Lourdes Davies Freitas (IEA/USP)</strong> <br /> Maria de Lourdes  Davies de Freitas é arquiteta e diretora técnica do IMAH (Instituto do  Desenvolvimento e de Gerenciamento do Meio Ambiente). Desde julho de  1995, é diretora executiva da MORANI Pesquisas e Projetos Ambientais  Ltda; membro do Conselho consultivo das ONGs para a América Latina na  Conferência de Bonn; e membro do GT de Água do Fórum Brasileiro das  ONGs. É presidente do Conselho de Administração da REBRAF (Rede  Brasileira Agroflorestal).</td>
</tr>
<tr>
<td><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/maritta-koch-weser/@@images/05a9faa6-56c1-4335-9954-450dbe7b06db.jpeg" alt="Maritta Koch-Weser" class="image-left" title="Maritta Koch-Weser" /></strong></td>
<td><strong>Maritta Koch-Weser (IEA/USP)</strong> <br /> Fundadora e presidente da  Earth3000 - organização internacional sem fins lucrativos com sede na  Alemanha que apoia inovações de governança ambiental e de  desenvolvimento. Tem uma carreira de destaque como antropóloga e  ambientalista na área de desenvolvimento internacional em diversas  regiões do mundo. Trabalhou durante 20 anos no Banco Mundial. Tem PhD  pelas Universidades de Bonn e Colônia. Lecionou antropologia e estudos  latino‐americanos na Universidade George Washington e realizou extensos  trabalhos de campo no Brasil.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/oswaldo-dos-santos-lucon/@@images/bb403d96-b89e-43bb-bb7d-90e7c64048ce.jpeg" alt="Oswaldo dos Santos Lucon" class="image-left" title="Oswaldo dos Santos Lucon" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Oswaldo dos Santos Lucon (Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo)</strong> <br /> Graduado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Universidade de  São Paulo (1986) e em Direito pela Universidade de São Paulo (2004).  Tem Master of Science (MSc) In Clean Technology pela University of  Newcastle Upon Tyne, Reino Unido (1997), revalidado como mestrado  em  Energia pela Universidade de São Paulo (1998). Doutor em Energia pelo  Programa Interunidades em Energia, Instituto de Eletrotécnica e Energia  da Universidade de São Paulo - PIPGE-IEE-USP (2003). Atualmente é  Assessor Técnico de Gabinete da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de  São Paulo e, desde 1992, funcionário da CETESB (Cia de Tecnologia de  Saneamento Ambiental).</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/paulo-artaxo/@@images/fb1b56f9-ac61-4db1-b896-00f4af57bf12.jpeg" alt="Paulo Artaxo" class="image-left" title="Paulo Artaxo" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Paulo Artaxo (Instituto de Física da USP)</strong><br /> Graduado em Física  pela Universidade São Paulo (1977), mestre em Física Nuclear pela USP  (1980) e doutor em Física Atmosférica pela USP (1985). Trabalhou na NASA  e na Universidade de Harvard (Estados Unidos), Universidades de  Antuérpia (Bélgica), e Lund (Suécia). Atualmente é professor titular do  Departamento de Física Aplicada do Instituto de Física da USP. É membro  da equipe do IPCC que foi agraciada com o Prêmio Nobel da Paz de 2007.  Em 2010 recebeu a Ordem do Mérito Científico Nacional, na qualidade de  comendador, e o prêmio <i>USP Destaque 2010 </i>por ser o pesquisador da USP com o maior número de acessos às suas publicações.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/paulo-nogueira-neto-1/@@images/5d84c37c-0622-448b-baab-253a69561777.jpeg" alt="Paulo Nogueira Neto" class="image-left" title="Paulo Nogueira Neto" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Paulo Nogueira-Neto (IB/USP)</strong><br /> Graduação em História Natural  pela Universidade de São Paulo (1958), em Ciências Jurídicas e Sociais  pela Universidade de São Paulo (1945) e doutorado em Ciências Biológicas  (Zoologia) pela Universidade de São Paulo (1963). Atualmente é  professor emérito da Universidade de São Paulo, presidente da Associação  de Defesa do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (ADEMA-SP) e  presidente da Fundação Florestal. Tem experiência na área de Ecologia,  com ênfase em conservação, atuando principalmente nos seguintes temas:  abelhas sem ferrão, comportamento, populações, sobrevivência e criação  de abelhas.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center; "><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/paulo-sotero/@@images/f2091c85-a162-453d-9f01-f6c4f88a2336.jpeg" alt="Paulo Sotero" class="image-left" title="Paulo Sotero" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Paulo Sotero (Brazil Institute - Woodrow Wilson International Center for Scholars)</strong> <br /> É diretor do Instituto Brasil do Woodrow Wilson International Center  for Scholars, em Washington. De 1989 a 2006, foi correspondente em  Washington para o Estado de S. Paulo. Começou sua carreira na Veja em  1968. Trabalhou para a revista em São Paulo, Recife, Brasília e Paris.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center; "><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/pedro-jacobi/@@images/f87c2934-d00e-45ae-995e-b159eba2ddd1.jpeg" alt="Pedro Jacobi" class="image-left" title="Pedro Jacobi" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Pedro Jacobi</strong><span style="text-align: justify; "> </span><strong>(USP)</strong><br />Graduação  em Ciências Sociais (1973) e em Economia (1972) pela USP, mestrado em  Planejamento Urbano e Regional pela Graduate School of Design - Harvard  University (1976) e doutorado em Sociologia pela Universidade de São  Paulo (1986). É Professor Titular da Faculdade de Educação e do Programa  de Pós Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM/USP) da USP. Foi  presidente da ANPPAS (período 2000-2004) e, desde 2012, é membro do  Comitê de Imparcialidade do Ibope Ambiental.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center; "><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/robertoswaak.jpg/@@images/38726a92-7751-40d7-933d-1f9f56fa0ee7.jpeg" alt="Roberto S. Waak" class="image-left" title="Roberto S. Waak" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Roberto S. Waak (AMATA Brasil)</strong> <br /> Biólogo pelo Instituto de  Biologia da USP e mestre em Administração de Empresas pela FEA-USP. É  membro de conselhos de organizações nacionais e internacionais  relacionadas à sustentabilidade, mudanças climáticas e florestas, entre  elas Forest Stewardship Council (FSC®), Global Reporting Initiative  (GRI) e Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Foi presidente  da Orsa Florestal e diretor de empresas farmacêuticas, como Boerhringer  Ingelheim, Vallée e Pasteru Mérieux. Dedica-se a administração geral da  AMATA, empresa do setor florestal que produz e comercializa madeira  certificada.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center; "><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/roberto-smeraldi/@@images/a4e804fd-c773-4410-9d4b-fa237f734ed4.jpeg" alt="Roberto Smeraldi" class="image-left" title="Roberto Smeraldi" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Roberto Smeraldi (Amigos da Terra)<br /> </strong>É fundador e diretor da  OSCIP Amigos da Terra - Amazonia Brasileira. Jornalista, publicou  ensaios e livros sobre desenvolvimento, sustentabilidade, políticas  públicas, Amazônia, florestas, viagem e gastronomia: seu livro mais  recente é o Novo Manual de Negócios Sustentáveis (Publifolha, 2009).  Escreve artigos de opinião na Folha de São Paulo e em outros jornais e  revistas. É membro do Fórum Brasileiro sobre Mudanças Climáticas e de  conselhos de sustentabilidade de diversas empresas.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td><strong>Sergio Antonio Garcia Amoroso (Grupo Orsa)</strong> <strong><br /> </strong>É  fundador, controlador e presidente do Conselho de Administração do Grupo  Orsa. Instituiu a Fundação Orsa em 1994 e tornou-se acionista  majoritário e presidente da Jari Celulose em 2000. É ainda presidente do  Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAACC);  diretor-vice-presidente do Instituto VIDI; conselheiro da Associação de  Assistência à Criança Defeituosa (AACD); membro do Conselho Consultivo  do Centro de Voluntariado de São Paulo; conselheiro da IPA – Associação  Internacional pelo Direito da Criança Brincar; conselheiro do Instituto  Fonte; e membro fundador da WWF Brasil.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center; "><strong><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/sergio-mindlin/@@images/487655a4-c493-46e4-9789-58110d5cd906.jpeg" alt="Sergio Mindlin" class="image-left" title="Sergio Mindlin" /></strong></p>
</td>
<td><strong>Sérgio Mindlin (Instituto Ethos)</strong> <strong><br /> </strong>Sócio-fundador do  Instituto Ethos; sócio-diretor da consultoria Ação Responsável; fundador  do Instituto Akatu; membro do Conselho Curador da Fundação Roberto  Marinho e da Fundação Orsa; e membro do Conselho Estratégico do Centro  de Empreendedorismo Social e Administração do Terceiro Setor (Ceats), da  USP. É engenheiro de produção graduado pela Escola Politécnica da USP,  mestre em comportamento organizacional pela Universidade de Cornell  (EUA) e doutor em administração pela Faculdade de Economia,  Administração e Contabilidade (FEA) da USP. É ex-diretor-presidente da  Fundação Telefônica e da Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/sergiil-weguelin/@@images/e1afb167-ca30-4443-ba7c-270a14d4516c.jpeg" alt="Sergio Weguelin" class="image-left" title="Sergio Weguelin" /></p>
</strong></td>
<td><strong>Sergio Weguelin (Superintendente da Área de Meio Ambiente – BNDES)</strong> <strong><br /> </strong>Superintendente  da Área de Meio Ambiente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico  e Social. Weguelin foi diretor da Comissão de Valores Mobiliários entre  2004 e 2008.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/tasso-azevedo-e/@@images/f3618f88-0cd1-4889-91c4-cf7a074482dc.jpeg" alt="Tasso Azevedo" class="image-left" title="Tasso Azevedo" /></p>
</strong></td>
<td><strong><span>Tasso Azevedo (Engenheiro Florestal e Consultor)<br /></span></strong>Consultor  e empreendedor social nas áreas de florestas e mudanças climáticas. É  engenheiro florestal pela Esalq/USP e especialista em auditoria e  políticas públicas. Foi fundador e diretor-geral do Instituto de Manejo e  Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), diretor do Programa  Nacional de Florestas do Ministério do Meio Ambiente e secretário-geral  da Comissão Nacional de Florestas. Foi também o primeiro diretor-geral  do Serviço Florestal Brasileiro e uma das pessoas-chave na concepção e  implementação do Plano Nacional de Combate ao Desmatamento, do Fundo  Amazônia (um dos maiores fundos de proteção de florestas em todo o  mundo) e das metas brasileiras para reduzir as emissões de gases de  efeito estufa.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/vania-rudge/@@images/a5d21488-b8e6-4ce3-a7a9-28e079f26ddc.jpeg" alt="Vânia Rudge" class="image-left" title="Vânia Rudge" /></p>
</strong></td>
<td><strong>Vânia Rudge</strong> <strong>(Grupo Centroflora)</strong> <strong><br /> </strong>É Gerente de  Sustentabilidade do Grupo Centroflora, presidente da ADET (Associação  para o Desenvolvimento Empresarial e Tecnológico de Botucatu e Região),  vice-presidente do Instituto Floravida e consultora em Direito Ambiental  e do Terceiro Setor na Lucas de Lima e Medeiros Advogados.</td>
</tr>
<tr style="text-align: justify; ">
<td><strong>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-grupo-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-21-de-fevereiro-de-2013/warwick-manfrinato/@@images/7233a062-13df-4498-b149-a7dd6b92003c.jpeg" alt="Warwick Manfrinato" class="image-left" title="Warwick Manfrinato" /></p>
</strong></td>
<td><strong>Warwick Manfrinato (IEA/USP)</strong> <strong><br /> </strong>Mestre em Engenharia  Agronômica pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura – CENA (2002).  Atualmente é Pesquisador da Universidade de São Paulo. Tem experiência  na área de Agronomia.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; "> </p>
<p align="right"><i>Fotos: Sandra Codo, exceto: Pedro Jacobi (Mauro Bellesa) e Oswaldo Lucon (arquivo pessoal)</i></p>
</div>
<div align="left">
<div align="left"></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-02-27T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-debate-proposta-de-criacao-de-uma-rainforest-business-school-3">
    <title>Grupo debate proposta de criação de uma Rainforest Business School</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-debate-proposta-de-criacao-de-uma-rainforest-business-school-3</link>
    <description>Confira as fotos do encontro realizado no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div align="center">
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-debate-proposta-de-criacao-de-uma-rainforest-business-school-2" class="external-link">PARTICIPANTES</a></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center; "><b><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-debate-proposta-de-criacao-de-uma-rainforest-business-school-3" class="external-link">FOTOS</a></b></td>
</tr>
<tr style="text-align: center; ">
<td><b><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas/projeto/rainforest-business-school-brasil-plano-de-constituicao" class="internal-link state-missing-value contenttype-file" title="Clique e acesse o Plano de Constituição da Rainforest Business School Brasil">PLANO DE CONSTITUIÇÃO</a></b></td>
</tr>
<tr style="text-align: center; ">
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas/AtaCompleta.pdf" class="internal-link"><b>A REUNIÃO</b></a></td>
</tr>
<tr style="text-align: center; ">
<td><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/valorizacao-economica-da-floresta-em-pe-novas-perspectivas-para-o-desenvolvimento-de-recursos-humanos" class="external-link"><b>VÍDEO</b></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table align="center">
<tbody>
<tr>
<td><br /></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest9" alt="rainforest9" class="image-inline" title="rainforest9" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest2" alt="rainforest2" class="image-inline" title="rainforest2" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest10" alt="rainforest10" class="image-inline" title="rainforest10" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest11" alt="rainforest11" class="image-inline" title="rainforest11" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest12" alt="rainforest12" class="image-inline" title="rainforest12" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest13" alt="rainforest13" class="image-inline" title="rainforest13" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest14" alt="rainforest14" class="image-inline" title="rainforest14" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest1" alt="rainforest1" class="image-inline" title="rainforest1" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest3" alt="rainforest3" class="image-inline" title="rainforest3" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest4" alt="rainforest4" class="image-inline" title="rainforest4" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest5" alt="rainforest5" class="image-inline" title="rainforest5" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest6" alt="rainforest6" class="image-inline" title="rainforest6" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest7" alt="rainforest7" class="image-inline" title="rainforest7" /></td>
<td>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rainforest8" alt="rainforest8" class="image-inline" title="rainforest8" /></td>
<td>
<p> </p>
<p align="right"> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div style="text-align: right; "><i>Fotos: Sandra Codo</i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-02-27T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-a-seca-em-sao-paulo">
    <title>Seminário discute a seca em São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-a-seca-em-sao-paulo</link>
    <description>O debate "Verão 2013/14 e Cenários de Estresse Hídrico" acontece no dia 19 de março,  às 14 horas, na Sala de Eventos do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/reservatorio-jaguari-sistema-cantareira" alt="Reservatório Jaguari - Sistema Cantareira - 1" class="image-inline" title="Reservatório Jaguari - Sistema Cantareira - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><b>Reservatório Jaguari,<br />integrante do Sistema Cantareira</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A estação chuvosa de 2013/14 deu lugar a um período prolongado de estiagem, que colocou em risco o fornecimento de água na Grande São Paulo. A área de mananciais mais afetada foi a do Sistema Cantareira, que atingiu níveis recordes de baixa das reservas (atualmente em torno de 15% da capacidade operacional). O contexto dessa crise será discutido no seminário <i>Verão 2013/14 e Cenários de Estresse Hídrico</i>, que acontece no dia 19 de março, às 14 horas, na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p>Dividido em duas mesas-redondas (<i>veja programação abaixo</i>), ambas mediadas por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA, o debate traçará um panorama dessa situação crítica e discutirá as perspectivas para o futuro a partir de um enfoque que relacionará o atual cenário de estresse hídrico com as dimensões institucional e de governança da água e seus desdobramentos no plano socioambiental e na segurança alimentar.</p>
<p>A primeira mesa, <i>Água, um Futuro Ameaçado</i>, terá a participação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/mauricio-de-carvalho-ramos" class="external-link">Maurício de Carvalho Ramos</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras, e Ciências Humanas (FFLCH) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/susana-prizendt" class="external-link">Susana Prizendt</a>, coordenadora do Comitê Paulista da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/marcio-miguel-automare" class="external-link">Marcio Automare</a>, analista de desenvolvimento organizacional da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP).</p>
<p>A segunda mesa terá como tema <i>Estresse Hídrico na Região Metropolitana de São Paulo</i>. Os debatedores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/daniela-campos-liborio-di-sarno" class="external-link">Daniela Libório de Sarno</a>, professora da Faculdade de Direito da PUC-SP e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a>, integrante do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade.</p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> e pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a>, o debate conta com o apoio do Centro de Estudos de Governança Socioambiental do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP.</p>
<p>O evento é gratuito e aberto ao público mediante inscrição prévia. A Sala de Eventos do IEA fica na rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/localizacao">localização</a>). Quem não puder comparecer, poderá acompanhar a transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web</a>. Para fazer a inscrição e obter mais informações, envie mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:leila.costa@usp.br">leila.costa@usp.br</a>.</p>
<h3>PROGRAMAÇÃO</h3>
<table class="plain">
<tbody>
<tr>
<th colspan="2">
<h3>VERÃO 2013/14 E CENÁRIOS DE ESTRESSE HÍDRICO<br />19 de março de 2014</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left; "><b> <br />14h </b></td>
<td><i><b><span style="text-align: start; ">Mesa-redonda 1 — Água, o Futuro Ameaçado</span></b></i><b><br />Moderação: </b><span style="text-align: start; ">Pedro Jacobi (FE, Procam e IEA)</span><b><br /><b>Debatedores: </b></b><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; ">Maurício de Carvalho Ramos (FFLCH e IEA), Suzana Prinzedit (Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida) e Marcio Automare (Itesp e IEA)</span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>15h15</b></td>
<td><i><b><span style="text-align: start; ">Mesa-Redonda 2 — Estresse Hídrico na Região Metropolitana de São Paulo</span></b></i><b><br /><b>Moderação: </b></b><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; ">Pedro Jacobi (FE, Procam e IEA)</span><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; "><br /><b>Debatedores: </b><span style="text-align: start; ">Daniella Libório de Sarno (PUC-SP e IBDU)<span style="text-align: start; "> e Wagner Costa Ribeiro (FFLCH, Procam e IEA)</span></span></span></span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>16h30</b></td>
<td><b><i>Debate e encerramento</i></b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Tomas May/Banco de Imagens da ANA</span></p>
<p style="text-align: left; "> </p>
<p><b>ASSISTA AO VÍDEO AQUI:<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/verao-2013-14-e-cenarios-de-estresse-hidrico" class="external-link">Verão 2013/14 e Cenários de Estresse Hídrico</a></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-14T12:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-interdisciplinar-sobre-a-seca-em-sao-paulo">
    <title>Um olhar interdisciplinar sobre a seca em São Paulo </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-interdisciplinar-sobre-a-seca-em-sao-paulo</link>
    <description>Organizado a partir de parceria entre dois grupos de pesquisa do IEA, o encontro "Verão 2013/2014 e Cenários de Estresse Hídrico" debateu o problema da falta de água na Região Metropolitana de São Paulo sob diversos ângulos de análise.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/evento-verao-2013-2014-e-cenarios-de-estresse-hidrico" alt="Evento &quot;Verão 2013/2014 e Cenários de Estresse Hídrico&quot;" class="image-inline" title="Evento &quot;Verão 2013/2014 e Cenários de Estresse Hídrico&quot;" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Os debatedores (<i>a partir da esq.</i>): Marcio Automare, Daniela Libório Di Sarno, Wagner Costa Ribeiro, Pedro Jacobi, Susana Prizendt e Maurício de Carvalho Ramos</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No momento em que a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) amarga as consequências de um período prolongado de estiagem, que levou o Sistema Cantareira a níveis recordes de baixa das reservas, o IEA voltou-se para a conjuntura dessa falta d'água no debate <i>Verão 2013/2014 e Cenários de Estresse Hídrico</i>. Realizado no dia 19 de março, o evento integrou as comemorações da Semana da Água 2014, que antecedem o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março.<span> </span></p>
<p>Organizado a partir de parceria entre o Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade e o Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia, ambos do IEA, com o apoio do Centro de Estudos de Governança Socioambiental do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, o debate foi dividido em duas mesas-redondas, ambas mediadas por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/verao-2013-14-e-cenarios-de-estresse-hidrico" class="external-link">Assista ao vídeo com a íntegra do debate</a></span></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/verao-2013-14-e-cenarios-de-estresse-hidrico-19-de-marco-de-2014" class="external-link">Veja as fotos</a></span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Os expositores foram </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a><span>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras, e Ciências Humanas (FFLCH) da USP; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mauricio-de-carvalho-ramos" class="external-link">Maurício de Carvalho Ramos</a><span>, também professor da FFLCH; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniela-campos-liborio-di-sarno" class="external-link">Daniela Libório Di Sarno</a><span>, professora da Faculdade de Direito da PUC-SP e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-miguel-automare" class="external-link">Marcio Automare</a><span>, analista de desenvolvimento organizacional da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP); e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/susana-prizendt" class="external-link">Susana Prizendt</a><span>, coordenadora do Comitê Paulista da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida.</span></p>
<p><span></span>O encontro discutiu o problema da água a partir de uma perspectiva interdisciplinar, abordando aspectos ambientais, jurídicos, sociopolíticos, filosóficos e da segurança alimentar. Segundo Jacobi, a ideia foi refletir sobre o problema da água na RMSP, mas abrangendo questões mais amplas, que envolvem, entre outras, as desigualdades no acesso à água, alterações nos regimes de chuvas ocasionadas pelo fenômeno das mudanças climáticas, entraves institucionais e a postura do poder público em relação à prevenção e remediação do problema.</p>
<p><strong>AÇÃO DO ESTADO</strong></p>
<p>O debate foi aquecido pelas recentes medidas que vem sendo estudadas e tomadas pelo governo do estado de São Paulo para tentar contornar a situação crítica do Sistema Cantareira, que atualmente opera com aproximadamente 15% de sua capacidade.<strong> </strong>Entre tais medidas está a proposta, anunciada no início da semana, de usar água do Rio Paraíba do Sul para abastecer os reservatórios da RMSP. Indagado sobre o assunto, Ribeiro destacou que não considera a proposta oportuna, uma vez que o rio também está numa situação de estresse hídrico.</p>
<p>Ribeiro criticou as obras emergenciais do governo do estado, iniciadas no dia 14 de março, para bombear o volume de "água morta" do fundos de represas que formam o Sistema Cantareira. De acordo com ele, isso significa "retirar até a última gota de água da Cantareira, de uma água que está há 40 anos estocada, parada, sem dinâmica, cuja qualidade é duvidosa, pois não se sabe que elementos estão associados a ela".</p>
<p>Além disso, afirmou tratar-se de uma medida arriscada, que pode levar à exaustão do recurso na região. "Isso porque, para saturar o solo novamente a ponto de a represa voltar a encher, será preciso muito mais que o volume médio de chuvas na região, cujos índices não foram atingidos neste verão."</p>
<p>Chamando atenção para a dimensão política da escassez de água em São Paulo, Ribeiro advertiu que é preciso questionar porque a cidade chegou ao limite dos recursos hídricos. Para ele, o problema não estaria tão grave caso o racionamento tivesse sido adotado em dezembro, quando já havia fortes indícios do que viria pela frente. Automare, da mesma forma, questionou: "Já se sabia da situação da Cantareira, então por que o racionamento não foi colocado em prática?".</p>
<p>Segundo Ribeiro, a crise requer a adoção imediata da medida, penalizando mais os grandes consumidores, de modo a minimizar os prejuízos aos usuários que impactam menos no sistema.</p>
<p><strong>GESTÃO FRAGMENTADA</strong></p>
<p>Sarno apontou a incongruência do sistema jurídico brasileiro em relação à gestão dos recursos hídricos como causa primeira da situação de escassez de água no país. De acordo com ela, embora a Constituição Federal determine que a gestão deve ser compartilhada entre União, estados e municípios, há pouco diálogo entre as partes e a administração dos recursos hídricos acaba ficando fragmentada.</p>
<p>"Para enfrentar o desafio da gestão compartilhada, as três esferas [federal, estadual e municipal] precisam sentar e discutir. Mas ainda não demos esse passo. Não há conversa nem verticalmente, entre as esferas, nem horizontalmente, entre as instituições", observou.</p>
<p>Essa fragmentação é agravada pela incompatibilidade entre divisão do sistema federativo, que obedece a critério políticos, e a divisão das bacias hidrográficas, que obedece a critérios geográficos. As bacias são tão importantes porque colocam em cena mais um ator: os Comitês de Bacia Hidrográfica, os quais integram o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Compostos por representantes dos diversos setores usuários de água, das organizações da sociedade civil e dos poderes públicos, os comitês aprovam o Plano de Recursos Hídricos de cada bacia, arbitram conflitos pelo uso da água, sugerem valores para cobrança do consumo, entre outros.</p>
<p>Segundo Sarno, o problema é que nenhum dos modelos de gestão adotados no país — gestão municipal e gestão estadual, por meio de autarquias ou de empresas contratadas — é condizente com as divisões das bacias hidrográficas. "Os Comitês até fazem parte da gestão, mas quem coloca em prática a distribuição da água não são eles, mas instituições gestoras".</p>
<p><strong>PÚBLICO X PRIVADO</strong></p>
<p>Já para Ribeiro, o maior entrave para equacionar a questão da água no Brasil é a gestão privada dos recursos hídricos. Na RMSP, por exemplo, a gestão é feita pela Sabesp, empresa de economia mista, capital aberto, com ações negociadas na bolsa de valores, que funciona segundo a lógica de uma instituição privada.</p>
<p>"É função do estado remunerar-se, obter lucro e especular com base na comercialização do recurso água? Não, não é função do estado ganhar dinheiro com a água, como faz a Sapesp", advertiu Ribeiro, destacando que falta transparência na gestão da empresa. "Além dos fluxos hídricos, deve haver transparência em relação aos fluxos financeiros", apontou.</p>
<p>Assim como Ribeiro, Automare ponderou que uma empresa ligada ao poder público, caso da Sabesp, não deveria se comportar como uma empresa privada, tratando a água como um produto. Citou, ainda, como exemplo da exploração comercial dos recursos hídricos, a indústria de água vendida em galões, cujo crescimento estaria afetando os lençóis freáticos.</p>
<p>Sarno também abordou o embate entre interesse público e privado. De acordo com ela, Comitês de Bacia Hidrográfica tratam a água como um bem, cuja distribuição deve ser igualitária e cuja cobrança deve acontecer apenas para regular o consumo. Já as empresas que colocam a gestão em prática, como a Sabesp, tratam a água como um produto à venda.</p>
<p>Segundo a jurista, os gestores das regiões metropolitanas e dos municípios não levam em consideração a disposição das bacias hidrográficas ao autorizar, por exemplo, a expansão de um distrito industrial que pode colocar em risco o abastecimento de água no local. "É preciso medidas para compatibilizar a expansão urbana e a infraestrutura de distribuição de água em termos de qualidade e quantidade", advertiu.</p>
<p><strong>DIMENSÃO ÉTICA</strong></p>
<p>Fazendo uma abordagem filosófica, Carvalho ressaltou que a água pode ser pensada a partir de dois conjuntos de propriedades: as propriedades materiais, ligadas aos princípios bioquímicos; e as propriedades simbólicas, relacionadas ao seu valor incomensurável para a vida, o que faz dela um símbolo de poder.</p>
<p>De acordo com ele, quando se consideram as propriedades simbólicas, a água pode ser concebida tanto como um recurso — um produto a ser explorado economicamente; quanto como um bem — algo gratuito e não comerciável de nenhuma forma. E é essa concepção de bem que deve ser adotada para se encarar o problema do estresse hídrico a partir de uma perspectiva ética.</p>
<p>"Enfrentar a questão de forma racional e responsável envolve não colocar em prática possibilidades tecnocientíficas ligadas ao uso da água que coloquem em risco a disponibilidade ou as propriedades materiais dos recursos hídricos", disse. "Se a postura ética prevalecesse, não haveria necessidade de racionamento; bastaria um apelo à consciência das pessoas", completou.<span> </span></p>
<p><strong>PARTICIPAÇÃO</strong></p>
<p>Os debatedores chamaram atenção para o baixo envolvimento da sociedade nas discussões sobre a gestão dos recursos hídricos. Segundo Automare, a água figura no último lugar na lista de prioridade dos cidadãos do Estado de São Paulo: "fomos induzidos a creditar a discussão sobre o assunto aos representantes e deixamos de nos envolver". Além disso, destacou, "o público não tem foro para debater, de modo que a situação fica nas mãos de tecnocratas".</p>
<p>Ribeiro também alertou sobre o paradoxo que envolve a falta de participação popular, de um lado, e o excesso de instituições para gerir a água, de outro. Para ele, "temos mais instituições que lidam com a água do que água em si. É muita instituição para pouca água. E a sociedade civil é sub-representada dentro delas".</p>
<p><strong>SEGURANÇA ALIMENTAR</strong></p>
<p>O problema da água também foi abordado do ponto de vista da qualidade. Tratando da contaminação dos recursos hídricos por agrotóxicos, Prizendt afirmou que a questão deve ser debatida tendo em vista a substituição do agronegócio, modelo de produção convencional, baseado no uso intensivo de agrotóxicos, pelo agroecologia, modelo alternativo, cujas práticas visam a manter o equilíbrio dos ecossistemas e preservar as nascentes dos rios e do sistema hídrico como um todo.<span> </span></p>
<p>De acordo com ela, os agrotóxicos são a segunda maior causa de contaminação de rios, dado que se torna particularmente preocupante considerando-se que o Brasil é campeão mundial no uso destas substâncias, sendo responsável por 1/5 do que é consumido no mundo. Além disso, disse a ambientalista, o setor agrícola corresponde a cerca de 70% do consumo de água doce no Brasil.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-21T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciencia-e-saber-tradicional">
    <title>O diálogo entre ciência e saber tradicional para a conservação da biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciencia-e-saber-tradicional</link>
    <description>O debate 'Narrativas Visuais, Populares e Científicas: Povos Tradicionais e o Desafio da Conservação da Biodiversidade' será realizado nos dias 9 e 10 de abril, das 9h30 às 12h30, na Sala de Eventos do IEA-USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366">
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/menino-indio" alt="Menino índio" class="image-inline" title="Menino índio" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><span style="text-align: justify; "><strong>Existem justificativas racionais para que o humano seja apartado de seu ambiente?</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">O debate <i>Narrativas Visuais, Populares e Científicas: Povos Tradicionais e o Desafio da Conservação da Biodiversidade, </i>que o <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pesquisa/grupos/filosofia" class="internal-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a> promove nos dias 9 e 10 de abril, no IEA-USP, (<i>leia programação abaixo</i>) enfatizará a necessidade de um diálogo cooperativo entre o conhecimento científico e os saberes tradicionais, tendo em vista uma concepção de conservação da biodiversidade sensível aos valores de justiça social, participação popular e sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify; ">Será dado especial destaque ao registro documental <span style="text-align: justify; ">imagético, visto como um inventário de práticas sociais e culturais que contribui com as ciências humanas e sociais no mapeamento e na interpretação das realidades amazônicas.</span></p>
<p style="text-align: justify; ">De acordo com os organizadores do debate, "a ciência e a perspectiva tecnológica a ela associada tendem a traduzir a Amazônia como repositório de recursos naturais, diversidade biológica e <span>'banco' genético, que deve ser explorado para atender as necessidades humanas, mais especificamente para responder ao modelo hegemônico de progresso".</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Evento anterior</strong></p>
<p><span><strong><i>Populações Tradicionais e Conservação da Biodiversidade: Entre os Valores da Tradição, da Ciência e do Mercado</i><br /></strong>(mesa-redonda em 3 de outubro de 2013)</span></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-relacoes-entre-populacoes-tradicionais-e-conservacao-ambiental" class="external-link">Notícia</a></span></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/populacoes-tradicionais-e-conservacao-da-biodiversidade-entre-os-valores-da-tradicao-da-ciencia-e-do-mercado" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/populacoes-tradicionais-e-conservacao-da-biodiversidade-entre-os-valores-da-tradicao-da-ciencia-e-do-mercado-03-de-outubro-de-2013" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span style="text-align: justify; ">Entretanto, alertam os pesquisadores, "a ciência e a tecnologia</span><span style="text-align: justify; ">, enquanto vetores do desenvolvimento racional e do ideário de florescimento humano a ele subjacente, opõem-se ao conhecimento tradicional, isto é, aos saberes e modos de vidas de povos e comunidades locais, por considerarem que eles constituem entraves à modernização".</span></p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366">
<p style="text-align: justify; ">Tendo em conta as possíveis tensões decorrentes do encontro dessas narrativas, surgem alguns questionamentos: os saberes tradicionais e a ciência constituem racionalidades rivais? Em que pesem suas dissensões, a cooperação entre essas racionalidades constitui uma alternativa viável? E, em consequência, no campo da proteção ambiental, existem justificativas racionais para que o humano seja apartado de seu ambiente e a biodiversidade separada das culturas humanas?</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo os organizadores, o diálogo cooperativo entre as duas vertentes encontra sustentação nos aportes teóricos do modelo da interação entre a ciência e os valores que é desenvolvido pelo grupo de pesquisa [<i>leia <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/entrevista-hugh-lacey" class="external-link">entrevista</a> com Hugh Lacey a respeito desse modelo</i>]: "Os argumentos do modelo em favor do pluralismo estratégico apontam para a necessidade de pesquisas baseadas na complementaridade metodológica e para a possibilidade de adoção de alternativas não convencionais nas práticas de conservação da biodiversidade".</p>
<p style="text-align: justify; ">Três questões centrais permearão as duas mesas do debate:</p>
</div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366">
<ul>
<li>o registro documental imagético e a pesquisa de campo: da imagem à tradução das realidades;</li>
<li>diálogos entre a ciência e os saberes tradicionais: do modelo da interação ao pluralismo metodológico;</li>
<li>comunicação e polarização entre narrativas científicas e populares na conservação da biodiversidade.</li>
</ul>
</div>
<p><br /><span>O evento é aberto ao público e gratuito. Para participar é preciso se inscrever com Leila Costa (</span>leila.costa@usp.br<span>), telefone (11) 3091-1681.</span><span> </span><span>Quem não puder comparecer poderá assistir às mesas ao vivo na</span><span> </span>web<span>.</span></p>
<div>
<h3></h3>
</div>
<div>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><strong>Mesa 1 — </strong><strong>9 de abril —  das</strong><strong><strong> </strong>9h30 às 12h30</strong></p>
<ul>
<li>Expositora: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/sylvia-caiuby-novaes" class="external-link">Sylvia Caiuby Novaes</a> (FFLCH-USP)</li>
<li>Debatedor: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/stelio-alessandro-marras" class="external-link">Stelio Alessandro Marras </a>(IEB-USP)</li>
<li>Mediadora: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/ana-tereza-reis-da-silva" class="external-link">Ana Tereza Reis da Silva</a> (FE-UnB e IEA-USP)</li>
</ul>
<p><strong> <br />Mesa 2 — </strong><strong>10 de abril — </strong><strong><strong>das</strong> 9h30 às 12h30</strong></p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao " id="parent-fieldname-programacao-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366">
<ul>
<li>Expositores: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/mauro-william-barbosa-de-almeida" class="external-link">Mauro William Barbosa de Almeida</a> (IFCH-Unicamp) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/ana-tereza-reis-da-silva" class="external-link">Ana Tereza Reis da Silva</a> (FE-UnB e IEA-USP)</li>
<li>Debatedor/mediador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/stelio-marras" class="external-link">Stelio Marras</a> (USP)</li>
</ul>
</div>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Flávia Dourado/IEA-USP</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-28T20:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/serra-da-mantiqueira">
    <title>Os caminhos para a proteção da Serra da Mantiqueira </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/serra-da-mantiqueira</link>
    <description>No dia 8 de abril, às 14 horas, o IEA-USP realiza o debate Estratégias e Instrumentos para a Conservação Ambiental na Serra da Mantiqueira.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pedra-do-picu-serra-da-mantiqueira-minas-gerais" alt="Pedra do Picu, Serra da Mantiqueira, Minas Gerais" class="image-inline" title="Pedra do Picu, Serra da Mantiqueira, Minas Gerais" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Pedra do Picu, Serra da Mantiqueira, Itamonte, MG</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Por seu patrimônio ecológico, a Serra da Mantiqueira é considera uma região estratégica para a proteção da biodiversidade brasileira. Além da riqueza da fauna e flora, a cadeia de montanhas, que abrange os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, é um manancial de água essencial para a população do Vale do Paraíba e da capital fluminense.</p>
<p>Apesar de sua importância socioambiental, a região vem sendo ameaçada por atividades predatórias, particularmente pelo avanço da mineração, da especulação imobiliária, de loteamentos clandestinos e de áreas de pastagens.</p>
<p>Para contribuir com o debate sobre os melhores meios para a contenção dessas ameaças num contexto marcado por interesses conflitantes, no dia 8 de maio, às 14 horas, o IEA-USP realiza o encontro <i>Estratégias e Instrumentos para a Conservação Ambiental na Serra da Mantiqueira</i>. O objetivo é expor e discutir os desafios e as perspectivas para a conservação ambiental da região.</p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA-USP em parceria com o <a href="http://prpg.usp.br/procam">Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental</a> (Procam) da USP, o evento se concentrará na proposta, apresentada ao Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), para que seja dado início a um estudo de tombamento da área da Serra da Mantiqueira paulista.</p>
<p>Os debatedores do encontro serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/fabio-feldmann">Fabio Feldmann</a>, ex-deputado federal e um dos responsáveis pela proposta de tombamento; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/ana-lucia-duarte-lanna">Ana Lanna</a>, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e presidente do Condephaat; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/sueli-angelo-furlam" class="external-link">Sueli Angelo Furlan</a>, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenadora do Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas em Áreas Úmidas Brasileiras (NUPAUB) da USP. A moderação ficará a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, professor da Faculdade de Educação (FE) da USP e do Procam.</p>
<p>Gratuito e aberto ao público, o evento acontece na Sala de Eventos do IEA-USP, na Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/localizacao">localização</a>). O evento poderá ser acompanhado também em transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web</a>. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Clarismundo Benfica/ICMBio</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-04-27T17:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-no-iea-analisa-acoes-contra-a-seca-na-australia">
    <title>Conferência analisa ações contra a seca na Austrália</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-no-iea-analisa-acoes-contra-a-seca-na-australia</link>
    <description>Organizado pelo Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA, o evento acontece no dia 7 de abril, às 14 horas. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Rawnsley%20Park%20Station%20Sudoeste%20Australia.JPG" alt="Rawnsley Park Station Sudoeste Australia" class="image-right" title="Rawnsley Park Station Sudoeste Australia" />De 2001 a 2009, o Sudoeste da Austrália passou pela pior seca de sua história. Conhecido como <i>Millennium Drought</i>, o período de estiagem prolongada afetou profundamente a produção de alimentos, o suprimento de água, os meios de subsistência da população e o ecossistema local.</p>
<p>Para discutir as principais políticas públicas e medidas adotadas pelas autoridades estaduais e municipais da região durante o período, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA realiza no dia<strong> 7 de abril, às 14 horas</strong>, na Sala de Eventos do Instituto, a conferência <i>Adaptação às Mudanças Climáticas em Cidades: Ações Contra a Seca na Austrália</i>.</p>
<p>O evento integra a série de atividades acadêmicas que o IEA vem desenvolvendo sobre o tema. Em fevereiro, o Instituto criou um <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-cria-grupo-de-trabalho-para-discutir-a-crise-hidrica-em-sao-paulo" class="external-link">grupo de trabalho</a> para refletir sobre as causas e possíveis soluções para a crise hídrica que atinge <span>o Sudeste do Brasil e se manifesta de forma mais grave no Estado de São Paulo. Publicou, ainda, o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especiais/agua" class="external-link">Especial Água</a>, que reúne parte do material <span>sobre uso, gestão e preservação dos recursos hídricos </span>produzido pelo IEA desde os anos 90.</span></p>
<p>Organizada em parceria com o "Projeto Fapesp Clima, Ambiente Urbano e Qualidade de Vida", a conferência conta com o apoio do Laboratório Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas Sociais em Saúde Pública (Liesp) da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.</p>
<p><span>A expositora será a bióloga </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/silvia-serrao-neumann">Silvia Serrao-Neumann</a><span>, professora visitante da Griffith University e pesquisadora do Cooperative Research Centre (CRC) for Water Sensitive Cities, ambos na Austrália. As debatedoras serão </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/gabriela-marques-di-giulio">Gabriela Marques Di Giulio</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/maria-da-penha-vasconcellos">Maria da Penha Vasconcellos</a><span>, professoras da FSP e pesquisadoras do Liesp. A coordenação geral está a cargo de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/wagner-costa-ribeiro">Wagner Costa Ribeiro</a><span>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e membro do grupo de pesquisa.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-cria-grupo-de-trabalho-para-discutir-a-crise-hidrica-em-sao-paulo" class="external-link">IEA cria grupo de trabalho para discutir a crise hídrica em São Paulo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especiais/agua" class="external-link">Especial Água</a></li>
</ul>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><strong>TEMA</strong></span></p>
<p>Em sua exposição, Serrado-Neumann falará não só sobre medidas contra a seca adotadas no passado, mas também sobre os esforços atuais para mitigar os efeitos de futuros eventos climáticos extremos no Sudoeste australiano. A região sofre com a alternância de longas temporadas de enchentes e estiagem por estar na zona de influência do El Niño e da La Niña — fenômenos meteorológicos marcados, respectivamente, pelo aquecimento e resfriamento acima da média das águas do Oceano Pacífico, o que altera substancialmente o regime de chuvas nos trópicos e nas latitudes médias.</p>
<p>A conferencista também apresentará os estudos que vêm sendo desenvolvidos no âmbito do <a class="external-link" href="http://watersensitivecities.org.au/">CRC for Water Sensitive Cities</a> — centro interdisciplinar e interinstitucional de pesquisa que reúne parceiros nacionais e internacionais, entre os quais universidades, agências governamentais e empresas, interessados em pensar soluções sócio-técnicas inteligentes para melhorar a gestão dos recursos hídricos em áreas urbanas da Austrália.</p>
<p>Os estudos realizados no CRC concentram-se nas regiões metropolitanas de três centros urbanos australianos — Brisbane (no Sudoeste), Melbourne e Perth — e dedicam-se sobretudo a tornar as cidades mais sensíveis à questão da água com base em quatro parâmetros: produtividade, resiliência, sustentabilidade e habitabilidade.</p>
<p><strong>EXPOSITORA</strong></p>
<p>Silvia Serrao-Neumann é graduada em ciências biológicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde também obteve o título de mestre e doutora em educação. Atualmente, é pesquisadora do CRC for Water Sensitive Cities e do Programa de Pesquisa Urbana da Griffith University, instituição na qual cursou um segundo mestrado em planejamento urbano e ambiental e fez o estágio de pós-doutoramento. Seus estudos focam na área de Planejamento Urbano e Regional, com ênfase em mudanças climáticas, sustentabilidade, cidades sensíveis à água, planejamento ambiental e gestão de recursos naturais. Há mais de 20 anos, Serrao-Neumann dedica-se a temas relacionados à educação ambiental, à pesquisa participativa/ação e ao planejamento social colaborativo ligado a perigos naturais.</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i> Adaptação às Mudanças Climáticas em Cidades: Ações Contra a Seca na Austrália<br /></i></strong><i>7 de abril, às 14 horas<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (</i><a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos"><i>localização</i></a><i>)<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição – Transmissão ao vivo pela </i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><i>web</i></a><i><br /></i><i>Informações: Cláudia Regina Tavares, telefone (11) 3091-1686 ou e-mail clauregi@usp.br<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/adaptacao-mudancas-climaticas">www.iea.usp.br/eventos/adaptacao-mudancas-climaticas</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Peripitus/<a class="external-link" href="http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Drought_Swimming_Hole.JPG">Wikimedia</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-03-10T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas">
    <title>Comissão estadual de proteção aos primatas paulistas apresenta plano de ação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas</link>
    <description>Pró-Primatas Paulistas apresentou plano de ação para a proteção dos primatas em seminário no IEA no dia 12 de maio.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mico-leao-preto" alt="Mico Leão Preto" class="image-inline" title="Mico Leão Preto" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Mico-leão-preto, exclusivo do Estado de São Paulo e em<br style="text-align: right; " />risco de extinção, mesmo caso de outras cinco espécies</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O Brasil conta com 123 espécies e subespécies de primatas. Isso corresponde a 1/4 de todas as espécies presentes no mundo. Dez das espécies presentes no país habitam o Estado de São Paulo, sendo que uma delas, o mico-leão-preto, é exclusiva do território paulista. O mico-leão-preto e outras cinco espécies (mico-leão-de-cara-preta, bugio-preto, bugio-ruivo, sagui-da-serra-escuro e muriqui-do-sul) estão ameaçadas de extinção.</p>
<p>Para fazer frente à essa situação, o governo paulista já conta com um plano de ação composto por projetos e iniciativas prioritários em fase de detalhamento e articulação de parcerias para execução. Os principais componentes do plano são:</p>
<ul>
<li>cuidar da conservação do mico-leão-preto em paisagens fragmentadas;</li>
<li>estabelecer parâmetros demográficos e distribuição geográfica e zelar pela conservação do muriqui-do-sul no estado de São Paulo;</li>
<li>formular estratégia para a conservação dos primatas do extremo oeste paulista;</li>
<li>garantir a conservação do sagui-da-serra-escuro em território paulista;</li>
<li>ampliar a estação ecológica de Caetetus;</li>
<li>implantar programas de conservação das Serras de Paranapiacaba e da Mantiqueira;</li>
<li>criar banco de dados de áreas de ocorrência das populações selvagens de primatas;</li>
<li>promover ações integradas de fiscalização;</li>
<li>incentivar a educação ambiental e envolvimento social.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
</ul>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-pro-primatas-paulisas" style="float: left; " title="Logo Pró-Primatas Paulistas" class="image-inline" alt="Logo Pró-Primatas Paulistas" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Comissão</strong></p>
<p>Esse plano de ação foi elaborado pela Comissão Permanente de Proteção dos Primatas Nativos do Estado de São Paulo (Pró-Primatas Paulistas), criada no âmbito da Secretaria do Meio Ambiente (SMA) por meio de decreto de junho de 2014.</p>
<p>De acordo com o ato legal, a comissão destina-se a "promover o respeito, o conhecimento científico, a conservação e a recuperação dessas espécies em seu estado e habitat natural e a educação ambiental". O mesmo decreto declarou o mico-leão-preto Patrimônio Ambiental do Estado, determinando a todos os órgãos da administração pública, em especial à SMA, a adoção de medidas para a proteção e recuperação da espécie em natureza.</p>
<p>Formalizada por meio de resolução da SMA de setembro de 2014, na qual foram indicados seus membros, a Pró-Primatas Paulistas realizou sua primeira atividade pública no dia 12 de maio, no IEA.</p>
<p>A iniciativa foi uma parceria da SMA e do projeto Rainforest Business School do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas do IEA. Participaram integrantes da comissão, representantes de organizações governamentais e não governamentais envolvidas com políticas de preservação dos primatas e também o primatologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/milton-thiago-de-mello" class="external-link">Milton Thiago de Mello</a>, presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária e um dos pioneiros da primatologia no Brasil.</p>
<p>A abertura do encontro teve a presença da secretária de Meio Ambiente, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/patricia-iglecias" class="external-link">Patrícia Iglecias</a>, do diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, e da diretora executiva da Fundação Florestal da SMA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/lidia-helena-ferreira-da-costa-passos" class="external-link">Lídia Passos</a>. A coordenação foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro de Oliveira Costa</a>, coordenador da Pró-Primatas Paulistas, vice-coordenador do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas e integrante do projeto Rainforest Business School. <span>A aula de abertura foi ministrada por Milton Thiago de Mello.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Seminário<br />Pró-Primatas Paulistas</strong></p>
<ul>
<li>Vídeos<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-1" class="external-link">Parte 1</a> – <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-2" class="external-link">Parte 2</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discutira-situacao-dos-primatas-paulistas-sob-risco-de-extincao" class="external-link">Notícia</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O estágio atual de encaminhamento dos projetos e medidas previstos no plano de ação da Pró-Primatas Paulista foi apresentado pelo coordenador da comissão. Durante o seminário, que transcorreu durante toda a manhã e toda a tarde do dia 8 de abril, aconteceram as seguintes exposições:</p>
<ul>
<li>José Pedro de Oliveira Costa (IEA e Pró-Primatas Paulistas) – <i>A Comissão Permanente de Proteção dos Primatas Paulista</i>s;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/leandro-jerusalinsky" class="external-link">Leandro Jerusalinsky</a> (coordenador do CPB/ICMBio do Ministério do Meio Ambiente) - <i>O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação dos Primatas Brasileiros</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a> (coordenador do Grupo de Pesquisas Serviços de Ecossistemas do IE) - <i>Restauração de Florestas e Conectividade</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/claudio-valladares-padua" class="external-link">Cláudio Pádua</a> (Instituto de Pesquisas Ecológicas) – <i>O Projeto Mico-Leão-Preto</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/mauricio-talebi-gomes/view" class="external-link">Mauricio Talebi</a> (Unifesp) - <i>O Projeto Muriqui</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/warwick-manfrinato" class="external-link">Warwick Manfrinato</a> (Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação do IEA) - <i>O</i> <i>Projeto Rainforest Business School </i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/marcio-port-de-carvalho" class="external-link">Marcio Port de Carvalho</a> (Instituto Florestal) - <i>Ocorrência do Sagui-da-Serra-Escuro (</i>Callithrix aurita<i>) em São Paulo: Prioridades de Pesquisa e Açõe</i>s;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/edson-montilha" class="external-link">Edson Montilha</a> (Fundação Florestal) - <i>Ocorrência de Primatas nas Unidades de Conservação do Estado de São Paulo</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/dilmar-alberto-goncalves-de-oliveira" class="external-link">Dilmar de Oliveira</a> (Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais) - <i>O</i><i>s Bugios no Estado de São Paulo</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/caue-monticelli" class="external-link">Cauê Monticelli</a> (Fundação Parque Zoológico de São Paulo) - <i>Programa de Conservação Integrada do Mico-Leão-Preto</i>;</li>
<li>José Pedro de Oliveira Costa (IEA e Pró-Primatas Paulistas) - <i>Plano de Ação para Conservação dos Primatas Paulistas</i>.</li>
</ul>
<p> </p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/seminario-pro-primatas-paulistas" alt="Seminário Pró-Primatas Paulistas" class="image-inline" title="Seminário Pró-Primatas Paulistas" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>A secretária de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Patrícia Iglecias, fala na abertura do seminário, ao lado do diretor do IEA, Martin Grossmann (à esq.), da diretora executiva da Fundação Florestal, Lídia Passos, e do coordenador da Pró-Primatas Paulistas, Jose Pedro de Oliveira Costa</strong></td>
</tr>
<tr>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Parceria governo-universidade</h3>
<p>Na abertura do seminário, a secretária de Meio Ambiente, Patrícia Iglecias, especialista em direito ambiental e docente da Faculdade de Direito da USP, destacou a importância da parceria entre a SMA e os grupos de pesquisa de USP para que todos se beneficiem das pesquisas acadêmicas feitas por alunos e professores.</p>
<p>Ela disse que a parceria deveria ser estendida a outros temas. Como exemplo, citou a necessidade de a SMA contar com uma escola de gestores, "para que tenhamos pessoal mais bem preparado nas unidades de conservação e parques".</p>
<p>De acordo com Patrícia Iglecias, entre as linhas de ação prioritárias da SMA está a proteção da fauna. No entanto, ela considera que ainda falta uma política clara sobre isso. No caso da Pró-Primatas Paulistas, "houve uma união de esforços do estado com a comunidade científica e a sociedade civil para coibir as ameaças aos primatas, cuja preservação possui relevância ambiental, científica e cultural".</p>
<p>Também na abertura do encontro, o diretor do IEA, Martin Grossmann, destacou a atuação do Instituto ao longo de sua história no que se refere a políticas públicas, "sempre abordadas em chave transdisciplinar". Citou como exemplo os trabalhos realizados desde os primeiros anos do Instituto em relação à preservação das florestas e ao reflorestamento para o atendimento de necessidades ambientais, sociais e econômicas, como no caso do Projeto Floram, de 1990, que teve entre seus formuladores o geógrafo Aziz Ab'Sáber (1924-2012) (professor honorário do IEA), o físico José Goldemberg (ex-reitor da USP) e Jacques Marcovitch (ex-reitor da USP e ex-diretor do IEA).</p>
<p>Grossmann ressaltou o fato de a preocupação com os primatas ser abraçada pelo projeto Rainforest Business School do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas, iniciativa destinada à formação de mão de obra especializada para o manejo sustentável de florestas tropicais. Para ele, "a questão das florestas tropicais é central na reflexão sobre novas geopolíticas, que devem ser pensadas de forma inventiva e inovadora".</p>
<p><strong>Presenças</strong></p>
<p>O seminário foi prestigiado por vários dirigentes de organismos de pesquisa e responsáveis pela implantação de políticas públicas ambientas. Pela</p>
<p>Além da secretária do Meio Ambiente, do diretor do IEA, do coordenador da Pró-Primatas Paulista, da diretora executiva da Fundação Florestal e do presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária, participaram:  pela SMA – Fernanda Bandeira de Melo, coordenadora de Fiscalização Ambiental, e Gilson Ferreira, coordenador  de Educação Ambiental; pela Pró-Primatas Paulistas –Leandro Jerusalinsky, coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), organismo do Ministério do Meio Ambiente; Paulo Bressan, diretor presidente da Fundação Zoológico do Estado de São Paulo; e Ítalo Mazarella, presidente interino da Fundação Florestal do Estado de São Paulo; outras presenças de destaque – Cleiton Ferreira Lima, presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, e Jean Paul Metzer, coordenador do Grupo de Pesquisa Serviços dos Ecossistemas do IEA.</p>
<p>Enviaram mensagens de congratulações pela iniciativa o novo presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Cláudio Maretti, e Fábio Feldmann, atualmente consultor na área ambiental e de sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Pró-Primatas Paulistas; Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-03T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-inicio-da-primatologia-no-brasil">
    <title>Milton Thiago de Mello e a organização da primatologia no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-inicio-da-primatologia-no-brasil</link>
    <description>O primatologista Milton Thiago de Mello participou como convidado especial do seminário "Pró-Primatas Paulistas", no dia 12 de maio. Na ocasião, Mello historiou o processo de organização da primatologia no Brasil e seu próprio envolvimento com a área.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/milton-thiago-de-mello" alt="Milton Thiago de Mello" class="image-inline" title="Milton Thiago de Mello" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>O primatologista Milton Thiago de Mello</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A primatologia brasileira teve início apenas nos anos 70, e com o estudo de uma espécie exótica, o macaco rhesus (</span><i>Macaca mulatta</i><span>), mesmo com o país contando com </span>123 espécies e subespécies de primatas, ¼ de todas as existentes no mundo.</p>
<p>Em 1932, 100 macacos rhesus importados da Índia para pesquisas da vacina da febre amarela foram alojados na Ilha do Pinheiro, na Baia da Guanabara, próxima da sede do Instituto Oswaldo Cruz. Ainda nos anos 30, o instituto recebeu duas doações de rhesus patrocinadas pela Fundação Rockfeller, 13 animais em 1937 e 20 em 1939.</p>
<p>Alguns primatologistas começaram a estudar esses animais. "O primeiro foi Adelmar Faria Coimbra-Filho, depois foi a vez de Dóris Santos Faria, que fez uma pesquisa fundamental sobre a inversão reprodutiva dos rhesus", comentou o primatologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/milton-thiago-de-mello" class="external-link">Milton Thiago de Mello</a>, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária, na aula que proferiu na abertura do seminário <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas" class="external-link">Pró-Primatas Paulistas</a></i>, no dia 12 de maio, na qualidade de convidado especial do encontro.</p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>Em plena atividade aos 93 anos, Mello <span>tratou em sua aula da organização da primatologia no Brasil e de como ele próprio se tornou primatologista. </span></p>
<p><span>Ele disse que o interesse pelos primatas brasileiros já era comum antes mesmo da chegada dos portugueses, quando as crianças índias os mantinham como mascotes (chirimbabos), principalmente os barrigudos, macacos-prego,macacos-aranha e micos, que eram apreciados pelas jovens índias.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Aula de Milton Thiago de Mello no seminário "Pró-Primatas Paulistas"</strong></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-1" class="external-link">Vídeo</a> (a partir do minuto 21)</span></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Seminário Pró-Primatas Paulistas</strong></p>
<ul>
<li>Vídeos<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-1" class="external-link">Parte 1</a> – <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-2" class="external-link">Parte 2</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas" class="external-link">Notícia</a><br /></span><span>"Comissão estadual de proteção aos primatas paulistas lança plano de ação"</span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Depois, as jovens europeias também adotaram os micos como bichos de estimação. A respeito disso, Mello citou frase escrita por um naturalista alemão: "Saguis são pequenos animais verdadeiramente mimosos e bonitos, mas de natureza muito delicada e franzina. Muitos são enviados anualmente do Brasil para a Holanda, a fim de com eles se distraírem as moças desocupadas”.</p>
<p>No entanto, segundo Mello, só no início do século 20 começou a fase científica do trato com primatas, "com os trabalhos de uns poucos pesquisadores no Rio de Janeiro e em São Paulo descrevendo doenças causadas por ecto e endoparasitos e utilizando primatas em pesquisas médicas".</p>
<p><strong>Impulso</strong></p>
<p><span>Dois fatos ocorridos na década de 70 deram grande impulso à organização da primatologia brasileira, segundo Mello: a criação de centros de primatologia para três biomas brasileiros (o Centro de Primatologia do Rio de Janeiro, para a Mata Atlântica; o Centro Nacional de Primatas de Belém, para a Amazônia; e o Centro de Primatologia da Universidade de Brasília, para o Cerrado) e a fundação da Sociedade Brasileira de Primatologia (SBPr).</span></p>
<p><span>Mello disse que não é verdade, como alguns dizem, que a primatologia brasileira só passou a existir depois da criação da SBPr, em 1979. "Havia gente interessa em primatas, mas não havia nada organizado; as pessoas estavam dispersas, isoladas ou em pequenos grupos em universidades e instituições de pesquisa". </span></p>
<p>Em 1983, outros dois fatos contribuíram para o fortalecimento da primatologia no Brasil: o início dos congressos brasileiros da disciplina, organizados pela SBPr, e o <span>início da série de cursos de especialização latu sensu em primatologia, organizados pela UnB e com Mello como responsável por 25 anos.</span></p>
<p>De acordo com ele, "os congressos e os cursos fizeram com que a primatologia brasileira se organizasse e hoje seja considerada a mais importante do mundo em países habitat de primatas, estando prestes a se tornar a mais importante do mundo em países habitat ou não habitat".</p>
<p><span><strong>Trajetória</strong></span></p>
<p>Mello disse que foi para o Instituto Oswaldo Cruz nos anos 40 para fazer pesquisa em microbiologia: "Havia uma doença em que ninguém dava jeito (e até hoje não se deu), a brucelose, e eu cismei em utilizar os macacos rhesus da Ilha Pinheiro para as minhas pesquisas". Tempos depois, foi convidado a <span>fazer pesquisas sobre a doença nos Estados Unidos, com a utilização de macacos de uma colônia em São Francisco sob a responsabilidade</span><span> do microbiologista Carl Meyer, que "fez de tudo na área, tendo sido inclusive o definidor do gênero <i>Brucella".</i></span></p>
<p>Quando Mello voltou ao Brasil, foi para a Universidade de Brasília (UnB) e perguntou ao então reitor quem se interessava por macacos na universidade. A resposta foi de que não havia ninguém na UnB que pesquisasse primatas, "apenas um pesquisador que tinha três micos numa gaiola e se dizia primatologista". O reitor citou também o trabalho de <span>Adelmar Faria Coimbra-Filho no Rio de Janeiro.</span></p>
<p><span>Mello disse que ficou irritado por não haver gente em número suficiente no Brasil que trabalhasse com macacos. Foi então que decidiu que era preciso formar primatologistas, apesar de ser advertido pelo reitor da UnB de que não havia mercado no país para esses especialistas. </span><span>"Respondi a ele que começaria justamente com um congresso de primatologia, e ele entrou em crise", comentou. </span></p>
<p><strong>Congresso</strong></p>
<p><span>Para produzir o 1º Congresso Brasileiro de Primatologia em 1983, em Belo Horizonte, realizado em paralelo ao Congresso Brasileiro de Zoologia, Mello convidou seus amigos no exterior, pesquisadores que haviam trabalhado com a inoculação de rhesus para a produção de vacinas e outros pesquisadores. "Dessa gente surgiu o congresso e os trabalhos apresentados resultaram num volume com mais de 400 páginas", afirmou. </span></p>
<p><span></span>Mello concluiu dizendo que "n<span>ada vai para a frente sem a formação de recursos humanos: na época do 1º congresso, se apertássemos, sobrariam umas 20 pessoas; atualmente, cada congresso tem pelo menos 300 participantes, além dos jovens estudantes".</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Serviços de Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Zoologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rainforest Business School</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Etnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-08T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-do-brasil-na-agenda-da-conservacao-da-biodiversidade">
    <title>O papel do Brasil na agenda da conservação da biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-do-brasil-na-agenda-da-conservacao-da-biodiversidade</link>
    <description>Tema será debatido no painel "A Agenda Internacional da Conservação da Biodiversidade e o Papel do Brasil", a ser realizado no dia 11 de junho, às 10 horas. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/copy_of_FlorestaAmaznica.jpg" alt="Floresta Amazônica. Foto: Cecilia Bastos/Jornal da USP" class="image-right" title="Floresta Amazônica. Foto: Cecilia Bastos/Jornal da USP" />As contribuições e estratégias do Brasil para o uso sustentável da diversidade biológica serão discutidas no painel <i>A Agenda Internacional da Conservação da Biodiversidade e o Papel do Brasil</i>, que acontece no dia <strong>11 de junho, às 10 horas</strong>, no auditório Prof. Oswaldo Fadigas Fontes Torres da Superintendência de Tecnologia e Informação (STI) da USP.</p>
<p>O evento tratará particularmente do programa de trabalho da Plataforma Intergovernamental em Biodiversidade e Serviços de Ecossistemas (IPBES, na sigla em inglês) e dos desafios e oportunidades da agenda da Convenção da Diversidade Biológica (CDB) no contexto do desenvolvimento sustentável e das mudanças climáticas, ambas instituições vinculadas à ONU.</p>
<p>A abertura do painel ficará a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-eduardo-krieger" class="external-link">José Eduardo Krieger</a>, pró-reitor de Pesquisa da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a>, pró-reitor adjunto de Pesquisa da USP e coordenador do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Biodiversidade e Computação (BioComp). Os expositores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/braulio-ferreira-de-souza-dias" class="external-link">Braulio Ferreira de Souza Dias</a>, secretário executivo da CDB, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/carlos-alfredo-joly" class="external-link">Carlos Alfredo Joly</a>, membro do Painel de Especialistas Multidisciplinares (MEP, na sigla em inglês) da IPBES e coordenador do projeto Biota-Fapesp.</p>
<p>Após as exposições de Dias e Joly, haverá um debate sobre o tema com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-goldemberg" class="external-link">José Goldemberg</a>, ex-reitor da USP e professor emérito do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jacques-marcovitch" class="external-link">Jacques Marcovitch</a>, ex-reitor da USP, ex-diretor do IEA e professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro de Oliveira Costa</a>, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e assessor da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.</p>
<p>Entre as questões a serem abordadas estão o que se espera do Brasil e da universidade em relação à conservação da biodiversidade e à elaboração de políticas públicas para a área.</p>
<p>O painel é uma iniciativa conjunta do<span> BioComp, da P<span>ró-Reitoria de Pesquisa da USP</span>, do IEA, da <span>Escola Politécnica (Poli) </span>e do Instituto de Biociências (IB) da USP.</span></p>
<p><span>Interessados em participar do evento devem fazer inscrição prévia </span><a class="external-link" href="http://www2.pcs.usp.br/inscricao/">aqui</a><span>.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i>A Agenda Internacional da Conservação da Biodiversidade e o Papel do Brasil<br /></i></strong><i>11 de junho, às 10 horas<br /></i><i>Auditório Prof. Oswaldo Fadigas Fontes Torres, Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3, nº 71, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.google.com.br/maps/place/STI+Superinted%C3%AAncia+de+Tecnologia+da+Informa%C3%A7%C3%A3o+-+USP/@-23.55757,-46.731838,17z/data=!3m1!4b1!4m2!3m1!1s0x94ce5616997d3677:0x5ae15bb774bfcd48?hl=pt-BRhttps://www.google.com.br/maps/place/STI+Superinted%C3%AAncia+de+Tecnologia+da+Informa%C3%A7%C3%A3o+-+USP/@-23.55757,-46.731838,17z/data=!3m1!4b1!4m2!3m1!1s0x94ce5616997d3677:0x5ae15bb774bfcd48?hl=pt-BR">localização</a>)<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante <a class="external-link" href="http://www2.pcs.usp.br/inscricao/">inscrição</a> prévia – Transmissão ao vivo pela <a class="external-link" href="http://iptv.usp.br/portal/home">web</a><br /></i><i>Informações: Sandra Sedini, telefone (11) 3091-1678 ou e-mail sadini@usp.br<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conservacao-da-biodiversidade">www.iea.usp.br/eventos/conservacao-da-biodiversidade</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Cecília Bastos/Jornal da USP </span></p>
<p><i> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-03T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
