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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 11 to 25.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/debate-desemprego-no-brasil-16-de-outubro-de-2015">
    <title>Desemprego no Brasil - 16 de outubro de 2015</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-26T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/fenomeno-da-migracao-tambem-tem-relacao-com-idosos">
    <title>Fenômeno da migração também tem relação com idosos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/fenomeno-da-migracao-tambem-tem-relacao-com-idosos</link>
    <description>Seminário abordou desde o impacto da migração dos filhos sobre os pais idosos até o mercado criado pela demanda de cuidadores na Europa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DSCN1669_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Quando se fala em migração, a primeira tendência é associá-la aos profissionais jovens, que geralmente partem de sua terra natal em busca de melhores condições de trabalho e de vida. Porém, esse fenômeno também produz impactos pouco analisados sobre um público específico: os idosos.<span> </span></p>
<p>O tema foi debatido no seminário “Migração e envelhecimento populacional: desafios contemporâneos”, realizado em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP na última sexta-feira (24). Os debatedores destacaram três aspectos importantes da migração no contexto mundial atual: os efeitos do deslocamento de gerações jovens sobre os idosos, que acabam assumindo a criação dos netos em virtude disso e também se sentem solitários com a ausência dos filhos; a migração dos próprios idosos após a aposentadoria, em busca de qualidade de vida e de saúde; e a atração de migrantes, muitas vezes ilegais, para cuidar de idosos em casas de repouso ou nos próprios lares.<span> </span></p>
<p>“No final do século XX, houve uma saída de 1,5 milhão de pessoas do Brasil. Isso teve impacto não somente na pirâmide etária, como também levou a um esvaziamento dos lares que cuidam de idosos. Já no início dos anos 2000, a estabilização da economia proporcionou o retorno de muitos brasileiros e a vinda de cidadãos de outros países, principalmente bolivianos. Com a crise econômica atual, está havendo uma reviravolta nos números, o que indica uma retomada da imigração de brasileiros”, explica o docente da UFSCar Igor José de Renó Machado.<span> </span></p>
<p>Para ele, a migração internacional deve ser vista por dois lados. De uma perspectiva positiva, ela retira do território pessoas desempregadas ou subempregadas, que demandariam gastos com saúde, por exemplo, e gera uma remessa de dinheiro para o País. Segundo estimativas do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em 2004, os emigrantes brasileiros enviaram 5,6 bilhões de dólares ao País, o que representava 1% do PIB. Em 2012, as remessas caíram para 2 bilhões e subiram novamente em 2015  para 2,5 bilhões, o que indica uma retomada do fluxo de trabalhadores para o exterior.<span> </span></p>
<p>Mas a migração também tem impactos negativos, de acordo com Machado, já que retira do País uma população em idade produtiva, que é consumidora de produtos e serviços, e também envelhece a população. Ao mesmo tempo, perde-se mão de obra qualificada, pois quem sai muitas vezes tem formação acima da média.<span> </span></p>
<p><i>Rearranjos familiares</i><span> </span></p>
<p>Uma pesquisa realizada pelo docente da UFSCar com um grupo de Governador Valadares (MG), cidade conhecida por enviar muitos trabalhadores ao exterior, avaliou o impacto da migração nas famílias. “Há relatos de sensação de abandono por parte dos pais idosos que viram seus filhos emigrar, casos em que todos os filhos emigraram e acabaram cortando contato com os pais, filhos que voltaram de outro país para cuidar dos pais idosos porque eles não se adaptariam em outro país e casos de filhos que emigraram e deixaram os netos para serem criados pelos avós”, conta ele.<span> </span></p>
<p>Neste último aspecto, Machado destaca que quando os avós são mais jovens, o rearranjo familiar funciona bem. Porém, quando já não têm tanta energia, eles são vistos como incapazes de educar os adolescentes, criando uma mitologia local de que esses netos seriam “indomáveis” e gerando discriminação na escola.<span> </span></p>
<p>O sentimento de solidão relatado por muitos idosos acontece também quando os filhos que emigraram e conseguiram se estabilizar financeiramente em outro país decidem levar os netos para viver com eles. Machado relata, ainda, que há casos em que os netos se recusam a deixar os avós porque os reconhecem como seus verdadeiros pais.<span> </span></p>
<p><i>Importância da família</i><span> </span></p>
<p>A partir de 2010, a Europa passou a repensar suas políticas relacionadas à família e à integração em virtude do aumento da população idosa e da redução da população economicamente ativa. O pesquisador Carlos Barros, doutorando na Universidade de Lisboa, fez uma análise, durante o evento, desse contexto e da importância da família no contexto da migração.<span> </span></p>
<p>“Quando se fala em migrações e família, é importante analisar uma espécie de conjunto de três roldanas: os determinantes para a migração, a família como sistema social efetivo de suporte para seus elementos e a solidariedade intergeracional como peça fundamental na relação entre famílias e migrações”, explica Barros.<span> </span></p>
<p>A solidariedade intergeracional, de acordo com ele, existe quando diferentes gerações se estabelecem como uma rede de suporte. “Na prática, existe o conflito, que é um aspecto normal das relações intergeracionais entre familiares. Ele pode tanto afetar a vontade de ajudar quanto proporcionar a resolução de assuntos difíceis e aumentar a qualidade das relações. A solidariedade e o conflito não estão em lados opostos, são linhas que se cruzam e o conflito pode ser um ponto de encontro”.<span> </span></p>
<p>Ele analisou as características dos migrantes de primeira e segunda geração, e ainda dos idosos que ficaram no país de origem. “Usualmente, os idosos são os elementos mais desprotegidos em virtude de políticas sociais inadequadas ou por precisarem de cuidados próximos. Mas nem sempre representam a figura receptora de suporte financeiro, muitas vezes são eles o alicerce fundamental no suporte financeiro. Os idosos também são uma espécie de âncora da família e um ponto de encontro familiar entre os migrantes de primeira e de segunda geração”, diz Barros.<span> </span></p>
<p><i>Cuidado ao idoso incentiva migração</i><span> </span></p>
<p>Machado destaca que as mulheres em idade produtiva são as que mais deixam o Brasil. Esse cenário pode estar sendo alimentado por um crescimento do mercado de cuidado ao idoso em outros países, o que tem atraído o público feminino. Porém, essa entrada de cuidadoras é feita de forma ilegal.<span> </span></p>
<p>“O envelhecimento da população em países europeus produz uma migração voltada ao cuidado com os idosos. Há um sistema subterrâneo de cuidadores de idosos em geral muito maior que o sistema formal. Imigrantes mulheres são contratadas para exercer a função de cuidadoras, morando nas casas que as contratam, com salários muito mais baixos que os do mercado, exatamente por estarem em situação de não-documentação, potencializando as chances de exploração excessiva”, diz o professor.<span> </span></p>
<p>Docente da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, Cyntia Soares Carneiro também destaca a feminização da migração ligada ao contexto dos cuidados ao idoso. “Na Itália, por exemplo, 60% das casas de repouso, principalmente na região da Lombardia, têm trabalhadores de outros países, principalmente do leste europeu e América do Sul. Não se vê como perspectiva a substituição do trabalho do imigrante pelo trabalho do nacional. Sem ele, essas casas de repouso fechariam”.<span> </span></p>
<p>Ela destaca que a precarização do trabalho está relacionada à própria lógica do sistema capitalista. “Um dos papéis do estado inserido no sistema capitalista é produzir ilegalidade. Ao mesmo tempo em que ele incentiva a circulação de mercadorias, dificulta a circulação de migrantes, pois isso precariza o trabalho e garante a acumulação do capital. Mas, na verdade, isso só beneficia os maus empresários, que não querem pagar tributos sobre o trabalhador. O imigrante ajuda a movimentar a economia tanto quanto o nacional e também contribui com impostos ao estado. Esses impostos são indiretos, estão embutidos nos produtos”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-30T16:08:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/incertezas-no-futuro-com-trump">
    <title>Incertezas no futuro com Trump</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/incertezas-no-futuro-com-trump</link>
    <description>Para analistas, Brasil precisa ir contra tendência desglobalizante e promover abertura e regulamentação de seus mercados  </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/trump-brasil-e-al" alt="Trump - Brasil e AL" class="image-inline" title="Trump - Brasil e AL" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Ascensão de Trump está em linha com tendência de desglobalização, dizem analistas</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A linha adotada por Trump está em sintonia com a tendência mundial de desglobalização, de emergência do populismo, do nacionalismo e do xenofobismo. Brasil e América Latina em geral terão que inovar na busca de novas parcerias comerciais, já que a região parece não estar na agenda do republicano. Além disso, grandes líderes e analistas financeiros possuem uma visão negativa do futuro e do governo dos Estados Unidos no médio e no longo prazo. Essa foi a visão geral dos palestrantes que participaram do debate </span><i>As</i><span> </span><i>Novas Fronteiras da Geopolítica Econômica: Trump, Brasil e América Latina</i><span>, realizado no dia </span><strong>28 de março.</strong></p>
<p>Organizado pelo IEA, pelo Núcleo de Pesquisa em Relações Internacionais (NUPRI) da USP e pelo Grupo de Pesquisa Cidade do Conhecimento, o encontro teve a coordenação do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilson-schwartz">Gilson Schwartz</a>, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e integrante do <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017" class="external-link">Programa Ano Sabático do IEA</a> de 2017.</p>
<p>Participaram o economista Otaviano Canuto, do Banco Mundial, o sociólogo Demétrio Magnoli, colunista da Folha de S. Paulo e GloboNews, o embaixador Regis Arslanian, da GO Associados, o economista Octavio de Barros, do Instituto República, o economista Marcelo Carvalho, do BNP Paribas, o economista Marcelo P. Cypriano, da Brazil Investment, o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rafael-antonio-duarte-villa">Rafael Duarte Villa</a> , do NUPRI-USP e o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alberto-pfeifer-filho">Alberto Pfeifer </a>, do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP.</p>
<p>Para Magnoli, “a ideia de construir um muro em toda a fronteira dos EUA e México traz em si a ideia de anular a história, a geografia, os resultados da globalização e do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA)”.</p>
<p>Para o sociólogo, as cidades fronteiriças daqueles países deveriam ser vistas como uma metáfora de fluxos de pessoas, bens e investimentos. “A integração entre esses dois países tem sido tão intensa que quando os EUA falam de México, estão falando de política externa e também de política interna. Toda uma cadeia produtiva se estruturou desde 1994 e interliga empresas dos dois países. O México terá que se redefinir do ponto de vista do seu lugar no mundo. Uma catástrofe social se apresenta diante do país”, disse Magnoli.</p>
<p>Para Canuto, do Banco Mundial, a emergência das direitas nacionalistas xenófobas na Europa e a própria vitória de Trump representam “um efeito retardado da crise de 2008”. Diante de um quadro social e econômico complicado, Trump soube usar a retórica para arrebanhar o americano empobrecido com a crise, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/trump-brasil-e-al-1" alt="Trump - Brasil e AL" class="image-inline" title="Trump - Brasil e AL" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Trump soube trabalhar o imaginário do eleitor que está se sentindo marginalizado, segundo Canuto</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O economista cita o aumento do suicídio e do uso de drogas entre homens brancos não hispânicos nos EUA. “As classes pobres estão cada vez achatadas. O eleitor mostra cada vez mais desalento e descrédito nos políticos de Washington. A situação é propícia à emergência de governos populistas”, avalia.</p>
<p>“Políticos populistas sabem lidar com o simbólico e Trump soube usar bem o imaginário para falar com essa gente que está se sentindo à margem. Quando usou no seu discurso de posse a expressão ‘Drain the swamp’, estava se dirigindo à massa de eleitores desacreditados de Washington. E ao falar de ‘carnificina’ (“The American carnage stops right here and stops right now”), estava falando aos pobres, desempregados e jovens viciados”, disse Canuto.</p>
<p><strong>Armadilhas da economia global</strong><br />Para Canuto, a América Latina precisa entender três grandes nós que estão se desenrolando na estrutura da economia global. A primeira está ligada ao aumento da massa trabalhadora com baixas aspirações salariais, principalmente na China, Rússia, Camboja, Vietnam e parcelas da África. Isso combinado às inovações tecnológicas e à fragmentação do processo produtivo global, o resultado é uma queda brutal no preço do fator trabalho.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/otaviano-canuto" alt="Otaviano Canuto 1" class="image-inline" title="Otaviano Canuto 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Otaviano Canuto, do Banco Mundial</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao mesmo tempo, há uma super abundância do fator capital no mundo e uma exaustão de oportunidades de investimentos nas economias avançadas, que se expressa numa tendência brutal secular de queda da taxa de juro, disse Canuto. “O dinheiro ficou barato e deixa de ser uma restrição imediata. Quanto mais cai a taxa de retorno do capital financeiro, maior a disposição de encontrar alternativas mais rentáveis, o que casa com a emergência do dinamismo na periferia do capitalismo”, explica.</p>
<p>A conjunção de baixo preço do fator trabalho e abundância de capital geram um super ciclo de commodities, o que tem dado certa vantagem ao Brasil devido às suas riquezas naturais. “Mas na indústria e em outras atividades, estamos imprensados devido à competitividade de salários e tecnologias em outros países”, disse.</p>
<p>A despeito de tudo o que falam da globalização, diz Canuto, há um fenômeno estatístico inconteste mostrando que mais de um bilhão de pessoas saiu da linha de pobreza por conta desse movimento do capital rumo às economias emergentes. “O problema disso é que em economias avançadas como a dos EUA, França, Inglaterra, a atividade ficou praticamente no mesmo nível e as classe mais pobres ficaram mais achatadas. A prosperidade da Ásia, da China e de outros países periféricos irrita muita gente”, disse.</p>
<p>Canuto observa que os mercados desabaram antes das eleições americanas, mas voltaram a subir a partir do discurso de posse. “O que entusiasmou todo mundo foi a agenda expressa no discurso, prevendo um programa de investimentos em infra-estrutura consistente, a redução de impostos corporativos e a desregulamentação da economia. É uma agenda de política fiscal expansionista”, disse.</p>
<p>“Mas isso começou a mudar e o mercado vem desabando há algumas semanas, pois está percebendo que aquilo que Trump prometeu não vai conseguir entregar. Será inevitável a frustração de quem votou nele porque o que prometeu não pode ser feito, principalmente barrar produtos chineses e mexicanos”, disse Canuto.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/octavio-de-barros-gilson-schwartz-e-regis-arslanian-1" alt="Octavio de Barros, Gilson Schwartz e Regis Arslanian 1" class="image-inline" title="Octavio de Barros, Gilson Schwartz e Regis Arslanian 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A partir da esq.: o economista Octavio de Barros, o professor Gilson Schwartz e o embaixador Regis Arslanian </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>“Nosso modelo negociador está ultrapassado”<br /></strong>O embaixador Regis Percy Arslanian, que já participou da Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) e serviu no Itamaraty por cerca de 35 anos, lamentou o modelo de negociação de comércio exterior que o Brasil ainda insiste em seguir e ressaltou o papel secundário que o país deverá ocupar na agenda do governo Trump.</p>
<p>“Numa conversa telefônica, Trump teria convidado o presidente Michel Temer para ‘passar na Casa Branca, caso estivesse em Washington’. Em 35 anos de Itamaraty, eu nunca tinha visto um convite tão informal. Isso na diplomacia é uma indicação clara de que o Brasil não é prioridade alguma para os EUA”, disse.</p>
<p>Nas negociações internacionais, o Brasil ainda erra ao manter a postura protecionista, acredita o embaixador. “É possível um país ser nacionalista depois de atingir certo patamar de integração econômica, quando já faz parte das cadeias globais de valor e possui competitividade e tecnologia. Nossa indústria teve crescimento negativo de 7% no ano passado. O Brasil não pode se dar ao luxo de ignorar a negociação de regras e normas”, afirma.</p>
<p>Não basta ao Mercosul dizer que existe vontade política, afirma. “Temos de parar de achar que acordo comercial é negociar tarifa. Precisamos de acordos mais abrangentes e ambiciosos. Nosso modelo de negociação é da época da Rodada Uruguai. Não adianta discurso se não conseguimos negociar regras e normas. A consolidação normativa significa dar as garantias legais que já ocorrem na prática. Os mercados não irão se abrir, se insistirmos em acordos com base em tarifas apenas”, destaca Arslanian, que está atuando na GO Associados.</p>
<p>O embaixador exemplifica com o que ocorre com a lei geral do setor de telecomunicações. “Na era digital, o Brasil proíbe acesso ao mercado para empresas estrangeiras de telecomunicações que não tenham escritório comercial aqui. Nosso arcabouço jurídico interno é muito antiquado”, disse.</p>
<p>A insistência no tema da agricultura nas negociações comerciais também está ultrapassada, acredita. “Numa agenda de livre comércio que inclua serviços e investimentos, não temos que condicionar toda uma negociação à agricultura, onde já somos competitivos. Precisamos ser mais abertos e talvez assim consigamos negociar com México, Canadá e até, quem sabe, União Européia. Agora com esses problemas com a carne tudo ficou mais complicado”, lamenta.</p>
<p><strong>“Só abertura pode salvar a indústria”</strong><br />Ex-economista chefe do Bradesco e atualmente ligado ao Instituto República, Octavio de Barros ressalta que o grande desafio do Brasil no momento é abrir sua economia. “A essa altura do campeonato, o Brasil está se consolidando como o país mais protecionista do mundo sob qualquer critério que se avalie”, disse.</p>
<p>“Diria que o país deve dar uma sinalização de abertura mesmo que unilateralmente, a fim de pensar prioritariamente o acesso ao seu mercado. Num momento em que algumas economias tendem à desglobalização isso parece complexo. Mas temos a agenda da produtividade e do crescimento. Só a abertura econômica poderá salvar a indústria brasileira”, disse.</p>
<p>Sobre a tendência mundial de desglobalização, Barros lembra que os dois tipos de eleitorado dos EUA, mesmo com perfis diferentes, queriam algo em comum: proteção. “De um lado, queriam proteção social por parte do Estado. Outros, proteção das fronteiras, da invasão chinesa ou dos refugiados. No Fórum Econômico de Davos, o termo que mais se ouviu foi a desglobalização. O Brasil criou uma crise que é só nossa, uma idiossincrasia, pois é o momento de enfrentarmos novos desafios e nos prepararmos para um mundo maduro”, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcelo-carvalho-1-1" alt="Marcelo Carvalho 1" class="image-inline" title="Marcelo Carvalho 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>"Brasil precisa resolver seus problemas internos, seja qual for a agenda global", diz Marcelo Carvalho, do BNP Paripas</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O economista Marcelo Carvalho, do BNP Paribas, disse que o super ciclo de commodities que proporcionou um bom momento para a economia brasileira mostra quanto o Brasil é sensível ao que ocorre no exterior. “Por isso temos de nos preocupar com a economia chinesa, que vem desacelerando, e é um grande consumidor de commodities. O que ocorrer lá afeta toda a América Latina. Já o México pode ser afetado diretamente pelos EUA. Então as economias latinas são muito sensíveis à China e EUA”, disse.</p>
<p>Para o economista, Brasil e Argentina não fizeram a tarefa de melhorar a produtividade, o que se alcança pelo investimento em infraestrutura e educação, afirma.  “Para o Brasil crescer, precisa melhorar a produtividade do capital, que está ligada a infraestrutura, e a produtividade do trabalho, que está ligada a educação”.</p>
<p>A agenda global é importante, mas Brasil precisa resolver seus problemas internos para crescer, acredita. “Brasil e Argentina se destacam quando o tema é ambiente de negócios ruim. Precisam melhorar isso, independentemente da agenda global”, destaca.</p>
<p>Marcelo Cypriano, da Brazil Investment e NUPRI-USP, aponta caminhos mais otimistas. “Apesar da complexidade do cenário, há oportunidades para o Brasil, em especial na sofisticação do setor de serviços e segmentos diferenciados. Temos uma combinação boa de oferta de commodities e de serviços. O setor de fundos de investimentos e meios de pagamentos, por exemplo, é muito sofisticado no Brasil e poderá diferenciar o país no mercado internacional. Por outro lado, a regulação do setor de serviços precisa ser mais inteligente”, afirma.</p>
<p><strong>Redefinição de forças com eleições em 2018</strong><br /> O professor Alberto Pfeifer, do IRI-USP, faz coro sobre a necessidade de o Brasil abrir seu comércio para ativar a economia. E vê no cenário de crise a possibilidade de novas oportunidades. “México, por exemplo, poderá pensar numa nova cartografia para implementar a diversidade na sua agenda e escapar da concentração norte americana, já que 70% de seu comércio é feito com os EUA. Por outro lado, diversos países da América Latina realizam eleições em 2018 e se Trump sobreviver até lá, enfrentará uma redefinição de forças. Os EUA provavelmente precisarão rever o seu lugar”, disse.</p>
<p>Pfeifer lembra que o debate corrente na gestão do Ministro de Relações Exteriores José Serra, sobre se o Mercosul é válido ou não, “precisa se sofisticar”. “Não se trata apenas de comércio. Significa pensar a integração densa das sub-regiões e isso envolve segurança hídrica, transportes, imigração, ilícitos ligados a narcotráficos e corrupção, entre outros temas”, disse.</p>
<p>Para o analista, o Brasil deve diversificar suas conexões, ativando ou reativando mecanismos já existentes, como a Associação Latino-Americana de Integração (ALADI) e a organização composta pelos BRICS – Brasil, Russia, Índia, China e África do Sul. “O Brasil deve usar as vias rápidas desses espaços e também se aproximar mais das boas práticas emanadas da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE)”, cita.</p>
<p> </p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rafael-duarte-villa-gilson-schwartz-e-alberto-pfeifer-1" alt="Rafael Duarte Villa, Gilson Schwartz e Alberto Pfeifer 1" class="image-inline" title="Rafael Duarte Villa, Gilson Schwartz e Alberto Pfeifer 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A partir da esq.: professor Rafael Villa, professor Gilson Schwartz e professor Alberto Pfeifer</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>"A via do Sul pode ser a saída para o Brasil"</strong></p>
<p>Para o professor Rafael Duarte Villa, do NUPRI-USP, “a conseqüência mais relevante da vitória de Trump é o aprofundamento da irrelevância da América Latina para a política externa dos EUA. Na era Obama já havia um afastamento”, compara.</p>
<p>O professor acredita que a América Latina será alvo de atenção por questões controversas. “Três países estarão na agenda dos EUA, mas de maneira negativa. O México, pelos problemas aqui falados. Já os acordos recém-estabelecidos com Cuba poderão ser revistos. E Venezuela ganha atenção não só pelas diferenças políticas, mas pelo fornecimento de petróleo, já que 10% do petróleo que consomem, vem da Venezuela”, afirma Villa.</p>
<p>A saída será o Brasil se voltar para o Hemisfério Sul, embora isso tenha o complicador de problemas que se arrastam desde a década de 1990, afirma. “A saída mais certa nesse momento é continuar investindo em infraestrutura, aumentar a capacidade produtiva. E buscar a via do Sul global, com países da Ásia e dos BRICS”, avalia.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: 1)Avi Ohayon-GPO/Fotos Pública; 2) skeeze/Pixabay; 3 a 6) Marcos Santos/Jornal da USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nacionalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-05T15:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/envelhecimento-inovacao-social-e-empreendedorismo">
    <title>Envelhecimento, Inovação Social e Empreendedorismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/envelhecimento-inovacao-social-e-empreendedorismo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As mudanças trazidas pelo envelhecimento da população mundial já apontam para novos arranjos de empregabilidade dos mais velhos. Pesquisas globais recentes também comprovam que a idade média de um empreendedor à frente de uma startup bem sucedida é de 45 anos, o que abre uma nova oportunidade de trabalho para esse público.</p>
<p>Para discutir as experiências multigeracionais em empreendedorismo e inovação, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP promove no dia 6 de dezembro, a partir das 14h, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP, o evento <i>Envelhecimento, Inovação Social e Empreendedorismo</i>.</p>
<p><strong>Debatedores</strong></p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Márcia Tavares<strong> </strong></span>(Coppe-UFRJ/<i>WeAge</i>)<br /><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Lucimar Dantas </span> (Parque Tecnológico da UFRJ)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Empreendedorismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-28T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-envelhecimento-da-populacao-e-empreendedorismo">
    <title>Evento discute envelhecimento da população e empreendedorismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-envelhecimento-da-populacao-e-empreendedorismo</link>
    <description>Palestras promovidas pela FMRP-USP vão apresentar projeto do Rio de Janeiro que conecta talentos acima de 40 anos e startups</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/hands545394_1280.jpg/@@images/4b4d2ac0-9d0a-492b-af0f-fa1afd87dc17.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />As mudanças trazidas pelo envelhecimento da população mundial já apontam para novos arranjos de empregabilidade dos mais velhos. Pesquisas globais recentes também comprovam que a idade média de um empreendedor à frente de uma startup bem sucedida é de 45 anos, o que abre uma nova oportunidade de trabalho para esse público.</p>
<p>Para discutir as experiências multigeracionais em empreendedorismo e inovação, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP promove no dia 6 de dezembro, a partir das 14h, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP, o evento <i>Envelhecimento, Inovação Social e Empreendedorismo</i>.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a class="external-link" href="https://goo.gl/forms/yg6MVxPFBZCbRnRQ2">neste link</a>.</p>
<p>Na ocasião, a pesquisadora do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) e fundadora da startup <i>WeAge</i> Márcia Tavares e a gerente de articulações do Parque Tecnológico da UFRJ Lucimar Dantas vão abordar o funcionamento do projeto <i>40+in</i>, uma iniciativa promovida pela Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ e da startup <i>WeAge</i> para conectar talentos acima de 40 anos com startups que enfrentam desafios para se desenvolver.</p>
<p>O evento é coordenado pelas docentes da FMRP-USP Carla da Silva Santana e Valéria Meirelles Carril Elui, com o apoio do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência <span style="float: none; text-align: left; ">do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP <span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">(FAEPA)</span></span>, da Sociedade Brasileira de Gerontecnologia, da Agência USP de Inovação (AUSPIN), do Supera Parque e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>
<p>Mais informações: iearp@usp.br ou (16) 3315 0368.</p>
<hr />
<p><strong>Envelhecimento, Inovação Social e Empreendedorismo<br /></strong><i>6 de dezembro, 14h<br /><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Salão de Eventos do CeTI-RP/USP<br /><a class="external-link" href="https://goo.gl/forms/0r81AKKbIosWYJZm1">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/envelhecimento-inovacao-social-e-empreendedorismo" class="external-link">Página do evento</a></span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Empreendedorismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-28T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/debate-aborda-criatividade-para-alavancar-economia-das-cidades">
    <title>Debate aborda criatividade para alavancar economia das cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/debate-aborda-criatividade-para-alavancar-economia-das-cidades</link>
    <description>Evento contou com a participação do coordenador do IEA Polo São Carlos, Renato Anelli</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/agenda_site.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Utilizar a inteligência criativa para alavancar a economia das cidades e exercer a cidadania. Sob esse tema, foi realizado ontem no Sesc, em São Carlos (SP), o Agenda São Carlos, evento promovido por uma parceria entre a Oceano Azul, Jornal Tribuna de Araraquara, Rádio Jovem Pan e com apoio da EPTV. O coordenador do IEA Polo São Carlos, Renato Anelli, foi um dos participantes do debate.<span> </span></p>
<p>Na abertura, que contou com a participação do prefeito Paulo Altomani e do presidente da câmara dos vereadores Lucão Fernandes (PMDB), o diretor de relações institucionais do Grupo EPTV Paulo Brasileiro ressaltou que a discussão é importante, dado o atual cenário do País, pautado pela queda na produção, no consumo e pelo desemprego.<span> </span></p>
<p>“É preciso discutir alternativas e buscar criatividade até mesmo para auxiliar a administração pública. Sabemos da responsabilidade que temos para buscar qualidade de vida e o desenvolvimento da cidade e da região”, afirmou.<span> </span></p>
<p>A urbanista e economista Ana Carla Fonseca lembrou em sua palestra as evoluções nos modos de trabalho trazidas pela tecnologia e destacou a valorização do ser humano. “Antes, para um país, ter dinheiro era o que permitia alcançar o protagonismo. Hoje não. A tecnologia é secundária frente à capacidade que as pessoas têm de inventar algo. Por isso, há uma necessidade vital de investir em pessoas”.<span> </span></p>
<p>Ana Carla trouxe vários exemplos de negócios bem sucedidos desenvolvidos com uma boa dose de criatividade, geralmente a partir de uma situação de crise. Ela lembrou também que a economia não vive desvinculada do território, e que as cidades precisam desenvolver estratégias para atrair talentos capazes de desenvolver negócios criativos.<span> </span></p>
<p>Segundo a urbanista, não existe um conceito unânime do que é uma cidade criativa, mas uma pesquisa realizada com 18 autores de 13 países por sua empresa, a Garimpo de Soluções, chegou a três características norteadoras que elas devem ter: inovação, ou seja, a capacidade de se reinventar continuamente; investimento em cultura, que gera um resgate da autoestima das pessoas; e geração de conexões, seja com a história, entre áreas ou até mesmo entre grupos que não se falam.<span> </span></p>
<p><strong>Debatendo soluções<span> </span></strong></p>
<p>Durante a participação no debate, o coordenador do IEA Polo São Carlos Renato Anelli lembrou que as pessoas não são apenas consumidores, mas também produtores que podem dar algo à cidade, e destacou a importância dos investimentos em inclusão social.<span> </span></p>
<p>“Esses investimentos não podem ser pensados como algo ‘dado’, mas como algo que permita a essas pessoas serem incluídas na própria cidade e nas cadeias econômicas, e, a partir disso, criar novas possibilidades de desenvolvimento para a cidade”.<span> </span></p>
<p>Anelli destacou também uma das linhas de estudo do IEA que trabalha a questão da qualidade de vida com profissionais de saúde pública. “Sabe-se, por exemplo, que locais com mais áreas verdes apresentam menor índice de doenças cardiovasculares, portanto os parques reduzem esse risco. Mas quantos parques há em São Carlos? Acredito que essa discussão não deve ser uma questão apenas de plano diretor, mas de práticas que precisam ser suprapartidárias”, disse.<span> </span></p>
<p>O professor do Departamento de Sociologia da UFSCar Jacob Carlos Lima, outro participante do debate, reforçou a questão de que o próprio espaço de trabalho está mudando, citada pela palestrante, e lembrou que segurança e acesso a internet em locais abertos, como praças e cafés, são fundamentais para essa mudança. “Em Rio Branco (AC), por exemplo, as pessoas sentam-se com seus notebooks nas praças para usar a internet gratuita. Hoje, esse tipo de espaço é considerado inseguro no Brasil”.<span> </span></p>
<p>Ele lembrou ainda que a cultura sempre foi vista como “perfumaria”, mas agora começa a ser importante. “Há uma percepção de que ela é necessária para falar de desenvolvimento socioeconômico. É ela que vai somar concretamente e possibilitar que a criatividade aflore”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-13T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/outro-mundo-trabalho">
    <title>Como É o 'Outro Mundo do Trabalho' Que Queremos?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/outro-mundo-trabalho</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Sob uma premissa ‘altermundista’ de que “um outro mundo é possível”, e guiado pela esperança ‘blochiana’ “do que ainda-não-veio-a-ser” e pela possibilidade real do “vir-a-ser”, o “<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/observatorio-trabalho" class="external-link">Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora</a>” no IEA busca participar da construção do futuro, com o resgate do sentido ontológico do trabalho e de sua função social na sociedade, colocando em primeiro lugar os compromissos com a vida, com a saúde e com o bem-estar da classe trabalhadora, de forma sustentada e sustentável. Sem trabalho não haverá futuro, mas o futuro somente será sustentável se as pessoas que vivem do trabalho, emancipadas do trabalho subjugado, se tornarem protagonistas do processo de transformação de sonhos e utopias em realidades concretas possíveis, ‘reconciliando’ o trabalho com a vida, a saúde, o bem-estar e alegria.</p>
<p>O <b>13º Seminário Interdisciplinar,</b> organizado através do GT5, que debate “Ideias e estratégias de luta para mudar o mundo do trabalho”, irá iniciar o grande debate sobre o que é este “outro mundo do trabalho” que queremos? Palestrantes e debatedoras – pessoas integrantes do “Observatório” no IEA - irão apresentar e defender suas propostas e utopias, com ênfase na economia e tecnociência solidária; na valorização e prevalência dos direitos humanos e direitos fundamentais de 2ª geração, e nas bandeiras dos movimentos sociais e populares para enfrentar as muitas mudanças do mundo do trabalho ditadas - até agora - pelo capital. Tem prevalecido a força do “tripé vilipendiador do trabalho” (Antunes), com sua base ideológica no neoliberalimo e ultraneolibertalismo; com sua base tecnológica e organizacional provida pelas contínuas reestruturações produtivas; e alimentado e acelerado pelo capital financeiro especulativo, que rege a atual lógica da extração da ‘mais-valia’, bem como, da extração da vida e saúde da classe trabalhadora.</p>
<p><span><b>Abertura:</b></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rene-mendes" class="external-link">René Mendes</a> (coordenador do Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora do IEA)</p>
<p><b>Palestrantes:</b></p>
<ul>
</ul>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/magda-barros-biavaschi" class="external-link">Magda Barros Biavaschi</a> (desembargadora aposentada do TRT4. Professora e pesquisadora do CESIT/Instituto de Economia/Unicamp e IEA)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-dagnino" class="external-link">Renato Peixoto Dagnino</a> (professor titular aposentado do Departamento de Política Científica e Tecnológica IGE/Unicamp e IEA)</p>
<ul>
</ul>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katiuscy-silva" class="external-link">Katiuscy Silva</a> (trabalhadora e ativista do Movimento de Lutas nos Bairros, Vilas e Favelas - MLB e IEA)</p>
<ul>
</ul>
<ul>
</ul>
<ul>
</ul>
<p><b>Mediação:</b></p>
<ul>
</ul>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvana-maia" class="external-link">Silvana Liberto Alves Maia</a> (advogada, professora e ativista, IEA)</p>
<ul>
</ul>
<ul>
</ul>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-02-07T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/capitalismo-metamorfoses-impactos">
    <title>O Capitalismo, suas Metamorfoses e Impactos no Mundo do Trabalho</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/capitalismo-metamorfoses-impactos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O capitalismo, globalizado e hegemonizado pelos interesses das finanças, impacta todas as esferas da sociabilidade humana, trazendo profundas mudanças e colocando novos questionamentos e desafios ao mundo do trabalho e às relações entre capital e trabalho, demandando, cada vez mais, um olhar interdisciplinar nas investigações sobre o significado e a intensidade desse impacto. <span style="text-align: start; float: none; "></span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; ">Este 7º Seminário Interdisciplinar promovido pelo<span> </span></span><a style="text-align: start; " href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/observatorio-trabalho" class="external-link">Observatório dos Impactos das Novas Morfologias do Trabalho sobre a Vida e Saúde da Classe Trabalhadora</a><span style="text-align: start; float: none; "><span> </span></span>busca abordar essas transformações, seus limites e possibilidades, propondo-se a analisar as implicações desse processo nas relações de trabalho e a refletir sobre caminhos superadores.</p>
<ul>
</ul>
<p><strong>Abertura:</strong></p>
<p><a style="text-align: start; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rene-mendes" class="external-link">René Mendes</a> (coordenador do Observatório dos impactos das novas morfologias do trabalho sobre a vida e saúde da classe trabalhadora, IEA)</p>
<p><strong>Convidados:</strong> <br /><strong></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-gonzaga-belluzzo" class="external-link">Luiz Gonzaga Belluzzo</a> (professor emérito do Instituto de Economia-Unicamp)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/everaldo-de-oliveira-andrade" class="external-link">Everaldo de Oliveira Andrade</a> (professor de História Contemporânea no Departamento de História, FFLCH-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marilane-oliveira-teixeira" class="external-link">Marilane Oliveira Teixeira</a> (economista, assessora sindical, professora e pesquisadora, CESIT-Unicamp)</p>
<p><strong>Mediação:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vera-lucia-navarro" class="external-link">Vera Lucia Navarro</a> (professora, FFCLRP-USP e IEA)</p>
<p><strong>Debatedora: </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/magda-barros-biavaschi" class="external-link">Magda Barros Biavaschi</a> (professora e pesquisadora no CESIT/Unicamp e IEA)</p>
<h3 style="text-align: start; "><strong>Transmissão:</strong></h3>
<p style="text-align: start; ">Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
<ul>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-07T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/responsabilidade-civil-nas-cadeias-produtivas-nova-fronteira-da-tutela-do-trabalho-digno-29-07-2025">
    <title>Responsabilidade Civil nas Cadeias Produtivas: Nova Fronteira da Tutela do Trabalho Digno -29/07/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/responsabilidade-civil-nas-cadeias-produtivas-nova-fronteira-da-tutela-do-trabalho-digno-29-07-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-08T13:50:36Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/trabalhadores-por-aplicativos-impactos-covid-19">
    <title>Trabalho, Vida e Saúde de Trabalhadores por Aplicativos: Impactos da Pandemia da Covid-19 e como Avançar na Direção de Conquistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/trabalhadores-por-aplicativos-impactos-covid-19</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Webinar</strong><br /><br />A propósito dos debates atualmente em curso no Brasil, sobre o trabalho dos profissionais do serviço de entrega por plataformas digitais (aplicativos) na pandemia da Covid-19, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/impactos-das-novas-morfologias-do-trabalho-sobre-a-vida-dos-trabalhadores" class="external-link">Grupo de Estudos Impactos das Novas Morfologias do Trabalho sobre a Vida dos Trabalhadores</a> do IEA, organizou esse evento virtual para debater o tema "Trabalho, Vida e Saúde de Trabalhadores por Aplicativos: Impactos da Pandemia da Covid-19 e Como Avançar na Direção de Conquistas".</p>
<p>O debate terá mediação de René Mendes, pesquisador colaborador do IEA e coordenador do Grupo de Estudo e terá ainda a participação como debatedores,  integrantes do mesmo Grupo.</p>
<p><strong>Mediação:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rene-mendes" class="external-link">René Mendes</a> (IEA)</p>
<p><strong>Debatedores:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilmar-ortiz-de-souza" class="external-link">Gilmar Ortiz de Souza</a> (Pastoral Operária)</p>
<p><a class="external-link" href="http://iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/juliana-aparecida-de-oliveira-camilo">Juliana Camilo</a> (PUC/SP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ludmila-abilio" class="external-link">Ludmila Abilio</a> (Cesit/Unicamp)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renan-bernardi-kalil" class="external-link">Renan Bernardi Kalil </a>(MPT/SP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-almeida-dos-santos" class="external-link">Gilberto Almeida dos Santos</a> (Presidente Sindimoto)</p>
<div></div>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodrigo-ferreira" class="external-link">Rodrigo Ferreira</a> (Diretor Sindimoto)</div>
<p> </p>
<h3>Transmissão</h3>
<p><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Impactos das Novas Morfologias do Trabalho sobre a Vida dos Trabalhadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-06-24T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/analise-conjuntura-classe-trabalhadora-2025">
    <title>Análise da Conjuntura e das Pautas no Congresso Nacional que Podem Impactar a Classe Trabalhadora (2025)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/analise-conjuntura-classe-trabalhadora-2025</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; ">O 11º Seminário Interdisciplinar mensal promovido pelo <b>“Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora” </b>terá como tema uma das funções mais importantes deste “Observatório” no IEA: a<b> </b>identificação precoce de<b> “fatos portadores de futuro”</b>, isto é:<b> </b>“fatos que constituem sinais ínfimos por sua dimensão presente, mas imensos por suas consequências e potencialidades” (Michel Godet).</p>
<p style="text-align: left; ">Com tal vocação, o “Observatório” começa o seu 2º ano de atividades por uma análise de conjuntura e pelo mapeamento dos projetos de lei no Congresso Nacional, que têm potencial de impactar a vida e saúde da classe trabalhadora. Seriam ameaças ou são oportunidades?</p>
<p style="text-align: left; ">Sua análise crítica, em ambiente acadêmico e ao mesmo tempo aberto, plural, participativo e dialógico, com a participação e voz da classe trabalhadora – como é a proposta movente deste “Observatório” no IEA/USP - permitirá a busca de estratégias para contribuir com o processo legislativo no Congresso Nacional, seja para enfrentamento; seja para o aperfeiçoamento e melhoria dos projetos; ou então, pela formulação de contrapropostas mais avançadas, visando a construção de outros mundos de trabalho possíveis,  comprometidos com a vida e a saúde da classe das pessoas que vivem do trabalho.</p>
<p><b>Abertura:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rene-mendes" class="external-link">René Mendes</a> (coordenador do Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora do IEA)</p>
<p><b>Palestrante:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-luiz-dos-santos" class="external-link">André Luís dos Santos</a> (analista político do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – DIAP e integrante do Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora do IEA)</p>
<p><b>Debatedora:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vera-lucia-navarro" class="external-link">Vera Lúcia Navarro</a> (professora na FFCLRP/USP e integrante do Observatório Trabalho e da Classe Trabalhadora do IEA)</p>
<p><b>Mediação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-reginaldo-inacio" class="external-link">José Reginaldo Inácio</a> (presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria - CNTI e vice-coordenador do Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora do IEA)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-02-07T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2007/recuperacao-do-mercado-de-trabalho-brasileiro-ou-estagnacao-23-de-maio-de-2007">
    <title>Recuperação do Mercado de Trabalho Brasileiro ou Estagnação? - 23 de maio de 2007</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2007/recuperacao-do-mercado-de-trabalho-brasileiro-ou-estagnacao-23-de-maio-de-2007</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2007-05-23T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/a-novissima-informalidade-caminhos-da-plataformizacao-do-trabalho-no-brasil-21-10-2025">
    <title>A "Novíssima Informalidade": Caminhos da Plataformização do Trabalho no Brasil - 21/10/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/a-novissima-informalidade-caminhos-da-plataformizacao-do-trabalho-no-brasil-21-10-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-01-16T13:45:27Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/curso-on-line-gratuito-aborda-politicas-publicas-para-educacao-e-geracao-de-renda">
    <title>Curso on-line gratuito aborda políticas públicas para educação e geração de renda</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/curso-on-line-gratuito-aborda-politicas-publicas-para-educacao-e-geracao-de-renda</link>
    <description>Evento é promovido pela MindLab e pela Cátedra Sérgio Henrique Ferreira do IEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/cursomindlabcartazPostparaInstagram800x530px.png/@@images/f2287da2-5133-402e-83e5-a63f61164623.png" alt="" class="image-left" title="" />A pandemia de covid-19 ampliou o cenário de vulnerabilidade social e econômica no Brasil. Mais do que nunca, iniciativas que associam educação, desenvolvimento social e geração de renda são fundamentais para o enfrentamento dessa situação. Pensando nisso, a </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/catedra/"><span>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</span></a><span>, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, e a </span><a href="https://www.mindlab.com.br/"><span>MindLab</span></a><span> promovem a partir do dia 3 de novembro o curso on-line e gratuito </span><span><strong>Políticas Públicas: Educação e Geração de Renda</strong></span><span>.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O curso, de 30 horas, é voltado a gestores e técnicos vinculados a secretarias municipais e estaduais ligadas às áreas de trabalho, geração de renda e educação. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 2 de novembro </span><a href="https://conteudo.mindlab.com.br/politicaspublicas-educacaoerenda"><span>neste link</span></a><span>. As vagas são limitadas.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Entre os palestrantes, estão o titular da Cátedra, professor Mozart Neves Ramos, que também responde pela coordenação acadêmica do curso; o presidente global da Central Única das Favelas, Preto Zezé; a presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, Suely Menezes; o diretor do IEDE, Ernesto Farias; e o secretário de educação de Recife, Fred Amâncio. Além deles, profissionais da MindLab também vão palestrar em cada módulo, apresentando soluções práticas.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Todas as aulas serão on-line, pela plataforma da MindLab, sempre às quartas e sextas, a partir das 17h. Cada aula terá uma hora de palestra com o especialista e uma hora voltada à discussão. O conteúdo será gravado e os alunos terão até uma semana para assistir. Ao todo, serão cinco módulos abordando os seguintes temas: políticas públicas vinculadas à educação e renda; competências socioemocionais e desenvolvimento pessoal e profissional; ensino de jovens e adultos - educação e geração de renda; novas tecnologias para educação e renda e a formação híbrida; experiência exitosas de educação para o mercado de trabalho.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Os participantes terão direito a certificado, desde que tenham frequência mínima de 75%  nas aulas e elaborem um memorando detalhando os impactos positivos do curso em suas atividades profissionais.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Mais informações: ajuda@mindlab.com.br</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<hr />
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Políticas Públicas: Educação e Geração de Renda</strong><br /><i>3 de novembro a 3 de dezembro<br />quartas e sextas, 17h<br /><a class="external-link" href="https://conteudo.mindlab.com.br/politicaspublicas-educacaoerenda">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-publicas-educacao-e-geracao-de-renda-1" class="external-link">Página do evento</a></i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-27T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/projeto-rene-mendes">
    <title>Impacto das novas morfologias do trabalho será pesquisado no IEA por René Mendes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/projeto-rene-mendes</link>
    <description>Médico sanitarista pretende reunir o conhecimento produzido pelas universidades públicas, em especial a USP, sobre as velhas e novas morfologias do trabalho e seus impactos sobre a sociedade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Default"><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rene-mendes/image" alt="René Mendes" title="René Mendes" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O médico sanitarista René Mendes</dd>
</dl>O médico sanitarista René Mendes é o novo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/pesquisadores-colaboradores" class="external-link">pesquisador colaborador</a> do IEA. Com o projeto “<a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/projeto-rene-mendes" class="external-link">Impactos das Novas Morfologias do Trabalho Contemporâneo sobre o Viver, o Adoecer e o Morrer de Trabalhadores e Trabalhadoras</a>” ele pretende reunir o conhecimento produzido pelas universidades públicas, em especial a USP, sobre as velhas e novas morfologias do trabalho e seus impactos sobre a sociedade. Ao agrupar os trabalhos na área, Mendes espera aumentar o poder de vigilância das universidades em relação ao que classifica como “ameaças” que rondam a classe trabalhadora no Brasil. O projeto tem a duração inicial de dois anos.<span> </span></p>
<p class="Default"><br />De acordo com um levantamento prévio apresentado no projeto entregue ao IEA, o pesquisador argumenta que na USP o tema é estudado em pelo menos 14 unidades e por cerca de 80 pesquisadores. No entanto, apesar da riqueza do conhecimento produzido e debatido, Mendes acredita que há uma dispersão e fragmentação que limitam seu poder. Ao otimizá-los, defende, há um aumento da potência dessa pesquisa, transformando-a em alavanca de mudanças sociais.</p>
<p class="Default">O médico espera que os estudos subsidiem os movimentos sociais de trabalhadores que são “contra a destruição de postos de trabalho e exclusão das pessoas; contra a precarização do trabalho, e contra os modelos de organização e gestão do trabalho que prejudicam o curso da vida; produzem sofrimento e doença, e provocam morte precoce e evitável”.</p>
<p class="Default">Ele também quer contribuir para a criação e adoção de morfologias de trabalho mais inclusivas e éticas, “que respeitem e valorizem as pessoas, como condição <i>sine qua non </i>para o desenvolvimento humano sustentável e socialmente justo”, de acordo com o projeto.</p>
<p class="Default"><strong>Perfil</strong></p>
<p class="Default">Especialista em saúde pública e em medicina do trabalho, René Mendes acumula 47 anos de experiência profissional na área. Na área acadêmica, foi professor assistente-doutor na Unicamp, entre 1977 e 1991, professor titular na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), de 1991 a 1997; e professor visitante da Escola de Saúde Pública da Johns Hopkins University, nos EUA.<span> </span></p>
<p class="Default">Ocupou cargos, dentre outros locais, nos ministérios da Saúde e do Trabalho; e postos de direção na Organização Internacional do Trabalho (OIT) e na Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS).<span> </span></p>
<p class="Default">É organizador e autor principal do tratado “Patologia do Trabalho” (com dois volumes e prestes a ter sua 4ª edição publicada) e do "Dicionário de Saúde e Segurança do Trabalhador: Conceitos - Definições - História - Cultura", obra coletiva de 522 autores (2018).</p>
<p class="Default">Atualmente é diretor científico da Associação Brasileira de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (ABRASTT).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Colaboradores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-05T20:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
