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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 21 to 35.
        
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    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Adaptação, Resiliência e Riscos Climáticos - 25 de novembro de 2019</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-gestao-de-materiais-processos-e-residuos-em-cidades-21-de-novembro-de-2019">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Gestão de Materiais, Processos e Resíduos em Cidades - 21 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-gestao-de-materiais-processos-e-residuos-em-cidades-21-de-novembro-de-2019</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2019-11-21T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-residuos-cidades">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Gestão de Materiais, Processos e Resíduos em Cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-residuos-cidades</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Atualmente, as cidades geram cerca de 1,3 bilhões de toneladas de resíduos sólidos por ano, e o volume deve praticamente dobrar até 2025. De acordo com a ONU e o Banco Mundial, os custos para a gestão de resíduos sólidos passarão dos US$ 205.4 bilhões de dólares anuais para cerca de US$ 375.5 bilhões neste período, afetando de maneira expressiva os países mais pobres.</p>
<p>Os impactos globais decorrentes dos resíduos sólidos também crescem aceleradamente, pois estes podem ser uma fonte de grandes quantidades de gases de efeito estufa, como metano, e ampla variedade de outros compostos e elementos igualmente deletérios à saúde humana e ambiente. Localmente, resíduos sólidos não coletados podem causar inundações, poluição do ar e de outros compartimentos ambientais, bem como problemas de saúde pública como diarreia, dengue e doenças respiratórias. Ainda, observa-se que questões complexas como a indústria de reciclagem, que possui mais de 2 milhões de trabalhadores informais apresenta-se hoje como um negócio global, com extensiva rede de abastecimento e transporte internacionais, e demandam atenção quanto à construção de um mercado socialmente justo, seguro e inclusivo.</p>
<p>Para os países em transição, e principalmente para os mais pobres, a gestão de resíduos é usualmente um dos itens que mais oneram o orçamento das cidades. Nos últimos 20 anos, mais de 300 projetos de gestão de resíduos sólidos têm sido financiados pelo Banco Mundial em todo o mundo, que somam US$ 4,5 bilhões. Estes projetos receberam apoio desde infraestrutura, serviços de consultoria, que abrangem coleta básica de resíduos sólidos e disposição final, até programas voltados à mudança de comportamento, reutilização e reciclagem. Assim, os múltiplos desafios para o gerenciamento de resíduos têm, cada vez mais, incorporado os impactos à saúde humana, além das questões econômico-ambientais tradicionais, e mais recentemente, a valorização destes resíduos e integração de diversos setores na busca da gestão integrada, participativa e sustentável. Estes e outros aspectos relacionados ao evento são organizados em dois painéis.</p>
<p>No Painel 1, o debate focará nos principais avanços, retrocessos e desafios da gestão dos resíduos sólidos na cidade de São Paulo, a partir das seguintes questões: (i) análise do plano de gestão integrada de resíduos sólidos do município, (ii) os desafios para potencializar a reciclagem na cidade, (iii) a implementação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, envolvendo o poder público, fabricantes, importador, comerciante e os consumidores. A pergunta que se pretende responder nesse painel é “Por que a gestão dos resíduos sólidos na cidade de São Paulo tornou-se um problema eterno?”</p>
<p>No Painel 2, o debate partirá das ideias centrais apresentadas no relatório <i>Global Chemicals Outlook</i>, lançado em 2019 pela ONU Meio Ambiente, e que tem como objetivo alertar formuladores de políticas e outras partes interessadas sobre o papel da gestão de produtos e resíduos para o desenvolvimento sustentável. Observa-se que as tendências globais têm aumentando drasticamente a geração, uso e fluxo de produtos químicos particularmente em economias emergentes, caso do Brasil. Em 2017, o setor movimentou mais de US$ 5 trilhões no mundo, com projeções de duplicação até 2030. Neste contexto serão focadas as seguintes questões com o intuito de promover reflexões aprofundadas sobre caminhos para a redução e eliminação de riscos associados aos resíduos à saúde humana e aos ecossistemas como as cidades, além da possível valorização destes materiais por meio: i) do Gerenciamento em bases sustentáveis da cadeia de suprimentos, ii) das inovações em química verde e sustentável, e iii) da adoção de abordagens disruptivas para a gestão de produtos, processos e resíduos. A questão central do painel é responder “Como a química verde e sustentável pode colaborar para se evitar a geração de resíduos sólidos, bem como para a gestão destes no âmbito da economia circular?”.</p>
<p>Portanto, mostra-se urgente refletir sobre a geração, disposição, destinação, tratamento e valorização de resíduos, e temas a estes associados como indústria 4.0, emissão de gases de efeito estufa, produção e consumo de combustíveis e energia, mobilidade urbana, abastecimento de água, segurança alimentar e nutricional, dentre outras questões, em variados setores públicos e privados, com especial atenção às tecnologias químicas e engenharias verdes e sustentáveis desde o nível molecular até grandes escalas produtivas, com base na economia circular.</p>
<p>Desta forma, o Seminário “Gestão de materiais, processos e resíduos em Cidades”, promovido em continuidade ao Ciclo UrbanSus do Programa USP Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, pretende promover diálogos com diferentes grupos acadêmicos, industriais, governamentais e não-governamentais com o objetivo de potencializar buscas por soluções sustentáveis com relação aos resíduos sólidos a partir das cidades, sob a perspectiva inter e transdisciplinar, considerando a necessária articulação entre os vários setores envolvidos. Ênfase será dada às perspectivas nacionais e internacionais, principalmente da Alemanha no Painel 2, relacionadas à produção, utilização e gestão de materiais e processos e gerenciamento de resíduos, considerando seus reflexos e influências sobre o desenho e estabelecimento de cidades e assentamentos humanos inclusivos, seguros e resilientes que contemplem os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU.</p>
<p><strong>Comissão Organizadora: </strong></p>
<p>Arlindo Philippi Jr (IEA e FSP USP); Marcos Buckeridge (IEA e IB USP); Wanda Risso Günther (FSP USP); Vânia Gomes Zuin (UFSCar); Amanda Silveira Carbone (FSP USP); Mary Lobas de Castro (UMC); Sandra Sedini (IEA USP); Marcio Weichert (DWIH-SP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Resíduos sólidos</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-11T20:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/governanca-planejamento-ambiental-macrometropole-paulista">
    <title>Evento lança livro sobre governança e planejamento ambiental da macrometrópole paulista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/governanca-planejamento-ambiental-macrometropole-paulista</link>
    <description>Roda de conversa "Governança e Planejamento Ambiental: Adaptação e Políticas Públicas na Macrometrópole Paulista", no dia 16 de julho, às 10h, lança livro homômino, produzido no âmbito do Projeto Temático Fapesp Macro Amb.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-governanca-e-planejamento-ambiental-da-macrometropole-paulista" alt="Capa do livro &quot;Governança e Planejamento Ambiental&quot;" class="image-right" title="Capa do livro &quot;Governança e Planejamento Ambiental&quot;" />Governança e Planejamento Ambiental: Adaptação e Políticas Públicas na Macrometrópole Paulista</i> é o tema da roda de conversa que lançará livro homônimo no <strong>dia 16 de julho, às 10h</strong>, no IEA. Participarão o secretário adjunto de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-trani" class="external-link">Eduardo Trani</a>; o coordenador da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-unesco-para-a-sustentabilidade-dos-oceanos/catedra-oceanos" class="external-link">Cátedra Unesco para a Sustentabilidade dos Oceanos</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra" class="external-link">Alexander Turra</a>; o coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>; e os organizadores da obra.</p>
<p>O evento é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade e do <a href="https://www.iea.usp.br/home-por/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, com apoio do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, do Programa Fapesp de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais e do Projeto Temático Fapesp Governança Ambiental da Macrometrópole Paulista em face da Variabilidade Climática (MacroAmbi).</p>
<p>A roda de conversa é aberta ao público, gratuita e não requer inscrição. Quem não puder participar presencialmente terá a oportunidade de assistir à transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet (também não requer inscrição).</p>
<p><strong>Livro</strong></p>
<p>Com contribuições de professores e pesquisadores da USP, UFABC, Unicamp, Unesp, Fiocruz e de outras instituições de ensino e pesquisa, o livro "Governança e Planejamento Ambiental: Adaptação e Políticas Públicas na Macrometrópole Paulista" tem perfil interdisciplinar e é voltado a gestores públicos, tomadores de decisão e especialistas. A obra foi produzida no âmbito do Projeto Temático Fapesp MacroAmb.</p>
<p>Na apresentação o livro, o coordenador do Programa USP Cidades Globais, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Silveira Buckeridge</a>, afirma que o trabalho é "uma contribuição que busca suprir a escassez de diálogo entre ciência e política, com foco nas mudanças climáticas em um contexto subnacional".</p>
<p>"A conjuntura em que vivemos exige uma tomada de decisão cada vez mais centrada no conhecimento científico e na interlocução entre saberes, com objetivo de pensar novas formulações para a governança e o planejamento ambiental das cidades e das metrópoles e suas expansões, como é o caso da macrometrópole paulista", segundo o pesquisador.</p>
<p>Um ambiente assim complexo, "mergulhado em incertezas e com múltiplas conexões entre o meio ambiente e a sociedade, carece de um olhar adaptativo e dinâmico", diz Buckeridge.</p>
<p>"Nesse sentido, o livro acerta em dois movimentos que são complementares; de um lado, contribui para o fortalecimento e a formação de um novo paradigma para as ações adaptativas; por outro, expõe a importância de pensar ações em nível local ou regional em relação a um dos maiores desafios de nossa época: a adaptação às mudanças climáticas."</p>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<hr />
<div class="kssattr-atfieldname-text kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-macro-rich-field-view kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16" id="parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16"><i><strong>Governança e Planejamento Ambiental: Adaptação e Políticas Públicas na Macrometrópole Paulista</strong><br /></i><i>16 de julho, 10h<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, IEA, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento público, gratuito e sem necessidade de inscrição - Para assistir </i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/en/aovivo" class="external-link">ao vivo</a></i></i><i> pela internet também não é preciso se inscrever<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/governanca-e-planejamento-ambiental-macrometropole-paulista" class="external-link">Página do evento</a></i></i></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-07-11T13:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/bom-retiro">
    <title>Pesquisador analisa ações e percepção de saúde na história do Bom Retiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/bom-retiro</link>
    <description>O historiador Jeffrey Lesse, da Universidade Emory em Atlanta, EUA, faz a conferência "Vida e Morte no 'Pior' Bairro de São Paulo" no dia 5 de agosto, às 14h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16">
<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rua-alagada-no-bom-retiro/image" alt="Rua alagada no Bom Retiro" title="Rua alagada no Bom Retiro" height="375" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Rua alagada no Bom Retiro, bairro da cidade de São Paulo com grande presença de imigrantes desde o final do século 19 e sempre considerado de saúde precária</dd>
</dl></p>
<p>Se o Bom Retiro, bairro próximo ao centro de São Paulo, é considerado um espaço da cidade onde é possível morar e trabalhar para conquistar uma vida melhor, por outro lado, sempre foi visto como um lugar com saúde precária, ressalta o historiador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jeffrey-lesser" class="external-link">Jeffrey Lesser</a>, da Universidade Emory em Atlanta, EUA, que no <strong>dia 5 de agosto, às 14h</strong>, faz a conferência <i>Vida e Morte no "Pior" Bairro de São Paul</i>o.</p>
<p>Professor visitante do IEA e integrante do <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/dialogos-interculturais/integrantes/integrantes" class="external-link">Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</a>, Lesser analisará a relação entre a saúde pública (bem como uma série de políticas formais reforçadas por atores treinados) e a "saúde do público" (como moradores do bairro entendem sua própria saúde). As informações de referência são as obtidas por projeto que analisa dados sobre um quarteirão do Bom Retiro de 1880 até hoje.</p>
<p>Esse estudo é desenvolvido pelo Coletivo de Pesquisa Lesser, que utiliza métodos arquivais e observacionais para analisar as práticas de residentes e profissionais de saúde e as histórias que eles contam sobre o que acontece, em termos de saúde, durante o desenrolar da vida dos moradores do Bom Retiro e na sua morte.</p>
<p>O evento é aberto ao público e gratuito, mas requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSflUHIsyID6-aBresO9PHYZlUSMQ914dmSJlCd_b2OoqFqKOg/viewform">inscrição prévia online</a>. Os interessados que não puderem comparecer no Auditório Alfredo Bosi, no IEA, terão a oportunidade de assistir à conferência <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet (nesse caso não é necessário se inscrever).</p>
<p><strong>O Bairro</strong></p>
<p>Região da cidade com fortes raízes operárias desde o século 19, o Bom Retiro tornou-se um polo têxtil nas últimas décadas. Sua história é marcada pela presença marcante de imigrantes (de outros países e regiões do Brasil) e descendentes de escravos.</p>
<p>Se, no final do século 19, o background cultural do bairro era influenciado por imigrantes católicos italianos, espanhóis e portugueses, no final do século 20, esse panorama mudou com a grande presença de judeus da Europa Oriental e de cristãos vindos da Coreia do Sul, Paraguai e Bolívia, ressalta Lesser.</p>
<p>"No entanto, apesar de ainda hoje o lugar ser considerado um 'bairro de imigrantes', demograficamente isso não é correto, uma vez que a maioria dos residentes sempre foi de brasileiros."</p>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<hr />
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16"><i><strong>Vida e Morte no "Pior" Bairro de São Paulo</strong><br /></i><i>5 de agosto, 14h<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, IEA, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento público, gratuito e com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSflUHIsyID6-aBresO9PHYZlUSMQ914dmSJlCd_b2OoqFqKOg/viewform">inscrição prévia online</a> - Para assistir </i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a></i></i><i> pela internet também não é preciso se inscrever<br /></i><i>Mais informações: com Claudia Regina Pereira (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1686<br /></i><i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/vida-morte-bom-retiro" class="external-link">Página do evento</a></i></i></i></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text "></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://www.flickr.com/photos/cbnsp/5346418832">Catia Toffoletto/CBN SP</a></span></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text "><i><i><i><br /></i></i></i></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Imigração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-27T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/escola-da-metropole">
    <title>Seminário analisa efeitos políticos dos marcos legais e institucionais na metrópole</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/escola-da-metropole</link>
    <description>O seminário "Políticas Públicas na Metrópole: Marcos Legais e Institucionais e seus Efeitos Políticos", no dia 18 de junho, às 8h30, é o terceiro e último encontro do ciclo "Políticas Públicas na Escala Metropolitana: Dimensões Espaciais e Territoriais e Desafios Institucionais", organizado pela Escola da Metrópole. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-1e0c305b0c1745a29cb8e44a02f4f1a2 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-1e0c305b0c1745a29cb8e44a02f4f1a2">
<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/desigualdade-na-cidade-de-sao-paulo/image" alt="Desigualdade na cidade de São Paulo" title="Desigualdade na cidade de São Paulo" height="227" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Entraves nos arranjos de governança dificultam políticas para a mitigação de desigualades, segundo pesquisadores</dd>
</dl></p>
<p>Os arranjos jurídico-institucionais e administrativos e seus efeitos políticos nos processos decisórios, na participação social e na implementação, monitoramento e avaliação das políticas públicas na escala da metrópole serão discutidos no encontro <i>Políticas Públicas na Metrópole: Marcos Legais e Institucionais e seus Efeitos Políticos,</i> no <strong>d<strong>ia </strong></strong><strong>18 de junho, às 8h30</strong>, no Auditório IEA.</p>
<p>O evento integra o ciclo organizado pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/escola-das-metropoles" class="external-link">Escola da Metrópole</a> (núcleo de apoio à pesquisa sediado no IEA) sobre o tema Políticas Públicas na Escala Metropolitana: Dimensões Espaciais e Territoriais e Desafios Institucionais.</p>
</div>
<table class="tabela-esquerda-400-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span>Relacionado</span></h3>
<p><strong>Ciclo <strong>Políticas Públicas na Escala Metropolitana: Dimensões Espaciais e Territoriais e Desafios Institucionais</strong></strong></p>
<hr />
<p>1º SEMINÁRIO<br /><strong>Planejamento na Escala da Metrópole: Experiências Realizadas e Desafios Atuais</strong><br /><i>16 de abril de 2019</i></p>
<p>NOTÍCIAS</p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="http://http//www.iea.usp.br/noticias/nap-escola-da-metropole-debate-instrumentos-de-governanca-participativa-em-seminario" target="_blank">Ex-prefeito e ex-secretários de São Paulo debatem planejamento de cidades com base em experiências</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-sobre-planejamento-urbano-da-inicio-a-programacao-da-escola-da-metropole" class="external-link">Escola da Metrópole inicia atividades no IEA com seminário sobre planejamento urbano</a></li>
</ul>
<p>MIDIATECA</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/planejamento-na-escala-da-metropole-experiencias-realizadas-e-perspectivas-atuais-16-de-abril-de-2019" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/planejamento-na-escala-da-metropole-experiencias-realizadas-e-perspectivas-atuais" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<ul>
</ul>
<hr />
<p><br />2º SEMINÁRIO<br /><strong>Cidades para Todos e para Cada Um: Construindo Cidades Sustentáveis e Democráticas</strong><br /><i>14 de maio de 2019</i></p>
<p>NOTÍCIA</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dimensoes-espaciais-e-territoriais-e-os-desafios-institucionais" class="external-link">Seminário tratará do resgate do valor do cidadão como componente da gestão metropolitana</a></li>
</ul>
<p>MIDIATECA</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/cidades-para-todos-e-para-cada-um-construindo-metropoles-sustentaveis-e-democraticas" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/cidades-para-todos-e-para-cada-um-construindo-metropoles-sustentaveis-e-democraticas-14-de-maio-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A participação no evento é gratuita e aberta a todos os interessados, mas requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScRyv0pmAgFait4B1nT1kqFS03Jqx2bZEpi6AorISdcB6QF4A/viewform?vc=0&amp;c=0&amp;w=1">inscrição prévia</a> online. Não há necessidade de inscrição para assistir ao evento <a href="http://www.iea.uap.br/aovivo" target="_blank">ao vivo</a> pela internet.</p>
<p><strong>Entraves</strong></p>
<p>De acordo com os organizadores, na gestão das grandes metrópoles, alguns dos principais desafios para uma ação democrática e eficaz no enfrentamento dos privilégios e na mitigação das desigualdades que estes originam estão situados nos arranjos de governança e seus entraves para viabilizar políticas públicas.</p>
<p>Esses entraves devem-se à "complexidade política, ambiental, orçamentária, administrativa e jurídica".</p>
<p>O convidado estrangeiro desse terceiro encontro do ciclo é <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvana-pissano" class="external-link">Silvana Pissano, da </a><span>Intendência de Desenvolvimento Urbano de Montevidéu, Uruguai</span>. Os demais expositores são: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leda-paulani" class="external-link">Leda Paulani</a> (IEA e FEA-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marta-teresa-da-silva-arretche" class="external-link">Marta Arretche</a> (FFLCH-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-paula-dallari-bucci" class="external-link">Maria Paula Dallari</a> (FD-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-haddad" class="external-link">Fernando Haddad</a> (IEA, FFLCH-USP e Insper). A coordenação é de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nabil-georges-bonduki" class="external-link">Nabil Bonduk</a><span> (IEA e FAU-USP).</span></p>
<div>
<p>A realização do seminário tem o apoio de: <a href="http://www.labhab.fau.usp.br/institucional/o-labhab/" target="_blank">Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos (LabHab)</a>, <a href="http://centrodametropole.fflch.usp.br/pt-br" target="_blank">Centro de Estudos da Metrópole</a>, <a href="https://prp.usp.br/" target="_blank">Pró Reitoria de Pesquisa da USP</a>, <a href="http://www.capes.gov.br/" target="_blank">Capes</a> e <a href="http://www.sciencespo.fr/" target="_blank">SciencesPo</a> (França).</p>
</div>
<hr />
<p><i><strong>Políticas Públicas na Metrópole: Marcos Legais e Institucionais e seus Efeitos Políticos</strong><br /></i><i>18 de junho, 8h30<br /></i><i>Auditório IEA, IEA, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento público, gratuito e com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScRyv0pmAgFait4B1nT1kqFS03Jqx2bZEpi6AorISdcB6QF4A/viewform?vc=0&amp;c=0&amp;w=1">inscrição prévia</a> - Para assistir </i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a></i></i><i> pela internet não é preciso se inscrever<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-publicas-escala-metropole-3" class="external-link">Página do evento</a></i></i></i></p>
<div class="relatedItems">
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto:<a class="external-link" href="https://www.nossasaopaulo.org.br/2016/08/02/nossa-sao-paulo-apresenta-balanco-do-plano-de-metas-e-mapa-da-desigualdade-atualizado/"> Mapa da Desigualdade 2016, Rede Nossa São Paulo</a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escola da Metrópole</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-10T12:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/cidades-para-todos-e-para-cada-um-construindo-metropoles-sustentaveis-e-democraticas-14-de-maio-de-2019">
    <title>Cidades Para Todos e Para Cada Um: Construindo Metrópoles Sustentáveis e Democráticas - 14 de maio de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/cidades-para-todos-e-para-cada-um-construindo-metropoles-sustentaveis-e-democraticas-14-de-maio-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>NAP Escola da Metrópole</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-14T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-para-todos-escala-da-metropole-2">
    <title>Cidades Para Todos e Para Cada Um: Construindo Metrópoles Sustentáveis e Democráticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-para-todos-escala-da-metropole-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Segunda  mesa do ciclo de seminários </span><b>Políticas Públicas na Escala Metropolitana: Dimensões Espaciais e Teritoriais e Desafios Institucionais</b><b>, </b>promovido pelo NAP Escola da Metrópole do IEA.</p>
<p><span><b></b>A cidade de São Paulo, a partir do Plano Diretor de 2014, acentuou, por meio de políticas integradas que reforçaram a importância da gestão transversal (intersetorial e multidisciplinar), uma nova apropriação da cidade e do urbano, na escala da pessoa, valorizando o espaço público e democrático como espaço da cidadania e do “viver” a cidade.</span></p>
<p><span>A mesa busca discutir ações que resgatam, nas mais diversas áreas (transporte, cultura, tecnologia, instrumentos participativos, políticas de inclusão, etc.), o valor da pessoa, cidadã e sujeita de direitos, como componente essencial e combustível da gestão metropolitana. Para fins comparativos, a mesa traz a experiência internacional, a partir de estudos de casos de outras metrópoles no mundo, como subsídio para as discussões.</span></p>
<p>O <b><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/escola-das-metropoles" class="external-link">Núcleo de Apoio à Pesquisa Escola da Metrópole</a></b> é um observatório das metrópoles, acolhido como grupo de estudos pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP), sendo uma plataforma multidisciplinar que surgiu a partir da experiência prática vivida por vários de seus pesquisadores na governança da metrópole paulistana. Seu objetivo é fomentar o desenvolvimento de instrumentos e metodologias inovadoras de gestão urbana e desenvolver cidades mais sustentáveis, democráticas e socialmente justas.<br /><br /><b>Expositores:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claire-colomb" class="external-link">Claire Colomb</a> (The Bartlett, UCL)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-vasconcellos" class="external-link">Eduardo Vasconcellos</a> (ANTP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/simao-pedro" class="external-link">Simão Pedro</a> (Ex-secretário de Serviços de São Paulo)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elaine-mineiro" class="external-link">Elaine Mineiro </a>(Fórum de Cultura da Zona Leste)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-leitao" class="external-link">Sérgio Leitão</a> (Instituto Escolhas)</p>
<p><span><b>Coordenadora: </b></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-estela-haddad" class="external-link">Ana Estela Haddad</a> (FO e IEA USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>NAP Escola da Metrópole</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-06T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/planejamento-na-escala-da-metropole-experiencias-realizadas-e-perspectivas-atuais-16-de-abril-de-2019">
    <title>Planejamento na Escala da Metrópole: Experiências Realizadas e Perspectivas Atuais - 16 de abril de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/planejamento-na-escala-da-metropole-experiencias-realizadas-e-perspectivas-atuais-16-de-abril-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>NAP Escola da Metrópole</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-16T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/planejamento-na-escala-da-metropole-1">
    <title>Planejamento na Escala da Metrópole: Experiências Realizadas e Perspectivas Atuais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/planejamento-na-escala-da-metropole-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Primeira mesa do ciclo de seminários</span><b> Políticas Públicas na Escala Metropolitana: Dimensões Espaciais e Teritoriais e Desafios Institucionais</b><b>, promovido pelo NAP Escola da Metrópole.</b></p>
<p><span style="text-align: justify; ">A ideia desta mesa será analisar a construção dos instrumentos de planejamento para uma governança de cidades para todos e todas. Deste modo, discutir os marcos regulatórios, a experiência do Plano Diretor de São Paulo a partir da análise de seus protagonistas, e aprofundar a busca de inovações urbanas que permitam dar suporte a uma gestão democrática e participativa, que consiga romper as vicissitudes das metrópoles subdesenvolvidas e toda a complexidade e desafios de ordem político, econômico e social que elas apresentam.</span></p>
<p>O <b>Núcleo de Apoio à Pesquisa Escola da Metrópole</b> é um observatório das metrópoles, acolhido como grupo de estudos pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP), sendo uma plataforma multidisciplinar que surgiu a partir da experiência prática vivida por vários de seus pesquisadores na governança da metrópole paulistana. <span>Seu objetivo é fomentar o desenvolvimento de instrumentos e metodologias inovadoras de gestão urbana e desenvolver cidades mais sustentáveis, democráticas e socialmente justas.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><b>Expositores:</b></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/omar-pereyra" class="external-link">Omar Pereyra</a> (Pontificia Universidad Catolica Del Perú)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-fernando-massonetto" class="external-link">Luis Massonetto</a> (FD e IEA - USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-haddad" class="external-link">Fernando Haddad</a> (FFLCH, IEA - USP e Insper)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erminia-maricato" class="external-link">Ermínia Maricato</a> (LABHAB FAU e IEA - USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-de-mello-franco" class="external-link">Fernando de Mello Franco</a> (UPM)</p>
<p><b>Coordenação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-whitaker" class="external-link">João Sette Whitaker</a> (FAU e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>NAP Escola da Metrópole</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento Econômico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-03T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-agricultura-no-municipio-de-sao-paulo">
    <title>Encontro reúne pesquisadores da agricultura urbana da RMSP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-agricultura-no-municipio-de-sao-paulo</link>
    <description>Encontro "Encontro de Pesquisadores em Agricultura Urbana de São Paulo", no dia 10 de dezembro, às 13h30, reunirá integrantes de grupos de ensino, pesquisa e extensão dedicados ao estudos da agricultura urbana e agroecologia na Região Metropolitana de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-das-corujas-vila-madalena-sao-paulo" alt="Horta das Corujas, Vila Madalena, São Paulo" class="image-inline" title="Horta das Corujas, Vila Madalena, São Paulo" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Horta das Corujas, iniciativa comunitária <span>experimental implantada em praça da Vila Beatriz, na cidade de São Paulo, com a proposta de ser um espaço de convívio e educação ambiental</span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Integrantes de grupos de ensino, pesquisa e extensão que têm construído conhecimento sobre a agricultura urbana e agroecologia na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) estarão reunidos no evento <i>Encontro de Pesquisadores em Agricultura Urbana de São Paulo</i>, no <strong>dia 10 de dezembro, às 13h30</strong>, no IEA, promovido pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana" class="external-link">Grupo de Estudos em Agricultura Urbana</a>.</p>
<p>O encontro é gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a href="http://goo.gl/h6zMrc" target="_blank">inscrição prévia</a>. Para acompanhá-lo ao vivo pela internet não é preciso se inscrever.</p>
<p>Com a participação de pesquisadores USP, Unifesp, UFABC e FGV-SP, o evento tem entre seus objetivos criar uma rede de troca de conhecimentos entre pesquisadores e grupos da RMSP de forma a consolidar um banco de dados com artigos, teses, dissertações e outras produções acadêmicas acerca da agricultura urbana e agroecologia na região.</p>
<p>Na primeira parte do encontro, representantes de grupos e programas farão apresentações de 15 minutos sobre pesquisas já realizadas ou em andamento sobre agricultura urbana. A segunda parte será dedicada à discussão dos principias resultados atingidos e à reflexão sobre as perspectivas de articulação no território com vistas à criação de uma rede de pesquisadores e de um banco de dados compartilhado sobre o tema.</p>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<hr />
<p><i><b><i>Encontro de Pesquisadores em Agricultura Urbana de São Paulo</i></b><br />10 de dezembro, 13h30<br />Sala Alfredo Bosi, IEA, rua da Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a class="external-link" href="http://goo.gl/h6zMrc">inscrição prévia</a><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdp2zlRFjTEqVXAjgOyU71J0YofOHV7UTEER_-IO0tM9Ey8XQ/viewform" target="_blank"><br /></a></i><i>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet (sem necessidade de inscrição)<br /></i><i>Mais informações: Cláudia Regina Pereira (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-dos-" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Marcos Santos/Agência USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-23T13:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-crescimento-e-a-melhoria-urbana-e-seus-mecanismos-de-financiamento">
    <title>A importância dos instrumentos de financiamento do crescimento e melhoria das cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-crescimento-e-a-melhoria-urbana-e-seus-mecanismos-de-financiamento</link>
    <description>O terceiro seminário do ciclo UrbanSus: Sustentabilidade e Urbana, realizado no dia 12 de setembro, teve por tema "Instrumentos de Financiamento da Cidade e Urbanismo Social". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
</table>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ciclo-urbansus-instrumentos-de-financiamento-da-cidade-e-urbanismo-social" alt="Ciclo UrbanSus - Instrumentos de Financiamento da Cidade e Urbanismo Social" class="image-inline" title="Ciclo UrbanSus - Instrumentos de Financiamento da Cidade e Urbanismo Social" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Seminário teve a participação de oito especialistas: no alto (<i>a partir da esq.</i>), Paula Santoro, Henrique Evers, Victor Carvalho Pinto, Carlos Leite (moderador) e Miguel Buscalem; embaixo (<i>a partir da esq.</i>), Paulo Sandroni, Carlos Leite, Maria Fernandes Caldas e e Kazuo Nakano</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Diante de recursos escassez, não basta planejamento e marco legal para o desenvolvimento urbano. É preciso criar instrumentos de financiamento do crescimento e melhoria das cidades, de forma a atender a necessidade de maior área construída, produção de habitações de interesse social, ampliação do transporte público, sustentabilidade, preservação ambiental e proteção ao patrimônio histórico e cultural.</p>
<p>Para tratar da formulação e aplicação desses mecanismos de autofinanciamento da cidade, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> elegeu o tema <i>Instrumentos de Financiamento da Cidade e Urbanismo Social</i> para o terceiro seminário do ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana, realizado no dia 12 de setembro.</p>
<p>O encontro teve exposições e debates com oito especialistas em políticas urbanas vinculados a várias universidades, instituições internacionais de pesquisa sobre o tema e participantes da formulação de políticas públicas e ações urbanísticas governamentais.</p>
<p>Os participantes do primeiro painel foram: o jurista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/victor-carvalho-pinto">Victor Carvalho Pinto</a>, consultor legislativo do Senado Federal especializado em questões urbanas e de transporte; o engenheiro <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/miguel-bucalem">Miguel Bucalem</a>, integrante do programa USP Cidades Globais e professor da Escola Politécnica (Poli) da USP; o geógrafo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/henrique-evers">Henrique Evers</a>, gerente de desenvolvimento urbano do <a href="http://wricidades.org/">WRI Brasil Cidades Sustentáveis</a> (integrante do WRI Ross Center Sustainable Cities); e a urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro">Paula Santoro</a>, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, onde coordena o projeto <a href="http://www.labcidade.fau.usp.br/category/observasp/">observaSP</a> do LabCidade.</p>
<p><strong>Autofinanciamento</strong></p>
<p>Segundo Carvalho Pinto, grande parte do desenvolvimento urbano é autofinanciado, com reduzida disputa por recursos públicos de outras áreas. “As obras valorizam propriedades privadas. Se uma parte dessa valorização for absorvida pelo poder público, elas acabam saindo de graça e às vezes até dão lucro.”</p>
<p>No entanto, ele considera que essa oportunidade tem sido desperdiçada, apesar de várias disposições legais terem possibilitado a arrecadação de bilhões de reais por São Paulo, principalmente, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília, entre outras cidades. Falta um modelo para potencializar isso, de acordo com Pinto, “e aí temos de disputar recursos com outras áreas”.</p>
<p>Para ele, é preciso pensar como ampliar essa possibilidade, “principalmente agora que todo mundo está sem dinheiro”.  Carvalho Pinto citou o exemplo do Japão, onde, ao ser construída uma nova estação do metrô, não é desapropriado só o terreno para ela, mas todo o entorno.</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/victor-carvalho-pinto-12-9-2018" alt="Victor Carvalho Pinto - 12/9/2018" class="image-inline" title="Victor Carvalho Pinto - 12/9/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Victor Carvalho Pinto</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Uma possibilidade, em seu entender, é a criação de um fundo, onde as pessoas se tornam cotistas ou acionistas de uma empresa que vira proprietária de toda a área. Ele propôs também que seja criada um sistema de reurbanização que amarre a arrecadação a obras. “Não dá para sair gastando dinheiro sem haver modelagem financeira.”</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana</h3>
<p><i>Organizado pelo Programa USP Cidades Globais, sediado no IEA, em parceria com a <a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/site/" target="_blank">Faculdade de Saúde Pública </a>(FSP) e o <a class="external-link" href="http://www.ib.usp.br/" target="_blank">Instituto de Biociências</a> (IB), ambos também da USP, o ciclo é dedicado à reflexão sobre o papel das cidades no cumprimento dos <a class="external-link" href="http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/politica-externa/desenvolvimento-sustentavel-e-meio-ambiente/134-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-ods" target="_blank">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</a> da ONU.</i></p>
<p><i>Outra motivação é estimular boas práticas de compartilhamento de soluções sustentáveis urbanas por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras. Com isso, os organizadores esperam contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público.</i></p>
<p><i>Já foram realizados três encontros:</i></p>
<p><i> </i>1º Seminário<br />Sustentabilidade nas Cidades<br />12-13/6/2017</p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li>Vídeos: <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-parte-1-de-4" class="external-link">Parte 1</a>- <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-parte-2-de-4" class="external-link">Parte 2</a>- <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-parte-3-de-4" class="external-link">Parte 3</a>- <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-parte-4-de-4" class="external-link">Parte 4</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-12-e-13-de-junho-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p>2º Seminário<br /><strong>Inovação, Sustentabilidade e Ação Sistêmica nas Cidades<br /></strong>22/8/2018</p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sustentabilidade-cidades" class="external-link">Seminário debate uso da tecnologia em favor do desenvolvimento sustentável das cidades</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li>Vídeo | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-inovacao-sustentabilidade-e-acao-sistemica-nas-cidades-22-de-agosto-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<br />
<p>3º Seminário<br /><strong>Instrumentos de Financiamento da Cidade e Urbanismo Social<br /></strong>12/9/2018</p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li>Vídeo | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/urbansus-instrumentos-de-financiamento-da-cidade-e-urbanismo-social-12-de-setembro-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Operações urbanas como a <a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/urbanismo/sp_urbanismo/operacoes_urbanas/agua_branca/index.php?p=19589">Água Branca</a>, em São Paulo, são um instrumento bastante inovador para o financiamento do desenvolvimento urbano, na opinião de Bucalem,</p>
<p>“Nesse tipo de instrumento, vende-se o potencial construtivo por meio de um leilão na bolsa. Isso tem sido uma forma poderosa de captação de recursos. Regida por uma lei, a operação tem seus recursos vinculados a um conselho gestor e não é suscetível a mudanças de gestão.”</p>
<p><strong>Operação urbana</strong></p>
<p>Instituída por lei em 1995, a Operação Urbana Consorciada Água Branca, abrange partes dos bairros da Água Branca, Perdizes e Barra Funda. Em 2013, ela foi revista por nova lei para sua adaptação ao <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LEIS_2001/L10257.htm">Estatuto das Cidades</a> e ao <a class="external-link" href="https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/marco-regulatorio/plano-diretor/">Plano Diretor Estratégico</a> da cidade de São Paulo.</p>
<p>Alguns objetivos da operação são, segundo Bucalem, o adensamento misto, com inclusão e diversidade social, o ordenamento do território, o amplo uso do transporte coletivo e o incentivo à mobilidade não motorizada.</p>
<p>“Ao aprovar uma operação urbana, é preciso pensar na relação entre a extensão da área e o estoque que vai ser vendido; no coeficiente a ser adotado, pois, se for alto, a área do terreno a ser transformada será menor; em torná-la referência, o que acontece quando ela é concentrada, não pulverizada.”</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/victor-carvalho-pinto-12-8-2019" alt="Miguel Buscalem - 12/9/2019" class="image-inline" title="Miguel Buscalem - 12/9/2019" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Miguel Buscalem</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outro tipo de instrumento de desenvolvimento urbano comentado por Bucalem é o da concessão urbanística. No entanto, esse tipo de ação pode esbarrar em alguns fatores conjunturais.  Ele citou o caso do <a class="external-link" href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/desenvolvimento_urbano/arquivos/nova_luz/201108_PUE.pdf">Projeto da Nova Luz</a>, que prevê uma reestruturação urbana para essa área central da capital paulista, tendo como objetivos a proteção do patrimônio histórico, adensamento habitacional e implantação de equipamentos urbanos e sociais.</p>
<p>"Mas a Luz é uma área de propriedades antigas em lotes pequenos e com muitos problemas de documentação. Ela não vai se transformar por meio de mecanismos imobiliários tradicionais. Se não der garantias, ninguém vai se interessar.”</p>
<p><strong>Desenho, governança e legislação</strong></p>
<p>Evers falou sobre aspectos que julga essenciais para o financiamento de projetos urbanísticos. Afirmou que o desenho urbano do ambiente a ser construído terá influência direta no financiamento. Os outros dois aspectos são a governança (“como as coisas serão amarradas”) e a legislação pertinente.</p>
<p>Em sua opinião, planos diretores podem permitir ou inviabilizar projetos. “O plano vai definir estratégias e locais principais; o projeto vai estruturar o modelo de financiamento e as intervenções.”</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/henrique-evers-12-9-2018" alt="Henrique Evers - 12/9/2018" class="image-inline" title="Henrique Evers - 12/9/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Henrique Evers</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os planos diretores apresentam uma defasagem entre a cidade que se quer e a cidade normativa, comentou. “Simplesmente definir um índice de aproveitamento máximo [coeficiente que define o total de área que pode ser construída em função da área do terreno] não resolve; ele tem de estar relacionado com outros fatores.”</p>
<p>Para ele, é essencial que haja um casamento entre a estratégia normativa e o plano diretor. “São Paulo agora tem as normativas corretas, mas [a evolução da cidade] vai depender dos mecanismos implementados.” No entanto, ele considera que instrumentos de financiamento baseados na valorização imobiliária são incompatíveis com o urbanismo social.</p>
<p>De acordo com Paula, quando se fala em financiamento da cidade é preciso definir o que se quer financiar e para quem. “Estamos substituindo o transporte público por motocicletas, gerando um problema de saúde pública. O adensamento está acontecendo em ocupações precárias, frequentemente ameaçadas por processos de remoção. As pessoas vivem numa transitoriedade permanente. Temos gerados instrumentos que produzem essa cidade.”</p>
<p><strong>Relação Estado-capital</strong></p>
<p>Para ela, o processo de reestruturação urbana de São Paulo tem sido gerenciado pela binômio Estado-capital. “O modelo do desenho urbano tem sido o do formato mais rentável. Isso tem recuperado alguma valorização da terra, mas não gera urbanidade. O modelo tem a ver com o mundo financeirizado, dos edifícios corporativos, muitos vazios, mas rentáveis.”.</p>
<p>Prega-se a necessidade de “enxugar orçamentos públicos, que já são pequenos, e a Prefeitura diz que não tem como pagar [projetos urbanísticos]”, afirmou. Essa argumentação “estimula os mecanismos de autofinanciamento, onde investem-se muitos recursos públicos, como os do BNDES, e muita terra pública é disponibilizada".</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paula-santoro-12-9-2018" alt="Paula Santoro - 12/9/2018" class="image-inline" title="Paula Santoro - 12/9/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Paula Santoro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Criam-se empresas que vão gerenciar tudo e ganhar muita terra pública, e mercado de títulos vai gerar mais recursos para as empresas, de acordo com a pesquisadora. "Estamos encapsulando terra pública para fazer produtos para o mercado.”</p>
<p>No debate que se seguiu, com perguntas do público presente e online, Carvalho Pinto disse que o problema não é o financiamento urbano, mas “a má gestão de quase tudo que se faz". Em sua opinião, “não existe amarração das políticas púbicas com planos urbanísticos”.</p>
<p><strong>Planos intermediários</strong></p>
<p>Para ele, o mau uso dos instrumentos de financiamento decorre da ausência de planos de escala intermediárias. “É preciso um bom plano urbanístico e mecanismos de financiamento, para não retirar recursos de outras áreas.”</p>
<p>Outro dos temas do debate foi o das dificuldades para a gestão integrada das cidades. Para Bucalem, a gestão integrada é “um desafio ligado aos passivos das cidades, que criam um sentido de urgência”. Para ele, a solução está em projetos urbanos elaborados de maneira integrada, “algo difícil na estrutura de governo atualmente existente”.</p>
<p>Paula afirmou que o espaço da gestão integrada é o território. “A Operação Água Branca definiu espaços para equipamentos públicos, mas não tem escola estadual. Não tem metas para cada espaço.”</p>
<p>O painel da tarde contou com: o economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-sandroni" class="external-link">Paulo Sandroni</a>, professor da FGV-SP e integrante do <a class="external-link" href="https://www.lincolninst.edu/">Lincoln Institute of Land Policy</a>, dos EUA; o urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/kazuo-nakano" class="external-link">Kazuo Nakano</a>, um dos responsáveis pelo Plano Diretor Estratégico de São Paulo, professor da Unifesp e da FGV-SP; a urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-fernandes-caldas" class="external-link">Maria Fernandes Caldas</a>, da Secretaria de Planejamento Urbano de Belo Horizonte, MG; e o urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-leite-de-souza" class="external-link">Carlos Leite</a>, integrante do Programa USP Cidades Globais do IEA e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.</p>
<p><strong>Moradia inclusiva</strong></p>
<p>Sandroni tratou de moradia inclusiva e expansão urbana e de problemas de localização e financiamento. Ele considera que o desenvolvimento urbano deve se pautar, do ponto de vista institucional e jurídico, pelo objetivo de “erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais”, conforme estabelece o inciso III do artigo 3º da Constituição Federal.</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paulo-sandroni" alt="Paulo Sandroni - 12/9/2018" class="image-inline" title="Paulo Sandroni - 12/9/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Paulo Sandroni</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No entanto, é preciso atender às demandas de crescimento das cidades: “Mesmo onde a população não cresce, o espaço construído tem de crescer, devidos às novas configurações demográficas e sociais. O índice de pessoas por domicílio caiu, aumentou o número de divórcios e de pessoas que preferem ou tem de morar sozinhas.”</p>
<p>“Quando a cidade cresce, aumenta o custo unitário dos serviços públicos. Diferente da produção de qualquer outra coisa, onde o ganho de escala reduz o custo, nos serviços públicos é o contrário, quanto mais produzido, mais custa.”</p>
<p>Ele exemplificou com o custo para transportar uma pessoa da periferia para o centro de São Paulo em relação ao caso de um morador de bairro mais central. Outros exemplos são os investimentos para trazer água de lugares cada vez mais distantes e o transporte de resíduos sólidos para áreas também cada vez mais afastadas. "A elevação dos custos dos serviços públicos leva a uma valorização muito forte dos imóveis em lugares já valorizados."</p>
<p><strong>Proprietários de terrenos vazios</strong></p>
<p>Sandroni tinha uma hipótese sobre por que foi mais fácil introduzir mecanismos de captura de mais valia decorrente da valorização de áreas urbanas: “Talvez empresários do setor imobiliário não fosse proprietários de terra, por isso a menor resistência.” Para comprovar a tese, ele realizou pesquisa para identificar o total de terrenos vacantes em São Paulo e seus proprietários. O trabalho constatou que há 81 km2 vacantes na cidade, sendo que quase a metade (38 km2) pertence a pessoas físicas (“claro que há muitos diretores de empresas imobiliárias entre elas”).</p>
<p>Antes, acreditava-se que os 81 km2 vacantes destinavam-se à espelhação imobiliária e "isso não é verdade", afirmou. Excluindo-se os terrenos pertencentes a pessoas físicas não ligadas ao setor, à União, estado, municípios, igrejas, clubes esportivos, indústrias e outro proprietários, sobram 12 km2 de terrenos vacantes de propriedade de empresários do setor imobiliário, de acordo com a pesquisa. Além disso, a posse está pulverizada: "São 2,5 mil empresas que possuem esses terrenos, com 10% deles em áreas mais valorizadas".</p>
<p>Para Nakano, o financiamento é a base para a realização de mudanças nas cidades e a produção de espaço urbano. Ele afirmou que, em termos gerais, a obtenção de recursos via captura da mais valia fundiária por meio de instrumentos de regulação – como a outorga onerosa e o Cepac (Certificado de Potencial Adicional de Construção) – é muito pequena e restrita a cidades onde há densidade de mercado imobiliário.</p>
<p>“Em escala nacional, a parte mais importante vem dos orçamentos da União, estados e municípios. E aí vem o primeiro bloqueio, pois 56% dos tributos ficam com a União, 26% com os estados e 18% com os municípios.” Ele destacou que a grande maioria dos municípios não cobra IPTU, pois não há política tributária local. Além disso, há o problema de "a maior parte dos recursos orçamentários irem para a cidades via emendas parlamentares, não inseridos numa política pública de investimento urbano". Para ele, não é possível fazer reforma urbana adequada sem reforma tributária.</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/kazuo-nakano-12-9-2018" alt="Kazuo Nakano - 12/9/2018" class="image-inline" title="Kazuo Nakano - 12/9/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Kazuo Nakano</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nakano afirmou que os pesquisadores que analisam a lógica da financeirização das ações urbanísticas consideram que ela tem se pautado por uma agenda mais voltada para a mercantilização da apropriação da renda fundiária e localidades urbanas, com pouca preocupação em atender às necessidades sociais.</p>
<p><strong>Lógica distorcida</strong></p>
<p>“A cidade de São Paulo tem trabalhado em projetos de intervenção urbana numa lógica completamente distorcida do que foi pensado no Plano Diretor Estratégico.” Segundo ele, as operações urbanas estão criando espaços urbanos com pouca qualidade urbanística, falta de equipamentos sociais e pouca articulação com o sistema de transporte.</p>
<p>Maria Fernandes disse que "é preciso ter renda para comprar uma casa, mas nosso modelo capitalista diz: 'Preciso de você, mas não vou pagar para você viver na cidade, isso é problema do poder público’". Assim, a relação Estado-capital está na origem do problema da cidade, declarou, "cabendo ao poder público prover algo que os salários deveriam custear".</p>
<p>Ela comentou que pesquisa do Ministério das Cidades levantou que quase todos os municípios com mais de 20 mil habitantes introduziram a outorga onerosa em sua legislação, “mas a maioria não especificou onde ela pode ser feita.”</p>
<p>Para Maria Fernandes, o modelo federativo brasileiro dificulta ainda mais as coisas. “Não dá para todos os municípios terem a mesma lógica e estrutura. Cerca de 45% deles possuem menos de 10 mil habitantes. O problema está concentrado nas regiões metropolitanas, que não possuem um modelo de governança.”</p>
<p>Ela também falou sobre a revisão do Plano Diretor de Belo Horizonte. “A ideia é que ele seja revisto a cada quatro anos, mas a última revisão foi em 2014 e desde 2015 está na Câmara Municipal sem deliberação."</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maria-fernandes-caldas-12-9-2018" alt="Maria Fernandes Caldas - 12/9/2018" class="image-inline" title="Maria Fernandes Caldas - 12/9/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Maria Fernandes Caldas</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Foi feito um esforço no novo plano para simplificar a legislação e inserir mecanismos que propiciem inclusão e sustentabilidade, disse a pesquisadora. “Ele se baseia nas políticas de financiamento adotadas em São Paulo e pretende adensar a cidade. A estratégia proposta é a adoção de coeficiente 1, com as áreas de importância ambiental tendo coeficiente de 1 ou menos."</p>
<p>O sistema de outorga proposto para Belo Horizonte estimula o adensamento ao longo dos principais corredores da cidade, explicou. "Os recursos irão para um fundo de centralidades e só poderão ser colocados nelas, com a obrigação de 25% serem gastos em habitação e infraestrutura sociais. A arrecadação via outorga fora dos corredores irá para um fundo municipal de habitação gerido por um conselho com metade de seus integrantes pertencentes à sociedade civil."</p>
<p>São Paulo tem um déficit de moradia para 500 mil famílias, de acordo com Leite. Para ele, não há como fazer transformação urbana sem tocar na questão das políticas públicas fundiárias. A definição dessas políticas passa pela "formulação do marco regulatório, com planos e ações fundiárias para inclusão em territórios mais qualificados".</p>
<p><strong>Arrecadação</strong></p>
<p>Ele destacou também o volume de recursos arrecadados de 2002 a 2017: US$ 3 bilhões com Cepacs, utilizados para financiar operações urbanas consorciadas, e US$ 890 milhões em outorgas onerosas. "Esses recursos vão para o Fundurb [Fundo de Desenvolvimento Urbano], com 30% sendo destinados à promoção de todo espectro de habitações com interesse social, 30% para a mobilidade urbana e o restante disperso em outras finalidades. “As boas notícias são essas. A notícia ruim é que isso só acontece em São Paulo, com exceções no histórico de Curitiba e Florianópolis.”</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-leite-12-9-2018" alt="Carlos Leite - 12/9/2018" class="image-inline" title="Carlos Leite - 12/9/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Carlos Leite</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O mecanismo de outorga onerosa está presente no plano diretor de 1.446 municípios brasileiros e 1.401 preveem o Cepac em operações urbanas, disse. “Mas é tudo para inglês ver. Tem cidade em que se paga R$ 500,00 por outorga. É uma piada.”</p>
<p>Segundo Leite, há recursos e instrumentos para sua aplicação no país, mas ela não é feita. “O pacto federativo tem 30 anos, o Estatuto da Cidade, 17 anos. É o momento de avançar. Políticas públicas são sempre escolhas, mas os casos mais exitosos são aqueles em que foi dado ao urbanismo o protagonismo para transformar a cidade.”</p>
<p>Durante o debate, Pinto disse que “muita coisa foi e está sendo mal feita, mas a financeirização é um instrumento para o autofinanciamento”. Para Sandroni, a financeirização, do ponto de vista do desenvolvimento urbano, é uma grande tolice, pois o investimento exige longo prazo, com a venda se diferenciando ao longo de 10, 15 anos. "Mas pode ser algo muito bom se estiver inserida numa política de financiamento.”</p>
<p>Respondendo a pergunta do público sobre a falta de políticas urbanas de aplicação regional, Sandroni afirmou que o Estatuto da Cidade tem uma visão municipal. “Seria preciso o governo regulamentar o inciso IX do artigo 21 da Constituição Federal, que trata da organização do território. Tem de indicar diretrizes que os estados depois incorporem e, em seguida, os municípios façam o mesmo.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-21T15:25:21Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/urbansus-instrumentos-de-financiamento-da-cidade-e-urbanismo-social-12-de-setembro-de-2018">
    <title>UrbanSus: Instrumentos de Financiamento da Cidade e Urbanismo Social - 12 de setembro de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/urbansus-instrumentos-de-financiamento-da-cidade-e-urbanismo-social-12-de-setembro-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-20T19:37:54Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/prgorama-do-iea-sobre-cidades-globais-inicia-participacao-diaria-na-radio-usp">
    <title>USP Cidades Globais inicia quadro semanal em programa de rádio</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/prgorama-do-iea-sobre-cidades-globais-inicia-participacao-diaria-na-radio-usp</link>
    <description>Programa USP Cidades Globais inicia quadro semanal "UrbanSus" no "Jornal da USP no Ar", transmitido pela Rádio USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcos-buckeridge-2017" alt="Marcos Buckeridge - 2017" class="image-inline" title="Marcos Buckeridge - 2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O biólogo Marcos Buckeridge é o apresentador do quadro "UrbanSus" no "Jornal da USP no Ar"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Destacar para o público a importância da adoção das diretrizes de desenvolvimento sustentável para a melhoria da qualidade de vida nas cidades é a preocupação do quadro "UrbanSus", transmitido às segundas-feiras, às 8h30, durante o "</span><a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/jornal-da-usp-no-ar/">Jornal da USP no Ar</a><span>", programa da Rádio USP.</span></p>
<p dir="ltr">O apresentador do quadro é o professor do Instituto de Biociências da USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, que coordena no IEA o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, do qual o projeto UrbanSus faz parte. Na primeira edição, no dia 27 de agosto, Buckridge entrevistou o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr.</a>, da Faculdade de Saúde da USP e também integrante do projeto [<i><a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/atualidades/sustentabilidade-leva-a-maximizacao-de-resultados-com-gasto-menor/">clique aqui</a> para ler mais e ouvir a gravação</i>].</p>
<p dir="ltr"><span>O projeto UrbanSus dedica-se ao debate de ideias sobre sustentabilidade urbana através de propostas relacionadas com os <a class="external-link" href="https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/">17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU</a>.  Na entrevista, Philippi Jr. definiu o desenvolvimento sustentável como o conjunto formado por </span><span>equilíbrio ambiental, viabilidade econômica e justiça social em todas as atividades humanas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Buckeridge explicou que os 17 ODS foram criados pela ONU a partir da análise de estratégias já utilizadas e que obtiveram sucesso no mundo quanto à sustentabilidade. Philippi Jr., comentou que eles estão relacionados com o cotidiano das pessoas, cidades e estados e envolvem temas sobre erradicação da pobreza, segurança alimentar e relação com a agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução de desigualdades, disponibilidade de água e saneamento básico, crescimento econômico inclusivo e outros aspectos. </span></p>
<p dir="ltr">No entanto, para os objetivos serem atingidos é preciso uma articulação entre os setores de serviço e produção dentro dos municípios e, posteriormente, a construção de uma relação com outros municípios no entorno, com o próprio estado e governo federal, ressaltaram os pesquisadores.</p>
<p dir="ltr">Transmitido de segunda a sexta-feira das 7h30 às 9h30, com apresentação da jornalista Roxane Ré, o "<i>Jornal da USP no Ar</i> " busca aprofundar o debate sobre relevantes da agenda nacional e internacional. O programa é produzido por parceria entre o IEA, a Faculdade de Medicina e a Rádio USP.</p>
<p dir="ltr">Em São Paulo, a Rádio USP é sintonizada em FM 93,7; em Ribeirão Preto a sintonia é em FM 10,9. A rádio  também pode ser ouvida pela internet em <a href="http://www.jornal.usp.br/" rel="noopener" target="_blank">www.jornal.usp.br</a> ou por meio do aplicativo Jornal da USP para celular, disponível na <a class="external-link" href="https://itunes.apple.com/br/app/jornal-da-usp/id1130323461?mt=8">App Store</a> e na <a class="external-link" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.usp.jornal_da_usp">Google play</a>.</p>
<p dir="ltr"><i>Com informações da Rádio USP</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-29T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-lanca-livro-branco-da-agua">
    <title>IEA e Aciesp farão evento de lançamento do "Livro Branco da Água"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-lanca-livro-branco-da-agua</link>
    <description>IEA e Aciesp lançam o "Livro Branco da Água" no dia 19 de setembro, às 14h, na Sala Alfredo Bosi do Instituto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/livro-branco-da-agua" class="external-link"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-branco-da-agua" alt="Capa do &quot;Livro Branco da Água&quot;" class="image-right" title="Capa do &quot;Livro Branco da Água&quot;" /></a>Uma análise crítica sobre a crise hídrica vivenciada pela Região Metropolitana de São Paulo entre 2013 e 2015 e propostas de ações para assegurar o abastecimento futuro da região são as contribuições centrais do "Livro Branco da Água", que o IEA e a Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp) lançam em encontro no dia <b>19 de setembro, às 14h</b>. [<a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/livro-branco-da-agua" class="external-link">Clique aqui</a> para baixar a versão digital da obra.]</p>
<p>Organizado pelo <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a><span> do IEA, o evento </span>terá exposições de três professores da USP integrantes do Instituto e colaboradores do livro:</p>
<ul>
<li><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a>, professor do Instituto de Biociências (IB), autor do capítulo "A Crise Hídrica e a Qualidade da Água na Região Metropolitana de São Paulo;</li>
<li><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, coordenador do <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA e professor Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente (Procam) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE), escreveu (com Vanessa Empinotti e Edson Grandisoli) sobre "Alternativas para o Futuro da Água em São Paulo";</li>
<li><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi" class="external-link">Tércio Ambrizzi</a><span style="text-align: justify; ">, integrante do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade e professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), é autor (em parceria com Caio A. S. Coelho) do capítulo "A Crise Hídrica e a Seca de 2014-2015 em São Paulo: Contribuições do Clima e das Atividades Humanas".</span></li>
</ul>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-reune-ensaios-sobre-a-crise-hidrica-de-2013-2015" class="external-link">Livro reúne ensaios sobre a crise hídrica de 2013-2015</a></li>
</ul>
<p><strong>Versão digital</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/livro-branco-da-agua" class="external-link">Livro Branco da Água - A Crise Hídrica na Região Metropolitana de São Paulo em 2013-2015: Origens, Impactos e Soluções</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O encontro é gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a class="external-link" href="https://goo.gl/Nrnn8a">inscrição prévia</a>. Não é preciso se inscrever para assistir à transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> pela internet.</span></p>
<p>Com o subtítulo "A Crise Hídrica na Região Metropolitana de São Paulo em 2013-2015: Origens, Impactos e Soluções", o livro contém 12 artigos escritos por pesquisadores do IEA e convidados. Os organizadores são o biólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckridge</a>, presidente da Aciesp, professor do IB-USP e coordenador do <span style="text-align: justify; ">Programa USP Cidades Globais</span>, e o geógrafo <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e integrante do <span style="text-align: justify; ">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</span>.</p>
<p>O objetivo principal da obra é "aumentar a resiliência da sociedade que vive na RMSP às crises hídricas que possam existir no futuro", segundo os dois organizadores. Eles acrescentam que o livro permite visualizar de maneira organizada os pontos fracos do sistema hídrico da RMSP, favorecendo a produção de soluções cientificamente informadas.</p>
<hr />
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>Lançamento do "Livro Branco da Água"<br /></strong>19 de setembro, das 14h às 17h<br />Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a class="external-link" href="https://goo.gl/Nrnn8a">inscrição prévia</a><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfqcJ58EfeAuxcFh1s-ZscFxE2prOCO6dEnjCVsMO0Kv6fn9Q/viewform" target="_blank"><br /></a>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever<br />Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/livro-branco-da-agua" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-28T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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