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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-1">
    <title>Por que e para que o 5G no Brasil?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em continuidade às ações pioneiras da USP em pesquisa e aplicação das redes avançadas de comunicações, como a 4G, a Escola Politécnica, o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de Relações Internacionais organizam o <span>ciclo </span><strong>A Implantação de 5G no Brasil </strong>com o objetivo de<strong> </strong>oferecer à sociedade brasileira subsídios para a implementação desta nova tecnologia. Esta iniciativa integra o <span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/think-tank-em-implantacao-de-5g-no-brasil" class="external-link">Think Tank em Implantação de 5G no Brasil</a>, um f</span><span>órum permanente de discussão sobre a implantação da tecnologia de comunicações de quinta geração – 5G envolvendo a sociedade civil, o governo e a academia.</span></p>
<p><span>No primeiro encontro do ciclo</span><span> serão discutidos por que e para que a implantação do 5G é interessante ou não para o país, considerando as aplicações verticais como Agronegócio, Cidades Inteligentes, Indústria e Saúde.</span></p>
<p><b><span>Expositores</span></b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-ogawa-matsubayashi" class="external-link">Marcia Ogawa Matsubayashi</a> (Deloitte)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavio-grynszpan" class="external-link">Flavio Grynszpan</a> (Fiesp)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodrigo-santana-dos-santos" class="external-link">Rodrigo Santana dos Santos</a> (Anatel)</p>
<p><span><strong>Moderador</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/moacyr-martucci-junior" class="external-link">Moacyr Martucci Junior</a> (EP e IRI - USP)</p>
<p><strong><span> </span><span>Relatora</span></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jamile-sabatini-marques" class="external-link">Jamile Sabatini Marques</a> (ABES - Associação Brasileira das Empresas de Software  e Programa USP Cidades Globais do IEA)</p>
<p> </p>
<h3><span>Transmissão</span></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-14T21:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/colocacao-de-monumentos-envolve-disputas-por-construcao-de-narrativas">
    <title>Colocação de monumentos envolve disputas por construção de narrativas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/colocacao-de-monumentos-envolve-disputas-por-construcao-de-narrativas</link>
    <description>Discussão sobre remoção de marcos ligados a memórias dolorosas é tema de série do USP Analisa em parceria com o CPC-USP </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5eb9921f-7fff-017c-5211-610db57e6bcb"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/ibirapuera417123_1920.jpg/@@images/f0e81c1a-5fe7-466c-a9d1-5c06e92def80.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Os protestos recentes protagonizados pelo movimento </span><span>Black Lives Matter</span><span> (em português, “Vidas Negras Importam”) trouxeram novamente à tona a discussão sobre uma possível remoção de monumentos que homenageiam personalidades históricas ligadas a memórias dolorosas, como a morte de negros e indígenas. O USP Analisa coloca esse tema em pauta com uma série especial em quatro episódios a partir desta semana. Neste primeiro programa, conversamos com o especialista do </span><a href="https://biton.uspnet.usp.br/cpc/"><span>Centro de Preservação Cultural (CPC) da USP</span></a><span> Gabriel Fernandes para definir alguns conceitos fundamentais na discussão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele lembra que enquanto a memória é uma construção do presente, e se estabelece no espaço público por meio de vetores como os monumentos, a história é uma disciplina que se pretende científica, baseada em questões metodológicas e teóricas.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span><span>“Quando a gente olha para esse fenômeno de iconoclastia, de destruição de estátuas, sempre tem essa reação de que se está destruindo a memória e a história. Mas de que memória a gente está falando? A quem interessa essa memória? Como essa memória se inseriu no espaço público? Por que que a gente naturaliza determinadas memórias no espaço público e por que a gente associa tão diretamente essa matéria que está presente nos monumentos a essa memória? A discussão talvez precise caminhar um pouco por aí no sentido de tomar de uma maneira não ingênua esses conceitos que são sempre muito movediços”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Gabriel explica que o conceito de monumento surgiu na antiguidade e é associado a esculturas inseridas em espaços públicos. Segundo ele, os exemplos mais comuns são os arcos do triunfo, que simbolizavam vitórias militares.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Normalmente, eles são construídos e posicionados no espaço público com uma certa intenção memorial, com uma certa intenção de construção de narrativa. E aí a gente tem que lembrar que esse processo de construção de narrativas sempre está em disputa. Ele está inserido em um processo de disputas sobre quais memórias, quais identidades vão ser sedimentadas e vão ser consolidadas como as mais importantes, as menos importantes, quais vão ser dignas de serem lembradas e quais não vão”, afirma o especialista.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O primeiro programa da série, que conta com a parceria do Centro de Preservação Cultural da USP, vai ao ar nesta quarta (26), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (30), a partir das 11h30. Ele também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. </span><span>Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-21T17:28:31Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-etica-socioambiental">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Ética Socioambiental</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-etica-socioambiental</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A complexidade inerente ao desenvolvimento das cidades e ao necessário processo de gestão urbana, que contemple os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável em suas políticas, planos, programas, projetos e ações, exige que questões associadas à ética socioambiental, enquanto fundamento, estejam presentes e sejam adequada e efetivamente contempladas.</p>
<p>Para isso, considerando a relevância de serem trazidas e promovidas reflexões e discussões que contemplem a incorporação da ética socioambiental nas atividades e ações acadêmicas, científicas e profissionais, relacionadas à sustentabilidade das cidades e espaços urbanos, a Faculdade de Saúde Pública, em conjunto com o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de Biociências da USP têm colocado esforços para produzir e garantir espaços compatíveis com essa necessidade.</p>
<p>Em continuidade ao Ciclo UrbanSus, o Seminário sobre Ética Socioambiental promove diálogos e reúne experiências sobre o assunto, trazendo à luz temas como ética na ciência e na tecnologia, justiça ambiental, equidade e sustentabilidade. O evento se organiza em quatro painéis: I. Ética na ciência, na tecnologia e no desenvolvimento humano, II. Perspectivas Teóricas para uma Ética Socioambiental, III. Não Humanos na Ética Socioambiental e IV. Território, Equidade e Justiça Ambiental.</p>
<p>O seminário tem o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade aliada à ética socioambiental. O evento contribuirá igualmente para o aprofundamento dos Programas de Pós-Graduação em: Saúde Global e Sustentabilidade; Ambiente, Saúde e Sustentabilidade; bem como contribuição ao Programa de Pós-Graduação Saúde Pública, da Faculdade de Saúde Pública da USP, tanto no que se refere à temática abordada como no que tange à possibilidade de engendrar e reforçar parcerias nacionais e internacionais.</p>
<p><span>O evento é de responsabilidade do Programa Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados e dos Programas de Pós-Graduação da Faculdade de Saúde Pública, e conta com o apoio da CAPES, da Comissão de Cultura e Extensão da FSP e da Universidade Regional de Blumenau (FURB).</span></p>
<p>Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS da ONU, o Ciclo de Seminários UrbanSus - Sustentabilidade Urbana, promovido pelo Programa USP Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados, em conjunto com a Faculdade de Saúde Pública e o Instituto de Biociências, da Universidade de São Paulo, tem por objetivo refletir sobre o papel das cidades e o estímulo para boas práticas compartilhando soluções sustentáveis urbanas, por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras.</p>
<p>Há necessidade de soluções efetivas, acessíveis, equitativas e duráveis para desafios mais urgentes, envolvendo mobilidade, segurança hídrica, energia, saneamento ambiental, áreas verdes, segurança alimentar, rápida urbanização e suas complexas interações com as mudanças globais e a falta de acesso a serviços por grande parte da população, devendo ser consideradas, transversalmente, questões associadas à ética socioambiental.</p>
<p>Assim, o ciclo tem como propósito ser espaço para maior compreensão e propagação da temática  ética socioambiental na academia, na sociedade e no setor público, visando a construção de uma cultura da sustentabilidade nos processos de desenvolvimento das cidades.</p>
<p><strong>Comissão organizadora</strong></p>
<p>Arlindo Philipp Jr (IEA/FSP USP); Amanda Silveira Carbone (FSP USP); Carlos Alberto Cioce Sampaio (FURB/UP); Débora Sotto (FSP USP); Deisy Ventura (IEA e FSP USP); Djonathan Gomes Ribeiro (IEA USP); Luciano Felix Florit (FURB); Marcos Buckeridge (IB e IEA USP); Mary Lobas de Castro (UMC/USP);  Sandra Sedini (IEA USP) e Thaisa Carvalho de Oliveira (IEA USP).</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/relatoria-_urbansus_etica_socioambiental_2019" class="external-link"><strong>RELATORIA</strong></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Território</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-01T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-riscos-climaticos">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Adaptação, Resiliência e Riscos Climáticos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-riscos-climaticos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As mudanças climáticas globais adquirem fundamental relevância nos debates atuais, em vista de sua magnitude, complexidade, potencial de desequilíbrio ambiental e desafios relacionados às previsões dos impactos e vulnerabilidades, bem como da dificuldade de articulação dos diversos setores da sociedade para seu enfrentamento.</p>
<p>Neste contexto, as áreas urbanas adquirem extrema relevância.  Fenômenos como ondas de calor com secas prolongadas, episódios de precipitação de chuvas intensas, ressacas e o aumento no nível do mar são esperados para os próximos anos, em decorrência das mudanças climáticas globais, atingindo as áreas urbanas com considerável gravidade,  em especial populações que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Por outro lado, as cidades apresentam grande potencial de contribuição para enfrentar este quadro, pois são os locais onde se pode desenvolver iniciativas inovadoras nos espectros da mitigação, resiliência e adaptação a eventos climáticos, devido à sua infraestrutura e aproximação dos diversos atores sociais.</p>
<p>Segundo a Nova Agenda Urbana do Habitat III, a forma com que as cidades são planejadas e geridas causa impactos diretos sobre a sua sustentabilidade e resiliência, e podem tornar seus habitantes mais vulneráveis aos impactos adversos das mudanças climáticas.</p>
<p>Diversos encontros vêm sido promovidos pelas lideranças científicas e políticas mundiais para se buscar soluções que sejam democráticas, eficientes e factíveis. Dentro deste contexto, a Conferência das Partes 25 (COP 25) acontecerá no período de 2 a 19 de dezembro, em Santiago, Chile, e reunirá especialistas na área e líderes políticos mundiais em busca de diálogo, para apresentar o estado da arte dentro da ciência das mudanças climáticas globais e toda a discussão transdisciplinar que a envolve</p>
<p>Aproveitando-se de um momento oportuno para se promover o debate científico interdisciplinar sobre o tema, o Seminário “Adaptação, resiliência e riscos climáticos”, em 25 de novembro de 2019, se organizará em quatro painéis: I - Eventos Extremos: Tendências Globais e Impactos Locais, II - Perspectivas Sobre Vulnerabilidade e Resiliência, III - Iniciativas e Estratégias de Adaptação no Brasil e  IV - Financiamento Climático: Desafios e Possibilidades.</p>
<p>O seminário tem o propósito de contribuir para uma maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade alinhada ao enfrentamento dos riscos e desafios decorrentes das mudanças climáticas.</p>
<p>Trata-se de iniciativa do Programa USP Cidades Globais, do Instituto de Estudos Avançados, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS, da ONU. O seminário ocorrerá alguns dias antes do encontro da COP 25, e poderá impulsionar debates e reflexões prévias que poderão, inclusive, serem levados à COP 25 para compartilhamento e aprofundamento junto à comunidade internacional, nos fóruns paralelos que se realizam simultaneamente com a Conferência das Partes.</p>
<p><strong>Comissão Organizadora: </strong></p>
<p>Deize Sbarai Sanches Ximenes; Hugo Rogério de Barros; Ivan Carlos Maglio; Júlio Barboza Chiquetto e Sonia Maria Viggiani Coutinho</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-17T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-inovadoras-para-a-mobilidade-urbana">
    <title>Políticas Inovadoras para a Mobilidade Urbana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-inovadoras-para-a-mobilidade-urbana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O que irá nos salvar do desafio da mobilidade urbana? Tecnologia, novos hábitos e comportamentos, planejamento urbano? Cidades inteligentes? Ou fazer mais do mesmo? Qual a natureza do problema? O período recente revela um sem número de possibilidades de intervenção nos sistemas de transporte urbano. Quais os objetivos a serem cumpridos pelo sistema de transportes (ou de mobilidade, ao gosto do freguês) e quais os critérios para selecionar as intervenções mais adequadas e com que nível de intensidade aplica-las?</p>
<p>Os últimos anos viram o crescimento da crítica à ênfase na cultura do automóvel (mas não há sinais claros de reversão dessa tendência entre nós). As “saídas” estão sendo empurradas para outros setores, em parte com razão.</p>
<div class="visualClear">O que têm feito as cidades que têm liderado as mudanças e buscado a sustentabilidade? Que políticas têm sido adotadas para atingir os novos objetivos? São muitas as questões, um número muito menor de respostas, mas é em muito passado o tempo de discuti-las com seriedade e sem preconceitos.</div>
<div class="visualClear"></div>
<h3 class="visualClear">Palestrante</h3>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/orlando-strambi" class="external-link">Orlando Strambi</a></div>
<h3 class="visualClear">Moderador</h3>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leonardo-augusto-de-vasconcelos-gomes" class="external-link">Leonardo Gomes</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-12T13:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-ciclo-tematico-151119">
    <title>As Mudanças Climáticas e as Megacidades (Ciclo Temático)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-ciclo-tematico-151119</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>“A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris”: Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades.</strong></p>
<p><span>O objetivo desta série de debates é de entender, debater, contribuir e identificar oportunidades para </span><strong>mudança nos padrões de emissões</strong><span> dos gases de efeito estufa, contribuindo para a </span><strong>resiliência</strong><span> dos sistemas naturais e antrópicos, </span><strong>adaptações</strong><span> e dar suporte às </span><strong>políticas públicas</strong><span> locais e nacionais sobre o tema, e ao mesmo tempo, oferecer uma contribuição ao governo brasileiro e seus negociadores para a </span><a class="external-link" href="http://www.cop21paris.org/">Conferência das Partes</a><span> (COP21) sobre Mudanças do Clima, que ocorrerá em Paris, de 30 de Novembro a 11 de Dezembro.</span></p>
<p>Os principais temas destes debates, voltados para a identificação de oportunidades para redução das emissões, adaptações, para o desenvolvimento de tecnologias e soluções inovadoras, resilientes e voltadas para a transição para uma economia de baixo impacto de carbono, contemplando o nexus: <strong>água – energia – alimento e cidades</strong>, suas múltiplas interações e como respondem às <strong>mudanças climáticas</strong>.</p>
<p><span>Os debates terão o formato de “talk-show”, com o tema principal apresentado e moderado por </span><strong>curador(es) envolvido diretamente com o tema escolhido</strong><span>, o qual convida à participação três outros debatedores, representando a iniciativa privada, formuladores de políticas públicas e a academia. Neste formato, não haverá o uso de dispositivos audiovisuais ou PowerPoint, visando estimular o debate e a participação do público.</span></p>
<p><span>Os resultados dos debates serão consolidados em um único documento, o qual será levado a COP21 em eventos paralelos, e entregue ao Governo Brasileiro. Após a COP21, será realizado novo evento, trazendo os resultados obtidos e quais as ações que deverão ser tomadas pelos países, empresas e pela sociedade civil.</span></p>
<p><strong>19 de novembro</strong>, das 9:30 às 12:30</p>
<ul>
<li><strong>As Mudanças Climáticas e as Megacidades: Mobilidade Sustentável, Saúde Pública e Planejamento do Crescimento</strong></li>
</ul>
<p><strong>Curador:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tomas-alvim" class="external-link">Tomas Alvim</a> - Arq. Futuro</p>
<h3><span>Expositores:</span></h3>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lauro-pinotti" class="external-link">Lauro Pinotti</a></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-firmino-pereira" class="external-link">Luiz Firmino Pereira</a></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvio-barros" class="external-link">Silvio Barros</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-24T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/no-iea-miguel-bucalem-comenta-projetos-de-desenvolvimento-urbano-da-prefeitura">
    <title>No IEA, Miguel Bucalem comenta projetos de desenvolvimento urbano da Prefeitura </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/no-iea-miguel-bucalem-comenta-projetos-de-desenvolvimento-urbano-da-prefeitura</link>
    <description>O ex-secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e professor da Escola Politécnica (Poli) da USP, será o convidado do Programa USP Cidades Globais para falar sobre os projetos e iniciativas de planejamento e desenvolvimento urbano em que ele esteve envolvido na Prefeitura Municipal de São Paulo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f669868d-e455-d2ad-ae21-5068627182e1"> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Miguel-Luiz-Bucalem-perfil.jpg" alt="Miguel Luiz Bucalem - Perfil" class="image-inline" title="Miguel Luiz Bucalem - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Miguel Bucalem</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">No dia <strong>30 de novembro, às 14h30</strong>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/miguel-bucalem" class="external-link">Miguel Bucalem</a>, ex-secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e professor da Escola Politécnica (Poli) da USP, será o convidado do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> para falar sobre os projetos e iniciativas de planejamento e desenvolvimento urbano em que ele esteve envolvido na Prefeitura Municipal de São Paulo. Um dos focos da apresentação, que acontece na Sala de Eventos do IEA, será no planejamento estratégico de longo prazo das cidades. Para participar, é necessária <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfR0hSGCA82E7vex1DLs-msX4aEeFVjgFsaDHSg0rIHqFhNMg/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<p dir="ltr"><span>Enquanto secretário de Desenvolvimento Urbano, cargo que ocupou entre 2009 e 2012, Bucalem liderou a formulação do projeto SP 2040, plano estratégico de longo prazo para a cidade de São Paulo até o ano de 2040, feito pela prefeitura </span><span>em parceria com a Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo (Fusp). </span><span>O projeto norteia as políticas públicas em cinco grandes áreas: oportunidade de negócios; desenvolvimento econômico sustentável; mobilidade e acessibilidade; equilíbrio social e melhoria ambiental. Uma das principais ideias do projeto é promover a troca do carro pela bicicleta, melhorando a mobilidade urbana.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além de secretário, Bucalem também foi chefe da Assessoria Técnica de Planejamento Urbano da Secretaria Municipal de Planejamento, em 2007 e 2008, e presidente da empresa municipal São Paulo Urbanismo desde sua criação, em 2010, até 2012. É professor titular da Poli-USP desde 1997, onde atua como professor, pesquisador e consultor em Engenharia de Estruturas e em Modelagem Matemática e Computacional de Sólidos e Estruturas.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong><span>Projetos, Planejamento e Desenvolvimento Urbano no Contexto Brasileiro</span><br /></strong></i><i>30 de novembro, às 14h30<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5° andar, Butantã, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com transmissão<a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"> ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Inscrições <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfR0hSGCA82E7vex1DLs-msX4aEeFVjgFsaDHSg0rIHqFhNMg/viewform">via formulário</a><br /></i><i>Mais informações: Djonathan Gomes Ribeiro (uspcidadesglobais@usp.br), telefone: (11) 3091-1693<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/projetos-planejamento-desenvolvimento-urbano" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-22T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/tendencia-e-macrometropole-de-sao-paulo-dominar-o-sistema-urbano-brasileiro">
    <title>Tendência é macrometrópole de São Paulo dominar o sistema urbano brasileiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/tendencia-e-macrometropole-de-sao-paulo-dominar-o-sistema-urbano-brasileiro</link>
    <description>Em comparação com o entorno da cidade do Rio de Janeiro, a região próxima à capital paulista tem cidades maiores, mais importantes e que continuam crescendo, como Campinas, e, portanto, cresce mais que a área fluminense</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-macrometropolis" alt="Mesa Macrometrópolis" class="image-inline" title="Mesa Macrometrópolis" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Da esquerda para a direita: François Ebrard, Hervé Théry, Cathy Chatel e Roberta Galvão</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A região metropolitana extensa de São Paulo – que vai desde a região de Campinas até a fronteira com o Estado do Rio de Janeiro – deve dominar sozinha o sistema urbano brasileiro no futuro. Em comparação com o entorno da cidade do Rio de Janeiro, a região próxima à capital paulista tem cidades maiores, mais importantes e que continuam crescendo, como Campinas, e, portanto, cresce mais que a área fluminense, como explicou a francesa </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cathy-chatel">Cathy Chatel</a><span>, pesquisadora visitante da Unesp e integrante do e-Geopolis.</span></p>
<p dir="ltr">Ela participou do seminário <i>Macrometrópoles de Alta Densidade: São Paulo e Xangai</i>, realizado no IEA no dia 12 de setembro, ao lado de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberta-fontan-pereira-galvao">Roberta Fontan Pereira Galvão</a>, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francois-moriconi-ebrard">François Moriconi-Ebrard</a>, da Unesp e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/herve-thery">Hervé Théry</a>, do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/territorialidade">Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidades e Sociedade</a>, que organizou o evento em parceria com a Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP.</p>
<p dir="ltr">Segundo a pesquisa de Cathy, a diferença no número de habitantes da região metropolitana de São Paulo e Rio de Janeiro dobrou entre 1980 e 2010. Naquele ano, a população da área próxima a São Paulo era de 11 milhões de habitantes, três milhões a mais que a metropolitana do Rio de Janeiro. Já em 2010, a região metropolitana paulista passou a ter quase seis milhões a mais que a fluminense.</p>
<p dir="ltr">Se consideradas as regiões metropolitanas extensas, em 2016, a de São Paulo possuía 28 milhões de habitantes em 30 municípios, contra 13 milhões de habitantes na do Rio de Janeiro, divididos em 16 municípios.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cathy-chatel" alt="Cathy Chatel" class="image-inline" title="Cathy Chatel" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Para Cathy Chatel, “São Paulo vai dominar sozinho o sistema urbano brasileiro”</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">“A descontinuidade no sistema urbano permite dizer que Rio e São Paulo são as metrópoles brasileiras”, diz Cathy. E já possuindo densidade populacional maior, além de apresentar maior crescimento, “São Paulo vai dominar sozinho o sistema urbano brasileiro”, completou a geógrafa.</p>
<p dir="ltr">O aglomerado de São Paulo já é um dos maiores do mundo, como apresentou Moriconi-Ebrard. Na classificação liderada por Xangai, na China, São Paulo ocupa a 11ª posição, com 18,7 milhões de habitantes, atrás dela, na 27ª posição, está o Rio de Janeiro.</p>
<p dir="ltr">No entanto, o local mais densamente habitado no mundo é, na verdade, uma ilha colombiana. Santa Cruz del Islote está localizada no Mar do Caribe, próximo a Cartagena. Lá praticamente não há espaço livre, tanto que o cemitério teve que ser construído em outra ilha.</p>
<p dir="ltr"><strong>Espaço rural x espaço urbano</strong></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/macrometropoles-de-alta-densidade-sao-paulo-e-xangai" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/macrometropoles-de-alta-densidade-sao-paulo-e-xangai-12-de-setembro-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">No início de 2010, a população mundial se tornou predominantemente urbana. Mas, como aponta Roberta Galvão, cada país atingiu esse ponto em diferentes momentos. A população japonesa, por exemplo, tornou-se de maioria urbana em 1950, enquanto a brasileira foi apenas no final da década de 60. Tardiamente, isso só aconteceu na China em 2010 e na Tailândia apenas em 2015.</p>
<p dir="ltr">“Diferenciar áreas urbanas e rurais é fundamental na gestão de políticas públicas e no desenvolvimento de áreas rurais”, afirmou Roberta, que desenvolveu uma pesquisa para reconhecer a real área rural no entorno da metrópole paulista. Na pesquisa, foram identificadas discrepâncias entre o que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta e o que a mancha urbana mostra.</p>
<p dir="ltr">“As características de cidades rurais vêm mudando. Atualmente, existe turismo, lazer, indústrias e condomínios nessas áreas”.</p>
<p dir="ltr">Segundo a pesquisadora, o IBGE, fonte de dados que subsidiam a formulação de políticas públicas, utiliza um método que não corresponde ao real. O Instituto define qual é o espaço urbano e o que sobra da área municipal é considerado rural. No caso de São Paulo,  quando Roberta comparou com a mancha urbana da metrópole constatada em sua pesquisa, verificou que a área que o IBGE considera urbana é maior do que a área realmente existente. Na verdade, existe mais área rural na metrópole de São Paulo do que o IBGE indica em seus dados.</p>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans / IEA-USP</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-13T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-4">
    <title>Um debate sobre a desigualdade e a violência nas metrópoles </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-4</link>
    <description>O seminário "Desigualdade e Violência", realizado no dia 25 de agosto, foi uma iniciativa do Programa USP Cidades Globais do IEA e da sétima edição da Virada Sustentável São Paulo. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/virada-sustentavel-desigualdade-e-violencia-mesa-25-8-2017" alt="Virada Sustentável - Desigualdade e Violência - mesa - 25/8/2017" class="image-inline" title="Virada Sustentável - Desigualdade e Violência - mesa - 25/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O seminário </strong><strong><strong><i>Desigualdade e Violência</i> encerrou o ciclo organizado pelo IEA e pela Virada Sustentável São Paulo</strong></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Uma das características de metrópoles como São Paulo são os contrastes extremos das condições de vida, em função das desigualdades presentes na sociedade e elevados índices de violência.</p>
<p>Uma cidade sustentável não pode deixar de se preocupar com esses aspectos, que interferem diretamente na qualidade de vida de seus habitantes. <span>O seminário </span><i>Desigualdade e Violência</i><span>, no dia 25 de agosto, foi uma oportunidade para discutir essas questões.</span></p>
<p><span>O evento foi uma iniciativa do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a><span> do IEA e da sétima edição da </span><a href="https://www.viradasustentavel.org.br/conteudos/sao-paulo.html" target="_blank">Virada Sustentável São Paulo</a><span>. Os expositores foram dois pesquisadores da USP: a cientista política Marta Arretche, diretora do </span><a class="external-link" href="http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/">Centro de Estudos da Metrópole (CEM)</a><span>, e o sociólogo Sérgio Adorno, coordenador científico do </span><a class="external-link" href="http://nevusp.org/">Núcleo de Estudos da Violência (NEV)</a><span>. </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vitor-souza-lima-blotta">Vitor Blotta</a><span>, docente da Escola de Comunicações e Artes (ECA), foi o coordenador. O seminário integrou um ciclo que teve </span><span>outras três discussões: </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZarHgwtF_lk&amp;t=50s" target="_blank"><i>Sustentabilidade, Complexidade e Políticas Públicas</i></a><span> e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mTDB-Ct0GuE" target="_blank"><i>Mobilidade Urbana</i></a><span> e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Cwli_h70ZA8&amp;t=9474s" target="_blank"><i>Mudanças Climáticas e Cidades</i></a><span>, também no dia 25 de agosto.</span></p>
<p><span><strong>Igualitarismo</strong></span></p>
<p><span>Para julgar uma sociedade a partir de seu grau de igualdade é preciso possuir uma teoria normativa sobre quais desigualdades são moralmente aceitáveis, de acordo com Marta Arretche.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>SEMINÁRIOS DO PROGRAMA USP CIDADES GLOBAIS NA VIRADA SUSTENTÁVEL</strong></p>
<p><strong>Desigualdade e Violência</strong></p>
<ul>
</ul>
<p><i>Midiateca</i></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=YZPgCMctCR4">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/virada-sustentavel-24-e-25-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Sustentabilidade, Complexidade e Políticas Públlicas</strong></p>
<p><i>Notícia</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-1" class="external-link">As políticas para a sustentabilidade urbana vistas pela complexidade</a></li>
</ul>
<p><i>Midiateca</i></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=ZarHgwtF_lk">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/virada-sustentavel-24-e-25-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Mudança Climática e Cidades</strong></p>
<p><i>Notícia</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-2" class="external-link">Os efeitos das mudanças climáticas nas cidades e como enfrentá-los</a></li>
</ul>
<p><i>Midiateca</i></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=Cwli_h70ZA8">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/virada-sustentavel-24-e-25-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Mobilidade Urbana</strong></p>
<p><i>Notícia</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-3" class="external-link">A mobilidade urbana como fator de sustentabilidade das cidades</a></li>
</ul>
<p><i>Midiateca</i></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=mTDB-Ct0GuE">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/virada-sustentavel-24-e-25-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<i>Leia mais sobre o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>"Os liberais consideram que todos devem ser iguais perante a lei e o Estado não deve intervir. Não são contra a igualdade, mas acham que ela deve estar restrita à dimensão das relações do indivíduo com a lei. No outro extremo estão os igualitaristas, que são favoráveis à igualdade de resultados, igualdade nas condições de vida."</p>
<p>Ela se orienta pelas ideias de igualitaristas como o filósofo John Rawls (1921-2002), autor de "Teoria da Justiça", e o economista e filósofo indiano Amartya Sen, ganhador do Nobel de economia em 1998. "As desigualdades resultantes de aspectos naturais, como esforço e talento, são aceitáveis. O que não devemos aceitar é aquelas que impedem os indivíduos de fazerem suas escolhas livremente."</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marta-arretche-virada-sustentavel-25-8-2017" alt="Marta Arretche - Virada Sustentável - 25/8/2017" class="image-inline" title="Marta Arretche - Virada Sustentável - 25/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Marta Arretche</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A outra questão, segundo ela, é como escolher as dimensões da vida nas quais as instituições deveriam reduzir as desigualdades. "Os libertários defendem que o critério para selecionar essas dimensões deveria ser baseado nas preferências individuais, mas isso não leva a nenhuma decisão, pois os indivíduos podem ter preferências e desejos que não sejam razoáveis ou sejam fúteis."</p>
<p>"Há estudos sobre as aspirações em países africanos que apontam o acesso à Coca-Cola como algo relevante, pois seria algo refinado, que aproximaria o indivíduo aos padrões de vida de países mais ricos. Mas isso é uma preferência fútil."</p>
<p>Para Amartya Sen, segundo Marta, as próprias preferências são afetas pela desigualdade: gente sujeita a grandes privações tem um horizonte de perspectivas limitado; os criados na fartura querem muito mais do que seria razoável.</p>
<p>No entanto, o trabalho que mais influencia a literatura numa perspectiva multidimensional de combate à desigualdade é aquele feito em 2009 para o governo francês pelo economista Joseph Stiglitz, ganhador do Nobel de economia em 2001, explicou a pesquisadora.</p>
<p>De acordo com o estudo, deve-se considerar uma lista básica de nove dimensões não fúteis: consumo material, qualidade habitacional, saúde, mercado de trabalho, lazer, qualidade das interações sociais, qualidade ambiental, direitos políticos e liberdade de expressão. <span>"Esse trabalho influencia muita coisa e. com exceção da questão ambiental, essa lista está em debate entre os igualitaristas desde o final do século 19."</span></p>
<p><span>"Precisamos entender melhor o que afeta as possibilidades de igualdade em cada uma dessas dimensões, uma teoria positiva que explique por que o mundo social é desse modo.</span></p>
<p><span> </span><span>Marta disse que os estudos do CEM indicam que o grande desafio para a liberdade de escolha não é a carência em uma das dimensões, mas a superposição de desvantagens. "Estudamos as diferenças a partir de uma dimensão, mas os indivíduos são uma combinação dessas coisas. Uma mulher pobre e não branca acumula desvantagens."</span></p>
<p>Como exemplo dos impactos da desigualdade de renda, ela afirmou que isso tem grande influência na escolaridade a ser atingida pelo indivíduo e nas suas demandas em saúde: "Os mais ricos e escolarizados gastam mais com consultas e exames, os mais pobres e menos escolarizados demandam mais internações. Se o sistema estiver propiciando internações, estará atendendo aos mais pobres."</p>
<p><span>Arretche disse que os espaços urbanos são altamente segregados, com a concentração de indivíduos semelhantes no mesmo território. "Estamos habituados a estudar a desigualdade em termos de indivíduos, mas ela tem uma dimensão espacial. Há superposição de desigualdades tanto nos indivíduos quanto nos territórios." Em sua opinião, o</span><span> conceito da superposição poderia ser útil para definir quais populações merecem atenção prioritária.</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sergio-adorno-virada-sustentavel-25-8-2017" alt="Sérgio Adorno - Virada Sustentável - 25/8/2017" class="image-inline" title="Sérgio Adorno - Virada Sustentável - 25/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sérgio Adorno</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Violência</strong></p>
<p><span>Para Sérgio Adorno, é difícil falar de violência sem falar na vida na cidade, na desigualdade, no acesso aos direitos e em outras questões.</span></p>
<p><span>"Nas discussões na sociedade, violência é um sinônimo para crime. Mas há uma diferença fundamental: o crime é a violência penalmente classificada, mas há uma série de atos que afetam a integridade física e psíquica dos indivíduos e não são punidos porque não são considerados crimes."</span></p>
<p><span></span><span>Além disso, "há a falsa impressão de que a violência no Brasil é um fenômeno recente, dos últimos 20, 30 anos". Uma visão errada de um passado de muitos atos cruéis na educação das crianças, no desfrute do corpo da escrava como capital da propriedade, no espancamento de mulheres para subjugá-las, comentou Adorno.</span></p>
<p>Falar de violência é ir além dos muros das prisões, segundo ele. "Ela faz parte do mundo das relações pessoais e provoca danos, prejuízos e sofrimento numa relação desigual, onde alguém se impõe sobre outra pessoa."</p>
<p>Por outro lado, a percepção do que é violento varia. Para explicar isso ele citou o <span>levantamento </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/especial/2012/dnapaulistano/" target="_blank">DNA Paulistano</a> <span>feito pelo jornal "Folha de São Paulo" em 2012 nos distritos da capital. '"À pergunta 'Você se sente muito inseguro no seu bairro?', os moradores em áreas com altas taxas de homicídio e outros problemas, como falta de saneamento e de água, responderam 'sim' em menor proporção do que aqueles de áreas com taxas mais baixas de homicídios, que dizem se sentir muito inseguros."</span></p>
<p>"Minha hipótese é que onde as taxas de homicídio são altas, os moradores se habituaram a ver os mortos dia sim dia não e consideram que 'isso acontece, nada será feito para mudar e a gente vai vivendo'. Nos bairros de alta renda, se um parente é assaltado ou assassinado, são utilizados todos os mecanismos sociais para que seja feita justiça. As mortes não são iguais."</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/vitor-blotta-virada-cultural-25-8-2017" alt="Vítor Blotta - Virada Sustentável - 25/8/2017" class="image-inline" title="Vítor Blotta - Virada Sustentável - 25/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Vitor Blotta</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nenhuma sociedade que caminhou em direção à democracia, ao estado de direito, deixou de lidar com a questão dos homicídios, de acordo com Adorno. "No hemisfério norte, as taxas diminuíram, no hemisfério sul, cresceram. <span>É difícil lidar com uma sociedade em que a proteção equitativa do direito à vida não é assegurada minimamente."</span></p>
<p>Segundo ele, não há consenso sobre as causas da violência no Brasil. "Sabemos que o surgimento do crime organizado alterou a economia da criminalidade e isso mudou a configuração dos crimes e da violência. As respostas dadas pelos governos tem sido matar sem perguntar e o encarceramento em massa, o que serviu para estruturar o crime organizado nas prisões."</p>
<p>Adornou disse que nos anos 2000 a cada 11 minutos em média uma pessoa foi assassinada. "Nos últimos 20 anos do século, 1,1 milhão de pessoas foram assassinadas, 50% mais do que as vítimas da guerra civil em Angola."</p>
<p><strong>Mídia</strong></p>
<p>Em uma de suas intervenções, Vitor Blotta comentou que os meios de comunicação refletem esse quadro de violência, com os programas jornalísticos de televisão "expondo irregularmente suspeitos e vítimas e apresentando coisas que podem estimular o uso da violência na resolução de conflitos".</p>
<p>Blotta disse que ao examinar essa questão do ponto de vista jornalístico surgiu a dúvida quanto à efetividade de uma coação externa para minimizar esse tipo de violência midiática. "Ela seria silenciada um pouco, mas não deixaria de existir na sociedade. A mudança efetiva viria mesmo a partir do campo interno do próprio jornalismo."</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-22T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/os-mapas-de-ruido-e-a-qualidade-ambiental-urbana-21-de-setembro-de-2017">
    <title>Os Mapas de Ruído e a Qualidade Ambiental Urbana - 21 de setembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/os-mapas-de-ruido-e-a-qualidade-ambiental-urbana-21-de-setembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-21T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/tempos-de-pandemia">
    <title>Sistemas de Saúde em Tempos de Pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/tempos-de-pandemia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><strong>Webinar</strong></span></p>
<p><span>Por que o Brasil, descrito como um país em desenvolvimento, tem um sistema de saúde público relativamente bom, apesar de sua desigualdade? </span><span>E por que os Estados Unidos, um dos países mais ricos no mundo, têm um nível de saúde básica relativamente baixo? </span></p>
<p><span>O evento vai comparar São Paulo e Atlanta, duas cidades formadas da escravidão e que receberam muitos imigrantes de Ásia, Europa, Américas e África desde o século passado. </span></p>
<p><span>Os debatedores, pesquisadores nas áreas de saúde pública e medicina, vão discutir os efeitos da pandemia comparando o sistema de atendimento universal e gratuito no Brasil e o contrário nos EUA. </span></p>
<p><span>Os focos da discussão incluirão: como imigrantes e grupos minoritários são afetados pela pandemia e por que a continuidade de cuidado de doenças crônicas é tão maior no Brasil do que nos EUA.</span></p>
<p><span><span><strong>Expositores:</strong></span></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-cosentino" class="external-link">Fernando Cosentino</a> (UBS Bom Retiro)</span></p>
<p><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/emily-s-pingel" class="external-link">Emily S. Pingel</a> (Emory University)</span></span></p>
<p><span><span><span><strong>Debatedora:</strong></span></span></span></p>
<p><span><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandra-llovet" class="external-link">Alexandra Llovet </a>(Emory University)</span></span></span></p>
<p><span><span><span><span><strong>Coordenador:</strong></span></span></span></span></p>
<p><span><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jeffrey-lesser" class="external-link">Jeffrey Lesser</a> (IEA e Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA)</span></span></span></p>
<h3>Transmissão</h3>
<p><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Imigração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-07-29T18:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lei-de-residuos-solidos-nao-e-cumprida-e-faltam-pesquisas-sobre-contaminacao-de-solo">
    <title>Faltam pesquisas na área de contaminação dos solos e mineração</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lei-de-residuos-solidos-nao-e-cumprida-e-faltam-pesquisas-sobre-contaminacao-de-solo</link>
    <description>Em palestras sobre contaminação do solo e resíduos da mineração, especialista mostra prós e contras da Política Nacional de Resíduos Sólidos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lixao" alt="Lixão" class="image-inline" title="Lixão" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Lixões são ilegais, mas ainda persistem em 75% dos municípios brasileiros, mostrou especialista da Poli-USP</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Por lei, todos os lixões do país deveriam ter sido fechados até 2014. Segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305), de 2010, o lixo urbano deveria passar por reaproveitamento e reciclarem, antes da disposição final em aterros sanitários. A omissão por parte dos agentes públicos deveria resultar em sanções administrativas e até penais. Mas nenhuma penalidade foi aplicada até o momento e 75% dos municípios brasileiros ainda jogam seu lixo a céu aberto. Além disso, persistem as lacunas de pesquisa em tecnologia e gestão nessa área, mostrou a professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-eugenia-gimenez-boscov">Maria Eugênia Gimenez Boscov</a>, da Escola Politécnica (EP) da USP, durante a conferência <i>Água, Solo, Poluição e a Política Nacional de Resíduos Sólidos, </i>realizada no dia <strong>14 de outubro</strong> no IEA.</p>
<p>Engenheira civil especialista em poluição do solo e de águas subterrâneas, Boscov abordou ainda os desafios relacionados aos resíduos da mineração e do gerenciamento de áreas contaminadas. Os gargalos de pesquisa nesses setores também são grandes, mostrou.  O debate teve a coordenação do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno">Mario Sergio Salerno</a>, da EP-USP e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade">Observatório da Inovação e Competitividade</a> do IEA.</p>
<p>“O Brasil produz 215 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos por dia e só 58% desse volume está disposto adequadamente. Os três maiores municípios brasileiros geram um terço da massa de resíduos urbanos e juntos poderiam totalizar 42% do volume que iria para aterro, caso todo o seu lixo fosse destinado corretamente. Porém, sobram 75% de pequenos municípios que ainda possuem destinação inadequada do lixo. Desde 2010, esses números praticamente não mudaram”, compara Boscov.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Maria-Eugenia-Gimenez-Boscov-materia.jpg" alt="Maria Eugênia Gimenez Boscov" class="image-inline" title="Maria Eugênia Gimenez Boscov" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Entender os fluxos dos resíduos poderia melhorar a gestão compartilhada do lixo, diz Boscov.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A construção de aterros envolve uma série de etapas e uma logística cara para pequenos municípios. Daí a importância dos governos locais se unirem. “Precisamos fomentar aterros consorciados. Mas também precisamos de uma prática nacional de trabalho integrado entre municípios e, infelizmente, ainda não temos essa expertise. O suporte dos governos é fundamental para a renegociação de contratos”, afirma.</p>
<p>A responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, prevista em lei, é questão resolvida em alguns países, mas difícil de equacionar, criticou. “Alguns países simplificaram isso, escolhendo responsabilizar o gerador do resíduo, ou o produtor, mesmo que seja repassado nos produtos os gastos com logística reversa. A responsabilidade compartilhada é um conceito muito diluído e todos estamos ligados a isso. Porém, quando ocorre algum problema, alguém acaba sendo responsável de qualquer maneira”, disse.</p>
<p>Entender os fluxos dos resíduos pode ajudar na questão da responsabilidade compartilhada, mas ainda há pouca pesquisa sobre isso, avalia. “O resíduo do processo industrial é da indústria. Mas depois que o produto vai para as casas, quem se responsabiliza pelos resíduos ligados àquele produto? Para grandes empresas, é possível criar acordos setoriais, por exemplo, em bancos, milhares de equipamentos eletrônicos não têm uma destinação definida”, afirma.</p>
<p>O fato de a lei reconhecer o resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social é louvável, mas ainda pouco praticado, afirma Boscov. “Os resíduos da construção, britados e peneirados, podem ser utilizados em concretos e pavimentos e até em drenos de aterros. O lodo do saneamento, se desidratado, pode ter diversas destinações. O bagaço da cana-de-açúcar ainda tem 10% de desperdício e poderia ser usado em muitos compósitos de fibra”, exemplifica.</p>
<p>A disseminação do reuso, porém, passa não só por aspectos logísticos e de inovação, como também sociais. “Muitas pessoas ainda têm preconceito de comprar ou usar coisas recicladas por questão de segurança. É preciso um trabalho social para que esses produtos sejam valorizados e utilizados quando há comprovação de que não representam risco à saúde humana e ao ambiente”, disse.</p>
<p>Toda a engenharia de construção de aterros, bem como o tratamento dos resíduos, ainda precisa de muita pesquisa, afirma Boscov. “Todo ano tem ruptura de aterro sanitário, apesar da técnica já estar bastante evoluída. Há muita necessidade de inovação nessa área. Quanto ao tratamento dos resíduos, ainda é muito tratar chorume, por exemplo. Podem ser tratados como numa estação de tratamento de esgoto industrial ou doméstica, mas há outras técnicas, com evaporação, polimento, fitorremediação ou osmose reversa. É outra área que vale a pena investir em pesquisa”, afirma a especialista.</p>
<p>Boscov lembra ainda que outra meta estabelecida na Política Nacional de Resíduos Sólidos era que estados e municípios deveriam ter seus planos de gestão integrada de resíduos sólidos como “condição imprescindível para receber recursos federais, mas até o momento apenas 50% desses entes fizeram planos de gestão integrada”.</p>
<p> </p>
<p><strong>Contaminação industrial</strong></p>
<p>A pesquisadora deu exemplos de casos famosos de contaminação do solo por atividades industriais, como o de Love Canal, nos Estados Unidos, ou o do orfanato Cidade dos Meninos, em Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Ambos remetem à negligência tanto do poder público quanto das empresas no que diz respeito ao tratamento e destinação de resíduos contaminantes, bem como na readequação de terrenos utilizados como plantas industriais.</p>
<p>“A partir da Segunda Guerra Mundial, cresceu muito o número de disposição inadequada de resíduos contaminantes. Tanto que a Agência Ambiental dos Estados Unidos acabou incorporando a tarefa de monitorar contaminações do solo. Aqui, a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) tem essa tarefa e produz uma lista de áreas contaminadas no estado”, disse.</p>
<p>Segundo Boscov, há muitas técnicas para recuperar áreas contaminadas e diversos casos bem sucedidos de reinserção desses terrenos para novos usos no tecido urbano. A descontaminação pode ser feita pela remoção do solo e deslocamento do mesmo para área adequada, onde receberá tratamento químico, físico, biológico ou térmico, dependendo do resíduo. A descontaminação pode ainda ocorrer sem a remoção do solo, com o confinamento geotécnico (isolamento e confinamento) para conter os resíduos; bombeamento de água subterrânea quando for o caso de contaminação da água; além do tratamento <i>in situ</i>.</p>
<p>“O tratamento <i>in situ</i> é uma grande área de pesquisa e inovação e sempre há uma nova técnica sendo estudada. As técnicas variam desde extração por solvente, neutralização, incineração, ou ainda, oxidação, redução, vitrificação e muitas outras”, disse.</p>
<p>O gerenciamento das áreas contaminadas segue um modelo mais ou menos consolidado no mundo, mas ainda é uma área com muitos desafios, especialmente quanto à visão integrada, disse. “Por exemplo, toda avaliação de risco é feita sobre uma projeção futura do uso da área, mas há pouco consenso sobre impactos que já afetaram pessoas em áreas contaminadas”, disse.</p>
<p>Os passos do gerenciamento seguem uma sequência muito inflexível e muitas vezes isso produz gastos excessivos na remediação de danos, acredita. “Há soluções ou etapas anteriores que poderiam ser adotadas e os custos seriam reduzidos. Estudos e investimentos em saneamento poderiam ser muito mais efetivos do que a remediação, por exemplo. Precisamos de mais inovação para encarar o problema”, disse.</p>
<p> </p>
<p><strong>Resíduos da mineração</strong></p>
<p>A atividade mineradora é outra fonte importante de contaminação dos solos e águas. O acidente de Mariana (MG), que em novembro completa um ano, foi lembrado pela professora da Poli ao comentar o tipo de barragem mais comum no mundo e também naquele estado, a barragem de alteamento a montante. É um tipo de barragem muito criticada, pois possui custos competitivos, porém, altos riscos, ressaltou Boscov.</p>
<p>“Por definição, essas barragens são obras de alto risco. A cada 30 anos, a produção mineradora aumenta 10 vezes e o tamanho da barragem dobra nesse período. São obras que alcançam alturas colossais. Com isso, o risco é crescente. Há métodos mais seguros de altear, por exemplo, o alteamento a jusante”, afirma.</p>
<p>Vale notar que recentemente o Ministério Público Federal (MPF) emitiu recomendação ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para que não aprove mais a barragem de alteamento a montante, alegando que a técnica é insegura. Recomendou também que os planos de mineração tenham destinação ecológica dos rejeitos. A destinação ambientalmente adequada deverá ser feita de forma gradual, num percentual progressivo que deverá atingir 70% em 2025, segundo o MPF. Além disso, a maioria dos acidentes com barragens de rejeito no mundo estão associados a esse método. Por exemplo, os ocorridos em Fernandinho (1986); Rio Verde (2001); Herculano (2014); e Fundão (2015), todas em Minas Gerais. No Chile, o alteamento a montante já foi proibido.</p>
<p>O acidente de Mariana foi considerado o maior desastre mundial do gênero. A barragem do Fundão, da mineradora Samarco – joint venture entre a Vale e a BHP Billiton –, liberou 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração, destruindo o subdistrito mineiro de Bento Rodrigues. Considerado o volume e a distância percorrida pelos rejeitos, formados principalmente de óxido de ferro, água e lama, o acidente de Mariana equivale aproximadamente à soma dos outros dois maiores eventos já registrados em 100 anos, ambos nas Filipinas – um em 1982, com 28 milhões de metros cúbicos derramados, e o outro em 1992, com 32,2 milhões de metros cúbicos. Os cálculos são da Bowker Associates, consultoria norte-americana de gestão de riscos da construção pesada, realizados em parceria com o geofísico David Chambers, do Center For Science In Public Participation (CSP2), dos Estados Unidos. Chambers mantém desde 2009 uma base de dados sobre os problemas com barragens de rejeitos em todo o mundo e nota que a quantidade de eventos diminuiu com o avanço da tecnologia. Porém, tornaram-se muito mais graves. Ele projeta que deverá ocorrer um acidente grave desse tipo em média por ano, caso não melhore a regulamentação ambiental dessa atividade, conforme divulgou o site Brasil de Fato.</p>
<p>O caso de Mariana acabou ofuscando outros derramamentos importantes, como das barragens do rio Fubá, entre os estados de Rio de Janeiro e Minas Gerais, que atingiu grande parte das cidades de Miraí e Muriaé, em 2007, lembrou Boscov.</p>
<p>“Tivemos sorte que ainda não houve no Brasil algo semelhante ao ocorrido na Hungria, em 2010, onde uma onda de lama tóxica se espalhou por 40 quilômetros. Aquele tipo de rejeito, resultante da produção de alumínio, leva soda cáustica e é muito comum no Brasil”, observa.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Marcello Casal Jr. - Agência Brasil/ Leonor Calasans</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-31T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-rennes-montreal-sao-paulo">
    <title>Agricultura Urbana em Rennes, Montreal e São Paulo: Como Podemos Aprender e Articular Ações à Luz da Comparação?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-rennes-montreal-sao-paulo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A prática da agricultura urbana promove mudanças benéficas na estrutura social, econômica e ambiental do local onde ela se instala. Entretanto, sua concretização depende fundamentalmente de decisões políticas e da implementação de ferramentas e dispositivos para viabilizá-las.</p>
<p>Neste debate, pretende-se aprofundar como outras cidades do mundo, em particular Rennes (França) e Montreal (Canadá), estão fomentando projetos e iniciativas voltadas para o desenvolvimento de empreendimentos sociais e de ações comunitárias.</p>
<p>O objetivo deste encontro é apresentar boas práticas de agricultura urbana e como estas foram estruturadas por intermédio de serviços, negócios sociais e políticas públicas. Com base nessas apresentações, promover-se-á, também, um debate com o público presente a fim de articular ações para a melhoria de ações públicas em torno da agricultura urbana em São Paulo, que vive um momento-chave para o direcionamento da gestão pública, das iniciativas sociais e do posicionamento acadêmico.</p>
<p><b>O debate</b> será organizado em três partes:</p>
<p><b>Parte 1 - 15h às 16h15</b></p>
<p>Apresentação oral dos casos internacionais e apresentação oral dos convidados, que estruturam e articulam suas próprias atividades com políticas públicas e demais dispositivos formais e informais.</p>
<p>Mediação: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-nagib" target="_blank">Gustavo Nagib</a></p>
<ul>
<li>Agricultura Urbana em      Rennes: atores, práticas e políticas públicas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giulia-giacche" target="_blank">Giulia Giacchè</a> </li>
<li>Agricultura Urbana em      Montreal: atores, práticas e políticas públicas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lya-cynthia-porto-de-oliveira" target="_blank">Lya Porto</a></li>
<li>Hortas urbanas e      compostagem: atualidade e perspectivas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-visoni" target="_blank">Claudia Visoni </a></li>
<li>Empreendedorismo e      cooperação na agricultura, o caso da Cooperapas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valeria-marcoratti" class="external-link">Valéria Marcoratti</a></li>
<li>Empreendedorismo e      cooperação na agricultura, o caso da Associação dos Produtores da Zona      Leste – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andreia-perez-lopes" class="external-link">Andreia Perez Lopes</a> </li>
<li>Agricultura Urbana na      cidade de São Paulo: o poder público em ação – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-henrique-marinho-meira" class="external-link">Luís Henrique Marinho Meira</a> (COSAN) </li>
<br /> 
</ul>
<p><b>Parte 2 - 16h30 às 17h30</b></p>
<p>Debate aberto entre pesquisadores, convidados e público: "<b><i>Como podemos aprimorar os serviços e as estruturas de agricultura urbana em São Paulo à luz de casos internacionais?</i></b>".</p>
<p><b>Parte 3 - 17h30 às 18h</b></p>
<p>Resoluções possíveis e encerramento.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-07T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-inteligentes">
    <title>Cidades Inteligentes: Como São Paulo Pode se Tornar uma Delas?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-inteligentes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>As capitais mais importantes do planeta vêm se movendo rapidamente na direção de se tornarem cada vez mais integradas através da absorção e uso de novas tecnologias computacionais. Com isso, pretendem  aumentar o bem-estar de suas populações e de seus visitantes. Dessa forma, espalham informação rapidamente entre os cidadãos e aprimoram serviços.</span></p>
<p>Estas são as chamadas Cidades Inteligentes, um termo que se refere ao uso de Tecnologia da Informação - em particular Internet das Coisas, Big Data, Computação Móvel e Computação em Nuvem -  para processar informações no meio urbano. Por meio de técnicas avançadas de computação, as Cidades Inteligentes deverão baixar sensivelmente seus custos, pois permitirão o uso de sua infraestrutura de uma forma mais racional e sustentável através de ferramentas de gestão mais sofisticadas e poderosas para seus gestores.</p>
<p>São Paulo, como uma Cidade Global de grande importância (número 34 no ranking mundial da A.T. Kerney), possui cientistas, empresas e gestores públicos que precisam se unir rapidamente para que nos tornemos, também, uma Cidade Inteligente.</p>
<p>Este Workshop reunirá especialistas de diversas áreas do conhecimento, incluindo saúde, clima, biologia, transportes, mobilidade, urbanismo, ciências sociais, economia, entre outras, os quais trarão suas reflexões sobre os problemas da cidade do ponto de vista das Cidades Inteligentes.</p>
<p>A ideia é buscar, de forma objetiva e pragmática, possibilidades inter e transdisciplinares, reunindo pesquisadores, empresas e governo municipal para a produção tanto de conhecimento científico quanto de ferramentas concretas  para a cidade e seus cidadãos.</p>
<p>A série de eventos <i>Strategic Workshops</i> da  Pró-Reitoria de Pesquisa busca articular os pesquisadores em torno de  temas transdisciplinares que contemplem a USP como um todo. O objetivo  tem sido organizar a pesquisa na universidade priorizando temas em que  temos excelência ou que tenham grande potencial, mas que precisem de  melhor articulação.</p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-09T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/educacao-e-clima">
    <title>Educação e Clima - 18 de setembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/educacao-e-clima</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-18T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
