<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 211 to 225.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-livro-religiao-urbana" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/aluguel-habitacional" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/onde-estamos/sao-paulo" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/onde-estamos/ribeirao-preto" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-promove-debate-de-conceitos-filosoficos-e-teoricos-sobre-espaco-urbano-no-capitalismo" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisas-do-usp-cidades-globais-revelam-efeitos-da-quarentena-sobre-professores-e-populacao-em-geral" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-apresentam-estudos-em-que-usam-a-geografia-para-avaliar-desigualdades-sociais" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/ricardo-ohtake-e-o-novo-titular-da-catedra-olavo-setubal" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/use-of-geographic-methods-to-characterize-social-inequalities-29-de-marco-de-2017" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/workshop-verdejando-17-de-abril-de-2017" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/desarrollo-areas-urbanas" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/urbansus-cultura-cuidado-e-regeneracao-de-rios-urbanos-29-02-2024" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/cidade-projeto-deshabitar-escutas201d" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-saudavel-depende-da-qualidade-do-ambiente-urbano-avaliam-pesquisadores" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-usp-cidades-globais" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-livro-religiao-urbana">
    <title>Religião Urbana: uma Abordagem Histórica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-livro-religiao-urbana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b>Debate de lançamento do livro de Jörg Rüpke</b></p>
<p>O livro <a class="external-link" href="https://www.academia.edu/79721576/Religi%C3%A3o_urbana_uma_abordagem_hist%C3%B3rica">“Religião Urbana: uma abordagem histórica” de Jörg Rüpke</a>, recém publicado em português pela Editora Appris (2022), demonstra como as mudanças importantes da religião podem ser melhor compreendidas como resultado da dialética dos imaginários da cidade e da religião.</p>
<p>Essa afirmação geral é argumentada de maneira exemplar para o mundo mediterrâneo antigo, desde o Período Helenístico até o final do Período Imperial Romano e, nesse sentido, para a cidade de Roma em particular. Muitas características da religião antiga seriam mais plausivelmente compreendidas como o resultado de efeitos e usos específicos do espaço e de suas bases sociais e cognitivas do que como características inerentes de uma “religião” específica.</p>
<p><b>Coordenação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vagner-carvalheiro-porto" class="external-link">Vagner Carvalheiro Porto</a> (Programa Ano Sabático) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-cristina-nicolau-kormikiari-passos" class="external-link">Maria Cristina N. Kormikiari</a> (MAE/USP)</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joerg-rupke" class="external-link">Jörg Rüpke</a> (Centro Max Weber de Estudos Culturais e Sociais Avançados/Universidade de Erfurt)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriene-baron-tacla" class="external-link">Adriene Baron Tacla</a> (DH/UFF)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alessandro-gregori" class="external-link">Alessandro Gregori</a> (Larp-MAE-FE/USP)</p>
<p><b>Moderação:</b></p>
<p>Maria Cristina N. Kormikiari (MAE/USP)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Religiões</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-24T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/aluguel-habitacional">
    <title>Habitação de Aluguel na América Latina: Desafios ao Ethos da Propriedade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/aluguel-habitacional</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="gmail_default"><span>O  aluguel de imóveis aumentou significativamente nas principais cidades  da América Latina nos últimos anos, apresentando-se em uma diversidade  de realidades e situações. </span></div>
<div class="gmail_default"><span><br /></span></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><span>O aluguel ganha relevância em</span><span> um  contexto regional onde o modelo da casa própria historicamente  predominou e orientou a maior parte das políticas habitacionais, mas sem  conseguir enfrentar</span><span> os problemas habitacionais -- como a </span>coabitação<span>,  o adensamento, a precariedade, etc. -- crescentes e ampliados com as  múltiplas crises urbanas. </span></div>
<div class="gmail_default"><span><br /></span></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><span>Além disso, atualmente, os modelos da  habitação de aluguel assumem novas características associadas à  migração, à financeirização ou à transformação de assentamentos  populares.</span></div>
<div class="gmail_default"><span><br /></span></div>
<div class="gmail_default">
<div>
<div class="gmail_default">Este  seminário deverá apresentar o conteúdo produzido por diferentes autores  sobre habitação de aluguel na América Latina, em torno de pesquisas  reunidas no livro "<i>Vivienda en arriendo en América Latina: desafíos al ethos de la propiedad</i>", cujo lançamento é objeto do debate.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><span>O  livro aborda a heterogeneidade do aluguel como objeto de estudo, a  partir da análise de diferentes casos e realidades do nosso continente,  em quatro capítulos: mercados populares; políticas habitacionais de  aluguel; financeirização; e conflitos em torno do aluguel; pretende  ainda contribuir neste campo de pesquisa, com o objetivo de ampliar a  investigação sobre habitação e suas complexidades, para além do <i>ethos</i> da  propriedade privada.</span></div>
<div class="gmail_default"><span><br /></span></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><b>Coordenação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro" class="external-link">Paula Freire Santoro</a> (FAU-IEA-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriana-marin-toro" class="external-link">Adriana Marín-Toro</a> (FAU-USP/COES-PUC Chile)</div>
<div class="gmail_default">
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Habitação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-26T12:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/onde-estamos/sao-paulo">
    <title>São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/onde-estamos/sao-paulo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sao-paulo" alt="Panorâmica de São Paulo" class="image-inline" title="Panorâmica de São Paulo" /></p>
<p style="text-align: justify; ">A sede do IEA fica no campus da USP em São Paulo, capital do Estado de São Paulo. Com mais 11,8 milhões de habitantes, São Paulo é a sexta cidade mais populosa do mundo e a primeira das Américas. Localizada no sudeste brasileiro, forma, com outros 38 municípios, uma das maiores regiões metropolitanas do mundo (cerca de 20 milhões de pessoas).</p>
<p style="text-align: justify; ">São Paulo é o mais importante centro financeiro e econômico do Brasil e da América do Sul. Contribuindo com cerca de 35% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e com mais de 10% do paulista, é a 19ª cidade mais rica do mundo. De acordo com um estudo da PricewaterhouseCoopers (PwC), multinacional de serviços profissionais com sede em Londres, Inglaterra, São Paulo tem potencial para crescer 80% nos próximos anos e deve subir para a 13ª posição no ranking até 2020. A cidade gera tanta riqueza quanto o Chile, quinto maior país da América Latina, o que a coloca entre as 50 maiores economias do mundo. Além disso, foi classificada entre as 40 cidades que irão fazer a diferença na vida das pessoas no futuro, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo McCann Worldgroup, rede global de agências de publicidade.</p>
<p style="text-align: justify; ">A metrópole sedia 26 universidades — três delas públicas — e 146 outras instituições de ensino superior, que, juntas, asseguram a educação e o treinamento de uma força de trabalho especializada. Está, ainda, entre as 45 melhores cidades acadêmicas do mundo segundo o QS, grupo britânico responsável por uma das mais importantes classificações anuais de universidades, o Top Universities.</p>
<p style="text-align: justify; ">Além de ser um núcleo econômico, acadêmico e financeiro, São Paulo também é um dos principais centros de cultura, lazer e entretenimento do Brasil, com uma ampla diversidade de museus, teatros, cinemas, parques, restaurantes e casas de espetáculo.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="http://www.flickr.com/photos/stankuns" style="text-align: right; ">Fernando Stankuns</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-01-17T21:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/onde-estamos/ribeirao-preto">
    <title>Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/onde-estamos/ribeirao-preto</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ribeirao-preto" alt="Ribeirão Preto" class="image-inline" title="Ribeirão Preto" /></p>
<p>Em 2009, o  mais recente <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/polos/ribeirao-preto" class="external-link">polo</a> do IEA foi criado em Ribeirão Preto, no noroeste do Estado de São Paulo, a 319 km da capital. Com uma população de cerca de 615 mil pessoas, a cidade é a maior produtora mundial de açúcar e álcool. Também produz laranja, soja, amendoim, fertilizantes e ração animal em larga escala, o que faz do agronegócio um dos propulsores do desenvolvimento econômico da cidade.</p>
<p>Referência no ensino na área das ciências médicas, a cidade destaca-se pelo grande número de hospitais, instituições de pesquisa e universidades, incluindo um <a class="external-link" href="http://www.ribeirao.usp.br/">campus da USP</a>, o que faz da indústria farmacêutica e de equipamentos médicos e odontológicos um dos pilares econômicos do município.</p>
<p>Além disso, Ribeirão Preto é o quinto polo de tecnologia mais importante do estado. Com o objetivo de estimular o desenvolvimento científico e tecnológico da região, a cidade está criando um parque tecnológico centrado na biotecnologia e nas ciências médicas. Fruto de uma parceria com a USP, o parque irá atrair companhias interessadas em investir na pesquisa e em promover a inovação de produtos e processos.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="http://www.flickr.com/photos/elbragon" style="text-align: right; ">Marcelo Braga</a> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-01-23T18:55:59Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-promove-debate-de-conceitos-filosoficos-e-teoricos-sobre-espaco-urbano-no-capitalismo">
    <title>Conferência utiliza conceitos filosóficos para pensar espaço urbano no capitalismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-promove-debate-de-conceitos-filosoficos-e-teoricos-sobre-espaco-urbano-no-capitalismo</link>
    <description>O conferencista Alysson Mascaro, professor da Faculdade de Direito da USP, tratará de ferramentas econômicas, políticas, sociais e jurídicas para pensar questões como propriedade privada, moradia, infraestrutura e trabalho</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/desigualdade-sao-paulo" alt="Desigualdade - São Paulo" class="image-inline" title="Desigualdade - São Paulo" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No <strong>dia 9 de março</strong>, <strong>às 10h</strong>, a conferência <i>A Política e a Cidade: Espaço, Capitalismo, Estado e Direito</i> trará a debate conceitos filosóficos e teóricos a respeito de como se pode pensar o espaço urbano no capitalismo. O evento, que acontece no Auditório IEA, terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> e <a href="http://goo.gl/MpvefP">inscrição prévia</a> para o público presencial.</p>
<p dir="ltr">O conferencista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alysson-mascaro" class="external-link">Alysson Mascaro</a>, professor da Faculdade de Direito da USP, tratará de ferramentas econômicas, políticas, sociais e jurídicas para pensar questões como propriedade privada, moradia, infraestrutura e trabalho. A moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos" class="external-link">Ana Fani</a>, coordenadora do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/teoria-urbana-critica" class="external-link">Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</a>, que organiza o evento.</p>
<p dir="ltr">Para Mascaro, a mercadoria e a acumulação atravessam a movimentação da cidade e mesmo sua constituição como espaço de sociabilidade. “Estado e direito são formas inexoráveis da forma mercadoria. Daí, a política e a juridicidade atravessam a cidade não para dotá-la de justiça, inclusão ou desenvolvimento digno, mas sim para constituir o espaço da valorização do valor”, explica.</p>
<hr />
<p><i><strong>A Política e a Cidade: Espaço, Capitalismo, Estado e Direito<br /></strong></i><i>9 de março, às 10h<br /></i><i>Auditório IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Inscrições <a href="http://goo.gl/MpvefP">via formulário<br /></a></i><i>Mais informações: Claudia Regina (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/a-politica-e-a-cidade">Página do evento</a></i></p>
<div></div>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Avelino Regicida / Flickr</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-02T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisas-do-usp-cidades-globais-revelam-efeitos-da-quarentena-sobre-professores-e-populacao-em-geral">
    <title>Pesquisas do USP Cidades Globais revelam efeitos da quarentena sobre professores e população em geral</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisas-do-usp-cidades-globais-revelam-efeitos-da-quarentena-sobre-professores-e-populacao-em-geral</link>
    <description>Com questionários virtuais, grupos de pesquisadores avaliaram hábitos e comportamentos de milhares de brasileiros durante a pandemia</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Duas pesquisas publicadas pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> revelaram alguns dos efeitos da quarentena imposta pela pandemia do coronavírus. Com dados coletados a partir de questionários virtuais, dois grupos avaliaram o impacto emocional causado pelo confinamento: um na população em geral e o outro nos professores da rede pública paulista.</p>
<p>O levantamento “<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/pesquisa-educacao-docencia-e-a-covid-19" class="external-link">Educação, Docência e a Covid-19</a>” coletou quase 20 mil respostas de professores da rede estadual de São Paulo, atingindo 544 municípios paulistas, com o objetivo de medir o impacto da quarentena sobre a atuação profissional e o aprendizado dos alunos. Mesmo com os novos desafios para lecionar, 70% declararam se sentir aptos para desempenhar suas funções virtualmente. Por outro lado, 85% têm a percepção de que os estudantes aprendem menos com a educação mediada pela tecnologia.</p>
<p>Em relação à saúde mental dos professores, outro ponto abordado nas perguntas, surgiram sentimentos de insegurança em relação ao confinamento. Mais da metade dos participantes (53%) se considerarem muito vulneráveis a contrair o vírus causador da Covid-19.</p>
<p>Os pesquisadores consideraram que as respostas dos professores mostram um cenário mais positivo e otimista em relação a outras pesquisas sobre a atuação docente nos tempos de pandemia. Alertam, porém, que existe uma urgência na revisão do atual modelo de educação mediada pela tecnologia e na adoção de novos formatos que garantam uma aprendizagem significativa dos estudantes, bem como uma forma de avaliação assertiva.</p>
<p><strong>Emoções na pandemia</strong></p>
<p>Ansiedade, preocupação, apreensão e cansaço foram as reações mais citadas pelas 1.956 pessoas que responderam à pesquisa “<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/pesquisa-emocoes-momentaneas" class="external-link">Emoções Momentâneas: comportamentos e hábitos cotidianos pós-pandemia</a>”, que avaliou hábitos e comportamentos da população em geral durante o confinamento. Também foram citados angústia, tranquilidade, medo e tristeza.</p>
<p>“São contradições diante da incerteza, na qual as emoções estão constantemente em movimento, não havendo uma linha reta”, avaliam os pesquisadores. As respostas vieram de todos os 27 estados brasileiros, mas a maioria (65,9%) dos participantes era paulista.</p>
<p>A pesquisa tratou também das emoções e percepções em relação ao uso dos espaços públicos no período pós-pandemia. Cerca de 86% das pessoas afirmaram sentir falta de estar em áreas verdes e, para 66% dos que participaram, deve haver uma mudança significativa na relação com os espaços públicos (ruas, praças, parques, praias etc.) e semipúblicos (shopping centers, centros culturais, cinemas, teatros etc).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-06T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-apresentam-estudos-em-que-usam-a-geografia-para-avaliar-desigualdades-sociais">
    <title>Pesquisadores de Birmingham apresentam estudos sobre as desigualdades sociais no Brasil e na Índia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-apresentam-estudos-em-que-usam-a-geografia-para-avaliar-desigualdades-sociais</link>
    <description>Dois professores da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, estarão no IEA no dia 29 de março, às 10h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/copy_of_democraciabrasilindia.html" class="external-link">Democracias de Alta Densidade: Índia e Brasil</a></p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view">Outras conferências de Birmingham no IEA:</p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/inovacao-social" class="external-link"><span style="text-align: justify; ">Lavagem sem Água e Outras Histórias de Inovação: Acelerando a Pesquisa em Inovação Socia</span><span style="text-align: justify; ">l</span></a></p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view"><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/quando-o-cuidar-e-uma-responsabilidade-infantil" class="external-link">Jovens Cuidadores: Perspectivas Globais sobre o Papel das Crianças no Cuidado com suas Famílias</a></span></p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view"><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/iea/redes/ubias" class="external-link">Outros encontros com membros da rede Ubias</a></span></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Pesquisadores da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, apresentarão no IEA dois eixos de suas pesquisas sobre cidades sustentáveis. No <strong>dia 29 de março, às 10h</strong>, Peter Kraftl e Sophie Hadfield-Hill farão a conferência <i>Use of geographic methods to characterize social inequalities</i>, em inglês e sem tradução simultânea. As falas serão transmitidas <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web. Para participar presencialmente, na Sala de Eventos do IEA, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfHFGdRvOp4dVg3FIfY2cF3WeR1aAvLLhzVeq16plL3K6Sgbw/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/peter-frankl-perfil" alt="Peter Kraftl - Perfil" class="image-inline" title="Peter Kraftl - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Peter Kraftl</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Kraftl conduzirá o painel “(Re)conectando o ‘nexo’: Experiências e lições dos jovens brasileiros sobre alimentação, água e energia”, no qual apresentará os resultados de pesquisa com jovens entre 10 e 25 anos e formuladores de políticas públicas sobre como esses três recursos fazem parte de suas vidas e trabalho. O foco da análise são as implicações para a educação de sustentabilidade e o urbanismo sustentável.</p>
<p>Ele discutirá também o conceito de "nexo", questionando a utilidade desse quadro no contexto contemporâneo brasileiro - tanto conceitual quanto politicamente. Segundo o pesquisador, embora possa ter seus usos nos círculos políticos, o <i>nexus thinking </i>implica na criação de conexões e no escrutínio de<i> trade offs </i>que leva a um holismo imposto, reduzindo processos sociomateriais complexos a componentes do nexo em branco, como "alimento" ou "água".</p>
<p>No segundo painel, intitulado “Urbanismos na Índia: vida urbana, sustentabilidade e cotidiano”, Hadfield-Hill apresentará dois projetos realizados na Índia que avaliam se as iniciativas para tornar as cidades indianas inteligentes permitirão também uma transformação urbana sustentável.</p>
<p>O primeiro projeto, <i>New Urbanisms in India</i>, baseia-se em dados de 350 pessoas de diversos contextos socioeconômicos e que vivem em um local de transformação urbana. O segundo, <i>Map my Community</i>, foca os processos de planejamento participativo em assentamentos informais em Delhi.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora, ao utilizar ferramentas metodológicas inovadoras, as vozes e experiências de públicos diversos são reunidas e usadas para fazer campanha pela mudança. “Esses diversos espaços urbanos, do privado ao informal, mostram a complexidade das questões associadas ao planejamento para a transformação urbana sustentável”, explica.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/favela-em-dharavi-india" alt="Favela Dharavi, em Mumbai, Índia" class="image-inline" title="Favela Dharavi, em Mumbai, Índia" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Favela Dharavi, em Mumbai, Índia</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A conferência terá a moderação da geógrafa <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenadora do Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde do IEA, e de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, professor do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenador do programa USP Cidades Globais sediado no IEA. Os comentários serão de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-lydia-sawaya" class="external-link">Ana Lydia Sawaya</a>, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenadora do Grupo de Pesquisa Nutrição e Pobreza do IEA, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a>, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e membro do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>Os conferencistas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sophie%20hadfield-Hill-perfil.jpg" alt="Sophie Hadfield - Hill - Perfil" class="image-inline" title="Sophie Hadfield - Hill - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sophie Hadfield-Hill</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Kraftl é conhecido por sua pesquisa sobre a geografia das crianças, especialmente no que diz respeito às emoções, afetos, materialidades e práticas que compõem a sua vida cotidiana. Produz artigos sobre geografias de educação e arquitetura. Atualmente, é editor das revistas <i>Area</i> e <i>Children’s Geographies</i>, e foi membro-fundador do <i>Geographies of Children, Youth and Families Research Group, </i>da <i>Royal Geographical Society</i> (com a IBG). É professor honorário na escola de educação RMIT de Melbourne, Austrália.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Sophie Hadfield-Hill é pesquisadora de Geografia Humana na Universidade de Birmingham. Seu trabalho destina-se à geografia urbana e de desenvolvimento das crianças. Atualmente, está trabalhando em vários projetos de pesquisa financiados pelo <i>Economic and Social Research Council</i> (ESRC) do Reino Unido, associados à transformação urbana sustentável, tanto na Índia como no Brasil.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: 1 - divulgação; 2 - YGLvoices/Flickr; 3 - acervo pessoal</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong>Use of Geographic Methods to Characterize Social Inequalities</strong><br /><i>29 de março, às 10h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento público, gratuito e com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfHFGdRvOp4dVg3FIfY2cF3WeR1aAvLLhzVeq16plL3K6Sgbw/viewform">Inscrições prévias</a><br />Informações com Claudia Regina</i><span>, pelo telefone (11) 3091-1686 ou </span><a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a><br /><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/social-inequalities" class="external-link">Página do evento</a></i> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-21T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ricardo-ohtake-e-o-novo-titular-da-catedra-olavo-setubal">
    <title>As perspectivas da cultura sob o olhar de Ricardo Ohtake</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ricardo-ohtake-e-o-novo-titular-da-catedra-olavo-setubal</link>
    <description>Posse do novo titular da Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência reúne cientistas e artistas na Sala do Conselho Universitário</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ricardo-ohtake-posse" alt="Ricardo Ohtake - posse" class="image-inline" title="Ricardo Ohtake - posse" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Ricardo Ohtake, novo titular da Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Abordar a trajetória da arte e da cultura no Brasil no Pós-Segunda Guerra até a crise de 2016 e analisar a atual situação das instituições e atividades da área, com perspectivas para o futuro, são algumas das metas do novo titular da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>, criada em 2015 e lançada oficialmente em fevereiro de 2016 pelo IEA em convênio com o Itaú Cultural. O arquiteto, designer gráfico e gestor cultural <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-ohtake" class="external-link">Ricardo Ohtake</a> tomou posse no dia 17 de março, em cerimônia na Sala do Conselho Universitário, com a presença de autoridades, patrocinadores da Cátedra, artistas e cientistas.</p>
<p>“A discussão do futuro é o que mais interessa, principalmente por causa da nova situação política, social, econômica, administrativa e institucional brasileira, que sabemos, criou no país uma anomalia jurídica, provocando insegurança para a população e certa insegurança no meio cultural”, disse o novo titular.</p>
<p>Ao abrir a cerimônia, o idealizador e coordenador acadêmico da Cátedra, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e ex-diretor do IEA, deu as boas vindas ao novo titular e agradeceu aos trabalhos realizados pelo catedrático <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-paulo-rouanet" class="external-link">Sérgio Paulo Rouanet,</a> diplomata e ensaísta, ex-secretário nacional de Cultura e autor do projeto da lei de incentivo à cultura que leva o seu nome. No ano inaugural da Cátedra, Rouanet desenvolveu a aproximação entre as fronteiras do saber, no âmbito pessoal, institucional e científico, como lembrou em seu discurso.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/posse-ricardo-ohtake-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia-17-de-marco-de-2017" class="external-link">Foto </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/posse-ricardo-ohtake-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Vídeo</a></p>
<p>Notícia<br /><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/rouanet-inaugura-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Rouanet inaugura Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/eventos" class="external-link">Realizações da cátedra</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As novas atividades incluirão o debate sobre as ações e o pensamento de dirigentes culturais e a participação das instituições no desenvolvimento do campo artístico e cultural, numa reflexão que remontará à própria história cultural do Brasil, mostrou.</p>
<p>Ohtake relembrou a evolução da sociedade e da mentalidade brasileira – incluindo suas típicas contradições e complexidades com as quais se construiu “um país moderno e medieval” – e relacionou essa trajetória aos passos dados pelo país no campo cultural e artístico.</p>
<p>Mencionou os primórdios da cosmopolitização do Brasil, em especial no Rio de Janeiro e São Paulo, quando surgiram ícones como a Cia Cinematográfica Vera Cruz, o TBC Teatro Brasileiro de Comédia, e as instituições de arte, a Bienal e  os museus, entre eles o Museu de Arte de São Paulo (MASP), criado pela burguesia agrícola do café.</p>
<p>Expor e desenvolver a própria trajetória no trabalho como dirigente cultural, no contexto da cidade, do país e internacionalmente; convidar críticos, dirigentes culturais, artistas, historiadores para participar de debates e depoimentos; abordar a relação da arte com a política e o papel das exposições no debate da arte; e analisar a função de dirigentes culturais no desenvolvimento das instituições e do pensamento, serão alguns dos objetivos perseguidos por Ohtake.</p>
<p>O novo titular pretende trazer sua experiência de mais de 50 anos nesse campo. Foi secretário da Cultura do Estado de São Paulo, secretário do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, diretor do Centro Cultural São Paulo, diretor do Museu da Imagem e do Som e da Cinemateca Brasileira. Deu aula em diversas faculdades de arquitetura, comunicações e artes plásticas e foi curador da participação brasileira na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2010.</p>
<p>A família Ohtake é uma das mais influentes na arte e na arquitetura do país. Filho da artista plástica Tomie Ohtake (1913-2015) e irmão do também arquiteto Ruy Ohtake – que assina o projeto do famoso prédio na zona oeste que abriga o Instituto Tomie Ohtake –, Ricardo Ohtake é formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e atualmente dirige o Instituto Tomie Ohtake.</p>
<p>“Se por um lado, a atividade cultural é sempre provida por recursos muito limitados, por outro isso exige sempre muita imaginação e ousadia para que as proposições se resolvam. O dirigente não precisa ser intelectual, mas deve saber por onde andam os conceitos, as variações de abordagens, os artistas, a história da arte e, também, conhecer a engenharia de realização das atividades. Como o recurso nunca é suficiente, saber dar as prioridades e alternativas é fundamental para ter sentido em tudo que se faz”, ressaltou.</p>
<p>Ao repassar a própria trajetória no trabalho de dirigente cultural, Ohtake relembrou a infância quando, criança, inventava coisas e brincadeiras na rua do bairro paulistano da Mooca. “Percebi com surpresa ter interiorizado o que o crítico Mário Pedrosa dizia na década de 1950 para minha mãe: ‘O fundamental é ser original’. Entendi que original tinha que ser sempre, não só na criação artística”. <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/discurso-ricardo-ohtake" class="internal-link">O discurso de Ohtake está disponível na íntegra neste link.</a></p>
<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/posse-ricardo-ohtake-mesa" alt="Posse Ricardo Ohtake - mesa" class="image-inline" title="Posse Ricardo Ohtake - mesa" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A partir da esq.: Eduardo Saron, Ricardo Ohtake, <span>José Roberto Sadek, Vahan Agopyan, Sérgio Paulo Rouanet, Roberto Setúbal e Paulo Saldiva.</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Homenagens</strong></p>
<p>A Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência, criada para fomentar reflexões interdisciplinares sobre temas acadêmicos, artístico-culturais e sociais nos âmbitos regional e global, vem tomando a forma de uma “plataforma experimental de liberdade”, segundo Grossmann.</p>
<p>“Se Rouanet praticou nesse período de Cátedra o exercício permanente da crítica pelos produtores e pelas instituições acadêmicas e culturais, Ricardo Ohtake pretende explorar o exercício experimental da liberdade, seja como figura pública, como gestor cultural, ou pela sua sabedoria e seu pensar constante que produz uma prática exemplar no campo das artes e da cultura”, disse Grossmann.</p>
<p>Em quase 12 meses de atividade à frente da Cátedra, Rouanet buscou aproximações e interações amplas, seja no campo epistêmico, institucional ou mesmo pessoal, mostrou. “A participação de tantos colegas no esforço de prestigiar outras áreas do saber, da cultura, das artes, psicanálise, ciência e filosofia, foi uma tentativa de minimizar o fosso que separa as ciências humanas das outras ciências”, disse.</p>
<p>Para Rouanet, a Cátedra foi uma oportunidade única de aprofundar um pouco mais o esforço de unificação da ciência, esforço que se estendeu ao campo institucional, com a USP interagindo com outras instituições.</p>
<p>Nas palavras do diretor do IEA, professor Paulo Saldiva, a cerimônia traz o signo simbólico da generosidade e da paixão, expressas na “ação de patrocinadores como o Itaú Cultural, ou no trabalho de pessoas como o Ricardo, que vêm compartilhar sua experiência, ensinar e iluminar o espírito”, disse.</p>
<p>A Cátedra celebra também a união entre a academia, artistas, intelectuais e jovens que puderam ver o exemplo de valores raros como a liderança e o encantamento, disse Saldiva. “Valores como a generosidade, a paixão e o encantamento pelo estudo fazem muita falta para nossa juventude hoje. São sentimentos que fazem com que as coisas aconteçam, a despeito de todas as dificuldades”, enfatizou.</p>
<p>O vice-reitor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan Agopyan</a> ressaltou a importância da interlocução entre a academia e os setores externos, proporcionada pelas cátedras e por instâncias interdisciplinares como Instituto de Estudos Avançados da USP. “Costumo dizer que o IEA é o <i>think tank</i> da USP, um local de debates de temas transversais e, assim como as cátedras, capaz de promover a interação com a sociedade. O diálogo com a sociedade é um desafio do século 21 para todas as universidades e com o apoio do Itaú Cultural estamos conseguindo aumentar essa interação”, disse Agopyan.</p>
<p>Roberto Setúbal, presidente executivo do banco Itaú, ao falar sobre o apoio à Cátedra, preferiu rememorar a personalidade do pai e sua tradição de valorização à cultura, em sua trajetória de empresário e engenheiro formado pela Escola Politécnica (Poli) da USP. “Severo, firme e exigente, mas sempre muito aberto ao diálogo e às novas idéias. Homem de ciência e da pesquisa – trabalhou no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Prefeito que criou a secretaria de Cultura da cidade de São Paulo, gesto que muito me orgulhou na minha época de estudante e que demonstra como ele valorizava a cultura e como era aberto ao novo”, disse.</p>
<p>Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, lembrou o importante papel de Ohtake na democratização da cultura e das artes no Brasil. “A democratização do acesso à cultura, tanto discutida pelos gestores no país, é tema que permanecerá por muito tempo. Arte e cultura estão além de necessidades e direitos do cidadão. Se o artista pensa a arte como campo dos desejos, gestores e atores da política cultural precisam pensar a cultura sob esse aspecto. Não se trata de democratizar o acesso apenas. Trata-se de autonomia e liberdade de expressão. A democracia cultural pensa e entende o indivíduo como ator de si, cidadão autônomo que tem o direito à liberdade de expressão, de ver e vivenciar todas as culturas”, disse Saron.</p>
<p>A professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lilia-katri-moritz-schwarcz" class="external-link">Lilia Moritz Schwarcz</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, foi convidada a ministrar o discurso de recepção ao homenageado. Relembrou o trabalho realizado com Ohtake e os projetos empreendidos no Instituto Tomie Ohtake.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lilia-schwarcz" alt="Lilia Schwarcz - posse Ricardo Ohtake" class="image-inline" title="Lilia Schwarcz - posse Ricardo Ohtake" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span><strong>Lilia Schwarcz, da FFLCH: "Ricardo distribuiu dádivas no campo da arte e cultura".</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Visionário das artes, intelectual da cultura, acadêmico do mundo dos museus, das artes no sentido amplo, sabe que a cultura é o que ela faz. Nas palavras de Ricardo, entre as diversas maneiras de aferir o sucesso das diferentes formas de arte, existe uma questão unificadora, que é a transformação que sofre o expectador da arte diante de uma obra, a emoção que faculta um novo conhecimento, uma nova sensibilidade, uma nova experiência”, citou a professora.</p>
<p>Para Schwarcz, Ohtake “distribuiu dádivas”: percorreu o campo da arquitetura, artes gráficas, decoração, urbanismo, desenho, teatro, educação, cinema, do mundo editorial, da dança, da fotografia e das artes plásticas; fez exposições, documentários, festivais cinema, patrocinou concertos, criou desenhos para muitos livros. “Inspirou gerações, tendo passado por inúmeras instituições, até pousar no Instituto Tomie Ohtake, que se abriu para todo tipo de experimentação”.</p>
<p>“Impossível passar pelo Ricardo sem ser profundamente afetado por sua história, seu sorriso, sua generosidade, seu silêncio muito ruidoso, pelo afeto transformador. Parabenizo a USP por perceber que Ricardo é um acadêmico nato na sublime função de multiplicador cultural e, assim, um imenso distribuidor de dádivas, um intelectual aberto à diversidade, à pluralidade e à igualdade nesse país infelizmente ainda tão desigual”, disse a professora.</p>
<p>O secretário da Cultura do Estado de São Paulo, José Roberto Sadek, ressaltou a ligação importante promovida pela Cátedra entre a universidade e a sociedade, e a promoção do diálogo não polarizado, tratado com a complexidade e as nuances que o tema requer.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cinema</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Design</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-27T10:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/use-of-geographic-methods-to-characterize-social-inequalities-29-de-marco-de-2017">
    <title>Use of Geographic Methods to Characterize Social Inequalities - 29 de março de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/use-of-geographic-methods-to-characterize-social-inequalities-29-de-marco-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-29T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/workshop-verdejando-17-de-abril-de-2017">
    <title>Workshop Verdejando - 17 de abril de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/workshop-verdejando-17-de-abril-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-17T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desarrollo-areas-urbanas">
    <title>Desarrollo a Escala Humana: Revitalización del Buen Vivir y Autodependencia en Áreas Urbanas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desarrollo-areas-urbanas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span class="markedContent" id="page3R_mcid5"><span dir="ltr"><strong>Simpósios USP Cidades Globais</strong></span></span></p>
<p>Comemora-se os <a class="external-link" href="https://rightlivelihood.org/speech/acceptance-speech-manfred-max-neef/"> </a><a class="external-link" href="https://rightlivelihood.org/media-resources/award-presentations/1983/"><span> </span><span>40 anos da premiação</span></a> do saudoso <a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Manfred_Max-Neef">Manfred Max-Neef</a> com o “<a class="external-link" href="https://rightlivelihood.org/">Right Livelihood Award</a>”, mais conhecido como o <a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_Right_Livelihood">Prêmio Nobel Alternativo</a>. Manfred foi o primeiro latino-americano, ainda que tenha também cidadania alemã, a ganhar tal honraria. Sua tese agraciada foi Desenvolvimento à Escala Humana, escrita em colaboração com Antonio Elizalde e Martin Hopenhayn. Ainda que não seja tarefa fácil resumi-la, cada comunidade deveria definir, por si própria, o modelo de desenvolvimento que se deseja, independente de ser pequena ou grande.</p>
<p>E que fique claro que riqueza e pobreza não se limitam apenas a satisfação ou não da necessidade de subsistência, na maioria da vezes atrelada ao que se conhece por economia. Isto é, pode ser rico ou pobre quando se satisfaz ou não também outras necessidades, como as de proteção, afeto, criação, ócio, participação, entendimento, identidade e liberdade. Ou seja, como exemplo, existe tanto riqueza quanto pobreza de afeto.</p>
<p>Em tempos de pandemia, que, aliás, custa nos deixar, uma décima necessidade se faz oportuna, transcendência. Literalmente, deveríamos transcender a visão reducionista do antropoceno que nos leva a um beco sem saída: Mudanças Climáticas e Desigualdade Social. Surge, então, a iniciativa “Universidad a Escala Humana”, coordenada pela “<a class="external-link" href="https://fundacionmaxneef.com/">Fundación Manfred Max-Neef </a><span>(FMMN)</span> e a <a class="external-link" href="https://rightlivelihood.org/">Right Livelihood Foundation</a>”, para dar destaque as ideias de Max-Neef.</p>
<p>Desta forma, promove-se uma série de eventos planetários, além do Brasil, Argentina, Costa Rica, Colômbia, Equador, Peru, Suécia, Alemanha e Chile, sede da Fundação, entre março e novembro de 2023, intitulado “Diálogos Descalzos”.</p>
<p>O primeiro desses diálogos é o referido Simpósio <i>“Desarrollo a escala humana: revitalización del Buen Vivir y autodependencia en áreas urbanas”</i>, organizado pelo Centro de Síntese Cidades Globais, no âmbito do IEA.</p>
<p><span class="markedContent"><span dir="ltr"><strong>Coordenação e Organização: </strong></span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-sampaio" class="external-link">Carlos Alberto Cioce Sampaio</a> (FURB/Centro de Síntese USP CG/Fundación Manfred Max-Neef)</p>
<p><span class="markedContent"><span dir="ltr"><strong><span class="markedContent" id="page23R_mcid31"> </span><span class="markedContent" id="page23R_mcid32"><span dir="ltr">Supervisor: </span></span></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link"><span class="markedContent" id="page23R_mcid32"><span dir="ltr">Arlindo Philippi Jr.</span></span></a><span class="markedContent" id="page23R_mcid32"><span dir="ltr"> (FSP-Centro de Síntese USP CG)</span></span></span></span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="54">
<p>14h</p>
</td>
<td width="522">
<p><strong>Abertura:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wanda-risso-gunther" class="external-link">Wanda R. Günter </a>(FSP-Centro de Síntese USP CG), <a class="external-link" href="https://rightlivelihood.org/about-us/our-board/">Ole von Uexkuell</a> (Rigth Livelihood Award Foundation) e <a class="external-link" href="https://www.linkedin.com/in/christian-eduardo-henriquez-zu%C3%B1iga-48242696/?originalSubdomain=cl">Christian E. Henriquez Zuñiga</a> (Fundación Manfred Max-Neef)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="54">
<p>14h15</p>
</td>
<td width="522">
<p><strong>Apresentação da Mesa:</strong></p>
<p><i>Desarrollo a escala humana: revitalización del Buen   Vivir y autodependencia en áreas urbanas</i></p>
<p><strong>Mediação:</strong> <a class="external-link" href="https://cidicer.so.ucr.ac.cr/index.php/investigadores/liliane-cristine-schlemer-alcantara">Liliane C. S. Alcântara</a> (UFMT/UNEMAT e Fundación Manfred   Max-Neef)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="54">
<p>14h20</p>
</td>
<td width="522">
<p>Carlos A. C. Sampaio (FURB/Centro de Síntese USP CG/Fundación Manfred Max-Neef)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="54">
<p>14h40</p>
</td>
<td width="522">
<p><span><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/7536235341113556">Francisca de Paula</a></span> (UNEB e Fundación Manfred Max-Neef)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="54">
<p>15h</p>
</td>
<td width="522">
<p><strong>Diálogo com o público</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="54">
<p>15h30</p>
</td>
<td width="522">
<p><strong>Encerramento</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><strong>Transmissão</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Simpósio USPCG</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-02-17T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/urbansus-cultura-cuidado-e-regeneracao-de-rios-urbanos-29-02-2024">
    <title>UrbanSus - Cultura, Cuidado e Regeneração de Rios Urbanos - 29/02/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/urbansus-cultura-cuidado-e-regeneracao-de-rios-urbanos-29-02-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-18T16:41:22Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cidade-projeto-deshabitar-escutas201d">
    <title>A Cidade em Conflito: o Projeto DesHabitar Escutas” </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cidade-projeto-deshabitar-escutas201d</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Ciclo Arte Ciência Tecnologia 2024 - IEA Polo São Carlos</strong></p>
<p>A aproximação entre arte, ciência e pesquisa acadêmica é um projeto desafiador, mas que oferecer ferramentas para enfrentar questões de ordem social, cultural e políticas que permeiam as sociedades contemporâneas. Neste encontro abordaremos os resultados do projeto “Des-habitar escutas: escuta em disputa na Cracolândia”. Trata-se de uma  reflexão crítica sobre a escuta a partir de um território em permanente conflito, marcado por contrastes sociais, econômicos e políticos abissais. Essa pesquisa resultou na produção de 12 trabalhos artísticos envolvendo música, performance, gravação de campo, instalação sonora, arte urbana e criação audiovisual. O trabalho foi realizado  pelo Microfonias, um projeto iniciado por Valéria Bonafé e Lílian Campesato em 2017, voltado para o desenvolvimento de processos experimentais de criação e investigação artística que colocam em debate as dimensões éticas, poéticas e políticas da escuta. As ações foram realizadas como parte do  INCT da Internet do Futuro para Cidades Inteligentes (InterSCity.org) INCT da Internet do Futuro para Cidades Inteligentes (InterSCity.org), coordenado pelo Prof. Fábio Kon, em colaboração com o NuSom – Núcleo de Pesquisas em Sonologia da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-07T12:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-saudavel-depende-da-qualidade-do-ambiente-urbano-avaliam-pesquisadores">
    <title>Envelhecimento saudável depende da qualidade do ambiente urbano, avaliam pesquisadores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-saudavel-depende-da-qualidade-do-ambiente-urbano-avaliam-pesquisadores</link>
    <description>O envolvimento ativo na vida em sociedade, a prevenção de doenças e o bom funcionamento cognitivo e físico são fundamentais para garantir o envelhecimento com saúde, segundo pesquisadores no evento "Envelhecimento Saudável e Ambiente Urbano"</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-126a0601-7fff-cfee-5ab6-ebce2192598c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Envelhecimento-saudavel-Prefeitura-municipal-de-Jundiai.png/image" alt="Envelhecimento saudável" title="Envelhecimento saudável" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O exercício físico está entre as práticas do envelhecimento ativo (Foto: Prefeitura de Jundiaí)</dd>
</dl>A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que até 2050 a população com mais de 60 anos chegará a 2 bilhões de pessoas em todo o planeta. Com uma transição demográfica dessa escala, diversas pesquisas buscam entender como é possível promover o envelhecimento saudável, que pressupõe baixa chance de doença, bom funcionamento cognitivo e físico e envolvimento ativo na vida em sociedade.</span></p>
<p><span><br />O evento "Envelhecimento Saudável e Ambiente Urbano", que aconteceu no dia 8 de março, debateu o papel do ambiente urbano nesse desafio e propostas para torná-lo mais saudável e amigável à população idosa. O encontro foi organizado pelo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-espaco-urbano-e-saude">Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde</a><span>, do IEA.</span></p>
<p><span><strong>Ambiente amigável</strong></span></p>
<p>Para entender como os ambientes físico e social influenciam o envelhecimento saudável, o conferencista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thiago-herick-de-sa" class="external-link">Thiago Hérick de Sá</a> destacou que é preciso considerar que o processo de urbanização não ocorre de forma homogênea, tanto entre países como dentro das próprias populações. "Nas cidades brasileiras, temos uma trajetória ascendente, uma urbanização rápida, desigual e muitas vezes descontrolada. Nos dá um paralelo do que acontece em muitas cidades da África e da Ásia", em países como Gana e Bangladesh, afirmou. Esse fator tem influência no próprio planejamento urbano e na construção de cidades mais humanizadas. Thiago é doutor em nutrição pública pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e trabalha com ambiente urbano saudável no departamento Age-Friendly Environments da OMS.</p>
<p><span>Uma comparação da OMS entre a expectativa de vida das pessoas existentes e a expectativa de vida ao nascer de novas pessoas do ano 2000 a 2019 mostra que estamos vivendo mais, mas não necessariamente melhor. Segundo Thiago, alguns fatores que determinam o ambiente e o contexto em que os indivíduos vivem são: lar e infraestrutura; as relações sociais; atitudes e valores; e as políticas sociais e de saúde.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>Notícia</strong></div>
<div>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-estudara-as-relacoes-entre-a-saude-e-o-contexto-geografico-das-cidades" class="external-link">Grupo estuda relações entre saúde e contexto geográfico das cidades</a></li>
</ul>
</div>
<div><span id="docs-internal-guid-9ad8ced6-7fff-163d-c311-b5f3e4bdb1a0"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-estudara-as-relacoes-entre-a-saude-e-o-contexto-geografico-das-cidades"><span><br /></span></a></span></div>
<div><strong><strong>Eventos<br /></strong><br />"Envelhecimento Saudável e Ambiente Urbano"</strong></div>
<div><span id="docs-internal-guid-ffb8a209-7fff-2ea4-a491-3f83473d2a6f"> 
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/envelhecimento-saudavel-e-ambiente-urbano" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<div><br /><span id="docs-internal-guid-37537dfb-7fff-a2e1-84d2-8002042335d0"><strong>"Covid-19 e Urbanidade: Aprendizados e Perspectivas Futuras"</strong><br /> 
<ul>
<li><span id="docs-internal-guid-37537dfb-7fff-a2e1-84d2-8002042335d0"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/covid-19-e-urbanidade-aprendizados-e-perspectivas-futuras" class="external-link">Vídeo</a></span></li>
</ul>
</span></div>
</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><span>Ele </span><span>expôs dois conceitos para entender o impacto do ambiente nas pessoas: a capacidade intrínseca – que diz respeito às capacidades do indivíduo que tendem a se perder com o envelhecimento, como a capacidade de andar; e a capacidade funcional – que corresponde às capacidades intrínsecas associadas ao que o ambiente pode oferecer, como tecnologias assistivas, transporte público acessível, modificações habitacionais e assistência pessoal para as atividades diárias.</span></span></p>
<p><span><span> </span>Um ambiente amigo do envelhecimento saudável seria, portanto, "um ambiente que promove o envelhecimento saudável e ativo ao longo da vida e que permite que você prolongue as suas capacidades intrínsecas e garanta suas capacidades funcionais até o fim da vida", pontuou. De acordo com a OMS, as cidades e comunidades amigas das pessoas idosas precisam de atividades que perpassem domínios relacionados aos serviços públicos, serviços municipais, e aos ambientes físico e social.</span></p>
<p><span>Isso quer dizer que, ao sair de casa e caminhar até o mercado, uma pessoa idosa deve poder encontrar habitações acessíveis, bairros seguros, bancos para descansar, banheiros públicos, calçadas e travessias disponíveis por toda a parte, serviços de suporte, transporte público acessível e atendentes receptíveis. A OMS mantém um registro de cidades amigáveis pelo mundo, e é possível </span><a href="https://extranet.who.int/agefriendlyworld/submit-afp/">inscrever as ações</a><span> praticadas em cada local.</span></p>
<p dir="ltr"><span id="docs-internal-guid-5bb75293-7fff-2c41-6f8f-b5b507b0e529"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lais-fajersztajn" class="external-link">Laís Fajersztajn</a>, membra da Latin American and Caribbean Consortium on Dementia e pesquisadora do IEA, apresentou um trabalho em andamento que busca entender a relação entre local de moradia (distância das vias de tráfego intenso) e patologias do cérebro relacionadas ao envelhecimento, como problemas cognitivos e a doença de Alzheimer. O estudo foi realizado com o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, e outros colaboradores em parceria com o banco de cérebros da faculdade. As amostras são de pessoas falecidas com mais de 50 anos que entraram no banco do cérebro da FMUSP entre 2004 e 2013.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Apesar de apresentar limitações, como falta de dados sobre o tempo de moradia, Laís afirmou que o estudo não mede exatamente a poluição do ar, mas sim uma série de condições do ambiente que influenciam os resultados, bem como questões socioeconômicas, pois o tempo despendido no trânsito (daqueles que moram mais longe das grandes vias de tráfego) para deslocamento seria um fator importante no contato com a carga de poluição. Segundo a doutora em </span><span>ciências pela FM-USP, </span><span>os resultados preliminares mostram um indício forte de que o ambiente está influenciando a cognição dos idosos em São Paulo.</span></p>
<p><span><strong>Sentido do envelhecimento</strong></span></p>
<p><span>Saldiva acredita que em cidades grandes há o benefício da invisibilidade, que pode corresponder a uma certa liberdade de viver sem julgamentos. Com o tempo, essa invisibilidade pode se tornar uma "maldição", conforme se perdem laços e redes de suporte físico e emocional ao envelhecer. Para ele, uma cidade saudável é aquela que dá sentido para o cidadão acordar no dia seguinte, independentemente de sua vulnerabilidade.</span></p>
<p><span>"Se a saúde é desigual no mundo, em todos os indicadores, talvez o maior nível de desigualdade se encontre nos idosos de regiões pobres em relação aos mais ricos", apontou Saldiva.</span></p>
<p><span>Para o professor, além das políticas públicas citadas, seria preciso identificar as redes de colaboração social da microcomunidade, ou seja, de que forma as comunidades "sobrevivem às vicissitudes da vida" e estabelecem ajuda mútua, principalmente quando há falta de políticas públicas. Da mesma forma, "a questão da regulamentação do trabalho urbano compromete o sentido da sua vida quando ele passa a ser pagar boleto e trabalhar longas horas sem que você possa cuidar de si e das pessoas que você gosta e investir na sua própria saúde", afirmou Saldiva.</span></p>
<p><span><strong>Envelhecimento ativo</strong></span></p>
<p><span><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/WEBSaldiva-Ligia-e-Thiago-Herick-de-Sa-Envelhecimento-Saudavel.png/image" alt="Paulo Saldiva, Lígia Vizeu e Thiago Hérick de Sá" title="Paulo Saldiva, Lígia Vizeu e Thiago Hérick de Sá" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Da esquerda para a direita: Paulo Saldiva, Thiago Hérick de Sá e Ligia Vizeu com conferencistas em transmissão</dd>
</dl>O envelhecimento ativo foi conceituado pela OMS, antevendo as mudanças demográficas que o mundo estava sofrendo em razão da longevidade. Segundo </span>Egídio Dorea<span>, doutor em nefrologia pela USP, o termo diz respeito ao fenômeno de envelhecimento social no qual, com o aumento da expectativa de vida, é permitido às pessoas uma maior participação em trabalhos formais e atividades não remuneradas, bem como manter vidas saudáveis, autônomas e independentes. Dorea apontou que esse envelhecimento se baseia em quatro pilares principais: saúde, participação, educação e proteção.</span></p>
<p><span>Um fator importante para o envelhecimento saudável apontado pelo médico é a percepção sobre o próprio envelhecimento, pois uma percepção positiva estimula a adoção de hábitos saudáveis e de controle de doenças. Outro fator é a inclusão digital e aprendizado continuado, como forma de inserção na sociedade atual. Dorea apontou que, no Brasil, a primeira cidade "amiga de todas as idades" é Veranópolis, no Rio Grande do Sul. O projeto começou em 2015 e hoje é uma cidade adaptada à população idosa.</span></p>
<p><span>Carlos Leite, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie e do IEA, expôs uma pesquisa realizada pelo Mackpesquisa em 2022 sobre as possíveis relações do ambiente construído em São Paulo com o infarto do miocárdio. O estudo demonstrou que as chances de óbitos de pacientes com menos de 60 anos que vivem mais próximos aos equipamentos relacionados a atividades físicas diminuem significativamente em comparação aos que vivem mais longe. Segundo ele, a pesquisa demonstra que se a cidade tivesse equipamentos relacionados a atividades físicas a uma distância média de 1km de seus moradores, teríamos uma cidade mais saudável no que se refere a doenças do coração.</span></p>
<p><span>Como referências para informações sobre cidades amigáveis de todas as idades, Leite indicou os Bapi (Bairros Amigáveis à Primeira Infância), a Fundação Bernard van Leer, holandesa, e o Guia Global: Cidade Amiga do Idoso, da OMS.</span></p>
<p>A coordenação do evento foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a>, professora na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenadora do Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde.</p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-03-16T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-usp-cidades-globais">
    <title>Lançamento do Programa USP Cidades Globais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-usp-cidades-globais</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As cidades oferecem ao ser humano oportunidades e, ao mesmo tempo, podem causar a deterioração da qualidade de vida. Nas metrópoles, temas como acesso aos serviços fundamentais, mobilidade, clima, matriz energética, uso e ocupação do solo são importantes determinantes da saúde e do bem-estar humanos. A capital paulista pode ser considerada como laboratório natural para o estudo dos problemas e soluções das megacidades. É nesse contexto que o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="internal-link">Programa USP Cidades Globais</a> reunirá no IEA pesquisadores da Universidade de São Paulo e colaboradores externos para realizar ações e propor medidas que levem à melhoria da qualidade de vida de seus habitantes.</p>
<p><span>O programa é uma das metas do IEA no Plano de Metas da USP. É desenvolvido no eixo Urbanidade e Qualidade de Vida do programa de gestão 2016-2020 e coordenado por Marcos Buckeridge, docente do IB-USP e atual presidente da Academia de Ciência do Estado de São Paulo.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-06-30T22:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
