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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 11 to 25.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015">
    <title>Seminário Pró-Primatas Paulistas - 12 de maio de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-05-25T18:31:58Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-primatas">
    <title>Seminário Pró-Primatas Paulistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-primatas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O seminário discutirá a situação de todos os macacos nativos do estado de São Paulo, buscando ampliar o interesse da sociedade na proteção desses animais. O evento contará com a presença de renomados especialistas para avançar na discussão e na proposição de soluções para as principais questões que ameaçam os primatas.</p>
<p>Este primeiro evento promovido pela Comissão Pró-Primatas Paulistas, da Secretaria do Meio Ambiente, em parceria com o IEA, tem o objetivo de dar visibilidade ao trabalho que vem sendo feito pelos pesquisadores envolvidos no tema.  Além disso, irá levantar subsídios para a formulação de estratégias e ações, que comporão o Plano de Ação para a Conservação dos Primatas Paulistas, a ser lançado no dia Mundial do Meio Ambiente, em junho de 2015.</p>
<p>A importância ambiental, científica, conservacionista e cultural dos primatas paulistas, juntamente com a ameaça que pesa sobre eles em razão do desmatamento de áreas florestais, foram os motivos que levaram à criação da Pró-Primatas. A comissão visa promover o respeito, o conhecimento, a conservação, a recuperação dessas espécies em seu estado e habitat natural através de ações diretas e de educação ambiental.</p>
<p>Veja a <a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">localização do IEA dentro da USP</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-03-12T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-internacional-debate-solucoes-para-o-impacto-ambiental-do-turismo-e-da-patrimonializacao">
    <title>Seminário internacional debate soluções para o impacto ambiental do turismo e da patrimonialização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-internacional-debate-solucoes-para-o-impacto-ambiental-do-turismo-e-da-patrimonializacao</link>
    <description>Com o intuito de refletir sobre estratégias de conservação inovadoras que superem esses desafios e supram as demandas da sociedade, o Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidades e Sociedade do IEA-USP realizará o seminário internacional Políticas Públicas, Patrimonialização, Turismo e Sociedade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ouro-preto" alt="Ouro Preto" class="image-inline" title="Ouro Preto" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">As políticas públicas que garantem a preservação dos patrimônios naturais brasileiros têm sido obrigadas a se moldar, cada vez mais, às dinâmicas da sociedade e ao avanço do turismo. O número crescente de visitantes e os abusos no processo de patrimonialização — nome dado ao movimento de transformação de ambientes naturais em patrimônios da humanidade — dificultam, em muitos casos, a conservação dos espaços.</p>
<p dir="ltr">Com o intuito de refletir sobre estratégias de conservação inovadoras que superem esses desafios e supram as demandas da sociedade, o Grupo de Pesquisa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/territorialidade">Políticas Públicas, Territorialidades e Sociedade</a> do IEA-USP realizará o seminário internacional <i>Políticas Públicas, Patrimonialização, Turismo e Sociedade</i>. O evento acontecerá em <strong>29 e 30 de novembro, a partir das 14h no primeiro dia e até 12h45 no segundo</strong>, na sede do Instituto. Para participar presencialmente, é necessário se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfdGKk6Mp_v69s3hohhAFdroFzpx9PYxLCwqsqiROjRUO4RDA/viewform]">inscrever</a> com antecedência. Haverá também uma transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pelo site do IEA, para a qual não é preciso se inscrever.</p>
<p dir="ltr">Segundo os organizadores do encontro, as discussões propostas integram os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) determinados pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015. Eles acreditam que a articulação entre políticas públicas, patrimonialização, turismo e sociedade é “vital para a preservação patrimonial sustentável”.</p>
<p dir="ltr">O seminário terá como foco os processos territoriais decorrentes de práticas sociais voltadas para os espaços de conservação. “Torna-se, portanto, uma ocasião para discutir alguns tópicos como o papel das políticas públicas e da sociedade na correção dos desequilíbrios advindos dos processos de patrimonialização e turismo”, ressaltam os organizadores. Ao mesmo tempo, o encontro pretende demonstrar a importância de desenvolver uma abordagem multiescalar e multisetorial que possa articular e integrar atores e instituições envolvidos nestas temáticas.</p>
<p dir="ltr">Entre os principais temas que serão abordados estão a apropriação do patrimônio natural e seu papel nos modelos de políticas de turismo, a fragmentação urbana e a conservação de patrimônios, políticas públicas de turismo no Brasil e estratégias de conservação do patrimônio histórico edificado em terra.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Raquel Mendes Silva/Wikipedia</span></p>
<hr />
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>Seminário Internacional Políticas Públicas, Patrimonialização, Turismo e Sociedade</strong><br />29 e 30 de novembro, das 14h do dia 29 às 12h45 do dia 30<br />Sala Alfredo Bosi, Rua Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Para acompanhar presencialmente, é necessário se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfdGKk6Mp_v69s3hohhAFdroFzpx9PYxLCwqsqiROjRUO4RDA/viewform">inscrever<br /></a>Mais informações: Cláudia R. Pereira (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-internacional-politicas-publicas-">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Turismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-07T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discutira-situacao-dos-primatas-paulistas-sob-risco-de-extincao">
    <title>Seminário discutirá situação dos primatas paulistas sob risco de extinção </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discutira-situacao-dos-primatas-paulistas-sob-risco-de-extincao</link>
    <description>Ao reunir especialistas no tema, o encontro buscará soluções para acabar com as ameças aos macacos no estado de São Paulo. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Seis espécies de primatas correm risco de extinção no estado de São Paulo: Muriqui-do-Sul, Mico-Leão-Preto, Mico-Leão-de-Cara-Preta, Sagui-da-Serra-Escuro, Bugio-Preto e Bugio Ruivo. </span></p>
<p>Para propor soluções que mitiguem as ameaças a esses animais e discutir a situação de todos os macacos nativos do estado (ameaçados ou não), o IEA e a Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo (SMA-SP) promoverão o seminário <i>Pró-Primatas Paulistas</i>, que acontecerá no <strong>dia 12 de maio, das 9h às 16h30</strong>, na Sala de Eventos do IEA. O evento é fechado para convidados, mas haverá transmissão ao vivo pela internet pelo site do IEA: <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a>.</p>
<p>Este será o primeiro encontro público da comissão “Pró-Primatas Paulistas”, da SMA-SP, criada pelo decreto 60.519, de 5 de junho de 2014, e acontece no âmbito da Escola de Negócios das Florestas Tropicais do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas" class="external-link">Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação</a> do IEA. O objetivo do seminário é lançar luz ao trabalho que vem sendo feito pelos pesquisadores envolvidos no tema e levantar subsídios para a formulação das estratégias e ações que comporão o “Plano de Ação para a Conservação dos Primatas Paulistas”.</p>
<p>A programação do seminário inclui uma aula magna com o prof. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/milton-thiago-de-mello" class="external-link">Milton Thiago de Mello</a>, presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária, além de apresentações sobre projetos de conservação de primatas e de florestas tropicais.</p>
<p>A programação completa está disponível na <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-primatas" class="external-link">página do evento</a>.</p>
<hr />
<div id="_mcePaste"><i><strong>Seminário Pró-Primatas Paulistas</strong></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>12 de maio, das 9h às 16h30</i></div>
<div><i>Evento para convidados</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Informações: Fernanda Rezende, telefone (11) 3091-1681 ou e-mail <a class="mail-link" href="mailto:ferezende@usp.br">ferezende@usp.br</a></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-primatas" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/seminario-primatas</a></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-29T18:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-internacional-discute-engajamento-social-para-preservacao-de-ecossistemas">
    <title>Seminário discute engajamento social para preservação de ecossistemas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-internacional-discute-engajamento-social-para-preservacao-de-ecossistemas</link>
    <description>Evento organizado pelo Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA-USP discute a criação e o desaparecimento da energia social para relações homem-natureza sustentáveis nesses ambientes, no dia 26 de novembro, das 10h às 12h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e9b1eeec-7fff-892d-a74e-a87d8cb94f2b"> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pescadores" alt="Pescadores " class="image-inline" title="Pescadores " /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>A harmonia entre desenvolvimento e sustentabilidade em ambientes costeiros e marinhos depende em grande parte da ação de comunidades e grupos sociais organizados (formais ou não). A força desses coletivos, chamada de “energia social” por especialistas da área, exerce um papel fundamental na governança dos ecossistemas costeiros.</span></p>
<p dir="ltr">Com a finalidade de discutir a criação e o desaparecimento da energia social para relações homem-natureza sustentáveis nesses ambientes, o Grupo de Pesquisa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade"><span>Meio Ambiente e Sociedade</span></a> do IEA-USP realizará o evento <i>Of Systems, Networks and People: Social Energy for the Self-organization of Sustainable Human-nature Relations</i>, no dia <strong>26 de novembro, das 10h às 12h</strong>. As atividades serão conduzidas em inglês (sem tradução) e para participar presencialmente é preciso se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdZ-U4RNAFVtOMCCIB1zH-EFC_LyVP_Lzc89-ALt1AvywcSog/viewform"><span>inscrever</span></a>. <br />Haverá também uma transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a> pelo site do IEA, que não demanda inscrição prévia.</p>
<p dir="ltr"><span>A conferencista será a professora </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marion-glaser"><span>Marion Glaser</span></a><span>, que lidera o </span><a href="https://www.leibniz-zmt.de/en/marine-tropics-research/organisation/scientific-departments/social-sciences/wg-social-ecological-systems-analysis.html?layout=default"><span>Grupo de Análise de Sistemas Sócio-Ecológicos</span></a><span> no ZMT Leibniz Centre for Tropical Marine Research e leciona na </span><a href="https://www.uni-bremen.de/en.html"><span>Universidade de Bremen</span></a><span>, na Alemanha. A pesquisa de Marion analisa a governança e a gestão dos sistemas socioecológicos costeiros e marinhos, concentrando-se nos potenciais transdisciplinares de agentes e na análise de redes. Durante sua exposição, ela apresentará os resultados obtidos pelo grupo durante estudos realizados em três países: Indonésia, Belize e Brasil.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As pesquisas conduzidas pelo grupo de Marion têm como objeto manguezais, recifes de corais, atóis, áreas de ressurgência e estuários fluviais. De acordo com os organizadores do evento, a conferencista abordará casos onde “o envolvimento de comunidades e grupos sociais buscam o caminho da sustentabilidade e da conservação da natureza”.</span></p>
<hr />
<p><span id="docs-internal-guid-8f6dfd05-7fff-d17a-aa6f-2d9663dcf347"><i> </i></span></p>
<p dir="ltr"><i><span><strong>Of Systems, Networks and People: Social Energy for the Self-organization of Sustainable Human-nature Relations</strong><br /></span>26 de novembro, das 10h às 12h<br />Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento público e gratuito, em inglês (sem tradução), com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Para participar presencialmente, é necessário se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdZ-U4RNAFVtOMCCIB1zH-EFC_LyVP_Lzc89-ALt1AvywcSog/viewform">inscrever<br /></a>Mais informações: Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/of-systems-networks-and-people">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-01T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/efeitos-sociais-danos-ambientais-amazonia">
    <title>Seminário discute efeitos sociais dos danos ambientais da Amazônia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/efeitos-sociais-danos-ambientais-amazonia</link>
    <description>Especialistas viajaram pelo estado de Roraima conhecendo comunidades ribeirinhas e apresentarão suas impressões e o que consideram como as principais ameaças ao estilo de vida dessas populações</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rio-negro" alt="Rio Negro " class="image-right" title="Rio Negro " /><span>As ameaças à biodiversidade da Floresta Amazônica representam riscos globais e abrangentes a médio e longo prazo. Mas o desmatamento e as queimadas já causam danos imediatos às comunidades ribeirinhas que vivem na região que engloba os estados da Amazônia, Rondônia e Roraima. Além dessas ameaças, essa população ainda enfrenta a carência de serviços básicos de saúde e educação.</span></p>
<p dir="ltr">A situação dos moradores dessas comunidades será abordada no seminário <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/amazonia-povos-e-projetos" class="external-link">Amazônia: Povos e Projetos</a></i>, que ocorrerá no dia <strong>2 de setembro, às 9h</strong>, no IEA. O evento é público e gratuito, mas requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdtNUbNe6iQhbxlZm0MI-tj3eZ9BZygHy-HRCEdvLYbJ8_H8A/viewform">inscrição prévia</a>. Para assistir a transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo no site do IEA</a> não é preciso se inscrever.</p>
<p dir="ltr">A discussão partirá do olhar e da análise de quatro especialistas que viajaram em maio pela região do Baixo Rio Branco, um curso de água no estado de Roraima em que os pesquisadores conheceram 16 comunidades. A expedição fez parte do projeto “Estratégias de ordenamento territorial em comunidades de interesse socioambiental na Amazônia”, uma parceria entre a Universidade Federal de Roraima (UFRR), a Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e a Universidade Federal do Ceará (UFC).</p>
<table class="tabela-esquerda-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Mulheres do Xingu</th>
</tr>
<tr>
<td>Após o seminário, será exibido o documentário “Mulheres do Xingu”, cobertura jornalística de um encontro realizado no Parque Indígena do Xingu em março de 2019 que reuniu mulheres de 16 etnias. Vendo o desmatamento avançar em suas terras, elas se encontram para organizar uma defesa da floresta e discutir sobre as ameaças ao território preservado e o papel das mulheres nessas comunidades. Após a exibição, as diretoras Maria Fernanda Ribeiro e Nádia Pontes conversarão com os participantes e com o público sobre o projeto.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Danos visíveis</strong></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a>, professor do Departamento de Geografia da FFLCH-USP e membro do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA, acompanhou a expedição e é o coordenador do seminário. Segundo ele, os moradores das comunidades já percebem algumas mudanças na dinâmica natural da região causadas pelas interferências do homem na floresta. Entre elas, estão a alternância do ritmo de chuvas e do curso do rio.</p>
<p dir="ltr">A percepção dos ribeirinhos tem sustentação científica: se uma área próxima do rio é desmatada, a erosão aumenta e a dinâmica hidrográfica é afetada. “Com mais assoreamento, a cheia do rio fica maior”, explica Wagner. Isso afeta seriamente a vida dos moradores. “Algumas comunidades têm áreas mais altas para se deslocar durante a cheia, mas outras não. Então uma das consequências do desmatamento pode ser a água avançando e chegando na porta da casa das pessoas”, diz. Mas há outras. Se a cheia aumenta, explica, as águas do rio perdem velocidade e força. “Isso pode afetar, por exemplo, a pesca”.</p>
<p dir="ltr">As comunidades vivem de ciclos econômicos de aproximadamente três meses. Além da pesca, estão entre as atividades a coleta de açaí e cupuaçu e a produção de mandioca (que inclui períodos de colheita e de produção de farinha). “É um trabalho permanente, de produção e coleta do que a natureza oferece”, explica Wagner. “É importante ressaltar que eles não devastam a floresta para isso. O cultivo de mandioca é feito em pequenas roças, e a coleta respeita os ciclos da natureza sem afetar sua biodiversidade”.</p>
<p dir="ltr">As queixas da população local são principalmente em relação às condições de infraestrutura de saúde e educação. Só há um hospital na região, o da vila de Santa Maria de Boiaçu. O deslocamento de lancha entre uma comunidade e o hospital leva, aproximadamente, de 4 a 6 horas. Mas nem todas comunidades têm veículos com motor à disposição.</p>
<p dir="ltr">O mesmo problema se aplica à educação: algumas comunidades só têm o ensino até o 5º ano. A partir daí, é necessário se deslocar até outro ponto. “Algumas crianças levam de 2 a 3 horas remando para ir para a escola”, conta Wagner. Quando se trata do ensino médio, só há escolas em Santa Maria de Boiaçu. “Nesse caso, o adolescente precisa deixar a sua casa e família para morar em outro lugar. Isso acarreta uma série de custos para os pais”, explica. “Muitas vezes, o primeiro e talvez o segundo filho vão estudar, mas se há outros na família, os pais não conseguem pagar para todos”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Especialistas</strong></p>
<p dir="ltr">Cada um dos quatro expositores abordará um aspecto específico sobre a situação dessas comunidades. Especialista em questões de gênero, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-das-gracas-silva-nascimento-silva" class="external-link">Maria das Graças Silva Nascimento Silva</a> (UNIR) dedicou-se na viagem à situação das mulheres, entendendo, por exemplo, quais são as questões de saúde enfrentadas por moradores jovens e idosas nestas regiões.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-tolrino-de-rezende-veras" class="external-link">Antonio Tolrino de Rezende Veras</a> (UFRR), especialista em organização territorial, pretende propor um plano de ação para salvaguardar o estilo de vida dessas comunidades — garantindo, por exemplo, a continuidade do modelo econômico por ciclos.</p>
<p dir="ltr">O impacto causado pelas hidrelétricas em comunidades tradicionais e indígenas na região amazônica será abordada por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-madalena-de-aguiar-cavalcante" class="external-link">Maria Madalena de Aguiar Cavalcante</a> (UNIR). Em Rondônia, por exemplo, duas usinas foram inauguradas na última década: a de Jirau e a de Santo Antônio. Nesses casos, o principal impacto é a perda da terra — em alguns casos com indenização, e em outros com uma realocação que não permite o mesmo estilo de vida que a população tinha antes.</p>
<p dir="ltr">Finalmente, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/josue-da-costa-silva" class="external-link">Josué da Costa Silva</a> (UNIR) se dedica a estudar o modo de vida dessas comunidades, baseado em uma premissa de viver em consonância com o ritmo da natureza, e ao mesmo tempo buscar ser feliz e contemplar necessidades de lazer e bem-estar.</p>
<hr />
<p><i><strong>Amazônia: Povos e Projetos</strong><br />2 de setembro, 9h<br />Auditório do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto ao público (mediante <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdtNUbNe6iQhbxlZm0MI-tj3eZ9BZygHy-HRCEdvLYbJ8_H8A/viewform">inscrição prévia</a>) - Para assistir à transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever<br />Mais informações: com Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/amazonia-povos-e-projetos" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Wagner Costa Ribeiro</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-08-23T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/foz-do-amazonas">
    <title>Seminário apresenta pesquisas sobre o funcionamento e conservação da foz do Amazonas </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/foz-do-amazonas</link>
    <description>O segundo seminário do ciclo "A Foz do Amazonas: Pesquisas, Conservação e Futuro" será realizado no dia no 10 de outubro, das 8h30 às 18h, na Sala Alfredo Bosi do IEA".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/praia-de-cajuuna-ilha-de-marajo/image" alt="Praia de Cajuuna, Ilha de Marajó" title="Praia de Cajuuna, Ilha de Marajó" height="525" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Praia de Cajuuna, Ilha de Marajó</dd>
</dl></p>
<p>Os estudos consolidados sobre a foz do rio Amazonas, região de grande interesse socioambiental e visada para a exploração de petróleo em águas profundas, serão discutidos no segundo seminário do ciclo "<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/foz-amazonas2" class="external-link">A Foz do Amazonas: Pesquisas, Conservação e Futuro</a>", no dia no 10 de outubro, das 9h às 18h.</p>
<p>O encontro reunirá pesquisadores e representantes de órgãos governamentais, organizações não governamentais da área ambiental, comunidades tradicionais e empresariado [veja <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-apresenta-pesquisa-sobre-o-funcionamento-e-conservacao-da-foz-do-amazonas#programacao" class="external-link">programação</a> abaixo].</p>
<p>Aberto ao público e gratuito, o seminário ocorrerá na Sala Alfredo Bosi do IEA (Rua da Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, São Paulo) e terá transmissão <a class="external-link" href="http://Será nesse conceito que o Segundo Seminário “A Foz do Amazonas Pesquisas, Conservação e Futuro&quot; pretende ampliar entendimentos  de governança para a criação de um  corredor de conservação e desenvolvimento sustentável de expressão mundial, integrando a Amazônia Verde, a Amazônia Azul (manguezal, sistema recifal) e o Alto Mar (BBNJ) tendo como meta promover o aprofundamento da pesquisa científica dessa área e a proteção efetiva e sustentável desses ecossistema marinhos para garantir uma visão de conjunto compartilhada como alicerce  da economia do mar privilegiando a prosperidade equitativa junto às comunidades tradicionais ao mesmo tempo em que novos arranjos produtivos e econômicos devam ser estimulados.">ao vivo</a> pela internet.</p>
<p>Assim como no primeiro seminário, realizado no dia 23 de maio no <a href="https://www.gov.br/museugoeldi/pt-br" target="_blank">Museu Paraense Emílio Goeldi</a>, parceiro do IEA na iniciativa, o objetivo é conectar e aproximar os grupos e profissionais que atuam na região da foz do rio Amazonas de forma a "otimizar os conhecimentos sobre o funcionamento e a conservação da área buscando medidas que possam garantir o desenvolvimento sustentável desse amplo espaço", segundo os organizadores.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/foz-do-rio-amazonas" alt="Foz do rio Amazonas" class="image-left" title="Foz do rio Amazonas" /></p>
<p>Com isso, esperam ampliar os entendimentos de governança para a criação de um corredor de conservação e desenvolvimento sustentável de expressão mundial, integrando a Amazônia Verde, a <a class="external-link" href="https://www.marinha.mil.br/secirm/pt-br/amazoniaazul">Amazônia Azul</a> (manguezais, sistema recifal) e o Alto Mar (<a class="external-link" href="https://www.un.org/bbnjagreement/en">Acordo BBNJ</a>).</p>
<p>A meta é promover o aprofundamento da pesquisa científica da área e a proteção efetiva e sustentável de seus ecossistemas marinhos, de forma "a garantir uma visão de conjunto compartilhada como alicerce da economia do mar". Os organizadores ressaltam que essa visão deve privilegiar a prosperidade equitativa das comunidades tradicionais e, simultaneamente, estimular novos arranjos produtivos e econômicos.</p>
<p>Serão apresentados estudos já desenvolvidos sobre a diversidade biótica do estuário, as populações tradicionais, as ocupações humanas, formas de uso do território, estudos visando sua proteção e cenários futuros para a região. As exposições serão divididas em três painéis:</p>
<ul>
<li>Estado da Arte da Foz do Amazonas: Vulnerabilidades do Território: Social, Econômica e Ambiental - Governança e Ciência;</li>
<li>Visões de Futuro para a Foz do Amazonas: Social, Econômica e Ambiental - Governança e Ciência.</li>
<li>Definição de uma Estratégia de Desenvolvimento Sustentável e de um Sistema de Áreas Protegidas para a Foz do Amazonas</li>
</ul>
<p>Depois dos painéis, haverá uma sessão sobre os próximos passos no debate sobre as questões relacionadas com o meio físico, biótico, uso dos recursos naturais, sociobiodiversidade e áreas protegidas da região.</p>
<h3><a name="programacao"></a>Programação</h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td scope="col">
<p><b>9h</b></p>
</td>
<td scope="col">
<p><b>Abertura</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mauro-pires" class="external-link">Mauro Pires</a> (presidente do ICMBio)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/taisa-mara-morais-mendonca" class="external-link">Taísa Mara   Moraes Mendonça</a> (secretária de Meio Ambiente do Amapá)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raul-protazio-romao" class="external-link">Raul Protázio Romão</a> (secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará)</li>
<li><a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Candido_Bracher" target="_blank">Candido Bracher</a> (Itaú Unibanco; representante do empresariado)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-gabas">Nilson Gabas</a> (diretor   do Museu Paraense Emílio Goeldi, MPEG)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes">Roseli   de Deus Lopes</a> (diretora do IEA)</li>
</ul>
<p><b>Apresentador:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-pedro-de-oliveira-costa">José   Pedro de Oliveira Costa</a> (IEA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="75">
<p><b>9h30</b></p>
</td>
<td width="491">
<p><b>Estado da Arte da Foz do Amazonas - Vulnerabilidades   do Território: Social, Econômica e Ambiental - Governança e Ciência</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/nils-edvin-asp-neto" class="external-link">Nils Édwin Asp Neto</a> (UFPA)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sandra-regina-pereira-goncalves" class="external-link">Sandra Regina Pereira Gonçalves</a> (Confrem; comunidades tradicionais)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cleverson-dos-santos" class="external-link">Cleverson dos Santos</a> (Museu Paraense Emílio Goeldi)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-costa-vaz-dos-santos" class="external-link">Marcio Costa Vaz dos Santos</a> (UFMA)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/ellivelton-de-carvalho" class="external-link">Ellivelton de Carvalho da Cunha</a> (Ideflor-Bio)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/euryandro-ribeiro-costa" class="external-link">Euryandro Ribeiro Costa</a> (Secretaria de Meio Ambiente do Amapá)</li>
</ul>
<p><b>Moderador:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra">Alexander   Turra</a> (IEA e IO-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="75">
<p><b>10h50</b></p>
</td>
<td width="491">
<p><b>Intervalo</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="75">
<p><b>11h10</b></p>
</td>
<td width="491">
<p><b>Visões de Futuro para a Foz do Amazonas: Social, Econômica e Ambiental - Governança e Ciência</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos   Buckeridge</a> (IEA e IB-USP)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andrea-coelho" class="external-link">Andréa   Coelho</a> (SEMAS Pará)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alberto-akama">Alberto Akama</a> (Museu Paraense Emílio Goeldi)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rita-mesquita" class="external-link">Rita Mesquita</a> (SBio-MMA)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jakeline-pereira">Jakeline Pereira</a> (Imazon)</li>
</ul>
<p><b>Moderador: </b><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-artaxo">Paulo Artaxo</a> (IEA e IF-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="75">
<p><b>12h30</b></p>
</td>
<td width="491">
<p><b>Intervalo</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="75">
<p><b>14h30</b></p>
</td>
<td width="491">
<p><b>Definição de uma Estratégia de Desenvolvimento   Sustentável e de um Sistema de Áreas Protegidas para a Foz do Amazonas</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-leite-prates">Ana   Paula Prates</a> (Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/iara-vasco-ferreira">Iara   Vasco Ferreira</a> (ICMBio)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marlucia-martins" class="external-link">Marlucia Martins</a> (Museu Paraense Emílio Goeldi)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-tavares-paes">Eduardo Tavares Paes</a> (UFRA)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-artaxo" class="external-link">Paulo Artaxo</a> (IEA e IF-USP)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ronaldo-francini" class="external-link">Ronaldo   Francini Filho</a> (CEBIMar-USP)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra">Alexander Turra</a> (IEA e IO-USP)</li>
</ul>
<p><b>Moderador:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-pedro-de-oliveira-costa">José Pedro de Oliveira Costa</a> (IEA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="75">
<p><b>16h</b></p>
</td>
<td width="491">
<p><b>Intervalo</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><b>16h20</b></td>
<td><b>Comentários</b></td>
</tr>
<tr>
<td width="75">
<p><b>17h</b></p>
</td>
<td width="491">
<p><b>Próximos Passos</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alberto-akama">Alberto Akama</a> (Museu Paraense Emílio Goeldi)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra">Alexander Turra</a> (Cátedra Unesco para Sustentabilidade do   Oceano do IEA e do IO USP)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-pedro-de-oliveira-costa">José Pedro de Oliveira Costa</a> (IEA)</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="75">
<p><b>17h30</b></p>
</td>
<td width="491">
<p><b>Encerramento</b></p>
<ul>
<li><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-feldmann">Fábio Feldmann</a> (consultor do Centro Brasil no   Clima)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-paulo-ribeiro-capobianco">João Paulo Capobianco</a><span> (secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática)</span></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-gabas-junior" class="external-link">Nilson Gabas Junior</a><span> </span>(presidente do <span>Museu Paraense Emílio Goeldi)</span></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes">Roseli de Deus Lopes</a> (diretora do IEA)</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Fotos (a partir do alto): Pedro Peron/Wikimedia e Lauren Dauphin/Nasa Earth Observatory</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agenda 2030</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociobiodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-09-30T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-causas-e-impactos-das-mudancas-climaticas-em-sao-paulo-propondo-solucoes">
    <title>Seminário apresenta causas, impactos e soluções para as mudanças climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-causas-e-impactos-das-mudancas-climaticas-em-sao-paulo-propondo-solucoes</link>
    <description>Seminário acontece de 14 a 16 de outubro, na biblioteca Brasiliana, na Cidade Universitária. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os impactos das mudanças climáticas no estado de São Paulo serão discutidos por especialistas nacionais e internacionais no seminário <i>Mudanças Climáticas em São Paulo: Causas, Impactos e Soluções</i>, que acontece <strong>de 14 a 16 de outubro, das 9h às 17h</strong>, no auditório da biblioteca Brasiliana  Guita e José Mindlin, na Cidade Universitária, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA.</p>
<p>O encontro, promovido pela Aciesp (Academia de Ciências do Estado de São Paulo), pelo Instituto de Biociências da USP, e pelo Incline (Interdisciplinary Climate Investigation Center) da USP, com apoio do IEA, será dividido em painéis temáticos: Água, 21ª Conferência das Partes (COP-21), Biodiversidade, Cidades e Saúde, e Políticas Públicas. Pesquisadores da USP e jornalistas da área de ciências farão a mediação das discussões.</p>
<p>No final da tarde do último dia haverá a posse dos novos membros da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp).</p>
<p>Para participar, é necessário realizar inscrição neste endereço: <a href="http://goo.gl/forms/lm5E7l2fKn">http://goo.gl/forms/lm5E7l2fKn</a></p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p><strong>14/10 (manhã) </strong></p>
<p>Moderador: Marcos Buckeridge (presidente da Aciesp e professor do Instituto de Biociências-USP)<br /><span>9h Credenciamento<br /></span><span><strong>Sessão de abertura</strong><br /></span><span>9h30 Reitor Marco Antonio Zago (USP)<br /></span><span>9h40 José Eduardo Krieger (Pró-Reitor de Pesquisa da USP)<br /></span><span>9h50 Gilberto Xavier (Diretor do Instituto de Biociências da USP)<br /></span><span>10h Marcos Buckeridge <br /></span><span>10h30 – 12h <strong>Impactos das MCG na cidade de São Paulo</strong><br /></span><span>Com Jose Antonio Marengo Orsini (INPE)</span></p>
<p><strong>14/10 (tarde)</strong></p>
<p>Moderador: Herton Scobar (Jornal O Estado de S. Paulo)<br /><strong>Painel I – Água<br /></strong><span>14h <strong>A seca de 2014 nos mananciais do Sistema Cantareira</strong><br /></span><span>Com Humberto Ribeiro da Rocha (IAG/USP)<br /></span><span>14h30 <strong>Água e Agricultura- Os Novos Desafios</strong><br /></span><span>Orivaldo Brunini (IAC)<br /></span><span>15h <strong>Direito humano à água: escassez relativa e desafios de aplicação</strong><br /></span><span>Wagner Costa Ribeiro (FFLCH/USP e IEA)<br /></span><span>15h30 Intervalo<br /></span><span>15h50 Perguntas e debates</span></p>
<p><strong>15/10 (manhã)</strong></p>
<p>Moderador: Tércio Ambrizzi (IAG/USP)<br /><span><strong>Painel II – COP 21</strong><br /></span><span>9h <strong>A COP21 e a ciência das mudanças climáticas globais</strong><br /></span><span>Com Paulo Eduardo Artaxo Netto (IF/USP)<br /></span><span>9h30 <strong>Bioenergia como estratégia de mitigação de gases do efeito estufa e sua contribuição para o desenvolvimento sustentável</strong><br /></span><span>Com Glaucia Mendes Souza (IQ/USP)<br /></span><span>10h – 12h Perguntas e debates</span></p>
<p><strong>15/10 (tarde)</strong></p>
<p>Moderador: Marcos Pivetta (Revista Pesquisa FAPESP)<br /><span><strong>Painel III – Biodiversidade</strong><br /></span><span>14h <strong>MCG e biodiversidade: Introdução ao problema</strong><br /></span><span>Com Carlos A. Navas Iannini (IB/USP)<br /></span><span>14h30 <strong>The sixth mass extinction is underway: the reptile and amphibian biodiversity crisis</strong><br /></span><span>Barry Sinervo (University of California)<br /></span><span>15h30 Intervalo<br /></span><span>15h50 Perguntas e debates</span></p>
<p><strong>16/10 (manhã)</strong></p>
<p>Moderador: Eduardo Geraque (Jornal Folha de S. Paulo)<br /><span><strong>Painel IV – Cidades e Saúde</strong><br /></span><span>9h<strong> Impactos das MCG na cidade do México</strong><br /></span><span>Com Víctor Orlando Magaña Rueda (UNAM)<br /></span><span>9h40 <strong>MCG e seus efeitos na saúde dos cidadãos paulistas</strong><br /></span><span>Com Paulo Hilário Nascimento Saldiva (vice-diretor do IEA e FM/USP)<br /></span><span>10h20 <strong>O uso de Jogos de Computador para aumentar a conscientização sobre as Mudanças no Clima e as Doenças Tropicais Negligenciadas</strong><br /></span><span>Com Manuel Cesário (Academia Magdalena)<br /></span><span>11h – 12h Perguntas e debates</span></p>
<p><strong>16/10 (tarde)</strong></p>
<p>Moderador: Pedro Roberto Jacobi (IEA e IEE/USP)<br /><span><strong>Painel V – Políticas públicas</strong><br /></span><span>14h <strong>Revisando as políticas públicas para lidar com a crise hídricas em um cenário de mudanças climáticas</strong><br /></span><span>Com Pedro Roberto Jacobi (IEA e IEE/USP)<br /></span><span>14h20 Patrícia Faga Iglecias Lemos (Secretária de Estado do Meio Ambiente de São Paulo)<br /></span><span>14h40 <strong>Science Diplomacy: Communicating Science in Society</strong><br /></span><span>Com Julia Knights (Director Science Innovation Network, British Embassy, Brazil)<br /></span><span>15h – 16h Perguntas e debates<br />16h15 - 17h15 <span><strong>Mudanças Climáticas e o Sistema Terrestre</strong><br /></span></span><span>Com Carlos Afonso Nobre</span></p>
<p><strong>Cerimônia de posse dos novos membros da Aciesp</strong><br />Abertura<br />17h30 - <span>José Goldemberg (</span><span>Presidente da FAPESP/USP)<br />18h -<strong> </strong></span><span>Carlos Henrique de Brito Cruz (</span><span>Diretor Cientifico da Fapesp/Unicamp) - <i>a confirmar</i><br />18h30 - José Eduardo Krieger (ex-presidente da Aciesp)<br />18h45 - </span><span>Marcos Buckeridge (presidente da Aciesp e professor do Instituto de Biociências-USP)</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><strong>Mudanças Climáticas em São Paulo: Causas, Impactos e Soluções</strong><br /><i>Dias 14, 15 e 16 de outubro, das 9h às 17h<br /><span>Auditório István Jancsó, da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Rua da Biblioteca, s/n, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, com <a class="external-link" href="http://goo.gl/forms/lm5E7l2fKn">inscrições prévias</a>.</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-30T21:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-a-interdisciplinaridade-nas-ciencias-do-mar-sob-a-otica-da-ciencia-pos-normal">
    <title>Seminário aborda interdisciplinaridade nas ciências do mar sob a ótica da ciência pós-normal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-a-interdisciplinaridade-nas-ciencias-do-mar-sob-a-otica-da-ciencia-pos-normal</link>
    <description>O X Seminário de Manejo Integrado - Interdisciplinaridade nas Ciências do Mar: Construindo uma Ciência Pós-Normal acontece no Instituto Oceanográfico (IO) no dia 3 de junho, às 14h, no Auditório Prof. Dr. Plinio Soares Moreira.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Instituto Oceanográfico (IO) da USP realiza no <strong>dia 3 de junho</strong> o <b><i>10º</i></b><i><b> </b>Seminário de Manejo Integrado - Interdisciplinaridade nas Ciências do Mar: Construindo uma Ciência Pós-Normal</i>. O evento, que tem apoio do IEA por meio do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, acontece <strong>a partir das 14h</strong> no Auditório Prof. Dr. Plinio Soares Moreira do IO. Para participar, é necessário realizar <a class="external-link" href="http://www.oceanosesociedade.io.usp.br/index.php/x-seminario-de-manejo/inscricao2016">inscrição prévia</a>.</p>
<p>O objetivo do seminário é provocar uma reflexão e discussão sobre a interdisciplinaridade nas ciências do mar sob a ótica da ciência pós-normal, um novo paradigma que vem se consolidando para lidar com problemas complexos como aqueles enfrentados nos oceanos e zonas costeiras.</p>
<p>Segundo os organizadores, a Gestão Integrada (GI) é entendida como um processo integrador, inclusivo, participativo, adaptável e cíclico, que visa a promover o desenvolvimento sustentável e a conservação ambiental. A GI precisa levar em conta as diferentes fontes de conhecimento, envolvendo necessariamente uma perspectiva pluralista e interdisciplinar.</p>
<p>Eles argumentam, no entanto, que a ciência tradicional reducionista, ou ciência normal, não é capaz de lidar com a complexidade e a incerteza dos problemas ambientais atuais existentes nos oceanos e zonas costeiras. Por isso, novas abordagens estão se movendo para o chamado paradigma da ciência pós-normal, que pode ser entendido como uma estratégia de resolução de problemas com foco no desenvolvimento de processos de integração, numa perspectiva interdisciplinar e transdisciplinar.</p>
<p>Nesta edição do seminário, os organizadores esperam estimular a participação e o envolvimento de estudantes de graduação e pós-graduação nos debates sobre a interdisciplinaridade nas ciências do mar, o paradigma da ciência pós-normal e os desafios da integração entre política e ciência, no contexto da GI.</p>
<h3>Programação:</h3>
<p><strong>13h</strong> – Inscrições</p>
<p><strong>14h</strong> – Abertura</p>
<p><strong>14h30 – 17h30</strong></p>
<p>Mesa redonda – Interdisciplinaridade nas Ciências do Mar: Construindo uma Ciência Pós-Normal</p>
<p>Moderação: Alexander Turra (IEA-USP)</p>
<p>Relatoria: Natália de Miranda Grilli</p>
<p><strong>14h30 – 14h50</strong>: A Interdisciplinaridade nas Ciências Ambientais</p>
<p>Palestrante: Pedro Roberto Jacobi (PROCAM/IEE/IEA/USP)</p>
<p><strong>14h50 – 15h10</strong>: Ciência Pós-Normal: Novos Rumos no Enfrentamento de Problemas Complexos</p>
<p>Palestrante: Leandro Luiz Giatti (FSP/USP)</p>
<p><strong>15h10 – 15h30</strong>: Instituições de Ensino e Pesquisa e Gestão de UCs: Possibilidade de Integração Ciência e Gestão</p>
<p>Palestrante: Luciana Y. Xavier (IO/USP)</p>
<p><strong>15h30 – 15h50</strong>: Dificuldades e Desafios da Integração entre Políticas, Tomada de Decisão e Ciência</p>
<p>Palestrante: Lucila Pinsard Vianna (APAMLN/SP)</p>
<p><strong>15h50 – 16h20</strong>: A Experiência do Projeto Biota-Araçá: Subsídios Metodológicos</p>
<p>Palestrante: Claudia Santos (IO/USP)</p>
<p><strong>16h20 – 16h35</strong>: Intervalo</p>
<p><strong>16h35 – 17h30</strong>: Abertura para perguntas e debate com os participantes</p>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong><i>10º Seminário de Manejo Integrado - Interdisciplinaridade nas Ciências do Mar: Construindo uma Ciência Pós-Normal</i></strong><br /><i>3 de junho, das 14h às 17h30<br /></i><i><span>Auditório Prof. Dr. Plinio Soares Moreira</span>, <span style="text-align: justify; ">Instituto Oceanográfico, Praça do Oceanográfico, 191,</span> Butantã, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com <a class="external-link" href="http://www.oceanosesociedade.io.usp.br/index.php/x-seminario-de-manejo/inscricao2016">inscrição prévia</a><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1uba102S-TC_HcqWXweisVk20zprygqx9aa60oOrsUFQ/viewform?c=0&amp;w=1" target="_blank"><br /></a>Informações: <a class="mail-link" href="mailto:caiua.peres@usp.br">caiua.peres@usp.br</a> <br /></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-20T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/saude-planetaria-na-america-latina">
    <title>Saúde Planetária na América Latina: Hora de Agir!</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/saude-planetaria-na-america-latina</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Como construir pontes e redes de relacionamento em torno do conceito de Saúde Planetária para além das fronteiras geográficas e das barreiras culturais? Essa será uma das questões que vão nortear os debates do seminário “<strong>Saúde Planetária na América Latina: hora de agir!</strong>”.</p>
<p>O conceito de Saúde Planetária engloba temas como Covid-19 e crise climática; reúne, em sua essência, questões relativas à proteção à saúde e ao bem-estar humanos alinhada com a proteção aos sistemas naturais da Terra.</p>
<p>Vamos debater sobre sindemias e sistemas de saúde; relações dos ecossistemas marinhos e humanos; sistemas alimentares e muito mais. Haverá ainda o lançamento do Programa Embaixadores Brasil e do Clube dos Estudantes em Saúde Planetária, bem como apresentação dos trabalhos selecionados.</p>
<p>Este evento é preparatório do<a class="external-link" href="http://saudeplanetaria.iea.usp.br/pt/planetaryhealth2021/"> Planetary Health Annual Meeting 2021</a>, conferência internacional que será realizada pela primeira vez no Brasil, sediada na USP, entre 25 e 30 de abril de 2021.</p>
<h3>Transmissão:</h3>
<p><strong>Pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/saudeplanetaria">canal do youtube do Saúde Planetária</a>.</strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-08T18:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/sao-paulo-school-of-advanced-science-on-ocean-interdisciplinary-research-and-governance-13-a-22-de-agosto-de-2018">
    <title>São Paulo School of Advanced Science on Ocean Interdisciplinary Research and Governance - 13 a 22 de agosto de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/sao-paulo-school-of-advanced-science-on-ocean-interdisciplinary-research-and-governance-13-a-22-de-agosto-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-13T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sao-paulo-school-of-advanced-science-on-ocean">
    <title>São Paulo School of Advanced Science on Ocean Interdisciplinary  Research and Governance</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sao-paulo-school-of-advanced-science-on-ocean</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Dada a complexidade dos desafios ambientais atuais, como a mudança climática e a conservação e governança da biodiversidade, a abordagem interdisciplinar da ciência ganhou maior conscientização e uso na comunidade científica global. </span></p>
<p><span></span><span>Paralelamente, a sustentabilidade dos oceanos é um tema preocupante e muitas vezes abordado em fóruns internacionais. Essas discussões enfatizam a necessidade de promover a governança dos oceanos, juntamente com uma maior compreensão dos processos oceanográficos. </span></p>
<p><span>A ciência oceânica, no entanto, ainda é fragmentada e muitos cientistas carecem de treinamento para entender e aplicar abordagens interdisciplinares e integradas em suas pesquisas para apoiar a tomada de decisões. </span></p>
<p><span>Essa falta de treinamento criou uma forte demanda para a promoção da interdisciplinaridade na pesquisa sobre os oceanos e uma colaboração mais efetiva entre as ciências naturais e sociais, o conhecimento local e as políticas públicas.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-15T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/russell-mittermeier-faz-conferencia-sobre-a-conservacao-da-biodiversidade-no-brasil-1">
    <title>Russell Mittermeier faz conferência sobre a conservação da biodiversidade no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/russell-mittermeier-faz-conferencia-sobre-a-conservacao-da-biodiversidade-no-brasil-1</link>
    <description>O primatologista norte-americano Russell Mittermeier, presidente da organização ambientalista Conservation International (CI) faz a conferência "Conservação da Biodiversidade no Brasil: Histórico, Papel no Presente e Visão de Futuro" no dia 6 de outubro, quinta-feira, às 16h, na Sala de Eventos do IEA. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">De acordo com o  primatologista norte-americano Russell Mittermeier,  presidente da organização  ambientalista Conservation International  (CI), o Brasil é responsável por 70%  das áreas do planeta que passaram a  ser protegidas nos últimos oito anos. Acrescenta  que esse e outros  recordes e inovações feitos pelo país têm sido possíveis  graças a uma  "forte e já longa tradição conservacionista construída por alguns   visionários e que, rapidamente, ganhou corações e mentes do povo  brasileiro".</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mittermeier.jpg/image" alt="mittermeier.jpg" title="mittermeier.jpg" height="144" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">Russell Mittermeier</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">A partir do  caso dos primatas e da primatologia  brasileiros, Mittermeier apresentará parte  dessa história na  conferência "Conservação da Biodiversidade no Brasil:  Histórico, Papel  no Presente e Visão de Futuro" no dia 6 de outubro,  quinta-feira, às  16h, na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em paralelo a  esse histórico, ele fará uma reflexão sobre o momento  atual do Brasil no  cenário</p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2011/conservacao-da-biodiversidade-no-brasil-historico-papel-no-presente-e-visao-do-futuro-1" class="external-link">Vídeo</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2011/conserva" class="external-link">Fotos</a> do evento.</li>
</ul>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">mundial em relação a temas ambientais, a  atuação do país quanto às convenções  internacionais e o papel de  liderança a ser cumprido, especialmente a partir da  Rio+20.  Também  defenderá a tese da  vocação do Brasil para ser a primeira superpotência  verde do planeta, tendo  como referência o exame do potencial papel do  Estado de São Paulo no  cumprimento dessa vocação.</p>
<p style="text-align: justify; ">Doutor em antropologia biológica pela  Universidade Harvard, EUA,  Mittermeier tornou-se primatologista e  herpetologista. É presidente da  CI desde 1989 e autor de mais de 400 artigos  científicos e de  divulgação científica, além de 15 livros. Viajou por mais de  cem países  e conduziu pesquisas de campo em mais de 20 deles. Muito dessas   pesquisas foram realizadas Suriname, Madagáscar e no Brasil (Amazônia e  Mata  Atlântica).</p>
<p style="text-align: justify; ">Em paralelo ao trabalho de presidente da CI,  Mittermeier atua em  funções de destaque em outras instituições: dirige o  Grupo de Especialistas em  Primatas da Comissão de Sobrevivência de  Espécies da União Internacional para a  Conservação da Natureza (IUCS); é  professor adjunto da Universidade de Nova  York há 20 anos; presidente  da Fundação de Biodiversidade Margo Marsh desde  1996; atua como  especialista em grandes macacos no Programa Ambiental das  Nações  Unidas; e em 2004 foi eleito conselheiro regional para a América do   Norte e Caribe da IUCS.</p>
<p style="text-align: justify; ">O evento é organizado  pelo Grupo de Pesquisa Amazônia em  Transformação: História e Perspectivas. O  coordenador da atividade será  o José Pedro de Oliveira Costa, integrante do grupo de  pesquisa do IEA  e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da  USP.</p>
<p style="text-align: justify; "><span style="text-align: -webkit-center; "><b>METAS DE NAGOYA</b></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="text-align: left; ">Além de proferir conferência no IEA, Mittermeier participa, também no dia 6 de outubro, da mesa-redonda "Biodiversidade e Metas de Nagoya", no "2º Fórum de Cooperação Internacional — São Paulo: Protagonismo em Biodiversidade", que se realiza a partir das 9h no Palácio dos Bandeirantes, Av. Morumbi, 4.500, São Paulo. </span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">FOTO: Conservation International</span></p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><b><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2011/conservacao-da-biodiversidade-no-brasil-historico-papel-no-presente-e-visao-do-futuro-1" class="external-link"></a></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-09-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-112-amazonia-e-antropoceno">
    <title>Revista "Estudos Avançados" apresenta a contraposição dos povos da Amazônia ao Antropoceno</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-112-amazonia-e-antropoceno</link>
    <description>Edição 112 da revista Estudos Avançados, lançada este mês, traz o dossiê "A Amazônia contra o Antropoceno", com 10 artigos. Outras seções tratam de mudanças climáticas, do filósofo Hans Jonas e de temas relacionados à cidade de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-112" alt="Capa da revista Estudos Avançados 112" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 112" /></p>
<p>Os estudos e ensaios do dossiê "<a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n112/">A Amazônia contra o Antropoceno</a>" da edição 112 da revista "Estudos Avançados", lançada este mês, "evidenciam a complexidade das relações entre natureza e cultura e destacam as vozes daqueles frequentemente silenciados em narrativas coloniais e oficiais", segundo o editor da publicação, o sociólogo Sérgio Adorno, conselheiro do IEA. Os artigos estão disponíveis para download gratuito na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n112/">SciELO</a>.</p>
<p>"Cenários recorrentes de espoliação territorial dos povos indígenas, quilombolas, dos povos e comunidades tradicionais têm estimulado a busca de uma identidade política comum e a implementação de ações voltadas para a conservação ambiental e para a defesa dos direitos coletivos do território, o que leva à formulação de uma arqueologia de resistência no Antropoceno", afirma.</p>
<p><strong>Coexistência</strong></p>
<p>Com dez trabalhos de autoria de pesquisadores de universidades e instituto brasileiros e estrangeiros, a maioria de instituições do Pará e do Amazonas, o dossiê inicia com o artigo “Amazônia em simbiose: marcas de humanidades que enfrentam o Antropoceno”, de um antropólogo e três arqueólogos da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), que propõem uma discussão crítica sobre algumas definições do Antropoceno. De acordo com eles, as marcas indígenas na floresta amazônica são resultado de formas de coexistências entre os humanos e a paisagem que contrastam com as novas marcas do Antropoceno.</p>
<p>“Se as aldeias, terreiros, caminhos, roças e demais lugares promovidos pelos povos amazônicos projetam conexões entre espécies, coletivos humanos, formas políticas, línguas, tecnologias e cosmovisões em fluxos de interação constante, as iniciativas ocidentais desenvolvem desconexões entre pessoas, territórios, culturas, e interrompem múltiplos fluxos interespécies.”</p>
<p>No entanto, eles destacam que os critérios de identificação do Antropoceno estão sendo construídos a partir de parâmetros excepcionalistas e universalistas, ao passo que “a ‘terra-floresta’ não emerge como um lugar passivo” onde incidem os impactos da nova época geológica. “Fazendo valer a sua diferença nos modos de habitar a terra, humanos e mais-que-humanos na Amazônia enfrentam o Antropoceno.”</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
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<td>
<h3><i>Versões da edição</i></h3>
<p><i>A versão online (gratuita) da edição 112 da revista Estudos Avançados está na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n112/" target="_blank">Scientific Eletronic Library Online (SciELO)</a>. A versão impressa estará à venda em breve por R$ 40,00. Os interessados em comprar/reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual (três edições por R$ 100,00) devem enviar mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A tese é reforçada no texto seguinte, “Arqueologia dos povos da floresta”, de outros dois pesquisadores da Ufopa. Para eles, o Antropoceno, entendido a partir do mercantilismo e colonialismo ou da emergência do Capitalismo industrial, tem sido possibilitado pela “espoliação de territórios tradicionalmente ocupados, transformados em locais de extração de matérias-primas e força de trabalho. Portanto, as resistências contracoloniais dos povos da floresta, através da defesa de seus territórios e modos de vida, são exemplos de uma ‘Amazônia contra o Antropoceno’”.</p>
<p>Os autores afirmam que a arqueologia, ao trazer entendimento histórico a partir dos vestígios materiais, “apresenta-se como uma poderosa ferramenta para contar a história desses povos, a qual “sempre foi escrita a partir de documentos produzidos por pessoas externas”. No artigo, procuram demonstrar que a Amazônia é uma teia de interações socioecológicas, como resultado da domesticação de paisagens e de populações de espécies.</p>
<p><strong>Paisagens</strong></p>
<p>A domesticação das paisagens é justamente o tema de artigo de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), Instituto Juruá e Unicamp. Eles comentam que na imaginação popular a Amazônia é um bioma natural, o que “nega a existência e agência dos povos indígenas, que chegaram há pelo menos 13 mil anos”. Esse mito da virgindade da floresta acaba tendo reflexos em políticas públicas de conservação e desenvolvimento regional, observam.</p>
<p>Os pesquisadores explicam que os povos indígenas combinam horticultura e domesticação de paisagens, bem como sedentarismo e mobilidade. Segundo eles, é amplamente aceita a hipótese de que as paisagens mais intensamente domesticadas são mais comuns onde as populações indígenas foram maiores, ao longo dos rios, por exemplo.</p>
<p>Quanto ao debate sobre a domesticação nas áreas entre rios, afirmam que a objeção a que isso tenha acontecido deve-se à falta de evidências nessas regiões, pelo fato de os estudos serem feitos sobretudo em áreas próximas a grandes rios devido à facilidade de acesso, além da suposição que povos com alta mobilidade não domesticaram paisagens intensamente, tese que eles demonstram no artigo ser um erro.</p>
<p><strong>Produção alimentar</strong></p>
<p>O dossiê também trata de aspectos específicos das culturas indígenas, como as técnicas de produção alimentar. O tema é abordado em texto de antropólogos da Ufam e da UFSC. Construída ao longo do tempo e conectada às formulações cosmológicas, a riqueza de técnicas de preparo e consumo de alimentos “foi e é empregada nas transformações de plantas de modo amplo, cultivadas ou não, domesticadas ou silvestres, da agricultura ou da coleta, nativas ou exóticas, da roça, da floresta ou da capoeira”, dizem.</p>
<p>O estudo trata de três espécies vegetais (açaí, batata mairá e umari), observando os modos de obtenção de ingredientes fundamentais (a goma e a massa) ou a alteração do estado da matéria vegetal (defumação, fermentação). Compreendidos “como uma cosmotécnica, os modos de transformar os vegetais são um exemplo cabal de práticas antiantropocênicas, uma vez que sua orientação se assenta numa episteme indígena equiestatutária entre as espécies e outros sujeitos habitantes da Terra”.</p>
<p>Uma autonomia contracolonial ante o capitaloceno. Assim dois pesquisadores, um da UnB e outro da Universidade de Lancaster, Reino Unidade, definem em seu artigo o movimento indígena no Baixo Tapajós. Essa autonomia contracolonial manifesta-se, segundo eles, no cultivo da mandioca, cosmovisão e auto-organização política. O foco do artigo está no povo tupinambá. Para tratar do problema dos conflitos entre indígenas e não-indígenas, os pesquisadores propõem quatro possibilidades: uma nova abordagem universal para o reconhecimento; a ideia de universalidade insurgente; a ideia de terras tradicionalmente ocupadas; e territórios de uso comum.</p>
<p>Arqueólogos da USP, da Ufopa, Instituto Max Planck (Alemanha) e Universidade de Exeter (Reino Unido) apresentam resultados de pesquisa a partir de dados de quatro regiões da Amazônia: 1) os geoglifos do Acre; 2) os campos elevados da Guiana Francesa; 3) as terras pretas do Baixo Rio Tapajós; e 4) os sítios zanja (conjuntos de valas)<i> </i>de Iténez, Bolívia. O trabalho procurou responder a várias questões pendentes sobre a natureza do Antropoceno, entre as quais o papel do desmatamento nas práticas indígenas no passado, em que medida as terras pretas foram produzidas para cultivo e em que medida a floresta amazônica teria se recuperado depois do colapso demográfico.</p>
<p>Segundo os autores, o período iniciado há 4,5 mil anos “marcou uma das transformações ambientais de maior escala, com um aumento abrupto a partir de 2 mil anos atrás. Para eles, considerar esse segundo período como o início de um Antropoceno amazônico “é um tópico aberto ao debate”. Entretanto, afirmam que os dados paleoecológicos sugerem que tais transformações, em vez de causar rupturas negativas com os ecossistemas já existentes, conseguiram manter serviços ecossistêmicos vitais através da manutenção da cobertura vegetal, com a construção de novas relações entre as pessoas e os outros seres da floresta. Todavia, eles ressalvam que em várias regiões da Amazônia, os impactos antrópicos mais intensos e destrutivos aconteceram após a invasão europeia, especialmente durante o século 20.</p>
<p><strong>Aspectos cosmológicos</strong></p>
<p>Dois cientistas sociais da Ufes são os autores de trabalho sobre questões relativas ao Antropoceno a partir das epistemologias e ontologias indígenas, que “desordenam”, segundo eles, “os entendimentos não indígenas sobre humanidade, natureza, sobrenatureza e, consequentemente, sobre vida, morte e extinção”.</p>
<p>O artigo concentra-se, a partir de uma perspectiva etnográfica, nos modos indígenas de pensar, habitar e transformar suas T/terras-florestas (notação referente à relação entre o consumo de recursos naturais e a capacidade de regeneração ambiental) por meio das relações com os seres outros que humanos, vivos e não vivos, reguladas por uma série de precauções. A hipótese dos pesquisadores é que o parentesco multiespecífico permite compreender tanto a criação e a sustentabilidade da fertilidade/ vitalidade da T/terra-floresta<i> </i>e de suas redes coexistenciais, quanto sua depredação/extinção em termos de ruptura das relações entre os seres por meio do afastamento e do abandono, configurando o que chamam de cosmopolíticas do cuidado.</p>
<p>Artigo de pós-graduando em antropologia da Ufam integrante do povo tuyuka apresenta a visão do território amazônico como tõkowiseri: “uma casa cerimonial que faz borbulhar a vida”. Essa visão, informa, provém das compreensões milenares das cosmovivências dos “especialistas (kumua, baya e yaiwa) que cuidam dos patamares cósmicos e todos os seus habitantes”.</p>
<p>Esses “especialistas” do noroeste amazônico, ante qualquer ação que vá afetar os habitantes de outra casa (floresta, água, ar etc.), pedem permissão através da realização de cerimônias rituais no intuito de obter frutas, peixes, caça e oferecer proteção, tranquilidade, compreensão e convites para a festa cerimonial, explica o autor.</p>
<p>Outro pesquisador indígena, da etnia waiwai, participa do dossiê com artigo sobre momentos que transformaram de forma significativa a trajetória de seu povo no Território Wayamu, entre os quais o contato com missionários. O autor também aborda sua descoberta da arqueologia e como isso possibilitou o reencontro com uma parte importante da história dos waiwai. Esse contato com a história o fez pensar na “necessidade de falar de uma arqueologia indígena e mudar um pouco do que vem sendo falado do passado da Amazônia”.</p>
<p>O dossiê é completado por uma resenha do livro “Sob os Tempos do Equinócio: Oito Mil Anos de História na Amazônia Central” (2022), do arqueólogo Eduardo Goés Neves, diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.</p>
<p><strong>Outras seções</strong></p>
<p>A edição traz ainda outros três conjuntos de artigos. O primeiro deles, “Mudanças Climáticas”, inclui análises sobre o desastre climático no Rio Grande do Sul este ano, a influência do desmatamento nos refúgios climáticos na Amazônia, os impactos das mudanças climáticas na sociobioeconomia amazônica e os efeitos das mudanças do clima na agropecuária.</p>
<p>Dois artigos compõem seção dedicada à obra do filósofo alemão Hans Jonas (1903-1993), um dos discípulos de Martin Heidegger (1889-1976), mas um crítico contundente da adesão deste ao nazismo.  Um dos textos trata da crítica de Jonas ao dualismo que levou à separação entre o ser humano e a natureza e como isso está na base da “onda de inovações no sistema agroalimentar atual, cuja fronteira tecnológica busca justamente emancipar a alimentação humana de sua dependência com relação ao solo, ao clima e aos animais”. O outro artigo discute a atualidade do pensamento de Jonas a partir dos três eixos que caracterizam suas preocupações filosóficas: a gnose, a vida e a relação entre tecnologia e ética.</p>
<p>O conjunto final de textos da edição traz três artigos complementares ao dossiê “Eleições Municipais em São Paulo: Problemas e Desafios”, publicado no <a href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/">número anterior</a> de Estudos Avançados. São artigos sobre o desempenho dos alunos do ensino fundamental da cidade e a gestão de políticas educacionais, os desafios para as políticas públicas de cultura paulistanas e uma discussão sobre o possível perfil de um eleitor ideal, que investigue as candidaturas de forma multifacetada e não apenas por um critério único.</p>
<h3><strong> 
<hr />
Sumário</strong></h3>
<p><strong>Amazônia contra o Antropoceno</strong></p>
<ul>
<li>Amazônia em simbiose: marcas de humanidades que enfrentam o Antropoceno - <i>Miguel Aparicio, Claide de Paula Moraes, Anne Rapp Py-Daniel e Eduardo Goes Neves</i></li>
<li>Arqueologia dos povos da floresta - <i>Vinicius Honorato e Bruna Rocha</i></li>
<li>Domesticação das paisagens amazônicas - <i>Charles Clement, Maria Julia Ferreira, Mariana Franco Cassino e Juliano Franco de Moraes</i></li>
<li>Culinária da floresta – técnicas indígenas na produção alimentar amazônica - <i>Gilton Mendes dos Santos e Lorena Franca</i></li>
<li>Tõkowiseri: cosmovivências kumuánicas, bayaroánicas e yaiwánicas - <i>Justino Sarmento Rezende</i></li>
<li>Autonomias contracoloniais frente ao Capitaloceno na Amazônia: o movimento indígena no Baixo Tapajós - <i>Raquel Tupinamba e James Fraser</i></li>
<li>Uma história de como os waiwai da Amazônia vêm construindo e agora contando suas arqueologias - <i>Jaime Xamen Wai Wai</i></li>
<li>O que os dados paleoecológicos nos dizem sobre o Antropoceno na Amazônia? - <i>Jennifer Watling, Yoshi Maezumi, Myrtle Shock e Jose Iriarte</i></li>
<li>Parentesco com a terra e as cosmopolíticas indígenas do cuidado - <i>Ana Gabriela Morim de Lima e Nicole Soares-Pinto</i></li>
<li>Arqueologia para viver o futuro (resenha) - <i>Marcia Bezerra</i></li>
</ul>
<p><strong>Mudancas climaticas</strong></p>
<ul>
<li>O maior desastre climático do Brasil: chuvas e inundações no estado do Rio Grande do Sul em abril-maio 2024 - <i>Jose Marengo et al.</i></li>
<li>Desmatamento restringe refúgios climáticos na Amazônia - <i>Calil Torres-Amaral, Luciano Jorge Serejo dos Anjo, Everaldo Barreiros de Souza e Ima Celia Guimaraes Vieira</i></li>
<li>Impactos das mudanças climáticas na sociobioeconomia da Amazônia - <i>Diego Oliveira Brandao, Julia Arieira e Carlos Nobre</i></li>
<li>Mudanças do clima e agropecuária: impactos, mitigação e adaptação. Desafios e oportunidades - <i>Eduardo Delgado Assad e Maria Leonor Ribeiro Casimiro Lopes Assad</i></li>
</ul>
<p><strong>Hans Jonas</strong></p>
<ul>
<li>O sistema agroalimentar à luz da biologia filosófica de Hans Jonas - <i>Ricardo Abramovay</i></li>
<li>Hans Jonas, um filósofo do nosso tempo - <i>Jelson Oliveira</i></li>
</ul>
<p><strong>Eleições municipais em São Paulo: problemas e desafios II</strong></p>
<ul>
<li>A questão da educação básica no município de São Paulo - <i>Bernardete Gatti</i></li>
<li>Desafios contemporâneos para as políticas - públicas de cultura na cidade de São Paulo - <i>Lia Calabre e Ana Paula do Val</i></li>
<li>Como ser um eleitor exigente e um candidato ideal - <i>Marcos Buckeridge e Arlindo Philippi Junior</i></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arqueologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropoceno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revistas IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-11-29T15:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista-112-amazonia-e-antropoceno">
    <title>Revista "Estudos Avançados" apresenta a contraposição dos povos da Amazônia ao Antropoceno</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista-112-amazonia-e-antropoceno</link>
    <description>Edição 112 da revista Estudos Avançados, lançada este mês, traz o dossiê "A Amazônia contra o Antropoceno", com 10 artigos. Outras seções tratam de mudanças climáticas, do filósofo Hans Jonas e de temas relacionados à cidade de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-112" alt="Capa da revista Estudos Avançados 112" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 112" /></p>
<p>Os estudos e ensaios do dossiê "<a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n112/">A Amazônia contra o Antropoceno</a>" da edição 112 da revista "Estudos Avançados", lançada este mês, "evidenciam a complexidade das relações entre natureza e cultura e destacam as vozes daqueles frequentemente silenciados em narrativas coloniais e oficiais", segundo o editor da publicação, o sociólogo Sérgio Adorno, conselheiro do IEA. Os artigos estão disponíveis para download gratuito na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n112/">SciELO</a>.</p>
<p>"Cenários recorrentes de espoliação territorial dos povos indígenas, quilombolas, dos povos e comunidades tradicionais têm estimulado a busca de uma identidade política comum e a implementação de ações voltadas para a conservação ambiental e para a defesa dos direitos coletivos do território, o que leva à formulação de uma arqueologia de resistência no Antropoceno", afirma.</p>
<p><strong>Coexistência</strong></p>
<p>Com dez trabalhos de autoria de pesquisadores de universidades e instituto brasileiros e estrangeiros, a maioria de instituições do Pará e do Amazonas, o dossiê inicia com o artigo “Amazônia em simbiose: marcas de humanidades que enfrentam o Antropoceno”, de um antropólogo e três arqueólogos da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), que propõem uma discussão crítica sobre algumas definições do Antropoceno. De acordo com eles, as marcas indígenas na floresta amazônica são resultado de formas de coexistências entre os humanos e a paisagem que contrastam com as novas marcas do Antropoceno.</p>
<p>“Se as aldeias, terreiros, caminhos, roças e demais lugares promovidos pelos povos amazônicos projetam conexões entre espécies, coletivos humanos, formas políticas, línguas, tecnologias e cosmovisões em fluxos de interação constante, as iniciativas ocidentais desenvolvem desconexões entre pessoas, territórios, culturas, e interrompem múltiplos fluxos interespécies.”</p>
<p>No entanto, eles destacam que os critérios de identificação do Antropoceno estão sendo construídos a partir de parâmetros excepcionalistas e universalistas, ao passo que “a ‘terra-floresta’ não emerge como um lugar passivo” onde incidem os impactos da nova época geológica. “Fazendo valer a sua diferença nos modos de habitar a terra, humanos e mais-que-humanos na Amazônia enfrentam o Antropoceno.”</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
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<h3><i>Versões da edição</i></h3>
<p><i>A versão online (gratuita) da edição 112 da revista Estudos Avançados está na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n112/" target="_blank">Scientific Eletronic Library Online (SciELO)</a>. A versão impressa estará à venda em breve por R$ 40,00. Os interessados em comprar/reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual (três edições por R$ 100,00) devem enviar mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</i></p>
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<p>A tese é reforçada no texto seguinte, “Arqueologia dos povos da floresta”, de outros dois pesquisadores da Ufopa. Para eles, o Antropoceno, entendido a partir do mercantilismo e colonialismo ou da emergência do Capitalismo industrial, tem sido possibilitado pela “espoliação de territórios tradicionalmente ocupados, transformados em locais de extração de matérias-primas e força de trabalho. Portanto, as resistências contracoloniais dos povos da floresta, através da defesa de seus territórios e modos de vida, são exemplos de uma ‘Amazônia contra o Antropoceno’”.</p>
<p>Os autores afirmam que a arqueologia, ao trazer entendimento histórico a partir dos vestígios materiais, “apresenta-se como uma poderosa ferramenta para contar a história desses povos, a qual “sempre foi escrita a partir de documentos produzidos por pessoas externas”. No artigo, procuram demonstrar que a Amazônia é uma teia de interações socioecológicas, como resultado da domesticação de paisagens e de populações de espécies.</p>
<p><strong>Paisagens</strong></p>
<p>A domesticação das paisagens é justamente o tema de artigo de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), Instituto Juruá e Unicamp. Eles comentam que na imaginação popular a Amazônia é um bioma natural, o que “nega a existência e agência dos povos indígenas, que chegaram há pelo menos 13 mil anos”. Esse mito da virgindade da floresta acaba tendo reflexos em políticas públicas de conservação e desenvolvimento regional, observam.</p>
<p>Os pesquisadores explicam que os povos indígenas combinam horticultura e domesticação de paisagens, bem como sedentarismo e mobilidade. Segundo eles, é amplamente aceita a hipótese de que as paisagens mais intensamente domesticadas são mais comuns onde as populações indígenas foram maiores, ao longo dos rios, por exemplo.</p>
<p>Quanto ao debate sobre a domesticação nas áreas entre rios, afirmam que a objeção a que isso tenha acontecido deve-se à falta de evidências nessas regiões, pelo fato de os estudos serem feitos sobretudo em áreas próximas a grandes rios devido à facilidade de acesso, além da suposição que povos com alta mobilidade não domesticaram paisagens intensamente, tese que eles demonstram no artigo ser um erro.</p>
<p><strong>Produção alimentar</strong></p>
<p>O dossiê também trata de aspectos específicos das culturas indígenas, como as técnicas de produção alimentar. O tema é abordado em texto de antropólogos da Ufam e da UFSC. Construída ao longo do tempo e conectada às formulações cosmológicas, a riqueza de técnicas de preparo e consumo de alimentos “foi e é empregada nas transformações de plantas de modo amplo, cultivadas ou não, domesticadas ou silvestres, da agricultura ou da coleta, nativas ou exóticas, da roça, da floresta ou da capoeira”, dizem.</p>
<p>O estudo trata de três espécies vegetais (açaí, batata mairá e umari), observando os modos de obtenção de ingredientes fundamentais (a goma e a massa) ou a alteração do estado da matéria vegetal (defumação, fermentação). Compreendidos “como uma cosmotécnica, os modos de transformar os vegetais são um exemplo cabal de práticas antiantropocênicas, uma vez que sua orientação se assenta numa episteme indígena equiestatutária entre as espécies e outros sujeitos habitantes da Terra”.</p>
<p>Uma autonomia contracolonial ante o capitaloceno. Assim dois pesquisadores, um da UnB e outro da Universidade de Lancaster, Reino Unidade, definem em seu artigo o movimento indígena no Baixo Tapajós. Essa autonomia contracolonial manifesta-se, segundo eles, no cultivo da mandioca, cosmovisão e auto-organização política. O foco do artigo está no povo tupinambá. Para tratar do problema dos conflitos entre indígenas e não-indígenas, os pesquisadores propõem quatro possibilidades: uma nova abordagem universal para o reconhecimento; a ideia de universalidade insurgente; a ideia de terras tradicionalmente ocupadas; e territórios de uso comum.</p>
<p>Arqueólogos da USP, da Ufopa, Instituto Max Planck (Alemanha) e Universidade de Exeter (Reino Unido) apresentam resultados de pesquisa a partir de dados de quatro regiões da Amazônia: 1) os geoglifos do Acre; 2) os campos elevados da Guiana Francesa; 3) as terras pretas do Baixo Rio Tapajós; e 4) os sítios zanja (conjuntos de valas)<i> </i>de Iténez, Bolívia. O trabalho procurou responder a várias questões pendentes sobre a natureza do Antropoceno, entre as quais o papel do desmatamento nas práticas indígenas no passado, em que medida as terras pretas foram produzidas para cultivo e em que medida a floresta amazônica teria se recuperado depois do colapso demográfico.</p>
<p>Segundo os autores, o período iniciado há 4,5 mil anos “marcou uma das transformações ambientais de maior escala, com um aumento abrupto a partir de 2 mil anos atrás. Para eles, considerar esse segundo período como o início de um Antropoceno amazônico “é um tópico aberto ao debate”. Entretanto, afirmam que os dados paleoecológicos sugerem que tais transformações, em vez de causar rupturas negativas com os ecossistemas já existentes, conseguiram manter serviços ecossistêmicos vitais através da manutenção da cobertura vegetal, com a construção de novas relações entre as pessoas e os outros seres da floresta. Todavia, eles ressalvam que em várias regiões da Amazônia, os impactos antrópicos mais intensos e destrutivos aconteceram após a invasão europeia, especialmente durante o século 20.</p>
<p><strong>Aspectos cosmológicos</strong></p>
<p>Dois cientistas sociais da Ufes são os autores de trabalho sobre questões relativas ao Antropoceno a partir das epistemologias e ontologias indígenas, que “desordenam”, segundo eles, “os entendimentos não indígenas sobre humanidade, natureza, sobrenatureza e, consequentemente, sobre vida, morte e extinção”.</p>
<p>O artigo concentra-se, a partir de uma perspectiva etnográfica, nos modos indígenas de pensar, habitar e transformar suas T/terras-florestas (notação referente à relação entre o consumo de recursos naturais e a capacidade de regeneração ambiental) por meio das relações com os seres outros que humanos, vivos e não vivos, reguladas por uma série de precauções. A hipótese dos pesquisadores é que o parentesco multiespecífico permite compreender tanto a criação e a sustentabilidade da fertilidade/ vitalidade da T/terra-floresta<i> </i>e de suas redes coexistenciais, quanto sua depredação/extinção em termos de ruptura das relações entre os seres por meio do afastamento e do abandono, configurando o que chamam de cosmopolíticas do cuidado.</p>
<p>Artigo de pós-graduando em antropologia da Ufam integrante do povo tuyuka apresenta a visão do território amazônico como tõkowiseri: “uma casa cerimonial que faz borbulhar a vida”. Essa visão, informa, provém das compreensões milenares das cosmovivências dos “especialistas (kumua, baya e yaiwa) que cuidam dos patamares cósmicos e todos os seus habitantes”.</p>
<p>Esses “especialistas” do noroeste amazônico, ante qualquer ação que vá afetar os habitantes de outra casa (floresta, água, ar etc.), pedem permissão através da realização de cerimônias rituais no intuito de obter frutas, peixes, caça e oferecer proteção, tranquilidade, compreensão e convites para a festa cerimonial, explica o autor.</p>
<p>Outro pesquisador indígena, da etnia waiwai, participa do dossiê com artigo sobre momentos que transformaram de forma significativa a trajetória de seu povo no Território Wayamu, entre os quais o contato com missionários. O autor também aborda sua descoberta da arqueologia e como isso possibilitou o reencontro com uma parte importante da história dos waiwai. Esse contato com a história o fez pensar na “necessidade de falar de uma arqueologia indígena e mudar um pouco do que vem sendo falado do passado da Amazônia”.</p>
<p>O dossiê é completado por uma resenha do livro “Sob os Tempos do Equinócio: Oito Mil Anos de História na Amazônia Central” (2022), do arqueólogo Eduardo Goés Neves, diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.</p>
<p><strong>Outras seções</strong></p>
<p>A edição traz ainda outros três conjuntos de artigos. O primeiro deles, “Mudanças Climáticas”, inclui análises sobre o desastre climático no Rio Grande do Sul este ano, a influência do desmatamento nos refúgios climáticos na Amazônia, os impactos das mudanças climáticas na sociobioeconomia amazônica e os efeitos das mudanças do clima na agropecuária.</p>
<p>Dois artigos compõem seção dedicada à obra do filósofo alemão Hans Jonas (1903-1993), um dos discípulos de Martin Heidegger (1889-1976), mas um crítico contundente da adesão deste ao nazismo.  Um dos textos trata da crítica de Jonas ao dualismo que levou à separação entre o ser humano e a natureza e como isso está na base da “onda de inovações no sistema agroalimentar atual, cuja fronteira tecnológica busca justamente emancipar a alimentação humana de sua dependência com relação ao solo, ao clima e aos animais”. O outro artigo discute a atualidade do pensamento de Jonas a partir dos três eixos que caracterizam suas preocupações filosóficas: a gnose, a vida e a relação entre tecnologia e ética.</p>
<p>O conjunto final de textos da edição traz três artigos complementares ao dossiê “Eleições Municipais em São Paulo: Problemas e Desafios”, publicado no <a href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/">número anterior</a> de Estudos Avançados. São artigos sobre o desempenho dos alunos do ensino fundamental da cidade e a gestão de políticas educacionais, os desafios para as políticas públicas de cultura paulistanas e uma discussão sobre o possível perfil de um eleitor ideal, que investigue as candidaturas de forma multifacetada e não apenas por um critério único.</p>
<h3><strong> 
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Sumário</strong></h3>
<p><strong>Amazônia contra o Antropoceno</strong></p>
<ul>
<li>Amazônia em simbiose: marcas de humanidades que enfrentam o Antropoceno - <i>Miguel Aparicio, Claide de Paula Moraes, Anne Rapp Py-Daniel e Eduardo Goes Neves</i></li>
<li>Arqueologia dos povos da floresta - <i>Vinicius Honorato e Bruna Rocha</i></li>
<li>Domesticação das paisagens amazônicas - <i>Charles Clement, Maria Julia Ferreira, Mariana Franco Cassino e Juliano Franco de Moraes</i></li>
<li>Culinária da floresta – técnicas indígenas na produção alimentar amazônica - <i>Gilton Mendes dos Santos e Lorena Franca</i></li>
<li>Tõkowiseri: cosmovivências kumuánicas, bayaroánicas e yaiwánicas - <i>Justino Sarmento Rezende</i></li>
<li>Autonomias contracoloniais frente ao Capitaloceno na Amazônia: o movimento indígena no Baixo Tapajós - <i>Raquel Tupinamba e James Fraser</i></li>
<li>Uma história de como os waiwai da Amazônia vêm construindo e agora contando suas arqueologias - <i>Jaime Xamen Wai Wai</i></li>
<li>O que os dados paleoecológicos nos dizem sobre o Antropoceno na Amazônia? - <i>Jennifer Watling, Yoshi Maezumi, Myrtle Shock e Jose Iriarte</i></li>
<li>Parentesco com a terra e as cosmopolíticas indígenas do cuidado - <i>Ana Gabriela Morim de Lima e Nicole Soares-Pinto</i></li>
<li>Arqueologia para viver o futuro (resenha) - <i>Marcia Bezerra</i></li>
</ul>
<p><strong>Mudancas climaticas</strong></p>
<ul>
<li>O maior desastre climático do Brasil: chuvas e inundações no estado do Rio Grande do Sul em abril-maio 2024 - <i>Jose Marengo et al.</i></li>
<li>Desmatamento restringe refúgios climáticos na Amazônia - <i>Calil Torres-Amaral, Luciano Jorge Serejo dos Anjo, Everaldo Barreiros de Souza e Ima Celia Guimaraes Vieira</i></li>
<li>Impactos das mudanças climáticas na sociobioeconomia da Amazônia - <i>Diego Oliveira Brandao, Julia Arieira e Carlos Nobre</i></li>
<li>Mudanças do clima e agropecuária: impactos, mitigação e adaptação. Desafios e oportunidades - <i>Eduardo Delgado Assad e Maria Leonor Ribeiro Casimiro Lopes Assad</i></li>
</ul>
<p><strong>Hans Jonas</strong></p>
<ul>
<li>O sistema agroalimentar à luz da biologia filosófica de Hans Jonas - <i>Ricardo Abramovay</i></li>
<li>Hans Jonas, um filósofo do nosso tempo - <i>Jelson Oliveira</i></li>
</ul>
<p><strong>Eleições municipais em São Paulo: problemas e desafios II</strong></p>
<ul>
<li>A questão da educação básica no município de São Paulo - <i>Bernardete Gatti</i></li>
<li>Desafios contemporâneos para as políticas - públicas de cultura na cidade de São Paulo - <i>Lia Calabre e Ana Paula do Val</i></li>
<li>Como ser um eleitor exigente e um candidato ideal - <i>Marcos Buckeridge e Arlindo Philippi Junior</i></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
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      <dc:subject>Arqueologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropoceno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revistas IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-11-29T15:00:00Z</dc:date>
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