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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 131 to 145.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/workshop-verdejando-17-de-abril-de-2017">
    <title>Workshop Verdejando - 17 de abril de 2017</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-17T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/patrimonio-urbano-europa">
    <title>Uma História do Patrimônio Urbano na Europa, 1850–2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/patrimonio-urbano-europa</link>
    <description>Gábor Sonkoly</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em 2026, a Cambridge University Press publicou em inglês a primeira coleção sobre a história urbana da Europa em três volumes.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabor-sonkoly" class="external-link">Gabor Sonkoly</a> é coeditor do terceiro volume, que abrange a história urbana da Europa desde a década de 1850 até os dias atuais. Contribuiu com um capítulo sobre a história do patrimônio urbano na Europa, abordando-a através da evolução do conceito de autenticidade e da relação em transformação entre o planejamento urbano e a preservação do patrimônio urbano.</p>
<p>Esta palestra traça a história das cidades históricas europeias, desde seu reconhecimento até o turismo excessivo.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabor-sonkoly" class="external-link">Gabor Sonkoly</a> (EHESS)</p>
<p><b>Debate: </b></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/danielle-de-santana/">Danielle Dias</a> (Escola da Cidade)</p>
<p><b>Moderação e comentários: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marisa-midori-deaecto" class="external-link">Marisa Midori Deaecto </a>(ECA-USP e IEA-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-cymbalista" class="external-link">Renato Cymbalista</a> (FAU-USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-06T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/reconstrucao-centros-historicos">
    <title>Reconstrução de Centros Históricos na Europa Central: Democratização ou Populismo?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/reconstrucao-centros-historicos</link>
    <description>Gábor Sonkoly</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Europa Central possui uma longa história de proteção de monumentos, tendo enfrentado inúmeros desafios e destruição significativa ao longo de seu passado turbulento.</p>
<p>As três capitais europeias mais brutalmente destruídas durante a Segunda Guerra Mundial — Varsóvia, Berlim e Budapeste — estão localizadas nessa região. Sua reconstrução, iniciada no final da década de 1940, seguiu caminhos diferentes, mas, em geral, respeitou os padrões internacionais. Esses padrões foram codificados na Carta de Veneza e se tornaram os pilares teóricos do Patrimônio Mundial.</p>
<p>Todas as três cidades, e mais especificamente suas diversas partes, são reconhecidas como Patrimônio Mundial. Essa evolução aparentemente linear, no entanto, sofreu uma reviravolta nas últimas duas décadas: houve uma crescente negação política da relevância da proteção de monumentos existentes, e reconstruções em larga escala de edifícios históricos importantes foram realizadas ou estão planejadas.</p>
<p>A conferência visa compreender essas novas tendências dentro de seu contexto histórico, político e social, e inserir esses processos em um contexto global.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabor-sonkoly" class="external-link">Gábor Sonkoly</a> (EHESS)</p>
<p><b>Debate: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-cymbalista" class="external-link">Renato Cymbalista</a> (FAU-USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-06T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/a-poetica-em-lina-bardi-uma-gramatica-politica-25-de-novembro-de-2014">
    <title>A Poética em Lina Bardi: uma Gramática Política - 25 de novembro de 2014</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/a-poetica-em-lina-bardi-uma-gramatica-politica-25-de-novembro-de-2014</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-11-25T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/o-direito-a-cidade-em-rede-redes-digitais-e-o-espaco-urbano">
    <title>O Direito à Cidade em Rede: Redes Digitais e o Espaço Urbano - 30 de setembro de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/o-direito-a-cidade-em-rede-redes-digitais-e-o-espaco-urbano</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internet</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-30T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-107-infraestrutura-e-antonio-candido">
    <title>Nova edição de Estudos Avançados analisa desigualdades a partir de infraestruturas urbanas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-107-infraestrutura-e-antonio-candido</link>
    <description>Edição 107 da revista Estudos Avançados (jan-abr/23) dedica seu dossiê principal ao tema "Infraestruturas Urbanas". O número tem ainda as seções "Presenças", "Atualidades" e "Resenhas".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-107" alt="Capa da revista Estudos Avançados 107" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 107" />Carências que ressaltam desigualdades da Região Metropolitana do Rio Janeiro são tema do dossiê de abertura da edição 107 da revista Estudos Avançados, já com a versão digital disponível na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2023.v37n107/">SciELO</a>. Com o título "Infraestruturas Urbanas", os cinco estudos do conjunto debatem tanto o próprio conceito de "virada infraestrutural" nos estudos urbanos nas últimas duas décadas quanto aspectos ligados à precariedade do acesso à água, à gestão de resíduos, à distribuição da rede elétrica e à vida social relacionada com uma ciclovia. As autoras são das áreas de sociologia, antropologia e urbanismo.</p>
<p>De acordo com o editor da revista, Sérgio Adorno, o dossiê explora as novas dimensões das desigualdades sociais, "assim como põe em relevo, uma vez mais, o estrangulamento das políticas urbanas implementadas por diferentes gestões governamentais".</p>
<p>O artigo de Mariana Cavalcanti e Marcella Araújo, ambas de Uerj, discute a "virada estrutural" a partir das teorias e temporalidades da urbanização das cidades brasileiras. O objetivo, dizem, é apresentar ao debate internacional uma "visão panorâmica de discussões teóricas produzidas no Brasil, a partir de pesquisas etnográficas que há cinquenta anos tematizam a produção cotidiana das cidades".</p>
<p>A importância da água na vida cotidiana de mulheres moradoras de favelas e ocupações da cidade do Rio de Janeiro é analisada no estudo de Camila Pierobon, do Cebrap, e Camila Fernandes, da UFRJ. Por meio de pequenos eventos domésticos, de diálogos com moradores daqueles locais ou de descrições etnográficas mais extensas, as pesquisadoras mostram como "a água carrega a força do ordinário e é um dos objetos que permitem ver a potência e a vulnerabilidade que a vida diária carrega em termos de gênero, classe e raça".</p>
<p>A partir das mudanças infraestruturais nas favelas da capital fluminense, a urbanista Francesca Piló, da Universidade de Utrecht, Países Baixos, examina em seu artigo como a configuração de redes de eletricidade colabora na formatação do tecido urbano carioca em suas formas materiais e tecnológicas, discurso simbólico e práticas cotidianas. O texto identifica três maneiras como essa contribuição ocorre: 1) reordenamento do espaço urbano; 2) fragmentação urbana; e 3) práticas cotidianas de manipulação dos medidores e ligação direta à rede ("gatos").</p>
<p>O trabalho da socióloga Maria Raquel Passos Lima, da Uerj, adota os espaços dos lixões e aterros de resíduos, normalmente invisibilizados e estigmatizados, como foco de análise privilegiado para pensar a produção da cidade. Ela introduz o conceito de "infraestruturas residuais" como estratégia para esse exame. A partir do caso do fechamento do aterro de resíduos do Jardim Gramacho, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, ela aborda "um processo de mudança infraestrutural ou desfazer de uma infraestrutura". A parte etnográfica corresponde ao trabalho de campo realizado durante a pesquisa de doutorado, quando ela acompanhou as atividades dos catadores de recicláveis durante 14 meses.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/desabamento-da-ciclovia-tim-maia/image" alt="Desabamento da Ciclovia Tim Maia" title="Desabamento da Ciclovia Tim Maia" height="264" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Desmoronamento de parte da Ciclovia Tim Maia em abril de 2016</dd>
</dl></p>
<p>Os efeitos na vida social da implantação da Ciclovia Tim Maia, na zona sul do Rio de Janeiro, é o tema do artigo da antropóloga Julia O'Donnell. Ela recorda que o equipamento foi saudado na sua inauguração, em 2016, por oferecer, além de novas alternativas de mobilidade urbana, novos enquadramentos para a paisagem da orla oceânica, combinação que o tornava um "elemento central de um projeto mais amplo de cidade, que tinha na harmonização entre homem e natureza um de seus eixos principais". Ao acompanhar o processo de idealização, construção e inauguração do equipamento e de seus sucessivos colapsos, o trabalho tem a intenção de discutir como esse caso peculiar permite refletir sobre aspectos importantes das infraestruturas urbanas a partir da antropologia.</p>
<p>Os nove artigos da seção "Presenças", a segunda da edição, traz textos de temas variados relacionados a história, educação, cultura e história da ciência. No primeiro deles, Milena Fernandes de Oliveira, analisa a maneira pela qual se apresentou a relação entre economia e história na obra de Gilberto Freyre, particularmente em "Casa-Grande &amp; Senzala" e "Sobrados e Mucambos".</p>
<p>Victor Santos Vigneron de la Jousselandière procurar identificar em seu trabalho as tensões que atravessam a obra do crítico Paulo Emílio Salles Gomes num período marcado pela emergência de uma nova produção cinematográfica e pelas discussões em torno do desenvolvimento econômico do país. A referência é a conferência "Cinema Brasileiro e Realidade Social", escrita pelo crítico no início dos anos 1960. A relação entre cinema e literatura presente no filme "La Flor" (2018), do cineasta argentino Mariano Llinás, é explorada no texto de Rogério de Almeida e Cesar Zamberlan, que pretende compreender as perspectivas interpretativas que emergem do filme e os modo como se relacionam com os recursos literários e cinematográficos utilizados por Llinás.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/antonio-candido-2-2/image" alt="Antonio Candido - 2" title="Antonio Candido - 2" height="347" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O crítico Antonio Candido (1918-1917), cuja obra é analisada sob o ponto de vista de sua importância para a educação</dd>
</dl>As obras do crítico literário Antonio Candido e do pensador marxista peruano José Carlos Mariátegui são os temas dos artigos de Márcia Machado e Deni Alfaro Rubbo, respectivamente. Para Machado, não é exagerado afirmar que Candido forneceu importantes contribuições, subsídios e ferramentas teóricas para repensar a forma como tem sido concebido o processo de formação e construídas historicamente a educação e a universidade no Brasil. O trabalho de Rubbo faz uma avaliação crítica do livro "In the Red Corner: The Marxism of José Carlos Mariátegui", do historiador Mike Gonzales, para observar os alcances e lacunas da obra a partir da comparação com outros trabalhos.</p>
<p>Três artigos tratam de obras literárias específicas. Edinael Sanches Rocha empreende uma análise estilística de "Meu Tio o Iauaretê", de Guimarães Rosa, e procura identificar na cultura dos povos originários dados que possam estabelecer nexos de sentido com o conto. O estudo de Luan Felipe de Souza Junqueira e Fabio Scorsolini-Comin reflete, a partir da psicanálise winnicottiana (de Donald Woods Winnicott, 1896-1971), sobre o processo de adoecimento psíquico da personagem Laura do conto "A Imitação da Rosa", de Clarice Lispector. O relacionamento entre os personagens Dom Quixote, Sancho Pança e Dulcineia é o tema do artigo de Maria Augusta da Costa Vieira, cujo objetivo é entender as razões que levam o leitor a "admirar e respeitar intensamente um personagem, que, na sua essência, é um louco arrematado".</p>
<p>O fecho da seção é um estudo de Heráclio Tavares sobre a dimensão não verbal da prática científica. Ele examina ideias de diferentes autores e rascunhos de artigos e inscrições do físico César Lattes em seus cadernos de laboratório. Lattes foi um dos principais responsáveis pela observação experimental do decaimento do méson pi no méson ni. Tavares explica que parte desse processo se deu através do desenvolvimento, pelo cientista, da habilidade visual de percepção das formas dos traços deixados pelas partículas nos detectores.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-de-torto-arado/image" alt="Capa de &quot;Torto Arado&quot;" title="Capa de &quot;Torto Arado&quot;" height="303" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">''Torto Arado'', um dos livros resenhados na edição</dd>
</dl></p>
<p>O editor da revista destaca a oportunidade do artigo do físico e ambientalista José Goldemberg a respeito dos 30 anos da Convenção do Clima, que abre a seção "Atualidades". Os outros estudos da seção são sobre: as diferenças enunciativo-discursivas nas manifestações de rua no Brasil em 1983-84 e 2013; o desafio de integração ambiental e social da humanidade primitiva e contemporânea; a contextualização histórica das relações entre consumo, capitalismo e paixões humanas que moldaram a cultura do consumo contemporânea; e os discursos presentes em artigos sobre tatuagens publicados em periódicos brasileiros entre 1990 e 2020.</p>
<p>A edição se encerra com seis resenhas de livros, entre os quais "Torto Arado", de Itamar Vieira Junior, resenhado por Winifred Knox e Miridan Britto Falci. Os outros textos tratam de livros sobre o interesse de afrodescendentes estadunidenses em conhecer as fortes conexões da Bahia com a África, a história das relações literárias e culturais entre Brasil e França, as características do processo revolucionário soviético até o stalinismo, a tipologia dos romances de formação e o desenvolvimento da inteligência artificial na China.</p>
<p><strong><i>Os exemplares impressos da edição 107 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis em breve, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) devem enviar mensagem para </i></strong><a href="mailto:estavan@usp.br"><strong><i>estavan@usp.br</i></strong></a><strong><i>.</i></strong></p>
<h3>
<hr />
<br />Sumário</h3>
<p><strong>Infraestruturas urbanas</strong></p>
<li>Autoconstrução e Produção da Cidade: Outra Genealogia dos Estudos de Infraestruturas Urbanas - <i>Mariana Cavalcanti e Marcella Araujo</i></li>
<li>Cuidar do Outro, Cuidar da Água: Gênero e Raça na Produção da Cidade - <i>Camila Pierobon e Camila Fernandes</i></li>
<li>Da “Ciclovista” à “Ciclovia da Morte”: A Vida Social de uma Infraestrutura Urbana - <i>Julia O’Donnell</i></li>
<li>Infraestruturas Residuais: Colonialismos na Gestão de Resíduos e a Política Catadora - <i>Maria Raquel Passos Lima</i></li>
<li>O Tecido Tecno-Político do Rio de Janeiro: Reflexões sobre a Infraestrutura de Eletricidade - <i>Francesca Pilo’</i></li>
<p><strong>Presenças</strong></p>
<li>Sobre a Interpretação Econômica da História em Gilberto Freyre (1933-1956) - <i>Milena Fernandes de Oliveira</i></li>
<li>“Cinema Brasileiro e Realidade Social”, de Paulo Emílio Salles Gomes - <i>Victor Santos Vigneron de la Jousselandière</i></li>
<li>"La Flor", de Mariano Llinás: O Cinema Reencontra a Literatura - <i>Rogério de Almeida e Cesar Zamberlan</i></li>
<li>Literatura, Formação e Educação na Obra de Antonio Candido: A Humanização do Homem - <i>Márcia Machado</i></li>
<li>Iauaretê, mais além: Novas Relações entre a Cultura dos Povos Originários e “Meu Tio o Iauaretê”, de João Guimarães Rosa - <i>Edinael Sanches Rocha</i></li>
<li>A Indizível Luminosidade da Loucura em “A Imitação da Rosa” - <i>Luan Felipe de Souza Junqueira e Fabio Scorsolini-Comin</i></li>
<li>Dom Quixote, Sancho Pança e Dulcineia - <i>Maria Augusta da Costa Vieira</i></li>
<li>Mariátegui em Debate: Fantasmas Marxistas e Horizontes Críticos - <i>Deni Alfaro Rubbo</i></li>
<li>O Conhecimento não Verbal na História das Ciências: O Saber-Fazer de César Lattes - <i>Heráclio Tavares</i></li>
<p><strong>Atualidades</strong></p>
<li>Trinta Anos da Convenção do Clima - <i>José Goldemberg</i></li>
<li>Tensão Pós-Moderna em Manifestações de Rua no Brasil: Notas Dialógicas acerca da Assinatura Política - <i>Anderson Salvaterra Magalhães</i></li>
<li>Uma Concepção Integrativa de Humanidade - <i>Julio Aurelio Vianna Lopes</i></li>
<li>Dilemas Éticos na Cultura do Consumo: Antropoceno, Psicanálise e Capitalismo como Modo de Operação das Paixões - <i>Isleide Arruda Fontenelle</i></li>
<li>Tatuagem: Um Mapa Rizomático de um Tema de Pesquisa - <i>Valéria Cazetta</i></li>
<p><strong>Resenhas</strong></p>
<li>A Bahia como Destino Africano - <i>Nathalia Silva</i></li>
<li>"Torto Arado"<i> </i>e o Brasil Profundo - <i>Winifred Knox e Miridan Britto Falci</i></li>
<li>Espaço Literário e Cultural Franco-Brasileiro - <i>Marise Hansen</i></li>
<li>De Lenin a Stalin: Permanências e Rupturas - <i>Lincoln Secco</i></li>
<li>Romance de Formação: As Múltiplas Variações de um Gênero - <i>Klaus Eggensperger</i> </li>
<li>A Inteligência Artificial na Divisão Leste-Oeste - <i>Isadora Maria Roseiro Ruiz e Cristina Godoy Bernardo de Oliveira</i></li>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Fernando Frasão/Agência Brasil; Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Honorários</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infraestrutura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-03-20T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-livro-reune-artigos-sobre-gestao-urbana-e-sustentabilidade">
    <title>Novo livro reúne artigos sobre gestão urbana e sustentabilidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novo-livro-reune-artigos-sobre-gestao-urbana-e-sustentabilidade</link>
    <description>Com o intuito de apresentar novas análises para os desafios atuais e propor intervenções inovadoras, Arlindo Philippi Junior organizou o livro Gestão Urbana e Sustentabilidade, publicado recentemente pela editora Manole.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-livro-gestao-urbana-e-sustentabilidade" alt="Capa Livro - Gestão urbana e sustentabilidade" class="image-inline" title="Capa Livro - Gestão urbana e sustentabilidade" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 54% da população mundial viva atualmente em cidades. Até 2050, o número deve chegar a 66%. A expansão dos aglomerados urbanos não se dá, entretanto, sem graves consequências para as pessoas e para o ambiente. Com o intuito de apresentar novas análises para essa conjuntura e propor intervenções inovadoras, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior">Arlindo Philippi Junior</a> organizou o livro <a href="https://www.manole.com.br/gestao-urbana-e-sustentabilidade-1-edicao/p">Gestão Urbana e Sustentabilidade</a>, publicado recentemente pela editora Manole. Ele é professor da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e um dos coordenadores do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a> do IEA. Phillippi Jr. integrou a turma de 2017 do Programa Ano Sabático do IEA.</p>
<p dir="ltr">A publicação reúne 40 artigos — escritos por 77 pesquisadores de diferentes áreas e instituições — divididos em quatro partes: Cidade em Ambiente Sustentável, Desenvolvimento Urbano Sustentável, Metrópole Sustentável e Infraestrutura, Serviços e Equipamentos Urbanos. A edição dos textos ficou sob responsabilidade de Philippi Jr. e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilda-collet-bruna">Gilda Collet Bruna</a>, ex-diretora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Apoiaram a publicação do livro o IEA-USP, a FSP-USP, a UPM e as agências de incentivo à pesquisa Fapesp, Capes e CNPq.</p>
<p dir="ltr">No prefácio, o médico e diretor do IEA-USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a>, defende que o inchamento populacional das cidades brasileiras provocou a criação de cinturões de pobreza nos quais a qualidade dos serviços ambientais é precária. “Ilhas de calor, moradias situadas em áreas críticas de declividade ou de potencial de enchente, transporte e saneamento básico precários são, em muitos cenários, a regra na periferia das grandes cidades do Brasil”, argumenta. Para enfrentar os novos desafios propostos pela urbanização galopante, Saldiva acredita que serão necessárias “mudanças significativas no comportamento humano”. Para ele, Gestão Urbana e Sustentabilidade trata justamente dessas mudanças.</p>
<p dir="ltr">A visão do diretor do IEA é reiterada pelos editores do livro. Na abertura da obra, eles afirmam que a crescente demanda por habitação, mobilidade, equipamentos culturais e de lazer, infraestrutura e serviços de saúde e educação carece de abordagens inovadoras. “[As demandas] exigem novas respostas, que incorporem tecnologias que repensem e reorganizem o modo de vida urbano, sem perder de vista a necessidade de oportunidades de trabalho para aqueles que vivem nas cidades”, escrevem.</p>
<p dir="ltr">Segundo Philippi Jr. e Gilda, o livro foi inspirado em grande parte pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) determinados pela Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável. As discussões realizadas de 2013 a 2015 na instituição culminaram em um documento com 17 objetivos e 169 metas sobre temáticas diversificadas. “O interesse desta publicação não é esgotar os 17 temas, porém, aproximar-se de alguns deles, por meio de diferentes modelos de análise”, explicam os editores.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/arlindo-philippi-jr-livro" alt="Arlindo Philippi Jr - Livro" class="image-inline" title="Arlindo Philippi Jr - Livro" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Arlindo Philippi Junior, coordenador e editor do livro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Gestão Urbana</strong></p>
<p dir="ltr">A primeira parte da obra, intitulada Cidade em Ambiente Sustentável, focaliza a ambientação das cidades levando em consideração múltiplas dimensões da urbanização contemporânea. Segundo os editores, “as cidades são analisadas em contraste com a industrialização ou na sua atuação na região e seu significado na metrópole, registrando as preocupações decorrentes”. Os artigos da seção abordam, entre outros temas, critérios de justiça para o planejamento urbano, a saúde urbana em tempos de globalização e desafios urbanísticos e ambientais na gestão da cidade.</p>
<p dir="ltr">Desenvolvimento Urbano Sustentável, segunda parte do livro, considera elementos que, segundo Philippi e Gilda, imprimem qualidade de vida às áreas urbanas e áreas de espaço público e paisagem. Eles devem agir, entretanto, “a partir de uma agenda que contemple ética e responsabilidade socioambiental na gestão de cidades do futuro”, lembram os editores. Alguns dos temas desenvolvidos são: a existência de conflitos ambientais urbanos, a discriminação no acesso à água e o uso de políticas públicas de desenvolvimento econômico e regional.</p>
<p dir="ltr">A terceira parte, Metrópole Sustentável, aborda a metropolização e a gestão urbana sustentável. Entre os temas tratados estão os desafios da integração entre política pública, planejamento e gestão urbano-ambiental, o planejamento urbano e as políticas ambientais na construção da sustentabilidade e a situação de favelas na metrópole e desigualdade socioespacial.</p>
<p dir="ltr">Completando a obra, Infraestrutura, Serviços e Equipamentos Urbanos caracteriza a relevância dos fatores que imprimem qualidade ao ambiente urbano construído. Energia na gestão urbana sustentável, gestão de resíduos sólidos e sustentabilidade, água e infraestrutura urbana e desafios do gerenciamento sustentável de resíduos sólidos são os temas de alguns dos artigos da quarta parte do livro.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/gilda-collet-bruna-livro" alt="Gilda Collet Bruna - Livro" class="image-inline" title="Gilda Collet Bruna - Livro" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Gilda Collet Bruna, editora da obra</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Sustentabilidade</strong></p>
<p dir="ltr">Ainda na apresentação do livro, Philippi Jr. e Gilda defendem que a sustentabilidade só é possível como consequência da implementação de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano também sustentáveis. “Planos diretores municipais, edificações construídas com materiais sustentáveis, energia renovável, coleta e disposição adequada de resíduos sólidos, entre outros, atendendo aos 17 ODS”, explicam. Estas iniciativas são fundamentais, segundo os editores, para proteger as comunidades e os respectivos ambientes construídos.</p>
<p dir="ltr">Eles reiteram que estudar a estrutura da cidade significa entender e construir um novo compromisso entre economia, desenvolvimento e ambiente, que permita também às gerações futuras usufruir de seus recursos e almejar novas possibilidades de vida. “Assim, focalizar a sustentabilidade demanda entender o desenvolvimento regional, local e global, destacando nesse processo as metrópoles e a macrometrópole, e mesmo o bairro, em busca de qualidade de vida sustentável”, concluem.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span class="discreet">Foto 1: Editora Manole/Divulgação<br />Fotos 2 e 3: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-20T17:29:17Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-debate-os-caminhos-para-a-construcao-de-uma-teoria-urbana-critica">
    <title>Seminário discute caminhos para a construção de uma teoria urbana crítica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-debate-os-caminhos-para-a-construcao-de-uma-teoria-urbana-critica</link>
    <description>O IEA-USP realizará o seminário internacional Os Caminhos e os Desafios da Construção de uma Teoria Urbana Crítica, nos dias 1, 2 e 3 de outubro, a partir das 8h30. O evento é organizado pelo Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/caminhos-teoria-urbana-critica/@@images/4fe70b10-589e-4c4a-8b51-5c313011f804.jpeg" alt="Caminhos Teoria Urbana Crítica" class="image-inline" title="Caminhos Teoria Urbana Crítica" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Com o objetivo de pensar alternativas para a elaboração de uma teoria crítica do espaço urbano, o IEA-USP sediará o seminário internacional <i>Os Caminhos e os Desafios da Construção de uma Teoria Urbana Crítica</i>, nos dias <strong>1, 2 e 3 de outubro, a partir das 8h30</strong>. O evento é organizado pelo Grupo de Estudos <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/teoria-urbana-critica">Teoria Urbana Crítica</a> do IEA. Os interessados em participar das atividades presencialmente devem se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe20joPaeVzVgXpPHoZdDrQn9LMwTbGszkDYZU7P0rVSNV6hw/viewform">inscrever</a> com antecedência. Haverá uma transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela web, para a qual não é necessário se inscrever.</p>
<p dir="ltr">Os organizadores do seminário acreditam que a compreensão sobre o mundo moderno requer uma crítica ao Estado e ao campo das políticas públicas, que “trazem os conteúdos da colagem do político com o econômico”. Mas não só: para eles, também é necessário criticar o capital e seu processo de acumulação “que reproduz o mundo da mercadoria e promove a desigualdade”. A crítica final deve ser dirigida, segundo eles, “ao conhecimento produtor das ideologias que sustentam a lógica da sociedade capitalista”.</p>
<p dir="ltr">A abertura do seminário será conduzida em conjunto por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a>, médico patologista e diretor do IEA, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos">Ana Fani Alessandri Carlos</a>, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenadora do Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica. Eles reforçarão o papel social da universidade pública no que chamam de “tempos de exceção”. Participarão também do evento, como expositores e debatedores, outros 22 especialistas, de diversas áreas e instituições. Destacam-se duas presenças internacionais: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/emilio-pradilla-cobos">Emilio Pradilla Cobos</a>, professor da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nuria-benach-rovira">Nuria Benach Rovira</a>, professora da Universidade de Barcelona (UB).</p>
<p dir="ltr">Além das apresentações individuais de Nuria e Cobos, serão realizadas cinco mesas de debate sobre temas diversos. Os conflitos entre o domínio e a apropriação do espaço urbano sob a ótica capitalista, as contradições produzidas pela lógica ampliada da acumulação capitalista nas cidades, as transformações culturais e políticas do espaço urbano e as relações entre a crise urbana, a crise institucional e a crise econômico-política são alguns dos assuntos que serão abordados. Veja a programação completa abaixo.</p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong>01 de outubro</strong></h3>
</td>
<th></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>9h</strong></td>
<td><strong>Abertura</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos" class="external-link">Ana Fani A. Carlos</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>9h30</strong></td>
<td><strong>O Papel da Crítica no Pensamento de Chico de Oliveira sobre o Urbano</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cibele-saliba-rizek" class="external-link">Cibele Rizek</a></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h30</strong></td>
<td><strong>La Privatización y Mercantilización de lo Urbano </strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/emilio-pradilla-cobos" class="external-link">Emilio Pradilla Cobos</a></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h</strong></td>
<td><i>Almoço</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>13h30</strong></td>
<td><strong>Mesa 1 - A Problemática Urbana como Questão Espacial</strong><br /><i>Expositores:</i> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/danilo-volochko" class="external-link">Danilo Volochko</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-luiz-barbosa" class="external-link">Jorge Luiz Barbosa</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rafael-faleiros-de-padua" class="external-link">Rafael Pádua</a> <br /><i>Debatedora:</i> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vera-maria-pallamin" class="external-link">Vera Pallamin</a></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>17h</strong></td>
<td><strong>Caminhos do Pensamento Crítico sobre o Urbano</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nuria-benach-rovira" class="external-link">Núria Benach</a></td>
</tr>
<tr>
<td>
<h3><strong>02 de outubro</strong></h3>
</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>8h30</strong></td>
<td><strong>Mesa 2 - Crise, Acumulação e (Re)Produção do Espaço</strong><br />
<div id="_mcePaste"><i>Expositores:</i> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos" class="external-link">Ana Fani A. Carlos</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cesar-ricardo-simoni-santos" class="external-link">César Simoni Santos</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leda-paulani" class="external-link">Leda Paulani</a></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><i>Debatedor:</i> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-prietro" class="external-link">Gustavo Prietro</a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h</strong></td>
<td><i>Almoço</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h</strong></td>
<td><strong><strong>Mesa 3 - Arquitetura, Urbanismo e Produção de Cidade: Entre a Revolução e a Involução</strong><br /><i>Expositores:</i> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karina-oliveira-leitao" class="external-link">Karina Oliveira Leitão</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-antonio-recaman-barros" class="external-link">Luiz Recamán</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silke-kapp" class="external-link">Silke Kapp</a><br /><i>Debatedor:</i> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paolo-colosso" class="external-link">Paolo Colosso</a></strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<h3><strong>03 de outubro</strong></h3>
</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>8h30</strong></td>
<td><strong>Mesa 4 - Pensar e Agir na Cidade em Tempos de Emergência</strong><br /><i>Expositores:</i> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/christian-ingo-lenz-dunker" class="external-link">Christian Dunker</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francisco-de-assis-comaru" class="external-link">Francisco Comaru</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ruy-gomes-braga-neto" class="external-link">Ruy Braga</a><br /><i>Debatedora:</i> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gloria-da-anunciacao-alves" class="external-link">Glória Alves</a></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h</strong></td>
<td><i>Almoço</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h</strong></td>
<td><strong>Mesa 5 - Economia Política no Brasil Urbano</strong><br /><i>Expositores:</i> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/isabel-aparecida-pinto-alvarez" class="external-link">Isabel Alvarez</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-xavier-pereira" class="external-link">Paulo Xavier Pereira</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/virginia-maria-gomes-de-mattos-fontes" class="external-link">Virgínia Fontes</a><br /><i>Debatedor:</i> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-de-almeida-toledo" class="external-link">Carlos de Almeida Toledo</a></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>18h</strong></td>
<td><strong>Encerramento</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Marcos Nozella/Flickr</span></p>
<hr />
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>Os Caminhos e os Desafios da Construção de uma Teoria Urbana Crítica</strong></i><br /><span>1, 2 e 3 de outubro, a partir das 8h30<br /></span><span>Auditório IEA, Rua Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, São Paulo<br /></span><span>Evento gratuito, com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a><span> pela internet<br /></span><span>Para acompanhar presencialmente, é necessário se </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe20joPaeVzVgXpPHoZdDrQn9LMwTbGszkDYZU7P0rVSNV6hw/viewform">inscrever<br /></a><span>Mais informações: Cláudia R. Pereira (</span><a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a><span>); telefone (11) 3091-1686<br /></span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/sem-inter-os-caminhos-">Página do evento</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-21T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/sao-paulo-cidade-inteligente">
    <title>As estratégias para uma São Paulo inteligente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/sao-paulo-cidade-inteligente</link>
    <description>O Programa USP Cidades Globais realizou no dia 6 de dezembro o seminário "Cidades Inteligentes: Como São Paulo Pode se Tornar uma Delas?".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/workshop-cidades-inteligentes-abertura-jose-eduardo-krieger-marcos-buckeridge-e-fabio-kon" alt="Workshop Cidades Inteligentes - Abertura - José Eduardo Krieger, Marcos Buckeridge e Fábio Kon" class="image-inline" title="Workshop Cidades Inteligentes - Abertura - José Eduardo Krieger, Marcos Buckeridge e Fábio Kon" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Abertura do workshop, com o pró-reitor de Pesquisa, José Eduardo Krieger (<i>à esq.</i><span>)</span>, e os coordenadores Marcos Buckeridge (<i>centro</i><span>) e Fábio Kon</span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Se é verdade que é possível melhorar aquilo que pode ser medido, como defendia o físico e matemático Lorde Kelvin, as possibilidades para a melhoria da gestão da cidade de São Paulo e da vida de sua população são inúmeras.</p>
<p>O processo de identificação e quantificação do que ocorre na cidade - onde e com que amplitude e frequência - é cada vez mais rápido e preciso graças aos diversos recursos das tecnologias de informação, por meio da análise de big data de serviços municipais e das informações de outras fontes, como dados de GPS e contribuições de cidadãos via redes sociais colaborativas.</p>
<p>Com essas informações em mãos, os órgãos municipais, a universidade e empresas de tecnologia são capazes de produzir soluções específicas para o monitoramento e melhoria dos mais diversos aspectos da vida na cidade, do tráfego de veículos ao estado das árvores, da previsão meteorológica ao atendimento na saúde pública.</p>
<p><strong>Workshop</strong></p>
<p>As perspectivas para que a capital paulista se beneficie desses recursos foram discutidas no workshop <i>Cidades Inteligentes: Como São Paulo Pode se Tornar uma Delas</i>, no dia 6 de dezembro.</p>
<p>O encontro integrou a série Strategic Workshops, realização da Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) em parceria com o IEA e apoio da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp).</p>
<p>A organização foi do Programa USP Cidades Globais do IEA e do Departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP. Os coordenadores foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>, coordenador do Programa USP Cidades Globais do IEA e presidente da Aciesp, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-kon">Fábio Kon</a>, do IME-USP e coordenador-adjunto de Pesquisa para Inovação da Fapesp.</p>
<p>Os painéis do workshop foram: "1 - Governo e Ciência: Big Data a Serviço da Cidade”, "2 - Ciência, Planejamento e Mobilidade Urbana” e "3 - Saúde, Acessibilidade e Meio Ambiente Inteligentes na Cidade”.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Cidades Inteligentes:<br />Como São Paulo Pode se Tornar uma Delas?</strong></p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/cidades-inteligentes" class="external-link">Pesquisadores e poder público discutem como tornar São Paulo uma cidade inteligente</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/cidades-inteligentes-como-sao-paulo-pode-se-tornar-uma-delas-abertura" class="external-link">Vídeo 1</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/cidades-inteligentes-como-sao-paulo-pode-se-tornar-uma-delas-painel-1" class="external-link">Vídeo 2</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/cidades-inteligentes-como-sao-paulo-pode-se-tornar-uma-delas-painel-2" class="external-link">Vídeo 3</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/cidades-inteligentes-como-sao-paulo-pode-se-tornar-uma-delas-painel-3" class="external-link">Vídeo 4</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/cidades-inteligentes-como-sao-paulo-pode-se-tornar-uma-delas-6-de-dezembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p> </p>
<p><strong><i>Outras atividades<br />do Programa USP<br />Cidades Globais</i></strong></p>
<p><strong>Gestão de<br />uma Metrópole:<br />A Experiência<br />dos Prefeitos<br />de São Paulo</strong></p>
<p><strong>Fernando Haddad</strong></p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/fernando-haddad" class="external-link">Haddad: as dificuldades para administrar São Paulo durante a crise econômica e política</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/gestao-de-uma-metropole-a-experiencia-dos-prefeitos-de-sao-paulo-fernando-haddad" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/gestao-de-uma-metropole-a-experiencia-dos-prefeitos-de-sao-paulo-fernando-haddad-11-de-novembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
<p><strong>Luíza Erundina</strong></p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/201co-que-da-identidade-a-um-governo-e-a-forma-como-ele-exercita-seu-poder201d-diz-erundina" class="external-link">"O que dá identidade a um prefeito é a forma como ele exercita seu poder", diz Erundina</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/gestao-de-uma-metropole-a-experiencia-dos-prefeitos-de-sao-paulo-luiza-erundina" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/gestao-de-uma-metropole-a-experiencia-dos-prefeitos-de-sao-paulo-luiza-erundina-18-de-novembro-de-2016-1" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Universidade e governo</strong></p>
<p>No primeiro painel, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-eduardo-ferreira" class="external-link">João Eduardo Ferreira</a>, superintendente de Tecnologia da Informação (STI) da USP, expôs algumas das realizações da Universidade que demonstram sua capacitação para desenvolvimento de soluções para questões urbanas, caso da implantação de backbones na Cidade Universitária e na Escola de Artes, Ciências Humanidades (EACH), na USP Leste, para melhor uso de sensores, câmeras, wi-fi e tecnologia 4G para celulares.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/workshop-cidades-inteligentes-painel-1-xxxxx" alt="Workshop Cidades Inteligentes - Painel 1 - Alexandre Calil, Roberto Marcondes Cesar Jr., Marcos Buckeridge, Daniel Annenberg e Eduardo Haddad" class="image-inline" title="Workshop Cidades Inteligentes - Painel 1 - Alexandre Calil, Roberto Marcondes Cesar Jr., Marcos Buckeridge, Daniel Annenberg e Eduardo Haddad" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><strong>Painel 1 (<i>a partir da esq.</i>): Alexandre Calil, Roberto Marcondes, Marcos Buckeridge (moderador), Daniel Annenberg e Eduardo Haddad; Maria Teresa da Silva Arretche também falou no painel</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outra inovação destacada por Ferreira é o Campus USP, um aplicativo desenvolvido pela STI para o monitoramento de ocorrências na Universidade. Com ele, docentes, funcionários e alunos podem repassar informações diretamente à Guarda Universitária e às Prefeituras dos campi.</p>
<p>Como a ciência da computação pode ajudar a resolver problemas das grandes cidades e como a Fapesp apoia esse tipo de pesquisa foram os temas da apresentação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberto-marcondes" class="external-link">Roberto Marcondes</a>, coordenador do Programa Fapesp de Pesquisa em eScience.</p>
<p>Cesar Jr. destacou a importância do desenvolvimento de sensores para a captura de dados a serem armazenados e depois visualizados e analisados por máquinas, com o resultado desse procedimento automatizado sendo entregue a analistas e formuladores de políticas públicas.</p>
<p><strong>Economia</strong></p>
<p>A economia é uma das áreas que podem contribuir para a formulação de políticas públicas a partir de análises de dados coletados por sistemas digitais automatizados. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-haddad" class="external-link">Eduardo Haddad</a>, do Núcleo de Economia Regional e Urbana (Nereus) da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, explicou que o desafio é observar os dados e a teoria econômica e a partir disso produzir ferramentas, por meio da modelagem computacional e da integração metodológica.</p>
<p>Como exemplo, apresentou estudo sobre como a mobilidade urbana afeta a economia da cidade, onde mais tempo de viagem entre a casa e o trabalho resulta em menor produtividade do trabalhador.</p>
<p>Segundo ele, a maioria dos empregos está concentrada no chamado centro expandido de São Paulo, que recebe mais de 1 milhão de trabalhadores que moram em cidades próximas. Esse total representa 15% da mão de obra da Região Metropolitana da capital.</p>
<p>Uma visão diferenciada em relação a outros expositores do workshop sobre a participação de acadêmicos na formulação de políticas públicas foi apresentada por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marta-teresa-da-silva-arretche" class="external-link">Maria Teresa da Silva Arretche</a>, diretora do Centro de Estudos da Metrópole da USP.</p>
<p>Para ela, a capacidade dos acadêmicos é limitada quanto a isso, “pois não temos experiência de gestão, que envolve estratégias e outras ações para as quais não fomos treinados”. O papel relevante da academia nesse processo é “produzir informações qualificadas, regulares e atualizadas sistematicamente”.</p>
<p>A participação governamental no painel coube ao futuro secretário de Inovação e Tecnologia, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-annemberg" class="external-link">Daniel Annenberg</a>, e a <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandre-calil" class="external-link">Alexandre Calil</a>, do LabProdam, laboratório de inovação vinculado à Companhia de Processamento de Dados do Município (Prodam).</p>
<p>Calil apresentou exemplos de soluções desenvolvidas pelo LabProdam, como o sistema automatizado de acompanhamento da fluidez do trânsito em São Paulo, capaz de medir a quantidade de veículos (por faixa de rolamento), ciclistas e pedestres em deslocamento.</p>
<p>Annenberg disse que o objetivo da nova secretaria a ser criada pelo prefeito eleito João Dória é fazer com que a gestão da cidade trabalhe cada vez mais com serviços eletrônicos, utilizando aplicativos, games e beneficiando-se de inovações produzidas por startups, com o fim de “simplificar” a cidade de São Paulo.</p>
<p>Ele afirmou que esse trabalho será feito com base no tripé governo-empresas-universidades e que um grande desafio será romper os “silos de informação” existentes em vários setores, para “abrir os dados e integrá-los”.</p>
<p><strong>Planejamento</strong></p>
<p>O tema da mobilidade na cidade voltou à tona no segundo painel, ao lado da questão do planejamento. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/miguel-bucalem" class="external-link">Miguel Bucalem</a>, coordenador do USP Cidades da Escola Politécnica (Poli) da USP, falou sobre como o planejamento estratégico de longo prazo pode ajudar no enfrentamento das questões de mobilidade. Exemplificou com três projetos em que esteve envolvido, sendo um deles o SP2040, desenvolvido de 2009 a 2012.</p>
<p>O SP2040 baseou-se em alguns eixos temáticos – entre os quais: coesão social; mobilidade e acessibilidade; e oportunidade de negócios – e alguns projetos catalizadores transversais aos eixos, “capazes de animar o plano no longo prazo”.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/workshop-cidades-inteligentes-painel-2" alt="Workshop Cidades Inteligentes - Painel 2 -  A partir da esq.: Roberto Speicys, Fágio Kon, Claudio Barbieri da Cunha e Miguel Bucalem" class="image-inline" title="Workshop Cidades Inteligentes - Painel 2 -  A partir da esq.: Roberto Speicys, Fágio Kon, Claudio Barbieri da Cunha e Miguel Bucalem" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><strong>A partir da esq., </strong><strong>Roberto Speicys, Fábio Kon (moderador), Claudio Barbieri da Cunha e Miguel Bucalem, expositores do Painel 2, que teve também a participação de Nabil Bonduki</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Uma das recomendações do projeto é a concepção de uma cidade compacta e policêntrica para São Paulo. “Essa ideia já tem algum tempo, já estava no Plano Diretor de 2002 e foi reforçada tanto pelo SP2040 quanto pela recente revisão do Plano Diretor.”</p>
<p><strong>Transporte de cargas</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudio-barbieri-da-cunha" class="external-link">Claudio Barbiere da Cunha</a>, da Poli-USP e do IEA, apresentou os trabalhos de seu grupo sobre o transporte de cargas e passageiros em São Paulo.</p>
<p>Segundo ele, as restrições de circulação e estacionamento de caminhões na cidade levaram à grande utilização de veículos utilitários pequenos, com o aumento da emissão de poluentes. Para propor uma alternativa a essas restrições, o grupo realizou pesquisa em parceria com o MIT, dos EUA, baseada em teste feito em Nova York.</p>
<p>Foram utilizados os dados de GPS dos caminhões. Constatou-se que durante a madrugada os caminhões trafegam com o dobro da velocidade nas vias normais da cidade e mais rápido nas Marginais [a pesquisa foi feita antes da redução da velocidade máxima nelas]). Verificou-se também que o tráfego de caminhões é bastante reduzido nas segundas-feiras. As indicações do projeto foram, portanto, aumentar o uso dos caminhões nas segundas-feiras e incentivar o tráfego durante a madrugada.</p>
<p><strong>Transporte de passageiros</strong></p>
<p>O grupo de Cunha também faz pesquisas sobre o deslocamento de pessoas no Metrô e nos trens da CPTM com base nos registros eletrônicos do bilhete único, sobre a eficiências das faixas exclusivas para o aumento da velocidade dos ônibus e desenvolve um rastreador mais preciso de caminhões via GPS, capaz de estimar as emissões de poluentes dos veículos.</p>
<p>A melhoria do transporte urbano também foi tema da exposição de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberto-speicys" class="external-link">Roberto Speicys</a>, de uma startup criada por dois ex-alunos da USP. Ele apresentou algumas ferramentas desenvolvidas pela empresa para o monitoramento e melhoria do sistema de ônibus da cidade. Uma delas destina-se a avaliar o funcionamento das 130 linhas de ônibus mais lentas da cidade e dessa forma fornecer subsídios para a criação de faixas exclusivas e corredores para os coletivos.</p>
<p>Os passageiros também são fonte importante de dados em sistemas produzidos pela empresa, pois podem abastecer de informações um aplicativo de celular cooperativo, no qual podem ter informações sobre a previsão de chegada dos ônibus e registar o tempo real de espera. Com esses dados, é possível contabilizar o total do tempo de espera na cidade num aplicativo chamado Esperômetro, o que permite, entre outras coisas, estimar o prejuízo econômico da cidade por causa da demora dos coletivos.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/workshop-cidades-inteligentes-painel-3-adriana-lippi-fabio-feldmann-maria-assuncao-faus-da-silva-dias-e-paulo-saldiva" alt="Workshop Cidades Inteligentes - Painel 3 - Adriana Lippi, Fabio Feldmann, Maria Assunção Faus da Silva Dias e Paulo Saldiva" class="image-inline" title="Workshop Cidades Inteligentes - Painel 3 - Adriana Lippi, Fabio Feldmann, Maria Assunção Faus da Silva Dias e Paulo Saldiva" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Participantes do Painel 3 (<i>a partir da esq.</i>): </strong><strong>Adriana Lippi, Fábio Feldmann (<i>moderador</i>), Maria Assunção Faus da Silva Dias e Paulo Saldiva</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Meio ambiente</strong></p>
<p>Para o moderador do Painel 3, o consultor e ambientalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-feldmann" class="external-link">Fábio Feldmann</a>, a área de meio ambiente da metrópole deveria ser analisada a partir de uma visão holística. Citou como exemplo dessa abordagem a implantação do rodízio de veículos na cidade a partir de 1996, quando era secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo: "Conheci o trabalho do professor Paulo Saldiva sobre o impacto da poluição na saúde das pessoas e resolvemos implantar o rodízio."</p>
<p>Para ele, com as tecnologias disponíveis seria possível monitorar às áreas sujeitas a invasões, "mas o poder público é omisso." Outra possibilidade é a instalação de sensores em vários pontos da cidade para a medição imediata das emissões dos veículos. O grande desafio, segundo ele, é fazer com que a "administração pública saia do padrão de modernização atual, que ainda é o da máquina de escrever elétrica".</p>
<p><strong>Saúde</strong></p>
<p>O diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, citado por Feldmann, também participou do painel. Ele apresentou dados sobre os efeitos da poluição atmosférica na saúde da população, uma de suas áreas de pesquisa, e comentou o interesse internacional na busca de soluções que melhorem a qualidade de vida das grandes cidades. Destacou os dossiês recentemente publicados pelas revistas interdisciplinares "Science" e "Nature" e a chamada de artigos da revista da área médica "Lancet".</p>
<p>Entre as universidades de todo o mundo, a USP é a quarta colocada na quantidade de trabalhos sobre cidades, segundo Saldiva. "O desafio é como analisar os problemas urbanos sob vários enfoques e integrá-los. É preciso construir um prédio a partir desses tijolos de conhecimento". Para ele, essa tarefa deve ser desempenhada pelas ciências humanas.</p>
<p>A desigualdade na saúde das pessoas não é um problema só de cidades de países em desenvolvimento, como no caso de São Paulo, mas também atinge grandes cidades de países desenvolvidos, afirmou. "Um estudo sobre a expectativa de vida ao longo das linhas de metrô de Londres indicou que há áreas onde ela ultrapassa 90 anos e outras onde cai para 79 anos." Essa variação está relacionada a vários fatores, como o tempo disponível para dormir e a exposição à poluição, explicou Saldiva.</p>
<p>Ao falar sobre o uso de tecnologias da informação na saúde, ele disse que aplicativos para celular poderiam mensurar vários problemas, como o tempo de espera para ser atendido num posto de saúde, a existência ou não de especialista, prazo para realização de um exame, entre outros dados.</p>
<p><strong>Clima</strong></p>
<p>A importância das tecnologias computacionais para à previsão meteorológica e mensuração de poluentes atmosféricos das cidades foi o tema da exposição de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-assuncao-faus-da-silva-dias" class="external-link">Maria Assunção Faus da Silva Dias</a>, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP.</p>
<p>Segundo ela, os modelos numéricos para previsão de chuva definem grades com até 20 quilômetros de altura e levam em consideração as ilhas de calor, os "canyons" criados pelos edifícios, as emissões de poluentes e outros fatores. "É preciso fazer 'rodar' o modelo num conjunto de mil a dois mil processadores para se poder prever a chuva com antecedência."</p>
<p>Um recurso para essa utilizado em Londres e Tóquio mais ainda muito pouco aplicado no Brasil é o que se vale de redes neurais, "capaz de distinguir as características da chuva em pontos distintos de uma cidade", explicou Maria Assunção.</p>
<p>No caso de São Paulo, informou, há também uma rede de radares meteorológicos estabelecida no Instituto de Física (IF), na Cidade Universitária, e na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), na Zona Leste, capaz de em cinco minutos atingir o grau de definição de um quarteirão e dizer se lá está chovendo ou não.</p>
<p>Com a intensificação das variações climáticas, a solução, segundo ela, é o que os meteorologistas chamam de nowcasting, que pode ser determinística (quando procura especificar o que vai acontecer) ou probabilística (que informa, por exemplo, o percentual de chances de chuva em determinado horário).</p>
<p>"Tudo tem que ser muito rápido, a coleta de dados, o processamento dos modelos e as técnicas de análise, e o resultado disso tem de levar a uma ação que coloque a sociedade pronta para agir. Num cenário assim, o smartphone é o grande herói."</p>
<p>O painel também teve a participação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriana-lippi" class="external-link">Adriana Lippi</a>, de uma startup que desenvolveu um aplicativo para monitoramento das condições das árvores de São Paulo por meio de informações registrados pelos cidadãos. A intenção é negociar com a Prefeitura de São Paulo para que as informações sejam repassadas ao Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), para as devidas providências e maior transparência, com as pessoas podendo acompanhar as medidas tomadas em função dos riscos registrados no aplicativo.</p>
<p><strong>Laboratório</strong></p>
<p>Um resultado imediato do workshop foi a ideia de criação na USP de um laboratório para o desenvolvimento de aplicativos urbanos. Pela proposta, pensada por Buckeridge e apresentada por Saldiva durante sua exposição, o laboratório deve funcionar em instalações cedidas pelo IEA e no âmbito do programa USP Cidades Globais, em parceria com outros programas e projetos da Universidade.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-16T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-de-estudos-focara-espaco-urbano-e-cidadania">
    <title>Novo grupo de estudos focará espaço urbano e cidadania </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-de-estudos-focara-espaco-urbano-e-cidadania</link>
    <description>Pesquisadores integrarão o quadro de pesquisas do IEA por dois anos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cartaz-manifestacao/@@images/ca2be73a-c180-49c3-aca1-8070a8060f09.jpeg" alt="Cartaz manifestação" class="image-inline" title="Cartaz manifestação" /><br /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><strong>A cidade como espaço da diversidade e da cidadania será foco das atividades do Grupo de Estudos de Teoria Urbana do IEA </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No centro da crise urbana atual estão a mercantilização espacial, as relações de poder, as revoltas espontâneas, os movimentos sociais organizados, as políticas de emprego e a conquista dos direitos urbanos. Com o objetivo de olhar para essas questões de forma interdisciplinar, o recém-criado Grupo de Estudos de Teoria Urbana Crítica irá integrar durante dois anos os quadros de pesquisa do IEA.</p>
<p>Aprovado pelo Conselho Deliberativo do IEA no dia <strong>13 de dezembro</strong>, o grupo terá a coordenação da professora Ana Fani Alessandri Carlos, do departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.  Autora de “Espaço-tempo na metrópole”, que recebeu a menção honrosa do prêmio Jabuti em Ciências Sociais de 2002,  Ana Fani é especialista em processos metropolitanos e coordenadora do Grupo de Geografia Crítica Radical da FFLCH-USP (Gesp). Também integra o  Núcleo de Apoio a Pesquisa (NAP-USP) Urbanização e Mundialização.</p>
<p>Vera Pallamin, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, estará na vice-coordenação. Pallamin é especialista em cidade e cultura contemporânea; cultura urbana e espaço público; cidade contemporânea e arquitetura; e arte e esfera pública.</p>
<p>"A visão do grupo é que o direito à cidade deve implicar na construção de um novo projeto de sociedade visando mudanças profundas, na tentativa de diminuir desigualdades e conflitos", segundo a professora Ana Fani.</p>
<p>Segundo a coordenadora, as transformações espaciais recentes nas grandes cidades levam a questionamentos sobre o rumo dos processos que conduzem à segregação socioespacial. "Trata-se de um processo que expressa a concentração da riqueza e do poder, de forma que o solo urbano acaba subjugado ao mercado e ao universo da troca, situação que limita o acesso dos 'lugares de realização da vida'", diz.</p>
<p>Algumas linhas de investigação deverão incluir a sociedade urbana em suas diversas escalas e dimensões; os rearranjos da economia contemporânea determinando as dinâmicas e as formas do processo de reprodução do espaço; as relações entre as possibilidades e as contradições do direito à cidade; os diversos sentidos do emprego; a justiça social e o direito à cidade. Sobre esse tema, as coordenadoras nuclearam seminário do Gesp que resultou no livro “Justiça espacial e o direito à cidade”, terceiro volume da série Metageografia, a ser lançada em breve pela editora Contexto.</p>
<p>Os membros permanentes do grupo incluem Alysson Mascaro, professor da Faculdade de Direito (FD) da USP; César Ricardo Simoni Santos, professor da FFLCH-USP; Cibele Saliba Rizek, professora do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da USP de São Carlos; Danilo Volochko, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR); Glória da Anunciação Alves, professora da FFLCH-USP; Isabel Pinto Alvarez, professora da FFLCH-USP; Francisco Comaru, professor da Universidade Federal do ABC; Jorge Luis Barbosa, da Universidade Federal Fluminense; Ricardo Alvarez, professor do Centro Universitário Fundação Santo André. O grupo conta ainda com seis pesquisadores colaboradores.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: USP Imagens<br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-20T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-em-saude-podem-melhorar-a-partir-de-inovacoes-metodologicas-na-captura-de-dados">
    <title>Estudos em saúde podem melhorar com inovações na captura de dados</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-em-saude-podem-melhorar-a-partir-de-inovacoes-metodologicas-na-captura-de-dados</link>
    <description>Em encontro realizado no IEA, Christopher Small, geofísico da Universidade de Columbia, e Marcos Rosa, geógrafo da FFLCH-USP, apresentaram pesquisas sobre a morfologia urbana.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/remote-sensing-mesa" alt="Remote Sensing - mesa" class="image-inline" title="Remote Sensing - mesa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Da esquerda para direita: Marcos Rosa, Ligia Barrozo, Reinaldo Machado e Christopher Small durante a conferência</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Extensos quarteirões, edifícios altos, áreas verdes. Todos estes são aspectos urbanos comuns no ambiente da cidade que podem afetar a saúde dos moradores de diversas maneiras.</p>
<p dir="ltr">Na conferência <i>Remote Sensing, Urban Morphology and Studies on Health</i>, realizada no dia 2 de junho, no IEA, foram apresentados dados e inovações metodológicas na captura de informações a partir de imagens de satélite em áreas urbanas, os quais  podem contribuir para entender como a morfologia urbana afeta a saúde humana. O encontro foi organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> e pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/espaco-urbano-e-saude" class="external-link">Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde</a>, ambos do IEA.</p>
<p dir="ltr">Ao abordar o crescimento vertical tridimensional, relativo a grandes edifícios, o geofísico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/christopher-small" class="external-link">Christopher Small</a>, da Universidade de Columbia, EUA, comentou o efeito que essas construções têm na transferência de energia, no fluxo de energia solar que envolve a cidade e como isso pode afetar o microclima. Seu trabalho relaciona a morfologia urbana e a reflexão da energia solar com variações na temperatura do ar.</p>
<p dir="ltr">O pesquisador apresentou imagens de satélite da Grande São Paulo em diferentes datas: 1975, 2000 e 2017. Elas evidenciam o crescimento urbano e destacam as áreas com maior número de construções. As diferentes tonalidades de cores nas imagens representam a quantidade de luz solar refletida na área observada.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/remote-sensing-urban-morphology-and-studies-on-health" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/remote-sensing-urban-morphology-and-studies-on-health-02-de-junho-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Eventos semelhantes:</p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/use-of-geographic-methods-to-characterize-social-inequalities" class="external-link">Use of Geographic Methods to Characterize Social Inequalities</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/reflexao-solar-1975" alt="Reflexão solar 1975" class="image-inline" title="Reflexão solar 1975" /></th>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/reflexao-solar-2017" alt="Reflexão solar 2017" class="image-inline" title="Reflexão solar 2017" /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>A intensidade da cor rosa mostra a quantidade de luz solar refletida na Grande São Paulo em 1975 e 2017, respectivamente</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">De acordo com Small, o crescimento vertical aumenta a quantidade de sombra e, consequentemente, afeta a temperatura, mesmo que seja uma alteração aparentemente pequena, como expandir uma casa de um andar para dois.</p>
<p dir="ltr">Costuma-se pensar que as áreas com mais vegetação sejam mais frias, mas, comparando a imagem que mostra os reflexos da luz solar com outra que mostra a temperatura, Small evidencia que a área mais fria é a região onde existem mais sombras. “A mesma quantidade de energia solar está indo para os dois lugares, mas se uma sombra for projetada de um prédio alto, ela cobrirá outros prédios. Esses prédios não serão iluminados”, explica o pesquisador.  Segundo Small, isso altera o fluxo de energia, já que a luz solar será absorvida pela lateral do prédio ou entrará no prédio maior, sendo irradiada metros acima da superfície do solo. Assim, uma vez que a superfície do solo não é aquecida o suficiente no período da tarde, ele não é capaz de manter calor na parte da noite.</p>
<p dir="ltr">Estudos como este podem contribuir para as pesquisas relacionadas à saúde. Segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a>, coordenadora do grupo de estudos e professora do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, já existem dados ligando a temperatura do ar e o microclima a algumas doenças infecciosas na cidade. É o caso das epidemias de dengue, por exemplo, identificadas principalmente nas partes mais quentes da área urbana de São Paulo.</p>
<p dir="ltr">Outros estudos mostram que algumas doenças respiratórias estão associadas às populações mais vulneráveis, como idosos e crianças. “Também existem estudos tentando descobrir como a morfologia urbana pode promover ou inibir a prática de atividades físicas e como isso afeta pessoas com hipertensão, diabetes, doenças cardíacas e obesidade”, completou Barrozo.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/christopher-small" alt="Christopher Small" class="image-inline" title="Christopher Small" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Christopher Small comentou o efeito das construções na temperatura do ar</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Small comenta que no ambiente construído, ou seja, o ambiente urbano, há a possibilidade de utilização de modelos de construções que gerem menos impactos para o ambiente como um todo e até favoreçam a saúde humana: “Se levarmos em consideração o efeito das sombras e da iluminação solar, conseguiremos, por exemplo, construir ou reconstruir prédios com dispositivos capazes de capturar a radiação em uma parte do ano e refleti-la em outros meses. Isso pode fazer diferença”, exemplificou.</p>
<h3>Inovações metodológicas</h3>
<p dir="ltr">Estudos mais detalhados da morfologia urbana estão mais fáceis de serem realizados graças a novas formas de pesquisa. O cloud process methodology – metodologia que utiliza o armazenamento de dados em nuvem – é uma delas.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-reis-rosa" class="external-link">Marcos Reis Rosa</a>, geógrafo da FFLCH, explica que, na metodologia tradicional é preciso escolher uma área, selecionar os dados das imagens, baixá-las, calibrar corretamente todos os parâmetros, fazer processos digitais e classificar imagem a imagem para, só então, ter o produto final. No sistema de armazenamento em nuvem, os passos são os mesmos, porém, é possível programar todos eles no começo da pesquisa. Logo que se obtém os resultados, já é possível iniciar um novo processo, simplesmente alterando os parâmetros, locais e datas. “O pesquisador pode focar seu tempo em analisar as informações e em buscar novos parâmetros”, explicou Rosa.</p>
<p dir="ltr">Exemplo de plataforma que oferece tais possibilidades é o Google Earth. Utilizando processamento de nuvem, ele possui um catálogo de dados de diversas imagens de satélite, além de ferramentas para analisar todos esses dados.</p>
<p dir="ltr">De acordo com o pesquisador, outras vantagens do processamento em nuvem incluem a facilidade em produzir imagens sem nuvens do céu, durante vários dias em um mesmo horário, e, também, facilidade em produzir índices usando todas as imagens de um espaço de tempo específico ou até mesmo de um ano todo.</p>
<p dir="ltr">As falas de Rosa e Small foram comentadas por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/reinal-perez-machado/view" class="external-link">Reinaldo Pérez Machado</a>, do Departamento de Geografia FFLCH.</p>
<p dir="ltr"><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans - IEA/USP. Mapas: Arquivo - Christopher Small</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-12T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/201csobre-la-incuestionabilidad-del-riesgo-el-modelo-inmobiliario-espanol-y-la-gestion-politica-de-los-territorios-y-comunidades-costeras201d-1">
    <title>Sobre la Incuestionabilidad del Riesgo: El Modelo Inmobiliario Español y la Gestión Política de los Territorios y Comunidades Costeras</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/201csobre-la-incuestionabilidad-del-riesgo-el-modelo-inmobiliario-espanol-y-la-gestion-politica-de-los-territorios-y-comunidades-costeras201d-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A palestra abordará a problemática do mediterrâneo espanhol que tem sofrido uma forte descapitalização ambiental, econômica, social e política que tem provocado um aumento da vulnerabilidade deste território e das comunidades locais.  O foco da palestra será a impacto do que o <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/antonio-aledo-tur" class="external-link">Prof. Aledo</a> denomina de “Tsunami urbanizador” e as dinâmicas socioambientais das comunidades costeiras.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-09T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-do-iea-participam-do-connected-smart-cities-2019">
    <title>Pesquisadores do IEA participam do Connected Smart Cities 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-do-iea-participam-do-connected-smart-cities-2019</link>
    <description>Pesquisadores de pós-doutorado e pesquisadores colaboradores do Programa USP Cidades Globais participam do primeiro dia do Connected Smart Cities 2019 - Cidades Inteligentes, Humanas e Sustentáveis (CSC-19), que acontece nos dias 17 e 18 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, São Paulo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-do-csc-19" alt="Logo do CSC-19" class="image-right" title="Logo do CSC-19" />O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> do IEA representará a Universidade no <a class="external-link" href="https://www.connectedsmartcities.com.br/">Connected Smart Cities 2019 - Cidades Inteligentes, Humanas e Sustentáveis (CSC-19)</a>, que acontece nos dias 17 e 18 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, São Paulo.</p>
<p>As <a class="external-link" href="https://www.connectedsmartcities.com.br/inscricoes/">inscrições</a> para o CSC-19 vão até dia 16. O IEA é um dos apoiadores institucionais estratégicos do encontro.</p>
<p>A participação do programa no encontro será no dia 17, das 14 às 17h, no Espaço Parque do Carmo, com o painel <i>Agenda Estratégica Cidades Globais em Parceria com o Instituto de Estudos Avançados da USP</i>.</p>
<p>Seis pesquisadores (de pós-doutorado e colaboradores) do Programa USP Cidades Globais farão as seguintes exposições:</p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th>Hora</th><th>Exposição</th>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h</strong></td>
<td><strong>Cidades Humanas, Inteligentes e Sustentáveis</strong><br /><i>Jamile Sabatini Marques - diretora de Inovação e Fomento da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) e presidente da Câmara de Tecnologia e Inovação da Federação do Comércio de Bens, de Serviços e de Turismo de Santa Catarina (Fecomércio).</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h30</strong></td>
<td><strong>Marcos Regulatórios para Cidades Inteligentes</strong><br /><i>Tatiana Tucunduva Philippi Cortese - p<span>rofessora do Programa de Pós-Graduação Cidades Inteligentes e Sustentáveis (PPGCIS) da Universidade Nove de Julho (Uninove)</span></i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h</strong></td>
<td><strong>Inovação e Resiliência Urbana: Tendências e Alternativas</strong><br /><i>Débora Sotto - p<span>rocuradora do Município de São Paulo</span></i><br /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h30</strong></td>
<td><strong>Segurança Intraurbana: Soluções Técnicas e Tecnológicas</strong><br /><i>Marcelo Batista Nery - coordenador de Transferência Tecnológica do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h</strong></td>
<td><strong>Modelagem de Qualidade do Ar e Mobilidade Urbana</strong><br /><i>Júlio Barbosa Chiquetto - pesquisador <span>dos Laboratórios de Climatologia e Biogeografia e de Geografia Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP</span></i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h30</strong></td>
<td><strong>Planejamento Urbano Ambiental no Contexto de Mudanças Climáticas</strong><br /><i>Ivan Carlos Maglio - d<span>iretor técnico da empresa Política e Planejamento Ambiental</span></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>De acordo com os organizadores do CSC-19, o encontro "<span style="text-align: justify; ">envolve empresas, entidades e governos em uma plataforma que tem por missão encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades".</span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">O evento deve <span>reunir, em espaço de 7 mil m², mais de três mil participantes, 300 palestrantes nacionais e internacionais e 90 painéis em nove palcos simultâneos. Representantes de mais de 200 prefeituras estarão presentes.</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-12T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pacto-federativo">
    <title>Debate avalia pacto federativo brasileiro depois de 30 anos da Constituição</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pacto-federativo</link>
    <description>O encontro "Pacto Federativo Brasileiro" acontece no dia 7 de maio, das 9h30 às 16h45, na Sala Alfredo Bosi. Evento organizado pelo projeto USP Cidades Globais e pelo Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-7bc531347ed9459885210cb637e3e1bc kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-7bc531347ed9459885210cb637e3e1bc">
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mapa-do-brasil-com-bandeira" style="float: right; " title="Mapa do Brasil com bandeira" class="image-inline" alt="Mapa do Brasil com bandeira" />Identificar forças e fraquezas do arranjo federativo nacional e propor ações para seu fortalecimento são os objetivos do encontro <i>Pacto Federativo Brasileiro</i>, que acontece no IEA no <strong>dia 7 de maio, das 9h30 às 16h45</strong>, com a participação de especialistas em economia, sistema tributário, saúde, educação, ciência política, políticas urbanas e meio ambiente [leia <a class="anchor-link" href="#programacao">programação</a> abaixo].</p>
<p>A Constituição Federal criou uma governança entre os entes federativos com um conjunto de competências e ferramentas de diferentes ordens que precisam ser analisadas para seu aprimoramento, defendem pesquisadores do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> do IEA e <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.org">Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS)</a>, que organizam o debate. Essa necessidade se impõe em função do momento por que passa o país, no qual "a política e a eficiência das políticas públicas estão no centro dos debates".</p>
<p>O evento é gratuito e aberto a todos os interessados, mas é preciso efetuar <a class="external-link" href="http://goo.gl/mUYCYJ" target="_blank">inscrição prévia</a> online para participar presencialmente. Não é necessário se inscrever para assistir ao debate <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> na internet.</p>
</div>
<div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-organizacao-7bc531347ed9459885210cb637e3e1bc kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-organizacao " id="parent-fieldname-organizacao-7bc531347ed9459885210cb637e3e1bc"></div>
</div>
<div>
<h3><a name="programacao"></a></h3>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>"Dilemas do Federalismo"</strong><br />Debate realizado em 26/9/2016</p>
<p><strong>Vídeos<br /></strong><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/dilemas-do-federalismo-parte-i" class="external-link">Parte 1</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/dilemas-do-federalismo-parte-ii" class="external-link">Parte 2</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Programação</h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td><strong>9h30</strong></td>
<td scope="col"><strong>Abertura</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>9h45</strong></td>
<td><strong>Mesa 1</strong><br />Debatedores: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-giannetti-da-fonseca" class="external-link">Eduardo Giannetti</a> (IBMEC), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-paulo-ribeiro-capobianco" class="external-link">João Paulo R. Capobianco</a> (IDS) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carolina-de-gioia-paoli" class="external-link">Carolina de Gioia Paoli</a> (Universidade Presbiteriana Mackenzie)<br /> Mediador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-young-1" class="external-link">Ricardo Young</a> (IEA)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h</strong></td>
<td><i>Intervalo</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>13h30 </strong></td>
<td><strong>Mesa 2<br /></strong>Debatedores: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marta-teresa-da-silva-arretche" class="external-link">Marta Arretche</a> (FFLCH-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernard-appy" class="external-link">Bernard Appy</a> (LCA Consultores), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr.</a> (FSP-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-leite-de-souza" class="external-link">Carlos Leite</a> (Universidade Presbiteriana Mackenzie)
<p>Mediador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> (IEA, IB-USP e Aciesp)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h30</strong></td>
<td><strong>Encerramento</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<hr />
<p><i><strong>Pacto Federativo Brasileiro</strong><br />7 de maio, das 9h30 às 16h45<br />IEA-USP, Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Gratuito e aberto a todos os interessados, com <a class="external-link" href="http://goo.gl/mUYCYJ" target="_blank">inscrição prévia</a> para participação presencial<br />Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet (sem necessidade de inscrição)<br /></i><i>Mais informações: Cláudia Regina Pereira (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1686<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pacto-federativo-brasileiro" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Ilustração: Presidência da República</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Constituição Federal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Federação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sistema Tributário</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-27T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-os-instrumentos-para-o-financiamento-das-cidades">
    <title>Encontro debate instrumentos para financiamento das cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-os-instrumentos-para-o-financiamento-das-cidades</link>
    <description>Seminário "Instrumentos de Financiamento da Cidade e Urbanismo Social" será realizado no dia 12 de setembro, às 14h, na Sala Alfredo Bosi. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eixos-de-transformacao-da-estruturacao-urbana-plano-diretor-de-sao-paulo" alt="Eixos de Transformação da Estruturação Urbana - Plano Diretor de São Paulo" class="image-inline" title="Eixos de Transformação da Estruturação Urbana - Plano Diretor de São Paulo" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Eixos estruturantes previstos pelo </strong><strong><a class="external-link" href="http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/marco-regulatorio/plano-diretor/">Plano Diretor Estratégico</a></strong><strong> da cidade de São Paulo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Os instrumentos de financiamento do desenvolvimento das cidades brasileiras e o urbanismo social serão discutidos em encontro no </span><strong>dia </strong><strong>12 de setembro, das 9h às 17h</strong><span>, na Sala Alfredo Bosi do IEA. As exposições serão feitas por professores e pesquisadores que se dedicam a questões relacionadas com os sistemas urbanos.</span></p>
<p>O seminário <i>UrbanSus:</i> <i>Instrumentos de Financiamento da Cidade e Urbanismo Social </i>é uma iniciativa do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>. Para participar presencialmente é preciso efetuar inscrição via <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd8XmErT0Qcusf36RmVB6afYu27TdapfF5TnLhIP2XA5KNnqg/viewform">formulário online</a>. Quem não puder comparecer poderá acompanhar a transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> do evento pela internet, sem necessidade de inscrição.</p>
<p><i> </i></p>
<p>Os principais termos a serem discutidos são:</p>
<ul>
<li>o urbanismo gerando valor e as formas de mobilização e captura da valorização do solo, as contribuições por melhoria e os instrumentos não tributários de financiamento de projetos urbanos e de promoção do urbanismo social;</li>
<li>as políticas públicas urbanas de promoção e viabilização da qualificação da cidade em suas dimensões social, urbana, econômica e ambiental, compreendidas de forma sistêmica.</li>
<li>os instrumentos de financiamento da cidade abordados na rede de pontos que devem ser conectados para viabilizar as cidades globais brasileiras com um desenvolvimento socioterritorial mais equilibrado.</li>
</ul>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><i>Leias mais notícias<br /> sobre o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais/noticias" class="external-link">Programa<br /> USP Cidades Globais</a></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os expositores serão: o jurista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/victor-carvalho-pinto" class="external-link">Victor Carvalho Pinto</a>, <span style="text-align: justify; "> especializado em direito urbanístico e regulação de infraestruturas e consultor Legislativo do Senado Federal; </span>o economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-sandroni">Paulo Sandroni</a><span>, do Lincoln Institute of Land Police, EUA, e da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo; o engenheiro </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/miguel-bucalem" class="external-link">Miguel Bucalem</a><span>, da Escola Politécnica da USP e ex-secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo; a arquiteta </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciana-royer" class="external-link">Luciana Royer</a><span>, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP; o urbanista </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/henrique-evers" class="external-link">Henrique Evers</a><span>, da </span><span>WRI Ross Center for Sustainable Cities; a arquiteta <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro" class="external-link">Paula Santoro</a>, da FAU-USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/kazuo-nakano" class="external-link">Kazuo Nakano</a>, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-carlos-bresser-pereira-1" class="external-link">Luiz Carlos Bresser-Pereira</a>, ex-ministro da Fazenda e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV)<span>,</span> </span><span>e o urbanista </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-leite-de-souza" class="external-link">Carlos Leite</a><span>, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade Presbiteriana Mackenzie e pesquisador convidado do Programa USP Cidades Globais do IEA.</span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p> </p>
<p><i><strong>Instrumentos de Financiamento da Cidade e Urbanismo Social<br /></strong></i><i>12 de setembro, 9h<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto a todos os interessados, mediante inscrição via </i><i><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd8XmErT0Qcusf36RmVB6afYu27TdapfF5TnLhIP2XA5KNnqg/viewform">formulário online</a><br /></i><i>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone: (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/instrumentos-de-financiamento-da-cidade" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-17T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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