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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 91 to 105.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-trata-do-principio-da-precaucao-e-da-responsabilizacao-em-tragedias-como-a-de-brumadinho">
    <title>Encontro trata do princípio de precaução e da responsabilização em tragédias como a de Brumadinho</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-trata-do-principio-da-precaucao-e-da-responsabilizacao-em-tragedias-como-a-de-brumadinho</link>
    <description>O Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia realizará o evento Sobre Brumadinho: Princípio de Precaução e Responsabilização em Tragédias Socioambientais, no dia 19 de março, das 14h às 17h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-2205b792-7fff-bc72-c99e-a1729b233ddd"> </span></p>
<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/barragem-1-em-brumadinho/image" alt="Barragem 1 em Brumadinho" title="Barragem 1 em Brumadinho" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Resultado do rompimento da Barragem 1, em Brumadinho (MG) | Foto: Vinícius Mendonça/Ibama</dd>
</dl>Os recentes rompimentos de barragens de rejeitos minerais em Mariana (MG) e Brumadinho (MG) forçaram a atualização das discussões sobre os riscos envolvendo grandes empreendimentos de mineração no Brasil. Com o objetivo de aprofundar este debate, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/filosofia"><span>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</span></a> realizará o evento <i>Sobre Brumadinho: Princípio de Precaução e Responsabilização em Tragédias Socioambientais</i>, no dia <strong>19 de março, das 14h às 17h</strong>. A proposição da discussão é do Grupo de Trabalho Marx, Ciência e Tecnologia, que integra o grupo de pesquisa.</p>
<p dir="ltr"><span>Para participar presencialmente do encontro é necessário realizar </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdmVLur4T4GUpKD9pf-iYM7IHLrf-Uni023G2iK3NZS_LVGfQ/viewform"><span>inscrição</span></a><span> prévia. Também será possível acompanhar as atividades em uma transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a><span> pelo site do IEA, para a qual não é preciso se inscrever.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além de debaterem os riscos de grandes operações de mineração e da construção de barragens de rejeitos, os pesquisadores falarão sobre a necessidade de adotar medidas de precaução (utilizando o princípio da precaução) em projetos desse porte e sobre maneiras de responsabilização legal dos culpados pelos desastres naturais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Participarão do evento </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/dr-a-zenaida-luisa-lauda-rodriguez"><span>Zenaida Luisa Lauda-Rodriguez</span></a><span>, bacharel em direito e doutoranda em Ciência Ambiental pela USP, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/daiane-carlos-hohn"><span>Daiane Carlos Hohn</span></a><span>, graduada em Administração Rural e Agroindustrial e coordenadora do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hugh-lacey"><span>Hugh Lacey</span></a><span>, pesquisador da Swarthmore College (Pennsylvania, EUA) e membro do Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia do IEA.</span></p>
<p><span>Os coordenadores do debate serão </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/orlando-lima-pimentel"><span>Orlando Lima Pimentel</span></a><span>, mestrando em filosofia pela USP, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-barbosa-de-oliveira"><span>Marcos Barbosa de Oliveira</span></a><span>, professor da Faculdade de Educação (FE) da USP, ambos membros do Grupo de Pesquisa que propõe o seminário.<br /> </span></p>
<hr />
<p><span id="docs-internal-guid-b7a3f0aa-7fff-10ce-ef8e-1b384544f897"><i> </i> </span></p>
<p dir="ltr"><i><span><strong>Sobre Brumadinho: Princípio de Precaução e Responsabilização em Tragédias Socioambientais</strong><br /></span>19 de março, das 14h às 17h<br />Sala Alfredo Bosi, Rua Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Para acompanhar presencialmente, é necessário se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdmVLur4T4GUpKD9pf-iYM7IHLrf-Uni023G2iK3NZS_LVGfQ/closedform">inscrever<br /></a>Mais informações: Cláudia R. Pereira (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/sobre-brumadinho">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-13T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-sobre-impactos-das-mudancas-globais-na-america-do-sul-sera-em-novembro">
    <title>Encontro sobre impactos das mudanças globais na América do Sul será em novembro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-sobre-impactos-das-mudancas-globais-na-america-do-sul-sera-em-novembro</link>
    <description>A III Conferência Regional sobre Mudanças Globais: América do Sul será realizada em São Paulo e contará com participantes do setor privado, da academia e da sociedade civil.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Pesquisadores de todo o mundo tentam entender o impacto das mudanças globais na América do Sul há vários anos. Mesmo assim, o nível de conhecimento sobre esses impactos ainda é reduzido. Ainda serão necessários muitos estudos para a formulação de soluções e estratégias satisfatórias para os vários problemas decorrentes das mudanças globais, como aqueles relativos ao ar, solo, água, economia, áreas de risco à ocupação humana e outros aspectos.</p>
<p style="text-align: justify; ">A III Conferência Regional sobre Mudanças Globais: América do Sul, que acontecerá de 4 a 8 de novembro, no Bourbon Ibirapuera, São Paulo, SP, será mais uma grande oportunidade para ampliação e compartilhamento do conhecimento sobre o assunto. O encontro reunirá atores do setor privado, da academia e da sociedade civil na busca de um melhor entendimento e estabelecimento de sinergias e parcerias para obtenção de soluções científicas, tecnológicas e comerciais sustentáveis e socialmente corretas para esse grande desafio.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>OBJETIVOS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Os objetivos da conferência são:</p>
<p style="text-align: justify; "><span>• <span>discutir os progressos e as incertezas no estudo das causas, magnitude e conseqüências das mudanças globais;</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span><span>• <span>analisar as questões referentes à vulnerabilidade e à percepção da sociedade em relação aos problemas ambientais, sociais e econômicos resultantes das mudanças globais;</span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span><span><span><span>• <span>congregar cientistas, empresários e profissionais de áreas relacionadas com as pesquisas sobre as mudanças globais, promovendo o intercâmbio de informações de várias naturezas e o estabelecimento de sinergias, em especial entre as empresas e a academia;</span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span><span><span><span><span><span>• <span>reunir conhecimento científico e sugestões para futuras ações das empresas, órgãos governamentais e organizações não-governamentais dos países sul-americanos em questões associadas às mudanças globais.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<div style="text-align: justify; "></div>
<p style="text-align: justify; "><strong>TEMAS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">O encontro terá 13 conferências e oito mesas-redondas. A programação será dividida em quatro temas centrais:</p>
<p style="text-align: justify; "><span>• A Ciência das Mudanças Globais</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span>• Impactos, Vulnerabilidade e Adaptação</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span><span>• Evitando as Mudanças Climáticas</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span><span><span>• O Futuro do Regime Climático Global</span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>INSCRIÇÕES E TRABALHOS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">As taxas de participação variam de acordo com a categoria do inscrito (estudante, pesquisador/professor ou profissional do setor privado) e com a data de pagamento.</p>
<p style="text-align: justify; ">A conferência terá a apresentação de pôsteres. No início de julho, o site do evento terá informações sobre as normas para submissão de resumos de trabalhos. Os resumos terão de ser apresentados até 3 de setembro. A relação de trabalhos aceitos para apresentação em pôsteres será divulgada no dia 17 de setembro.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>REALIZAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">A conferência é uma realização do IEA, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Planet Earth (fórum criado pela União Internacional de Ciências Geológicas para atividades relacionadas com o Ano Internacional do Planeta Terra, proclamado pela ONU para 2008).</p>
<p style="text-align: justify; ">O Comitê Executivo é presidido por Pedro Leite da Silva Dias e conta com João Lima Sant’Anna Neto, Jurandir Zullo Jr., Marcelo Theoto Rocha, Wagner Costa Ribeiro e Inês Iwashita (Secretaria Executiva). O Comitê Coordenador é presidido por Luiz Gylvan Meira Filho e é integrado por Carlos Nobre, Emilio Lebre La Rovere, Jacques Marcovitch, Jean Pierre Ometto, José Goldemberg, Luiz Pinguelli Rosa, Marcelo Khaled Poppe e Márcio de Miranda Santos. O Comitê Científico também é presidido por Pedro Leite da Silva Dias e inclui a maioria dos integrantes dos outros dois comitês e mais 22 especialistas de diversas áreas e instituições.</p>
<p style="text-align: justify; ">As parcerias acadêmicas do evento incluem 23 instituições de vários tipos (universitárias, associações científicas, órgãos governamentais e institutos internacionais).</p>
<p style="text-align: justify; ">Os patrocinadores da conferência são: Companhia Vale do Rio Doce, BNDES, CNPq, Capes, Finep e Fapesp. O evento conta com o apoio institucional de: Fiesp, Instituto Totum, Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério do Meio Ambiente e São Paulo Conventions &amp; Visitors Bureau.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    <dc:date>2007-06-23T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/can-we-achieve-sustainable-agriculture">
    <title>Em busca de uma agricultura sustentável </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/can-we-achieve-sustainable-agriculture</link>
    <description>O agroecologista Leslie Firbank tratará em conferência no IEA no dia 5 de setembro, às 14h, dos principais modelos agrícolas adotados atualmente e das possibilidades de evolução da prática em um momento de mudanças climáticas e aumento populacional.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Leslie-Firbank-Perfil.jpg" alt="Leslie Firbank" class="image-inline" title="Leslie Firbank" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O agroecologista Leslie Firbank</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O agroecologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/les-firbanks" class="external-link">Leslie Firbank</a>, da Universidade de Leeds, no Reino Unido, estará no IEA para discutir como e se é possível atingir uma produção de alimentos sustentável. Na conferência <i>Can we Achieve Sustainable Agriculture?</i>, que acontece no dia <strong>5 de setembro às 14h</strong>, na Sala de Eventos do IEA, ele fará uma análise sobre os principais modelos agrícolas adotados atualmente e levantará possibilidades de evolução da prática em um momento de mudanças climáticas e aumento populacional. A fala será em inglês, sem tradução simultânea, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA. A participação presencial exige <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeSnITj0rKc9ornoC6dyOOABzOY2CsfiSjX2kNnGliO3H6zMw/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<p><span>Em sua exposição, Firbank avaliará se a agricultura tem adotado técnicas que priorizem a qualidade das terras, mantendo o capital natural necessário para sua utilização no futuro. Ele argumenta que há um “espaço operacional seguro e justo" para a agricultura, em que o alimento pode ser produzido em quantidade suficiente sem causar danos ao meio ambiente.</span></p>
<p><span>Segundo o pesquisador, é possível <span>quantificar com qualidade o impacto ambiental da agricultura por meio de </span>diferentes técnicas. A grande dificuldade é julgar se uma fazenda está dentro do seu espaço operacional seguro e justo.</span></p>
<p>A conferência é parte das atividades do Grupo de Trabalho em Agroecologia, que integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a>. Os comentários serão de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helen-miller" class="external-link">Helen Miller</a>, também da Universidade de Leeds, e de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jonathan-oxley" class="external-link">Jonathan Oxley</a>, da N8 AgriFood. A moderação será do filósofo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda" class="external-link">Pablo Mariconda</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e coordenador do grupo de pesquisa.</p>
<p><span><strong>O conferencista</strong></span></p>
<p><span>A pesquisa de Firbank trata da concorrência entre ervas daninhas arvenses e culturas e dos impactos dos sistemas de agricultura sobre a biodiversidade (incluindo orgânicos e transgênicos). Ele também pesquisa os serviços dos ecossistemas de terras agrícolas, os sistemas de medição e monitoramento de processos ecológicos, a definição e medição do conceito de intensificação sustentável da agricultura, e formas de se garantir um sistema sustentável e seguro de fornecimento de alimentos para as cidades. <a class="external-link" href="http://www.firbank-ecosystems.co.uk/">Visite a página do pesquisador</a>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Can we Achieve Sustainable Agriculture?</strong><br /><i>5 de setembro, às 14h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo.<br />Evento gratuito, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeSnITj0rKc9ornoC6dyOOABzOY2CsfiSjX2kNnGliO3H6zMw/viewform" target="_blank">inscrição</a> — Transmissão ao vivo pela internet.<br />Informações: Claudia Regina, telefone (11) 3091-1686 e clauregi@usp.br<br /></i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/sustainable-agriculture" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/sustainable-agriculture</a></i></i></p>
<p> </p>
<p><span><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-08-26T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/eleicoes-brasileiras-e-governanca-florestal-sao-temas-da-edicao-106-da-revista-estudos-avancados">
    <title>Eleições brasileiras e governança florestal são temas do número 106 da revista "Estudos Avançados"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/eleicoes-brasileiras-e-governanca-florestal-sao-temas-da-edicao-106-da-revista-estudos-avancados</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a7225344-7fff-7568-60be-d8e2820ce029"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-no-106" alt="Capa da Revista Estudos Avançados no. 106" class="image-right" title="Capa da Revista Estudos Avançados no. 106" />Com destaque para as eleições no Brasil e o tema da governança florestal, a edição 106 da revista Estudos Avançados é lançada este mês, e sua versão digital está disponível na <a class="external-link" href="https://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420220003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">plataforma SciELO</a>.</p>
<p dir="ltr"><span>A primeira parte, "Dossiê eleições", traz artigos que se baseiam em investigações no campo das ciências políticas para abordar a história eleitoral brasileira. "Os artigos exploram inquietações presentes na opinião pública, no debate midiático e na agenda de política, tanto nacional como regional e local", explica o editor Sérgio Adorno.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Três temas da maior relevância, segundo Adorno, estão presentes na edição: pesquisas eleitorais, programas das candidaturas e os fundamentos ideológicos do bolsonarismo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>As tendências e desempenhos das pesquisas eleitorais foram analisadas por Fernando Meireles, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), e Guilherme Russo, </span><span>lecturer </span><span>na Escola de Economia de São Paulo (EESP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base em estimativas de pesquisas realizadas entre 2012 e 2020. Já Bruno Wilhelm Speck, do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofa, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, no artigo "Partidos dominam registro de candidaturas, lideranças conectam melhor com o eleitorado", avaliou que lideranças políticas são capazes de fidelizar os eleitores mais do que os partidos, a partir de dados sobre as eleições para prefeitos realizadas entre 2000 e 2020. Ainda, Lucio Rennó, do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), analisou os componentes ideológicos do eleitor que apoia Jair Bolsonaro baseados em preferências sobre temas políticos no artigo "Bolsonarismo e as eleições de 2022".</span></p>
<p dir="ltr"><span>No texto "O Brasil é realmente um país polarizado? Análise das eleições presidenciais", Antonio Carlos Alkmim, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e Sonia Luiza Terron, doutora em Ciência Política, usaram as oito eleições presidenciais brasileiras no período pós-ditadura militar como objeto de análise. "A polarização geográfica entre o primeiro e o segundo colocado é uma característica das eleições presidenciais brasileiras desde 1989 até 2018. Varia o sentido, a intensidade e a geografia do confronto, mas ela está presente em todas as eleições", apontam</span></p>
<p dir="ltr"><span>As reformas eleitorais enquanto reflexos do amadurecimento do sistema político brasileiro após a Constituição de 1988 foram abordadas por Arthur Fisch e Lara Mesquita, pesquisadores do Centro de Política e Economia do Setor Público (Cepesp) da FGV, que exploraram as mudanças no sistema proporcional e de financiamento eleitoral. Para eles, "é importante estar atento a tais mudanças para que o sistema evolua de forma a consolidar os ganhos da democracia".</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outras contribuições ainda abordaram as percepções dos eleitores brasileiros sobre os partidos políticos desde o processo de redemocratização e o financiamento de campanhas </span><span>e desempenho das mulheres nas eleições brasileiras.</span></p>
<p dir="ltr"><span>"Se, por um lado, recentes inovações legislativas têm produzido impactos positivos, por outro, ainda assim reações conservadoras têm mitigado conquistas e mantido representação predominantemente masculina", diz Sérgio Adorno sobre reformas e igualdade de gênero na arena eleitoral brasileira nas três últimas décadas.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Governança florestal</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>De acordo com o artigo que abre o segundo dossiê, governança florestal é um tema estratégico para a revista desde a </span><a href="https://www.scielo.br/j/ea/i/1990.v4n9/"><span>publicação do número 9</span></a><span> sobre o Projeto Floram – Florestas para o Meio Ambiente (1990), liderado pelo professor Aziz Ab’Saber, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Seus artigos trazem subsídios para uma reflexão sobre o avanço no campo da governança florestal no Brasil e as perspectivas globais no campo da governança ambiental e climática feitas nesta edição.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para falar da legislação florestal brasileira, o artigo de Paulo Eduardo dos Santos Massoca, pesquisador associado ao Center for the Analysis of Social-Ecological Landscapes (Casel) da Universidade de Indiana, e de Eduardo Sonnewend Brondízio, do Departamento de Antropologia da Universidade de Indiana, parte de um exame das narrativas sobre os valores de árvores e florestas nas leis desde o século XVI – com sua recente revalorização e o conflito de interesses opostos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na sequência, o artigo "Fundamentalismo sectário impede o fortalecimento da economia da sociobiodiversidade", de Ricardo Abramovay, do Instituto de Energia e Ambiente da USP, explora as raízes ideológicas e culturais dos incentivos à destruição florestal, e apresenta forças que buscam se contrapor às atuais políticas federais e iniciativas com o potencial de abrir caminho a uma economia da sociobiodiversidade florestal.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os demais artigos abordam temas como as reações e resistências lideradas por associações da sociedade civil e por força de coalizões e plataformas multissetoriais; inovações socioecológicas que conformam relações sociais que têm a comunidade local como protagonista; e uma análise dos destaques do Web-Seminário "Construindo Diálogos sobre Governança Florestal".</span></p>
<h3><span>Sumário "Estudos Avançados" nº 106</span></h3>
<p dir="ltr"><span><strong>Dossiê Eleições</strong></span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>O Brasil é realmente um país polarizado? Análise das eleições presidenciais de 1989 a 2018 - Antonio Carlos Alkmim e Sonia Luiza Terron</span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Reformas eleitorais no Brasil contemporâneo: mudanças no sistema proporcional e de financiamento eleitoral -</span><span> Arthur Fisch e Lara Mesquista</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Para onde foram os partidos na opinião pública? As percepções sobre os partidos políticos na redemocratização no Brasil - </span><span>Rachel Meneguello e Oswaldo E. do Amaral</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Partidos dominam registro de candidaturas, lideranças conectam melhor com o eleitorado -</span><span> Bruno Wilhelm Speck</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Financiamento de campanhas e desempenho eleitoral das mulheres nas eleições brasileiras (1998-2020) - </span><span>Vitor de Moraes Peixoto, Larissa Martins Marques e Leandro Molhano Ribeiro</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Pesquisas eleitorais no Brasil: Tendências e desempenho - </span><span>Fernando Meireles e Guilherme Russo</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Esquerda, direita e eleições presidenciais no Brasil - </span><span>Gabriela Tarouco</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Bolsonarismo e as eleições de 2022 - </span><span>Lucio Rennó</span></p>
</li>
</ul>
<p> </p>
<p dir="ltr"><span><strong>Governança Florestal</strong></span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Governança florestal: três décadas de avanços - </span><span>Cristina Adams, Luciana Gomes de Araujo e Liviam E. Cordeiro-Beduschi</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Protegemos quando valorizamos: história da legislação florestal brasileira - </span><span>Paulo Eduardo dos Santos Massoca e Eduardo Sonnewend Brondízio</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Fundamentalismo sectário impede o fortalecimento da economia da sociobiodiversidade - </span><span>Ricardo Abramovay</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Experiências de governança da restauração de ecossistemas e paisagens no Brasil - </span><span>Robin L. Chazdon, Rafael B. Chaves, Miguel Calmon, Ludmila Pugliese de Siqueira e Rodrigo G. Prates Junqueira</span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Casos brasileiros de Restauração Socioinovadora de Paisagens - </span><span>Aurélio Padovezi, Jordano Roma, Daniela Coura, Lucas Antunes da Silva, Marina Campos, Patrick Ayrivie de Assumpção e Laura Secco</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Ação coletiva multinível e inovação socioecológica na governança florestal - </span><span>Liviam E. Cordeiro-Beduschi, Cristina Adams, Luciana Gomes de Araujo, Aurelio Padovezi, Jordano Roma Buzati, Marcus Vinícius Chamon Schmidt e Raquel Rodrigues dos Santos</span></p>
</li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-10-31T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/eleicoes-brasileiras-e-governanca-florestal-sao-temas-da-edicao-106-da-revista-estudos-avancados">
    <title>Eleições brasileiras e governança florestal são temas do número 106 da revista "Estudos Avançados"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/eleicoes-brasileiras-e-governanca-florestal-sao-temas-da-edicao-106-da-revista-estudos-avancados</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a7225344-7fff-7568-60be-d8e2820ce029"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-no-106" alt="Capa da Revista Estudos Avançados no. 106" class="image-right" title="Capa da Revista Estudos Avançados no. 106" />Com destaque para as eleições no Brasil e o tema da governança florestal, a edição 106 da revista Estudos Avançados é lançada este mês, e sua versão digital está disponível na <a class="external-link" href="https://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420220003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">plataforma SciELO</a>.</p>
<p dir="ltr"><span>A primeira parte, "Dossiê eleições", traz artigos que se baseiam em investigações no campo das ciências políticas para abordar a história eleitoral brasileira. "Os artigos exploram inquietações presentes na opinião pública, no debate midiático e na agenda de política, tanto nacional como regional e local", explica o editor Sérgio Adorno.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Três temas da maior relevância, segundo Adorno, estão presentes na edição: pesquisas eleitorais, programas das candidaturas e os fundamentos ideológicos do bolsonarismo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>As tendências e desempenhos das pesquisas eleitorais foram analisadas por Fernando Meireles, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), e Guilherme Russo, </span><span>lecturer </span><span>na Escola de Economia de São Paulo (EESP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base em estimativas de pesquisas realizadas entre 2012 e 2020. Já Bruno Wilhelm Speck, do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofa, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, no artigo "Partidos dominam registro de candidaturas, lideranças conectam melhor com o eleitorado", avaliou que lideranças políticas são capazes de fidelizar os eleitores mais do que os partidos, a partir de dados sobre as eleições para prefeitos realizadas entre 2000 e 2020. Ainda, Lucio Rennó, do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), analisou os componentes ideológicos do eleitor que apoia Jair Bolsonaro baseados em preferências sobre temas políticos no artigo "Bolsonarismo e as eleições de 2022".</span></p>
<p dir="ltr"><span>No texto "O Brasil é realmente um país polarizado? Análise das eleições presidenciais", Antonio Carlos Alkmim, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e Sonia Luiza Terron, doutora em Ciência Política, usaram as oito eleições presidenciais brasileiras no período pós-ditadura militar como objeto de análise. "A polarização geográfica entre o primeiro e o segundo colocado é uma característica das eleições presidenciais brasileiras desde 1989 até 2018. Varia o sentido, a intensidade e a geografia do confronto, mas ela está presente em todas as eleições", apontam</span></p>
<p dir="ltr"><span>As reformas eleitorais enquanto reflexos do amadurecimento do sistema político brasileiro após a Constituição de 1988 foram abordadas por Arthur Fisch e Lara Mesquita, pesquisadores do Centro de Política e Economia do Setor Público (Cepesp) da FGV, que exploraram as mudanças no sistema proporcional e de financiamento eleitoral. Para eles, "é importante estar atento a tais mudanças para que o sistema evolua de forma a consolidar os ganhos da democracia".</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outras contribuições ainda abordaram as percepções dos eleitores brasileiros sobre os partidos políticos desde o processo de redemocratização e o financiamento de campanhas </span><span>e desempenho das mulheres nas eleições brasileiras.</span></p>
<p dir="ltr"><span>"Se, por um lado, recentes inovações legislativas têm produzido impactos positivos, por outro, ainda assim reações conservadoras têm mitigado conquistas e mantido representação predominantemente masculina", diz Sérgio Adorno sobre reformas e igualdade de gênero na arena eleitoral brasileira nas três últimas décadas.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Governança florestal</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>De acordo com o artigo que abre o segundo dossiê, governança florestal é um tema estratégico para a revista desde a </span><a href="https://www.scielo.br/j/ea/i/1990.v4n9/"><span>publicação do número 9</span></a><span> sobre o Projeto Floram – Florestas para o Meio Ambiente (1990), liderado pelo professor Aziz Ab’Saber, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Seus artigos trazem subsídios para uma reflexão sobre o avanço no campo da governança florestal no Brasil e as perspectivas globais no campo da governança ambiental e climática feitas nesta edição.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para falar da legislação florestal brasileira, o artigo de Paulo Eduardo dos Santos Massoca, pesquisador associado ao Center for the Analysis of Social-Ecological Landscapes (Casel) da Universidade de Indiana, e de Eduardo Sonnewend Brondízio, do Departamento de Antropologia da Universidade de Indiana, parte de um exame das narrativas sobre os valores de árvores e florestas nas leis desde o século XVI – com sua recente revalorização e o conflito de interesses opostos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na sequência, o artigo "Fundamentalismo sectário impede o fortalecimento da economia da sociobiodiversidade", de Ricardo Abramovay, do Instituto de Energia e Ambiente da USP, explora as raízes ideológicas e culturais dos incentivos à destruição florestal, e apresenta forças que buscam se contrapor às atuais políticas federais e iniciativas com o potencial de abrir caminho a uma economia da sociobiodiversidade florestal.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os demais artigos abordam temas como as reações e resistências lideradas por associações da sociedade civil e por força de coalizões e plataformas multissetoriais; inovações socioecológicas que conformam relações sociais que têm a comunidade local como protagonista; e uma análise dos destaques do Web-Seminário "Construindo Diálogos sobre Governança Florestal".</span></p>
<h3><span>Sumário "Estudos Avançados" nº 106</span></h3>
<p dir="ltr"><span><strong>Dossiê Eleições</strong></span></p>
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<p dir="ltr"><span>O Brasil é realmente um país polarizado? Análise das eleições presidenciais de 1989 a 2018 - Antonio Carlos Alkmim e Sonia Luiza Terron</span></p>
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<p dir="ltr"><span>Reformas eleitorais no Brasil contemporâneo: mudanças no sistema proporcional e de financiamento eleitoral -</span><span> Arthur Fisch e Lara Mesquista</span></p>
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<p dir="ltr"><span>Para onde foram os partidos na opinião pública? As percepções sobre os partidos políticos na redemocratização no Brasil - </span><span>Rachel Meneguello e Oswaldo E. do Amaral</span></p>
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<p dir="ltr"><span>Partidos dominam registro de candidaturas, lideranças conectam melhor com o eleitorado -</span><span> Bruno Wilhelm Speck</span></p>
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<p dir="ltr"><span>Financiamento de campanhas e desempenho eleitoral das mulheres nas eleições brasileiras (1998-2020) - </span><span>Vitor de Moraes Peixoto, Larissa Martins Marques e Leandro Molhano Ribeiro</span></p>
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</ul>
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<p dir="ltr"><span>Pesquisas eleitorais no Brasil: Tendências e desempenho - </span><span>Fernando Meireles e Guilherme Russo</span></p>
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<p dir="ltr"><span>Esquerda, direita e eleições presidenciais no Brasil - </span><span>Gabriela Tarouco</span></p>
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<p dir="ltr"><span>Bolsonarismo e as eleições de 2022 - </span><span>Lucio Rennó</span></p>
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<p dir="ltr"><span><strong>Governança Florestal</strong></span></p>
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<p dir="ltr"><span>Governança florestal: três décadas de avanços - </span><span>Cristina Adams, Luciana Gomes de Araujo e Liviam E. Cordeiro-Beduschi</span></p>
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<p dir="ltr"><span>Protegemos quando valorizamos: história da legislação florestal brasileira - </span><span>Paulo Eduardo dos Santos Massoca e Eduardo Sonnewend Brondízio</span></p>
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<p dir="ltr"><span>Fundamentalismo sectário impede o fortalecimento da economia da sociobiodiversidade - </span><span>Ricardo Abramovay</span></p>
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<p dir="ltr"><span>Experiências de governança da restauração de ecossistemas e paisagens no Brasil - </span><span>Robin L. Chazdon, Rafael B. Chaves, Miguel Calmon, Ludmila Pugliese de Siqueira e Rodrigo G. Prates Junqueira</span></p>
</li>
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<p dir="ltr"><span>Casos brasileiros de Restauração Socioinovadora de Paisagens - </span><span>Aurélio Padovezi, Jordano Roma, Daniela Coura, Lucas Antunes da Silva, Marina Campos, Patrick Ayrivie de Assumpção e Laura Secco</span></p>
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<p dir="ltr"><span>Ação coletiva multinível e inovação socioecológica na governança florestal - </span><span>Liviam E. Cordeiro-Beduschi, Cristina Adams, Luciana Gomes de Araujo, Aurelio Padovezi, Jordano Roma Buzati, Marcus Vinícius Chamon Schmidt e Raquel Rodrigues dos Santos</span></p>
</li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-10-31T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/direitos-da-natureza">
    <title>Eduardo Gudynas defende a virada biocêntrica como novo padrão civilizatório</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/direitos-da-natureza</link>
    <description>O sociólogo uruguaio Eduardo Gudynas fez a conferência "Novos Horizontes Civilizatórios: Direitos da Natureza, Direitos Humanos e o Giro Biocêntrico" no dia 1º de dezembro de 2023.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:385px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eduardo-gudynas/image" alt="Eduardo Gudynas" title="Eduardo Gudynas" height="438" width="385" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:385px;">O sociólogo uruguaio Eduardo Gudynas</dd>
</dl></p>
<p>É preciso abandonar o antropocentrismo e adotar o biocentrismo, no qual os direitos da natureza são tão importantes quanto os direitos humanos. Só assim será possível confrontar o atual padrão civilizatório, no qual os elementos da natureza são vistos e tratados como recursos a serem explorados indefinidamente, postura que está na raiz da catástrofe ambiental que se delineia para o planeta.</p>
<p>A defesa desse virada biocêntrica está no centro das preocupações atuais do sociólogo uruguaio <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-gudynas">Eduardo Gudynas</a><span>, do Centro Latino-Americano de Ecologia Social, primeiro latino-americano a assumir, em 2016, a Cátedra Arne Naess em Justiça Global e Meio Ambiente, da Universidade de Oslo, Noruega.</span></p>
<p><span>No dia 1º de dezembro, ele proferiu a conferência <i>Novos Horizontes Civilizatórios: Direitos da Natureza, Direitos Humanos e o Giro Biocêntrico</i>, atividade organizada por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-bernardino-de-carvalho" class="external-link">Marcos Bernardino de Carvalho</a>, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP e participante do <span>Programa Ano Sabático do IEA em 2023.</span></span></p>
<p><span>Gudynas veio ao Brasil para participar do 12º Coninter (Congresso Internacional Interdisciplinar em Sociais e Humanidades), evento da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Sociais e Humanidades (Aninter-SH), realizado na Each de 27 de novembro a 1º de dezembro, tendo por tema “Crise Civilizacional, Conhecimentos Ancestrais e Pensamento Decolonial na América Latina”.</span></p>
<p>O sociólogo é autor do <span>livro </span><a href="https://www.google.com.br/books/edition/Direitos_da_natureza/cGH0DwAAQBAJ?hl=pt-BR&amp;gbpv=0" target="_blank">“Direitos da Natureza: Ética Biocêntrica e Políticas Ambientais”</a><span> (Editora Elefante, 2019). Ele foi consultor da Assembleia Constituinte do Equador durante a elaboração da Constituição do país promulgada em 2008, </span><span>pioneira mundial na introdução dos direitos da natureza num texto legal dessa magnitude. </span></p>
<p>Na perspectiva biocêntrica, de acordo com o livro de 2016, o ser humano passa a ser “interpretado como uma parte da comunidade da vida”, ou “como mais uma, junto com as demais espécies viventes, e sem estar acima delas”, nem tampouco acima dos direitos de entes naturais, aos quais passa a ser atribuída a condição de sujeitos de direitos.</p>
<p><span>Para Gudynas, a conceitualização dos direitos possui forte vínculo com a modernidade, “numa perspectiva antropocêntrica, onde o ser humano é agente de valores e agente político”. </span><span>O biocentrismo, relacionado com os direitos da natureza, põe em discussão a ideia convencional da exclusividade humana em relação a direitos e, portanto, implica um abandono da perspectiva antropocêntrica da modernidade.</span></p>
<p>Segundo ele, vem se difundindo em vários países uma ampliação do conceito de direitos humanos ou o estabelecimento de salvaguardas ao não humano. Outra corrente, disse, é a que define sujeitos jurídicos a partir da reação contra direitos humanos violados ou não assegurados no futuro. Um caso típico disso aconteceu nos Estados Unidos e foi replicado na Colômbia, com crianças e adolescentes questionando o governo pelo fato de que a não ação deste possa reduzir sua qualidade de vida quando adultos. “Aqui também a demanda e o sujeito jurídico partem dos direitos humanos.”</p>
<p>Geralmente a defesa do direito a ambientes saudáveis e melhor qualidade de vida levam à que um ente não humano se converta em sujeito jurídico. Trata-se de um caminho acertado e importante baseado no antropocentrismo, afirmou.</p>
<p>Um exemplo dessa posição aconteceu durante os recentes debates da Assembleia Constituinte Chilena, quando vários defensores de melhorias e salvaguardas em defesa da natureza seguiram um caminho antropocêntrico, “sobretudo advogados e acadêmicos vinculados às ciências jurídicas”. O outro caminho implica romper com isso, disse.</p>
<p>“O antropocentrismo é uma perspectiva típica da modernidade, pela qual o centro da valoração e da política está no ser humano, concebido como o único sujeito. Só há sujeitos humanos e só os humanos podem ser agentes políticos ou agentes de valor. Isso está baseado numa separação entre sociedade e natureza.</p>
<p>A ação de outorgar valores focados na utilidade e no benefício imediato reproduz e mantém um padrão de dominação e controle sobre a natureza, afirmou. As consequências mais claras são o utilitarismo, predominância do valor econômico e a supremacia no cultural, acrescentou</p>
<p>A rota dos direitos da natureza é diferente, segundo Gudynas. As referências-chave foram os debates ocorridos nos países andino-amazônicos, que partiram da ideia de que alguns elementos da natureza são sujeitos e tem valores próprios, disse.</p>
<p>“O aporte de sentido aos elementos da natureza vem das tradições dos povos originários e não são unanimidade. Num mesmo povo há diferentes interpretações de como avançar nesse assunto, dadas as diferentes inserções ou independência que os grupos tenham frente ao moderno.”</p>
<p>Esse outro caminho é o que se chama biocêntrico e a particularidade é que ele não deve ser visto como oposto ao antropocentrismo, pelo fato de compreendê-lo, explicou. A postura biocêntrica aceita a pluralidade de valores, aceita o valor econômico, o valor de utilidade, mas revela outros valores antes inferiorizados por esse valor de utilidade, como os valores históricos, estéticos, religiosos, culturais e tradicionais, disse. “Isso tem um impacto nas análises ambientais, nos cálculos de custo-benefício, que não podem ser definidos apenas por valorações utilitárias ou contabilidade em escalas monetizadas.”</p>
<p>O biocentrismo considera os valores intrínsecos dos sujeitos não humanos e independem da agência humana para outorgá-los, afirmou Gudynas. Ele destacou que não se trata de uma expressão exclusiva dos povos originários, pois reflete um debate existente na modernidade desde os anos 40.</p>
<p>Isso é importante para explicar o que aconteceu no Equador: "Os direitos da natureza incluídos na Constituição surgiram tanto no âmbito dos povos originários quanto nas discussões em parte dos modernos sobre sua própria concepção antropocêntrica".</p>
<p>A categoria natureza é uma invenção inevitável da condição dos modernos frente ao que nos rodeia: “Ao reconhecermos valores no não humano, a natureza passa a ser incomensurável. Não há nenhum indicador que possa dar uma representação em essência da categoria natureza, só se pode obter valorações parciais, de aspectos dela”.</p>
<p>Outro aspecto é a ampliação dos mandatos morais sobre o que é certo ou errado, que passam a ser estendidos ao não humano. <span>No caso equatoriano, houve uma confluência de forças políticas que trabalharam nesse sentido nos primeiros anos de um governo progressista: “Uma parte importante dos governantes e suas bases eleitorais incluíam grupos indígenas e militantes sociais que defendiam a ideia”. </span><span>Havia também na Assembleia Constituinte um líder político que promovia essa consideração, o economista Alberto Acosta, formado na Alemanha, disse.</span></p>
<p>Além disso, ocorreram casualidades. Uma delas foi um artigo do jornalista e escritor uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015) saído numa revista semanal. “O texto no qual ele afirmava que o Equador aprovara os direitos da natureza foi publicado numa sexta-feira e no fim de semana repercutiu em toda a América Latina. Na segunda-feira os constituintes se disseram: a imprensa mundial está dizendo que aprovamos os direitos da natureza, então temos que aprová-los.” <span>A Constituição foi tão inovadora que incluiu um artigo sobre o direito da natureza de ter restaurados seus ambientes degradados, afirmou o sociólogo.</span></p>
<p><span>Quase no mesmo período da elaboração da nova Constituição equatoriana, criou-se um mito de que a Bolívia também havia aprovado os direitos da natureza, mas o que diz a constituição boliviana é justamente o contrário, segundo Gudynas. “O artigo 9º dela sustenta que são fins e funções essenciais do Estado promover e garantir o aproveitamento responsável e planejado dos recursos naturais.”.</span></p>
<p>Ele destacou que o artigo 355 especifica claramente que “a industrialização e comercialização dos recursos naturais serão prioridade do Estado”. Afirmou que o texto legal boliviano mantém alguns direitos a um ambiente saudável e à qualidade de vida a partir da visão antropocêntrica.</p>
<p>Diante disse, argumentou, alguém poderia dizer ser inconstitucional defender a proteção ecológica de um parque nacional onde houvesse uma reserva petrolífera passível de exploração.</p>
<p>Gudynas observou que se trata-se de uma visão tipicamente liberal defender a preservação da natureza por sua importância geral para a humanidade não por um valor dela em si mesma.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cerimonia-de-oferendas-a-pachamama-na-argentina/image" alt="Cerimônia de oferendas a Pachamama na Argentina" title="Cerimônia de oferendas a Pachamama na Argentina" height="300" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Cerimônia na Argentina de oferendas a Pachamama, divindade dos povos andinos identificada com a natureza (Mãe Terra), incluindo os seres humanos; na concepção biocêntrica, deve-se considerar na natureza no nível local, segundo Gudynas </dd>
</dl><strong>Pachamama</strong></p>
<p>O artigo 72 da Constituição equatoriana diz explicitamente que “a natureza ou Pachamama onde se reproduz e se realiza a vida, tem direito a que se respeite integralmente sua existência e a manutenção e regeneração de seus ciclos vitais, estrutura, funções e processos evolutivos.”</p>
<p><span>A ideia de Pachamama [“Mãe Terra”, na tradução do quéchua], principal divindade dos povos dos Andes centrais, refere-se a um coletivo que envolve o humano e o não humano em bases locais enraizadas no social e no ambiental, incluindo pessoas, gado, áreas silvestres e áreas agrícolas em rotação. Não é análogo à ideia da cultura ocidental sobre áreas silvestres, explicou.</span></p>
<p>No caso boliviano, no entanto, há uma contradição entre o real sentido do Pachamama e como a ideia da natureza e do bem viver foi apresentada pelo então governo Evo Morales na cena internacional, de acordo com Gudynas. Quando<span> a Bolívia se apresenta em fóruns internacionais, como as COP (Conferências das Partes da </span><a href="https://unfccc.int/">Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima</a><span>), a analogia é do Pachamama com a Mãe Terra planetária, “violando a ideia original, que é sempre local”.</span></p>
<p>“Portanto, no discurso nacional e na retórica internacional, se abrem duas avenidas aproveitando o slogan da Mãe Terra internacional. Pode-se criticar o capitalismo, pode-se evocar uma revolução mundial futura pela qual se exigiria/permitiria a proteção dos ecossistemas e acabar com as mudanças climáticas, mas como isso evoca um estado revolucionário biosférico, até que esse sonho se cumpra, os países do sul, nesse caso a Bolívia, continuam sendo extrativistas. E podem replicar aos questionadores: ‘Não temos outra opção senão explorar petróleo e seguir fazendo mineração, porque temos de esperar a revolução planetária'.”</p>
<p>Entre outras considerações adicionais, Gudynas comentou que a concepção antropocêntrica provoca por vezes os chamados “efeitos-derrame”, que são diferentes dos efeitos locais e afetam concepções políticas e políticas públicas, permitindo, tolerando e autorizando extrativismos. No caso brasileiro, afirmou, é o que se dá na discussão se o Ibama vai manter ou não a proibição de exploração de petróleo no litoral do Amapá.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto (a partir do alto): Jonathan Hurtado/Servindi; <a class="external-link" href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Tierra_pachamama.jpg">Julieta Suarez/Wikimedia</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropocentrismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biocentrismo</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-12-11T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/discurso-midiatico-revelou-as-vozes-dominantes-durante-crise-de-agua-em-sao-paulo">
    <title>Discurso midiático revelou as vozes dominantes durante crise da água</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/discurso-midiatico-revelou-as-vozes-dominantes-durante-crise-de-agua-em-sao-paulo</link>
    <description>Levantamento de 503 notícias sobre escassez hídrica publicadas em três jornais brasileiros de grande circulação apontam desafios sobre políticas públicas e transparência.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>De cada dez reportagens publicadas na grande imprensa nos últimos 15 meses referentes à crise hídrica na Grande São Paulo, sete delas trataram de alguma possível solução para a crise. Até o início de 2015, a integração dos sistemas de abastecimento de água foi a principal solução apontada nas reportagens. A prática do reuso e o incentivo à redução do consumo apenas ganharam mais atenção num período subsequente, após os primeiros meses de 2015.</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidrica-1" alt="Janice Kiss, Guilherme Checco, Pedro Jacobi e Juliana Cassano Cibim" class="image-inline" title="Janice Kiss, Guilherme Checco, Pedro Jacobi e Juliana Cassano Cibim" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Da esq. para direita: Kiss,C<span>hecco, Jacobi e Cibim: desafios à transparência das informações </span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Essas constatações são da pesquisa “<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/a-crise-hidrica-e-a-midia" class="external-link">Crise Hídrica e a Mídia</a>”, apresentada no dia <strong>15 de setembro </strong><strong>no IEA</strong>. O levantamento foi empreendido pelo <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/display/CS/Capa+Site">Instituto Democracia e Sustentabilidade</a> (IDS) e pelo<a class="external-link" href="http://www.iee.usp.br/"> Instituto de Energia e Ambiente</a> (IEE) da USP.</p>
<p>Entre os profissionais convidados para debater os resultados, o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jose-carlos-mierzwa" class="external-link">José Carlos Mierzwa</a>, do Departamento de Engenharia Hidráulica da Escola Politécnica (Poli) da USP, ponderou que a pesquisa refletiu o que acontece nas políticas publicas da área.</p>
<p>“Constatamos problemas na racionalização do uso, com a falta de políticas de gestão da oferta e da demanda. Durante um período, as citações sobre reuso aumentaram, mas depois dispersaram e esmoreceram. Por outro lado, há muito desperdício na rede e consumo excessivo”, disse Mierzwa.</p>
<p>Para o especialista, o resultado aponta um problema antigo que se agravou com o adensamento populacional e o uso do solo.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidrica-2" alt="José Carlos Mierzwa" class="image-inline" title="José Carlos Mierzwa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Mierzwa: "Citações sobre reuso aumentaram, mas depois esmoreceram".</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>“Os recursos são escassos e sempre acabamos trazendo água de mais longe, o que leva a mais escassez, pois um maior volume de água significa mais necessidade de saneamento. Com isto, esgotamos nossos rios e trazemos mais contaminação. A solução é tratar o que está aqui”, afirma.</span></p>
<p>Segundo o professor, a Poli está realizando estudos de viabilidade técnica para reuso potável direto, pois já existem tecnologias que permitem extrair desse processo uma água com níveis de potabilidade aceitos internacionalmente.</p>
<p><span><strong>Resultados</strong></span></p>
<p>As principais conclusões do estudo foram apresentadas em um <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/download/attachments/17399866/Infogr%C3%A1fico%20Crise%20H%C3%ADdrica%20e%20a%20M%C3%ADdia%20Pesquisa.pdf?version=1&amp;modificationDate=1440170054000&amp;api=v2">infográfico informativo</a>. A organização do debate contou com o apoio do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/territorialidade">Grupo de Pesquisa em Política Públicas, Territorialidade e Sociedade</a> e do <a href="http://www.idsbrasil.net/pages/viewpage.action?pageId=19038480" target="_blank">Instituto de Democracia e Sustentabilidade</a></p>
<p><span>De janeiro de 2014 a abril de 2015, a</span> pesquisa analisou 503 notícias publicadas em três dos principais jornais brasileiros – Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo –, relacionadas à crise de água na Grande São Paulo.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/a-crise-hidrica-e-a-midia" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-crise-hidrica-e-a-midia-15-de-setembro-de-2015" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Notícias:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-interdisciplinar-sobre-a-seca-em-sao-paulo" class="external-link">Um olhar interdisciplinar sobre a seca em São Paulo</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-do-iea-integra-rede-latino-americana-sobre-agua" class="external-link">Grupo do IEA integra rede latino-americana sobre água</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/gestao-da-agua-e-justica-ambiental" class="external-link">Gestão da água e justiça ambiental</a></p>
<p>Revista:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/crise-hidrica-e-deficiencias-na-gestao-da-agua-sao-tema-de-dossie-da-revista-estudos-avancados" class="external-link">'Estudos Avançados' 84 publica dossiê com análise abrangente da crise hídrica</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A análise do material foi dividida em três fases. A primeira, de janeiro a outubro de 2014, corresponde ao período anterior à aceitação da crise; a segunda, até fevereiro de 2015, foi quando a sociedade e as autoridades reconheceram a situação de crise, no pós-eleições; e a terceira, entre março e abril de 2015, quando houve o reconhecimento da crise e começaram as tomadas de decisões para sanar o grave estresse hídrico.</p>
<p>Na fase 3, o estudo mostra que oito de cada dez notícias tratavam de soluções emergenciais, sendo que as dez soluções mais apontadas foram a diminuição da pressão (18%), seguida por integração dos sistemas (14%); incentivo à redução do consumo (10%); sobretaxa e multas por consumo excessivo (10%); reajuste da vazão outorgada (8%); aumento da produção/vazão (7%); uso do volume morto (5%); redução de perdas na distribuição (5%); aumento do número de reservatórios (5%) e racionamento (4%).</p>
<p>A pesquisa também mapeou os principais atores sociais mencionados ou consultados a respeito do tema. Na fase 1, as “vozes” que mais tinham presença na mídia eram do setor público (estaduais e federais), seguidas por representantes de universidades; setor privado; ONGs e movimentos sociais; comitês de bacia; e outros.</p>
<p>Na fase 2, aumentou a citação dos setores privados, das ONGs e movimentos sociais. A grande diferença ocorreu na fase 3, quando diminuiu a presença tanto de setores públicos quanto de comitês de bacia, em detrimento do aumento da participação de partidos políticos e do setor privado.</p>
<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidrica-4" alt="Rosa Maria Mancini e Samuel Roiphe Barrêto" class="image-inline" title="Rosa Maria Mancini e Samuel Roiphe Barrêto" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Mancini, uma das coordenadoras do estudo, e Barrêto, da TNC</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Um dado importante no desenrolar dos fatos foi a criação da <a class="external-link" href="http://www.aliancapelaagua.com/">Aliança pela Água</a>, uma coalizão que conta com a participação de mais de 50 organizações da sociedade civil. Com isto, a sociedade civil passou a ser mais representada nas notícias sobre o tema”, disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/rosa-maria-mancini" class="external-link">Rosa Maria Mancini</a>, uma das coordenadoras do estudo.</p>
<p>Para a urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/marussia-whately" class="external-link">Marussia Whately</a>, do <a class="external-link" href="http://www.socioambiental.org/pt-br">Instituto Socioambiental</a>, “o levantamento mostra que o discurso da mídia refletiu as narrativas predominantes de cada período”.  Whately lembrou que na primeira fase houve prevalência da falta de chuva apontada como causa da crise. Em seguida, a má gestão ganhou destaque nas notícias avaliadas.</p>
<p>“A evolução da narrativa fica evidente na terceira fase”, disse Whately. Nesse período, há um aumento do discurso sobre desperdício e perdas, além de mais espaço para partidos políticos, setor privado e sociedade civil organizada.</p>
<p><span>“De fato, a narrativa começa de maneira pontual e evolui conforme aparecem novos dados e novas fontes são consultadas. Acredito que problemas ambientais ou temas mais específicos foram muito bem colocados em veículos especializados. Mas isso geralmente não é feito na mídia diária, que repercute o factual, o dia-a-dia”, avalia a jornalista Janice Kiss.</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidirca-3" alt="Marussia Whately e Ana Paula Fracalanza" class="image-inline" title="Marussia Whately e Ana Paula Fracalanza" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span><strong>Whately e Fracalanza: discurso da mídia refletiu as narrativas predominantes</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para Kiss, o tema perdeu destaque porque “ infelizmente, há outros mais urgentes na agenda política e econômica do momento e não há equipes nem espaço que deem conta de cobrir tudo”, afirma.</p>
<p>“Percebo que os jornalistas não ficaram só com o discurso oficial, não ficaram simplesmente repetindo que a falta de chuva foi a causa da crise. Buscaram novos dados e mostraram outros aspectos”, disse o jornalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/rubens-filho" class="external-link">Rubens Filho</a>, do <a class="external-link" href="http://www.tratabrasil.org.br/">Instituto Trata Brasil</a>.</p>
<p><strong>Transparência</strong></p>
<p>A professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza</a>, (EACH-IEE-IEA) apontou que apesar do esforço midiático na cobertura da crise hídrica, as informações não chegaram ao grande público de forma muito clara, de maneira que todos pudessem compreender a situação.</p>
<p>Para o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, (IEA-IEE), que também coordenou o estudo, é importante atentar para a forma como a imprensa olha e aborda determinadas questões, pois a omissão de dados também é desinformação.</p>
<p>Samuel Roiphe Barrêto, da ONG <a class="external-link" href="http://www.tnc.org.br/">The Nature Conservancy</a> (TNC), aponta a dificuldade da mídia em contrapor dados oficiais. “Eu que sou especialista no assunto tive dificuldades para encontrar e entender informações de sites como o da Sabesp”, exemplificou.</p>
<p>Coordenador do Movimento Água para São Paulo e do Programa de Conservação da Floresta Atlântica e Savanas Centrais da TNC, Barrêto lembrou que a mídia precisa melhorar a cobertura sobre questões ambientais que impactam no estresse hídrico.</p>
<p>“As pessoas ainda têm muita dificuldade de entender a relação da cobertura vegetal e da ocupação do solo com a disponibilidade hídrica. Isso deveria ser mais explorado”, disse Barrêto.</p>
<p>Painel também teve a presença da especialista em sustentabilidade <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/maria-augusta-pires-pinto" class="external-link">Maria Augusta Pinto</a>, do <a class="external-link" href="http://www.institutojatobas.org.br/">Instituto Jatobás</a>, além da moderadora do debate, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/juliana-cassano-cibim" class="external-link">Juliana Cassano Cibim</a>, que também coordenou a pesquisa. Coordenadora de conteúdo do IDS, advogada e consultora ambiental e professora da USP, FAAP e FGV, Cibim coordenou a plateia em torno de questões sobre transparência, metodologia do estudo e o papel dos comunicadores diante dos problemas enfrentados sobre a água.</p>
<p>A equipe executiva do trabalho foi composta por Renata Souza Leão (Procam/IEE/USP) e Guilherme Checco (IDS).</p>
<p>A pesquisa “Crise Hídrica e a Mídia” integra o Projeto sobre Recursos Hídricos realizado com o IEE/USP, no âmbito do acordo de cooperação técnico-científico firmado pelas instituições em novembro de 2014.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Jornalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-22T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/designing-and-managing-the-urban-forest-for-the-21st-century-lessons-from-melbourne-australia-6-de-novembro-de-2017">
    <title>Designing and managing the urban forest for the 21st century: lessons from Melbourne, Australia - 6 de novembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/designing-and-managing-the-urban-forest-for-the-21st-century-lessons-from-melbourne-australia-6-de-novembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-06T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/urban-forest-melbourne">
    <title>Designing and managing the urban forest for the 21st century: lessons from Melbourne, Australia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/urban-forest-melbourne</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Melbourne, na Austrália, tem uma longa história de plantação de grandes árvores em toda a sua área metropolitana. Isso remonta às origens da cidade enquanto colônia britânica no século XIX. Houve uma forte cultura horticultural no período colonial que atribuiu muitos benefícios às árvores, como por exemplo valores estéticos e sombra de verão. Avançando para o século XXI, há hoje um novo impulso para plantar árvores em toda a cidade rumo a uma variedade de valores estéticos e funcionais em face da expansão urbana e das mudanças climáticas. Esta fala descreverá algumas das questões históricas, culturais e técnicas que subsidiam estratégias atuais para aumentar a cobertura das árvores nos 30 municípios que compõem a Melbourne metropolitana, com foco em desafios e oportunidades para esse processo.</span></p>
<p><strong>Expositor</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/chris-williams" class="external-link">Chris Williams</a> (Universidade de Melbourne)</p>
<p><strong>Debatedores</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giuliano-locosselli-1" class="external-link">Giuliano Locosselli</a> <span>(IB e IEA - USP)</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> (IB e IEA - USP)</p>
<p><strong>Moderadora</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thais-mauad" class="external-link">Thais Mauad</a> (FM e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-25T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana">
    <title>Desastre Ambiental da Samarco: Impactos e Recuperação </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A ruptura da barragem de rejeitos da Samarco é o maior desastre ambiental do Brasil e um dos maiores já ocorridos no planeta. Essa é uma tragédia que se amplia a cada dia, gerando impactos nos recursos hídricos, nos ecossistemas terrestres e marinhos além de amplas consequências sociais. </span><span>Nesse encontro, pesquisadores da USP mostrarão, cientificamente, qual a gravidade desses impactos e indicarão o que precisa ser feito para a recuperação socioambiental das áreas afetadas.</span></p>
<p><span><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-30T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-futuro-dos-oceanos-em-debate">
    <title>Degradação e conservação dos oceanos em debate</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-futuro-dos-oceanos-em-debate</link>
    <description>Para discutir sua degradação e perspectivas de conservação — e em comemoração ao Dia Mundial dos Oceanos — o IEA, o Instituto Oceanográfico (IO) da USP e a Scientific American Brasil realizarão a conferência O Futuro dos Oceanos: XII Seminário de Manejo Integrado, no dia 8 de junho, às 8h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/oceano" alt="Oceano" class="image-inline" title="Oceano" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A relevância antropológica, econômica e ecológica dos oceanos leva estudiosos e profissionais da área a aprofundarem constantemente seus esforços para conservá-los. Para discutir sua degradação e perspectivas de conservação — e em comemoração ao Dia Mundial dos Oceanos — o IEA, o <a class="external-link" href="http://www.io.usp.br/">Instituto Oceanográfico</a> (IO) da USP e a revista "<a class="external-link" href="http://www2.uol.com.br/sciam/">Scientific American Brasil</a>" realizarão a conferência <i>O Futuro dos Oceanos: XII Seminário de Manejo Integrado</i>, no <strong>dia 8 de junho, às 8h</strong>. O evento é gratuito e tem transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web. Para acompanhar presencialmente é necessário fazer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef6qcz4gC2BsPzwDKylzgN0VmDSMkBsozeuiTFzJZVg3TqAw/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Participarão do encontro pesquisadores, acadêmicos, jornalistas, membros de ONGs e do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Os pesquisadores destacam a importância inestimável do mar para todo tipo de vida terrestre, sendo ele o maior ecossistema do planeta. São os oceanos que regulam a circulação atmosférica, distribuem a umidade e controlam as temperaturas do planeta. São eles também que produzem a maior parte do oxigênio da Terra, além de sequestrar carbono e metano da atmosfera. O mar oferece alimento, lazer e trabalho a bilhões de pessoas.</div>
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<div>Os Seminários de Manejo Integrado foram idealizados em 2006 e, segundo os organizadores do encontro, funcionavam como “um instrumento adicional para a formação de recursos humanos em gestão e governança costeira e oceânica, discutindo temas atuais e estimulando o contato com profissionais atuantes na área”. A iniciativa fazia parte originalmente da disciplina “Manejo Integrado de Ecossistemas Costeiros e Oceânicos” do IO-USP, mas foi desvinculada para ampliar seu alcance.</div>
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<div>Quatro pontos principais serão abordados no encontro: <strong>1)</strong> oceanos e mudanças climáticas; <strong>2)</strong> preservação da vida e biodiversidade marinha; <strong>3)</strong> soluções para um mar sem lixo; <strong>4)</strong> estratégias de conservação marinha, com destaque para as áreas marinhas protegidas. Os organizadores acreditam que o seminário pode ser visto como “uma estratégia de aproximação entre os alunos do curso de oceanografia e as mais variadas formas de atuação profissional”.</div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Pixnio</span></div>
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<h3><strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/sciam-programacao-2018/" class="external-link">CONFIRA AQUI A PROGRAMAÇÃO COMPLETA</a></strong></h3>
<div>
<hr />
<div id="_mcePaste"><i><strong>O Futuro dos Oceanos: XII Seminário de Manejo Integrado</strong></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>8 de junho, 8h</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Auditório IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Para acompanhar presencialmente, é necessário se <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef6qcz4gC2BsPzwDKylzgN0VmDSMkBsozeuiTFzJZVg3TqAw/viewform">inscrever</a></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Mais informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1678</i></div>
<div id="_mcePaste"><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/o-futuro-dos-oceanos" class="external-link">Página do evento</a></i></div>
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</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-08T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/curta-metragem-baseado-no-projeto-amazonia-4-0-vence-premio-de-melhor-documentario-em-festival-europeu">
    <title>Curta-metragem baseado no projeto Amazônia 4.0 vence prêmio de melhor documentário em festival europeu</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/curta-metragem-baseado-no-projeto-amazonia-4-0-vence-premio-de-melhor-documentario-em-festival-europeu</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-679ffd0f-7fff-945b-18da-ba18e4027207">
<p dir="ltr">O filme <i>Amazônia 4.0 - The Reset Begins</i>, inspirado no projeto homônimo desenvolvido pelo climatologista e pesquisador sênior do IEA,<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre" class="external-link"> Carlos Nobre</a>, ganhou o prêmio de melhor documentário em competição mensal do Europe Film Festival UK. A obra tem 25 minutos de duração e pode ser assistido gratuitamente no <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=8clJoIisNC4&amp;t=47s&amp;ab_channel=GRAPEESG">link</a>. O festival é composto por seletivas mensais em que o júri analisa curtas e longas-metragens. Na competição de abril, a produção venceu como Melhor Documentário na categoria Prêmio Especial do Júri e se qualificou para participar da principal cerimônia do festival, realizada anualmente.</p>
<p dir="ltr"><span>O projeto Amazônia 4.0 propõe um novo modelo de desenvolvimento econômico e social que tem a manutenção da floresta como base de produção, articulando o uso de novas tecnologias, potencial biológico e conhecimento tradicional. “Nosso papel é tornar a Amazônia a primeira potência socioambiental da biodiversidade. Os povos indígenas vivem há 12 mil anos na Amazônia com a floresta em pé e promovendo o bem-estar a partir dos recursos da floresta. Temos, então, que criar algo novo, como combinar os conhecimentos tradicionais com os modernos conhecimentos científicos e desenvolver essa nova bioeconomia”, afirma Nobre.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Lançado no Dia da Terra, 22 de abril, o documentário foi dirigido por Alan Teixeira e produzido pelos executivos Ricardo Assumpção e Ione Anderson, respectivamente CEO e COO da Plataforma Grape ESG. A produção visa aumentar a conscientização do público nacional e internacional sobre as principais questões em torno da sustentabilidade da Amazônia, bem como discutir as dificuldades enfrentadas pelos povos tradicionais da floresta e as populações urbanas locais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No curta, o climatologista apresenta explicações sobre a origem das políticas de desmatamento, as ameaças que a floresta enfrenta e as possibilidades para reverter a situação. Didaticamente, Nobre também comenta sobre os perigos de savanização das florestas tropicais, afirma ser possível zerar o desmatamento e conclui: “Uma bioeconomia que mantenha as florestas, os rios e a biodiversidade, com justiça social e com sustentabilidade é totalmente possível de ser implementada na Amazônia.”</span></p>
<p dir="ltr"><span>O filme é permeado por imagens da Amazônia e junta as falas de Nobre com depoimentos de outros especialistas, como Nicole Schwab, codiretora da plataforma para acelerar soluções baseadas na natureza do Fórum Econômico Mundial; Mercedes Bustamante, professora da UNB eleita membro da Academia de Ciências dos EUA; Luiz Fernando Furlan,  ex-ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e o CEO da Grape ESG.</span></p>
</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento Econômico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Bioeconomia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-18T20:39:33Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/corredores-ecologicos-e-conectividade-da-paisagem-26-de-junho-de-2017">
    <title>Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem - 26 de junho de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/corredores-ecologicos-e-conectividade-da-paisagem-26-de-junho-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-26T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/corredores-ecologicos-II">
    <title>Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/corredores-ecologicos-II</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span>II Seminário </span><span>Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem</span></strong></p>
<p>Dando prosseguimento às discussões sobre Conectividade da Paisagem e Corredores Ecológicos, o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo e a Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente promovem um Encontro Científico que discute esse importante tema. Com a base cientifica e de conhecimento bastante avançada, é fundamental estabelecerem-se estratégias e ações amplas e locais, para combater à fragmentação das florestas, tanto numa visão continental, como nacional e regional.</p>
<p><span>Em 2016 o IEA lançou uma plataforma de dialogo sobre o tema, durante o primeiro Seminário Corredores Ecológicos da América Latina, em 26 de maio. Nesse período o Ministério de Meio Ambiente ampliou o interesse já estabelecido pelo governo brasileiro há muitos anos, discutindo e preparando as bases para um Programa Conectividade da Paisagem – Corredores Ecológicos. </span></p>
<p><span>Neste momento, o IEA realiza este II Seminário <span>Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem, com a intenção de </span>chamar novamente a comunidade científica para aprofundar a discussão e participar com o Governo Federal na implementação das ideias e conceitos em curso.</span></p>
<p><span>Os palestrantes convidados abordarão a questão da conectividade nos ecossistemas marítimos e continentais, assim como os temas correlacionados como clima, água, florestas e as questões sociais e culturais.</span></p>
<p><span>O Objetivo do evento é promover a discussão sobre as políticas públicas e as oportunidades de pesquisa relacionadas ao tema, fazendo uma reflexão sobre o papel da academia da difusão do conhecimento científico no desenvolvimento socioeconômico na América Latina e no Brasil.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-01T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/conversas-e-ipressoes-sobre-a-india-mulher-tradicao-e-globalizacao">
    <title>Conversas e Impressões Sobre a Índia: Mulher, Tradição e Globalização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/conversas-e-ipressoes-sobre-a-india-mulher-tradicao-e-globalizacao</link>
    <description>Evento do Grupo de Pesquisa em Política Ambiental</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em dezembro de 2012, estive na Índia por 15 dias, acompanhada pela minha irmã, em Dehli e Rajastão. O principal motivo de nossa viagem foi o de participar do congresso da ARIC (Association pour la Recherche Interculturelle), cujo desenvolvimento revelou alguma lacunas de organização que impediram um melhor desempenho dos participantes. Em relação aos locais visitados, muitos aspectos referentes à vida da cidade chamaram-nos a atenção e nos induziram a refletir a seu respeito, entre eles: ausência de calçadas nas ruas e o estado das edificações: as dimensões monumentais dos prédios públicos e a má conservação das construções privadas, além do mau estado das instalações sanitárias. Em parte, tais experiências resultaram de algumas visitas. Uma, em especial, à residência de uma professora de pós-graduação em Psicologia. Cabe ainda destacar a grande poluição e a intensidade intolerável do trânsito. Em relação à vida rural, tivemos a oportunidade de observar a presença do trabalho feminino, enormes plantações de mostarda e o curioso hábito de homens de banharem-se à beira das estradas. De modo geral, destacam-se as grandes diferenças étnicas, linguísticas e da indumentária. Além disso, surpreendeu-nos o uso bastante restrito da internet, dado que a Índia é considerada com destaque no setor de informática. Em conversa com uma mestranda, revelou-se a força das tradições nos relacionamentos e dos casamentos anunciados nos jornais, o apego a novelas produzidas localmente e a uma intensa atividade artesanal, cumprindo papel importante para as famílias.Ainda nas ruas, observamos que o emprego de motos é muito frequente, chegando a carregar até cinco pessoas por veículo. Além disso, camelos e elefantes continuam sendo usados como meio de transporte e os caminhões circulam muito enfeitados. A alimentação segue receitas tradicionais, sensivelmente diferentes daquelas com as quais estamos acostumados, não obstante os sabores fortes e agradáveis. O sentimento de coletivismo parece impor-se sobre o do individualismo e não se notam sinais de revolta em relação ao status quo. Pelo contrário, a disposição das pessoas pareceu-nos bastante ativa e construtiva.</p>
<p>Essa experiência é o foco da palestra da profa ﻿<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/elaine-pedreira-rabinovich" class="external-link">Elaine Pedreira Rabinovich</a>.</p>
<p><b><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/conversas-e-impressoes-sobre-a-india-mulher-tradicao-e-globalizacao" class="external-link">ASSISTA AO VÍDEO</a></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-03-18T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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