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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 301 to 315.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-novas-perspectivas-no-tratamento-de-tumores-cerebrais-agressivos">
    <title>Seminário aborda novas perspectivas no tratamento de tumores cerebrais agressivos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-novas-perspectivas-no-tratamento-de-tumores-cerebrais-agressivos</link>
    <description>Evento é promovido pelo CTC-USP em parceria com o IEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/cartazDNA.png/@@images/36fdb2ca-3317-4c91-904a-e55e5499bf44.png" alt="" class="image-left" title="" /></p>
<div id="_mcePaste">Um estudo conduzido pela pesquisadora Valeria Valente, docente da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara, traz novas perspectivas no tratamento de um dos tipos de tumores cerebrais cancerígenos mais agressivos, os astrocitomas.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">A pesquisa teve o apoio do Centro de Terapia Celular (CTC-USP) e identificou as alterações genéticas com maior potencial de promover agressividade, revelando possíveis biomarcadores de prognóstico e genes candidatos a alvos terapêuticos.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">Para ampliar a discussão dos resultados, o CTC em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) realizam o seminário <i>Genes de reparo de DNA: funções na manutenção da estabilidade genômica das células tumorais e progressão do câncer</i>, com a professora Valeria Valente.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">O encontro será realizado no dia 27 de outubro, a partir das 15 horas, no Anfiteatro Azul do Hemocentro de Ribeirão Preto (Rua Tenente Catão Roxo, 2501).</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">A equipe da professora Valeria Valente trabalhou com células de astrocitoma coletadas de 55 pacientes no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP) buscando assinaturas de expressão gênica associadas ao tempo de sobrevida dos pacientes. Os resultados dessa investigação foram publicados na revista Tumor Biology.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">“Os dados indicam que os genes de reparo de DNA têm papel fundamental na manutenção da integridade genômica de células altamente proliferativas e, portanto, podem indicar caminhos promissores para o desenvolvimento de novas terapias para o tratamento dos astrocitomas de alto grau”, destaca a pesquisadora.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeyLXm9K48UdahANhwwswZc8YCWgdqSl1ap__CuBgYmHmUYyA/viewform">neste link</a>. Mais informações: ctcusp@gmail.com ou (16) 2101 9350.</div>
<p> </p>
<hr />
<p><strong>Genes de reparo de DNA: funções na manutenção da estabilidade genômica das células tumorais e progressão do câncer</strong><br /><i>27 de outubro, 15h<br /></i><i>Anfiteatro Azul do Hemocentro de Ribeirão Preto (Rua Tenente Catão Roxo, 2501)</i><br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeyLXm9K48UdahANhwwswZc8YCWgdqSl1ap__CuBgYmHmUYyA/viewform">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/genes-de-reparo-de-dna-funcoes-na-manutencao-da-estabilidade-genomica-das-celulas-tumorais-e-progressao-do-cancer" class="external-link">Ficha do evento</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-24T14:05:41Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/genes-de-reparo-de-dna-funcoes-na-manutencao-da-estabilidade-genomica-das-celulas-tumorais-e-progressao-do-cancer">
    <title>Genes de reparo de DNA: funções na manutenção da estabilidade genômica das células tumorais e progressão do câncer</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/genes-de-reparo-de-dna-funcoes-na-manutencao-da-estabilidade-genomica-das-celulas-tumorais-e-progressao-do-cancer</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento tem como objetivo ampliar as discussões dos resultados de um estudo conduzido pela pesquisadora Valeria Valente, docente da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara, traz novas perspectivas no tratamento de um dos tipos de tumores cerebrais cancerígenos mais agressivos, os astrocitomas.</p>
<p><br />A pesquisa teve o apoio do Centro de Terapia Celular (CTC-USP) e identificou as alterações genéticas com maior potencial de promover agressividade, revelando possíveis biomarcadores de prognóstico e genes candidatos a alvos terapêuticos.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-24T13:56:34Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2017">
    <title>Lancet Countdown: Monitorando o Avanço na Saúde e nas Mudanças Climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2017</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um relatório inédito da revista The Lancet com estudos sobre a relação entre mudanças climáticas e saúde humana será lançado simultaneamente em diversos países do mundo no dia <strong>31 de outubro</strong>. <span>O Lancet Countdown de 2017 é resultado do trabalho de 24 instituições acadêmicas de ponta e agências governamentais de todos os continentes. Elas avaliaram, de forma sistemática, os impactos na saúde humana das mudanças no clima e as implicações para os sistemas de saúde e para as negociações do Acordo do Clima de Paris.</span></p>
<p><span>A produção do relatório teve a participação de pesquisadores do clima, ecologistas, economistas, especialistas em energia, sistemas de alimentação e transporte, geógrafos, matemáticos, cientistas sociais e políticos, profissionais de saúde pública e médicos. São relatados indicadores anuais sobre os impactos das mudanças climáticas, exposições e vulnerabilidade; planejamento de adaptação e resiliência para a saúde; ações de mitigação e cobenefícios da saúde; economia e finanças; e envolvimento público e político.</span></p>
<p>O Lancet Countdown de 2017 é um desdobramento dos trabalhos da Comissão Lancet 2015, que concluiu que a mudança climática antropogênica ameaça minar os últimos 50 anos de ganhos na saúde pública e que, ao mesmo tempo, uma resposta efetiva às mudanças climáticas poderia ser “a maior oportunidade de saúde global do século 21”.</p>
<p><strong>The Lancet</strong></p>
<p>The Lancet é uma revista científica sobre medicina, sendo uma das mais antigas e renomadas do mundo no segmento. Publicada semanalmente no Reino Unido, teve importante papel nas reformas de saúde britânica desde sua fundação em 1823. Dentre as revistas médicas, o Journal Citation Reports a classifica em segundo lugar, atrás do The New England Jounal of Medicine.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-23T20:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-the-lancet-apresenta-na-fmusp-relatorio-inedito-sobre-os-efeitos-das-mudancas-climaticas-na-saude-humana">
    <title>The Lancet apresenta relatório inédito sobre os efeitos das mudanças climáticas na saúde humana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-the-lancet-apresenta-na-fmusp-relatorio-inedito-sobre-os-efeitos-das-mudancas-climaticas-na-saude-humana</link>
    <description>Lancet Countdown de 2017 é resultado do trabalho de 24 instituições acadêmicas de ponta e agências governamentais de todos os continentes.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/poluicao-do-ar" alt="Poluição do ar " class="image-inline" title="Poluição do ar " /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Relatório Lancet Countdown relaciona o impacto das mudanças climáticas na saúde humana</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Um relatório inédito da revista médica The Lancet com estudos sobre a relação entre mudanças climáticas e saúde humana será lançado simultaneamente em diversos países do mundo no dia <strong>31 de outubro</strong>. A Faculdade de Medicina (FM) da USP sediará a atividade no Brasil, num encontro realizado em parceria com o Instituto de Estudos Avançados (IEA), <strong>às 9h</strong>, no Teatro do edifício principal. <strong><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdIekdTJAAxgcyZKQdnjeafSRBm_YMVZ7yw3hCZpNsbhSMENw/viewform">Inscrições aqui</a>.</strong></p>
<p>O <i>Lancet Countdown de 2017</i> é resultado do trabalho de 24 instituições acadêmicas de ponta e agências governamentais de todos os continentes. Elas avaliaram, de forma sistemática, os impactos na saúde humana das mudanças no clima e as implicações para os sistemas de saúde e para as negociações do Acordo do Clima de Paris.</p>
<p>Na Faculdade de Medicina, o relatório será apresentado em inglês por uma de suas autoras, a sueca Sonja Ayeb-Karlsson, da United Nations University, pesquisadora das áreas de mudanças climáticas e vulnerabilidade social. Após a fala de Sonja, Paulo Saldiva, professor da FM e diretor do IEA-USP, falará sobre o estudo na perspectiva brasileira.</p>
<p>“Ao apresentar as consequências de médio e longo prazo para o sistema de saúde, podemos pensar as formas de mitigação do problema e como devemos nos preparar”, explica Saldiva, que pesquisa a poluição do ar há mais de 30 anos.</p>
<p>A produção do relatório teve a participação de pesquisadores do clima, ecologistas, economistas, especialistas em energia, sistemas de alimentação e transporte, geógrafos, matemáticos, cientistas sociais e políticos, profissionais de saúde pública e médicos. São relatados indicadores anuais sobre os impactos das mudanças climáticas, exposições e vulnerabilidade; planejamento de adaptação e resiliência para a saúde; ações de mitigação e cobenefícios da saúde; economia e finanças; e envolvimento público e político.</p>
<p>O Lancet Countdown de 2017 é um desdobramento dos trabalhos da Comissão Lancet 2015, que concluiu que a mudança climática antropogênica ameaça minar os últimos 50 anos de ganhos na saúde pública e que, ao mesmo tempo, uma resposta efetiva às mudanças climáticas poderia ser “a maior oportunidade de saúde global do século 21”.</p>
<p><strong>The Lancet</strong></p>
<p>The Lancet é uma revista científica sobre medicina, sendo uma das mais antigas e renomadas do mundo no segmento. Publicada semanalmente no Reino Unido, teve importante papel nas reformas de saúde britânica desde sua fundação em 1823. Dentre as revistas médicas, o Journal Citation Reports a classifica em segundo lugar, atrás do The New England Jounal of Medicine.</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p>8h30 – 9h: Café de boas-vindas</p>
<p>9h – 9h10: Abertura pelo diretor da Faculdade de Medicina, prof. José Otávio Costa Auler Júnior</p>
<p>9h10 – 9h30: Apresentação do Lancet Coutdown Program, por Sonja Ayeb-Karlsson</p>
<p>9h30 – 9h50: Perguntas do público</p>
<p>9h50 – 10h20: "Mudanças climáticas e saúde humana no Brasil”, prof. Paulo Hilário Nascimento Saldiva</p>
<p>10h20 – 10h30: Observações finais</p>
<p>10h30 – 11h: Perguntas do público</p>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
<p><strong><i>Lancet Countdown: Monitorando o Avanço na Saúde e nas Mudanças Climáticas </i></strong></p>
<p>Evento gratuito, aberto ao público<br />Transmissão ao vivo pela web: <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a><br />Local: Teatro da Faculdade de Medicina da USP<br />Avenida Doutor Arnaldo, 455 - Pacaembu, São Paulo - SP, 01246-100, Brasil<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2017" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2017</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-23T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-pesquisa-em-anticorpos-monoclonais-no-brasil-o-que-esta-direcionando-a-producao-de-conhecimento-27-de-setembro-de-2017">
    <title>A Pesquisa em Anticorpos Monoclonais no Brasil: O que Está Direcionando a Produção de Conhecimento? - 27 de setembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-pesquisa-em-anticorpos-monoclonais-no-brasil-o-que-esta-direcionando-a-producao-de-conhecimento-27-de-setembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-27T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/documentario-sobre-dificuldades-de-locomocao-no-hc-e-lancado-na-faculdade-de-medicina">
    <title>Documentário sobre dificuldades de locomoção no HC é lançado na Faculdade de Medicina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/documentario-sobre-dificuldades-de-locomocao-no-hc-e-lancado-na-faculdade-de-medicina</link>
    <description>Filme mostra dificuldades de locomoção na região do complexo do Hospital das Clínicas. Exibição ocorreu durante o encontro "Novos Olhares sobre a ‘Dis’Mobilidade no Complexo do HC"</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-documentario-dis-mobilidade" alt="Capa documentário 'Dis'Mobilidade" class="image-inline" title="Capa documentário 'Dis'Mobilidade" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Na tarde do dia 20 de setembro aconteceu a primeira exibição de </span><i>‘Dis’mobilidade Urbana</i><span>, documentário sobre dificuldades de locomoção na região do complexo do Hospital das Clínicas (HC), produzido pela IEA e pela Faculdade de Medicina (FM) da USP, com apoio do HC. O lançamento ocorreu durante o encontro </span><i>Novos Olhares sobre a ‘Dis’Mobilidade no Complexo do HC</i><span>, inserido na programação da Semana da Mobilidade da Faculdade.</span></p>
<p><b>O documentário pode ser visto na <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=J4U3_JiYpk4&amp;t=2s">íntegra aqui</a>. </b></p>
<p dir="ltr">Alternando entre depoimentos e imagens, o filme mostra a dificuldade que diversas pessoas sofrem para chegar ao hospital. São recorrentes casos em que os pacientes chegam horas antes da consulta. O motivo é a existência de obstáculos no caminho, tanto a pé quanto de transporte público. Como mostrado, há pacientes com dificuldade de locomoção que demoram até 25 minutos para percorrer uma distância de cerca de 400 metros, entre o hospital e a estação Clínicas do metrô.</p>
<p dir="ltr">Uma outra paciente no documentário é uma menina de oito anos de idade, cadeirante. A mãe dela relata que para conseguirem subir da estação do metrô à Av. Dr. Arnaldo – não existe elevador ligando os dois pontos –, é preciso que algum funcionário se disponha a empurrar a cadeira-de-rodas, enquanto ela leva a criança no colo. “É sempre um constrangimento para ela, que não é mais tão pequena”, diz a mãe.</p>
<p dir="ltr">Em outro momento, é mostrado um cadeirante e seu acompanhante a caminho do hospital. Por diversas vezes os dois são forçados a transitar pela rua, no meio dos carros, porque as calçadas, cheias de obstáculos e buracos, não permitem a passagem da cadeira.</p>
<p dir="ltr">O problema do trânsito também é amplamente comentado no documentário. Na região, o tráfego atrasa – quando não impede – a chegada das ambulâncias. Apesar da existência de uma “ambulofaixa” na Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, a principal via do complexo, os veículos insistem em parar nela: “A pessoa não desce do carro. Ele fica e se a CET encostar, ele vai dar uma volta e parar aqui de novo”, comenta Rita Peres, coordenadora de segurança corporativa do Hospital. “Chegamos ao ponto de precisar ligar a sirene da ambulância para transitar dentro do complexo”, complementa Maria Amélia de Jesus, enfermeira coordenadora do plantão.</p>
<p dir="ltr">Funcionários do hospital relataram como muitas vezes o atendimento de emergência acontece no meio da rua, em casos que as ambulâncias não conseguem chegar. Também acontece frequentemente, segundo eles, de pacientes não conseguirem chegar ao setor onde serão atendidos, sendo socorridos em geral pela equipe do Hospital da Criança, que é o mais próximo da saída do metrô e no início da avenida.</p>
<p dir="ltr">A ideia de fazer o filme surgiu da percepção dos funcionários da Comissão de Sustentabilidade da FM de que era necessário fazer algo novo para a Semana da Mobilidade da FMUSP.</p>
<p dir="ltr">O filme foi produzido e dirigido pela jornalista Fernanda Cunha Rezende, que coordena a área de comunicação do IEA, com apoio dos funcionários do Instituto, da FMUSP e médicos do HC. O roteiro e edição são de Diego Machado.</p>
<p dir="ltr"><strong>Debate</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-dismobilidade-urbana-1" alt="Mesa Dismobilidade urbana - 1" class="image-inline" title="Mesa Dismobilidade urbana - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Debateram, da esquerda para a direita, Paulo Saldiva, Rafael Calabria, Linamara Battistella, Júlia Greve e Helena Ribeiro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Após a exibição, o diretor do IEA e professor da FMUSP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>; as professoras da Medicina Júlia Maria D'Andréa Greve e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/linamara-rizzo-battistella">Linamara Rizzo Battistella</a>, secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência; a diretora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro">Helena Ribeiro</a> e o geógrafo Rafael Gândara Calabria debateram o tema a partir do filme.</p>
<p dir="ltr">Saldiva comentou algumas de suas ideias para ajudar a solucionar os problemas de mobilidade na região, como solicitar ao metrô a implantação de um elevador que chegue ao nível da Avenida Dr. Arnaldo, visto que atualmente há elevador apenas entre o andar da plataforma dos trens e o das catracas, um abaixo do nível da avenida. Outra ideia é a possibilidade de serem oferecidas cadeiras de rodas emprestadas no metrô, semelhante ao sistema de bicicletas compartilhadas. O professor acredita que é necessário um “urbanismo pensando na qualidade de vida das pessoas”.</p>
<p dir="ltr">Concordando com Saldiva, Rafael Calabria disse ser necessário uma redistribuição do espaço da região: “Existem ambulantes na região, porque as pessoas que ficam fora do hospital precisam comer. Só uma lanchonete não dá conta. É preciso colocar os ambulantes em uma local que não atrapalhe a movimentação”.</p>
<p dir="ltr">Quanto ao trânsito a pé no complexo, os participantes do debate comentaram um projeto apresentado no filme, que propõe o fechamento da Av. Dr. Enéas apenas para o tráfego de ambulâncias e pedestres. “CET sempre foi negativa, porque, segundo ela, não teria para onde deslocar o trânsito”, explicou Helena Ribeiro. A Dr. Enéas fica entre duas vias movimentadas, a Rua Teodoro Sampaio e a Av. Rebouças.</p>
<p dir="ltr">“Do jeito que está, o ambiente da região reflete hostilidade ao paciente, não hospitalidade. As calçadas são péssimas. Muitas vezes acontece isso que o filme mostrou, o cadeirante andando no meio da rua”, complementou Helena. Ainda sobre as calçadas, Júlia Greve acrescentou: “A calçada é uma das coisas mais importantes para mudar a mentalidade do paulistano, para fazê-los sair de seus carros. Atualmente, as calçadas são muito ruins para que a gente ande.”</p>
<p dir="ltr">Para Linamara, é preciso “ações articuladas, não isoladas” para mudar a situação. Ela diz que é preciso ouvir as pessoas e que elas possam dialogar juntamente com as instituições envolvidas: o HC, o Metrô, a CET e a prefeitura.</p>
<p dir="ltr">Para que os órgãos públicos se atentem ao problema, a secretária propôs que se fizesse um estudo de quanto custa em reais para o Estado uma pessoa que se acidenta por quedas nas calçadas. Foi em caso semelhante que a prefeitura instaurou o rodízio veicular na capital: após pesquisa de Paulo Saldiva que mostrava como a poluição afetava não somente o indivíduo, mas a sociedade como um todo e quanto isso custava financeiramente.</p>
<p dir="ltr">Saldiva, por fim, comentou as cenas do filme que mostram um cadeirante, o paciente Jean Claude, e seu acompanhante, percorrendo o caminho ao HC. Para ele, as imagens mostram, de fato, a existência de uma ambiente hostil nas ruas e calçadas, contrastadas com a tranquilidade ao se entrar no hospital. “Da porta para dentro, melhora. O problema é chegar”, concluiu o professor.</p>
<p dir="ltr"><strong>Próximas exibições</strong></p>
<p>No próximo sábado, 23 de setembro, o filme encerrará a programação da <a href="https://viradadamobilidade.com.br/">Virada da Mobilidade</a>, numa exibição às 17h na sala 2 do Cinearte, no Conjunto Nacional. Para falar do filme e de seu tema central, Saldiva e Meli Malatesta, especialista em mobilidade a pé e por bicicleta, farão a exposição "Humanos e Urbanos: uma Caminhada na Fronteira entre Saúde e Doença nas Ruas de São Paulo". Para participar, é necessário realizar <a href="https://docs.google.com/forms/d/1NeCAtn-VM11D8_HdIWgu3JXpHPzZ6aVVXbaoi72Z4ew/">inscrição prévia</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans / IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-21T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/novos-olhares-sobre-a-2018dis2019mobilidade-no-complexo-do-hc-20-de-setembro-de-2017">
    <title>Novos Olhares sobre a ‘Dis’Mobilidade no Complexo do HC - 20 de setembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/novos-olhares-sobre-a-2018dis2019mobilidade-no-complexo-do-hc-20-de-setembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-20T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/terapia-celular-no-diabete-melito-onde-estamos">
    <title>Terapia Celular no diabete melito: onde estamos?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/terapia-celular-no-diabete-melito-onde-estamos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>No Brasil, 18 milhões de pessoas sofrem com diabete. Cerca de 10% dos casos são de diabete do tipo </span><span>1, uma doença autoimune que leva o sistema imunológico a atacar o pâncreas do paciente, destruindo as células beta, que produzem insulina. Para abordar os avanços nas pesquisas de tratamentos para essa doença, o Centro de Terapia Celular (CTC), em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto, realiza no dia 25 de setembro, a partir das 10h, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP o seminário <i>Terapia Celular no Diabete Melito: Onde Estamos?</i>.</span><span> </span></p>
<div id="_mcePaste">Uma das iniciativas de maior impacto no tratamento do diabete tipo 1 é desenvolvida na Unidade de Terapia Celular do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, em colaboração com o CTC. <span>O trabalho foi idealizado pelo pesquisador Júlio Voltarelli e passou a ser conduzido por um grupo de pesquisadores que incluem a professora Maria Carolina de Oliveira Rodrigues e o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, que conduzirão o seminário. </span><span>O estudo mostrou na primeira fase, entre 2003 e 2011, avanços no tratamento que incluíram a suspensão do uso de insulina em alguns pacientes ou a redução das injeções diárias.</span></div>
<div></div>
<div><span> </span><span>Serão abordados no evento temas como terapia com células-tronco, implante de células pancreáticas artificiais, bombas eletrônicas de insulina, aplicação por via oral ou nasal e monitoramento da glicemia por escaneamento.</span></div>
<p> </p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Expositores</strong></span></p>
<div style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-carolina-de-oliveira-rodrigues" class="external-link">Maria Carolina de Oliveira Rodrigues</a> (FMRP-USP)</div>
<div style="text-align: justify; "><span>Carlos Eduardo Barra Couri (FMRP-USP)</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-19T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-avancos-do-tratamento-do-diabete-tipo-1">
    <title>Seminário aborda avanços do tratamento do diabete tipo 1</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-avancos-do-tratamento-do-diabete-tipo-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CartazCTC4.jpg/@@images/a55e52af-da41-41d6-b8f1-413653f3a4f6.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />No Brasil, 18 milhões de pessoas sofrem com diabete. Cerca de 10% dos casos são de diabete do tipo </span><span>1, uma doença autoimune que leva o sistema imunológico a atacar o pâncreas do paciente, destruindo as células beta, que produzem insulina. Para abordar os avanços nas pesquisas de tratamentos para essa doença, o Centro de Terapia Celular (CTC), em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto, realiza no dia 25 de setembro, a partir das 10h, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP o seminário <i>Terapia Celular no Diabete Melito: Onde Estamos?</i>.</span></p>
<div id="_mcePaste">Uma das iniciativas de maior impacto no tratamento do diabete tipo 1 é desenvolvida na Unidade de Terapia Celular do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, em colaboração com o CTC. <span>O trabalho foi idealizado pelo pesquisador Júlio Voltarelli e passou a ser conduzido por um grupo de pesquisadores que incluem a professora Maria Carolina de Oliveira Rodrigues e o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, que conduzirão o seminário. </span><span>O estudo mostrou na primeira fase, entre 2003 e 2011, avanços no tratamento que incluíram a suspensão do uso de insulina em alguns pacientes ou a redução das injeções diárias.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div><span> </span><span>Serão abordados no evento temas como terapia com células-tronco, implante de células pancreáticas artificiais, bombas eletrônicas de insulina, aplicação por via oral ou nasal e monitoramento da glicemia por escaneamento.</span></div>
<div></div>
<div>
<div>Maria Carolina de Oliveira Rodrigues é médica formada pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e especialista em reumatologia. Especializou-se em transplante de células tronco hematopoéticas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da USP. Desde 2013, é professora doutora da Divisão de Imunologia Clínica no Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP.</div>
<div></div>
<div>Carlos Eduardo Barra Couri é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Juiz de Fora, com especialização em Endocrinologia pela USP. É pesquisador clínico da Unidade de Terapia de células estaminais do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e responsável pelo manejo clínico de protocolos de pesquisa envolvendo terapia com células-tronco em humanos com <i>diabetes mellitus</i>.</div>
</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div><span> </span><span>As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser feitas neste link. Mais informações: ctcusp@gmail.com ou (16) 2101 9350.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div><span> 
<hr />
<strong>Terapia Celular no Diabete Melito: Onde Estamos?</strong><br /><i>25 de setembro, 10h<br />Salão de Eventos do CeTI-RP - campus Ribeirão Preto da USP<br /><a class="external-link" href="https://goo.gl/forms/7pHAYSBFG6acpeJd2">Inscrições gratuitas</a><br />Mais informações: ctctusp@gmail.com ou (16) 2101 9350<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/terapia-celular-no-diabete-melito-onde-estamos" class="external-link">Página do evento</a></i></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-19T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/as-multiplas-e-dramaticas-experiencias-da-passagem-do-colera-na-provincia-do-espirito-santo-1855-1856-12-de-setembro-de-2017">
    <title>As Múltiplas e Dramáticas Experiências da Passagem do Cólera na Província do Espírito Santo (1855-1856) - 12 de setembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/as-multiplas-e-dramaticas-experiencias-da-passagem-do-colera-na-provincia-do-espirito-santo-1855-1856-12-de-setembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Medicine</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-12T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-pesquisa-em-anticorpos-monoclonais">
    <title>Os desafios para a pesquisa em anticorpos monoclonais no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-pesquisa-em-anticorpos-monoclonais</link>
    <description>O seminário "A Pesquisa em Anticorpos Monoclonais no Brasil: o que está Direcionando a Produção de Conhecimento?" será realizado no dia 27 de setembro, às 9h30, na Sala de Eventos do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/adalimumabe" alt="Adalimumabe" class="image-inline" title="Adalimumabe" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Adalimumabe, um anticorpo monoclonal fornecido pelo SUS a portadores de artrite reumatoide severa; se adquirida no comércio, a embalagem com duas ampolas de 40 mg, suficientes para um mês de tratamento, custa em torno de R$ 8.500,00</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="documentFirstHeading">Sintetizados a partir de organismos vivos e até de células humanas, os anticorpos monoclonais (mAbs, na sigla em inglês) são vistos como a grande promessa da biomedicina contemporânea, sobretudo por sua utilidade em terapias contra vários tipos de cânceres, artrite reumatoide e doenças neurodegenerativas. No seminário <i>A Pesquisa em Anticorpos Monoclonais no Brasil: o que está Direcionando a Produção de Conhecimento?</i>, no <strong>d</strong><strong>ia 27 de setembro, às 9h30</strong>, na Sala de Eventos do IEA, o especialista em P&amp;D de biofármacos Renan Leonel discutirá as características e dificuldades do esforço brasileiro para se capacitar nessa área.</p>
<p class="documentFirstHeading">O seminário é organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade/NAP</a> do IEA. A coordenação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno</a>, coordenador do grupo. O evento é aberto ao público e gratuito, mas requer <a class="external-link" href="https://goo.gl/2gZ281" target="_blank">inscrição prévia</a>. Para acompanhá-lo <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso ser inscrever.</p>
<p class="documentFirstHeading"><strong>Alto custo</strong></p>
<p class="documentFirstHeading">O elevado grau estratégico da pesquisa em mAbs é demonstrado, de acordo com Leonel, pelo fato de cerca de 60% dos recursos dispendidos pelo governo para suprir as necessidades de medicamentos do Sistema Único de Saúde (SUS) são utilizados na aquisição desses imunobiológicos. O Brasil é hoje o terceiro maior mercado desse medicamento no mundo, atrás apenas dos EUA e da China.</p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-e63fb23ce9c54c0fb50b79a46107cbcb kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-e63fb23ce9c54c0fb50b79a46107cbcb">
<div></div>
<p>Ele explica que, ao longo dos últimos trinta anos, diversos países implantaram políticas públicas e outros mecanismos de coordenação institucional em pesquisa para fazer avançar a produção científica, o desenvolvimento tecnológico e a atividade de inovação relacionados com os mAbs. "Atualmente, existem cerca de 50 desses biofármacos aprovados para a comercialização na Europa e nos EUA, com a expectativa de que movimentem US$ 138 bilhões em 2020."</p>
<p><strong> Pesquisa</strong></p>
<p>A exposição de Leonel terá como referência as informações colhidas em pesquisa que está desenvolvendo em projeto de pós-doutorado na Faculdade de Medicina da USP. Ele traçará um panorama da relação existente entre a produção de conhecimento e o arcabouço político-institucional que sustenta a agenda de pesquisa sobre mAbs. Sua análise está baseada em levantamento de base de dados quantitativa sobre as publicações científicas, patentes e testes clínicos, complementada por entrevistas com 27 atores de distintos grupos envolvidos com o tema no país.</p>
<p>Os resultados parciais da pesquisa mostram que a área cresceu no Brasil a despeito da ausência de políticas públicas dirigidas para o tema, e que, segundo os atores entrevistados, é um desafio inserir os sistemas nacionais de C&amp;T nessa área. Isso se deve a três fatores, segundo o pesquisador:</p>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>a área exige investimentos públicos e privados de altíssimo custo;</li>
<li>é uma atividade de P&amp;D pautada pela incerteza e longo prazo (12 a 14 anos, em média);</li>
<li>a produção de conhecimento é controlada por um pequeno grupo de institutos de pesquisa estrangeiros, com projetos financiados via Institutos Nacionais de Saúde dos EUA e por grandes empresas farmacêuticas multinacionais.</li>
</ul>
</div>
<p><span>Na opinião de Leonel, esse quadro demonstra a necessidade de os atores brasileiros refletirem sobre o caráter transnacional e transversal das políticas de CT&amp;I em saúde.</span></p>
</div>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<p><i> </i></p>
<hr />
<p><i><strong> A Pesquisa em Anticorpos Monoclonais no Brasil:<br />O Que Está Direcionando a Produção de Conhecimento?</strong><br /></i><i><i><i>27 de setembro - 9h30<br /></i></i></i><i><i><i>Sala de Eventos do IEA, rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i></i></i><i><i><i>Evento gratuito, aberto ao público e com </i></i></i><a class="external-link" href="https://goo.gl/2gZ281" target="_blank">inscrição prévia</a><i><i><i> - </i></i></i><i><i><i>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever</i></i></i><i><i><i>Mais informações: Sandra Sedini (<a class="external-link" href="http://sedini@usp.br/" target="_blank">sedini@usp.br</a>), telefone: (11) 3091-1678<br /></i></i></i><i><i><i>Página do evento: </i></i></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/a-pesquisa-em-anticorpos-monoclonais-no-brasil" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/a-pesquisa-em-anticorpos-monoclonais-no-brasil</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biomedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-06T17:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/filme-dismobilidade-urbana">
    <title>IEA e Faculdade de Medicina lançam documentário sobre dificuldades de locomoção na região do HC</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/filme-dismobilidade-urbana</link>
    <description>Filme 'Dis'Mobilidade Urbana será lançado no dia 20 de setembro, na Faculdade de Medicina, e exibido no encerramento da Virada da Mobilidade, no dia 23, na sala 2 do Cinearte, no Conjunto Nacional.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-documentario-dis-mobilidade" alt="Capa documentário 'Dis'Mobilidade" class="image-right" title="Capa documentário 'Dis'Mobilidade" />O acesso ao maior complexo hospitalar da América Latina, o Hospital das Clínicas (HC) da USP, foi documentado em um filme produzido pelo IEA e a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em parceria com o HC e a Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP. <i><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=J4U3_JiYpk4">'Dis'Mobilidade Urbana</a></i> mostra as dificuldades de locomoção e transporte que envolvem a região do HC e como isso afeta seus pacientes, principalmente aqueles que têm mobilidade reduzida.</p>
<p>O documentário será lançado no dia <strong>20 de setembro, às 13h</strong>, durante o encontro <i>Novos Olhares sobre a ‘Dis’Mobilidade no Complexo do HC</i>, que acontece no Anfiteatro da Fisiologia da FMUSP e integra a programação da Semana da Mobilidade da Faculdade. Após a exibição, haverá debate com a presença de Saldiva e das professoras da Medicina <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/linamara-rizzo-battistella" class="external-link">Linamara Rizzo Battistella</a>, secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, e Julia Maria D'Andréa Greve; a diretora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a>; o geógrafo Rafael Gândara Calabria e o jornalista Matthew Shirts.</p>
<p>Três dias depois, <strong>23 de setembro</strong>, o filme encerrá a programação da <a class="external-link" href="https://viradadamobilidade.com.br/">Virada da Mobilidade</a>, numa exibição <strong>às 17h </strong>na sala 2 do Cinearte, no Conjunto Nacional. Para falar do filme e de seu tema central, Saldiva e Meli Malatesta, especialista em mobilidade a pé e por bicicleta, farão a exposição "Humanos e Urbanos: uma Caminhada na Fronteira entre Saúde e Doença nas Ruas de São Paulo". Para participar, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1NeCAtn-VM11D8_HdIWgu3JXpHPzZ6aVVXbaoi72Z4ew/">inscrição prévia</a>.</p>
<p><strong>O filme e o HC</strong></p>
<p>A ideia de fazer o filme surgiu da percepção dos funcionários da Comissão de Sustentabilidade da FM de que era necessário fazer algo novo para a Semana da Mobilidade da FMUSP.</p>
<p dir="ltr">O objetivo do projeto era captar com as lentes aquilo que os olhos muitas vezes não enxergam, e levar essa visão às autoridades, num segundo momento, a fim de propor soluções viáveis e dignas a esse problema.</p>
<p dir="ltr">O filme foi produzido pela jornalista Fernanda Cunha Rezende, que coordena a área de comunicação do IEA, com apoio dos funcionários do Instituto, da FMUSP e médicos do HC. O roteiro e edição são de Diego Machado.</p>
<p>O Hospital das Clínicas (HC) recebe, por ano, mais de 1,44 milhão de pessoas para realização de consultas e exames, além de 200 mil atendimentos de emergência e 78,8 mil internações. Considerando acompanhantes e profissionais da área, são milhares de pessoas circulando diariamente na região.</p>
<p>O complexo compreende (em relação a atendimento ao paciente) o Instituto Central, Instituto de Psiquiatria, Instituto da Criança, Instituto do Coração, Instituto de Ortopedia e Traumatologia, Instituto de Radiologia, Instituto de Medicina Física e de Reabilitação, e Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). O Icesp fica localizado na Av. Dr. Arnaldo, enquanto todos os demais estão concentrados na Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, que conecta a Av. Rebouças à Rua Teodoro Sampaio.</p>
<p>Para chegar a esses locais, a maioria dos pacientes utiliza transporte público. Casos mais graves chegam por ambulâncias, as quais também são utilizadas para transportar pacientes de outros municípios, num sistema de caronas nos veículos das prefeituras.</p>
<p>Quem vai de ônibus, desce na Av. Rebouças ou na Rua Teodoro Sampaio e caminha até o local de atendimento. O filme mostra que esse percurso de 100 m a 600 m – dependendo da unidade de destino – apesar de parecer curto, chega a durar 30 minutos para um paciente com AVC, neuropatia, obeso, idoso, cegos ou com qualquer outra dificuldade de locomoção. No meio do caminho, obstáculos dificultam ainda mais a caminhada: subidas e descidas, calçadas estreitas e esburacadas, piso tátil interrompido, camelôs etc.</p>
<p>Um dos pacientes que integram o filme relata que levou duas horas de casa até o hospital, trocou de condução três vezes, caminhou até o local e, após o atendimento, descobriu que ficaria internado por uma semana com um problema cardíaco. Outra personagem do documentário é a mãe e uma criança cadeirante de oito anos de idade. Para sair do metro Clínicas e chegar à Av. Dr. Arnaldo, elas precisam contar com a boa vontade de alguém para carregar a cadeira, enquanto a mãe sobe com a criança no colo, já que não há elevador conectando a estação à calçada da avenida.</p>
<p>As histórias dos pacientes são intercaladas por depoimentos de funcionários e médicos do HC, que presenciam diariamente situações em que o trânsito na Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar e região pode ser determinante na vida humana.</p>
<p>Além de mostrar os problemas, o documentário é ainda uma tentativa de chamar a atenção das autoridades para a necessidade de mudanças no trânsito e na infraestrutura do local.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Divulgação HC-USP</span></p>
<p dir="ltr"> </p>
<hr />
<p> </p>
<div><i><strong>Novos Olhares sobre a ‘Dis’Mobilidade no Complexo do HC<br /></strong></i><i>20 de setembro, às 13h<br /></i><i>Anfiteatro de Fisiologia da Faculdade de Medicina da USP, na Av. Dr. Arnaldo, 455, 3º andar – sala 3303<br /></i><i>Evento gratuito e sem inscrição</i></div>
<div></div>
<div></div>
<p> </p>
<div><i><strong>Encerramento da Virada da Mobilidade</strong><br />23 de setembro, às 17h<br />Sala de cinema Cinearte 2, no Conjunto Nacional, na <span class="_xdb"> </span><span class="_Xbe">Av. Paulista, 2073</span></i></div>
<div><i><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1NeCAtn-VM11D8_HdIWgu3JXpHPzZ6aVVXbaoi72Z4ew/">Inscrições prévias</a></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-01T21:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/curso-de-extensao-oferece-aulas-sobre-fatores-psicossociais-da-vida-de-refugiados-e-imigrantes">
    <title>Curso de extensão oferece aulas sobre fatores psicossociais da vida de refugiados e imigrantes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/curso-de-extensao-oferece-aulas-sobre-fatores-psicossociais-da-vida-de-refugiados-e-imigrantes</link>
    <description>"Saúde Mental, Imigração e Interculturalidade" tem como objetivo introduzir profissionais que trabalhem com imigração ao conhecimento de uma abordagem intercultural</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-7ea510d1-15fb-c22c-7827-0df3231cde25"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>A Unifesp realizará curso de extensão sobre fatores psicossociais que envolvem a vida de refugiados e imigrantes, tais como saúde mental e estresse de aculturação. </span><span><i>Saúde Mental, Imigração e Interculturalidade </i></span><span>tem como objetivo </span><span>introduzir profissionais que trabalhem com imigração ao conhecimento de uma abordagem intercultural. Devido ao limite de 30 vagas, os interessados em assistir às aulas devem mandar currículo e carta de intenções para seleção neste </span><a href="mailto:extensao13529unifesp@gmail.com"><span>e-mail</span></a><span> até </span><span><strong>15 de setembro</strong></span><span>. A iniciativa tem o apoio do IEA.</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/turismo-sexual-e-a-busca-pelo-principe-encantado-europeu-2-de-maio-de-2016/sylvia-duarte-dantas-abre-o-evento-e-apresenta-o-expositor/@@images/c51d895d-94ef-4b52-8ea9-a8b7662f957e.jpeg" alt="Sylvia Duarte Dantas abre o evento e apresenta o expositor" class="image-inline" title="Sylvia Duarte Dantas abre o evento e apresenta o expositor" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sylvia Dantas, coordenadora do curso</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O curso é organizado pela psicóloga <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas"><span>Sylvia Dantas</span></a>, professora da Unifesp e coordenadora do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/dialogos-interculturais"><span>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA</span></a>. As aulas acontecerão aos sábados, nos dias <strong>23 e 30 de setembro</strong>, <strong>7 e 21 de outubro</strong>, <strong>11 e 25 de novembro</strong> e <strong>2 de dezembro</strong>. As aulas da manhã serão das 9h às 13h, já as da tarde serão das 14h às 17h, sempre no campus da Unifesp, na Vila Clementino. Confira a <a href="https://www.facebook.com/352259771868865/photos/a.352319148529594.1073741828.352259771868865/352327815195394/?type=3&amp;theater"><span>programação</span></a> de cada dia.</p>
<p dir="ltr"><span>Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as ações sociais e de saúde que pretendem combater doenças e promover saúde e bem-estar devem levar em conta fatores psicossociais, compreendendo a cultura, as tradições e crenças e os padrões de interação familiar. “O curso baseia-se na perspectiva intercultural que propõe uma visão ampla, dinâmica e flexível dos fenômenos psicossociais e entende o desenvolvimento humano e suas manifestações decorrentes da relação dialética entre o sujeito e os contextos culturais e sociopolíticos em que vive”, explica Sylvia Dantas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os temas do curso serão: saúde mental, estresse de aculturação e modelo intercultural psicodinâmico; impacto da imigração na família e formas de mediação; educação bilíngue, bilinguismo e identidade cultural; imigração, relações inter-raciais e afetividade; traduzir e interpretar um “estranho estrangeiro”; direito interno e internacional dos refugiados e direitos humanos; e história, memória, território e identidade. Todos os temas serão abordados por especialistas em cada área.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O curso de extensão é voltado para psicólogos, psiquiatras, médicos, enfermeiros, educadores, assistentes sociais, pedagogos, profissionais de direitos humanos e demais profissionais e voluntários que atuam e/ou pretendem atuar em instituição e organização civil junto à população migrante.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><span id="docs-internal-guid-7ea510d1-15fc-10d9-8a98-8e099f6d7af5"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Saúde Mental, Imigração e Interculturalidade<br /></i></strong></span><i><span>Campus Unifesp, Vila Clementino<br /></span><span>Mais informações e seleção: </span><a href="mailto:extensao13529unifesp@gmail.com">extensao13529unifesp@gmail.com<br /></a><a href="https://www.facebook.com/Curso-de-Extens%C3%A3o-Sa%C3%BAde-Mental-Imigra%C3%A7%C3%A3o-e-Interculturalidade-352259771868865/">Facebook do curso</a></i></p>
<div></div>
<p> </p>
<p> </p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Event</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-24T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-pesquisa-em-anticorpos-monoclonais-no-brasil">
    <title>A Pesquisa em Anticorpos Monoclonais no Brasil: O que Está Direcionando a Produção de Conhecimento?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-pesquisa-em-anticorpos-monoclonais-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Ao longo dos últimos trinta anos, diversos países implantaram políticas públicas e outros </span><span>mecanismos de coordenação institucional em pesquisa em Saúde para fazer avançar a produção científica, </span><span>o desenvolvimento tecnológico e a atividade de inovação para os chamados Anticorpos Monoclonais </span><span>(mAbs). Esse tipo de medicamento imunobiológico, sintetizado a partir de organismos vivos e mesmo </span><span>células humanas, é visto como a grande promessa da biomedicina contemporânea, sobretudo por sua </span><span>utilidade em terapias contra vários tipos de cânceres, artrite reumatoide e doenças neuro-degenerativas.</span></p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Para ter uma dimensão da relevância desses produtos na política nacional de saúde brasileira, cerca de <span>60% dos recursos destinados à aquisição de medicamentos essenciais do Sistema Único de Saúde (SUS) é </span><span>comprometida com a compra desse tipo biofármaco, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Além </span><span>disso, o Brasil é hoje o terceiro maior mercado desse medicamento no mundo, atrás apenas dos EUA e da </span><span>China.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div><span>Sem dúvida, esses fatores são grandes motivadores para a produção industrial e para o </span><span>desenvolvimento tecnológico desses novos medicamentos, que são alvo de políticas públicas de ciência, </span><span>tecnologia e inovação robustas em países. Atualmente, existem cerca de 50 mAbs aprovados para a </span><span>comercialização na Europa e nos EUA, com a expectativa de movimentarem uma economia de cerca de </span><span>US$ 138 bi em 2020 (Ecker et al, 2016).</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste">
<p><span>O objetivo dessa apresentação é verificar as características da produção de conhecimento em mAbs no </span><span>Brasil. Com isso, a exposição das informações visa traçar um panorama da relação existente entre a </span><span>produção de conhecimento e o arcabouço de político-institucional que sustenta a agenda de pesquisa </span><span>sobre mAbs. </span><span>A análise está ancorada no levantamento de uma base de dados quantitativa sobre as </span><span>publicações científicas, patentes e Clinical Trials, complementadas pela aplicação de 27 entrevistas com </span><span>atores selecionados dos distintos grupos envolvidos com o tema no Brasil.</span></p>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div><span>Os resultados parciais da </span><span>pesquisa em andamento mostram que a área cresceu no Brasil a despeito da ausência de políticas públicas </span><span>dirigidas para o tema, e que, segundo os atores entrevistados, é um desafio inserir os sistemas nacionais </span><span>de C&amp;T nessa área. Isso se deve ao fato de tratar-se de uma área que envolve investimentos públicos e </span><span>privados de altíssimo custo; com atividade de P&amp;D pautada pela incerteza e de longo prazo (12 a 14 anos, </span><span>em média) e cuja produção de conhecimento é controlada por um pequeno grupo de institutos de pesquisa </span><span>estrangeiros, com projetos em “pipeline” financiados via National Institutes of Health dos EUA e por </span><span>grandes players da indústria farmacêutica multinacional. Portanto, há que se refletir sobre o caráter </span><span>transnacional e transversal das políticas de C&amp;T e de inovação em saúde contemporâneas.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<p><span><strong>Expositor</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renan-leonel" class="external-link">Renan Leonel</a> (FM USP)</p>
<p><strong>Coordenador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Sergio Salerno</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-24T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conhecimento-em-celulas-tronco-pode-gerar-terapias-e-novos-medicamentos">
    <title>Conhecimento em células-tronco pode gerar terapias e novos medicamentos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conhecimento-em-celulas-tronco-pode-gerar-terapias-e-novos-medicamentos</link>
    <description>Tema foi abordado pela docente da USP Lygia da Veiga Pereira em evento promovido pelo IEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/IMG_3875_site.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Considerada uma esperança para o tratamento e até mesmo a cura de doenças, a terapia com células-tronco segue como tema de muitos estudos entre grupos de pesquisa de todo o mundo. Um dos nomes de destaque na área, a docente do Instituto de Biociências da USP, chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE) da USP e pesquisadora do Centro de Terapia Celular (CTC) da USP, Lygia da Veiga Pereira, esteve em Ribeirão Preto no dia 9 de agosto em evento promovido pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP para falar sobre os desafios e os avanços nessas pesquisas.<span> </span></p>
<p>Segundo Lygia, para ser considerada uma célula-tronco, a célula deve ter uma capacidade de auto-renovação ilimitada ou prolongada. “Ou seja, tem que conseguir se multiplicar em células idênticas a ela por um longo período de tempo. Além disso, deve também ser capaz de produzir um descendente altamente diferenciado. Ela recebe um estímulo externo e, de repente, se transforma em uma célula mais especializada”.<span> </span></p>
<p>A docente explica que existem dois tipos de células-tronco. As adultas são derivadas do indivíduo após o nascimento e ficam localizadas na medula óssea, dentro dos grandes ossos. Mesmo o cordão umbilical de um recém-nascido possui essas células. Já as embrionárias estão presentes apenas em embriões com cinco dias. A grande diferença entre elas é que, ao contrário do que se pensava até há cerca de 20 anos, as células-tronco adultas não têm uma capacidade tão grande de se transformar em células especializadas quanto as embrionárias.<span> </span></p>
<p>“A grande vocação dessas células embrionárias é se especializar. Esse estado pluripotente delas é muito efêmero, daqui a dois dias elas já vão ter se dividido. Ser pluripotente significa que você consegue se diferenciar em células do ectoderma, mesoderma e endoderma [partes do embrião que vão gerar diferentes órgãos do corpo]. As células-tronco adultas são multipotentes, elas conseguem gerar apenas músculo cardíaco e vaso sanguíneo”, diz.<span> </span></p>
<p>No início dos anos 2000, resultados em pesquisas com modelos animais sugeriam que células-tronco adultas teriam uma maior versatilidade e conseguiriam produzir células do cérebro, fígado e músculo cardíaco. Por isso, houve um grande investimento do governo federal em laboratórios para produção de células destinadas à terapia celular, entre eles o Centro de Terapia Celular da USP Ribeirão Preto. Segundo Lygia, para produzir células-tronco que possam ser usadas em terapias com seres humanos, é preciso um controle de qualidade e boas práticas de manufatura muito específicos, daí a necessidade de uma estrutura apropriada.<span> </span></p>
<p>Apesar dos investimentos, as pesquisas descobriram que a versatilidade das células-tronco da medula óssea não era tão grande quanto a das embrionárias. “Na verdade, alguns grupos mostraram que as células injetadas secretavam fatores que recrutavam células do próprio animal e produziam alguma regeneração. A única exceção foi o uso dessas células em doenças autoimunes, como o diabetes. A gente descobriu que há células da medula óssea que, embora não se transformem em células produtoras de insulina, têm a capacidade de suprimir o sistema imunológico, evitando que ele ataque o próprio corpo do paciente. Essas pesquisas foram feitas no CTC-USP pelo professor Júlio Voltarelli e estão em andamento”, conta a docente.<span> </span></p>
<p>O foco das pesquisas, então, voltou-se para as células-tronco embrionárias. Segundo Lygia, elas necessitam de condições muito específicas para se multiplicar fora do corpo, em ambiente artificial. Para verificar se elas não perdem a capacidade de ser pluripotentes, realiza-se um ensaio injetando essas células em camundongos.</p>
<p><span>“Quando essas células estão no organismo, elas precisam receber vários estímulos diferentes. Se elas forem, de fato, versáteis e pluripotentes, respondem a esses estímulos e começam um processo caótico e desordenado de diferenciação, dando origem a um tumor chamado teratoma. Quando você faz a histologia desse tumor, encontra nele neurônios, pedaços de intestino, osso, músculo. E isso é a última coisa que eu quero que aconteça no meu paciente”, diz ela.</span><span> </span></p>
<p>Por isso, um dos principais desafios para a realização de terapia com células-tronco embrionárias envolve a segurança do procedimento. “Se por um lado, ser pluripotente é uma vantagem, por outro, tenho que ter certeza que, entre a população de células produzidas a partir de células embrionárias, não sobraram algumas indecisas, não diferenciadas, que poderiam formar um tumor no paciente. Por isso, ensaios em seres humanos com células-tronco embrionárias demoraram muito mais tempo para serem feitos que os com células-tronco adultas”.<span> </span></p>
<p>Um segundo desafio citado pela docente é a compatibilidade entre o paciente e as células utilizadas na terapia. De acordo com ela, existem duas linhas de estudo atuais nesse sentido: uma estratégia de encapsular as células-tronco, para que elas fiquem invisíveis ao sistema imunológico, evitando assim a rejeição, e outra estratégia que utiliza técnicas de clonagem para produzir células-tronco com o mesmo material genético do receptor.<span> </span></p>
<p>Para Lygia, as pesquisas na área de células-tronco embrionárias vão trazer importantes conhecimentos básicos em biologia humana que poderão ser aplicados em terapias futuras não necessariamente envolvendo esse tipo de células. “Ao entender essa diferenciação, será possível descobrir moléculas que podem induzir uma regeneração do cérebro, por exemplo. Assim, se o paciente tiver um acidente vascular cerebral, não será preciso injetar células-tronco para recuperar o dano, mas apenas dar a ele um medicamento feito a partir dessas moléculas”, explica.<span> </span></p>
<p><i>Biblioteca de células-tronco brasileira</i><span> </span></p>
<p>Outra possibilidade de uso das células-tronco em pesquisas é na avaliação de toxidade de substâncias testadas pela indústria farmacêutica para a produção de medicamentos. Lygia explica que, embora sejam feitos diversos testes antes da liberação para venda, há uma resposta variável a esses medicamentos de acordo com a genética de cada indivíduo.<span> </span></p>
<p>“A população brasileira tem uma genética peculiar. Somos uma mistura de africanos, europeus e índios. Mas a maioria dos medicamentos é testada em populações europeias e norte-americanas, e com base nesses resultados são comercializadas a populações com genética diferente. O ideal seria testar em uma população mais ampla, mas a indústria farmacêutica não tem recursos suficientes para isso. Substituir esses testes por ensaios em células de diferentes pessoas seria uma opção”.<span> </span></p>
<p>Pensando nisso, o Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias, do qual Lygia é chefe, criou uma biblioteca brasileira de células-tronco. Por meio de uma parceria com o projeto Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA Brasil), realizado por seis instituições de pesquisa brasileiras, entre elas a USP, foi possível coletar células-tronco de duas mil pessoas em diferentes regiões. “Assim, conseguiremos ter uma população de células-tronco que represente a genética do brasileiro”, explica.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biomedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-22T15:00:37Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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