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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 51 to 65.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2006/uma-nova-agenda-de-ciencia-e-tecnologia-para-o-brasil-08-de-novembro-de-2006">
    <title>Uma Nova Agenda de Ciência e Tecnologia para o Brasil - 08 de novembro de 2006</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2006/uma-nova-agenda-de-ciencia-e-tecnologia-para-o-brasil-08-de-novembro-de-2006</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2006-11-08T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-em-humanos-no-brasil-podera-avancar-com-nova-legislacao">
    <title>Pesquisa em humanos no Brasil poderá avançar com nova legislação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-em-humanos-no-brasil-podera-avancar-com-nova-legislacao</link>
    <description>Formação específica para atuar na aprovação de novos testes é crucial no processo de descentralização da estrutura reguladora da pesquisa clínica, afirmam professores durante debate no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As dificuldades de realizar pesquisas em humanos no Brasil, as questões éticas da pesquisa clínica e os prós e contras de um projeto de lei sobre o tema que tramita no Senado (<a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/120560">PLS 200/2015</a>) foram os temas do 4º encontro do ciclo <a href="http://www.prp.usp.br/strategic-workshops" target="_blank">Strategic Workshops</a>, realizado no dia 16 de fevereiro no IEA.</p>
<p>Organizado pela Pro-reitoria de Pesquisa (PRP) da USP com apoio do instituto, o debate <i>A</i> <i>Legislação da Ética na Pesquisa em Seres Humanos: O Projeto de Lei n° 200 </i> reuniu pesquisadores com larga experiência no assunto, como <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-marcelo-gehm-hoff">Paulo Marcelo Hoff</a>, da Faculdade de Medicina (FM) da USP e do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dalton-luiz-de-paula-ramos">Dalton Luiz de Ramos</a>, da Faculdade de Odontologia (FO) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roger-chammas">Roger Chammas</a>, da Faculdade de Medicina (FM) da USP e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dirceu-bartolomeu-greco">Dirceu Greco</a>, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>
<p>“O texto do projeto lei ainda não está bom. Daí a importância desse debate. Queremos contribuir ao máximo para que a lei seja eficaz, garanta o direito e a segurança dos participantes de pesquisas e ao mesmo tempo desburocratize o processo”, disse o professor Greco.</p>
<p>Até 1996, não havia no Brasil um arcabouço legal que regulasse a ética da pesquisa em seres humanos. Entre as inúmeras façanhas do falecido professor Adib Jatene, à época ministro da Saúde, está o fato de ter impulsionado a área de pesquisa ao assinar a Resolução 196, de outubro de 1996, aprimorada em 2012 pela Resolução 466. Assim, o Brasil passou a contar com as Comissões de Ética em Pesquisa (CEPs) locais, subordinadas ao Conselho Nacional de Ética em Pesquisas (Conep).</p>
<p>O sistema de regulação de pesquisas se consolidou tendo os CEPs como instâncias autônomas capazes de aprovar uma grande parte dos protocolos clínicos. Porém, as investigações de fronteira do conhecimento, geralmente envolvendo a oncologia, reumatologia e doenças crônicas, devem ser avaliadas e aprovadas exclusivamente pelo Conep. Isso acaba centralizando decisões importantes e demandando um prazo maior para aprovação de determinados protocolos. Tanto que, enquanto a maioria dos países leva cerca de cinco meses para aprovar pesquisas em humanos, o Brasil requer de 10 a 14 meses para a tarefa.</p>
<p>A centralização do processo de aprovação dos protocolos clínicos e o extenso prazo para aprovar pesquisas em humanos inviabilizam pesquisas de ponta, afastam investimentos e atrasam a ciência brasileira, segundo os participantes do workshop no IEA.</p>
<p>“A burocracia redunda na sobreposição de análise em diferentes instâncias. Gastamos mais tempo e dinheiro, sofremos restrições de patrocinadores para fazer pesquisas e com isso, muitos estudos inovadores deixam de acontecer”, ressaltou o professor Hoff.</p>
<p>O nó burocrático que preocupa a comunidade científica e a sociedade acabou culminando no projeto de lei que tramita atualmente na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado. A iniciativa tem por objetivo criar um marco regulatório para análise e registro de novos medicamentos no tratamento do câncer, Alzheimer, diabetes e outras doenças, conforme informações da Agência Senado. Além disso, pretende desburocratizar o sistema e agilizar a liberação de novos testes, retirando o Brasil da incômoda posição de um dos países mais atrasados na aprovação de protocolos de pesquisa.</p>
<p>Porém, apesar do objetivo nobre de agilizar e simplificar o processo de avaliação e aprovação de protocolos clínicos, o texto ainda requer cuidados e aperfeiçoamentos, na opinião dos debatedores presentes no IEA.</p>
<p>Muitos cientistas acreditam que a proposta ainda é incapaz de atender aos diversos tipos de pesquisas realizadas com seres humanos no Brasil.</p>
<p>Sob a relatoria do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), o projeto de lei sofreu diversas alterações que melhoraram o texto original, segundo o professor Greco. O PLS 200 tem como principais autores a senadora Ana Amélia (PP-RS), senador Waldemir Moka (PMDB-MS) e senador Walter Pinheiro (PT-BA).</p>
<p>Na opinião do professor Chamas, poderia ser “útil e mais eficiente” a descentralização da estrutura de regulação e aprovação de protocolos clínicos. Mas para isso, seria necessário uma “formação adequada” dos profissionais envolvidos.</p>
<p>“Sem o devido conhecimento, nem é seguro deixar tudo sob a responsabilidade apenas dos CEPs. É preciso um órgão que tenha poder de regular e também fiscalizar. É preciso haver um controle de qualidade dos protocolos emitidos”, disse Chamas.</p>
<p>Para Chamas, o Conep deveria fazer algo semelhante ao que já fez o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Consea) em relação à ética de pesquisa com animais. “O Conep tem falhado em instruir assessores que possam tratar profissionalmente a questão da pesquisa clínica”, afirmou.</p>
<p><strong>Placebo</strong></p>
<p>Segundo o professor Hoff, o projeto original foi debatido e modificado extensamente no Senado. O uso do placebo (preparação ou comprimido neutro, sem efeito farmacológico) deverá ser limitado, conforme determinam as boas práticas de pesquisa clínica internacionais. Desta forma, num estudo que busca descobrir a eficácia de um novo medicamento em relação a outro existente no mercado, por exemplo, o paciente participante da pesquisa não poderá ficar sem o medicamento genérico. Ou seja, não poderá tomar apenas o placebo. O placebo apenas será permitido se não houver no mercado um comparativo, ou, nenhum tratamento para a doença investigada.</p>
<p>O substitutivo também garante ao voluntário da pesquisa o direito de receber gratuitamente o medicamento durante e após a realização do estudo. Mas o texto elimina o papel atual dos CEPs, sendo que a estrutura do sistema de regulação passaria a ser subordinada ao Ministério da Saúde, mostrou Hoff.</p>
<p>Segundo Greco, o texto original propõe dois tipos de CEPs: um institucional e outro independente. Os Comitês de Ética Independentes não teriam laços institucionais, sendo estabelecidos com recursos próprios.</p>
<p>“O importante é que esse projeto de lei é resultado de um extenso debate democrático de anos e mostra que houve uma evolução das comissões científicas do Senado. Em minha opinião, esse projeto de lei está equilibrado e atende ao anseio de celeridade do processo. Além disso, conseguiu se posicionar quanto ao tratamento de doenças graves”, disse Hoff.</p>
<p><strong>Ética X agilidade </strong></p>
<p>O professor Ramos levou à plateia um testemunho sobre a própria experiência atuando em comitês de pesquisa e também no Conep. “Aprendi que a grande questão é a desatenção, muitas vezes gerada por um olhar que pode estar empolgado com o ineditismo da pesquisa ou mesmo na comoção da busca de soluções para o sofrimento humano”, disse.</p>
<p>Segundo Ramos, “o antiético, isto é, o que é questionado por um Comitê, não necessariamente é fruto de uma ‘imoralidade’ ou má fé; pode ser pura desatenção”, disse, ao mencionar o papel de quem atua nos comitês de pesquisa.</p>
<p>Ao narrar um episódio ocorrido numa das instâncias em que atuou, Ramos conta que aprendeu que “a apreciação deve sempre contar com um olhar externo que permite ver um todo ainda maior. Porque uma apreciação intimista, restrita aos pares, está sujeita a erros”, disse.</p>
<p>Para o professor Ramos, preocupa pensar que o debate sobre o projeto de lei pautando a eficácia e agilidade de um sistema de apreciação ética possa correr o risco de “negligenciar os tantos avanços evidenciados na experiência acumulada nas duas últimas décadas”.</p>
<p>“Temos que cuidar para que os entraves a serem retirados sejam os burocráticos e de fluxo administrativo e não os de preocupação ética”, ressaltou Ramos.</p>
<p>O pró-reitor de pesquisa da USP, professor José Eduardo Krieger, e o diretor do IEA, professor Martin Grossmann, fecharam o debate lembrando a importância do tema.</p>
<p>“Os CEPs e o Conep têm sido de grande importância para a pesquisa brasileira nos últimos 20 anos. Mas é preciso renovar e para isso não há uma receita. É preciso debater”, disse Krieger.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-02-17T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ensino-superior-e-pesquisa-no-japao">
    <title>As prioridades do ensino superior e da pesquisa no Japão</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ensino-superior-e-pesquisa-no-japao</link>
    <description>O presidente da Agência de Ciência e Tecnologia do Japão (JST), Michinari Hamaguchi, proferiu a conferência "A Educação Superior e a Pesquisa Acadêmica no Japão do Ponto de Vista do Financiamento" no dia 7 de março, no primeiro dia de exposições da Fase Nagoya da Intercontinental Academia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/michinari-hamaguchi" alt="Michinari Hamaguchi" class="image-inline" title="Michinari Hamaguchi" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Michinari Hamaguchi: "Meta da<br style="text-align: right; " />pesquisa no Japão é a inovação"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico no Japão devem se pautar pelo uso social do conhecimento, inovação e cooperação entre cientistas, instituições e países. A recomendação é do presidente da <a class="external-link" href="http://www.jst.go.jp/EN/">Agência de Ciência e Tecnologia do Japão</a> (JST na sigla em inglês), Michinari Hamaguchi.</p>
<p>Ele fez a exposição final do primeiro dia (7 de março) de conferências da <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya">Fase Nagoya da Intercontinental Academia</a>. O tema de sua fala foi <i>A Educação Superior e a Pesquisa Acadêmica no Japão do Ponto de Vista do Financiamento</i>.</p>
<p>Hamaguchi disse que a humanidade precisa enfrentar a exaustão de recursos naturais, a crise alimentar, o aquecimento global, a degradação ambiental e o crescimento populacional. Segundo ele, esses desafios não podem ser resolvidos isoladamente por instituições e setores da pesquisa e nem mesmo por um país específico.</p>
<p>A esse quadro ele acrescenta as transformações na vida e na sociedade decorrentes do acelerado desenvolvimento tecnológico, como o das tecnologias de informação e comunicação: “Vivemos num mundo totalmente diferente do que ele era há 30 anos. Empregos estão desaparecendo e cada vez mais pessoas consideram que vivemos uma falsa revolução industrial, sendo a atualidade de fato uma época crítica”.</p>
<p>No caso japonês, Hamaguchi destacou que há um componente social adicional: o envelhecimento da população devido ao aumento da longevidade e à baixa taxa de nascimentos.</p>
<p><strong>Ciência para a sociedade</strong></p>
<p>Ele lembrou que na <a class="external-link" href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000207.pdf">Declaração sobre a Ciência e Uso do Conhecimento Científico</a>, elaborada em conferência mundial organizada pela Unesco e pelo International Council for Science (ICSU) em Budapeste, Hungria, em 1999, o papel da ciência foi definido a partir de quatro objetivos:</p>
<ul>
<li>ciência para o conhecimento, conhecimento para o progresso;</li>
<li>ciência para a paz;</li>
<li>ciência para o desenvolvimento;</li>
<li>ciência na sociedade e ciência para a sociedade.</li>
</ul>
<p> </p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>O FUTURO DAS UNIVERSIDADES</strong></p>
<p><strong>Encontro de reitores — 24 de abril de 2015</strong></p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-reitores" class="external-link">Reitores debatem as mudanças e novas atribuições previstas para as universidades</a></li>
</ul>
<p><strong>Multimídia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/the-future-of-the-universities" class="external-link">Vídeo</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/eixo-universidades" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><i> </i></p>
<hr />
<i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-intercontinental-academia" class="external-link">Leia mais notícias sobre a Intercontinental Academia</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Tragédia</strong></p>
<p>Em relação à contribuição da ciência com a sociedade, Hamaguchi destacou a premência de esforços no caso japonês para a superação das consequências do terremoto e do tsunami dele decorrente que devastaram o nordeste do Japão em 11 de março de 2011, quando mais de 18 mil pessoas morrerem, principalmente por causa do tsunami: “Como podemos contribuir por meio do desenvolvimento científico e tecnológico para que os sobreviventes reconstruam suas vidas e recuperem a alegria?”.</p>
<p>A tragédia também teve um impacto profundo na credibilidade dos cientistas japoneses. Antes do terremoto, quase 80% dos japoneses confiavam nos cientistas, mas esse percentual caiu para 40% depois da tragédia, chegando agora a 60%, afirmou Hamaguchi.</p>
<p>Ele disse que o Japão precisa se preparar para eventos similares aos de 2011. O mais importante, segundo ele, é buscar soluções para questões de infraestrutura, educação, áreas urbanas, alimentação e redes de comunicação.</p>
<p>Hamaguchi detalhou as ações da JST para o suporte às comunidades afetadas pelo tsunami e pelo vazamento radioativo nos reatores de Fukushima. Um dos exemplos que citou foi o desenvolvimento de um equipamento para verificar com rapidez se o arroz produzido na região está contaminado ou não por radiação.</p>
<p><strong>Universidades</strong></p>
<p>O conferencista frisou que a revolução tecnológica, além de afetar profundamente a indústria, a empregabilidade e vários aspectos da vida do indivíduo e da sociedade, também leva a mudanças drásticas na universidade e na produção de conhecimento.</p>
<p>Para ele, as formas tradicionais de educação não terão mais função como meio de transmissão de conhecimentos para as novas gerações e os professores estão perdendo seu papel especial na sociedade e talvez se tornem simples cidadãos em uma rede. Diante disso, considera essencial que o Japão crie um novo sistema acadêmico e uma nova forma de constituição de redes de universidades baseadas no trabalho cooperativo.</p>
<p><strong>Programas da JST</strong></p>
<p>Hamaguchi disse que os principais programas para financiamento de pesquisa da JST destinam-se a estimular a inovação, inclusive aqueles relacionados com a pesquisa básica. Uma das preocupações, afirmou, é apoiar a propriedade intelectual e formar profissionais que atuem na interação entre as empresas e a academia.</p>
<p>De acordo com ele, o principal programa dedicado à inovação considera três premissas: envelhecimento da população, uma sociedade inteligente e sustentabilidade. A iniciativa têm três diretrizes de desenvolvimento: 1) "abordagem backcast": imaginar a sociedade futura, que necessidades ela terá daqui a 10, 20 anos, e planejar os passos a serem dados para que os objetivos sejam alcançados; 2) "sob o mesmo teto": reunir num mesmo espaço pesquisadores da indústria e da universidade para que harmonizem suas diferenças de atuação, como o tempo dedicado a uma pesquisa de longo prazo, por exemplo;  3) maior prazo de financiamento: a JST financia por 9 anos, algo incomum no Japão, onde os projetos são costumam ser apoiados durante 3 a 5 anos.</p>
<p><strong>Mudanças</strong></p>
<p>Após a conferência, ele respondeu a algumas questões da plateia. <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/general-secretary">Carsten Dose</a>, diretor executivo do Instituto de Estudos Avançados de Freiburg, Alemanha, e secretário geral da Intercontinental Academia, perguntou a Hamaguchi sobre suas expectativas em relação às mudanças nas universidades japoneses para que se tornem melhores em termos de inovação, dada a sua experiência de reitor da Universidade de Nagoya de 2009 a 2015. Ele respondeu que o Japão precisa mudar o estilo de fazer ciência, dedicando maior atenção às necessidades da sociedade.</p>
<p>A seu ver, outro aspecto importante a exigir mudanças é o fato de o Japão possuir 2018 programas de graduação e estar enfrentando o problema da redução da população japonesa. Um indicador desse descompasso é a redução na competição nos exames de ingresso na universidade este ano, afirmou. "A geração com 18 anos está diminuindo rapidamente. Até 2025, o Japão terá uma redução de 103 mil (10%) no número de pessoas com essa idade. Atualmente, essa população já representa menos de 60% daquela existente no período de pico. Isso significa que o sistema entrará em colapso."</p>
<p>Acrescentou que existem 760 universidades no Japão, sendo que 40% delas apresentam problemas. "Esperamos uma espécie de desastre em alguns anos. Por isso precisamos descobrir como reformar o ensino superior, mas no momento ninguém sabe como fazer isso."</p>
<p><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/martin-grossmann">Martin Grossmann</a>, ex-diretor do IEA e integrante do <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/senior-committee">Comitê Sênior</a> da International Academia, quis saber de Hamaguchi se existe uma crise das ciências sociais e humanidades nas universidades japonesas, uma vez que o noticiário tem informado que as instituições do país darão menor atenção a elas.</p>
<p>Hamaguchi disse que o importante incorporar cientistas sociais desde o início dos projetos relacionados com as ciências naturais e também harmonizar os estilos das duas áreas: “As ciências sociais geralmente trabalham com longos períodos do passado e o Japão precisa pensar no futuro. Além disso, os cientistas naturais trabalham em grupo, ao passo que as pesquisas em ciências sociais costumam ser realizadas por apenas um pesquisador”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-10T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ieas-respondem-aos-desafios-da-universidade-contemporanea">
    <title>O papel dos IEAs na universidade contemporânea, segundo Peter Goddard</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ieas-respondem-aos-desafios-da-universidade-contemporanea</link>
    <description>Peter Goddard, ex-diretor do Institute for Advanced Study, em Princeton, EUA, fez a conferência "O Desenvolvimento dos Institutos de Estudos Avançados e seu Papel na Universidade Contemporânea" no dia 11 de março, na Fase Nagoya da Intercontinental Academia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/peter-goddard-fase-nagoya-da-intecontinental-academia" alt="Peter Goddard - Fase Nagoya da Intecontinental Academia" class="image-inline" title="Peter Goddard - Fase Nagoya da Intecontinental Academia" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Peter Goddard, ex-diretor do Institute for Advanced Study em Princeton</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As motivações originais para a criação dos IEAs podem ser identificadas desde o final do século 19, quando iniciaram as discussões sobre a função das universidades, se deveriam se dedicar prioritariamente à pesquisa e ao avanço do conhecimento ou se deveriam ser instituições voltadas principalmente à difusão do conhecimento,  por meio do ensino e do desenvolvimento de aplicações tecnológicas.</p>
<p>A primeira proposta em defesa de uma instituição de pesquisa diferenciada, nos moldes do que seria o Institute for Advanced Study (IAS) em Princeton, EUA, apareceu há exatos cem anos, no livro “The Higher Learning in America”, do sociólogo e economista Thorstein Veblen (1857-1929), segundo <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/peter-goddard">Peter Goddard</a>, ex-diretor do IAS. Ele fez a conferência <i>O Desenvolvimento dos Institutos de Estudos Avançados e seu Papel na Universidade Contemporânea</i> na <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya">Fase Nagoya da Intercontinental Academia</a>,  no dia 11 de março.</p>
<p><span>O subtítulo do livro de Verblen é  “A Memorandum on the Conduct of Universities by Business Men”, numa referência à substituição de clérigos por homens de negócios na governança das universidades americanas durante o século 19. De acordo com Goddard, Veblen considerava que essa mudança tinha levado à introdução de sistemas de padronização, prestação de contas e remuneração por produção, com a substituição dos ideais acadêmicos por uma "rotina perfunctória de mediocridade".</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>O FUTURO DAS UNIVERSIDADES</strong></p>
<p><strong>Seminário da Fase São Paulo da Intercontinental Academia — 24 de abril de 2015</strong></p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-reitores" class="external-link">Reitores debatem as mudanças e novas atribuições das universidades</a></li>
</ul>
<p><strong>Multimídia</strong></p>
<ul>
<li><span><a class="external-link" href="http://http//www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/o-futuro-da-universidades?searchterm=O+Futuro+das+Universidades">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/eixo-universidades" class="external-link">Fotos</a></span></li>
</ul>
<br />
<p><strong>Artigo</strong></p>
<ul>
<li><span><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142011000300002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">O Crescimento dos Institutos de Estudos Avançados — Peter Goddard</a> — Revista "Estudos Avançados" 73</span></li>
</ul>
<p><i> </i></p>
<hr />
<i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-intercontinental-academia" class="external-link">Leia mais notícias sobre a Intercontinental Academia</a></i><i> </i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><strong>O primeiro IEA</strong></span></p>
<p>Coube ao educador Abraham Flexner (1866-1959), um dos responsáveis pela reforma no ensino de medicina e da educação superior em geral nos EUA, ser o proponente de criação do IAS.</p>
<p>No final de 1929, relatou Goddard, Flexner foi procurado por Louis e Caroline Bamberger, que tinham feito fortuna com lojas de departamento e queriam orientação para a criação de uma faculdade de medicina. Em poucos meses eles foram convencidos pelo educador a patrocinar a criação do IAS, do qual ele se tornou o diretor-fundador.</p>
<p>Goddard comentou que no ensaio <i>The Usefulness of Useless Knowledge</i> Flexner defendeu que os avanços nos conhecimentos de maior valor prático não provêm de pesquisas norteadas por objetivos, mas sim daquelas motivadas pela curiosidade intelectual. O melhor exemplo dessa postura não poderia ser outro a não ser o primeiro contratado de Flexner, em 1932: Albert Einstein.</p>
<p>Em 1958, Robert Oppenheimer (1904-1967), então diretor do IAS, atribuiu o surgimento de novos IEAs aos impactos da crescente complexidade da pesquisa e da ampliação do ensino superior, pois isso restringia as oportunidades para que os acadêmicos se dedicassem a questionamentos intelectuais intensos, relatou Goddard.</p>
<p><strong>Atualidade</strong></p>
<p><span>Para Goddard, embora consistam em relativa pequena parte do mundo acadêmico, os IEAs podem oferecer mais em relação aos desafios enfrentados pelas universidades do que seu tamanho poderia sugerir. </span></p>
<p><span> </span><span>Aos impactos mencionados por Oppenheimer soma-se a cultura contemporânea de auditagem, gerencialismo e sistemas de avaliação e análise institucional. Esse quadro tem aumentado a necessidade de ambientes de pesquisa onde a obrigação de produção de resultados tangíveis em curto prazo não interfira na atividade de pesquisa fundamental, afirmou Goddard.</span></p>
<p>Dentro desse contexto, IEAs têm sido criados por universidades “como santuários para acadêmicos eminentes, para proporcionar-lhes descanso das demandas dos exercícios de avaliação, e como marcos de padrão internacional", servindo como chancelas para as aspirações das universidades em obter tal visibilidade.</p>
<p>Outro aspecto relevante destacado por Goddard é o de os IEAs promoverem a intersecção de temas de pesquisa, o que lhes permite, “ainda que modestamente, estabelecer cenários para a superação das fronteiras entre as disciplinas, institucionalizadas dentro das estruturas administrativas e de poder das universidades desde o século 19 e agora frequentemente vistas como inibidoras do progresso cientifico”.</p>
<p>Goddard aponta quatro razões fundamentais para o surgimento dos IEAs da atualidade:</p>
<ul>
<li>propiciam oportunidades para os acadêmicos realizarem pesquisa comandadas pela curiosidade e distantes das intensas pressões da universidade moderna;</li>
<li>são internacionais num mundo acadêmico cada vez mais internacional;</li>
<li>são altamente bem sucedidos em termos de produção da pesquisa e de seu impacto no desenvolvimento de longo prazo dos pesquisadores que neles atuam.</li>
<li>são uma referência das aspirações institucionais e de status das universidades.</li>
</ul>
<p>De acordo com Goddard, as características típicas de um IEA são ter foco na pesquisa e não no ensino, atuar nas intersecções das disciplinas e contar com programa para pesquisadores visitantes. No entanto, eles diferem entre si de várias maneiras, principalmente no que se refere a:</p>
<ul>
<li>quantidade de temas estudados</li>
<li>grau de independência constitucional (governança)</li>
<li>grau de independência financeira</li>
<li>existência ou não de quadro de pesquisadores permanentes</li>
<li>existência ou não de temáticas ou programas específicos</li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: IAR/Universidade de Nagoya</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-14T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-trata-das-falhas-do-novo-marco-de-ct-i">
    <title>Conferência discute falhas do novo marco de CT&amp;I e propõe melhorias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-trata-das-falhas-do-novo-marco-de-ct-i</link>
    <description>Com exposição de Jorge Ávila, da Unirio, encontro acontece no dia 26 de abril, às 10h, na Sala de Eventos do IEA. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/World_Intellectual_Property_Day" target="_blank">Dia Mundial da Propriedade Intelectual</a>, uma conferência no IEA irá discutir algumas das principais falhas do novo marco de Ciência, Tecnologia &amp; Inovação (CT&amp;I) do Brasil. Organizado pelo Observatório de Inovação e Competitividade (OIC) do IEA e com exposição de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-avila" class="external-link">Jorge Ávila</a>, <span>a conferência </span><span><i>Novo Marco de CT&amp;I e o Sistema de Patentes</i> </span><span>focará nos entraves à inovação impostos pelo sistema nacional de propriedade intelectual.</span></p>
<p><span>O encontro acontece no dia <strong>26 de abril</strong>, <strong>às 10h</strong>, na Sala de Eventos do IEA. A moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a>, professor da FFLCH e membro do OIC. Haverá transmissão <strong><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a></strong> pela internet.</span></p>
<p><span>Ávila é </span><span>professor de p<span>olíticas públicas e planejamento governamental </span>da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Unirio) e conselheiro da Firjan. Em sua fala, ele </span><span>abordará os caminhos para aumentar a segurança dos direitos de propriedade intelectual e simplificar sua obtenção e uso no Brasil, a exemplo do que a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) registra como prática das nações mais inovadoras do mundo.</span></p>
<p><span>Segundo o conferencista, a despeito do conjunto de leis e ações lançadas nos últimos anos para a criação de um ambiente mais favorável à inovação, a indústria brasileira continua sem incentivo suficiente para inovar e não se empenha para ocupar posições de liderança tecnológica em praticamente nenhum campo. O resultado é a perda de posições do país nos últimos rankings <span>mundiais </span>de inovação.</span></p>
<p><span>“Os riscos para quem quer inovar são sabidamente elevados em qualquer lugar do mundo, mas podem ser compensados por expectativas elevadas de retorno, o que dificilmente ocorre em ambientes de insegurança quanto aos direitos de propriedade intelectual”, explica Ávila. As indústrias acabam inovando em associação com empresas de outros países, trazendo as novidades apenas para assimilação pela indústria nacional quando isso se mostra minimamente seguro e rentável. “Nos posicionamos na ponta final de assimilação de cada nova geração tecnológica, em quase todas as indústrias”, avalia.</span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<hr />
<p><i><strong><i>Novo Marco de CT&amp;I e o Sistema de Patentes</i></strong><br /><i>26 de abril, às 10h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, sem inscrição — </i><i>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Informações: Sandra Sedini, telefone (11) 3091-1678 e <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br </a><br /></i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/novo-marco-de-c-t-e-o-sistema-de-patentes" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/novo-marco-de-c-t-e-o-sistema-de-patentes</a></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-20T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/manufatura-avancada">
    <title>As diretrizes para o desenvolvimento da manufatura avançada no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/manufatura-avancada</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jefferson-oliveira-gomes" alt="Jefferson Oliveira Gomes" class="image-inline" title="Jefferson Oliveira Gomes" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Jefferson Oliveira Gomes</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Indústria avançada, indústria 4.0 ou manufatura avançada. Essas expressões nomeiam o que alguns especialistas definem como a base da 4ª Revolução Industrial, em andamento desde a década passada.</p>
<p>Segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jefferson-gomes" class="external-link">Jefferson Oliveira Gomes</a>, professor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e diretor regional do Senai em Santa Catarina, o que caracteriza a essa nova revolução são os sistemas ciber-físicos de produção, <span>no qual elementos computacionais colaborativos controlam atividades físicas. Nas </span><span>1ª, 2ª e 3ª Revoluções Industriais as forças motrizes foram, respectivamente, a mecânica, a energia elétrica e a eletrônica. </span></p>
<p><span>A manufatura avançada utiliza-se de uso intensivo de digitalização (ambientes computacionais onde um processo se retroalimenta com informações), big data, tecnologia operacional, inteligência artificial, sensoriamento, robótica colaborativa e manufatura híbrida.</span></p>
<p>Gomes foi o expositor do seminário <i>Manufatura Avançada</i>, organizado pelo Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade/NAP (OIC) do IEA no 15 de abril, com coordenação do sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a>, integrante do observatório e professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong><strong><strong>Manufatura Avançada</strong></strong><br /><i>15 de abril de 2016</i></strong></p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/manufatura-avancada-sera-discutida-em-seminario-no-iea" class="external-link">Especialilsta tratatrá da manufatrua abvançada em encontro no IEA</a></li>
</ul>
<p><strong>Multimídia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/manufatura-avancada" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/manufatura-avancada-15-de-abril-de-2016" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p> </p>
<p><strong><i>Outro evento</i></strong></p>
<p><strong>Manufatrua Aditiva: Aplicações e Potenciais Impactos na Cadeia de Valor</strong><br /><i><strong>16 de maio de 2014</strong></i></p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-a-tecnologia-de-manufatura-aditiva?searchterm=ADITIVA" class="external-link">Seminário discute a tecnologia de manufatura aditiva</a></p>
<p><strong>Multimídia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/manufatura-aditiva-aplicacoes-e-potenciais-impactos-nas-cadeias-de-valor" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em sua exposição, Gomes apresentou o projeto sobre manufatura avançada que está sendo desenvolvido por solicitação da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e de vários ministérios. De acordo com Arbix, o projeto busca oferecer diretrizes para políticas e estratégias sobre o desenvolvimento da manufatura avançada no Brasil, setor em que “há problemas de oferta e de demanda”.</p>
<p>Gomes disse que o projeto já foi discutido em encontros em vários estados, faltando ainda fazê-lo em São Paulo e na região Sul. A meta é reunir as opiniões de 700 pessoas de vários segmentos sobre os desafios emergentes na área. Dessa amostra, 40% dos participantes são representantes de empresas, 30% integram instituições de ciência e tecnologia e 30% pertencem a setores governamentais e outras áreas, como bancos e investidores de capital de risco.</p>
<p>De acordo com ele, os pontos centrais das discussões são: infraestrutura, regulação, cadeia de suprimentos, possibilidades tecnológicas e desenvolvimento de recursos humanos.</p>
<p>Segundo ele, a Alemanha é a maior fornecedora da indústria avançada. Um exemplo do processo utilizado pelos alemães citado por Gomes é o que reduz ao mínimo a quantidade de peças refugadas, adaptando o processo de montagem de vários componentes às peças produzidas em tamanhos maiores ou menores que os limites de tolerância.</p>
<p>“O que temos feito é analisar as estratégias de vários lugares para tentar definir qual deve ser nossa estratégia, se, por exemplo, ela pode se basear nos mesmos princípios que a germânica, que privilegia a produção, mas sem perder de vista o produto, ou americana, mais dedicada ao desenvolvimento de produto”, comentou.</p>
<p>Ele disse que há vários grupos trabalhando em áreas importantes para a manufatura avançada no Brasil e que a USP se destaca nas áreas de tecnologia operacional e Big Data, com algumas pequenas empresas tendo emergido desse ambiente.</p>
<p><strong>Robôs</strong></p>
<p>A robótica colaborativa atualmente é algo comum, graças à implantação de inteligência artificial nos robôs, afirmou Gomes. “Esses equipamentos já têm sido utilizados fortemente em ambientes fabris no exterior e há várias start-ups desenvolvendo robôs autônomos no país, que, no entanto, não podem funcionar em fábricas brasileiras, porque as normas de segurança do trabalho não permitem que um robô autônomo funcione ao lado de uma pessoa”,</p>
<p>Ele disse que uma razão mais que suficiente para desenvolver robôs é o fato de seu preço diminuir 10% ao ano: “Um robô que faz cirurgia de coluna custa alguns milhões de reais. Daqui a nove anos será uma peça acessível ao SUS”.</p>
<p>A necessidade de desenvolvimento não se restringe à área tecnológica, sendo essencial inclusive na cadeia de produção e uso dos produtos. “Isso é importante porque a produção e o uso de um produto geram uma quantidade absurda de resíduos. A produção de um automóvel com cerca de 1,5 t produz 60 t de resíduos, e se ele tiver uma vida útil de 350 mil km, produzirá mais 700 t.”</p>
<p><strong>Demandas da indústria</strong></p>
<p>Segundo Gomes, o que as empresas mais solicitam nas discussões sobre o projeto são o desenvolvimento de ferramentas para a gestão de informação e sistemas ciber-físicos. <span>No entanto, ele avalia que “a conversa está muito centrada na tecnologia”, com pouca discussão sobre os benefícios da indústria avançada para a sociedade, e sem a devida atenção a setores estratégicos.</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/glauco-arbix-3" alt="Glauco Arbix" class="image-inline" title="Glauco Arbix" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Glauco Arbix</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Um desses setores é o agronegócio. Para Gomes, o agronegócio é prejudicado porque as empresas não possuem informações estratégicas adequadas e pelo hiato existente entre quem trabalha com tecnologia e quem trabalha com commodities.</p>
<p>Ele ilustrou essa avaliação comentando que as empresas que desenvolvem drones na região de São José dos Campos se preocupam apenas com seu uso na área militar, esquecendo o quanto eles são importantes para o agronegócio.</p>
<p>Infraestrutura é outra das áreas com muitas solicitações das indústrias nas discussões. Além da banda larga, energia e logística, elas querem ter mais acessos aos bens de capital instalados nas universidades. “As start-ups, por exemplo, precisam basicamente desse tipo de investimento para se desenvolver, mas, por questões jurídicas, esses equipamentos nem sempre podem ser compartilhados pelas universidades.”</p>
<p><strong>Recursos Humanos</strong></p>
<p>Na formação de recursos humanos, Gomes disse que algo relevante discutido no Fórum Econômico Mundial de Davos, Suíça, em janeiro, foi a mudança na natureza do trabalho, que está se tornando mais flexível. Afirmou que o sistema educacional valoriza o desempenho individual, mas “a primeira coisa que nos pedem ao ingressar no mercado de trabalho é a habilidade de trabalhar em grupo”.</p>
<p>De acordo com ele, dos 3,5 bilhões de pessoas com alguma forma de trabalho regular, 1 bilhão atua em profissões que não existiam há 10 anos, e 65% das crianças de hoje trabalharão daqui a 8 anos em profissões que ainda não existem.</p>
<p>Ainda segundo o Fórum de Davos, comentou, só na área de metal-mecânica o mundo vai perder 7 milhões de postos de trabalho em 6 anos e criar apenas 2 milhões, os quais terão uma relação empregado-empregador diferente, próxima do que acontece no Uber</p>
<p>Para Gomes, é preciso reavaliar o tipo de profissional que as instituições de ensino estão formando, qual sua capacidade cognitiva e seu entendimento de fracasso e sucesso. “Nossa educação é baseada em forte observação, ao passo que as empresas querem um profissional formado para a solução de problemas.”</p>
<p><span>Segundo ele, estudos indicam que a data de referência para os desafios do desenvolvimento da indústria avançada é 2020, quando se espera que as novas tecnologias estarão disponíveis a baixo custo.</span></p>
<p>No debate sobre a exposição, Arbix disse que a universidade tem uma oportunidade de participação grande nesse processo, mas não está ocupando seu espaço devidamente. Por outro lado, “os empresários, personagem-chave nessa discussão, têm assumido uma postural muito frágil nos debates, pois jogam muito para a frente e para outros a responsabilidade de desenvolver o necessário, além de haver gente que diz que a manufatura avançada é coisa para suíço, alemão, não para a gente”.</p>
<p>Na opinião de Arbix, a indústria brasileira está muito defasada e a manufatura avançada é a principal base a trabalhar se o país quiser dar um passo à frente: "Há uma oportunidade enorme de superarmos nossas deficiências crônicas, pois ela oferece a chance de trabalharmos numa dimensão diferente em várias indústrias”.</p>
<p>Para o coordenador geral do OIC, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno</a>, professor da Escola Politécnica (Poli) da USP, "se a indústria de vários países é 4.0, a brasileira é 0.4". Ele perguntou a Gomes o que pode ser feito com pouco esforço para o desenvolvimento da manufatura avançada no Brasil e obter algum sucesso.</p>
<p>Gomes respondeu que basta olhar para a balança comercial, ou seja, desenvolver a indústria avançada para o agronegócio. “Já há muita coisa que pode ser aproveitada e o grande desafio de quem vai empreender não é saber tecnologia, é entender demanda de fato, utilizando big data, e saber onde há menos competidores. Só que não existem mecanismos para isso”, completou.</p>
<p><strong>Educação</strong></p>
<p>O ex-diretor da Poli-USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-cardoso" class="external-link">José Roberto Cardoso</a>, criticou a formação dos engenheiros baseada em princípios antiquados, como o crédito hora-aula (“criado na Universidade Harvard em 1836”) e a compartimentação do conhecimento em disciplinas (“extintas em Harvard”). Comentou que nos anos 60, 70, os professores em sua maioria eram docentes em tempo parcial e eram empreendedores fora da universidade, o que motiva os alunos a também o serem. “Agora é comum um docente dizer: perdi aquele rapaz, um gênio, para o mercado", afirmou.</p>
<p>Cardoso também destacou as dificuldades para a manutenção de uma start-ups. Segundo ele, várias surgiram na Poli e despertaram interesse de grandes empresas, como a Petrobras, “mas elas não conseguem nem fazer o cadastro na Petrobras; é muito complicado, há tantas exigências que uma empresa nascente não tem como atender e não é contratada: a start-up morre de inanição”.</p>
<p>Em resposta a Cardoso, Gomes disse que quando cursou a graduação no ITA, <span>não era possível ter ar-condicionado e computador no prédio de habitação do instituto: "Eu tinha que passar o dia todo fazendo curso integral na faculdade e tinha de desenvolver coisas. Não havia nada mais legal do que isso para fazer. </span><span>O problema é que começamos a usufruir de muitas coisas gostosas e continuamos a fazer o que sempre fizemos."</span></p>
<p><span>Para ele, a forma como os engenheiros sendo educados é criminosa, pois "tira-se deles a coisas mais preciosa, o sonho, e eles vão trabalhar em setores que são mais interessantes, como o setor financeiro, onde ele lida com uma lógica multicritério e pode aplicar várias ferramentas que aprendeu".</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Fotos: Leonor Calazans/IEA-USP</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-02T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/plonski-inovausp">
    <title>Plonski é nomeado vice-coordenador do Centro de Inovação da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/plonski-inovausp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilherme-ary-plonski-2018" alt="Guilherme Ary Plonski - 2018" class="image-inline" title="Guilherme Ary Plonski - 2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Guilherme Ary Plonski</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O vice-diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, foi nomeado pelo reitor, Vahan Agopyan, vice-coordenador "pro tempore" do Centro de Inovação da Universidade de São Paulo (InovaUSP) a partir de 1º de fevereiro.</p>
<p>O centro tem o objetivo de reunir e integrar laboratórios e outras iniciativas em um ambiente multidisciplinar voltado à pesquisa e inovação, privilegiando a relação com os setores produtivos externos, público e privado, e com instituições com objetivos similares, nacionais e estrangeiras.</p>
<p>Inicialmente, o InovaUSP congrega quatro núcleos de pesquisa multidisciplinares: Plataforma Pasteur-USP, Laboratório de Games e Soluções Digitais (Pateo), Interdisciplinary Research for Innovative Solutions Initiative (Iris) e Synthetic &amp; Systems Biology (S²B).</p>
<p>Professor da Escola Politécnica (Poli) e da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), Plonski tem atuado intensamente ao longo da sua carreira em pesquisas e em instituições dedicadas a políticas de ciência, tecnologia e inovação. É coordenador científico do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica (PGT) da USP e diretor da Associação Latino-Ibero-Americana de Gestão da Tecnologia (Altec). Foi diretor superintendente do Instituto de Pesquisa Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo e <span style="text-align: justify; ">presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec)</span>.</p>
<p><span style="text-align: justify; ">Plonski participa de vários colegiados superiores de instituições e entidades. É conselheiro da Associação Internacional de Parques de Ciência e Áreas de Inovação e integra a </span>Junta de Governadores do Instituto de Tecnologia de Israel (Technion) e o Conselho Acadêmico do Espaço de Estudos Avançados da Universidade da Costa Rica (Ucrea).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-01-22T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/premio-trajetoria-pela-inovacao-2019-e-entregue-a-seis-professores-da-usp">
    <title>6 professores da USP recebem o Prêmio Trajetória pela Inovação 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/premio-trajetoria-pela-inovacao-2019-e-entregue-a-seis-professores-da-usp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilherme-ary-plonski-marco-henrique-terra-giulio-gavini/image" alt="Prêmio Trajetória pela Inovação 2019 - 1º/12/2021" title="Prêmio Trajetória pela Inovação 2019 - 1º/12/2021" height="385" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Professores premiados (a partir da esq.): Guilherme Ary Plonski e Marco Henrique Terra; e os representantes de Benedicto Wladermir de Martin (José Soares Ferreira Neto), Ivanildo Hespanhol (Alexandra Hespanhol) e José Carlos Pettorossi Imparato (Giulio Gavini); Myriam Krasilchik foi representada pelo diretor da Faculdade de Educação, Marcos Garcia Neira</dd>
</dl></p>
<p>Os professores Benedicto Wlademir de Martin (FMVZ), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (FEA, EP e IEA), José Carlos Pettorossi Imparato (FO), Marco Henrique Terra (EESC), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/myriam-krasilchik" class="external-link">Myriam Krasilchik</a> (FE) e, in memoriam, Ivanildo Hespanhol (EP) receberam o Prêmio Trajetória pela Inovação 2019 em cerimônia na Sala do Conselho Universitário no dia 1º de dezembro.</p>
<p>Concedido pela Reitoria, Pró-Reitoria de Pesquisa e Agência USP de Inovação, o prêmio é um reconhecimento pela excelência dos resultados de pesquisas e ações atingida pelos laureados em suas contribuições para inovações científicas, tecnológicas ou culturais, cooperando assim para a excelência do resultado institucional e para o desenvolvimento socioeconômico do país. A cerimônia da premiação referente a 2019 ocorreu este mês devido aos impedimentos provocados pela pandemia para que se realizasse em abril de 2020.</p>
<p>Participaram da solenidade o reitor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan Agopyan</a>, o vice-reitor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-carlos-hernandes" class="external-link">Antonio Carlos Hernandes</a>, o pró-reitor de Pesquisa, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvio-canuto" class="external-link">Sylvio Canuto</a>, a pró-reitora de Cultura e Extensão Universitária, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-aparecida-andrade-moreira-machado" class="external-link">Maria Aparecida Machado</a>, o diretor da Agência USP de Inovação, Marcos Nogueira Martins, dois premiados (Guilherme Ary Plonski e Marco Henrique Terra) e representantes dos outros quatro (Benedicto Wlademir de Martin, José Carlos Pettorossi Imparato, Ivanildo Hespanhol e Myriam Krasilchik). Coube a Plonski fazer o discurso de agradecimento pelos seis agraciados.</p>
<p>Ele destacou o fato de o adiamento da cerimônia ter permitido que ela ocorresse apenas um dia depois de o Conselho Universitário aprovar a Política de Inovação da USP, que deverá ser revisada no prazo máximo de um ano pela nova gestão da Universidade, que terá início com a posse dos novos reitor e vice-reitor em de janeiro.</p>
<p><strong>Interdisciplinaridade</strong></p>
<p>Plonski observou que a busca de maior interdisciplinaridade é "um desafio ainda presente na USP e no meio universitário brasileiro em geral", além de uma das diretrizes do IEA desde sua criação há 35 anos. Afirmou que o Instituto tem dado atenção especial nos anos recentes em atividade que contribuam para o incremento da interdisciplinaridade também na graduação, em particular na formação voltada ao ensino de ciências, por intermédio da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica, parceria do IEA com o Itaú Social.</p>
<p>Uma das variáveis-chave para o êxito nas inovações mais ousadas "é uma bem cuidada transformação cultural", disse. "Por isso, é importante reconhecer que mudanças dessa natureza não podem ser feitas 'por decreto'. Requerem escuta, diálogos e investimento paciente – certamente de tempo e, quando necessário, também de recursos materiais". Plonski saudou a acolhida e o envolvimento da Pró-Reitoria de Graduação nesse movimento: "Temos convicção de que essa participação ativa prosseguirá na próxima gestão".</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A essência da inovação é criar realidades novas, tenha a inovação ênfase tecnológica, social, educacional, cultural, sanitária, artística, administrativa ou qualquer outra pela qual se queira segmentá-la, segundo ele. "O vigor da ideia-força da inovação depende, primeiro e acima de tudo, da capacidade de estabelecer e manter conexões robustas e honestas entre agentes diversos, constituindo o que alguns chamam de <i>ecossistemas de inovação</i>. Tão fácil de entender, tão desafiador conseguir", afirmou.</p>
<p><strong>Novas demandas</strong></p>
<p>Plonski concluiu propondo uma reflexão sobre a inovação do futuro: "No Brasil e no mundo, por várias décadas, ligávamos inovação à geração de empregos e ao crescimento econômico. Agora também esperamos da inovação resultados 'inclusivos', resultados 'sustentáveis' e, nestes tempos de COP26, resultados 'verdes'.</p>
<p>Isso é o que parcelas crescentes da sociedade esperam da inovação, inclusive os gestores públicos, disse.  Frisou, no entanto, que a satisfação dessa demanda depende de respostas a duas questões: "Como incorporar essas novas expectativas nas políticas públicas voltadas à inovação? E qual a métrica adequada para verificar não apenas o quanto geramos de inovação, mas também para que e para quem ela foi gerada?".</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institutional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-12-03T16:26:01Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-nova-lei-da-inovacao-expectativas-perspectivas-e-iniciativas">
    <title>A Nova Lei da Inovação: Expectativas, Perspectivas e Iniciativas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-nova-lei-da-inovacao-expectativas-perspectivas-e-iniciativas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Há pouco mais de um ano as Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal promulgaram a <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emc85.htm">Emenda Constitucional 85</a>, que altera e adiciona dispositivos na Constituição Federal para atualizar o tratamento das atividades de ciência, tecnologia e inovação. Ancorada nessa Emenda, em 11 de janeiro do ano corrente a Presidente da República promulgou a <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13243.htm">Lei 13.243</a>, que dispõe sobre estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica e à inovação, bem como altera diversos dispositivos legais vigentes, em particular a <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.973.htm">Lei 10.973 </a>de 2004, conhecida como a Lei da Inovação. Esses avanços são frutos de uma construção trabalhosa e tensa, à qual se dedicaram 53 entidades acadêmicas, empresariais e governamentais ao longo de cinco anos. É particularmente auspicioso o fato de ter essa fase da obra conseguido chegar a termo mesmo no presente contexto nacional delicado.</p>
<p><b>Abertura</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joaquim-jose-martins-guilhotto" class="external-link">Joaquim José Martins Guilhoto</a> - Vice-Diretor FEA-USP (boas-vindas)</p>
<p><b>Expositor</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/siba-machado" class="external-link">Sibá Machado</a> - <span>Deputado Federal, </span>Relator do projeto de lei (exposição central)</p>
<p><b>Debatedores</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger" class="external-link">José Eduardo Krieger</a> - Pró-Reitor de Pesquisa da USP (visão institucional)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Bonciani Nader</a> - Presidente SBPC (perspectiva da comunidade científica)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-mol-junior" class="external-link">Paulo Mól</a> - Superintendente Nacional do IEL/CNI e articulador da Mobilização Empresarial pela Inovação - MEI (perspectiva da <span> co</span><span>munidade empresarial)</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-paula-dallari-bucci" class="external-link">Maria Paula Dallari Bucci</a> - Superintendente Jurídica da USP (iniciativas para efetivação)</p>
<p><b>Moderador</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (EP, FEA e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-08T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/aspectos-atuais-sobre-a-formacao-e-mercado-de-trabalho-da-engenharia-no-brasil">
    <title>Aspectos Atuais Sobre a Formação e Mercado de Trabalho da Engenharia no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/aspectos-atuais-sobre-a-formacao-e-mercado-de-trabalho-da-engenharia-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os efeitos da atual crise econômica já se fazem sentir de forma sensível  nos números do emprego no Brasil. Segundo dados do IBGE, no trimestre  entre dezembro a fevereiro, o desemprego chegou a 10,2%.</p>
<p>Considerando  que desde 2012 o desemprego não chegava à casa dos dois dígitos, esse  cenário traz preocupação sobre o estado atual da economia brasileira e  sua capacidade de recuperação.</p>
<p>Dando sequência ao projeto  EngenhariaData, o <a class="external-link" href="http://oic.nap.usp.br/wp-content/uploads/2016/06/Relat%C3%B3rio-Engenhariadata-2016.pdf"><b>relatório 2016</b></a> analisa como este movimento de desemprego está avançando sobre o emprego de engenheiras e engenheiros.</p>
<h3>Expositor:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leonardo-melo-lins" class="external-link">Leonardo Melo Lins</a></p>
<h3>Moderador:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-07-19T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/residuos-solidos">
    <title>Água, Solo, Poluição e a Política Nacional de Resíduos Sólidos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/residuos-solidos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os assuntos abordados no seminário serão a situação atual de poluição do subsolo e das águas subterrâneas brasileiras pela disposição de resíduos sólidos, o diagnóstico e remediação de áreas contaminadas por disposições inadequadas pregressas, as tecnologias atuais para disposição adequada a fim de proteger o meio ambiente e a saúde humana, e as tecnologias para reúso de resíduos em obras civis. Serão apresentados também os desafios e as oportunidades de desenvolvimento tecnológico e empresarial nessas atividades, relacionando-os à Política Nacional de Resíduos Sólidos.</p>
<h3>Expositora</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-eugenia-gimenez-boscov" class="external-link"><span>Maria Eugênia Gimenez Boscov</span></a> (EP-USP)</p>
<h3>Coordenador</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Sergio Salerno</a><span class="external-link"> (EP e IEA - USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-03T12:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/inovacao-e-cadeis-de-valor-licoes-da-china">
    <title>Inovação e Cadeias de Valor: Lições da China</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/inovacao-e-cadeis-de-valor-licoes-da-china</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div dir="ltr">
<div class="gmail_default">
<p><span>O seminário vai discutir como a China vem se posicionando quanto à inovação nas cadeias de valor, particularmente no tocante à compra de plataformas tecnológicas de terceiros. Ao contrário de outros “tigres asiáticos”, <span>as empresas chinesas preferem comprar a desenvolver as plataformas tecnológicas básicas a partir das quais irão fundamentar suas </span><span>estratégias de marketing</span></span><span><span>.</span></span><span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p><span>John Humphrey é um dos principais pesquisadores mundiais sobre cadeias internacionais de valor. Atualmente está na Business School da Universidade de </span><span>Sussex<span>, após anos de trabalho junto ao IDS – Institute of Development Studies da mesma universidade. <span>Ele morou no Brasil nos anos 70, quando fez pesquisa de campo que resultou em livro e em diversas publicações. </span></span></span></p>
<p><span><span><span>A palestra será em inglês, sem tradução. As perguntas poderão ser feitas em português.</span></span></span></p>
<h3>Expositor:</h3>
<p>John Humphrey</p>
<h3>Coordenador:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno</a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-15T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/new-maps-new-destinations-in-our-age-of-discovery">
    <title>New Maps &amp; New Destinations in our Age of Discovery</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/new-maps-new-destinations-in-our-age-of-discovery</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Autor de <a class="external-link" href="http://kutarna.net/age_of_discovery/">The Age of Discovery</a>, fellow da Oxford Martin School e professor adjunto da University of Technology Sydney, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/chris-kutarna" class="external-link">Chris Kutarna</a> irá apresentar e discutir com os participantes os novos "mapas", os novos "destinos" na idade da descoberta, abordando os atuais modelos de desenvolvimento, inovação e os desafios para a transição para a Economia Circular.</p>
<div><span>Palestrante e debatedor em vários eventos internacionais, para governos, organizações civis e Universidades, o professor Chris refletirá sobre estarmos vivendo (ou não) em uma nova era de Renascença, na qual métricas como o PIB não refletem os atuais momentos da prosperidade mundial e a velocidade da inovação e das transformações políticas e econômicas que estamos vivendo.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div>
<div><span>Vivemos em um mundo mais complexo e inovador, mas instabilidades políticas, econômicas, sociais e ambientais nos trazem antigos e novos questionamentos sobre como será o nosso futuro: mais próspero e justo ou mais assimétrico e instável socialmente? </span><span>Como podemos enfrentar estas incertezas? Estamos prontos? Uma transição para Economia Circular pode nos ajudar? Quais serão os caminhos e ações a serem tomadas hoje para um futuro mais prospero?</span></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Estas serão algumas das questões a serem abordadas e discutidas no debate.</div>
<div><strong>Organização e Coordenação: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/weber-amaral">Weber Amaral</a><span> (Esalq-USP)</span></div>
<div></div>
<div class="ajR">
<p> </p>
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (EP, FEA e IEA - USP)</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Expositor</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/chris-kutarna" class="external-link">Chris Kutarna </a>(Oxford Martin School)</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Comentarista</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/weber-amaral">Weber Amaral</a> (Esalq-USP)</p>
<p> </p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-05T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/economia-circular-SW">
    <title>Economia Circular: Inovação em Modelos de Negócios e Oportunidades para o Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/economia-circular-SW</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A proposta deste evento parte do pressuposto de que qualquer sistema cujo fundamento seja o simples consumo, não o uso restaurativo de recursos, incorre em perdas significativas de valor. O conceito de Economia Circular (EC), restaurativa e regenerativa por princípio, busca manter de forma intencional, desde a concepção de novos negócios e produtos, os componentes e materiais em seu mais alto nível de utilidade e valor, o tempo todo. Configura-se como um ciclo contínuo de positivo desenvolvimento que preserva e aprimora o capital natural, otimiza a produtividade de recursos e minimiza riscos sistêmicos com a gestão de estoques finitos e fluxos renováveis.</p>
<p>A Economia Circular apresenta propostas aderentes às necessidades do mundo contemporâneo e das novas tendências de mercado. A partir da inovação para modelos de negócios circulares, como o Sistema Produto-Serviço, o compartilhamento, design voltado para a circularidade, reutilização, remanufatura e outros, muitos valores e oportunidades são criados.</p>
<p>Deste modo, o Workshop é dividido em três módulos temáticos:</p>
<p><strong>Bloco I. Fundamentos da Economia Circular (*)</strong></p>
<p><strong>Bloco II. A Economia Circular no Brasil: casos de sucesso e modelos de negócios inovadores </strong></p>
<p><strong>Bloco III. Habilitadores da transição para a Economia Circular</strong></p>
<p>Estes blocos contarão com apresentações de palestrantes do Brasil e do exterior, seguidas de debates entre eles e a audiência. Este <i>Strategic Workshop</i> propõe fomentar o diálogo entre Empresas, Governo, Setor Financeiro e Academia em torno das estratégias para o Brasil acelerar sua transição para Economia Circular, criando um ambiente favorável de nucleação de colaborações entre os participantes e para o desenvolvimento de uma agenda de pesquisa, inovação e desenvolvimento à longo prazo.</p>
<p><span><span>Iniciada em 2015, a série S</span><em>trategic Workshops</em><span> já promoveu 25 encontros em áreas estratégicas e de reconhecida excelência na Universidade de São Paulo. O evento reúne pesquisadores da USP em torno de temas transdisciplinares e o objetivo é mapear expertises e promover novos arranjos de pesquisas entre os próprios pesquisadores da Universidade.</span>.</span></p>
<p><strong>Coordenação:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aldo-ometto" class="external-link">Aldo Ometto</a> (EESC USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/weber-amaral" class="external-link">Weber Amaral</a> (ESALQ USP)</p>
<p><strong>Organização: </strong><span>Aldo Ometto (EESC USP), </span><span>Weber Amaral (ESALQ USP) e</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hamilton-brandao-varela-de-albuquerque" class="external-link">Hamilton Varela </a>(PRP USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-21T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-fapesp-e-a-manufatura-avancada">
    <title>A Fapesp e a Manufatura Avançada</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-fapesp-e-a-manufatura-avancada</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A FAPESP lançou uma chamada para empresas interessadas em criar Centros de Pesquisa em Engenharia em Manufatura Avançada em áreas como <i>big data</i>, inteligência artificial, digitalização, virtualização, sensores, entre outras, a serem sediados em universidades ou institutos de pesquisa no Estado de São Paulo. Doze empresas ou consórcios de empresas manifestaram à Fapesp seu desejo de constituir Centros desta natureza, o que será detalhado conjuntamente nos próximos meses.<span> </span></p>
<p>Os Centros de Pesquisa em Engenharia em Manufatura Avançada são mais um passo no apoio que a FAPESP tem dado ao tema nos últimos anos, por meio de financiamento de Bolsas e Auxílios à Pesquisa.</p>
<p><strong>Manufatura Avançada: Auxílios e Bolsas (1992 a 2017)</strong></p>
<p><span>Também conhecida como indústria 4.0, a Manufatura Avançada envolve um conjunto grande de tecnologias de fronteira que podem garantir mais competitividade para a indústria e os serviços, incluindo o mercado financeiro. Com esta parceria, a expectativa da FAPESP é estender esse apoio a empresas ou consórcios de empresas com demandas por essas novas tecnologias.</span></p>
<p><span><strong>Expositor</strong></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-americo-pacheco" class="external-link">Carlos Américo Pacheco</a></span></p>
<p><span><strong>Coordenador</strong></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-09T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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