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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 11 to 25.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/serie-de-conversas-discute-complexidade">
    <title>Série de conversas avalia avanços nos estudos sobre complexidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/serie-de-conversas-discute-complexidade</link>
    <description>Começa no dia 28 de setembro 1ª temporada da Série de Conversas sobre Complexidade, coordenada pelo economista José Eli da Veiga, professor sênior do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/emergencia" alt="Emergência" class="image-right" title="Emergência" />Em 2000, falando sobre o desenvolvimento da ciência, Stephen Hawking (1942-2018) afirmou que o século 21 será o século da complexidade. No entanto, há dúvidas se os estudos sobre as interações que ocorrem nos sistemas adaptativos complexos (SAC) - também chamados de sistemas dinâmicos não lineares (SDNL) – estão avançando o suficiente para justificar a profecia do físico teórico britânico, afirma o economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a>, professor sênior do IEA.</p>
<p>Para discutir a validade da profecia de Hawking e avaliar quais têm sido os avanços das pesquisas e debates sobre a complexidade, Veiga coordenará, a partir de 28 de setembro, a primeira temporada da Série Conversas sobre Complexidade, com a participação de pesquisadores das áreas de física, biologia, filosofia da ciência, semiótica, biologia e lógica.</p>
<p>Os encontros serão online, sempre <strong>das 15 às 17h</strong>. Para assistir, basta acessar a página de <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissões ao vivo</a> do IEA (não há necessidade de inscrição). As conversas terão como facilitadores o próprio Veiga e a jornalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-blasques" class="external-link">Márcia Blasques</a>, da Superintendência de Comunicação Social (SCS) da USP. Nesta temporada, os participantes das seis conversas programadas serão:</p>
<ul>
<li>28 de setembro - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cesar-nunes">Cesar Nunes</a> (IdEA-Unicamp)</li>
<li>11 de outubro - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-eunice-quilici-gonzalez">Maria Eunice Quilici Gonzalez</a> (FFC-Unesp)</li>
<li>26 de outubro - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-santaella">Lucia Santaella</a> (PUC-SP)</li>
<li>9 de novembro - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/itala-m-loffredo-dotaviano">Ítala Loffredo d’Ottaviano</a> (IFCH-Unicamp)</li>
<li>23 de novembro - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a> (IEA e IB-USP)</li>
<li>7 de dezembro - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/osvaldo-pessoa-junior">Osvaldo Pessoa Jr.</a> (FFLCH-USP)</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Nova ciência?</strong></p>
<p>Por mais difícil que seja definir complexidade, o fato é que ela vem sendo entendida por amplo leque de pesquisadores, como “um novo ramo científico”, “uma nova ciência”, ou “um conjunto de novas ciências”, afirma Veiga.</p>
<p>“Para muitos, trata-se de investigar o que pode haver de comum aos inúmeros SACs (ou SDNLs). Outros até estariam empenhados em encontrar ‘as leis fundamentais’ que regem esses sistemas.”</p>
<p>De acordo com o professor, ao menos duas noções básicas são aceitas por todos os cientistas e filósofos que lidam com a complexidade: emergência e auto-organização.</p>
<p><strong>Emergência</strong></p>
<p>Pode parecer fácil entender a noção de “emergência”, pois se refere a “alguma novidade qualitativa resultante da interação entre partes de um conjunto, porém ausente em cada uma delas. Mas é um daqueles casos em que as aparências enganam”, ressalva Veiga.</p>
<p>“Basta dar uma espiada em qualquer dicionário ou enciclopédia de filosofia para se dar conta de que a noção de emergência é objeto de debate dos mais controversos desde 1875. Sofreu um eclipse entre 1930 e 1950, mas, desde então, parece se tornar cada vez mais intrincado.”</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/emergencia-2" alt="Emergência - 2" class="image-left" title="Emergência - 2" />Auto-organização</strong></p>
<p>Veiga considera que o entendimento da noção de auto-organização talvez tenha avançado um pouco mais: “É uma dinâmica em que alguma forma de ordem geral surge de interações entre partes de um sistema inicialmente desordenado. Tal dinâmica pode ser espontânea, quando há energia suficiente disponível, não necessitando de controle por nenhum agente externo”.</p>
<p>A auto-organização pode ser desencadeada por flutuações aparentemente aleatórias, amplificadas por feedbacks, segundo ele. A organização resultante é totalmente descentralizada, distribuída por todos os componentes do sistema, caracterizando o que alguns classificam como “sistema de controle do tipo enxame (swarm)”, afirma Veiga.</p>
<p><strong>Fenômenos</strong></p>
<p>“O fato é que, dos mercados ao sistema imunológico, passando por um cérebro, uma árvore ou um formigueiro, não faltam fenômenos nos quais amplas redes auto-organizadas fazem emergir sofisticados comportamentos e tratamento de informações”, utilizando para isso “simples esquemas operacionais e sem qualquer controle central”, destaca Veiga.</p>
<p>Outro aspecto relevante é que a capacidade adaptativa dos SACs (ou SDNLs) pode decorrer de evolução ou de aprendizado, explica. “O essencial está nas interações que levam a comportamentos não lineares que - longe do equilíbrio - tanto podem se manter relativamente estáveis quanto se mostrar capazes de mudanças de estado que geram oscilações abruptas, explosão de bolhas, crashes, convulsões e colapsos”, complementa o professor.</p>
<hr />
<p><i><strong>Série Conversas sobre Complexidade</strong><br />(1ª conversa da 1ª temporada)<br />28 de setembro, 15h<br />Evento online - Transmissão em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a> (não é preciso se inscrever)<br />Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-complexidade-primeira" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: <a class="external-link" href="https://pixabay.com/pt/users/thedigitalartist-202249/">Pete Linfort/Pixabay</a>; Pxfuel</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Filosofia da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Complexidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-13T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-propoe-divisao-alternativa-para-as-grandes-areas-do-conhecimento">
    <title>Seminário propõe divisão alternativa para as grandes áreas do conhecimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-propoe-divisao-alternativa-para-as-grandes-areas-do-conhecimento</link>
    <description>O evento (Re)Discussão sobre as Grandes Áreas do Conhecimento é organizado por parceria entre o IEA e o Núcleo de Pesquisa em Ciências da Performance em Música (NAP-CIPEM) da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFLCRP) da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/biblioteca" alt="Biblioteca" class="image-inline" title="Biblioteca" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em abril e junho, o IEA-USP recebeu dois eventos que discutiram a atual divisão do conhecimento nas três grandes áreas clássicas: ciências humanas, exatas e biológicas. O terceiro e último encontro do ciclo, que apresentará uma nova organização possível para os saberes, será realizado no dia <strong>4 de outubro, a partir <br />das 14h</strong>, na sede do Instituto.</p>
<p>O seminário <i>(Re)Discussão sobre as Grandes Áreas do Conhecimento</i> é organizado em parceria entre o IEA e o <a href="http://sites.ffclrp.usp.br/napcipem/">Núcleo de Pesquisa em Ciências da Performance em Música</a> (NAP-CIPEM) da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFLCRP) da USP. Os interessados em acompanhar a atividade presencialmente devem realizar <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeX5pg2awufjDSppOsWul5GdIrfuRMbHNGcKpSPCpH7oyNkJA/viewform">inscrição prévia</a>. Para assistir à transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pelo site do IEA, não é necessário <br />se inscrever.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rubens-russomanno-ricciardi">Rubens Russomanno Ricciardi</a>, coordenador do evento e professor da FFLCRP, acredita que a atual divisão do conhecimento é contraproducente. “Ela tem levado, não raramente, a resultados acadêmicos menos fecundos que o desejado, prejudicando o planejamento e a realização das atividades de ensino, pesquisa e extensão”, afirma. Para ele, a divisão deveria se fundamentar em “termos de ciências da natureza, estudos culturais e artes e filosofia”. É exatamente essa discussão que ele pretende promover no evento.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3 style="text-align: left; ">Edições anteriores</h3>
<p style="text-align: left; "><strong>1º encontro: </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento-13-de-abril-de-2018" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento" class="external-link">Vídeo</a></strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong>2º encontro: </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento-segundo-encontro-29-de-junho-de-2018" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento-segundo-encontro" class="external-link">Vídeo</a></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Participam do seminário como expositores quatro professores da USP: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marco-antonio-zago" class="external-link">Marco Antonio Zago</a>, ex-reitor da USP, secretário de Saúde do Estado de São Paulo; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliseu-martins">Eliseu Martins</a>, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-de-almeida">Jorge de Almeida</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-papoti">Marcelo Papoti</a>, da Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP).</p>
<p>Serão discutidos ainda o <a href="http://www.sibi.usp.br/iniciativas/bibliometria-e-indicadores-cientificos/manifesto-leiden/">Manifesto de Leiden</a>, que apresenta 10 princípios para guiar a avaliação acadêmica, e a valorização dos saberes profissionais e poético-práticos (habilidades psicomotoras) pelas universidades. Segundo Ricciardi, tais saberes “não são meros outros saberes, mas sim saberes essenciais”.</p>
<p><span class="discreet">Foto: Paralela/Flickr</span></p>
<hr />
<p><i><strong> </strong></i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>(Re)discussão Sobre as Grandes Áreas do Conhecimento</strong><br />4 de outubro, às 14h<br />Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Para acompanhar presencialmente, é necessário <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeX5pg2awufjDSppOsWul5GdIrfuRMbHNGcKpSPCpH7oyNkJA/viewform">se inscrever<br /></a>Mais informações: Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/re-discussao-das-grandes-areas-III">Página do evento</a></i></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-25T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-a-reorganizacao-das-grandes-areas-do-conhecimento">
    <title>Seminário discute a reorganização das grandes áreas do conhecimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-a-reorganizacao-das-grandes-areas-do-conhecimento</link>
    <description>A fim de discutir esta divisão e debater possíveis mudanças na maneira como se segmenta o conhecimento no Brasil, o IEA realizou, no dia 13 de abril, o seminário (Re)discussão Sobre as Grandes Áreas do Conhecimento. O evento contou com a participação de cerca de 20 professores universitários, de diversas áreas e instituições.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-25c64db2-df10-7011-eed0-31a1337900b4"> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/visao-geral-13042018" alt="Visão geral - 13042018" class="image-inline" title="Visão geral - 13042018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Cerca de 20 professores, de diversas instituições, participaram do encontro.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">“A educação superior brasileira é muito conteudista, os alunos recebem conteúdo demais e incentivo para reflexão de menos”, acredita <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fritz-huguenin" class="external-link">Fritz Huguenin</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFLCRP) da USP. Para ele, dar “receitas de bolo” aos alunos os prejudica mais do que ajuda. “É preferível motivá-los com problemas que os instiguem a encontrar soluções em outras áreas do conhecimento.”<br class="kix-line-break" /><span> </span><br class="kix-line-break" /><span> </span>Em sua apresentação, Huguenin defende a função primária da universidade: formar cidadãos completos, alicerçados em saberes diversos e conhecedores de todas as competências humanas. Para ele, no entanto, atual divisão do conhecimento em três grandes áreas (ciências humanas, exatas e biológicas), parece confrontar este ideal. O professor argumenta que muitos estudantes acabam se isolando em suas áreas, dificultando a produção do saber multidisciplinar pretendido. <br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>A fim de discutir esta divisão e debater possíveis mudanças na maneira como se segmenta o conhecimento no Brasil, o IEA realizou, no dia 13 de abril, o seminário<i> (Re)discussão Sobre as Grandes Áreas do Conhecimento</i>. O evento contou com a participação de cerca de 20 professores universitários, de diversas áreas e instituições. O encontro foi organizado pelo IEA em parceria com o <a class="external-link" href="http://sites.ffclrp.usp.br/napcipem/">Núcleo de Pesquisa em Ciências da Performance em Música (NAP-CIPEM)</a>, da FFLCRP-USP.</p>
<p dir="ltr">Segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rubens-russomanno-ricciardi" class="external-link">Rubens Russomano Ricciardi</a>, coordenador do seminário e professor do curso de Música da FFLCRP-USP, “a divisão cristalizada do conhecimento em ciências exatas, biológicas e humanas tem levado, não raramente, a resultados acadêmicos menos fecundos que os desejados, prejudicando o planejamento e a realização das atividades de ensino, pesquisa e extensão”. Ricciardi acredita que vivemos um momento fecundo para discutir novas maneiras de organizar o conhecimento.<br class="kix-line-break" /></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/diego-antonio-falceta-goncalves" alt="Diego Antonio Falceta Gonçalves" class="image-inline" title="Diego Antonio Falceta Gonçalves" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Diego A. Falceta Gonçalves: "Não queria atuar em nenhuma área específica, mas descobrir todas elas”</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Divisão que limita</strong><br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>Mostrou-se clara, entre os participantes do evento, a convicção de que a divisão do conhecimento criou bolhas que não se comunicam. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ignacio-maria-poveda-velasco" class="external-link">Ignacio Maria Poveda Velasco</a>, professor de história do direito da Faculdade de Direito (FD) da USP, argumentou que a realidade das coisas é uma só, mas multifacetada. “Seja por motivos didáticos ou metodológicos, tendemos a fragmentá-la”. Ele acredita que, para atingir um nível de excelência, é preciso focar esforços de pesquisa em aspectos particulares de uma temática. Esse conhecimento específico, entretanto, não pode se desconectar de um contexto humano mais abrangente: “Por isso a comunicação entre as diversas áreas se faz necessária”.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span> “Foi decepcionante chegar à universidade”, comentou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/diego-antonio-falceta-goncalves" class="external-link">Diego Antonio Falceta Gonçalves</a>, vice-diretor executivo da Fuvest e professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. Ele contou que não se identificava com nenhuma área específica do conhecimento, mas queria descobrir todas elas. Para Falceta, o vestibular no Brasil por vezes serve como um cabresto que direciona os estudantes para uma área específica e os impede de acessar a universidade como um todo. Ele também defendeu a superioridade dos estudantes egressos de universidades que incentivam a construção interdisciplinar do conhecimento. “São profissionalmente equivalentes, mas humanamente superiores, pois têm suas experiências humanas ampliadas”, afirmou.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento-13-de-abril-de-2018" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">A professora <a class="external-link" href="http://www.eefe.usp.br/?membro/mostrar/id/169/tpc/20">Ana Cristina Zimmermann</a>, da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, apontou que a educação física, matéria recém-chegada à academia, está no “turbilhão” dessa discussão. Em sua opinião, apesar da raíz biológica da área, existem diversas questões subjetivas e reflexivas inerentes à prática esportiva. O esporte (assim como o próprio movimento do corpo humano) é um importante fenômeno cultural, histórico e antropológico, por isso a educação física se aproxima do campo das ciências humanas em diversos pontos, ressaltou. No entanto, ela admitiu que, por vezes, pesquisadores da área preferem aconchegar seus estudos na área da saúde. “Ali encontramos uma utilidade, uma função social”, afirmou em crítica à maneira como as humanidades são desvalorizadas em relação às ciências biológicas.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>A visão da professora Ana Cristina foi reiterada por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/oscar-joao-abdounur" class="external-link">Oscar João Abdounur</a>, professor do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP. Abdounur afirmou que as áreas “insubordinadas” às áreas clássicas do conhecimento precisam se provar muito mais. “A pertinência das pesquisas de ciência pura precisa ser exaustivamente comprovada.” Para ele, a desvalorização de algumas áreas do conhecimento nasce na educação básica, pois as escolas “treinam disciplina, rotina e adequação à cultura” e falham em disseminar a civilidade e a retenção de conhecimento.<br class="kix-line-break" /><span> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alexandre-da-silva-costa" alt="Alexandre da Silva Costa" class="image-inline" title="Alexandre da Silva Costa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Alexandre da Silva Costa: “É muito estranho que um <i>paper</i> tenha mais valor [para os órgãos de incentivo] do que um livro”.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">A falta de incentivo para as pesquisas “marginalizadas” foi reafirmada por outros professores, como Fritz Huguenin, que apontou a necessidade de apresentar, aos órgãos de incentivo à pesquisa, um horizonte de aplicação prática para receber aporte financeiro. “É raro conseguí-lo somente com pesquisa básica.” <br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><strong>Lugar das Humanidades</strong><br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>A posição de desvalorização atribuída historicamente às ciências humanas também foi vastamente explorada pelos participantes do seminário. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandre-da-silva-costa" class="external-link">Alexandre da Silva Costa</a>,  professor do Departamento de Filosofia da Universidade Federal Fluminense (UFF), questionou os correligionários “Não parece estranho que as ciências humanas sejam uma subdivisão das ciências? As outras não são humanas? São desumanizadas? São desumanizantes?”. Costa continuou sua indagação abordando uma derivação econômica da problemática: “Tendo em vista que todas as ciências são necessariamente humanas, porque exatamente as que assim são taxadas recebem os menores investimentos?”. <br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/icleia-thiesen" class="external-link">Icleia Thiesen</a>, professora do Departamento de História da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), ecoou as preocupações do professor Costa. Lembrou que foi registrada recentemente, no Senado Federal, uma proposta de extinção dos cursos (tanto presenciais quanto à distância) de filosofia, história, geografia, sociologia, artes e artes cênicas das universidades públicas. Os cursos passariam a ser uma atribuição das universidades e faculdades privadas. Para ela, isso “deveria acender um sinal vermelho” para a desvalorização das humanidades no Brasil.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>“Quantas vezes, da maneira mais injusta possível, meus alunos não foram enxotados, segregados e diminuídos por serem músicos”, desabafou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-luiz-giovanini-micheletti" class="external-link">André Luiz Giovanini Micheletti</a>, professor de violoncelo e música de câmara do Departamento de Música da FFCLRP-USP. Ele defendeu que a produção de um músico é sua arte, sendo descabido exigir, como instrumento de avaliação, a publicação de papers ou livros. “Infelizmente, no Brasil, a performance [expressão da ciência musical, para ele] é vista com muito preconceito”, completou.<br class="kix-line-break" /><span> </span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/icleia-thiesen" alt="Icléia Thiesen" class="image-inline" title="Icléia Thiesen" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Icleia Thiesen: "Talvez uma espécie de virada conceitual e hermenêutica", sobre o caráter do evento.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Acompanhando o professor Micheletti, Ricciardi criticou a maneira como a divisão das áreas do conhecimento posiciona a arte como subjetiva e irracional, contrapondo-a às ciências exatas, taxadas de objetivas e racionais. “Não há coerência na afirmação de que a arte só tem significância se estiver atrelada a um processo de pesquisa”, concluiu. <br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>No mesmo sentido, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-bologna" class="external-link">Ricardo Bologna</a>, professor do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, questionou a maneira como se dá a avaliação científica nas pesquisas de arte. Para ele, o resultado dos estudos artísticos se apresentam no palco através da criatividade e da praxis artística. “Mas não existem avaliações científicas nesses espaços”, frisou. Segundo Bologna, essa equivalência entre ciências tão diferentes obriga os pesquisadores a produzir dissertações que não refletem exatamente seu processo criativo.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>Alexandre da Silva Costa salientou ainda a relação desproporcional entre a produção de ciência nas diferentes áreas do conhecimento. Ele criticou o valor dado pelos órgãos de incentivo à pesquisa, por exemplo, a trabalhos do setor médico-biológico. “É muito estranho que um paper tenha mais valor [para os órgãos de incentivo] do que um livro.” Para ele, este tipo de prática cria um regime de servidão para os pesquisadores de humanidades, “que precisam produzir tanto quanto um médico que escreve um paper com mais oito pessoas”.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><strong>Interdisciplinaridade</strong><br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>As soluções para as questões apresentadas no seminário ainda parecem um pouco distantes e obscuras, mas uma noção parece urgente e consensual entre os participantes do encontro: a necessidade de explorar mais profundamente a interdisciplinaridade nas universidades. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tito-jose-bonagamba" class="external-link">Tito José Bonagamba</a>, professor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, defendeu a importância dos saberes múltiplos para compor a experiência universitária dos estudantes. “Enquanto o indivíduo da universidade não entender o caráter multidisciplinar da instituição, ele não alcançará o entendimento pleno dela e não vivenciará integralmente suas possibilidades”, justificou.<br class="kix-line-break" /><span> </span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fritz-cavalcante-huguenin" alt="Fritz Cavalcante Huguenin" class="image-inline" title="Fritz Cavalcante Huguenin" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Fritz Huguenin: "A educação superior brasileira é muito conteudista".</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Costa ponderou que a segmentação do saber em áreas isoladas acabou traindo o sentido mais basal da universidade: o de reconhecer e acolher a diversidade de conhecimento. O resultado deste processo foi, segundo ele, uma profunda desunião da comunidade acadêmica. “Não há diálogo [entre as áreas]. Fala-se muito em interdisciplinaridade, mas realiza-se pouco.” O professor condenou ainda o fato de grande parte das políticas públicas atuarem para segmentar ainda mais o conhecimento em vez de universalizá-lo.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>“Em relação à interdisciplinaridade, o Brasil está na frente do mundo todo”, contrapôs <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adelaide-alario" class="external-link">Adelaide Alario</a>, professora de bioquímica e biofísica da Universidade Federal do ABC (UFABC). Ela integrou o Comitê Multidisciplinar de Pós-Graduação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) de 2000 a 2008. Relatou que, durante seu tempo de atuação no órgão, muitos projetos de pós graduação que permeavam mais de uma área foram aprovados sob a categorização de “multidisciplinares”. Afirmou que o Brasil foi o primeiro país a promover este tipo de incentivo. <br class="kix-line-break" /><span> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rubens-russomanno-ricciardi" alt="Rubens Russomanno Ricciardi" class="image-inline" title="Rubens Russomanno Ricciardi" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Rubens Ricciardi: “Não há coerência na afirmação de que a arte só tem significância se estiver atrelada a um processo de pesquisa”</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Poveda destacou a necessidade de instigar os docentes a aplicar com maior afinco a interdisciplinaridade no cotidiano da universidade. “Como docentes, até que ponto introduzimos a interdisciplinaridade na rotina de nossos alunos?”, questionou. Ele reconheceu, porém, a dificuldade que os professores têm de abandonar o “ninho” de suas próprias áreas: “somos reféns da educação que recebemos”.</span><span><br class="kix-line-break" /></span><span><br class="kix-line-break" /></span><span><span> </span></span><span>“Este seminário constitui uma oportunidade para indicar a necessidade de mudança de mentalidade no campo da pesquisa científica, tecnológica e de inovação. Talvez uma espécie de virada conceitual e hermenêutica”, concluiu a professora Icleia Thiesen. Para ela, o encontro tem potencial para ser um ponto de partida para a rediscussão do que seria de fato uma ciência comprometida com a sociedade.</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-19T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/formacao-de-dirigentes-e-lideres-do-amanha">
    <title>Seminário discute a formação de dirigentes e líderes do amanhã</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/formacao-de-dirigentes-e-lideres-do-amanha</link>
    <description>Parceria franco-brasileira lança convênio e discute em seminário a construção de novas metodologias para o aperfeiçoamento de profissionais de nível superior.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A formação de dirigentes e líderes e as novas metodologias para o aperfeiçoamento de quadros profissionais de nível superior será tema de um seminário bilíngue e binacional, realizado numa parceria franco-brasileira entre a Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP e o <a href="http://www.ihest.fr/" target="_blank">Institut de Hautes Études pour la Science et la Technologie</a> (IHEST, na sigla em francês).</p>
<p>Organizado pela EACH, o IHEST, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/territorialidade">Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</a> e <a href="http://saopaulo.ambafrance-br.org/" target="_blank">Consulado Geral da França em São Paulo</a>, o seminário <i>Ciências, Inovação e Sociedade: Profissionalização e Talentos do Amanhã - Sciences, Innovation et Société: Formation, Professionnalisation et Talents de Demain</i> acontece nos dias <strong>7</strong> e <strong>8</strong> <strong>de</strong> <strong>abril,</strong> no Auditório Verde da EACH, e dia <strong>11</strong> <strong>de</strong> <strong>abril,</strong> na antiga Sala do Conselho Universitário da USP, sempre das <strong>9h às 18h</strong>. Esses encontros serão abertos ao público e terão tradução simultânea e transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a>.</p>
<p>Nos dias <strong>12</strong> e <strong>13 de abril</strong> haverá uma programação científica em São Paulo organizada pelo consulado francês para um grupo de 40 auditores franceses. Entre os dias <strong>14</strong> e <strong>16 de abril</strong>, os auditores, que também são estudantes da IHEST, participam de debates em Belém (PA).</p>
<p>Veja a <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-binacional-politicas-ciencias-e-sociedade-inovacoes-para-o-ensino-e-aperfeicamento-profissional" class="external-link">programação completa</a>.</p>
<p>“A ideia é que esses profissionais conheçam a realidade brasileira e tragam contribuições para a construção de novas metodologias de formação continuada no Brasil. As experiências brasileira e francesa servirão de subsídio para a produção de novos conhecimentos nessa área”, diz a professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/neli-aparecida-de-mello-thery" class="external-link"><strong>Neli Aparecida de Mello-Théry</strong></a>, vice-diretora da EACH e coordenadora do grupo de pesquisa que organiza o seminário.</p>
<p>Segundo a professora, o IHEST e a EACH firmaram um convênio de cooperação de ensino e pesquisa que já conta com um plano de trabalho para os próximos dois anos, voltado ao desenvolvimento de metodologias para a formação de dirigentes de nível superior. Na abertura do seminário, haverá a assinatura simbólica do documento, disse.</p>
<p>O IHEST é uma instituição criada há 11 anos que atua interdisciplinarmente na formação continuada de diretores, coordenadores, gestores e profissionais em nível de pós-doutorado. Em comparação, a EACH, criada há 10 anos, possui cursos interdisciplinares em nível de graduação e pós-graduação.</p>
<p>“Pretendemos afinar interesses e produzir novos saberes para a formação de dirigentes que sejam capazes de pensar o amanhã. O profissional do futuro precisa de habilidades para enfrentar um mundo em ebulição e constante mudança. Precisamos pensar quais inovações serão necessárias para dar suporte a esse novo modelo de desenvolvimento”, disse a vice-diretora da EACH.</p>
<p>Com profissionais de diversas áreas, os seminários serão norteados pelo tema geral “Novos espaços de desenvolvimento em ciência e tecnologia na mundialização”. Os especialistas discutirão ensino superior e sistemas de cotas, mulheres na carreira científica, inovação, tecnologia e sociedade, além de experiências metodológicas para a formação de dirigentes no Brasil e na França.</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i> </i></strong></p>
<p><i><strong>Ciências, Inovação e Sociedade: Profissionalização e Talentos do Amanhã - Sciences, Innovation et Société: Formation, Professionnalisation et Talents de Demain</strong></i></p>
<p><i>Dias 7 e 8 de abril, no Auditório Verde da EACH-USP - Rua Arlindo Bettio, 1000, São Paulo, SP<br /></i><i>Dia 11 de abril - Antiga Sala do Conselho Universitário - Rua da Praça do Relógio, 109, térreo,  Cidade Universitária, São Paulo, SP.<br />Das  9h às 18h.<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">internet<br /></a></i><i>Informações: com Claudia Regina (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1686.<br /></i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-binacional-politicas-ciencias-e-sociedade-inovacoes-para-o-ensino-e-aperfeicamento-profissional">http://www.iea.usp.br/eventos/seminario-binacional-politicas-ciencias-e-sociedade-inovacoes-para-o-ensino-e-aperfeicamento-profissional</a></i></p>
<p><i><br /></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-01T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-debate-diferentes-manifestacoes-e-nuances-do-colonialismo">
    <title>Seminário debate diferentes manifestações e nuances do colonialismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-debate-diferentes-manifestacoes-e-nuances-do-colonialismo</link>
    <description>O IEA-USP e LINTT do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP realizarão o evento "As Faces do Colonialismo: Diferentes Tempos, Lugares e Conjunturas", entre os dias 20 e 22 de março, das 9h30 do dia 20 até as 12h do dia 22.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-83055888-7fff-9dfd-7175-a747bd384fec"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/faces-do-colonialismo/image" alt="Faces do colonialismo" title="Faces do colonialismo" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Obra de Jean-Baptiste Debret: Interior de uma casa cigana</dd>
</dl>Em 2019, ainda existem 61 territórios colonizados no mundo. Poucos países ainda exercem dominação política, econômica, social e/ou ideológica de alguns coletivos humanos. Em escalas diferentes do que se via no passado, são explorados recursos humanos e naturais. As colônias mudaram, mas as discussões sobre o tema não estão esgotadas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para contribuir com este debate sobre o colonialismo em suas mais diferentes manifestações e nuances, o IEA-USP e o </span><a href="http://www.vmptbr.mae.usp.br/pesquisa/st/26/laboratorio-de-estudos-interdisciplinares-sobre-tecnologia-e-territorio.html"><span>Laboratório de Estudos Interdisciplinares sobre Tecnologia e Território</span></a><span> (LINTT) do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP realizarão o evento </span><span><i>As Faces do Colonialismo: Diferentes Tempos, Lugares e Conjunturas</i></span><span>. O seminário será realizado entre os dias </span><span><strong>20 e 22 de março</strong></span><span>, das 9h30 às 17h30 nos dias 20 e 21 e até as 12h no dia 22. Para participar presencialmente é necessário se </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdL3adCzgZVjHlCH1t5N78Sv1OvWokwuRw4GROj3-tBibF-Og/viewform"><span>inscrever</span></a><span>. Haverá também uma transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a><span> pelo site do IEA, que não demanda inscrição prévia.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Com exposições de profissionais de diferentes áreas do conhecimento e debates com o público presente, o seminário tratará dos seguintes temas:</span></p>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span>•   As especificidades históricas e locais do colonialismo;<br /></span>•   Os modos de interação entre colonizados e colonizadores;<br />•   As formas de resistência e agentividade dos povos colonizados no decorrer dos processos colonialistas;<br />•   A problematização de categorias como colonizado e colonizador;<br />•   Os efeitos e as faces do colonialismo ao longo do tempo e nos dias atuais.</p>
<p>A coordenação do encontro será feita por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabiola-andrea-silva"><span>Fabíola Andréa Silva</span></a>, professora que participou do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a> em 2018 e pesquisadora do MAE-USP e membro do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/grupo-de-pesquisa-tempo-memoria-e-pertencimento"><span>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</span></a> do IEA. Além de Fabíola, outros 11 especialistas de diferentes áreas conduzirão exposições no seminário. Veja a programação completa abaixo.</p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td><strong>20 de março</strong></td>
<td><strong>Sala Alfredo Bosi</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>9h30</td>
<td><i>Abertura</i></td>
</tr>
<tr>
<td>9h40</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/maria-beatriz-borba-florenzano" class="external-link">Beatriz Florenzano</a> (Labeca)<br />
<div id="_mcePaste"><i>Tradições políticas gregas entre os sículos na Sicília central do século V a.C.: Ducetio</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>líder sículo ou tirano grego?</i></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>10h20</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/vagner-carvalheiro-porto" class="external-link">Vagner Porto</a><span> (Larp)<br /><span><i>Discutindo a presença romana na Palestina e na Judeia sob a ótica do colonialismo</i></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td>11h</td>
<td><i>Debate</i></td>
</tr>
<tr>
<td>12h</td>
<td><i>Almoço</i></td>
</tr>
<tr>
<td>14h</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/viviana-lo-monaco" class="external-link">Viviana Lo Monaco</a><span> (Labeca)<br /><span><i>A interação entre gregos e não-gregos no interior da Sicília antiga (VI-IV séc. a.C.): o </i></span></span><span><i>que a palavra diz e o que a pedra desvela</i></span></td>
</tr>
<tr>
<td>14h40</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/lygia-ferreira-rocco" class="external-link">Lygia Rocco</a><span> (Larp)<br /><span><i>Colonialismo e a construção da visão orientalista nos estudos sobre a cidade islâmica</i></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td>15h20</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabiola-andrea-silva" class="external-link">Fabíola Silva</a><span> (LINTT)<br /><span><i>Colonialismo e o debate sobre a noção de Antropoceno</i></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td>16h</td>
<td><span><i>Debate</i></span></td>
</tr>
<tr>
<td>17h</td>
<td><i>Encerramento</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>21 de março</strong></td>
<td><strong>Auditório do IEA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>9h30</td>
<td>Abertura</td>
</tr>
<tr>
<td>9h40</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/juliana-figueira-da-hora" class="external-link">Juliana Horta</a><span> (Labeca)<br /><span><i>A Trácia e os gregos: o problema da “colonização”</i></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td>10h20</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/fabio-guaraldo-almeida" class="external-link">Fábio Guaraldo</a><span> (LINTT)<br /><span><i>Teoria e método para pensar a temporalidade da paisagem quilombola da ilha de Tinharé, a partir da perspectiva dos moradores da Vila Galeão</i></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td>11h</td>
<td><i>Debate</i></td>
</tr>
<tr>
<td>12h</td>
<td><i>Almoço</i></td>
</tr>
<tr>
<td>14h</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/maria-isabel-dagostino-fleming" class="external-link">Maria Isabel Fleming</a><span> (Larp)<br /><span><i>Contatos e a manutenção de tradições no quadro provincial romano: a cerâmica culinária norte-africana e as relações com as demais categorias cerâmicas</i></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td>14h40</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/meliam-vigano-gaspar" class="external-link">Meliam Gaspar</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/igor-morais-mariano-rodrigues" class="external-link">Igor Rodrigues</a><span> (LINTT)<br /><span><i>Coleções etnográficas e arqueologia: uma relação pouco explorada</i></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td>15h20</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/silvana-trombetta" class="external-link">Silvana Trombetta</a><span> (Larp)<br /><span><i>O Império em Roma e Roma no Império: a questão dos mosaicos provinciais</i></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td>16h</td>
<td><span><i>Debate</i></span></td>
</tr>
<tr>
<td>17h</td>
<td><span><i>Encerramento</i></span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>22 de março</strong></td>
<td><strong>Sala Alfredo Bosi</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>9h30</td>
<td><i>Abertura</i></td>
</tr>
<tr>
<td>9h40</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/juliana-freitas" class="external-link">Juliana Freitas</a><span> (LINTT)<br /><span><i>“O lugar certo é aqui”: paisagem e território no Alto Sertão Baiano, comunidade Cristina</i></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td>10h20</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-cristina-nicolau-kormikiari-passos?searchterm=kormikia" class="external-link">Cristina Kormikiari</a><span> (Labeca)<br /><span><i>O Norte da África: terra de ninguém ou terra de todos? Da Antiguidade à Modernidade</i></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td>11h</td>
<td><i>Debate</i></td>
</tr>
<tr>
<td>12h</td>
<td><i>Encerramento</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><span id="docs-internal-guid-1144adb5-7fff-1772-7ec7-ae596efc6aa4"><i> </i></span></p>
<p dir="ltr"><i><span><strong>As Faces do Colonialismo: Diferentes Tempos, Lugares e Conjunturas</strong><br /></span>20 a 22 de março, <span>das 9h30 às 17h30 nos dias 20 e 21 e até as 12h no dia 22</span><br />Sala Alfredo Bosi e Auditório do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Para acompanhar presencialmente, é necessário se <a href="http://encurtador.com.br/dgoI8">inscrever<br /></a>Mais informações: Cláudia R. Pereira (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/as-faces-do-colonialismo-">Página do evento</a></i></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arqueologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Etnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-08T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-a-interdisciplinaridade-nas-ciencias-do-mar-sob-a-otica-da-ciencia-pos-normal">
    <title>Seminário aborda interdisciplinaridade nas ciências do mar sob a ótica da ciência pós-normal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-a-interdisciplinaridade-nas-ciencias-do-mar-sob-a-otica-da-ciencia-pos-normal</link>
    <description>O X Seminário de Manejo Integrado - Interdisciplinaridade nas Ciências do Mar: Construindo uma Ciência Pós-Normal acontece no Instituto Oceanográfico (IO) no dia 3 de junho, às 14h, no Auditório Prof. Dr. Plinio Soares Moreira.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Instituto Oceanográfico (IO) da USP realiza no <strong>dia 3 de junho</strong> o <b><i>10º</i></b><i><b> </b>Seminário de Manejo Integrado - Interdisciplinaridade nas Ciências do Mar: Construindo uma Ciência Pós-Normal</i>. O evento, que tem apoio do IEA por meio do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, acontece <strong>a partir das 14h</strong> no Auditório Prof. Dr. Plinio Soares Moreira do IO. Para participar, é necessário realizar <a class="external-link" href="http://www.oceanosesociedade.io.usp.br/index.php/x-seminario-de-manejo/inscricao2016">inscrição prévia</a>.</p>
<p>O objetivo do seminário é provocar uma reflexão e discussão sobre a interdisciplinaridade nas ciências do mar sob a ótica da ciência pós-normal, um novo paradigma que vem se consolidando para lidar com problemas complexos como aqueles enfrentados nos oceanos e zonas costeiras.</p>
<p>Segundo os organizadores, a Gestão Integrada (GI) é entendida como um processo integrador, inclusivo, participativo, adaptável e cíclico, que visa a promover o desenvolvimento sustentável e a conservação ambiental. A GI precisa levar em conta as diferentes fontes de conhecimento, envolvendo necessariamente uma perspectiva pluralista e interdisciplinar.</p>
<p>Eles argumentam, no entanto, que a ciência tradicional reducionista, ou ciência normal, não é capaz de lidar com a complexidade e a incerteza dos problemas ambientais atuais existentes nos oceanos e zonas costeiras. Por isso, novas abordagens estão se movendo para o chamado paradigma da ciência pós-normal, que pode ser entendido como uma estratégia de resolução de problemas com foco no desenvolvimento de processos de integração, numa perspectiva interdisciplinar e transdisciplinar.</p>
<p>Nesta edição do seminário, os organizadores esperam estimular a participação e o envolvimento de estudantes de graduação e pós-graduação nos debates sobre a interdisciplinaridade nas ciências do mar, o paradigma da ciência pós-normal e os desafios da integração entre política e ciência, no contexto da GI.</p>
<h3>Programação:</h3>
<p><strong>13h</strong> – Inscrições</p>
<p><strong>14h</strong> – Abertura</p>
<p><strong>14h30 – 17h30</strong></p>
<p>Mesa redonda – Interdisciplinaridade nas Ciências do Mar: Construindo uma Ciência Pós-Normal</p>
<p>Moderação: Alexander Turra (IEA-USP)</p>
<p>Relatoria: Natália de Miranda Grilli</p>
<p><strong>14h30 – 14h50</strong>: A Interdisciplinaridade nas Ciências Ambientais</p>
<p>Palestrante: Pedro Roberto Jacobi (PROCAM/IEE/IEA/USP)</p>
<p><strong>14h50 – 15h10</strong>: Ciência Pós-Normal: Novos Rumos no Enfrentamento de Problemas Complexos</p>
<p>Palestrante: Leandro Luiz Giatti (FSP/USP)</p>
<p><strong>15h10 – 15h30</strong>: Instituições de Ensino e Pesquisa e Gestão de UCs: Possibilidade de Integração Ciência e Gestão</p>
<p>Palestrante: Luciana Y. Xavier (IO/USP)</p>
<p><strong>15h30 – 15h50</strong>: Dificuldades e Desafios da Integração entre Políticas, Tomada de Decisão e Ciência</p>
<p>Palestrante: Lucila Pinsard Vianna (APAMLN/SP)</p>
<p><strong>15h50 – 16h20</strong>: A Experiência do Projeto Biota-Araçá: Subsídios Metodológicos</p>
<p>Palestrante: Claudia Santos (IO/USP)</p>
<p><strong>16h20 – 16h35</strong>: Intervalo</p>
<p><strong>16h35 – 17h30</strong>: Abertura para perguntas e debate com os participantes</p>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong><i>10º Seminário de Manejo Integrado - Interdisciplinaridade nas Ciências do Mar: Construindo uma Ciência Pós-Normal</i></strong><br /><i>3 de junho, das 14h às 17h30<br /></i><i><span>Auditório Prof. Dr. Plinio Soares Moreira</span>, <span style="text-align: justify; ">Instituto Oceanográfico, Praça do Oceanográfico, 191,</span> Butantã, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com <a class="external-link" href="http://www.oceanosesociedade.io.usp.br/index.php/x-seminario-de-manejo/inscricao2016">inscrição prévia</a><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1uba102S-TC_HcqWXweisVk20zprygqx9aa60oOrsUFQ/viewform?c=0&amp;w=1" target="_blank"><br /></a>Informações: <a class="mail-link" href="mailto:caiua.peres@usp.br">caiua.peres@usp.br</a> <br /></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-20T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/semear-ideias-para-uma-inteligencia-artificial-responsavel">
    <title>Semear ideias para uma inteligência artificial responsável </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/semear-ideias-para-uma-inteligencia-artificial-responsavel</link>
    <description>Um relato de Elen Nas sobre o 1º Seminário de IA Responsável da Cátedra Oscar Sala.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: right; "><i>por Elen Nas, pós-doutoranda da Cátedra Oscar Sala</i></p>
<p style="text-align: right; "><i style="text-align: -webkit-right; "><span class="discreet">“A Inteligência Artificial Responsável não é uma palavra da moda. É um compromisso de tornar<br />o mundo um lugar melhor.”  - Ricardo Baeza-Yates em palestra na Academia Europaea, 2022</span></i></p>
<p>A proliferação das aplicações em inteligência artificial (IA) e seus usos nos mais diversos contextos da sociedade ampliaram a necessidade de um debate ético, de onde emerge o conceito IA responsável (IAR), tema proposto pelo titular Virgílio Almeida para ser o centro dos estudos da Cátedra Oscar Sala no ano de 2024.</p>
<p>Após nove meses de interações, os grupos de pesquisadores da cátedra apresentaram trabalhos e perspectivas sobre temas específicos de suas áreas de atuação em seminário realizado nos dias 15 e 16 de outubro no IEA.</p>
<p>A conferência de abertura realizada por Almeida enfatizou a necessidade premente de governança sobre a IA, já que vivemos – cada vez mais – em uma sociedade híbrida, na qual humanos são mediados por decisões automatizadas, precisando interagir com <i>agentes artificiais</i> capazes de influenciar em novas formas de sociabilidade.</p>
<p>Ele demonstrou os dados de aceleração das tecnologias de IA e suas aplicações e apresentou exemplos de danos causados pela IA. Ao lembrar que o cenário da governança permanece em aberto, reforçou ser necessário o fomento à pesquisa, desenvolvimento, assim como as trocas de ideias através de encontros e publicações.</p>
<p>Com uma série de artigos publicados no Jornal da USP,  os pesquisadores – divididos em grupos de trabalho (GTs) temáticos – tiveram oportunidade de expor ideias em fase de germinação, que confluíram, junto aos seus estudos e publicações, na realização do seminário. O encontro foi uma etapa preparatória para o projeto de publicação de um livro sobre IA responsável.</p>
<p>A primeira mesa, do GT IAR e Trabalho, teve como convidado Rafael Grohman, da Universidade de Toronto, Canadá,  que ressaltou a necessidade de estarmos atentos aos possíveis <i>adestramentos</i>, que podem resultar em um <i>sequestro da imaginação</i>. Uma vez que a regulação caminha mais lentamente que as iniciativas de implementação da IA, há também a possibilidade de resistência através de ativismo. Ele lembrou também o direito à recusa, já que nem para todo problema a resposta é uma tecnologia.</p>
<p>O debate sobre IAR e Governo contou com a presença de Christian Perrone, do Centro de Estudos em Tecnologia e Sociedade da Universidade de San Andrés, Argentina. Com uma posição mais moderada, o pesquisador defendeu que a regulação deveria focar nos casos de maior risco, deixando o mercado e determinadas áreas mais à vontade para desenvolver e disponibilizar as IAs. Essa posição foi contestada por pessoas na audiência, que defendem que não estão claros os possíveis riscos mesmo onde a IA parece <i>inofensiva</i>. Historicamente, o cenário de inovação tecnológica tanto desperta reações tecnofóbicas como estimula um entusiasmo excessivo e tecnofilia. Em ambos os casos se movem preferências e paixões que se distanciam de reflexões ponderadas quando o assunto é aplicar responsabilidade sobre a invenção.</p>
<p>Na mesa IA e Justiça, o coordenador adjunto da Cátedra, Luiz Fernando Martins Castro, afirmou que diferentemente de décadas atrás, a pesquisa da IA atual tem dirigido os holofotes para pesquisadores iniciantes frente à necessidade premente de respostas para regulação. A convidada Tainá Junquilho, assessora no Senado Federal, apresentou o documentário “Juris Máquina”, que é fruto da sua pesquisa de doutorado e consiste em uma série de entrevistas sobre a IA e os desafios de regulamentação. O filme, por trazer muitas vozes de diferentes setores ao debate sobre os desafios jurídicos da IA, desloca o que seria uma discussão técnica sobre como aplicar a lei para o lugar de entender a amplitude do tema a partir de perspectivas distintas.</p>
<p>Na primeira mesa sobre IA e Educação, as pesquisadoras apresentaram os trabalhos produzidos durante o período, que envolveram artigos e ações de engajamento e difusão da informação, como minicursos, entrevistas e criação de um website. Durante o debate, foi levantado que os projetos de IA relacionados aos grandes modelos de linguagem apareceram com forte impacto, de maneira súbita, de modo que o ambiente da educação não teve tempo e oportunidades de um preparo mais consciente e robusto. É, portanto, um desafio maior estudar, pesquisar, entender e gerar pensamento crítico, visto que é uma tecnologia de grande alcance e impacto na educação e que já chega pronta.</p>
<p>Eles trataram também do problema da vigilância nas escolas, por meio de câmeras e fotografias, com intuito de monitorar os humores dos alunos dentro das classificações da computação afetiva. O tema causou espanto e desagrado na audiência.</p>
<p>A segunda mesa de educação convidou estudantes de mestrado e doutorado para apresentar seus trabalhos sobre IA. Assim, o seminário permitiu a escuta dos agentes de pesquisa dentro de uma diversidade de perfis e interesses, sendo o objetivo <i>estar junto</i>, gerando <i>ondas</i> que envolvam as pessoas em práticas coletivas. Dentro de um mundo complexo, onde nem tudo é previsível, quando falamos de <i>responsabilidade</i> estamos falando de ética e, desse modo, valorizamos ações de estímulo à coletividade.</p>
<p>O grupo de IA, Comunicação e Artes apresentou os textos produzidos e trouxe como convidada Bruna Martins dos Santos, do Fórum de Governança da Internet na ONU. Ela destacou a posição estratégica do Brasil no tema da IAR e que o assunto da regulamentação continua um campo de discussão em aberto com muitas dúvidas.</p>
<p>O GT IAR e Saúde optou por fazer uma mesa-redonda, entrevistando os convidados Márcio Biczyk do Amaral, da Faculdade de Medicina da USP, Monise Picanço, do Cebrap, e Rodrigo Brandão, do Cetic.br. Amaral elucidou questões sobre o uso de dados, enquanto Rodrigo e Monise apresentaram um estudo publicado pelo Cetic, realizado com profissionais da saúde, representantes do mercado e academia, sobre a questão da IA na saúde. Nele, identificaram uma descentralização – não exatamente benéfica – do ponto de vista da regulação.</p>
<p>Nesse caso, perceberam que, na prática, as interações e aplicações dessas tecnologias resultam em “cada um fazendo do seu jeito”. Outro aspecto que destacaram é que a ética é vista como algo relacionado apenas à esfera individual. E este é um fator que tenderá a reforçar a ideia de que as tecnologias são neutras: nas mãos erradas, irão gerar danos; nas mãos certas, proporcionarão benefícios.</p>
<p>O seminário terminou com o grupo IA e Gênero, que apresentou o conteúdo do texto produzido. Os membros reforçaram que as tecnologias não são neutras, à medida que são geridas e, em grande parte, produzidas a partir de um recorte de gênero, etnias e classe, dentre outros fatores. A mesa teve como convidada Joana Varon, fundadora do Coding Rights. Ela destacou a necessidade de difundir perspectivas decoloniais, feministas, antirracistas e ecológicas na compreensão da IA.</p>
<p>Assim, entendendo que <i>responsabilidade</i> é garantir diversidade e cumprimento da lei em seus aspectos essenciais, como os direitos da pessoa humana e da terra no bem viver e coexistir, os desafios da IAR vão além dos esforços de regulamentação. É sobre que mundo queremos, como queremos e o que estamos dispostos a abrir mão para que ele seja possível.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-10-21T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/selecionados-os-pesquisadores-para-a-edicao-2021-do-programa-ano-sabatico">
    <title>Selecionados os docentes para o Programa Ano Sabático de 2021</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/selecionados-os-pesquisadores-para-a-edicao-2021-do-programa-ano-sabatico</link>
    <description>Diretoria do IEA divulga a relação de docentes da USP selecionados para o Programa Ano Sabático de 2021.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Diretoria do IEA divulgou na edição de ontem (6 de outubro) do "Diário Oficial do Estado de São Paulo" o <a class="external-link" href="http://diariooficial.imprensaoficial.com.br/nav_v6/index.asp?c=29640&amp;e=20201006&amp;p=1">resultado da seleção</a> de docentes da USP para o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a> de 2021. São eles:</p>
<ul>
<li>Ana Laura Godinho Lima - Faculdade de Educação</li>
<li>Cristina Godoy Bernardo de Oliveira - Faculdade de Direito de Ribeirão Preto</li>
<li>Eliane Robert Moraes - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas</li>
<li>Fabiana Cristina Severi - Faculdade de Direito de Ribeirão Preto</li>
<li>Ieda Maria Alves - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas</li>
<li>Sérgio Ricardo de Carvalho Santos - Escola de Comunicações e Artes</li>
<li>Vera Silvia Facciolla Paiva - Instituto de Psicologia</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Desta vez, todos os selecionados participarão do programa durante 12 meses, a partir de março de 2021.</p>
<p>Criado em 2015 em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP, o Programa Ano Sabático já propiciou a 27 docentes da USP a oportunidade de dedicação exclusiva a projeto de pesquisa no IEA durante seis meses ou um ano.</p>
<p class="normal">O objetivo da iniciativa é possibilitar ambiente e tempo adequados à reflexão e desenvolvimento de pesquisa individual e interdisciplinar com duração de seis meses ou um ano.</p>
<p dir="ltr">Podem participar docentes que tenham no mínimo sete anos de efetivo exercício em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP). Durante sua estada no Instituto, eles recebem da PRP um auxílio financeiro à pesquisa e ficam dispensados, sem prejuízo, das atividades em sua unidade de origem, inclusive as didáticas.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-10-07T12:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/roberto-lobo-agora-e-professor-senior-do-iea">
    <title>Roberto Lobo agora é professor sênior do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/roberto-lobo-agora-e-professor-senior-do-iea</link>
    <description>O ex-reitor da USP Roberto Leal Lobo e Silva Filho tornou-se professor sênior do IEA em maio de 2019, quando teve seu projeto de trabalho aprovado pelo Conselho Deliberativo do Instituto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:356px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/roberto-leal-lobo-e-silva-filho-2017/image" alt="Roberto Leal Lobo e Silva Filho - 2017" title="Roberto Leal Lobo e Silva Filho - 2017" height="420" width="356" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:356px;">Roberto Lobo, especialista em educação superior</dd>
</dl></p>
<p>O físico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberto-leal-lobo-e-silva-filho">Roberto Leal Lobo e Silva Filho</a>, ex-reitor da USP, é o novo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores-seniores" class="external-link">professor sênior</a> do IEA. Ele apresentou projeto para 2019/2020, no qual prevê o trabalho em cinco atividades relacionadas com formação em engenharia, inovação, interdisciplinaridade e educação superior no Brasil.</p>
<p>Formado em engenharia elétrica pela PUC-RJ, Lobo obteve os títulos de mestre e doutor na Universidade Pardue, nos EUA. Depois ingressou no então Instituto de Física e Química de São Carlos (IFQSC) da USP, onde se tornou professor titular e diretor. Além de reitor (1990-1993), foi vice-reitor (1988-1989) da USP.</p>
<p>Atuou ainda como diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Física (CBPF) e do CNPq, reitor da Universidade de Mogi das Cruzes e diretor da consultoria Lobo &amp; Associados, voltada ao desenvolvimento de projetos para, sobretudo, instituições de ensino superior privadas não lucrativas.</p>
<p>Lobo foi um dos integrantes do <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40141987000100007&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">grupo de estudos</a> que formulou as diretrizes para a criação do IEA em 1986. No período em que foi vice-reitor e reitor da Universidade, participou de várias atividades do Instituto, como o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/projetos-especias-anteriores/capital-trabalho-1" class="external-link">Fórum Capital-Trabalho</a>.</p>
<p><strong>Trabalho no IEA</strong></p>
<p>No que se refere à engenharia, Lobo vai se dedicar à redação final do livro “Engenheiros para Quê? Formação e Profissão dos Engenheiros no Brasil”, em colaboração com os professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-cardoso">José Roberto Cardoso</a>, da EP-USP, e Renata Perrenoud, da Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal) em Lorena.</p>
<p>Ele desenvolverá análises e propostas para um sistema brasileiro de inovação, internacionalização e empreendedorismo tecnológico. Esses estudos terão como referência programas de universidades americanas da área de Boston pioneiras na temática. Lobo espera interagir tanto com pesquisadores do Instituto que se dedicam à inovação quanto com aqueles dedicados a questões ligadas à gestão de cidades, “em particular smart cities, lembrando que Boston é uma das cinco mais importantes smart cities dos EUA”.</p>
<p>O <a href="http://www.cecm.usp.br/">Curso de Ciências Moleculares (CCM)</a> da USP também será objeto de análise e acompanhamento. Lobo lembra que a criação do curso em 1991 foi de sua iniciativa enquanto reitor “e resultou em uma experiência de sucesso em ensino de graduação integrado e ambicioso desde seus primeiros anos”.</p>
<p>Ele pretende entender o desenvolvimento histórico (estratégias de sucesso e eventuais problemas) do CCM, para que essa análise possibilite a proposição de novas experiências semelhantes na USP. Nesse caso, ele também quer dialogar com pesquisadores do IEA vinculados aos problemas da educação.</p>
<p>Lobo tenciona ainda organizar um grupo de trabalho multidisciplinar voltado à educação superior. Nessa área, ele irá analisar dados sobre a educação superior a partir do suporte de bancos de dados nacionais e internacionais, com especial ênfase no estudo dos reflexos das políticas públicas de educação nos resultados alcançados.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Cecília Bastos/Jornal da USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-29T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/qual-a-conexao-entre-historia-oral-crise-ambiental-e-criacao-artistica-20-05-2024-1">
    <title>Qual a Conexão entre História Oral, Crise Ambiental e Criação Artística? - 20/05/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/qual-a-conexao-entre-historia-oral-crise-ambiental-e-criacao-artistica-20-05-2024-1</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Música</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-05T21:07:25Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/crise-ambiental-criacao-artistica">
    <title>Qual a Conexão entre História Oral, Crise Ambiental e Criação Artística?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/crise-ambiental-criacao-artistica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Para  responder efetivamente à crise ambiental global, é necessário mais do  que soluções técnicas e políticas. Precisamos de novos modos de nos  relacionar com o mundo, que nos libertem de padrões de pensamento  habituais e formas de vida que dependem da destruição ambiental e  social. Nesse sentido, estudiosos e artistas de todo o mundo estão  promovendo respostas e ações criativas e inovadoras às mudanças  climáticas e à perda de biodiversidade.<br /><br />Neste evento, Jason  Davis, músico e professor assistente de Música e Estudos Globais no  Worcester Polytechnic Institute, fará uma apresentação de seu trabalho  interdisciplinar sobre mudanças climáticas, história oral ambiental e  música. Como diretor do <a href="https://www.climatestoriesproject.org/" target="_blank">Climate Stories Project</a>,  Davis lidera workshops de narrativas climáticas para escolas e  outras organizações. Ele também escreve e apresenta músicas que destacam  as vozes gravadas de pessoas de todo o mundo falando sobre suas  experiências e respostas pessoais às mudanças climáticas. Ele irá  apresentar seu projeto atual, que consiste em visitar comunidades  diversas no sudeste do Brasil e gravar entrevistas de história oral com  os moradores sobre suas relações com os recursos florestais locais e a  conservação. Em estágios posteriores, ele irá compor, gravar e  apresentar peças musicais multimídia que apresentam segmentos dessas  entrevistas.<br /><br />Além da divulgação de seu projeto, o evento visa atrair alunos e  pesquisadores interessados em colaborar com a iniciativa. Para aqueles  que quiserem aprender a metodologia utilizada por ele, <b><span style="text-decoration: underline;">haverá um  workshop no dia 22 de maio, às 10h, no IEA.</span></b></p>
<p>Atualmente, Davis é bolsista Fulbright no  Brasil, no Grupo Saúde Planetária Brasil do IEA, utilizando metodologia de história oral para entender  melhor as conexões multifacetadas entre os membros das comunidades e a  conservação da Mata Atlântica.</p>
<p><b>Apresentação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jason-davis" class="external-link">Jason Davis</a> (Worcester Polytechnic Institute)</p>
<p><b>Moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a> (EP/IEA-USP)</p>
<div class="gmail_default">
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Música</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-15T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/projeto-tematico-fapesp-analisa-implantacao-de-licenciatura-interdisciplinar-em-ciencias">
    <title>Projeto Temático Fapesp analisa licenciatura interdisciplinar em ciências</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/projeto-tematico-fapesp-analisa-implantacao-de-licenciatura-interdisciplinar-em-ciencias</link>
    <description>Projeto Temático Fapesp acompanhara e avaliará a implantação do cursos Licenciatura Interdisciplinar em Ciências na USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/formacao-de-professores" alt="Formação de professores" class="image-right" title="Formação de professores" />Contemplado no Edital 35/21 da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, foi iniciado em 2022 o Programa Licenciatura Interdisciplinar em Ciências (PLIC), responsável pela elaboração e implementação de curso experimental com essas características, vinculado à <a class="external-link" href="https://prg.usp.br/">Pró-Reitoria de Graduação</a>.</p>
<p>O projeto apresentado ao MEC foi elaborado pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica" class="external-link">Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica</a> (parceria entre o IEA e o <a class="external-link" href="https://www.itausocial.org.br/">Itaú Social</a>) em consórcio com a UFABC, que já possuía esse tipo de licenciatura, e a UniSantos, instituição sem fins lucrativos. Com a aprovação, as três universidades receberam recursos para seus programas.</p>
<p><strong>Temático</strong></p>
<p>Dado o seu caráter experimental, que deve se prolongar por quatro anos, o curso Licenciatura Interdisciplinar em Ciências (LIC) requeria um sistema de acompanhamento e avaliação. Isso agora está suprido com a implantação de um Projeto Temático Fapesp no IEA específico para esse trabalho.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td class="external-link">
<h3><span>Outro Projeto<br />Temático Fapesp</span></h3>
<p><a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/111047/brasil-como-uma-variedade-de-democracia-de-mercado-emergente-entre-a-agenda-democratica-e-a-agenda-d/">Brasil como uma Variedade de Democracia de Mercado Emergente: Entre a Agenda Democrática e a Agenda da Globalização</a></p>
<ul>
<li>Pesquisadora responsável: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lourdes-sola" class="external-link">Lourdes Sola</a></li>
<li>Vinculado ao <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/economia-politica-internacional-variedades-de-democracia-e-descarbonizacao" class="external-link">Grupo de Pesquisa Economia Política Internacional, Variedades de Democracia de Descarbonização</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O projeto é intitulado <a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/111556/estudo-de-implementacao-de-inovacoes-curriculares-estrategias-pedagogicas-e-tecnologias-emergentes-p/https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/111556/estudo-de-implementacao-de-inovacoes-curriculares-estrategias-pedagogicas-e-tecnologias-emergentes-p/">Estudo de Implementação de Inovações Curriculares, Estratégias Pedagógicas e Tecnologias Emergentes para Qualidade-Equidade na Educação Básica</a>, com previsão de término em janeiro de 2028. O pesquisador responsável é <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mauricio-pietrocola" class="external-link">Mauricio Pietrocola</a>, professor titular da Faculdade de Educação (FE) da USP, onde desenvolve pesquisa sobre desenvolvimento de estratégias inovadoras no ensino de ciências e formação de professores. Ele participou do <a class="external-link" href="http://http//www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico">Programa Ano Sabático</a> do IEA em 2019.</p>
<p>Os pesquisadores principais são: a vice-diretora do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a>, da Escola Politécnica; o titular da Cátedra Alfredo Bosi, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar Almeida Filho</a>, da UFBA; e outros três professores da USP: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Luiz Roberto Alves</a>, da Escola de Comunicações e Artes; Marcelo Alves Barros, do Instituto de Física de São Carlos; e Meire Cachioni, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades.</p>
<p><strong>Dimensões</strong></p>
<p>O projeto baseia-se em quatro dimensões: conceitual, curricular, pedagógica e tecnológica. Isso implica registrar e avaliar processos de desenho, prototipagem e implementação, de modo concomitante com avaliação de eficácia, efetividade e impacto (de curto prazo) de elementos constitutivos da fase experimental de funcionamento da licenciatura, afirma Pietrocola.</p>
<p>No plano geral, o conjunto de estudos previstos buscará articular demandas concretas das instituições educadoras, considerando a prerrogativa do binômio qualidade-equidade no sistema público de educação. Os estudos seguirão quatro linhas de pesquisa:</p>
<ul>
<li>exploração arqueogenealógica e pragmática da questão conceitual da inovação em educação;</li>
<li>descrição e validação microexperimental da eficácia específica de inovações e arranjos curriculares do LIC;</li>
<li>registro e avaliação de inovações processuais pedagógicas (formas de metodologias ativas) aplicadas no projeto;</li>
<li>prototipagem de tecnologias emergentes (ambientes metapresenciais e imersivos de coaprendizagem) do LIC.</li>
</ul>
<p>Serão realizados estudos multimétodos para avaliação de eficácia, efetividade e impacto (de curto prazo) de elementos conceituais, curriculares, pedagógicos e tecnológicos constitutivos da intervenção implementada no LIC.</p>
<p>Segundo Pietrocola, os resultados serão articulados numa perspectiva de pesquisa transdisciplinar translacional (aplicação prática) e servirão de subsídios para criação, ampliação e aprimoramento de cursos de licenciatura interdisciplinar, produzindo informações cruciais para a gestão dos sistemas educacionais, sobretudo no estado de São Paulo</p>
<p>Além dos pesquisadores citados, há outros 39 associados ao projeto, sete deles vinculados à Cátedra Alfredo Bosi, seja no Comitê de Governança ou no Comitê Consultivo ou na Comissão Executiva. São eles: o diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, da EP e da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade; o coordenador acadêmico, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-carlos-de-menezes" class="external-link">Luís Carlos de Menezes</a>, do Instituto de Física; os coordenadores adjuntos <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-jose-machado" class="external-link">Nílson José Machado</a>, da FE, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lino-de-macedo" class="external-link">Lino de Macedo</a>, do Instituto de Psicologia; a representante do Polo Ribeirão Preto <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-souza-passador" class="external-link">Claudia Souza Passador</a>, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernardete-angelina-gatti" class="external-link">Bernardete Gatti</a>, da Fundação Carlos Chagas; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francisco-aparecido-cordao" class="external-link">Francisco Aparecido Cordão</a>, consultor educacional.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Felipe Barros/ExLibris/PMI/Flickr</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Licenciatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Médio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-04-24T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dasp-livro">
    <title>Projeto Democracia, Artes e Saberes Plurais do IEA é transformado em livro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dasp-livro</link>
    <description>A obra apresenta visões de participantes do projeto sobre ações em áreas periféricas aos campi da USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-79d7fb44-7fff-4734-7ddd-c12c4840743e"> </span></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-narrativas-perifericas" alt="Capa do livro Narrativas Periféricas" class="image-right" title="Capa do livro Narrativas Periféricas" /></p>
<p><i>por Letícia Tanaka e Fernanda Rezende</i></p>
<p>A experiência dos participantes do projeto <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/censo-jardim-sao-remo-jardim-keralux-e-vila-guaraciaba-1" class="external-link">Democracia, Artes e Saberes Plurais</a> (Dasp), promovido pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> nos últimos três anos, está registrada no livro <i>Narrativas periféricas: entre pontes, conexões e saberes plurais</i> (Editora Amavisse, 2020), que foi lançado no dia 19 de março em evento online (leia mais abaixo). <strong>A versão digital da obra está <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/narrativas-perifericas" class="external-link">disponível gratuitamente aqui</a>.</strong></p>
<p>Iniciado em 2018, o projeto teve a participação de alunos da graduação e pós-graduação da USP e uma pesquisadora de pós-doutorado, todos selecionados como bolsistas. Uma das atividades desenvolvidas foi a realização do censo populacional e sociocultural das comunidades vizinhas à USP. Durante mais de um ano, os alunos da graduação atuaram como recenseadores e percorreram as ruas e casas das comunidades Jardim São Remo e Sem Terra/Vila Clô (próximas à Cidade Universitária, no Butantã), Jardim Keralux e Vila Guaraciaba (próximas à Escola de Artes, Ciências e Humanidades, Each, na Zona Leste).</p>
<table class="tabela-esquerda-400-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; ">Evento online lançou publicação</th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left; "><span id="docs-internal-guid-cc85bec4-7fff-45f9-df2c-ef6f7430f3de">
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">O lançamento do livro <i>Narrativas periféricas: entre pontes, conexões e saberes plurais </i>aconteceu em evento online,<strong> no dia 19 de março, às 15h</strong>. O encontro teve o debate <strong>Narrativas periféricas na universidade pública: questões do nosso tempo</strong>, com participação da estudante de graduação e pesquisadora do Dasp, Isadora Nunes; o articulador local do projeto e multiartista, Rafael Pompeu; a pesquisadora do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/nperiferias" class="external-link">Grupo de Pesquisa n-Periferias</a> e professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Rosangela Malachias;  e o pró-reitor de graduação da USP, Edmund Baracat.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Também estavam presentes <span style="text-align: start; "> </span><a style="text-align: start; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa e Silva</a>, coordenadora do projeto Democracia, Artes e Saberes Plurais; <a style="text-align: start; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erica-pecanha-do-nascimento" class="external-link">Érica Peçanha</a>, pesquisadora do Dasp e organizadora do livro; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski?searchterm=plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, diretor do IEA; Jader Rosa, gerente do Observatório Itaú Cultural e Mariana Almeida, superintendente da Fundação Tide Setubal, apoiadora do projeto.</p>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“A publicação contém relatos, ensaios e textos literários que retratam aprendizados e reflexões acumuladas sobre a produção de conhecimento em contextos periféricos, a experiência universitária e o papel de projetos acadêmicos”, diz<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erica-pecanha-do-nascimento" class="external-link"> Érica Peçanha,</a> pós-doutoranda do IEA responsável pela organização do livro. Com 45 textos de alunos de graduação e pós-graduação, consultores, docentes e moradores dos territórios pesquisados, foi idealizado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa e Silva</a>, titular da Cátedra em 2018, quando se iniciou o Dasp.</p>
<p>A ideia de transformar as vivências dos participantes em livro surgiu a partir da percepção de Eliana de que o projeto se tornou uma referência para os pesquisadores refletirem sobre temas que os cercaram por toda a vida, como as estratégias de sobrevivência das famílias de baixa renda, as especificidades das periferias e favelas, e a potência das ações coletivas nos territórios periféricos.</p>
<p>“Os autores são, predominantemente, de origem popular, negra e periférica, e essas marcas sociais são importantes para compreender as narrativas ali apresentadas”, explica Érica. Para ela, a publicação pode ser um ponto de partida para discutir a presença negra, periférica e popular na universidade pública, uma vez que os pesquisadores demonstraram valorizar as ações do Dasp por terem encontrado no projeto um espaço de acolhimento de suas trajetórias e expectativas de atuação.</p>
<p>O livro também levanta reflexões sobre permanência estudantil, conteúdos curriculares da graduação e pós-graduação, perfil dos docentes, vivências, histórias e conhecimentos que são compartilhados e valorizados na universidade. “O projeto é lido em contraste com a própria USP, como se fosse descolado desse espaço ou percebido como uma das poucas oportunidades que esses estudantes tiveram para discutir temas que se cruzam com suas biografias”, afirma a pós-doutoranda.</p>
<p><strong>Contexto</strong></p>
<p>A Cátedra Olavo Setubal é uma parceria do IEA com o Itaú Cultural. Iniciada em 2015, tem a cada ano um titular para orientar suas atividades. Em 2018, quando Eliana assumiu como catedrática, o estudo das periferias foi definido como tema central, com o objetivo de conectar a USP às periferias e discutir suas necessidades, particularidades e potências. Encerrada sua titularidade, Eliana continuou na coordenação dos projetos como professora visitante do IEA.</p>
<p>O Dasp teve três ações principais: Centralidades Periféricas (série de eventos entre integrantes do mundo universitário e artistas, intelectuais e ativistas das periferias brasileiras); Conexões com as Periferias (plataforma digital que reúne pesquisas e as ações de extensão da USP que tenham como foco as periferias); e Pontes de Vivências e Saberes (diagnóstico sociocultural e econômico nas comunidades vizinhas ao Campus Capital - Butantã e USP Leste). Ao todo, 63 estudantes de graduação, pós-graduação e pós-doutorado atuaram nas diferentes ações, além de 10 moradores dos territórios recenseados.</p>
<div id="_mcePaste"></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Dasp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Multidisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Periferias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-03T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/eixos-tematicos-da-usp-para-contribuir-com-a-formulacao-de-politicas-publicas">
    <title>Programa Eixos Temáticos da USP definirá agenda para sustentabilidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/eixos-tematicos-da-usp-para-contribuir-com-a-formulacao-de-politicas-publicas</link>
    <description>USP define 11 temas relacionados com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. O objetivo do Programa Eixos Temáticos da USP é contribuir com a formulação de políticas públicas para a melhoria da qualidade de vida da população brasileira.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-do-programa-eixos-tematicos-da-usp" alt="Logo do Programa Eixos Temáticos da USP" class="image-right" title="Logo do Programa Eixos Temáticos da USP" /></p>
<p>Entre julho e agosto, a USP apresentará à sociedade uma agenda de temas prioritários para a elaboração de políticas públicas que atendam às metas dos <a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs" target="_blank">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</a> estabelecidos na Agenda 2030 da ONU.</p>
<p>Não será um livro branco, com a definição de ações a serem implementadas, mas sim um repertório de questões a serem debatidas, detalhadas e aprofundadas na elaboração de políticas públicas por cidades, estados, regiões e pelo país como um todo, segundo o coordenador-geral do Programa Eixos Temáticos da USP, o professor Marcos Buckeridge, diretor do Instituto de Biociências e integrante da Assessoria do Gabinete do Reitor (AGR), à qual o programa é vinculado.</p>
<p>Além de ser colocado à disposição da sociedade, o documento será encaminhado como uma proposta da USP aos candidatos à Presidência de República e aos governos estaduais. Será entregue também às mesas diretoras do Congresso Nacional e das assembleias legislativas estaduais.</p>
<p>O trabalho não será encerrado com elaboração do documento, segundo Buckeridge: “A itens de agenda serão referência para futuras pesquisas e detalhamento de propostas que contribuam para o desenvolvimento do país de forma sustentável, com o objetivo de promover a redução de desigualdades e a melhoria da qualidade de vida da população.”</p>
<p><b>Temas</b></p>
<p>O programa teve início com definição de 11 grandes temas, baseados nos 17 ODS: Agronegócio, Desigualdades, Democracia, Cidades, Cultura e Artes, Educação, Economia, Energia, Indústria, Meio Ambiente e Saúde. Cada tema é vinculado a subitens de três ODS, o que permite uma articulação integral entre as duas esferas temáticas.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/diagrama-eixos-tematicos-ods" alt="Diagrama Eixos Temáticos-ODS" class="image-left" title="Diagrama Eixos Temáticos-ODS" /></p>
<p>Haverá um seminário no IEA quando da conclusão dos trabalhos de cada grande tema (eixo), para apresentação dos resultados à comunidade.</p>
<p>Além de Buckeridge, outros dois integrantes da AGR coordenam o programa: os professores Bruno Caramelli, da Faculdade de Medicina, e Célia Garcia, da Faculdade de Ciência Farmacêuticas. Os três já escolheram os docentes que coordenarão cada eixo temático [veja tabela abaixo]. Os dois níveis de coordenação contam com docentes de 17 unidades de ensino e pesquisa da USP, o que demonstra o grau de interdisciplinaridade da iniciativa, que deve aumentar substancialmente com a incorporação de dez docentes a cada tema, os quais poderão contar com a colaboração de pós-doutorandos e pós-granduandos.</p>
<p><b>Metodologia</b></p>
<p>Para a definição dos itens de agenda em cada tema, será adotada a mesma metodologia empregada na produção do <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/guia-para-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020-4/">Guia das Cidades Sustentáveis - Eleições 2020</a> pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais">Centro de Síntese USP Cidades Globais (USP-CG)</a> (do IEA), do qual Buckeridge é um dos coordenadores. O guia foi elaborado para subsidiar as administrações dos prefeitos e a atuação dos vereadores escolhidos nas eleições municipais há dois anos.</p>
<p>No início, os pesquisadores de cada eixo temático trabalhão em workshops para o estabelecimento de uma série de nexos (articulação de três aspectos; por exemplo: educação-emprego-renda). Três desses nexos serão propostos para cada ODS e depois serão definidas três ações necessárias em cada nexo. Considerados os nexos e ações, serão propostos itens de agenda para cada ODS. A relação de itens será depurada por meio de análise da correlação entre eles e as metas de cada ODS. Ao final do processo, cada eixo temático terá uma série de itens de agenda relacionados a três ODS [veja o diagrama acima].</p>
<table class="tabela-esquerda-400-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th scope="col">TEMA</th><th scope="col">COORDENADORES</th>
</tr>
<tr>
<td><b>Agronegócio</b></td>
<td>Francisco Palma Rennó (FMVZ) e Gerd Sparovek (Esalq)</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Cidades</b></td>
<td>João Sette Whitaker Ferreira (FAU) e Pedro Roberto Jacobi (IEE)</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Cultura e Artes</b></td>
<td>José Teixeira Coelho Neto (ECA) e Martin Grossmann (ECA)</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Democracia</b></td>
<td>Cibele Saliba Rizek (IAU) e Cícero Romão (FFLCH)</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Desigualdades</b></td>
<td>Ana Elisa Bechara (FD) e Vladimir Safatle (FFLCH)</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Economia</b></td>
<td>Fábio Frezatti (FEA) e Rudinei Toneto Junior (FEARP)</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Educação</b></td>
<td>Marcos Neira (FE) e Tadeu Fabrício Malheiros (EESC)</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Energia</b></td>
<td>José Roberto Cardoso (Poli) e Suani Teixeira Coelho (IEE)</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Indústria</b></td>
<td>João Fernando Gomes de Oliveira (EESC) e Vanderley Moacyr John (Poli)</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Meio Ambiente</b></td>
<td>Ana Maria de Oliveira Nusdeo (FD) e Jean Paul Metzger (IB)</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Saúde</b></td>
<td>Berenice Bilharinho de Mendonça (FM) e José Sebastião dos Santos (FMRP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Desdobramentos</b></p>
<p>O documento com os itens de agenda será a referência para as fases seguintes do programa, subsidiando a elaboração de novas propostas de pesquisa, produção de bancos de dados e outras iniciativas. Um dos trabalhos já previstos é a indexação de todas as teses (de doutorado e de livre docência) e dissertações de mestrados que abordaram temas caros às metas dos ODS.  A indexação será feita a partir do <a href="https://www.teses.usp.br/" target="_blank">Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP</a>, que contém 105 mil documentos, defendidos desde 1942. Segundo Buckeridge, esse trabalho será feito por meio de software específico, capaz de identificar termos e expressões presentes no texto integral das teses e dissertações. Trabalho similar já foi feito pelo USP-CG sobre o tema cidades, a partir de 1.500 teses e dissertações produzidas desde 1967.</p>
<p>As possibilidades de trabalhos derivados do programa são inúmeras, diz Buckeridge. Algumas atividades são naturalmente exigidas, como a estruturação de serviços de comunicação que permitam a divulgação dos resultados à sociedade de forma ampla.</p>
<p>Para ele, o Programa Eixos Temáticos é mais uma das ações relevantes da Universidade para o diálogo com a sociedade: "Muitas pessoas não conhecem os diversos projetos e pesquisas da USP - muitos deles articulados com setores da sociedade - voltados ao desenvolvimento sustentável, redução de desigualdades e melhoria da qualidade de vida da população".</p>
<p>Exemplo disso são algumas atividades desenvolvidas pelo Centro de Síntese USP Cidades Globais, disse. É o caso dos seminários do ciclo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/urbansus">UrbanSus (Sustentabilidade Urbana) </a>sobre pesquisa a respeito dos moradores de rua da cidade de São Paulo, que tratou não só realidade vivida por eles, mas também do diálogo entre pesquisadores e técnicos de várias áreas envolvidos na assistência à população em condição de rua.</p>
<p>Outro caso mencionado por Buckeridge, desta vez relacionado a questões estruturais do Brasil que precisam ser revistas, foi o envio de quatro pós-doutorandos à Alemanha, para estudar as peculiaridades do sistema federativo alemão e sua possível aplicação no contexto brasileiro. Iniciado no IEA e depois desenvolvido em parceria com várias entidades, sendo o Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS Brasil) uma das principais, o trabalho será apresentado no seminário <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pacto-federativo-agenda-2030">Pacto Federativo: Municípios para a Agenda 2030</a>, no dia 29 de abril, às 9h, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/br" class="external-link">ao vivo</a> pela internet..</p>
<div>
<div></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-04-20T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/programa-abes-iea">
    <title>Programa da Abes em parceria com IEA recebe inscrições de doutorandos e doutores </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/programa-abes-iea</link>
    <description>O Programa Fellowship 2024 promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes) em parceria com o IEA recebe inscrições até 31 de dezembro para a seleção de doutorandos, pós-doutorandos e outros pesquisadores com doutorado.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/imagem-do-think-tank-da-abes-2" alt="Imagem do Think Tank da Abes 2" class="image-right" title="Imagem do Think Tank da Abes 2" />Continuam abertas as inscrições para o Programa Fellowship 2024 promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes) em parceria com o IEA. Podem participar da seleção doutorandos, pós-doutorandos e outros pesquisadores com doutorado vinculados a instituições acadêmicas nacionais ou estrangeiras. A <a class="external-link" href="https://thinktankabes.org.br/edital/edital-de-chamamento-publico-no-01-2024/">chamada pública</a> de fluxo contínuo receberá inscrições até 31 de dezembro.</p>
<p>O objetivo do programa é promover a geração de conhecimentos fundamentados em pesquisa que contribuam com a agenda de políticas públicas e inovação no Brasil, dando ênfase à construção de um país mais digital e menos desigual. São contempladas as vertentes tecnológicas, sociais, econômicas e de sustentabilidade, sendo valorizado o caráter inter e transdisciplinar da pesquisa proposta.</p>
<p>O programa é implementado pelo Centro de Inteligência, Política Públicas e Inovação da Abes, chamado de Think Tank da associação. O centro facilitará o estabelecimento de conexões dos participantes com as diversas redes de pesquisa com as quais a Abes se relaciona. O IEA auxiliará na conexão dos participantes com seus agrupamentos, bem como com outros conjuntos de pesquisa da USP.</p>
<p>Serão oferecidas duas vagas por tema de pesquisa, número que poderá ser ampliado a critério da Comissão de Seleção. O período de vínculo é de um ano, prorrogável por mais um ano. Não há remuneração dos participantes. Os temas que ainda possuem vagas são:</p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td>
<ul>
<li>Inteligência Artificial</li>
<li>Plataformas Digitais</li>
<li>Governo Digital e Governo Aberto</li>
<li>Futuro do Trabalho</li>
<li>Identidade Digital</li>
<li>Privacidade e Proteção de Dados</li>
<li>Dados Abertos</li>
<li>Segurança Cibernética</li>
</ul>
</td>
<td>
<ul>
<li>Segurança Jurídica e Tributária</li>
<li>Reforma Tributária do Setor de Tecnologia</li>
<li>Cidades Inteligentes</li>
<li>ESG (Environmental, Social and Governance)</li>
<li>Inovação e Fomento</li>
<li>Compras Públicas</li>
<li>Outros assuntos</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/imagem-think-tank-da-abes-1" alt="Imagem do Think Tank da Abes 1" class="image-left" title="Imagem do Think Tank da Abes 1" /></p>
<p>As inscrições devem ser feitas com o preenchimento de <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfESe1dqFE8Rxa63JsFAKpt3F9bG6-cSZ6eRVnqwSVW3nviUg/viewform" target="_blank">formulário online</a>. A seleção dos candidatos se dará a partir da análise dos documentos enviados, sendo facultado à Comissão de Seleção chamar os candidatos para entrevista. Em qualquer momento durante o processo, o Think Tank poderá solicitar os documentos originais para autenticação dos arquivos protocolados.</p>
<p>Após a publicação do resultado final, os selecionados serão convocados para assinatura eletrônica de Termo de Responsabilidade. As atividades deverão ter início em até dois dias após essa assinatura.</p>
<p>É esperado dos selecionados a participação presencial ou online nas reuniões dos Comitês e Grupos de Trabalho da Abes, quando convidados, sempre que sempre que os encontros estiverem relacionados a seus temas de pesquisa aos interesses do Think Tank. A carga horária mensam dessas participações é de aproximadamente dez horas.</p>
<p>Eles deverão participar também de dois treinamentos - "Uma Empresa Ética sobre Compliance" e "LGPD Abes Academy" - com duração anual total de seis horas e emissão de certificado.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Imagens: Abes</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sistema Tributário</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Smart Cities</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internet</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologias de Informação</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-23T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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