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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-encerra-serie-sobre-regioes-metropolitanas">
    <title>USP Analisa encerra série sobre regiões metropolitanas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-encerra-serie-sobre-regioes-metropolitanas</link>
    <description>Docente da FEA-RP comenta principais desafios dos municípios no processo de consolidação</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/dsc9291.jpg/@@images/e15e95ad-0d10-4592-93de-ef40bcf7acec.jpeg" alt="DSC9291" class="image-left" title="DSC9291" />Ao longo de seis semanas, o USP Analisa discutiu o funcionamento e a importância das regiões metropolitanas. No último programa da série, o docente da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP Erasmo José Gomes faz um balanço sobre as entrevistas e os temas analisados.</p>
<p style="text-align: justify; ">“O fundamento das regiões metropolitanas é de um processo de racionalização e otimização de políticas públicas, de uma visão ampliada na formulação, implementação e avaliação de políticas públicas e na gestão da região metropolitana e dos municípios. Então a ideia é de sinergia, de se trabalhar de uma maneira mais coletiva, de se conseguir ver o todo de uma região, a sociedade que vive nessa região, e não os municípios de uma maneira fragmentada, isolada, cada um defendendo seu interesse particular”, afirma ele.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para o professor, nenhuma região metropolitana está totalmente consolidada, pois há sempre oportunidades de melhoria em seus instrumentos de governança. “Acredito que, de maneira geral, os maiores desafios das regiões metropolitanas sejam no aprendizado e na atuação coletiva e conjunta dos municípios e, por consequência, nos mecanismos de coordenação e governança. Não menos importante acredito que seja a construção de uma identidade metropolitana, do que pode se chamar de cidadão metropolitano. Essa sensação de pertencimento a uma região, a uma cultura, a uma história conjunta facilita o entendimento de problemas e de pensar a região como um todo e não no seu município, no seu bairro, num problema muito pontual que esteja enfrentando. É um pouco aquela máxima: pensar localmente e agir globalmente”, diz.</p>
<p style="text-align: justify; ">O programa vai ao ar na Rádio USP em três horários: sexta (21) às 11h30 (somente para Ribeirão Preto), quarta (26) às 21h e domingo (30) às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-19T14:42:55Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-possibilidades-da-tecnologia-na-educacao">
    <title>USP Analisa discute possibilidades da tecnologia na educação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-possibilidades-da-tecnologia-na-educacao</link>
    <description>Entrevistados abordam também livro digital criado recentemente pelo Cepid CRID e pela StoryMax em parceria com o IEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/montagemuspanalisatecnologiaeeducao.jpg/@@images/5f18b8b7-f421-4aec-963e-b9922c8a1546.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A tecnologia pode ser uma grande aliada na aprendizagem e até mesmo no incentivo à leitura. As possibilidades que ela oferece nesses segmentos estão chamando a atenção de várias startups, tanto que, segundo a Associação Brasileira de Startups, o setor educacional é o que mais atrai o interesse dessas empresas. Para discutir esse assunto, o USP Analisa desta semana conversa com o profissional de tecnologia e mídia digital Jean Rafael Tomceac, a fundadora da publicadora de livros digitais StoryMax Samira Almeida e o ex-gestor de educação e difusão do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID) Juan Azevedo.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para eles, a tecnologia deve ser tratada como um instrumento de apoio à educação, sem a crença de que ela possa resolver todos os problemas. Os educadores também precisam de formação constante e atuar como tutores junto aos estudantes. “A gente tem a sensação de que as crianças sabem usar os dispositivos, mas não é verdade. Elas estão imitando as outras pessoas que elas veem. São vocês [professores] que devem saber usar e ensinar a elas como escolher um bom conteúdo na internet, como evitar fake news”, diz Samira.</p>
<p style="text-align: justify; ">“Não é só formação constante de professores. A gente sabe que você não consegue estudar tudo o que precisa. Você precisa estar preparado para a atualização [dos aplicativos e dispositivos]. A única solução é: use todos os dias, tente se manter informado. A partir do momento em que você acessa todos os dias, isso passa a fazer parte da tua rotina. O letramento digital que a tecnologia propõe, você vai incorporar sem perceber”, afirma Jean.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os entrevistados falam ainda sobre o desenvolvimento do livro interativo digital <i>O Mistério do Sr. Gratus</i>, desenvolvido pelo CRID e pela StoryMax em parceria com o IEA-RP. O programa vai ao ar na Rádio USP em três horários: sexta (19) às 11h30 (somente para Ribeirão Preto), quarta (24) às 21h e domingo (28) às 11h30. O <a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/" target="_blank"><span>USP Analisa</span></a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-17T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-papel-da-emplasa-nas-regioes-metropolitanas">
    <title>USP Analisa discute papel da Emplasa nas regiões metropolitanas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-papel-da-emplasa-nas-regioes-metropolitanas</link>
    <description>Empresa pública é responsável pelos estudos técnicos e jurídicos que permitem a criação dessas unidades regionais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Emplasa_LuizPedretti_2edit.jpg/@@images/bb5e8084-79b5-48ff-8933-510064ddb4f9.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O USP Analisa está apresentando uma série especial sobre a importância das regiões metropolitanas e o que o fato de integrá-las muda na vida dos cidadãos. No programa desta semana, o entrevistado é o presidente da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa) Luiz José Pedretti.</p>
<p>Ele vai falar sobre as razões pelas quais essas regiões são criadas, que estão ligadas à redução da desigualdade social e à promoção do bem-estar dos cidadãos. “O objetivo da criação dessas unidades regionais é que nós nos debrucemos sobre problemas que afligem a população em busca de soluções conjuntas diante de um compartilhamento de ações e de integração de políticas públicas municipais e estaduais. Então o que se objetiva futuramente na região metropolitana de Ribeirão Preto é que a sociedade tenha uma melhor qualidade de vida, por ocasião da resolução ou enfrentamento dos problemas que nós consideramos regionais”, explica.</p>
<p>Pedretti comenta ainda sobre o papel da empresa na formação das regiões metropolitanas. “Ela começa como agência da Região Metropolitana de São Paulo e a partir do momento em que o governo do Estado resolve instituir novas regiões metropolitanas, coube à Emplasa a realização de todos os estudos técnicos e jurídicos para que possamos configurar, dentro da legislação vigente, aqueles municípios que podem ser transformados em região metropolitana ou aglomeração urbana”.</p>
<p>O programa vai ao ar na Rádio USP nesta sexta (17), a partir das 12h, com reapresentação na quarta (22), às 21h, e no domingo (26), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-15T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-importancia-da-luz-sincrotron-na-ciencia-brasileira">
    <title>USP Analisa discute importância da luz síncrotron na ciência brasileira</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-importancia-da-luz-sincrotron-na-ciencia-brasileira</link>
    <description>Programa entrevista o diretor do CNPEM Antonio José Roque da Silva, que fala ainda sobre as perspectivas do projeto Sirius</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DSCN3603.jpg/@@images/c28f89de-6dff-4be2-a8dd-2c8a13181184.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Presente na ciência brasileira há 30 anos, o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) possibilitou um grande avanço nas pesquisas ao permitir o estudo de materiais em escala nanométrica. Agora, ele se prepara para a inauguração do Sirius, uma fonte de luz síncrotron de quarta geração, que vai trazer um ganho ainda maior não apenas em termos científicos, mas até mesmo pensando-se na economia do País. Para falar sobre os avanços trazidos pelo laboratório e as perspectivas do Sirius, o USP Analisa desta semana traz o físico Antonio José Roque da Silva, diretor do Centro Nacional de Pesquisas em Energia e Materiais (CNPEM), órgão ao qual está ligado o LNLS.</p>
<p>Ele explica que a luz síncrotron é gerada por partículas de raio X aceleradas à velocidade da luz em um circuito com curvas.<span> </span>Como o raio X tem a capacidade de penetrar os materiais, é possível, por meio desse tipo de radiação, “enxergar” os átomos que os compõem e de que forma eles estão organizados. “Praticamente qualquer problema que você imaginar, de qualquer área, pode ser mapeado para questões ligadas à sua estrutura atômica, sua organização na nanoescala”, diz Roque.</p>
<p>O físico cita como exemplos pesquisas ligadas ao setor de óleo e gás importantes para tornar o processo de extração mais efetivo. “Quando você fura um poço, em geral 30 a 40% do óleo sai nessa primeira retirada. Depois, é preciso injetar algum tipo de material para extrair aquele óleo que não saiu. O entendimento de por que esse óleo não saiu ou como tirar essa recuperação mais facilmente depende de entender a interação das moléculas que compõem o petróleo com a superfície dos poros, pois a rocha é um material poroso. O síncrotron permite fazer uma tomografia nas mesmas condições de temperatura e pressão do pré-sal para acompanhar esse processo de retirada do óleo e ver como ele interage com os poros”, explica.</p>
<p>A entrevista vai ao ar na Rádio USP em três horários: sexta (9) às 12h (somente para Ribeirão Preto), quarta (14) às 21h e domingo (18) às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-09T12:17:48Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-cenario-cultural-na-cidade-em-tempos-de-cortes-de-recursos-financeiros">
    <title>USP Analisa discute cenário cultural na cidade em tempos de cortes de recursos financeiros</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-cenario-cultural-na-cidade-em-tempos-de-cortes-de-recursos-financeiros</link>
    <description>USP Analisa discute cenário cultural na cidade em tempos de cortes de recursos financeiros</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_blurbookstackbooksbookshelves590493768x710.jpg/@@images/93033db6-0630-451f-8bd7-e18863c4ab23.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Eleita Capital Brasileira da Cultura em 2010, Ribeirão Preto é conhecida por sua vida cultural intensa desde os tempos dos barões do café. Mas no atual cenário de cortes em investimentos destinados a essa área, quais são as perspectivas para a cultura na cidade? Para debater esse tema, o USP Analisa exibe nesta semana a primeira parte de uma entrevista com o presidente da Fundação Educandário Coronel Quito Junqueira, Marcos Awad, e com o presidente do Cineclube Cauim, Fernando Kaxassa.</p>
<p>Para Kaxassa, o grande diferencial de Ribeirão em relação a outras cidades de mesmo porte é a união da classe artística, que começou com o objetivo de salvar o Theatro Pedro II, após um grande incêndio na década de 80. “Nós criamos uma festa em maio de 1994, a Festa das Artes. Foi uma festa de 24 horas que levou mais de 50 mil pessoas ao Morro de São Bento naquela época. Foi quase uma virada cultural. Aliás, tem ex-secretários da cultura do Estado daquela época que falam que a primeira Virada Cultural foi a Festa das Artes em Ribeirão Preto. Isso juntou muito o pessoal e não foi à toa. Cerca de 90% dos grupos culturais que existem hoje vêm daquela época”, conta.</p>
<p>Awad também destaca o papel da Fundação Educandário na promoção da cultura em Ribeirão, principalmente da literatura, por meio da Biblioteca Sinhá Junqueira, que foi restaurada e entregue à comunidade em fevereiro. “O Estado tem uma série de limitações, então para nós é muito gratificante complementar o papel do Estado oferecendo um equipamento moderno como a Biblioteca. O resultado que a gente tem visto até agora é muito interessante e mostra a carência desse tipo de equipamento na cidade. A maneira como as pessoas estão frequentando, pegando os livros emprestados, usando todos os recursos da biblioteca, mostra a carência que um equipamento desse tinha na nossa cidade. Então vale muito a pena. É um gasto a fundo perdido, mas tem que ser encarado pelo impacto sociocultural que isso causa”.</p>
<p>A primeira parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (15), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (19), a partir das 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de <em>streaming</em><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"> iTunes</a> e <a href="https://open.spotify.com/show/3xuFerZEzUBiPWlUQXNarx?si=S_bMsOV4TUO54SLglByYNA">Spotify</a>. O <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-04-15T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-debate-autonomia-universitaria">
    <title>USP Analisa debate autonomia universitária</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-debate-autonomia-universitaria</link>
    <description>Autores de livro sobre o tema discutem ainda desafios para a gestão das universidades paulistas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/muzydrugowichbymarialeonordecalasans.jpg/@@images/5ddf10ad-407e-4288-bf73-ea4a26cbdd48.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Publicado em 1989, o Decreto 29.598 deu autonomia às universidades públicas paulistas sobre as áreas didático-pedagógica, administrativa e de gestão financeira. Trinta anos depois, o tema ainda suscita debates não apenas na comunidade universitária, mas na sociedade como um todo. Para discutir esse assunto, o USP Analisa desta semana traz José Roberto Drugowich e Paulo de Tarso Artencio Muzy, autores do livro <i>Os Desafios da Autonomia Universitária – História Recente da USP</i>, que conta os bastidores da publicação desse decreto e faz uma análise da autonomia universitária e da gestão na USP.</p>
<p>Eles destacam que o decreto possibilitou o fim de entraves a diversas atividades das universidades. “As universidades viviam até aquele momento da mesma forma que as secretarias: eram autarquias especiais, porém não tinham orçamento maleável, era um orçamento autorizado pela Assembleia. Durante o ano, qualquer mudança, variação, projeto novo, investimento precisava de autorização do governo. Então era uma negociação feita caso a caso, que exigia dos reitores um trabalho bastante complicado”, explica Drugowich.</p>
<p>Muzy lembra ainda que embora possa representar a possibilidade de obter novas fontes de financiamento para a universidade, a autonomia não deve ser discutida somente sob o ponto de vista financeiro. “O que a autonomia oferece é a capacidade da universidade se relacionar diferentemente com a sociedade, os setores produtivos e o governo para, por exemplo, encontrar fontes novas de financiamento. Isso é perfeitamente possível hoje. Essas medidas têm que ser olhadas num outro contexto, o contexto de uma gestão autônoma. E aí sim eu digo que isso é um desafio para a universidade”, diz.</p>
<p>O programa vai ao ar na Rádio USP em três horários: sexta (5) às 11h30 (somente para Ribeirão Preto), quarta (10) às 21h e domingo (14) às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-03T17:44:31Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-centro-de-pensamento-sobre-o-pais">
    <title>Um centro de pensamento sobre o País</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-centro-de-pensamento-sobre-o-pais</link>
    <description>Importância da Academia Brasileira de Ciências e o panorama científico atual são os temas do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/abc.jpg/@@images/74869c37-39a0-4b6d-b49d-7eda0232fe0f.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Criada há mais de um século, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) contribui para o País não apenas como um órgão representativo da comunidade científica, mas principalmente atuando em discussões sobre temas importantes que resultam até mesmo em políticas públicas. Para falar sobre a importância da ABC e sobre o atual cenário brasileiro da ciência e tecnologia, o USP Analisa traz nesta semana o presidente da instituição, o físico Luiz Davidovich.</p>
<p>“De fato, eu considero a Academia Brasileira de Ciências como um centro de pensamento sobre o País, que congrega os melhores profissionais. Eu não tou falando somete de membros da academia. A gente conclama os especialistas a participar. Recentemente, nós fomos convocados pelo ministro de Minas e Energia, almirante Bento [Albuquerque], a colaborar com uma análise do que aconteceu na represa de Brumadinho e já formamos um grupo de engenheiros especializados no assunto”, afirma.</p>
<p>Davidovich destaca também a necessidade de se aumentar os investimentos em ciência e tecnologia como fundamental para retomar o crescimento econômico e cita exemplos internacionais. “A China está com pouco mais de 2% do PIB investido em ciência e tecnologia e quer chegar, em 2020, a 2,5%. Diante da crise global, eles têm problemas imensos, problemas de inclusão social até piores do que nós temos aqui no Brasil, porque a população é muito grande. No entanto, investem em pesquisa e desenvolvimento. E a perspectiva deles é interessante, porque não investem somente em aplicações que a gente sabe que vão dar certo. Eles estão apostando muito em pesquisa de risco, porque sabem que ela pode trazer os maiores retornos para o investimento”.</p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta quarta (20), às 21h, e no domingo (24), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-18T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/terceiro-setor-complementa-servicos-publicos-mas-falta-apoio">
    <title>Terceiro setor complementa serviços públicos, mas falta apoio</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/terceiro-setor-complementa-servicos-publicos-mas-falta-apoio</link>
    <description>Ausência de cultura de doação, tributação e desconfiança em relação a ONGs dificultam atuação</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/hands1939895_1280.jpg/@@images/138f0efe-98e9-400a-a307-2ea7672f4c33.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Associações e fundações sem fins lucrativos popularmente conhecidas como organizações não-governamentais (ONGs) são fundamentais para complementar serviços de educação, saúde ou assistência social que, muitas vezes, o poder público não consegue disponibilizar de forma ampla. Para falar sobre a importância do terceiro setor e o impacto dele na vida do cidadão, o USP Analisa desta semana conversa com o jornalista, educador e consultor Fernando Rossetti Ferreira.</p>
<p>Segundo ele, essas organizações são basicamente constituídas por indivíduos da sociedade civil que se unem para cuidar do bem comum, sem necessidade de interferência do governo. “Elas cumprem várias funções, desde identidade, como o Centro da Cultura Gaúcha. Por outro lado, você tem toda uma linhagem de organizações que trabalha exatamente nas políticas públicas, seja apoiando ou até executando. Aqui no Estado de São Paulo você tem muitas organizações sociais fazendo serviço de saúde, educação ou cultura. São organizações sem fim de lucro, mas que estão trabalhando com dinheiro público para entregar uma política pública que às vezes o governo pode achar que é melhor feito sem ser por um órgão público, sendo uma organização da sociedade civil”.</p>
<p>Embora o terceiro setor auxilie o governo na prestação desses serviços, Ferreira lembra que a desconfiança despertada pela investigação da atuação de algumas organizações por comissões parlamentares de inquérito e também pela falta de incentivo às doações para essas entidades acabam prejudicando a atuação delas.</p>
<p>“O Brasil, também na legislação, joga contra a doação. Nos Estados Unidos, por exemplo, se você doa o dinheiro para uma ONG, você não paga imposto nenhum. Se você dá o dinheiro para o seu filho, você paga um imposto muito alto. No Brasil, a mesma coisa é tributada igual. Tem um certo desincentivo à doação, porque eu pago 4%, aqui no Estado de São Paulo, na doação para uma ONG e 4% na doação de dinheiro pro meu filho. Então eu não tenho estímulo algum a pegar uma parte da minha riqueza, digamos, e colocar na sociedade civil. Se você tivesse uma tributação bem mais alta no imposto de herança e nenhuma tributação para doação à organização civil, você tenderia a atrair mais dinheiro”, diz ele.</p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta quarta (29), às 18h05, com reapresentação no domingo (2), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Terceiro Setor</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-28T18:38:41Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/teoria-da-evolucao-ainda-e-cercada-por-interpretacoes-equivocadas">
    <title>Teoria da Evolução ainda é cercada por interpretações equivocadas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/teoria-da-evolucao-ainda-e-cercada-por-interpretacoes-equivocadas</link>
    <description>Pesquisadores do projeto Ilha do Conhecimento discutem esse tema no USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_evolucao.jpg/@@images/6903befa-5dd6-4607-8e17-97a1a2d1e709.jpeg" style="float: left; " title="" class="image-inline" alt="" />Mais de um século e meio após sua publicação, a obra “A Origem das Espécies”, que revolucionou o que se sabia até então sobre o surgimento e a evolução dos seres humanos, ainda hoje é tema de muitas discussões. Para falar sobre as ideias de Charles Darwin, autor dessa obra, e sobre o que é a Teoria da Evolução, o USP Analisa desta semana recebe os pesquisadores e integrantes do projeto Ilha do Conhecimento Caio de Oliveira e Gabriel de Souza Ferreira.</p>
<p>Embora a evolução seja popularmente vista como algo positivo, os pesquisadores explicam que nem sempre as adaptações trazidas por ela são, de fato, vantajosas para algumas espécies. “Um exemplo icônico é a cauda do pavão, que tem a função de atrair as fêmeas da mesma espécie. Funciona bem para isso, mas você consegue enxergar muito bem um pavão no meio da floresta. Por um lado, é muito positivo, mas por outro, de certa forma, é bastante danoso, prejudica um pouco o voo e tem um custo energético para construir toda aquela estrutura”, explica Ferreira.</p>
<p>Segundo Oliveira, um equívoco bastante comum em relação à evolução é a interpretação de uma das imagens mais representativas dessa teoria, conhecida como <i>Marcha para o Progresso</i>. “Primeiro, ela traz aquela sensação de escala evolutiva, de que as espécies estão evoluindo para chegar no homem, que seria o topo dessa escala. Na verdade, todas as espécies estão igualmente evoluídas numa escala de tempo, e cada uma melhor adaptada para os desafios que enfrenta. Além disso, existe uma diferença da descendência direta, que seria a gente achar que veio do chimpanzé, para a questão que a biologia realmente traz da ancestralidade comum. A relação que de fato nós temos com o chimpanzé é um ancestral comum”.</p>
<p>O programa vai ao ar pela Rádio USP nesta quarta (13) às 21h e no domingo (17) às 11h30. O <a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa"><span style="text-decoration: underline;">USP Analisa</span></a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-11T17:00:30Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/telemedicina-supera-distancias-para-levar-saude-a-populacao">
    <title>Telemedicina supera distâncias para levar saúde à população</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/telemedicina-supera-distancias-para-levar-saude-a-populacao</link>
    <description>Especial do USP Analisa discute a importância dessa ferramenta em entrevista com professor da FMRP
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-95d58220-7fff-a758-9810-476fc50f642e"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/doctor5342890_1920.jpg/@@images/073cf494-c1fd-463e-bed2-78b318af6c6e.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Uma ferramenta fundamental para cuidar da saúde das pessoas quando a distância é um fator limitante, a telemedicina ganhou uma importância ainda maior no Brasil devido à necessidade de isolamento social trazida pela pandemia de covid-19. Para falar sobre esse tema, o USP Analisa exibe a partir de hoje uma entrevista especial em três programas com o docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Paulo Mazzoncini de Azevedo Marques.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que a telemedicina não é um processo novo. Há relatos de uso dessa técnica inclusive durante a Guerra de Secessão dos Estados Unidos, por meio do telégrafo. “O grande fato é que, hoje, se a gente pensar principalmente numa estrutura como a gente tem no Brasil, em que você tem um Sistema Único de Saúde que é distribuído e hierarquizado, o fato de você poder utilizar essas tecnologias pode ter um impacto muito importante. Fundamentalmente o que que a telemedicina vai propiciar é uma maior possibilidade de acesso à saúde de pessoas que hoje talvez não consigam ter esse acesso devido a questões, por exemplo, de estarem muito distantes dos centros de referência onde elas podem ser atendidas”, diz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Marques destaca que há duas iniciativas importantes no Brasil, tanto na área de telemedicina, que envolve o cuidado do paciente, quanto de telessaúde, que é um termo mais amplo e também envolve a formação continuada do profissional de saúde. Uma dessas iniciativas é o Telessaúde Brasil Redes, criado em 2007, que hoje já oferece teleconsultoria em 1500 unidades básicas de saúde do País.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Em 2007 foi criado um projeto piloto com alguns estados montando o que a gente chama de núcleo de telessaúde dentro de hospitais universitários, que são hospitais de referência, e fazendo a conexão via redes cabeadas ou por rádio com os serviços de atenção básica de saúde, para que o profissional que está no hospital, que é especializado, possa dar um suporte na tomada de decisão para o médico que está tratando lá na ponta, na atenção primária, que geralmente é um médico de saúde da família ou um clínico. E em algumas situações, você precisa da opinião de um médico especialista”, diz o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outra iniciativa, segundo o professor, que complementa o Telessaúde Brasil Redes, é a rede Universitária de Telemedicina (RUTE). Trata-se de uma rede que conecta hospitais universitários e centros de pesquisa com foco na formação continuada do profissional de saúde. “Ela então propicia a conectividade para que você crie grupos de estudo e de discussão de casos dentro dos hospitais. E essa é uma iniciativa muito grande, hoje a RUTE já já tem aproximadamente 139 núcleos dentro de hospitais e institutos de pesquisa no Brasil todo, com um total aí de 55 grupos de trabalho que discutem assuntos diversos relacionados à saúde”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A primeira parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (4), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (8), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>telemedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-04T01:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/suicidio-e-suas-causas-sao-tema-do-usp-analisa">
    <title>Suicídio e suas causas são tema do USP Analisa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/suicidio-e-suas-causas-sao-tema-do-usp-analisa</link>
    <description>Programa entrevista a docente da EERP-USP Kelly Vedana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/20180925_01_KellyGrazianiGiaccheroVedana.jpg/@@images/631cce83-246e-4603-b550-458528b72ec2.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Falar sobre suicídio foi considerado um tabu durante muito tempo. Atualmente, com o crescimento das mortes entre jovens em decorrência desse problema, o tema passou a ser mais abordado como forma de prevenção. Para discutir esse assunto, o USP Analisa desta semana recebe a professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP Kelly Graziani Giacchero Vedana.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Ela explica que o suicídio tem múltiplas causas, tanto entre adultos quanto jovens. Enquanto transtornos mentais, histórico de violência e doenças incuráveis são desencadeadores do problema na população em geral, fatores como bullying, impulsividade e dificuldade de lidar com as próprias emoções aparecem entre as faixas etárias menores. “</span><span>O sofrimento não tem cara e quando a gente olha para um adolescente cheio de vida, bonito, com várias características que muitas vezes não revelam esse sofrimento, a identificação fica mais difícil“, afirma a docente.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Além da prevenção, ela destaca a necessidade de suporte às famílias que perderam um ente em virtude de suicídio. “Na nossa sociedade, hoje, temos uma grande dificuldade de lidar com assuntos que envolvem a morte, o suicídio e o luto relacionado ao suicídio. Ele ainda é mais complexo que outras formas de luto. A pessoa que perde alguém está diante de dois tabus: a morte e o suicídio. Às vezes, as outras pessoas próximas se afastam um pouco por não saberem como lidar. Essa pessoa precisa ser apoiada, porque a tendência é que a dor dela se torne, sim, mais suportável, que ela consiga ressignificar, lidar com aquela experiência e seguir em frente”.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; ">O programa vai ao ar na Rádio USP em três horários: sexta (28) às 11h30 (somente para Ribeirão Preto), quarta (3) às 21h e domingo (7) às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-27T16:58:09Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/sociedade-e-quem-mais-ganha-com-embrapii-em-ribeirao-diz-professor">
    <title>Sociedade é quem mais ganha com Embrapii em Ribeirão, diz professor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/sociedade-e-quem-mais-ganha-com-embrapii-em-ribeirao-diz-professor</link>
    <description>Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial terá nova unidade na FMRP, que vai atuar no desenvolvimento de fármacos e biofármacos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e083214f-7fff-33cd-29de-7748579cd8e6"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome79.png/@@images/838080c4-59e7-490a-a49b-451aa9ad318b.png" alt="" class="image-left" title="" />A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) chegou recentemente a Ribeirão Preto, graças ao credenciamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP. A unidade vai atuar no desenvolvimento de fármacos e biofármacos, o que deve trazer uma série de impactos positivos para a cidade e a região. Para entender quais serão eles, o USP Analisa entrevista em seu podcast o professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e diretor-geral dessa nova unidade da Embrapii, Fernando de Queiroz Cunha.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No trecho que vai ao ar nesta semana na Rádio USP, ele explica o que é e como funciona a Embrapii. “Ela é uma organização social criada em 2013 que tem um arranjo público, mas uma menor burocracia no encaminhamento das suas ações. Ela faz contrato com órgãos de governo, por exemplo o Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério da Saúde, Ministério da Educação, instituições de governo que têm também a finalidade de desenvolvimento de pesquisa e inovação no país. Através desses contratos, a Embrapii consegue recursos financeiros para desenvolver projetos específicos”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo ele, antes da Embrapii, instituições de pesquisa precisavam entrar em contato diretamente com o setor privado para fechar parcerias e financiar o desenvolvimento de fármacos. Agora, a Embrapii faz a intermediação e entra com um terço dos recursos, o que estimula ainda mais essas parcerias.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O setor privado ganha? Ganha muito. Nós ganhamos? Ganhamos também. E quem mais ganha? A sociedade, porque a partir do momento que nós desenvolvermos novos fármacos, ela terá um melhor atendimento. Além disso, vão se vender muito mais medicamentos. Pagam-se impostos sobre os medicamentos que são vendidos e esses impostos retornam à sociedade. Ou seja, nós criamos um círculo virtuoso em que aparentemente todos ganham. Essa é a ideia da Embrapii”, diz o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho da entrevista, que pode ser acessada na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span> e </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-04-06T18:00:46Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/serie-especial-discute-importancia-das-regioes-metropolitanas">
    <title>Série especial discute importância das regiões metropolitanas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/serie-especial-discute-importancia-das-regioes-metropolitanas</link>
    <description>USP Analisa mostra, em seis programas, o que o fato de integrar essa formação muda na vida da sociedade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/800pxPrdios_em_Ribeiro_Preto_SP_credito.jpg/@@images/3d06e194-6125-4cb3-b41a-17757fa9acda.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Ribeirão Preto e São Paulo integram duas das maiores regiões metropolitanas do País. Mas, na prática, o que o fato de fazer parte de uma região metropolitana muda na vida do cidadão? Para responder a essa pergunta, o USP Analisa inicia hoje uma série de seis programas, com entrevistados nos níveis federal, estadual, regional e municipal. A iniciativa tem a parceria da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP e conta com a participação, em estúdio, do docente Erasmo José Gomes.</p>
<p style="text-align: justify; ">No primeiro programa, o subsecretário de Assuntos Metropolitanos do Estado de São Paulo, Edmur Mesquita explica como funcionam as regiões metropolitanas e o processo de implantação delas no Estado de São Paulo. Segundo ele, a forma como essas regiões são previstas na Constituição permite pensar o planejamento e produzir soluções em diversas áreas.</p>
<p style="text-align: justify; ">“As grandes experiências que ocorrem hoje no mundo, especialmente na Europa com as regiões metropolitanas e nos Estados Unidos com os condados, são semelhantes ao que está sendo desenvolvido hoje no Estado de São Paulo”, diz ele.</p>
<p style="text-align: justify; ">O programa vai ao ar na Rádio USP nesta sexta (10), a partir das 12h, com reapresentação na quarta (15), às 21h, e no domingo (19), às 11h30. O <a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">USP Analisa</span></a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-08T16:19:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/serie-discute-origens-e-perspectivas-da-democracia">
    <title>Série discute origens e perspectivas da democracia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/serie-discute-origens-e-perspectivas-da-democracia</link>
    <description>USP Analisa traz historiador e docente da FDRP-USP para debater o tema; primeiro programa aborda o surgimento desse sistema político</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/pnyxhillAtenascrditoWikimediaCommons.png/@@images/558f5346-7cc2-4501-8f5d-fa2548fd86e6.png" alt="" class="image-left" title="" />Democracia foi uma palavra bastante presente no noticiário brasileiro em 2018, tanto em virtude da realização de eleições, quanto das comemorações dos 30 anos da Constituição de 1988 e até mesmo pelo questionamento de muitas pessoas sobre a eficácia desse sistema político. Para abrir a temporada de programas de 2019, o USP Analisa traz esse tema para discussão em uma série especial de três programas com o professor, historiador e ex-vereador de Ribeirão Preto Gilberto Abreu e o docente da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Nuno Manuel Morgadinho dos Santos Coelho.</p>
<p>A série vai abordar as origens da democracia, seu desenvolvimento no Brasil e seu reflexo na atualidade. No primeiro programa, os professores falam sobre o surgimento desse sistema político em Atenas, na Grécia Antiga, e suas relações com o conceito de república, instituído em Roma.</p>
<p>“Quando olhamos para o passado, podemos pensar: Atenas não era uma cidade democrática porque as mulheres não participavam [das decisões], porque os estrangeiros não participavam, porque havia escravos. Mas nós estamos falando de uma civilização antiga que, comparada a todas as suas contemporâneas, é absolutamente diferente, tinha uma singularidade da qual eles, gregos, em especial os atenienses, se orgulhavam. Era uma cidade formada por cidadãos que precisavam preencher pura e simplesmente a condição de cidadania para poder participar igualmente de todos os cargos políticos”, lembra Morgadinho.</p>
<p>Considerando a relação entre a democracia e a república, Abreu destaca que são sistemas complementares, já que o conceito de república foi criado pelos romanos a partir dos princípios da isonomia e da igualdade. “A ideia de república vai permear toda a história, sobretudo do ocidente, e vai criar inclusive uma grande discussão posterior, que é se a república, por extensão à democracia, poderia ser estabelecida em territórios muito grandes. Isso só vai acontecer no século XVIII, quando num gesto também ousado, os americanos vão criar a primeira república num território muito extenso. Todos os exemplos anteriores de existência republicana só foram possíveis em cidades, em cidades-estado, que não abrangiam um território muito grande. Porque o essencial na democracia é a participação do cidadão. E a grande questão era: em um território muito extenso, a participação será efetiva de todos?”, diz o historiador.</p>
<p>O programa vai ao ar na Rádio USP nesta sexta (1º) às 12h, na quarta (6) às 21h e no domingo (10) às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-01-31T19:59:25Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/segregacao-da-mulher-na-ciencia-dificulta-construcao-do-conhecimento">
    <title>Segregação da mulher na ciência dificulta construção do conhecimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/segregacao-da-mulher-na-ciencia-dificulta-construcao-do-conhecimento</link>
    <description>Para professoras, incentivo à liderança e maior discussão sobre o tema são necessários para estimular protagonismo científico feminino</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-9e7fd392-7fff-682d-34b5-173d09eb9a08"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_microbiologist1332376_1920.jpg/@@images/9a99ddb6-134f-4292-8e79-524267f6f7f1.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Integrantes de uma listagem de 250 pesquisadoras que se destacam no cenário científico nacional produzida pelo projeto Open Box da Ciência, as professoras da USP Ribeirão Preto Elaine Del Bel e Carla Ventura têm em comum o propósito de motivar suas alunas a seguirem na carreira científica. Na segunda parte da entrevista ao USP Analisa, elas falam das pesquisas que realizam, do reconhecimento obtido por esse trabalho e do que falta na ciência nacional para que mais mulheres queiram integrar esse universo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Elaine destaca que uma política específica de cotas femininas e um maior incentivo à liderança feminina poderiam trazer bons resultados. “Aprendi que ter cotas não significa que vão te colocar lá como um favor. É uma cota considerando o mérito da pessoa. Porque muitas vezes as mulheres estão ali [concorrendo] com os homens, mas existe uma preferência [por eles]. Por que não existir cotas [para mulheres] e por que não criar essa discussão, de tudo o que a mulher pode conseguir, de tudo o que ela pode ser, de aprender a ser uma líder e aprender a assumir posições de liderança?”, diz ela, que integra o quadro de docentes da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Eu acho que é importante primeiro a gente reconhecer que ainda existem essas desigualdades com relação à participação da mulher, e buscar meios, estratégias, que nós possamos ter espaços de discussão e que a gente consiga chegar a soluções conjuntas para lidar com essa questão. Mas se a gente não falar sobre isso, fica difícil. Quanto mais a gente segrega a mulher, mais difícil vai ficar essa diversidade na construção do conhecimento de uma forma geral”, afirma Carla, que é professora na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (6), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (10), a partir das 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/3xuFerZEzUBiPWlUQXNarx?si=S_bMsOV4TUO54SLglByYNA"><span>Spotify</span></a><span>. O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
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      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-04T20:45:38Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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