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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 21 to 35.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/iv-coloquio-internacional-de-gerontologia-1">
    <title>IV Colóquio internacional de gerontologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/iv-coloquio-internacional-de-gerontologia-1</link>
    <description>O Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-RP) e a Faculdade de Medicina da USP Ribeirão Preto promovem o “IV Colóquio Internacional de Gerontologia”.  O evento será realizado nos dias 18 e 19 de outubro, das 9h às 18h, no Auditório da Faculdade de Direito da USP Ribeirão Preto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-RP) e a Faculdade de     Medicina da USP Ribeirão Preto promovem o “IV Colóquio       Internacional de Gerontologia”.  O evento será realizado nos     dias 18 e 19 de outubro, das 9h às 18h, no Auditório da       Faculdade de Direito da USP Ribeirão Preto.<br /> <br /> O colóquio terá como temas principais as tendências demográficas     para a América Latina, a economia do envelhecimento e os sistemas de     políticas públicas e financiamento dos sistemas sociais, os aspectos     culturais e socioeconômicos da população que envelhece nos países     latino-americanos, o marketing para idosos, o envelhecimento ativo e     saudável, os direitos e aspectos judiciais que envolvem o idoso, o     cuidado à saúde e a tecnologia do cuidado.<br /> <br /> O evento contará com palestrantes e conferencistas internacionais e     nacionais de diferentes áreas do conhecimento tendo como     característica principal a interdisciplinaridade e oferecerá espaço     para a divulgação de trabalhos científicos resultados de pesquisa e     trabalhos de intervenção com idosos.</p>
<p>Mais informações estão disponíveis no Blog do evento: <a href="http://gerontologia2013.blogspot.com.br/">http://gerontologia2013.blogspot.com.br/</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Rafael</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-15T13:08:48Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ii-congresso-de-gerontecnologia">
    <title>II Congresso de Gerontecnologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ii-congresso-de-gerontecnologia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">O envelhecimento da população brasileira é um processo que preocupa cada vez mais os especialistas. Para discutir soluções para problemas que afetam a qualidade de vida e a gestão de recursos relevantes a pessoas idosas, e enfatizar os benefícios da tecnologia para um envelhecimento bem sucedido, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP realizam entre os dias 16 e 18 de novembro, no Espaço de Eventos da FMRP, o II Congresso de Gerontecnologia.</span></p>
<div style="text-align: justify; "><span>Dados do IBGE mostram que até 2050, o Brasil terá 66,5 milhões de idosos, ou seja, 29,5% dos habitantes do país terão acima de 60 anos. Este cenário torna fundamental a busca de soluções para as demandas que virão deste processo, abrindo assim campos para a pesquisa, serviços, criação e aplicação de produtos e para o desenvolvimento de políticas que apoiem quem alcança uma idade avançada.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O evento promoverá conferências e palestras sobre os desafios e oportunidades para a gerontecnologia no Brasil, a pesquisa em nível de pós-graduação nessa temática e o desenvolvimento de produtos e equipamentos envolvendo robótica e uso de tecnologias digitais, de informação e de comunicação, entre outros temas. A programação inclui ainda diversos minicursos, rodas de conversa e apresentação cultural.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><span><strong>Expositores</strong></span></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><span>
<div id="_mcePaste">Adriana Araújo Portella (UFPEL)</div>
<div id="_mcePaste">Adriano Pasqualotti (UPF)</div>
<div id="_mcePaste">Alejandro Klein (Universidad de Guanajuato Leon - México)</div>
<div id="_mcePaste">Carla da Silva Santana (FMRP-USP)</div>
<div id="_mcePaste">Flamínia Manzano Lodovici (PUC-SP)</div>
<div id="_mcePaste">George Leeson (University of Oxford - Reino Unido)</div>
<div id="_mcePaste">Hafiz Khan (West London University - Reino Unido)</div>
<div id="_mcePaste">Helianthe Kort (Technische Universiteit Eindhoven - Holanda)</div>
<div id="_mcePaste">Henrique Teixeira Gil (Instituto Politécnico de Castelo Branco - Portugal)</div>
<div id="_mcePaste">Johannes Doll (UFRGS)</div>
<div id="_mcePaste">Jorge Felix (EACH-USP)</div>
<div id="_mcePaste">Marina Soares Bernardes (PPG Interunidades Bioengenharia EESC/FMRP/IQSC-USP)</div>
<div id="_mcePaste">Meire Cachioni (EACH-USP)</div>
<div id="_mcePaste">Norbert Meiners (Private University of Applied Sciences - Alemanha)</div>
<div id="_mcePaste">Paula Costa Castro (UFSCar)</div>
<div id="_mcePaste">Regina Yoneko Dakuzako Carreta (FMRP-USP)</div>
<div id="_mcePaste">Roseli Romero (ICMC-USP)</div>
<div id="_mcePaste">Ryan Woolrych (Heriot Watt University - Escócia)</div>
<div id="_mcePaste">Taiuani Marquine Raymundo (UFPR)</div>
<div id="_mcePaste">Wilson José Pedro (UFSCar)</div>
</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-21T15:26:07Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-inicia-ciclo-sobre-os-idosos-do-brasil">
    <title>IEA inicia ciclo sobre os idosos do Brasil </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-inicia-ciclo-sobre-os-idosos-do-brasil</link>
    <description>"Demografia e Referência Legal" é o tema da mesa-redonda que acontece segunda-feira, 18 de outubro, às 14h30, na abertura do ciclo "Idosos do Brasil: Estado da Arte e Desafios". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/idoso.jpg" alt="idoso.jpg" class="image-right" title="idoso.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">"Demografia  e Referência Legal" é o tema da  mesa-redonda que acontece  segunda-feira, 18 de outubro, às 14h30, na abertura do ciclo "Idosos do  Brasil: Estado da Arte e Desafios", no IEA.  Os objetivos do ciclo são organizar  uma agenda dedicada aos idosos, estudar  um modelo para sua  atenção  integral e identificar ações que contribuam com as diretrizes da  Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, aprovada pela<strong> <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/politicanacionaldesaudedapessoaidosa.pdf" class="external-link">Portaria 2.528/06</a> </strong>do Ministério da Saúde.</p>
<p class="documentContent mceContentBody" style="text-align: justify; ">Os  debatedores dessa primeira atividade do ciclo serão: Salete Maccalóz,  desembargadora federal do Tribunal Regional Federal da 2ª Região e  professora da UFRJ e da Uerj, com experiência na área de direito  privado; e Marília Louvison, mestre em saúde pública e médica da  Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, com experiência em saúde  coletiva, com ênfase em gestão, planejamento e epidemiologia de serviços  de saúde e em regulação, controle, avaliação e auditoria.</p>
<p class="documentContent mceContentBody" style="text-align: justify; ">A  coordenação do ciclo e da mesa estará a cargo de  David Braga Jr., do  Centro de Estudos e Pesquisa do Projeto Mais (Modelo de Atenção Integral  à Saúde) do Hospital Premier — instituição apoiadora do ciclo —,  ex-secretário da Saúde de Campinas e ex-diretor do Hospital dos  Servidores Públicos.</p>
<div class="visualClear">Os temas das  outras 12  mesas-redondas  serão:</div>
<div class="visualClear"><br /> 
<ul>
<li>políticas públicas relacionadas;</li>
<li>fisiologia e fisiopatologia do  envelhecimento;</li>
<li>modelos de atenção e de organização das  redes de serviços e  linhas de cuidados, financiamento, estrutura, processos e  impactos;</li>
<li>formação e capacitação profissional;</li>
<li>sistema de informação;</li>
<li>trabalho, renda, previdência e assistência  social;</li>
<li>empreendedorismo, lazer, entretenimento,  cultura e arte;</li>
<li>aspectos urbanos e habitacionais;</li>
<li>hospitais, casas de repouso, asilos,  residências protegidas;</li>
<li>questões jurídicas, custódia, interdição,  tutela, herança, testamento;</li>
<li>questões relacionadas à bioética, a  biologia x a biografia;</li>
<li>o direito relacionado à imagem, à linguagem  e à memória; de decisão sobre a terminalidade da vida.</li>
</ul>
</div>
<div class="visualClear"><br /><span style="text-align: justify; ">A  partir desses debates, pretende-se constituir uma agenda voltada à  melhoria da qualidade de vida dos idosos e vinculada aos seguintes  aspectos:</span></div>
<div class="visualClear"><span style="text-align: justify; "><br /></span></div>
<div class="visualClear">
<ul>
<li>promoção do  envelhecimento ativo e saudável;</li>
<li>atenção  integral, integrada à saúde da pessoa idosa;</li>
<li>estímulo às  ações intersetoriais, visando à integralidade da atenção;</li>
<li>provimento de  recursos capazes de assegurar qualidade da atenção à saúde da pessoa idosa;</li>
<li>estímulo à  participação e fortalecimento do controle social;</li>
<li>formação e  educação permanente dos profissionais de saúde do SUS na área de saúde da  pessoa idosa;</li>
<li>divulgação e  informação sobre a Política Nacional de Saúde da  Pessoa Idosa para  profissionais de saúde, gestores e usuários do SUS;</li>
<li>promoção de  cooperação nacional e internacional das experiências na atenção à saúde da  pessoa idosa;</li>
<li style="text-align: justify; ">apoio ao  desenvolvimento de estudos e pesquisas.</li>
</ul>
</div>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/fernandogonzaga" style="text-align: -webkit-right; " target="_blank">Fernando Gonzaga</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2010-10-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/i-ciclo-de-palestras-sobre-o-trabalho-tecnologia-e-envelhecimento">
    <title>I Ciclo de Palestras sobre o Trabalho, Tecnologia e Envelhecimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/i-ciclo-de-palestras-sobre-o-trabalho-tecnologia-e-envelhecimento</link>
    <description>No dia 22 de setembro, às 14h, ocorrerá o I Ciclo de Palestras sobre o Trabalho, Tecnologia e Envelhecimento, no salão de eventos do Centro de Tecnologia da Informação da USP Ribeirão Preto (CeTI-RP). A atividade irá discutir o impacto da inserção das novas tecnologias nas atividades de trabalho e a preparação do mercado de trabalho para receber e gerenciar os trabalhadores mais velhos.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div style="text-align: justify; "><span>No dia 22 de setembro, às 14h30, ocorrerá o I Ciclo de Palestras sobre o Trabalho, Tecnologia e Envelhecimento, no salão de eventos do Centro de Tecnologia da Informação da USP Ribeirão Preto (CeTI-RP).</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>A atividade irá discutir o impacto da inserção das novas tecnologias nas atividades de trabalho e a preparação do mercado de trabalho para receber e gerenciar os trabalhadores mais velhos. </span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Iniciando as apresentações, a professora Carla da Silva Santana, da Faculdade de Medicina da USP Ribeirão Preto (FMRP-USP), discorrerá sobre os desafios contemporâneos da longevidade e a professora Iranise Moro Jorge, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), abordará os ajustes que o mercado de trabalho necessita para receber os trabalhadores mais velhos. </span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Na sequência, a professora Taiuani M. Raymundo (UFPR) analisará como as novas tecnologias estão influenciando as rotinas do trabalho e a professora Regina Yoneko D. Carretta (FMRP-USP) realizará a palestra "Experiência de gerenciamento de trabalhadores mais velhos".  Encerrando as atividades, a professora Carla Santana irá moderar o debate entre o público e os palestrantes.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O evento é organizado pelas professoras da Faculdade de Medicina da USP Ribeirão Preto, Carla da Silva Santana e Regina Yoneko Dakuzako Carretta, e conta com o apoio técnico do Instituto de Estudos Avançados da USP, Polo Ribeirão Preto (IEA-RP).</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Rafael</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-15T13:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/global-population-aging-unequal-distribution-of-risks-in-later-life-between-developed-and-developing-countries">
    <title>Global Population Aging: Unequal Distribution of Risks in Later Life between Developed and Developing Countries</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/global-population-aging-unequal-distribution-of-risks-in-later-life-between-developed-and-developing-countries</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">No evento, o professor da University of West London Hafiz Khan vai discutir quatro áreas principais da distribuição desigual de riscos entre países desenvolvidos e em desenvolvimento na vida madura e velhice: segurança financeira na aposentadoria, recursos familiares para idosos, mão-de-obra e mercado de trabalho para idosos e carga de doença em transição epidemiológica.</p>
<p><span style="text-align: justify; ">A conferência é uma das atividades relativas à visita do Prof. Hafiz Khan financiada pela Fapesp e Newton Fund, organizada pela professora Carla da Silva Santana Castro da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP  e pelo GPublic - Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas, coordenado pelos professores Claudia e João Passador.</span></p>
<p><strong>Conferencista</strong></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Hafiz Khan é docente de Saúde Pública do College of Nursing, Midwifery and Healthcare, and the Graduate School da University of West London e pesquisador colaborador do Oxford Institute of Population Ageing da Universidade de Oxford</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-07T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/fenomeno-da-migracao-tambem-tem-relacao-com-idosos">
    <title>Fenômeno da migração também tem relação com idosos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/fenomeno-da-migracao-tambem-tem-relacao-com-idosos</link>
    <description>Seminário abordou desde o impacto da migração dos filhos sobre os pais idosos até o mercado criado pela demanda de cuidadores na Europa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DSCN1669_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Quando se fala em migração, a primeira tendência é associá-la aos profissionais jovens, que geralmente partem de sua terra natal em busca de melhores condições de trabalho e de vida. Porém, esse fenômeno também produz impactos pouco analisados sobre um público específico: os idosos.<span> </span></p>
<p>O tema foi debatido no seminário “Migração e envelhecimento populacional: desafios contemporâneos”, realizado em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP na última sexta-feira (24). Os debatedores destacaram três aspectos importantes da migração no contexto mundial atual: os efeitos do deslocamento de gerações jovens sobre os idosos, que acabam assumindo a criação dos netos em virtude disso e também se sentem solitários com a ausência dos filhos; a migração dos próprios idosos após a aposentadoria, em busca de qualidade de vida e de saúde; e a atração de migrantes, muitas vezes ilegais, para cuidar de idosos em casas de repouso ou nos próprios lares.<span> </span></p>
<p>“No final do século XX, houve uma saída de 1,5 milhão de pessoas do Brasil. Isso teve impacto não somente na pirâmide etária, como também levou a um esvaziamento dos lares que cuidam de idosos. Já no início dos anos 2000, a estabilização da economia proporcionou o retorno de muitos brasileiros e a vinda de cidadãos de outros países, principalmente bolivianos. Com a crise econômica atual, está havendo uma reviravolta nos números, o que indica uma retomada da imigração de brasileiros”, explica o docente da UFSCar Igor José de Renó Machado.<span> </span></p>
<p>Para ele, a migração internacional deve ser vista por dois lados. De uma perspectiva positiva, ela retira do território pessoas desempregadas ou subempregadas, que demandariam gastos com saúde, por exemplo, e gera uma remessa de dinheiro para o País. Segundo estimativas do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em 2004, os emigrantes brasileiros enviaram 5,6 bilhões de dólares ao País, o que representava 1% do PIB. Em 2012, as remessas caíram para 2 bilhões e subiram novamente em 2015  para 2,5 bilhões, o que indica uma retomada do fluxo de trabalhadores para o exterior.<span> </span></p>
<p>Mas a migração também tem impactos negativos, de acordo com Machado, já que retira do País uma população em idade produtiva, que é consumidora de produtos e serviços, e também envelhece a população. Ao mesmo tempo, perde-se mão de obra qualificada, pois quem sai muitas vezes tem formação acima da média.<span> </span></p>
<p><i>Rearranjos familiares</i><span> </span></p>
<p>Uma pesquisa realizada pelo docente da UFSCar com um grupo de Governador Valadares (MG), cidade conhecida por enviar muitos trabalhadores ao exterior, avaliou o impacto da migração nas famílias. “Há relatos de sensação de abandono por parte dos pais idosos que viram seus filhos emigrar, casos em que todos os filhos emigraram e acabaram cortando contato com os pais, filhos que voltaram de outro país para cuidar dos pais idosos porque eles não se adaptariam em outro país e casos de filhos que emigraram e deixaram os netos para serem criados pelos avós”, conta ele.<span> </span></p>
<p>Neste último aspecto, Machado destaca que quando os avós são mais jovens, o rearranjo familiar funciona bem. Porém, quando já não têm tanta energia, eles são vistos como incapazes de educar os adolescentes, criando uma mitologia local de que esses netos seriam “indomáveis” e gerando discriminação na escola.<span> </span></p>
<p>O sentimento de solidão relatado por muitos idosos acontece também quando os filhos que emigraram e conseguiram se estabilizar financeiramente em outro país decidem levar os netos para viver com eles. Machado relata, ainda, que há casos em que os netos se recusam a deixar os avós porque os reconhecem como seus verdadeiros pais.<span> </span></p>
<p><i>Importância da família</i><span> </span></p>
<p>A partir de 2010, a Europa passou a repensar suas políticas relacionadas à família e à integração em virtude do aumento da população idosa e da redução da população economicamente ativa. O pesquisador Carlos Barros, doutorando na Universidade de Lisboa, fez uma análise, durante o evento, desse contexto e da importância da família no contexto da migração.<span> </span></p>
<p>“Quando se fala em migrações e família, é importante analisar uma espécie de conjunto de três roldanas: os determinantes para a migração, a família como sistema social efetivo de suporte para seus elementos e a solidariedade intergeracional como peça fundamental na relação entre famílias e migrações”, explica Barros.<span> </span></p>
<p>A solidariedade intergeracional, de acordo com ele, existe quando diferentes gerações se estabelecem como uma rede de suporte. “Na prática, existe o conflito, que é um aspecto normal das relações intergeracionais entre familiares. Ele pode tanto afetar a vontade de ajudar quanto proporcionar a resolução de assuntos difíceis e aumentar a qualidade das relações. A solidariedade e o conflito não estão em lados opostos, são linhas que se cruzam e o conflito pode ser um ponto de encontro”.<span> </span></p>
<p>Ele analisou as características dos migrantes de primeira e segunda geração, e ainda dos idosos que ficaram no país de origem. “Usualmente, os idosos são os elementos mais desprotegidos em virtude de políticas sociais inadequadas ou por precisarem de cuidados próximos. Mas nem sempre representam a figura receptora de suporte financeiro, muitas vezes são eles o alicerce fundamental no suporte financeiro. Os idosos também são uma espécie de âncora da família e um ponto de encontro familiar entre os migrantes de primeira e de segunda geração”, diz Barros.<span> </span></p>
<p><i>Cuidado ao idoso incentiva migração</i><span> </span></p>
<p>Machado destaca que as mulheres em idade produtiva são as que mais deixam o Brasil. Esse cenário pode estar sendo alimentado por um crescimento do mercado de cuidado ao idoso em outros países, o que tem atraído o público feminino. Porém, essa entrada de cuidadoras é feita de forma ilegal.<span> </span></p>
<p>“O envelhecimento da população em países europeus produz uma migração voltada ao cuidado com os idosos. Há um sistema subterrâneo de cuidadores de idosos em geral muito maior que o sistema formal. Imigrantes mulheres são contratadas para exercer a função de cuidadoras, morando nas casas que as contratam, com salários muito mais baixos que os do mercado, exatamente por estarem em situação de não-documentação, potencializando as chances de exploração excessiva”, diz o professor.<span> </span></p>
<p>Docente da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, Cyntia Soares Carneiro também destaca a feminização da migração ligada ao contexto dos cuidados ao idoso. “Na Itália, por exemplo, 60% das casas de repouso, principalmente na região da Lombardia, têm trabalhadores de outros países, principalmente do leste europeu e América do Sul. Não se vê como perspectiva a substituição do trabalho do imigrante pelo trabalho do nacional. Sem ele, essas casas de repouso fechariam”.<span> </span></p>
<p>Ela destaca que a precarização do trabalho está relacionada à própria lógica do sistema capitalista. “Um dos papéis do estado inserido no sistema capitalista é produzir ilegalidade. Ao mesmo tempo em que ele incentiva a circulação de mercadorias, dificulta a circulação de migrantes, pois isso precariza o trabalho e garante a acumulação do capital. Mas, na verdade, isso só beneficia os maus empresários, que não querem pagar tributos sobre o trabalhador. O imigrante ajuda a movimentar a economia tanto quanto o nacional e também contribui com impostos ao estado. Esses impostos são indiretos, estão embutidos nos produtos”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-30T16:08:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-envelhecimento-da-populacao-e-empreendedorismo">
    <title>Evento discute envelhecimento da população e empreendedorismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-envelhecimento-da-populacao-e-empreendedorismo</link>
    <description>Palestras promovidas pela FMRP-USP vão apresentar projeto do Rio de Janeiro que conecta talentos acima de 40 anos e startups</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/hands545394_1280.jpg/@@images/4b4d2ac0-9d0a-492b-af0f-fa1afd87dc17.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />As mudanças trazidas pelo envelhecimento da população mundial já apontam para novos arranjos de empregabilidade dos mais velhos. Pesquisas globais recentes também comprovam que a idade média de um empreendedor à frente de uma startup bem sucedida é de 45 anos, o que abre uma nova oportunidade de trabalho para esse público.</p>
<p>Para discutir as experiências multigeracionais em empreendedorismo e inovação, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP promove no dia 6 de dezembro, a partir das 14h, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP, o evento <i>Envelhecimento, Inovação Social e Empreendedorismo</i>.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a class="external-link" href="https://goo.gl/forms/yg6MVxPFBZCbRnRQ2">neste link</a>.</p>
<p>Na ocasião, a pesquisadora do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) e fundadora da startup <i>WeAge</i> Márcia Tavares e a gerente de articulações do Parque Tecnológico da UFRJ Lucimar Dantas vão abordar o funcionamento do projeto <i>40+in</i>, uma iniciativa promovida pela Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ e da startup <i>WeAge</i> para conectar talentos acima de 40 anos com startups que enfrentam desafios para se desenvolver.</p>
<p>O evento é coordenado pelas docentes da FMRP-USP Carla da Silva Santana e Valéria Meirelles Carril Elui, com o apoio do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência <span style="float: none; text-align: left; ">do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP <span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">(FAEPA)</span></span>, da Sociedade Brasileira de Gerontecnologia, da Agência USP de Inovação (AUSPIN), do Supera Parque e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>
<p>Mais informações: iearp@usp.br ou (16) 3315 0368.</p>
<hr />
<p><strong>Envelhecimento, Inovação Social e Empreendedorismo<br /></strong><i>6 de dezembro, 14h<br /><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Salão de Eventos do CeTI-RP/USP<br /><a class="external-link" href="https://goo.gl/forms/0r81AKKbIosWYJZm1">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/envelhecimento-inovacao-social-e-empreendedorismo" class="external-link">Página do evento</a></span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Empreendedorismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-28T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-aborda-distribuicao-desigual-dos-riscos-do-envelhecimento">
    <title>Evento aborda distribuição desigual dos riscos do envelhecimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-aborda-distribuicao-desigual-dos-riscos-do-envelhecimento</link>
    <description>Palestrante será o docente da University of West London e pesquisador da Universidade de Oxford Hafiz Khan</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/cartazenvelhecimento.png/@@images/e100ef09-5805-45c4-96fd-61eea59bce19.png" alt="Cartazenvelhecimento" class="image-left" title="Cartazenvelhecimento" />Embora o envelhecimento da população seja uma tendência global, seu impacto não é igual para todos os países. Para abordar como o envelhecimento populacional desigual impactará o bem-estar dos indivíduos na vida futura, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP promove a conferência </span><i>Global Population Aging: Unequal Distribution of Risks in Later Life between Developed and Developing Countries</i><span>.</span></p>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">No evento, o professor da University of West London Hafiz Khan vai discutir quatro áreas principais da distribuição desigual de riscos entre países desenvolvidos e em desenvolvimento na vida madura e velhice: segurança financeira na aposentadoria, recursos familiares para idosos, mão-de-obra e mercado de trabalho para idosos e carga de doença em transição epidemiológica.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O envelhecimento da população global é em parte um resultado da melhoria da saúde e do desenvolvimento de programas de bem-estar social relacionados à idade em todo o mundo. Pode ser visto como um indicador da capacidade e do compromisso de uma sociedade de fornecer bem-estar à população idosa. Esse processo também pode ajudar a criar novas oportunidades não só para pessoas mais velhas, mas para o desenvolvimento positivo da sociedade em geral.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">Hafiz Khan é docente de Saúde Pública do College of Nursing, Midwifery and Healthcare, and the Graduate School da University of West London e pesquisador colaborador do Oxford Institute of Population Ageing da Universidade de Oxford.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">A conferência é uma das atividades relativas à visita do Prof. Hafiz Khan financiada pela Fapesp e Newton Fund, organizada pela professora Carla da Silva Santana Castro da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP  e pelo GPublic - Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas, coordenado pelos professores Claudia e João Passador.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">A palestra será em inglês, mas haverá tradução. Mais informações: jhenrique@usp.br ou (16) 3315-0368.</div>
<div></div>
<p> </p>
<hr />
<p><strong>Global Population Aging: Unequal Distribution of Risks in Later Life between Developed and Developing Countries</strong><br /><i>21 de novembro, 15h<br />Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP<br />Inscrições gratuitas, <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdfOTjE2mTifQrAo3wZiB41WHNKn6I4sLcgw4udSxcL4Vl9Rw/viewform">neste link</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/global-population-aging-unequal-distribution-of-risks-in-later-life-between-developed-and-developing-countries" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-07T15:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/envelhecimento-inovacao-social-e-empreendedorismo">
    <title>Envelhecimento, Inovação Social e Empreendedorismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/envelhecimento-inovacao-social-e-empreendedorismo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As mudanças trazidas pelo envelhecimento da população mundial já apontam para novos arranjos de empregabilidade dos mais velhos. Pesquisas globais recentes também comprovam que a idade média de um empreendedor à frente de uma startup bem sucedida é de 45 anos, o que abre uma nova oportunidade de trabalho para esse público.</p>
<p>Para discutir as experiências multigeracionais em empreendedorismo e inovação, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP promove no dia 6 de dezembro, a partir das 14h, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP, o evento <i>Envelhecimento, Inovação Social e Empreendedorismo</i>.</p>
<p><strong>Debatedores</strong></p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Márcia Tavares<strong> </strong></span>(Coppe-UFRJ/<i>WeAge</i>)<br /><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Lucimar Dantas </span> (Parque Tecnológico da UFRJ)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Empreendedorismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-28T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-saudavel-depende-da-qualidade-do-ambiente-urbano-avaliam-pesquisadores">
    <title>Envelhecimento saudável depende da qualidade do ambiente urbano, avaliam pesquisadores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-saudavel-depende-da-qualidade-do-ambiente-urbano-avaliam-pesquisadores</link>
    <description>O envolvimento ativo na vida em sociedade, a prevenção de doenças e o bom funcionamento cognitivo e físico são fundamentais para garantir o envelhecimento com saúde, segundo pesquisadores no evento "Envelhecimento Saudável e Ambiente Urbano"</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-126a0601-7fff-cfee-5ab6-ebce2192598c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Envelhecimento-saudavel-Prefeitura-municipal-de-Jundiai.png/image" alt="Envelhecimento saudável" title="Envelhecimento saudável" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O exercício físico está entre as práticas do envelhecimento ativo (Foto: Prefeitura de Jundiaí)</dd>
</dl>A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que até 2050 a população com mais de 60 anos chegará a 2 bilhões de pessoas em todo o planeta. Com uma transição demográfica dessa escala, diversas pesquisas buscam entender como é possível promover o envelhecimento saudável, que pressupõe baixa chance de doença, bom funcionamento cognitivo e físico e envolvimento ativo na vida em sociedade.</span></p>
<p><span><br />O evento "Envelhecimento Saudável e Ambiente Urbano", que aconteceu no dia 8 de março, debateu o papel do ambiente urbano nesse desafio e propostas para torná-lo mais saudável e amigável à população idosa. O encontro foi organizado pelo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-espaco-urbano-e-saude">Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde</a><span>, do IEA.</span></p>
<p><span><strong>Ambiente amigável</strong></span></p>
<p>Para entender como os ambientes físico e social influenciam o envelhecimento saudável, o conferencista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thiago-herick-de-sa" class="external-link">Thiago Hérick de Sá</a> destacou que é preciso considerar que o processo de urbanização não ocorre de forma homogênea, tanto entre países como dentro das próprias populações. "Nas cidades brasileiras, temos uma trajetória ascendente, uma urbanização rápida, desigual e muitas vezes descontrolada. Nos dá um paralelo do que acontece em muitas cidades da África e da Ásia", em países como Gana e Bangladesh, afirmou. Esse fator tem influência no próprio planejamento urbano e na construção de cidades mais humanizadas. Thiago é doutor em nutrição pública pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e trabalha com ambiente urbano saudável no departamento Age-Friendly Environments da OMS.</p>
<p><span>Uma comparação da OMS entre a expectativa de vida das pessoas existentes e a expectativa de vida ao nascer de novas pessoas do ano 2000 a 2019 mostra que estamos vivendo mais, mas não necessariamente melhor. Segundo Thiago, alguns fatores que determinam o ambiente e o contexto em que os indivíduos vivem são: lar e infraestrutura; as relações sociais; atitudes e valores; e as políticas sociais e de saúde.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>Notícia</strong></div>
<div>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-estudara-as-relacoes-entre-a-saude-e-o-contexto-geografico-das-cidades" class="external-link">Grupo estuda relações entre saúde e contexto geográfico das cidades</a></li>
</ul>
</div>
<div><span id="docs-internal-guid-9ad8ced6-7fff-163d-c311-b5f3e4bdb1a0"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-estudara-as-relacoes-entre-a-saude-e-o-contexto-geografico-das-cidades"><span><br /></span></a></span></div>
<div><strong><strong>Eventos<br /></strong><br />"Envelhecimento Saudável e Ambiente Urbano"</strong></div>
<div><span id="docs-internal-guid-ffb8a209-7fff-2ea4-a491-3f83473d2a6f"> 
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/envelhecimento-saudavel-e-ambiente-urbano" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<div><br /><span id="docs-internal-guid-37537dfb-7fff-a2e1-84d2-8002042335d0"><strong>"Covid-19 e Urbanidade: Aprendizados e Perspectivas Futuras"</strong><br /> 
<ul>
<li><span id="docs-internal-guid-37537dfb-7fff-a2e1-84d2-8002042335d0"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/covid-19-e-urbanidade-aprendizados-e-perspectivas-futuras" class="external-link">Vídeo</a></span></li>
</ul>
</span></div>
</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><span>Ele </span><span>expôs dois conceitos para entender o impacto do ambiente nas pessoas: a capacidade intrínseca – que diz respeito às capacidades do indivíduo que tendem a se perder com o envelhecimento, como a capacidade de andar; e a capacidade funcional – que corresponde às capacidades intrínsecas associadas ao que o ambiente pode oferecer, como tecnologias assistivas, transporte público acessível, modificações habitacionais e assistência pessoal para as atividades diárias.</span></span></p>
<p><span><span> </span>Um ambiente amigo do envelhecimento saudável seria, portanto, "um ambiente que promove o envelhecimento saudável e ativo ao longo da vida e que permite que você prolongue as suas capacidades intrínsecas e garanta suas capacidades funcionais até o fim da vida", pontuou. De acordo com a OMS, as cidades e comunidades amigas das pessoas idosas precisam de atividades que perpassem domínios relacionados aos serviços públicos, serviços municipais, e aos ambientes físico e social.</span></p>
<p><span>Isso quer dizer que, ao sair de casa e caminhar até o mercado, uma pessoa idosa deve poder encontrar habitações acessíveis, bairros seguros, bancos para descansar, banheiros públicos, calçadas e travessias disponíveis por toda a parte, serviços de suporte, transporte público acessível e atendentes receptíveis. A OMS mantém um registro de cidades amigáveis pelo mundo, e é possível </span><a href="https://extranet.who.int/agefriendlyworld/submit-afp/">inscrever as ações</a><span> praticadas em cada local.</span></p>
<p dir="ltr"><span id="docs-internal-guid-5bb75293-7fff-2c41-6f8f-b5b507b0e529"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lais-fajersztajn" class="external-link">Laís Fajersztajn</a>, membra da Latin American and Caribbean Consortium on Dementia e pesquisadora do IEA, apresentou um trabalho em andamento que busca entender a relação entre local de moradia (distância das vias de tráfego intenso) e patologias do cérebro relacionadas ao envelhecimento, como problemas cognitivos e a doença de Alzheimer. O estudo foi realizado com o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, e outros colaboradores em parceria com o banco de cérebros da faculdade. As amostras são de pessoas falecidas com mais de 50 anos que entraram no banco do cérebro da FMUSP entre 2004 e 2013.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Apesar de apresentar limitações, como falta de dados sobre o tempo de moradia, Laís afirmou que o estudo não mede exatamente a poluição do ar, mas sim uma série de condições do ambiente que influenciam os resultados, bem como questões socioeconômicas, pois o tempo despendido no trânsito (daqueles que moram mais longe das grandes vias de tráfego) para deslocamento seria um fator importante no contato com a carga de poluição. Segundo a doutora em </span><span>ciências pela FM-USP, </span><span>os resultados preliminares mostram um indício forte de que o ambiente está influenciando a cognição dos idosos em São Paulo.</span></p>
<p><span><strong>Sentido do envelhecimento</strong></span></p>
<p><span>Saldiva acredita que em cidades grandes há o benefício da invisibilidade, que pode corresponder a uma certa liberdade de viver sem julgamentos. Com o tempo, essa invisibilidade pode se tornar uma "maldição", conforme se perdem laços e redes de suporte físico e emocional ao envelhecer. Para ele, uma cidade saudável é aquela que dá sentido para o cidadão acordar no dia seguinte, independentemente de sua vulnerabilidade.</span></p>
<p><span>"Se a saúde é desigual no mundo, em todos os indicadores, talvez o maior nível de desigualdade se encontre nos idosos de regiões pobres em relação aos mais ricos", apontou Saldiva.</span></p>
<p><span>Para o professor, além das políticas públicas citadas, seria preciso identificar as redes de colaboração social da microcomunidade, ou seja, de que forma as comunidades "sobrevivem às vicissitudes da vida" e estabelecem ajuda mútua, principalmente quando há falta de políticas públicas. Da mesma forma, "a questão da regulamentação do trabalho urbano compromete o sentido da sua vida quando ele passa a ser pagar boleto e trabalhar longas horas sem que você possa cuidar de si e das pessoas que você gosta e investir na sua própria saúde", afirmou Saldiva.</span></p>
<p><span><strong>Envelhecimento ativo</strong></span></p>
<p><span><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/WEBSaldiva-Ligia-e-Thiago-Herick-de-Sa-Envelhecimento-Saudavel.png/image" alt="Paulo Saldiva, Lígia Vizeu e Thiago Hérick de Sá" title="Paulo Saldiva, Lígia Vizeu e Thiago Hérick de Sá" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Da esquerda para a direita: Paulo Saldiva, Thiago Hérick de Sá e Ligia Vizeu com conferencistas em transmissão</dd>
</dl>O envelhecimento ativo foi conceituado pela OMS, antevendo as mudanças demográficas que o mundo estava sofrendo em razão da longevidade. Segundo </span>Egídio Dorea<span>, doutor em nefrologia pela USP, o termo diz respeito ao fenômeno de envelhecimento social no qual, com o aumento da expectativa de vida, é permitido às pessoas uma maior participação em trabalhos formais e atividades não remuneradas, bem como manter vidas saudáveis, autônomas e independentes. Dorea apontou que esse envelhecimento se baseia em quatro pilares principais: saúde, participação, educação e proteção.</span></p>
<p><span>Um fator importante para o envelhecimento saudável apontado pelo médico é a percepção sobre o próprio envelhecimento, pois uma percepção positiva estimula a adoção de hábitos saudáveis e de controle de doenças. Outro fator é a inclusão digital e aprendizado continuado, como forma de inserção na sociedade atual. Dorea apontou que, no Brasil, a primeira cidade "amiga de todas as idades" é Veranópolis, no Rio Grande do Sul. O projeto começou em 2015 e hoje é uma cidade adaptada à população idosa.</span></p>
<p><span>Carlos Leite, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie e do IEA, expôs uma pesquisa realizada pelo Mackpesquisa em 2022 sobre as possíveis relações do ambiente construído em São Paulo com o infarto do miocárdio. O estudo demonstrou que as chances de óbitos de pacientes com menos de 60 anos que vivem mais próximos aos equipamentos relacionados a atividades físicas diminuem significativamente em comparação aos que vivem mais longe. Segundo ele, a pesquisa demonstra que se a cidade tivesse equipamentos relacionados a atividades físicas a uma distância média de 1km de seus moradores, teríamos uma cidade mais saudável no que se refere a doenças do coração.</span></p>
<p><span>Como referências para informações sobre cidades amigáveis de todas as idades, Leite indicou os Bapi (Bairros Amigáveis à Primeira Infância), a Fundação Bernard van Leer, holandesa, e o Guia Global: Cidade Amiga do Idoso, da OMS.</span></p>
<p>A coordenação do evento foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a>, professora na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenadora do Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde.</p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-03-16T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-na-america-latina-e-tema-de-workshop">
    <title>Envelhecimento na América Latina é tema de workshop</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-na-america-latina-e-tema-de-workshop</link>
    <description>Evento é promovido pela SBGTec, pelo The Oxford Institute of Population Ageing e pela LARNA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Slide11.PNG/@@images/0269c470-6c14-4297-8980-7aa2a7e1696f.png" alt="" class="image-left" title="" />A Sociedade Brasileira de Gerontecnologia (SBGTec), em parceria com o T<i>he Oxford Institute of Population Ageing</i> da Universidade de Oxford e com a <i>Latin American Research Network on Ageing</i> (LARNA), promove nos dias 4 e 5 de julho, <span style="float: none; ">no Auditório da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP e no Espaço de Eventos do IEA-RP</span>, o workshop <strong>Envelhecimento na América Latina - crises, debates e paradigmas</strong>.</p>
<p>O evento vai abordar os desafios e oportunidades de uma sociedade que vê crescer a cada ano o número de idosos em sua população. Serão discutidos a subjetividade da velhice, os indicadores do envelhecimento ativo, os desafios econômicos e os aspectos emergentes desse fenômeno na América Latina.</p>
<p>Participam como palestrantes o coordenador da Rede LARNA George Leeson, o vice-coordenador da Rede LARNA Alejandro Klein, a pesquisadora do Instituto de Pesquisa em Economia Aplicada (IPEA) Ana Amélia Camarano, os docentes da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP Carla da Silva Santana Castro e Jair Lício Ferreira, o docente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Johannes Doll e o docente da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Wilson José Alves Pedro.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas pelo formulário de inscrição <a class="external-link" href="https://forms.gle/1EwWC97No1vqb3Lx6">neste link</a>. O evento é gratuito para sócios da SBGTec e pessoas acima de 60 anos. Para os demais interessados em participar, o valor é de 120 reais.</p>
<p>O workshop tem o apoio do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, da FMRP-USP, da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas  (FAEPA), <span style="float: none; ">do Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas (GPublic) </span>e do Conselho Municipal do Idoso.</p>
<p>Mais informações: workshoplarna@gmail.com.</p>
<div><br /> 
<hr />
</div>
<div><strong>Envelhecimento na América Latina - crises, debates e paradigmas<br /></strong><i>4 e 5 de julho<br /><span style="float: none; ">Auditório da FEA-RP e Espaço de Eventos do IEA-RP<br /><a class="external-link" href="https://forms.gle/1EwWC97No1vqb3Lx6">Inscrições</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/workshop-envelhecimento-na-america-latina-2013-crises-debates-e-paradigmas" class="external-link">Página do evento</a></span><br /></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-13T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-e-o-tema-de-ieas-para-2018">
    <title>Envelhecimento é o tema de rede mundial de IEAs para 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-e-o-tema-de-ieas-para-2018</link>
    <description>"Envelhecimento - Vida, Cultura, Civilizações" é o Tópico do Ano de 2018 da rede de Institutos de Estudos Avançados Baseados em Universidades (Ubias).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/idosos" alt="Idosos" class="image-inline" title="Idosos" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Expectativa de vida deve subir cinco anos até 2050</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em 2018, o Tópico do Ano dos IEAs vinculados à rede de Institutos de Estudos Avançados Baseados em Universidades (Ubias, na sigla em inglês) é "Envelhecimento - Vida, Cultura e Civilizações".</p>
<p>Ao escolher um tópico, a Ubias procura identificar um tema de importância global a ser explorado em diferentes atividades e formatos. O objetivo é estimular os pesquisadores dos IEAs a terem novos insights sobre o tema e o estreitamento da comunicação entre os institutos.</p>
<p><strong>Longevidade</strong></p>
<p>Na justificativa da escolha do tópico deste ano, a Ubias destaca que estudos demográficos apontam para um aumento de cinco anos na média da expectativa de vida mundial até 2050. A ampliação da longevidade está associada ao chamado "envelhecimento saudável", ou seja, o acréscimo de mais anos saudáveis à vida.</p>
<p>"Isso sublinha os grandes ganhos em bem-estar associados com as mudanças. Mas há problemas que permanecem: o aumento da longevidade não é igualmente distribuído e a amplitude das desigualdades sociais continua, o que por sua vez levanta várias outras questões."</p>
<p>Se em vários países africanos a queda da mortalidade infantil associada a elevadas taxas de fertilidade leva a um grande número de jovens, com altas taxas de desemprego entre eles, em diversos países europeus há uma mudança demográfica inversa. O envelhecimento da população, com um dramático aumento na incidência de doenças relacionadas com a idade avançada - demência, por exemplo - é considerado um desafio econômico e social em muitas partes do mundo, argumenta a entidade.</p>
<p><strong>Cultura</strong></p>
<p>A Ubias ressalta que a questão da idade deve ser abordada e analisada num contexto amplo e a partir de diversas perspectivas disciplinares. "As maneiras pelas quais vemos e interpretamos os sinais de envelhecimento bem como a segmentação etária no transcurso da vida - por exemplo, quando alguém é considerado idoso? - têm mudado ao longo da história e estão sujeitas a grandes diferenças culturais."</p>
<p>Esse é o motivo de a proposta de trabalho para os IEAs não se restringir ao envelhecimento biológico e suas consequências. A partir dessa perspectiva, a Ubias sugere algumas questões a serem discutidas nas atividades: "As culturas e sociedades têm elas mesmas uma idade? O Universo também? Em relação a artefatos culturais, de edifícios a obras de arte, qual é o papel da idade?  E quanto à idade dos conceitos? Das ciências?".</p>
<p>As atividades sobre o Tópico do Ano podem variar de um evento a uma série de encontros, incluindo conferências e discussões públicas, workshops, seminários ou um ciclo de conferências. A Ubias incentiva os IEAs organizadores a convidar pesquisadores de outros institutos como conferencistas ou participantes, bem como a realização de atividades conjuntas entre dois ou mais institutos.</p>
<p>O primeiro Tópico do Ano foi "Mídia e Controle de Dados", em 2016. Em 2017, o tema foi "<a class="external-link" href="http://www.ubias.net/topic-of-the-year/UBIASTopicoftheYear2017_FEAR_web.pdf">Medo</a>". O tópico para 2019 será escolhido pelos diretores de IEAs integrantes da Ubias em reunião no IEA-USP de 19 a 22 de março deste ano.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-01-03T11:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2010/demografia-e-referencial-legal-primeira-mesa-redonda-do-ciclo-idosos-do-brasil-estado-da-arte-e-desafios-18-de-outubro-de-2010">
    <title>Demografia e Referencial Legal - Primeira Mesa Redonda do Ciclo "Idosos do Brasil: estado da arte e desafios" - 18 de outubro de 2010</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2010/demografia-e-referencial-legal-primeira-mesa-redonda-do-ciclo-idosos-do-brasil-estado-da-arte-e-desafios-18-de-outubro-de-2010</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    <dc:date>2010-10-18T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/congresso-discute-como-tecnologia-vai-melhorar-a-vida-de-idosos">
    <title>Congresso discute como tecnologia vai melhorar a vida de idosos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/congresso-discute-como-tecnologia-vai-melhorar-a-vida-de-idosos</link>
    <description>Evento promovido pela FMRP e pelo IEA-RP traz especialistas de diversas universidades para debater gerontecnologia</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/foldergerontec.png/@@images/a38d693c-0637-4d8b-ba13-7c764efac7bd.png" alt="" class="image-left" title="" />O envelhecimento da população brasileira é um processo que preocupa cada vez mais os especialistas. Para discutir soluções para problemas que afetam a qualidade de vida e a gestão de recursos relevantes a pessoas idosas, e enfatizar os benefícios da tecnologia para um envelhecimento bem sucedido, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP realizam entre os dias 16 e 18 de novembro, no Espaço de Eventos da FMRP, o II Congresso de Gerontecnologia.<span> </span></p>
<p>Dados do IBGE mostram que até 2050, o Brasil terá 66,5 milhões de idosos, ou seja, 29,5% dos habitantes do país terão acima de 60 anos. Este cenário torna fundamental a busca de soluções para as demandas que virão deste processo, abrindo assim campos para a pesquisa, serviços, criação e aplicação de produtos e para o desenvolvimento de políticas que apoiem quem alcança uma idade avançada.<span> </span></p>
<p>O evento promoverá conferências e palestras sobre os desafios e oportunidades para a gerontecnologia no Brasil, a pesquisa em nível de pós-graduação nessa temática e o desenvolvimento de produtos e equipamentos envolvendo robótica e uso de tecnologias digitais, de informação e de comunicação, entre outros temas. A programação inclui ainda diversos minicursos, rodas de conversa e apresentação cultural.<span> </span></p>
<p>Entre os palestrantes estão docentes e pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas, Universidade de Passo Fundo, Universidad de Guanajuato Leon (México), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, University of Oxford (Reino Unido), West London University (Reino Unido),  Technische Universiteit Eindhoven (Holanda), Instituto Politécnico de Castelo Branco (Portugal), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Private University of Applied Sciences (Alemanha), Universidade Federal de São Carlos, Heriot Watt University (Escócia), Universidade Federal do Paraná e dos campi de São Paulo, Ribeirão Preto e São Carlos da USP.</p>
<p><span>As inscrições devem ser feitas pelo site </span><a href="http://www.cbgerontec.com.br/" target="_blank">www.cbgerontec.com.br</a><span>. Mais informações: </span><a href="mailto:congressogerontec@gmail.com" target="_blank">congressogerontec@gmail.com</a><span>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><span><b>II Congresso de Gerontecnologia</b><br /><i>16 a 18 de novembro<br />Espaço de Eventos da FMRP-USP<br />Inscrições pelo site www.cbgerontec.com.br<br />Informações: congressogerontec@gmail.com<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ii-congresso-de-gerontecnologia" class="external-link">Página do evento</a></i></span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-21T15:35:32Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-discute-maus-tratos-a-idosos">
    <title>Conferência on-line discute maus-tratos a idosos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-discute-maus-tratos-a-idosos</link>
    <description>Evento é promovido pelo Grupo de Criminologia Experimental do IEA-RP em parceria com a Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-008bcd8d-7fff-a589-e132-27caae24ad62"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Maustratosaidosos.png/@@images/07d48328-3688-4da3-8c7f-8822fd6aca56.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Criminologia Experimental e Segurança Pública do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e a Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa promovem no dia 5 de novembro, a partir das 14h, a conferência “Maus-tratos a idosos: uma abordagem vitimológica”.</span></p>
<p dir="ltr">As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a href="https://forms.gle/AL94yfBz1VXnUzPJA"><span>neste link</span></a>. O evento é exclusivamente on-line e terá transmissão pelo <a class="external-link" href="https://youtube.com/live/N5hSRTkF_Oo">canal do IEA-RP no YouTub</a>e e pela <a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>página do Polo no Facebook</span></a>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário disponibilizado durante a conferência no chat de ambas as ferramentas.</p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o professor da Universidad San Jorge e da Universidade do Porto, Jorge Gracia Ibáñez. Ele vai abordar a violência doméstica contra idosos, fenômeno ainda com pouca visibilidade social e que, segundo o docente, é reflexo de uma sociedade idadista, ou seja, que discrimina com base na idade. Ibáñez vai analisar o tema a partir de uma abordagem vitimológica que abrange múltiplas dimensões - jurídica, social, de saúde pública, entre outras - com especial atenção para a perspectiva de gênero.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Jorge Gracia Ibáñez é docente de Direito e Criminologia na Universidad San Jorge, em Zaragoza, Espanha, e de Criminologia na Faculdade de Direito da Universidade do Porto, em Portugal. É também pesquisador no Centro de Investigação Interdisciplinar em Justiça, da Universidade do Porto; no grupo Visiones Interdisciplinares del Patrimonio, da Universidad San Jorge; e no Laboratorio de Sociología Jurídica, da Universidad de Zaragoza. Suas áreas de pesquisa incluem violência de gênero, maus-tratos a pessoas idosas, discriminação e vulnerabilidade, direitos humanos, políticas de assistência a vítimas, e relação entre cinema e Direito.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o grupo</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>A partir dos recentes avanços da Criminologia Experimental, o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP propõe dedicar-se ao estudo de experimentos, métodos e intervenções que permitam extrair evidências científicas sobre o que funciona (what works) nas estratégias de segurança pública. Com base nas evidências científicas obtidas pelo método experimental, pretende-se desenvolver novas abordagens teóricas e recomendações de ação estratégica no campo da segurança pública. Saiba mais na </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/criminologia-experimental-e-seguranca-publica/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-10-30T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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