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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 31 to 45.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-dedica-dossie-a-agua">
    <title>'Estudos Avançados' 63 dedica dossiê à água</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-dedica-dossie-a-agua</link>
    <description>A edição traz também um minidossiê sobre "Evolução Darwiniana e Ciências Sociais"e uma seção de resenhas.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/caparev63.jpg" alt="caparev63.jpg" class="image-right" title="caparev63.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">A preservação, o gerenciamento, a distribuição e o uso racional dos recursos hídricos são os principais aspectos discutidos no "Dossiê Água" da edição nº 63 da revista "Estudos Avançados".</p>
<p style="text-align: justify; ">Alfredo Bosi, editor da publicação, destaca a participação do limnologista José Galizia Tundisi, presidente do Instituto Internacional de Ecologia, no levantamento científico dos tópicos contemplados pelo "Dossiê Água". Tundisi é o autor do artigo "Recursos Hídricos no Futuro: Problemas e Soluções", que abre o conjunto de textos.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os outros artigos tratam da gestão das doze regiões hidrográficas brasileiras, da situação dramática do Nordeste semi-árido, do impacto das mudanças climáticas na América do Sul no ciclo hidrológico, das dificuldades de suprimento de água e saneamento básico em áreas urbanas, da contaminação por mercúrio e da urgência da racionalização do uso da água em escala mundial.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo Bosi, depois de ouvir atentamente os pesquisadores, a editoria da revista procurou saber o que estão pensando e realizando os agentes educacionais e pastorais que vivenciam efetivamente o drama da escassez nos lugares onde estão enraizados: "Demos a palavra àqueles que lutam pela revitalização do Rio São Francisco e pela 'educação para a água', tanto no nível universitário como no âmbito do ensino básico".</p>
<p style="text-align: justify; ">A seção "Evolução Darwiniana e Ciências Sociais" traz uma síntese ciclo temático homônimo realizado em 2007 escrita por José Eli da Veiga, da FEA-USP e coordenador da atividade, artigos de dois participantes (Ricardo Waizbort, da Fiocruz, e Mario Luiz Possas, da UFRJ) e uma entrevista feita por Veiga com Geoffrey M. Hodgson, da Universidade de Hertfordshire, Reino Unido, considerado o principal teórico da economia evolucionista da atualidade. <i>(Os vídeos do ciclo estão na  <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca" class="external-link">Midiateca Online</a>).</i></p>
<p style="text-align: justify; ">A edição (que já está na <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420080002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank">SciELO</a><span>) conta também com resenhas de seis livros e de um CD musical lançados recentemente.</span></p>
<table class="grid listing" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: justify; ">
<p><span>"Estudos Avançados" nº 63 (maio-agosto/2008). 342 páginas. Exemplar: R$ 30,00; assinatura anual (3 edições): R$ 80,00. Informações sobre a revista e o lançamento:</span><strong><i> </i></strong><i><a href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>, telefones (11) 3091-1675 e 3091-1676.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    <dc:date>2008-08-11T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-para-o-desenvolvimento-rural-do-pais">
    <title>Os desafios para o desenvolvimento rural do país</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-para-o-desenvolvimento-rural-do-pais</link>
    <description>Estudos Avançados nº 43 mapeia a atividade rural brasileira, analisa os desafios e sugere caminhos  </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:198px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cearass.gif/image" alt="cearass.gif" title="cearass.gif" height="302" width="198" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:198px;">Foto de Sebastião Salgado</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Desta              vez, a revista <strong>Estudos Avançados</strong> (nº 43, set.-dez./2001)              dedica seu dossiê aos desafios para o desenvolvimento rural              brasileiro, tanto tecnológico como do ponto de vista de planejamento              e definição de políticas para o setor. O dossiê              é constituído de um conjunto de 21 artigos, uma entrevista              com dom Tomás Balduíno, presidente da Comissão              Pastoral da Terra Nacional (CPTNAC), e uma seção de              mapas sobre a dinâmica espacial da evolução da              população urbanas, ocupação de terras              e assentamento realizados.</p>
<p style="text-align: justify; "><span class="360025312-17122001">Os              temas dos textos vão da pesquisa agrícola de ponta aos problemas da              distribuição de terras, passando pelo questionamento dos indicadores              rurais brasileiros e as concepções sobre os caminhos para o desenvolvimento.              Na entrevista com dom Tomás Balduíno ele destaca que a pastoral "move-se              entre as lutas de apoio aos oprimidos e a reflexão sobre a Teologia              da Terra, de onde nascem as instituições da legitimidade de muitas              ações dos camponeses, como, por exemplo, as ocupações da terra".              As prioridades da CPTNAC no momento são três: terra, água e direitos. Dom Tomás              destaca que a questão da água tem se tornado uma preocupação              central da Pastoral no momento, seja apoiando iniciativas nordestinas              na convivência com o Semi-Árido, seja no envolvimento na discussão              sobre projetos  de barragens e hidrovias no Centro-Sul ou no              apoio aos ribeirinhos da Amazônia.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span class="360025312-17122001">Coincidentemente,              a questão da água fecha o dossiê aberto pela entrevista com dom Tomás.              Trata-se</span><span class="360025312-17122001"> do artigo  "Água e Desenvolvimento Rural",              do geólogo Aldo Rebouças. Para ele, "torna-se urgente que se              pratique uma gestão integrada das águas  - captação das chuvas,              dos rios, dos aqüíferos e de reuso da água disponível - na unidade              hidrográfica de planejamento. Nesta abordagem, todavia, não se deve              esquecer que a gestão referida compreende aspectos de oferta e de              usos. Assim, torna-se imprescindível que sejam desenvolvidas campanhas              permanentes de informação à população em geral de como usar cada vez              mais eficientemente a água disponível".</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span class="360025312-17122001"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa43.gif" alt="capa43.gif" class="image-left" title="capa43.gif" />Além</span><span class="360025312-17122001"> de vários artigos sobre as pesquisas agrícolas no país e sobre questões              fundiárias e populações do campo, o dossiê também apresenta análises              sobre as dificuldades brasileiras para a elaboração e adoção de propostas              para o desenvolvimento rural brasileiro. Entre esses textos estão              "O futuro da Sociologia Rural e sua Contribuição para a Qualidade              de Vida Rural",  de José de Souza Martins, "Dilemas              do Desenvolvimento Agrário", de Washington Novaes, e "O              Brasil Rural ainda não Encontrou o seu Eixo de Desenvolvimento",              de José Eli da Veiga.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span class="360025312-17122001">A              pluralidade de abordagens presente no dossiê é destacada por Alfredo              Bosi, editor da publicação, ao lembrar "as diversas ciências              e técnicas envolvidas no seu tratamento: agronomia, economia, sociologia,              política, antropologia cultural, história social, geografia, ecologia,              demografia..."</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Questão Agrária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2001-08-25T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-de-sao-paulo">
    <title>Os desafios de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-de-sao-paulo</link>
    <description>Edição 47 inicia publicação de dossiê sobre
a capital paulista e sua região metropolitana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/represa.gif" alt="represa.gif" class="image-right" title="represa.gif" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Desemprego,              violência, e dificuldades para o gerenciamento do uso e da conservação              dos recursos hídricos são alguns dos principais desafios              para a melhoria da qualidade de vida na Região Metropolitana              de São Paulo. Esses aspectos foram escolhidos para compor a              primeira parte do "Dossiê São Paulo", publicado              no n° 47 da revista <strong>Estudos Avançados</strong>, lançado              no dia 16 de maio em evento que teve a participação              professora Ermínia Maricato, secretária executiva do              Ministério das Cidades, que fez palestra sobre os fundamentos              que subsidiaram a criação do ministério e as              diretrizes que orientam a ação da pasta.</p>
<p style="text-align: justify; ">Um dos              artigos do dossiê é "Pobreza e Espaço: Padrões              de Segregação em São Paulo", de Haroldo              da Gama Torres, Eduardo Marques, Maria Paula Ferreira e Sandra Bitar.              Os autores utilizam os dados do Censo Demográfico de 2000 e              o Sistema de Informação Geográfica (utilização              de mapas) para atualizar o debate sobre o padrão de segregação              urbana no Brasil. De acordo com eles, o modelo centro-periferia é              uma simplificação genérica da forma urbana, como              demonstra a heterogeneidade da periferia de São Paulo, situação              que acarreta importantes conseqüências para as políticas              públicas.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo              o artigo, três características do desenvolvimento urbano              da Região Metropolitana de São Paulo contrariam o antigo              modelo centro-periferia: o surgimento de vários novos empreendimentos              urbanos fechados na Zona Oeste, tradicionalmente ocupada pelos pobres;              um processo de disseminação da pobreza por toda a cidade,              levando a uma nova onda de favelas, marcada por múltiplas invasões              em pequenos espaços entre pontes, margens de rios ou linhas              férreas; a presença maior do poder público nas              periferias, com um aumento significativo de vários indicadores              sociais. Ainda com relação à pobreza e à              violência, o dossiê possui os textos "Homicídio              e Violação de Direitos Humanos em São Paulo",              de Nancy Cardia, Sérgio Adorno e Frederico Poleto, e "Novas              Políticas de Segurança Pública", de Luiz              Eduardo Soares.</p>
<p style="text-align: justify; ">Na área              ambiental, o uso e gerenciamento dos recursos hídricos da Região              Metropolitana são tratados nos textos "Bacia Hidrográfica              do Alto Tietê", de Ricardo Toledo Silva e Mônica              Ferreira do Amaral Porto, e "Cidade e Cidadãos: 100 Anos              Destruindo os Rios Paulistanos", de Ricardo Toledo Neder, além              de entrevista com Gerôncio Albuquerque Rocha sobre a disputa              pela água em São Paulo..</p>
<p style="text-align: justify; ">Em seu              artigo, Neder faz uma análise das possibilidades e limites              de funcionamento do Comitê da Bacia do Alto Tietê. Apresenta              três dimensões-chave - do ponto de vista político-sociológico              e institucional - para a preparação dos integrantes              do comitê: necessidade de capacitar representantes e dirigentes              de entidades civis e prefeituras para o desenvolvimento de modos alternativos              de apropriação dos recursos hídricos da bacia;              mudanças no funcionamento do processo de tomada de decisão,              com cada segmento (prefeituras, sociedade civil e governo estadual)              passando a ter suas posições expostas e dúvidas              dirimidas, de forma a serem explicitados os conflitos e agilizar-se              a possibilidade de decisões; a terceira dimensão está              relacionada com a simulação dos modos de apropriação              e de tomada de decisão, que são na verdade o caráter              principal de planos de bacia ou de proteção ambiental              e visam à formulação de arranjos provisórios              (no entanto, há uma assimetria de poder entre as prefeituras              e o governo estadual, com poucas secretarias municipais tendo a possibilidade              de desenvolver planos de proteção ambiental, ficando              à mercê de definições dos grupos técnicos              estaduais).</p>
<p style="text-align: justify; ">O problema              do desemprego em São Paulo (Estado e Capital) é tema              dos artigos "És o Avesso do Avesso", de Walter Barelli,              e "O Mercado de Trabalho na Região Metropolitana de São              Paulo", de Marise Borém Pimenta Hoffmann e Sérgio              Eduardo Mendonça.</p>
<p style="text-align: justify; ">O dossiê              traz ainda textos sobre legislação urbana ("São              Paulo: além do Plano Diretor", de Maria Lucia Refinetti              Martins, e "Nova Legislação Urbana e os Velhos              Fantasmas", de Luiz de Pinedo Quinto Jr ) e os artigos "Memória              da Cidade: Lembranças Paulistanas", de Ecléa Bosi,              e "Urbanização de Favelas", de Paulo Bastos.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2003-06-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisador-do-iea-participa-de-debate-sobre-agua">
    <title>Pesquisador participa de debate em mostra de cinema ambiental</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisador-do-iea-participa-de-debate-sobre-agua</link>
    <description>O evento integra a programação da 2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, da qual o IEA é um dos apoiadores. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/2a-mostra-eco/@@images/e3225e56-6a12-4f2c-99fa-112a3d979678.jpeg" alt="2a. Mostra ECO" class="image-left" title="2a. Mostra ECO" />Pedro Jacobi, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA, será um dos expositores no debate sobre </span><i>Água</i><span>, que será realizado no dia 26 de maio, às 19 horas, no Cine Livraria Cultura. O evento integra a programação da </span><i><a class="external-link" href="http://www.ecofalante.org.br">2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental</a></i><span>, que acontece dos dias 23 a 30 de maio, em seis salas de cinema de São Paulo.<br /></span><span><br />Jacobi é professor titular da Faculdade de Educação (FE) da USP e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam) da mesma universidade, onde coordena o Laboratório de Governança Ambiental (GovAmb).<br /></span><span><br />Além de Jacobi, que integra a comissão de seleção dos filmes da mostra, participam do debate Renato Tagnin, doutorando em arquitetura e urbanismo na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, e Ladislau Dowbor, professor do Programa de Pós-Graduação em Administração da PUC-SP.</span></p>
<p class="visualClear">Serão ao todo sete debates ao longo da mostra, que abordarão os temas dos filmes a serem exibidos: água; economia; cidades; povos e lugares; globalização; contaminação; e mobilização.</p>
<p class="visualClear"><strong> MOSTRA<br /></strong><span>Realizada com apoio do IEA, a </span><i>2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental</i><span> é organizada pela ONG Ecofalante com o objetivo de chamar a atenção da população de São Paulo para questões ambientais ligadas à sustentabilidade, cidadania, governança, participação e políticas públicas.  Tanto a exibição de filmes quanto os debates são gratuitos.</span></p>
<p class="visualClear">A programação completa da mostra pode ser conferida <a class="external-link" href="http://www.ecofalante.org.br/mostra/programacao/">aqui</a>.</p>
<p class="visualClear"><strong><span>DEBATE SOBRE "ÁGUA"<br /></span><span>Parte da programação da </span></strong><i><strong>2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental</strong><br /></i><strong>Tipo:</strong><span> evento gratuito<br /></span><strong>Local:</strong><span> Cine Livraria Cultura,  Conjunto Nacional, Avenida Paulista, 2.073, São Paulo<br /></span><strong>Informações: </strong><span>mostra@ecofalante.org.br</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cinema</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-05-20T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-promove-encontro-sobre-governanca-da-agua">
    <title>Governança da água é tema de encontro internacional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-promove-encontro-sobre-governanca-da-agua</link>
    <description>O 4º Encontro Internacional da Governança da Água acontece de 24 a 26 de setembro, no auditório do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rio-com-barcos" style="float: right; " title="Rio com barcos" class="image-inline" alt="Rio com barcos" />Acontece de 24 a 26 de setembro, no auditório do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP, o <i>4º Encontro Internacional da Governança da Água</i>. A proposta do evento é ampliar o conhecimento sobre as diversas experiências ibero-americanas de governança e instaurar um espaço de reflexão sobre formas inovadoras de gestão da água<span style="text-align: justify; ">, balanceando os vários interesses e realidades políticas e colocando a temática das mudanças climáticas como um aspecto que assume crescente relevância em análises transversais e interdisciplinares.</span></p>
<p>No dia 24, às 16h30, Luiza Schmidt, da Universidade de Lisboa, Portugal, fará a conferência de abertura <i>Desafios de Governança da Água na Comunidade Europeia</i>. <span>Nos dias 25 e 26, haverá mesas-redondas sobre o papel das instituições na governança da água e seus desafios na Espanha, no Brasil e no México; as relações entre governança da água e mudanças climáticas; e os conceitos de água virtual, contabilidade hídrica na cadeia produtiva e transparência nos processos decisórios da governança da água.</span></p>
<p>O encontro é uma iniciativa do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA, do <a class="external-link" href="http://govamb.iee.usp.br/govamb/">Grupo de Pesquisa Governança Ambiental</a>, do <a class="external-link" href="http://prpg.usp.br/procam">Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam)</a>, do <a class="external-link" href="http://www.iee.usp.br/">Instituto de Energia e Ambiente (IEE)</a> e do <a class="external-link" href="http://www.incline.iag.usp.br/data/index_BRA.php">Núcleo de Apoio à Pesquisa Mudanças Climáticas (Incline)</a>, todos da USP, com patrocínio da Fapesp e da Capes. <span>A coordenação geral do evento é de Pedro Jacobi, coordenador do grupo e professor da Faculdade de Educação (FE) e do Procam.  Haverá transmissão ao vivo no </span><a class="external-link" href="http://govamb4.wix.com/4govagua">site oficial</a><span> do evento.</span></p>
<p>O auditório do CCE fica na avenida Prof. Luciano Gualberto, 71, Travessa 3, Cidade Universitária, São Paulo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-12T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua">
    <title>Encontro discute governança ambiental e a questão da água</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua</link>
    <description>Organizado pelo Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade, o evento reunirá especialistas do Brasil, Holanda e Espanha. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-d2ce9564a007482ba1cad640f7007bc3 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-d2ce9564a007482ba1cad640f7007bc3">
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th>
<p class="alignJustify"><span class="font_7"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/canos-dagua" alt="Canos d'água" class="image-right" title="Canos d'água" /></span></p>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr style="text-align: center; ">
<td colspan="2" style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua" class="external-link"><strong><span class="external-link">ASSISTA AO VÍDEO</span></strong></a></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua-27-de-setembro-de-2013" class="external-link"><span><strong><span class="external-link">FOTOS DO EVENTO</span></strong></span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="alignJustify"><span class="font_7"> </span></p>
<p class="alignJustify"><i>Governança Ambiental e a Questão da Água</i> é o tema do encontro que se realiza no dia 27 de setembro, às 10h30, no IEA, com a presença de especialistas do Brasil, Holanda e Espanha.  <span>O evento dará continuidade a algumas das discussões empreendidas durante </span><span>o</span><span> </span><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-promove-encontro-sobre-governanca-da-agua" class="external-link">4º Encontro Internacional de Governança da Água</a>,</i><span> </span><span>realizado de 23 a 26 de setembro.</span></p>
<p class="alignJustify">Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, o encontro contará com as participações de<span class="font_7"> </span><span class="font_7"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, coordenador do grupo de pesquisa, </span><span class="font_7"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-carmen-lemos" class="external-link">Maria Carmen Lemos</a>, da University of Michigan, EUA, </span><span class="font_7"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jeroen-warner" class="external-link">Jeroen Warner</a>, do Wageningen UR, Holanda, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-de-stefano" class="external-link">Lucia de Stefano</a>, da Fundación Botin, Espanha.</p>
<p class="alignJustify" style="text-align: left; ">Segundo os organizadores do evento, a<span> governança da água representa um enfoque conceitual que propõe caminhos teóricos e práticos alternativos que façam uma real ligação entre as demandas sociais e sua interlocução em nível governamental. Explicam que, geralmente, a utilização do conceito inclui leis, regulação e instituições, mas refere-se também a políticas e ações de governo, a iniciativas locais e a redes de influência, incluindo mercados internacionais, o setor privado e a sociedade civil, que são influenciados pelos sistemas políticos nos quais se inserem.</span></p>
<p class="alignJustify"><span class="font_7">A mudança climática, a liberalização do comércio e a privatização do setor água são os três principais fatores que colocam a questão da governança sustentável da água como questão global, segundo os especialistas: "Para avançar em direção a arranjos que permitam enfrentar os problemas locais, os desafios estão na promoção da eficiência no uso da água, na garantia de seu uso sustentável, no estímulo ao compartilhamento equitativo da disponibilidade hídrica e na necessidade de promover corresponsabilização diante da escassez".</span></p>
<p class="alignJustify"><span>A Sala de Eventos do IEA fica na rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/localizacao" class="external-link">localização</a>). Quem não puder comparecer poderá assistir ao evento em</span><span> </span><a class="external-link" href="http://www.flickr.com/photos/fernandoreyes/">www.iea.usp.br/aovivo</a><span>. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini (</span><a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><span>), telefone (11) 3091-1678.</span></p>
<p class="alignJustify" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="http://www.flickr.com/photos/23868590@N03/">Juan Antonio Canales</a></span></p>
</div>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-26T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pegada-hidrica">
    <title>Seminário discute a pegada hídrica como ferramenta de análise da questão da água</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pegada-hidrica</link>
    <description>Evento é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade e acontece no dia 16 de outubro, às 10h, no Auditório do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/graos-de-soja" alt="Grãos de soja" class="image-inline" title="Grãos de soja" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Soja: cultura com elevado consumo de água e uma das principais commodities exportadas pelo Brasil</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A partir do reconhecimento da existência dos fluxos de água virtual por meio da distribuição de bens de consumo em diferentes escalas, a água passa a ser entendida não apenas como um recurso natural local, mas também de dimensão global. Essa nova abordagem enfatiza a questão da água a partir de novas ferramentas, como a pegada hídrica, e seu impacto na forma como os atores sociais se posicionam e influenciam o sistema de gestão dos recursos hídricos.</p>
<p>Para analisar essa abordagem, o  <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> promove o seminário <i>Pegada Hídrica: Inovação, Corresponsabilização e os Desafios de Sua Aplicação </i>no dia 16 de outubro, às 10 horas, no Auditório do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP.</p>
<p>O seminário debaterá as seguintes questões:</p>
<ul>
<li>quais seriam os impactos dessa nova abordagem com relação às necessidades hídricas ambientais?</li>
<li>como o conceito de água virtual e o método da pegada hídrica podem contribuir ou não para o desenvolvimento de normas que regulam o uso dos recursos hídricos ou até no desenvolvimento de políticas públicas?</li>
<li>como tais entendimentos podem impactar as práticas de uso do solo, as relações sociais e o uso da água em diferentes países?</li>
</ul>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Os debatedores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jeroen-warner">Jeroen Warner</a> (Universidade de Wageningen, Holanda), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/vanessa-lucena-empinotti">Vanessa Empinotti</a> (Programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-antonio-de-almeida-sinisgalli" class="external-link">Paulo Sinisgalli</a> (Escola de Artes, Ciências  e Humanidades) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/umberto-caldeira-cinque">Umberto Cinque</a> (Fibria). O moderador será <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi">Pedro Roberto Jacobi</a> (coordenador do grupo de pesquisa do IEA e professor da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais).</p>
<p>O Auditório do MAC fica na rua Praça do Relógio, 160, Cidade Universitária, São Paulo. O evento é aberto ao público, sem necessidade de inscrição e será transmitido em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a>. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini,<a href="mailto:sedini@usp.br"> sedini@usp.br</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sérgio Vale, Agência de Notícias do Acre</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-08T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-a-seca-em-sao-paulo">
    <title>Seminário discute a seca em São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-a-seca-em-sao-paulo</link>
    <description>O debate "Verão 2013/14 e Cenários de Estresse Hídrico" acontece no dia 19 de março,  às 14 horas, na Sala de Eventos do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/reservatorio-jaguari-sistema-cantareira" alt="Reservatório Jaguari - Sistema Cantareira - 1" class="image-inline" title="Reservatório Jaguari - Sistema Cantareira - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><b>Reservatório Jaguari,<br />integrante do Sistema Cantareira</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A estação chuvosa de 2013/14 deu lugar a um período prolongado de estiagem, que colocou em risco o fornecimento de água na Grande São Paulo. A área de mananciais mais afetada foi a do Sistema Cantareira, que atingiu níveis recordes de baixa das reservas (atualmente em torno de 15% da capacidade operacional). O contexto dessa crise será discutido no seminário <i>Verão 2013/14 e Cenários de Estresse Hídrico</i>, que acontece no dia 19 de março, às 14 horas, na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p>Dividido em duas mesas-redondas (<i>veja programação abaixo</i>), ambas mediadas por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA, o debate traçará um panorama dessa situação crítica e discutirá as perspectivas para o futuro a partir de um enfoque que relacionará o atual cenário de estresse hídrico com as dimensões institucional e de governança da água e seus desdobramentos no plano socioambiental e na segurança alimentar.</p>
<p>A primeira mesa, <i>Água, um Futuro Ameaçado</i>, terá a participação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/mauricio-de-carvalho-ramos" class="external-link">Maurício de Carvalho Ramos</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras, e Ciências Humanas (FFLCH) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/susana-prizendt" class="external-link">Susana Prizendt</a>, coordenadora do Comitê Paulista da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/marcio-miguel-automare" class="external-link">Marcio Automare</a>, analista de desenvolvimento organizacional da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP).</p>
<p>A segunda mesa terá como tema <i>Estresse Hídrico na Região Metropolitana de São Paulo</i>. Os debatedores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/daniela-campos-liborio-di-sarno" class="external-link">Daniela Libório de Sarno</a>, professora da Faculdade de Direito da PUC-SP e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a>, integrante do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade.</p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> e pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a>, o debate conta com o apoio do Centro de Estudos de Governança Socioambiental do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP.</p>
<p>O evento é gratuito e aberto ao público mediante inscrição prévia. A Sala de Eventos do IEA fica na rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/localizacao">localização</a>). Quem não puder comparecer, poderá acompanhar a transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web</a>. Para fazer a inscrição e obter mais informações, envie mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:leila.costa@usp.br">leila.costa@usp.br</a>.</p>
<h3>PROGRAMAÇÃO</h3>
<table class="plain">
<tbody>
<tr>
<th colspan="2">
<h3>VERÃO 2013/14 E CENÁRIOS DE ESTRESSE HÍDRICO<br />19 de março de 2014</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left; "><b> <br />14h </b></td>
<td><i><b><span style="text-align: start; ">Mesa-redonda 1 — Água, o Futuro Ameaçado</span></b></i><b><br />Moderação: </b><span style="text-align: start; ">Pedro Jacobi (FE, Procam e IEA)</span><b><br /><b>Debatedores: </b></b><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; ">Maurício de Carvalho Ramos (FFLCH e IEA), Suzana Prinzedit (Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida) e Marcio Automare (Itesp e IEA)</span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>15h15</b></td>
<td><i><b><span style="text-align: start; ">Mesa-Redonda 2 — Estresse Hídrico na Região Metropolitana de São Paulo</span></b></i><b><br /><b>Moderação: </b></b><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; ">Pedro Jacobi (FE, Procam e IEA)</span><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; "><br /><b>Debatedores: </b><span style="text-align: start; ">Daniella Libório de Sarno (PUC-SP e IBDU)<span style="text-align: start; "> e Wagner Costa Ribeiro (FFLCH, Procam e IEA)</span></span></span></span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>16h30</b></td>
<td><b><i>Debate e encerramento</i></b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Tomas May/Banco de Imagens da ANA</span></p>
<p style="text-align: left; "> </p>
<p><b>ASSISTA AO VÍDEO AQUI:<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/verao-2013-14-e-cenarios-de-estresse-hidrico" class="external-link">Verão 2013/14 e Cenários de Estresse Hídrico</a></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-14T12:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-interdisciplinar-sobre-a-seca-em-sao-paulo">
    <title>Um olhar interdisciplinar sobre a seca em São Paulo </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-interdisciplinar-sobre-a-seca-em-sao-paulo</link>
    <description>Organizado a partir de parceria entre dois grupos de pesquisa do IEA, o encontro "Verão 2013/2014 e Cenários de Estresse Hídrico" debateu o problema da falta de água na Região Metropolitana de São Paulo sob diversos ângulos de análise.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/evento-verao-2013-2014-e-cenarios-de-estresse-hidrico" alt="Evento &quot;Verão 2013/2014 e Cenários de Estresse Hídrico&quot;" class="image-inline" title="Evento &quot;Verão 2013/2014 e Cenários de Estresse Hídrico&quot;" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Os debatedores (<i>a partir da esq.</i>): Marcio Automare, Daniela Libório Di Sarno, Wagner Costa Ribeiro, Pedro Jacobi, Susana Prizendt e Maurício de Carvalho Ramos</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No momento em que a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) amarga as consequências de um período prolongado de estiagem, que levou o Sistema Cantareira a níveis recordes de baixa das reservas, o IEA voltou-se para a conjuntura dessa falta d'água no debate <i>Verão 2013/2014 e Cenários de Estresse Hídrico</i>. Realizado no dia 19 de março, o evento integrou as comemorações da Semana da Água 2014, que antecedem o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março.<span> </span></p>
<p>Organizado a partir de parceria entre o Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade e o Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia, ambos do IEA, com o apoio do Centro de Estudos de Governança Socioambiental do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, o debate foi dividido em duas mesas-redondas, ambas mediadas por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/verao-2013-14-e-cenarios-de-estresse-hidrico" class="external-link">Assista ao vídeo com a íntegra do debate</a></span></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/verao-2013-14-e-cenarios-de-estresse-hidrico-19-de-marco-de-2014" class="external-link">Veja as fotos</a></span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Os expositores foram </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a><span>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras, e Ciências Humanas (FFLCH) da USP; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mauricio-de-carvalho-ramos" class="external-link">Maurício de Carvalho Ramos</a><span>, também professor da FFLCH; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniela-campos-liborio-di-sarno" class="external-link">Daniela Libório Di Sarno</a><span>, professora da Faculdade de Direito da PUC-SP e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-miguel-automare" class="external-link">Marcio Automare</a><span>, analista de desenvolvimento organizacional da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP); e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/susana-prizendt" class="external-link">Susana Prizendt</a><span>, coordenadora do Comitê Paulista da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida.</span></p>
<p><span></span>O encontro discutiu o problema da água a partir de uma perspectiva interdisciplinar, abordando aspectos ambientais, jurídicos, sociopolíticos, filosóficos e da segurança alimentar. Segundo Jacobi, a ideia foi refletir sobre o problema da água na RMSP, mas abrangendo questões mais amplas, que envolvem, entre outras, as desigualdades no acesso à água, alterações nos regimes de chuvas ocasionadas pelo fenômeno das mudanças climáticas, entraves institucionais e a postura do poder público em relação à prevenção e remediação do problema.</p>
<p><strong>AÇÃO DO ESTADO</strong></p>
<p>O debate foi aquecido pelas recentes medidas que vem sendo estudadas e tomadas pelo governo do estado de São Paulo para tentar contornar a situação crítica do Sistema Cantareira, que atualmente opera com aproximadamente 15% de sua capacidade.<strong> </strong>Entre tais medidas está a proposta, anunciada no início da semana, de usar água do Rio Paraíba do Sul para abastecer os reservatórios da RMSP. Indagado sobre o assunto, Ribeiro destacou que não considera a proposta oportuna, uma vez que o rio também está numa situação de estresse hídrico.</p>
<p>Ribeiro criticou as obras emergenciais do governo do estado, iniciadas no dia 14 de março, para bombear o volume de "água morta" do fundos de represas que formam o Sistema Cantareira. De acordo com ele, isso significa "retirar até a última gota de água da Cantareira, de uma água que está há 40 anos estocada, parada, sem dinâmica, cuja qualidade é duvidosa, pois não se sabe que elementos estão associados a ela".</p>
<p>Além disso, afirmou tratar-se de uma medida arriscada, que pode levar à exaustão do recurso na região. "Isso porque, para saturar o solo novamente a ponto de a represa voltar a encher, será preciso muito mais que o volume médio de chuvas na região, cujos índices não foram atingidos neste verão."</p>
<p>Chamando atenção para a dimensão política da escassez de água em São Paulo, Ribeiro advertiu que é preciso questionar porque a cidade chegou ao limite dos recursos hídricos. Para ele, o problema não estaria tão grave caso o racionamento tivesse sido adotado em dezembro, quando já havia fortes indícios do que viria pela frente. Automare, da mesma forma, questionou: "Já se sabia da situação da Cantareira, então por que o racionamento não foi colocado em prática?".</p>
<p>Segundo Ribeiro, a crise requer a adoção imediata da medida, penalizando mais os grandes consumidores, de modo a minimizar os prejuízos aos usuários que impactam menos no sistema.</p>
<p><strong>GESTÃO FRAGMENTADA</strong></p>
<p>Sarno apontou a incongruência do sistema jurídico brasileiro em relação à gestão dos recursos hídricos como causa primeira da situação de escassez de água no país. De acordo com ela, embora a Constituição Federal determine que a gestão deve ser compartilhada entre União, estados e municípios, há pouco diálogo entre as partes e a administração dos recursos hídricos acaba ficando fragmentada.</p>
<p>"Para enfrentar o desafio da gestão compartilhada, as três esferas [federal, estadual e municipal] precisam sentar e discutir. Mas ainda não demos esse passo. Não há conversa nem verticalmente, entre as esferas, nem horizontalmente, entre as instituições", observou.</p>
<p>Essa fragmentação é agravada pela incompatibilidade entre divisão do sistema federativo, que obedece a critério políticos, e a divisão das bacias hidrográficas, que obedece a critérios geográficos. As bacias são tão importantes porque colocam em cena mais um ator: os Comitês de Bacia Hidrográfica, os quais integram o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Compostos por representantes dos diversos setores usuários de água, das organizações da sociedade civil e dos poderes públicos, os comitês aprovam o Plano de Recursos Hídricos de cada bacia, arbitram conflitos pelo uso da água, sugerem valores para cobrança do consumo, entre outros.</p>
<p>Segundo Sarno, o problema é que nenhum dos modelos de gestão adotados no país — gestão municipal e gestão estadual, por meio de autarquias ou de empresas contratadas — é condizente com as divisões das bacias hidrográficas. "Os Comitês até fazem parte da gestão, mas quem coloca em prática a distribuição da água não são eles, mas instituições gestoras".</p>
<p><strong>PÚBLICO X PRIVADO</strong></p>
<p>Já para Ribeiro, o maior entrave para equacionar a questão da água no Brasil é a gestão privada dos recursos hídricos. Na RMSP, por exemplo, a gestão é feita pela Sabesp, empresa de economia mista, capital aberto, com ações negociadas na bolsa de valores, que funciona segundo a lógica de uma instituição privada.</p>
<p>"É função do estado remunerar-se, obter lucro e especular com base na comercialização do recurso água? Não, não é função do estado ganhar dinheiro com a água, como faz a Sapesp", advertiu Ribeiro, destacando que falta transparência na gestão da empresa. "Além dos fluxos hídricos, deve haver transparência em relação aos fluxos financeiros", apontou.</p>
<p>Assim como Ribeiro, Automare ponderou que uma empresa ligada ao poder público, caso da Sabesp, não deveria se comportar como uma empresa privada, tratando a água como um produto. Citou, ainda, como exemplo da exploração comercial dos recursos hídricos, a indústria de água vendida em galões, cujo crescimento estaria afetando os lençóis freáticos.</p>
<p>Sarno também abordou o embate entre interesse público e privado. De acordo com ela, Comitês de Bacia Hidrográfica tratam a água como um bem, cuja distribuição deve ser igualitária e cuja cobrança deve acontecer apenas para regular o consumo. Já as empresas que colocam a gestão em prática, como a Sabesp, tratam a água como um produto à venda.</p>
<p>Segundo a jurista, os gestores das regiões metropolitanas e dos municípios não levam em consideração a disposição das bacias hidrográficas ao autorizar, por exemplo, a expansão de um distrito industrial que pode colocar em risco o abastecimento de água no local. "É preciso medidas para compatibilizar a expansão urbana e a infraestrutura de distribuição de água em termos de qualidade e quantidade", advertiu.</p>
<p><strong>DIMENSÃO ÉTICA</strong></p>
<p>Fazendo uma abordagem filosófica, Carvalho ressaltou que a água pode ser pensada a partir de dois conjuntos de propriedades: as propriedades materiais, ligadas aos princípios bioquímicos; e as propriedades simbólicas, relacionadas ao seu valor incomensurável para a vida, o que faz dela um símbolo de poder.</p>
<p>De acordo com ele, quando se consideram as propriedades simbólicas, a água pode ser concebida tanto como um recurso — um produto a ser explorado economicamente; quanto como um bem — algo gratuito e não comerciável de nenhuma forma. E é essa concepção de bem que deve ser adotada para se encarar o problema do estresse hídrico a partir de uma perspectiva ética.</p>
<p>"Enfrentar a questão de forma racional e responsável envolve não colocar em prática possibilidades tecnocientíficas ligadas ao uso da água que coloquem em risco a disponibilidade ou as propriedades materiais dos recursos hídricos", disse. "Se a postura ética prevalecesse, não haveria necessidade de racionamento; bastaria um apelo à consciência das pessoas", completou.<span> </span></p>
<p><strong>PARTICIPAÇÃO</strong></p>
<p>Os debatedores chamaram atenção para o baixo envolvimento da sociedade nas discussões sobre a gestão dos recursos hídricos. Segundo Automare, a água figura no último lugar na lista de prioridade dos cidadãos do Estado de São Paulo: "fomos induzidos a creditar a discussão sobre o assunto aos representantes e deixamos de nos envolver". Além disso, destacou, "o público não tem foro para debater, de modo que a situação fica nas mãos de tecnocratas".</p>
<p>Ribeiro também alertou sobre o paradoxo que envolve a falta de participação popular, de um lado, e o excesso de instituições para gerir a água, de outro. Para ele, "temos mais instituições que lidam com a água do que água em si. É muita instituição para pouca água. E a sociedade civil é sub-representada dentro delas".</p>
<p><strong>SEGURANÇA ALIMENTAR</strong></p>
<p>O problema da água também foi abordado do ponto de vista da qualidade. Tratando da contaminação dos recursos hídricos por agrotóxicos, Prizendt afirmou que a questão deve ser debatida tendo em vista a substituição do agronegócio, modelo de produção convencional, baseado no uso intensivo de agrotóxicos, pelo agroecologia, modelo alternativo, cujas práticas visam a manter o equilíbrio dos ecossistemas e preservar as nascentes dos rios e do sistema hídrico como um todo.<span> </span></p>
<p>De acordo com ela, os agrotóxicos são a segunda maior causa de contaminação de rios, dado que se torna particularmente preocupante considerando-se que o Brasil é campeão mundial no uso destas substâncias, sendo responsável por 1/5 do que é consumido no mundo. Além disso, disse a ambientalista, o setor agrícola corresponde a cerca de 70% do consumo de água doce no Brasil.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-21T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/hidreletricas-na-amazonia">
    <title>As várias faces da nova era de geração hidrelétrica na Amazônia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/hidreletricas-na-amazonia</link>
    <description>O tema será debatido no encontro Amazônia: A Antiga e a Nova Fronteira Hidrelétrica do Brasil, que o IEA realiza no dia 14 de maio, às 14 horas. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/amazoniacapajpg.jpg/@@images/b58c0a0e-5884-4198-9136-f56457c26746.jpeg" alt="Amazônia - capa" class="image-right" title="Amazônia - capa" />Os aspectos econômicos, sociais e ambientais envoltos no trinômio floresta amazônica, clima e geração de energia serão analisadas no debate <i>Amazônia: A Antiga e a Nova Fronteira Hidrelétrica do Brasil</i>, que se realiza no dia 14 de maio, às 14 horas, na Sala de Eventos do IEA. (<i>Não há mais vagas para inscrições, mas os interessados podem assistir ao evento ao vivo pela </i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"><i>web</i></a><i>.</i>)</p>
<p><span>Os debatedores do encontro serão </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/celio-bermann" class="external-link">Célio Bermann</a></span><span>, professor do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEE) da USP, com participação por Skype; </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/gustavo-tosello-pinheiro" class="external-link">Gustavo Tosello Pinheiro</a></span><span>, coordenador de infraestrutura inteligente da The Nature Conservancy (TNC) no Brasil; </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/joao-andrade" class="external-link">João Andrade</a></span><span>, coordenador da Iniciativa Defesa Socioambiental do Instituto Centro de Vida (ICV); e </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/pedro-bara-neto" class="external-link">Pedro Bara Neto</a></span><span>, pesquisador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</span></p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA, em parceria com o <a href="http://www.iee.usp.br/">IEE</a> e o <a class="external-link" href="https://uspdigital.usp.br/tycho/gruposPesquisaObter?codigoGrupoPesquisa=0067605FOISZ9K">Grupo de Pesquisa em Planejamento e Gestão Ambiental</a> (Plangea) da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), ambos da USP, o encontro se concentrará em duas questões centrais:</p>
<ul>
<li><span>qual o cenário de conflitos e desafios socioambientais que se avizinha com a intensificação do planejamento de aproveitamentos hidrelétricos na Amazônia?</span></li>
<li><span>que experiências existentes em desenvolvimento local, proteção ambiental e análises de eventos climáticos extremos representam oportunidades para a inserção desses temas nas diversas escalas do planejamento hidrelétrico da Amazônia?</span></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>DESDOBRAMENTOS TEMÁTICOS</strong></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/amazonia-a-antiga-e-atual-fronteira-hidreletrica-do-brasil" class="external-link">Vídeo</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/amazonia-a-antiga-e-atual-fronteira-hidreletrica-do-brasil-14-de-maio-de-2014" class="external-link">Fotos</a> do evento.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A Amazônia brasileira detém 51% de todo o potencial hidrelétrico do país. Mas, segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/evandro-mateus-moretto" class="external-link">Evandro Moretto</a>, professor da EACH-USP, apenas uma pequena parte desse potencial é explorado, visto que a maioria das usinas da região foi construída nos anos 1960 e 1970, sendo que nas duas décadas seguintes não houve uma ampliação significativa na infraestrutura de geração de energia.</p>
<p>Somente nos anos 2000 o Brasil voltou a investir maciçamente em obras para expandir a capacidade de aproveitamento hidrelétrico da Amazônia. Conforme aponta Moretto, que atuará como mediador no debate, está prevista a instalação de mais de 150 hidrelétricas na região, entre as quais se destacam as de Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira; a de Belo Monte, no rio Xingu; e o projeto para as bacias dos rios Tapajós e Negro.</p>
<p>De acordo com o professor, as discussões em torno dessa retomada envolvem uma série de desdobramentos temáticos — como eventos climáticos, preservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico —, que serão abordadas no encontro. Como exemplo, o mediador cita o período de estiagem prolongada deste verão, que, em plena temporada de chuvas, levou ao desabastecimento de grandes reservatórios de água do Sudeste e do Centro-Oeste, "enquanto as comportas das usinas do Madeira eram abertas para deixar passar a maior vazão da história do rio, no rastro de milhares de desabrigados à montante e à jusante dos barramentos".</p>
<p>Moretto menciona, ainda, o particularismo da situação da região amazônica: se, por um lado, sofre os impactos ambientais de grandes projetos de infraestrutura, por outro, é  privilegiada por diversas ações de proteção ambiental e de desenvolvimento local, "as quais não devem ser negligenciadas no planejamento de aproveitamentos hidrelétricos, sob pena das novas usinas serem muito mais impactantes e conflituosas do que já é Belo Monte".<span> </span></p>
<p><strong>EVENTO</strong></p>
<p>A realização do debate conta com o apoio de: Fapesp, Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam) do IEE-USP, TNC, Associação Brasileira de Avaliação de Impacto (Abai) e ICV.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-05-09T12:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-cria-grupo-de-trabalho-para-discutir-a-crise-hidrica-em-sao-paulo">
    <title>IEA cria grupo de trabalho para discutir a crise hídrica em São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-cria-grupo-de-trabalho-para-discutir-a-crise-hidrica-em-sao-paulo</link>
    <description>O grupo é formado por pesquisadores do Instituto e por professores da USP especializados na área de recursos hídricos; primeira reunião de trabalho aconteceu no dia 19 de fevereiro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/reuniao-sobre-agua-19-de-fevereiro-de-2015/agua-33.jpg/@@images/0892b498-15ec-4465-853b-824e9f18cda4.jpeg" alt="Visão Geral" class="image-right" title="Visão Geral" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Primeira reunião do grupo de trabalho do IEA sobre a crise hídrica</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Com o objetivo de contribuir para os debates sobre a crise hídrica que acomete o Sudeste do Brasil e se manifesta de forma mais grave no Estado de São Paulo, onde o abastecimento de água está em risco, o IEA criou um grupo de trabalho para refletir criticamente sobre as causas do problema e propor soluções. O Instituto já vinha se dedicando à questão, seja através da realização de eventos, como o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-interdisciplinar-sobre-a-seca-em-sao-paulo"><i>Verão 2013/14 e Cenários de Estresse Hídrico</i></a>, realizado em março de 2014, seja produzindo e compilando material sobre o tema, caso do <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especiais/agua">Especial Água</a>, publicado em fevereiro deste ano.</p>
<p>Formado por pesquisadores do IEA e por professores da USP especializados na área de recursos hídricos, o grupo se reuniu pela primeira vez no dia 19 de fevereiro. Participaram do encontro <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, diretor do IEA; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-luiz-sobral-anelli" class="external-link">Renato Luiz Anelli</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hamilton-brandao-varela-de-albuquerque" class="external-link">Hamilton Varela</a>, respectivamente coordenador e vice-coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos" class="external-link">Polo São Carlos</a> do IEA; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/copy_of_jose-da-rocha-carvalheiro" class="external-link">José Carvalheiro</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">Observatório de Inovação e Competitividade</a>; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link"><span class="external-link">Jean Paul Metzer</span></a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/servecossistemas" class="external-link">Grupo de Pesquisa Serviços dos Ecossistemas</a>; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro Costa</a>, vice-coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas" class="external-link">Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: Histórias e Perspectivas</a>; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-miguel-automare" class="external-link">Marcio Automare</a>, membro do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a>; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Ribeiro</a>, respectivamente coordenador e membro do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo Meio Ambiente e Sociedade</a>; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, professor do Instituto de Biociências da (IB) USP. Ribeiro e Bukeridge dividem a coordenação do grupo.</p>
<p>O encontro resultou na definição de eixos de análise e discussão prioritários, que funcionarão como diretrizes na elaboração de um plano de ações voltado para mitigar as consequências da estiagem prolongada e para evitar que cenários de escassez de água se repitam no futuro:</p>
<ul>
<li>Adoção de uma lógica preventiva ao invés de curativa na gestão dos recursos hídricos;</li>
<li>Desafios da multi e transdisciplinaridade na análise dos principais problemas;</li>
<li>A viabilidade ou não do modelo privado de gestão da água em São Paulo;</li>
<li>Moradias e conservação ambiental em áreas de mananciais;</li>
<li>Reflorestamento e plantio de árvores;</li>
<li>A realidade global na área da Saúde Pública;</li>
<li>Legislação e o novo Código Florestal;</li>
<li>Esclarecimento da população (comunicação científica);</li>
<li>Direitos humanos;</li>
<li>Mudanças climáticas;</li>
<li>Aspectos econômicos;</li>
<li>Abordagem relacionada a Sistemas Complexos.<br /><br /> </li>
</ul>
<p><strong>DESDOBRAMENTOS</strong></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>VÍDEO</th>
</tr>
<tr>
<td>Confira <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/iea-reune-membros-de-grupos-de-pesquisa-para-discutir-crise-hidrica" class="external-link">íntegra da reunião</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os participantes da reunião formularam, ainda, uma agenda de atividades para os próximos meses, entre as quais se destacam a publicação de um dossiê sobre a crise da água na revista Estudos Avançados e a elaboração de um <i>white paper</i> — documento a ser produzido com base nas conclusões obtidas pelo grupo, apontando estratégias, propostas e linhas de ação que possam fundamentar o processo de tomada de decisões e o desenvolvimento de políticas públicas por parte das autoridades.</p>
<p>A continuidade dos trabalhos do grupo inclui, também, a realização de eventos fechados, abertos e paralelos sobre o tema, como o<i> </i>seminário <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/mudancas-ambientais-globais-planejamento-energetico-e-politicas-publicas" class="external-link">Mudanças Ambientais Globais, Planejamento Energético e Políticas Públicas</a></i>, que acontece do dia 23 a 27 de março no IEA, e a conferência <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/adaptacao-as-mudancas-climaticas-em-cidades-acoes-contra-a-seca-na-australia" class="external-link">Adaptação às Mudanças Climáticas em Cidades: Ações Contra a Seca na Austrália</a>, que acontece no dia 4 de abril, também no IEA; além de ideias incipientes, como a montagem de uma exposição em parceria com o Museu Catavento; o estabelecimento de parcerias com instituições e entidades relacionadas com o tema; e a constituição de três Grupos de Trabalho: Ciência da Água; Impactos; e Soluções Possíveis.</p>
<p><strong>ALIANÇA ACADÊMICA</strong></p>
<p>A criação do grupo de trabalho do IEA soma esforços com outras iniciativas acadêmicas voltadas para a discussão e contenção da crise hídrica. Em fevereiro, foi criado o <a class="external-link" href="http://www.usp.br/imprensa/?p=46522">fórum de reitores das universidades públicas paulistas</a>, que visa a tratar de questões estratégicas para a universidade e para a sociedade como um todo, a começar pela articulação e mobilização dos pesquisadores das instituições em torno do problema da escassez de água. E em dezembro 2014, foi publicada a "<a href="http://www.abc.org.br/IMG/pdf/doc-5926.pdf">Carta de São Paulo</a>" — documento elaborado sob os auspícios da Academia Brasileira de Ciências e da Academia de Ciências do Estado de São Paulo, o qual reúne análises sobre a seca e propostas para enfrentar os desafios que vêm pela frente.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-03-06T21:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-medidas-adotadas-na-australia-em-funcao-da-seca-do-milenio">
    <title>As medidas adotadas pela Austrália diante da Seca do Milênio</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-medidas-adotadas-na-australia-em-funcao-da-seca-do-milenio</link>
    <description>A bióloga brasileira Silvia Serrao-Neumann fez conferência no dia 7 de abril sobre as medidas implantadas na Austrália em razão da Seca do Milênio.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/seca-na-australia-07-de-abril-2015" alt="Seca na Austrália - 07 de abril 2015" class="image-inline" title="Seca na Austrália - 07 de abril 2015" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Os participantes do encontro (<i>a partir da esq.</i>): Maria da Penha Vasconcelos (debatedora), Wagner Costa Ribeiro, (coordenador), Silvia Serrao-Neumann (expositora) e Gabriela Marques Di Giulio (debatedora)</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Assim como o sudeste brasileiro, que vive uma das piores secas de sua história, outras regiões do planeta têm apresentado eventos climáticos extremos nas duas últimas décadas. O estado da Califórnia, nos Estados Unidos, vive o quarto ano consecutivo de seca, situação que levou o governo a decretar a redução drástica de 25% do abastecimento de água, e o sul e o leste da Austrália padeceram de 1997 a 2009 com a Millennium Drought (Seca do Milênio), pior estiagem desde que as medições pluviométricas começaram a ser realizadas na região no início do século 20.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Registro</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/adaptacao-as-mudancas-climaticas-em-cidades-acoes-contra-a-seca-na-australia" class="external-link">Vídeo do evento</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícias</strong></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-no-iea-analisa-acoes-contra-a-seca-na-australia" class="external-link">Conferência analisa ações contra a seca na Austrália</a>"</li>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-cria-grupo-de-trabalho-para-discutir-a-crise-hidrica-em-sao-paulo" class="external-link">IEA cria grupo de trabalho para discutir a crise hídrica em São Paulo</a>"</li>
</ul>
<p><strong>Especial</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especiais/agua" class="external-link">Dossiê Água</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A Austrália passa com regularidade por períodos de seca (que acarretam inclusive inúmeros incêndios florestais) e de inundação, sobretudo por influência do El Niño e da La Niña, fenômenos caracterizados pela alteração na distribuição da temperatura na superfície do Oceano Pacífico. O norte do país, por sua vez, é afetado todo ano pela temporada de ciclones. Essa frequência fez com que o país se acostumasse a dedicar especial atenção à medidas preventivas e mitigadoras das consequências dos fenômenos climáticos.</p>
<p>No entanto, a severidade inédita da Seca do Milênio  fez com que medidas usuais fossem reforçadas ou alteradas e novas medidas fossem implantadas. Essas mudanças foram particularmente necessárias na Região Metropolitana de Brisbane (capital do Estado de Queensland), que reúne 11 municípios e possui de 2,3 milhões de habitantes.</p>
<p>No dia 7 de abril, o IEA recebeu a visita da bióloga brasileira <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/silvia-serrao-neumann">Silvia Serrao-Neumann</a>, que mora há anos em Brisbane, para falar sobre como a região lidou com a Seca do Milênio e que procedimentos definiu para futuros eventos desse tipo. Silvia é professora visitante da Griffith University e pesquisadora do <a class="external-link" href="http://watersensitivecities.org.au/" target="_blank">Cooperative Research Centre for Water Sensitive Cities</a>, uma iniciativa interinstitucional e interdisciplinar do governo australiano para pesquisas sobre o gerenciamento da água.</p>
<p>As debatedoras do encontro foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/gabriela-marques-di-giulio">Gabriela Marques Di Giulio</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/maria-da-penha-vasconcellos">Maria da Penha Vasconcellos</a>, professoras da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e pesquisadoras do Laboratório Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas Sociais em Saúde Pública (Liesp) da faculdade. A coordenação foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/wagner-costa-ribeiro">Wagner Costa Ribeiro</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e integrante do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA. O evento foi uma iniciativa do grupo de pesquisa e do Projeto Fapesp Clima, Ambiente Urbano e Qualidade de Vida", com apoio do Liesp.</p>
<p><strong>Peculiaridades</strong></p>
<p>A expositora explicou que Brisbane é abastecida por três reservatórios, sendo que um deles tinha como função original não o abastecimento, mas sim a contenção da água que atinge a região em períodos de inundação. Outra peculiaridade local é o fato de os moradores preferirem morar em casas com jardins gramados na frente, que consomem muita água para manutenção, por isso uma das medidas das autoridades foi incentivar a troca da grama e espécies exóticas por plantas nativas, mais adaptadas a regimes de seca.</p>
<p>Do ponto de vista da gestão do abastecimento, durante a Seca do Milênio houve uma reformulação na administração das agências produtoras e distribuidoras de água. De acordo com Sílvia, antes, cada um dos 11 municípios tinha sua empresa de água, que foram agrupadas em apenas uma, para melhoria do gerenciamento do recurso em toda a região.</p>
<p>As autoridades determinaram que todas as novas casas a serem construídas deviam possuir uma reservatório de até 10 mil litros para coleta de água da chuva, a ser usada em vasos sanitários, lavagem de roupa e uso externo, como a rega de plantas e lavagens de quintal. A construção desses reservatórios contou com incentivos governamentais, bem como a troca de descargas de banheiros por outras com sistemas de 3 litros (líquido) e 6 litros (sólido), além de outros equipamentos para redução de consumo.</p>
<p>Silvia disse que algumas dessas medidas adotadas durante a seca estão sendo revertidas aos poucos, com alguns municípios voltando a ser responsáveis pela venda da água ou a desobrigação de construção de reservatórios para captação de água da chuva. No entanto, o resultado de todo o esforço resultou em posturas e programas permanentes, que incluem a concepção de gerenciamento de todo o ciclo da água, redução do consumo per capita diário para 140 litros e a importância de diversificação das fontes de água (subterrânea, chuva, reciclagem e dessalinização) e a adoção de seis níveis de restrição do consumo, o primeiro deles devendo ser adotado assim que o nível dos reservatórios baixe para 45% da capacidade.</p>
<p>Outras medidas incluem a construção de tubulações para reabastecimento de rios, instalação de reservatórios para manutenção de parques, clubes, escolas e outros espaços públicos, redução compulsória por parte da indústria e do comércio, benefícios para quem economiza água etc.</p>
<p>A debatedora Maria da Penha Vasconcelos afirmou que as condições de acesso à água no Brasil são marcadas pela desigualdade social e diferenças de classe e perguntou à expositora se essas questões eram um problema na Austrália. Silvia respondeu que nesse ponto não havia termo de comparação, pois "90% da população são de classe média", ainda que haja relativo aumento do empobrecimento de algumas parcelas da sociedade e o custo de vida esteja subindo.</p>
<p>Outra pergunta feita por Maria da Penha foi se a mobilidade migratória em função das mudanças climáticas é discutida na Austrália. A expositora disse que como o sul do país sofrerá mais, alguns defendem que a população deva migrar para o norte: "Pensa-se na mudança das capitais e atividades econômicas, só que no norte há o risco dos ciclones".  Em relação às condições futuras de vida da população, há ainda outro componente preocupante, segundo ela, que é a concepção do governo de que a população da Austrália deveria dobrar.</p>
<p>Gabriela Marques De Giuglio, a outra debatedora, quis saber de Silvia como a população de Brisbane e região foi convencida a mudar seu comportamento em relação ao consumo da água. Silvia respondeu que foram fundamentais não só as campanhas na mídia, mas também as ações na área administrativa, envolvendo lideranças políticas, escolas, feiras de conscientização e outras iniciativas. Além disso, disse que havia uma natural vigilância de grupo, com vizinhos monitorando o uso da água uns dos outros.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calazans</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-14T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/crise-hidrica-e-deficiencias-na-gestao-da-agua-sao-tema-de-dossie-da-revista-estudos-avancados">
    <title>'Estudos Avançados' 84 publica dossiê com análise abrangente da crise hídrica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/crise-hidrica-e-deficiencias-na-gestao-da-agua-sao-tema-de-dossie-da-revista-estudos-avancados</link>
    <description>A edição 84 da revista "Estudos Avançados" contém os dossiês "Água", "Hiroshima 70" e "Crítica da Poesia".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-de-estudos-avancados-84" alt="Capa de 'Estudos Avançados' 84" class="image-left" title="Capa de 'Estudos Avançados' 84" /></p>
<p>A crise hídrica que afeta o Sudeste e outras regiões brasileiras desde o início de 2014 é analisada em profundidade na nova edição (84) da revista "<a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>". Com 188 páginas, o dossiê "Água" contém 11 artigos de 21 especialistas vinculados à USP, à Universidade Federal do Ceará, à Universidade Federal de Juiz de Fora e ao Centro Regional do Nordeste do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>
<p>As questões analisadas nos artigos incluem: a necessidade de planejamento estratégico e revisão da governança da água na Região Metropolitana de São Paulo; a importância de uma nova concepção urbanística para as águas urbanas; os conflitos no uso múltiplo da água (irrigação, produção de energia, salubridade pública etc.); a arborização para umidificar a atmosfera urbana; as funções eco-hidrológicas das florestas nativas; a importância da água para a saúde; a legislação brasileira sobre a água; e a produção de conhecimentos sobre a gestão da água e os usos que a sociedade faz desse saber.</p>
<p>A respeito do dossiê, o editor da revista, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>, observa que “as abordagens são diferenciadas e a tônica recai na necessidade premente de prever e controlar as situações de risco mediante observações e análises, sobretudo climatológicas”.</p>
<p>A elaboração do dossiê contou com a colaboração do geógrafo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a> e do <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-cria-grupo-de-trabalho-para-discutir-a-crise-hidrica-em-sao-paulo" class="external-link">Grupo de Trabalho Água</a> do IEA, que produzirá um “white paper” (documento com recomendações) sobre a crise hídrica. Ribeiro integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA e é professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (Procam) da USP.</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cartaz-de-manifestacao-por-direito-a-agua" alt="Cartaz de manifestação por direito à água" class="image-right" title="Cartaz de manifestação por direito à água" />Hiroshima</strong></p>
<p>O segundo dossiê relembra os 70 anos do primeiro uso de uma arma nuclear numa guerra: o lançamento da bomba atômica em Hiroshima, Japão, em 6 de agosto de 1945. Os cinco textos do dossiê “buscam entender a dupla gênese – científica e política – desse crime inexpiável e impune que matou e feriu milhares de seres humanos”, explica Bosi.</p>
<p>Segundo ele, foi dada ênfase a testemunhos de sobreviventes da catástrofe. "Um dos intuitos da publicação do dossiê é alertar a comunidade científica sobre os riscos inerentes à construção de usinas nucleares.”</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Revista</strong></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/assuntos/agua" class="external-link">Coletânea de artigos sobre água em outras edições</a></span></li>
</ul>
<p><strong>Especial do site</strong></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especiais/agua" class="external-link">Água</a></span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Poesia</strong></p>
<p>O terceiro conjunto de artigos, o dossiê “Crítica de Poesia”, também com cinco textos, trata de temas relacionados com a poesia brasileira contemporânea. Esse dossiê é precedido do ensaio "Alegoria e Símbolo em torno do ‘Fausto’ de Goethe”, de Marcus V. Mazzari.</p>
<p>A edição se completa com resenhas sobre os livros “O Cientista e o Político – Mario Schenberg”, de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dina-lida-kinoshita" class="external-link">Dina Lida Kinoshita</a>; “Amor ao Teatro”, de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sabato-antonio-magaldi" class="external-link">Sábato Magaldi</a>; e “Ebony and Ivy – Race, Slavery, and the Trouble HIstory of America’s Universities”, de Craig Steven Wilder.</p>
<p><strong><i>“Estudos Avançados” nº 84 (maio-agostol/2015), 352 páginas, R$ 30,00. Assinatura anual (três edições): R$ 80,00</i><i>. Informações: <a href="https://www.iea.usp.br/revista">www.iea.usp.br/revista</a>, <a href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a> ou telefone (11) 3091-1675.</i></strong></p>
<hr />
<p> </p>
<h3><strong>SUMÁRIO DE "ESTUDOS AVANÇADOS" 84</strong></h3>
<p><strong>Água</strong></p>
<ul>
<li>Crise de Abastecimento de Água em São Paulo e Falta de Planejamento Estratégico – <i>Pedro Luiz Côrtes e Mauro Torrente</i></li>
<li>Crise Hídrica na Macrometrópole Paulista e Respostas da Sociedade Civil – <i>Pedro Roberto Jacobi, Julilana Cibim e Renata de Souza Leão</i></li>
<li>Crise Hídrica e Energia: Conflitos no Uso Múltiplo das Águas – <i>Jucilene Galvão e Célio Bermann</i></li>
<li>Uma Nova Cidade para as Águas Urbanas – <i>Renato Luiz Sobral Annelli</i></li>
<li>Árvores Urbanas em São Paulo: Planejamento, Economia e Água – <i>Marcos Buckeridge</i></li>
<li>Água: A Escolha da Ciência – <i>Marcio Miguel Automare</i></li>
<li>Conflitos pela Água em Tempos de Seca no Baixo Jaguaribe, Estado do Ceará – <i>Guilherme Reis Pereira e Miguel Dragomir Zanic Cuellar</i></li>
<li>Água e Saúde: Bens Públicos da Humanidade – <i>José da Rocha Carvalheiro</i></li>
<li>Funões Eco-Hidrológicas das Florestas Nativas e o Código Florestal – <i>Leandro Reberberi Tambosi, Mariana Morais Vidal, Silvio Frosini de Barros Ferraz e Jean Paul Metzger</i></li>
<li>O Estatudo Jurídico das Águas no Brasil – <i>Fernando Mussa Abujamra Aith e Renata Rothbarth</i></li>
<li>A Formação dos Conhecimentos em Recursos Hídricos e Aplicações em Tomada de Decisões – <i>José Nilson B. Campos e Vanessa R. Campos</i></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Hiroshima 70 Anos</strong></p>
<ul>
<li>A Gênese da Bomba – <i>Joaquim Francisco de Carvalho</i></li>
<li>As Bombas Atômicas Podem Dizimar a Humanidade – Hiroshima e Nagasaki, Há 70 Anos – <i>Emico Okuno</i></li>
<li>A Bomba – O Testemunho de Arrupe – <i>Pedro Miguel Lamet</i></li>
<li>Hiroshima: A Catastrofe Atômica e suas Testemunhas – <i>Cristiane Izumi Nakagawa</i></li>
<li>Rapsódia em Agosto – <i>Sergio Leitão</i></li>
</ul>
<p><strong>Literatura</strong></p>
<ul>
<li>Alegoria e Símbolo em torno do “Fausto” de Goethe – <i>Marcus V. Mazzari</i></li>
</ul>
<p><strong>Crítica da Poesia</strong></p>
<ul>
<li>Para Quê Poetas? – <i>Carlos Felipe Moisés</i></li>
<li>Poesia e Crítica de Poesia Hoje: Heterogeneidade, Crise, Expansão – <i>Celia Pedroso</i></li>
<li>Situação de “Sítio” – <i>Iumna Maria Simon</i></li>
<li>A Lírica do Pelourinho – <i>Priscila Figueiredo</i></li>
<li>Entre o Risco e a Leveza – Dois Poetas Brasileiros Contemporâneos – <i>Vera Lins</i></li>
</ul>
<p><strong>Resenhas</strong></p>
<ul>
<li>O Cientista e o Político – Mario Schenberg – <i>Silvio R. A. Salinas</i></li>
<li>A Crítica Teatral de Sábato Magaldi – João Roberto Faria</li>
<li>O Abraço da Hera – Raça e Escravidão na Universidade – <i>Elena Pajaro Peres</i></li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: José da Rocha Carvalheiro</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poesia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-27T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-agua-em-espaco-nobre-estudo-revela-o-tratamento-da-midia-sobre-o-tema-do-estresse-hidrico">
    <title>A água em espaço nobre: estudo revela o tratamento da mídia sobre o tema do estresse hídrico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-agua-em-espaco-nobre-estudo-revela-o-tratamento-da-midia-sobre-o-tema-do-estresse-hidrico</link>
    <description>Pesquisa mapeou 503 notícias relacionadas à crise hídrica no estado de São Paulo, publicadas em três jornais  brasileiros de grande circulação. Estudo buscou identificar as origens da escassez de água. Resultados apontam os desafios da comunicação para as pautas ambientais. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/materia-seca-na-cantareira" alt="Seca na Cantareira" class="image-inline" title="Seca na Cantareira" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Cantareira, manancial que mais sofre com a crise hídrica</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Crise Hídrica e a Mídia” é o nome da pesquisa que será lançada na Sala de Eventos do IEA, no <strong>dia 15 de setembro, das 15h às 18h</strong>. Realizada pelo <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/display/CS/Capa+Site">Instituto Democracia e Sustentabilidade</a><a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/display/CS/Capa+Site"> (IDS)</a> em parceria com o <a class="external-link" href="http://www.iee.usp.br/">Instituto de Energia e Ambiente (IEE)</a> da USP, o estudo mostra de que forma a imprensa leva ao público as informações sobre a crise hídrica no estado de São Paulo. Aponta também os desafios da comunicação para as pautas relacionadas ao ambiente. A divulgação dos resultados tem o apoio do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA .</p>
<p>Inédita, a pesquisa mapeou e analisou 503 notícias publicadas em três dos principais jornais do Brasil - Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo - relacionadas à crise de água que abate o estado de São Paulo. O levantamento foi realizado no período de janeiro de 2014 a abril de 2015.</p>
<p>Durante a mesa redonda, alguns especialistas da área de gestão e comunicação comentarão e discutirão os dados gerados pelo estudo. Entre os convidados, estão a professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza</a>, membro do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA e da <a class="external-link" href="http://each.uspnet.usp.br/site/">Escola de Artes, Ciências e Humanidades</a> (EACH) da USP; o professor José Carlos Mierzwa, da <a class="external-link" href="http://www.poli.usp.br/">Escola Politécnica</a> (Poli) da USP; a advogada <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/juliana-cassano-cibim" class="external-link">Juliana Cassano Cibim</a>, do <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/display/CS/Capa+Site">IDS</a>; a arquiteta e urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/marussia-whately" class="external-link">Marussia Whately</a>, da Aliança pela Água; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/maria-augusta-pires-pinto" class="external-link">Maria Augusta Pires Pinto</a>, do <a class="external-link" href="http://www.institutojatobas.org.br/">Instituto Jatobás</a>; Nelson Urssi, do <a class="external-link" href="http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?newsID=0">Senac</a>; o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA e professor da <a class="external-link" href="http://www4.fe.usp.br/">Faculdade de Educação</a> (FE) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/rosa-maria-mancini" class="external-link">Rosa Maria Mancini</a> do IEE-USP; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/rubens-filho" class="external-link">Rubens Filho</a>, do<a class="external-link" href="http://www.tratabrasil.org.br/"> Instituto Trata Brasil</a>.</p>
<p>Na ocasião também serão apresentados dois infográficos, um interativo e outro estático, com os principais resultados do estudo. Importante notar que o infográfico interativo trará uma linha do tempo de 2011 a abril de 2015 com destaques de notícias referentes à crise hídrica, os níveis do sistema Cantareira e o cruzamento com as três fases da pesquisa.</p>
<p><strong>A pesquisa </strong></p>
<p>Entre outros pontos, foram mapeados os principais atores ligados ao tema, como instituições públicas, universidades, comitês e consórcios de gestão hídrica, associações de classe e grupos de interesse, empresas e institutos meteorológicos, além de organizações não governamentais (ONGs), movimentos sociais e órgãos internacionais.</p>
<p>A análise buscou identificar as causas e as soluções apontadas para a crise e as ações efetivamente tomadas. O universo da pesquisa desconsiderou as notícias que tratavam exclusivamente de variações dos volumes dos reservatórios.</p>
<p>O estudo foi dividido em três fases. A primeira compreendeu o período de janeiro de 2014 a 15 de outubro de 2014, que corresponde ao momento anterior ao reconhecimento da crise. A seguinte, compreendida entre 16 de outubro de 2014 e março de 2015, correspondeu ao período pós-eleições e o início do reconhecimento da situação de grave estresse hídrico. A terceira fase analisa, de março a abril de 2015, o momento em que as ações para sanar a crise começam a ser implementadas.</p>
<p>Alguns resultados preliminares do estudo já foram apresentados em novembro de 2014, durante a mesa redonda <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/pages/viewpage.action?pageId=30474259">"Políticas públicas e escassez hídrica no estado de SãoPaulo: governança, transparência e alternativas para a crise"</a>. Promovido em parceria pelo IDS, IEE-USP, <a class="external-link" href="http://www.data4good.com.br/">Dat4God</a> e Senac, o debate apontou seis temas principais para o enfrentamento da escassez hídrica: governança, gestão da oferta e demanda, gestão da informação, legislação, águas subterrâneas e uso do solo. Confira os infográficos da mesa redonda <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/pages/viewpage.action?pageId=33488950">"Diferentes olhares para a crise hídrica"</a>.</p>
<p>O lançamento da pesquisa “Crise Hídrica e a Mídia” integra o Projeto sobre Recursos Hídricos realizado com o IEE/USP, no âmbito do acordo de cooperação técnico-científico firmado pelas instituições em novembro de 2014.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Fernando Stankus/Flicker</span></p>
<hr />
<p><strong><i>Crise Hídrica e a Mídia</i></strong></p>
<p><strong><i> </i></strong><i>Dia 15 de setembro, das 15h às 18h<br /> Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (</i><a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos"><i>localização</i></a><i>)<br /> Evento gratuito, aberto ao público, com inscrições prévias <a class="external-link" href="http://crisehidricaemidia.rsvpify.com">pelo site</a> -</i> <i>Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-agua-em-espaco-nobre-estudo-revela-o-tratamento-da-midia-sobre-o-tema-do-estresse-hidrico-1" class="external-link">web</a> <br /></i><i>Informações</i>: <i>Sandra Sedini</i><i> pelo email sedini@usp.br ou pelo tel.: (11) 3091-1678<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/a-crise-hidrica-e-a-midia">http://www.iea.usp.br/eventos/a-crise-hidrica-e-a-midia</a></i></p>
<p><i><br /></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Jornalismo</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-08T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/discurso-midiatico-revelou-as-vozes-dominantes-durante-crise-de-agua-em-sao-paulo">
    <title>Discurso midiático revelou as vozes dominantes durante crise da água</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/discurso-midiatico-revelou-as-vozes-dominantes-durante-crise-de-agua-em-sao-paulo</link>
    <description>Levantamento de 503 notícias sobre escassez hídrica publicadas em três jornais brasileiros de grande circulação apontam desafios sobre políticas públicas e transparência.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>De cada dez reportagens publicadas na grande imprensa nos últimos 15 meses referentes à crise hídrica na Grande São Paulo, sete delas trataram de alguma possível solução para a crise. Até o início de 2015, a integração dos sistemas de abastecimento de água foi a principal solução apontada nas reportagens. A prática do reuso e o incentivo à redução do consumo apenas ganharam mais atenção num período subsequente, após os primeiros meses de 2015.</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidrica-1" alt="Janice Kiss, Guilherme Checco, Pedro Jacobi e Juliana Cassano Cibim" class="image-inline" title="Janice Kiss, Guilherme Checco, Pedro Jacobi e Juliana Cassano Cibim" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Da esq. para direita: Kiss,C<span>hecco, Jacobi e Cibim: desafios à transparência das informações </span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Essas constatações são da pesquisa “<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/a-crise-hidrica-e-a-midia" class="external-link">Crise Hídrica e a Mídia</a>”, apresentada no dia <strong>15 de setembro </strong><strong>no IEA</strong>. O levantamento foi empreendido pelo <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/display/CS/Capa+Site">Instituto Democracia e Sustentabilidade</a> (IDS) e pelo<a class="external-link" href="http://www.iee.usp.br/"> Instituto de Energia e Ambiente</a> (IEE) da USP.</p>
<p>Entre os profissionais convidados para debater os resultados, o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jose-carlos-mierzwa" class="external-link">José Carlos Mierzwa</a>, do Departamento de Engenharia Hidráulica da Escola Politécnica (Poli) da USP, ponderou que a pesquisa refletiu o que acontece nas políticas publicas da área.</p>
<p>“Constatamos problemas na racionalização do uso, com a falta de políticas de gestão da oferta e da demanda. Durante um período, as citações sobre reuso aumentaram, mas depois dispersaram e esmoreceram. Por outro lado, há muito desperdício na rede e consumo excessivo”, disse Mierzwa.</p>
<p>Para o especialista, o resultado aponta um problema antigo que se agravou com o adensamento populacional e o uso do solo.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidrica-2" alt="José Carlos Mierzwa" class="image-inline" title="José Carlos Mierzwa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Mierzwa: "Citações sobre reuso aumentaram, mas depois esmoreceram".</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>“Os recursos são escassos e sempre acabamos trazendo água de mais longe, o que leva a mais escassez, pois um maior volume de água significa mais necessidade de saneamento. Com isto, esgotamos nossos rios e trazemos mais contaminação. A solução é tratar o que está aqui”, afirma.</span></p>
<p>Segundo o professor, a Poli está realizando estudos de viabilidade técnica para reuso potável direto, pois já existem tecnologias que permitem extrair desse processo uma água com níveis de potabilidade aceitos internacionalmente.</p>
<p><span><strong>Resultados</strong></span></p>
<p>As principais conclusões do estudo foram apresentadas em um <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/download/attachments/17399866/Infogr%C3%A1fico%20Crise%20H%C3%ADdrica%20e%20a%20M%C3%ADdia%20Pesquisa.pdf?version=1&amp;modificationDate=1440170054000&amp;api=v2">infográfico informativo</a>. A organização do debate contou com o apoio do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/territorialidade">Grupo de Pesquisa em Política Públicas, Territorialidade e Sociedade</a> e do <a href="http://www.idsbrasil.net/pages/viewpage.action?pageId=19038480" target="_blank">Instituto de Democracia e Sustentabilidade</a></p>
<p><span>De janeiro de 2014 a abril de 2015, a</span> pesquisa analisou 503 notícias publicadas em três dos principais jornais brasileiros – Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo –, relacionadas à crise de água na Grande São Paulo.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/a-crise-hidrica-e-a-midia" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-crise-hidrica-e-a-midia-15-de-setembro-de-2015" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Notícias:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-interdisciplinar-sobre-a-seca-em-sao-paulo" class="external-link">Um olhar interdisciplinar sobre a seca em São Paulo</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-do-iea-integra-rede-latino-americana-sobre-agua" class="external-link">Grupo do IEA integra rede latino-americana sobre água</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/gestao-da-agua-e-justica-ambiental" class="external-link">Gestão da água e justiça ambiental</a></p>
<p>Revista:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/crise-hidrica-e-deficiencias-na-gestao-da-agua-sao-tema-de-dossie-da-revista-estudos-avancados" class="external-link">'Estudos Avançados' 84 publica dossiê com análise abrangente da crise hídrica</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A análise do material foi dividida em três fases. A primeira, de janeiro a outubro de 2014, corresponde ao período anterior à aceitação da crise; a segunda, até fevereiro de 2015, foi quando a sociedade e as autoridades reconheceram a situação de crise, no pós-eleições; e a terceira, entre março e abril de 2015, quando houve o reconhecimento da crise e começaram as tomadas de decisões para sanar o grave estresse hídrico.</p>
<p>Na fase 3, o estudo mostra que oito de cada dez notícias tratavam de soluções emergenciais, sendo que as dez soluções mais apontadas foram a diminuição da pressão (18%), seguida por integração dos sistemas (14%); incentivo à redução do consumo (10%); sobretaxa e multas por consumo excessivo (10%); reajuste da vazão outorgada (8%); aumento da produção/vazão (7%); uso do volume morto (5%); redução de perdas na distribuição (5%); aumento do número de reservatórios (5%) e racionamento (4%).</p>
<p>A pesquisa também mapeou os principais atores sociais mencionados ou consultados a respeito do tema. Na fase 1, as “vozes” que mais tinham presença na mídia eram do setor público (estaduais e federais), seguidas por representantes de universidades; setor privado; ONGs e movimentos sociais; comitês de bacia; e outros.</p>
<p>Na fase 2, aumentou a citação dos setores privados, das ONGs e movimentos sociais. A grande diferença ocorreu na fase 3, quando diminuiu a presença tanto de setores públicos quanto de comitês de bacia, em detrimento do aumento da participação de partidos políticos e do setor privado.</p>
<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidrica-4" alt="Rosa Maria Mancini e Samuel Roiphe Barrêto" class="image-inline" title="Rosa Maria Mancini e Samuel Roiphe Barrêto" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Mancini, uma das coordenadoras do estudo, e Barrêto, da TNC</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Um dado importante no desenrolar dos fatos foi a criação da <a class="external-link" href="http://www.aliancapelaagua.com/">Aliança pela Água</a>, uma coalizão que conta com a participação de mais de 50 organizações da sociedade civil. Com isto, a sociedade civil passou a ser mais representada nas notícias sobre o tema”, disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/rosa-maria-mancini" class="external-link">Rosa Maria Mancini</a>, uma das coordenadoras do estudo.</p>
<p>Para a urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/marussia-whately" class="external-link">Marussia Whately</a>, do <a class="external-link" href="http://www.socioambiental.org/pt-br">Instituto Socioambiental</a>, “o levantamento mostra que o discurso da mídia refletiu as narrativas predominantes de cada período”.  Whately lembrou que na primeira fase houve prevalência da falta de chuva apontada como causa da crise. Em seguida, a má gestão ganhou destaque nas notícias avaliadas.</p>
<p>“A evolução da narrativa fica evidente na terceira fase”, disse Whately. Nesse período, há um aumento do discurso sobre desperdício e perdas, além de mais espaço para partidos políticos, setor privado e sociedade civil organizada.</p>
<p><span>“De fato, a narrativa começa de maneira pontual e evolui conforme aparecem novos dados e novas fontes são consultadas. Acredito que problemas ambientais ou temas mais específicos foram muito bem colocados em veículos especializados. Mas isso geralmente não é feito na mídia diária, que repercute o factual, o dia-a-dia”, avalia a jornalista Janice Kiss.</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidirca-3" alt="Marussia Whately e Ana Paula Fracalanza" class="image-inline" title="Marussia Whately e Ana Paula Fracalanza" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span><strong>Whately e Fracalanza: discurso da mídia refletiu as narrativas predominantes</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para Kiss, o tema perdeu destaque porque “ infelizmente, há outros mais urgentes na agenda política e econômica do momento e não há equipes nem espaço que deem conta de cobrir tudo”, afirma.</p>
<p>“Percebo que os jornalistas não ficaram só com o discurso oficial, não ficaram simplesmente repetindo que a falta de chuva foi a causa da crise. Buscaram novos dados e mostraram outros aspectos”, disse o jornalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/rubens-filho" class="external-link">Rubens Filho</a>, do <a class="external-link" href="http://www.tratabrasil.org.br/">Instituto Trata Brasil</a>.</p>
<p><strong>Transparência</strong></p>
<p>A professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza</a>, (EACH-IEE-IEA) apontou que apesar do esforço midiático na cobertura da crise hídrica, as informações não chegaram ao grande público de forma muito clara, de maneira que todos pudessem compreender a situação.</p>
<p>Para o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, (IEA-IEE), que também coordenou o estudo, é importante atentar para a forma como a imprensa olha e aborda determinadas questões, pois a omissão de dados também é desinformação.</p>
<p>Samuel Roiphe Barrêto, da ONG <a class="external-link" href="http://www.tnc.org.br/">The Nature Conservancy</a> (TNC), aponta a dificuldade da mídia em contrapor dados oficiais. “Eu que sou especialista no assunto tive dificuldades para encontrar e entender informações de sites como o da Sabesp”, exemplificou.</p>
<p>Coordenador do Movimento Água para São Paulo e do Programa de Conservação da Floresta Atlântica e Savanas Centrais da TNC, Barrêto lembrou que a mídia precisa melhorar a cobertura sobre questões ambientais que impactam no estresse hídrico.</p>
<p>“As pessoas ainda têm muita dificuldade de entender a relação da cobertura vegetal e da ocupação do solo com a disponibilidade hídrica. Isso deveria ser mais explorado”, disse Barrêto.</p>
<p>Painel também teve a presença da especialista em sustentabilidade <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/maria-augusta-pires-pinto" class="external-link">Maria Augusta Pinto</a>, do <a class="external-link" href="http://www.institutojatobas.org.br/">Instituto Jatobás</a>, além da moderadora do debate, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/juliana-cassano-cibim" class="external-link">Juliana Cassano Cibim</a>, que também coordenou a pesquisa. Coordenadora de conteúdo do IDS, advogada e consultora ambiental e professora da USP, FAAP e FGV, Cibim coordenou a plateia em torno de questões sobre transparência, metodologia do estudo e o papel dos comunicadores diante dos problemas enfrentados sobre a água.</p>
<p>A equipe executiva do trabalho foi composta por Renata Souza Leão (Procam/IEE/USP) e Guilherme Checco (IDS).</p>
<p>A pesquisa “Crise Hídrica e a Mídia” integra o Projeto sobre Recursos Hídricos realizado com o IEE/USP, no âmbito do acordo de cooperação técnico-científico firmado pelas instituições em novembro de 2014.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Jornalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-22T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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