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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/copy_of_ii-seminario-internacional-de-criminologia">
    <title>II Seminário Internacional de Criminologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/copy_of_ii-seminario-internacional-de-criminologia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Voltado a profissionais e estudantes de Ciências Humanas, o seminário reunirá palestrantes nacionais e internacionais com o objetivo de difundir parâmetros fundamentados na produção científica para melhorar a compreensão do fenômeno do crime e dos sistemas de justiça e segurança.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-12T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-on-line-discute-percepcao-de-seguridade-no-ambiente-urbano">
    <title>Evento on-line discute percepção de seguridade no ambiente urbano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-on-line-discute-percepcao-de-seguridade-no-ambiente-urbano</link>
    <description>Conferência integra ciclo realizado pelo Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental do IEA-RP e pela AICLP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-0bc78672-7fff-b0c4-fd11-04c22c430747"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_PercepodeSeguridadenoAmbienteUrbano.png/@@images/ebff95e0-65e1-4df0-9c1d-7b5a439c2b15.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto, em parceria com a Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa (AICLP), promove no dia 27 de agosto, às 14h, a conferência on-line “Percepção de Seguridade no Ambiente Urbano: Perspectivas e Aplicações”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/HVdy6VGWDRvCcYiG7"><span>neste link</span></a><span>. A transmissão será pelo </span><a href="https://youtube.com/live/v1rHkJU55co"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e pela </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>página do instituto no Facebook</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário disponibilizado no chat das ferramentas durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o professor da Universidade de Brasília (UnB) Otavio Henrique da Silva. Ele vai abordar aspectos relacionados à percepção de segurança pessoal nas cidades, começando pelo conceito de seguridade percebida e seu impacto nas decisões de mobilidade e uso dos espaços públicos. Silva vai explorar ainda a relação entre crime e ambiente construído, abordando teorias da criminologia ambiental que explicam como o desenho urbano pode influenciar tanto a ocorrência quanto a prevenção de crimes.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Outros tópicos discutidos na palestra serão as perspectivas relevantes sobre a prevenção  de crimes através do planejamento urbano e também as características do ambiente urbano </span><span>que moldam a percepção de segurança, considerando fatores individuais, físicos e sociais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Otavio Henrique da Silva é doutor em Engenharia Urbana pela Universidade Federal de São Carlos, mestre em Engenharia Urbana pela Universidade Estadual de Maringá, engenheiro ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná e engenheiro civil pela Faculdade de Engenharia e Inovação Técnico Profissional. Atualmente, é docente do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental e também do Programa de Pós-Graduação em Transportes da Faculdade de Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB). Possui experiência nas áreas de planejamento de transportes, mobilidade sustentável, </span><span>transporte ativo e planejamento urbano.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o grupo</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>A partir dos recentes avanços da Criminologia Experimental, o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP propõe dedicar-se ao estudo de experimentos, métodos e intervenções que permitam extrair evidências científicas sobre o que funciona (what works) nas estratégias de segurança pública. Com base nas evidências científicas obtidas pelo método experimental, pretende-se desenvolver novas abordagens teóricas e recomendações de ação estratégica no campo da segurança pública. Saiba mais na </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/criminologia-experimental-e-seguranca-publica/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-09T12:15:19Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/tardes-cariocas-a-usp-ouve-o-rio-de-janeiro-desmilitarizar-as-policias-e-revolucionar-a-arquitetura-institucional-da-seguranca-publica-uma-agenda-democratica-para-o-brasil-13-de-maio-de-2014">
    <title>Tardes Cariocas - A USP Ouve o Rio de Janeiro: Desmilitarizar as Policias e Revolucionar a Arquitetura Institucional da Segurança Pública: Uma Agenda Democrática para o Brasil - 13 de maio de 2014</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/tardes-cariocas-a-usp-ouve-o-rio-de-janeiro-desmilitarizar-as-policias-e-revolucionar-a-arquitetura-institucional-da-seguranca-publica-uma-agenda-democratica-para-o-brasil-13-de-maio-de-2014</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-05-13T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ex-diretores-da-policia-federal-debatem-sobre-a-corrupcao-e-o-crime-organizado">
    <title>A corrupção e o crime organizado na visão de 3 ex-diretores da Polícia Federal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ex-diretores-da-policia-federal-debatem-sobre-a-corrupcao-e-o-crime-organizado</link>
    <description>O seminário "Corrupção e Crime Organizado a partir da Experiência da Polícia Federal" será realizado no dia 20 de maio, a partir das 9h30. Atividade faz parte do projeto Corrupção Política e Crime Organizado no Brasil, desenvolvido por Rogério Bastos Arantes em seu período sabático no IEA .</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-203d547ef0fc45c6abc832bd06af96c0 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-203d547ef0fc45c6abc832bd06af96c0">
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agente-da-policia-federal" alt="Agente da Polícia Federal" class="image-right" title="Agente da Polícia Federal" />Pela primeira vez, três ex-diretores da Polícia Federal estarão reunidos num evento público para analisar, a partir de suas experiências à frente do órgão, as principais características do crime organizado e da corrupção no Brasil. O seminário <i>Corrupção e Crime Organizado a partir da Experiência da Polícia Federal</i> será realizado no <strong>dia 20 de maio, às 9h45</strong></p>
<p>Os expositores serão os ex-diretores Luiz Fernando Correa (2007-2011), Leandro Daiello (2011-2017) e Rogério Galloro (2018). A mesa sobre corrupção e crime organizado será durante a manhã e terá como debatedor Renato Sergio de Lima, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</p>
<p>À tarde, os ex-diretores tratarão das transformações institucionais pelas quais a PF passou nas últimas décadas, bem como das relações dela com outros órgãos e Poderes, que "reconfiguraram a dinâmica de funcionamento do sistema de justiça criminal do país", segundo o cientista político <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rogerio-arantes" class="external-link">Rogério Bastos Arantes</a>, organizador e mediador do seminário. A cientista política Ligia Mori Madeira, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), será a debatedora nessa mesa.</p>
<p>A participação no evento é aberta a todos os interessados e gratuita, mas é preciso efetuar  <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfECqB8NIgQ5M7YqtVbWwbM7mehGY_er8OamNw21QvQRzpymg/viewform" target="_blank">inscrição prévia online</a>. Não haverá transmissão pela internet.</p>
<p>O encontro faz parte das atividades do projeto Corrupção Política e Crime Organizado no Brasil, desenvolvido por Arantes no âmbito de sua estada no IEA em 2019 como participante do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a>.</p>
</div>
<div>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<hr />
<div><i><strong>Corrupção e Crime Organizado a partir da Experiência da Polícia Federal</strong><br /></i><i>20 de maio, 9h45<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, sede do IEA, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i><i>Evento público e gratuito - requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfECqB8NIgQ5M7YqtVbWwbM7mehGY_er8OamNw21QvQRzpymg/viewform" target="_blank">inscrição prévia online</a></i></i><i><i><br /></i></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/corrupcao-e-crime-organizado" class="external-link">Página do evento</a></i></i></i></div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Departamento de Comunicação Social da Polícia Federal</span></div>
<div><i><i><i><br /></i></i></i></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-inscricao-203d547ef0fc45c6abc832bd06af96c0 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-inscricao " id="parent-fieldname-inscricao-203d547ef0fc45c6abc832bd06af96c0">
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-203d547ef0fc45c6abc832bd06af96c0 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao " id="parent-fieldname-programacao-203d547ef0fc45c6abc832bd06af96c0"></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Corrupção</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crime Organizado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-29T15:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/inovacao-e-seguranca-juridica-30-de-abril-de-2019">
    <title>Inovação e Segurança Jurídica - 30 de abril de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/inovacao-e-seguranca-juridica-30-de-abril-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Corrupção</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-30T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/violencia-cidades-e-politicas-publicas-de-seguranca">
    <title>Violência, Cidades e Políticas Públicas de Segurança</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/violencia-cidades-e-politicas-publicas-de-seguranca</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div id="_mcePaste">No evento, o coordenador do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP, professor Sérgio Adorno, e o pesquisador do NEV Marcelo Batista Nery vão debater a atual crise na segurança pública, abordando, entre outros temas, a sensação de insegurança que impera nos grandes e médios centros urbanos, a violência protagonizada pelo crime organizado e políticas públicas que, muitas vezes, acabam acentuando a desigualdade social.</div>
<div></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Os palestrantes também vão apresentar dados e debater os resultados das pesquisas desenvolvidas no NEV, que, desde 1987, atua na pesquisa e formação de profissionais por meio da abordagem interdisciplinar na discussão de temas relacionados a violência, democracia e direitos humanos.</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-10T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-violencia-e-politicas-de-seguranca-no-contexto-das-cidades">
    <title>Seminário discute violência e políticas de segurança no contexto das cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-violencia-e-politicas-de-seguranca-no-contexto-das-cidades</link>
    <description>Promovida pelo IEA Polo Ribeirão Preto, palestra trará pesquisadores do Núcleo de Estudos da Violência da USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/Cartazadornosegurana2.png" class="internal-link"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazadornosegurana2.png" alt="" class="image-left" title="" /></a></p>
<div id="_mcePaste">O Instituto de Estudos Avançados da USP Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) promove no dia <strong>21 de março, às 15h</strong>, a conferência <i>Violência, Cidades e Políticas Públicas de Segurança</i>, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas <strong><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeJ9qsOMYxUpzxhwXnAnin_hVaLBONjrpS2kXSvQx9ghxe6uw/viewform">clicando aqui.<br /><br /></a></strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">No evento, o coordenador do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, e o pesquisador do NEV <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-batista-nery" class="external-link">Marcelo Batista Nery</a> vão debater a atual crise na segurança pública, abordando, entre outros temas, a sensação de insegurança que impera nos grandes e médios centros urbanos, a violência protagonizada pelo crime organizado e políticas públicas que, muitas vezes, acabam acentuando a desigualdade social.<br /></div>
<div></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Os palestrantes também vão apresentar dados e debater os resultados das pesquisas desenvolvidas no NEV, que, desde 1987, atua na pesquisa e formação de profissionais por meio da abordagem interdisciplinar na discussão de temas relacionados a violência, democracia e direitos humanos.<br /></div>
<div></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">
<hr />
</div>
<div id="_mcePaste"><span class="discreet"><i><strong>Conferência Violência, Cidades e Políticas Públicas de Segurança</strong></i></span></div>
<div id="_mcePaste"><span class="discreet"><i>21 de março, às 15h</i></span></div>
<div id="_mcePaste"><span class="discreet"><i>Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP</i></span></div>
<div id="_mcePaste"><span class="discreet"><i>Inscrições gratuitas: <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeJ9qsOMYxUpzxhwXnAnin_hVaLBONjrpS2kXSvQx9ghxe6uw/viewform">Clique aqui</a></i></span></div>
<div><span class="discreet"><i>Informações: João Henrique - jhenrique@usp.br / (16) 3315-0368</i></span></div>
<div id="_mcePaste"><span class="discreet"><i>Ficha do evento: http://www.iea.usp.br/eventos/violencia-cidades-e-politicas-publicas-de-seguranca</i></span></div>
<div></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-10T18:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/201crepressao-policial-nao-e-politica-preventiva201d-diz-adorno">
    <title>“Repressão policial não é política preventiva”, diz Adorno</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/201crepressao-policial-nao-e-politica-preventiva201d-diz-adorno</link>
    <description>Prisão deveria ser usada apenas onde esforços preventivos falharam, diz sociólogo em reunião que mostrou as contribuições do NEV para o entendimento da violência em São Paulo
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/acao-policial" alt="Ação policial" class="image-inline" title="Ação policial" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Políticas de prevenção à violência foi um dos temas discutidos por especialistas do NEV-USP, em reunião do Programa USP Cidades Globais</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, coordenador do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP, propõe uma política preventiva na área da segurança pública baseada no modelo do Sistema Único de Saúde (SUS), que trabalha a <span>prevenção segundo os níveis primário, secundário e terciário</span>. "<span>A segurança pública deveria construir um modelo semelhante, voltado à prevenção da violência”, d</span>efendeu Adorno. Ele participou de u<span>ma </span>reunião aberta aos membros do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a>, no dia <strong>23 de fevereiro</strong>, acompanhado pelo pesquisador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-batista-nery?searchterm=Batista+nery" title="Marcelo Batista Nery">Marcelo Batista Nery</a>, também do NEV, quando apresentaram um panorama da violência no estado de São Paulo.</p>
<p>De acordo com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge">Marcos Buckeridge</a><span>, presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp) e coordenador do Programa USP Cidades Globais, o</span>s pesquisadores ligados ao programa manterão uma agenda de discussões informais para que apresentem suas atividades de pesquisa, alinhem objetivos e discutam temas comuns estudados em cada grupo. O objetivo do USP Cidades Globais é construir indicadores e propostas que possam contribuir para a melhoria da qualidade de vida na capital e região metropolitana.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/reuniao-cidades-globais" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-contribuicao-do-nev-usp-para-o-entendimento-da-violencia-em-sao-paulo-23-de-fevereiro-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>“A área da saúde pública foi a que colocou com maior clareza a questão de pensar a violência do ponto de vista da epidemiologia, construindo indicadores a partir da distribuição dos homicídios e suas características. Isso foi possível devido à experiência consolidada da epidemiologia. Certamente a política de prevenção da violência passa pela saúde pública, e nesse aspecto, gosto muito do modelo de saúde que pensa a prevenção segundo os níveis primário, secundário e terciário”, disse Adorno, durante o encontro </span><i>“A contribuição do NEV-USP para o entendimento da violência em São Paulo”</i><span>.</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sergio-adorno-nev" alt="Sérgio Adorno - NEV" class="image-inline" title="Sérgio Adorno - NEV" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Sérgio Adorno defende modelo semelhante ao da saúde coletiva para a prevenção da violência no Brasil</strong><strong> </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Adorno destacou a diferença entre prevenção e repressão policial. “Certamente, a política que pensa a prevenção por meio da repressão, não é uma política preventiva. Ao contrário, reforço a minha tese de que a violência acentua as desigualdades sociais. Nossa sociedade é muito violenta e acredito que as políticas de segurança que isolam alguns em detrimento de outros acentuam as desigualdades. Não penso em igualdade absoluta, mas num mínimo de convivência em espaço comum em que meu direito à vida é respeitado igualmente ao direito do outro”, disse Adorno.</p>
<p>Para o sociólogo, a prevenção à violência poderia se inspirar em níveis de atenção, conforme a modalidade dos crimes e a natureza da violência. “Poderíamos pensar em pessoas com envolvimento leve com o mundo do crime e que receberiam um tratamento geral. Por exemplo, da mesma forma que os governos adotam a vacinação para todos, já que os custos políticos de não o fazer são muito altos. Já o indivíduo com uma doença mais grave recebe tratamento ambulatorial, com monitoramento. Então pessoas com um grau maior de envolvimento com o crime teriam um outro patamar de acompanhamento. Já os casos mais graves requerem hospital, cirurgia. Então para esses haveriam programas mais específicos de prevenção e controle da violência”, compara Adorno.</p>
<p>A prevenção poderia ser planejada estatisticamente, acredita. Uma política de prevenção poderia estar direcionada a determinada faixa de jovens de 15 a 29 anos de idade que tenha contato fortuito com o mundo da transgressão. Dentre esses, os que tenham um contato mais frequente com o crime poderiam ser alvo de programas integrados com escola, esporte e cultura. Para uma pequena porcentagem que já tenha carreira no crime, poderia haver programas com rotinas mais específicas e acompanhamento escolar. Para a parcela que permanece na criminalidade, a opção seria o encarceramento, avalia.</p>
<p>“O encarceramento não deveria ser uma política de entrada e, sim, uma política final, aquela que é utilizada onde os esforços de prevenção não surtiram efeito. O encarceramento é uma política geral. Precisamos de uma política para situações determinadas. Porque há modalidades de crime. E a violência tem naturezas muito diversas”, defende Adorno.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mapa-encarceramento-nev" alt="Mapa encarceramento - NEV" class="image-inline" title="Mapa encarceramento - NEV" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O argumento de Adorno é suportado pela própria evolução das taxas de presos no Brasil, que aumentaram em praticamente todos os estados. No mapa de encarcerados mostrado pelo pesquisador Marcelo Nery, em 2005 os estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Acre e Distrito Federal tinham o maior número de encarcerados: entre 300 e 450 presos para cada 100 mil habitantes. Em 2014, praticamente todas as unidades federativas aumentaram suas taxas, sendo que São Paulo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal continuaram líderes, com um número entre 450 e 469 presos para casa 100 mil habitantes. Poucos estados mantiveram os níveis de 2005: Amazonas e Goiás, com algo entre 110 e 220 presos para cada 100 mil habitantes; e Bahia, Piauí e Maranhão, com números entre 50 e 110 presos para cada 100 mil habitantes.</p>
<p>Mas a tendência de aumento da taxa de presos em todos os estados não foi acompanhada pela melhoria da estrutura carcerária. Em 2016, a maior superlotação em presídios foi registrada em Pernambuco, onde 260% das estão vagas ocupadas. Na seqüência vêm os estados de Amazonas, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Alagoas, com 220% das vagas ocupadas. Em São Paulo, apesar da alta taxa de encarceramento, a taxa de ocupação nos presídios está em torno de 140%, mostrou Nery.</p>
<p>A taxa de prisões por tráfico foi a que mais cresceu. Era 10% entre as prisões em 1996, subiu para 30% em 2012 e caiu para 24% em 2016.</p>
<p> </p>
<p><strong>Homicídios</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcelo-nery/@@images/91d60fd5-f9ac-4cc6-a930-9c0c43f8d6cf.jpeg" alt="Marcelo Nery - NEV" class="image-inline" title="Marcelo Nery - NEV" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Marcelo Nery diz que sociedade está longe de diálogo intersetorial para o enfrentamento da violência</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A evolução do número de homicídios dolosos chama a atenção por uma característica desconcertante. Se a taxa de homicídios dolosos no estado de São Paulo caiu de 45% para 24% de 1996 a 2016, o número das pessoas mortas por policiais entre o número de mortos por terceiros subiu de 2% para 33% no mesmo período. “A polícia contribuiu para a queda dos homicídios nesse período. Mas atualmente ela é uma das principais causas para que as taxas de homicídio não caiam mais no estado”, constata Nery.</p>
<p>Outra característica importante é que foi a queda dos homicídios na capital o principal indicador que puxou para baixo a taxa de homicídios dolosos no estado. Em 1981, a taxa na capital era 14,8%, alcançou picos aproximados de 50% entre 1999 e 2000, caindo para 7,3% em 2016.</p>
<p>Muitos fatos marcantes podem ter influenciado esses números, diz Nery.  Em 1992, o mundo viu o Massacre do Carandiru. Em 1993, formou-se o Primeiro Comando da Capital, o PCC. Em 1997, a violência policial brasileira foi escancarada ao mundo com as imagens chocantes do caso da favela Naval, de Diadema (SP). Em contrapartida, em 1995, foi criada a Ouvidoria da Polícia e, no ano seguinte, a Lei 9299/96 transferiu da justiça militar para a justiça comum os crimes dolosos contra a vida praticados por policiais militares.</p>
<p>Logo após a redemocratização do país e a edição da Constituição Cidadã de 1988, os índices de violência, em especial as taxas de homicídios dolosos, avançaram progressivamente. Em 1999, atingiu 52,5%, seu mais alto nível. Nesse ano, foi editado o 1º Plano Nacional de Segurança Pública.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3><span>Relacionado</span></h3>
<p><strong><span>Vídeo</span></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/reuniao-cidades-globais"><span>A contribuição do NEV para o entendimento da violência em São Paulo</span></a><strong><span> </span></strong></p>
<p><strong><span>Notícia</span></strong></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-violencia-e-politicas-de-seguranca-no-contexto-das-cidades"><span>Evento discute violência e políticas de segurança no contexto das cidades</span></a><strong><span> </span></strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em 2012, conflitos entre membros do PCC e da Polícia Militar fizeram subir para 12% a taxa de homicídios dolosos que, pela primeira vez em décadas, havia caído para um dígito: era 9% em 2011. A partir das jornadas de protesto de junho de 2013, os índices caíram progressivamente, até chegar a 7,3% em 2016.</p>
<p>Os dados da Política Civil e Militar sinalizam que o número de boletins de ocorrência aumentou na capital, região metropolitana e interior paulista, entre 1996 e 2016. Em todo o estado, o número de estupros aumentou, especialmente após 2010, apesar dos crimes contra a dignidade sexual no geral permanecerem no mesmo patamar no período. Crimes contra o patrimônio vêm numa tendência crescente desde 1996, puxado pelo número de roubos, em especial roubo de cargas, que aumentou principalmente na capital, segundo os dados.</p>
<p>“O que dá para perceber é que a mobilidade, a infraestrutura urbana e a oferta de serviços e lazer de alguma forma influenciam nos padrões de homicídios. Mas a cidade tem padrões muito fragmentados e nem sempre é possível dizer que o contexto sociodemográfico determina a ocorrência de crimes”, segundo Nery. O pesquisador observa que há “localidades muito específicas” onde a concentração de homicídios dolosos tem sido historicamente maior.</p>
<p>Para o pesquisador, o enfrentamento dos problemas da violência na sociedade brasileira e a melhoria da qualidade de vida em metrópoles como São Paulo devem passar necessariamente por um diálogo entre o poder público e a sociedade civil. “Mas como sugerir uma aproximação da sociedade com a polícia, por exemplo, se essa polícia é responsável por 33% das mortes contra terceiros?”, questiona.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: 1: <span>Fotos Públicas/ANPr; 2</span> e 4: Fernanda Rezende/IEA; 3: reprodução</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crime Organizado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-13T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-plano-de-seguranca-que-o-brasil-precisa-2-de-abril-de-2019">
    <title>O Plano de Segurança que o Brasil Precisa - 2 de abril de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-plano-de-seguranca-que-o-brasil-precisa-2-de-abril-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Fernanda Rezende / IEA</dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Corrupção</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-09T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/jovens-violencia-e-acordo-de-paz-dilemas-da-colombia-e-da-america-latina-na-atualidade-licoes-aprendidas-02-de-dezembro-de-2016">
    <title>Jovens, Violência e Acordo de Paz: Dilemas da Colômbia e da América Latina na Atualidade - Lições Aprendidas - 02 de dezembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/jovens-violencia-e-acordo-de-paz-dilemas-da-colombia-e-da-america-latina-na-atualidade-licoes-aprendidas-02-de-dezembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-02T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/corrupcao-e-crime-organizado">
    <title>Corrupção e Crime Organizado a Partir da Experiência da Polícia Federal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/corrupcao-e-crime-organizado</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pela primeira vez, três ex-diretores da Polícia Federal estarão reunidos para analisar, a partir de suas experiências à frente da PF, as principais características do crime organizado e da corrupção no Brasil. Também examinarão as transformações institucionais pelas quais passou a PF nas últimas décadas, bem como suas relações com outros órgãos e poderes, que reconfiguraram a dinâmica de funcionamento do sistema de justiça criminal do país.</p>
<p>As sessões contarão com pesquisadores especialmente convidados para promover o debate.</p>
<p>O seminário faz parte do projeto “Corrupção Política e Crime Organizado no Brasil”, desenvolvido pelo Prof. Dr. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rogerio-arantes" class="external-link">Rogério B. Arantes</a>, no âmbito do Programa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-em-2019" class="external-link">“Ano Sabático 2019”</a> do IEA.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Corrupção</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crime Organizado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-26T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cibercriminalidade-tendencias-desafios-e-percepcoes">
    <title>Cibercriminalidade: tendências, desafios e percepções</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cibercriminalidade-tendencias-desafios-e-percepcoes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f0f346c4-7fff-8fe1-cd3b-b77c1d71fa7e"> </span></p>

<p>O Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, por meio de seu Grupo de Pesquisa de Criminologia Experimental e Segurança Pública, e a Associação Internacional de Criminologia de Língua Portuguesa (AICLP) realizam no dia 27 de maio, a partir das 14h, a segunda conferência de seu Ciclo, com o tema “Cibercriminalidade: tendências, desafios e percepções”.</p>
 
<p><span>A palestrante será a docente da Escola de Criminologia da Faculdade de Direito da Universidade do Porto Inês Sousa Guedes. Ela também é pesquisadora do Centro Interdisciplinar de Pesquisa: Crime, Justiça e Segurança (CJS) da Universidade do Porto e integra o Conselho Diretor da AICLP.</span></p>
 
<p>Segundo Inês, o cibercrime é um conjunto amplo de ofensas que têm como denominador comum o fato de serem facilitadas pela tecnologia. Entre os desafios que ele coloca estão não apenas sua medição, mas a investigação criminal desse fenômeno. A Criminologia tem procurado aprofundar esse objeto de estudo, focando em sua definição, tipologias, tendências e percepções associadas a esse tipo de crime.</p>
 
<p>O evento também terá a participação do professor Eduardo Saad-Diniz. Ele é docente do Programa de Integração da América Latina da USP, livre-docente em Criminologia pela USP e coordena o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP.</p>

<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-05-19T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/iv-seminario-integracao-servico-pesquisa-o-caso-cren-unifesp-i-seminario-integracao-politicas-publicas-pesquisa-07-e-08-de-maio-de-2015">
    <title>IV Seminário Integração Serviço-Pesquisa: o Caso CREN-UNIFESP/ I Seminário Integração Políticas Públicas-Pesquisa - 07 e 08 de maio de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/iv-seminario-integracao-servico-pesquisa-o-caso-cren-unifesp-i-seminario-integracao-politicas-publicas-pesquisa-07-e-08-de-maio-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Nutrição e Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-05-29T18:13:17Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ccd-cenas-uso-drogas">
    <title>Novo centro analisará efeitos das políticas para cenas abertas de uso de droga na cidade de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ccd-cenas-uso-drogas</link>
    <description>Desde o final de 2025, o IEA conta com um Centro de Ciência para o Desenvolvimento (CCD) da Fapesp. O tema do projeto são as cenas abertas de uso de droga na cidade de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cena-aberta-de-uso-de-drogas-no-centro-de-sao-paulo-em-2017/image" alt="Cena Aberta de Uso de Drogas no centro de São Paulo em 2017" title="Cena Aberta de Uso de Drogas no centro de São Paulo em 2017" height="411" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Cena aberta de uso de drogas na região central da cidade de São Paulo em 2017</dd>
</dl></p>
<p>O IEA passou a sediar no final de 2025 um centro de ciência para o desenvolvimento (CCD) da Fapesp. Trata-se do CCD Cenas Abertas de Uso de Droga, um dos 34 projetos selecionados em setembro na quarta chamada de propostas do programa.</p>
<p>O Gabinete do Vice-Governador do estado de São Paulo é a instituição parceria do IEA na criação do centro, que tem como organismos associados a Casa Civil do governo estadual, três secretarias estaduais (Saúde, Segurança Pública e Desenvolvimento Social) e a Prefeitura Municipal de São Paulo.</p>
<p>Durante cinco anos, o centro estudará o impacto das políticas públicas sobre o problema das cenas abertas de uso de droga na cidade de São Paulo. Essas cenas constituem um fenômeno complexo e de grande impacto social, afetando setores como saúde pública, economia, segurança, habitação, moradia, transporte, planejamento urbano e assistência social.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Os Centros de Ciência para o Desenvolvimento (CCD) da Fapesp</h3>
<p>Os <a class="external-link" href="https://ccd.fapesp.br/">CCD da Fapesp</a> são núcleos de pesquisa com participação obrigatória de um ente público na criação e na execução do projeto, com o objetivo da solução de grandes desafios públicos enfrentados pelo governo.</p>
<p>De acordo com a fundação, os resultados da pesquisa devem não apenas promover o avanço no conhecimento existente, mas também evidenciar as melhorias esperadas nas políticas públicas.</p>
<p>Além disso, o projeto deve definir metas a serem alcançadas na difusão e transferência de tecnologia/conhecimento para a melhoria das políticas públicas, na criação de novas empresas e em outras iniciativas de impacto social ou econômico, definindo indicadores mensuráveis para a avaliação do trabalho.</p>
<p>O Programa CCD existe desde 2019, quando foi lançada a primeira chamada de propostas.  A quinta chamada<span style="text-align: center; "> foi lançada em 2025 e <a class="external-link" href="https://fapesp.br/17876/chamada-de-propostas-centros-de-ciencia-para-o-desenvolvimento-ccd-20252026">recebe propostas até 12 de março</a>.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/amancio-jorge-de-oliveira" alt="Amâncio Jorge de Oliveira" class="image-inline" title="Amâncio Jorge de Oliveira" /></h3>
<h3>Pesquisador responsável</h3>
<p>Amâncio Jorge de Oliveira, pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária e professor titular do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, é o pesquisador responsável pelo CCD Cenas Abertas de Uso de Droga. No IEA, ele coordena o Centro de Estudos de Negociações Internacionais (Caeni), núcleo de apoio à pesquisa da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação. É responsável também pela Innovation and Science Diplomacy School, iniciativa de organismos da USP em parceria com outras instituições. Médico formado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Oliveira tornou-se doutor e livre-docente em ciência política pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Realizou pesquisa de pós-doutorado na Universidade de Nova York e foi pesquisador visitante do Centro Woodrow Wilson, ambos nos EUA. Foi vice-diretor do IRI e do Museu Paulista da USP.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O projeto conta com financiamento de R$ 8,3 milhões, que incluem recursos concedidos pela Fapesp e contrapartida da USP e das instituições governamentais parceiros. Parte dos recursos será destinada a bolsas para pesquisadores de vários níveis. Em março haverá a escolha de três pós-doutorandos.</p>
<p>A expressão “cena aberta de uso de droga” refere-se a espaços públicos ou semipúblicos onde o consumo de substâncias psicoativas ocorre de forma visível, frequentemente em contextos urbanos marginalizados. Ela passou a ser utilizada pelo poder público e pesquisadores como denominação neutra, em oposição ao termo “cracolândia”, considerado discriminatório e cruel em relação à situação de vida dos usuários de drogas que frequentam esses espaços.</p>
<p>No estudo do caso da experiência paulistana, o projeto utilizará uma abordagem longitudinal que permita avaliar as características do fenômeno antes e depois da implementação de políticas pelos governos municipal e estadual.</p>
<p>O pesquisador responsável pelo CCD, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/amancio-jorge-oliveira" class="external-link">Amâncio Jorge de Oliveira</a>, atual pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da USP, destaca que, embora já existam estudos que abordem dimensões específicas do fenômeno, há uma lacuna na produção de conhecimento que integre diferentes áreas e que avalie, de forma sistemática e multidisciplinar, os impactos da adoção de políticas públicas sobre as cenas abertas.</p>
<p>A proposta parte do pressuposto, a ser evidenciado empiricamente, de que as intervenções sofrem o efeito das interações entre elas, gerando benefícios ao processo de mitigação ou eliminação do problema.</p>
<p>Segundo Oliveira, o CCD atuará no sentido de ampliar o impacto das políticas já adotadas para a resolução do problema. "Além disso, receberá dados dos órgãos governamentais para integrar um grande banco de dados capaz de explicar como se dá esse impacto.”</p>
<p>Em paralelo à análise do caso da cidade de São Paulo, o centro fará estudos comparativos com outras realidades nacionais e internacionais, permitindo a construção de uma base de referência para a compreensão das especificidades do contexto paulistano.</p>
<p>Essa abordagem visa não apenas aprofundar o entendimento sobre os efeitos das políticas implementadas, mas também contribuir para a formulação de estratégias mais eficazes de intervenção.</p>
<p>O cronograma de trabalho do centro é composto de dez etapas:</p>
<ul>
<li>construção      do marco teórico;</li>
</ul>
<ul>
<li>mapeamento      das políticas públicas;</li>
</ul>
<ul>
<li>banco      de dados agregados;</li>
</ul>
<ul>
<li>credenciamento      e dados individuais;</li>
</ul>
<ul>
<li>entrevistas      qualitativas;</li>
</ul>
<ul>
<li>análises      estatísticas e triangulação;</li>
</ul>
<ul>
<li>estudos      internacionais comparativos;</li>
</ul>
<ul>
<li>painel      interativo e indicadores;</li>
</ul>
<ul>
<li>desenvolvimento      de plataforma com dashboards e indicadores;</li>
</ul>
<ul>
<li>relatório      e publicações.</li>
</ul>
<p>De acordo com Oliveira, as principais políticas públicas voltadas à questão das cenas abertas de uso de droga são: os programas municipais De Braços Abertos, (2014-2017) e Redenção (2017-2020), que substituiu o anterior; a Política Municipal sobre Álcool e outras Droga de São Paulo, criada pela <a href="https://www.google.com/search?q=Lei+n%C2%BA+17.089%2F2019&amp;oq=Pol%C3%ADtica+Municipal+de+Drogas+%282019%29&amp;gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIHCAEQIRifBdIBBzk4MWowajmoAgawAgHxBRN9jBaK5lo_&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8&amp;ved=2ahUKEwjzwPTX7feSAxVvIbkGHcrCOwUQgK4QegQIARAB">Lei 17.089/2019</a>; a Política Estadual sobre Drogas de São Paulo, instituída pela <a class="external-link" href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/2019/lei-17183-18.10.2019.html">Lei 17.183/2019</a>; e o Hub de Cuidado em Crack e Outras Drogas, implantado pelo governo estadual em 2024.</p>
<p>Ele afirma que a pesquisa busca justamente sistematizar os impactos dessas políticas: "O grande desafio será saber o peso de cada intervenção. Entender, por exemplo, o peso das políticas de saúde e o peso das políticas de segurança. Aumenta o desafio o fato de que uma política interfere na outra e o isolamento da causalidade é, de ponto de vista metodológico, extremamente complexo".</p>
<p>O centro não terá a finalidade de analisar apenas os efeitos das políticas públicas nas pequenas cenas abertas de uso de droga atuais, surgidas depois da dispersão da grande aglomeração que havia no bairro de Santa Efigênia, na região central de São Paulo.</p>
<p>O objetivo é mais amplo, aponta o pesquisador responsável: "O centro irá reconstruir toda a trajetória do fenômeno das cenas abertas e os impactos das políticas públicas sobre esse fenômeno. A proposta é acompanhar o fenômeno do ponto de vista individual, do ponto de vista de microdados, e do ponto de vista agregado, no sentido do agrupamento de cenas abertas. É um grande projeto ligado à extensão universitária na medida em que busca compreender o efeito da ciência em política públicas".</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Rovena Rosa/Agência Brasil e Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CCD Cenas Abertas de Uso de Drogas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Drogas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-02-27T18:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-on-line-debate-desconfianca-na-policia-e-seguranca-cidada">
    <title>Evento on-line debate desconfiança na polícia e segurança cidadã</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-on-line-debate-desconfianca-na-policia-e-seguranca-cidada</link>
    <description>Conferência é realizada pelo Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental do IEA-RP e a Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-c650d0af-7fff-7687-3b1d-658923692c50"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/ConsequnciasdadesconfiananaPolciaparaaseguranacidad800X530.png/@@images/af826d86-dff6-424c-938d-caf197f35196.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e a Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa (AICLP) promovem no dia 30 de janeiro, a partir das 14h, a conferência on-line “Consequências da desconfiança na Polícia para a segurança cidadã”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/DE6eG9Ytrv9baWEq9"><span>neste link</span></a><span>. A conferência será exclusivamente on-line, com transmissão pelo </span><a href="https://youtube.com/live/f3AyToawOtk"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e pela </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>página do Instituto no Facebook</span></a><span>. Haverá envio de certificados aos participantes que preencherem um formulário enviado no chat das ferramentas durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A palestrante será a professora e pesquisadora da Divisão de Estudos Jurídicos da Universidad de Guadalajara, México, Áurea Esther Grijalva Eternod. Ela vai discutir a péssima avaliação atribuída pela população mexicana à polícia e que obstáculos isso traz à segurança cidadã, entendida como uma combinação de políticas públicas repressivas e preventivas que garantem a proteção comunitária mediante o exercício da cidadania. A docente também vai abordar recomendações para melhorar o relacionamento entre a instituição e os mexicanos com base na Teoria da Justiça Procedimental, de Tom Tyler.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Áurea Esther Grijalva Eternod é doutora em Criminologia pela Universidad de Castilla La Mancha, graduada em Direito e especialista em Direito Penal pela Universidade Nacional Autônoma do México. Atualmente é coordenadora da Licenciatura em Criminologia da Universidade de Guadalajara e participa em vários projetos de pesquisa nacionais e internacionais, sendo responsável no México, em conjunto com a Fundação CEDAT, pela aplicação do Estudo Internacional de Auto-Relato de Delinquência, que estuda a vitimização e a violência em jovens e adolescentes. Suas principais linhas de interesse são: criminalidade juvenil, determinantes da criminalidade, segurança cidadã e instituições de justiça.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o grupo</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>A partir dos recentes avanços da Criminologia Experimental, o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP propõe dedicar-se ao estudo de experimentos, métodos e intervenções que permitam extrair evidências científicas sobre o que funciona (what works) nas estratégias de segurança pública. Com base nas evidências científicas obtidas pelo método experimental, pretende-se desenvolver novas abordagens teóricas e recomendações de ação estratégica no campo da segurança pública. Saiba mais na </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/criminologia-experimental-e-seguranca-publica/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-01-17T16:43:09Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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