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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 191 to 205.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desafios-meio-ambiente-vida-cidades-saude">
    <title>Urbansus - Desafios na Interface do Meio Ambiente com a Vida nas Cidades e com a Saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desafios-meio-ambiente-vida-cidades-saude</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento tem como objetivo abordar temas centrados no meio ambiente e que afetam a vida e a saúde nas cidades: conexão entre sociedade e meio ambiente; doenças causadas por pragas urbanas; eventos climáticos e meteorológicos que ameaçam a vida e segurança da população; e segurança hídrica nas cidades. Destaca-se a importância de interligar de forma transversal temas como vida urbana, saúde e ambiente natural. Foram convidados profissionais de variadas áreas de conhecimento, com experiências práticas e acadêmicas nas diversas instâncias da sociedade, para apresentarem pontos de vista e caminhos para a busca da saúde e do bem-estar nas cidades.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/urbansus/copy5_of_RelatoriaUrbanSus18_08_2022Painel2.pdf" class="internal-link">Relatoria</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-10T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-gestao-de-materiais-processos-e-residuos-em-cidades-21-de-novembro-de-2019">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Gestão de Materiais, Processos e Resíduos em Cidades - 21 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-gestao-de-materiais-processos-e-residuos-em-cidades-21-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-21T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-experiencia-de-medellin">
    <title>Cidades para a Vida: A Experiência de Medellín</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-experiencia-de-medellin</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O objetivo da palestra é debater as questões relacionadas às iniciativas empregadas pela cidade colombiana, como investimentos na segurança pública, meio ambiente e transportes, que transformaram a economia local e a reputação da cidade.</p>
<p style="text-align: justify; ">Leia mais em <span><span><a href="https://exame.abril.com.br/revista-exame/menos-violenta-e-mais-prospera/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Como Medellín virou a cidade-modelo que está vencendo o crime</a></span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span><strong>Expositor:</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anibal-gaviria" class="external-link">Aníbal Gaviria</a> (Prefeito de Medellín, gestão 2012-2015)</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Debatedores:</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/patricia-iglecias" class="external-link">Patrícia Iglecias</a> (USP e CETESB)</p>
<p style="text-align: justify; ">Camila Nunes Dias (UFABC e N<span>EV USP)</span></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Coordenadora:</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a> (FSP e IEA USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Modernidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-15T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/remote-sensing-morphology">
    <title>Remote Sensing, Urban Morphology and Studies on Health</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/remote-sensing-morphology</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Novos sensores orbitais com maior resolução espacial têm potencial para o mapeamento intraurbano, possibilitando a utilização em estudos que relacionam planejamento urbano e saúde. Alguns aspectos da morfologia urbana, tais como compactação, verticalização e presença de áreas verdes podem estimular o deslocamento ativo por meio da caminhada. Cidades com morfologias urbanas que promovem a caminhada reduzem o uso de automóvel, a emissão de gases, o custo de vida, as taxas de obesidade e promovem a interação social e o senso de comunidade.</p>
<p>O evento proposto pretende apresentar inovações metodológicas na captura de dados a partir de imagens de satélite em áreas urbanas que possam contribuir com estudos em saúde.</p>
<p><strong>Conferencistas</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/christopher-small" class="external-link">Christopher Small</a> (Columbia University)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-reis-rosa" class="external-link">Marcos Reis Rosa</a> (FFLCH-USP)</p>
<p><strong>Comentarista</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/reinal-perez-machado/view" class="external-link">Reinaldo Pérez Machado</a> (FFLCH-USP)</p>
<p><strong>Moderadora</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a> (FFLCH-USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-24T21:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/dilemas-ambientais-urbanos">
    <title>Dilemas Ambientais-urbanos em Duas Metrópoles Latino-americanas: São Paulo e Cidade do México no Século XXI</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/dilemas-ambientais-urbanos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este encontro de lançamento do livro  <a class="external-link" href="https://www.amazon.com.br/Dilemas-ambientais-urbanos-metr%C3%B3poles-latino-americanas-ebook/dp/B092RH5GZ1/ref=tmm_kin_swatch_0?_encoding=UTF8&amp;qid=1618943919&amp;sr=1-1">“Dilemas ambientais-urbanos em duas metrópoles latino-americanas: São Paulo e Cidade do México no século XXI”</a> (Editora Paco) oferece uma oportunidade de conhecer uma iniciativa de pesquisadores brasileiros e mexicanos, como resultado de interlocução sobre duas das maiores megacidades da região, suas múltiplas semelhanças e especificidades.</p>
<p>Fazer estudos comparativos é sempre um desafio, considerando a trajetória de ambas a partir da segunda metade do século XX, se aproximam quanto aos problemas e sua complexidade, bem como à emergência da questão ambiental como uma dimensão a eles transversal.</p>
<p>O livro organizado por Pedro R. Jacobi (IEE-IEA/USP), Mario Federico Bassols (UAM- Itztapalapa), Pedro Henrique Campello Torres (IEE- IEA/USP), Silvana Zioni (UFABC) e Arturo Venancio Flores (FAPUR/UAEMex)  é oportuno porque articula dilemas ambientais com a questão urbana e coloca problemas que demandam conhecimento, reflexão e medidas urgentes.</p>
<p>A relação entre cidades e meio ambiente tornou-se incontornável. Hoje, a maioria da população mundial mora em cidades, pressionando demograficamente a expansão da infraestrutura urbana e a provisão de serviços públicos básicos, gerando a um só tempo numerosas externalidades negativas sobre o meio ambiente.</p>
<p>O conjunto de capítulos apresentados representam um mosaico das principais questões, olhares cruzados desafios em contexto crescentemente ameaçado pela emergência climática e seus impactos sobre a população destas megacidades, e notadamente das populações mais vulneráveis.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-05T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/residuos-solidos">
    <title>Tecnologia e legislação para resíduos sólidos em foco</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/residuos-solidos</link>
    <description>Strategic Workshop "Mude o Foco – Resíduos Sólidos: Direito e Tecnologia" acontece no dia 12 de maio, das 8h às 17h, no auditório da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cooperativa-de-catadores-de-lixo-na-rua-joao-moura-pinheiros" alt="Cooperativa de Catadores de Lixo na Rua João Moura - Pinheiros" class="image-inline" title="Cooperativa de Catadores de Lixo na Rua João Moura - Pinheiros" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Cooperativa de catadores de lixo na Rua João Moura, no bairro de Pinheiros, São Paulo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="gmail-msolistparagraph">A massificação do consumo levou a um extraordinário aumento na quantidade de resíduos sólidos e da preocupação sobre o que fazer e como lidar com eles. Se mal geridos, tais resíduos podem contaminar solos e águas.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">Para debater o assunto, pensar alternativas e sensibilizar para o tema, a Pró-Reitoria de Pesquisa e a Superintendência de Gestão Ambiental, ambas da USP, e o Instituto O Direito Por um Planeta Verde realizam o Strategic Workshop <i>Mude o Foco – Resíduos Sólidos: Direito e Tecnologia</i>.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">O encontro acontece no <strong>dia 12 de maio, das 8h às 17h</strong>, no auditório <span>István Jancsó, </span>da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, na Cidade Universitária. A atividade tem o apoio do IEA, da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp) e do Instituto Carrefour. Para participar será necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1O6UqKzj1a2dEdy5wTEyojgnXkhUclsQBOQtZPVtEUVU/viewform?edit_requested=true"><strong>inscrição prévia</strong></a>. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"><strong>ao vivo</strong></a> pela web.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">Desde a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), em agosto de 2010, a discussão sobre o tema ganhou peso. A legislação atual prevê a responsabilidade pós-consumo, o que significa envolver os cidadãos no ciclo de vida dos produtos, inserindo-os no sistema de logística reversa.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">No entanto, segundo Roberta Kronka Mülfarth, professora do Departamento de Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, faltam instrumentos econômicos e jurídicos que possam intensificar as ações de governabilidade local, “visto que os municípios são atores importantíssimos para a efetivação da legislação, por meio da coleta seletiva e reciclagem”.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">Mülfarth lembra que é necessário efetivar políticas públicas de incentivo à conscientização dos cidadãos para reutilização, redução e reciclagem dos resíduos, bem como desenvolver políticas de integração e responsabilização à destinação adequada.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">Para tratar os resíduos, ela lembra que há diversas tecnologias que podem ser aplicadas de acordo com o tipo e quantidade, a logística de coleta, transporte e armazenamento, minimizando a geração e propiciando uma melhor gestão.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph"><strong>Programação</strong></p>
<p class="gmail-msolistparagraph">No período da manhã, o workshop terá abertura do reitor da USP, Marco Antonio Zago; do secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Gilberto Natalini; de pró-reitor de Pesquisa da USP, José Eduardo Krieger, e da superintendente de Gestão Ambiental, Patrícia Iglecias. Em seguida, haverá conferência da ministra Regina Helena Costa, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e do embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">À tarde, a programação será dividida em dois blocos, um sobre tecnologia e outro sobre direito. Participarão o engenheiro Vahan Agopyan, vice-reitor da USP; Fernando José Von Zuben, secretário adjunto municipal do Verde e do Meio Ambiente; Jorge Alberto Soares Tenório, professor da Escola Politécnica da USP; Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade do Carrefour; Tatiana Barreto Serra, promotora de justiça do Ministério Público de São Paulo; Osvaldo Shigueru Nakao, superintendente de Espaço Físico da USP; e Renata Seabra, consultora da Unesco.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph"><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/SW-mude-o-foco" class="external-link">Veja a programação completa</a></p>
<hr />
<p><i><strong>Mude o Foco – Resíduos Sólidos: Direito e Tecnologia</strong><br /><i>12 de maio, das 8h às 17h<br /><span>Auditório <span>István Jancsó - </span>Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin<br /></span>Rua da Biblioteca, s/n, Cidade Universitária, São Paulo - <a class="external-link" href="https://www.google.com.br/maps/place/Biblioteca+Brasiliana+Guita+e+Jos%C3%A9+Mindlin/@-23.5622849,-46.7220506,15z/data=!4m5!3m4!1s0x0:0xdeccbf8feef8a374!8m2!3d-23.5622849!4d-46.7220506">veja mapa</a><br />Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1O6UqKzj1a2dEdy5wTEyojgnXkhUclsQBOQtZPVtEUVU/viewform?edit_requested=true">inscrição prévia</a> - Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet <br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>)<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/SW-mude-o-foco" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/SW-mude-o-foco</a> </i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-05T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/como-ficar-doente-se-tornou-expressao-proibida-no-mundo-capitalista">
    <title>Como ficar doente se tornou expressão proibida no mundo moderno</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/como-ficar-doente-se-tornou-expressao-proibida-no-mundo-capitalista</link>
    <description>Pesquisador sabático buscará entender como a pressão por produtividade no trabalho tem levado o homem moderno a se privar do direito de adoecer</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/frederico-azevedo-da-costa-pinto" alt="Frederico Azevedo da Costa Pinto" class="image-inline" title="Frederico Azevedo da Costa Pinto" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Frederico Azevedo da Costa Pinto, um dos pesquisadores sabáticos de 2017 no IEA</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Tão natural quanto mostrar alegria e tristeza é a expressão de ficar doente. Dentre o vasto repertório de manifestações dos animais, o “comportamento doentio” – como é chamado entre especialistas – é a demonstração de desânimo, prostração, falta de apetite e vontade de não fazer nada. São sinais claros que os animais emitem quando não querem contato social pelo fato de estarem doentes. “É a forma de dar um tempo para o organismo se recuperar e até mesmo de preservar o grupo social de adoecer. Mas esse comportamento está cada vez mais reprimido nas sociedades modernas pela forma como a produtividade dos trabalhadores é encarada”, diz o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/frederico-azevedo-da-costa-pinto" class="external-link">Frederico Azevedo da Costa Pinto</a>, especialista em patologia experimental e comportamento animal, integrante do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático do IEA</a> em 2017.</p>
<p>Com o projeto de pesquisa "Homem Moderno: Um Animal Privado Socialmente do Direito de Adoecer", o patologista irá percorrer a evolução histórica de como eram vistos os comportamentos dos indivíduos doentes e como esse comportamento tem sido percebido nas sociedades modernas. Em paralelo, buscará na literatura relacionada, dados sobre a expressão desse comportamento entre seres humanos, relacionando-os ao comportamento de animais de experimentação.</p>
<p>A avaliação histórica permitirá confrontar mudanças na jornada de trabalho com as expectativas de produtividade do trabalhador moderno, acredita.</p>
<p>Se nas sociedades modernas adoecer vem se tornando proibitivo, o contraponto para “camuflar” doença é o uso cada vez mais corriqueiro de medicamentos. “Expressar o comportamento doentio incorreria em faltas no trabalho e, portanto, somos estimulados à medicação, muitas vezes à automedicação, com a finalidade de manter a jornada prevista de trabalho. Associado a isso está o fato de que as classes dos fármacos mais prescritos e consumidos nas sociedades modernas são justamente os medicamentos paliativos, para dores, resfriados e alergias, por exemplo”, afirma.</p>
<p>O projeto irá avaliar os investimentos em pesquisa e divulgação de fármacos voltados ao alívio momentâneo do mal estar de certas doenças. “São medicamentos que não encurtam, necessariamente, o curso da doença nem mesmo melhoram de fato as condições de saúde”, aponta Costa Pinto.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sabatico-sintomas-da-gripe" alt="Sabático sintomas da gripe" class="image-inline" title="Sabático sintomas da gripe" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Não sejamos puristas. Tomar remédio ajuda a passar pela doença sem sofrer. Mas isso não impede que o indivíduo possa tomar o remédio e também ficar em conforto em casa. Na realidade, o que se busca discutir é o fato do indivíduo tomar remédio para se obrigar a continuar produtivo, trabalhando”, afirma.</p>
<p>Além disso, há o problema do excesso e da automedicação. Em certos países, a legislação permite que os medicamentos sejam ofertados em gôndolas, facilitando o acesso. Mas há sistemas de saúde, como no Canadá, por exemplo, onde não há excesso nem automedicação porque não há essa facilidade de acesso, compara.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Cultura e legislação</strong></p>
<p>As diferenças culturais também influenciam a maneira como o doente se comporta. Até mesmo as legislações podem variar como reflexo do aspecto cultural, avalia o cientista. “Países com uma proteção social mais consistente permitem que as pessoas adoeçam, porque a legislação prevê licenças mais longas para doenças. Ou mesmo as licenças maternidade e paternidade mais longas denotam esse tipo de respeito ao trabalhador”, lembra.</p>
<p>Ao contrário, países que tendem a jornadas de trabalho cada vez mais longas e à terceirização submetem o trabalhador a pressões cada vez mais absurdas, suprimindo o direito do indivíduo de adoecer, avalia. “O direito de ficar doente tende a se tornar inaceitável nessas sociedades, pois atendem a uma lógica que torna os indivíduos dispensáveis”, avalia.</p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/noticias" class="external-link">Programa Ano Sabático - notícias</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017" class="external-link">Divulgada a relação de selecionados para o Programa Ano Sabático de 2017</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Mas qual o problema em não se permitir expressar a doença? “Um deles, o mais óbvio, é levar a doença para o grupo social, no caso de um indivíduo que camufle uma doença infectocontagiosa, por exemplo”, diz.</p>
<p>Outro problema em não manifestar a doença é o individuo cada vez mais fica sujeito a doenças não curadas de fato e que podem ter recidivas ou se tornar crônica. “Estamos falando de doenças cotidianas, não graves. Não tenho dúvida de que não se permitir adoecer vai culminar numa recuperação pior ou incompleta, pois os medicamentos paliativos oferecem uma resposta momentânea para os sintomas da doença”, afirma.</p>
<p>Além disso, há alterações emocionais no longo prazo que parecem estar associadas ao fato da pessoa não parar quando precisa. “Não se dar esse tempo pode gerar transtornos, inclusive psicológicos”, afirma o patologista.</p>
<p>Todos esses aspectos culturais e mesmo legais denotam quanto cada sociedade se importa com a saúde dos seus cidadãos, acredita.</p>
<p> </p>
<p><strong>Semelhantes</strong></p>
<p>Somos mais parecidos com os animais do que imaginamos. Coisas bizarras que assumíamos ser exclusividade de humanos têm cada vez mais sido observadas entre os bichos. “Por exemplo, a cópula não prevista, realizada simplesmente para demonstração de poder e superioridade hierárquica. A hierarquia é fundamental para entender o comportamento de adoecer. Um executivo de alto escalão e um porteiro demonstram de formas diferentes o adoecer”, compara.</p>
<p>O sistema imunológico tem muito a ver com a hierarquia, afirma o patologista. “Algumas pessoas não demonstram o comportamento doentio simplesmente porque são mais resistentes, ou porque a posição hierárquica numa empresa o impede. Ele pode não querer demonstrar vulnerabilidade. Outros não expressam o comportamento doentio porque não podem perder o emprego”, afirma.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/prurigo-nodularis-doenca-autoimune" alt="Prurigo nodularis doença autoimune" class="image-inline" title="Prurigo nodularis doença autoimune" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><strong>Prurigo nodularis, doença autoimune de causa desconhecida</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Cada vez mais as pesquisas mostram que as coisas que acontecem no sistema nervoso têm conexões físicas. Isso inclui a resposta imunológica, que é uma resposta protetora a infecções. A mesma resposta que prepara o corpo para uma resposta imediata, como por exemplo, fugir de um bandido, é também o tipo de resposta capaz de modular a imunidade, compara. “O famoso estresse, por exemplo, é uma resposta adaptativa protetora descrita há 80 anos e que funciona com esse mesmo mecanismo”, diz.</p>
<p>A subordinação e a resposta imune em animais têm sido estudadas para avaliar também como um animal “submisso” a outro se comporta diante da doença. Um modelo de pesquisa, que injetava bactérias para simular doença numa dupla de ratos, mostrou que as pressões do animal subordinado eram diferentes em relação ao dominante, conta. “Nesse caso, o dominante se permite demonstrar doença. Já o subordinado se presta a ficar dando atenção ao dominante e o tempo todo demonstra ser submisso socialmente, sem se ocupar de manifestar o comportamento doentio”, compara o cientista.</p>
<p>Os efeitos mais positivos esperados da sua pesquisa é que possa subsidiar políticas públicas, afirma o pesquisador. “Num país com problemas sociais, econômicos e políticos, é algo utópico que esses aspectos sobre saúde sejam considerados. Mas na prática, espero no mínimo poder levantar uma discussão sobre onde a sociedade industrial está empurrando o indivíduo. Não faz sentido ter uma economia crescendo em detrimento da perda de liberdade individual e da saúde do indivíduo. De fato, precisamos repensar a cultura do crescimento, da industrialização, do mercado de consumo, do lucro. Crescer é uma cobrança em todos os grupos sociais e em todos os níveis. Mas o que cresce sem parar é tumor, é câncer”, compara.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Leonor Calasans; Mikael Häggström Polyethylen/Wikimedia Commons; Michael Katotomichelakis, Dimitrios G Balatsouras, Konstantinos Bassioukas, Nikolaos Kontogiannis, Konstantinos Simopoulos, Vassilios Danielides</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cognição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-09T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/perspectivas-globais-sobre-deficiencia-e-vulnerabilidade">
    <title>Perspectivas Globais sobre Deficiência e Vulnerabilidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/perspectivas-globais-sobre-deficiencia-e-vulnerabilidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Sob a perspectiva da funcionalidade, a deficiência é um conceito em evolução e resulta da interação entre os indivíduos e as barreiras existentes na sociedade que impedem a plena e efetiva participação social dessas pessoas em igualdade de oportunidades com as demais. Assim, pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos<i> </i>de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições.</p>
<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/9788564047020_por.pdf" class="internal-link"><span class="external-link">Relatório Mundial sobre a Deficiência</span></a> (<i>World Report on Disability</i>), compêndio das melhores evidências disponíveis sobre a prevalência e a situação das pessoas com deficiência no mundo atual, ilustra claramente a relação entre deficiência, pobreza e vulnerabilidade, apontando como as pessoas com deficiência apresentam piores perspectivas de saúde, níveis mais baixos de escolaridade, participação econômica restrita, e índices de pobreza mais elevados em comparação às pessoas que não têm deficiência.</p>
<p><strong>Estudos sobre a Deficiência (<i>Disability Studies</i>)</strong></p>
<p>Os chamados <i>Disability Studies</i> consistem em um campo de estudos interdisciplinar que ganhou projeção mundial, tendo origem no contexto anglo-saxão, em meados da década de 1960. A proposta principal desse movimento intelectual que, mais tarde, acabou compondo os discursos dos movimentos ligados aos direitos das pessoas com deficiência, é a de que a deficiência não é simplesmente uma tragédia individual cuja “solução” estaria reservada aos quartos dos hospitais e centros de reabilitação. Ela é muito mais do que isso, portando dimensões essencialmente sociais e políticas. Nessa perspectiva, as iniciativas nesse campo visam gerar debates públicos que desconstroem preconceitos e retiram da deficiência a noção de “doença”, “degeneração” e “desvio” e a situam na perspectiva de uma condição da diversidade humana.</p>
<p>Para discutir temas relacionados à prevalência da deficiência em  diversas regiões do mundo e as especificidades de se habitar um corpo  com impedimentos em diferentes contextos sociais, econômicos e  culturais, receberemos <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hannah-kuper" class="external-link">Hannah Kuper</a>, professora de Epidemiologia da <i>London School of Hygiene and Tropical Medicine</i> (LSHTM) e diretora do <i>International Centre for Evidence in Disability</i>, também na LSHTM.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Deficiência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-24T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/10-anos-da-lei-nacional-de-saneamento-basico-avancos-dificuldades-e-agenda-para-o-setor">
    <title>10 Anos da Lei Nacional de Saneamento Básico: Avanços, Dificuldades e Agenda para o Setor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/10-anos-da-lei-nacional-de-saneamento-basico-avancos-dificuldades-e-agenda-para-o-setor</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O seminário vai discutir <span style="text-align: justify; ">a atual situação e os desafios do setor de saneamento básico, que é composto por <span style="text-align: justify; ">abastecimento de água, esgoto sanitário, limpeza e drenagem urbana.</span></span></p>
<div style="text-align: justify; ">A provisão inadequada desses serviços tende a gerar problemas nas áreas de saúde, meio ambiente e desenvolvimento econômico e social. Um número significativo de doenças decorre de um abastecimento de água inadequado, da inexistência de coleta e afastamento de esgoto, de disposição inadequada dos resíduos ou de enchentes resultantes de problemas na limpeza e drenagem urbana, entre outros aspectos, assim como os problemas de contaminação ambiental associados à má gestão desses serviços.</div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; ">O evento faz parte da programação do NAP-EBC e do CEPER, que busca discutir e avaliar politicas públicas para a infraestrutura e serviços públicos urbanos que potencializem o desenvolvimento econômico e social sustentável.</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saneamento básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-31T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-saneamento-basico-e-politicas-para-o-setor">
    <title>Seminário discute saneamento básico e políticas para o setor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-saneamento-basico-e-politicas-para-o-setor</link>
    <description>Evento é promovido pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto, Núcleo de Apoio à Pesquisa em Economia de Baixo Carbono e Centro de Pesquisa em Economia Regional</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazsaneamentobsico5cdr_edit.png" alt="" class="image-left" title="" />Composto pelo abastecimento de água, esgoto sanitário, limpeza e drenagem urbana, o setor de saneamento básico é um ponto bastante delicado na gestão pública. Para discutir a atual situação e os desafios desse setor, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP), o Núcleo de Apoio à Pesquisa em Economia de Baixo Carbono (NAP-ECB) e o Centro de Pesquisa em Economia Regional (CEPER) promovem no dia 25 de agosto, a partir das 8h30, no Anfiteatro Prof. Ivo Torres da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP, o seminário </span><i style="text-align: justify; ">10 Anos da Lei Nacional de Saneamento Básico: Avanços, Dificuldades e Agenda para o Setor</i><span style="text-align: justify; ">.</span></p>
<div style="text-align: justify; "><span>A provisão inadequada desses serviços tende a gerar problemas nas áreas de saúde, meio ambiente e desenvolvimento econômico e social. Um número significativo de doenças decorre de um abastecimento de água inadequado, da inexistência de coleta e afastamento de esgoto, de disposição inadequada dos resíduos ou de enchentes resultantes de problemas na limpeza e drenagem urbana, entre outros aspectos, assim como os problemas de contaminação ambiental associados à má gestão desses serviços.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O evento faz parte da programação do NAP-EBC e do CEPER, que busca discutir e avaliar politicas públicas para a infraestrutura e serviços públicos urbanos que potencializem o desenvolvimento econômico e social sustentável. </span><br /><span><br /></span><span>A programação será composta por apresentações dos pesquisadores da USP, consultores especializados do setor, representantes da Associação Brasileira de Concessões, da Caixa Econômica Federal, do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), do Ministério Público, da Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro), do Ministério do Meio Ambiente, da Agencia Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (ARES-PCJ) e do Comitê de Bacia Hidrográfica do Pardo (CBHP).</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Mais informações: jhenrique@usp.br ou (16) 3315 0368.<br /><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; ">
<hr />
</div>
<div style="text-align: justify; "><strong>10 Anos da Lei Nacional de Saneamento Básico: Avanços, Dificuldades e Agenda para o Setor</strong></div>
<div style="text-align: justify; "><i>25 de agosto, 8h30</i></div>
<div style="text-align: justify; "><i>Anfiteatro Prof. Ivo Torres - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP</i></div>
<div style="text-align: justify; "><i>Inscrições gratuitas <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScweEg0GOqi6x9oXoSNTRcRMr83MYClkHVPSCg9aKIisUrzxg/viewform">via formulário</a></i></div>
<div style="text-align: justify; "><span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/10-anos-da-lei-nacional-de-saneamento-basico-avancos-dificuldades-e-agenda-para-o-setor" class="external-link">Página do evento</a></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saneamento básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-31T15:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel">
    <title>IEA realiza conferências na Virada Sustentável</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel</link>
    <description>Atividades acontecem nos dias 24 e 25 de agosto, na Sala de Eventos do IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Sao-Paulo-Poluida-Marcos-Santos-Jornal-da-Usp.jpg" alt="São Paul Poluída" class="image-inline" title="São Paul Poluída" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Poluição do ar em São Paulo: índices superam o recomendado pela OMS </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O programa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">USP Cidades Globais</a> promoverá quatro seminários na Virada Sustentável, que acontece de 24 a 27 de agosto em São Paulo. As atividades acontecerão na Sala de Eventos do IEA, nos dias <strong>24 e 25 de agosto</strong>.</p>
<p>Na <strong>quinta-feira, 24</strong>,<strong> às 10h</strong>, o pesquisador do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-young-1" class="external-link">Ricardo Young</a>, ex-vereador de São Paulo, coordenará a mesa <i>Sustentabilidade, Complexidade e Políticas Públicas</i>, com a participação de Alexandre Zeitune, vice-prefeito de Guarulhos; Marcelo Ignatios, superintendente da SP-Urbanismo, da prefeitura de São Paulo; do vereador José Police Neto (PSD-SP); e do arquiteto e urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nabil-georges-bonduki" class="external-link">Nabil Bonduki</a>, ex-vereador de São Paulo e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. O grupo discutirá a elaboração e a implementação de políticas públicas que levem em conta a sustentabilidade sob a ótica da complexidade.<span> </span></p>
<p>No mesmo <strong>dia 24, às 15h</strong>, o coordenador do USP Cidades Globais e professor do Instituto de Biociências da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, coordenará a discussão sobre <i>Mudança Climática e Cidades</i>, ao lado de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA e professor da Faculdade de Educação da USP, e a geógrafa Jane Zilda Ramires, da <span>Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da prefeitura de São Paulo</span><span>. Um dos relatores pelo Brasil do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU, Buckeridge e Jacobi avaliarão o impacto das mudanças climáticas nas cidades.</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Desiguladadesocial-Nucleoeditorial-flickr.jpg" alt="Desigualdade Social" class="image-inline" title="Desigualdade Social" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Grandes centros brasileiros ainda têm a desigualdade social como um dos principais problemas </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O painel <i>Mobilidade Urbana</i> acontece no segundo dia de atividades, <strong>25 de agosto, às 10h</strong>, coordenado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, diretor do IEA e professor da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Para falar, dentre outros temas, sobre o planejamento e integração de modais, estarão presentes Luiz Antonio Cortez Ferreira, especialista em Meio Ambiente e Sustentabilidade no Metro SP; e Luiz Carlos Mantovani Néspoli, superintendente da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).<span> </span></p>
<p>O tema <i>Desigualdade e Violência</i> será abordado na tarde do <strong>dia 25, às 14h30</strong>, com comentários da cientista política <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marta-teresa-da-silva-arretche" class="external-link">Marta Arretche</a>, diretora do Centro de Estudos da Metrópole, e do sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, coordenador do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP. A moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vitor-souza-lima-blotta" class="external-link">Vitor Blotta</a>, doutor em direito e professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, especializado em temas como direitos humanos, violência e esfera pública.<span> </span></p>
<p>Todas as conferências serão transmitidas <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA. Para participar presencialmente, não é necessário realizar inscrição prévia.</p>
<p><span id="docs-internal-guid-93319daf-10ef-9a95-b4e5-176094b353e2"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Outros eventos</strong></span></p>
<p dir="ltr">Também na Virada Sustentável, membros do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana"><span>Grupo de Pesquisa em Agricultura Urbana</span></a> promoverão atividades na Horta da Faculdade de Medicina da USP, no <strong>dia </strong><strong>26 de agosto</strong>. O endereço é na Avenida Doutor Arnaldo, 455, próximo à estação Clínicas do Metrô. Confira a programação:</p>
<p dir="ltr"><span><strong>9h30 às 11h</strong></span><span> – Abertura. Oficina sobre as PANCS (plantas alimentícias não convencionais) e degustação de pratos desenvolvidos com as PANCS - Profa. Thais Mauad</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>11h15 às 12h30</strong></span><span> – Oficina sobre como plantar em pequenos espaços - Paulo Sérgio Zembruski</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>12h45 às 14h</strong></span><span> – Roda de Conversa – sobre Agricultura Urbana com o grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU)</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>14h15 às 15h30</strong></span><span> – Oficina de Plantas Medicinais - Marcia Kubrusly</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>15h45 às 17h</strong></span><span> – Tour pela horta e troca de sementes - Regiane Carvalho de Oliveira e Katia Cristina Dantas</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-18T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/riscos-climaticos-em-capivari-sp">
    <title>Projeto publica nota técnica sobre riscos climáticos em Capivari (SP)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/riscos-climaticos-em-capivari-sp</link>
    <description>Projeto de grupo do Centro de Síntese USP Cidades Globais publica a nota técnica 'Diagnósticos dos Riscos Climáticos em Capivari-SP - Potenciais Estratégias para o Direcionamento de Medidas de Adaptação em Pequenos e Médios Municípios'.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capivari-sp/image" alt="Capivari, SP" title="Capivari, SP" height="309" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Um dos problemas ambientais de Capivari (SP) é a reduzida cobertura vegetal nativa</dd>
</dl></p>
<p>De acordo com o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) do Estado de São Paulo, Capivari, município distante 108 km da capital, a noroeste, com cerca de 57 mil habitantes e área aproximada de 323 km<sup>2</sup>, possui poucas áreas ambientalmente protegidas, como unidades de conservação, e índice de mediano a baixo de cobertura vegetal nativa.</p>
<p>Essas características do município influenciam sobremaneira sua capacidade de enfrentamento de riscos e impactos dos eventos extremos previstos, "especialmente devido à supressão dos serviços ecossistêmicos associados".</p>
<p>A observação consta da nota técnica <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/diagnostico-dos-riscos-climaticos-em-capivari-sp" class="external-link">Diagnósticos dos Riscos Climáticos em Capivari-SP - Potenciais Estratégias para o Direcionamento de Medidas de Adaptação em Pequenos e Médios Municípios</a>, recentemente lançada por projeto desenvolvido no <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP Cidades Globais</a>. O trabalho é resultante de contrato entre o IEA, a <a class="external-link" href="https://www.fusp.org.br/">Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo</a> e a <a class="external-link" href="https://capivari.sp.gov.br/portal/">Prefeitura de Capivari</a>. O objetivo é subsidiar a revisão do Plano Diretor da cidade.</p>
<p>Segundo a coordenadora do trabalho, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-da-penha-vasconcellos" class="external-link">Maria da Penha Vasconcellos</a>, professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, a equipe do projeto está encarrega da produção de material técnico, do acompanhamento do processo de revisão do Plano Diretor de Capivari, da elaboração de propostas a serem formalizadas em anteprojetos de lei e de contribuir para a mobilização, por meio de oficinas, da participação popular na construção de propostas para os próximos 10 anos do município.</p>
<p>Além de Maria da Penha, são autores da nota técnica: Elaine Santos, Felipe Dias, Ivan Maglio, Maria da Penha Vasconcellos, Pedro Camarinha e Rogério António de Castro Coelho, todos integrantes do Centro de Síntese; e Pedro Camarinha, vinculado ao Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).</p>
<p>Diante do quadro de carências ambientais do município, os autores relacionam entre os serviços ecossistêmicos a serem melhorados o processo de infiltração e tempestividade do escoamento de base até os cursos d'água, a diminuição do processo erosivo laminar e o menor carreamento de material particulado, para diminuir o assoreamento dos rios.</p>
<p>Os baixos valores atribuídos aos indicadores ambientais estão principalmente relacionados às características municipais: "baixa proteção à biodiversidade, insegurança hídrica e falta de capacidade de enfrentamento às mudanças climáticas", destacam os autores.</p>
<p>Além da Introdução e da seção Informações Ambientais para Capivari, a nota técnica contém outras oito seções:</p>
<ul>
<li>Vegetação Remanescente e Rede Hídrica do Município;</li>
<li>Segurança Hídrica;</li>
<li>O Comportamento Climático;</li>
<li>Risco Climático Relacionado às Inundações, Enxurradas e Alamentos;</li>
<li>Modelagem para Detecção de Inundações Bruscas e Enxurradas;</li>
<li>Risco Climático Relacionado às Secas;</li>
<li>Soluções Baseadas na Natureza e Infraestrutura Verde e Azul</li>
<li>Propostas e Recomendações</li>
</ul>
<p>Ao final, o documento indica as referências bibliográficas e a relação de site consultados pelos pesquisadores.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-de-diagnostico-dos-riscos-climaticos-em-capivari-sp" alt="Capa de 'Diagnóstico dos Riscos Climáticos em Capivari-SP'" class="image-left" title="Capa de 'Diagnóstico dos Riscos Climáticos em Capivari-SP'" /></p>
<p><span><strong>Recomendações</strong></span></p>
<p>Segundo os pesquisa, a premissa sugerida pelo trabalho para ser utilizada em análises futuras sob o território de Capivari é que, uma vez reduzidas as vulnerabilidades (em suas dimensões ambiental, social e econômica), os riscos climáticos também diminuem significativamente. E isso ocorre "não pela diminuição dos eventos meteorológicos e climáticos, mas sim porque permite que os sistemas se reorganizem para enfrentar eventuais novos desafios decorrentes das mudanças do clima", especialmente eventos extremos e impactos associados.</p>
<p>Por essa razão, os pesquisadores propõem a expansão das análises realizadas sobre vulnerabilidade socioambiental e cálculo de riscos climáticos no âmbito municipal, com o cruzamento das informações climáticas e hidrológicas com as demais dimensões que caracterizam os cenários de risco localmente, como as características do meio ambiente e as condições sociais e econômicas.</p>
<p>As metodologias mais conhecidas propõem a criação de índices quantitativos que mensuram a vulnerabilidade às mudanças climáticas e a adaptação aos perigos climáticos em várias escalas temporais e espaciais.</p>
<p>"Essas informações serão valiosas para orientar um Plano de Adaptação Climática de Capivari, identificando as melhores diretrizes, estratégias e medidas de adaptação que o município necessita. Isso permitirá a hierarquização de ações nos planejamentos, bem como a identificação de áreas críticas que precisam de ações mais urgentes.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-10T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-conferencias-sobre-o-futuro-do-brasil-6o-evento">
    <title>Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil (6º evento)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-conferencias-sobre-o-futuro-do-brasil-6o-evento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A conferência terá como tema "<span style="float: none; text-align: left; ">Plano Diretor e as interações sociais na cidade".</span></p>
<p>Planos diretores são instrumentos que orientam a ocupação do solo em um município. Seu objetivo geral é  promover a ordenação dos espaços habitáveis de uma cidade e estabelecer uma estratégia de mudança para melhorar a qualidade de vida da comunidade local. Porém, nem sempre esses planos, bem como a legislação ligada ao solo, são efetivamente cumpridos.</p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">O evento integra o </span><span style="float: none; list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: left; ">Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil, uma iniciativa da <span style="float: none; list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: left; ">Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP p</span></span><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">ara refletir sobre desafios que impactam os rumos econômicos, políticos e sociais do País.</span></p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><strong>Debatedora</strong></span></p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><strong>Ermínia Maricato (<span style="float: none; ">Conselho de Desenvolvimento Sustentável da Cidade de São Paulo)</span></strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-18T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cartografia-enfrentamento-covid-19">
    <title>Experiência com Cartografia no Enfrentamento à Pandemia de Covid-19</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cartografia-enfrentamento-covid-19</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="gs">
<div class="gt iv gE"></div>
</div>
<div class="gt iv gE"></div>
<div id=":t2">
<div class="qQVYZb"></div>
<div class="utdU2e"></div>
<div class="lQs8Hd"></div>
<div class="btm"></div>
</div>
<div>
<div class="aHl"></div>
<div id=":sr"></div>
<div class="gt ii" id=":sg">
<div class="aiL a3s" id=":sz">
<div dir="ltr">
<p class="mceContentBody documentContent">Neste  seminário híbrido serão apresentados os resultados da pesquisa  Metodologias Cartográficas para Monitoramento, Prevenção e Recuperação  Pós Epidemias realizado pelo<a class="external-link" href="http://www.labcidade.fau.usp.br/"> LabCidade (Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade)</a> da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), bem como, trabalhos de  vigilâncias em saúde que tiveram como base métodos de análise  territorial, com dados geoespaciais.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">O evento terá a participação de  representantes das secretarias de saúde municipais da Região  Metropolitana de São Paulo (RMSP) e do estado de São Paulo, e reunirá  pesquisadores das áreas de epidemiologia, urbanismo, geografia e medicina.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">Esse evento interdisciplinar será em dois blocos:</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Bloco 1</b> – Leituras cartográficas da pandemia na Região Metropolitana de São Paulo</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Bloco 2</b> – Desafios do uso de dados geoespaciais no enfretamento à pandemia<br /><br />Foram convidadas as secretarias de saúde das prefeituras da RMSP para compartilhar  experiências com metodologias cartográficas no enfrentamento da pandemia  de Covid-19, bem como, a todos interessados a assistirem as  apresentações.</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Coordenação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raquel-rolnik" class="external-link">Raquel Rolnik</a> (LabCidade da FAU-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro" class="external-link">Paula Freire Santoro</a> (Programa Ano Sabático do IEA/FAU-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Participantes:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/2102/eliseu-alves-waldman/">Eliseu Waldman</a> (FSP-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aluisio-segurado" class="external-link">Aluísio Segurado</a> (FM-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Mediação:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span>Raquel Rolnik</span> (LabCidade da FAU-USP)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cartografia</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-10T10:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-ira-pesquisar-agricultura-urbana-em-sao-paulo">
    <title>Novo grupo de estudos irá pesquisar agricultura urbana em São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-ira-pesquisar-agricultura-urbana-em-sao-paulo</link>
    <description>Novo integrante dos quadros de pesquisa do IEA irá focar o tema “Agricultura Urbana e Periurbana no município de São Paulo: possibilidades, conexões e contemporaneidade”.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU), novo integrante dos quadros de pesquisa do IEA, irá nuclear debates e estudos sobre o tema “Agricultura Urbana e Periurbana no Município de São Paulo: Possibilidades, Conexões e Contemporaneidade”. Aprovado pelo Conselho Deliberativo do IEA no dia 9 de maio, terá a coordenação da professora Thais Mauad, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, especialista em saúde urbana e fundadora da horta comunitária da FM-USP.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-da-faculdade-de-medicina-da-usp" alt="Horta da Faculdade de Medicina da USP" class="image-inline" title="Horta da Faculdade de Medicina da USP" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Horta da FM-USP:  projeto conseguiu envolver estudantes, funcionários e professores da unidade. </b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Vinculado ao IEA pelo período de dois anos, o grupo irá produzir estudos científicos sobre a Agricultura Urbana e Periurbana (AUP), com ênfase na cidade de São Paulo e sua Região Metropolitana (RMSP).</p>
<p>Entre as atividades já programadas está a realização de um seminário em agosto, com a participação de professores e pesquisadores da Universidade de Melbourne, Austrália. Com data a ser confirmada, o debate deverá trazer o tema de pesquisa da professora Thais, “Achieving sustainable food production and irrigation in São Paulo and Melbourne”, que busca compreender, melhorar e promover a resiliência dos sistemas de produção urbana de alimentos nessas duas metrópoles -- São Paulo e Melbourne.</p>
<p>No cronograma previsto para 2017 está a apresentação de parte dos resultados dos estudos realizados, além da publicação de artigos e participação dos integrantes do grupo em congressos e seminários.</p>
<p>O GEAU tem seis membros permanentes e dois pesquisadores colaboradores de áreas diversas. Dada a sua proposta interdisciplinar, o grupo congrega especialistas da FM-USP, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, além da Fundação Getúlio Vargas e Universidade de Rennes 2, França.</p>
<p>Em 2015, o grupo de pesquisadores foi o vencedor do 5º Prêmio Fecomércio de Sustentabilidade, categoria Academia, com o projeto “Agricultura Urbana: Produção, Varejo e Consumo de Alimento”. Para os integrantes do GEAU, o prêmio representa “um grande avanço na divulgação da importância da Agricultura Urbana no Brasil e em São Paulo”.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-do-iee" alt="Horta do IEE" class="image-inline" title="Horta do IEE" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Horta do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP: projeto "Criando Terra no IEE" é um dos exemplos de horticultura urbana em ambiente acadêmico.</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os estudos deverão contribuir para o debate sobre a natureza dos atores, das relações sociais, das dinâmicas socioespaciais e dos impactos gerados pela Agricultura Urbana e Periurbana. A compreensão das novas configurações socioespaciais geradas por esse ramo são importantes para fomentar o debate acadêmico sobre o mundo urbano contemporâneo, segundo os proponentes do projeto.</p>
<p>Além de parcerias e disseminação do conceito de agricultura urbana, os estudos pretendem contribuir com referenciais teórico-metodológicos para explicar fenômenos urbanos, em especial quanto à situação da cidade de São Paulo e América Latina.</p>
<p><b>Alternativa para o consumo das cidades</b></p>
<p>Há estimativas de que o crescimento demográfico e o aumento da densidade populacional nas cidades elevarão para 9,6 bilhões o número de habitantes no planeta em 2050. Além disso, a pressão sobre a disponibilidade de terras aráveis e as elevadas vulnerabilidades advindas das mudanças climáticas globais são fatores de ameaça à sobrevivência humana num tempo não muito distante. Dado esse quadro, os jardins e as hortas urbanas têm sido apontados por estudiosos como a saída para a segurança alimentar e nutricional no futuro.</p>
<p>Em muitas cidades da Europa, Estados Unidos, Ásia e Oceania, o incentivo à produção de alimentos em áreas urbanas e periurbanas já se transformou em política pública. Os berlinenses conseguem abater taxas e impostos municipais quando implantam e mantêm tetos verdes nos prédios ou casas onde moram. Em Nova York, o Green Roof Tax Abatement Program e o Infrastructure Grant Program são dois programas que ajudaram a tornar uma das cidades com maior densidade populacional do mundo líder na prática da agricultura urbana.</p>
<p>As iniciativas nas capitais brasileiras aumentam a cada dia, seja pela atuação de movimentos comunitários e culturais, como o MUDASP, Hortelões Urbanos, Virada Sustentável, entre outros, além da conscientização crescente no ambiente escolar e de ações impulsionadas inclusive pela academia e poder público.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-do-centro-cultural" alt="Horta do Centro Cultural" class="image-inline" title="Horta do Centro Cultural" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Teto verde no Centro Cultural São Paulo:  produção de alimento orgânico associado a lazer e cultura. </b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Hortas comunitárias, agricultura vertical, agricultura urbana, zoneamento urbano de alimentos, horticultura empresarial, horticultura urbana, jardins de locação e <i>skyfarming</i> são alguns termos relacionados à prática de cultivar, processar e distribuir alimentos em área urbana ou em seu entorno.</p>
<p>A importância dessas redes está associada não só à produção de alimentos saudáveis e à melhoria da nutrição e sustentabilidade das cidades, mas também à qualidade de vida dos moradores. Os jardins e hortas urbanas oferecem uma alternativa de relaxamento para a vida urbana e muitas vezes servem como locais de encontro comunitário e áreas de lazer. Entre os inúmeros benefícios da AUP estão a qualidade microclimática e o aumento da agro biodiversidade.</p>
<p>A ideia de produzir alimentos suplementares não é nova e nasceu em situações de crise e tempos de guerra. No século 19, a horticultura urbana foi praticada na Alemanha, no Reino Unido, nos EUA e no Canadá como resposta à pobreza e à insegurança alimentar. Nas guerras mundiais, a horticultura urbana foi praticada para amenizar a escassez de alimentos causada pela suspensão da produção e da distribuição, já que os meios de transporte haviam sido destruídos.</p>
<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-berlim-1" alt="Horta Berlim - 1" class="image-inline" title="Horta Berlim - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Desativado em 2008, aeroporto de Berlin-Tempelhof, Alemanha, virou espaço de horticultura e lazer após reivindicação de movimentos civis.</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU)</b></p>
<p><b>Coordenação</b>: professora Thais Mauad (FM-USP)</p>
<p><b>Vice coordenação</b>: professora Valéria de Marcos (FFLCH-USP)</p>
<p><b>Integrantes permanentes:</b></p>
<p>Angélica Campos Nakamura: Mestranda em Geografia Humana pela FFLCH-USP</p>
<p>Giulia Giacchè: Pós-doutoranda na Universidade de Rennes 2, Paris</p>
<p>Guilherme Reis Ranieri: Mestrando em Ciência Ambiental pela EACH-USP</p>
<p>Gustavo Nagib: Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana FFLCH-USP</p>
<p>Luís Fernando Amato Lourenço: Doutorando em patologia no Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da FM-USP</p>
<p>Lya Cynthia Porto de Oliveira: Doutoranda em Administração Pública e Governo pela Fundação Getulio Vargas (FGV)</p>
<p><b>Pesquisadores colaboradores:</b></p>
<p>Mário Aquino Alves: Professor da Fundação Getulio Vargas (FGV)</p>
<p>Amalia Inés Geraiges de Lemos: Professora da FFLCH-USP e professora convidada da Universidade Complutense de Madrid.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Créditos: HortaFSPUSP.blogspot.com.br/ Cecília Bastos e Marcos Santos (JornalUSP)/ Sylvia Miguel (arquivo pessoal)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-19T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
