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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-1">
    <title>Por que e para que o 5G no Brasil?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em continuidade às ações pioneiras da USP em pesquisa e aplicação das redes avançadas de comunicações, como a 4G, a Escola Politécnica, o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de Relações Internacionais organizam o <span>ciclo </span><strong>A Implantação de 5G no Brasil </strong>com o objetivo de<strong> </strong>oferecer à sociedade brasileira subsídios para a implementação desta nova tecnologia. Esta iniciativa integra o <span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/think-tank-em-implantacao-de-5g-no-brasil" class="external-link">Think Tank em Implantação de 5G no Brasil</a>, um f</span><span>órum permanente de discussão sobre a implantação da tecnologia de comunicações de quinta geração – 5G envolvendo a sociedade civil, o governo e a academia.</span></p>
<p><span>No primeiro encontro do ciclo</span><span> serão discutidos por que e para que a implantação do 5G é interessante ou não para o país, considerando as aplicações verticais como Agronegócio, Cidades Inteligentes, Indústria e Saúde.</span></p>
<p><b><span>Expositores</span></b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-ogawa-matsubayashi" class="external-link">Marcia Ogawa Matsubayashi</a> (Deloitte)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavio-grynszpan" class="external-link">Flavio Grynszpan</a> (Fiesp)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodrigo-santana-dos-santos" class="external-link">Rodrigo Santana dos Santos</a> (Anatel)</p>
<p><span><strong>Moderador</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/moacyr-martucci-junior" class="external-link">Moacyr Martucci Junior</a> (EP e IRI - USP)</p>
<p><strong><span> </span><span>Relatora</span></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jamile-sabatini-marques" class="external-link">Jamile Sabatini Marques</a> (ABES - Associação Brasileira das Empresas de Software  e Programa USP Cidades Globais do IEA)</p>
<p> </p>
<h3><span>Transmissão</span></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-14T21:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/microplasticos-no-ar">
    <title>Artigo revisa dados sobre microplásticos no ar e aponta riscos à saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/microplasticos-no-ar</link>
    <description>Pesquisadores vinculados ao IEA participam da autoria de artigo sobre microplásticos presentes no ar.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:572px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fragmentos-de-particulas-de-polimero/image" alt="Fragmentos de partículas de polímero" title="Fragmentos de partículas de polímero" height="253" width="572" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:572px;">Fragmentos de partículas de polímero presentes no ar da cidade de São Paulo analisados por microscopia de transmissão e espectroscopia de infravermelho acoplada a microscópio</dd>
</dl></p>
<p>Se a presença de plástico nos oceanos, rios, reservatórios e no solo já se tornou um problema ambiental de grandes proporções e do conhecimento de boa parte da população, pesquisas dos últimos anos alertam para uma preocupação adicional: a presença de microplásticos (MPs) em suspensão no ar e os riscos potenciais ao serem inalados.</p>
<p>Um panorama do problema pode ser conferido no artigo "<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0048969720352050?dgcid=author">An emerging class of air pollutants: Potential effects of microplastics to respiratory human health?</a>", publicado pela revista "Science of the Total Environment" no dia 19 de agosto. O trabalho foi escrito por pesquisadores da USP, IPT e Universidade de Leida (Países Baixos). Dois deles integram o Programa USP Cidades Globais do IEA.</p>
<p>Os autores revisam e discutem o conhecimento atual sobre as características de exposição de resíduos plásticos transportados pelo ar em áreas urbanizadas, com destaque para concentração, tamanho, morfologia, presença de aditivos e distribuição de diferentes polímeros. O trabalho compila dados e os compara a análises de laboratório para ampliar o conhecimento sobre potenciais efeitos adversos à saúde humana decorrentes da inalação de partículas plásticas.</p>
<p>O grupo desenvolve pesquisa no Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina (FM) da USP para entender as características de exposição, como concentrações e morfologia dos MPs, em ambiente interno e externo na cidade de São Paulo e em tecido pulmonar humano (fragmentos de tecido pulmonar e linfonodos hilares).</p>
<p>Os autores do artigo são: Luís Fernando Amato-Lourenço, pós-doutorando do Programa USP Cidade Globais do IEA e pesquisador do Departamento de Patologia da FM-USP; Luciana dos Santos Galvão, do IPT; Letty A. de Weger, Pieter S. Hiemstra e Martina G. Vijver, os três da Universidade de Leida (Países Baixos); e Thais Mauad, também integrante do Programa USP Cidades Globais e professora do Departamento de Patologia da FM-USP.</p>
<p>Segundo Amato-Lourenço, os estudos sobre microplásticos presentes no meio ambiente começaram a ser publicados depois de 2015, por isso os dados sobre essas partículas no ar ainda são bastante escassos. "No Brasil não há nenhum estudo que mostre essas informações (concentração, tipos de plástico etc.). Somos o único grupo fazendo esse tipo de trabalho com financiamento da Fapesp."</p>
<p>Já está bem estabelecido nos estudos ocupacionais e com animais que os microplásticos (MPs) são um risco para a saúde humana, ressalta o pesquisador. Muitas questões, porém, ainda precisam ser respondidas, como os problemas relacionados a adesão ou liberação de compostos químicos, microfilme bacteriano (em fibras que agregam material biológico) e a frequência e dose de exposição.</p>
<p>Essa é a razão de o artigo afirmar que “o risco de exposição a MPs inalados para a saúde (respiratória) humana também não está resolvido. Uma das principais questões a serem respondidas é se e como a inalação de MPs naturalmente degradados pode causar ou contribuir para a patogenia de diferentes doenças pulmonares”.</p>
<p>O público está acostumado com a ideia de que o plástico é de difícil degradação. Então, o que levaria a substância a provocar danos à saúde? De acordo com pesquisador, o fato de as partículas plásticas serem biopersistentes, seu tamanho e formato (especificamente fibras, encontradas em maior quantidade no ar) são fundamentais para afetarem negativamente o sistema respiratório.</p>
<p>Para exemplificar essa questão, ele cita o caso do asbesto (comercialmente conhecido como amianto), uma substância mineral de difícil degradação: “Como ele provoca fibrose pulmonar se não se degrada facilmente? É justamente o fato de ele não se degradar que suscita uma série de reações inflamatórias crônicas na região onde ficou ‘preso’, podendo causar granuloma e fibrose. Com o plástico as evidências apontam a mesma coisa. Adicionalmente, há a questão da liberação dos compostos químicos e microrganismos presentes nas partículas”.</p>
<p><strong>Formas, origens e dispersão</strong></p>
<p>Os microplásticos são divididos em três categorias: fibras, filamentos com comprimento substancialmente maior que o diâmetro; partículas, com formatos e tamanhos variados; e grânulos, com formato regular, geralmente esférico. As fibras estão em maior quantidade no ar. Seu comprimento varia entre 200 e 700 de 5 μm (0,2 a 0,7 mm). Há relatos de microplásticos bem menores, como partículas com 20 a 40 nm (0,00002 a 0,00004 mm) resultantes de impressão 3D com um determinado polímero numa câmara de teste.</p>
<p>O artigo destaca que mais de 4 mil substâncias químicas são utilizadas apenas nas embalagens plásticas de alimentos. Como há mais de 5 mil diferentes tipos de plástico em uso no mercado em geral, é provável que o número de substâncias químicas empregadas seja maior.</p>
<p>Os autores indicam que entre as muitas fontes que contribuem para o lançamento de MPs no ar estão tecidos sintéticos, desgaste de pneus, objetos domésticos, incineração de lixo, materiais de construção, lama de esgoto, aterros, pós abrasivos, impressão em 3D e ressuspensão de poeira urbana.</p>
<p>O trabalho menciona que a simples lavagem de uma vestimenta pode liberar cerca de 1.900 fibras de plástico. Os processos de industrialização, corte e usinagem de polímeros também contribuem para a formação de partículas e seu lançamento no ar.</p>
<p>Mas é um engano imaginar que os MPs sejam um problema apenas em áreas urbanas. Microplásticos em suspensão no ar são uma fonte potencial de poluição em ambientes marinhos e rios, ressalta o artigo. No processo contrário, no entanto, ainda não se sabe em que extensão MPs oriundos de águas podem ser uma fonte de microplásticos presentes no ar.</p>
<p>Outro agravante é grande facilidade de dispersão atmosférica dos microplásticos em razão das correntes aéreas. O trabalho cita que já foi reportada a existência de MPs no ar de regiões remotas e desabitadas, como os Pirineus Franceses, as Montanhas Rochosas e em partes do Ártico.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Luciana dos Santos Galvão/IPT</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS03 - Saúde e Bem-Estar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-26T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/inflamma-v">
    <title>INFLAMMA V</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/inflamma-v</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="float: none; text-align: left; ">O evento colocará estudantes e profissionais </span><span style="float: none; text-align: left; ">em contato com as pesquisas mais recentes em doenças inflamatórias. </span><span style="float: none; text-align: left; ">Neste ano, a programação traz oito palestrantes internacionais, além de </span><span style="float: none; text-align: left; ">12 palestrantes de diversas universidades e instituições de pesquisa </span><span style="float: none; text-align: left; ">brasileiras. As palestras serão em inglês.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-12T19:04:27Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dependencia-de-farmacos-importados">
    <title>Como superar a dependência de fármacos importados</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dependencia-de-farmacos-importados</link>
    <description>O webinar A Dependência Brasileira da Importação de Fármacos, realizado em 30 de agosto, tratou da dependência brasileira da importação de fármacos biológicos e sintéticos. O encontro fez parte da série Jornadas Científicas Contemporâneas, composta de sete webinars coordenados pelos participantes do Programa Ano Sabático em 2022.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/producao-de-biofarmacos" alt="Produção de biofármacos" class="image-right" title="Produção de biofármacos" /></span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Questão de segurança nacional e por isso merecedora de uma política de Estado. Assim o especialista em fármacos e medicamentos </span><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leoberto-costa-tavares">Leoberto Costa Tavares</a><span style="text-align: justify; ">, professor titular da Faculdade de Ciências Farmacêutica (FCF) da USP e participante do Programa Ano Sabático do IEA, vê a dependência brasileira da importação de fármacos biológicos e sintéticos.</span></p>
<p dir="ltr">Evidenciada na pandemia de Covid-19, essa dependência não é nova e coloca o país em condição de alta vulnerabilidade, segundo Tavares: “O Brasil tem autonomia na fabricação de medicamentos e consegue atender a demanda da população, mas essa autonomia é parcial, já que depende da importação de fármacos, principalmente da China e da Índia, principais fornecedores internacionais.”</p>
<p dir="ltr">Para discutir as condições para a superação dessa independência, Tavares entrevistou quatro especialistas no webinar <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-a-dependencia-brasileira-da-importacao-de-farmacos">A Dependência Brasileira da Importação de Fármacos</a>, no dia 30 de agosto. O encontro fez parte da série <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-investigativas-ano-sabatico">Jornadas Científicas Contemporâneas</a>, composta de sete webinars coordenados pelos participantes do Programa Ano Sabático.  A série foi organizada em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação e integrou a programação do ciclo <a href="https://www.pensabrasil.usp.br/">USP Pensa o Brasil</a>, realizado de 29 de agosto a 2 de setembro.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminarios-sabaticos-2022" class="external-link">JORNADAS INVESTIGATIVAS CONTEMPORÂNEAS</a></p>
<hr noshade="noshade" size="3" width="100%" />
<p><span><strong>A Dependência Brasileira de Importação de Fármacos</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-a-dependencia-brasileira-da-importacao-de-farmacos">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>A Dimensão de Gênero nos Acordos de Ciência, Tecnologia e Inovação</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/igualdade-de-genero-e-estrategica-no-dialogo-politico-global-dizem-especialistas" class="external-link">Notícia</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-a-dimensao-de-genero-nos-acordos-de-ciencia-tecnologia-inovacao" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>Mutações do Ethos Escolar no Período (Pós-)Pandêmico</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/problemas-das-escolas-sao-anteriores-a-pandemia-mas-foram-acentuados-por-ela-avaliam-professores-em-evento-do-iea" class="external-link">Notícia</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-mutacoes-do-ethos-escolar-no-periodo-pos-pandemico" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>A Disciplina Arqueológica entre a Interdisciplinaridade e o Patrimônio Cultural</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-arqueologia-como-estimulo-a-nocao-de-pertencimento" class="external-link">Notícia</a></li>
<li>Vídeo</li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>O Laboratório de Estudos Línguísticos Transatlânticos (Lelt) Pensa o Brasil: Reflexões Interdisciplinares entre Línguística, História e Antropologia</strong></span></p>
<ul>
<li>Notícia</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-o-laboratorio-de-estudos-linguisticos-transatlanticos-lelt-pensa-o-brasil-reflexoes-interdisciplinares-entre-linguistica-historia-e-antropologia" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>Saúde Planetária na Prática: Da "Declaração de São Paulo às Ações Concretas"</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/saude-planetaria-demanda-acoes-concretas-e-dialogo-entre-areas-do-conhecimento-dizem-pesquisadores" class="external-link">Notícia</a></li>
<li>Vídeo</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">De acordo com Tavares, os posicionamentos discutidos pelos entrevistados levam a concluir que o Brasil tem condições de superar, ainda que parcialmente, a dependência de fármacos. No caso dos sintéticos, a independência total ou parcial dependerá de o país estabelecer uma política de Estado, a fim de promover o incentivo e financiamento à produção, sendo necessária também uma reserva de mercado inicial até que a atividade industrial se consolide, afirmou.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:320px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/leoberto-costa-tavares/image" alt="Leoberto Costa Tavares" title="Leoberto Costa Tavares" height="335" width="320" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:320px;">Leoberto Costa Tavares</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">“No caso dos biofármacos, a conclusão é que o Brasil tem grande possibilidade de se tornar independente e até exportador desses produtos, já que possui pessoal altamente qualificado e estrutura para a produção já instalada e em pleno funcionamento, faltando apenas aumentar o incentivo ao segmento que tem sido feito pelo Ministério da Saúde, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e agências de fomento à pesquisa, em especial a Finep e a Fapesp”, disse Tavares.</p>
<p dir="ltr">Os entrevistados do seminário foram: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adalberto-pessoa-junior">Adalberto Pessoa Junior</a>, professor livre docente da FCF-USP, pela qual é doutor em tecnologia bioquímico-farmacêutica, com pós-doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/benedito-barraviera">Benedito Barraviera</a>,  professor titular de infectologia da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB) da Unesp, onde coordena a implantação da fábrica de amostras de biofármacos no Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos (Cevap); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-graciano">José Antônio Graciano</a>, profissional do mercado atuando há 40 anos em laboratórios nacionais, nos últimos 10 anos envolvido no fornecimento de IFAs (insumos farmacêuticos ativos) por produtores internacionais aos laboratórios brasileiros; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lauro-moretto">Lauro Moretto</a>, consultor de inovação do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), mestre em tecnologia bioquímico-farmacêutica e doutor em ciência dos alimentos pela FCF-USP.</p>
<p dir="ltr">Em sua entrevista, Adalberto Pessoa Jr. explicou que os biofármacos são produzidos a partir de seres vivos ou processos biológicos, como bactérias, fungos, vírus e células animais, e são de grande importância, por exemplo, na produção de vacinas, como ficou demonstrado no caso da Covid-19. “Todo mundo está correndo atrás dessas tecnologias”, afirmou, lembrando que a Pfizer desenvolveu sua vacina de RNA mensageiro para o Sars-CoV-2 em menos de 70 dias. Outras tecnologias de vacina a partir de biofármacos são as de vírus desativado e as retrovirais.</p>
<p>Também está crescendo muito o desenvolvimento de medicamentos a partir de anticorpos monoclonais, muito utilizados no tratamento de câncer de forma muito específica e pontente e para o tratamento de doenças sem fármacos sintéticos disponíveis, acrescentou.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-antonio-graciano/image" alt="José Antônio Graciano" title="José Antônio Graciano" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">José Antônio Graciano</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Sobre a possibilidade de os biofármacos virem a substituir em parte os fármacos sintéticos (que respondem por 90% do total) a médio ou longo prazo, Pessoa Jr. afirmou que eles não devem substituir, mas complementar o uso de sintéticos. “O que se vê é que o aumento na utilização dos biológicos aumenta também a de sintéticos, pois um tratamento nunca é exclusivo de um ou de outro. A tendência é que haja uma mudança na proporção entre eles, com o uso de mais biológicos.”</p>
<p dir="ltr">Um dos fatores para a permanência dessa complementaridade é que o fármaco sintético é muito mais barato do que o biológico, mais caro porque a escala de produção é menor e as tecnologias envolvidas são mais complexas. Além disso, explicou, é relativamente fácil produzir um genérico do fármaco sintético, enquanto o biofármaco não permite a produção de algo idêntico, apenas biossimilar.</p>
<p dir="ltr">Provar que um biofármaco é similar ao de referência é processo muito complexo e caro, disse Pessoa Jr.: “A estrutura é, geralmente, uma molécula proteica e esse tipo de molécula é tão complexo que exige, para a comprovação de similaridade, que sejam feitas inúmeras análises físico-químicas, microbiológicas e estruturais, estudos in vitro e de atividades biológicas”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/venedito-barraviera/image" alt="Benedito Barraviera" title="Benedito Barraviera" height="363" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Benedito Barraviera</dd>
</dl></p>
<p>Quanto à possibilidade de o país se tornar independente da importação desses insumos, ele disse não ter dúvida quanto a isso e exemplificou com a produção de vacinas pelo Instituto Butantan e pela Fiocruz.</p>
<p dir="ltr">Ele lembrou que em 2015 a Eurofarma desenvolveu o primeiro medicamento biossimilar da América Latina, o Fiprima (filgrastim), que começou a ser comercializado em 2016. Ele é indicado para pacientes que apresentam o sistema imunológico comprometido pelo tratamento quimioterápico. Por meio de acordo de transferência tecnológica, o medicamente é produzido também pela Fiocruz, para fornecimento ao Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p dir="ltr">“De lá para cá temos diversas empresas trabalhando com produção de biofármacos. Isso está crescendo porque temos pessoal altamente especializado, incluindo profissionais com doutorado e pós-doutorado em bioinformática, engenharia genética, tecnologia de fermentações, nanobiotecnologia, purificação biomolecular e formulação.” No entanto, falta mais investimento, pois grande parte dos especialistas está saindo do emprego por falta de oportunidades de trabalho, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Pessoa Jr. considera que a infraestrutura existente permite produção de biofármacos suficiente para atender parte significativa da demanda. Bio-Manguinhos, a unidade produtora de imunobiológicos da Fiocruz, “possui estrutura enorme de produção a partir da bactéria <i>Escherichia colli</i>, uma bactéria amplamente conhecida e responsável pela produção de muitos biofármacos”.</p>
<p dir="ltr">Quando se trata de proteínas muito especializadas, o volume não é tão grande, apontou. Por exemplo, a asparaginase é um medicamento para tratamento de leucemia linfoblástica aguda, que tem de 3 a 5 mil novos casos por ano. Para atender a esse mercado, o Brasil precisa importar o produto. Se tivéssemos um biorreator de apenas 100 litros, conseguiríamos produzir o necessário em seis meses de produção, afirmou.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/adalberto-pessoa-junior/image" alt="Adalberto Pessoa Junior" title="Adalberto Pessoa Junior" height="339" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Adalberto Pessoa Junior</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Com mão de obra, equipamentos de médio porte e infraestrutura, questiona-se por que o país ainda depende da importação. No caso da asparaginase, com mercado pequeno, Adalberto acredita que o biofármaco deveria ser produzido por algum órgão público para ser fornecido pelo SUS.</p>
<p dir="ltr">"Começamos a pesquisar a asparaginase em 2013, pois faltou o produto. Se o paciente ficar um mês sem tomar, morre. Era uma questão de independência, até de soberania nacional."</p>
<p dir="ltr">Para Leoberto, o norte a ser perseguido pelo Brasil é o aumento da produção e atendimento a países vizinhos, e essa é a proposta que tem sido feita em conversas com a Fiocruz, que tem a planta para <i>e. coli</i>, afirmou Adalberto. "A gente transferiria a tecnologia para fornecimento gratuito pelo SUS. O que sobrasse, seria vendido para o mercado latino-americano e depois para o resto do mundo."</p>
<p dir="ltr">Estamos produzindo uma asparaginase melhorada em relação ao que há no mercado, que causa diversos efeitos colaterais, disse Adalberto. Ele afirmou que um biorreator de mil litros abasteceria o Brasil e a América Latina, e acredita que isso é "altamente prioritário", não apenas enquanto questão econômica, mas de segurança nacional.</p>
<p dir="ltr">Cerca de 50 anos atrás, a China estava na mesma situação que o Brasil. Ela reagiu e agora é a principal fornecedora de biofármacos, disse Leoberto. "Os custos poderiam ser competitivos com os China, Índia e Itália, ou teríamos que fazer num primeiro momento uma espécie de reserva de mercado?", questionou.</p>
<p dir="ltr">Para Adalberto, isso depende do produto. No caso da dose da asparaginase, atualmente ela custa 1.600 dólares. "A chinesa está em torno de 60, 70 dólares, mas causa diversos efeitos colaterais." Avaliando o custo de produção da asparaginase peguilada, ele afirmou que seria possível produzi-la por 100 dólares a dose. "Eles também estão produzindo por menos de 100; vendem a 1600 porque são os únicos no mercado." A China apresenta mão de obra barata, mas tem custo de transporte, imposto e a questão da validade, que diminui conforme a demora para chegar nos hospitais brasileiros.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lauro-moreto/image" alt="Lauro Moretto" title="Lauro Moretto" height="255" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Lauro Moretto</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Para Graciano, o Brasil tem autonomia na produção e exportação de medicamentos, mas alta dependência de fármacos da China e Índia. Ele apontou que em 2021, o país importou  3,2 bilhões de dólares e produziu 338 milhões de dólares de IFA. "Entendo que não estamos dando a devida importância à necessidade de independência de insumos base para atendimento da população."</p>
<p dir="ltr">Em 2019, foi apresentada uma lei para privilegiar os registros de medicamentos que tenham IFAs nacionais. Está tramitando até hoje, mas não passou da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), lembrou. O mercado brasileiro farmacêutico é o oitavo do mundo, crescendo 5% ao ano.</p>
<p dir="ltr">Para Moretto, não apenas o governo federal poderia ter uma ação, como também vários governos estaduais poderiam ter plataformas próprias, além de pedir ajuda para o governo central e adquirir protagonismo no contexto geral.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Rogério Reis/Fiogruz; arquivo pessoal de Leoberto Costa Tavares; arquivo pessoal de José Antônio<br />Graciano; Secom-UFG; arquivo pessoal de Adalberto Pessoa Junior; Câmara Municipal de São Paulo</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Farmacologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-09-13T12:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/hora-da-ean">
    <title>A Hora e a Vez da Educação Alimentar e Nutricional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/hora-da-ean</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em um contexto marcado pelo agravamento das desigualdades sociais, pelos desafios impostos pela crise climática e pela disseminação de desinformação sobre alimentação saudável, a Educação Alimentar e Nutricional (EAN) consolida-se como um pilar estratégico na garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada e na promoção de uma sociedade mais justa, saudável e sustentável.</p>
<p>É com esse propósito que o <a class="external-link" href="https://comidaecultura.org/" target="_blank">Instituto Comida e Cultura</a> (ICC), em parceria com o IEA, promoverá o seminário "A Hora e a Vez da EAN", com o objetivo de aprofundar o diálogo entre a produção acadêmica, as políticas públicas e as iniciativas sociais que estão transformando nossa relação com os sistemas alimentares.</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-23T13:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/caracteristicas-da-universidade-contribuem-para-adoecimento-de-estudantes-1">
    <title>Características da universidade contribuem para adoecimento de estudantes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/caracteristicas-da-universidade-contribuem-para-adoecimento-de-estudantes-1</link>
    <description>Psicóloga da FMRP-USP e docente da PUC-RS discutem saúde mental de universitários no USP Analisa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/desperate2100307_1920.jpg/@@images/7f8c746b-6d0d-4866-84b8-0ffa2e7120f4.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Quadros de ansiedade, depressão e tentativas de suicídio têm se tornado cada vez mais frequentes entre estudantes de graduação e pós-graduação de universidades públicas brasileiras. Para discutir como a universidade pode agir para reverter essa situação, o USP Analisa desta semana conversa com a psicóloga da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP Maria de Fátima Aveiro Colares e a responsável pelo Grupo de Estudos em Desenvolvimento de Carreira da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul Manoela Ziebell de Oliveira.</p>
<p>Segundo elas, os índices de ansiedade, depressão e estresse nesse público chegam a se superiores à média da população. Além disso, na maioria dos casos, o adoecimento não é fruto de características do próprio estudantes, mas do próprio ambiente de trabalho e de estudo em que estão inseridos.</p>
<p>“Alguns cursos possuem particularidades, vicissitudes, que desenvolvem sintomas de ansiedade e de depressão. Uma questão também que a gente também pode entender como um fator que influencia no adoecimento, muitas vezes, é a falta de vocação daquele estudante para um determinado curso. As razões que levam um estudante a escolher sua profissão são as mais diversas. Muitos escolhem por acreditar em ter vocação e tem também um fator muito importante, que é a insistência da família para que ele faça o curso, muitas vezes sem ele estar devidamente vocacionado para isso”, explica Maria de Fátima.</p>
<p>Para Manoela, a exigência de altos números de publicações de artigos científicos na pós-graduação também está relacionada ao adoecimento dos estudantes. “Enquanto pós-graduação, de maneira geral, a gente já conseguiu superar a barreira de quantidade [de artigos publicados]. Acho que a gente tem que voltar a se preocupar com a qualidade, e para ter qualidade precisa de saúde. Na minha perspectiva, o jeito para melhorar tanto a saúde dos alunos quanto dos professores é rever quais são os nossos critérios de avaliação. Bons papers não são feitos em dois meses, então uma publicação de 12 papers por ano não faz muito sentido”, diz ela.</p>
<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/desperate2100307_1920.jpg" class="internal-link">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-25T16:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-etica-socioambiental">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Ética Socioambiental</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-etica-socioambiental</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A complexidade inerente ao desenvolvimento das cidades e ao necessário processo de gestão urbana, que contemple os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável em suas políticas, planos, programas, projetos e ações, exige que questões associadas à ética socioambiental, enquanto fundamento, estejam presentes e sejam adequada e efetivamente contempladas.</p>
<p>Para isso, considerando a relevância de serem trazidas e promovidas reflexões e discussões que contemplem a incorporação da ética socioambiental nas atividades e ações acadêmicas, científicas e profissionais, relacionadas à sustentabilidade das cidades e espaços urbanos, a Faculdade de Saúde Pública, em conjunto com o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de Biociências da USP têm colocado esforços para produzir e garantir espaços compatíveis com essa necessidade.</p>
<p>Em continuidade ao Ciclo UrbanSus, o Seminário sobre Ética Socioambiental promove diálogos e reúne experiências sobre o assunto, trazendo à luz temas como ética na ciência e na tecnologia, justiça ambiental, equidade e sustentabilidade. O evento se organiza em quatro painéis: I. Ética na ciência, na tecnologia e no desenvolvimento humano, II. Perspectivas Teóricas para uma Ética Socioambiental, III. Não Humanos na Ética Socioambiental e IV. Território, Equidade e Justiça Ambiental.</p>
<p>O seminário tem o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade aliada à ética socioambiental. O evento contribuirá igualmente para o aprofundamento dos Programas de Pós-Graduação em: Saúde Global e Sustentabilidade; Ambiente, Saúde e Sustentabilidade; bem como contribuição ao Programa de Pós-Graduação Saúde Pública, da Faculdade de Saúde Pública da USP, tanto no que se refere à temática abordada como no que tange à possibilidade de engendrar e reforçar parcerias nacionais e internacionais.</p>
<p><span>O evento é de responsabilidade do Programa Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados e dos Programas de Pós-Graduação da Faculdade de Saúde Pública, e conta com o apoio da CAPES, da Comissão de Cultura e Extensão da FSP e da Universidade Regional de Blumenau (FURB).</span></p>
<p>Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS da ONU, o Ciclo de Seminários UrbanSus - Sustentabilidade Urbana, promovido pelo Programa USP Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados, em conjunto com a Faculdade de Saúde Pública e o Instituto de Biociências, da Universidade de São Paulo, tem por objetivo refletir sobre o papel das cidades e o estímulo para boas práticas compartilhando soluções sustentáveis urbanas, por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras.</p>
<p>Há necessidade de soluções efetivas, acessíveis, equitativas e duráveis para desafios mais urgentes, envolvendo mobilidade, segurança hídrica, energia, saneamento ambiental, áreas verdes, segurança alimentar, rápida urbanização e suas complexas interações com as mudanças globais e a falta de acesso a serviços por grande parte da população, devendo ser consideradas, transversalmente, questões associadas à ética socioambiental.</p>
<p>Assim, o ciclo tem como propósito ser espaço para maior compreensão e propagação da temática  ética socioambiental na academia, na sociedade e no setor público, visando a construção de uma cultura da sustentabilidade nos processos de desenvolvimento das cidades.</p>
<p><strong>Comissão organizadora</strong></p>
<p>Arlindo Philipp Jr (IEA/FSP USP); Amanda Silveira Carbone (FSP USP); Carlos Alberto Cioce Sampaio (FURB/UP); Débora Sotto (FSP USP); Deisy Ventura (IEA e FSP USP); Djonathan Gomes Ribeiro (IEA USP); Luciano Felix Florit (FURB); Marcos Buckeridge (IB e IEA USP); Mary Lobas de Castro (UMC/USP);  Sandra Sedini (IEA USP) e Thaisa Carvalho de Oliveira (IEA USP).</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/relatoria-_urbansus_etica_socioambiental_2019" class="external-link"><strong>RELATORIA</strong></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Território</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-01T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/riscos-saude-publica-15-de-outubro-de-2019">
    <title>Riscos &amp; Saúde Pública - 15 de outubro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/riscos-saude-publica-15-de-outubro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Modernidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ribeirao-preto-sediara-o-primeiro-hackathon-brasileiro">
    <title>Ribeirão Preto sediará o primeiro Hackathon brasileiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ribeirao-preto-sediara-o-primeiro-hackathon-brasileiro</link>
    <description>De 21 a 23 de outubro, o Supera Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto promoverá o primeiro Hackathon brasileiro. A atividade ocorrerá no Ribeirão Shopping e tem o apoio do IEA-RP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/14380017_609223292593671_8954076387359358918_o.png" class="internal-link"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/14380017_609223292593671_8954076387359358918_o.png/@@images/47a32c2c-d80c-4bdc-a045-67fba1b1f9d0.png" alt="Hackathon" class="image-left" title="Hackathon" /></a></p>
<div style="text-align: justify; ">De <strong>21 a 23 de outubro</strong>, a partir das 19h, o Supera Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto promoverá o primeiro <i>Hackathon </i>brasileiro. A atividade ocorrerá no Ribeirão Shopping.</div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O evento internacional reúne, em sua versão Hacking Health, designers, empreendedores, clínicos, desenvolvedores, pacientes e entusiastas para discutir soluções inovadoras na área da saúde.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O Hackathon Hacking Health começou no Canadá e já chegou a mais de 30 países. O objetivo é formar equipes que desenvolvam projetos e apresentem soluções capazes de melhorar a gestão de hospitais, clínicas, laboratórios e postos de saúde.<br /><br /> </span></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><span>“Por meio das propostas apresentadas, o Hacking Health quer impactar de maneira positiva o trabalho dos profissionais da área da saúde e da população”, explica Saulo Rodrigues, gerente da Supera Incubadora de Empresas de Base Tecnológica.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O Hackathon é voltado para o público geral, desde profissionais como programadores, desenvolvedores, especialistas em tecnologia da informação, demais profissionais da área da saúde (médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, trabalhadores de clínicas e hospitais), até designers, empresários, empreendedores, pacientes e população em geral que utiliza o sistema de saúde.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Durante todo o final de semana, o Hacking Health envolve todos em uma maratona tecnológica, dividindo os participantes em equipes que recebem tutoria de profissionais da área de negócios, saúde e tecnologia. “Também terão acesso a uma série de palestras sobre temas variados como empreendedorismo, negócios e modelo de negócios”, enfatiza Rodrigues.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>No último dia, as equipes apresentarão os projetos para uma banca avaliar e escolher os melhores. O ganhador receberá R$ 2,5 mil reais; seu projeto será inscrito no processo seletivo da Supera Incubadora de Empresas de Base Tecnológica e poderá utilizar o Living Lab do Supera Parque de Inovação e Tecnologia pelo período de dois meses.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; ">As inscrições custam R$ 115 por pessoa, incluso alimentação nos três dias e um kit com produtos personalizados, e podem ser realizadas <strong><a class="external-link" href="https://www.eventbrite.com.br/e/hacking-health-ribeirao-preto-hackathon-tickets-28009599466">clicando aqui</a></strong>. Cada participante deverá levar o seu notebook e a organização disponibilizará acesso à internet e duas impressoras 3D.</div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O evento conta com o apoio de comunicação do Instituto de Estudos Avançados da USP, Polo Ribeirão Preto (IEA-RP).</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Texto de Rita Stella, do </span><span>portal USP Ribeirão Preto</span><span>, </span><span>com informações de Ana Cunha.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /> </span></div>
<div style="text-align: justify; ">
<hr />
<i style="text-align: justify; "><strong><i>Hackathon</i><br /></strong></i><i style="text-align: justify; ">De 21 a 23 de outubro, a partir das 19h<br /></i><i style="text-align: justify; ">Ribeirão Shopping, Ribeirão Preto – SP, Av. Cel. Fernando Ferreira Leite, 1540<br /></i><i style="text-align: justify; ">Inscrições e valores: <strong><a class="external-link" href="https://www.eventbrite.com.br/e/hacking-health-ribeirao-preto-hackathon-tickets-28009599466">clique aqui</a></strong><a class="external-link" href="http://www.gepalle.com/" target="_blank"><br /></a></i><i style="text-align: justify; ">Informações: <span>ana.cunha@medialink.com.br</span><br /></i><i style="text-align: justify; ">Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/hackathon" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/hackathon</a></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Rafael</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Polos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-19T16:35:52Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-luta-contra-o-cancer-no-brasil">
    <title>A Luta contra o Câncer no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-luta-contra-o-cancer-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Por que antes era tão fácil testar novos medicamentos em hospitais e hoje é tão difícil? Temos de fato capacidade para criar fármacos originais contra câncer e fazê-los chegar a quem deseja usá-los?</p>
<p>As possíveis respostas se apoiam no recém-lançado livro histórico-científico-jornalístico <i>A Guerra contra o Câncer no Brasil – Médicos e Pesquisadores em Busca de Novos Tratamentos</i>, de autoria do jornalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-henrique-fioravanti" class="external-link">Carlos Fioravanti</a>.</p>
<p>Neste evento, Fioravanti falará sobre o tema com base na pesquisa histórica que realizou para escrever o livro. Segundo ele, u<span>m dos propósitos da obra "é motivar a reflexão </span><span>sobre a capacidade criativa de cientistas brasileiros e a </span><span>importância da articulação entre especialistas de centros </span><span>de pesquisas biomédicas, órgãos de governo e empresas, </span><span>de modo que as possibilidades de novos tratamentos que </span><span>se mostrarem consistentes não sejam perdidas". </span></p>
<p><span>Formado em Jornalismo pela USP</span><span>, Carlos Henrique Fioravanti </span><span>escreve sobre ciência para jornais e revistas </span><span>desde 1985. Fellow do Reuters Institute for the </span><span>Study of Journalism da University of Oxford, </span><span>com doutorado pela Unicamp</span><span>, recebeu cinco vezes o Prêmio de </span><span>Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata </span><span>Atlântica, o Stop TB Partnership Award for </span><span>Excellence in Reporting on Tuberculosis </span><span>(2009), o II Premio Periodismo Científico del </span><span>Mercosul e o Prêmio Jornalista Tropical (2018). </span><span>É autor de "A molécula mágica" e "O combate à febre </span><span>amarela no estado de São Paulo".</span></p>
<p><span>Palestrante: </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-henrique-fioravanti" class="external-link">Carlos Fioravanti</a><span> (Jornalista)</span></p>
<p>Moderador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães</a> (FFLCH e IEA/USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-10T12:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-avancos-do-tratamento-do-diabete-tipo-1">
    <title>Seminário aborda avanços do tratamento do diabete tipo 1</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-avancos-do-tratamento-do-diabete-tipo-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CartazCTC4.jpg/@@images/a55e52af-da41-41d6-b8f1-413653f3a4f6.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />No Brasil, 18 milhões de pessoas sofrem com diabete. Cerca de 10% dos casos são de diabete do tipo </span><span>1, uma doença autoimune que leva o sistema imunológico a atacar o pâncreas do paciente, destruindo as células beta, que produzem insulina. Para abordar os avanços nas pesquisas de tratamentos para essa doença, o Centro de Terapia Celular (CTC), em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto, realiza no dia 25 de setembro, a partir das 10h, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP o seminário <i>Terapia Celular no Diabete Melito: Onde Estamos?</i>.</span></p>
<div id="_mcePaste">Uma das iniciativas de maior impacto no tratamento do diabete tipo 1 é desenvolvida na Unidade de Terapia Celular do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, em colaboração com o CTC. <span>O trabalho foi idealizado pelo pesquisador Júlio Voltarelli e passou a ser conduzido por um grupo de pesquisadores que incluem a professora Maria Carolina de Oliveira Rodrigues e o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, que conduzirão o seminário. </span><span>O estudo mostrou na primeira fase, entre 2003 e 2011, avanços no tratamento que incluíram a suspensão do uso de insulina em alguns pacientes ou a redução das injeções diárias.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div><span> </span><span>Serão abordados no evento temas como terapia com células-tronco, implante de células pancreáticas artificiais, bombas eletrônicas de insulina, aplicação por via oral ou nasal e monitoramento da glicemia por escaneamento.</span></div>
<div></div>
<div>
<div>Maria Carolina de Oliveira Rodrigues é médica formada pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e especialista em reumatologia. Especializou-se em transplante de células tronco hematopoéticas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da USP. Desde 2013, é professora doutora da Divisão de Imunologia Clínica no Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP.</div>
<div></div>
<div>Carlos Eduardo Barra Couri é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Juiz de Fora, com especialização em Endocrinologia pela USP. É pesquisador clínico da Unidade de Terapia de células estaminais do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e responsável pelo manejo clínico de protocolos de pesquisa envolvendo terapia com células-tronco em humanos com <i>diabetes mellitus</i>.</div>
</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div><span> </span><span>As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser feitas neste link. Mais informações: ctcusp@gmail.com ou (16) 2101 9350.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div><span> 
<hr />
<strong>Terapia Celular no Diabete Melito: Onde Estamos?</strong><br /><i>25 de setembro, 10h<br />Salão de Eventos do CeTI-RP - campus Ribeirão Preto da USP<br /><a class="external-link" href="https://goo.gl/forms/7pHAYSBFG6acpeJd2">Inscrições gratuitas</a><br />Mais informações: ctctusp@gmail.com ou (16) 2101 9350<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/terapia-celular-no-diabete-melito-onde-estamos" class="external-link">Página do evento</a></i></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-19T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/documentario-sobre-dificuldades-de-locomocao-no-hc-e-lancado-na-faculdade-de-medicina">
    <title>Documentário sobre dificuldades de locomoção no HC é lançado na Faculdade de Medicina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/documentario-sobre-dificuldades-de-locomocao-no-hc-e-lancado-na-faculdade-de-medicina</link>
    <description>Filme mostra dificuldades de locomoção na região do complexo do Hospital das Clínicas. Exibição ocorreu durante o encontro "Novos Olhares sobre a ‘Dis’Mobilidade no Complexo do HC"</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-documentario-dis-mobilidade" alt="Capa documentário 'Dis'Mobilidade" class="image-inline" title="Capa documentário 'Dis'Mobilidade" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Na tarde do dia 20 de setembro aconteceu a primeira exibição de </span><i>‘Dis’mobilidade Urbana</i><span>, documentário sobre dificuldades de locomoção na região do complexo do Hospital das Clínicas (HC), produzido pela IEA e pela Faculdade de Medicina (FM) da USP, com apoio do HC. O lançamento ocorreu durante o encontro </span><i>Novos Olhares sobre a ‘Dis’Mobilidade no Complexo do HC</i><span>, inserido na programação da Semana da Mobilidade da Faculdade.</span></p>
<p><b>O documentário pode ser visto na <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=J4U3_JiYpk4&amp;t=2s">íntegra aqui</a>. </b></p>
<p dir="ltr">Alternando entre depoimentos e imagens, o filme mostra a dificuldade que diversas pessoas sofrem para chegar ao hospital. São recorrentes casos em que os pacientes chegam horas antes da consulta. O motivo é a existência de obstáculos no caminho, tanto a pé quanto de transporte público. Como mostrado, há pacientes com dificuldade de locomoção que demoram até 25 minutos para percorrer uma distância de cerca de 400 metros, entre o hospital e a estação Clínicas do metrô.</p>
<p dir="ltr">Uma outra paciente no documentário é uma menina de oito anos de idade, cadeirante. A mãe dela relata que para conseguirem subir da estação do metrô à Av. Dr. Arnaldo – não existe elevador ligando os dois pontos –, é preciso que algum funcionário se disponha a empurrar a cadeira-de-rodas, enquanto ela leva a criança no colo. “É sempre um constrangimento para ela, que não é mais tão pequena”, diz a mãe.</p>
<p dir="ltr">Em outro momento, é mostrado um cadeirante e seu acompanhante a caminho do hospital. Por diversas vezes os dois são forçados a transitar pela rua, no meio dos carros, porque as calçadas, cheias de obstáculos e buracos, não permitem a passagem da cadeira.</p>
<p dir="ltr">O problema do trânsito também é amplamente comentado no documentário. Na região, o tráfego atrasa – quando não impede – a chegada das ambulâncias. Apesar da existência de uma “ambulofaixa” na Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, a principal via do complexo, os veículos insistem em parar nela: “A pessoa não desce do carro. Ele fica e se a CET encostar, ele vai dar uma volta e parar aqui de novo”, comenta Rita Peres, coordenadora de segurança corporativa do Hospital. “Chegamos ao ponto de precisar ligar a sirene da ambulância para transitar dentro do complexo”, complementa Maria Amélia de Jesus, enfermeira coordenadora do plantão.</p>
<p dir="ltr">Funcionários do hospital relataram como muitas vezes o atendimento de emergência acontece no meio da rua, em casos que as ambulâncias não conseguem chegar. Também acontece frequentemente, segundo eles, de pacientes não conseguirem chegar ao setor onde serão atendidos, sendo socorridos em geral pela equipe do Hospital da Criança, que é o mais próximo da saída do metrô e no início da avenida.</p>
<p dir="ltr">A ideia de fazer o filme surgiu da percepção dos funcionários da Comissão de Sustentabilidade da FM de que era necessário fazer algo novo para a Semana da Mobilidade da FMUSP.</p>
<p dir="ltr">O filme foi produzido e dirigido pela jornalista Fernanda Cunha Rezende, que coordena a área de comunicação do IEA, com apoio dos funcionários do Instituto, da FMUSP e médicos do HC. O roteiro e edição são de Diego Machado.</p>
<p dir="ltr"><strong>Debate</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-dismobilidade-urbana-1" alt="Mesa Dismobilidade urbana - 1" class="image-inline" title="Mesa Dismobilidade urbana - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Debateram, da esquerda para a direita, Paulo Saldiva, Rafael Calabria, Linamara Battistella, Júlia Greve e Helena Ribeiro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Após a exibição, o diretor do IEA e professor da FMUSP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>; as professoras da Medicina Júlia Maria D'Andréa Greve e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/linamara-rizzo-battistella">Linamara Rizzo Battistella</a>, secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência; a diretora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro">Helena Ribeiro</a> e o geógrafo Rafael Gândara Calabria debateram o tema a partir do filme.</p>
<p dir="ltr">Saldiva comentou algumas de suas ideias para ajudar a solucionar os problemas de mobilidade na região, como solicitar ao metrô a implantação de um elevador que chegue ao nível da Avenida Dr. Arnaldo, visto que atualmente há elevador apenas entre o andar da plataforma dos trens e o das catracas, um abaixo do nível da avenida. Outra ideia é a possibilidade de serem oferecidas cadeiras de rodas emprestadas no metrô, semelhante ao sistema de bicicletas compartilhadas. O professor acredita que é necessário um “urbanismo pensando na qualidade de vida das pessoas”.</p>
<p dir="ltr">Concordando com Saldiva, Rafael Calabria disse ser necessário uma redistribuição do espaço da região: “Existem ambulantes na região, porque as pessoas que ficam fora do hospital precisam comer. Só uma lanchonete não dá conta. É preciso colocar os ambulantes em uma local que não atrapalhe a movimentação”.</p>
<p dir="ltr">Quanto ao trânsito a pé no complexo, os participantes do debate comentaram um projeto apresentado no filme, que propõe o fechamento da Av. Dr. Enéas apenas para o tráfego de ambulâncias e pedestres. “CET sempre foi negativa, porque, segundo ela, não teria para onde deslocar o trânsito”, explicou Helena Ribeiro. A Dr. Enéas fica entre duas vias movimentadas, a Rua Teodoro Sampaio e a Av. Rebouças.</p>
<p dir="ltr">“Do jeito que está, o ambiente da região reflete hostilidade ao paciente, não hospitalidade. As calçadas são péssimas. Muitas vezes acontece isso que o filme mostrou, o cadeirante andando no meio da rua”, complementou Helena. Ainda sobre as calçadas, Júlia Greve acrescentou: “A calçada é uma das coisas mais importantes para mudar a mentalidade do paulistano, para fazê-los sair de seus carros. Atualmente, as calçadas são muito ruins para que a gente ande.”</p>
<p dir="ltr">Para Linamara, é preciso “ações articuladas, não isoladas” para mudar a situação. Ela diz que é preciso ouvir as pessoas e que elas possam dialogar juntamente com as instituições envolvidas: o HC, o Metrô, a CET e a prefeitura.</p>
<p dir="ltr">Para que os órgãos públicos se atentem ao problema, a secretária propôs que se fizesse um estudo de quanto custa em reais para o Estado uma pessoa que se acidenta por quedas nas calçadas. Foi em caso semelhante que a prefeitura instaurou o rodízio veicular na capital: após pesquisa de Paulo Saldiva que mostrava como a poluição afetava não somente o indivíduo, mas a sociedade como um todo e quanto isso custava financeiramente.</p>
<p dir="ltr">Saldiva, por fim, comentou as cenas do filme que mostram um cadeirante, o paciente Jean Claude, e seu acompanhante, percorrendo o caminho ao HC. Para ele, as imagens mostram, de fato, a existência de uma ambiente hostil nas ruas e calçadas, contrastadas com a tranquilidade ao se entrar no hospital. “Da porta para dentro, melhora. O problema é chegar”, concluiu o professor.</p>
<p dir="ltr"><strong>Próximas exibições</strong></p>
<p>No próximo sábado, 23 de setembro, o filme encerrará a programação da <a href="https://viradadamobilidade.com.br/">Virada da Mobilidade</a>, numa exibição às 17h na sala 2 do Cinearte, no Conjunto Nacional. Para falar do filme e de seu tema central, Saldiva e Meli Malatesta, especialista em mobilidade a pé e por bicicleta, farão a exposição "Humanos e Urbanos: uma Caminhada na Fronteira entre Saúde e Doença nas Ruas de São Paulo". Para participar, é necessário realizar <a href="https://docs.google.com/forms/d/1NeCAtn-VM11D8_HdIWgu3JXpHPzZ6aVVXbaoi72Z4ew/">inscrição prévia</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans / IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-21T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/virologia-prospectiva-emergencias-em-saude">
    <title>Virologia Prospectiva: Estratégias para Responder a Emergências em Saúde </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/virologia-prospectiva-emergencias-em-saude</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Dada a história recente de recorrentes emergências virais no Brasil (ZIKV, CHIKV, YFV), e o cenário atual, onde antigas ameaças podem ser reintroduzidas (Sarampo, Pólio, etc), urge estabelecer estratégias proativas e integradas que enfrentem essas emergências. As diversas instituições no contexto acadêmico e de saúde publica realizam ações pulverizadas, que atendem a essas emergências responsivamente, mas não possuem mecanismos que consigam antecipar esses cenários, mitigando impactos econômicos e de saúde pública. Nesse contexto, para fomentar essa discussão, o presente workshop visa criar o espaço conexial para que pesquisadores e profissionais possam trocar ideias no âmbito de uma virologia prospectiva e as estratégias para responder à emergências em Saúde.</p>
<p><span>Iniciada em 2015, a série S</span><i>trategic Workshops </i><span>já promoveu 31 encontros em áreas estratégicas e de reconhecida excelência na Universidade de São Paulo.</span></p>
<div class="gmail_default">
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">O objetivo​ deste workshop​ é incentivar a organização da pesquisa na USP em torno desse tema estratégico, fomentando abordagens transdisciplinares e a interação entre pesquisadores de diferentes Unidades.</div>
<div class="gmail_default"><strong><br /></strong></div>
<div class="gmail_default">
<p><strong>Coordenação:</strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paolo-zanotto" class="external-link"> Paolo Zanotto</a> (ICB USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-pereira-de-souza" class="external-link">Renato Pereira de Souza</a> (Instituto Adolfo Lutz); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/camila-malta-romano" class="external-link">Camila Malta Romano</a> (HC USP e Instituto de Medicina Tropical USP)</p>
</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><strong>Organização:</strong> Paolo Zanotto (ICB USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-tavares-magalhaes" class="external-link">Ana Paula Tavares Magalhães</a> (PRP USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hamilton-brandao-varela-de-albuquerque" class="external-link">Hamilton Varela</a> (IQSC e PRP USP)</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epidemias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-18T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/pandemia-e-a-etica">
    <title>A Pandemia e a Ética</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/pandemia-e-a-etica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Webinar</strong></p>
<p>Quais as questões éticas que suscita a maior tragédia a acometer o planeta desde o fim da Segunda Guerra Mundial? Dava para prever que uma pandemia poderia ocorrer? Que medidas poderiam ter sido tomadas, previamente? Houve atrasos, demoras, inépcia por parte dos governos? E qual a responsabilidade dos indivíduos, que muitas vezes desrespeitaram as medidas mais óbvias de prevenção? Finalmente, quem sofre mais com a pandemia? Serão os mais pobres? Que medidas sociais deveriam ser tomadas para protegê-los e quem as custearia? E que posição devemos ter perante o <a class="external-link" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/120560">PL 200, do Senado</a> (<a class="external-link" href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2125189">PL 7082/2017</a> na Câmara), que, se convertido em lei, imporá um recuo às conquistas éticas que conseguimos na área médica?</p>
<p><strong>Coordenação</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine Ribeiro</a> (FFLCH e IEA - USP)</p>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/margareth-dalcomo" class="external-link">Margareth Dalcolmo</a> (Fiocruz)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a> (IEA e FM - USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine Ribeiro</a> (FFLCH e IEA - USP)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-07-20T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/tempos-de-pandemia">
    <title>Sistemas de Saúde em Tempos de Pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/tempos-de-pandemia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><strong>Webinar</strong></span></p>
<p><span>Por que o Brasil, descrito como um país em desenvolvimento, tem um sistema de saúde público relativamente bom, apesar de sua desigualdade? </span><span>E por que os Estados Unidos, um dos países mais ricos no mundo, têm um nível de saúde básica relativamente baixo? </span></p>
<p><span>O evento vai comparar São Paulo e Atlanta, duas cidades formadas da escravidão e que receberam muitos imigrantes de Ásia, Europa, Américas e África desde o século passado. </span></p>
<p><span>Os debatedores, pesquisadores nas áreas de saúde pública e medicina, vão discutir os efeitos da pandemia comparando o sistema de atendimento universal e gratuito no Brasil e o contrário nos EUA. </span></p>
<p><span>Os focos da discussão incluirão: como imigrantes e grupos minoritários são afetados pela pandemia e por que a continuidade de cuidado de doenças crônicas é tão maior no Brasil do que nos EUA.</span></p>
<p><span><span><strong>Expositores:</strong></span></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-cosentino" class="external-link">Fernando Cosentino</a> (UBS Bom Retiro)</span></p>
<p><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/emily-s-pingel" class="external-link">Emily S. Pingel</a> (Emory University)</span></span></p>
<p><span><span><span><strong>Debatedora:</strong></span></span></span></p>
<p><span><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandra-llovet" class="external-link">Alexandra Llovet </a>(Emory University)</span></span></span></p>
<p><span><span><span><span><strong>Coordenador:</strong></span></span></span></span></p>
<p><span><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jeffrey-lesser" class="external-link">Jeffrey Lesser</a> (IEA e Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA)</span></span></span></p>
<h3>Transmissão</h3>
<p><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2020-07-29T18:35:00Z</dc:date>
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