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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 31 to 44.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde/carta-aberta-aos-estudantes-da-usp">
    <title>Carta aberta aos "estudantes" da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde/carta-aberta-aos-estudantes-da-usp</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span><i>Carlos Guilherme Mota*</i></span></p>
<p>No recente episódio de ocupação e desocupação da Reitoria da Universidade de São Paulo, ocorreu um crime inafiançável: a depredação da sede de nosso Instituto de Estudos Avançados. Vale notar que o IEA não pertence à Reitoria, tem autonomia e está provisoriamente no mesmo edifício, o que não vem ao caso. Mas, ainda assim, foi objeto de uma das mais indevidas e abjetas ocupações pseudo-universitárias (pois o que ocorreu não foi nada<i> universitário</i>) de que se tem notícia no último meio século. Conseguiram, os predadores, perpretar façanha ainda maior do que uma outra, também inesquecível, que ocorreu durante o regime militar.</p>
<p>Com efeito, na manhã da segunda-feira do último dia 11, e nos dias seguintes, fomos tomando ciência do que ocorrera no fim de semana na Reitoria, quando recebemos fotos e depoimentos que davam conta da barbárie. Ou seja, da depredação brutal e boçal da sede do IEA, após invasão indevida e festim descabido, até o dia nascer.</p>
<p>Podemos entender que manifestações estudantis, e mesmo de funcionários e professores, sempre fizeram parte da vida universitária. E que agora, no compasso das manifestações sociais de insatisfação com os rumos da República, a escala das movimentos vem adquirindo novos contornos, inclusive com os <strong><i>black blocs</i></strong> e com usos de metodologias de ação que evocam historicamente os inícios de vários regimes fascistas.</p>
<p>O que não se pode conceber é que o movimento estudantil tenha permitido transbordamentos inconfessáveis como o ocorrido no último fim de semana, com depredação de nossas instalações no campus, levando de roldão arquivos, computadores, documentos, pastas de pesquisas, arrombando portas, pichando e até furando  paredes, estragando material resultante de longas e cuidadosas reuniões de trabalho, em fase de publicação. O prejuízo é incalculável. E mais: trata-se de ação criminosa, nem mais nem menos.</p>
<p>Incalculável é também o dano moral e psicológico que nos causou a devastação de salas de pesquisadores consagrados, como a do professor Aziz Ab’Saber, para citarmos um caso apenas. Mas todas nossas instalações foram visitadas pelo meliantes, digo, estudantes, inclusive o pequeno anfiteatro onde realizamos intensos e variados seminários e conferências abertas ao público, e gratuitamente!  Como se sabe, trata-se de uma sede provisória, já precária <i>per se</i>, pois fomos “mudados”, sem consulta prévia, de nosso<i> locus</i> original do prédio da Reitoria velha, aguardando a lenta, muito lenta construção do novo.</p>
<p>Enfim, é chegada a hora de se perguntar aos estudantes, frontalmente: o que se pretendeu com tal barbarização? Protestar contra o reitor atual? Contra o processo eleitoral? Contra o IEA e suas variadas e multifacetadas linhas de reflexão, pesquisa e socialização do conhecimento?</p>
<p>Com o tempo, outras perguntas deverão ser feitas, e nós as faremos a vocês!, passado este duro e constrangedor momento: que tipo de formação tiveram? O que aprenderam em suas casas, e em suas escolas e Faculdades? E agora, que sistema universitário defendem, e pretendem implantar, no rastro desta cega destruição? E o nosso  IEA, em quê  precisamente ele os incomoda, ao ponto de terem-no tranformado em alvo de operação de guerra? Note-se que  temos trazido para seus quadros e seus embates muitos intelectuais, do porte de Milton Santos, Aníbal Quijano, Jacob Gorender, Raymundo Faoro, Eric Hobsbawm, Moreno Fraginals, Mayana Zatz, Boaventura de Sousa Santos, Leyla Perrone-Moysés, para ficarmos em apenas nestes exemplos.</p>
<p>Agora, porém, caros estudantes, o problema tornou-se mais sério e grave. E dirijo-me à banda não-podre do alunado, que também deve assumir suas responsabilidades pelo ocorrido, em episódios altamente delituosos. Pois buliram não com um vespeiro, mas com a própria colmeia, onde se dá e se aprimora a produção e a crítica, habitada por “abelhas” bravias.</p>
<p>Nosso IEA é independente, mas não é neutro, e não vamos tolerar esse padrão concessivo e “liberal” em que a USP, o Estado e a República estão empapados e acostumados.  Como se trata de um próprio público em plena atividade, ou seja, do Estado, um espaço coletivo, com equipamento caro e uma memória pelos quais temos a obrigação de zelar, iremos apurar até o fim as responsabilidades por tais atos eivados de vandalismo boçal. E efetuar as devidas punições com mão forte, até o fim, para o que contamos com os poderes constituídos, que andaram fraquejando demais, e com o firme apoio da comunidade científico-cultural, nacional e internacional.</p>
<p><i>* Carlos Guilherme Mota, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, foi o primeiro diretor do IEA (gestão José Goldemberg).</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-11-14T18:45:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/carta-aberta-aos-estudantes-da-usp">
    <title>Carta aberta aos "estudantes" da USP</title>
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<p>No recente episódio de ocupação e desocupação da Reitoria da Universidade de São Paulo, ocorreu um crime inafiançável: a depredação da sede de nosso Instituto de Estudos Avançados. Vale notar que o IEA não pertence à Reitoria, tem autonomia e está provisoriamente no mesmo edifício, o que não vem ao caso. Mas, ainda assim, foi objeto de uma das mais indevidas e abjetas ocupações pseudo-universitárias (pois o que ocorreu não foi nada<i> universitário</i>) de que se tem notícia no último meio século. Conseguiram, os predadores, perpretar façanha ainda maior do que uma outra, também inesquecível, que ocorreu durante o regime militar.</p>
<p>Com efeito, na manhã da segunda-feira do último dia 11, e nos dias seguintes, fomos tomando ciência do que ocorrera no fim de semana na Reitoria, quando recebemos fotos e depoimentos que davam conta da barbárie. Ou seja, da depredação brutal e boçal da sede do IEA, após invasão indevida e festim descabido, até o dia nascer.</p>
<p>Podemos entender que manifestações estudantis, e mesmo de funcionários e professores, sempre fizeram parte da vida universitária. E que agora, no compasso das manifestações sociais de insatisfação com os rumos da República, a escala das movimentos vem adquirindo novos contornos, inclusive com os <strong><i>black blocs</i></strong> e com usos de metodologias de ação que evocam historicamente os inícios de vários regimes fascistas.</p>
<p>O que não se pode conceber é que o movimento estudantil tenha permitido transbordamentos inconfessáveis como o ocorrido no último fim de semana, com depredação de nossas instalações no campus, levando de roldão arquivos, computadores, documentos, pastas de pesquisas, arrombando portas, pichando e até furando  paredes, estragando material resultante de longas e cuidadosas reuniões de trabalho, em fase de publicação. O prejuízo é incalculável. E mais: trata-se de ação criminosa, nem mais nem menos.</p>
<p>Incalculável é também o dano moral e psicológico que nos causou a devastação de salas de pesquisadores consagrados, como a do professor Aziz Ab’Saber, para citarmos um caso apenas. Mas todas nossas instalações foram visitadas pelo meliantes, digo, estudantes, inclusive o pequeno anfiteatro onde realizamos intensos e variados seminários e conferências abertas ao público, e gratuitamente!  Como se sabe, trata-se de uma sede provisória, já precária <i>per se</i>, pois fomos “mudados”, sem consulta prévia, de nosso<i> locus</i> original do prédio da Reitoria velha, aguardando a lenta, muito lenta construção do novo.</p>
<p>Enfim, é chegada a hora de se perguntar aos estudantes, frontalmente: o que se pretendeu com tal barbarização? Protestar contra o reitor atual? Contra o processo eleitoral? Contra o IEA e suas variadas e multifacetadas linhas de reflexão, pesquisa e socialização do conhecimento?</p>
<p>Com o tempo, outras perguntas deverão ser feitas, e nós as faremos a vocês!, passado este duro e constrangedor momento: que tipo de formação tiveram? O que aprenderam em suas casas, e em suas escolas e Faculdades? E agora, que sistema universitário defendem, e pretendem implantar, no rastro desta cega destruição? E o nosso  IEA, em quê  precisamente ele os incomoda, ao ponto de terem-no tranformado em alvo de operação de guerra? Note-se que  temos trazido para seus quadros e seus embates muitos intelectuais, do porte de Milton Santos, Aníbal Quijano, Jacob Gorender, Raymundo Faoro, Eric Hobsbawm, Moreno Fraginals, Mayana Zatz, Boaventura de Sousa Santos, Leyla Perrone-Moysés, para ficarmos em apenas nestes exemplos.</p>
<p>Agora, porém, caros estudantes, o problema tornou-se mais sério e grave. E dirijo-me à banda não-podre do alunado, que também deve assumir suas responsabilidades pelo ocorrido, em episódios altamente delituosos. Pois buliram não com um vespeiro, mas com a própria colmeia, onde se dá e se aprimora a produção e a crítica, habitada por “abelhas” bravias.</p>
<p>Nosso IEA é independente, mas não é neutro, e não vamos tolerar esse padrão concessivo e “liberal” em que a USP, o Estado e a República estão empapados e acostumados.  Como se trata de um próprio público em plena atividade, ou seja, do Estado, um espaço coletivo, com equipamento caro e uma memória pelos quais temos a obrigação de zelar, iremos apurar até o fim as responsabilidades por tais atos eivados de vandalismo boçal. E efetuar as devidas punições com mão forte, até o fim, para o que contamos com os poderes constituídos, que andaram fraquejando demais, e com o firme apoio da comunidade científico-cultural, nacional e internacional.</p>
<p><i>* Carlos Guilherme Mota, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, foi o primeiro diretor do IEA (gestão José Goldemberg).</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
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      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-tensoes-entre-seguranca-e-privacidade-na-usp">
    <title>As tensões entre segurança e privacidade na USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-tensoes-entre-seguranca-e-privacidade-na-usp</link>
    <description>Com o objetivo de discutir os dilemas entre liberdades individuais e policiamento no campus, a Comissão de Ética da USP e o IEA organizaram a mesa-redonda Segurança e Privacidade. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O convênio entre a USP e a Polícia Militar firmado em setembro do ano passado colocou em foco as tensões entre respeito a liberdades individuais e intensificação do policiamento no campus. Para discutir esse assunto de maneira aprofundada, a Comissão de Ética da USP e o IEA realizaram no dia 8 de novembro a mesa-redonda Segurança e Privacidade. (<i>Assista ao <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/etica-e-universidade-seguranca-e-privacidade" class="external-link">vídeo</a>.</i>)</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participaram-do-debate-o-professor-sergio-adorno-a-esq-do-coronel-pm-glauco-tavares-e-dos-professores-maria-herminiatavares-de-almeida-coordenadora-e-leandro-piquet-carneiro/image" alt="Sergio Adorno, Glauco Tavares, Maria Hermínia Tavares de Almeida e Leandro Piquet Carneiro" title="Sergio Adorno, Glauco Tavares, Maria Hermínia Tavares de Almeida e Leandro Piquet Carneiro" height="263" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O debate teve a participação do professor Sergio Adorno (à esq.),do coronel PM Glauco Tavares e dos professores Maria HermíniaTavares de Almeida (coordenadora) e Leandro Piquet Carneiro</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Moderada pela professora Maria Hermínia Tavares de Almeida, diretora do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, a mesa contou com a participação dos professores Sérgio Adorno, diretor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e Leandro Piquet Carneiro, do IRI, e do coronel PM Glauco Carvalho, comandante do policiamento em Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ORIGEM DAS TENSÕES</strong><br />Segundo Adorno, o problema da invasão da privacidade em nome da segurança envolve o dilema entre a necessidade de, por um lado, vigiar cada vez mais e, por outro, de proteger o cidadão contra um poder que pode se mostrar abusivo e violar direitos.</p>
<p style="text-align: justify; ">O pesquisador ressaltou, ainda, que esse dilema é agravado pela crise de desconfiança entre a sociedade e as instituições de lei e ordem. "Não basta pedir aos cidadãos que respeitem essas instituições. É preciso que elas se mostrem confiáveis. E, para isso, precisam ser eficientes, respeitar direitos e pensar a segurança do ponto de vista de quem precisa de segurança", advertiu.</p>
<p style="text-align: justify; ">Já Carvalho afirmou que a resistência da comunidade uspiana à atuação da PM decorre de uma questão geracional: "Algumas gerações ainda vinculam a figura da PM ao regime militar. Mas a instituição mudou radicalmente nos últimos anos. Deixou de ser uma tropa do exército para se tornar uma tropa de policiamento".</p>
<p style="text-align: justify; ">Carneiro, por sua vez, apontou as divergências sobre as condutas que devem ou não ser permitidas no campus como a maior causa das tensões entre segurança e privacidade na USP. De acordo com ele, essas divergências referem-se principalmente ao consumo de drogas na Cidade Universitária. "O grande dilema parece ser o quanto seremos <i>drug-friend</i> e o quanto seremos <i>drug-free</i>. O que vamos escolher nessa dicotomia?", indagou.</p>
<p style="text-align: justify; ">A resposta, disse, é ter uma postura ativa contra as drogas: "O ponto de partida para qualquer política pública é pensar que universidade queremos para o futuro. E é difícil encontrar grandes universidades em que álcool e drogas são liberados. A USP quer ser uma universidade global, então precisa ter um campus de qualidade. Se ficar paralisada, a desordem e o crime organizado colonizam e os melhores professores vão embora".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ESCALADA DA VIOLÊNCIA</strong><br />Adorno destacou que, nos últimos 40 anos, o país vem passando por uma escalada da violência, que pode ser observada no aumento da delinquência, associada principalmente a crimes contra o patrimônio (furtos e roubos); do crime organizado, como é o caso do tráfico internacional de drogas e da articulação da população carcerária com criminosos em liberdade; e da explosão de conflitos interpessoais, como brigas de trânsito e entre vizinhos, que convergem cada vez mais para a fatalidade.</p>
<p style="text-align: justify; ">Carvalho também destacou mudanças ocorridas nas últimas décadas que vêm ocasionando a intensificação da violência, como a elevação da quantidade de drogas em circulação, de "crimes de sangue" e de armas à disposição da população, especialmente de grosso calibre.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo os debatedores, essa escalada da violência leva a uma escalada da vigilância, uma vez que o surgimento de novos padrões de crimes, mais sofisticados, exige uma intromissão maior na vida privada.</p>
<p style="text-align: justify; ">É o caso do monitoramento por câmeras, defendido por Carvalho como uma ferramenta importante para promover a segurança e identificar culpados. "Nos espaços públicos, nem sempre a privacidade pode ser resguardada. Numa sociedade heterogênea como a nossa, é preciso haver instituições e órgãos que garantam a ordem pública, a observância das regras e um mínimo de controle social", frisou.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para o coronel, a Cidade Universitária não está fora das leis estabelecidas pelo Estado brasileiro e, por isso, o campus é passível de policiamento. "Meu argumento central é o de que, num espaço público, e a USP é um espaço público, a participação da PM é viável, mas algumas regras devem ser respeitadas, pois a USP é um espaço de liberdade, e essa liberdade deve ser preservada", concluiu.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>CICLO</strong><br />A mesa-redonda Segurança e Privacidade inaugurou o ciclo <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-eticos-na-universidade" class="external-link">Ética e Universidade</a>, iniciativa que visa promover a discussão de temas relevantes sobre o comportamento ético para a comunidade uspiana e, a partir disso, contribuir para a definição de condutas na USP.</p>
<p style="text-align: justify; ">Organizado pela Comissão de Ética da USP e pelo IEA, o ciclo contará com mais dois debates: Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades, que acontece no dia 28 de novembro, e Sociabilidade, a ser realizado em 2013.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-11-26T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-mudancas-no-processo-eleitoral-para-reitor-e-vice-reitor-da-usp">
    <title>As mudanças no processo eleitoral para reitor e vice-reitor da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-mudancas-no-processo-eleitoral-para-reitor-e-vice-reitor-da-usp</link>
    <description>Escolha da lista tríplice agora passa a ser feita em turno único e a partir de chapas inscritas formadas por candidatos a reitor e vice-reitor.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><span><strong>A regulamentação<br />do processo eleitoral</strong></span></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/resolucoes-e-portaria-sobre-o-processo-eleitoral-na-usp" class="internal-link"><strong>Resoluções USP 6.637, 6.638, 6.639 e 6.640 e Portaria do Reitor (publicadas no "Diário Oficial do Estado de São Paulo" em 3 de outubro de 2013)</strong></a></span></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<th>
<p><span style="text-align: justify; ">IEA Debate o Processo<br />Eleitoral da USP</span></p>
<ul>
<li style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/iea-debate-o-processo-eleitoral-da-usp" class="external-link">Assita ao vídeo</a></li>
<li style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/iea-debate-o-processo-eleitoral-da-usp-03-de-setembro-de-2013" class="external-link">Fotos do evento</a></li>
</ul>
<ul>
<li style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/perspectivas-para-o-processo-eleitoral-da-usp" class="external-link">Cobertura</a></li>
</ul>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; "><span>Em reunião no dia 1º de outubro, o Conselho Universitário aprovou uma série de mudanças no processo de escolha do reitor e do vice-reitor da USP. A escolha da lista tríplice de candidatos será feita em turno único pela Assembléia Universitária, a partir de chapas constituídas pelos nomes do candidato a reitor e de seu vice. A escolha será precedida por uma consulta de caráter informativo sobre a preferência de toda a comunidade (docentes, funcionários e estudantes) entre as chapas inscritas.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span>Em turno único, a Assembleia Universitária, composta pelo </span><span>Conselho Universitário, Conselhos Centrais, Congregações das Unidades e pelos Conselhos Deliberativos dos Museus e dos Institutos Especializados (cerca de dois mil representantes da comunidade universitária), escolherá as chapas que constituirão a lista tríplice a ser encaminha para a escolha do governador do Estado do novo reitor e seu vice, que tomarão posse no dia 25 de janeiro de 2014.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Antes, todos os </span>professores titulares estavam habilitados a ser votados, sem necessidade de inscrição da candidatura. Agora, os candidatos deverão estar organizados em chapas com candidatos a reitor e a vice-reitor, que deverão ser inscritas, com a apresentação das respectivas propostas de programas de gestão<span>. Além disso, ao se inscreverem, os integrantes das chapas deverão se desincompatibilizar de funções de chefia ou direção que porventura exerçam.</span></p>
<p>Para as eleições deste ano, as chapas deverão se inscrever de 7 a 14 de outubro. A Comissão Eleitoral divulgará a relação das chapas habilitadas no dia 15 de outubro, às 14 horas, no site da <a class="external-link" href="http://www.usp.br/secretaria/">Secretaria Geral</a>.</p>
<p>No dia 10 de dezembro, último dia do semestre letivo, acontecerá a consulta à comunidade (alunos, docentes e funcionários técnico-administrativos) de caráter informativo sobre a preferência entre as chapas em disputa. O resultado dessa consulta será divulgado no dia 12 de dezembro</p>
<p>A eleição da lista tríplice de chapas pela Assembléia Universitária será no dia 19 de dezembro.  Escolhidos pelo governador do Estado a partir da lista tríplice, os<span> novos reitor e vice-reitor tomarão posse no dia 25 de janeiro de 2014.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>O processo de escolha da lista tríplice de chapas será coordenado por Comissão Eleitoral composta pelos professores Wanderley Messias da Costa (presidente), Francisco de Assis Leone (vice-presidente), Carlos Eduardo Falavigna da Rocha, José Rogério Cruz e Tucci, Marisa Aparecida Bismara Regitano D’Arce e Waldyr Antonio Jorge.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-07T15:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/etica-e-prontuarios-medicos-eletronicos">
    <title>As implicações éticas no uso de prontuários médicos eletrônicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/etica-e-prontuarios-medicos-eletronicos</link>
    <description>No dia 16 de outubro, o IEA realiza um debate sobre aspectos éticos ligados ao trânsito, acesso e uso de informações de prontuários médicos eletrônicos na USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/estetoscopio-e-computador" alt="Estetoscópio e computador" class="image-right" title="Estetoscópio e computador" />Interação da Tecnologia da Informação com a Ética na Universidade </i>é o tema da mesa-redonda que o IEA e o Comissão de Ética da USP realizam no dia 16 de outubro, às 15 horas. O encontro vai discutir o grau de proteção das informações armazenadas nos prontuários eletrônicos de atendimentos hospitalares e ambulatoriais realizados pela USP, com foco no sigilo dos dados pessoais dos pacientes.</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<p>Entre os aspectos a serem abordados estão a segurança do trânsito de informações nas redes internas dos serviços assistenciais; quem tem acesso aos dados; e a utilização destes dados em atividades de ensino e pesquisa, incluindo a publicação em periódicos e a divulgação em eventos científicos.</p>
<p>A coordenação e mediação do debate estão a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/dalton-luiz-de-paula-ramos" class="external-link">Dalton Luiz de Paula Ramos</a>, chefe do Departamento de Odontologia Social da Faculdade de Odontologia (FO) da USP e integrante titular da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).</p>
<p>Participam da mesa <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/luiz-natal-rossi" class="external-link">Luiz Natal Rossi</a>, professor da Escola Politécnica (Poli) e diretor do Departamento de Informática da Coordenadoria da Administração Geral (Codage), ambas da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/marco-antonio-gutierrez" class="external-link">Marco Antonio Gutierrez</a>, presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) e diretor do Serviço de Informática do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (HC), ligado à Faculdade de Medicina da USP (FMUSP); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/sergio-surugi-de-siqueira" class="external-link">Sergio Surugi Siqueira</a>, professor do Departamento de Farmácia e decano da Escola de Saúde e Biociências, ambos da PUC-PR, e integrante da Conep.</p>
<p>O debate acontece no Auditório 2 do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, localizado na Rua do Matão, 1226, Cidade Universitária, São Paulo. O encontro é gratuito, aberto ao público e será transmitido ao vivo em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a>.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas com Rafael Borsanelli (<a href="mailto:rborsanelli@usp.br">rborsanelli@usp.br</a>).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-08T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres-23-de-agosto-de-2018">
    <title>Acesso à Informação e Violência Contra as Mulheres - 23 de agosto de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres-23-de-agosto-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-23T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres">
    <title>Acesso à Informação e Violência Contra as Mulheres</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Apesar dos avanços, a violência contra as mulheres por razões de gênero continua apresentando níveis alarmantes e com escalas crescentes de gravidade, sem que tenhamos informações suficientes para avaliar onde as políticas e leis falham e como podemos aprimorá-las.</p>
<p>Em 2013, o <a class="external-link" href="https://www12.senado.leg.br/institucional/omv/entenda-a-violencia/pdfs/relatorio-final-da-comissao-parlamentar-mista-de-inquerito-sobre-a-violencia-contra-as-mulheres">Relatório Final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência Contra a Mulher</a> (Senado Federal) concluiu que um dos grandes desafios do país no tema refere-se às lacunas na produção de dados e indicadores. Tal tema está previsto nos documentos internacionais de direitos humanos e desde 2003, com a criação da <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/">Secretaria de Políticas para Mulheres</a>, a discussão foi colocada na agenda política do governo federal.</p>
<p>A proposta de criação de um sistema nacional de dados sobre violência contra as mulheres reunindo informações de todos os setores da política de enfrentamento à violência permaneceu na pauta de discussões da Secretaria, embora nunca tenham sido encontradas saídas exitosas para sua implementação. Ações e metas relativas à produção de dados e sistemas de informações foram também incorporadas aos Planos Nacionais de Políticas para Mulheres (<a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/plano-nacional-politicas-mulheres.pdf">2004-2007</a>, <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/livro-ii-pnpm-completo09.09.2009.pdf">2008-2011</a>, <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/publicacoes/pnpm-2013-2015-em-22ago13.pdf">2012-2015</a>).</p>
<p>Na <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm">Lei Maria da Penha</a> a produção de dados pode ser descrita como um quarto eixo de medidas a serem adotadas juntamente com as medidas de prevenção, proteção e responsabilização em casos de violência doméstica e familiar. A lei recomenda a criação do <a class="external-link" href="http://www.cnmp.mp.br/portal/violencia-domestica">Cadastro Nacional de Violência Doméstica e Familiar,</a> iniciativa implementada a partir de 2016 com o apoio do Conselho Nacional do Ministério Público em colaboração com os Ministérios Públicos estaduais.</p>
<p>A partir da experiência portuguesa do <a class="external-link" href="http://www.cics.nova.fcsh.unl.pt/observatories-1/observatory-on-violence-and-gender">Observatório Nacional de Violência e Género</a> (Universidade Nova de Lisboa) e da experiência brasileira da <span><a class="external-link" href="http://www.caen.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/relatorio-v05-22112017.pdf">Pesquisa sobre Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres</a></span> (CAEN/Universidade Federal do Ceará e Instituto Maria da <span>Penha) o objetivo será refletir sobre a contribuição de pesquisas científicas para o conhecimento da violência contra as mulheres com base no gênero em suas dimensões sociológicas e políticas, explorando também os aspectos éticos da pesquisa com mulheres em situação de violência e a importância da colaboração das universidades no planejamento e implementação dessas políticas, com a elaboração de diagnósticos, desenho de indicadores para monitoramento e avaliação com base em evidências robustas e elaboradas a partir de metodologias cientificamente testadas, replicáveis e acessíveis.</span></p>
<p><span><span>O seminário abordará a produção de pesquisas como eixo estruturante das políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres.</span></span></p>
<p><strong>Coordenação: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a><span> (IP USP e IEA), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavia-ines-schilling" class="external-link">Flávia Schilling</a><span> (FE USP e IEA) e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-sergio-fonseca-de-carvalho" class="external-link">José Sérgio Fonseca de Carvalho</a><span> (FE USP e IEA)</span></p>
<p><strong>Organização:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wania-pasinato" class="external-link">Wânia Pasinato</a> (USP Mulheres e IEA)</p>
<p><span><strong>Expositores:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/manuel-lisboa" class="external-link">Manuel Lisboa</a> (Universidade Nova de Lisboa)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-raimundo-de-araujo-carvalho-junior" class="external-link">José Raimundo de Araújo Carvalho Jr</a> (Universidade Federal do Ceará)</p>
<p><span><strong>Moderação:</strong></span></p>
<p><span>Wânia Pasinato</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-20T14:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/a-paisagem-como-paradigma-politico-etica-tempo-e-civilizacao-9-de-novembro-de-2018">
    <title>A Paisagem como Paradigma Político: Ética, Tempo e Civilização - 9 de novembro de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/a-paisagem-como-paradigma-politico-etica-tempo-e-civilizacao-9-de-novembro-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-27T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/paisagem-como-paradigma-2">
    <title>A Paisagem como Paradigma Político: Ética, Tempo e Civilização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/paisagem-como-paradigma-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="right"><i>“Se bem que haja que preservar o que puder ser preservado do mundo natural, da Terra, da biodiversidade e dos recursos naturais, o que verdadeiramente urge, até como condic</i><i>̧</i><i>ão para tal, é uma mudanc</i><i>̧</i><i>a de civilizac</i><i>̧</i><i>ão e esta só pode vir de uma mutac</i><i>̧</i><i>ão radical da conscie</i><i>̂</i><i>ncia ou do regime de experie</i><i>̂</i><i>ncia e percepc</i><i>̧</i><i>ão da chamada realidade.” </i></p>
<p align="right"><i>(<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-borges" class="external-link">Paulo Borges</a>: Abertura da Consciencia e Mudança de Civilização. Repensar a Natureza, a Terra e Eros a partir de Hesíodo.)</i></p>
<p style="text-align: justify; ">Este segundo seminário Internacional <i>A Paisagem como Paradigma Político</i> é uma iniciativa conjunta dos Grupos de Pesquisa Mitopoética da Cidade (Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo / IPUSP), Política Ambiental (Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo / IEA) e Filosofia da Paisagem (Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa / CFUL).</p>
<p style="text-align: justify; ">Em sua primeira edição, ocorrida no IEA-USP em novembro de 2017, discutiu-se o tema <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/a-paisagem-como-paradigma-politico" target="_blank">Corpo e Paisagem na Época das Imagens Técnicas</a></i>; em continuação, apresenta-se agora o <strong>II Seminário Internacional <i>A Paisagem como Paradigma Político: Ética, Tempo e Civilização</i></strong>.</p>
<p style="text-align: justify; "><span>Atualmente, são inegáveis os sinais de decadência de ordem política, ética e sobretudo ecológica patenteando, a cada dia com maior clareza, uma crise da civilização ocidental. Ora, considerando-se o caráter expansivo e pervasivo desta (nossa) civilização, que hoje alcança em algum grau todas as sociedades existentes na Terra, pode-se mesmo falar em uma crise planetária. Os efeitos avassaladores desta crise atingem não apenas as condutas e valores, mas também os fundamentos primordiais da construção e representação da realidade e mesmo da mundivivência de todos nós, partícipes desta civilização e, neste sentido, não é um exagero considerá-la como uma profunda crise ontológica.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Trata-se de uma crise essencialmente diferente de todas as anteriores – é uma simplificação grosseira compará-la, por exemplo, às crises políticas e sociais que culminaram nas grandes guerras autofágicas da civilização ocidental durante a primeira metade do século 20 ou, e ainda menos, reduzí-la à assim chamada crise econômica e financeira que abalou a primeira década do século 21.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>É preciso ter uma rara coragem para reconhecer que estamos vivendo uma crise do mundo humano, desencadeada pelo desmesurado crescimento populacional de nossa espécie conjugado com a adoção predominante de um modo de vida que é, para dizer o mínimo, insustentável econômica e ecologicamente – estamos consumindo, esgotando, devastando, degenerando, nossa própria casa! E esta crise do mundo humano não atinge apenas a nossa espécie: ao degenerar o planeta, estamos condenando à miséria todos os demais seres vivos que o coabitam conosco – daí que alguns intelectuais venham designado esta nossa era (esta era durante a qual nossa espécie, o </span><i>Homo sapiens</i><span>, domina a Terra) como </span><i>Antropoceno</i><span>, sendo a força humana caracterizada como equivalente a uma força tectônica, uma força incontrolável e capaz de provocar uma catástrofe irreversível e de ordem global.  Esta visão de que se trata de uma força incontrolável encontra apoio no retorno incessante – à despeito de muitos os esforços em contrário – de pensamentos de exclusão e opressão contra a multiplicidade do viver e da persistência e agravamento da voracidade predatória do </span><i>humano demasiado humano</i><span>.</span><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; ">Diante deste quadro, paira hoje sobre muitos de nós uma dúvida, profunda e inquietante como nunca antes: devemos, mesmo, ainda tentar preservar e defender uma civilização que está destruindo o planeta inteiro e se recolhe nas mais anacrônicas e brutas estruturas sociais e políticas? O <strong>II Seminário Internacional <i>A Paisagem como Paradigma Político: Ética, Tempo e Civilização</i></strong> pretende abrir um debate em torno desta dúvida. Com tal intuito, convidamos quatro pensadores a pronunciarem-se e debaterem, entre si e com o público, as seguintes questões:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify; ">O que há de especial na crise hodierna, ou melhor: qual sua origem, sua essência, as condições que a engendram e sustentam?</li>
<li style="text-align: justify; ">Quais seriam as possibilidades e os limites da ação humana para a superação desta crise?</li>
</ul>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-align: justify; "> </p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-align: justify; "><i>Os organizadores propõem uma inversão (subversão?) da dinâmica corriqueira dos eventos acadêmico-científicos: em vez de responder perguntas, queremos ouvir (e comentar) respostas do público às seguintes questões:</i></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>Como repensar e transformar as percepções e representações vigentes atualmente quanto ao tempo?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>De que modo as temporalidades vigentes vinculam-se a uma dinâmica escatológica? Podemos romper esta vinculação?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>Como pensar para além do dualismo polêmico entre o natural e o cultural, a Natureza e a Cultura?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>Como repensar e transformar o significado do ethos, do nosso modo de habitar e respirar na Terra?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>O que compõe uma autêntica po-ética da vida e do viver na Terra?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>Como introduzir no mundo, hoje, uma política do sensível, à qual pertence o cuidar dos corpos, das paisagens e da multiplicidade de linguagens?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>Como a ciência está, ou poderia estar, ajudando a responder estas questões?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpLast" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>Que transformações isto tudo poderia trazer para a Ética? E para a política?</span><span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-01T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-paisagem-como-paradigma-politico">
    <title>A Paisagem como Paradigma Político: Corpo e Paisagem na Época das Imagens Técnicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-paisagem-como-paradigma-politico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span><i> </i></span></strong><span style="text-align: justify; ">Desde o aparecimento do conceito da </span><i style="text-align: justify; ">paisagem</i><span style="text-align: justify; "> nas diversas línguas da cultura ocidental [paysage, paesaggio, landscape, Landschaft] existe uma relação indissociável entre paisagem e política, </span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">que na sua origem tratava antes de mais nada a questão do bom e do mau governo e dos efeitos do mesmo sobre a população urbana e paisana, como descrito já nos afrescos de Ambrogio Lorenzetti nos meados do século XIII. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Contudo, o que será</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">significante para a compreensão da paisagem como paradigma politico é a abstração da paisagem como território de uma identidade, percebendo a paisagem como espaço aberto ao horizonte onde se cruzam e desdobram as múltiplas experiências humanas e não humanas. O excurso sobre a paisagem como paradigma político compreende a paisagem para além de um mero significado estético e no contexto da tríade corpo-vivo-paisagem-imaginação, considerando as imagens técnicas hoje em dia como os formadores do humano e dos seus mais diversos ambientes.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "></span><span style="text-align: justify; ">A política da paisagem e a paisagem como paradigma politico inclui o pensar sobre o corpo-vivo que perambula na paisagem que habita, como também o imaginário da natureza e do natural formado pela imagem técnica e da sua política. Enquanto as imagens dominam toda a esfera política, as paisagens serão apenas os objetos das mesmas. Mas a paisagem não é objecto, e devido a sua característica como espaço de encontro e de reunião, da horizontalidade e do terceiro entre o natural e o cultural, é o autêntico futuro agente político.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Exposição</strong></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dirk-michael-hennrich" class="external-link">Dirk-Michael Hennrich</a></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Coordenação</strong></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara</a></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sandra-patricio" class="external-link">Sandra Patricio</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Multidisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-18T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-paisagem-como-paradigma-politico-corpo-e-paisagem-na-epoca-das-imagens-tecnicas-24-de-novembro-de-2017">
    <title>A Paisagem como Paradigma Político. Corpo e Paisagem na Época das Imagens Técnicas - 24 de novembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-paisagem-como-paradigma-politico-corpo-e-paisagem-na-epoca-das-imagens-tecnicas-24-de-novembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Araújo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Multidisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-24T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/ciclo-de-etica-a-greve-e-a-etica-na-universidade">
    <title>A Greve e a Ética na Universidade (Mesa-Redonda)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/ciclo-de-etica-a-greve-e-a-etica-na-universidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Estamos em tempo de mudanças. A significativa mobilização popular nas últimas semanas nos mostra a necessidade premente da inclusão de todos componentes sociais no debate dos rumos da sociedade contemporânea em que estamos inseridos. No berço da universidade, se localizam os mais fecundos debates de como entender, participar e orientar a revolução social que se vislumbra.</p>
<p style="text-align: justify; ">Uma questão que sempre permeou o ambiente acadêmico é a importância dos movimentos grevistas na obtenção de ganhos concretos para a adequada evolução da sociedade que vivemos e quais são os limites desses movimentos quando a ordem social se encontra abalada.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para discutir o assunto, a Comissão de Ética da Universidade de São Paulo promove o quarto evento do Ciclo “Ética e a Universidade”, iniciado em 2012. Entendemos ser esta uma oportunidade importante para nos posicionarmos como membros de uma universidade de vanguarda frente ao instigante momento que vivemos.</p>
<p><span style="text-align: -webkit-left; float: none; "> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Greve</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-06-25T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-essencia-e-a-diferenca-os-novos-avancos-da-psicologia-da-aculturacao">
    <title>A essência e a diferença: os novos avanços da psicologia da aculturação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-essencia-e-a-diferenca-os-novos-avancos-da-psicologia-da-aculturacao</link>
    <description>Pesquisadora do IEA e professora mexicana analisam aspectos da aculturação na América Latina</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-acculturation-psychology" alt="Capa do Livro Acculturation Psychology" class="image-inline" title="Capa do Livro Acculturation Psychology" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Capa do livro “The Cambridge Handbook of Acculturation Psycology”</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A psicologia da aculturação, que estuda a interculturalidade de grupos e indivíduos submetidos a processos de aculturação, como migrantes, refugiados, indígenas, expatriados, estudantes e turistas, vem ganhando cada vez mais destaque no campo da psicologia transcultural. </span>Os processos de aculturação na América Latina são analisados pelas professoras <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas?searchterm=sylvia+dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a>, coordenadora do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/dialogos-intelectuais" class="external-link">Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais </a>do IEA, e Alejandra del Carmen Dominguez Espinosa, da Universidade Iberoamericana da Cidade do México. O artigo, assinado em coautoria, está na segunda edição do livro “The Cambridge Handbook of Acculturation Psycology”.</p>
<p>Recém-lançado pela Cambridge University Press, o manual de 567 páginas reúne artigos organizados por David Sam e John W. Berry, dois dos maiores especialistas da área. O livro busca explorar o atual estado da arte e revê os vários contextos de aculturação e suas teorias centrais, trazendo amplo referencial teórico sobre grupos e indivíduos submetidos a processos de aculturação.</p>
<p>Segundo Dantas, a obra é considerada uma referência mundial para pesquisadores interessados nos conceitos e métodos relacionados a aculturação, identidade, integração, assimilação, marginalização e outros temas desse âmbito de estudos.</p>
<p>No capítulo “Acculturation in Central and South America”, as pesquisadoras dão um panorama geral sobre a demografia e os movimentos migratórios da América Latina. “Chamamos a atenção para o fato de que em toda a América ainda persiste o preconceito racial em relação aos indígenas e aos afrodescendentes. Abordamos a imigração e a colonização forçada que, tanto no Brasil quanto no México, produziram uma aculturação imposta, baseada no padrão estético europeu. Nesse sentido, a região possui desafios semelhantes no enfrentamento do preconceito e do racismo”, diz a professora Dantas.</p>
<p>O Brasil tem uma reputação de longa data em receber imigrantes. Ainda hoje representa a terra prometida para muitos estrangeiros. Nos últimos 10 anos, o número de imigrantes cresceu 160% no país, segundo dados da Polícia Federal.</p>
<p>Entre 1872 e 1972, as estatísticas mostram que aqui chegaram mais de 5 milhões de imigrantes vindos de países como Itália, Espanha, Portugal, Japão, Alemanha e muitos outros. Anteriormente, mantinha-se a migração forçada de afrodescendentes, que cessou apenas no final do século 19 com a abolição da escravatura, em 1888. Até 1850, cerca de 4 milhões de afrodescendentes foram trazidos para trabalhar como escravos nas lavouras de café e nos engenhos de cana, mostra o livro.</p>
<p>Mas após a abolição da escravatura, os donos de terra não aceitavam pagar pela mão de obra escrava, preferindo contratar o imigrante europeu, que então começava a compor a massa assalariada do país. O resultado foi que os nativos indígenas, assim como os negros, passaram por processos de aculturação forçada durante a colonização portuguesa, traz o livro.</p>
<p>Mas não se pode dizer que o processo de aculturação e integração do imigrante europeu – e também o dos haitianos e tantos outros estrangeiros que chegaram recentemente – tenha sido natural já que, devido a conjunturas de guerras e fome, abandonaram suas famílias e tradições em busca de oportunidades e de sobrevivência, observa Dantas.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sylvia-dantas-aculturacao" alt="Sylvia Dantas - Aculturação" class="image-inline" title="Sylvia Dantas - Aculturação" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Para Dantas, o preconceito e o racismo resultam de uma "colonização bem sucedida"</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“A imposição de valores pela colonização deu tão certo que ainda hoje somos manipulados por ideias raciais. Continuamos sendo colonizados, mas hoje usamos outro termo. Podemos dizer que a globalização é uma nova forma de colonização. Não é difícil entender por que existem tantas manifestações racistas e tanta xenofobia contra imigrantes”, afirma Dantas.</p>
<p>O racismo se manifesta pela dificuldade de lidar com a diversidade, especialmente quando ela é expressa pelo fenótipo, como a cor da pele, afirma a professora. “O mundo propaga um padrão de beleza que é o europeu e com isso, vemos muitos brasileiros negando a própria nacionalidade, dizendo que são europeus”.</p>
<p>A partir do contato com uma cultura diversa – ou interculturalidade – deriva o conceito de aculturação, que é o processo pelo qual um grupo ou um indivíduo passa em decorrência do contato contínuo com outra cultura, explica Dantas. O que passa com o indivíduo internamente nesse processo de adaptação a uma nova cultura, a forma com que ele encara as mudanças e as diferenças culturais e o impacto que os novos códigos sociais, a língua e o ambiente causam na sua forma de lidar com a vida e o ambiente, é o campo de estudo desse ramo da psicologia, explica.</p>
<p>“Somos seres culturais e sociais e isso parece óbvio, mas muitas pessoas não se apercebem do fato de que elas têm um jeito de ser e de agir em função de sua própria cultura. Acreditam que o seu jeito é universal, o que em antropologia é chamado de etnocentrismo. Assim, o contato com a diferença muitas vezes leva à negação da outra cultura, ao xenofobismo, ao racismo e ao preconceito”, afirma.</p>
<p>O livro é dividido em quatro partes e dedica sua primeira sessão aos conceitos e teorias sobre aculturação e identidade. Na segunda, traz experiências de aculturação de grupos específicos, por exemplo, os indígenas da Austrália e Nova Zelândia e os refugiados e migrantes forçados de diversos países.</p>
<p>Os contextos sociais de aculturação em países como Canadá, Estados Unidos, Brasil, México, Israel, África do Sul e muitos outros está na terceira parte do livro. A coletânea termina com artigos sobre multiculturalismo, sobre o papel da família e da escola no processo de aculturação, sobre a diversidade cultural no ambiente de trabalho, além de aspectos relacionados à saúde e resiliência de pessoas que passam por choques culturais. Os organizadores, Sam e Berry, assinam o artigo de conclusão do livro, abordando estudos já realizados sobre o tema e estratégias para o futuro da psicologia da aculturação.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-20T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-complexidade-do-mundo-diante-de-uma-ciencia-201cdogmatica201d">
    <title>A complexidade do mundo diante de uma ciência “dogmática”</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-complexidade-do-mundo-diante-de-uma-ciencia-201cdogmatica201d</link>
    <description>“Estamos perdendo a nossa visão crítica sobre a forma como fazemos ciência”. A visão de Till Roenneberg sobre os caminhos da ciência moderna será mostrada em conferência no dia 19 de julho. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/till-roenneberg" alt="Till Roenneberg " class="image-inline" title="Till Roenneberg " /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span><strong>Na opinião do cronobiólogo Till Roenneberg, "es<span>tamos perdendo a visão crítica sobre a forma como fazemos ciência”</span></strong></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Parecem estar querendo eliminar as Humanidades porque existe a ideia de que aparentemente esse campo não traz muito dinheiro nem muitos estudantes para as instituições. Esta é a pior direção que poderíamos tomar. Há uma crise na forma como lidamos com as Humanidades e devemos mudar isso”.</p>
<p>O enunciado do cronobiólogo <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/people/copy_of_till-roenneberg">Till Roenneberg</a> nucleou sua <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/humanidades-pela-evolucao-dos-metodos-disciplinares" class="external-link">conferência </a>sobre interdisciplinaridade, ministrada no Waseda Institute of Advanced Studies (WIAS), da Waseda University, Japão, durante a programação da 1ª Intercontinental Academia (ICA). A interlocução entre os saberes, ou o que a academia chama de interdisciplinaridade, será também o tema debatido pelo cientista no dia <strong>19 de julho</strong>, na Sala de Eventos do IEA, <strong>a partir das</strong> <strong>10h</strong>.</p>
<p>Convidado pelo IEA para retomar o tema discutido na ICA, o cientista do Institute of Medical Psychology at Ludwig-Maximilians University (LMU), de Munique, Alemanha, irá ministrar a conferência <i>Por que a Ciência Precisa Ir Além da Interdisciplinaridade. </i>O encontro é gratuito, requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1lLRUGM9_8iMATGCSZorGFAgm-H-2m2HEaEagPnhARqo/viewform?c=0&amp;w=1">inscrições</a> prévias e terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> online.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/humanidades-pela-evolucao-dos-metodos-disciplinares" class="external-link">Humanidades pela evolução dos métodos disciplinares</a></span></p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/desafios-a-interdisciplinaridade?searchterm=peter+wein" class="external-link">Os desafios à interdisciplinaridade</a></span></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O IEA, um organismo interdisciplinar por excelência, vem rediscutindo a temática da interdisciplinaridade a partir de encontros com renomados especialistas. Num deles, o sociólogo alemão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/peter-weingart" class="external-link">Peter Weingart</a>, conselheiro e diretor do <a href="https://www.uni-bielefeld.de/ZIF" target="_blank">Centro de Pesquisa Interdisciplinar</a> (ZiF, na sigla em alemão) da Universidade de Bielefeld, Alemanha, mostrou que a concretização do modelo interdisciplinar só será efetivo a partir de uma reestruturação institucional nas instituições de ensino e pesquisa. Apesar de estar na moda na academia há mais de 20 anos, até há pouco tempo a interdisciplinaridade ainda era um conceito “vazio de significado”, disse durante sua <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/desafios-a-interdisciplinaridade?searchterm=peter+wein" class="external-link">conferência </a>no IEA.</p>
<p>Na visão de Roenneberg, a ciência precisa mais do que interdisciplinaridade. “A ciência moderna utiliza métodos e critérios objetivos para encontrar as ‘verdadeiras’ causas por trás das associações que fazemos. Embora tenhamos feito grandes avanços ao explicar supostas redes causais, estamos perdendo a nossa visão crítica sobre a forma como fazemos ciência”, afirma.</p>
<p>Para o cientista, não são apenas dogmas biológicos ou teorias físicas, genes ou quarks que estão no centro dos esforços científicos. “Há apenas uma coisa em comum em toda descoberta científica: o nosso próprio cérebro, que é, basicamente, uma máquina de contar histórias”, diz o cronobiologista.</p>
<p>Nessa palestra, Roenneberg irá lembrar a necessidade que temos de fundir tantos cérebros diferentes quanto forem possíveis para darmos saltos ainda mais importantes nas descobertas da ciência moderna.</p>
<p> </p>
<p><span> </span></p>
<p><strong>O conferencista</strong></p>
<p>Till Roenneberg é professor de cronobiologia e vice-diretor do Institute of Medical Psychology da Ludwig-Maximilians University (LMU) em Munique, Alemanha. Ele investiga o impacto da luz nos ritmos circadianos humanos, dedicando-se especialmente a aspectos como cronotipos e “social jet lag” (expressão criada por ele para designar os efeitos da mudança  nos horários de sono nos dias de descanso em comparação com os dias de trabalho) e sua relação com benefícios para a saúde.</p>
<p>Roenneberg foi aluno da University College London, Reino Unido, e da LMU, onde começou estudando física, transferiu-se para o curso de medicina e por fim conclui o de biologia. Também na LMU, pesquisou os ritmos anuais do corpo em pós-doutorado coordenado por</p>
<p>Jurgen Aschoff (1913-1998), um dos fundadores da cronobiologia, e depois foi para a Harvard University, Estados Unidos, estudar as bases celulares dos relógios biológicos, sob a orientação de Woody Hastings.</p>
<p>O cientista é também diretor do Centre for Chronobiology da LMU, presidente do European Biological Rhythms Society , presidente World Federation of Societies for Chronobiology e membro da Senior Common Room do Brasenose College da University of Oxford. De 2005 a 2010, coordenou a rede europeia Euclock e a rede ClockWORK da Daimler and Benz Foundation. De 2010 a 2012, foi membro da Society for Research of Biological Rhythms.</p>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong>Por que a ciência precisa ir além da interdisciplinaridade</strong><br /></i><i>19 de julho, as 10h às 12h00<br /></i><i>Sala de Evento do IEA. Rua da Biblioteca, 109, térreo, Butantã, São Paulo<br /><i><span>Evento gratuito, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1lLRUGM9_8iMATGCSZorGFAgm-H-2m2HEaEagPnhARqo/viewform?c=0&amp;w=1">inscrição</a> prévia e transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"><span>ao vivo</span>.</a><br /> Informações <a href="mailto:sedini@usp.br">Sandra Sedini</a>. Email <a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>. <strong>Telefone do Contato </strong>(11) 3091-1678<br /></span></i></i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/por-que-a-ciencia-precisa-ir-alem-da-interdisciplinaridade" class="external-link">Página do evento</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Filosofia da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cognição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-07-08T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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