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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-a-cidade-e-direito-a-vida-livro">
    <title>Direito à Cidade e Direito à Vida: Perspectivas Críticas Sobre o Urbano na Contemporaneidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/direito-a-cidade-e-direito-a-vida-livro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A obra é produto direto das atividades realizadas pelo grupo de estudos “Teoria Urbana crítica” do Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP), no período dominado pela fase crítica da pandemia. Em meio ao distanciamento social, as possibilidades do debate se deslocaram das salas do Instituto para a tela do computador, mantendo os membros do grupo unidos em torno da compreensão do momento que se vivia e de como era possível analisar o momento.<br /><br />A hipótese desenvolvida neste livro é que a crise urbana, em seus fundamentos, ganha uma dimensão explicativa importante para a compreensão da pandemia vivida de modo desigual pela sociedade. Trata-se de uma crise que se desdobra em escalas justapostas de espaço e tempo, impressas nas formas urbanas que têm por conteúdo a desigualdade social que atravessa a história brasileira, reproduzindo-se e ganhando novas proporções com a pandemia.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-10-07T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/resultados-censo-vizinhanca-usp">
    <title>Cátedra Olavo Setubal apresenta resultados de censo realizado  em territórios vizinhos aos campi da USP na capital</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/resultados-censo-vizinhanca-usp</link>
    <description>Mais um fruto do projeto Democracia, Artes e Saberes Plurais (Dasp), criado durante
a atuação da educadora e ativista social Eliana Sousa Silva como titular da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência do IEA-USP, as publicações trazem os resultados das pesquisas realizadas entre janeiro de 2019 e abril de 2021. Elas levantaram dados como práticas culturais e condições de vida nas áreas vizinhas à Cidade Universitária, no Butantã, e a EACH, na Zona Leste
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes" class="external-link"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/banner-censo-vizinhanca" alt="Banner Censo vizinhanca" class="image-right" title="Banner Censo vizinhanca" /></a>No dia <strong>1 de julho (sexta-feira), às 17h</strong>, a Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência lança os livros <i>Censo Vizinhança USP / Características Domiciliares e Socioculturais – Jardim São Remo e Sem Terra</i> (volume 1) e <i>Jardim Keralux e da Vila Guaraciaba</i> (volume 2). A cátedra é uma iniciativa realizada em parceria entre o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA/USP) e o Itaú Cultural. O censo também contou com o apoio da Fundação Tide Setubal.</p>
<p><span>As publicações reúnem dados levantados no censo aplicado entre janeiro de 2019 e abril de 2021 em quatro territórios nos arredores dos dois </span><i>campi</i><span> da USP, com características de favela ou periferia. São eles: Jardim São Remo e Sem Terra, vizinhos à Cidade Universitária, na Zona Oeste; e Jardim Keralux e Vila Guaraciaba, próximos à Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), na Zona Leste.</span></p>
<p><span>Um encontro virtual transmitido ao vivo pelo site do IEA-USP </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a><span>, marca o lançamento das publicações, cujos dados também compõem um aplicativo que entra no ar no mesmo dia e pode ser acessado em </span><a class="external-link" href="https://censovizinhanca.iea.usp.br/" target="_blank">censovizinhanca.iea.usp.br/</a><span>. A atividade reunirá a educadora e ativista social Eliana Sousa Silva, pesquisadores e moradores das comunidades recenseadas que atuaram no projeto, além de representantes da governança da USP e apoiadores. A versão digital dos livros está disponível no site do IEA: </span><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes" class="external-link">www.iea.usp.br/publicacoes</a><span>.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionados</th>
</tr>
<tr>
<td>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/bolsistas-censo-comunidades-usp" class="external-link">Graduandos da USP vivem experiência como pesquisadores em censo de comunidades</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dados-preliminares-de-censo-mostram-crescimento-populacional-das-comunidades-vizinhas-a-usp" class="external-link">Dados preliminares de censo mostram crescimento populacional das comunidades vizinhas à USP</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/projeto-democracia-artes-e-saberes-plurais-do-iea-e-transformado-em-livro" class="external-link">Projeto Democracia, Artes e Saberes Plurais é transformado em livro</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/censo-jardim-sao-remo-jardim-keralux-e-vila-guaraciaba-1/home-censo-comunidades" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><i>Censo Vizinhança USP / Características Domiciliares e Socioculturais</i><span> é o terceiro título produzido pelo projeto Democracia, Artes e Saberes Plurais (Dasp), criado durante a titularidade de Eliana nesta cátedra, em 2018. O primeiro foi </span><i><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/narrativas-perifericas" class="external-link">Narrativas Periféricas: Entre Pontes, Conexões e Saberes Plurais</a></i><span>, lançado em 2021, e o segundo, </span><i><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/comunidades-e-familias-multiespecies" class="external-link">Comunidades e Famílias Multiespécies: Aportes à Saúde Única em Periferias</a></i><span>, uma coedição do IEA, da Saúde Única em Periferias (SUP) e da Amavisse Editora, foi lançado em junho de 2022.</span></p>
<p><strong>Resultados Zona Oeste</strong></p>
<p>O levantamento tinha como objetivo identificar as demandas sociais dos espaços periféricos à USP na capital. Abrange dados como família, trabalho e renda, práticas culturais, religião, acesso à tecnologia e a internet, e a relação com a USP, entre outros.</p>
<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/censo-vizinhanca-usp-jarim-sao-remo-e-sem-terra" class="external-link">volume 1</a> apresenta os números levantados nos territórios de Jardim São Remo e Sem Terra – vizinhos à Cidade Universitária, na Zona Oeste –, onde foram recenseadas 8.457 pessoas. Nesta população, 53% têm menos de 30 anos e a maioria dos moradores se declarou parda (45,7%), seguida dos brancos (33,3%), pretos (17,1%), indígenas (1,6%) e amarelos (0,9%), além de 1,3% sem informação. Entre os que se declararam pretos e pardos, a maioria é praticante de religiões de matriz africana.</p>
<p><span>A pesquisa identificou que, na maioria dos domicílios, o rendimento familiar está entre meio e três salários mínimos. Também é considerável o percentual de domicílios cuja faixa de rendimentos se localiza entre meio e um salário e meio, correspondendo a 39,5% dos domicílios em São Remo e 31% dos domicílios no Sem Terra.</span></p>
<p><span>Outro dado apontado é um alto índice de crianças e adolescentes (de 10 a 17 anos) com trabalho remunerado, podendo configurar trabalho infantil, sendo 10,4% são em São Remo e 5,7% no Sem Terra. Também nos territórios da Zona Oeste, 70% dos imóveis próprios não têm documento que comprove sua posse, embora 61% dos moradores se identifiquem como proprietários e 39% aluguem ou morem com algum tipo de cessão.</span></p>
<p><span>Quanto às práticas culturais, 85% dos moradores realizam pelo menos uma atividade cultural. A cultura, inclusive, é um dos serviços da USP mais acessados pela população, junto a atividades físicas e esportivas, e acesso ao transporte, atrás apenas do atendimento médico e/ou odontológico. Por outro lado, em 87,4% dos domicílios não há moradores que utilizam esses serviços ou desenvolvem atividades no </span><i>campus</i><span>, embora 81,6% dizem não ter incômodo entre moradores e universidade.</span></p>
<p><span>Na educação, 97,6% das crianças e adolescentes com idade entre 6 e 14 anos estão matriculadas no Ensino Fundamental, enquanto 25,6% dos adolescentes entre 15 e 17 anos não estão frequentando o Ensino Médio. Apesar da proximidade, apenas 1,5% dos moradores entrevistados estudam e 2,7% declararam já terem sido alunos da USP, seja na creche, cursos livres e pré-vestibulares, além da graduação e pós-graduação.</span></p>
<p><strong>Resultados Zona Leste</strong></p>
<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/censo-vizinhanca-usp-jardim-keralux-e-da-vila-guaraciaba" class="external-link">volume 2</a> da publicação é dedicado aos dados obtidos nos territórios vizinhos à Escola de Artes, Ciências e Humanidades, na Zona Leste, reunindo Jardim Keralux e Vila Guaraciaba, onde o IBGE identificou em 2010 uma população de 8.044 pessoas, e a USP recenseou 9.131 moradores em 2019.</p>
<p><span>Assim como na Zona Oeste, 67% dos imóveis próprios nestes territórios não têm documento que comprove a posse do imóvel, embora 65,8% dos pesquisados afirmem ser proprietários do imóvel e já terem pago por eles. Sobre os animais, a soma de cães e gatos (2.814) é maior do que a de crianças (1.570) no conjunto das comunidades.</span></p>
<p><span>A renda de 61,6% dos domicílios em Keralux e de 71% em Vila Guaraciaba se concentra entre meio e três salários mínimos. Entre crianças e adolescentes (de 10 a 17 anos), há 10,8% com algum tipo de trabalho remunerado em Keralux e 16,3% na Vila Guaraciaba – percentuais maiores do que os nacionais de trabalho infantil (em torno de 4,6%).</span></p>
<p><span>Quanto ao acesso à tecnologia e internet, embora 41,6% dos domicílios possuam computadores, há diferenças de acesso quanto a gênero e cor/raça. Segundo o censo, o pelos homens é de 39,1% e de 36,8% entre as mulheres. Em relação à cor, 41,8% das pessoas declaradas brancas têm acesso ao computador e à internet, enquanto a porcentagem entre pretas e pardas é de 37,1% e 36,2%, respectivamente.</span></p>
<p><strong>A pesquisa</strong></p>
<p>O trabalho foi realizado por 56 estudantes-pesquisadores de diferentes cursos de graduação e pós-graduação, além de geógrafos consultores e moradores do Jardim São Remo, Jardim Keralux e da Vila Guaraciaba. Também participaram docentes da USP.</p>
<p><span>Na primeira etapa do processo, realizada entre fevereiro de 2019 e março de 2020, foram visitadas todas as unidades residenciais para coletar dados sobre os domicílios, moradores e animais. Na segunda, de fevereiro a abril de 2021, foram identificadas e registradas informações sobre equipamentos públicos, instituições, grupos e pessoas com ações sociais, artísticas, esportivas, educacionais e religiosas nos territórios.</span></p>
<p><span>Pelo viés acadêmico, o resultado do censo tem como proposta subsidiar novos projetos de pesquisa e extensão na USP. Pelo olhar social, pode ser utilizado pelos moradores desses territórios para reivindicações junto ao poder público ou à iniciativa privada.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sobre a cátedra</strong></p>
<p>A Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência é uma parceria entre o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA/USP) e o Itaú Cultural. Desde 2016, a iniciativa abre espaço para a discussão e a promoção de atividades voltadas para o cenário das artes – com foco na gestão e ação cultural.</p>
<p><span>A cada ano, a cátedra elege um titular para orientar as atividades. Em 2016, o cargo foi ocupado pelo diplomata Sérgio Paulo Rouanet, e no ano seguinte por Ricardo Ohtake, diretor do Instituto Tomie Ohtake. Em 2018, foi a educadora e ativista social Eliana Sousa Silva, diretora-fundadora da Redes da Maré, e em 2019 o curador e crítico de arte Paulo Herkenhoff e a bioquímica e professora Helena Nader, numa titularidade conjunta.</span></p>
<p><span>Desde 2020, a Cátedra tem como titular o antropólogo argentino Néstor García Canclini. A partir de agosto de 2022, assume o posto a escritora Conceição Evaristo.</span></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Lançamento do aplicativo e dos livros: </strong></p>
<p><i>Censo Vizinhança USP / Características Domiciliares e Socioculturais - Jardim São Remo Sem Terra</i> (volume 1) <i>Jardim Keralux e da Vila Guaraciaba</i> (volume 2)<br /> Coordenação: Eliana Sousa Silva e Martin Grossmann</p>
<p>Organização: Eliana Sousa Silva, Érica Peçanha e Dalcio Marinho Gonçalves</p>
<p><strong>Dia 1 de julho (sexta-feira), às 17h</strong></p>
<p>Transmissão ao vivo pelo site do IEA-USP <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO:</strong></p>
<p><strong>Abertura: </strong></p>
<p class="documentContent mceContentBody"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a> (titular da Cátedra Olavo Setubal, 2018)</p>
<p class="documentContent mceContentBody"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a> (coordenador acadêmico da Cátedra Olavo Setubal)</p>
<p><strong>Apresentação de dados e reflexões:</strong></p>
<p dir="ltr"><i>Importância do censo nas favelas, metodologia e destaque dos resultados</i></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/democracia-artes-e-saberes-plurais/integrantes" class="external-link">Dalcio Marinho</a> (coordenador de pesquisa DASP)</p>
<p dir="ltr"><i>Sentidos do censo para um morador da São Remo</i></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/democracia-artes-e-saberes-plurais/integrantes" class="external-link">Ericsson Magnavita</a> (articulador local censo São Remo)</p>
<p dir="ltr"><i>Recomendações para projetos acadêmicos nas periferias e favelas</i></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/democracia-artes-e-saberes-plurais/integrantes" class="external-link">Kaio Gameleira</a> (articulador local censo Jardim Keralux e Vila Guaraciaba)</p>
<p dir="ltr"><i>Algumas considerações sobre o censo</i></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-tania-katz" class="external-link">Helena Katz</a> (paraninfa da titular 2018)</p>
<p><strong>Comentários:</strong></p>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-arminda-nascimento-arruda" class="external-link">Maria Arminda do Nascimento Arruda</a><span> (vice-reitora da USP)</span></div>
<div class="visualClear"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-alberto-nussenzveig" class="external-link">Paulo Nussenzveig</a><span> (pró-reitor de Pesquisa e Inovação da USP)</span></span></div>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/neca-setubal" class="external-link">Neca Setubal</a><span> (presidente do conselho curador da Fundação Tide Setubal)</span></div>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-saron" class="external-link">Eduardo Saron</a><span> (diretor do Itaú Cultural)</span></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabiana-de-santaanna-evangelista" class="external-link">Fabiana de Sant´Anna Evangelista</a> (vice-diretora da EACH)</div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-lima" class="external-link">Márcia Lima</a><span> (assessora técnica da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento da USP)</span></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (diretor do IEA)</div>
<div class="visualClear"></div>
<p><strong>Moderação:</strong> Martin Grossmann</p>
<p><strong>Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência do IEA-USP</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/catedra-olavo-setubal">www.iea.usp.br/catedra-olavo-setubal</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/ieausp">www.facebook.com/ieausp</a></p>
<p><a href="http://www.instagram.com/ieausp">www.instagram.com/ieausp</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/ieausp">www.twitter.com/ieausp</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/c/IEAUSPSP">www.youtube.com/c/IEAUSPSP</a></p>
<p><strong><br />Itaú Cultural</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="http://aboutblank" target="_blank">www.itaucultural.org.br</a></p>
<p><a href="http://aboutblank" target="_blank">www.twitter.com/itaucultural</a></p>
<p><a href="http://aboutblank" target="_blank">www.facebook.com/itaucultural</a></p>
<p><a href="http://aboutblank" target="_blank">www.youtube.com/itaucultural<br /><br /></a></p>
<p><strong>Assessoria de imprensa IEA/USP</strong></p>
<p>Fernanda Cunha Rezende: 11 3091-1681</p>
<p><a class="mail-link" href="mailto:ferezende@usp.br">ferezende@usp.br</a></p>
<p><strong>Assessoria de imprensa: Conteúdo Comunicação </strong></p>
<p>Cristina R. Durán: (11) 9 8860 9188</p>
<p><a href="http://aboutblank" target="_blank">cristina.duran@conteudonet.com</a></p>
<p>Larissa Corrêa: (11) 9 8139 9786 / 9 9722 1137</p>
<p><a href="http://aboutblank" target="_blank">larissa.correa@terceiros.itaucultural.org.br</a></p>
<p>Mariana Zoboli: (11) 9 8971 0773</p>
<p><a href="http://aboutblank" target="_blank">mariana.zoboli@conteudonet.com</a></p>
<p>Roberta Montanari: (11) 9 9967 3292</p>
<p><a href="http://aboutblank" target="_blank">roberta.montanari@conteudonet.com</a></p>
<p>Vinicius Magalhães: (11) 9 9295 7997</p>
<p><a href="http://aboutblank" target="_blank">vinicius.magalhaes@conteudonet.com</a></p>
<p><strong>Programa Rumos Itaú Cultural: </strong><strong> </strong></p>
<p>Carina Bordalo: (11) 9 8211 6595</p>
<p><a href="http://aboutblank" target="_blank">carina.bordalo@terceiros.itaucultural.com.br</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Periferias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-06-29T12:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cidades-saudaveis-sustentaveis">
    <title>Seminário marca inclusão de dados sobre São Paulo no Observatório de Cidades Sustentáveis e Saudáveis</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cidades-saudaveis-sustentaveis</link>
    <description>Seminário online "Lançamento dos Dados da Cidade de São Paulo no Observatório de Cidades Sustentáveis e Saudáveis" realiza-se no dia 24 de junho, às 14h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pedestre-na-marginal-em-sao-paulo" alt="Pedestres na Marginal em São Paulo" class="image-right" title="Pedestres na Marginal em São Paulo" />São Paulo foi uma das cidades analisadas na série de artigos “<a href="https://www.healthysustainablecities.org/publications" target="_blank">Desenho Urbano, Transporte e Saúde</a>”, publicada pela revista The Lancet Global Health em 10 de maio. A iniciativa teve por objetivo verificar como as políticas e ações de desenho urbano e transporte nas cidades podem impactar na prevenção de doenças crônicas, da obesidade e do aumento da prática de caminhada.</p>
<p>No <strong>dia 24 de junho, a partir das 14h</strong>, seminário online promovido pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP apresentará os artigos da série no Brasil e lançará os dados referentes a São Paulo (comparados aos de outras cidades) incluídos no <a href="https://www.healthysustainablecities.org/" target="_blank">Observatório de Cidades Saudáveis e Sustentáveis</a> [veja a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/observatorio-cidades-saudaveis-e-sustentaveis#programacao">programação</a>]. A transmissão ao vivo pela internet será em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a> (não requer inscrição).</p>
<p>O observatório foi criado no lançamento internacional da série em maio e é coordenado pelo <a href="https://prcstl.wustl.edu/" target="_blank">Centro de Pesquisa em Prevenção</a> da Universidade Washington em Saint Louis, EUA.</p>
<p>Os responsáveis pela produção dos artigos e pelo levantamento de dados sobre São Paulo são o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-espaco-urbano-e-saude">Grupo de Estudos de Espaço Urbano e Saúde</a> do IEA-USP e o <a href="http://www.each.usp.br/gepaf/index.php/?lang=pt" target="_blank">Grupo de Estudos e Pesquisas Epidemiológicas em Atividade Física e Saúde</a> da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP.</p>
<p>A série da The Lancet Global Health envolveu pesquisadores de diferentes partes do mundo, incluindo países de baixa, média e alta renda. No caso de São Paulo, foram analisados, como políticas públicas, o Plano Diretor, o Plano de Mobilidade Urbana e o Estatuto do Pedestre. Além disso, foram disponibilizados os dados ambientais da base oficial da cidade para a elaboração de índices como o de caminhabilidade, acesso aos transportes coletivos, áreas verdes, densidade populacional e outros itens importantes para comparação com outras cidades.</p>
<p>O seminário discutirá ainda dados de outras pesquisas sobre a temática desenvolvidas pelos dois grupos de estudos, além de contar com apresentações de pesquisadores convidados sobre questões relativas a políticas e dados ambientais ligados à saúde urbana.</p>
<h3>Programação</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="85">
<p><strong>14h</strong></p>
</td>
<td width="564">
<p><strong>Abertura</strong><strong><br /></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alex-antonio-florindo">Alex Antonio Florindo</a> (Each-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo">Ligia Vizeu Barrozo</a> (IEA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="85">
<p><strong>14h10</strong></p>
</td>
<td width="564">
<p><strong>Apresentação da Segunda Série Lancet Global Health e do Observatório de Cidades Saudáveis e Sustentáveis</strong><strong><br /></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/billie-giles-corti">Billie Giles-Corti</a> (Instituto Real de Tecnologia de Melbourne, Austrália) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deborah-salvo">Deborah Salvo</a> (Universidade Washington em Saint Louis, EUA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="85">
<p><strong>14h30</strong></p>
</td>
<td width="564">
<p><strong>Artigos Científicos sobre Políticas e sobre Geoprocessamento e Divulgação do Score Card da Cidade de São Paulo e Proposta de Ampliação para Cidades Brasileiras</strong><strong><br /></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alex-antonio-florindo">Alex Antonio Florindo</a> (Each-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo">Ligia Vizeu Barrozo</a> (IEA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="85">
<p><strong>15h</strong></p>
</td>
<td width="564">
<p><strong>Coordenação de Epidemiologia e Informação (CEInfo) da Secretaria de Saúde do Município de São Paulo</strong><strong><br /></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-grimm">Sylvia Grimm</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-antunes-failla">Marcelo Antunes Failla</a> (ambos da área de Geoprocessamento e Informações Socioambientais da Coordenação de Epidemiologia e Informação da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="85">
<p><strong>15h20</strong></p>
</td>
<td width="564">
<p><strong>Plano de Mobilidade Urbana da Cidade de São Paulo</strong><strong><br /></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-fernando-romano-devico">Luiz Fernando Romano Devico</a> (Companhia de Engenharia de Tráfego da cidade de São Paulo)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="85">
<p><strong>15h40</strong></p>
</td>
<td width="564">
<p><strong>Intervalo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="85">
<p><strong>16h</strong></p>
</td>
<td width="564">
<p><strong>Base de Dados Geosampa</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvio-cesar-lima-ribeiro">Silvio C. L. Ribeiro</a> (GeoInfo da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento de São Paulo)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="85">
<p><strong>16h20</strong></p>
</td>
<td width="564">
<p><strong>Índice de Caminhabilidade, Espaços Públicos Abertos e Relações com Variáveis de Saúde na Cidade de São Paulo: Resultados de Projetos de Pesquisas</strong><strong><br /></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo">Ligia Vizeu Barrozo</a> (IEA) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alex-antonio-florindo">Alex Antonio Florindo</a> (Each-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="85">
<p><strong>16h50</strong></p>
</td>
<td width="564">
<p><strong>Vida Urbana e Saúde: Opinião</strong><strong><br /></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a> (IEA e FM-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="85">
<p><strong>17h10</strong></p>
</td>
<td width="564">
<p><strong>Agradecimentos</strong><strong><br /></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo">Ligia Vizeu Barrozo</a> (IEA) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alex-antonio-florindo">Alex Antonio Florindo</a> (Each-USP)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<p><i><strong>Lançamento dos Dados da Cidade de São Paulo no Observatório de Cidades Saudáveis e Sustentáveis</strong></i><br /><i>24 de junho, 14h<br /></i><i>Seminário online público e gratuito com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet (não é preciso se inscrever)<a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdYka8fTWJ_qzfcIOs2Gub_RPx4Mbz5Lb9mCFAeebOIjCZ7aA/viewform" target="_blank"><br /></a></i><i>Mais informações: com  Claudia Regina Pereira (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/dados-cidade-sao-paulo-saudaveis" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><i><span class="discreet">Foto: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-06-20T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/analise-do-zoneamento-ecologico-economico-paulista">
    <title>Pesquisadores analisam o Zoneamento Ecológico-Econômico paulista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/analise-do-zoneamento-ecologico-economico-paulista</link>
    <description>No seminário UrbanSus "Reflexões sobre a Proposta de Zoneamento Ecológico-Econômico de São Paulo", convidados avaliaram o documento e debateram sobre o desenvolvimento econômico do estado</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-7a9da499-7fff-0b78-d31e-308809eb1d02"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O principal problema que o estado de São Paulo enfrenta é a dissociação entre economia e meio ambiente, acredita </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-carlos-mierzwa?searchterm=Jos%C3%A9+Carlos+Mierzwa+"><span>José Carlos Mierzwa</span></a><span>, da Escola Politécnica (POLI) da USP. Sem a proteção ambiental, o modelo de desenvolvimento da região se mostra insustentável. </span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cantareira-30-03-2022/image" alt="Cantareira - 30/03/2022" title="Cantareira - 30/03/2022" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Vista do Parque Estadual da Cantareira, Unidade de Conservação em São Paulo</dd>
</dl>O </span><span>Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) é um ponto de partida para mudar a ocupação da terra e propor políticas públicas no território, defende </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sueli-angelo-furlam"><span>Sueli Furlan</span></a><span>, doutora em geografia física</span><span>. Esse instrumento demonstra a necessidade de repensar nossa relação com o espaço e com as fragilidades do meio biofísico. </span></p>
<p dir="ltr"><span>As afirmações foram feitas no seminário UrbanSus "</span><span>Reflexões sobre a Proposta de Zoneamento Ecológico-Econômico de São Paulo", realizado no </span><span>dia 30 de março e organizado pelo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais"><span>Centro de Síntese USP Cidades Globais</span></a><span>, do IEA.</span><span> O evento analisou a proposta para o ZEE apresentada pelo governo paulista em dezembro de 2021 (</span><a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2021/decreto-66002-10.09.2021.html"><span>Decreto </span><span>66.002/21</span></a><span>) </span><span>e que hoje encontra-se em fase de consulta pública. </span><span>Os convidados avaliaram as diretrizes e possibilidades desse instrumento, com o objetivo de encaminhar à Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente um relato com os resultados do encontro.</span></p>
<p dir="ltr"><span><span id="docs-internal-guid-f50154eb-7fff-de1f-529c-1bcfe1ad0954"><span><strong>O Zoneamento Ecológico-Econômico</strong></span></span></span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-0333856d-7fff-0c66-0a9c-146be2b8319f"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O ZEE do Estado de São Paulo é um </span><span>instrumento de planejamento ambiental que estabelece diretrizes de ordenamento e gestão do território. Ele tem como objetivo compatibilizar o desenvolvimento socioeconômico com a proteção ambiental. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Como pontos positivos do ZEE, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger"><span>Jean Metzger</span></a><span>, professor de ecologia na USP, aponta a junção, organização e disponibilização de dados úteis para planejamento territorial no estado como um todo. O ZEE também apresenta transparência na utilização de indicadores, o que permite críticas e aperfeiçoamentos. "Apesar de o ZEE ser essencialmente um diagnóstico, ele abre uma oportunidade única de se pensar em novas formas de empregar inteligência para fazer interface entre os dados e as políticas públicas", afirmou Metzger no evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A pressão de ONGs internacionais sobre o Banco Mundial, devido ao financiamento do desmatamento no Brasil na década de 1990, e a presença de artigos que abordavam a proteção ambiental na Constituição de 1988 foram apontados pelo geógrafo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jurandyr-luciano-sanches-ross"><span>Jurandyr Ross</span></a><span> como fatores que levaram aos projetos de ZEEs no Brasil no final do século 20. A partir daquele momento, se um estado como o Mato Grosso quisesse fazer investimentos altos em obras de infraestrutura, deveria realizar o zoneamento do território considerando as reservas indígenas e as áreas de conservação presentes na região, por exemplo.</span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maria-da-penha-30-03-2021/image" alt="Maria da Penha - 30/03/2022" title="Maria da Penha - 30/03/2022" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Maria da Penha Vasconcellos na abertura do evento, realizado de forma híbrida </dd>
</dl>Essa dimensão política do ZEE o torna extremamente importante, segundo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-da-penha-vasconcellos"><span>Maria da Penha</span></a><span>, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. "Esperamos que o ZEE de São Paulo norteie e desenvolva com os gestores e comunidades locais e regionais a cultura da conservação, preservação e regeneração da biodiversidade ambiental." Ela manifestou a esperança de que ele também permita o planejamento de políticas que reduzam as desigualdades econômicas, favoreçam maiores oportunidades a pessoas vulneráveis, estimulem a desconcentração de riquezas e colaborem no nível local e regional com o enfrentamento das emergências climáticas do estado.</span></p>
<div></div>
<div></div>
<div><span><span id="docs-internal-guid-a36390f0-7fff-4bcf-610e-35f85a94d840"><span><strong>Desenvolvimento socioeconômico e ambiental</strong></span></span></span></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div><span><br /> 
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Eventos</strong></p>
<ul>
<li><span id="docs-internal-guid-5333e513-7fff-067f-b936-289dd6d4cd8d"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/urbansus-zoneamento-ecologico-economico-de-sao-paulo">UrbanSus - Zoneamento Ecológico-Econômico de São Paulo</a></span></li>
</ul>
<span id="docs-internal-guid-ec4e6ba3-7fff-94c1-1ba4-38ed3cb10c91"> 
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/a-construcao-e-as-possibilidades-de-acao-local-a-partir-do-zoneamento-ecologico-economico-do-estado-de-sao-paulo-lei-66-002-21">A construção e as possibilidades de ação local a partir do zoneamento ecológico econômico do Estado de São Paulo</a></li>
</ul>
<ul>
<li><span id="docs-internal-guid-ec4e6ba3-7fff-94c1-1ba4-38ed3cb10c91"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/copy_of_ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-inovacao-em-politicas-publicas-urbanas-parte-1-de-2">UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Inovação em Políticas Públicas Urbanas </a></span></li>
</ul>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
Para </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arilson-favareto">Arilson Favareto</a><span>, da Universidade Federal do ABC (UFABC), o ZEE é um instrumento que apresenta ressalvas em torno de sua implementação, mas é uma ferramenta avançada por tratar de temas complexos. Observando suas décadas de existência, foi possível notar que os ZEEs se prestam a diferentes usos.</span></div>
<div><span><span><span><span id="docs-internal-guid-f6878055-7fff-7ab7-f380-629097237c2b">
<p dir="ltr"><span><br />Na prática, ele afirmou, os ZEEs são utilizados para legitimar decisões. Na Amazônia, já serviu como fonte de informação tanto para melhorar as conservações e investimentos quanto para rever os contornos das Unidades de Conservação (UCs) e as políticas ambientais, no sentido de "afrouxamento", não de seu aperfeiçoamento. "É preciso muita atenção para a maneira como o ZEE pode ser utilizado para informar a atuação dos agentes públicos e privados", reiterou.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Pensando no desenvolvimento econômico, destacou que as economias do século 21 devem se basear na redução de desigualdades e em novas relações entre sociedade e natureza. O ZEE oferece possibilidades para isso, mas ainda há temas a serem abordados para seu funcionamento. É o caso das diretrizes propostas, que são diversas, genéricas e amplas. Para que se concretizem, é preciso pensar como coordená-las em diferentes níveis de governo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Apesar de São Paulo ser visto como um estado desenvolvido, a região é muito fragmentada e apresenta bastante desigualdade, por isso necessita de projetos estratégicos que "refundem um modelo de desenvolvimento econômico mais coerente com os desafios do século 21", afirmou.</span></p>
</span></span></span></span></div>
<div>"Se discutia muito levar o ZEE para Casa Civil e retirar do Ministério do Meio Ambiente", apontou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-dal-fabbro"><span>Marcos Dal Fabbro</span></a>, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Para ele, o fato de o ZEE estar alocado na Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo é uma garantia da força do debate sobre as questões ambientais em sua formulação. Mas faz uma ressalva: o diálogo com a sociedade é essencial para a efetividade desse instrumento.</div>
<div></div>
<div><span id="docs-internal-guid-8f833fb5-7fff-fa79-ea73-b557be6ef07c">
<blockquote class="pullquote"><span><br /><br /></span></blockquote>
<p dir="ltr"> </p>
<blockquote class="pullquote"><span id="docs-internal-guid-e362106b-7fff-8d31-773f-740608118e44"><span>"O que acontece nos estudos de zoneamento é que a produção de um documento técnico-científico bem embasado não pode ser pensada no prazo do gestor ambiental do momento, e sim em prazos curtos, médios e longos."</span></span></blockquote>
<p dir="ltr"><span><strong>Metodologia do ZEE-SP e a gestão territorial</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Em relação às diretrizes apresentadas no decreto, Sueli Furlan afirmou que várias delas discorrem sobre restauração, mas faltam propostas que confrontem os sistemas produtivos. Por exemplo, se o PIB do estado for sustentado por ações que degradam o meio ambiente, e continuar havendo degradação em favor da economia, então essa ação está entre os "usos que devoram a funcionalidade dos recursos naturais". Para ela, é positivo que a ZEE consolide muita informação, mas esse é um ponto de partida para mudar a ocupação da terra.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No produto final do zoneamento, são levadas em conta as terras indígenas e quilombolas, populações tradicionais, desigualdades sociais, biodiversidade, mudanças climáticas e produção de energia limpa. "Um espectro grande de intenções em que acreditamos enquanto pesquisadores, mas que também nos decepcionamos, porque o retorno para a sociedade não aparece devido à falta de continuidade dos governos", afirmou Jurandyr.</span></p>
<p dir="ltr"><span>"O que acontece nos estudos de zoneamento é que a produção de um documento técnico-científico bem embasado não pode ser pensada no prazo do gestor ambiental do momento, e sim em prazos curtos, médios e longos." Ele apontou que há uma distância entre quem produz o conhecimento e quem usufrui dele. Os gestores públicos têm foco na atualidade, mas não pensam no futuro. "Esse é o primeiro grande defeito", afirmou o geógrafo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em relação à gestão, Jean Metzger disse que, muitas vezes, nas escalas municipais, não há competência para fazer uso dos dados. Modelagem, cruzamento, qualificação e análise de dados precisam ser feitos como base para tomadas de decisão. Por isso, acredita que há oportunidade de criar uma instituição que una governo e academia no uso do instrumento, e que centros de síntese como o USP Cidades Globais podem "fazer a interface da ciência com política pública". </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/expositores-urbansus-30-03-2022" alt="Expositores UrbanSus - 30/03/2022" class="image-left" title="Expositores UrbanSus - 30/03/2022" />Na visão de José Carlos Mierzwa, o documento cumpre o que propõe, que é apresentar um diagnóstico para o estado a partir do qual os entes possam estruturar políticas públicas e trazer melhorias de qualidade de vida para a população com estruturas sustentáveis. </span></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge"><span>Marcos Buckeridge</span></a><span>, coordenador do USP Cidades Globais e diretor </span><span>do Instituto de Biociências da USP, participou da abertura do evento. </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hugo-rogerio-de-barros"><span>Hugo Rogério de Barros</span></a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ivan-carlos-maglio"><span>Ivan Maglio</span></a><span>, pós-doutorandos do USP Cidades Globais, foram moderadores de dois painéis. </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/moacir-bueno-arruda"><span>Moacir Arruda</span></a><span>, analista ambiental do quadro permanente do Ibama/ICMBio, participou como expositor. O encerramento foi feito por </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi"><span>Pedro Roberto Jacobi</span></a><span>, do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) e do IEA.</span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></div>
<p> </p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Zoneamento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-04-04T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/riscos-e-desastres">
    <title>Publicação sobre gestão de riscos e desastres nas cidades brasileiras será lançada dia 19</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/riscos-e-desastres</link>
    <description>No dia 19 de outubro, às 9h, realiza-se o webinar "Gestão Integrada de Riscos e Desastres: Adaptação e Prevenção nas Cidades Brasileiras, organizado pelo ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana e instituições parceiras.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-22aec94089354439a9e8a19b7b7af3c6 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-22aec94089354439a9e8a19b7b7af3c6">
<p class="documentFirstHeading"><i><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/deslizamento-apos-temporal-em-sao-goncalo-rj/image" alt="Deslizamento após temporal em São Gonçalo, RJ" title="Deslizamento após temporal em São Gonçalo, RJ" height="369" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Riscos de deslizamentos em encostas são agravados por  chuvas cada vez mais intensas</dd>
</dl>Gestão Integrada de Riscos e Desastres: Adaptação e Prevenção nas Cidades Brasileiras</i> é o tema do webinar que o ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana do Centro de Síntese USP Cidades Globais realiza com instituições parceiras no <strong>dia 19 de outubro, às 9h</strong>, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet aberta a todos os interessados (não é preciso se inscrever).</p>
<p class="documentFirstHeading">O evento lançará o  "<a class="external-link" href="https://www.institutosiades.org.br/wp-content/uploads/Caderno_GIRD10.pdf">Caderno Técnico Gestão Integrada de Riscos e Desastres - GIRD+10</a>", elaborado pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), com apoio do Instituto Siedes - Sistema de Informações Ambientais para o Desenvolvimento Sustentável, do Laboratório de Gestão de Riscos (LabGRIs) da Universidade Federal do ABC (UFABC) e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social (PósCom) da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp)</p>
<p class="documentFirstHeading">A primeira parte do encontro (veja a <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-riscos-desastres#programacao" class="external-link">programação</a> completa) será dedicada a um painel com os seguintes temas e expositores:</p>
<ul>
<li><i>Clima e Eventos Extremos</i> -  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/delcio-rodrigues" class="external-link">Délcio Rodrigues</a>, diretor executivo do Instituto Climainfo;</li>
<li><i>Cenários de Riscos nas Cidades Brasileiras</i> - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-rocha-nogueira" class="external-link">Fernando R. Nogueira</a>, do LabCRis-UFABC;</li>
<li><i>Engajamento Social: A Experiência do Recife</i> -  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/keila-lima-ferreira" class="external-link">Keila Ferreira</a>, da Secretaria Executiva de Defesa Civil (Sedec) da Prefeitura do Recife, PE;</li>
<li><i>Participação e Governança</i> - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonia-maria-viggiani-coutinho" class="external-link">Sonia Maria Viggiani Coutinho</a>, do IEA.</li>
</ul>
</div>
<p>A mediação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cilene-victor-da-silva" class="external-link">Cilene Victor</a>, professora do PósCom-Umesp.</p>
<p>Após o painel, haverá o lançamento do caderno técnico e do canal do YouTube a ele dedicado. Os expositores serão a coordenadora e revisora técnica da publicação <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/samia-nascimento-sulaiman" class="external-link">Samia Nascimento Sulaiman</a>, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do LabGRis-UFABC, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/reinaldo-estelles" class="external-link">Reinaldo Estelles</a>, da Sedec-MDR.</p>
<p><strong>Cidades brasileiras</strong></p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-22aec94089354439a9e8a19b7b7af3c6 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-22aec94089354439a9e8a19b7b7af3c6">
<p dir="ltr">Os organizadores do encontro ressaltam que as mudanças climáticas não são uma ameaça distante, como demonstram a crescente elevação da temperatura e seus impactos sem precedentes, indicados no recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climática (IPPC). Diante desse cenário de "aumento da recorrência e intensidade de eventos extremos, o enfrentamento dos riscos e desastres é uma urgência nas cidades brasileiras", afirmam.</p>
<p dir="ltr">Eles destacam que novos paradigmas relacionados à gestão de riscos e desastres estão em processo de construção, consolidação e institucionalização, alinhados em direção à prevenção, à sustentabilidade e à participação social. "No Brasil, a <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12608.htm" target="_blank">Lei 12.608/2012</a>, que instituiu a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), avança nesse sentido e demanda conhecimentos, estratégias e ferramentas que apoiem ações para reduzir os riscos e a ocorrência de desastres no contexto brasileiro."</p>
<p dir="ltr"><strong>Projeto</strong></p>
<p dir="ltr">O caderno técnico é resultante do projeto de pesquisa "Aprimoramento e Atualização dos Conteúdos Técnico-Operacionais e de Proposta Pedagógica (Presencial e a Distância) para Gestão de Risco e Desastre no Contexto Brasileiro”, realizado de junho de 2020 a setembro deste ano, com coordenação e gerência de Samia Nascimento Sulaiman (UFRN e LabGRis-UFABC) e Sonia Maria Viggiani Coutinho (IEA e FSP-USP)</p>
<p dir="ltr">Participaram pesquisadores do Instituto Siades (executor do projeto), UFABC, IEA, Umesp, USP, UFPE, Ibama, Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Sedec-MDR e Sedec da Prefeitura do Recife.</p>
<p dir="ltr">A pesquisa foi desenvolvida no âmbito da Cooperação Técnica Internacional BRA /12/017 - Projeto Fortalecimento da Cultura de Gestão de Riscos de Desastres no Brasil entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD Brasil) e o MDR, por meio da Sedec.</p>
<p dir="ltr">Além do UrbanSus, são coorganizadores do webinar: o Instituto Siades, a UFABC, a Umesp, a UFRN e a Faculdade de Saúde (FSP) da USP, com apoio do Programa de Pós-Graduação em Planejamento e Gestão do Território e do LabGRis da UFABC, do PósCom-Umesp e do Programa de Pós-Graduação Ambiente, Saúde e Sustentabilidade da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.</p>
<div>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Marcelo Camargo/Agência Brasil</span></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>urbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desastres Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-14T16:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/circuito-urbano-2021">
    <title>Centro de Síntese USP Cidades Globais participa do Circuito Urbano do ONU-Habitat</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/circuito-urbano-2021</link>
    <description>O Centro de Síntese USP Cidades Globais do IEA participa nos dia 5, 6 e 14 de outubro de três eventos virtuais do Circuito Urbano . O circuito faz parte da programação Outubro Urbano, iniciativa do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Urbanos (ONU-Habitat).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ilustracao-circuito-urbano" alt="Ilustração Circuito Urbano" class="image-right" title="Ilustração Circuito Urbano" />O Centro de Síntese USP Cidades Globais do IEA participa nos dias 5, 6 e 14 de outubro de três eventos virtuais do <a class="external-link" href="https://www.circuitourbano.org/">Circuito Urbano</a>, em dois deles como organizador. O circuito faz parte da programação Outubro Urbano, iniciativa do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Urbanos (ONU-Habitat). A programação pode ser assistida no <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/channel/UCuntso3y0Vcwvr2kWCeiR1g">canal do circuito no YouTube</a>.</p>
<p>A participação do centro de síntese ocorre nos eventos:</p>
<ul>
<li>Dia 5, 16h - Planejamento e Gestão de Cidades Marítimas diante dos Eventos Climáticos Extremos<br /> (<a class="external-link" href="https://youtu.be/PmTL4G_eMwg">link da transmissão</a>);</li>
<li>Dia 6 - Os Impactos da Crise Climática na Vida de Crianças no Brasil: Migrantes, Refugiadas e Periféricas<br /> (<a class="external-link" href="https://youtu.be/rE7JQlyO0UA">link da transmissão</a>);</li>
<li>Dia 14 - Novas Tecnologias e Descarbonização de Cidades<br />(<a class="external-link" href="https://www.inscricoes.circuitourbano.org/trabalho/view?ID_TRABALHO=48">mais informações</a>).<br /><br /></li>
</ul>
<p>O circuito é organizado desde 2018 pelo escritório do ONU-Habitat no Brasil para dar visibilidade e apoio institucional a eventos organizados por diversos atores de todo o país durante o Outubro Urbano.  Desde a criação do circuito, já foram apoiados cerca de 400 eventos.</p>
<p>O tema deste ano é “Cidades na Linha de frente da Ação Climática”, a ser discutido em quatro linhas temáticas: Cidades Sustentáveis e Livres de Carbono; 2) Cidades Inclusivas e Justas; 3) Cidades Saudáveis; e 4) Cidades Resilientes.</p>
<p>O Outubro Urbano tem início anualmente no Dia Mundial do Habitat (primeira segunda-feira do mês) e se encerra no Dia Mundial das Cidades (31 de outubro). Toda edição conta com dois temas para estimular o debate sobre como tornar a vida nas cidades melhor para todos. Este ano, a questão central em debate é o papel das cidades na luta contra a emergência climática, em preparação para a Conferência do Clima (COP26), que acontecerá de 1º a 12 de novembro em Glasgow, Reino Unido. O tema do Dia Mundial do Habitat foi “Acelerando a Ação Urbana para um Mundo Livre de Carbono”. O Dia Mundial das Cidades tratará do tema “Adaptando Cidades para a Resiliência Climática”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-05T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/forum-sp-21-avaliacao-do-plano-diretor-e-da-politica-urbana-de-sao-paulo">
    <title>Forum SP 21 - Avaliação do Plano Diretor e da Política Urbana de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/forum-sp-21-avaliacao-do-plano-diretor-e-da-politica-urbana-de-sao-paulo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), o Instituto de Arquitetos do Brasil – São Paulo (IAB-SP), o Centro de Estudos da Metrópole (CEM-USP/Cebrap), a Escola da Metrópole do Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP) e a Comissão de Direito Urbanístico da Ordem dos Advogados do Brasil – São Paulo (OAB-SP) irão promover o Fórum SP 21, um seminário de avaliação do Sistema Municipal de Planejamento de São Paulo, com foco no Plano Diretor e na Política Urbana do município, seus instrumentos, planos, programas e ações complementares, assim como seus impactos e repercussões vivenciadas na cidade no século XXI. O evento contará com apoio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU-SP), da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, da Escola da Cidade, do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU), da Folha de S. Paulo e do Observatório de Políticas Públicas do  TCMSP.<br /> <br /><strong>Objetivos e Formato</strong></p>
<p>O evento, de abrangência multidisciplinar, visa debater e sistematizar, a partir da apresentação de pesquisas, trabalhos, reflexões e experiências concretas, um amplo conjunto de avaliações amadurecidas que têm sido feitas sobre os instrumentos urbanísticos, planos, programas e projetos urbanos, com destaque para o Plano Diretor, formulados e implementados na cidade de São Paulo a partir do novo marco institucional criado pelo Estatuto da Cidade, aprovado há vinte anos, e que teve como desdobramento na cidade os planos diretores de 2002 e 2014, e o atual ordenamento urbanístico do município, organizado no Sistema de Planejamento.</p>
<p><br />O Fórum SP 21, a ser realizado de maneira virtual, está aberto à participação de toda a comunidade voltada à pesquisa, ao projeto, à intervenção e ao ativismo urbano, devendo reunir pesquisadores, profissionais, alunos de graduação e pós-graduação, representantes de órgãos e entidades públicas, profissionais e empresariais, movimentos sociais, associações de moradores, coletivos e demais interessados que possam apresentar, de forma sistematizada, uma avaliação e reflexão sobre o temário do Fórum.</p>
<p>Com o objetivo de ampliar e estimular ao máximo a participação dos interessados, incluindo todos os olhares sobre a cidade, as entidades promotoras estruturaram o Fórum SP 21 em um grande leque de temas norteadores e aceitarão propostas de trabalhos com formas alternativas de linguagem.</p>
<p>Considerando os impactos e as mudanças que a pandemia vem gerando na cidade, o Fórum SP 21 tem o intuito de fomentar a observação, a avaliação e o debate sobre as políticas urbanas na perspectiva de iluminar horizontes futuros que possam gerar sua implementação, revisão e aperfeiçoamento. Uma contribuição para a cidade, compatível com as atuais condições sanitárias que impedem um amplo processo participativo, conforme determinado em lei, e portanto, limitam de imediato alterações na legislação e nos marcos institucionais das políticas urbanas.</p>
<p><br />No atual quadro nacional de crise econômica, social e democrática, de incertezas políticas e de desmonte da estrutura do Estado brasileiro, que envolve, entre outros, a desestruturação do apoio à pesquisa e ao desenvolvimento cientifico e a descrença nas políticas públicas, o Fórum SP 21 busca fazer uma avaliação aprofundada, lastreada em pesquisas e observações concretas, da experiência urbanística realizada em São Paulo.</p>
<p><strong>Temas Norteadores</strong></p>
<p>Foram definidos 24 temas norteadores e cada um deles terá uma Comissão Científica, que será responsável pela seleção dos trabalhos, condução dos debates e elaboração do relatório final de sistematização das conclusões.</p>
<p>Os resumos ampliados ou vídeos, que deverão ser apresentados na inscrição para apresentação de trabalhos, poderão ser enquadrados por seus autores em até três temas norteadores que dialoguem com sua contribuição. A primeira indicação definirá qual Comissão Científica analisará o trabalho, que eventualmente poderá recomendar sua inserção em outro tema norteador que se encaixe melhor na estrutura do Fórum.</p>
<p>Na hipótese de poucos trabalhos se inscreverem em alguns dos temas norteadores, ou se houver um excesso de trabalhos em outros, a Comissão de Organização e os Comitês Científicos poderão reorganizar o temário visando garantir uma programação compatível com os objetivos do Fórum SP 21.<br />Os temas norteadores previstos são os seguintes:</p>
<p><span><strong>1. Desenvolvimento econômico</strong></span></p>
<p>Polos de desenvolvimento econômico, novas centralidades, economia criativa, inovação, empreendedorismo, economia solidária, relação trabalho/moradia. Áreas de incentivo ao desenvolvimento econômico.</p>
<p><strong>2. Produção imobiliária</strong></p>
<p>Produção imobiliária pelo mercado formal e informal e impactos gerados pelas novas regras estabelecidas pela legislação urbanística.</p>
<p><strong>3. Zona rural e agricultura periurbana</strong></p>
<p>Polo de desenvolvimento rural sustentável, pagamento de serviços ambientais, agricultura orgânica, área periurbana, Plano de Desenvolvimento Rural.</p>
<p><strong>4. Dinâmicas urbanas, instrumentos e intervenções nas áreas centrais</strong></p>
<p><strong> </strong>Planos, projetos urbanos, intervenções e instrumentos nas áreas centrais. Políticas de habitação, mobilidade, patrimônio, meio ambiente, geração de emprego, equipamentos sociais nas áreas centrais.</p>
<p><strong>5. Dinâmicas urbanas, instrumentos e intervenções na Macroárea de Estruturação Metropolitana</strong></p>
<p><strong> </strong>Planos, projetos urbanos, intervenções e instrumentos utilizados ou realizados na orla ferroviária. Relação com as políticas de habitação, mobilidade, patrimônio, meio ambiente, geração de emprego e equipamentos sociais.</p>
<p><strong>6. Dinâmicas urbanas, instrumentos e intervenções nos eixos de Estruturação da Transformação Urbana e nos miolos de bairros</strong></p>
<p>Adensamento, verticalização e qualificação urbanísticas na Zonas de Estruturação Urbana, relação entre os empreendimentos e espaço público, (fachada ativa, fruição pública do térreo, alargamento das calçadas, etc.), impactos no entorno, transformações nos miolos de bairros.</p>
<p><strong>7. Ociosidade e subutilização urbana</strong></p>
<p>Instrumentos de Função Social da propriedade, parcelamento, edificação e ocupação compulsória, imposto progressivo no tempo, obsolescência e ociosidade de edifícios, especulação com terras e imóveis vazios.</p>
<p><strong>8. Expansão urbana</strong></p>
<p>Ocupações e loteamentos nas áreas de proteção ambiental; Contenção da expansão horizontal.</p>
<p><strong>9. Impactos das parcerias público privadas na transformação do território</strong></p>
<p>Operações urbanas consorciadas, Projetos de Intervenções Urbanas, Concessões urbanísticas, Parcerias Públicos Privadas, etc.</p>
<p><strong>10. Sistemas de Mobilidade </strong></p>
<p>Transporte coletivo, mobilidade ativa, racionalização do uso do automóvel, democratização do espaço viário, rede cicloviária, calçadas, segurança viária, compartilhamento de carros e outros modais, mobilidade por aplicativo, sistema de logística e cargas, infraestrutura aeroviária.</p>
<p><strong>11. Mudanças climáticas e resiliência urbana</strong></p>
<p>Impacto da emergência climática e desastres urbanos, mitigação das mudanças climáticas, mobilidade e seu impacto nas emissões de carbono, resíduos sólidos e seus impactos, construções sustentáveis, energia, cota ambiental, etc.</p>
<p><strong>12. Qualificação das áreas de vulnerabilidade social e urbana (periferias)</strong></p>
<p>Urbanização e regularização de favelas e assentamentos precários. ZEIS1. Qualificação urbanística e ambiental, implantação de equipamentos e programas sociais (educação, saúde, cultura, assistência etc.) e de infraestrutura urbana nas áreas de vulnerabilidade social e urbana; Geração de emprego, trabalho e renda; Novas centralidades, dinâmicas imobiliárias e deslocamentos populacionais nas periferias.</p>
<p><strong>13. Política habitacional</strong></p>
<p>Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS), Cota de Solidariedade, PPPs habitacionais, programas autogestionários de habitação, locação social, serviço social de moradia; Produção de unidades, reabilitação de edifícios ocupados, regularização e urbanização de favelas.</p>
<p><strong>14. Patrimônio cultural, histórico e religioso, valorização da memória e da paisagem</strong></p>
<p>Zonas Especial de Preservação Cultura (Zepec), Zepec Área de Proteção Cultural (APC), Territórios de Interesse da Cultura e Paisagem, conflitos com o processo imobiliário, bairros tombados, transferência do direito de construção, lei de fachada e outros instrumentos de proteção ao patrimônio cultural.</p>
<p><strong>15. Áreas protegidas, áreas verdes e espaços livres</strong></p>
<p>Plano e Sistema áreas protegidas, áreas verdes e espaços livres, Zonas Especiais de Proteção Ambiental (ZEPAM), implantação de novos parques, políticas e projetos para espaços livres urbanos, o plano da mata atlântica, terras indígenas.</p>
<p><strong>16. Saneamento Básico e Segurança Hídrica</strong></p>
<p>Programa de acesso ao saneamento básico (água, esgoto, resíduos e drenagem). Política de resíduos sólidos: coleta seletiva, reciclagem, compostagem, mudanças de consumo; Drenagem, controle de enchentes e poluição dos corpos d’água. Segurança hídrica. Relação do saneamento com o uso do solo.</p>
<p><strong>17. Fontes para o financiamento da cidade </strong></p>
<p>Recursos orçamentários e extra-orçamentários: fundos, transferências intergovernamentais, outorga onerosa do direito de construir, transferência do direito de construir, receitas e despesas do Fundurb, Funsai e demais fundos, IPTU, tabela de preços de terrenos.</p>
<p><strong>18. Impactos da pandemia sobre a cidade</strong></p>
<p>Alterações no uso de espaço público, impactos no território e na habitação das novas formas de trabalho, emigração urbana e seus efeitos na cidade, mudanças da relação entre moradia e trabalho, inadequação da legislação urbanística frente às novas condições urbanas.</p>
<p><strong>19. Interseccionalidade na organização e planejamento do território</strong></p>
<p>A questão de gênero, raça, classe, capacidade, orientação sexual, religião, idade e outros eixos de identidade nas políticas urbanas; Presenças e ausências da interseccionalidade nos planos, projetos e intervenções urbanas.</p>
<p><strong>20. Gestão dos equipamentos, patrimônio imobiliário e bens públicos</strong></p>
<p>Gestão direta e/ou concessão de equipamentos municipais (parques, cemitérios, mercados) e venda de terras públicas, PPP ou parcerias com ONG na cogestão de equipamentos.</p>
<p><strong>21. Governança e gestão pública e participativa</strong></p>
<p>Processos decisórios, Conselho Municipal de Política Urbana (CMPU), conselho setoriais, Conselhos gestores de equipamentos, controle popular do orçamento público, relação com o legislativo, novas tecnologias de participação.</p>
<p><strong>22. Sistema Municipal de Planejamento e Informações</strong></p>
<p>Articulação do PDE com os planos setoriais e regionais, Plano de Metas, Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Orçamento Participativo (OP) e com os programas e projetos setoriais ou integrados; Transparência e acesso às informações; Indicadores de monitoramento e mecanismos de avaliação.</p>
<p><strong>23. Articulação com a escala e o planejamento metropolitano</strong></p>
<p>Relação da legislação urbanística de São Paulo com a região      metropolitana. Articulação metropolitana das políticas setoriais, Planos de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI).</p>
<p><span><strong>24. Outros que não se enquadrem nos anteriores</strong></span></p>
<p>Se o objeto do trabalho não se enquadrar em nenhum desses temas e quiser sugerir um novo tema para o Fórum, se inscreva aqui.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institutional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-21T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/imaginario-sao-paulo-lyon-saint-etienne">
    <title>Podcast trata do imaginário das cidades de São Paulo, Lyon e Saint-Étienne</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/imaginario-sao-paulo-lyon-saint-etienne</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Já está disponível o <a class="external-link" href="https://open.spotify.com/episode/2E11YgwM6ifQD7gHpGXAFp?si=wG78f1t6SimtH0voF4TaNA&amp;nd=1">segundo episódio</a> da série de podcasts "Entre França e Brasil: Atualidades da Cooperação Científica". Desta vez o tema é "Les Imaginaires Urbains: Saint-Étienne, Lyon et São Paulo".</p>
<p>Os entrevistados são Michel Rautenberg, professor de sociologia na Universidade de Lyon, e Artur Rozestraten, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Os dois obtiveram um financiamento dentro do acordo UDL-Fapesp para realizar um projeto sobre as imagens e os imaginários de Lyon e São Paulo.</p>
<p>A série de podcasts apresenta ao público não especializado pesquisas realizadas no âmbito de projeto de cooperação franco-brasileira. A realização é do <a class="external-link" href="https://saopaulo.consulfrance.org/-Portugues-" target="_blank">Consulado Geral da França em São Paulo (CGF)</a> e do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/institut-des-ameriques/" class="external-link">Polo Brasil</a> do <a class="external-link" href="https://institutdesameriques.fr/pt" target="_blank">Instituto das Américas (IdA)</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Brasil do Instituto das Américas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cooperação Internacional</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-19T00:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-urbana-atmosfera">
    <title>Urbansus - Atmosfera Urbana: Emissões, Impactos e Tendências no Bem-Estar das Cidades | UrbanSus – Urban Atmosphere: Emissions, Impacts and Trends of Welfare in Cities</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-urbana-atmosfera</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A poluição do ar e as mudanças climáticas ameaçam o bem-estar das populações urbanas em todo o mundo. Embora os poluentes atmosféricos e os gases do efeito estufa (GEE) tenham diferentes tempos de vida na atmosfera, ambos impactam fortemente o meio ambiente e a saúde das populações, seja diretamente (no caso de poluentes atmosféricos tóxicos) ou indiretamente (gases do efeito estufa, via efeitos da mudança climática em escalas maiores). Além disso, ambos compartilham as mesmas fontes de emissão, particularmente no ambiente urbano, onde as diferenças nos microambientes podem desempenhar um papel maior na definição das características de emissão e exposição. Portanto, é necessário entender a relação entre os ambientes urbanos e a concentração de poluentes atmosféricos e gases de efeito estufa.</p>
<p>Existem diversos desafios no monitoramento ambiental da atmosfera. Os monitores podem exigir recursos que dependem de decisões políticas para sua utilização, principalmente nos países em desenvolvimento. Além disso, a representatividade espaço-temporal das medições só pode revelar parte do quadro da emissão, concentração e exposição dos poluentes atmosféricos, o que demanda discussões sobre seu enfrentamento.</p>
<p>O Prof. Otto Klemm do Instituto de Ecologia da Paisagem da Universidade de Münster, Alemanha, vem realizando importantes pesquisas no monitoramento de poluentes atmosféricos tóxicos na escala intraurbana, utilizando uma plataforma móvel adaptada à uma bicicleta de carga. A professora Guaciara Macedo dos Santos, do Departamento de Ciência do Sistema Terrestre da Universidade da Califórnia, Irvine, tem pesquisado métodos de medição de CO<sub>2</sub> a partir de materiais vegetais, principalmente folhas de ipê, no estado do Rio de Janeiro, Brasil. Em linha semelhante, o Prof. Marcos Buckeridge, do Instituto de Estudos Avançados e do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, vem medindo metais e poluentes atmosféricos em cascas de árvores em diferentes locais de São Paulo, como parques urbanos. Representando a gestão pública, a Dra. Maria Helena R. B. Martins, Gerente do Departamento de Qualidade Ambiental da CETESB, irá apresentar o trabalho que a instituição vem fazendo no monitoramento da qualidade do ar no estado de São Paulo por meio de uma rede de mais de 70 estações automáticas de medições de poluentes.</p>
<p>Uma vez que os poluentes atmosféricos e as emissões de GEE estão ligados a uma variedade de processos e atividades em nosso dia a dia, como atividade industrial, resíduos sólidos, produção de energia, transporte e mobilidade urbana, etc., as soluções para esses problemas também devem ser integradas entre diferentes setores da sociedade. As instituições governamentais devem ser atuantes e estar alinhadas à academia e à gestão urbana para fazer as melhores opções de políticas, todas apoiadas por dados e análises científicas robustas.</p>
<p>Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU se destacam como uma estrutura de colaboração nessas questões, dos quais os ODS 3) Saúde e Bem-estar, 11) Cidades e Comunidades Sustentáveis e 13) Ação Contra a Mudança Global do Clima, estão todos interligados. Por exemplo, ao conhecer as fontes de poluição do ar, as pessoas podem compreender sua contribuição e exposição a ela. Os governos locais podem agir para diminuir sua concentração visando essas fontes. A redução da quantidade de poluentes emitidos melhora o bem-estar nas cidades e as torna mais saudáveis e resilientes. Esse pensamento sistêmico é de vital importância e mostra que as soluções desenvolvidas para um dos ODS certamente beneficiarão todos. A cooperação internacional, representada pelo ODS 17) Parceria e Meios de Implementação, é de fundamental importância para a troca de ideias, melhores práticas e informações, ajudando pessoas e instituições a se conectarem e se apoiarem na busca por cidades mais sustentáveis.</p>
<p>Este evento reúne palestrantes experientes para mostrar as tendências mais recentes no monitoramento de poluentes atmosféricos urbanos e gases de efeito estufa que estão sendo realizados em diferentes locais do mundo. O objetivo deste evento é mostrar o estado da arte neste tópico, incluindo os principais desafios, perspectivas futuras e possibilidades, a fim de melhor integrar o monitoramento atmosférico ambiental com outras áreas de pesquisa e gestão urbana.</p>
<p>------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p>
<p>Air pollution and climate change impact the well-being of urban populations worldwide. Although air pollutants and greenhouse gases have different atmospheric lifetimes, both greatly impact the environment and health of populations, either directly (in the case of toxic air pollutants) or indirectly (greenhouse gases, via larger-scale climate change effects). Also, both share common emission sources, particularly in the urban environment, where differences in microenvironments can play a greater role in defining emission and exposure characteristics. Therefore, it is urgent to understand the relation between urban environments and the concentration of air pollutants and greenhouse gases.</p>
<p>Environmental monitoring of the atmosphere can be challenging. Monitors can require resources which are not always available and depend on political decisions, particularly in developing countries. Also, the temporal and spatial representativeness of the measurements can only reveal part of the picture concerning air pollutants emission, concentration, and exposure, which requires discussion about how to approach it.</p>
<p>Prof. Otto Klemm from the Institute for Landscape Ecology at the University of Münster, Germany, has been conducting research in monitoring toxic air pollutants in the intraurban scale using a mobile platform adapted to a cargo bike. Prof. Guaciara Macedo dos Santos, from the Earth System Sciences Department at the University of California, Irvine, has been researching methods for measurement of CO<sub>2</sub> using plant material, particularly Ipê leaves in the state of Rio de Janeiro, Brazil. On a similar line of work, Prof. Marcos Buckeridge, from the Institute of Advanced Studies and the Institute of Biological Sciences at the University of São Paulo, has been measuring metals and air pollutants in tree barks in different locations in São Paulo, such as urban parks. Representing the public management sector, Dr. Maria Helena R. B. Martins, Manager of the Environmental Quality Department of the Environmental Company of the State of São Paulo (CETESB), will speak about the work CETESB has been carrying out in monitoring air quality in the state through a network of nearly 70 automatic ground stations.</p>
<p>Since air pollutants and GHG emissions are linked to a variety of processes and activities in our daily lives, such as industrial activity, solid waste, energy production, transportation and urban mobility, etc., the solutions to these issues must also be integrated among different sectors of society. Governmental institutions must be active and aligned to academia and urban management in order to make the best policy options, all supported by robust scientific data and analysis.</p>
<p>The UN Sustainable Development Goals (SDGs) stand out as a framework for collaboration in these issues, from which SDGs 3) Good Health and Well-Being, 11) Sustainable Cities and Communities and 13) Climate Action are all interlinked. For example, by understanding the sources of air pollution, people can comprehend their contribution and exposure to it. Local governments can act to decrease its concentration targeting the identified sources. Decreasing the amount of pollutants emitted improves welfare in cities and make them healthier and more resilient. This systemic thinking is of vital importance, and it shows that solutions developed for one of the SDGs will certainly benefit all. International cooperation, represented by SDG 17) Partnership for the Goals, is of key importance to the exchange of ideas, best practices, and information, helping people and institutions connect and support each other in the pursuit of more sustainable cities.</p>
<p>This event brings together experienced speakers to show the latest trends in the monitoring of urban air pollutants and greenhouse gases which are being carried out around the world. The objective of this event is to show the state-of-the-art in this topic, including the main challenges, future perspectives, and possibilities, in order to better integrate environmental atmospheric monitoring with other areas of research and urban management.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Global Cities Program</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-30T10:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/observatorio-politicas-publicas-tcmsp">
    <title>Lançamento do Observatório de Políticas Públicas do TCMSP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/observatorio-politicas-publicas-tcmsp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Observatório de Políticas Públicas do Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP) pretende sistematizar dados da Prefeitura e do órgão de controle para produzir indicadores sobre políticas públicas na cidade de São Paulo, em áreas como Educação, Saúde e Urbanismo.</p>
<p>A atuação do Observatório terá como foco a identificação de desigualdades nas políticas e no gasto público e estará alinhada aos instrumentos de planejamento do município e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), constantes na Agenda 2030, pactuados com a Organização das Nações Unidas. A sistematização de informações e produção de indicadores sobre políticas públicas também acompanhará o processo de regionalização do orçamento, possibilitando maior compreensão sobre o investimento e o acesso a serviços públicos nos diferentes territórios da cidade.</p>
<p>A criação do programa espelha o contexto de fortalecimento das atividades de avaliação de políticas públicas realizadas pelas Cortes de Contas no país, conforme preconizado pela Norma Brasileira de Auditoria do Setor Público (NBASP) número 9020, que trata especificamente do tema. Com essa iniciativa, o TCMSP visa aumentar a efetividade do controle externo, fomentar o controle social e contribuir com o aprimoramento da administração pública.</p>
<p>Entre as atividades do Observatório de Políticas Públicas do TCMSP também estarão a formação de grupos de pesquisa e elaboração de relatórios e artigos científicos. A coordenação do programa ficará a cargo da Escola Superior de Gestão e Contas Públicas do TCMSP juntamente com a Secretaria de Fiscalização e Controle da Corte de Contas paulistana.</p>
<p>O programa será desenvolvido em parceria com instituições de ensino superior, como o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), a Universidade Federal do ABC (UFABC) e a Uninove, além da Fundação Tide Setúbal.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acesse os links das transmissões na <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/observatorio-politicas-publicas-tcmsp#programacao" class="external-link">programação</a> abaixo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-02T14:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/uma-homenagem-a-trajetoria-de-pesquisa-e-ativismo-de-marina-harkot">
    <title>Uma homenagem à Marina Kohler Harkot e a sua trajetória de pesquisa e ativismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/uma-homenagem-a-trajetoria-de-pesquisa-e-ativismo-de-marina-harkot</link>
    <description>A Pró-Reitoria de Pós-Graduação, o IEA e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo realizaram no dia 21 de novembro o webinar "Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:450px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marina-kohler-harkot/image" alt="Marina Kohler Harkot" title="Marina Kohler Harkot" height="450" width="450" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:450px;">A socióloga Marina Kohler Harkot</dd>
</dl></p>
<p>O webinar em homenagem a Marina Kohler Harkot no dia 21 de novembro transcorreu sob a forte emoção que a precoce e trágica morte da pesquisadora e cicloativista causa em todos que a conheceram e naqueles que apoiam as causas que ela defendia.</p>
<p>A vida de Marina foi tão intensa, que relembrar, durante as quatro horas do encontro, sua formação, interesses e realizações, se não diminuiu a tristeza por sua morte, demonstrou o quanto ela continuará presente em nossa sociedade, graças a seu legado repleto de caminhos abertos a serem trilhados por jovens pesquisadores e ativistas contra a desigualdade de gênero e em defesa da mobilidade ativa.</p>
<p>O encontro <i>Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot</i> teve a participação de pesquisadores, cicloativistas e familiares de Marina.</p>
<p>A homenagem da USP a ela foi uma iniciativa da Pró-Reitoria de Pós-Graduação, do IEA e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), onde Marina era doutoranda e pesquisadora do <a class="external-link" href="http://www.labcidade.fau.usp.br/">Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade)</a>.</p>
<p>A realização do encontro motivou o IEA e divulgar no dia 25 de novembro uma “<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa">Carta Aberta sobre Mobilidade Ativa e Inclusiva</a>”, na qual é defendida uma série de "<span>sugestões para as bases de uma política de mobilidade urbana mais eficiente, ativa e inclusiva para cidades, em particular a de São Paulo".</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Mobilidade ativa</i></h3>
<p><i>O que caracteriza a mobilidade ativa é o transporte de pessoas sem o uso de veículos motorizados. Os principais exemplos dela são o caminhar e o uso de bicicleta.</i></p>
<p><i>Pesquisadores e ativistas veem a mobilidade ativa como meio de redução do trânsito e da poluição atmosférica na cidade, além de uma contribuição direta ou indireta (redução da poluição e de acidentes) para a saúde da população.</i></p>
<p><i>Para ser viabilizada, é preciso que as políticas públicas sobre a mobilidade urbana promovam a integração de todos os meios de transporte em toda a cidade e a segurança de sua prática, inclusive com adequação de calçadas e criação de ciclovias apropriadas.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Texto</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa">Carta Aberta do IEA sobre Mobilidade Ativa e Inclusiva</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/homenagem-a-marina-harkot" class="external-link">Em homenagem a Marina Harkot, IEA, FAU e PRPG promovem discussão sobre mobilidade ativa</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/mobilidade-ativa-e-inclusiva-construindo-pontes-com-a-sociedade-uma-homenagem-a-marina-harkot" class="external-link">Vídeo da homenagem</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No webinar, foram apresentadas e comentadas diversas linhas de pesquisas desenvolvidas por Marina e por outras pesquisadoras que trabalharam com ela, não apenas os trabalhos ligados as dificuldades que as mulheres encontram para utilizar a bicicleta.</p>
<p><strong>Trajetória acadêmica</strong></p>
<p>O encontro foi constituído de três painéis. O tema do primeiro foi "A trajetória de pesquisa de Marina Harkot: das mulheres ciclistas aos territórios construídos a partir das subjetividades".</p>
<p>Os expositores foram: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro">Paula Freire Santoro</a>, orientadora de Marina e coordenadora do LabCidade; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/haydee-svab">Haydée Svab</a>, doutoranda do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP; Paulo Fernando Garreta Harkot e Maria Claudia Mibielli Kohler, pais de Marina; e Felipe Burato, seu marido.</p>
<p>Segundo Paula Santoro, Marina defendia a existência de uma política educacional que fosse um instrumento para várias formas de superação na nossa sociedade.</p>
<p>Comentou que um dos capítulos da dissertação de mestrado de Marina contém um levantamento extensivo sobre como coletar amostras nas pesquisas sobre gênero e bicicleta e possibilidade de pesquisas.</p>
<p>Ela também falou de vários tópicos presentes nos estudos de Marina, como a violência de gênero moldando não só o comportamento das mulheres, como o território onde elas se locomovem e a forma como o fazem.</p>
<table class="tabela-direita-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Gênero e mobilidade</i></h3>
<p><i>A bicicleta era o principal meio de transporte de Marina Kohler Harkot e isso a levou ao cicloativismo há oito anos, adotando a mobilidade ativa para discutir as relações de gênero.</i></p>
<p><i>Socióloga formada pela FFLCH-USP, obteve o título de mestre pela FAU-USP com a dissertação “A bicicleta e as mulheres: mobilidade ativa, gênero e desigualdades socioterritoriais em São Paulo”.</i></p>
<p><i>Atualmente era pesquisadora do LabCidade, na FAU-USP, onde desenvolvia pesquisa de doutorado na área de planejamento urbano e regional.</i></p>
<p><i>Atuava também como consultora em planejamento urbano, sobretudo na elaboração de planos diretores municipais e políticas inclusivas para mulheres.</i></p>
<p><i>A defesa do ciclismo urbano era intensa no seu dia a dia. Participou do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito da cidade de São Paulo e dirigiu a Ciclocidade. </i></p>
<p><i><strong>Atropelamento</strong></i></p>
<p><i>No início da madrugada de 8 de novembro, um domingo, tudo isso foi interrompido brutalmente: Marina Kohler Harkot morreu aos 28 anos, atropelada enquanto pedalava na primeira faixa à direita da Avenida Paulo VI, no bairro de Pinheiros, em São Paulo.</i></p>
<p><i>O motorista, José Maria da Costa Jr., 33, não prestou socorro a Marina e fugiu. Uma policial militar de folga que passava pela avenida chamou o Samu. Ela chegou a ser atendida, mas morreu no local.  O motorista foi identificado graças a placa do carro, anotada pela por outro motorista e repassada à policial.</i></p>
<p><i>Na manhã do dia 10 de novembro, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva do motorista, considerando que ele assumiu o risco de matar ao não prestar socorro à ciclista. Ele se apresentou à tarde no 14º Distrito Policial, onde foi indiciado por homicídio culposo (sem a intenção de matar).</i></p>
<p><i>Ficou calado durante o depoimento e foi liberado, pois a legislação eleitoral só permite prisão em flagrante nos cinco dias anteriores ao pleito. Segundo seu advogado, Costa Jr. alega não ter prestado socorro e fugido por ter ficado “assustado” com o acontecimento.</i></p>
<p><i>No dia 27 de novembro a Justiça aceitou a solicitação dos advogados da família de Marina e do Ministério Público para que o atropelador seja indiciado por homicídio doloso (com a intenção de matar).</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo Haydeé Svab, Marina a procurou em 2016 e lhe disse que queria tratar da relação entre mulheres e o uso de bicicletas. Elas tiveram diversos encontros para discutir transporte ou questões de gênero, além de realizaram oficinas juntas e serem parceiras de ativismo e em trabalhos profissionais.</p>
<p>Um desses trabalhos foi uma consultoria para o Banco Mundial sobre mobilidade e gênero na cidade de São Paulo. “Aprendi com ela a trabalhar do ponto de vista da pesquisa qualitativa”, afirmou.</p>
<p>Felipe Burato disse que a grande questão para Marina era a desigualdade de gênero e que o ciclismo era uma forma de discutir isso. “Pedalar para ela era um ato político, pedalava por todas as mulheres da periferia.”</p>
<p>Para ele, Marina não se propunha simplesmente a buscar soluções aplicáveis para a mobilidade feminina: "A mudança que considerava preciso construir é começar a olhar a cidade a partir do afeto, não de quilômetros de ciclovias e avenidas”.</p>
<p>A mãe de Marina apresentou um relato da formação da filha desde o início da adolescência, quando ela quis aprender alemão. Falou dos períodos em que Marina passou na Alemanha, na França e na Suíça e de quando pensou em deixar o curso de sociologia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e prestar vestibular para a FAU.</p>
<p>Foi a mãe que a aconselhou a terminar o curso de sociologia, se aprimorar em metodologia da pesquisa e depois fazer pós-graduação na FAU.</p>
<p>O pai contou como Marina o influenciou intelectualmente, tornando-se sua “consultora em ciências sociais”, além de lhe mostrar que mais importante do que as normas legais era a mudança no comportamento das pessoas, mostrando que "o politicamente incorreto, é isso mesmo, politicamente incorreto".</p>
<p><strong>Levantamentos</strong></p>
<p>“Dados de Mobilidade Ativa e Inclusiva da Cidade São Paulo” foi o tema do segundo painel, com exposições de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carolina-rattes-la-terza-de-almeida">Carol La Terza</a>, da Rede Nossa São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jo-pereira">Jô Pereira</a>, diretora geral da Associação de Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leticia-lindenberg-lemos">Letícia Lindenberg Lemos</a>, doutoranda da FAU-USP. Os comentaristas foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a>, do IEA e da Faculdade de Medicina (FM) da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo">Ligia Vizeu Barrozo</a>, do IEA e da FFLCH-USP.</p>
<p>Carol La Terza disse que Marina "foi orientadora de muita gente sem precisar ser uma professora formalmente". “O trabalho dela reverbera no meu trabalho e de todo mundo.” Carol destacou o interesse da socióloga em diversos temas, como desigualdade, mobilidade e relação das mulheres e da população LGBT+ com a cidade.</p>
<p>Além de participar da criação de um Grupo de Trabalho sobre Gênero na Ciclocidade em 2015, outra iniciativa de Marina na associação foi realizar um projeto a respeito de feminismo sobre duas rodas, afirmou Jô Pereira.</p>
<p>A pesquisa mostrou as visões de mulheres ciclistas e não ciclistas das cinco regiões de São Paulo sobre sua relação com o território, com a violência de gênero e outros aspectos.</p>
<p>Letícia Lindenberg Lemos ressaltou o interesse de Marina em obter dados das regiões mais periféricas da cidade de São Paulo, realizando pesquisas em todas as prefeituras regionais. Destacou que a questão central para ela eram os problemas relacionados com gênero e como as mulheres os vivenciam. Também afirmou que os trabalhos de Marina "humanizavam a pesquisa" a partir da análise qualitativa dos dados.</p>
<p>Nos comentários que fez às exposições do painel, Lígia Vizeu Barrozo, geógrafa que trabalha com dados de saúde, apresentou diversos dados sobre o uso de bicicleta na cidade de São Paulo coletados em inquérito sobre saúde de adultos feito pela FM-USP em parceria com a Prefeitura em 2015.</p>
<p>Ela apresentou também estudos que fez a partir de dados coletados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), inclusive o mapeamento de áreas com maior número de acidentes.</p>
<p>Para Paulo Saldiva, a mobilidade ativa é um marco civilizatório e vai muito além das ciclovias, pois promove a saúde e o acesso a direitos humanos. Ele considera que não faltam projetos, mas compromisso dos governantes</p>
<p>Saldiva mencionou as 35 mil mortes em acidentes de trânsito por ano no Brasil. “Isso é mais do que os mortos na guerra civil de Angola, que durou 26 anos.”</p>
<p>Para ele, "o trânsito é produto do ódio e da política atual, com as mortes em São Paulo sendo fruto da elevação da velocidade permitida".</p>
<p><strong>Políticas públicas</strong></p>
<p>O terceiro painel foi “Políticas Públicas: O Que Deve Ser Feito?”. Os expositores foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/kelly-cristina-fernandes-augusto">Kelly Fernandes</a>, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec); Gilberto Frachetta, do Conselho Municipal de Saúde; e Henrique Frota, do Instituto Pólis. Os comentaristas foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/orlando-strambi">Orlando Strambi</a>, da Escola Politécnica (EP) da USP e do WRI Brasil, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>, diretor do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenador do Centro de Síntese USP Cidades Globais, do IEA.</p>
<p>A participação de Marina no Conselho Municipal de Transporte foi fundamental para haver paridade de gênero entre os conselheiros, segundo Kelly Fernandes.</p>
<p>Kelly apresentou um panorama da legislação sobre segurança no transporte, das alterações no Código de Trânsito Brasileiro, dos dados sobre acidentes e mortes e da fiscalização do trânsito.</p>
<p>Para ela, há uma lacuna entre as políticas públicas para segurança no trânsito e a realidade do funcionamento da cidade, "lacuna que se amplia na periferia".</p>
<p>Gilberto Fraqueta tratou especificamente da mobilidade inclusiva. Ele considera que “praticamente não há políticas públicas para os portadores de deficiência”. Hoje há uma mudança de paradigma, disse, lembrando a criação pela ONU da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da qual o Brasil é signatário.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-de-homenagem-a-marina-harkot-21-11-2020/image" alt="Participantes da homenagem a Marina Harkot - 21/11/2020" title="Participantes da homenagem a Marina Harkot - 21/11/2020" height="280" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Participaram do webinar pesquisadores, ativistas da mobilidade ativa e inclusiva e familiares da homenageada</dd>
</dl></p>
<p>“O ambiente passou a fazer parte dos obstáculos à locomoção das pessoas. Deixou de ser um problema só das pessoas e passou a ser uma preocupação da sociedade e do poder público.”</p>
<p>Henrique Frota disse que Marina fez parte da história da parceria entre o Instituto Pólis e o LabCidade e detalhou a concepção do instituto sobre mobilidade como um direito à cidade e à cidadania.</p>
<p>“A mobilidade não pode ser vista apenas como deslocamento de um ponto A para um ponto B. É um direito social, um direito humano.”</p>
<p>Para ele, não se pode falar em mobilidade apenas em termos de políticas públicas, “ela tem de ser vista de maneira integrada no conjunto das políticas urbanas”.</p>
<p>Oswaldo Strambi disse que nós últimos anos é difícil um candidato a prefeito não ter alguma proposta para estimular o uso de bicicletas. Sobre o que deve ser feito, disse ter tido algumas respostas durante o congresso anual da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transporte, realizado dias antes do webinar.</p>
<p>Segundo ele, nas três conferências magnas do congresso, feitas por pesquisadores estrangeiros renomados, uma das soluções apontadas é incentivar o uso de bicicletas.</p>
<p>Marcos Buckeridge afirmou problemas complexos exigem soluções complexas: “Primeiro é preciso identificar a complexidade e depois detectar o comportamento sistêmico”.</p>
<p>“Não se pode falar de mobilidade sem falar de saúde, ambiente, habitação e educação. É muito importante termos leis e capacitação de pessoas, mas é preciso também uma gestão sistêmica eficiente”, comentou</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): arquivo da Família Harkot; IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-01T05:53:18Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-cidades-globais-faz-chamada-publica-de-pesquisadores">
    <title>USP Cidades Globais faz chamada pública de pesquisadores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-cidades-globais-faz-chamada-publica-de-pesquisadores</link>
    <description>Interessados em participar do Centro de Síntese USP Cidades Globais (USP-CG) do IEA como pós-doutores ou pesquisadores colaboradores tem até 23 de novembro para se inscreverem no processo seletivo. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/chamada-pesquisadores">Centro de Síntese USP Cidades Globais (USP-CG)</a> do IEA recebe até 23 de novembro inscrições para a seleção de pesquisadores interessados em desenvolver projeto de pesquisa a partir de março de 2021.</p>
<p>Os candidatos podem se inscrever para realizar <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/como-submeter-projeto/instrucoes-pos-doc">pós-doutorado</a> ou atuar como <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/como-submeter-projeto/instrucoes-colaborador">pesquisador colaborador</a>, com ou sem bolsa de agência de fomento. A obtenção de bolsa ficará a cargo do interessado.</p>
<p>Os projetos devem ter duração entre seis meses e cinco anos. A carga horária mínima total para pós-doutorado é de 960 horas e ao menos 20 horas por semana. Para pesquisador colaborador, a dedicação ao projeto deve ser de no mínimo 12 horas e no máximo 40 horas por semana.</p>
<p>A participação como pesquisador colaborador é exclusiva para pesquisadores externos à USP, vinculados ou não a outras instituições de ensino e pesquisa, com título de doutor conferido por qualquer instituição, nacional ou estrangeira.</p>
<p><strong>Inscrições</strong></p>
<p>Os interessados devem se inscrever (<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfAWtk7D_XaRW8J-j2Bq7ZPJ6I2Eqz1vBw-MvgdRKNH-RnT4Q/viewform" target="_blank">via formulário online</a>) até as 12h do dia 23 de novembro. Antes de efetuar a inscrição, o pesquisador deve entrar em contato com o supervisor do tema ao qual sua proposta está relacionada. Atualmente são 21 temas, que podem ser alterados nas próximas semanas (<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/chamada-pesquisadores#temas">veja a relação de temas e seus supervisores, com os respectivos e-mails</a>).</p>
<p>A relação de selecionados que participarão do programa sem bolsa será divulgada no dia 12 de março. No caso dos projetos dependentes de bolsa, os pesquisadores serão incorporados ao programa à medida que as agências de fomento concedam as bolsas. A reunião inaugural das atividades de todos os selecionados será em 25 de março.</p>
<p>Além de desenvolverem seus projetos de pesquisa, os selecionados deverão:</p>
<ul>
<li>realizar pelo menos um simpósio para aprofundamento teórico-metodológico sobre o tema de seu trabalho;</li>
<li>participar da organização de seminários UrbanSus, voltados à difusão dos avanços no conhecimento sobre questões de interesse do USPCG;</li>
<li>escrever pelo menos um artigo para publicação no site do USPCG;</li>
<li>submeter pelo menos um artigo para publicação em periódico ou livro;</li>
<li>colaborar na difusão dos resultados dos estudos e pesquisas do programa na mídia.</li>
</ul>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Ao realizar chamadas públicas de pesquisadores, o USPCG almeja contribuir com o aprimoramento da pesquisa e da excelência científica e tecnológica da universidade, bem como possibilitar a formação de grupos integrados por pesquisadores nacionais e estrangeiros voltados às questões urbanas.</p>
<p>A meta é gerar aplicações, experimentações e soluções que se convertam em subsídios para as transformações necessárias no contexto urbano.</p>
<p>Nesta terceira chamada pública anual, a expectativa é que os pesquisadores apresentem propostas com perfil inter e transdisciplinar, de forma a intensificar a interação entre as ciências sociais, humanas, naturais, ambientais e de sustentabilidade em projetos que considerem as complexidades das cidades e as projeções para 2050.</p>
<p><strong>Programa </strong></p>
<p>Projeto institucional criado pelo IEA em 2016, com apoio da Reitoria da USP, o USPCG é um espaço de diálogo entre pesquisadores e integrantes dos setores público e privado e de outras esferas da sociedade para colaborar na busca de propostas e soluções para a promoção da qualidade de vida nas cidades.</p>
<p>Essa contribuição se dá por meio de publicações, encontros, seminários e projetos específicos, bem como pelo envolvimento dos pesquisadores com gestores públicos municipais e representantes de setores empresariais e da sociedade civil.</p>
<p>Para o programa, as agendas públicas das cidades devem ser elaboradas com base em propostas examinadas cientificamente, de forma que a priorização das políticas públicas tenha a menor probabilidade possível de produzir erros ou efeitos inócuos.</p>
<p>A missão do USPCG é compreender a cidade como sistema complexo, por meio de uma abordagem inter e transdisciplinar que considere um sistema de proteção social com projeções até 2050 e responda à questão: o que pode ser feito para melhorar a vida das pessoas nas cidades e nas regiões metropolitanas.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-10-22T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-divulgam-guia-para-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020">
    <title>IEA lança 'Guia para Cidades Sustentáveis - Eleições 2020'</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-divulgam-guia-para-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020</link>
    <description>Seminário online no dia 19 de outubro, às 9h, reunirá os autores do Guia para Cidades Sustentáveis - Eleições 2020, produzido pelo Centro de Síntese USP-Cidades Globais, do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mobilidade-bicicleta-sao-paulo/image" alt="Mobilidade - bicicleta - São Paulo" title="Mobilidade - bicicleta - São Paulo" height="422" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">A mobilidade urbana é um dos tópicos abordados pelo guia</dd>
</dl></p>
<p>O "Jornal da USP no A<a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/universidade/instituto-de-estudos-avancados-lanca-guia-para-ajudar-na-gestao-municipal/">r</a>", da Rádio USP, conversou ontem (8 de outubro) com os professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, diretor do Instituto de Biociências (IB) da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr.</a>, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, sobre o "<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/guia-para-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020-4/" class="external-link">Guia Para Cidades Sustentáveis Eleições 2020</a>", produzido pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP-Cidades Globais (USP-CG)</a>, do IEA. [<a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/universidade/instituto-de-estudos-avancados-lanca-guia-para-ajudar-na-gestao-municipal/">Ouça a íntegra da entrevista</a>.]</p>
<p>Além de Buckeridge e Philippi Jr., coordenadores do USP-CG, também participaram da elaboração do guia outros 20 pesquisadores de diversas áreas. O trabalho trata de todas as metas e itens diretamente relacionados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030.</p>
<p>Em seminário online no <b>dia 19 de outubro, às 9h</b>, os autores do guia apresentarão os tópicos em que trabalharam. O evento será transmitido <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet no site do IEA (não é preciso se inscrever para assistir).</p>
<p><strong>Para gestores e população</strong></p>
<p>Com as eleições municipais de 2020, Buckeridge considera que o documento pode auxiliar tanto gestores públicos quanto a população em geral na cobrança de melhorias nas cidades. “A gente colocou uma série de itens de agenda e os candidatos podem utilizá-los para suas campanhas. Também pode ser usado por jornalistas para propor perguntas e pela população no geral para cobrar, tanto agora quanto depois, o que os candidatos vão fazer.”<br /> <br /> Buckeridge afirma que o guia é baseado em artigo no qual ele Philippi Junior discutiram o mundo urbano e como usar a ciência para melhorar a qualidade das políticas públicas, além de analisar também os impactos da própria Covid-19 nas cidades.</p>
<p>Segundo o professor, investigar os problemas com base no desenvolvimento sustentável permite entregar aos políticos resoluções integradas. “A coisa mais importante é a integração dos objetivos sustentáveis em um conjunto de objetivos e metas que caminhem no sentido da sustentabilidade. Uma meta única não é tão importante, por isso fazemos o recorte dos objetivos sustentáveis para conscientizar as pessoas e políticos.”<br /> <br /> A participação social, presente no ODS 17 da Agenda 2030, trata da relação e parcerias que devem ser construídas e, na visão de Philippi Jr., é um item primordial para a implementação de ações que diminuam as desigualdades sociais, com maior envolvimento civil nos conselhos que existem referentes a cada item da agenda.</p>
<p><i>Com informações do "Jornal da USP no Ar"</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-10-09T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/publicacao-relaciona-a-formacao-das-cidades-brasileiras-com-a-evolucao-da-pandemia-no-pais">
    <title>Autores do livro "Covid-19 e a crise urbana" participam de debate online para lançar publicação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/publicacao-relaciona-a-formacao-das-cidades-brasileiras-com-a-evolucao-da-pandemia-no-pais</link>
    <description>No dia 10 de setembro, às 16h, debate irá discutir a evolução da Covid-19 com a geografia das cidades brasileiras.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-cd4a5784-7fff-70c8-ad03-9ab49af97aa2"> </span></p>
<p dir="ltr">O livro “Covid-19 e a crise urbana”, que relaciona os conceitos de direito à cidade e direito à vida no contexto da Covid-19, será lançado em evento online no<strong> dia 10 de setembro, às 16h</strong>. O webinar é aberto ao público e terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA.</p>
<p dir="ltr"><span>Participarão do debate: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos" class="external-link">Ana Fani Carlos</a>, coordenadora do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-teoria-urbana-critica" class="external-link">Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</a> </span><span>do IEA; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/camila-salles-de-faria" class="external-link">Camila Salles de Faria</a>, </span><span>professora do Departamento de Geografia na Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elisa-favaro-verdi" class="external-link">Elisa Favaro Verdi</a> , doutora e pesquisadora em Geografia Humana. A mediação será feita por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/isabel-aparecida-pinto-alvarez" class="external-link">Isabel Aparecida Pinto Alvarez</a> , professora da </span><span>Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (</span><span>FFLCH) e membro do </span><span>Grupo de Estudos sobre São Paulo (Gesp)</span><span>.</span></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-covid-19-e-a-crise-urbana-materia" alt="Capa do livro Covid-19 e a crise urbana - Matéria" class="image-right" title="Capa do livro Covid-19 e a crise urbana - Matéria" /></p>
<div>
<p dir="ltr">A publicação foi escrita por membros e colaboradores do Gesp e do grupo de estudos do IEA, com organização de Ana Fani. De acordo com os autores, a pandemia agrava a crise urbana já existente nas cidades brasileiras, pois a dinâmica destes centros urbanos é orientada pela concentração da renda desde sua criação até o momento atual.</p>
<p dir="ltr"><span>Eles argumentam que a desigualdade econômica do país é refletida nos centros urbanos, tornando-se também uma desigualdade espacial. Esta dinâmica, somada ao contexto neoliberal atual, produz periferias sem assistência e políticas públicas de desenvolvimento do espaço, “</span><span>o que implicará no modo diferenciado como a pandemia vai se concretizar e evoluir, atingindo diferencialmente a sociedade”, </span><span>concluem.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No entanto, os pesquisadores avaliam que a população destes locais vêm construindo estratégias próprias e solidárias de superar os impactos da covid-19. Para os autores, essas ações podem criar laços que permitam a construção de um futuro comum e recolocar a solidariedade frente à barbárie.</span></p>
<hr />
<div><span><i><strong><strong>Lançamento do Livro Covid-19 e a Crise Urbana</strong></strong><br /></i><i>10 de setembro, 16h<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">Transmissão ao vivo</a> pela internet (sem necessidade de inscrição)<br /></i><i>Mais informações: com Cláudia R. Pereira, clauregi@usp.br<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/covid-19-e-a-crise-urbana" class="external-link">Página do evento</a></i></span></div>
<p> </p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Periferias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-27T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-pos-pandemia">
    <title>Fundamentos para Sustentabilidade Urbana Pós-Pandemia: ODS Agenda 2030 ONU</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-pos-pandemia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Este Webinar Urbansus, em comemoração à Semana do Meio Ambiente, tem como foco contribuir para a compreensão, reflexão e enfrentamentos da vida urbana pós-pandemia, abordando situações e proposições que possam ser utilizadas pelos gestores públicos e demais representações da sociedade.</span></p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe o evento on-line em<strong> <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-06-02T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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