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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 291 to 305.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-cidades-globais-faz-chamada-publica-de-pesquisadores">
    <title>USP Cidades Globais faz chamada pública de pesquisadores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-cidades-globais-faz-chamada-publica-de-pesquisadores</link>
    <description>Interessados em participar do Centro de Síntese USP Cidades Globais (USP-CG) do IEA como pós-doutores ou pesquisadores colaboradores tem até 23 de novembro para se inscreverem no processo seletivo. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/chamada-pesquisadores">Centro de Síntese USP Cidades Globais (USP-CG)</a> do IEA recebe até 23 de novembro inscrições para a seleção de pesquisadores interessados em desenvolver projeto de pesquisa a partir de março de 2021.</p>
<p>Os candidatos podem se inscrever para realizar <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/como-submeter-projeto/instrucoes-pos-doc">pós-doutorado</a> ou atuar como <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/como-submeter-projeto/instrucoes-colaborador">pesquisador colaborador</a>, com ou sem bolsa de agência de fomento. A obtenção de bolsa ficará a cargo do interessado.</p>
<p>Os projetos devem ter duração entre seis meses e cinco anos. A carga horária mínima total para pós-doutorado é de 960 horas e ao menos 20 horas por semana. Para pesquisador colaborador, a dedicação ao projeto deve ser de no mínimo 12 horas e no máximo 40 horas por semana.</p>
<p>A participação como pesquisador colaborador é exclusiva para pesquisadores externos à USP, vinculados ou não a outras instituições de ensino e pesquisa, com título de doutor conferido por qualquer instituição, nacional ou estrangeira.</p>
<p><strong>Inscrições</strong></p>
<p>Os interessados devem se inscrever (<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfAWtk7D_XaRW8J-j2Bq7ZPJ6I2Eqz1vBw-MvgdRKNH-RnT4Q/viewform" target="_blank">via formulário online</a>) até as 12h do dia 23 de novembro. Antes de efetuar a inscrição, o pesquisador deve entrar em contato com o supervisor do tema ao qual sua proposta está relacionada. Atualmente são 21 temas, que podem ser alterados nas próximas semanas (<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/chamada-pesquisadores#temas">veja a relação de temas e seus supervisores, com os respectivos e-mails</a>).</p>
<p>A relação de selecionados que participarão do programa sem bolsa será divulgada no dia 12 de março. No caso dos projetos dependentes de bolsa, os pesquisadores serão incorporados ao programa à medida que as agências de fomento concedam as bolsas. A reunião inaugural das atividades de todos os selecionados será em 25 de março.</p>
<p>Além de desenvolverem seus projetos de pesquisa, os selecionados deverão:</p>
<ul>
<li>realizar pelo menos um simpósio para aprofundamento teórico-metodológico sobre o tema de seu trabalho;</li>
<li>participar da organização de seminários UrbanSus, voltados à difusão dos avanços no conhecimento sobre questões de interesse do USPCG;</li>
<li>escrever pelo menos um artigo para publicação no site do USPCG;</li>
<li>submeter pelo menos um artigo para publicação em periódico ou livro;</li>
<li>colaborar na difusão dos resultados dos estudos e pesquisas do programa na mídia.</li>
</ul>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Ao realizar chamadas públicas de pesquisadores, o USPCG almeja contribuir com o aprimoramento da pesquisa e da excelência científica e tecnológica da universidade, bem como possibilitar a formação de grupos integrados por pesquisadores nacionais e estrangeiros voltados às questões urbanas.</p>
<p>A meta é gerar aplicações, experimentações e soluções que se convertam em subsídios para as transformações necessárias no contexto urbano.</p>
<p>Nesta terceira chamada pública anual, a expectativa é que os pesquisadores apresentem propostas com perfil inter e transdisciplinar, de forma a intensificar a interação entre as ciências sociais, humanas, naturais, ambientais e de sustentabilidade em projetos que considerem as complexidades das cidades e as projeções para 2050.</p>
<p><strong>Programa </strong></p>
<p>Projeto institucional criado pelo IEA em 2016, com apoio da Reitoria da USP, o USPCG é um espaço de diálogo entre pesquisadores e integrantes dos setores público e privado e de outras esferas da sociedade para colaborar na busca de propostas e soluções para a promoção da qualidade de vida nas cidades.</p>
<p>Essa contribuição se dá por meio de publicações, encontros, seminários e projetos específicos, bem como pelo envolvimento dos pesquisadores com gestores públicos municipais e representantes de setores empresariais e da sociedade civil.</p>
<p>Para o programa, as agendas públicas das cidades devem ser elaboradas com base em propostas examinadas cientificamente, de forma que a priorização das políticas públicas tenha a menor probabilidade possível de produzir erros ou efeitos inócuos.</p>
<p>A missão do USPCG é compreender a cidade como sistema complexo, por meio de uma abordagem inter e transdisciplinar que considere um sistema de proteção social com projeções até 2050 e responda à questão: o que pode ser feito para melhorar a vida das pessoas nas cidades e nas regiões metropolitanas.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-10-22T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-bacias-hidrograficas">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Gestão de Bacias Hidrográficas e Sustentabilidade </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-bacias-hidrograficas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Para o enfrentamento dos impactos à saúde e à sociedade em decorrência das intervenções no meio ambiente, bacias hidrográficas e meio urbano, há que haver maior cuidado e investimentos para obter capacidade de resposta aos problemas da, cada vez mais complexa, sociedade humana. A ocupação humana no contexto das bacias hidrográficas e das cidades exerce pressão sobre o ambiente e a saúde da população, desafiando gestores para soluções viáveis e criativas.</span></p>
<div id="_mcePaste">
<p class="MsoNormal">A complexidade inerente ao uso e ocupação de bacias hidrográficas e áreas urbanas exige processos de gestão que considerem os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável na implementação de políticas, planos, programas, projetos e ações.</p>
<p class="MsoNormal">Para isso, em continuidade aos seminários do Ciclo UrbanSus, o encontro sobre Gestão de Bacias Hidrográficas e Sustentabilidade promove diálogos e reúne experiências sobre o planejamento e a gestão integrada e participativa de bacias hidrográficas levando em consideração a relevância do tema na busca pela sustentabilidade urbana e as necessárias interrelações entre ambiente e sociedade.</p>
<p class="MsoNormal">O evento pretende ampliar o espaço de discussões e reflexões com diferentes grupos acadêmicos e profissionais, no sentido de maximizar oportunidades de diálogo e busca por soluções com relação aos recursos hídricos, bacias hidrográficas e áreas urbanas, sob perspectiva inter e transdisciplinar, considerando a necessária interação e articulação entre os diferentes setores envolvidos.</p>
<p class="MsoNormal">O evento propõe-se ainda a contribuir para o aprofundamento dos Programas de PósGraduação em: Saúde Global e Sustentabilidade; Ambiente, Saúde e Sustentabilidade; bem como do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, da Faculdade de Saúde Pública da USP, tanto no que se refere à temática abordada como no que tange à possibilidade de engendrar e reforçar parcerias nacionais e internacionais. É esperada uma interação e maior articulação entre professores, pesquisadores e profissionais com interesses na área de conhecimento, de modo a estimular a produção coletiva de conhecimentos e encaminhamentos voltados à sustentabilidade de bacias hidrográficas.</p>
<p class="MsoNormal">O evento é de responsabilidade do Programa Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados e dos Programas de Pós-Graduação da Faculdade de Saúde Pública, e conta com o apoio decisivo da CAPES, da Comissão de Cultura e Extensão da FSP, e da UFPE.</p>
<p class="MsoNormal">No dia 22 de abril ocorrem os Painéis I. Gestão Integrada de Águas Urbanas, II. Marcos da Gestão integrada de Bacia Hidrográfica, III. Planejamento e ordenamento territorial integrado e IV. Mudanças Climáticas e Serviços Ambientais. No segundo dia de evento, em 23 de abril, ocorrem os Painéis V. Atividades Produtivas e Uso Sustentável dos Recursos Naturais e VI. Gestão Integrada e Governança, assim como a Oficina “Caminhos a serem trilhados para a incorporação dos ODS na gestão de bacias hidrográficas”.</p>
<p class="MsoNormal">Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS da ONU, o Ciclo de Seminários UrbanSus: Sustentabilidade Urbana tem por objetivo central refletir sobre o papel das cidades e o estímulo a boas práticas compartilhando soluções sustentáveis urbanas, por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras. Há a necessidade de soluções efetivas, acessíveis, equitativas e duráveis para desafios mais urgentes, envolvendo mobilidade, segurança hídrica, energia, saneamento ambiental, áreas verdes, segurança alimentar, rápida urbanização e suas complexas interações com as mudanças globais e a falta de acesso a serviços por grande parte da população.</p>
<p class="MsoNormal">O Ciclo de Seminários UrbanSus é promovido pelo Programa USP Cidades Globais, sediado no Instituto de Estudos Avançados, em conjunto com a Faculdade de Saúde Pública e o Instituto de Biociências, da Universidade de São Paulo, com o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade.</p>
<p><strong>Comissão organizadora</strong></p>
<p>Arlindo Philipp Jr (IEA/FSP USP); Amanda Silveira Carbone (FSP USP); Débora Sotto (FSP USP); Djonathan Gomes Ribeiro (IEA USP); Eduardo Neder (FSP USP); ; Marcos Buckeridge; Maria do Carmo Sobral (UFPE); Mary Lobas de Castro (UMC/USP);  Sandra Sedini (IEA USP) e Thaisa Carvalho de Oliveira (IEA USP).</p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-27T14:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-verdes-e-saudaveis-um-debate-sobre-arborizacao-e-saude-coletiva">
    <title>Cidades verdes e saudáveis: um debate sobre arborização e saúde coletiva</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-verdes-e-saudaveis-um-debate-sobre-arborizacao-e-saude-coletiva</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a95cce8e-7fff-04ac-66bf-b1b793755ebb"><span>Áreas verdes são comprovadamente benéficas à saúde do ser humano - e isso já é um consenso na comunidade científica. Porém, nem sempre a conexão com a natureza é encontrada nos grandes agrupamentos urbanos e nos equipamentos de seu espaço público. O evento vai discutir a importância de ambientes arborizados e de políticas públicas de saúde que os levem em consideração.</span></span></p>
<p><span><span><strong>Debatedores</strong></span></span></p>
<p><span><span><strong>Paulo Saldiva (FMUSP)<br />Marcela Petenusci <span id="docs-internal-guid-59eb2590-7fff-3708-ade5-7ccef5623f33"><span>(IPCCIC)</span></span><br />Perci Guzzo (Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Ribeirão Preto)</strong></span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-18T00:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ieanamidia/2020/WEBGuia-das-cidades.jpg">
    <title>Guia das cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ieanamidia/2020/WEBGuia-das-cidades.jpg</link>
    <description>Jornal da USP - 08/10/2020</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-10-09T19:55:32Z</dc:date>
    <dc:type>Imagem</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-onu-pandemia">
    <title>UrbanSus ONU: Desigualdades e Interseccionalidades de Gênero nas Cidades Durante a Pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-onu-pandemia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5d893ec6-7fff-fca0-4f27-f87a8a2d88bf"> </span></p>
<p dir="ltr">A <a class="external-link" href="https://nacoesunidas.org/agencia/onuhabitat/">ONU-Habitat</a> realiza, todos os anos, o Outubro Urbano, com intuito de promover globalmente os resultados positivos da urbanização ou enfrentar desafios específicos que dela resultam. A iniciativa conta sempre com temas selecionados para refletir sobre a diversidade das questões urbanas, além de ser uma plataforma para debate e divulgação da <a class="external-link" href="http://habitat3.org/wp-content/uploads/NUA-Portuguese-Brazil.pdf">Nova Agenda Urbana</a> e dos ODS, em especial o <a class="external-link" href="https://nacoesunidas.org/pos2015/ods11/">ODS 11</a>.</p>
<p dir="ltr">A edição do <a class="external-link" href="http://www.circuitourbano.org/">Circuito Urbano</a> deste ano terá como tema geral <strong>“Cidades Pós-Covid-19: Diálogos  entre o Brasil e a África Lusófona"</strong>.</p>
<p dir="ltr"><span>A pandemia causada pelo vírus COVID-19 veio acentuar os conflitos e desafios decorrentes das desigualdades de gênero. De fato, verifica-se em todo o mundo que as mulheres têm sido especialmente impactadas pela pandemia, sobretudo em razão do agravamento das desigualdades econômicas e sociais, já existentes anteriormente, pelo processo de isolamento social necessário ao controle da propagação do vírus. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Explosão das ocorrências de violência doméstica, perda de emprego e renda, aumento das desigualdades competitivas, sobrecarga pelo acúmulo de tarefas domésticas no isolamento e aumento dos casos de racismo e injúria racial contra a população negra são alguns dos muitos desafios trazidos pela pandemia às mulheres. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Lamentavelmente, esses desafios não foram acompanhados pela mobilização de políticas públicas voltadas à sua remediação e prevenção, o que coloca em cheque a concretização do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 - Igualdade de Gênero e demais metas da Agenda 2030 atinentes à promoção da igualdade entre homens e mulheres.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O Ciclo de Seminários UrbanSus tem o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade aliada à ética socioambiental. Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, o Ciclo UrbanSus visa refletir sobre o papel das cidades e o estímulo para boas práticas, compartilhando soluções sustentáveis urbanas, por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras.</span></p>
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (<span>Vice-diretora do IEA USP )</span></p>
<p><span><strong>Palestrantes:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wania-pasinato" class="external-link">Wânia Pasinato</a> (IEA USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciana-fukimoto-itikawa" class="external-link">Luciana Fukimoto Itikawa</a> (FIAM-FAAM)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gislene-aparecida-dos-santos" class="external-link">Gislene Aparecida dos Santos</a> (IEA e EACH/USP)</p>
<p><span><strong>Moderadora:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-sotto" class="external-link">Débora Sotto</a> (IEA USP)</p>
<p><strong>Debatedores:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tatiana-cortese" class="external-link">Tatiana Tucunduva Philippi Cortese</a> (UNINOVE e IEA USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-andres-hernandez-arriagada" class="external-link">Carlos Andrés Hernández Arriagada</a> (UPM e IEA USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-batista-nery" class="external-link">Marcelo Batista Nery</a> (NEV e IEA USP)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>África</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ONU</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-15T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-adaptacao-resiliencia-e-riscos-climaticos-25-de-novembro-de-2019">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Adaptação, Resiliência e Riscos Climáticos - 25 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-adaptacao-resiliencia-e-riscos-climaticos-25-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-25T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/curso-de-extensao-analisara-o-conceito-e-aplicacoes-das-cidades-mil">
    <title>Curso de extensão analisará o conceito e aplicações das Cidades MIL</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/curso-de-extensao-analisara-o-conceito-e-aplicacoes-das-cidades-mil</link>
    <description>Inscreva-se até o dia 20 de novembro para participar.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-24956071-7fff-48a6-a5b1-e0bbc7d88d85"> </span></p>
<p><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/imagens/Template-noticias-Das-Cidades-inteligentes-as-cidades-MIL...png"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Template-noticias-Das-Cidades-inteligentes-as-cidades-MIL...png/image_preview" alt="Curso de extensão - Das Cidades inteligentes às cidades MIL" title="Curso de extensão - Das Cidades inteligentes às cidades MIL" height="400" width="400" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O curso estará disponível do dia 2 de dezembro de 2024 a 30 de março de 2025, pela plataforma dos cursos USP (Moodle)</dd>
</dl>Estão abertas as inscrições para o </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cursos/cidades-mil">curso</a><span> “Das Cidades Inteligentes às Cidades MIL”, que será ofertado</span><span> na plataforma Moodle, de </span><span>2 de dezembro de 2024 a 30 de março de 2025</span><span>, com aulas online e assíncronas. Inspiradas no conceito “Cidades MIL” da Unesco, as atividades buscam </span><span>contribuir para a divulgação do modelo, suas diferenças e semelhanças com o conceito das cidades inteligentes. </span><span>Inscreva-se até o dia 20 de novembro para participar, pelo <span id="docs-internal-guid-68da3b9c-7fff-2a2e-00b9-69f47267d180"><a href="https://e.usp.br/rkb">sistema Apolo</a></span>.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span id="docs-internal-guid-eca3ccff-7fff-285a-b6f3-065f27d6c649"><span>O que é Cidades MIL?</span></span></h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-bce61a49-7fff-9e6c-3b0a-79cdb4fa65fb">
<div align="left" dir="ltr">
<table>
<colgroup><col></col></colgroup> 
<tbody>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span>Criado em 2018 pela Unesco, </span><span>as Cidades MIL são espaços urbanos que aplicam os princípios da alfabetização midiática e informacional em toda a cidade, com foco na capacitação do cidadão. Segundo a organização, o conceito pode contribuir para aumentar o acesso à informação, estimular o envolvimento cívico, permitir o diálogo intercultural e inter-religioso, combater a desinformação e o ódio e criar oportunidades econômicas, sociais e culturais.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>O curso terá </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cursos/cidades-mil#modulos"><span>aulas</span></a><span> sobre as bases gerais das Cidades MIL, da Unesco e da Alfabetização Midiática e Informacional (AMI). Também serão discutidos os indicadores da Unesco, que orientam as Cidades MIL, e as aplicações do conceito em cidades universitárias e bairros. As atividades serão divididas em quatro módulos, ministrados por acadêmicos, professores, pesquisadores e estudantes da área.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O primeiro módulo é introdutório e dá aos participantes a oportunidade de aprender sobre o histórico da Unesco, bem como compreender e dominar a abordagem AMI e a grande dimensão das Cidades MIL. Os demais módulos têm como foco o desenvolvimento, de forma eficiente e eficaz, os 13 indicadores que permeiam as Cidades AMI e que contribuem para a sua compreensão estratégica”, explicam os organizadores. </span></p>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span>As aulas se integram com as linhas de pesquisa e atuação do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-especiais/centro-internacional-de-inovacao-e-desenvolvimento-de-cidades-mil"><span>Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL</span></a><span> (CIIDMIL) do IEA. Elas foram pensadas para um público diverso e engajado em causas de inovação e transformação social, como lideranças comunitárias, empresários que trabalham com plataformas digitais e influencers, educadores, artistas, cidadãos comuns, ou qualquer profissional que tenha o interesse e compromisso de promover cidades tecnológicas, baseadas nos princípios das Cidades </span><span>MIL.</span></p>
<div>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span>Coordenado pela professora Adriana Backx Noronha Viana, da Faculdade de Administração, Economia e Contabilidade (FEA-USP), e Felipe Chibás-Ortiz, vice-coordenador d</span><span>o </span><span>CIIDMIL</span><span> do IEA, o curso é baseado no livro "Das Cidades Inteligentes às Cidades MIL, Métricas Inspiradas na Visão da Unesco", publicado pela USP com apoio da Unesco MIL Alliance.</span></p>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span>Para mais informações e programação completa, clique </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cursos/cidades-mil#modulos"><span>aqui</span></a><span>. </span></p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Lívia Uchoa </dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Curso</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades inteligentes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-11-13T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/morar-ruas-covid-19-pesquisa-pratica">
    <title>UrbanSus - Espacialidades Cotidianas do Morar nas Ruas de São Paulo em Tempos de Covid-19: Articulando Pesquisa e Prática</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/morar-ruas-covid-19-pesquisa-pratica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-adf30a69-7fff-4e25-a4c6-49abe5d26048"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span><span>Como será que as ciências sociais sensíveis à dimensão espacial das práticas sociais (em particular a sociologia, a antropologia, a geografia, a arquitetura e o urbanismo) podem contribuir para a prática profissional com a população em situação de rua (PopRua) na cidade de São Paulo durante a pandemia de Covid-19 – incluindo o recente </span></span><a class="external-link" href="http://www.google.com/url?q=https://app.powerbi.com/view?r%3DeyJrIjoiZWE4MTE5MGItZjRmMi00ZTcyLTgxOTMtMjc3MDAwMDM0NGI5IiwidCI6ImE0ZTA2MDVjLWUzOTUtNDZlYS1iMmE4LThlNjE1NGM5MGUwNyJ9&amp;sa=D&amp;source=docs&amp;ust=1648054856426428&amp;usg=AOvVaw3a5sOVkd_YpnNOE4lAcN9o"><span><span>censo da PopRua promovido pela Prefeitura</span></span></a><span><span> ? </span><span>O objetivo deste seminário – presencial e online – é debater criticamente a resposta a essa questão desenvolvida pelo </span></span><a class="external-link" href="https://www.google.com/url?q=https://gcsmus.org&amp;sa=D&amp;source=docs&amp;ust=1648054856424616&amp;usg=AOvVaw34yWPt83FCmKHcCG_nmCw_"><span><span>Centro Global de Métodos Espaciais para Sustentabilidade Urbana</span></span></a><span><span>(GCSMUS) por meio do projeto de pesquisa e extensão universitária “Métodos espaciais em ação: Espacialidades cotidianas do morar nas ruas de São Paulo”. </span><span>Com sede na Universidade Técnica de Berlim, financiamento do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) e coordenação local sediada no Departamento de Sociologia da FFLCH-USP, o GCSMUS reúne 48 parceiros internacionais de 47 países do Sul Global com o objetivo de promover o desenvolvimento urbano sustentável por meio de evidências empíricas e de baixo impacto (LIUD) gerados pelo emprego de métodos espaciais de pesquisa.</span></span></p>
<p style="text-align: left; "><span><span><span>Organizado em três sessões e dando sequência a um primeiro </span></span></span><span><a class="external-link" href="https://www.google.com/url?q=http://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-morar-nas-ruas-covid-19-intervencoes&amp;sa=D&amp;source=docs&amp;ust=1648054856427663&amp;usg=AOvVaw2xDVCPw6W2SOgYFPzGkRY8"><span><span>Seminário URBANSUS sobre o cotidiano do morar nas ruas de São Paulo durante a pandemia de Covid-19, que se realizou no IEA-USP em novembro e dezembro de 2020</span></span></a></span><span><span><span>, este segundo evento colocará em diálogo direto pesquisador/as da Universidade e agentes da prática profissional com PopRua em torno das potencialidades e limitação de um conhecimento específico sobre o morar nas ruas, que os métodos estimularam a produzir por meio de um curso de capacitação realizado entre novembro e dezembro de 2021. Na ocasião, cientistas do GCSMUS e assistentes sociais tiveram como envolver-se conjuntamente nas espacialidades cotidianas do morar nas ruas da São Paulo pandêmica; </span><span>isto é, nos arranjos diários que homens, mulheres e crianças têm feito corporalmente dos espaços públicos onde moram, ao mesmo tempo que atribuem significados a suas felizes com pessoas, instituições e objetos, com animais e plantas ali.</span></span></span></p>
<h3><span><span>transmissão</span></span></h3>
<p><span><span>Acompanhe a transmissão do evento em </span></span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"><span><span>www.iea.usp.br/aovivo</span></span></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Larissa Barreto Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-03-24T13:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-lanca-cartilha-sobre-agricultura-urbana">
    <title>Grupo lança cartilha de boas práticas na agricultura urbana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-lanca-cartilha-sobre-agricultura-urbana</link>
    <description>No dia 27 de abril, às 12h, o Grupo de Estudo de Agricultura Urbana do IEA lança a cartilha "Agricultura Urbana - Guia de Boas Práticas", escrita por Luís Fernando Amato-Lourenço e coordenada por Thais Mauad.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-das-corujas-1" alt="Horta das Corujas" class="image-inline" title="Horta das Corujas" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Horta das Corujas, na zona oeste de São Paulo, é um exemplo de adoção de boas práticas</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para colaborar com grupos comunitários na criação e gerenciamento de hortas urbanas seguras, bem-sucedidas e sustentáveis, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana" class="external-link">Grupo de Estudos de Agricultura Urbana (Geau)</a> do IEA lança no dia 27 de abril, às 12h, na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), a cartilha "Agricultura Urbana - Guia de Boas Práticas", escrita pelo engenheiro ambiental <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-fernando-amato-lourenco" class="external-link">Luís Fernando Amato-Lourenço</a> e coordenada por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thais-mauad" class="external-link">Thais Mauad</a>.</p>
<p>Amato-Lourenço é doutorando do programa de pós-graduação do Departamento de Patologia da FMUSP e integrante do Geau. Thais é professora do mesmo departamento e coordenadora do grupo de estudos. O guia foi desenvolvido como parte da tese de Amato-Lourenço. Foram utilizadas informações provenientes de artigos científicos, revisões sobre o tema e consultas com especialistas.</p>
<p>Os autores afirmam que as cidades podem ser ótimos lugares para o cultivo de alimentes, mas "alguns locais podem não ser apropriados devido à contaminação do solo, água e/ou ar". A produção de vegetais em regiões contaminadas possibilita que alimentos absorvam "metais, compostos orgânicos ou outras substâncias em concentrações acima do recomendado para o consumo humano", tornando-os um risco para a saúde.</p>
<p>Os elementos químicos mais preocupantes para a saúde são chumbo, mercúrio, arsênico e cádmio, por serem muito tóxicos e muito comuns. "Compostos derivados da queima incompleta da matéria orgânica, como o benzo(a)pireno, também podem estar associados a doenças, ou seja, são potencialmente mutagênicos e carcinogênicos."</p>
<p>A cartilha traz orientações para a coleta de amostra de solo, onde efetuar sua análise e como interpretar os resultados. No caso da água, a publicação alerta que fontes com valores de potabilidade desconhecidos devem ter amostras testadas anualmente de acordo com a <a class="external-link" href="http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res05/res35705.pdf">Resolução 357/05</a> do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Os laboratórios que realizam testes da água também são indicados. A captação e uso da água da chuva (apenas em irrigação e/ou limpeza de equipamentos) é recomendada, pois implica em economia para o agricultor urbano, reduz o consumo de água potável e auxilia na redução de enchentes.</p>
<p>Além de afetar a saúde da população pela simples aspiração de partículas e gases, a poluição do ar pode prejudicar a produção de certos alimentos, informam os autores. "Vegetais folhosos com superfície rugosa tendem a acumular poluentes que podem ser absorvidos pelas plantas. A proximidade de rodovias e avenidas com grande circulação de veículos e constantes congestionamentos contribui para que uma mistura de poeiras compostas por desgaste de pneus, asfalto e peças automotivas cheguem até a horta."</p>
<p>Além disso, as partículas em suspensão no ar vão sedimentar e contribuir para a contaminação do solo, explicam. Havendo necessidade, o agricultor deve optar pela produção em estufas ou o uso de barreiras verticais, segundo a cartilha, que ainda uma série de outras precauções simples que devem ser tomadas para minimizar a toxicidade dos vegetais e sua exposição a contaminantes.</p>
<p>A cartilha é uma edição do Geau, com apoio da União das Hortas Comunitárias de São Paulo, FMUSP, Fundação Faculdade de Medicina e Fapesp, da qual Amato-Lourenço é bolsista.</p>
<hr />
<p><i><strong>Lançamento da Cartilha "Agricultura Urbana - Guia de Boas Práticas"</strong><br />27 de abril, 12h<br />Faculdade de Medicina, avenida Dr. Arnaldo, 455, 5º andar, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto a todos os interessados</i><i><br />Mais informações: Luis Fernando Amato-Lourenço (<a class="external-link" href="http://luisfamato@gmail.com">luisfamato@gmail.com</a>), telefone (11) 98899-7388<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/marx-ciencia-e-tecnologia" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Gustavo Nagib</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Toxicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-10T12:20:49Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-york-a-metropole-com-a-agua-mais-pura-do-planeta-1">
    <title>Nova York, a metrópole com a água mais pura do planeta</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/nova-york-a-metropole-com-a-agua-mais-pura-do-planeta-1</link>
    <description>Pacto entre governos locais, produtores rurais e ONGs vêm garantindo a manutenção dos serviços ambientais nas montanhas de Catskill e bacias vizinhas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
</table>
<table class="tabela-direita">
</table>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/catskill-10-1" alt="Catskill -10" class="image-inline" title="Catskill -10" /></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Grandes centros urbanos e água de qualidade <span>em quantidades suficientes para todos nem sempre é uma combinação possível, especialmente num planeta em que a escassez hídrica atingiu 35% da população mundial em 2005. Mas na cidade de Nova York – uma das líderes das chamadas “cidades elite”, segundo ranking de 2016 de cidades globais da AT Kerney –, a água que chega às torneiras de 9 milhões de pessoas tem origem em fontes superficiais, dispensa tratamento e recebe apenas cloro e flúor antes de ser distribuída.</span></p>
<p>Tema fascinante para geógrafos, ambientalistas e gestores públicos, o sistema de abastecimento do estado de Nova York prova que empresas, sociedades e governos podem prosperar ao investir na natureza. A estratégia de conservação dos mananciais economizou ao estado de Nova York valores da ordem de US$ 6 a US$ 8 bilhões e custos operacionais de US$ 300 milhões por ano, totais estimados para a construção e manutenção de uma estação de tratamento no sistema Catskill/Delaware.</p>
<p class="callout"><i><strong>A famosa  cadeia de montanhas de Catskill, a oeste das nascentes do Rio Hudson e a 160 quilômetros ao norte da cidade de Nova York, é um reduto preservado que compõe o complexo sistema de abastecimento do estado nova-iorquino. Além da estonteante paisagem que inspira artistas e atrai praticantes de diversas modalidades esportivas, o lugar também guarda uma das mais bem sucedidas histórias de pagamentos por serviços ambientais (PSA).</strong></i></p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Catskill-05.jpg/@@images/18d09d69-0dfc-4e21-8b54-84d2557a0ee5.jpeg" alt="Catskill - 5" class="image-inline" title="Catskill - 5" /></th><th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Catskill-02.jpg/@@images/21ac2776-2fed-46ed-ad93-e20abf6ce49a.jpeg" alt="Catskill - 2" class="image-inline" title="Catskill - 2" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>O modelo descentralizado de gestão hídrica ganhou força a partir de 1990, quando a cidade precisou reavaliar sua estratégia de abastecimento público, diante das pressões estaduais e federais por padrões mais rígidos de qualidade de suas águas de abastecimento público.</p>
<p>Em 1989, o comissário Albert Appeton, da Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos, havia desenvolvido um conjunto de regulamentos restringindo o desenvolvimento de atividades agrícolas e de uso e ocupação do solo nas bacias hidrográficas da região, visando à conservação dos mananciais.</p>
<p>Com os mananciais conservados, a cidade de Nova York manteria a liberação de filtração de suas águas superficiais, já que o ecossistema realizaria o trabalho de purificação da água.</p>
<p> </p>
<p><strong>Narrativa de um conflito hídrico</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/MApa-de-NY-CAtskill-1.jpg" alt="Mapa de NY Catskill" class="image-inline" title="Mapa de NY Catskill" /></th>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/New-Croton-Dam-2-web.jpg" alt="New Croton Dam 2" class="image-inline" title="New Croton Dam 2" /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Reservatório de New Croton é parte do sistema de abastecimento de NY, que hoje possui 19 represas</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view">Entrevista</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-ainda-precisa-de-mais-obras-hidraulicas-diz-braga">Brasil ainda precisa de mais obras hidráulicas, diz Braga</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view">Notícias</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/agua-liquida-mas-nao-certa">Em São Paulo, água líquida, mas não certa</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/experiencias-de-servicos-ambientais-no-brasil">PSA ainda traz poucos resultados práticos à conservação em São Paulo</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios">Momento de repensar a lógica da gestão da água e equilibrar privilégios</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-questionam-conceitos-201cemprestados201d-a-historia-ambiental">Especialistas questionam conceitos “emprestados” à história ambiental</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao olhar retrospectivamente a história da cidade mais influente do mundo, é provável que sem água abundante, de fonte segura e limpa, Nova York não tivesse alcançado o crescimento fenomenal dos últimos dois séculos.</p>
<p>No início do século 19, os nova-iorquinos passaram por enormes perdas sociais e econômicas após incêndios devastadores e epidemias de cólera, infecção causada pela ingestão de água e alimentos contaminados. A situação impulsionou as lideranças públicas a mergulhar num ambicioso projeto com o objetivo de melhorar o que era uma mistura inadequada de abastecimento público e privado.</p>
<p>Ainda em 1842, sob um Estado marcadamente tecnocrático, a cidade passa a ser abastecida pelo reservatório de Croton, 65 quilômetros ao norte da “Big Apple”. Nas décadas seguintes, gerações de líderes escolheriam obter água pura ao menor custo possível, indo buscar o recurso no extremo norte e oeste da cidade e, finalmente, nas montanhas de Catskill, uma área preservada por leis estaduais.</p>
<p>Durante o século que se seguiu, as grandes obras de engenharia e a expansão do sistema hídrico terminaram por constituir o que alguns estudos como o de <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/troubled-water-acquiescence-conflict-and-the-politics-of-place-in-watershed-management/view" class="external-link">Philip Steinberg e George Clark </a>chamaram de narrativa de um conflito hídrico. Algo muito familiar com o que ocorre no Brasil, a “narrativa” descreve as relações sociais de uma região “superior” e “poderosa” que extrai recursos de um lugar “subordinado”, a partir de inundações e barragens.</p>
<p>Os deslocamentos de populações e a destruição de cidades inteiras foram amparados por uma lei de 1905 que, por meio de “domínio eminente”, permitiu à cidade de Nova York assegurar terras privadas fora dos limites municipais e usá-las para a expansão e o desenvolvimento do sistema de abastecimento. A medida foi empreendida por décadas e fomentou um ressentimento entre os moradores do norte e do sul do estado que persistiu até recentemente, informa <a class="external-link" href="http://www.nytimes.com/1990/09/17/nyregion/new-york-s-water-rules-worry-catskills.html" target="_blank">reportagem </a>do New York Times de 1990, assinada por Allan Gold (<i>"New York's Water Rules Worry Catskills"</i>).</p>
<p>No que se refere à impressionante estrutura física, a rede de abastecimento de Nova York é hoje constituída por três lagos controlados e 19 reservatórios distribuídos em mais de 5 mil quilômetros quadrados, que fornecem cerca de 5 bilhões de litros de água por dia para a cidade e condados vizinhos.</p>
<p> </p>
<p class="callout"><i><strong>O  Memorandun of Agreement (MOA) de  1997 representou um marco na gestão hídrica de Nova York. Com a assinatura  de centenas de atores sociais, documento estabeleceu um amplo acordo de  pagamentos por serviços ambientais, assistência técnica para o manejo  seguro das atividades produtivas realizadas na bacia hidrográfica e um  programa de compra de terras e de compensações por servidão.</strong></i></p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/catskills-9" alt="Catskills - 9" class="image-inline" title="Catskills - 9" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><strong>Servicos Ecossistêmicos</strong></span></p>
<p>Atualmente, o novo grande desafio de Nova York é manter a pureza da água que captou tão longe, satisfazendo aos restritivos padrões exigidos pela legislação federal norte-americana. “O sistema de abastecimento de Nova York é impressionante e muito elogiado, mas não é perfeito. A cidade de Nova York vem obtendo sucessivas licenças que a liberam da filtração. Mas há sempre o risco de contaminação devido aos tipos de uso e ocupação do solo do entorno dos mananciais”, afirma <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/philip-martin-fearnside" class="external-link">Philip Fearnside</a>, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Catskill-07.jpg" title="Catskill - 7" height="560" width="660" alt="Catskill - 7" class="image-inline" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Serviços ambientais garantidos em acordo comunitário e nas ações de conscientização sobre o meio ambiente</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/NY-MAP-Courtesy-of-NYC-DEP1997.jpg" title="NY MAP Courtesy of NYC DEP 1997" height="550" width="660" alt="NY MAP Courtesy of NYC DEP 1997" class="image-inline" /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sistema de abastecimento da cidade de Nova York</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Impedimentos ambientais, políticos e financeiros não permitem mais  que a cidade continue a buscar por soluções de engenharia, apenas.  Tornou-se necessária uma arena institucional complexa, formada pelo  pacto de inúmeros atores sociais e uma diversidade de interesses, na  busca de um objetivo comum: água limpa, que depende de mananciais  resilientes, que dependem da conservação da natureza.</p>
<p>A ecologia política da gestão das águas urbanas passou por uma  mudança de paradigma na década de 1970, em parte devido ao novo marco  legal ambiental, inaugurado com a lei federal do Safe Drinking Water Act  (SDWA) de 1974.</p>
<p>Emendas de 1986 ao Safe Drinking Water Act (SDWA) e uma nova  legislação federal de 1989 para águas superficiais pressionavam a cidade  para a necessidade de filtração e desinfecção de suas águas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as regiões do entorno dos mananciais que abastecem  grande parte do estado de Nova York passavam por uma expansão  populacional a partir da década de 1980, com a consequente  intensificação do uso do solo e das atividades produtivas.</p>
<p>Afinal, o <i>Memorandun of Agreement</i> (MOA) de 1997 representou um marco na gestão hídrica do estado. O<a class="external-link" href="http://www.dos.ny.gov/watershed/nycmoa.html" target="_blank"> <i>New York Watershed Agreement</i> </a>reconhece Catskills como uma reserva de água "tremendamente valiosa" e <span>contou  com as assinaturas da prefeitura nova-iorquina, outras 73  municipalidades e 30 comunidades do entorno das bacias, além de cinco  organizações não governamentais, mostra o </span><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/watershed-protection-for-a-world-city-the-case-of-new-york/view" class="external-link">artigo <span>de Mark Pires</span></a><span>, professor da Long Island University, e também o </span><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/designing-watershed-programs-to-pay-farmers-for-water-quality-services-case-studies-of-munich-and-new-york-city/view" class="external-link">estudo <span>de Gilles Grolleau e Laura M.J. McCann</span></a><span>.</span></p>
<p>O documento estabeleceu um amplo acordo de pagamentos por serviços  ambientais, assistência técnica para o manejo seguro das atividades  produtivas realizadas na bacia hidrográfica e um programa de compra de  terras e de compensações por servidão. Os fazendeiros foram nomeados  “guardiões da água” e passaram a ser remunerados pelos serviços  ambientais prestados.</p>
<p>A prefeitura melhorou também o sistema de esgotos instalando pequenas  plantas de tratamento para os despejos das atividades agrícolas e  pastoris da região. Seu orçamento original para a aquisição de terras  passou de cerca de US$ 300 milhões para US$ 580 milhões. O acordo entre  os diversos atores foi estimado em US$ 1,4 bilhão, uma economia  significativa diante dos custos da construção de uma estação de  tratamento, mostram Grolleau e McCann.</p>
<p>Mas um grande problema ainda era a poluição difusa. Os autores  explicam que as leis bastante exigentes sobre esse aspecto poderiam  minar a autonomia privada sobre a propriedade da terra, o que revoltou  muitos agricultores. Para esses estudiosos, a insatisfação sobre o uso  da propriedade privada e a diversidade de atores sociais resultou no  aumento dos custos de transação do pacto firmado em 1997.</p>
<p>Finalmente, a saída para o conflito veio por meio da aproximação da  Prefeitura e do Departamento de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em  inglês) com os técnicos do Departamento de Agricultura do Estado de Nova  York, que tinha um relacionamento de longa data com os produtores  rurais. A confiança foi se firmando, alguns mitos e preconceitos foram  quebrados e assim o acordo foi estabelecido, discorre Albert Appleton,  ex-diretor da agência de águas e esgoto de Nova York e ex-comissário da  EPA, em <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/how-new-york-city-used-an-ecosystem-services-strategy-carried-out-through-an-urban-rural-partnership-to-preserve-the-pristine-quality-of-its-drinking-water-and-save-billions-of-dollars/view">artigo </a>publicado na plataforma interativa <a href="http://www.watershedconnect.org/" target="_blank">Watershed Connect</a>, da Forest Trends.</p>
<p>“Mesmo com a existência de parques e áreas de preservação, ainda há  muitos moradores e diversas atividades rurais e turísticas em Catskills e  bacias próximas. Contudo, conseguiram fazer um acordo bastante criativo  e razoavelmente equitativo que afinal consegue manter a alta qualidade  da água de Nova York. Inclusive o esquema de Catskills tem sido modelo  para outros sistemas de PSA ao redor do mundo”, afirma Phil Coven, que  foi diretor associado e gerente sênior de projetos na ONG <a class="external-link" href="http://www.forest-trends.org/" target="_blank">Forest Trends</a>, onde atualmente presta consultoria.</p>
<p><span>Coven cita o programa </span><a class="external-link" href="http://www.cultivandoaguaboa.com.br/" target="_blank">Cultivando Água Boa</a><span>,  realizado na bacia hidrográfica do Paraná 3 e entorno da represa de  Itaipu, como um dos mais bem sucedidos entre as iniciativas de PSA  hidrológico do Brasil. “A sociedade está despertando para os benefícios  de investir na natureza”, afirma.</span></p>
<p><span>O estado de São Paulo inaugurou há pouco mais de um ano o Programa Nascentes, apresentado em </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/experiencias-de-servicos-ambientais-no-brasil">matéria sobre PSA </a><span>publicada  recentemente no site do IEA. Mas enquanto os projetos baseados em  incentivos econômicos do tipo PSA não deslancham, ainda permanece o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/agua-liquida-mas-nao-certa" class="external-link">paradigma hidráulico </a>dos séculos 19 e 20, baseado em obras de grande impacto ambiental e na busca de fontes cada vez mais distantes. Em <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-ainda-precisa-de-mais-obras-hidraulicas-diz-braga" class="external-link">entrevista</a>, o secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/benedito-braga" class="external-link">Benedito Braga</a>, falou ao IEA sobre as políticas de abastecimento do governo estadual.</span></p>
<p>Segundo levantamento da Forest Trends de 2014, governos e empresas ao  redor do mundo investiram US$ 12,3 bilhões em iniciativas de  conservação visando a provisão de serviços ecossistêmicos relacionados à  produção de água.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-09T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/problemas-das-metropoles-que-impactam-na-saude-sao-analisadas-em-novo-livro-de-paulo-saldiva">
    <title>Em novo livro, Paulo Saldiva analisa problemas das metrópoles que impactam na saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/problemas-das-metropoles-que-impactam-na-saude-sao-analisadas-em-novo-livro-de-paulo-saldiva</link>
    <description>A análise é focada principalmente na cidade de São Paulo, que, para Saldiva, é um laboratório natural para o estudo dos problemas urbanos e sua relação com o viver humano</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-livro-vida-urbana-e-saude" alt="Capa Livro - Vida urbana e saúde" class="image-right" title="Capa Livro - Vida urbana e saúde" />O médico Paulo Saldiva, diretor do IEA, lançará no dia <strong>3 de abril</strong> o livro "Vida Urbana e Saúde - Os Desafios dos Habitantes das Metrópoles"<i> </i>(Editora Contexto, 128 páginas), no qual analisa os principais problemas que atingem os grandes aglomerados urbanos. A sessão de autógrafos acontecerá <strong>às 19h</strong>, na livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073).</p>
<p dir="ltr"><span>Professor da Faculdade de Medicina da USP, Saldiva reúne na obra o que considera suas duas paixões: a medicina e a cidade de São Paulo, onde nasceu. Segundo ele, pela sua complexidade, a metrópole pode ser entendida como um laboratório natural para o estudo dos problemas urbanos e sua relação com o viver humano. “Uma cidade saudável é aquela em que seus cidadãos têm boa qualidade de vida”, defende. </span></p>
<p dir="ltr"><span>A obra aborda, nos primeiros capítulos, o desenvolvimento urbano desde o início das cidades, apresentando mapas como do aumento da mancha urbana em São Paulo. Em seguida, Saldiva analisa doenças como obesidade, ansiedade, infecções. O professor discorre, ainda, sobre problemas tipicamente urbanos, como violência, ilhas de calor, imobilidade e poluição, com dados como os do aumento dos casos de internação por leptospirose em relação a pluviosidade na cidade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Por sua formação como patologista, Saldiva trata a cidade como um ser vivo. Ao fazer diversas comparações entre o funcionamento da cidade e do corpo humano, o autor facilita o entendimento dos problemas urbanos e como eles afetam o próprio habitante da cidade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Obesidade é um deles [dos problemas]. A cidade cresceu mais do que o seu esqueleto e articulações podem suportar, vergando-se ao excesso de peso e de prédios. Calvície, representada pela expressiva destruição da sua cobertura vegetal, é outro achado importante. Importantes também são a bronquite crônica, resultado de anos de inalação de um ar poluído, como também insuficiência renal, definida pela incapacidade de excretar os resíduos de forma adequada e eficiente”, exemplifica um trecho da apresentação do livro.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na apresentação, o autor destaca que 54% da população mundial é urbana, enquanto no Brasil este número é ainda maior: cerca de 84%. “O encantamento da convivência humana, porém, habita o mesmo espaço do adoecimento, provocado pela falta de saneamento, pela contagiosidade de moléstias que chegam por mosquitos, pela poluição do ar, pela violência, e pela premência do viver moderno”, explica Saldiva.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O livro já está à venda e pode ser encontrado em algumas livrarias online. </span></p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/JPbKHuhQJeM" width="560"></iframe></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-15T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/indice-europeu-fornece-bases-para-criacao-de-politicas-publicas-em-saude">
    <title>Índice europeu fornece bases para criação de políticas públicas em saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/indice-europeu-fornece-bases-para-criacao-de-politicas-publicas-em-saude</link>
    <description>Projeto "Euro-Healthy: Shaping European Policies to Promote Health Equity" fornece uma base de dados para uma melhor tomada de decisões políticas na área da saúde e no combate à desigualdade na saúde</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Financiado pela União Europeia (UE), o projeto <a href="http://www.euro-healthy.eu/"><i>Euro-Healthy: Shaping European Policies to Promote Health Equity</i></a> desenvolveu um índice que permite avaliar a saúde da população europeia de forma multidimensional. O objetivo principal do índice é fornecer uma base de dados para uma melhor tomada de decisões políticas na área da saúde e no combate à desigualdade na saúde. O projeto, que foi discutido no seminário<i> </i><i>Ambiente, Saúde e Sustentabilidade em Cidades Globais</i> no IEA no dia 20 de fevereiro, buscou também prever o impacto de diferentes políticas na área.</p>
<p dir="ltr">Além do financiamento da UE, o projeto foi formado por um conjunto de 15 instituições de ensino e de gestão pública de 12 países diferentes. Com duração de três anos, o <i>Euro-Healthy</i> teve início em janeiro de 2015 e está agora em fase de conclusão. Nos dois primeiros anos, 2015 e 2016, o foco foi na construção do índice. O terceiro ano e último ano, 2017, foi voltado para a construção de cenários e políticas para o futuro.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paula-santana-20-02-2018" alt="Paula Santana - 20/02/2018" class="image-inline" title="Paula Santana - 20/02/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Paula Santana: "Não há uma única ciência ou conhecimento que possa resolver sozinha o problema da desigualdade</strong>"</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Aplicado em 28 países europeus, o <i>Euro-Healthy</i> buscou uma abordagem interdisciplinar, levando em conta que a saúde da população envolve também ambiente econômico e social, alterações demográficas, estilos de vida, ambiente físico, ambiente construído, entre outros. "Não há uma única ciência ou conhecimento que possa resolver sozinha o problema da desigualdade", salientou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/paula-santana">Paula Santana</a>, professora catedrática da Universidade de Coimbra e coordenadora do <i>Euro-Healthy</i>.</p>
<p dir="ltr">O projeto publicou ainda o <i>Atlas of Population Health in European Union Regions</i>, além de um <a href="http://healthyregionseurope.uc.pt/">website</a>, onde é possível fazer simulações com os índices, alterando indicadores, políticas e potencial de impacto. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, coordenador do USP Cidades Globais, um dos organizadores do evento, aproveitou para criticar a forma como os dados são tratados no Brasil, dificultando a criação de projetos como o <i>Euro-Healthy</i> por aqui: “Lá na Europa, vocês conseguem obter mais dados. Aqui, a falta de acesso a dados é um problema que nós temos. As instituições brasileiras se apropriam deles e esquecem que esses dados são públicos”.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcos-buckeridge-20-02-2018" alt="Marcos Buckeridge - 20/02/2018" class="image-inline" title="Marcos Buckeridge - 20/02/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Marcos Buckeridge criticou a dificuldade para se obter dados com as instituições brasileiras</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">A construção do índice consistiu na identificação de áreas de preocupação e a seleção de indicadores para avaliar e monitorar a saúde da população. Estocolmo, capital da Suécia, foi a região mais bem avaliada pelo índice, seguida por Alemanha, França, Dinamarca, Finlândia, Holanda, Reino Unido, além de outras cidades da Suécia. Os países com a pior avaliação, situados abaixo dos 50 pontos no índice, foram Romênia, Estônia, Eslováquia e Hungria</p>
<p dir="ltr">“Uma comparação entre o índice do projeto e dados da política de coesão da UE mostra que quanto mais desenvolvido é o país, melhor é a questão da saúde. O oposto também é válido”, afirmou Paula.</p>
<p dir="ltr">O projeto também avaliou com mais detalhes dez áreas metropolitanas da Europa – Atenas, Barcelona, Berlim, Bruxelas, Lisboa, Londres, Paris, Estocolmo, Turim, Praga –, além de dois estudos de caso para Lisboa e Turim. O que se viu nos resultados é que mesmo sendo a mesma cidade, o índice da saúde não é igual em toda a área. Em Turim, por exemplo, os valores chegam a variar entre 50 a quase 100 (a pontuação no índice vai de 0 a 100), com cada região da cidade italiana tendo avaliações diferentes.</p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ambiente-saude-e-sustentabilidade-em-cidades-globais-o-caso-euro-healthy" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ambiente-saude-e-sustentabilidade-em-cidades-globais-o-caso-euro-healthy-20-de-fevereiro-de-2018" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Já em uma comparação geral entre as dez metropolitanas, observou-se pouca variação na mortalidade, mas grande variação na questão da poluição. Atenas é a pior neste quesito, seguida de Paris, Turim e Praga. “Com a crise, os controles dos poluentes se esvaem”, resumiu Paula.</p>
<p dir="ltr">Ainda sobre a questão das metrópoles, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valdir-fernandes" class="external-link">Valdir Fernandes</a>, coordenador do Grupo de Pesquisa Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa em Avaliação de Sustentabilidade (NIPAS) e professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), lembrou que é sempre preciso considerar toda a região do entorno para avaliar uma cidade. “Em Curitiba, por exemplo, se pegarmos o número de leitos da cidade e dividir pela população, o resultado é positivo. Mas Curitiba não é uma ilha. Dos 29 municípios da região metropolitana, só um, além de Curitiba, tem um grande hospital, logo o índice aplicado à região metropolitana é outro. O mesmo vale para as escolas", explicou.</p>
<p dir="ltr">O estudo em Lisboa visou a identificação de situações críticas para a combater a desigualdade em saúde no município e, em seguida, avaliar políticas com potencial de resolver os problemas identificados.</p>
<p dir="ltr">Entre as principais preocupações identificadas dos lisboetas estão a taxa de desemprego; abandono escolar; comportamento sexual de risco (mães adolescentes); poluição do ar, ruído e eventos climáticos extremos (principalmente inundações); condições de habitação, transporte e mobilidade; entre outros.</p>
<p dir="ltr">Com os dados do que preocupa os habitantes de Lisboa, foi promovida uma conferência de decisão para análise de políticas com potencial de resolver as situações identificadas. Ao fim, foram feitos 18 pacotes de políticas contendo ações e implementações de políticas públicas possíveis, sendo algumas “mais locais e outras mais globais”.</p>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans / IEA-USP</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>União Europeia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-02-22T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/haddad-e-erundina-apresentam-no-iea-suas-experiencias-como-prefeitos-de-sao-paulo">
    <title>Haddad e Erundina apresentam suas experiências como prefeitos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/haddad-e-erundina-apresentam-no-iea-suas-experiencias-como-prefeitos-de-sao-paulo</link>
    <description>Encontros integram a série Gestão de uma Metrópole: a Experiência dos Prefeitos de São Paulo, coordenada pelo programa USP Cidades Globais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fernando-haddad-perfil" alt="Fernando Haddad - Perfil" class="image-left" title="Fernando Haddad - Perfil" />O programa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">USP Cidades Globais</a> inicia no dia <strong>11 de novembro</strong> um ciclo de conversas com todos os prefeitos da capital paulista. A série <i>Gestão de uma Metrópole: a Experiência dos Prefeitos de São Paulo</i> terá como primeiro convidado o atual prefeito Fernando Haddad.</p>
<p>A partir <strong>das 9h30 </strong>da manhã, na Sala de Eventos do IEA, ele apresentará os principais desafios para a administração da cidade, em sua visão. Após sua fala, Haddad participará de um diálogo com os pesquisadores do USP Cidades Globais.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/luiza-erundina" alt="Luiza Erundina - Perfil" class="image-right" title="Luiza Erundina - Perfil" />Na sexta-feira seguinte ao encontro com Haddad, a convidada será a deputada Luiza Erundina. Prefeita de São Paulo de 1989 a 1993, ela contará a sua experiência na gestão do município no dia <strong>18 de novembro, às 14h30</strong>, também na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p>A coordenação do USP Cidades Globais acredita que os problemas das cidades são muitos e precisam ser priorizados. O relato dos prefeitos ajudará a direcionar o que deve ser prioridade nas pesquisas e atividades do programa.</p>
<p>O público externo poderá participar da atividade mediante inscrição prévia, mas as vagas são limitadas.</p>
<p><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSezBJCaQfGmx6MMJVtxnTb8yHGfNI_bInNdelNUKTfryxZdlA/viewform">Inscrições para encontro com o prefeito Fernando Haddad</a> (<i><strong>INSCRIÇÕES ENCERRADAS</strong></i>)</p>
<p><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScuXoh0_TeK_cq2DyXk92r2Cx2Q0qUqgE_fluvZoCjp2JHDXg/viewform">Inscrições para o encontro com a deputada Luiza Erundina</a></p>
<p>Os encontros serão transmitidos <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA. Para acompanhar online não é necessário se inscrever.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
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    <title>Políticas Públicas na Metrópole: Marcos Legais e Institucionais e seus Efeitos Políticos - 18 de junho de 2019</title>
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    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>NAP Escola da Metrópole</dc:subject>
    
    
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    <title>UrbanSus ONU: Inovação e Tecnologia Digital nas Cidades Brasileiras - 10 de outubro de 2019</title>
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      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
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