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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 11 to 25.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-2">
    <title>Aspectos Econômicos da Implantação de 5G no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><strong>Webinar</strong></span></p>
<p><span>A Escola Politécnica, o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de </span><span>Relações Internacionais organizam o ciclo </span><strong>A Implantação de 5G no </strong><strong>Brasil</strong><span> com o objetivo de oferecer à sociedade brasileira subsídios para a </span><span>implementação desta nova tecnologia. </span></p>
<p>Esta iniciativa integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/think-tank-em-implantacao-de-5g-no-brasil" class="external-link">Think Tank em Implantação de 5G no Brasil</a>, um fórum permanente de discussão sobre a implantação da tecnologia de comunicações de quinta geração – 5G envolvendo a sociedade civil, o governo e a academia. No segundo encontro do ciclo serão discutidos os Aspectos Econômicos da Implantação de 5G no Brasil.</p>
<p><span> </span><span>Estudos diversos preveem que a plenitude do benefício econômico das tecnologias 5G será alcançado em torno de 2035. A dimensão econômica global da velocidade desse benefício pleno é estimada pelo Fórum Econômico Mundial em 13,6 trilhões de dólares americanos.</span></p>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">Há, todavia, várias condicionantes associadas a essa promessa: a OCDE (<span>Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico</span><span>)</span><span>, por exemplo, menciona </span><span>que " a extensão dos benefícios da 5G basicamente dependerá da velocidade </span><span>de implantação da 5G, de quão rapidamente ela é adotada e da adaptação dos </span><span>marcos regulatório e institucional a esses desenvolvimentos".</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div>Esta segunda <span>mesa da série objetiva discutir o espectro amplo das implicações econômicas </span><span>da 5G para o Brasil em um contexto de conectividade e ubiquidade, em vários </span><span>cenários de implantação.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-malta-de-sa-brandao" class="external-link">José Eduardo Malta de Sá Brandão</a> (IPEA)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rubens-caetano-barbosa-de-souza" class="external-link">Rubens Caetano Barbosa de Souza </a>(MCTI)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/geraldo-araujo" class="external-link">Geraldo Araujo</a> (Accenture)</p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (IEA-USP)</p>
<p><strong>Relator</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-augusto-franca-vargas" class="external-link">Carlos Augusto França Vargas</a> (PGT/USP e Universidade Positivo)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>5G</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-10-02T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-1">
    <title>Por que e para que o 5G no Brasil?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em continuidade às ações pioneiras da USP em pesquisa e aplicação das redes avançadas de comunicações, como a 4G, a Escola Politécnica, o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de Relações Internacionais organizam o <span>ciclo </span><strong>A Implantação de 5G no Brasil </strong>com o objetivo de<strong> </strong>oferecer à sociedade brasileira subsídios para a implementação desta nova tecnologia. Esta iniciativa integra o <span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/think-tank-em-implantacao-de-5g-no-brasil" class="external-link">Think Tank em Implantação de 5G no Brasil</a>, um f</span><span>órum permanente de discussão sobre a implantação da tecnologia de comunicações de quinta geração – 5G envolvendo a sociedade civil, o governo e a academia.</span></p>
<p><span>No primeiro encontro do ciclo</span><span> serão discutidos por que e para que a implantação do 5G é interessante ou não para o país, considerando as aplicações verticais como Agronegócio, Cidades Inteligentes, Indústria e Saúde.</span></p>
<p><b><span>Expositores</span></b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-ogawa-matsubayashi" class="external-link">Marcia Ogawa Matsubayashi</a> (Deloitte)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavio-grynszpan" class="external-link">Flavio Grynszpan</a> (Fiesp)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodrigo-santana-dos-santos" class="external-link">Rodrigo Santana dos Santos</a> (Anatel)</p>
<p><span><strong>Moderador</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/moacyr-martucci-junior" class="external-link">Moacyr Martucci Junior</a> (EP e IRI - USP)</p>
<p><strong><span> </span><span>Relatora</span></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jamile-sabatini-marques" class="external-link">Jamile Sabatini Marques</a> (ABES - Associação Brasileira das Empresas de Software  e Programa USP Cidades Globais do IEA)</p>
<p> </p>
<h3><span>Transmissão</span></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-14T21:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-recebe-evento-sobre-economia-circular-em-agronegocio-e-florestas">
    <title>Esalq realiza evento sobre economia circular em agronegócio e florestas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-recebe-evento-sobre-economia-circular-em-agronegocio-e-florestas</link>
    <description>Seminário tem como objetivo principal “identificar oportunidades econômicas para negócios circulares nas diversas cadeias de valor do agronegócio” e acontece na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-01288379-a76b-de31-42a9-9941358ead21"> </span></p>
<p dir="ltr">No dia 24 de novembro, <span>a </span><a href="http://www4.esalq.usp.br/">Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz</a><span> (Esalq) da USP e o </span><a href="https://www.facebook.com/pg/agrec.esalq/about/?ref=page_internal">Grupo de Agricultura e Economia Circular</a><span>, da Esalq, com apoio do IEA, </span>realizam uma conferência sobre economia circular no agronegócio. O seminário tem como objetivo principal “identificar oportunidades econômicas para negócios circulares nas diversas cadeias de valor do agronegócio”. O evento acontece no Anfiteatro de Ciências Florestais da Esalq. Requer <a href="https://www.sympla.com.br/1o-seminario-brasileiro-de-economia-circular-no-agro-e-florestas__210359"><span><strong>inscrição prévia</strong></span></a> e é pago, com preços entre R$ 23,00 para alunos de graduação e R$ 185,00 para profissionais de empresas. <strong>É possível acompanhar <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet.</strong></p>
<p dir="ltr"><span>Apresentando e discutindo os conceitos de economia circular, o seminário promoverá o debate entre presidentes de empresas do agronegócio sobre as experiências e dificuldades para mudança dos atuais padrões de produção lineares. Além disso, serão apresentados casos de empresas que já utilizam a economia circular. Os conferencistas também pretendem identificar oportunidades para inovação e captação de recursos para desenvolvimento de projetos nessa área.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Haverá ainda um </span><span>workshop</span><span> sobre “Design Thinking” voltado para o agronegócio e Florestas, no qual os participantes trabalharão temas de interesse para criação de novos modelos de produção de carne, redução de perdas dos alimentos e aproveitamento da biomassa para desenho de produtos com maior valor agregado.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Confira a programação completa:</strong></span></p>
<table>
<colgroup><col width="56"></col><col width="510"></col></colgroup> 
<tbody>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>7h30</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Recepção e credenciamento</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>8h</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Abertura</span></p>
<p dir="ltr"><span>Diretoria ESALQ USP</span></p>
<p dir="ltr"><span>Raul Machado Neto (AUCANI USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>8h30</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Economia Circular (EC):</span></p>
<p dir="ltr"><span>Conceitos, Oportunidades e Desafios</span><span> - </span><span>Aldo Ometto  (EESC USP)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Contexto da EC no AGRO</span><span> - Weber Amaral  (ESALQ USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>9h</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Fórum de CEOs</span><span> - </span><span>Economia Circular Gerando Negócios</span></p>
<p dir="ltr"><span>Marcelo Cessana (CEO - Frooty)</span></p>
<p dir="ltr"><span>(aguardando nome) (Açúcar Native)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Francisco Camacho (CEO LFPec)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mark Lyra (CEO Cosan Biomassa)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Moderador: </span><span>Prof. Dante P. Lanna  (ESALQ USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>11h</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Estudos de caso: Realizando a EC na Prática</span></p>
<p dir="ltr"><span>Gustavo Hermann (Kuppert)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Carlos Banov (HRC)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Nei Brasil (FT Sistemas)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cyro Calixto (BRF)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Moderador: </span><span>Alexandre Harkaly</span><span> </span><span>(IBD Certificações)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>13h</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Intervalo para almoço</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>14h</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Habilitadores e oportunidades</span></p>
<p dir="ltr"><span>Marcelo Vieira (Presidente SRB)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Paulo Faveret (BNDES)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mauricio Syrio (FINEP)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ana Arroyo (Embrapii)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Thiago Lobão (SP Ventures)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Luciano Almeida (Find Consultoria)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Moderador</span><span>: Carlo Pereira (Pacto Global)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>16h30</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Workshop sobre Design Thinking no Agro</span></p>
<p dir="ltr"><span>Coordenação Geral: </span><span>Janaina M. Costa (EESC USP)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Facilitadores de conteúdo para quatro grupos de trabalho:</span></p>
<p dir="ltr"><span>Grupo Mercados digitais</span><span>: Thiago Salgado (AmCham Campinas)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Grupo Instrumentos e políticas públicas</span><span> - Ricardo Shirota (ESALQ USP)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Grupo Redução de Perdas de Alimentos</span><span> - Thais Vieira (ESALQ USP)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Grupo Produção de carne</span><span> - Dante P. Lanna  (ESALQ USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>18h30</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Encerramento</span></p>
<p dir="ltr"><span>Weber Amaral (ESALQ USP)</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong>1º Seminário de Economia Circular no AGRO<br /></strong></i><i>24 de novembro, às 08h<br /></i><i>Anfiteatro de Ciências Florestais da ESALQ USP, Avenida Padua Dias, 11, Faculdade de Ciências Florestais, Agronomia, Piracicaba, SP<br /></i><i>Evento pago<br /></i><i>Inscrições via <a href="https://www.sympla.com.br/1o-seminario-brasileiro-de-economia-circular-no-agro-e-florestas__210359">formulário<br /></a></i><i>Mais informações: Victória Bastos (<a href="mailto:agre.esalq@gmail.com">agre.esalq@gmail.com</a>)<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/1deg-seminario-brasileiro-de-economia-circular-no-agro">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-21T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/1deg-seminario-brasileiro-de-economia-circular-no-agro">
    <title>1° Seminário Brasileiro de Economia Circular no Agro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/1deg-seminario-brasileiro-de-economia-circular-no-agro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O 1o. Seminário Brasileiro de Economia Circular no AGRO e Florestas tem como objetivo principal identificar oportunidades econômicas para negócios circulares nas diversas cadeias de valor do AGRO.</strong></p>
<div></div>
<div>Para atingir este objetivo, pretendemos:<br />
<div></div>
<div>a) apresentar e discutir os conceitos da Economia Circular;</div>
<div>b) debater com os CEOs de empresas do AGRO as experiências e dificuldades para mudança dos atuais padrões de produção lineares;</div>
<div>b) apresentar casos de empresas já em andamento, as quais estão envolvidas com a Economia Circular no AGRO e em Florestas;</div>
<div>c) identificar oportunidades para inovação e captação de recursos para desenvolvimento de projetos.
<div></div>
<div>Neste Seminário haverá ainda um Workshop sobre Design Thinking voltado para o AGRO e Florestas, procurando trabalhar com os participantes em temas de interesse para criação de novos modelos de produção de carne, redução de perdas dos alimentos e aproveitamento da biomassa para desenho de produtos com maior valor agregado.</div>
<div><span>Público Alvo: profissionais liberais, especialmente Eng. Agronomos, Eng. Florestais, Eng. de Alimentos, Engenheiros Agrícolas, Zootecnistas, Gestores Ambientais, Profissionais em Ciências dos Alimentos, Economistas e Administradores de Empresas; estudantes de graduação e pos-graduacao interessados em transformarem os atuais modelos lineares de consumo e produção de alimentos, fibras e bioprodutos em sistemas mais efetivos e circulares de produção.</span></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-09T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/agricultura-urbana-o-extremo-sul-de-sao-paulo-e-a-cooperapas-04-de-agosto-de-2017">
    <title>Agricultura Urbana: o Extremo Sul de São Paulo e a Cooperapas - 04 de agosto de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/agricultura-urbana-o-extremo-sul-de-sao-paulo-e-a-cooperapas-04-de-agosto-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-04T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-extremo-sul-cooperapas">
    <title>Agricultura Urbana: o Extremo Sul de São Paulo e a Cooperapas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-extremo-sul-cooperapas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i><strong>2ª atividade da série "Encontros com o Grupo de Estudos em Agricultura Urbana"</strong></i></p>
<p><strong>Cooperapas: agricultura e cooperativismo no extremo sul do município de São Paulo - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/angelica-campos-nakamura" class="external-link">Angélica Campos Nakamura</a> (FFLCH e IEA - USP)</p>
<p>Apresentação sobre a história da Cooperativa Agroecológica dos Produtores Rurais e de Água Limpa da Região Sul de São Paulo (Cooperapas), <span>fundada em 2011 e </span>única cooperativa de agricultores do município de São Paulo, e o contexto em que se insere. Dissertação de Mestrado - <span style="text-align: start; float: none; "><a class="external-link" href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-09032017-090516/pt-br.php" target="_blank">Cooperapas: agricultura e cooperativismo no extremo sul do município de São Paulo</a>, 2017</span></p>
<p><strong>Projeto Cultivar - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valeria-de-marcos" class="external-link">Valéria de Marcos</a> (FFLCH e IEA - USP)</p>
<p>Apresentação sobre a experiência da pesquisadora nos anos de 2007-2008 na região, quando desenvolveu o projeto que ajudou os agricultores a montarem a cooperativa Cooperapas.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-31T15:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/conservacao-do-bioma-pantanal-politicas-publicas-e-manejo-sustentavel-05-de-junho-de-2017">
    <title>Conservação do Bioma Pantanal: Políticas Públicas e Manejo Sustentável - 05 de junho de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/conservacao-do-bioma-pantanal-politicas-publicas-e-manejo-sustentavel-05-de-junho-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pantanal-propostas-de-conservacao-e-politicas-publicas">
    <title>Pantanal: propostas de conservação e políticas públicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pantanal-propostas-de-conservacao-e-politicas-publicas</link>
    <description>Academia e instituições públicas buscam soluções para o frágil bioma</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pantanal-mato-grossense3" alt="Pantanal Mato-grossense3" class="image-inline" title="Pantanal Mato-grossense3" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Declarado Patrimônio Nacional pela Constituição Federal e Patrimônio Natural da Humanidade e Reserva da Biosfera pela UNESCO, o pantanal mato-grossense será tema de debate no dia <strong>5 de junho</strong>, das <strong>9h às 16h30</strong>, na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p><i>Conservação do Bioma Pantanal - Políticas Públicas e Manejo Sustentável </i>é organizado pela <a href="http://www.ufmt.br/ufmt/site/" target="_blank">Universidade Federal de Mato Grosso</a> (UFMT), <a href="http://www.embrapa.br/pantanal" target="_blank">Embrapa Pantanal</a> e Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP e IEA-USP. Conta com a coordenação da professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/neli-aparecida-de-mello-thery">Neli Aparecida de Mello-Théry</a> (EACH/IEA-USP). Para participar é necessária <a class="external-link" href="https://docs.google.com/a/usp.br/forms/d/e/1FAIpQLSeKdtoMzOnHksnntZXY1yUvLuqt3On7VuEWPzMIwY3SQApA3w/viewform">inscrição prévia</a>. Haverá transmissão ao vivo on-line.</p>
<p>Biodiversidade pantaneira, classificação de áreas úmidas brasileiras, recursos hídricos, alterações climáticas, renda e modos de vida de populações tradicionais e outros aspectos sobre o bioma ganharão a análise de diversos especialistas. Participam <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-fernandes-calheiros">Débora Calheiros</a>, pesquisadora da Embrapa Pantanal e da UFMT; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-teodoro-jose-hugueney-irigaray/view">Carlos Hugueney Irigaray</a>, Coordenador Operacional do Programa de Doutorado Interinstitucional em Direitos Humanos e Meio Ambiente da UFMT; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carla-moura-de-paulo">Carla Moura de Paulo</a>, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CCST-INPE); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/catia-nunes-da-cunha/view">Cátia Nunes da Cunha</a>, coordenadora do Laboratório Associado Biodiversidade e Manejo de Áreas Úmidas – INCT Áreas Úmidas (INAU/CNPq/UFMT);  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/heloisa-de-camargo-tozato">Heloisa de Camargo Tozato</a> (IEA-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-cristina-favilla">Kátia Favilla</a>, do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pantanal-mato-grossense2" alt="Pantanal Mato-grossense2" class="image-inline" title="Pantanal Mato-grossense2" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O Pantanal Mato-grossense é uma das maiores áreas úmidas contínuas do planeta e está localizado no centro da América do Sul, na bacia hidrográfica do Alto Paraguai, estando na região a montante de toda a Bacia do Prata. Essa situação geográfica confere grande responsabilidade ao Brasil perante os demais países dessa bacia.</p>
<p>O Pantanal é um dos biomas mais conservados do país, embora haja aumento da pressão de supressão da vegetação nativa pelo arco de desmatamento gerado pelo uso antrópico e do agronegócio na região circundante. A situação agrava o frágil ecossistema que já está em estado crítico, colocando em risco também a economia regional e suas populações tradicionais.</p>
<p>Segundo os organizadores, o seminário tem como objetivo debater com a comunidade acadêmica sobre as possíveis contribuições para a conservação e políticas públicas para esse rico bioma.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Alicia Yo at the English language Wikipedia/ Dany13/ Flickr</span></p>
<p> </p>
<h3><strong>Programação</strong></h3>
<p><strong>9h - </strong>Abertura</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/neli-aparecida-de-mello-thery">Neli Aparecida de Mello-Théry</a> (EACH   e IEA/USP)</p>
<p><strong>9h30</strong></p>
<p><strong>Embrapa Pantanal/UFMT: "Contextualização da   Problemática Socioambiental do Sistema Bacia do Alto Paraguai/Pantanal -   avanços quanto à sua conservação"</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-fernandes-calheiros">Débora F. Calheiros</a> (Embrapa   Pantanal/UFMT)</p>
<p><strong>10h</strong></p>
<p><strong>Impacto da Produção Insustentável sobre os   Recursos Hídricos: o Pantanal Mato-grossense a Margem da Lei</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-teodoro-jose-hugueney-irigaray/view">Carlos Hugueney Irigaray</a> (FD/UFMT)</p>
<p><strong>10h30</strong></p>
<p><strong>Café</strong></p>
<p><strong>10h50</strong></p>
<p><strong>Universidade de São Paulo: "Turismo e   Impactos Ambientais no Pantanal"</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carla-moura-de-paulo">Carla Moura de Paulo</a> (CCST-INPE)</p>
<p><strong>11h20</strong></p>
<p><strong>A Importância dos Pulsos de Inundação para a   Conservação do Pantanal e a Proposta para Delineamento e Classificação de   Áreas Úmidas Brasileiras</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/catia-nunes-da-cunha/view">Cátia Nunes da Cunha</a> (INCT-INAU/UFMT)</p>
<p><strong>11h50</strong></p>
<p><strong>Debate</strong></p>
<p><strong>12h30</strong></p>
<p><strong>Almoço</strong></p>
<p><strong>14h</strong></p>
<p><strong>Universidade de São Paulo: "Alterações   Climáticas e Biodiversidade Pantaneira"</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/heloisa-de-camargo-tozato">Heloisa de Camargo Tozato</a> (IEA-USP)</p>
<p><strong>14h30</strong></p>
<p><strong>A Importância da Conservação Ambiental para a   Conservação dos Modos de Vida, Geração de Emprego e Renda das Populações   Tradicionais</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-cristina-favilla">Kátia Favilla</a> (SE-MDS)</p>
<p><strong>15h - </strong>Café</p>
<p><strong>15h20 - </strong>Debate</p>
<p> </p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><i><strong>Conservação do Bioma Pantanal - Políticas Públicas e Manejo Sustentável</strong></i><strong><i><strong><br /></strong> </i></strong><i>05 de junho, das 9h às 16h30<br /> Sala de Eventos do IEA - Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /> Evento gratuito e aberto ao público, com transmissão </i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><i>ao vivo</i></a><i> </i><i>pela internet<br /> Inscrições </i><a href="https://docs.google.com/a/usp.br/forms/d/e/1FAIpQLSeKdtoMzOnHksnntZXY1yUvLuqt3On7VuEWPzMIwY3SQApA3w/viewform" target="_blank">via formulário</a><a href="https://goo.gl/aCk8ZR" target="_blank"><strong><i><br /> </i></strong></a><i>Mais informações: Cláudia Pereira (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br /> </i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conservacao-do-bioma-pantanal" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-23T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-ciencia-do-alimento-diante-de-novos-desafios">
    <title>A ciência do alimento diante de novos desafios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-ciencia-do-alimento-diante-de-novos-desafios</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-2" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 2" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 2" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-1" alt="Agricultura - Leslie Firbank 1" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>O agroecologista Leslie Firbank, da Universidade de Leeds</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As necessidades do futuro dependerão do capital natural que conservarmos agora, mas as sociedades não têm dado o devido respeito a essa premissa, mostrou. A Inglaterra, por exemplo, enfrenta um sério problema com solos disponíveis para a agricultura. O carbono do solo foi reduzido a níveis drásticos devido ao uso agrícola intensivo ao longo de décadas. “Ou o solo fica incrivelmente seco ou totalmente encharcado, a ponto das culturas serem dizimadas”, disse.</p>
<p>As condições de solo e clima levaram a Bretanha a se tornar importadora de trigo, uma de suas principais culturas no passado. O país também se debate com as novas doenças de seus rebanhos. “Mas as pessoas não dão o devido valor a isso, não sabem sequer de onde vem, nem como é produzido o alimento. Há uma mentalidade de que se não produzimos, podemos comprar de qualquer outro país que produza”, afirma.</p>
<p>A especialista em biociência animal, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helen-miller" class="external-link">Helen Miller</a>, também da Universidade de Leeds, participou do debate, que contou com a moderação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda" class="external-link">Pablo Mariconda</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e coordenador do grupo de pesquisa em <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia/projeto" class="external-link">Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia.</a></p>
<p> </p>
<p><strong>Soluções locais</strong></p>
<p>Ao contrário da agricultura das décadas de 1970 a 1990, em que dominava um modelo igual para todo tipo de cultivo, a produção agrícola do novo milênio deverá se caracterizar pela diferenciação e pela diversidade, graças à agricultura de precisão, acredita Firbank.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-4" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 4" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 4" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Agricultura de precisão, resposta às necessidades de uma dieta variada</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para o especialista, agricultura de precisão ganhará grande fôlego, já que permite direcionar a produção conforme a demanda. “Podemos pensar em soluções locais para necessidades locais, usando expertise local. A agricultura de precisão permite contemplar novamente a diferenciação e a diversidade e com isso podemos produzir exatamente o que queremos e com os menores impactos possíveis na paisagem”, disse.</p>
<p>Portanto, a atividade rural precisará de financiamentos para se desenvolver, afirma. “Sem financiamentos, poucos terão acesso à tecnologias de ponta. Os fertilizantes são muito mais precisos. E sistemas robotizados permitem determinar a dieta ideal para cada animal. Mas toda essa inovação requer dinheiro. Então há o perigo de que só os grandes negócios rurais sobrevivam, ou os que tiverem dinheiro para investir”, avalia.</p>
<p>Além disso, o setor rural mudou em funções das próprias condições naturais, sociais e econômicas, com o advento das mudanças climáticas globais, o aumento da urbanização e dos novos comportamentos. “O que funcionava há 20 ou 30 anos, hoje não representa mais uma solução porque a sociedade possui diferentes necessidades”, afirma.</p>
<p> </p>
<p><strong>Gestão da demanda </strong></p>
<p>Firbank lembrou que a produção de alimentos em 2009 triplicou em relação à da década de 1960 e que, portanto, o mundo não tem problema de produção e sim de distribuição de alimento. Apesar disso, ainda há muitas necessidades não supridas pela agricultura e, mesmo assim, estamos ultrapassando os limites da capacidade de suporte dos sistemas terrestres.</p>
<p>“Ainda temos uma questão não resolvida, sobre se poderemos viver em segurança operando apenas nos mesmos espaços terrestres que já utilizamos e se isso será capaz de atender a todos de forma justa. Isso não tem a ver só com a agricultura, mas também com indústrias e outros setores e com a forma como a riqueza é distribuída no planeta”, disse.</p>
<p>Para o especialista, a agricultura do futuro deverá enfrentar o desafio da gestão da demanda do alimento, reduzindo as perdas no campo, no transporte e no armazenamento. Além disso, a oferta do alimento de qualidade a preços acessíveis é uma questão de decisão política. “Na Inglaterra, temos os bancos de alimentos que os mercados e distribuidores colocam à disposição do público quando o produto está perto do vencimento”, conta.</p>
<p>A segurança alimentar envolverá também o fortalecimento das cadeias produtivas, de forma que sejam capazes de conviver com choques de produção e de preços. Mas não só isso. As políticas públicas deverão promover a alimentação saudável.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-3" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 3" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>"Pessoas não conhecem mais a origem do alimento. Leite vem da caixinha e carne é um pacote do supermercado", diz Firbank</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Em Leeds, no norte da Inglaterra, a expectativa de vida em locais mais pobres é cinco vezes menor em relação a lugares mais ricos e isso tem uma relação estreita com a qualidade da alimentação. Nesse caso, não se trata de acesso ao alimento, mas de educação alimentar e preocupação com o que as crianças comem”, disse.</p>
<p> </p>
<p><strong>Valor da terra</strong></p>
<p>A disponibilidade de campos agrícolas é uma questão muito discutida na Inglaterra, pois os habitat foram destruídos ao longo do tempo e sua preservação tem sido negligenciada. “Agora, sem o financiamento da União Europeia, é provável que muito pouco restará dos habitat naturais na Inglaterra”, acredita.</p>
<p>As cidades inglesas estão se expandindo, explica, e o planejamento do território valoriza as terras urbanas em detrimento das rurais. “A mentalidade é que podemos comprar alimento de outros países, que são agroexportadores, como o Brasil, por exemplo. Mas ao redor do mundo, cada vez mais as terras agrícolas de qualidade estão sendo encontradas nas cidades”.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture-5-de-setembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Notícia</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/horticultura-urbana-comunitaria" class="external-link">Horticultura urbana comunitária ainda é vista como atividade clandestina em São Paulo</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/diversificacao-produtiva-e-conhecimento-social-trazem-vida-longa-para-agroecossistemas" class="external-link">Diversificação produtiva e conhecimento social favorecem agroecossistemas</a></strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O mercado de trabalho na área rural também é negligenciado, diz Firbank. “Falta capital humano no campo. É cada vez mais raro encontrar pessoas com habilidades na área e comprometidas com o alimento e a agricultura. Os jovens não enxergam a área agrícola como uma carreira valiosa. Um biólogo recém-formado prefere trabalhar com genética, biociências e carreiras afins, porque acha mais atraente”.</p>
<p>O programa N8 Agrifood e outras políticas públicas na Europa vêm tentando mudar esse quadro. “As pessoas em geral não valorizam o campo. Para elas, o leite vem da garrafa e a carne é um pacote do mercado. Estamos tentando superar isso e uma das iniciativas é o Farm Sunday, um evento anual em que centenas de fazendas abrem seus portões para o público e escolares poderem ver como é uma fazenda. No ano passado, 500 mil pessoas participaram do evento, numa população de 5 milhões”, disse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p><strong>Cidades mais autônomas</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-5" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 5" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 5" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Acima, Horta da FSP-USP. Abaixo, aeroporto de Berlin-Tempelhof, desativado em 2008 para horticultura comunitária e lazer</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-berlim-1" alt="Horta Berlim - 1" class="image-inline" title="Horta Berlim - 1" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Diante dos desafios, é preciso incentivar a autonomia das cidades quanto à produção do alimento, apesar de que muitas cidades não terão espaço para produzir comida para todos, avalia.  “Não falo de commodities. Mas em vez de importar tudo, devemos incentivar a produção de vegetais e frutas para consumo local. Em Leeds, não temos espaço suficiente para produzir comida para todos. Embora seja desejável, não vejo a agricultura urbana como uma solução política para os problemas de segurança alimentar”, avalia.</p>
<p>Porém, é possível pensar a agricultura urbana como um movimento de educação, cultura alimentar e socialização, mais do que uma via de abastecimento alimentar. “Ainda temos poucas estatísticas e parece que a agricultura urbana ainda funciona mais como um hobby ou um complemento ao alimento que as pessoas já têm. Na Universidade de Leeds, temos uma horta como parte de um projeto de pesquisa. O lugar é realmente agradável e em épocas de colheita qualquer um pode ir lá e pegar o que quiser. A área é o dobro desta sala aqui (Sala de Eventos do IEA). Mas, colocando num contexto mais amplo, será que isso seria suficiente para alimentar todas as pessoas da universidade?”, questiona Firbank.</p>
<p>Entre o público presente na plateia do IEA, a professora Thaís Mauad, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, responsável pelo projeto da horta comunitária da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, e coordenadora do Grupo de Estudos em Agricultura Urbana do IEA, comentou que no Brasil as hortas urbanas têm de fato cumprido um papel social importante.</p>
<p>“Não se trata de prover alimento em quantidade para todos, embora muitas comunidades carentes agora tenham acesso a um alimento saudável e barato graças aos diversos projetos de hortas urbanas. De fato, as hortas comunitárias têm cumprido um papel social e educacional relevante para essas populações”, disse.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Pixabay; Leonor Calazans; Sylvia Miguel</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-13T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture-5-de-setembro-de-2016">
    <title>Can we Achieve Sustainable Agriculture? - 5 de setembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture-5-de-setembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/can-we-achieve-sustainable-agriculture">
    <title>Em busca de uma agricultura sustentável </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/can-we-achieve-sustainable-agriculture</link>
    <description>O agroecologista Leslie Firbank tratará em conferência no IEA no dia 5 de setembro, às 14h, dos principais modelos agrícolas adotados atualmente e das possibilidades de evolução da prática em um momento de mudanças climáticas e aumento populacional.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Leslie-Firbank-Perfil.jpg" alt="Leslie Firbank" class="image-inline" title="Leslie Firbank" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O agroecologista Leslie Firbank</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O agroecologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/les-firbanks" class="external-link">Leslie Firbank</a>, da Universidade de Leeds, no Reino Unido, estará no IEA para discutir como e se é possível atingir uma produção de alimentos sustentável. Na conferência <i>Can we Achieve Sustainable Agriculture?</i>, que acontece no dia <strong>5 de setembro às 14h</strong>, na Sala de Eventos do IEA, ele fará uma análise sobre os principais modelos agrícolas adotados atualmente e levantará possibilidades de evolução da prática em um momento de mudanças climáticas e aumento populacional. A fala será em inglês, sem tradução simultânea, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA. A participação presencial exige <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeSnITj0rKc9ornoC6dyOOABzOY2CsfiSjX2kNnGliO3H6zMw/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<p><span>Em sua exposição, Firbank avaliará se a agricultura tem adotado técnicas que priorizem a qualidade das terras, mantendo o capital natural necessário para sua utilização no futuro. Ele argumenta que há um “espaço operacional seguro e justo" para a agricultura, em que o alimento pode ser produzido em quantidade suficiente sem causar danos ao meio ambiente.</span></p>
<p><span>Segundo o pesquisador, é possível <span>quantificar com qualidade o impacto ambiental da agricultura por meio de </span>diferentes técnicas. A grande dificuldade é julgar se uma fazenda está dentro do seu espaço operacional seguro e justo.</span></p>
<p>A conferência é parte das atividades do Grupo de Trabalho em Agroecologia, que integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a>. Os comentários serão de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helen-miller" class="external-link">Helen Miller</a>, também da Universidade de Leeds, e de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jonathan-oxley" class="external-link">Jonathan Oxley</a>, da N8 AgriFood. A moderação será do filósofo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda" class="external-link">Pablo Mariconda</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e coordenador do grupo de pesquisa.</p>
<p><span><strong>O conferencista</strong></span></p>
<p><span>A pesquisa de Firbank trata da concorrência entre ervas daninhas arvenses e culturas e dos impactos dos sistemas de agricultura sobre a biodiversidade (incluindo orgânicos e transgênicos). Ele também pesquisa os serviços dos ecossistemas de terras agrícolas, os sistemas de medição e monitoramento de processos ecológicos, a definição e medição do conceito de intensificação sustentável da agricultura, e formas de se garantir um sistema sustentável e seguro de fornecimento de alimentos para as cidades. <a class="external-link" href="http://www.firbank-ecosystems.co.uk/">Visite a página do pesquisador</a>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Can we Achieve Sustainable Agriculture?</strong><br /><i>5 de setembro, às 14h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo.<br />Evento gratuito, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeSnITj0rKc9ornoC6dyOOABzOY2CsfiSjX2kNnGliO3H6zMw/viewform" target="_blank">inscrição</a> — Transmissão ao vivo pela internet.<br />Informações: Claudia Regina, telefone (11) 3091-1686 e clauregi@usp.br<br /></i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/sustainable-agriculture" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/sustainable-agriculture</a></i></i></p>
<p> </p>
<p><span><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-08-26T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/iniciativas-4-0-2013-aplicacoes-de-internet-das-coisas-no-agronegocio-saude-e-industria">
    <title>Iniciativas 4.0 – Aplicações de Internet das Coisas no Agronegócio, Saúde e Indústria</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/iniciativas-4-0-2013-aplicacoes-de-internet-das-coisas-no-agronegocio-saude-e-industria</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A série de eventos <i>Strategic Workshops</i> da Pró-Reitoria de Pesquisa, busca articular os  pesquisadores em torno de temas transdisciplinares, que contemplem a USP  como um todo. O objetivo tem sido organizar a pesquisa na universidade  priorizando temas em que temos excelência ou que tenham grande  potencial, mas que precisem de melhor articulação.</p>
<p>Este evento discutirá a aplicação da engenharia e da tecnologia  na construção do agronegócio, saúde e indústria 4.0 no Brasil.</p>
<p>Com o objetivo de explorar as mudanças da sociedade à <b>Luz da Quarta Revolução Industrial</b>, o <b>SASI 4.0</b> pretende  promover a integração e a troca de experiências entre as agências  governamentais, academia e empresas de forma a acelerar a inserção do  Brasil nesta nova realidade global.</p>
<p>No  SASI 4.0 será incentivada a discussão sobre os diversos aspectos  relacionados a Indústria, Saúde, Agricultura no cenário de Internet of  Things (IoT). Além disso, serão apresentadas as soluções já aplicadas no  Brasil e em outros países pelas empresas dos setores de engenharia de  automação e sistemas de informação, na forma de produtos e serviços que  auxiliam as empresas a se prepararem para essa nova jornada.</p>
<p><b>Tópicos do Debate</b></p>
<p><i><b>Abertura – Desafios da Sociedade 4.0</b></i></p>
<p>O mundo está no início de uma quarta revolução industrial. Esta  revolução está acontecendo devido à eliminação dos limites entre o mundo  digital, o mundo físico, que são as coisas, e o mundo biológico, que  somos nós.</p>
<p>Na abertura do evento, os temas a serem abordados vão procurar  responder à seguinte pergunta: QUAIS AS TECNOLOGIAS QUE VIABILIZAM A  SOCIEDADE 4.0 E QUAIS OS DESAFIOS PARA ADOTÁ-LAS NO BRASIL?</p>
<p><b><i>Módulo I: Tecnologia Aplicada à Desburocratização do Comércio Exterior</i></b></p>
<p>Neste módulo, devem ser apresentadas propostas do governo e da  academia para colaborar com a desburocratização, sendo o Porto Azul a  principal iniciativa. Vamos abordar as tecnologias e as ações-chave do  Estado, das empresas e da academia para viabilizar a desburocratização.</p>
<p><b><i>Módulo II: Internet of Things (IoT) aplicada ao Agronegócio e Saúde</i></b></p>
<p>Este módulo é crucial para o diagnóstico e discussão das demandas do  agronegócio e da saúde para melhorar a eficiência e reduzir os custos  internos e externos das organizações nesses segmentos. Nosso objetivo é  chegar a respostas sobre como cadeias logísticas e processos de  inovação mais inteligentes podem dar conta de avanços significativos nas  áreas da saúde e do agronegócio.</p>
<p><b><i>Módulo III: Indústria 4.0, Infraestrutura e o Parque Tecnológico</i></b></p>
<p>Este módulo é focado na indústria, que é o ponto central em torno do  qual todas as mudanças nas verticais da sociedade 4.0 se  organizam. Segundo os estudos da CNI, o Brasil não está acompanhando na  velocidade necessária o processo de modernização em curso. Esperamos  explorar nesse debate as transformações que a IoT vai provocar nas  fábricas, sobretudo devido à customização em massa; os novos desafios a  serem superados para que as indústrias brasileiras participem de um novo  paradigma de cadeias globais de suprimento; as aplicações-chave comuns  ao Agronegócio, Saúde e Indústria para aumentar a eficiência e reduzir o  custo de importações e exportações e como o  Parque Tecnológico da USP  pode ajudar.</p>
<p><b>Público-alvo</b></p>
<p>Executivos, gestores e profissionais técnicos de todos os elos da  cadeia de fornecimento dos segmentos Agroindustrial, Saúde e Indústria,  órgãos governamentais, bem como professores, pesquisadores, alunos de  pós-graduação e de graduação dos cursos de engenharia, tecnologia e  administração podem se beneficiar desse encontro, que disseminará  princípios, metodologias e soluções aplicáveis a preparação das empresas  para este novo período histórico.</p>
<h3>Saiba mais em<b> <a class="external-link" href="http://sasi40.org/"><span class="external-link">sasi40</span></a></b></h3>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internet</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-08-23T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-acesso-a-ciencia-e-o-direito-as-informacoes-sobre-transgenicos">
    <title>O acesso à ciência e o direito às informações sobre transgênicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-acesso-a-ciencia-e-o-direito-as-informacoes-sobre-transgenicos</link>
    <description>As deliberações das comissões técnicas quanto à comercialização e o uso agrícola de variedades transgênicas será foco de debate no dia 27 de junho.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Responsável pelos grandes avanços da humanidade, a ciência e seus benefícios ainda permanecem inacessíveis para grande parte da população. Não por acaso, diversos acordos internacionais tentam garantir que todos possam usufruir da ciência e de suas aplicações. Algumas inovações tecnocientíficas trazem impactos diretos nas sociedades, em especial aquelas ligadas a aspectos da vida, como é o caso da transgenia.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/colheita-soja" alt="Colheita Soja" class="image-inline" title="Colheita Soja" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Acesso às deliberações de pareceres técnicos sobre transgênicos estarão em debate no dia 27 de junho.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Tendo em vista o direito fundamental de acesso à ciência e a seus resultados, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a> do IEA dará prosseguimento às atividades iniciadas no <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-avanco-ciencia">primeiro seminário</a> do dia <strong>13 de junho,</strong> propondo um debate sobre transgênicos.<i>O Direito de Beneficiar-se do Avanço da Ciência e os Transgênicos</i><span> será o tema do dia <strong>27 de junho.</strong></span></p>
<p>A questão central dos pesquisadores será discutir se e como devem ser informadas à sociedade as deliberações realizadas no âmbito das comissões responsáveis pela liberação de variedades de transgênicos para comercialização e uso agrícola. <span>O debate acontece das <strong>14h às 17h</strong>, na Sala Ruy Leme da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP. O encontro é público, gratuito, terá transmissão online <i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a></i> e requer </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/1kA_tUVGDBIVkPJiHmNYulKgzxXb4nCPXlnNHBk9hD7M/edit" target="_blank">inscrição prévia</a><span>.</span></p>
<p>Com a moderação do coordenador do grupo de pesquisa, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda">Pablo Rubén Mariconda,</a> <span>professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, o debate trará a professora </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda">Marijane Vieira Lisboa</a><span>, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) para discutir os procedimentos adotados pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Seu foco será o impacto dos transgênicos na saúde e no ambiente e se as deliberações de uso dos transgênicos vêm assegurando o direito de acesso a essas informações.</span></p>
<p>O professor visitante do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/ex-professores-visitantes-internacionais/hugh-matthew-lacey">Hugh Lacey</a>, que no primeiro encontro discutiu o Princípio da Precaução, pretende aprofundar o tema das tensões dentro do modelo da interação das atividades científicas e valores (M-CV). Propõe, nesse encontro, refletir sobre quais riscos e prejuízos <span>devem ser investigados cientificamente em relação a determinadas</span><span> variedades de transgênicos. Além disso, quais seriam as estratégias seguras de cultivo, distribuição e consumo de variedades transgênicas, tendo em vista as condições socioeconômicas e os agroecossistemas atuais.</span></p>
<p>No primeiro encontro, os pesquisadores discutiram o significado e o alcance do direito de beneficiar-se do avanço da ciência e de suas aplicações no contexto do modelo da interação entre a atividade científica e valores (M-CV). Além disso, foram discutidas as implicações desse direito para a pesquisa médica e a área da saúde, e as tensões entre esse direito e a ciência comercializada. Outro tema debatido foi a tensão existente entre a liberdade da pesquisa científica afirmada na Declaração de Veneza, ante a participação democrática nas decisões sobre as prioridades da pesquisa científica.</p>
<h3></h3>
<h3>PROGRAMAÇÃO</h3>
<p>14h - <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/ex-professores-visitantes-internacionais/hugh-matthew-lacey" class="external-link">Hugh Lacey</a> (pesquisador visitante CNPq-IEA-USP e Swarthmore College)</p>
<p>A primeira questão é reformulada em termos do M-CV, de modo que agora trata-se de: (a) que tipos de prejuízos e riscos do uso de uma variedade particular de transgênicos (ocasionados por quais tipos de mecanismos) devem ser investigados cientificamente? E (b) que tipos de estratégias precisam ser adotadas nessas pesquisas, para fornecer forte apoio científico para a reivindicação de que os usos (cultivo, distribuição, consumo) do transgênico – sob as condições socioeconômicas e nos agroecossistemas atuais – são seguros?</p>
<p>15h - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marijane-vieira-lisboa" class="external-link">Marijane Vieira Lisboa</a> (PUC-SP)</p>
<p>Que procedimentos são seguidos pela CTNBio para avaliar as possíveis consequências prejudiciais dos usos dos transgênicos? Servem para assegurar que o direito de beneficiar-se do avanço da ciência será promovido?</p>
<p>16h        Intervalo</p>
<p>16h15    Debate</p>
<hr />
<p><i><strong>O Direito de Beneficiar-se do Avanço da Ciência e os Transgênicos</strong><br /></i><i>Dia 27 de junho, das 14h às 17h00<br /></i><i>Sala Ruy Leme - FEA/USP - Av. Prof. Luciano Gualberto, 908, 1º andar, Cidade Universitária, São Paulo, SP.<br /></i><i>Evento gratuito, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1kA_tUVGDBIVkPJiHmNYulKgzxXb4nCPXlnNHBk9hD7M/viewform?edit_requested=true">inscrição prévia</a> e transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a>.<br /></i><i>Informações com <a href="mailto:clauregi@usp.br">Cláudia R. Tavares</a>, email clauregi@usp.br<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-beneficiar" class="external-link">Página do evento </a></i></p>
<p><i><br /></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Agribusiness</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-06-20T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-abordam-as-possibilidades-e-desafios-para-a-transicao-agroecologica">
    <title>Especialistas abordam possibilidades e desafios para a transição agroecológica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-abordam-as-possibilidades-e-desafios-para-a-transicao-agroecologica</link>
    <description>No seminário A Transição para a Agroecologia: suas Possibilidades e Obstáculos, que acontece dia 16 de maio, às 14h, conferencistas levantarão questões para traçar um perfil dos agricultores brasileiros engajados na agroecologia. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agroecologia-2" alt="Agroecologia" class="image-right" title="Agroecologia" />O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia <span>da Ciência e da Tecnologia</span></a> do IEA realiza no dia <strong>16 de maio, às 14h</strong>, mais um seminário sobre a agroecologia. Desta vez o objetivo é entender como se dá a transição para a agroecologia.</p>
<p>De acordo com o Modelo das Interações entre as Atividades Científicas e os Valores (M-CV), existem relações de reforço mútuo entre a adoção de uma estratégia metodológica e a sustentação de certos valores.</p>
<p>Após um primeiro seminário que apresentou as estratégias da <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/a-agroecologia-suas-estrategias-de-pesquisa-e-as-conexoes-com-a-201csoberania-alimentar201d" class="external-link">pesquisa na agroecologia</a>, desta vez os conferencistas irão explorar os valores das práticas agroecológicas que têm essas relações mutuamente reforçadoras com as metodologias da pesquisa agroecológica.</p>
<p>Para isso, levantarão questões para traçar um perfil dos agricultores brasileiros engajados na agroecologia: quem são, onde estão, sob quais condições atuam, que problemas enfrentam, quais são seus valores e aspirações, o que os leva a esta prática. Eles também discutirão o papel dos movimentos sociais para a agroecologia e as perspectivas para a expansão desta prática no país.</p>
<p><i>A Transição para a Agroecologia: suas Possibilidades e Obstáculos </i>acontece na Sala de Eventos do IEA e terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet. A coordenação do encontro é de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda" class="external-link">Pablo Mariconda</a>, que também coordena do Grupo de Pesquisa.</p>
<p><span>Os conferencistas dividirão suas exposições em:</span></p>
<ul>
<li><span><strong>A Agroecologia e o Modelo das Interações entre as Atividades Científicas e Valores </strong>-<strong> </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/ex-professores-visitantes-internacionais/hugh-matthew-lacey">Hugh Lacey</a>, pesquisador visitante do CNPq-IEA e emérito da Swarthmore College</span></li>
<li><strong><strong>Apresentações Temáticas sobre os Agentes das Práticas e dos Movimentos da Agroecologia: seus Valores e suas Aspirações:</strong></strong></li>
<ul>
<li><strong> </strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leonardo-melgarejo">Leonardo Melgarejo</a>, presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) e coordenador do Grupo de Trabalho Agrotóxicos e Transgênicos da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA)</span></li>
<li><span> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-sorrentino">Marcos Sorrentino</a><span>, professor e coordenador do Laboratório de Educação e Política Ambiental no Departamento de Ciências Florestais da ESALQ-USP e ex-assessor especial do Ministro da Educação para a Construção da Política ambiental do MEC</span></span></li>
</ul>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong>A Transição para a Agroecologia: suas Possibilidades e Obstáculos</strong><br /><i>16 de maio, das 14h às 17h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5° andar, Butantã, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, sem inscrição prévia<a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1uba102S-TC_HcqWXweisVk20zprygqx9aa60oOrsUFQ/viewform?c=0&amp;w=1" target="_blank"><br /></a>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Informações: Claudia Regina (11) 3091-1686 e clauregi@usp.br <br /></i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/agroecologia2" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/agroecologia2</a></i></i></p>
<p> </p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-05T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-principio-da-precaucao-ainda-sem-aplicacao-efetiva">
    <title>O Princípio da Precaução, ainda sem aplicação efetiva </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-principio-da-precaucao-ainda-sem-aplicacao-efetiva</link>
    <description>Especialistas criticam a “cientificidade” de pareceres técnicos e dos estudos sobre riscos à saúde e ao ecossistema.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/hugh-lacey-3" alt="Hugh Lacey - PP" class="image-inline" title="Hugh Lacey - PP" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Hugh Lacey critica pareceres técnicos sobre saúde e ecossistema.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O Princípio da Precaução (PP), formulado pelos gregos na antiguidade, chegou aos tempos modernos sob o formato de um protocolo internacional, proposto na Declaração da Rio 92 sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Esse e outros acordos internacionais e diversas leis preveem ações antecipatórias para a proteção da saúde das pessoas e dos ecossistemas. A aplicação desse princípio, em geral, incorpora os conceitos de justiça, equidade, respeito, senso comum e prevenção.</p>
<p>Muitas vezes, porém, a aplicação do Princípio da Precaução, que incorpora por exemplo, direitos humanos, entra em conflito com o Acordo <span>sobre a Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias </span><span>da Organização Mundial do Comércio (<span>SPS, na sigla em inglês)</span>.</span></p>
<p><span> </span><span>Não só isso: as formas de aferir riscos causados por inovações tecnocientíficas – levadas a cabo por organismos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a Coordenação-Geral da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio, do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação), por exemplo </span><span>– </span><span>nem sempre estão em consonância com as chamadas “boas práticas científicas” e, com isto, a cientificidade desses órgãos torna-se questionável.</span></p>
<p>Essas foram algumas das conclusões dos debatedores presentes no seminário <i>O Princípio da Precaução: Considerações Legais, Políticas e Econômicas – E suas Interações com os Resultados da Pesquisa Científica.</i></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
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<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/o-principio-da-precaucao-consideracoes-legais-politicas-e-economicas" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/o-principio-da-precaucao-consideracoes-legais-politicas-e-economicas-2013-e-suas-interacoes-com-os-resultados-da-pesquisa-cientifica-4-de-abril-de-2106" class="external-link">Fotos</a></p>
<hr />
<p><span>1º encontro:</span></p>
<p>Notícia:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/principio-da-precaucao" class="external-link"><i>O Princípio da Precaução (PP): Abordagens de Precaução na Avaliação e </i><i>Gerência dos Riscos Causados pelo Uso de Inovações Tecnocientíficas</i></a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/o-principio-de-precaucao-pp" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/o-principio-de-precaucao-pp-abordagens-de-precaucao-na-avaliacao-e-gerencia-dos-riscos-causados-pelo-uso-de-inovacoes-tecnocientificas-21-de-marco-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
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</tr>
</tbody>
</table>
<p>Realizado no dia <strong>04 de abril</strong> pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia">Grupo de Pesquisa Filosofia, Sociologia e História da Ciência e da Tecnologia</a> do IEA, o debate reuniu a professora de direito público e econômico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/solange-teles-da-silva">Solange Teles da Silva</a>, da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), a advogada <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernanda-viegas-reichardt">Fernanda Viegas Reichardt</a>, membro do Grupo de Pesquisa,  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura">Deisy de Freitas Lima Ventura</a>, professora de direito internacional do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, e o professor visitante do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/ex-professores-visitantes-internacionais/hugh-matthew-lacey">Hugh Lacey</a>, da Swarthmore College. O coordenador do Grupo de Pesquisa, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda">Pablo Mariconda</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, moderou o debate.</p>
<p>O professor Lacey lembrou que qualquer afirmação sobre “certeza científica” soa estranho para os filósofos da ciência, porque os métodos empíricos nunca podem assumir a posição de “certeza” completa, no sentido atribuído por Descartes ou Aristóteles. No entanto, as formulações sobre o PP feitas em 1992 falam de “falta de certeza científica”. Além disso, o Acordo sobre a Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias  da  OMC, menciona os termos “certeza científica” e “alta probabilidade científica”.</p>
<p>O uso de tais termos naqueles documentos tem sido fonte de tensões devido à própria controvérsia do que é ou não certeza científica, disse Lacey. Além disso, os conceitos do PP previstos na Declaração da Rio 92 e na SPS da OMC entram em conflito quando um defende direitos humanos e o outro, os interesses do capital e do mercado, afirmou.</p>
<p><strong>Transgênicos</strong></p>
<p>“Não há evidências científicas de que transgênicos de fato prejudicam a saúde e o meio ambiente. Mas se transgênicos são bons, porque retiraram a indicação de alimento transgênico na rotulagem dos produtos?”, questionou a professora Fernanda Reichardt.</p>
<table class="tabela-direita">
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<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/o-principio-da-precaucao-consideracoes-legais-politicas-e-economicas-2013-e-suas-interacoes-com-os-resultados-da-pesquisa-cientifica-4-de-abril-de-2106/fernanda-reichardt/@@images/4fef14f5-11f8-4159-b80a-58c36af294d5.jpeg" alt="Fernanda Reichardt " class="image-inline" title="Fernanda Reichardt " /></th>
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<p><span><strong>Fernanda Reichardt: "Se transgênicos são bons, porque tiraram rotulagem?"</strong></span></p>
</td>
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</table>
<p>O Princípio da Precaução da Declaração da Rio 92 e outros documentos nesse âmbito deixam claro que quando existe ameaça de danos graves ou irreversíveis aos ecossistemas, a ausência de certeza científica não poderá ser usada como razão para postergar medidas para prevenir a degradação ambiental ou evitar ameaças à saúde humana.  Mas isso não tem sido aplicado no que diz respeito aos transgênicos, mostrou a especialista em direito ambiental e professora do Mackenzie, Solange Teles da Silva.</p>
<p>Os estudos toxicológicos em transgênicos submetidos para aprovação nos órgãos competentes também foram questionados. Segundo Mariconda, os estudos apresentados pelas empresas mostram dados insuficientes para uma avaliação toxicológica.</p>
<p>“As amostras em todas as liberações de transgênicos não sofreram a carga de agrotóxico que sofreriam no campo porque estão sob condições de laboratório. Todos sabemos que isso falseia o teste. Mas isso é sistematicamente desconsiderado nos pareceres”, disse Mariconda.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
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<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/solange-teles-da-silva" alt="Solange Teles da Silva - PP" class="image-inline" title="Solange Teles da Silva - PP" /></th>
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<td>
<p><strong>Solange Teles da Silva: agências operam num regime de "portas giratórias"</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“De fato, a maioria dos membros da CTNBio vai dizer que a comissão decide sobre o gene modificado e não sobre a questão do agrotóxico. Então, a comissão não decide sobre o pacote tecnológico. Ora, a alteração do gene é feita justamente para a planta aguentar a carga de agrotóxico. Isso não se fala, mas os testes são feitos sobre o gene modificado e não na planta após o banho do agrotóxico”, disse a professora Teles da Silva.</p>
<p>Nessa questão, a ANVISA fica vinculada à decisão da CTNBio, segundo a especialista. “Entretanto, na CTNBio nunca foi solicitado um estudo prévio de impacto ambiental. Mas como todos sabemos, o Brasil é campeão mundial de uso de agrotóxico. As consequências sobre a saúde e o meio ambiente estão aparecendo e continuarão a aparecer, como, por exemplo, o aumento dos casos de câncer”, disse a professora.</p>
<p>“Sob essas circunstâncias, é possível questionar a cientificidade da ANVISA, da CTNBio e outros organismos do gênero”, disse Mariconda.</p>
<p>A professora Teles da Silva citou o termo “porta giratória” para se referir ao modo como  operam alguns dos organismos responsáveis, entre outras coisas, pelos pareceres técnicos referentes à proteção da saúde humana, dos organismos vivos e do meio ambiente.</p>
<p>“Muitos pesquisadores que atuam com genes transgênicos estão na CTNBio e, portanto, há um interesse no desenvolvimento da biotecnologia por membros que integram essa comissão. Por outro lado, existe aquela situação de que, num dia, um técnico da agência vira consultor e um consultor vira técnico, numa troca que os torna comprometidos. Portanto, a demanda para a ciência brasileira é que precisamos exigir órgãos verdadeiramente independentes realizando pesquisa nessa área”, disse Teles Silva.</p>
<p>O professor Mariconda sugeriu que comissões independentes ligadas a pareceristas internacionais fossem constituídas para as avaliações de impactos e riscos. Na opinião do professor Lacey, entretanto, a vinculação a órgãos internacionais poderia não funcionar devido à visão e o atrelamento que possivelmente teriam quanto aos padrões da OMC.</p>
<table class="tabela-direita">
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<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/deisy-ventura-2" alt="Deisy Ventura - PP" class="image-inline" title="Deisy Ventura - PP" /></th>
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<td>
<p><strong>Para Deisy Ventura, é preciso mudar práticas sociais e políticas.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para a professora Reichard, o princípio da precaução não procura estabelecer um nível de contaminação seguro, e sim, eliminar os riscos cuja nocividade é ainda incerta no plano científico. “Todas as alternativas possíveis devem ser consideradas para evitar a degradação ambiental,  entre elas a proibição ou paralisação do empreendimento pretendido”.</p>
<p>Na área da saúde, existe a tradição da cultura da precaução e faz pouco tempo que o princípio da precaução na saúde entrou numa seara complexa que é a dos direitos humanos, porque o PP tem sofrido um embate com a questão do comércio internacional, disse Ventura.</p>
<p>“É preciso mudar as práticas sociais e políticas, pois há muito mais do que a aplicação jurisprudencial e jurídica do principio da precaução”, disse a professora Deisy Ventura, do IRI-USP, que abordou o PP no campo da saúde nas esferas internacionais e nacionais.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-06T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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