<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 361 to 375.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-16" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/conference-the-international-politics-of-economic-globalization-and-emerging-market-economies-19-de-marco-de-2015" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/torre-do-relogio-2" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/como-chegamos-as-notacoes-de-anos-meses-horas-e-dias" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/comite-inicia-busca-de-candidatos-a-diretor-do-iea" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/comite-conclui-selecao-dos-jovens-cientistas-que-participarao-da-intercontinental-academia" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/comissao-de-pesquisa-do-iea-tem-novos-presidente-e-vice-presidente" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-01" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/coloquio-mundos-em-transicao-jornadas-do-international-research-laboratory-irl-cnrs-usp-16-09-2024" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/collegium-de-lyon-estudos-avancados-pautados-pela-liberdade-cientifica" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/claudia-costin-conselho-deliberativo-do-iea" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-20" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-tecnologias-digitais-linguas-indigenas-08" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-autonomia-universitaria-2" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/ciclo-nacional-de-seminarios-autonomia-universitaria-fator-de-desenvolvimento-do-pais-2o-encontro-28-08-2024" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-16">
    <title>Conferência Antoine Lilti</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-16</link>
    <description>III SEMANA FRANCO-USPIANA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-09-06T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/conference-the-international-politics-of-economic-globalization-and-emerging-market-economies-19-de-marco-de-2015">
    <title>Conference: The International Politics of Economic Globalization and Emerging Market Economies - 19 de março de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/conference-the-international-politics-of-economic-globalization-and-emerging-market-economies-19-de-marco-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-03-19T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/torre-do-relogio-2">
    <title>Concerto da Osusp em parceria com o IEA no dia 31 de maio será um diálogo da música com a ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/torre-do-relogio-2</link>
    <description>O "Torre do Relógio II", concerto da Orquestra Sinfônica da USP (Osusp) no dia 31 de maio, às 16h, organizado em parceria com e do IEA, buscara refletir sobre a diversidade de pensamento no fazer musical e científico e o papel da ciência na solução de problemas contemporâneos.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:468px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/apresentacao-da-osusp/image" alt="Apresentação da Osusp" title="Apresentação da Osusp" height="584" width="468" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:468px;">Desde o ano passado, os concertos da série ''Torre do Relógio'' da Osusp são organizados em parceria com unidades da USP, procurando relacionar a música com áreas das ciências, humanidades e artes presentes na Universidade; este ano a série faz parte das comemorações do cinquentenário da orquestra</dd>
</dl></p>
<p>Uma polifonia de vozes da música e da ciência dialogando sobre suas conexões. Assim será o "Torre do Relógio II - Ideias em Contraponto", concerto da <a class="external-link" href="https://osusp.prceu.usp.br/">Orquestra Sinfônica da USP (Osusp)</a> no dia <strong>31 de maio, às 16h</strong>, organizado em parceria com o IEA. Em 2025, a série "Torre do Relógio" e demais concertos da temporada celebram os 50 anos da orquestra.</p>
<p>Conduzida pelo regente titular e diretor artístico da Osusp, <a class="external-link" href="https://tobiasvolkmann.com/pt-br/biografia/">Tobias Volkmann</a>, a apresentação terá obras de Leonora Duarte (1610-1678), Johann Sebastian Bach (1685-1750), Silvio Ferraz (1959- ), Richard Wagner (1813-1883) e Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791).</p>
<p>Como é característico da série, o concerto contará com palestras curtas de professores, desta vez <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, diretora e vice-diretor do IEA. Eles falarão sobre a diversidade de pensamento no fazer musical e científico e o papel da ciência na solução de problemas contemporâneos.</p>
<p>A apresentação será realizada no Centro Cultural Camargo Guarnieri, na rua do Anfiteatro, 109, Cidade Universitária, São Paulo. Os ingressos estão<b> esgotados</b>. A participação do público é gratuíta e solidária, com a doação de 1 kg de alimento não perecível para famílias em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p>Volkmann explica que a série tem como referências os baixos e altos relevos nas duas faces da Torre do Relógio da Cidade Universitária, uma delas dedicada às ciências naturais e à matemática e a outra às ciências sociais, humanidades e artes. "O princípio que norteia a série é o encontro da arte com a ciência, com cada concerto tendo o repertório pensado a partir do encontro com áreas científicas e cientistas da Universidade, que participam com falas durante a apresentação, a partir de um tema em comum",</p>
<p>A série foi criada em 2023, pelo regente titular anterior da Osusp, Gil Jardim. Em 2024, Volkmann continuou com ela, passando a organizar os concertos em parcerias com unidades da USP. Em abril, foi realizado o "Torre do Relógio I", que envolveu os museus da Universidade. No segundo semestre serão realizados mais três concertos, cujas parcerias estão em definição.</p>
<p><strong>Contraponto e diálogo científico</strong></p>
<p>Em conversas com o vice-diretor do IEA, o maestro chegou à conclusão de que o contraponto pode ser associado ao que o Instituto se propõe a fazer: promover o encontro de ciências de distintas áreas em um diálogo e uma associação que em sua diversidade busca encontrar novos caminhos comuns.</p>
<p>Segundo Volkmann, a intenção na primeira parte do concerto é justamente mostrar a técnica do contraponto, a polifonia, em uma pequena evolução histórica, de modo que o público seja capaz de ouvir o que é a estrutura dessa técnica, que é a sobreposição de distintas vozes independentes, mas com um ponto de encontro em termos estruturais, de princípios harmônicos. "As vozes se alternam entre dissonâncias e consonâncias para encontrar um ponto final comum."</p>
<p>O concerto terá início com três peças (a terceira, uma sinfonia) de Leonora Duarte, compositora luso-flamenga-judia. “São obras curtas para cinco violas da gamba, que na nossa versão serão ‘reinstrumentadas’ para formações distintas da Osusp. Ou seja, começamos com muito contraponto em sua versão mais inicial para a música instrumental”, diz o maestro. Apesar de não ser a motivação principal, também é possível associar a obra da compositora à consolidação da Revolução Científica (baseada na observação e experimentação) no século 17.</p>
<p>Em seguida, haverá três instrumentações distintas para três contrapontos da Arte da Fuga de Bach, o grande mestre do contraponto. "Nele, a polifonia se torna mais complexa e o público vai poder perceber o quanto ideias diferentes e independentes têm condições de se combinar e produzir algo de grande complexidade e extremamente belo", comenta Volkmann.</p>
<p>Não deixa de ser pertinente sugerir uma relação entre a polifonia musical com as diferentes visões sobre fenômenos científicos e a convivência, diálogo e interação (no caso da interdisciplinaridade) de ideias e opiniões presentes numa instituição acadêmica, considera Volkmann.</p>
<p><strong>Contemporaneidade</strong></p>
<p>Continuando com a temática da diversidade de vozes presente no contraponto, será apresentada “Itinerários do Curvelo”, obra para orquestra de câmara de Silvio Ferraz, professor do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. “Esta obra já nos dará uma visão mais conectada com o nosso tempo em relação ao elemento musical e social trabalhado nas obras anteriores”. Segundo o regente, a composição de Ferraz é uma transposição da técnica do contraponto para posicioná-la dentro de uma escuta e uma estética contemporânea. "Aí vamos ter uma superpequena micropolifonia de alturas e sons que vão se formando a partir de pequenas variações e com isso sair de uma escuta polifônica tonal do século 18, de Bach, e para uma estética contemporânea."</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maestro-tobias-volkmann/image" alt="Maestro Tobias Volkmann" title="Maestro Tobias Volkmann" height="464" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Maestro Tobias Volkmann: ''O princípio que norteia a série é o encontro da arte com a ciência''</dd>
</dl></p>
<p>Não deixa de ser pertinente sugerir uma relação entre a polifonia musical com as diferentes visões sobre fenômenos científicos e a convivência, diálogo e interação (no caso da interdisciplinaridade) de ideias e opiniões presentes numa instituição acadêmica, considera Volkmann.</p>
<p>O programa prossegue com uma versão de câmara do “Prelúdio” da ópera “Tristão e Isolda”, onde Wagner cria um problema musical que não havia ainda sido proposto na música, gerando tensões harmônicas com diversas possibilidades de resolução, segundo o regente. “Wagner protela a resolução até o acorde final de uma ópera de mais de três horas de duração”.</p>
<p>"A ideia de colocar esse prelúdio nessa conversa entre a música e a ciência remete ao momento pelo qual passa a humanidade por ter criado um problema tão grande quanto as mudanças climáticas e seus impactos e estar protelando as soluções ad aeternum. O problema é muito claro e a solução precisa passar por uma mudança radical de padrões de consumo e pela adoção de propostas que a ciência está procurando trazer e para as quais a sociedade não vem atentando suficientemente."</p>
<p>Outra analogia possível quanto ao problema harmônico no prelúdio de Wagner é associá-lo às diversas correntes teóricas em disputa num campo científico até que uma delas predomine, considera Volkmann.</p>
<p><strong>Iluminismo versus obscurantismo</strong></p>
<p>O encerramento do concerto será com o movimento final (Molto allegro) da “Sinfonia nº 41, Júpiter", de Mozart. Essa escolha remete a referência da diretora do IEA à questão da ciência (ou iluminação) versus obscurantismo quando da elaboração do programa. Volkmann comenta que essa sinfonia é uma das obras “mais brilhantes de Mozart, escrita em um período em que que as ideias do Iluminismo tiveram enorme influência na retórica musical”.</p>
<p>As duas principais influências do Iluminismo na música de concerto, do meio para o final do século 18 foram a secularização da música e a crescente independência dos compositores em relação aos nobres que os contratavam. Antes predominantemente religiosa, a música passou a incorporar temas e estilos seculares, além de celebrar a liberdade do pensamento individual e a razão em oposição à aceitação pura e simples de tradições e dogmas, afirma o maestro. "Com isso, buscou-se novas formas baseadas em estruturas transparentes e claras. Assim, vamos ouvir uma obra que junta contraponto com uma estrutura clara, presente no final da sinfonia "Júpiter" de Mozart".</p>
<p>A desvinculação do patronato aristocrático, sobretudo dos três principais compositores do Classicismo – Mozart, Haydn e Beethoven –, revela um aspecto socioeconômico resultante da reverberação do Iluminismo no ambiente musical do século 18, comenta Volksmann. "Muito cedo, Mozart foi um dos primeiros freelancers que se libertaram da dependência dos nobres. Haydin foi para essa condição no final da vida e Beethoven também se tornou (não totalmente) um grande freelancer. As ideias de liberdade, razão e humanismo fizeram com que buscassem essa independência", avalia Volkmann.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Orquestra Sinfônica da USP; Daryan Dorneles/Divulgação</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Música</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-20T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/como-chegamos-as-notacoes-de-anos-meses-horas-e-dias">
    <title>Como chegamos às notações de anos, meses, horas e dias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/como-chegamos-as-notacoes-de-anos-meses-horas-e-dias</link>
    <description>A prudência nos registros e na articulação do tempo era algo indispensável na criação de narrativas históricas, numa época em que não havia um calendário unificado.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Y-Suto.jpg" alt="Yoshiyuki Suto" class="image-inline" title="Yoshiyuki Suto" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Yoshiyuki Suto, da <span>Nagoya City University.</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O mundo helenístico, tido como a era mais antiga de globalização na história da humanidade, foi abordado na conferência <i>Articulating Time in the Hellenistic World</i>, ministrada pelo professor de história antiga e docente do Centro do Patrimônio Cultural e de Textos da Nagoya University, <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/yoshiyuki-suto" target="_self">Yoshiyuki Suto</a>.</p>
<p>Foi durante o florescimento de uma sociedade multicultural que se impôs a necessidade de sincronizar calendários, bem como padronizar registros documentais e a datação de eventos históricos. “O ajuste do tempo esteve estreitamente relacionado com o senso de estabilidade social”, disse Suto, durante a  <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya" target="_blank">Intercontinental Academia</a> (ICA).</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3><strong>Relacionado</strong></h3>
<p><strong>Vídeo:</strong></p>
<p><strong><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/videos/intercontinental-academnia-second-phase-nagoya-thursday-march-10-lecture-by-yoshiyuki-suto">Articulating Time in the Hellenistic World</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><i>Mais informações:</i></strong><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/programme" target="_blank">Programação completa Fase Nagoya</a></strong><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias-ica">Todas as notícias da Intercontinental Academia</a></strong></p>
<p><strong>Site:</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><i><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">http://intercontinental-academia.ubias.net</a></i></strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Realizada de <strong>6 a 18 de março</strong> em Nagoya, Japão, a segunda fase da ICA reuniu cientistas de diversas áreas e 13 jovens pesquisadores selecionados para desenvolver estudos sobre o tema “tempo”. O conteúdo das pesquisas subsidiará os estudos dos jovens participantes da ICA na criação de um Massive Open Online Course (Mooc).</p>
<p>Suto participou das exposições do dia 10 de março, dedicadas à área de Humanidades e Ciência Sociais. Nesse dia também participaram <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/yasuhira-kanayama" target="_self">Yasuhira Kanayama</a>, da Nagoya City University, <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/copy_of_sami-pihlstrom" target="_self">Sami Pihlström</a>, da University of Helsinki, <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/chun-chieh-huang" target="_self">Chun-chieh Huang</a>, da National Taiwan University, <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/kirill-ole-thompson" target="_self">Kirill O. Thompson</a>, da National Taiwan University. As mesas foram presididas por <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/takaho-ando-2" target="_self">Takaho Ando</a>, Chubu University.</p>
<p>“Convencionamos usar unidades de tempo como horas, minutos, segundos, dias, para expressar o tempo. Mas nem sempre paramos para pensar sobre a origem desses marcadores”, disse Suto.</p>
<p>A partir da observação das estrelas, os egípcios foram os primeiros a contar períodos anuais e também pioneiros em criar 12 subdivisões de tempo baseadas nas estações. O historiador e geógrafo grego Heródoto escreveu no ano 3 a.C. sobre essa habilidade dos chamados “mestres do tempo”.</p>
<p>“Seus cálculos são mais precisos que os dos gregos; os gregos adicionaram um mês intercalar a cada dois anos, de modo que as estações coincidissem. Mas os egípcios contaram 30 dias para cada um dos 12 meses, adicionando cinco dias ao total de cada ano e, assim, o círculo completo das estações coincide com o calendário”, escreveu Heródoto.</p>
<p>Estudioso da Grécia e Egito antigos, o palestrante vem se especializando na história do Egito sob o domínio ptolomaico. “Chama a atenção não apenas os conhecimentos avançados dos egípcios, mas também a característica única daquele momento. Durante o helenismo aconteceu a primeira era da globalização na história da humanidade.  A criação dos enormes impérios e a divisão em grandes reinos caracteriza um momento totalmente diferente do anterior”, lembrou.</p>
<p>Durante esse período, marcado pelas expedições de Alexandre, o Grande, para a Ásia, ou pela primeira invasão de Roma na Grécia do Leste, bem como pela difusão da língua grega, os anúncios públicos e eventos históricos precisavam ser registrados, muitas vezes, em mais de um tipo de grafia ou língua e com os calendários adotados por diferentes povos, disse Suto.</p>
<p>Eram comuns documentos públicos referenciando reinados, bispados e outros fatos históricos, e trazendo notações de calendários sumério e egípcio, ou grego e egípcio, por exemplo, para que não houvesse engano sobre a data ou o fato que se queria retratar.</p>
<p>Assim, a sincronização do tempo se impunha. Para datar documentos, alguns pontos de referência importantes foram usados, como a Guerra de Troia, o Dilúvio de Deucalião (o Noé grego), ou o Retorno dos Heráclidas. Uma série cronológica mais explícita foi criada a partir dos Jogos Olímpicos de Atenas.  “O novo benchmark era baseado na lista dos vencedores olímpicos”, disse Suto.</p>
<p>Para mostrar como evoluiu a sincronização do tempo entre os diferentes povos da antiguidade, Suto introduziu dois conceitos básicos relacionados ao tempo na história. O primeiro conceito contrapõe tempo progressivo e tempo recorrente, sendo o primeiro ligado a uma cadeia linear de eventos entre o passado, o presente e o futuro; o outro, marcado por um ciclo de eventos repetidos de períodos em períodos, como as colheitas, as celebrações e assim por diante, disse.</p>
<p>O segundo conceito de tempo contrapõe tempo natural e tempo humano, sendo o primeiro relacionado aos fenômenos astronômicos e da natureza e o outro, às articulações culturais e à própria interpretação do tempo natural.</p>
<p>Mesmo nas sociedades antigas, o tempo natural coincidia com as celebrações e necessidades humanas como colheita e plantio, por exemplo. Mas foi durante o período helenístico que ocorreu a definição do começo e do fim de unidades cronológicas básicas, bem como a sincronização dos diversos tempos humanos e a formas de denotar o tempo humano na vida diária, disse.</p>
<p>Não havia uma forma de articular uma unidade de tempo que compreendesse mais de um ano. Além disso, havia dificuldades de diferenciar um ano do outro num tempo cronologicamente progressivo. Inicialmente, a forma que os antigos encontraram de fazer isso foi dando a determinado ano o nome de um magistrado ou de um padre eleito. “Isso certamente evitou muitas confusões, mas não era prático, pois essas referências não davam uma noção de sequência relativa em relação aos fatos”, contou.</p>
<p>Mas essa notação felizmente progrediu nos reinos helenísticos e em especial no Egito ptolomaico, o mais próspero e duradouro dos reinos helenísticos. Um sistema alternativo se tornou mais conhecido, que  convencionou contar o ano a partir da sucessão do trono de cada rei. Por exemplo, o ano da coroação de Ptolomeu I (305-4 AC) ficou chamado de Ano I de Ptolomeu do Egito.</p>
<p>O estabelecimento do conceito de anos regulares não apenas contribuiu para a identificação de um determinado ano, mas também para a articulação de períodos mais longos. “Permitiu articular o tempo progressivo com o respectivo período dominado por cada rei”, disse.</p>
<p>Isso ficou demonstrado na lista de reis grafada sobre um longo papiro, com os nomes de 300 reis. O documento, intitulado <i>Turin Royal Canon</i>, data da época de Ramses II e traz o exato período de duração de cada reino. Mas não se sabe por que, trata-se da única lista de reis do período faraônico.</p>
<p><span>Ptolomeu II, co-regente do pai, Ptolomeu I Sóter, introduziu mudanças no calendário de então. Tentou prolongar o ano de seu reinado, considerando o período que foi co-regente. “A razão disso é desconhecida, mas acredita-se que foi uma tentativa de prolongar também a sua autoridade sobre os legisladores de outros reinados”, disse Suto.</span></p>
<p>Afinal, o sistema de anos regulares contados a partir do ano em que um novo rei sucedia o anterior  resultou numa forma conveniente de determinar o início e o final de cada período, disse Suto.</p>
<p>A característica marcante da fase helenística, portanto, não foi só a integração estrutural e cultural do reino. Houve também a importante sincronização do tempo que, em períodos anteriores, era localmente separado nas diversas partes do reino, disse.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arqueologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Astronomia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-22T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/comite-inicia-busca-de-candidatos-a-diretor-do-iea">
    <title>Comitê inicia busca de candidatos a diretor do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/comite-inicia-busca-de-candidatos-a-diretor-do-iea</link>
    <description>Trabalho identificará os melhores candidatos a integrar uma lista tríplice a ser definida pelo Conselho Deliberativo e submetida à reitora.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP) iniciou o processo de seleção de candidatos a diretor da instituição. A escolha será feita com o auxílio de um Comitê de Busca criado pelo Conselho Deliberativo do Instituto.</p>
<p style="text-align: justify; ">Caberá ao comitê identificar dentre os professores titulares em exercício da USP os melhores candidatos a integrar uma lista tríplice a ser definida pelo Conselho Deliberativo e submetida à reitora, que nomeará um dos três relacionados como o novo diretor do IEA, para um mandato de quatro anos a partir de 6 de outubro de 2007.</p>
<table align="left" class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<td>
<div align="left"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/comitedebusca.jpg" title="comitedebusca.jpg" height="205" width="350" alt="comitedebusca.jpg" class="image-inline" /><br /><strong>Reunião do Comitê de Busca com<br />o diretor do IEA, João Steiner (à dir.)</strong></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">O comitê é presidido por Eduardo Krieger (InCor e ABC) e conta com a participação de Carlos Henrique de Brito Cruz (Fapesp e Unicamp), Bertha Becker (UFRJ), Sylvia Leser de Mello (Instituto de Psicologia da USP) e Fernando Leça (Memorial da América Latina).</p>
<p style="text-align: justify; ">O IEA dedica-se à análise interdisciplinar de questões fundamentais das ciências e humanidades e à discussão de políticas públicas. A realização dessas atividades o caracteriza como um espaço de convergência multidisciplinar para os departamentos da USP e um canal de interação desta com a sociedade. Em razão desse perfil do Instituto, o comitê avaliará as credenciais dos candidatos nos seguintes requisitos:</p>
<div align="left">
<ul>
<li style="text-align: left; ">competência acadêmica reconhecida;</li>
<li style="text-align: left; ">reconhecimento junto à comunidade acadêmica, científica e tecnológica;</li>
<li style="text-align: left; ">experiência administrativa;</li>
<li style="text-align: left; ">capacidade de liderança;</li>
<li style="text-align: left; ">visão de futuro da Instituição;</li>
<li style="text-align: left; ">capacidade de captar recursos;</li>
<li style="text-align: left; ">experiência em cooperação nacional e internacional;</li>
<li style="text-align: left; ">motivação para enfrentar novos desafios.</li>
</ul>
</div>
<p style="text-align: justify; ">As inscrições para a seleção devem ser feitas até 15 de julho de 2007. Para efetuá-la, o candidato deverá encaminhar <i>curriculam vitae</i> e um texto (até cinco páginas) no qual descreva seu plano de trabalho na direção do IEA para: Eduardo Krieger (a/c Marilda Gifalli),<a href="mailto:mgifalli@usp.br">mgifalli@usp.br</a></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong>Visibilidade e transparência</strong></h3>
<p style="text-align: justify; "><i>Na entrevista a seguir, João Steiner, diretor do IEA, explica os objetivos da implantação do novo sistema de seleção de candidatos à direção do Instituto.</i></p>
<p style="text-align: justify; "><i><strong>contato, — Quais são as vantagens da adoção de um comitê de busca?</strong></i></p>
<p style="text-align: justify; "><i>Steiner — É importante que fique claro que o Conselho Deliberativo (CD) continua sendo a instância formal que decide sobre a lista tríplice a ser encaminhada à reitora. A diferença é que o CD resolveu utilizar um instrumento adicional para identificar as lideranças aptas a dirigir o IEA: um Comitê de Busca. A grande vantagem é que esse comitê dá visibilidade e  transparência ao processo.</i></p>
<p style="text-align: justify; "><i><strong>contato, — A atuação de comitês de busca é uma prática adotada em algumas instituições de pesquisa no Brasil e em muitas universidades no Exterior, mas até esta iniciativa do IEA era estranha às universidades públicas brasileiras. Por quê?</strong></i></p>
<p style="text-align: justify; "><i>Steiner — No Brasil, o processo de seleção por comitê de busca foi introduzido nos institutos do Ministério da Ciência e Tecnologia na gestão do ministro Ronaldo Sardenberg (1999-2002), período em que fui secretário daquelas instituições. Foi uma prática inovadora, que deu certo e que é mantida até hoje. Nas grandes universidades de classe mundial essa prática é corriqueira há muito tempo. Algum dia as melhores universidades brasileiras também vão descobrir as vantagens desse processo. O procedimento está sendo adotado no IEA porque o CD o considerou apropriado ao Instituto. Se alguma universidade brasileira quiser se tornar uma instituição de classe mundial, é bom que comece a pensar em práticas de gestão que possam levá-la a isso.</i></p>
<p style="text-align: justify; "><i><strong>contato, — O atual comitê não conta com nenhum docente em exercício na USP. Além disso, um dos integrantes é um não-acadêmico externo à USP e dois são docentes de outras universidades. Mas os nomes a serem selecionados têm de ser obrigatoriamente professores titulares da USP. Não há uma contradição nisso?</strong></i></p>
<p style="text-align: justify; "><i>Steiner — Pelo contrário. A base do sucesso de um comitê de busca é que ele seja formado por pessoas do mais alto nível e credibilidade. O IEA tem como missão, entre outras, fazer a ponte entre a Universidade e a sociedade em geral. Para isso, aliás, conta com um representante da sociedade no seu CD. Inclusive, o membro não academico do comitê já foi conselheiro do IEA no passado. Todos os professores titulares em exercício da USP são candidatos potenciais a diretor do IEA; essa é uma boa razão para que não façam parte do comitê.</i></p>
<p style="text-align: justify; "><i><strong>contato, — Esses integrantes externos à USP estão familiarizados com o perfil e atuação profissional de possíveis candidatos e com as características do IEA para que possam selecionar com segurança os melhores nomes?</strong></i></p>
<p style="text-align: justify; "><i>Steiner — O comitê já foi exposto explicitamente às características da missão, estrutura e desenvolvimento recente do IEA. É um fato que o diretor do IEA precisa lidar com a multidisciplinaridade, com a interação com a sociedade, com a discussão de políticas públicas etc. Mas é fundamental que fique claro que o comitê não é estranho à universidade, à sua missão e às suas dificuldades. Pelo contrário. São pessoas com ampla visão e experiência nesse campo. O comitê tem todas as condições de identificar, entre os professores da USP, as melhores lideranças capazes de dirigir o Instituto.</i></p>
<p style="text-align: justify; "><i><strong>contato, — Qual a sua perspectiva para o interesse que esse processo de seleção possa despertar?</strong></i></p>
<p style="text-align: justify; "><i>Steiner — O processo se dá com visibilidade e transparência. O nível dos integrantes do comitê lhe confere credibilidade. Penso que nessas condições surja grande interesse entre os professores titulares da USP.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    <dc:date>2007-04-06T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/comite-conclui-selecao-dos-jovens-cientistas-que-participarao-da-intercontinental-academia">
    <title>Comitê finaliza seleção dos jovens cientistas que participarão da Intercontinental Academia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/comite-conclui-selecao-dos-jovens-cientistas-que-participarao-da-intercontinental-academia</link>
    <description>Entre os pesquisadores selecionados, há representantes de três continentes e nove países: Alemanha, Reino Unido e Finlândia (Europa); Índia, Japão, China e Taiwan (Ásia), e Estados Unidos e Brasil (América). </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-da-intercontinental-academia/@@images/b3dc0e78-1318-4002-9cb3-0ca449544434.jpeg" alt="Logo da Intercontinental Academia" class="image-right" title="Logo da Intercontinental Academia" />O Comitê Sênior de coordenação da <a href="http://www.ica.usp.br/">Intercontinental Academia</a> (ICA) concluiu a última etapa do processo de seleção dos 13 pesquisadores que participarão do projeto piloto da iniciativa. O resultado foi a composição de um grupo plural, que contempla a diversidade geográfica e o diálogo entre Oriente e Ocidente almejado pelos idealizadores da primeira edição da ICA. Entre os cientistas, há representantes de três continentes e sete países: Alemanha, Reino Unido e Finlândia — Europa; Japão e China — Ásia; e Estados Unidos e Brasil — Américas. (<i>Veja os perfis de cada pesquisador abaixo</i>)</p>
<p>A seleção teve início na reunião do Comitê Sênior realizada em setembro de 2014 no <a href="http://www.frias.uni-freiburg.de/en/home">Instituto de Estudos Avançados de Freiburg</a> (Frias, na sigla em inglês), Alemanha, quando foram escolhidos os primeiros nomes. A fim de garantir a participação de jovens pesquisadores de diversos países, culturas e tradições acadêmicas, a decisão sobre os outros cientistas foi adiada para que houvesse tempo de novos candidatos, provenientes de outras regiões do mundo, se inscreverem.</p>
<p>O Comitê Sênior deu continuidade ao processo seletivo no  <a href="http://dim.mickey.tw/marketing/">3º Encontro de Diretores</a> dos <a href="http://www.ubias.net/">University-Based Institutes for Advanced Study</a> (Ubias) — rede que reúne 34 institutos de estudos avançados baseados em universidades de todo o mundo, à qual a ICA está vinculada. Durante o evento, realizado em novembro de 2014 em Taipei, Taiwan, chegou-se a um acordo sobre a indicação de quatro novos candidatos, todos provenientes da Ásia. O processo foi finalizado em fevereiro de 2015, quando os dois últimos pesquisadores foram escolhidos.</p>
<p><strong>ACADEMIA INTERCONTINENTAL</strong></p>
<p>Sintetizada no conceito 2+2+2, a ICA consiste num projeto de cooperação acadêmica internacional, que visa a reunir dois institutos dos Ubias de dois continentes diferentes para desenvolver, ao longo de dois <i>workshops</i> interdisciplinares, uma pesquisa conjunta centrada num tópico temático transversal.</p>
<p>Sob a responsabilidade do IEA e do Instituto de Pesquisa Avançada (IAR, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya, Japão, o projeto-piloto da ICA terá como tema "Tempo". O primeiro <i>workshop</i> acontece de 17 a 30 de abril, em São Paulo, e o segundo, a ser realizado em Nagoya, está previsto para janeiro/fevereiro de 2016.</p>
<p><strong>PARTICIPANTES DA ICA </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td><strong>Américas</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/andre-cravo" alt="André Cravo Mascioli" class="image-inline" title="André Cravo Mascioli" /></td>
<td>
<div id="_mcePaste">
<p><i>André Mascioli Cravo — Brasil</i><br /> Psicólogo graduado pela USP, onde também doutorou-se em neurofisiologia e fez estágio de pós-doutoramento na Faculdade de Medicina (FMUSP). É professor de neurociência cognitiva do Centro de Matemática, Computação e Cognição da Universidade Federal do ABC (UFABC).</p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eduardo-almeida" alt="Eduardo Almeida" class="image-inline" title="Eduardo Almeida" /></td>
<td>
<p><i>Eduardo de Almeida — Brasil<br /> </i>Biólogo graduado pela Universidade de Minas Gerais e doutor em entomologia pela Cornell University, Estados Unidos.<br /> É professor do Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/adriano-de-cezaro" alt="Adriano De Cezaro" class="image-inline" title="Adriano De Cezaro" /></td>
<td>
<p><i>Adriano de Cezaro — Brasil<br /> </i>Matemático graduado pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG), doutor em matemática pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e pós-doutor pelo Instituto de Ciências da Computação da University of British Columbia, Canadá. É professor do Instituto de Matemática, Física e Estatística da FURG.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/helder-nakaya-1" alt="Helder Nakaya - Perfil" class="image-inline" title="Helder Nakaya - Perfil" /></td>
<td>
<p><i>Helder Nakaya — Brasil</i><br /> Biólogo graduado pela USP, onde também doutorou-se em bioquímica e biologia molecular. Pós-doutor pela Emory University, Estados Unidos. É professor do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP e do Departamento de Patologia da Escola de Medicina da Emory University.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marius-muller" alt="Marius Müller - Perfil" class="image-inline" title="Marius Müller - Perfil" /></td>
<td>
<p><i>Marius Müller — Brasil (é alemão, mas representa a USP na ICA)<br /> </i>Biólogo graduado pela Christian-Albrechts-University, Alemanha, onde também doutorou-se em biogeoquímica marinha pelo Leibniz Institute of Marine Sciences, Alemanha. É pós-doutorado pelo Laboratório de Oceanografia Villefranche-sur-mer, França; e pelo Instituto de Estudos Marinhos da University of Tasmania, Austrália. É pós-doutorando no Instituto de Oceanografia (IO) da USP.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Nikki%20Moore-72.jpg" alt="Nikki Moore" class="image-inline" title="Nikki Moore" /></td>
<td>
<p><i>Nikki Moore — Estados Unidos</i><br /> Bacharel em artes pela Baylor University, Estados Unidos, e mestre em História, Teoria e Crítica da Arte e da Arquitetura / Master of Science in Architectural Studies em História (S.M.Arch.S) pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). É doutoranda em História da Arte na Rice University, Estados Unidos.</p>
<strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td><strong>Ásia</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Norihito-Nakamichi-72.jpg" alt="Norihito Nakamichi" class="image-inline" title="Norihito Nakamichi" /></td>
<td>
<p><i>Norihito Nakamichi — Japão<br /> </i>Graduado pela Faculdade de Agricultura da Universidade de Nagoya, Japão, onde também doutorou-se na mesma área. É professor associado do Instituto de Biomoléculas Transformadoras (ITbM, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/kazuhisa-takeda" alt="Kazuhisa Takeda" class="image-inline" title="Kazuhisa Takeda" /></td>
<td>
<p><i>Kezuhisa Takeda — Japão<br /> </i>Bacharel em literatura pela Universidade Reitaku, Japão, e doutor em estudos regionais pela Universidade Sophia, também no Japão. É professor assistente do Instituto de Estudos Avançados Waseda (WIAS, na sigla em inglês) e pesquisador do Instituto de Estudos Latino-americanos Waseda, ambos da Universidade Waseda, Japão.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/liu-yang-yang" alt="Liu Yang Yang" class="image-inline" title="Liu Yang Yang" /></td>
<td>
<p><i>Liu Yangyang — China<br /> </i>Bacharel pela Universidade Normal Nanjing, China, e doutor pela Universidade do Sudoeste, também na China. É professor associado do Departamento de Psicologia da Universidade Nanjing, na China.</p>
<strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td><strong>Europa</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><br /></td>
<td>
<p><i>Boris Roman Gibhardt — Alemanha<br /> </i>Bacharel em Literatura Geral e Comparada, História da Artes e Musicologia pela Universidade Johannes Gutenberg Mainz, Alemanha, e doutor em Literatura Geral e Comparada pela Universidade Livre de Berlim. É professor de História da Arte na Universidade de Bielefeld, Alemanha, e pesquisador visitante do Instituto de Estudos Avançados / Centro de Pesquisa Interdisciplinar da instituição.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/david-gange" alt="David Gange" class="image-inline" title="David Gange" /></td>
<td>
<p><i>David Gange — Reino Unido<br /> </i>Historiador graduado pelo Trinity College da University of Cambridge, Reino Unido, onde também doutorou-se em história e fez estágio de pós-doutoramento. É professor sênior de história moderna da University of Birmingham.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eva-von-contzen" alt="Eva Von Contzen" class="image-inline" title="Eva Von Contzen" /></td>
<td>
<p><i>Eva von Contzen — Alemanha<br /> </i>Bacharel em Arte Inglesa e Clássica pela Ruhr-Universidade Bochum, Alemanha, onde doutorou-se em teoria da narrativa medieval inglesa. Foi pesquisadora visitante júnior do Instituto de Estudos Avançados de Freiburg (Frias, na sigla em inglês), também na Alemanha. É professora Ruhr-Universidade Bochum na área de Cultura, Literatura e Língua Inglesa Medieval e Antiga.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Valtteri-Arstila_72.jpg" alt="Valtteri Arstila" class="image-inline" title="Valtteri Arstila" /></td>
<td>
<p><i>Valtteri Arstila — Finlândia<br /> </i>Cientista Social graduado pela Universidade de Turku, Finlândia, onde também doutorou-se em filosofia. É pesquisador do Departamento de Ciências do Comportamento e Filosofia da Universidade de Turku.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"> Fotos: Arquivos pessoais</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-03-04T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/comissao-de-pesquisa-do-iea-tem-novos-presidente-e-vice-presidente">
    <title>Comissão de Pesquisa do IEA tem novos presidente e vice-presidente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/comissao-de-pesquisa-do-iea-tem-novos-presidente-e-vice-presidente</link>
    <description>No dia 21 de junho, o Conselho Deliberativo (CD) do IEA escolheu a chapa composta por Antonio Mauro Saraiva e Elisabete Moreira Assaf para ocupar os cargos de presidente e vice-presidente da Comissão de Pesquisa do Instituto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-920bdd36-2407-bba7-bf20-9989842b81f0"> </span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/antonio-mauro-saraiva" alt="Antonio Mauro Saraiva - Perfil" class="image-inline" title="Antonio Mauro Saraiva - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Antonio Mauro Saraiva, novo presidente da Comissão de Pesquisa do IEA</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">No dia 21 de junho, o Conselho Deliberativo (CD) do IEA escolheu a chapa composta por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elisabete-moreira-assaf" class="external-link">Elisabete Moreira Assaf</a> para ocupar os cargos de presidente e vice-presidente da Comissão de Pesquisa do Instituto. Até o momento, o principal cargo da comissão era ocupado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hamilton-brandao-varela-de-albuquerque" class="external-link">Hamilton Varela</a>, professor do Instituto de Química da USP de São Carlos (IQSC), com vice-presidência de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-jose-da-costa-filho" class="external-link">Antônio José da Costa Filho</a>, vice-coordenador do Polo de Ribeirão Preto do IEA.</p>
<p dir="ltr"><span> </span><span>Saraiva é professor e chefe do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais (PCS) da Escola Politécnica (EP) da USP. Assaf é professora do Departamento de Físico-Química do IQSC.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span>A outra chapa concorrente tinha como candidata à presidência a professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio" class="external-link">Katia Rubio</a>, da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, e à vice-presidência o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tito-jose-bonagamba" class="external-link">Tito José Bonagamba</a>, do Instituto de Física da USP de São Carlos (IFSC).</p>
<p><span><span> </span></span><span>“O IEA tem um papel de grande importância na USP e estaremos honrados em contribuir para cumprir sua função”, escreveram os ganhadores em sua carta de inscrição. “Acreditamos que nossa experiência prévia pode ser útil ao Instituto e a sua Comissão de Pesquisa”, concluíram. </span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-920bdd36-2407-bba7-bf20-9989842b81f0"><span>Saraiva e Assaf devem permanecer no cargo até o início de 2020, quando se encerra o mandato do diretor do IEA, Paulo Saldiva. </span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Conselho Deliberativo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-28T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-01">
    <title>Colóquio: Mundos em Transição - Jornadas do International Research Laboratory (IRL-CNRS-USP)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-01</link>
    <description>III SEMANA FRANCO-USPIANA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Colóquio Mundos em Transição marca o lançamento das Jornadas do International Research Laboratory "Mundos em Transição" (IRL-CNRS-USP), cujo objetivo é reafirmar a centralidade das Ciências Sociais e Humanas na dinâmica científica global.</p>
<p>Trata-se de um programa de pesquisa interdisciplinar que busca contribuir ativamente para o desenvolvimento de novas perspectivas analíticas e de projetos de síntese voltados para as relações culturais entre a França e o Brasil, bem como suas contribuições para os estudos na área de Humanidades de modo global. O objetivo é o enfrentamento de questões que se colocam, hoje, no mundo, diante das mudanças e/ou transições observadas no campo das tecnologias da informação e da comunicação, mas também nas formas de interação do homem com a natureza. Interessa investigar, outrossim, em que medida essas transições afetam sociedades profundamente marcadas pelas desigualdades.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-29T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/coloquio-mundos-em-transicao-jornadas-do-international-research-laboratory-irl-cnrs-usp-16-09-2024">
    <title>Colóquio: Mundos em Transição - Jornadas do International Research Laboratory (IRL-CNRS-USP) - 16/09/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/coloquio-mundos-em-transicao-jornadas-do-international-research-laboratory-irl-cnrs-usp-16-09-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Joana da Silva Thomaz</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-12-11T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/collegium-de-lyon-estudos-avancados-pautados-pela-liberdade-cientifica">
    <title>Collegium de Lyon: estudos avançados pautados pela liberdade científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/collegium-de-lyon-estudos-avancados-pautados-pela-liberdade-cientifica</link>
    <description>O presidente do Collegium de Lyon, França, esteve no IEA para falar sobre as particularidades, o funcionamento e os objetivos da instituição.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-410">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/conferencia-de-olivier-faron" alt="Conferência de Olivier Faron" class="image-inline" title="Conferência de Olivier Faron" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; ">Olivier Faron (<i>à esq.</i>) disse que a liberdade temática<br />é essencial para atrair cientistas de destaque</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O <a class="external-link" href="http://www.collegium-lyon.fr/the-collegium-de-lyon-22218.kjsp?STNAV=&amp;RUBNAV=">Collegium de Lyon</a> destaca-se no horizonte científico da França como um centro de pesquisa inovador por combinar três características fundamentais: independência, interdisciplinaridade e abertura internacional.</p>
<p><span>A afirmação sintetiza as principais ideias apresentadas na conferência internacional </span><i>O Collegium de Lyon: Um Instituto de Estudos Avançados Francês</i><span>. No evento, realizado pelo IEA no dia 10 de maio, Olivier Faron, presidente da instituição, falou sobre as particularidades, o funcionamento e os objetivos do seu instituto.</span></p>
<p>Fundado em dezembro de 2006, o Collegium é a sede do <a class="external-link" href="http://rfiea.fr/">Réseau Français des Instituts d'Études Avancées</a> (RFIEA), rede criada pelo governo francês, também em 2006, que congrega mais três institutos de estudos avançados da França: o Institut Meditérranéen de Recherches Avancées, o Institut d'Études Avancées de Nantes e o Institut d'Études Avancées de Paris.</p>
<p class="p2"><span>O RFIEA faz parte dos University-Based Institutes for Advanced Study (</span><a class="external-link" href="http://www.ubias.net"><span class="s1">Ubias</span></a><span>), rede que reúne 33 institutos de estudos avançados vinculados a universidades de todo mundo, entre eles o IEA.</span></p>
<p class="p2"><span><strong>Autonomia</strong><br /></span><span>Segundo Faron, a questão central na criação do Collegium de Lyon era como definir uma noção própria de instituto de estudos avançados em face do trabalho realizado por outras organizações científicas francesas: "Chegamos à conclusão de que havia necessidade de criar um ambiente inovador, que possibilitasse aos pesquisadores chegar a novas frentes de pesquisa e proceder com rupturas epistemológicas".</span></p>
<p class="p2"><span>Para que isso fosse possível, as decisões sobre a política científica do instituto foram deixadas a cargo de um Conselho Científico internacional e independente. Faron enfatizou outros dois fatores para a constituição desse ambiente: a abertura do instituto a pesquisadores de todo mundo, o que inclui os integrantes do Conselho; e a vocação interdisciplinar, associada à liberdade de escolha das temáticas.</span></p>
<p class="p2"><span>De acordo com o conferencista, quando o Collegium deu início às suas atividades, optou-se por traçar programas de pesquisa, definindo temas de concentração. "Rapidamente nos demos conta de que o sistema de programação rígida era esterilizante, não funcionava", disse, ressaltando que essa circunscrição não contribuía para atrair os melhores pesquisadores.</span></p>
<p class="p2"><span>Ele destacou que cientistas renomados, capazes de resultados originais, só começaram a se interessar pelo instituto quando a programação fixa foi abandonada e substituída pela liberdade temática, que deu espaço para a proposição de projetos de pesquisa pioneiros e interdisciplinares.</span></p>
<p class="p2"><strong> </strong></p>
<p class="p1"><strong>Visitantes<br /></strong><span>Os pesquisadores visitantes podem permanecer no Collegium de Lyon por um período sabático de cinco ou dez meses, quando têm a oportunidade de se dedicar inteiramente à pesquisa, sem se preocupar com obrigações administrativas ou ligadas à docência.</span></p>
<p class="p2"><span>Os convites acontecem durante todo o ano, sem muita burocracia, e são pautados pela excelência acadêmica. Segundo Faron, "é importante convidar colegas que tenham suas próprias competências, que agreguem valor ao instituto e gerem resultados relevantes".</span></p>
<p class="p2"><span>Para garantir que isso ocorra, o Conselho Científico guia-se por quatro critérios de seleção principais: a qualidade científica do projeto, os aspectos inovadores, os resultados esperados e o impacto previsto considerando-se o perfil de pesquisa da região de Lyon.</span></p>
<p class="p2"><span>Além disso, cada pesquisador visitante conta com um mentor local, que se encarrega de ambientá-lo no panorama científico de Lyon e de articular seu projeto com as pesquisas em curso na cidade.</span></p>
<p class="p2"><span><strong>Sala Verde</strong><br /></span><span>A conferência do presidente do Collegium de Lyon faz parte da série de eventos organizados pelo IEA para promover uma reflexão sobre o papel dos institutos de estudos avançados e para estimular o intercâmbio entre instituições desse tipo. Esses debates, de caráter metacrítico, integram as diretrizes do </span><span class="s1"><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos-1/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017" class="external-link">Projeto de Gestão 2012-2017</a></span><span> e estão sediados na </span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde"><span class="s1">Sala Verde</span></a><span> do site do Instituto.</span></p>
<p class="p2"><span>O primeiro evento aconteceu em 2011, quando Peter Godard, então diretor do </span><a class="external-link" href="http://www.ias.edu/"><span class="s1">IAS de Princeton</span></a><span>, EUA, e Eliezer Rabinovici, então diretor do </span><a href="http://www.as.huji.ac.il/"><span class="s2">Instituto de Estudos Avançados</span></a><span> da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel, estiveram no IEA para falar sobre a dinâmica de seus institutos e a especificidade dos estudos avançados.</span></p>
<p class="p2">Em 2012, Aditya Mukherjee, diretor do <a class="external-link" href="http://www.jnu.ac.in/"><span class="s1">Instituto de Estudos Avançados Jawaharlal Nehru</span></a>, participou de um <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ieas.html" class="external-link">encontro</a> no IEA, no qual tratou da origem e do perfil acadêmico tanto do seu instituto quanto da universidade que o acolhe no encontro.</p>
<p class="p2">Os eventos se intensificaram em 2013. Além de Faron, representantes de dois outros institutos já estiveram no IEA. Em fevereiro, Dapeg Cai e Susumu Saito, pesquisadores do <a class="external-link" href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/"><span class="s1">Instituto de Pesquisa Avançada</span></a> da Universidade de Nagoya, fizeram uma <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/uma-academia-de-vanguarda"><span class="s1">exposição</span></a> sobre as boas práticas adotadas pela instituição para o desenvolvimento de pesquisas de alto nível (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya" class="external-link"><span class="external-link"><i>assista ao vídeo</i></span></a>).</p>
<p class="p2"><span>Em abril, foi a vez de Malcom Press, diretor do </span><span class="s1"><a class="external-link" href="http://www.birmingham.ac.uk/research/activity/ias/index.aspx">Institute of Advanced Studies</a></span><span> (IAS) da University of Birmingham, Reino Unido, visitar o IEA para </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-instituto-de-estudos-avancados-no-reino-unido"><span class="s2">apresentar</span></a><span> o processo de desenvolvimento do IAS, os resultados do primeiro ano de atividades e as expectativas em relação ao futuro (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/o-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-de-birmingham-o-ano-do-desenvolvimento-e-planos-para-o-futuro?searchterm=birmingham" class="external-link"><i>assista ao vídeo</i></a>).</span></p>
<p class="p2" style="text-align: right; "> </p>
<p class="p2" style="text-align: right; "><span>Foto: Sandra Codo/Divcom<br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conferencistas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-05-14T20:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/claudia-costin-conselho-deliberativo-do-iea">
    <title>Claudia Costin passa a integrar o Conselho Deliberativo do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/claudia-costin-conselho-deliberativo-do-iea</link>
    <description>Ela foi indicada em junho para a vaga de representante da sociedade civil, antes ocupada pela química Denise Alves Fungaro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/claudia-costin" alt="Claudia Costin" class="image-right" title="Claudia Costin" /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-costin" class="external-link">Claudia Costin</a> é a nova membro do <a href="https://www.iea.usp.br/iea/organizacao/conselho-deliberativo" class="external-link">Conselho Deliberativo do IEA</a>. Ela foi indicada em junho pelo reitor Vahan Agopyan para a vaga de representante da sociedade civil, antes ocupada pela química <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denise-alves-fungaro" class="external-link">Denise Alves Fungaro</a>.</p>
<p>Diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe), sediado na Fundação Getúlio Vargas (FGV), professora visitante da Faculdade de Educação de Harvard e colunista do jornal Folha de S. Paulo, Costin é um dos nomes mais respeitados no Brasil na área de educação.</p>
<p>Foi diretora sênior para educação no Banco Mundial, de 2014 a 2016, secretária de Educação da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, vice-presidente da Fundação Victor Civita e uma das criadoras do Todos pela Educação, do qual ainda integra a comissão técnica.</p>
<p>Por um período da gestão de Geraldo Alckmin como governador de São Paulo, assumiu a secretária da Cultura do Estado. Também foi ministra da Administração Federal e Reforma do Estado no governo de Fernando Henrique Cardoso.</p>
<p>Graduada em administração pública pela FGV-SP e com mestrado em economia aplicada à administração, já deu aula na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), na Fundação Getúlio Vargas, no Insper, Instituto de Educação e Pesquisa e na École Nationale d’Administration Publique (ENAP) de Québec, Canadá.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Conselho Deliberativo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-14T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-20">
    <title>Ciências Ômicas na Farmacologia Cardiovascular</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-20</link>
    <description>III SEMANA FRANCO-USPIANA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-09-10T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-tecnologias-digitais-linguas-indigenas-08">
    <title>Ciclo Tecnologias Digitais e Línguas Indígenas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-tecnologias-digitais-linguas-indigenas-08</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os seminários discutirão o emprego de tecnologias digitais no aprendizado, uso e documentação de línguas indígenas. O ciclo compreende sete seminários de pesquisadores, acadêmicos, profissionais e empreendedores, indígenas e não indígenas, que exploram o uso de tecnologias digitais em línguas indígenas no Brasil e seus impactos.</p>
<p>Serão abordados temas diversos, como o uso de Inteligência Artificial no desenvolvimento de tradutores para línguas indígenas, adaptação de teclados para línguas indígenas, ensino por meio de aplicativos, documentação e modelamento digital de línguas indígenas e questões éticas e de soberania.</p>
<p>As apresentações serão acessíveis a um público não acadêmico, embora se espere que a audiência tenha conhecimentos básicos de tecnologia digitais e de línguas indígenas. As apresentações serão em português ou com tradução simultânea para o português.<span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Visitantes</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-29T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Coleção</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-autonomia-universitaria-2">
    <title>Ciclo Nacional de Seminários "Autonomia Universitária: Fator de Desenvolvimento do País" (2º encontro)  </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-autonomia-universitaria-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este  evento integra o ciclo de cinco seminários, um por região do país, cujo objetivo é impulsionar um movimento acadêmico pluri-institucional em torno da <i>autonomia universitária plena</i> – uma temática crucial para a educação superior nacional e, por extensão, para o desenvolvimento do Brasil.</p>
<p>Poucas universidades públicas brasileiras gozam de autonomia financeira, que é essencial para que os demais âmbitos da autonomia se concretizem. As universidades estaduais paulistas (Universidade de São Paulo, Universidade de Campinas e Universidade do Estado de São Paulo) alcançaram a autonomia plena em 1989, há exatos 35 anos. A Universidade do Estado de Santa Catarina a obteve em 1991.</p>
<p>A reforma tributária em vigor introduz natural apreensão, particularmente pelas mudanças que suscita em bases de cálculo consagradas. Essa questão integra a agenda de trabalho proposta.</p>
<p>O <a class="external-link" href="https://www.udesc.br/noticia/relato_do_seminario_autonomia_universitaria_e_divulgado_pela_udesc">primeiro seminário do ciclo foi em junho passado e foi realizado na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina</a>, com organização da Reitoria da Universidade do Estado de Santa Catarina e participação do Fórum de Instituições de Ensino Superior Públicas daquele estado, presidido pelo reitor da Universidade Federal de Santa Catarina. Posteriormente ao presente seminário, serão realizados eventos conexos em Recife, Belém e Goiânia, organizados respectivamente pelas Universidades Federais de Pernambuco, do Pará e de Goiás.</p>
<p>Em todos os seminários será lançado o livro “<i>Autonomia Universitária: fundamentos e realidade</i>”,  organizado pelos professores Rogério Braz da Silva, Peter Johann Bürger  e Sandra Ramalho e Oliveira, com prefácio do professor Arlindo Philippi  Junior.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>SAIBA MAIS</h3>
<p>Relatoria final do<br /> 2º seminário:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/ciclo-autonomia-universitaria-carta-sp/" class="external-link">CARTA DE</a> <br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/ciclo-autonomia-universitaria-carta-sp/" class="external-link">SÃO PAULO</a></p>
<p class="external-link">3º<b> seminário: </b></p>
<p class="article-title"><a class="external-link" href="https://upe.br/noticias/upe-participa-do-ciclo-nacional-de-semin%C3%A1rios-autonomia-universit%C3%A1ria-regi%C3%A3o-nordeste.html">UPE participa do Ciclo Nacional de Seminários sobre Autonomia Universitária - Região Nordeste</a></p>
<p class="external-link">4º <b>seminário:</b> <a class="external-link" href="https://ufpa.br/ufpa-sedia-seminario-nacional-sobre-autonomia-universitaria/"> </a></p>
<p class="external-link"><a class="external-link" href="https://ufpa.br/ufpa-sedia-seminario-nacional-sobre-autonomia-universitaria/">UFPA sedia seminário sobre Autonomia Universitária</a></p>
<p class="external-link">JORNAL DA USP</p>
<p class="external-link"><a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/universidade/o-tema-da-autonomia-e-urgente-e-necessario/">“O tema da autonomia é urgente e necessário”</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><b>Comissão Organizadora:</b></p>
<p><b>Organização:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Junior</a> (chefe de gabinete, Reitoria USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (professor sênior do IEA)</p>
<p><b>Apoio:</b> <a class="external-link" href="https://www.linkedin.com/in/luciana-spinelli-10779052/" style="text-align: start; " target="_blank">Luciana M. Spinelli</a><span style="text-align: start; float: none; "> (GR-USP) e </span><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/2124825726602153" style="text-align: start; " target="_blank">Sandra Sedini</a><span style="text-align: start; float: none; "> (IEA)</span></p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Autonomia universitária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-07-23T12:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/ciclo-nacional-de-seminarios-autonomia-universitaria-fator-de-desenvolvimento-do-pais-2o-encontro-28-08-2024">
    <title>Ciclo Nacional de Seminários "Autonomia Universitária: Fator de Desenvolvimento do País" (2º encontro) - 28/08/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/ciclo-nacional-de-seminarios-autonomia-universitaria-fator-de-desenvolvimento-do-pais-2o-encontro-28-08-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Autonomia universitária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-09-10T12:53:07Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
