<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 221 to 235.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/diplomacia-cientifica-e-da-inovacao-e-tema-de-escola-sao-paulo-de-ciencia-avancada" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/as-duas-culturas-60-anos" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencias-e-humanidades" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/2o-congresso-de-historia-da-ciencia-e-da-tecnica-desafios-contemporaneos-10-de-abril-de-2019" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/posse-paulo-herkenhoff-helena-nader" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-responsabilidade-do-cientista-na-propagacao-das-pseudociencias" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/pseudociencias-e-a-responsabilidade-dos-cientistas" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/conversa-sobre-o-sistemico-e-o-complexo-13-de-marco-de-2019" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/um-centro-de-pensamento-sobre-o-pais" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-etica-socioambiental" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/tecnica-desenvolvida-no-brasil-visa-ao-transplante-de-orgaos-de-porcos-para-humanos" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/sistemico-e-o-complexo" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/reitor-do-instituto-de-tecnologia-de-israel-fala-sobre-o-modelo-de-inovacao-que-transformou-o-pais-na-201cnacao-start-up201d" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-desafios-da-ciencia-no-brasil" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/os-desafios-da-ciencia-no-brasil" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/diplomacia-cientifica-e-da-inovacao-e-tema-de-escola-sao-paulo-de-ciencia-avancada">
    <title>Diplomacia científica e da inovação é tema de Escola São Paulo de Ciência Avançada</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/diplomacia-cientifica-e-da-inovacao-e-tema-de-escola-sao-paulo-de-ciencia-avancada</link>
    <description>Escola São Paulo de Ciência Avançada em Diplomacia Científica e da Inovação será realizada na USP de 21 a 30 de agosto, numa iniciativa do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, em parceria com o IEA e o Centro de Estudos das Negociações Internacionais (Caeni) da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a class="external-link" href="http://old.sesame.org.jo/sesame/"><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/edificio-principal-do-sesame-jordania/image" alt="Edifício principal do Sesame, Jordânia" title="Edifício principal do Sesame, Jordânia" height="161" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Centro de pesquisa Sesame, fonte de luz síncrotron instalada na Jordânia graças a parceria de vários países do Oriente Médio; o físico Eliezer Rabinovici, ex-vice-presidente do centro, já confirmou participação na Escola São Paulo de Ciência Avançada em Diplomacia Científica e da Innovação</dd>
</dl></a>Pós-graduandos brasileiros e estrangeiros de qualquer área têm <strong>até 5 de maio</strong> para se candidatarem a uma das 80 vagas da<i> Escola São Paulo de Ciência Avançada em Diplomacia Científica e da Inovação</i>, que será realizada no Auditório do IEA de <strong>21 a 30 de agosto</strong>.</p>
<p>Organizada pelo <a class="external-link" href="http://www.iri.usp.br/">Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP</a>, em parceria com o IEA e o <a class="external-link" href="https://caeni.com.br/">Centro de Estudos das Negociações Internacionais (Caeni) da USP</a>, a escola é financiada pelo programa Escola São Paulo de Ciência Avançada da Fapesp.</p>
<p>Participarão como expositores representantes do setor privado, governos, universidades e organismos internacionais, que apresentarão casos e temas de fronteira da diplomacia científica e da inovação.</p>
<p>Serão escolhidos 40 pós-graduandos nacionais e 40 estrangeiros. Os candidatos devem preencher formulário online em <a href="http://www.innscidsp.com">www.innscidsp.com</a> e enviar, em formato PDF: carta sobre motivação para participar da escola (uma página), descrição de sua pesquisa atual (até duas páginas) e currículo (até cinco páginas.).</p>
<p>A lista com os selecionados será divulgada no dia 15 de maio. Mais informações podem ser solicitadas em mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:innnscidsp@usp.br">innnscidsp@usp.br</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>curso</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-25T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-duas-culturas-60-anos">
    <title>A transdisciplinaridade 60 anos depois de ‘As Duas Culturas’ de C. P. Snow</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-duas-culturas-60-anos</link>
    <description>A conversa "Ciências e Humanidades Sessenta Anos depois", no dia 7 de maio, às 15h, discutirá o estágio atual da transdisciplinaridade, defendida por C. P. Snow em sua célebre conferência "As Duas Culturas", em 1959. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-de-the-two-cultures/image" alt="Capa de 'The Two Cultures&quot;" title="Capa de 'The Two Cultures&quot;" height="575" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">A conferência de C. P. Snow foi publicada no mesmo ano, 1959, como  parte do livro ''The Two Cultures and the Scientific Revolution''</dd>
</dl></p>
<p>O sexagésimo aniversário da célebre conferência<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/The_Two_Cultures" target="_blank"> “Two Cultures”</a>, proferida pelo físico molecular e romancista britânico C. P. Snow (1905-1980) na Universidade de Cambridge, Reino Unido, "é uma excelente oportunidade para refletir sobre a transdisciplinaridade e as profícuas aproximações que ela pode promover entre ciências e humanidades", de acordo com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga">José Eli da Veiga</a>, professor sênior do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP.</p>
<p>Essa reflexão será feita no dia <strong>7 de maio</strong> (data exata do aniversário da conferência de Snow), às 15h, na conversa <i>Ciências e Humanidades Sessenta Anos depois</i>, que terá como referência os benefícios da transdisciplinaridade na <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Earth_system_science" target="_blank">Earth system science</a> (ciência do sistema Terra) e na <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sustainability_science" target="_blank">sustainability science</a> (ciência da sustentabilidade)<i>.</i></p>
<p>Os participantes serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-abramovay">Ricardo Abramovay</a>, também professor sênior do IEE-USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonia-maria-barros-de-oliveira">Sonia Maria Barros de Oliveira</a>, do Instituto de Geociências (IGc) da USP. A coordenação estará a cargo de Veiga.</p>
<p>A participação no encontro é gratuita, aberta a todos os interessados e não requer inscrição. Acompanhar o evento <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet também não requer inscrição.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/c-p-snow/image" alt="C. P. Snow" title="C. P. Snow" height="384" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O físico molecular e romancista C. P. Snow </dd>
</dl></p>
<p><strong>Sustentabilidade</strong></p>
<p>Segundo Veiga, algo muito significativo parece estar ocorrendo com a ciência do sistema Terra, desde os anos 80, e emergência da ciência da sustentabilidade, desde a virada  do milênio. "Periódicos científicos e programas acadêmicos voltados a tais abordagens transdisciplinares têm se multiplicado desde a notável '<a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Declaracao%20de%20Amsterda%CC%83%201975.pdf" target="_blank">Declaração de Amsterdã</a>', adotada em 2001 no congresso científico mundial <a class="external-link" href="https://link.springer.com/book/10.1007/978-3-642-19016-2">Challenges of a Changing Earth 2001</a>. E, desde o início de 2018, conta-se com o periódico de primeira linha '<a href="https://www.nature.com/natsustain/" target="_blank">Nature Sustainability</a>'."</p>
<p>Ele alerta, porém, que o desafio de qualquer abordagem transdisciplinar "esbarra em inúmeras formas da forte inércia da fragmentação das ciências, entre as quais se destaca o imenso distanciamento gerado/agravado no século passado entre as 'da natureza' e as 'humanas/sociais'. Daí a necessidade de avaliar "o quanto a mudança/transformação exigida por tal desafio poderá realmente se mostrar factível ao longo das próximas décadas (ou do século 21)".</p>
<p>Os participantes e o coordenador da conversa integraram durante muitos anos o <a class="external-link" href="http://www.iee.usp.br/pos/?q=pt-br/procam">Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam)</a> do IEE-USP. Veiga avalia que a referência apenas à ciência ambiental no título do programa deve-se ao fato de ele ter sido criado "em contexto histórico bem diverso, que precedeu a própria consagração do ideal de 'desenvolvimento sustentável', entre 1987 e 1992". Se não fosse assim, o nome do programa "certamente enfatizaria a ciência da sustentabilidade, como apropriadamente fez seu congênere na Each [Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP], criado mais de 20 anos depois, em 2011".</p>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<hr />
<p><i><strong> Ciências e Humanidades Sessenta Anos depois<br /></strong></i><i>7 de maio, 15h<br /></i><i><i>Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i></i><i><i>Evento público e gratuito; não é preciso se inscrever para acompanhá-lo presencialmente ou pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet<br /></a></i></i><i><i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i></i></i><i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencias-e-humanidades" class="external-link">Página do evento</a></i></i></i></p>
<p> </p>
<p><i><i><i> </i></i></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): 1) arquivo IEA; 2) Universidade de Cambridge, Reino Unido</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-24T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencias-e-humanidades">
    <title>Ciências e Humanidades Sessenta Anos Depois </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciencias-e-humanidades</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O exato sexagésimo aniversário da célebre conferência<a class="external-link" href="https://en.wikipedia.org/wiki/The_Two_Cultures"> “<i>Two cultures</i>”, de C. P. SNOW</a> (Cambridge, 7/mai/59), pode ser uma excelente oportunidade para se refletir sobre a transdisciplinaridade que pode promover profícuas aproximações entre ciências e humanidades. Algo muito significativo parece estar ocorrendo com a <a class="external-link" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Earth_system_science">“Earth System Science”</a>, desde os anos 1980, e com a emergência da <a class="external-link" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sustainability_science">“<i>Sustainability Science</i>” </a>(<strong><i>Sustain Sci</i></strong>), desde a virada do milênio.</p>
<p>Periódicos científicos e programas acadêmicos voltados a tais abordagens transdisciplinares têm se multiplicado desde a notável <a class="external-link" href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Declaracao%20de%20Amsterda%CC%83%201975.pdf">“Declaração de Amsterdã”</a>, adotada em 2001 no congresso científico mundial intitulado “<i>Challenges of a Changing Earth 2001</i>”. E, desde o início de 2018, conta-se com o periódico de primeira linha intitulado <a class="external-link" href="https://www.nature.com/natsustain/">“<i><span style="text-decoration: underline;">Nature Sustainability</span></i>”</a>.</p>
<p>Os três participantes desta conversa por muitos anos estiveram envolvidos com o Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam/IEE/USP), que só tem tão estranho título porque criado em contexto histórico bem diverso, que até precedeu a própria consagração do ideal “Desenvolvimento Sustentável”, entre 1987 e 1992. Se assim não fosse, certamente enfatizaria a ciência da sustentabilidade, como apropriadamente fez seu congênere da EACH/USP, criado mais de vinte anos depois, em 2011.</p>
<p>Ocorre que o desafio de qualquer abordagem transdisciplinar esbarra em inúmeras formas da forte inércia da fragmentação das ciências, entre as quais se destaca o imenso distanciamento gerado/agravado no século passado entre as “da natureza” e as “humanas/sociais”. Daí a necessidade de se avaliar o quanto a mudança/transformação exigida por tal desafio poderá realmente se mostrar factível ao longo das próximas décadas (ou do século 21).</p>
<p><strong>Exposição</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-abramovay" class="external-link">Ricardo Abramovay</a> <span>(Procam IEE USP)</span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonia-maria-barros-de-oliveira" class="external-link">Sonia Maria Barros de Oliveira</a> <span>(IGc/USP)</span></span></p>
<p><span><strong>Coordenação</strong></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> <span>(Procam IEE USP)</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-12T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/2o-congresso-de-historia-da-ciencia-e-da-tecnica-desafios-contemporaneos-10-de-abril-de-2019">
    <title>2º Congresso de História da Ciência e da Técnica: Desafios Contemporâneos - Conferência de abertura - 10 de abril de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/2o-congresso-de-historia-da-ciencia-e-da-tecnica-desafios-contemporaneos-10-de-abril-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/posse-paulo-herkenhoff-helena-nader">
    <title>Paulo Herkenhoff e Helena Nader: diálogo entre arte e ciência em defesa da educação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/posse-paulo-herkenhoff-helena-nader</link>
    <description>Em cerimônia na Sala do Conselho Universitário, no dia 28 de março, o curador, historiador e crítico de arte Paulo Herkenhoff e a bioquímica Helena Nader, professora da Unifesp, tomaram posse como os novos titulares da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cerimonia-de-posse-de-paulo-herkenhoff-e-helena-nader-na-catedra-olavo-setubal-28-3-2019/image" alt="Cerimônia de posse de Paulo Herkenhoff e Helena Nader na Cátedra Olavo Setubal - 28/3/2019" title="Cerimônia de posse de Paulo Herkenhoff e Helena Nader na Cátedra Olavo Setubal - 28/3/2019" height="256" width="600" style="float: right; " /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Solenidade de posse de Paulo Herkenhoff e Helena Nader e encerramento da titularidade de Eliana Sousa Silva realizou-se na Sala do Conselho Universitário</dd>
</dl>Em cerimônia fortemente marcada pela defesa das artes, da ciência, da educação e da cultura em geral, no dia 28 de março, o curador, historiador e crítico de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a> e a bioquímica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, professora da Unifesp, tomaram posse como novos titulares da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>.<br /><br /><span>Prestigiado por dirigentes e docentes da USP, de outras universidades e de instituições culturais, o evento na Sala do Conselho Universitário foi aberto pelo professor </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a><span>, coordenador acadêmico da cátedra e ex-diretor do IEA. Ele afirmou que o inusitado da escolha de dois titulares para este ano, um ligado às artes visuais e outro à ciência, em vez de apenas um como nos três anos anteriores, reflete o interesse da cátedra em trabalhar como “um laboratório de interdisciplinaridade que almeja à transdisciplinaridade”.</span></p>
<p><span><br /></span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dois-novos-titulares-2019" class="external-link">Paulo Herkenhoff e Helena Nader serão os novos titulares da Cátedra Olavo Setubal</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/posse-de-helena-nader-e-paulo-herkenhoff-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/posse-de-helena-nader-e-paulo-herkenhoff-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia-28-de-marco-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Textos</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/discurso-grossmann-posse-herkenhoff-nader" class="external-link">Discurso de Martin Grossmann na abertura da cerimônia</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/posse-helena-nader-catedra" class="external-link">Discurso de posse de Helena Nader</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/saudacao-chrysostomo-herkenhoff/" class="external-link">Saudação de Luiz Chrysostomo a Paulo Herkenhoff</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/posse-paulo-herkenhoff-catedra" class="external-link">Discurso de posse de Paulo Herkenhoff</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/discurso-encerramento-eliana-sousa-silva-catedra" class="external-link">Discurso de encerramento da titularidade de Eliana Sousa Silva</a></li>
</ul>
<hr />
<i><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Leia mais notícias sobre a Cátedra Olavo Setubal</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Vice-diretor do IEA e atual coordenador do Conselho Diretivo da rede internacional <a class="external-link" href="http://www;ubias.net">Ubias</a>, que congrega 42 IEAs de universidades de todos os continentes, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> destacou que uma das propostas desses institutos é aumentar a porosidade de suas universidades, criando canais de comunicação e envolvendo o tecido dessas instituições. “Cátedras como a Olavo Setubal são essenciais para essa porosidade.”</p>
<p>Plonski relacionou o perfil da cátedra e seu patrono. Para ele, assim como Olavo Setubal foi empreendedor, industrial, banqueiro, prefeito e chanceler, é natural que a cátedra trate simultaneamente de arte e ciências com os novos titulares.</p>
<p><strong>Educação cultural</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-saron" class="external-link">Eduardo Saron</a>, diretor do Itaú Cultural, instituição parceira do IEA na cátedra e sua patrocinadora, destacou a importância dos dois novos titulares em seus campos de atuação: “Paulo é o mais importante curador vivo brasileiro das artes visuais; Helena é uma cientista que entende a importância de a pesquisa se aproximar da sociedade”. Ao nomear os dois como titulares, a cátedra demonstra sua preocupação com “as relações entre ciência e sociedade e com a educação cultural”, acrescentou.</p>
<p>Mesmo considerando importante a democratização do acesso à arte e à cultural em geral, Saron afirmou que é preciso haver uma reorganização em busca de um novo paradigma, no qual “a democratização não pode prescindir da participação”.  Em consonância com esse pensamento, ele lembrou que o artigo 27 da “Declaração dos Direitos Humanos” define como um direito a participação de toda pessoa na vida cultura, inclusive no progresso científico.</p>
<p>A educadora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/neca-setubal" class="external-link">Maria Alice Setubal</a> representou a família de Olavo Setubal na cerimônia. Ela disse ser muito significativa a escolha de Herkenhoff com um dos titulares, ressaltando a atuação de seu pai como colecionador de arte. Também no caso da nomeação de Helena como nova titular, Maria Alice viu uma confluência com as preocupações de Olavo Setubal: “Num momento em que o conhecimento é tão desqualificado, é muito significativo que a cátedra eleja a questão da ciência como uma de suas preocupações. Meu pai era muito iluminista. No entanto, não valorizava qualquer conhecimento, e costumava dizer que ‘ética é inegociável’. Portanto, estamos falando aqui de conhecimento e valores.”</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maria-alice-setubal-28-3-2019/image" alt="Maria Alice Setubal - 28/3/2019" title="Maria Alice Setubal - 28/3/2019" height="380" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Maria Alice Setubal representou a família do patrono da cátedra</dd>
</dl>Assim como os demais oradores, Maria Alice elogiou o trabalho desenvolvido pela educadora e ativista cultural e social <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a>, diretora da <a class="external-link" href="https://redesdamare.org.br/">Redes da Maré</a>, em seu período como titular da cátedra, encerrado com a posse dos novos titulares. Mesmo com o término de sua titularidade, Eliana continuará atuando no IEA, a partir de agora como professora visitante, o que lhe permitirá dar continuidade aos projetos desenvolvidos em 2018 e início de 2019.</p>
<p>Coube à bioquímica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/regina-pekelmann-markus" class="external-link">Regina Pekelmann Markus</a>, professora do Instituto de Biociências e conselheira do IEA, fazer o discurso de saudação a Helena Nader. A fala de Regina foi apresentada em vídeo, uma vez que ela estava fora do país. Elas são amigas desde 1967, quando ingressaram no curso da bioquímica da então Escola Paulista de Medicina, hoje Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde Helena é professora titular desde 1989.</p>
<p>Regina destacou a dedicação de Helena à pesquisa – ela é uma das maiores especialistas do mundo em heparina e heparan sulfato, substâncias produzidas pelo tecido animal importantes na anticoagulação e processos de desenvolvimento.</p>
<p><strong>Liderança acadêmica</strong></p>
<p>A atuação de Helena como liderança acadêmica também foi frisada por Regina, lembrado que esse papel “a levou a se tornar pró-reitora de Graduação e ao enfrentamento de inúmeras dificuldades para criar o exame vestibular da Unifesp”.</p>
<p>Disse ainda que Helena “assumiu a causa da política científica e tecnológica brasileira” quando surgiu um movimento em busca de novas lideranças na SBPC, sendo eleita vice-presidente da instituição em 2007, a partir de indicação da própria Regina. Helena foi vice-presidente por dois mandatos, até 2011, e em seguida foi eleita presidente da SBPC, por três mandatos (2011-2017).</p>
<p>Bastante emocionada com as palavras de Regina, Helena lembrou a preocupação do cientista e novelista britânico Charles Percy Snow nos anos 50 com a divisão da vida intelectual entre uma cultura da ciência e outra das humanidades e das artes.</p>
<p>“No Iluminismo, o racionalismo passou a ver a ciência como o método correto de ver o mundo”, afirmou. No entanto, ela considera que as barreiras entre a ciência e a arte “estão deixando de existir, pois há apenas um mundo lá fora”.</p>
<p>Um dos vários trabalhos de diálogo entre ciência e arte citados por Helena foi o da psiquiatra Nise da Silveira (1905-1999) no “tratamento humanizado” de portadores de doenças psíquicas por meio da produção artística. “Ela usou a arte como resposta ao sofrimento psíquico”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:450px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/helena-nader-e-paulo-herkenhoff-28-3-2019/image" alt="Helena Nader e Paulo Herkenhoff - 28/3/2019" title="Helena Nader e Paulo Herkenhoff - 28/3/2019" height="296" width="450" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:450px;">Helena Nader e Paulo Herkenhoff: parceria entre ciência e arte</dd>
</dl></p>
<p><strong>Tríade</strong><br />Para Helena, a ciência e a arte devem ser completadas pelo direito de todos à educação, “para que se forme uma tríade em favor de um mundo solidário e justo”.</p>
<p>A promoção da inter e da transdisciplinaridade em iniciativas como a Cátedra Olavo Setubal é de suma importância para o Brasil, disse Helena, ainda mais num momento em que “se questiona a ciência e o desenvolvimento intelectual, fala-se em terraplanismo, há uma negação dos corpos e um pseudomoralismo nas artes a partir de valores não compartilhados”. A seu ver, “estamos diante do desafio de enfrentar uma cultura hegemônica e totalitária que não aceita a diversidade”.</p>
<p>Paulo Herkenhoff foi saudado pelo economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-chrysostomo-de-oliveira-filho" class="external-link">Luiz Chrysostomo</a>, conselheiro do Museu de Arte do Rio (MAR), concebido por Herkenhoff, que também foi o primeiro diretor da instituição (2013-2016). Ele falou sobre a intensidade, método, interesses e preocupações do catedrático em seus trabalhos em várias áreas ligadas às artes visuais desde os anos 70.</p>
<p>Chrysostomo relembrou diversas realizações de Herkenhoff que marcaram o panorama artístico brasileiro, como a curadoria-geral da 24ª Bienal de São Paulo (1998), também conhecida como a “Bienal da Antropofagia", e a restauração e revitalização do Museu Nacional de Belas Artes, quando foi seu diretor (2003-2006).</p>
<p>Além do trabalho como gestor e curador, Chrysostomo destacou ainda a atuação de Herkenhoff no resgate de artistas concretistas e da contribuição de vários modernistas e contemporâneos, o trabalho com várias coleções e a produção de obras de crítica e história da arte. “Só nos últimos 20 anos foram cerca de cem publicações sobre pintura, desenho, fotografia, escultura, mobiliário e instituições.”</p>
<p>“Aos 70 anos, só me interessa o que não sei. Tenho pouco tempo para o que sei. Isso é uma oportunidade para desenvolver o diálogo”, disse Herkenhoff no início de seu discurso, acrescentando que seu trabalho na cátedra em parceria com a ciência já começou: “Estou terminando um livro sobre o estilo do pintor Fernando Lindote, mas, depois de uma conversa com Helena, vou ter de reescrever um capítulo”.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eliana-sousa-silva-28-3-2019/image" alt="Eliana Sousa Silva - 28/3/2019" title="Eliana Sousa Silva - 28/3/2019" height="377" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Eliana Sousa Silva continuará a desenvolver projetos ligados à cátedra</dd>
</dl></p>
<p><strong>Nova barbárie</strong></p>
<p>Herkenhoff classificou o período atual do país como uma nova barbárie. “É preciso se preparar e reagir a ela.” A partir de dois sentidos usuais do verbo “conter”, ele disse que o momento exige respostas à pergunta “o Estado pode conter o indivíduo, a sociedade civil?”.</p>
<p>Para ele, o Estado não pode impedir a busca da igualdade, a criação simbólica e o pensamento científico, bem como não pode abranger os sonhos dos indivíduos e da sociedade: “O Estado não pode conter o que a sociedade pensa.”</p>
<p>Em relação à Lei Rouanet, ele defendeu a descentralização geográfica dos patrocínios. “Acho que a descentralização via Pontos de Cultura não foi levada à sua plenitude no plano geográfico”. Em sua opinião, é preciso pensar em como aplicar distributivamente os benefícios da Lei Rouanet. Ele sugeriu a criação de um mecanismo no qual para cada centavo doado por uma empresa o Estado abateria mais um centavo para um fundo nacional, tendo em vista a redistribuição.</p>
<p>Em sua fala de despedida como titular, Eliana disse que ao ser convidada a integrar a cátedra ficou com dúvidas de como seria sua inserção no Instituto, mas que elas se dissiparam com acolhimento, abertura e colaboração que teve de todos, dirigentes da Universidade e do IEA, pesquisadores e funcionários.</p>
<p><strong>Periferia</strong></p>
<p>Ela lembrou que na primeira conversa que teve com o reitor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan Agopyan</a>, este manifestou que uma de suas prioridades de gestão era buscar uma aproximação com as comunidades vizinhas à USP. “A periferia é potência e pode contribuir na reflexão sobre a relação da universidade com a sociedade”, afirmou Eliana.</p>
<p>Os três projetos encabeçados por ela que terão continuidade são: o ciclo Centralidades Periféricas, com seminários com artistas e produtores culturais das periferias de várias grandes cidades do país; o censo das comunidades Jardim São Remo, Jardim Keralux e Vila Guaraciaba; e a criação de uma plataforma digital para reunir toda a produção acadêmica da USP sobre a periferia.</p>
<p>Ao finalizar, Eliana disse esperar que sua contribuição com a cátedra colabore para que a USP “se torne mais negra e menos desigual”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/vahan-agopyan-28-3-2019/image" alt="Vahan Agopyan - 28/3/2019" title="Vahan Agopyan - 28/3/2019" height="386" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Vahan Agopyan: ''As boas universidades incomodam porque estimulam as pessoas a pensar''</dd>
</dl><strong>Sociedade</strong></p>
<p>O reitor Vahan Agopyan destacou a importância de cátedras como a Olavo Setubal e outras existentes na universidade como instrumentos de interação com a comunidade externa à USP. “Estamos convivendo com ataques diários à universidade pública, gratuita e de qualidade. Precisamos ter o apoio da sociedade para que forças que se sentem incomodadas não tenham a ousadia que estão tendo no momento. Nós incomodamos sim. Todas as boas universidades do mundo incomodam, pois cometemos o grande crime de estimular as pessoas a pensar”, disse.</p>
<p>A ênfase a ser dada na educação como componente essencial para que o desenvolvimento artístico, científico e cultural do país - fator destacado nas falas de Eliana, Helena e Herkenhoff -, foi ressaltada por Agopyan num histórico resumido sobre a transformação de São Paulo de província pobre a estado líder do país economicamente.</p>
<p>Ele lembrou a criação de cursos técnicos com a implantação do Liceu de Artes e Ofícios e na Escola de Comércio no século 19, as faculdades de várias áreas que se somaram à de Direito, a criação da USP, da Fapesp, da Unesp e da Unicamp, além da autonomia financeira e administrativa conquistada pelas universidades estaduais do estado em 1989. “A elite paulista acreditou na educação como fermento para o desenvolvimento”, finalizou.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): primeira, Marcos Santos/Jornal da USP; demais, Fernanda Rezende/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-02T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-responsabilidade-do-cientista-na-propagacao-das-pseudociencias">
    <title>Conferência discute responsabilidade do cientista na propagação das pseudociências</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-responsabilidade-do-cientista-na-propagacao-das-pseudociencias</link>
    <description>Evento, que é promovido pelo IEA-RP, traz a fundadora do Instituto Questão de Ciência Natália Pasternak Taschner</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><a href="https://sites.usp.br/iearp/wp-content/uploads/sites/405/2019/03/Cartaz-pseudociencia6-red.png" rel="lightbox[2398]" style="padding-left: 0px; "></a><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazpseudociencia6red.png/@@images/a7f646c2-b43e-40e1-b48a-0c2cc5bdc5b6.png" alt="" class="image-left" title="" />A propagação de práticas ligadas a pseudociências tem crescido na atualidade, trazendo preocupação ao meio científico. Para discutir a responsabilidade social do cientista e da universidade no combate à difusão desse tipo de informação, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) promove no dia <strong style="padding-left: 0px; ">11 de abril, a partir das 14h30</strong>, no <strong style="padding-left: 0px; ">Espaço de Eventos do IEA-RP</strong>, a conferência “<strong style="padding-left: 0px; ">Pseudociências e a responsabilidade dos cientistas</strong>“.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Nele, a bióloga e fundadora do Instituto Questão de Ciência Natália Pasternak Taschner vai abordar a importância de divulgar corretamente os conceitos científicos à sociedade e aos governantes, para evitar situações preocupantes que vemos hoje, como o movimento antivacina ou até mesmo o uso de pseudociências na formulação de políticas públicas.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">As inscrições são gratuitas e podem ser feitas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdgsTKojGL4kqPcy4qUkduVdAjEZGUo8wBX2Bz2ug3dH_umUw/viewform" style="padding-left: 0px; "><strong style="padding-left: 0px; ">clicando aqui.</strong></a></p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Natália Pasternak Taschner é bióloga e PhD com pós-doutorado em Microbiologia, na área de Genética Molecular de Bactérias, pela USP. Sócia-fundadora do blog de divulgação científica “Café na Bancada”, criou ainda a iniciativa “Cientistas Explicam”, que oferece palestras, aulas e oficinas para escolas, universidades, museus e institutos de pesquisa; é também fundadora do Instituto Questão de Ciência, que tem como objetivos apontar e corrigir a falsificação e a distorção do conhecimento científico na arena pública, promover a educação científica e apoiar o uso de evidências na formulação de políticas públicas. É ainda diretora no Brasil do festival internacional de divulgação científica Pint of Science, que leva palestras científicas a bares de mais de 80 cidades brasileiras.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Mais informações sobre o evento: <a style="padding-left: 0px; ">iearp@usp.br</a> ou (16) 3315 0368.</p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "> </p>
<hr />
<p><b>Pseudociências e a responsabilidade dos cientistas<br /></b><i>11 de abril, 14h30<br />Espaço de Eventos do IEA-RP<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdgsTKojGL4kqPcy4qUkduVdAjEZGUo8wBX2Bz2ug3dH_umUw/viewform">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pseudociencias-e-a-responsabilidade-dos-cientistas" class="external-link">Página do evento</a></i><b> </b></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pseudociências</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-27T19:06:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/pseudociencias-e-a-responsabilidade-dos-cientistas">
    <title>Pseudociências e a responsabilidade dos cientistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/pseudociencias-e-a-responsabilidade-dos-cientistas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">A propagação de práticas ligadas a pseudociências tem crescido na atualidade, trazendo preocupação ao meio científico. Para discutir a responsabilidade social do cientista e da universidade no combate à difusão desse tipo de informação, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) promove no dia <strong>11 de abril, a partir das 14h30</strong>, no <strong>Espaço de Eventos do IEA-RP</strong>, a conferência “<strong>Pseudociências e a responsabilidade dos cientistas</strong>“.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Nele, a bióloga e fundadora do Instituto Questão de Ciência Natália Pasternak Taschner vai abordar a importância de divulgar corretamente os conceitos científicos à sociedade e aos governantes, para evitar situações preocupantes que vemos hoje, como o movimento antivacina ou até mesmo o uso de pseudociências na formulação de políticas públicas.</p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><strong>Debatedora</strong></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><strong>Natália Pasternak Taschner (Instituto Questão de Ciência)</strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pseudociências</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-27T19:00:23Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/conversa-sobre-o-sistemico-e-o-complexo-13-de-marco-de-2019">
    <title>Conversa Sobre o Sistêmico e o Complexo - 13 de março de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/conversa-sobre-o-sistemico-e-o-complexo-13-de-marco-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Victor Matioli/IEA</dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sistemas Complexos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-21T19:17:31Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-centro-de-pensamento-sobre-o-pais">
    <title>Um centro de pensamento sobre o País</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-centro-de-pensamento-sobre-o-pais</link>
    <description>Importância da Academia Brasileira de Ciências e o panorama científico atual são os temas do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/abc.jpg/@@images/74869c37-39a0-4b6d-b49d-7eda0232fe0f.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Criada há mais de um século, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) contribui para o País não apenas como um órgão representativo da comunidade científica, mas principalmente atuando em discussões sobre temas importantes que resultam até mesmo em políticas públicas. Para falar sobre a importância da ABC e sobre o atual cenário brasileiro da ciência e tecnologia, o USP Analisa traz nesta semana o presidente da instituição, o físico Luiz Davidovich.</p>
<p>“De fato, eu considero a Academia Brasileira de Ciências como um centro de pensamento sobre o País, que congrega os melhores profissionais. Eu não tou falando somete de membros da academia. A gente conclama os especialistas a participar. Recentemente, nós fomos convocados pelo ministro de Minas e Energia, almirante Bento [Albuquerque], a colaborar com uma análise do que aconteceu na represa de Brumadinho e já formamos um grupo de engenheiros especializados no assunto”, afirma.</p>
<p>Davidovich destaca também a necessidade de se aumentar os investimentos em ciência e tecnologia como fundamental para retomar o crescimento econômico e cita exemplos internacionais. “A China está com pouco mais de 2% do PIB investido em ciência e tecnologia e quer chegar, em 2020, a 2,5%. Diante da crise global, eles têm problemas imensos, problemas de inclusão social até piores do que nós temos aqui no Brasil, porque a população é muito grande. No entanto, investem em pesquisa e desenvolvimento. E a perspectiva deles é interessante, porque não investem somente em aplicações que a gente sabe que vão dar certo. Eles estão apostando muito em pesquisa de risco, porque sabem que ela pode trazer os maiores retornos para o investimento”.</p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta quarta (20), às 21h, e no domingo (24), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-18T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-etica-socioambiental">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Ética Socioambiental</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-etica-socioambiental</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A complexidade inerente ao desenvolvimento das cidades e ao necessário processo de gestão urbana, que contemple os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável em suas políticas, planos, programas, projetos e ações, exige que questões associadas à ética socioambiental, enquanto fundamento, estejam presentes e sejam adequada e efetivamente contempladas.</p>
<p>Para isso, considerando a relevância de serem trazidas e promovidas reflexões e discussões que contemplem a incorporação da ética socioambiental nas atividades e ações acadêmicas, científicas e profissionais, relacionadas à sustentabilidade das cidades e espaços urbanos, a Faculdade de Saúde Pública, em conjunto com o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de Biociências da USP têm colocado esforços para produzir e garantir espaços compatíveis com essa necessidade.</p>
<p>Em continuidade ao Ciclo UrbanSus, o Seminário sobre Ética Socioambiental promove diálogos e reúne experiências sobre o assunto, trazendo à luz temas como ética na ciência e na tecnologia, justiça ambiental, equidade e sustentabilidade. O evento se organiza em quatro painéis: I. Ética na ciência, na tecnologia e no desenvolvimento humano, II. Perspectivas Teóricas para uma Ética Socioambiental, III. Não Humanos na Ética Socioambiental e IV. Território, Equidade e Justiça Ambiental.</p>
<p>O seminário tem o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade aliada à ética socioambiental. O evento contribuirá igualmente para o aprofundamento dos Programas de Pós-Graduação em: Saúde Global e Sustentabilidade; Ambiente, Saúde e Sustentabilidade; bem como contribuição ao Programa de Pós-Graduação Saúde Pública, da Faculdade de Saúde Pública da USP, tanto no que se refere à temática abordada como no que tange à possibilidade de engendrar e reforçar parcerias nacionais e internacionais.</p>
<p><span>O evento é de responsabilidade do Programa Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados e dos Programas de Pós-Graduação da Faculdade de Saúde Pública, e conta com o apoio da CAPES, da Comissão de Cultura e Extensão da FSP e da Universidade Regional de Blumenau (FURB).</span></p>
<p>Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS da ONU, o Ciclo de Seminários UrbanSus - Sustentabilidade Urbana, promovido pelo Programa USP Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados, em conjunto com a Faculdade de Saúde Pública e o Instituto de Biociências, da Universidade de São Paulo, tem por objetivo refletir sobre o papel das cidades e o estímulo para boas práticas compartilhando soluções sustentáveis urbanas, por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras.</p>
<p>Há necessidade de soluções efetivas, acessíveis, equitativas e duráveis para desafios mais urgentes, envolvendo mobilidade, segurança hídrica, energia, saneamento ambiental, áreas verdes, segurança alimentar, rápida urbanização e suas complexas interações com as mudanças globais e a falta de acesso a serviços por grande parte da população, devendo ser consideradas, transversalmente, questões associadas à ética socioambiental.</p>
<p>Assim, o ciclo tem como propósito ser espaço para maior compreensão e propagação da temática  ética socioambiental na academia, na sociedade e no setor público, visando a construção de uma cultura da sustentabilidade nos processos de desenvolvimento das cidades.</p>
<p><strong>Comissão organizadora</strong></p>
<p>Arlindo Philipp Jr (IEA/FSP USP); Amanda Silveira Carbone (FSP USP); Carlos Alberto Cioce Sampaio (FURB/UP); Débora Sotto (FSP USP); Deisy Ventura (IEA e FSP USP); Djonathan Gomes Ribeiro (IEA USP); Luciano Felix Florit (FURB); Marcos Buckeridge (IB e IEA USP); Mary Lobas de Castro (UMC/USP);  Sandra Sedini (IEA USP) e Thaisa Carvalho de Oliveira (IEA USP).</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/relatoria-_urbansus_etica_socioambiental_2019" class="external-link"><strong>RELATORIA</strong></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Território</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-01T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/tecnica-desenvolvida-no-brasil-visa-ao-transplante-de-orgaos-de-porcos-para-humanos">
    <title>Técnica desenvolvida no Brasil visa ao transplante de órgãos de porcos para humanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/tecnica-desenvolvida-no-brasil-visa-ao-transplante-de-orgaos-de-porcos-para-humanos</link>
    <description>Com coordenação científica do IB-USP, no âmbito do Centro de Pesquisa do Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL), o projeto tem também o IEA-USP e o Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor) como parceiros. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>André Julião, de Londres | Agência FAPESP</i></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/silvano-raia-e-mayana-zatz/image" alt="Silvano Raia e Mayana Zatz" title="Silvano Raia e Mayana Zatz" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Silvano Raia e Mayana Zatz, coordenadores do Grupo de Estudos Biotecnologia Terapêutica Recente e Medicina Tradicional do IEA</dd>
</dl>A possibilidade de reduzir ou mesmo acabar com a fila de transplante de órgãos no Brasil pode se tornar uma realidade por meio do xenotransplante.</p>
<p>Assim é chamado o transplante de órgãos entre duas espécies diferentes – nesse caso o <i>Sus scrofa domesticus</i> e o <i>Homo sapiens</i>, porco e homem.</p>
<p>A iniciativa foi apresentada no primeiro dia da <a href="http://www.fapesp.br/week2019/london/" target="_blank">FAPESP Week London</a>, que ocorre de 11 a 12 de fevereiro de 2019.</p>
<p>“Os órgãos dos suínos são muito semelhantes aos de humanos, mas se fossem transplantados hoje seriam rejeitados. A ideia é modificá-los para que se tornem compatíveis com o organismo humano”, disse <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/98" target="_blank">Mayana Zatz</a>, professora do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP) e pesquisadora responsável pelo estudo.</p>
<p>A coordenação científica é do IB-USP, no âmbito do Centro de Pesquisa do Genoma Humano e Células-Tronco (<a href="http://genoma.ib.usp.br/" target="_blank">CEGH-CEL</a>), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (<a href="http://cepid.fapesp.br/home/" target="_blank">CEPIDs</a>) financiados pela FAPESP.</p>
<p>As outras instituições associadas são o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e o Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor). No IEA, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/biotecnologia-terapeutica-recente-e-medicina-tradicional" class="external-link">Grupo de Estudos Biotecnologia Terapêutica Recente e Medicina Tradicional</a> destina-se a discutir a compatibilização dos métodos terapêuticos baseados na biotecnologia recente com aqueles empregados pela medicina tradicional, focalizando aspectos éticos, religiosos, legais e médicos.</p>
<p>O <a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/102342/" target="_blank">projeto</a> é uma parceria da farmacêutica EMS e FAPESP, no âmbito do Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE). É coordenado pelo professor <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/701610/" target="_blank">Silvano Raia</a>, da Faculdade de Medicina da USP. Raia foi o primeiro médico a realizar um transplante de fígado com doador cadáver na América Latina e o primeiro transplante com doador vivo no mundo.</p>
<p>Atualmente, porcos modificados para esse fim são criados em países como Alemanha e Estados Unidos, com resultados promissores de transplantes de seus órgãos em macacos.</p>
<p>Segundo a geneticista, três genes que provocam a rejeição são bem conhecidos. Desativando-os por meio da técnica de edição gênica conhecida como Crispr-Cas9, é possível fazer com que o sistema imunológico humano não rejeite os órgãos.</p>
<p>O soro do sangue desses porcos será testado com o de pessoas que estão na fila de transplante de rim, a fim de verificar a presença de anticorpos que possam rejeitar os órgãos suínos na população brasileira.</p>
<p>As amostras fazem parte da soroteca do Laboratório de Imunologia do InCor, dirigido pelo médico <a href="https://bv.fapesp.br/en/pesquisador/718" target="_blank">Jorge Kalil</a>, professor da Faculdade de Medicina da USP e um dos responsáveis pelo projeto. Atualmente, mais de mil amostras de soro de pacientes candidatos a transplante de rim que têm rejeição a qualquer rim humano compõem a soroteca.</p>
<p>Simultaneamente, Kalil e a professora <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/106581/" target="_blank">Maria Rita Passos-Bueno</a>, do IB-USP e também pesquisadora do projeto, vão desenvolver novos protocolos de acompanhamento de futuros pacientes transplantados, a fim de monitorar no sangue o surgimento de anticorpos que possam causar rejeição.</p>
<p>O Brasil ocupa a segunda colocação em número absoluto de transplantes, atrás apenas dos Estados Unidos. No entanto, a fila de espera por órgãos ultrapassou 41 mil inscritos em 2016. O transplante de rim é o que apresenta a maior discrepância entre número de pacientes na fila de espera e procedimentos realizados: foram 5.592 transplantes para 24.914 inscritos. Em 2017, 1.716 pacientes morreram enquanto esperavam por um rim.</p>
<p>“Trata-se de desenvolver um produto de base biotecnológica nacional, cujo objetivo final será prover à população em fila de espera para transplantes uma alternativa terapêutica viável e definitiva, que pode encurtar o sofrimento do paciente e seus familiares”, disse Zatz à Agência FAPESP.</p>
<p>Hoje, mesmo transplantes entre humanos exigem que o transplantado tome medicamentos imunossupressores, alguns para o resto da vida, a fim de combater a rejeição. No caso dos que precisam de transplante de rim, há ainda um custo elevado em hemodiálise daqueles que esperam por um novo órgão.</p>
<p>A fase inicial do projeto tem duração prevista de três anos e prevê ainda compatibilizar aspectos éticos, religiosos e legais do xenotransplante, pela criação de uma cátedra sobre o assunto no Instituto de Estudos Avançados.</p>
<p><strong>Fabricação de órgãos</strong></p>
<p>Durante sua palestra, Zatz apresentou ainda os resultados mais recentes da criação de órgãos a partir de células-tronco. Como parte do trabalho de <strong>doutorado</strong> de <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/680878/" target="_blank"><strong>Ernesto Goulart</strong></a>, de <strong>pós-doutorado </strong>de <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/696455/" target="_blank"><strong>Luiz Caires</strong></a> e de <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/80834" target="_blank"><strong>Luciano Abreu Brito</strong></a> – todos com bolsa da FAPESP –, fígado e artéria hepática de ratos foram criados usando células-tronco de um mesmo animal.</p>
<p>A aorta e o fígado de ratos foram descelularizados, ou seja, foram removidas todas as células por ácidos especiais, restando apenas um suporte (<i>scaffold</i>) formado por colágeno. Células-tronco de humanos foram colocadas nesses suportes e se reprogramaram em células hepáticas e de aorta, criando novos órgãos.</p>
<p>Futuramente, essa pode ser uma solução para pessoas que precisam de transplante de órgãos. Por serem feitos com células do próprio paciente, estes não estariam sujeitos a rejeição pelo organismo.</p>
<p>Zatz apresentou ainda outras possibilidades de uso da genética para um envelhecimento saudável, como a medicina P4 (preditiva, preventiva, personalizada e participativa). Por meio da análise do perfil genético do paciente, é possível saber quais doenças a pessoa pode vir a desenvolver. Com isso, pode-se preveni-las e mesmo participar do tratamento junto com o médico.</p>
<p>“A partir de estudos de milhares de pessoas no mundo inteiro que têm doenças, comparando com pessoas saudáveis, podemos derivar o que chamamos de riscos poligênicos, que são as chances aumentadas de ter diabetes, problemas cardíacos, hipertensão, câncer, entre outras. Essas doenças dependem muitos dos genes, mas também do ambiente”, disse Zatz.</p>
<p>A pesquisadora apresentou ainda o projeto 80+, que sequenciou o genoma de 1.324 pessoas com mais de 60 anos para entender como os que permanecem saudáveis depois dos 80, ou mesmo depois dos 100 anos de idade, diferem dos demais e quais desses fatores podem ser aplicados para a população como um todo. Atualmente existem cerca de 500 mil pessoas acima de 100 anos no mundo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Biotecnologia Terapêutica Recente e Medicina Tradicional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biomedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-12T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sistemico-e-o-complexo">
    <title>Conversa Sobre o Sistêmico e o Complexo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sistemico-e-o-complexo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A ascensão da ideia de sistema para substituir a fixação em objetos autônomos e isolados foi imenso avanço científico do século XX. Anteriormente dominara um entendimento dos fenômenos como composições ou mesclas de objetos cuja natureza seria melhor revelada por isolamento experimental. No entanto, tal contexto, em que o átomo era o objeto dos objetos – puro, inteiro, irredutível – foi drasticamente subvertido quando passou a ser visto como sistema constituído de partículas em mútuas interações. E nem houve tempo para que a partícula ocupasse o status anterior de unidade elementar: foi logo atingida por dupla crise, de ordem e de identidade, por ser impossível isolá-la de forma precisa no tempo e no espaço.</p>
<p><span>Impõe-se, então, uma dominante “sistêmica” que logo penetra todos os rincões do conhecimento científico. E também começa a ficar claro que a dinâmica de alguns sistemas (climático, nervoso, p. ex.) envolve comportamentos “não-lineares” e propriedades “emergentes”. O que há muito passou a ser amplamente entendido como situações em que “o todo é maior do que as partes”.</span></p>
<p><span>O que pode ter demorado foi a teorização de tão poderosa vitória da sistêmica. Despontou nos anos 1950, tornando-se coqueluche na década seguinte, mas patinando desde então. Simultaneamente a uma duvidosa “Teoria Geral dos Sistemas”, foi emergindo um debate sobre a complexidade, ou pensamento complexo, sem que até hoje haja clareza sobre as distinções entre os sistemas, em geral, e o que é chamado, com muita frequência, de sistemas complexos.</span></p>
<p><span>Como essa é justamente uma das mais instigantes indagações contidas no livro </span><strong><i>O Antropoceno e a Ciência do Sistema Terra</i></strong><span> (Editora 34, 2019), ela estará no centro de uma conversa do autor, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga">José Eli da Veiga</a><span> (IEE-USP), com </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/edgard-de-assis-carvalho" class="external-link">Edgard de Assis Carvalho</a><span> (</span><span>Complexus</span><span>, PUC-SP) e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/reinaldo-jose-lopes">Reinaldo José Lopes</a><span> (repórter da editoria de ciência do jornal </span><strong><i>Folha de S. Paulo</i></strong><span>).</span></p>
<p><strong> </strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sistemas Complexos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-11T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/reitor-do-instituto-de-tecnologia-de-israel-fala-sobre-o-modelo-de-inovacao-que-transformou-o-pais-na-201cnacao-start-up201d">
    <title>Presidente do Instituto de Tecnologia de Israel fala sobre modelo que tornou o país a “Nação Start-up”</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/reitor-do-instituto-de-tecnologia-de-israel-fala-sobre-o-modelo-de-inovacao-que-transformou-o-pais-na-201cnacao-start-up201d</link>
    <description>Peretz Lavie, presidente do Technion, uma das principais escolas de formação em ciência e tecnologia do mundo, participará de uma conversa no IEA-USP sobre o poder transformador das universidades.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Web-technion-Aris-Gionis-Flickr.jpg" alt="Technion" class="image-inline" title="Technion" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Campus do Technion, em Haifa, Israel</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O Estado de Israel tem se destacado como um polo de tecnologia e inovação. Com a indústria de alta tecnologia responsável por 54% das exportações industriais do país e nove em cada mil trabalhadores envolvidos com pesquisa e desenvolvimento (o dobro de EUA e Japão), Israel conquistou a fama de “Nação <i>Start-up</i>”. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/peretz-lavie">Peretz Lavie</a>, presidente do <a href="https://www.technion.ac.il/en/home-2/">Instituto de Tecnologia de Israel</a> (Technion), uma das principais escolas de formação em ciência e tecnologia do mundo, participará de uma conversa no IEA-USP sobre o poder transformador das universidades e o exemplo inovador do Technion. A atividade é organizada pelo IEA, <span>Núcleo</span><span> de Política e Gestão Tecnológica (</span><span>PGT) da </span><span>USP e o Technion.</span></p>
<p dir="ltr">O evento <i>The Role of Universities in Transforming Societies: The Technion Story</i> acontecerá no dia <strong>13 de fevereiro, a partir das 11h</strong>. Marcos Vinicius de Souza, subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, abrirá o encontro e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a>, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP e vice-diretor do IEA, será responsável pela mediação das atividades. O evenyo será conduzido em inglês, sem tradução simultânea, e para participar presencialmente é necessário realizar uma <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSey6aN9NDrotxF5q1Zefj0ntow6tWXMl8V1NrpRWs911y6PdA/viewform">inscrição</a> prévia. Haverá também uma transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pelo site do IEA, para a qual não é necessário se inscrever.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Peretz-Lavie-perfil.jpg" alt="Peretz Lavie - Perfil" class="image-inline" title="Peretz Lavie - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Peretz Lavie</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Presidente do Technion desde 2009, Lavie é formado em pesquisa do sono e medicina do sono pela Universidade da Flórida e pela Universidade da Califórnia. Chegou ao Instituto de Tecnologia de Israel em 1975, onde fundou o Laboratório de Pesquisa do Sono e o Centro de Medicina do Sono. Antes de ser presidente, foi diretor da Faculdade de Medicina (1993 a 1999) e vice-presidente de Desenvolvimento de Recursos e Relações Externas (2001 a 2008) da instituição. É considerado um dos fundadores da medicina do sono, campo sobre o qual publicou oito livros e mais de 400 artigos científicos.</p>
<p dir="ltr">Desde sua fundação, em 1912, o Technion já concedeu cerca de 100 mil diplomas. A soberania é sensível: mais de 70% dos fundadores e gestores de indústrias de alta tecnologia de Israel se graduaram no instituto. As áreas de pesquisa mais importantes são medicina regenerativa e células-tronco, seguidas por engenharia de tecidos, engenharia aeroespacial, microeletrônica, comunicações, informática, supercondutividade, fibra ótica, optoeletrônica, engenharia quântica, desenvolvimento e gerenciamento de recursos hídricos, catálise e nanotecnologia, biotecnologia e ciências da vida.</p>
<p dir="ltr">O Technion tem quatro contemplados com o Prêmio Nobel e algumas patentes importantes, como um algoritmo de compressão para arquivos digitais “zipados” e o fármaco Azilect (nome comercial do mesilato de rasagilina), usado no tratamento da doença de Parkinson.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Aris Gionis/Flickr</span></p>
<hr />
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>The Role of Universities in Transforming Societies: The Technion Story</strong><br />13 de fevereiro, às 11h<br />Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, em inglês (sem tradução) com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Para acompanhar presencialmente, é necessário se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSey6aN9NDrotxF5q1Zefj0ntow6tWXMl8V1NrpRWs911y6PdA/viewform">inscrever<br /></a>Mais informações: Cláudia R. Pereira (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/technion">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-01-23T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-desafios-da-ciencia-no-brasil">
    <title>Conferência discute desafios da Ciência no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-desafios-da-ciencia-no-brasil</link>
    <description>Evento terá a presença do presidente da Academia Brasileira de Ciências Luiz Davidovich</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><a href="https://sites.usp.br/iearp/wp-content/uploads/sites/405/2019/01/Davidovich.png" rel="lightbox[2122]" style="padding-left: 0px; "></a><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Davidovich266x300.png/@@images/cf521bca-6490-4ee2-9212-5e91d694962c.png" alt="" class="image-left" title="" />No dia <strong>21 de fevereiro, às 16h</strong>, o Prof. Luiz Davidovich, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), realizará a conferência “<strong>Os Desafios da Ciência no Brasil</strong>“, no Espaço de Eventos do Instituto de Estudos Avançados da USP, Polo Ribeirão Preto (IEA-RP).</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Davidovich abordará o histórico da ciência no país, a função das universidades e centros de pesquisa, e o papel da ABC na institucionalização da ciência brasileira.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">A conferência destacará também os avanços proporcionados pelo desenvolvimento científico em diversos setores, como o aeronáutico, petrolífero, alimentício e de biotecnologia, ressaltando o retorno do investimento em ciência para o país.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">O professor discorrerá ainda sobre a importância das mulheres na pesquisa científica, a necessidade de uma educação básica de qualidade para a formação dos futuros cientistas, e as projeções para o avanço da ciência no Brasil.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas <a class="external-link" href="https://goo.gl/forms/Iht79c977tfmQYAW2">neste link</a>.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">O evento é organizado pelo IEA-RP, com o apoio do Departamento de Física da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP Ribeirão Preto e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><strong>Sobre Luiz Davidovich: </strong>Possui graduação em Fisica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1968) e doutorado em Física pela University of Rochester (1975). Atualmente é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Física, com ênfase em óptica quântica e informação quântica. É presidente da Academia Brasileira de Ciências, membro da Academia de Ciências do Mundo em Desenvolvimento (TWAS) e da National Academy of Sciences (USA). Foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico em 2000, com o Prêmio TWAS de Física em 2001, e com o Prêmio Álvaro Alberto (CNpq) e a Medalha Tamandaré (Marinha do Brasil) em 2010. É Fellow da Optical Society of America e da American Physical Society.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Mais informações: (16) 3315-0368 ou <a style="padding-left: 0px; ">jhenrique@usp.br</a></p>
<hr />
<p><strong>Os Desafios da Ciência no Brasil<br /></strong><i>21 de fevereiro, 16h<br /><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Espaço de Eventos do Instituto de Estudos Avançados da USP, Polo Ribeirão Preto (IEA-RP)<br /><a class="external-link" href="https://goo.gl/forms/ifkRpllpxQi9HZIw1">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/os-desafios-da-ciencia-no-brasil" class="external-link">Página do evento</a></span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-01-21T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/os-desafios-da-ciencia-no-brasil">
    <title>Os Desafios da Ciência no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/os-desafios-da-ciencia-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">O <span style="float: none; ">presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC) Luiz </span>Davidovich abordará o histórico da ciência no país, a função das universidades e centros de pesquisa, e o papel da ABC na institucionalização da ciência brasileira.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">A conferência destacará também os avanços proporcionados pelo desenvolvimento científico em diversos setores, como o aeronáutico, petrolífero, alimentício e de biotecnologia, ressaltando o retorno do investimento em ciência para o país.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">O professor discorrerá ainda sobre a importância das mulheres na pesquisa científica, a necessidade de uma educação básica de qualidade para a formação dos futuros cientistas, e as projeções para o avanço da ciência no Brasil.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-01-21T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
