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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 11 to 25.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cop30-ecossistemas-marinhos">
    <title>Rumo à COP30: Avaliações Integradas de Ecossistemas Marinhos - Lançamento de Plataforma Educativa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cop30-ecossistemas-marinhos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A cooperação internacional é fundamental para atingirmos objetivos de desenvolvimento sustentável, principalmente no que se refere às questões do oceano e das mudanças climáticas globais.</p>
<p>O consórcio <a class="external-link" href="https://missionatlantic.eu/">Mission Atlantic</a>, composto por 34 instituições líderes em pesquisa, vem realizando avaliações integradas em diversos ecossistemas ao longo do Oceano Atlântico. O foco nas mudanças climáticas e nos impactos antrópicos tem permitido a aplicação conjunta de métodos inovadores.</p>
<p>Nesse contexto, a Universidade de São Paulo co-liderou o grupo dedicado à Construção de Capacidades, e, nesta ocasião, será lançada a plataforma educativa (<i>e-learning series</i>) co-produzida por 10 parceiros internacionais e disponibilizada pelo <span><a class="external-link" href="https://www.ices.dk/Pages/default.aspx">International Council for the Exploration of the Sea (ICES)</a></span>.</p>
<p><b>A plataforma</b> <a class="external-link" href="https://youtube.com/playlist?list=PLuaWAhFrworNLis4RTYYBpr9oiuzuC51X&amp;si=aJEl-tnLB-hYFOK_"><b>“Integrated Ecosystem Assessment e-learning series” </b></a>prevê a discussão sobre a importância deste tipo de procedimento (avaliação integrada do ecossistema), assim como do material educativo associado, no contexto da agenda prevista para a COP30 e no pós-COP30.</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS14 - Vida na Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cooperação Internacional</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-09-30T12:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/futuro-das-comunidades-pesqueiras">
    <title>Pesquisa analisa os efeitos do aquecimento dos oceanos na vida das comunidades marítimas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/futuro-das-comunidades-pesqueiras</link>
    <description>Maria de los Angeles Gasalla, docente do Instituto Oceanográfico (IO) da USP, participou do Programa Ano Sabático no IEA de março de 2016 a fevereiro de 2017.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maria-de-los-angeles-gasalla-2" alt="Maria de los Angeles Gasalla" class="image-inline" title="Maria de los Angeles Gasalla" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Maria de los Angeles Gasalla</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Durante ano sabático no IEA, terminado em fevereiro, a professora </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-de-los-angeles-gasalla" class="external-link">Maria de los Angeles Gasalla</a><span>, do Instituto Oceanográfico (IO) da USP,</span><span> executou algumas etapas fundamentais do projeto "Futuro das Sociedades Dependentes do Mar: Mudanças Climáticas, Desigualdades, e Cooperação em Sistemas Socioecológicos Complexos".</span></p>
<p><span>Uma delas foi organizar, em parceria com o antropólogo ambiental Fabio de Castro, da Universidade de Amsterdam, Holanda, uma </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/maritime-studies-edicao-tematica/" class="external-link">edição especial latino-americana da revista "Maritime Studies"</a><span> sobre visões inovadoras da pesca em pequena escala no Brasil, Chile, Uruguai, México, Equador, Bolívia e Colômbia.</span></p>
<p>Para Gasalla, esse trabalho é um marco em sua carreira, pois de alguma forma consolida sua vocação interdisciplinar, uma vez que que a "Maritime Studies" é um periódico tipicamente da área de ciências sociais.</p>
<p>Ela avalia como "muito positiva" a experiência de participar do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-em-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a>, pois a estada no IEA lhe permitiu avançar em seu projeto de pesquisa e repensar sua atuação profissional, "a partir da perspectiva das interações entre as disciplinas - e do aprofundamento nelas -, transcendendo a superficialidade muitas vezes proposta pelos desafios ditos interdisciplinares".</p>
<p>Outro benefício do programa, segundo Gasalla, é possibilitar o contato com a ampla gama de eventos acadêmicos realizados pelo Instituto. Isso enriqueceu sua "visão sobre a universidade e seu relevante papel social" e suscitou muitas ideias para "futuras interações com pesquisadores de outras áreas do conhecimento, tanto das ciências quanto das humanidades".</p>
<p>A produção bibliográfica de Gasalla durante o período sabático envolveu a produção de vários outros textos além da edição temática da "Maritime Studies". C<span>omo integrante de uma equipe internacional, ela participou da </span><span>conclusão do </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/explaining-ocean-warming-capitulo-4.5" class="external-link">capítulo</a><span> sobre efeitos do aquecimento global dos oceanos na produção pesqueira e na segurança alimentar para o </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/explaining-ocean-warming-iucn" class="external-link">relatório global</a><span> da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). (</span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/relatorio-da-iucn-sobre-aquecimento-dos-oceanos-tem-contribuicao-de-pesquisadora-do-iea" class="external-link"><i>Leia notícia sobre a publicação.</i></a><span>)</span></p>
<p>Ela também liderou a redação de outros dois textos: um capítulo sobre mudanças climáticas na pesca e aquicultura no Brasil, em conjunto com um pesquisador da UFRGS e outro da USP, a sair em livro da editora Blackwell-Wiley sobre mudanças climáticas globais; e artigo (com seus alunos do IO-USP) sobre mudanças climáticas e recursos pesqueiros (submetido a periódico e em estágio avançado de revisão).</p>
<p>Uma atividade fundamental para direcionamento científico da pesquisa foi o trabalho que ela desenvolveu com físicos e oceanógrafos para o "downscaling" (aplicação em escala reduzida) de modelos climáticos biogeoquímicos globais, de modo a compreender o que se passa nas áreas oceânicas adjacentes à costa brasileira.</p>
<p>A participação em três encontros internacionais também consta da agenda de atividades de Gasalla em 2016. Ela apresentou três comunicações orais no <a class="external-link" href="https://wcfs.fisheries.org/7th-world-fisheries-congress-2016-busan-korea/">7º Congresso Mundial de Pesca</a>, em Busan, Coreia do Sul, em maio; proferiu palestra na <a class="external-link" href="http://www.fishadapt.com/modules/conference/"><span>Conferencia Global da FAO sobre Adaptacão às Mudanças Climáticas na Pesca e Aquicultura</span></a>, realizada em Bangcoc, Tailândia, em agosto; e foi a representante brasileira em reunião em Madagáscar do <span>projeto </span><a class="external-link" href="http://www.espa.ac.uk/projects/ne-m007545-1">Oportunidades de Aprendizagem Global para a Adaptação Regional ao Oceano Índico</a><span> (Gloria, na sigla em inglês), financiado pelo </span><a class="external-link" href="http://www.espa.ac.uk/">Serviços de Ecossistemas para a Atenuação da Pobreza</a><span> (Espa, na sigla em inglês)</span></p>
<p><span>O período sabático propiciou ainda condições para que ela realizasse outras atividades acadêmicas, como finalizar o trabalho de coordenação de um projeto temático da Finep, produzir o </span><a class="external-link" href="http://labpesq.io.usp.br">site do Laboratório de Ecossistemas Pesqueiros (LabPesq) do IOUSP</a><span>, colaborar com o Núcleo de Solidariedade Técnica da UFRJ e realizar trabalho de campo com sua equipe em algumas comunidades costeiras contempladas pelo projeto que coordena no </span><span><a class="external-link" href="http://www.fapesp.br/6857">Belmont Forum/Fapesp</a>.</span></p>
<p>Além das futuras publicações citadas, Gasalha também redigirá artigo com resultados de seu projeto no Programa Ano Sabático para a revista "Estudos Avançados", do IEA, e está organizando o workshop educativo <i><a class="external-link" href="http://www.io.usp.br/index.php/avisos/gerais/951-climate-change-and-the-ocean-education-workshop">Mudanças Climáticas e os Oceanos</a></i>, a ser ministrado por professoras da <span>Universidade da Califórnia em Berkeley, EUA, de </span><span>21 a 23 de março, no IO-USP.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesca</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-14T14:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ola-ocean-litteracy-workshop-30-e-31-de-maio-de-2019">
    <title>OLA! Ocean LitterAcy Workshop - 30 e 31 de maio de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ola-ocean-litteracy-workshop-30-e-31-de-maio-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-30T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ola-ocean-litteracy-workshop">
    <title>OLA! Ocean LitterAcy Workshop</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ola-ocean-litteracy-workshop</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este evento visa a criação de um espaço para promover uma rede de grupos de pesquisa, profissionais e demais interessados, principalmente do Brasil e do Reino Unido, que tenham experiência em iniciativas relacionadas ao lixo marinho e sua limpeza (e/ou ciência cidadã).</p>
<p>Serão examinadas e discutidas as iniciativas existentes, os benefícios e aplicações percebidas, juntamente com as reservas que precisam ser superadas. Também será discutido e analisado como a limpeza e a ciência cidadã podem atuar como ferramenta útil para entender o lixo marinho e incentivar mudanças de comportamento na sociedade.</p>
<p>Com base nas conclusões deste workshop interativo, espera-se produzir orientações escritas com as medidas necessárias para maximizar a utilidade dos projetos de ciência dos cidadãos da comunidade de lixo marinho para todos os envolvidos (cientistas, voluntários e profissionais).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-06T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/of-systems-networks-and-people">
    <title>Of Systems, Networks and People: Social Energy for the Self-organization of Sustainable Human-nature Relations</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/of-systems-networks-and-people</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Marion Glaser lidera o <a class="external-link" href="https://www.leibniz-zmt.de/en/marine-tropics-research/organisation/scientific-departments/social-sciences/wg-social-ecological-systems-analysis.html?layout=default">Grupo de Análise de Sistemas Sócio-Ecológicos</a> no <a class="external-link" href="https://www.leibniz-zmt.de/en/">ZMT Leibniz Centre for Tropical Marine Research</a> e leciona na <a class="external-link" href="https://www.uni-bremen.de/en.html">Universidade de Bremen</a>.</p>
<p><span>Sua pesquisa analisa a governança e a gestão dos sistemas socioecológicos costeiros e marinhos, concentrando-se nos potenciais transdisciplinares de agentes e na análise de redes. </span></p>
<p><span>Nesse evento ela irá discutir, com três exemplos de casos de sua pesquisa (Indonésia, Belize e Brasil), a criação e o desaparecimento da energia social para relações homem-natureza sustentáveis.</span></p>
<p><span><strong>Exposição</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marion-glaser" class="external-link">Marion Glaser</a> (Leibnitz Centre e University of Bremen)</p>
<p><span><strong>Coordenação</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/klaus-frey" class="external-link">Klaus Frey</a><span> (PGT/UFABC) – </span><i>Governança Multinível e planejamento: desafios para a governança ambiental da MMP</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rede de Cooperação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-04T20:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/oceano-alem-da-costa">
    <title>Oceano Além da Costa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/oceano-alem-da-costa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-ac1aeb49-7fff-b518-43b8-f3c582ed1bb5"><span>Os oceanos são importantes fontes de bem-estar para a humanidade. Afinal, eles armazenam carbono e produzem oxigênio, estabilizando o clima, e também são responsáveis por fornecer recursos alimentares, minerais, energéticos, recreativos e culturais. As Nações Unidas, inclusive, declararam 2021-2030 a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável, com o objetivo de criar uma estrutura que possibilite a todos os países atingir as prioridades da Agenda 2030 relacionadas aos oceanos. Para debater esse tema, o grupo de divulgação científica Ilha do Conhecimento, a Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano e a Liga das Mulheres pelo Oceano promovem nos dias 19 e 20 de outubro, a partir das 19h, o webinar </span><span><strong>Oceano Além da Costa</strong></span><span>.</span></span></p>
<p><strong>Debatedores</strong></p>
<p><span><span id="docs-internal-guid-d1094e87-7fff-06d0-83d0-af0d00dd431a">Karen Silverwood-Cope (MCTI)<br />Vinicios Lindoso (COI-Unesco)<br />Bárbara Lage (Unifesp)<br /></span></span><span><span id="docs-internal-guid-d1094e87-7fff-06d0-83d0-af0d00dd431a">Rodrigo Domingues (Unifesp)<br />Alexander Turra (USP)<br />Carina Oliveira (UnB)<br />Natália Resende de Souza (UFF)<br />Isabelle Leite Perez (Aqua Cuesta)<br />Mariana Graciosa Pereira (Ibama)<br />Gabriela Spuri do Vale (UFLA)<br /></span></span></p>
<p><strong><span id="docs-internal-guid-d1094e87-7fff-06d0-83d0-af0d00dd431a">Mediação</span></strong></p>
<p><span><span id="docs-internal-guid-d1094e87-7fff-06d0-83d0-af0d00dd431a">Germana Barata (Unicamp)<br /> Larisse Faroni-Perez (Instituto Geração Oceano X)</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS14 - Vida na Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-15T21:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-futuro-dos-oceanos-1">
    <title>O presente crítico e o futuro incerto dos oceanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-futuro-dos-oceanos-1</link>
    <description>O seminário "O Futuro dos Oceanos" foi realizado no dia 8 de junho, Dia Mundial dos Oceanos, e teve organização do IEA, Instituto Oceanográfico (IO) da USP e revista "Scientific American Brasil", com apoio da WWF-Brasil e do Instituto Plastivida.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/o-futuro-dos-oceanos-mesa-1" alt="O Futuro dos Oceanos - Mesa 1" class="image-inline" title="O Futuro dos Oceanos - Mesa 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O tema da mesa inicial foi "Os Oceanos e as Mudanças Climáticas"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os oceanos estão doentes. A doença é complexa e a causa são ações humanas, principalmente a emissão de gases efeito estufa, sobrepesca e descarte de lixo.</p>
<p>Os sintomas são alarmantes: acidificação, aquecimento, elevação do nível, redução da biodiversidade, contaminação, migração natural de espécies prejudicada e disseminação de espécies em lugares diferentes de seu habitat natural.</p>
<p><strong>Importância</strong></p>
<p>Pode-se dizer que uma em cada duas respirações humanas depende dos oceanos, uma vez que eles respondem por 55% do oxigênio presente na atmosfera. Eles também são essenciais para a alimentação mundial, com o consumo anual per capita de pescado tendo atingido o recorde de 20 kg em 2016, de acordo com a Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla em inglês) das Nações Unidas.</p>
<p>Os oceanos são também o lugar de maior circulação de commodities e mercadorias entre os países e seu leito é local de exploração de petróleo, gás e minérios. Tudo isso sem falar na possibilidade de descoberta de substâncias e genes que podem resultar em medicamentos e outros produtos úteis para a humanidade.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p> </p>
<h3><i>As mesas e os expositores</i></h3>
<p><strong><i>Os Oceanos e as Mudanças Climáticas</i></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/o-futuro-dos-oceanos-abertura-e-mesa-1" class="external-link">VÍDEO</a></p>
<p><i>Expositores: Tércio Ambrizzi (IO-USP), Margareth Copertino (Furg) e Régis Pinto de Lima (MMA)<br />Moderador: Alexander Turra (IO-USP)</i></p>
<p><strong><i>Vida Marinha: Como Deter a Desertificação em Curso</i></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/o-futuro-dos-oceanos-mesa-2" class="external-link">VÍDEO</a></p>
<p><i>Expositores: Cintia Miyaji (ABPS), Marcelo Kitahara (Unifesp) e Letícia Reis de Carvalho (MMA)<br />Moderador: Alfredo Nastari ("Scientific American Brasil")</i></p>
<p><strong><i><i>Áreas Marinhas Protegidas: Desafios e Perspectivas</i></i></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/o-futuro-dos-oceanos-mesa-3" class="external-link">VÍDEO</a></p>
<p><i>Expositores: Ana Paula Leite Prates (MMA), Anna Carolina Lobo (WWF-Brasil), Leandra Gonçalves (IO-USP) e Warwick Manfrinato (IEA)</i></p>
<p><i>Moderador: Alexander Turra (IO-USP)</i></p>
<p><strong><i>Sugestões para um Mar sem Lixo</i></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/o-futuro-dos-oceanos-mesa-4-e-fechamento" class="external-link">VÍDEO</a></p>
<p><i>Expositores: Alexander Turra (IO-USP), Miguel Bahiense (Instituto Plastivida) e Régis Pinto de Lima (MMA)</i></p>
<p><i>Moderador: Pablo Nogueira ("Scientific American Brasil")</i></p>
<p><i> </i></p>
<hr />
<i> </i> 
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/o-futuro-dos-oceanos-8-de-junho-de-2018" class="external-link">FOTOS</a></li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/o-futuro-dos-oceanos-lancamentos" class="external-link">Vídeo do lançamento de publicações</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para dimensionar a importância dessas pesquisas bioquímicas, basta lembrar da coleta de 6 milhões de genes de diversos organismos marinhos feita pelo bioquímico Craig Venter em seu veleiro-laboratório na década passada, com o objetivo de “construir” organismos artificiais funcionais, como uma bactéria que produza nitrogênio, um combustível não poluente.</p>
<p>Mas qual é o quadro clínico geral desse sistema tão complexo e fonte de tantos recursos e quais as possibilidades de tratamento, se não para a cura, pelo menos para a mitigação dos sintomas e suas consequências para os ecossistemas e para a vida humana?</p>
<p><strong>Seminário</strong></p>
<p>No dia 8 de maio, Dia Mundial dos Oceanos, o seminário <i>O Futuro dos Oceanos</i>, discutiu respostas para essas questões. O evento foi o 12º Seminário de Manejo Integrado, série organizada pelo Instituto Oceanográfico. Desta vez a iniciativa teve a revista “Scientific American Brasil”, o IEA e a representação da Unesco no Brasil como parceiros, além do apoio do braço brasileiro da World Wildlife Fund (WWF-Brasil) e do Instituto Plastivida.</p>
<p>O encontro teve 13 expositores, incluindo pesquisadores do IO-USP, da Universidade Federal do Rio Grande (UFRGS) e Unifesp; representantes do Ministério do Meio Ambiente; pesquisadoras da WWF-Brasil e da Associação Brasileira pela Pesca Sustentável (ABPS); e o presidente do Instituto Plastivida.</p>
<p>As discussões foram organizadas em quatro mesas temáticas:</p>
<ul>
<li>Os Oceanos e as Mudanças Climáticas: Impactos, Interações e Consequências;</li>
<li>Vida Marinha: Como Deter a desertificação em Curso;</li>
<li>Águas Marinhas Protegidas: Desafios e Perspectivas;</li>
<li>Soluções para um Mar sem Lixo.</li>
</ul>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/o-futuro-dos-oceanos-mesa-2" alt="O Futuro dos Oceanos - Mesa 2" class="image-inline" title="O Futuro dos Oceanos - Mesa 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>"Vida Marinha: Como Deter a Desertificação em Curso" foi a discussão de uma das mesas</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Mudanças climáticas</strong></p>
<p>Coube a Tércio Ambrizzi, do IO-USP e integrante do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA, apresentar um panorama geral dos efeitos das mudanças climáticas no planeta e, especificamente, nos oceanos. Segundo ele, há alterações de correntes marítimas, gelo decrescente nos polos e recordes na diminuição das áreas congeladas do Oceano Ártico.</p>
<p>O nível dos oceanos já subiu 23 cm desde o final do século 19 e deve subir de 1 m a 1,5 m se o quadro atual de aquecimento do planeta persistir, disse Ambrizzi. Ele também apontou as conexões entre o que acontece em cada oceano: “Alterações no Oceano Índico podem influenciar o clima no Brasil”, que já sobre os impactos do aumento da temperatura no Atlântico Sul, que "teve elevação recorde no primeiro quadrimestre de 2018".</p>
<p>“O futuro já chegou”, com a acidificação, o aquecimento e a elevação do nível dos oceanos afetando a biodiversidade e as comunidades costeiras, de acordo com Margareth Copertino, da Universidade Federal do Rio Grande (Furg). O Brasil está entre os dez países sujeitos a mais riscos, com a estimativa de 10 a 20 milhões de habitantes afetados, de acordo com ela.</p>
<p><span>A preparação dos municípios costeiros para as alterações marítimas é o objetivo do </span><a href="http://www.mma.gov.br/publicacoes/gestao-territorial/category/198-gestao-costeira-procosta?download=1458:programa-nacional-para-conserva%C3%A7%C3%A3o-da-linha-de-costa">Programa Nacional para a Conservação da Linha de Costa (Procosta),</a><span> homologado por portaria do MMA em março e apresentado no seminário por Régis Pinto de Lima, gerente de projetos do ministério.</span><span>As consequências das mudanças climática para a biodiversidade marinha são diversas, explica a pesquisadora: maior número de zonas mortas (que quadriplicaram nos últimos 60 anos), onde há menos de 2 mg de oxigênio por litro de água: redução de nutrientes: alteração na distribuição média de seres marinhos (deslocamento de muitos deles para águas mais frias); aumento na invasão de espécies; maior mortalidade de corais. “A costa brasileira está sujeita a níveis diferenciados de risco em função da variedade de seus ecossistemas.”</span></p>
<p>Além dos estragos causados pela elevação do nível do mar e da possibilidade de eventos extremos (como o furacão Catarina no litoral do sul do país em 2004), outro efeito das mudanças oceânicas de percepção direta pela população é a redução na quantidade e variedade do pescado disponível.</p>
<p><strong>Sobrepesca</strong></p>
<p>Essa redução não é fruto apenas das mudanças climáticas, mas também da sobrepesca. De acordo com Cintia Miyaji, da Associação Brasileira pela Pesca Sustentável (ABPS), “as previsões mais catastróficas dizem que em 2048 acabarão todas as possibilidades de pesca comercial no mundo”.</p>
<p>Ela apontou também a grande quantidade de pescado capturado nos oceanos para a produção de ração destinada a aquicultura: “Para a produção de 1 kg de salmão chileno são retirados 10 kg de peixe do mar”.</p>
<p>Cintia afirmou que a tendência no Brasil, a exemplo do que ocorre no resto do mundo, sobretudo na China e países do sudoeste asiático, é a estagnação da pesca selvagem e o crescimento da aquicultura. “Mas a situação da pesca no Brasil é mais triste, calamitosa. E não há dados desde 2008.”</p>
<p>Além da sobrepesca, seja para consumo ou produção de razão, as espécies nativas também sobre o impacto das espécies invasoras. Elas são a segunda maior causa da “redução da biodiversidade, depois da degradação ambiental, explicou Marcelo Kitahara, da Unifesp. “Elas causam prejuízo anual de US$ 300 bilhões em todo o mundo.”</p>
<p>Kitahara exemplificou com os danos causados pelo coral sol, originário das Ilhas Galápagos e de Bora Bora, e com primeiro registro no litoral brasileiro em 1980. Ele disse que as duas espécies desse tipo de coral levam à diminuição da biomassa disponível para as espécies nativas. “Nos lugares onde há saturação, as colônias começam a cair do costão e se depositam na areia, alterando o substrato e a paisagem marinha.”</p>
<p><strong>Lixo plástico</strong></p>
<p>E se não bastassem as mudanças climáticas, a sobrepesca e as espécies invasoras, os oceanos ainda padecem de serem o destino de imensa quantidade de lixo, principalmente plásticos.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/o-futuro-dos-oceanos-mesa-3" alt="O Futuro dos Oceanos - Mesa 3" class="image-inline" title="O Futuro dos Oceanos - Mesa 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong><i><strong><i>"Áreas Marinhas Protegidas: Desafios e Perspectivas": as ações governamentais e não governamentais </i></strong></i></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Alexander Turra, do Instituto Oceanográfico (IO) da USP, explicou que 80% do lixo tem origem terrestre e 20% são produzidos no próprio mar (restos de redes de pescas, saco de lixos e outros dejetos). “Cerca de 90% do lixo é de composição plástica e de origens muito diferentes.”</p>
<p>O lixo oceânico causa um prejuízo de US$ 13 bilhões por ano, afetando a pesca e o turismo e provocando a morte e ferimentos em animais ao ser ingerido ou ao enredá-los, comentou Turra.</p>
<p>Para ele, não há respostas simples sobre quem é o culpado. “A solução deve ser buscada nas diversas cadeias de valor. No entanto, a bem da verdade, o caminho deve ser o combate à pobreza e à desigualdade de renda, para não haver comunidades sem coleta de esgoto e sem tratamento de resíduos.”</p>
<p>Um dos principais temas na mídia atualmente é a presença das microesferas de plástico nas águas. A definição atual para elas é a de fragmentos de plástico com tamanho menor de 5 mm de diâmetro. Estão presentes inclusive em cosméticos. De um total de 79 mil toneladas de plástico flutuante no pacífico norte, distribuídas em 1,8 trilhão de pedaços, as microesferas respondem por 84% da massa total e 94% da quantidade, segundo Turra.</p>
<p>Letícia Reis de Carvalho, diretora de Qualidade Ambiental na Indústria do MMA, manifestou que algumas substâncias não deveriam ser colocadas no mercado, “pois ficam incontroláveis”. Para ela, a indústria tem papel imprescindível na resolução do problema.</p>
<p>Para Miguel Bahiense, presidente da Instituto Plastivida, vinculado à indústria de plásticos, “os plásticos são uma ferramenta importantíssima para o desenvolvimento sustentável”. A solução para o problema do lixo, não é o banimento de produtos de plástico, mas o consumo consciente, reuso, correta destinação de recicláveis, coleta seletiva e preparação da indústria para a reciclagem.</p>
<p>“Temos de passar para a sociedade o que está acontecendo, pois 99% dos brasileiros conhecem o lixo presente na praia, mas desconhecem o problema do lixo no mar”, comentou Régis Pinto de Lima. Ele disse que o MMA “começou a engatinhar no assunto” em 2015. “Em 2016, participamos de encontro a convite da Alemanha e do G7 e percebemos que o problema deveria ser tratado na gestão costeira, permitindo uma conectividade com aspectos das bacias hidrográficas e a gestão de resíduos sólidos.”</p>
<p><strong>Perspectivas</strong></p>
<p>Diante de um panorama tão negativo, como ficam as áreas marinhas brasileiras que precisam ser protegidas? O seminário dedicou uma de suas mesas justamente para a discussão sobre os desafios que essas áreas enfrentam e quais as perspectivas para elas.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong><i>Publicações</i></strong></p>
<p><i>Durante o seminário foram lançadas três publicações relacionadas com os oceanos:</i></p>
<p><i>"<a class="external-link" href="http://www.br.undp.org/content/dam/brazil/docs/ODS/glossarioODS14.pdf">Glossário de Termos do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14</a>", produzido pelo grupo assessor do Sistema ONU no Brasil, com apoio da USP, IO-USP, PNDU e Centro Rio+;</i></p>
<p><i>"<a class="external-link" href="http://unesdoc.unesco.org/images/0024/002493/249373por.pdf">Resumo Executivo do Relatório Mundial sobre a Ciência Oceânica</a>", traduzido pela representação da Unesco no Brasil;</i></p>
<p><i>"<a class="external-link" href="http://www.producao.usp.br/handle/BDPI/51581">Rumos da Sustentabilidade Costeira: Uma Visão do Litoral Norte</a>", de Cláudia Regina dos Santos e Alexander Turra.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A diretora do Departamento de Proteção de Ecossistemas do MMA, Ana Paula Leite Prates, tratou das perspectivas para a conservação marinha no Brasil. “Já temos legislação, projetos, mobilização e até uma brecha de vontade política, mas há ainda uma lista grande problemas a serem resolvidos, além de todos os desafios globais.”</p>
<p>Ela destacou que o Brasil antes tinha apenas 1,5% de sua Zona Econômica Exclusiva (até 200 milhas do litoral) constituído de unidades de conservação, percentual que agora passou para 27%.</p>
<p>Segundo Anna Carolina Lobo, coordenadora do Programa Marinho e Mata Atlântica do WWF-Brasil, estudos nos Estados Unidos indicam que para cada US$ 1 investido na conservação marinha há um retorno econômico de US$ 10. Ela tratou também do aumento do consumo em nível mundial, principalmente na Ásia-Pacífico, onde “3 bilhões de pessoas passaram das classes D e E para as classes B e C, com maior poder aquisitivo”.</p>
<p>O maior consumo torna imperativa a proteção de espécies em risco. “É preciso dar outras opões para que o consumidor pare de comer espécies em risco”. Duas das ações da WWF-Brasil em relação a isso são dialogar com importadores, para que comprem pescado certificado, e com a seccional paulista da Associação Nacional de Bares e Restaurantes, para que adquiram peixes diretamente de pescadores do litoral do Estado.</p>
<p><strong>Fragmentação das políticas</strong></p>
<p>Leandra Gonçalves, pesquisadora de pós-doutorado do IO-USP, afirmou que a governança e os arranjos institucionais para a conservação marinha no Brasil são prejudicados pela grande fragmentação das políticas, elevado nível de incertezas científicas e pouco envolvimento da sociedade.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/o-futuro-dos-oceanos-mesa-4" alt="O Futuro dos Oceanos - Mesa 4" class="image-inline" title="O Futuro dos Oceanos - Mesa 4" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A mesa "Sugestão para um Mar Sem Lixo" tratou principalmente da imensa quantidade de fragmentos de plástico já presente nos oceanos</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Condutas, políticas e legislação seguem, em tese, as recomendações presentes nas convenções sobre direitos do mar e sobre estoques pesqueiros migratórios, mas, na prática, a ciência não é muito ouvida na tomada de decisões, onde o poder público e interesses diversos têm pesos diferentes no processo decisório.”</p>
<p>Ela ressaltou que a maioria das políticas ambientais para o mar foram pensadas a partir da experiência em áreas terrestres. “A Política Nacional de Mudança do Clima não menciona a zona costeira e o mar, apenas cita grandes biomas naturais tidos como patrimônio nacional.”</p>
<p>Contra a fragmentação das políticas, torna-se essencial valorizar a conectividade marinha, associando zona costeira, manguezais e a dimensão vertical do mar, da superfície a seu leito, de acordo com Warwick Manfrinato, do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas do IEA.</p>
<p><strong>Conectividade</strong></p>
<p>Ele detalhou o processo de criação do Programa Conectividade de Paisagens (Conecta) no MMA, do qual foi um dos articuladores, quando estava à frente do Departamento de Áreas Protegidas do ministério. O programa foi instituído pela <a href="http://www.mma.gov.br/images/arquivos/florestas/Programa%20Conecta.pdf">Portaria MMA nº 75</a>, de 26 de março deste ano. De acordo com o ato do ministério:</p>
<p>“O programa a ser implementado tem como objetivo central promover a integração de políticas públicas que propiciem a conectividade entre as áreas naturais protegidas e os seus interstícios, visando reduzir os efeitos da mudança do clima sobre a biodiversidade, com ênfase nas condições de adaptabilidade das espécies, bem como assegurar a sustentabilidade dos processos produtivos relacionados, contemplando questões afetas ao clima, água, florestas, aspectos socioambientais, econômicos e culturais.”</p>
<p>Em razão dos vários fatores envolvidos nas áreas a serem conectadas, inclusive aspectos de soberania nacional, foi preciso reunir quatro ministérios nas discussões: Meio Ambiente; Defesa; Relações Exteriores; e Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</p>
<p>“Tentamos abranger o máximo de questões possíveis, inclusive as marinhas, além de lacunas no Código Florestal e aspectos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação”. No entanto, "em 90% do tempo, as 25 pessoas envolvidas no trabalho acabam tratando de questões territoriais".</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesca</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Litoral</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Resíduos sólidos</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-14T12:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-oceano-no-centro-da-crise-climatica-1">
    <title>O oceano no centro da crise climática</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-oceano-no-centro-da-crise-climatica-1</link>
    <description>O seminário “Nexo Oceano-Clima como Propulsor da Sustentabilidade Global”, realizado no dia 16 de outubro, reuniu cientistas, legisladores e iniciativa privada para discutir políticas públicas para a conservação marinha.
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3>Evento reúne cientistas, legisladores e iniciativa privada<br />para discutir políticas públicas para a conservação marinha</h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-nobre-16-10-2025/image" alt="Carlos Nobre - 16/10/2025 " title="Carlos Nobre - 16/10/2025 " height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O cientista Carlos Nobre durante evento no IEA</dd>
</dl>Por ser o principal regulador climático do planeta, o oceano está no centro da crise global, o que torna sua conservação uma preocupação primordial dos cientistas diante da intensificação das mudanças climáticas. Diante dessa preocupação, a <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-clima-e-sustentabilidade" class="external-link">Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade</a> (parceria do IEA com a Reitoria da USP) realizou, no dia 16 de outubro, o seminário “Nexo Oceano-Clima como Propulsor da Sustentabilidade Global”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">O encontro foi o sexto e último do ciclo de seminários “Ressignificando o Progresso: Reflexões a Partir das Mudanças Climáticas”. O objetivo dessa vez foi debater os desafios e as demandas de cientistas e legisladores para a elaboração de políticas para a conservação do oceano e com isso auxiliar na regulação do clima global, questão primordial para a COP30, a ser realizada em novembro, em Belém (PA).</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><strong>Alerta</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">O sinal de alerta em relação ao oceano é o branqueamento de recifes de corais, causado pelo aumento da temperatura da água. Isso indica a proximidade de se atingir o primeiro dos pontos de não retorno climáticos. O climatologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre" class="external-link">Carlos Nobre</a>, titular da Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade (parceria do IEA com a Reitoria da USP) ressalta a gravidade da situação: “Os recifes de corais mantêm de 18 a 25% de toda a biodiversidade oceânica. Portanto, o branqueamento desses ecossistemas coloca em risco o combate às mudanças climáticas”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Os pontos de não retorno foram definidos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC, na sigla em inglês) no final de 2018. Uma vez ultrapassados, não será possível o retorno do planeta aos padrões climáticos pré-mudança.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/painel-2-do-seminario-dialogo-brasil-reino-unido-pre-cop30/image" alt="Painel 1 do seminário &quot;Nexo Oceano-Clima como Propulsor da Sustentabilidade Global&quot;" title="Painel 1 do seminário &quot;Nexo Oceano-Clima como Propulsor da Sustentabilidade Global&quot;" height="367" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Painel 1 (a partir da esq.): Guilherme Cortez, Jônatas Souza da Trindade, Carlos Henrique Andrade de Oliveira e Alexander Turra (moderador)</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>Oceano como centralidade</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Com grande biodiversidade marinha e uma costa marítima de escala continental, a expectativa é que o Brasil promova um debate elevado e esforços significativos de conservação do oceano e adaptação climática. <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-clima-e-sustentabilidade" class="external-link">Marinez Scherer</a>, doutora em ciências do mar pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e convidada especial para o Oceano da COP30, expressou estranheza com o histórico de marginalização do tema: “Fico surpresa com o fato de que a importância do oceano ainda não estivesse no cerne das discussões sobre sustentabilidade, uma vez que ele é o principal regulador do clima. Nós temos grande potencial de mudar isso ao debater a relação entre a natureza verde e a natureza azul na COP30”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Scherer integra o grupo de 20 enviados especiais de diversas áreas do conhecimento e da sociedade civil. O papel deles será auxiliar no cumprimento da Agenda de Ação da COP30, discutindo propostas de solução de Organizações Não-Governamentais da ONU e buscando gerar resultados climáticos concretos com potencial de escalabilidade. "A principal ação que estamos elaborando é um plano de aceleração de soluções para preservação e restauração do oceano e ecossistemas costeiros com base em dispositivos  já existentes”, explicou.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Para somar contribuições ao debate sobre políticas públicas voltadas à sustentabilidade e mitigação, o seminário contou com a participação de representantes do Executivo e do Legislativo paulista, incluindo: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jonatas-souza-da-trindade" class="external-link">Jônatas Souza da Trindade</a>, subsecretário do Meio Ambiente da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-henrique-andrade-de-oliveira" class="external-link">Carlos Henrique Andrade Oliveira</a>, secretário executivo da Frente Parlamentar Ambientalista da Assembleia Legislativa, e o deputado estadual <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-cortez" class="external-link">Guilherme Cortez</a> (PSOL), coordenador da Frente Parlamentar de Combate às Mudanças Climáticas.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">A necessidade de pensar em alternativas de conservação oceânica a partir do conhecimento de comunidades tradicionais do Brasil foi um dos aspectos centrais  da discussão. Segundo Cortez, “quando falamos de oceano, é fundamental a participação das comunidades de pequenos pescadores e ribeirinhos, pois eles vêm nos mostrando como é possível se desenvolver economicamente em equilíbrio com o meio ambiente”. O deputado complementou defendendo o controle público sobre os recursos naturais, pois considera que “a privatização é um agravante das mudanças climáticas”.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/painel-2-nexo-oceano-clima/image" alt="Painel 2 do seminário &quot;Nexo Oceano-Clima como Propulsor da Sustentabilidade Global&quot;" title="Painel 2 do seminário &quot;Nexo Oceano-Clima como Propulsor da Sustentabilidade Global&quot;" height="367" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Painel 1 (a partir da esq.): Denis Moledo de Souza Abessa, Natália Micossi da Cruz, Edmar Moraes, Pedro Saad e Deborah Prado (moderadora)</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>Soluções e gestão costeira</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">No segundo bloco, o debate se aprofundou nas soluções e nos mecanismos de gestão. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denis-moledo-de-souza-abessa" class="external-link">Denis Moledo de Souza Abessa</a>, coordenador do Núcleo de Estudos sobre Poluição e Ecotoxicologia Aquática da Unesp, ressaltou a perspectiva científica. Ele destacou  que os três pilares da crise planetária – perda de biodiversidade, mudanças climáticas e poluição – e a exploração do oceano devem ser abordados em suas especificidades. Afirmou que a preservação dos manguezais e de outros ecossistemas costeiros é essencial para a conservação marinha.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">As questões regulatórias e de gestão territorial da zona costeira e marinha foram um ponto relevante no seminário. O Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro foi implantado pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7661.htm">Lei nº 7.661/88</a>, que estabelece os limites da zona costeira, os setores costeiros, o sistema de gestão e os instrumentos de políticas. Em paralelo, a Semil tem trabalhado em audiências públicas para a implementação de novas ferramentas, como o <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=1000612442">Projeto de Lei 582/25</a> (proposta de uma Lei do Mar, que tem como finalidade promover a conservação e o uso sustentável da diversidade biológica marinha) e o pagamento por serviços ambientais urbanos, considerados essenciais para gerenciar o impacto da vida urbana sobre os ecossistemas marinhos. Além disso, foi citado o trabalho de revisão dos zoneamentos do Litoral Norte de São Paulo e da Baixada Santista, buscando a participação popular.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">A necessidade de tornar a discussão sobre mudanças climáticas e a importância do oceano acessível e interessante para a sociedade civil é uma dificuldade recorrente. “A pauta climática sempre foi tratada como um nicho, para pessoas que têm tempo. Nós precisamos apresentar maneiras de mitigação de forma positiva, mostrando as melhorias que um meio ambiente saudável traria para essas pessoas”, argumentou Cortez.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Por fim, o seminário abordou a importância do setor privado e da comunicação como aliados essenciais na aceleração de soluções para a conservação oceânica e a mitigação das mudanças climáticas. Representantes do setor privado destacaram o potencial de parcerias público-privadas para financiar projetos de restauração de ecossistemas costeiros e para desenvolver tecnologias inovadoras, como sistemas de monitoramento marinho e energias renováveis.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Gabriella dos Santos</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Climate Change</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-10-21T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/o-futuro-dos-oceanos-8-de-junho-de-2018">
    <title>O Futuro dos Oceanos - 8 de junho de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/o-futuro-dos-oceanos-8-de-junho-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-08T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-futuro-dos-oceanos-6-de-junho-de-2019">
    <title>O Futuro dos Oceanos - 5 de junho de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-futuro-dos-oceanos-6-de-junho-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/o-futuro-dos-oceanos-2019">
    <title>O Futuro dos Oceanos </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/o-futuro-dos-oceanos-2019</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em comemoração ao <a class="external-link" href="https://www.worldoceansday.org/history">Dia Internacional dos Oceanos</a>, a Scientific American Brasil, o Instituto Oceanográfico da USP e o SESC estão realizando uma semana de atividades de divulgação científica e cultural.</p>
<p>Toda a programação foi concebida para sensibilizar o público em relação às grandes questões da sustentabilidade dos oceanos e promover e difundir a cultura e mentalidade marítima.</p>
<p>Nesta parceria com o IEA, será comemorado o Dia Mundial dos Oceanos com um seminário que discutirá questões cruciais.</p>
<p>Serão abordados quatro temas chaves:</p>
<ul class="display-posts-listing">
<li class="listing-item"><a class="modal-link title" href="http://sciam.uol.com.br/semanadomarsp/9h-11h-mudancas-climaticas-e-os-oceanos/"> </a>Mudanças Climáticas e os Oceanos</li>
<li class="listing-item"> Novos Olhares para a Conservação da Biodiversidade</li>
<li class="listing-item"> Poluição Marinha</li>
<li class="listing-item"> Comunicação para os oceanos</li>
</ul>
<p><span><br /></span></p>
<p><strong>Este evento inaugura as atividades da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-unesco-para-a-sustentabilidade-dos-oceanos/catedra-oceanos" class="external-link">Cátedra Unesco para a Sustentabilidade dos Oceanos</a>, uma parceria entre o IEA e o Instituto Oceanográfico da USP.</strong></p>
<ul class="display-posts-listing">
</ul>
<p><span><br /></span><a class="external-link" href="http://sciam.uol.com.br/semanadomarsp/programacao/"><strong>VEJA AQUI A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DA SEMANA DO MAR </strong></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-23T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/futuro-dos-oceanos">
    <title>O Futuro dos Oceanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/futuro-dos-oceanos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><strong>XII SEMINÁRIO DE MANEJO INTEGRADO</strong></p>
<p style="text-align: left; ">A oceanografia é uma área do conhecimento interdisciplinar cujas origens remontam à necessidade do ser humano de entender o ambiente marinho de forma a garantir a manutenção das atividades culturais, econômicas e de subsistência e a prevenir os efeitos negativos de eventos extremos, como tempestades e inundações.</p>
<p style="text-align: left; "><span>Os Seminários de Manejo Integrado foram idealizados em 2006 como um instrumento adicional para a formação de recursos humanos em gestão e governança costeira e oceânica, discutindo temas atuais e estimulando o contato com profissionais atuantes na área. Vinculados inicialmente à disciplina de “Manejo Integrado de Ecossistemas Costeiros e Oceânicos” do Instituto Oceanográfico da USP, os seminários emanciparam-se, buscando integrar diversos temas direta ou indiretamente relacionados às linhas de atuação da oceanografia. A integração de diferentes visões e práticas profissionais é um princípio que rege a definição de temas e palestrantes para o evento, o qual é visto como uma estratégia de aproximação dos alunos do curso de oceanografia com as mais variadas formas de atuação profissional.</span></p>
<p class="visualClear" style="text-align: left; ">Maior e mais importante ecossistema do planeta, o mar regula a vida na Terra. Sem ele, a vida no planeta não existiria ou, ao menos, seria radicalmente diferente de tudo o que conhecemos. <span>Os oceanos cumprem papel fundamental no equilíbrio climático do planeta: regulam a circulação atmosférica, distribuem umidade e controlam as temperaturas do planeta. São os maiores produtores de oxigênio da Terra. Sequestram carbono e metano da atmosfera, mitigando o efeito estufa. </span><span>O mar guarda um imenso patrimônio de biodiversidade e é fonte de alimento para bilhões de pessoas. Possui recursos minerais e farmacológicos inestimáveis, proporciona lazer e recreação, movimenta o turismo. Os oceanos são as grandes autoestradas do comércio global.</span></p>
<p class="visualClear" style="text-align: left; ">A Scientific American Brasil, em parceria com o Instituto Oceanográfico da USP e o Instituto de Estudos Avançados da USP, irá comemorar o Dia Mundial dos Oceanos com um seminário que discutirá questões cruciais sobre a conservação e futuro dos oceanos. Serão abordados quatro temas chaves:</p>
<ol>
<li>oceanos e mudanças climáticas;</li>
<li>preservação da vida e biodiversidade marinha;</li>
<li>soluções para um mar sem lixo; e</li>
<li>estratégias de conservação marinha, com destaque para as áreas marinhas protegidas.</li>
</ol>
<p> </p>
<p><strong> <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/sciam-programacao-2018/" class="external-link">CONFIRA AQUI A PROGRAMAÇÃO COMPLETA</a></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-23T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-catedra-da-usp-atuara-na-busca-de-solucoes-para-a-crise-climatica">
    <title>Nova Cátedra da USP atuará na busca de soluções para a crise climática </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/nova-catedra-da-usp-atuara-na-busca-de-solucoes-para-a-crise-climatica</link>
    <description>A Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade, do Instituto de Estudos Avançados, tem como primeiro titular Carlos Nobre, climatologista mundialmente reconhecido.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; ">Por <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/institucional/nova-catedra-da-usp-atuara-na-busca-de-solucoes-para-a-crise-climatica/">Erika Yamamoto, do Jornal da USP</a></p>
<p style="text-align: left; ">Uma cerimônia realizada na Sala do Conselho Universitário, na tarde desta quarta-feira, dia 18 de dezembro,<span> marcou o lançamento da Cátedra de Clima &amp; Sustentabilidade, do Instituto de Estudos Avançados (IEA), e a </span><span>posse de seu primeiro titular, o climatologista brasileiro Carlos Nobre.<dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-posse-de-carlo-nobre/image" alt="Mesa Posse de Carlo Nobre" title="Mesa Posse de Carlo Nobre" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">A cerimônia de lançamento da Cátedra Clima e Sustentabilidade aconteceu na Sala do Conselho Universitário, no dia 18 de dezembro – Foto: Leonor Calasans | IEA-USP</dd>
</dl></span></p>
<p style="text-align: left; ">“A USP tem um desempenho cientifico e intelectual que a distingue como a mais importante universidade ibero-americana e essa Cátedra reafirma o compromisso da gestão com o tema da sustentabilidade e com a produção de soluções não só para o Brasil, mas para o mundo, para que sejamos interlocutores protagonistas dessa agenda”, afirmou a vice-reitora Maria Arminda do Nascimento Arruda.</p>
<p style="text-align: left; ">Oitava cátedra do Instituto de Estudos Avançados, a nova Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade atuará em temas como os impactos sociais, econômicos, ambientais e culturais da crise climática, aproveitando a excelência acadêmica e a liderança da Universidade para oferecer respostas aos desafios regionais, nacionais e globais.</p>
<p>“O que justificou a criação dessa cátedra foi a necessidade de criar um mecanismo para que a Universidade pudesse canalizar todos os seus esforços no sentido de avançar com relação às propostas sobre a crise climática e contribuir para a melhoria das condições de vida da nossa sociedade. Desenvolver pesquisa e inovação de forma conectada, com uma abordagem multidisciplinar, fomentando o engajamento dos estudantes”, explicou o coordenador acadêmico da Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade e chefe de Gabinete do Reitor, Arlindo Philippi Junior.</p>
<p>Philippi apresentou um plano de ações que serão desenvolvidas pela Cátedra nos próximos cinco anos, incluindo a busca por parcerias estratégicas para a criação de soluções inovadoras, o oferecimento de cursos e atividades de extensão sobre clima e sustentabilidade, o desenvolvimento de políticas públicas.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/roseli-de-deus-lopes-carlos-nobre-e-marcos-buckeridge/image" alt="Roseli de Deus Lopes, Carlos Nobre e Marcos Buckeridge" title="Roseli de Deus Lopes, Carlos Nobre e Marcos Buckeridge" height="400" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">A diretora do IEA, Roseli Lopes; o titular da Cátedra, Carlos Nobre; e o vice-diretor do IEA, Marcos Buckeridge – Foto: Leonor Calasans | IEA-USP</dd>
</dl><span>Para a diretora do IEA, Roseli de Deus Lopes, “essa cátedra é um catalisador de esforços e essa é a nossa essência. O IEA é um lugar especial da Universidade, onde podemos trabalhar juntos, de forma horizontal”.</span></p>
<p><span>A diretora também reforçou que é responsabilidade da Universidade formar estudantes de graduação e de pós-graduação que tenham uma compreensão ampla, que defendam o desenvolvimento social e a melhoria de vida das pessoas. “Não basta apresentarmos esse conhecimento para a sociedade, temos que engajar a juventude, dar um propósito aos nossos alunos, precisamos transformar a ciência em ação, em melhores tecnologias”, disse Roseli.</span></p>
<p><span>A solenidade contou com a presença do pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Paulo Alberto Nussenzveig; da pró-reitora adjunta de Inclusão e Pertencimento, Miriam Debieux Rosa; do superintendente de Comunicação Social, Eugenio Bucci; do coordenador executivo do Gabinete do Reitor, Edmilson Dias de Freitas; entre outros dirigentes, pesquisadores e estudantes.</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>O catedrático Carlos Nobre</strong></p>
<p><strong> </strong><span>“Carlos Nobre é um verdadeiro neopolímata. Ele fala da integração biosfera e atmosfera, da ciência do sistema terrestre, saltando da engenharia eletrônica para uma visão do planeta como um todo, olhando todas as suas interconexões. É um homem que enxerga o mundo por meio das lentes dos sistemas complexos”, afirmou o vice-diretor do IEA e professor do Instituto de Biociências (IB), Marcos Buckeridge, que fez a saudação ao catedrático, apresentando a evolução de sua trajetória como dirigente, pesquisador e divulgador científico.</span></p>
<p>Graduado em engenharia eletrônica, Carlos Nobre fez o doutorado em Meteorologia pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) e o pós-doutorado na Universidade de Maryland, tornando-se um dos mais respeitados especialistas em mudança climática do mundo.</p>
<p>Por mais de 30 anos atuou como pesquisador no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), onde foi chefe do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos e do Centro de Ciência do Sistema Terrestre. Também foi presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), diretor do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e secretário de Políticas e o Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação, entre outros cargos.</p>
<p>Para a vice-reitora Maria Arminda, "quando pensamos a história da USP, desde a sua fundação, nos damos conta de que essa Universidade formou grandes cientistas para o País. E agora, Carlos Nobre nos honra por aceitar ser nosso catedrático. Ele que é um cidadão do mundo, um cientista público, aquele que se dedica às questões centrais do Brasil e do mundo".</p>
<p><strong>Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade</strong></p>
<p>“É um enorme desafio e uma honra participar da Cátedra de Clima &amp; Sustentabilidade. A USP tem que assumir um papel de liderança na busca de soluções para a crise climática, a maior emergência que a humanidade já enfrentou”, afirmou Carlos Nobre em seu discurso de posse.</p>
<p>O catedrático explicou que as duas principais áreas de atuação da Cátedra, nos próximos cinco anos, são a busca de soluções de reflosrestamento urbano e a criação de cursos voltados para o enfrentamento das emergências climáticas. "Vamos calcular, por meio de modelos matemáticos, os impactos de eventos extremos nas cidades da grande São Paulo como ondas de calor, enxurradas, secas prolongadas, incêndios na mata atlântica. A ideia é mostrar como uma grande restauração florestal <span>– como aconteceu em Singapura </span><span>– é capaz de reduzir os riscos", revelou. </span></p>
<p><span>A segunda frente de ação da Cátedra será desenvolver cursos de capacitação para gestores políticos e cursos de treinamento voltados, principalmente, para os estudantes do Ensino Fundamental e Médio, que orientem os jovens a combater eventos causados pela emergência ambiental e a monitorar níveis de chuva, temperatura e umidade, por exemplo. Os cursos serão desenvolvidos em parceria com o Cemaden Educação e com pesquisadores de outras universidades.</span></p>
<p><span> </span><span>A cerimônia de lançamento da Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade e posse de seu titular aconteceu após a conferência “Emergência climática: desafios e perspectivas para a humanidade”, realizada pelo IEA e que contou com a participação de pesquisadores como Paulo Saldiva, Carlos Cerri e Alexander Turra, além de Carlos Nobre e outros membros da Cátedra.</span></p>
<p><span>Assista, na íntegra, o painel e a cerimônia de posse.</span></p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/_LwoSG5kPTk?si=UICUbdIqMCuMXiU0&amp;start=30" title="YouTube video player" width="560"></iframe></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2024-12-20T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/nexo-oceano-clima-como-propulsor-da-sustentabilidade-global-16-10-2025">
    <title>Nexo Oceano-Clima como Propulsor da Sustentabilidade Global - 16/10/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/nexo-oceano-clima-como-propulsor-da-sustentabilidade-global-16-10-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>ODS14 - Vida na Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-10-22T23:03:22Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/nexo-oceano-clima">
    <title>Nexo Oceano-Clima como Propulsor da Sustentabilidade Global</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/nexo-oceano-clima</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b>6º Seminário do Ciclo “Ressignificando o Progresso: Reflexões a Partir das Mudanças Climáticas”</b></p>
<p>A agenda global dos oceanos está a emergir como um tema-chave para enfrentar a tripla crise planetária do clima, da biodiversidade e da poluição.</p>
<p>Desempenhando um papel transversal na promoção da sustentabilidade através do <a class="external-link" href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs/14">ODS14</a> e das suas ligações a outros <a class="external-link" href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs">ODS</a>, incluindo o nexo oceano-clima, as<br />possibilidades de manter um oceano limpo, saudável, resiliente e produtivo dependem fortemente de bases científicas sólidas e de arranjos e processos de governança adequados.</p>
<p>O evento refletirá sobre as relações diretas e indiretas entre o oceano e os seis eixos temáticos elencados para a <a class="external-link" href="https://cop30.br/pt-br">COP30</a> (transição de energia, indústria e transporte; gestão de florestas, oceanos e biodiversidade; transformação da<br />agricultura e sistemas alimentares; resiliência de cidades e infraestruturas; e desenvolvimento humano e social, com mecanismos transversais para finanças e tecnologia) e permitirá identificar elementos-chave para a elaboração da Agenda de Ação que visará acelerar e ampliar a ação climática.</p>
<p style="text-align: left; "><span>Este evento integra as iniciativas alinhadas à </span><a class="external-link" href="https://www.saopaulopeloclima.com.br/" target="_blank">agenda climática da cidade</a><span>, contribuindo para a mobilização rumo à COP30.</span></p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS14 - Vida na Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-09-22T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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