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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 31 to 38.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/intercontinental-academia-17-de-abril-de-2015">
    <title>Intercontinental Academia: Abertura - 17 de abril de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/intercontinental-academia-17-de-abril-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-20T21:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/aceleracao-do-tempo-e-pos-democracia-violencia-e-comunicacao-1o-de-outubro-de-2014">
    <title>Aceleração do Tempo e Pós-democracia: Violência e Comunicação - 1º de outubro de 2014</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/aceleracao-do-tempo-e-pos-democracia-violencia-e-comunicacao-1o-de-outubro-de-2014</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-10-01T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/jovem-pesquisador-da-intercontinental-academia-e-eleito-membro-da-abc">
    <title>Jovem pesquisador da Intercontinental Academia é eleito membro da ABC</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/jovem-pesquisador-da-intercontinental-academia-e-eleito-membro-da-abc</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/helder-nakaya-1" alt="Helder Nakaya - Perfil" class="image-left" title="Helder Nakaya - Perfil" /><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/helder-nakaya">Helder Nakaya</a>, um dos 13 jovens pesquisadores da primeira <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/home-sao-paulo">Intercontinental Academia</a> (ICA), foi eleito membro afiliado da <a class="external-link" href="http://www.abc.org.br/rubrique.php3?id_rubrique=1&amp;recalcul=oui">Academia Brasileira de Ciências</a>. A categoria, criada em 2007, reúne pesquisadores de excelência com menos de 40 anos para mandatos de cinco anos de duração. <a class="external-link" href="http://www.abc.org.br/article.php3?id_article=8255">Os escolhidos</a> são jovens que atuam em “áreas de fronteira e têm demonstrado, por seus trabalhos, um grande potencial científico”. Nakaya integrará, <span>até 2020,</span> o grupo da região de São Paulo ao lado de mais quatro pesquisadores.</p>
<p>Bacharel em ciências biológicas e com doutorado em bioquímica e biologia molecular, ambos pela USP, Nakaya fez pós-doutorado de 2008 a 2011 na Emory University, em Atlanta (EUA), onde pesquisou o mecanismo de atuação de vacinas em células do sistema imune com técnicas em larga escala. Após a conclusão, tornou-se professor assistente do Departamento de Patologia da Emory University, utilizando a biologia de sistemas para prever e entender a resposta imune a diferentes vacinas. Dois anos depois, foi contratado como docente do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas do Instituto de Ciências Farmacêuticas da USP.</p>
<p>Em 2014, Nakaya foi um dos escolhidos para participar da primeira edição da Intercontinental Academia, que tem como tema o 'tempo'. Realizada de 19 a 29 de abril de 2015 em São Paulo e de 6 a 18 de março de 2016 em Nagoya, no Japão, a ICA é uma iniciativa da <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">rede Ubias</a> (University-Based Institutes for Advanced Study), que reúne 36 institutos de estudos avançados baseados em universidades de todos os continentes. Esta edição foi organizada pelo IEA-USP e pelo Instituto para Estudos Avançados da Universidade de Nagoya. Em março de 2017, os jovens se reunirão novamente em São Paulo para concluir um Mooc (Massive Open Online Course) sobre o tempo, principal produto da ICA.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-06T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-em-saude-podem-melhorar-a-partir-de-inovacoes-metodologicas-na-captura-de-dados">
    <title>Estudos em saúde podem melhorar com inovações na captura de dados</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-em-saude-podem-melhorar-a-partir-de-inovacoes-metodologicas-na-captura-de-dados</link>
    <description>Em encontro realizado no IEA, Christopher Small, geofísico da Universidade de Columbia, e Marcos Rosa, geógrafo da FFLCH-USP, apresentaram pesquisas sobre a morfologia urbana.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/remote-sensing-mesa" alt="Remote Sensing - mesa" class="image-inline" title="Remote Sensing - mesa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Da esquerda para direita: Marcos Rosa, Ligia Barrozo, Reinaldo Machado e Christopher Small durante a conferência</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Extensos quarteirões, edifícios altos, áreas verdes. Todos estes são aspectos urbanos comuns no ambiente da cidade que podem afetar a saúde dos moradores de diversas maneiras.</p>
<p dir="ltr">Na conferência <i>Remote Sensing, Urban Morphology and Studies on Health</i>, realizada no dia 2 de junho, no IEA, foram apresentados dados e inovações metodológicas na captura de informações a partir de imagens de satélite em áreas urbanas, os quais  podem contribuir para entender como a morfologia urbana afeta a saúde humana. O encontro foi organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> e pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/espaco-urbano-e-saude" class="external-link">Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde</a>, ambos do IEA.</p>
<p dir="ltr">Ao abordar o crescimento vertical tridimensional, relativo a grandes edifícios, o geofísico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/christopher-small" class="external-link">Christopher Small</a>, da Universidade de Columbia, EUA, comentou o efeito que essas construções têm na transferência de energia, no fluxo de energia solar que envolve a cidade e como isso pode afetar o microclima. Seu trabalho relaciona a morfologia urbana e a reflexão da energia solar com variações na temperatura do ar.</p>
<p dir="ltr">O pesquisador apresentou imagens de satélite da Grande São Paulo em diferentes datas: 1975, 2000 e 2017. Elas evidenciam o crescimento urbano e destacam as áreas com maior número de construções. As diferentes tonalidades de cores nas imagens representam a quantidade de luz solar refletida na área observada.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/remote-sensing-urban-morphology-and-studies-on-health" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/remote-sensing-urban-morphology-and-studies-on-health-02-de-junho-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Eventos semelhantes:</p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/use-of-geographic-methods-to-characterize-social-inequalities" class="external-link">Use of Geographic Methods to Characterize Social Inequalities</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/reflexao-solar-1975" alt="Reflexão solar 1975" class="image-inline" title="Reflexão solar 1975" /></th>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/reflexao-solar-2017" alt="Reflexão solar 2017" class="image-inline" title="Reflexão solar 2017" /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>A intensidade da cor rosa mostra a quantidade de luz solar refletida na Grande São Paulo em 1975 e 2017, respectivamente</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">De acordo com Small, o crescimento vertical aumenta a quantidade de sombra e, consequentemente, afeta a temperatura, mesmo que seja uma alteração aparentemente pequena, como expandir uma casa de um andar para dois.</p>
<p dir="ltr">Costuma-se pensar que as áreas com mais vegetação sejam mais frias, mas, comparando a imagem que mostra os reflexos da luz solar com outra que mostra a temperatura, Small evidencia que a área mais fria é a região onde existem mais sombras. “A mesma quantidade de energia solar está indo para os dois lugares, mas se uma sombra for projetada de um prédio alto, ela cobrirá outros prédios. Esses prédios não serão iluminados”, explica o pesquisador.  Segundo Small, isso altera o fluxo de energia, já que a luz solar será absorvida pela lateral do prédio ou entrará no prédio maior, sendo irradiada metros acima da superfície do solo. Assim, uma vez que a superfície do solo não é aquecida o suficiente no período da tarde, ele não é capaz de manter calor na parte da noite.</p>
<p dir="ltr">Estudos como este podem contribuir para as pesquisas relacionadas à saúde. Segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a>, coordenadora do grupo de estudos e professora do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, já existem dados ligando a temperatura do ar e o microclima a algumas doenças infecciosas na cidade. É o caso das epidemias de dengue, por exemplo, identificadas principalmente nas partes mais quentes da área urbana de São Paulo.</p>
<p dir="ltr">Outros estudos mostram que algumas doenças respiratórias estão associadas às populações mais vulneráveis, como idosos e crianças. “Também existem estudos tentando descobrir como a morfologia urbana pode promover ou inibir a prática de atividades físicas e como isso afeta pessoas com hipertensão, diabetes, doenças cardíacas e obesidade”, completou Barrozo.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/christopher-small" alt="Christopher Small" class="image-inline" title="Christopher Small" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Christopher Small comentou o efeito das construções na temperatura do ar</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Small comenta que no ambiente construído, ou seja, o ambiente urbano, há a possibilidade de utilização de modelos de construções que gerem menos impactos para o ambiente como um todo e até favoreçam a saúde humana: “Se levarmos em consideração o efeito das sombras e da iluminação solar, conseguiremos, por exemplo, construir ou reconstruir prédios com dispositivos capazes de capturar a radiação em uma parte do ano e refleti-la em outros meses. Isso pode fazer diferença”, exemplificou.</p>
<h3>Inovações metodológicas</h3>
<p dir="ltr">Estudos mais detalhados da morfologia urbana estão mais fáceis de serem realizados graças a novas formas de pesquisa. O cloud process methodology – metodologia que utiliza o armazenamento de dados em nuvem – é uma delas.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-reis-rosa" class="external-link">Marcos Reis Rosa</a>, geógrafo da FFLCH, explica que, na metodologia tradicional é preciso escolher uma área, selecionar os dados das imagens, baixá-las, calibrar corretamente todos os parâmetros, fazer processos digitais e classificar imagem a imagem para, só então, ter o produto final. No sistema de armazenamento em nuvem, os passos são os mesmos, porém, é possível programar todos eles no começo da pesquisa. Logo que se obtém os resultados, já é possível iniciar um novo processo, simplesmente alterando os parâmetros, locais e datas. “O pesquisador pode focar seu tempo em analisar as informações e em buscar novos parâmetros”, explicou Rosa.</p>
<p dir="ltr">Exemplo de plataforma que oferece tais possibilidades é o Google Earth. Utilizando processamento de nuvem, ele possui um catálogo de dados de diversas imagens de satélite, além de ferramentas para analisar todos esses dados.</p>
<p dir="ltr">De acordo com o pesquisador, outras vantagens do processamento em nuvem incluem a facilidade em produzir imagens sem nuvens do céu, durante vários dias em um mesmo horário, e, também, facilidade em produzir índices usando todas as imagens de um espaço de tempo específico ou até mesmo de um ano todo.</p>
<p dir="ltr">As falas de Rosa e Small foram comentadas por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/reinal-perez-machado/view" class="external-link">Reinaldo Pérez Machado</a>, do Departamento de Geografia FFLCH.</p>
<p dir="ltr"><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans - IEA/USP. Mapas: Arquivo - Christopher Small</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-12T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/filmagens-de-curso-sobre-o-tempo">
    <title>Pesquisadores da 1ª Intercontinental Academia iniciam filmagens de curso sobre o “tempo”</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/filmagens-de-curso-sobre-o-tempo</link>
    <description>Cinco dos 13 jovens pesquisadores que participam do projeto ficarão imersos em base de pesquisa do IO-USP para gravar as aulas que irão compor o Massive Open Online Course (Mooc)</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/base-clarimundo-de-jesus-io-usp" alt="Base Clarimundo de Jesus - IO/USP" class="image-inline" title="Base Clarimundo de Jesus - IO/USP" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Base de pesquisa do IO-USP em Ubatuba</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Começaram nesta segunda-feira, 6 de março, as filmagens do curso online que os participantes da primeira <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/">Intercontinental Academia</a> (ICA) estão produzindo sobre o tema “tempo”. Em Ubatuba, na Base de Pesquisa “Clarimundo de Jesus” do Instituto Oceanográfico (IO) da USP, cinco jovens pesquisadores que integram o projeto ficarão imersos até o dia 10 de março para gravar as aulas das quatro seções que comporão o Massive Open Online Course (Mooc). Com um total de duas horas de duração, o curso deverá ficar hospedado na base da <a class="external-link" href="https://pt.coursera.org/">Coursera</a>.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/projetos/intercontinental-academia-filmagem-mooc-sobre-o-tempo" class="external-link">Fotos das filmagens do Mooc</a></p>
<p>1º encontro em São Paulo</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-relatorio" class="external-link">Participantes da Intercontinental Academia apresentam resultados do encontro</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading">2º encontro em Nagoya</p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-detalham-curso-online-sobre-o-tempo" class="external-link">Pesquisadores da Intercontinental Academia detalham curso sobre o tempo</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" style="text-align: right; "><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias-ica" class="external-link">Todas as notícias</a></i></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/gravacao-mooc-ubatuba" alt="Gravação Mooc Ubatuba" class="image-inline" title="Gravação Mooc Ubatuba" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Bastidores da gravação do Mooc</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/gravacao-mooc-ubatuba-2" alt="Gravação Mooc Ubatuba - 2" class="image-inline" title="Gravação Mooc Ubatuba - 2" /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Nikki Moore se prepara para iniciar a filmagem</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os jovens pesquisadores estão sendo representados por <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/david-gange">David Gange</a>, da University of Birmingham, Inglaterra; <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/eduardo-almeida">Eduardo Almeida</a> e <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/helder-nakaya">Helder Nakaya</a>, ambos da USP; <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/nikki-moore">Nikki Moore</a>, da Rice University, Estados Unidos; e <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/valtteri-arstila">Valtteri Arstila</a>, da University of Turku, Finlândia. Durante esta semana, eles terão a supervisão dos membros do Comitê Sênior da ICA <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/copy_of_martin-grossmann">Martin Grossmann</a>, da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP, e <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/regina-markus">Regina Markus</a>, do Instituto de Biociências (IB) também da USP.</p>
<p>A ICA é um programa da <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">University-Based Institutes for Advanced Study</a> (Ubias), rede que congrega 36 institutos de estudos avançados de universidades de todos os continentes. O IEA-USP e o <a class="external-link" href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/">Instituto de Pesquisa Avançada da Universidade de Nagoya</a> (IAR), no Japão, são os responsáveis pela primeira edição. O encontro em São Paulo aconteceu de 17 a 30 de abril de 2015, e a segunda fase, em Nagoya, de 6 a 18 de março do ano passado.</p>
<p>O projeto reúne 13 jovens pesquisadores de diferentes nacionalidades e áreas do conhecimento para desenvolver estudos sobre o tema “tempo”. Sua realização foi possível graças à parceria e apoio das Pró-Reitorias de Pesquisa da USP e da Universidade de Nagoya e do <a class="external-link" href="http://www.itaucultural.org.br/">Itaú Cultural</a>, que financia boa parte dos custos por meio do programa Redes Globais de Jovens Pesquisadores da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>.</p>
<p>Durante todas as etapas da ICA e mesmo após os encontros presenciais, os jovens trabalharam na criação do roteiro do Mooc e chegaram a Ubatuba com os textos prontos do que será filmado por uma produtora de vídeo. <span>Após as gravações, a expectativa é que o curso fique completamente pronto para ir ao ar em junho.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Foto 1 - Divulgação IO-USP; Fotos 2 e 3: Richard Meckien - IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-06T14:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/como-chegamos-as-notacoes-de-anos-meses-horas-e-dias">
    <title>Como chegamos às notações de anos, meses, horas e dias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/como-chegamos-as-notacoes-de-anos-meses-horas-e-dias</link>
    <description>A prudência nos registros e na articulação do tempo era algo indispensável na criação de narrativas históricas, numa época em que não havia um calendário unificado.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Y-Suto.jpg" alt="Yoshiyuki Suto" class="image-inline" title="Yoshiyuki Suto" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Yoshiyuki Suto, da <span>Nagoya City University.</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O mundo helenístico, tido como a era mais antiga de globalização na história da humanidade, foi abordado na conferência <i>Articulating Time in the Hellenistic World</i>, ministrada pelo professor de história antiga e docente do Centro do Patrimônio Cultural e de Textos da Nagoya University, <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/yoshiyuki-suto" target="_self">Yoshiyuki Suto</a>.</p>
<p>Foi durante o florescimento de uma sociedade multicultural que se impôs a necessidade de sincronizar calendários, bem como padronizar registros documentais e a datação de eventos históricos. “O ajuste do tempo esteve estreitamente relacionado com o senso de estabilidade social”, disse Suto, durante a  <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya" target="_blank">Intercontinental Academia</a> (ICA).</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3><strong>Relacionado</strong></h3>
<p><strong>Vídeo:</strong></p>
<p><strong><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/videos/intercontinental-academnia-second-phase-nagoya-thursday-march-10-lecture-by-yoshiyuki-suto">Articulating Time in the Hellenistic World</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><i>Mais informações:</i></strong><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/programme" target="_blank">Programação completa Fase Nagoya</a></strong><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias-ica">Todas as notícias da Intercontinental Academia</a></strong></p>
<p><strong>Site:</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><i><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">http://intercontinental-academia.ubias.net</a></i></strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Realizada de <strong>6 a 18 de março</strong> em Nagoya, Japão, a segunda fase da ICA reuniu cientistas de diversas áreas e 13 jovens pesquisadores selecionados para desenvolver estudos sobre o tema “tempo”. O conteúdo das pesquisas subsidiará os estudos dos jovens participantes da ICA na criação de um Massive Open Online Course (Mooc).</p>
<p>Suto participou das exposições do dia 10 de março, dedicadas à área de Humanidades e Ciência Sociais. Nesse dia também participaram <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/yasuhira-kanayama" target="_self">Yasuhira Kanayama</a>, da Nagoya City University, <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/copy_of_sami-pihlstrom" target="_self">Sami Pihlström</a>, da University of Helsinki, <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/chun-chieh-huang" target="_self">Chun-chieh Huang</a>, da National Taiwan University, <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/kirill-ole-thompson" target="_self">Kirill O. Thompson</a>, da National Taiwan University. As mesas foram presididas por <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/takaho-ando-2" target="_self">Takaho Ando</a>, Chubu University.</p>
<p>“Convencionamos usar unidades de tempo como horas, minutos, segundos, dias, para expressar o tempo. Mas nem sempre paramos para pensar sobre a origem desses marcadores”, disse Suto.</p>
<p>A partir da observação das estrelas, os egípcios foram os primeiros a contar períodos anuais e também pioneiros em criar 12 subdivisões de tempo baseadas nas estações. O historiador e geógrafo grego Heródoto escreveu no ano 3 a.C. sobre essa habilidade dos chamados “mestres do tempo”.</p>
<p>“Seus cálculos são mais precisos que os dos gregos; os gregos adicionaram um mês intercalar a cada dois anos, de modo que as estações coincidissem. Mas os egípcios contaram 30 dias para cada um dos 12 meses, adicionando cinco dias ao total de cada ano e, assim, o círculo completo das estações coincide com o calendário”, escreveu Heródoto.</p>
<p>Estudioso da Grécia e Egito antigos, o palestrante vem se especializando na história do Egito sob o domínio ptolomaico. “Chama a atenção não apenas os conhecimentos avançados dos egípcios, mas também a característica única daquele momento. Durante o helenismo aconteceu a primeira era da globalização na história da humanidade.  A criação dos enormes impérios e a divisão em grandes reinos caracteriza um momento totalmente diferente do anterior”, lembrou.</p>
<p>Durante esse período, marcado pelas expedições de Alexandre, o Grande, para a Ásia, ou pela primeira invasão de Roma na Grécia do Leste, bem como pela difusão da língua grega, os anúncios públicos e eventos históricos precisavam ser registrados, muitas vezes, em mais de um tipo de grafia ou língua e com os calendários adotados por diferentes povos, disse Suto.</p>
<p>Eram comuns documentos públicos referenciando reinados, bispados e outros fatos históricos, e trazendo notações de calendários sumério e egípcio, ou grego e egípcio, por exemplo, para que não houvesse engano sobre a data ou o fato que se queria retratar.</p>
<p>Assim, a sincronização do tempo se impunha. Para datar documentos, alguns pontos de referência importantes foram usados, como a Guerra de Troia, o Dilúvio de Deucalião (o Noé grego), ou o Retorno dos Heráclidas. Uma série cronológica mais explícita foi criada a partir dos Jogos Olímpicos de Atenas.  “O novo benchmark era baseado na lista dos vencedores olímpicos”, disse Suto.</p>
<p>Para mostrar como evoluiu a sincronização do tempo entre os diferentes povos da antiguidade, Suto introduziu dois conceitos básicos relacionados ao tempo na história. O primeiro conceito contrapõe tempo progressivo e tempo recorrente, sendo o primeiro ligado a uma cadeia linear de eventos entre o passado, o presente e o futuro; o outro, marcado por um ciclo de eventos repetidos de períodos em períodos, como as colheitas, as celebrações e assim por diante, disse.</p>
<p>O segundo conceito de tempo contrapõe tempo natural e tempo humano, sendo o primeiro relacionado aos fenômenos astronômicos e da natureza e o outro, às articulações culturais e à própria interpretação do tempo natural.</p>
<p>Mesmo nas sociedades antigas, o tempo natural coincidia com as celebrações e necessidades humanas como colheita e plantio, por exemplo. Mas foi durante o período helenístico que ocorreu a definição do começo e do fim de unidades cronológicas básicas, bem como a sincronização dos diversos tempos humanos e a formas de denotar o tempo humano na vida diária, disse.</p>
<p>Não havia uma forma de articular uma unidade de tempo que compreendesse mais de um ano. Além disso, havia dificuldades de diferenciar um ano do outro num tempo cronologicamente progressivo. Inicialmente, a forma que os antigos encontraram de fazer isso foi dando a determinado ano o nome de um magistrado ou de um padre eleito. “Isso certamente evitou muitas confusões, mas não era prático, pois essas referências não davam uma noção de sequência relativa em relação aos fatos”, contou.</p>
<p>Mas essa notação felizmente progrediu nos reinos helenísticos e em especial no Egito ptolomaico, o mais próspero e duradouro dos reinos helenísticos. Um sistema alternativo se tornou mais conhecido, que  convencionou contar o ano a partir da sucessão do trono de cada rei. Por exemplo, o ano da coroação de Ptolomeu I (305-4 AC) ficou chamado de Ano I de Ptolomeu do Egito.</p>
<p>O estabelecimento do conceito de anos regulares não apenas contribuiu para a identificação de um determinado ano, mas também para a articulação de períodos mais longos. “Permitiu articular o tempo progressivo com o respectivo período dominado por cada rei”, disse.</p>
<p>Isso ficou demonstrado na lista de reis grafada sobre um longo papiro, com os nomes de 300 reis. O documento, intitulado <i>Turin Royal Canon</i>, data da época de Ramses II e traz o exato período de duração de cada reino. Mas não se sabe por que, trata-se da única lista de reis do período faraônico.</p>
<p><span>Ptolomeu II, co-regente do pai, Ptolomeu I Sóter, introduziu mudanças no calendário de então. Tentou prolongar o ano de seu reinado, considerando o período que foi co-regente. “A razão disso é desconhecida, mas acredita-se que foi uma tentativa de prolongar também a sua autoridade sobre os legisladores de outros reinados”, disse Suto.</span></p>
<p>Afinal, o sistema de anos regulares contados a partir do ano em que um novo rei sucedia o anterior  resultou numa forma conveniente de determinar o início e o final de cada período, disse Suto.</p>
<p>A característica marcante da fase helenística, portanto, não foi só a integração estrutural e cultural do reino. Houve também a importante sincronização do tempo que, em períodos anteriores, era localmente separado nas diversas partes do reino, disse.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arqueologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Astronomia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-22T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-holografia-como-metafora-para-a-emergencia-do-espaco-tempo">
    <title>A holografia como metáfora para a emergência do espaço-tempo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-holografia-como-metafora-para-a-emergencia-do-espaco-tempo</link>
    <description>O físico Tadashi Takanayagi falou sobre a emergência do espaço-tempo na Teoria das Cordas durante o Workshop de Física da Fase Nagoya da Intercontinental Academia, no dia 9 de março.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O espaço-tempo pode expandir-se, contrair-se e ser criado. A matéria pode mudar e ser criada. A concepção teórica desses eventos pode ser explicada pela Teoria das Cordas, a única capaz de unificar as quatro forças da matéria (eletromagnetismo, interações fraca e forte e gravidade) em condições microscópicas.</span></p>
<p>Em exposição no Workshop de Física da Fase <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya">Nagoya da Intercontinental Academia</a>, no dia 9 de março, o físico <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/tadashi-takayanagi">Tadashi Takanayagi</a>, do Instituto Yukawa de Física Teórica da Universidade de Kyoto, disse que um bom modelo de análise para essas concepções são os buracos negros, com o auxílio do Princípio Holográfico, uma metáfora para a análise de realidades 3D a partir das informações observáveis em superfícies (2D).</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/hasannori-shinohara" alt="Tadashi Takanayagi" class="image-inline" title="Tadashi Takanayagi" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O físico teórico Tadashi Takanayagi</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ele explicou que o Modelo Padrão, abordagem tradicional da física de partículas, funciona perfeitamente para três forças da matéria: eletromagnetismo, interação forte (força nuclear) e interação fraca (decaimento beta, neutrinos), mas não descreve a ação da quarta, a força gravitacional. “No campo microscópico, do não tamanho, a gravidade se comporta totalmente diferente das outras três forças.”</p>
<p>Essa dificuldade levou à Teoria das Cordas, segundo Takanayagi. Ao vibrarem rápido, as cordas dão origem às partículas pesadas; ao vibrarem lentamente, produzem as partículas leves. “Com essa abordagem, as teorias sobre a matéria ficam consistentes, com a unificação das quatro forças: a corda aberta descreve o eletromagnetismo e as interações forte e fraca; simultaneamente, a mesma corda fechada descreve a gravidade.”</p>
<p>Para verificar se a teoria das cordas é real, é preciso encontrar um fenômeno que só possa ser explicado por ela, afirmou Takanayagi. A<span>lguns aspectos dos buracos negros são bons casos para a pesquisa, especialmente do ponto </span><span>de vista microscópico: “Queremos usar um microscópio teórico para ampliar um buraco negro e ver o que há dentro dele.”</span></p>
<p>Ele disse que essa preocupação acabou resultando no desenvolvimento da Teoria Holográfica, “um dos mais importantes avanços nesse campo teórico nos últimos 20 anos”.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>A HISTÓRIA CÓSMICA E A FLECHA DO TEMPO</strong></p>
<p><strong>Conferência de Matthew Kleban — 21 de abril de 2015</strong></p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-hideyo-kunieda" class="external-link">Mattew Kleban discute a flecha do tempo e a evolução do Universo</a></li>
</ul>
<p><strong>Multimídia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/intercontinental-academia-talk-with-matthew-kleban" class="external-link">Vídeo</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/conferencias" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><i> </i></p>
<hr />
<i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-intercontinental-academia" class="external-link">Leia mais notícias sobre a Intercontinental Academia</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O conceito de espaço-tempo é definido por um sistema tetradimensional de coordenadas (x, y e z para as dimensões do espaço e t para o tempo). A Teoria da Relatividade Geral de Einstein assume esse conceito. “A questão é se esse sistema de descrição do espaço-tempo é real, se é o melhor quadro para entender o Universo”.</p>
<p>Talvez a análise de estruturas bastante microscópicas indique que o espaço é emergente, e talvez até o tempo também seja emergente, adverte Takanayagi. Para ele, esse tipo de consideração conduz à ideia de que o espaço-tempo seja equivalente à informação da matéria.</p>
<p>Uma vez que objetos massivos formam um buraco negro, a informação dentro dele não é acessível a observadores externos. A quantidade de informação não acessível é chamada entropia, explica o físico, acrescentando que a Teoria das Cordas pode resolver o problema desempenhando o papel de microscópio para extrair informação do buraco negro. “Entre as partículas massivas há cordas abertas e pode-se extrair informações do comportamento delas. Com isso é possível explicar a entropia do buraco negro.”</p>
<p>Takanayagi exibiu a formula que define a quantidade de entropia de um buraco negro, elaborada Jacob Bekenstein e Steven Hawking, e ressaltou que um de seus termos, representado pela letra A, corresponde à área da superfície do buraco negro.</p>
<p>“Isso não é comum. Se observamos qualquer aglomerado de matéria (gás, líquido ou sólido), a entropia é proporcional ao volume, não à superfície. Mas a informação parece estar na superfície de um buraco negro. Isso é parecido com o que acontece num holograma, onde uma imagem 3D é codificada numa superfície 2D, mas o mecanismo é totalmente diferente, é apenas uma analogia.”</p>
<p>Ele disse que dois físicos (Gerard ‘t Hooft e Leornard Susskind) conjecturaram que as teorias gravitacionais são equivalentes a teorias microscópicas de “certa matéria” na fronteira desta.</p>
<p>Segundo ele, essa ideia é bastante popular e intuitiva, mas a Teoria das Cordas propõe algo além disso. Comentou que Juan Maldacena, em 1997, propôs que o Princípio Holográfico deve ser compreendido como uma Dualidade Gauge/Gravidade na Teoria das Cordas, ou seja, nele há uma equivalência entre gravidade (cordas fechadas) e matéria (cordas abertas).</p>
<p>Ao mesmo tempo, o Princípio Holográfico informa que, na gravidade, espaços podem emergir da matéria.  A gravidade funcionaria como uma série de peneiras com diferentes tamanhos de trama, permitindo a passagem de informação de acordo com a granulação aceita por cada peneira, comentou Takanayagi.</p>
<p>Ele disse que os físicos, num modelo bastante simplificado, expressam a informação oculta num buraco negro simplesmente com uma bolinha branca ou uma bolinha negra (similar ao 0 ou 1 na computação). A unidade de informação baseada nessas “moedas” é chamada de 1 qubit.</p>
<p>Na totalidade do sistema, deve-se considerar a possibilidade de tanto a bolinha branca quanto a preta estarem dentro e fora do buraco negro, com 50% de probabilidade para cada ocorrência. “Daí decorre que se dentro do buraco negro há uma bolinha branca, então fora dele sempre haverá uma bolinha branca (e vice-versa). Se não podemos observar o interior do buraco negro, então não podemos conhecer o lado externo dele (a informação escondida, por exemplo).”</p>
<p>Esse fenômeno é chamado de emaranhado quântico e se diz que “o interior e o exterior estão emaranhados”. A quantidade de “moedas” (ou qubits) presente é chamada de entropia do emaranhado (Sent), que mede a quantidade de informação oculta.</p>
<p>Graças à holografia, verifica-se que a entropia do buraco negro é igual à entropia do emaranhado. Na verdade, acrescenta Takanayagi, a entropia do emaranhado é igual à área de uma superfície qualquer, mesmo sem nenhum buraco negro. A fórmula que Takanayagi elaborou com <span>Shinsei </span><span>Ryu</span>, em 2006, implica que o espaço-tempo consiste de qubits de informação.</p>
<p>O Princípio Holográfico informa que os espaços na gravidade emergem da matéria (ou informação). Na Teoria das Cordas, a holografia permite dizer que a gravidade no Universo em 3D é igual à matéria no espaço-tempo em 2D. Na gravidade do Universo em 3D, o espaço-tempo pode expandir-se, contrair-se e mesmo ser criado. Considerada a matéria no espaço-tempo em 2D, o espaço-tempo não é dinâmico, mas a matéria pode mudar e ser criada.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-21T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-tempo-da-fisica-e-o-tempo-das-ciencias-sociais">
    <title>O tempo na física e o tempo vivido</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-tempo-da-fisica-e-o-tempo-das-ciencias-sociais</link>
    <description>Discussão final do Workshop de Física da Fase Nagoya da International Academia ocorreu no dias 9 de março, com a participação dos expositores, outros conferencistas, pesquisadores participantes do projeto e integrantes da coordenação do projeto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>O TEMPO NA RELATIVIDADE</strong></p>
<p><strong>Conferência de Naoshi Sugiyama — 9 de março de 2016</strong></p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-relatividade-do-tempo" class="external-link">A relatividade do tempo</a></li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><i> </i></p>
<hr />
<i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-intercontinental-academia" class="external-link">Leia mais notícias sobre a Intercontinental Academia</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Duas questões dominaram a discussão final do Workshop de Física da <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya">Fase Nagoya da International Academia</a> no dia 9 de março:  a diferença entre a concepção do tempo na física e a percepção do tempo pelos organismos vivos; os aspectos invariáveis do tempo na relatividade.</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eliezer-rabinovici-3" alt="Eliezer Rabinovici" class="image-inline" title="Eliezer Rabinovici" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span style="text-align: right; "><strong>Eliezer Rabinovici</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para o físico <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/copy_of_eliezer-rabinovici">Eliezer Rabinovici</a>, da Universidade Hebraica de Jerusalém e integrante do Comitê Sênior do projeto, quem fala a linguagem físico-matemática vê com clareza o que significa adicionar o tempo como dimensão extra e as implicações de haver quatro dimensões. "A dimensão do tempo possui características diferentes, mas pode ser chamada de dimensão, que é um termo matemático. Mas se se torna confuso falar de quarta dimensão na linguagem comum, então é melhor não usar a expressão.”</p>
<p>O fisico <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/naoshi-sugiyama">Naoshi Sugiyama</a>, diretor associado do Instituto de Pesquisa Avançada (IAR, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya, comentou que dimensões são números necessários para especificar a existência de algo. Como analogia para as quatro dimensões do espaço-tempo, disse que se alguém precisa dizer a um amigo como encontrá-lo, dirá o endereço do edifício, o andar e quando estará lá.</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/naoshi-sugiyama-1" alt="Naoshi Sugiyama" class="image-inline" title="Naoshi Sugiyama" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Naoshi Sugiyama</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sobre a discussão a respeito da percepção do tempo e o tempo na física, o físico <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/peter-goddard">Peter Goddard</a>, pesquisador do Institute for Advanced Study, de Princeton, do qual foi diretor, disse que é<span> confuso relacionar a experiência diária com o que acontece além dela: "Não podemos, como seres humanos, ter a experiência da Relatividade Especial, pois não podemos viajar à velocidade da luz".</span></p>
<p><span>Outro erro, segundo ele, é dizer que </span><span>algo existe independente do observador. "Na estrutura de pensamento newtoniana o espaço era considerado uniforme e o tempo também. Não é possível colocar nessa estrutura a relatividade. O que existe em determinado tempo? A resposta a isso depende do observador".</span></p>
<p>O químico <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/hisanori-shinohara">Hisanori Shinohara</a>, diretor do IAR, lembrou que a 2º Lei da Termodinâmica prevê o aumento da entropia num sistema isolado e perguntou se o tempo ainda fará sentido quando a entropia do Universo como um todo cessar de aumentar, com ele atingindo um perfeito estado de equilíbrio e, consequentemente, morrendo.</p>
<p>Em resposta, Sugiyama, afirmou que não se pode prever a temperatura e o tempo do Universo se pensamos num futuro infinito. Além disso, "s<span>e houver energia escura, o Universo expandirá para sempre e nesse sentido nunca chegará a um final". Por outro lado, "se não houver energia escura e o Universo for achatado, ele vai parar de se expandir em algum momento, mas isso será num futuro infinito".</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/hisanori-shinohara-1" alt="Hisanori Shinohara" class="image-inline" title="Hisanori Shinohara" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Hisanori Shinohara</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Rabinovici também comentou a questão apresentada por Shinohara. Ele disse que, de fato, a entropia aumenta permanentemente, mas isso depende do sistema analisado.  Segundo ele, até mesmo no Universo deve-se considerar a existência de longos período de aumento da entropia e outros de diminuição: "E num tempo muito, muito distante, o Universo voltará a ser o que já foi. Mas costumo dizer aos jovens estudantes que esse tipo de questão é muito profunda e é melhor deixá-la de lado por enquanto e nos concentrarmos em questões mais simples".</span></p>
<p>Sugiyama disse que há uma analogia famosa sobre o retorno do Universo a uma condição anterior: "Um macaco bate em teclas de uma máquina de escrever. Se ele fizer isso por muito, muito tempo, dará origem a Shakespeatre, por mero acaso".</p>
<p><span>O antropólogo Naoki Nomura, da Universidade de Nagoya, também participou da discussão. Em sua opinião, a ideia de relatividade não pertence apenas à física, sendo também uma questão da epistemologia. Ele questionou inclusive a coerência da Teoria da Relatividade: "Quando ela prevê apenas uma natureza para o tempo deixa de ser relativa e torna-se contraditória". </span></p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/naoki-nomura-1" alt="Naoki Nomura" class="image-inline" title="Naoki Nomura" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Naoki Nomura</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao responder aos comentários de Nomura, Rabinovici disse que um dos perigos daquele tipo de workshop "é o uso das palavras, pois elas significam coisas diferentes para cada pessoa". <span>Acrescentou que o termo relatividade foi incorporado ao nome da teoria erroneamente: "Ela não é uma teoria da relatividade, é uma teoria da invariância. Busca-se o que não é relativo e se encontra. Nesse processo, descobre-se que muitas coisas que se pensava fossem invariáveis não o são. Toma-se como certo que algumas coisas são absolutas, como Newton pensou, e elas não são, são relativas. Mas nem tudo é relativo. A ordem no tempo, que uma coisa deve acontecer depois de outra, isso não se negocia. Se duas coisas são simultâneas ao se medir ou não o tempo, isso é negociável, isso depende de certos fatores".</span></p>
<p><span>Goddard também comentou a afirmação de Nomura: "A experiência pessoal do tempo é uma coisa e o tempo na física é outra. A Teoria da Relatividade é consistente e não tem nada a ver com a experiência subjetiva. É muito importante manter essas coisas separadas”.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/peter-goddard" alt="Peter Goddard" class="image-inline" title="Peter Goddard" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span style="text-align: right; ">Peter Goddard</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/martin-grossmann">Martin Grossmann</a>, ex-diretor do IEA e integrante do Comitê Sênior do projeto, quis saber se Goddard considera impossível relacionar o tempo na forma como ele é pensando na física com a maneira como ele é visto pelas ciências sociais e humanidades.</p>
<p><span> </span></p>
<p>Goddard disse que não julga isso impossível, mas que é preciso ser cuidadoso com as palavras, como disse Rabinovici. Em sua opinião, as confusões no uso de termos de uma área em outra são em parte culpa dos físicos, que "gostam de utilizar linguagem figurada, pois metáforas podem ser bastante produtivas ao se fazer ciência".</p>
<p><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/valtteri-arstila">Vatterli Arstila</a>, da Universidade de Turku, quis saber a opinião de Goddard sobre comentário em <a href="https://einstein.stanford.edu/SPACETIME/spacetime2.html">texto</a> a respeito do espaço-tempo publicado no site da Universidade Stanford. De acordo com o texto, a Teoria da Relatividade Geral torna o espaço-tempo menos relativo do que previsto na Relatividade Especial:  “O espaço e tempo absolutos de Newton são mantidos. Eles são meramente amalgamados e enriquecidos com o esqueleto matemático mais flexível”.</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/valtteri-arstila" alt="Valtteri Arstila" class="image-inline" title="Valtteri Arstila" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span style="text-align: right; ">Vatterli Arstila</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Goddard não concordou com essa afirmação presente no texto de Stanford. Para ele, o tempo não deixa de ser relativo na Teoria da Relatividade Geral pelo fato de haver uma "simetria entre massa e geometria do espaço-tempo, por Einstein conceber o espaço-tempo intensamente relacionado com a matéria".</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-30T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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