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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2009/inovacao-no-brasil-politicas-publicas-e-estrategias-empresariais-07-de-dezembro-de-2009">
    <title>Inovação no Brasil: Políticas Públicas e Estratégias Empresariais - 07 de dezembro de 2009</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2009/inovacao-no-brasil-politicas-publicas-e-estrategias-empresariais-07-de-dezembro-de-2009</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-12-07T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/evasao-no-ensino-de-engenharia-e-a-necessidade-de-formar-mais-e-melhores-engenheiros">
    <title>Evasão no Ensino de Engenharia e a Necessidade de Formar Mais e Melhores Engenheiros</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/evasao-no-ensino-de-engenharia-e-a-necessidade-de-formar-mais-e-melhores-engenheiros</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link"><strong>Mario Salerno</strong> </a>(OIC e Poli)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-03T12:26:47Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/futuro-do-ensino-da-engenharia-no-brasil-impactado-pela-evolucao-tecnologica-sera-tema-de-conferencia">
    <title>Futuro do ensino da Engenharia no Brasil, impactado pela evolução tecnológica, será tema de conferência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/futuro-do-ensino-da-engenharia-no-brasil-impactado-pela-evolucao-tecnologica-sera-tema-de-conferencia</link>
    <description>Paul Gilbert, CEO da Quanser, uma das maiores empresas de material didático do planeta, buscará responder, juntamente com debatedores, questões que têm sido debatidas para o estabelecimento de novas diretrizes para os cursos de engenharia do país</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paul-gilbert" alt="Paul Gilbert" class="image-inline" title="Paul Gilbert" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Paul Gilbert, CEO da Quanser</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>No dia </span><strong>14 de setembro, às 9h30</strong><span>, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paul-gilbert">Paul Gilbert</a><span>, CEO da Quanser, uma das maiores empresas de material didático do planeta, fará uma conferência sobre o futuro do ensino da engenharia no Brasil, que passa por uma fase de transição, causada pela evolução tecnológica. </span><i>A Nova Ordem na Educação em Engenharia: Desafios e Perspectivas</i><span>, será em inglês, sem tradução simultânea, com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a><span> pela internet e </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSddLmToFfR0WhD4LL3lo7oXyo-OK2_sQORVQjwW9KlYzLr7qQ/viewform">inscrição prévia</a><span> para participação presencial.</span></p>
<p dir="ltr">No evento, que acontece no Auditório da Engenharia Mecânica da Escola Politécnica da USP (Poli), o CEO da Quanser será acompanhado pelos debatedores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua">Luiz Bevilacqua</a>, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e professor visitante do IEA, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno">Mário Salerno</a>, do Departamento de Engenharia de Produção da Poli e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade">Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</a> sediado no IEA, com moderação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-cardoso">José Roberto Cardoso</a>, também da Poli. O IEA organiza o encontro em parceria com a Escola Politécnica (Poli) da USP.</p>
<p dir="ltr">Conhecedor profundo das tendências da educação em engenharia neste século, Gilbert buscará responder, juntamente com os debatedores, questões que têm sido debatidas para o estabelecimento de novas diretrizes para os cursos de engenharia do país, tais como:</p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr">Como garantir que o estudante de engenharia adquira as ferramentas necessárias que o habilite a buscar sozinho o conhecimento ao longo de sua carreira?</p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr">As tecnologias emergentes criam lacunas de conhecimento. Quão rápido o sistema educacional das engenharias deve reagir para prover as habilidades técnicas para preencher estes espaços?</p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr">Como podemos avaliar, através de certificações globais confiáveis e amplamente exequíveis, as habilidades não técnicas que gostaríamos que os estudantes de engenharia fossem dotados?</p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr">Que ideias criativas devemos ter para aumentar as habilidades fundamentais (técnicas e profissionais) nas regiões onde os recursos são limitados?</p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr">Como as universidades e as empresas devem trabalhar juntas para suprir as habilidades profissionais de nossos estudantes?</p>
</li>
</ul>
<p>“A evolução tecnológica promoveu mudanças emblemáticas no sistema educacional ao quebrar a rigidez presente no século 20 e trazer fluidez e insegurança no século 21. Esta transição afetou muito a educação em engenharia em todo o mundo e alguns reflexos já se fazem sentir em nosso país”, comentou José Roberto Cardoso.</p>
<hr />
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>A Nova Ordem na Educação em Engenharia: Desafios e Perspectivas<br /></strong>14 de setembro, às 09h30<br />Auditório da Engenharia Mecânica - Escola Politécnica-USP, Av. Prof. Mello Moraes, 2231, Butantã, São Paulo, SP<br />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Inscrições <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSddLmToFfR0WhD4LL3lo7oXyo-OK2_sQORVQjwW9KlYzLr7qQ/viewform">via formulário<br /></a>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-engenharia-desafios-perspectivas">Página do evento</a></i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Divulgação Quanser</span></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-24T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-ciencia-do-alimento-diante-de-novos-desafios">
    <title>A ciência do alimento diante de novos desafios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-ciencia-do-alimento-diante-de-novos-desafios</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-2" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 2" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 2" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-1" alt="Agricultura - Leslie Firbank 1" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>O agroecologista Leslie Firbank, da Universidade de Leeds</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As necessidades do futuro dependerão do capital natural que conservarmos agora, mas as sociedades não têm dado o devido respeito a essa premissa, mostrou. A Inglaterra, por exemplo, enfrenta um sério problema com solos disponíveis para a agricultura. O carbono do solo foi reduzido a níveis drásticos devido ao uso agrícola intensivo ao longo de décadas. “Ou o solo fica incrivelmente seco ou totalmente encharcado, a ponto das culturas serem dizimadas”, disse.</p>
<p>As condições de solo e clima levaram a Bretanha a se tornar importadora de trigo, uma de suas principais culturas no passado. O país também se debate com as novas doenças de seus rebanhos. “Mas as pessoas não dão o devido valor a isso, não sabem sequer de onde vem, nem como é produzido o alimento. Há uma mentalidade de que se não produzimos, podemos comprar de qualquer outro país que produza”, afirma.</p>
<p>A especialista em biociência animal, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helen-miller" class="external-link">Helen Miller</a>, também da Universidade de Leeds, participou do debate, que contou com a moderação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda" class="external-link">Pablo Mariconda</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e coordenador do grupo de pesquisa em <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia/projeto" class="external-link">Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia.</a></p>
<p> </p>
<p><strong>Soluções locais</strong></p>
<p>Ao contrário da agricultura das décadas de 1970 a 1990, em que dominava um modelo igual para todo tipo de cultivo, a produção agrícola do novo milênio deverá se caracterizar pela diferenciação e pela diversidade, graças à agricultura de precisão, acredita Firbank.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-4" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 4" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 4" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Agricultura de precisão, resposta às necessidades de uma dieta variada</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para o especialista, agricultura de precisão ganhará grande fôlego, já que permite direcionar a produção conforme a demanda. “Podemos pensar em soluções locais para necessidades locais, usando expertise local. A agricultura de precisão permite contemplar novamente a diferenciação e a diversidade e com isso podemos produzir exatamente o que queremos e com os menores impactos possíveis na paisagem”, disse.</p>
<p>Portanto, a atividade rural precisará de financiamentos para se desenvolver, afirma. “Sem financiamentos, poucos terão acesso à tecnologias de ponta. Os fertilizantes são muito mais precisos. E sistemas robotizados permitem determinar a dieta ideal para cada animal. Mas toda essa inovação requer dinheiro. Então há o perigo de que só os grandes negócios rurais sobrevivam, ou os que tiverem dinheiro para investir”, avalia.</p>
<p>Além disso, o setor rural mudou em funções das próprias condições naturais, sociais e econômicas, com o advento das mudanças climáticas globais, o aumento da urbanização e dos novos comportamentos. “O que funcionava há 20 ou 30 anos, hoje não representa mais uma solução porque a sociedade possui diferentes necessidades”, afirma.</p>
<p> </p>
<p><strong>Gestão da demanda </strong></p>
<p>Firbank lembrou que a produção de alimentos em 2009 triplicou em relação à da década de 1960 e que, portanto, o mundo não tem problema de produção e sim de distribuição de alimento. Apesar disso, ainda há muitas necessidades não supridas pela agricultura e, mesmo assim, estamos ultrapassando os limites da capacidade de suporte dos sistemas terrestres.</p>
<p>“Ainda temos uma questão não resolvida, sobre se poderemos viver em segurança operando apenas nos mesmos espaços terrestres que já utilizamos e se isso será capaz de atender a todos de forma justa. Isso não tem a ver só com a agricultura, mas também com indústrias e outros setores e com a forma como a riqueza é distribuída no planeta”, disse.</p>
<p>Para o especialista, a agricultura do futuro deverá enfrentar o desafio da gestão da demanda do alimento, reduzindo as perdas no campo, no transporte e no armazenamento. Além disso, a oferta do alimento de qualidade a preços acessíveis é uma questão de decisão política. “Na Inglaterra, temos os bancos de alimentos que os mercados e distribuidores colocam à disposição do público quando o produto está perto do vencimento”, conta.</p>
<p>A segurança alimentar envolverá também o fortalecimento das cadeias produtivas, de forma que sejam capazes de conviver com choques de produção e de preços. Mas não só isso. As políticas públicas deverão promover a alimentação saudável.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-3" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 3" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>"Pessoas não conhecem mais a origem do alimento. Leite vem da caixinha e carne é um pacote do supermercado", diz Firbank</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Em Leeds, no norte da Inglaterra, a expectativa de vida em locais mais pobres é cinco vezes menor em relação a lugares mais ricos e isso tem uma relação estreita com a qualidade da alimentação. Nesse caso, não se trata de acesso ao alimento, mas de educação alimentar e preocupação com o que as crianças comem”, disse.</p>
<p> </p>
<p><strong>Valor da terra</strong></p>
<p>A disponibilidade de campos agrícolas é uma questão muito discutida na Inglaterra, pois os habitat foram destruídos ao longo do tempo e sua preservação tem sido negligenciada. “Agora, sem o financiamento da União Europeia, é provável que muito pouco restará dos habitat naturais na Inglaterra”, acredita.</p>
<p>As cidades inglesas estão se expandindo, explica, e o planejamento do território valoriza as terras urbanas em detrimento das rurais. “A mentalidade é que podemos comprar alimento de outros países, que são agroexportadores, como o Brasil, por exemplo. Mas ao redor do mundo, cada vez mais as terras agrícolas de qualidade estão sendo encontradas nas cidades”.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture-5-de-setembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Notícia</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/horticultura-urbana-comunitaria" class="external-link">Horticultura urbana comunitária ainda é vista como atividade clandestina em São Paulo</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/diversificacao-produtiva-e-conhecimento-social-trazem-vida-longa-para-agroecossistemas" class="external-link">Diversificação produtiva e conhecimento social favorecem agroecossistemas</a></strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O mercado de trabalho na área rural também é negligenciado, diz Firbank. “Falta capital humano no campo. É cada vez mais raro encontrar pessoas com habilidades na área e comprometidas com o alimento e a agricultura. Os jovens não enxergam a área agrícola como uma carreira valiosa. Um biólogo recém-formado prefere trabalhar com genética, biociências e carreiras afins, porque acha mais atraente”.</p>
<p>O programa N8 Agrifood e outras políticas públicas na Europa vêm tentando mudar esse quadro. “As pessoas em geral não valorizam o campo. Para elas, o leite vem da garrafa e a carne é um pacote do mercado. Estamos tentando superar isso e uma das iniciativas é o Farm Sunday, um evento anual em que centenas de fazendas abrem seus portões para o público e escolares poderem ver como é uma fazenda. No ano passado, 500 mil pessoas participaram do evento, numa população de 5 milhões”, disse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p><strong>Cidades mais autônomas</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-5" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 5" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 5" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Acima, Horta da FSP-USP. Abaixo, aeroporto de Berlin-Tempelhof, desativado em 2008 para horticultura comunitária e lazer</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-berlim-1" alt="Horta Berlim - 1" class="image-inline" title="Horta Berlim - 1" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Diante dos desafios, é preciso incentivar a autonomia das cidades quanto à produção do alimento, apesar de que muitas cidades não terão espaço para produzir comida para todos, avalia.  “Não falo de commodities. Mas em vez de importar tudo, devemos incentivar a produção de vegetais e frutas para consumo local. Em Leeds, não temos espaço suficiente para produzir comida para todos. Embora seja desejável, não vejo a agricultura urbana como uma solução política para os problemas de segurança alimentar”, avalia.</p>
<p>Porém, é possível pensar a agricultura urbana como um movimento de educação, cultura alimentar e socialização, mais do que uma via de abastecimento alimentar. “Ainda temos poucas estatísticas e parece que a agricultura urbana ainda funciona mais como um hobby ou um complemento ao alimento que as pessoas já têm. Na Universidade de Leeds, temos uma horta como parte de um projeto de pesquisa. O lugar é realmente agradável e em épocas de colheita qualquer um pode ir lá e pegar o que quiser. A área é o dobro desta sala aqui (Sala de Eventos do IEA). Mas, colocando num contexto mais amplo, será que isso seria suficiente para alimentar todas as pessoas da universidade?”, questiona Firbank.</p>
<p>Entre o público presente na plateia do IEA, a professora Thaís Mauad, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, responsável pelo projeto da horta comunitária da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, e coordenadora do Grupo de Estudos em Agricultura Urbana do IEA, comentou que no Brasil as hortas urbanas têm de fato cumprido um papel social importante.</p>
<p>“Não se trata de prover alimento em quantidade para todos, embora muitas comunidades carentes agora tenham acesso a um alimento saudável e barato graças aos diversos projetos de hortas urbanas. De fato, as hortas comunitárias têm cumprido um papel social e educacional relevante para essas populações”, disse.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Pixabay; Leonor Calazans; Sylvia Miguel</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-13T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-fapesp-e-a-manufatura-avancada">
    <title>A Fapesp e a Manufatura Avançada</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-fapesp-e-a-manufatura-avancada</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A FAPESP lançou uma chamada para empresas interessadas em criar Centros de Pesquisa em Engenharia em Manufatura Avançada em áreas como <i>big data</i>, inteligência artificial, digitalização, virtualização, sensores, entre outras, a serem sediados em universidades ou institutos de pesquisa no Estado de São Paulo. Doze empresas ou consórcios de empresas manifestaram à Fapesp seu desejo de constituir Centros desta natureza, o que será detalhado conjuntamente nos próximos meses.<span> </span></p>
<p>Os Centros de Pesquisa em Engenharia em Manufatura Avançada são mais um passo no apoio que a FAPESP tem dado ao tema nos últimos anos, por meio de financiamento de Bolsas e Auxílios à Pesquisa.</p>
<p><strong>Manufatura Avançada: Auxílios e Bolsas (1992 a 2017)</strong></p>
<p><span>Também conhecida como indústria 4.0, a Manufatura Avançada envolve um conjunto grande de tecnologias de fronteira que podem garantir mais competitividade para a indústria e os serviços, incluindo o mercado financeiro. Com esta parceria, a expectativa da FAPESP é estender esse apoio a empresas ou consórcios de empresas com demandas por essas novas tecnologias.</span></p>
<p><span><strong>Expositor</strong></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-americo-pacheco" class="external-link">Carlos Américo Pacheco</a></span></p>
<p><span><strong>Coordenador</strong></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-09T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novas-experiencias-no-ensino-de-engenharia-e-medicina-estimulam-espirito-inovador">
    <title>Novas experiências no ensino de engenharia e medicina estimulam inovação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novas-experiencias-no-ensino-de-engenharia-e-medicina-estimulam-espirito-inovador</link>
    <description>Luiz Valcov, diretor executivo da Comissão Fulbright Brasil, fez a conferência "Formação para a Inovação de Engenheiros e Médicos: É Possível?" no dia 9 de março.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/luiz-valcov-loureiro-9-3-2018" alt="Luiz Valcov Loureiro - 9/3/2018" class="image-inline" title="Luiz Valcov Loureiro - 9/3/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Luiz Valcov Loureiro: "É preciso dar liberdade aos alunos"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A partir do momento em que assumiu a direção executiva da <a class="external-link" href="https://fulbright.org.br/">Comissão Fulbright Brasil</a>, em 2004, o professor da Escola Politécnica (Poli) da USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-valcov-loureiro" class="external-link">Luiz Valcov Loureiro</a> passou a acompanhar de perto as relações acadêmicas entre o Brasil e os EUA. Como parte desse trabalho, em 2017 ele liderou uma delegação de representantes de instituições vinculadas ao ensino superior em visita a três instituições americanas de ensino de engenharia e medicina. O objetivo foi conhecer experiências que inspirem os cursos brasileiros a formar profissionais maiscriativos e inovadores.</p>
<p>No dia 9 de março, ele apresentou as principais características das instituições visitadas em evento organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade/NAP (OIC)</a>. Com o título <i>Formação para a Inovação de Engenheiros e Médicos: É Possível?</i>, a exposição de Loureiro também incluiu sugestões para a transformação do ensino das duas áreas no Brasil.</p>
<p>Suas sugestões baseiam-se não apenas no que a delegação constatou nas universidades americanas, mas também na longa experiência profissional de Loureiro como engenheiro, professor, pesquisador e gestor em CT&amp;I. Formado em engenharia mecânica pela Poli-USP, onde leciona engenharia química desde 1988, fez o doutorado na França, dirigiu a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes) e durante oito anos trabalhou no projeto do submarino nuclear desenvolvimento pela Marinha do Brasil.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li>Vídeo | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/formacao-para-inovacao-de-engenheiros-e-medicos-e-possivel-09-de-marco-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Outro evento</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/a-nova-ordem-na-educacao-em-engenharia-desafios-e-perspectivas" class="external-link">A Nova Ordem na Educação em Engenharia: Desafios e Perspectiva</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Exemplos americanos</strong></p>
<p>Em Massachusetts, a delegação visitou o Olin College of Engineering, intencionalmente criado na cidade de Needham pela proximidade (10 km) de Cambridge, sede do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), a outra instituição do estado visitada. No Meio-Oeste americano, a delegação esteve na Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, dando especial atenção às diretrizes do curso da escola de medicina Carle Illinois, recém-criada.</p>
<p>Para Loureiro, a formação superior tem de possibilitar ao profissional a aquisição de todos os conhecimentos técnico-científicos e a capacidade de identificar necessidades, metrificá-las e desenvolver alternativas criativas que as atendam, criando produtos e serviços aos quais as pessoas deem valor.</p>
<p>O caminho para formar um profissional desse tipo é, segundo ele, dar liberdade aos alunos, fazer com que tenham responsabilidade na implementação de suas ideias e adquiram autoconfiança. “A questão é saber se a universidade ajuda para que isso aconteça ou atrapalha.”</p>
<p>O Olin é uma das instituições que ajudam, em sua opinião. Fundado em 2002, possui 380 alunos, selecionados com a observância de critérios de diversidade, 50 professores e 350 funcionários. A elevada proporção de sete funcionários por docente se explica, de acordo com Loureiro, com a preocupação de que os professores se dediquem apenas à formação dos estudantes.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/olin-college-of-engineering" alt="Olin College Of Engineering" class="image-inline" title="Olin College Of Engineering" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Alunos durante atividade no Olin College of Engineering</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“O Olin se considera um laboratório profissional e não realiza pesquisas sofisticadas. A organização é toda centrada nos alunos e em suas atividades.”</p>
<p><strong>Aprender fazendo</strong></p>
<p>Loureiro disse que o curso tem como procedimentos o “aprender fazendo” em equipe e com base em projeto, flipped classroom (muitas atividades fora da sala de aula), avaliação sistêmica, currículo horizontal, transversalidade e desenvolvimento de competências na escola, na comunidade e em empresas.</p>
<p>Ele disse que os professores são treinados para atuar nesse novo contexto. “É trabalhoso, mas não tem nada de revolucionário. No caso brasileiro, a aplicação desse modelo é muito tímida.”</p>
<p>Fundado em 1861 e com formação em todos os níveis, o MIT é privado e dedica-se especialmente às Stem (sigla em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática), mas inclui cursos e pesquisas em humanidades e ciências sociais. São 11 mil alunos, também selecionados com diversidade, mil professores e 11 mil funcionários. "As atividades estão centradas na pesquisa e nas decorrências delas", explicou.</p>
<p>Assim como no Olin, a graduação no MIT enfatiza o aprendizado em equipe baseado em projeto, levando em consideração a estratégia CDIO, sigla em inglês para conceber, projetar, implementar e operar. A avaliação do aprendizado é feita no modelo convencional e também no modelo sistêmico.</p>
<p>De acordo com Loureiro, os professores do MIT podem se dedicar ao que quiserem, inclusive ao ensino, no qual “até os professores criativos e inovadores se envolvem, dado o ambiente estimulante dos cursos”.</p>
<p>A Universidade de Illinois Urbana-Champaign é uma instituição pública de pesquisa, “no estilo público americano, com apenas 10% de seu orçamento coberto pelo estado”. Fundada em 1867, tem grande presença de estrangeiros, com 40 mil estudantes (selecionados com diversidade), 2,7 mil professores e 9 mil funcionários.</p>
<p>Este ano começará a funcionar o seu novo curso de medicina, no Carle Illinous College of Medicine. Cerca de 1500 estudantes se candidataram. Serão selecionados 32, que receberão apoio financeiro total.</p>
<p>“É o primeiro modelo que integra princípios de engenharia ao ensino de medicina, que se dá em quatro eixos: ciências básicas; ciências clínicas; engenharia e inovação; e humanidades médicas.”</p>
<p>Os valores a serem cultivados pelo curso são: centralidade do paciente, exposição à clínica desde o início, aprendizado baseado em sistemas, os vínculos entre engenharia, biologia, medicina e humanidades; foco na pesquisa na pesquisa e inovação.</p>
<p>A perspectiva dos dirigentes é de que será bom se metade dos formandos se dedicar à prática médica e o restante se orientar para o empreendedorismo inovador, segundo Loureiro.</p>
<p>O objetivo da escola é formar bons médicos com capacitação também para propor soluções para o sistema de saúde, aproximá-los das áreas tecnológico-científicas, identificar necessidades e encaminhar procedimentos com profissionais de outras áreas para a busca de soluções, comentou o expositor.</p>
<p><strong>Conclusões</strong></p>
<p>Ao analisar o perfil e atuação dessas três instituições, Loureiro concluiu que a liberdade para propor e fazer coisas colabora com o desenvolvimento de formulações criativas dentro e fora do ambiente acadêmico. “A liberdade também permite a exploração de modelos variados, o que não ocorre no Brasil, onde impera um viés universalista de ensino.” Ele criticou também o fato de, no Brasil, “os conselhos profissionais com frequência se julgarem no direito de dar palpite na formação em sua área, algo que não acontece nos Estados Unidos”.</p>
<p>Outra característica ressaltada por ele é que nas universidades visitadas o professor pode se dedicar integralmente à sua atividade fim, sendo avaliado em todas as dimensões de seu trabalho (pesquisa, ensino, extensão etc.).</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/glauco-arbix-9-3-2018" alt="Glauco Arbix - 9/3/2018" class="image-inline" title="Glauco Arbix - 9/3/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Glauco Arbix</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Contrastando as realidades americana e brasileiras, Loureiro apresentou várias sugestões para a melhoria da formação profissional no país. “É preciso mobilizar instituições, lideranças e demais instâncias decisórias para a importância de se inovar também na educação superior”.</p>
<p>Para ele, é preciso soltar as amarras que travam a graduação, valorizando os atores de projetos de mudança por intermédio do estímulo à implementação de suas ideias.</p>
<p>As turmas devem ser menores dos que as atuais e inseridas num ambiente interdisciplinar que permita o desenvolvimento da criatividade dos estudantes com vistas à aquisição do conhecimento e à inovação. “Mas o empreendedorismo deve ser estimulado de forma prática e objetiva, sem modismos”, ressalvou.</p>
<p><strong>Interdisciplinaridade</strong></p>
<p>Loureiro defende que “as disciplinas sejam do curso, não do professor, pois ele acaba repetindo o que está habituado a fazer”. Além disso, em seu entender, é preciso eliminar superposições e promover a interdisciplinaridade, implantando uma metodologia que envolva maior número de professores.</p>
<p>Os estudantes devem ter a oportunidade de errar, aprender e se sentirem estimulados ao terminar o curso: “Na engenharia, aqui, a última coisa que os formandos possuem é autoconfiança. O curso é uma gincana que os faz ficar inseguros, e assim eles chegam ao diploma e ao registro profissional.”</p>
<p>Além de tudo isso, “é preciso conter o furor regulatório e avaliativo interno e externo, que coíbe e pune qualquer iniciativa não prevista na abundante legislação”.</p>
<p>Para o vice-diretor do IEA, Guilherme Ary Plonski, outra experiência americana que merece acompanhamento é a Cornell Tech NYC, criada em 2012 num campus temporário e agora funcionando no campus definitivo na Ilha Roosevelt, ao lado de Manhattan, A instituição é fruto de parceria entre a Universidade Cornell e o Technion – Instituto de Tecnologia Israel. Diante dos elevados recursos investidos, Plonski disse estar curioso com o que acontecerá na instituição, que recebeu US$ 153 milhões da Qualcomm e US$ 100 milhões da Bloomberg.</p>
<p><strong>Desempenho</strong></p>
<p>O coordenador do evento, o sociólogo Glauco Arbix, do OIC, quis saber sobre a capacidade prática dos engenheiros formados pelo Olion e a duração dos cursos nos Estados Unidos. Loureiro disse que os relatórios da escola indicam que os profissionais formados por ela são superiores à média daqueles formados em outras instituições, e o percentual dos que ingressam na pós-graduação é o mesmo de outras escolas.</p>
<p>Com relação à duração dos cursos, o Olion possui as características do modelo anglo-americano, no qual há várias rotas possíveis para alguém se tornar um engenheiro. “Os cursos geralmente duram quatro anos, mas os estudantes já chegam conhecendo matemática avançada, como os cálculos diferencial e integral.”</p>
<p>“A sistemática de ingresso também ajuda. Procura-se selecionar os melhores, não suprir deficiências anteriores. Ou seja, não há como comparar muitas coisas com o sistema brasileiro nesse aspecto, uma vez que aqui há o sistema de cotas e a qualidade do conhecimento dos cotistas é diferente da dos alunos de boas escolas privadas.”</p>
<p>Em relação a duração dos cursos, o vice-diretor do IEA, Guilherme Ary Plonski, comentou que a formação médica nos EUA também é diferente da brasileira. Loureiro explicou que os estudantes americanos primeiro fazem uma graduação em ciências e só depois ingressam no curso de medicina, que dura quatro anos, sendo os dois últimos como internos, em seguida há o período de residência. Assim, os médicos americanos têm quatro ou cinco anos mais de formação do que os brasileiros.</p>
<p>Quanto à possibilidade de os exemplos citados serem adotados em escalar maior, ele disse que o Olion e o próprio MIT são modelos “butique”, pois as turmas são pequenas. “No Brasil, precisamos identificar um modelo intermediário e que varie de instituição para instituição.”</p>
<p><strong>Novos modelos</strong></p>
<p>Plonski também quis saber que novas experiências brasileiras Loureiro considera relevantes. O conferencista afirmou que a Faculdade de Medicina do Hospital Israelita Albert Einstein “é algo para se observar, pois não tem como dar errado”.</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilherme-ary-plonski-9-3-2017" alt="Guilherme Ary Plonski - 9/3/2018" class="image-inline" title="Guilherme Ary Plonski - 9/3/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Guuilherme Ary Plonski</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Nunca vi nada parecido. Novas turmas ingressam a cada semestre. Agora entrou a quinta turma. O patamar de conhecimentos dos candidatos é muito bom. O diferencial na seleção são as entrevistas criteriosas feitas com eles.”</p>
<p>Outra iniciativa que ele considera importante é o curso de engenharia do Insper, “baseado no modelo do Olion, mas tropicalizado”. Arbix comentou que o Insper tem um laboratório de manufatura avançada montado por quatro pesquisadores da USP: “Temos know-how aqui, mas estamos construindo coisas fora da Universidade.”</p>
<p><strong>Seleção com entrevistas</strong></p>
<p>Em relação ao curso de medicina do Einstein, Arbix informou que o sistema de seleção foi formulado em parceira com a Universidade de Colúmbia, dos EUA. São escolhidos 250 candidatos nas provas de conhecimentos (“97% também estão entre os primeiros no vestibular da Fuvest”). Depois, cada um passa por oito entrevistas, sempre com dois professores.</p>
<p>“Há perguntas até do tipo ‘Por que você quer ser médico’. O candidato pode até dizer que quer ganhar dinheiro, o que é uma aspiração legitima, mas acabará indo para o final da fila. As entrevistas acabam mudando a classificação dos 250 candidatos, dos quais são escolhidos 50.”</p>
<p>Arbix disse que a criação do curso de medicina no Einstein insere-se num quadro maior de ensino, pesquisa e inovação: “O centro de pesquisa existe há 20 anos, o curso de enfermagem, há 12 anos. O hospital também possui um conselho de inovação e planeja criar um curso de engenharia biomédica.”</p>
<p>Perguntando sobre o que acha de consultorias externas avaliarem a formação em engenharia, Loureiro disse não ver problema nisso. “Quanto mais avaliação melhor. Mas é preciso definir bem o escopo do que deve ser avaliado, e o processo não pode se restringir à avaliação externa.”</p>
<p>Em relação à rigidez das instituições públicas e as dificuldades para implementar mudanças, Loureiro afirmou que o sistema brasileiro ainda é de “escola de terceiro grau, com uma graduação muito escolar, que não possibilita a autonomia do indivíduo”.</p>
<p>Mesmo assim, considera que há muito que pode ser feito em instituições públicas: “As lideranças devem ser convencidas a apoiar quem quer promover mudanças, inclusive nos currículos. E isso é algo puramente administrativo, com alguém com poder decisório dizendo algo como ‘Vamos acabar com a grade curricular, vamos fazer alguma coisa que faça sentido’. É uma questão de vontade política.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (<i>a partir do alto</i>): 1, 3 e 4, Leonor Calasans/IEA-USP; 2, Olin College of Engineering</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-13T15:43:45Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/trajetoria-dos-engenheiros-no-brasil-15-de-abril-de-2015">
    <title>Trajetória dos Engenheiros no Brasil - 15 de abril de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/trajetoria-dos-engenheiros-no-brasil-15-de-abril-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/future-powertrain-30-de-abril-de-2014">
    <title>Future Powertrain - 30 de abril de 2014</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/future-powertrain-30-de-abril-de-2014</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-04-30T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/lancamento-da-terceira-edicao-do-relatorio-engenhariadata-e-do-site-do-observatorio-da-inovacao-e-competitividade-14-de-marco-de-2014">
    <title>Lançamento da Terceira Edição do Relatório EngenhariaData e do Site do Observatório da Inovação e Competitividade - 14 de março de 2014</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/lancamento-da-terceira-edicao-do-relatorio-engenhariadata-e-do-site-do-observatorio-da-inovacao-e-competitividade-14-de-marco-de-2014</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-14T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/manufatura-aditiva-19-de-novembro-de-2013">
    <title>Manufatura Aditiva - 19 de novembro de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/manufatura-aditiva-19-de-novembro-de-2013</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-11-19T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/faltam-engenheiros-de-que-tipo-onde-por-que-quais-as-perspectivas-30-de-agosto-de-2013">
    <title>Faltam Engenheiros? De que tipo, onde, por quê? Quais as Perspectivas? - 30 de agosto de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/faltam-engenheiros-de-que-tipo-onde-por-que-quais-as-perspectivas-30-de-agosto-de-2013</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-08-30T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-engenharia-desafios-perspectivas">
    <title>A Nova Ordem na Educação em Engenharia: Desafios e Perspectivas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-engenharia-desafios-perspectivas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A evolução tecnológica promoveu mudanças emblemáticas no sistema educacional ao quebrar a rigidez presente no século XX e trazer fluidez e insegurança no século XXI. Esta transição afetou muito a educação em engenharia em todo o mundo e alguns reflexos já se fazem sentir em nosso país.</p>
<p>Paul Gilbert, CEO da Quanser, uma das maiores empresas de material didático do planeta, e conhecedor profundo das tendências da educação em engenharia neste século irá discutir esta temática na companhia de Luiz Bevilacqua. Juntos, buscarão responder as seguintes questões:</p>
<ul>
<li>Como garantir que o estudante de engenharia adquiriu as ferramentas necessárias que o habilite a buscar sozinho o conhecimento ao longo de sua carreira?</li>
<li>As tecnologias emergentes criam lacunas de conhecimento. Quão rápido o sistema educacional das engenharias deve reagir para prover as habilidades técnicas para preencher estes espaços?</li>
<li>Como podemos avaliar, através de certificações globais confiáveis e amplamente exequíveis, as habilidades não-técnicas que gostaríamos que os estudantes de engenharia fossem dotados?</li>
<li>Que ideias criativas devemos ter para aumentar as habilidades fundamentais (técnicas e profissionais) nas regiões onde os recursos são limitados?</li>
<li>Como as universidades e as empresas devem trabalhar juntas para suprir as habilidades profissionais de nossos estudantes?</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Estas questões permeiam as discussões que estão sendo levadas a cabo junto ao Conselho Nacional de Educação e a Secretaria de Ensino Superior do MEC para o estabelecimento das novas diretrizes que estão sendo concebidas para os cursos de engenharia do país.</p>
<p><strong>Conferencista</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paul-gilbert" class="external-link">Paul Gilbert</a> (Quanser)</p>
<p><strong>Debatedor</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua" class="external-link">Luiz Bevilacqua</a> (UFRJ e IEA-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno</a> (EP e IEA - USP)</p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-cardoso" class="external-link">José Roberto Cardoso </a>(EP-USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-19T21:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/ha-ou-nao-apagao-de-engenheiros-seminario">
    <title>Faltam engenheiros? De que tipo, onde, por quê? Quais as perspectivas?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/ha-ou-nao-apagao-de-engenheiros-seminario</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A partir da pesquisa desenvolvida no projeto <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade/projeto/engenhariadata" class="internal-link">EngenhariaData</a>, de entrevistas em empresas e de análises dos diversos censos populacionais, os pesquisadores do núcleo discutem a falta de engenheiros no mercado de trabalho. Embora o número de formados em engenharia cresça a taxas maiores que a do PIB, do emprego em geral e do emprego em engenharia, enfrenta-se um  aparente apagão na área. A proposta do seminário é discutir, a partir do tratamento dos dados coletados, esse provável paradoxo.</p>
<h3>Debatedores</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/joao-guilherme-braga-ribeiro" class="external-link"><span style="text-align: start; float: none; "><span class="external-link">João Guilherme Braga (Whirlpool/Embraco)</span></span></a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/paulo-augusto-meyer-mattos-nascimento" class="external-link">Paulo Meyer (IPEA)</a><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/1-mario-sergio-salerno" class="external-link">,</a><span class="external-link"> por videoconferência</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/1-mario-sergio-salerno" class="external-link"><br />Mario Salerno (OIC)</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/leonardo-melo-lins" class="external-link">Leonardo Melo</a></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/leonardo-melo-lins" class="external-link"> </a><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/leonardo-melo-lins" class="external-link">Lins (OIC)</a></span></p>
<p><br /><b>Assista ao vídeo: <br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/faltam-engenheiros-de-que-tipo-onde-por-que-quais-as-perspectivas" class="external-link"><i>Faltam engenheiros? De que tipo, onde, por quê? Quais as perspectivas?</i></a></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leila Costa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-07-19T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/manufatura-aditiva">
    <title>Manufatura Aditiva</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/manufatura-aditiva</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Neste seminário, os conferencistas apresentarão as diversas vertentes da Manufatura Aditiva – produção de protótipos; aplicações <i>low-end</i> em ambiente doméstico como hobby; aplicações <i>high-end</i> na produção de itens finais na indústria. Serão discutidas as perspectivas de adoção dessa tecnologia em maior escala na indústria e os potenciais impactos para as estratégias de produção de empresas e de países. Os desafios técnicos serão detalhados. Por fim, será debatida a posição atual do Brasil e o que deve ser feito considerando a inserção, no país, da tecnologia chave para o que vem sendo chamado de nova revolução industrial.</p>
<p><b>Coordenador e Moderador<br /></b><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Sergio Salerno</a> (EP e IEA)</p>
<p><b>Expositores<br /></b><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/eduardo-de-senzi-zancul" class="external-link">Eduardo de Senzi Zancul</a> (EP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/reginaldo-teixeira-coelho" class="external-link">Reginaldo Teixeira Coelho</a> (EESC), por videoconferência</span></p>
<p>Baixe o <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/cartaz-manufatura-aditiva" class="internal-link">cartaz de divulgação</a>.</p>
<p>Veja o <a class="external-link" href="http://g.co/maps/jmmd">mapa de localização</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-29T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/o-brasil-enfrenta-escassez-de-engenheiros">
    <title>O Brasil Enfrenta Escassez de Engenheiros?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/o-brasil-enfrenta-escassez-de-engenheiros</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>O Observatório de Inovação e Competitividade da USP (OIC/USP), em parceria com o  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), realiza mais um debate sobre a escassez de engenheiros no Brasil. <span>A discussão, que acontecerá via videoconferência entre Brasília, São Paulo, </span>Belo Horizonte, Mogi das Cruzes e Califórnia, <span>será baseada em três textos sobre o assunto e contará com a participação de convidados externos.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<div><b>Debatedores</b></div>
<div>Luiz Claudio Costa, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep. É professor da Universidade Federal de Viçosa – UFV. Graduado em Matemática pela UFV, mestre em Meteorologia Agrícola pela UFV e PhD em Meteorologia Agrícola pela Universidade de Reading (Inglaterra).</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<div>Fernanda De Negri, diretora da Diset/Ipea. Graduada em Economia pela Universidade Federal do Paraná – UFPR, mestre e doutora em Economia pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp. Foi assessora do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC e diretora do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI.</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<div>Martin Carnoy, professor de Educação e de Economia na Universidade de Stanford, graduado em Engenharia Elétrica pelo California Institute of Technology – Caltech e PhD em Economia pela Universidade de Chicago. É coautor do livro University expansion in a changing global economy: triumph of the BRICs?.</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<div>Roberto Leal Lobo e Silva Filho, professor Titular da Universidade de São Paulo – USP, da qual foi Reitor e Vice-Reitor. Sócio-diretor da Lobo &amp; Associados Consultoria e presidente do Instituto Lobo. É graduado em Engenharia Elétrica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC/RJ e mestre e doutor em Física pela Universidade de Purdue (Estados Unidos).</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<div>Claudio Moura Castro, PhD em Economia pela Universidade de Vanderbilt (Estados Unidos), lecionou na PUC/RJ, Fundação Getúlio Vargas, Universidade de Chicago, Universidade de Brasília, Universidade de Genebra e Universidade da Borgonha, além de já ter sido pesquisador do Ipea, diretor da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes e ter trabalhado na Organização Internacional do Trabalho – OIT, no Banco Mundial e no Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID.</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<div><b>Debatedores OIC</b></div>
<div>Mario Sergio Salerno, coordenador do OIC e  Professor Titular do Depto de Enga de Produção da Poli-USP, onde coordena o Laboratório de Gestão da Inovação. Membro do Conselho Tecnico Científico do INT/MCTI (Instituto Nacional de Tecnologia), do Conselho de Orientação do IPT/SP (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), e da Comissão Permanente de Indicadores do MCTI.</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<div>Leonardo Melo Lins, doutorando em Sociologia e pesquisador do Observatório da Inovação e Competitividade do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo.</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<div><b>Mediadora</b></div>
<div>Marina Pereira Pires de Oliveira, graduada em Comunicação pela Universidade de Brasília. Desde 2008 trabalha na Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI com os temas Direito e Desenvolvimento e Formação e Qualificação de Recursos Humanos.</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<div><b>Texto para a discussão</b></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/uma-proposta-de-sistematizacao-do-debate-sobre-falta-de-engenheiros-no-brasil" class="internal-link">Uma proposta de sistematização do debate sobre falta de engenheiros no Brasil</a></span></div>
<div id="_mcePaste">Autores: Mario Sergio Salerno, Leonardo Melo Lins, Leonardo Augusto Vasconcelos Gomes e Demétrio Toledo (OIC/USP), Bruno César Pino Oliveira de Araujo (Ipea e OIC/USP) e Paulo A. Meyer M. Nascimento (Diset/Ipea)</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/evolucao-da-formacao-de-engenheiros-e-profissionais-tecnico-cientificos-no-brasil-entre-2000-e-2012" class="internal-link">Evolução da formação de engenheiros e profissionais técnico-científicos no Brasil entre 2000 e 2012</a></div>
<div id="_mcePaste">Autores: Divonzir Arthur Gusso (Disoc/Ipea) e Paulo A. Meyer M. Nascimento (Diset/Ipea)</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/a-demanda-por-engenheiros-e-profissionais-afins-no-mercado-de-trabalho-formal" class="internal-link">A demanda por engenheiros e profissionais afins no mercado de trabalho formal</a></div>
<div id="_mcePaste">Autores: Aguinaldo Nogueira Maciente e Paulo A. Meyer M. Nascimento (Diset/Ipea)</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-11-01T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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