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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 61 to 75.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/razao-do-abandono-da-carreira-cientifica-pelas-mulheres-vai-alem-da-maternidade">
    <title>Razão do abandono da carreira científica pelas mulheres vai além da maternidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/razao-do-abandono-da-carreira-cientifica-pelas-mulheres-vai-alem-da-maternidade</link>
    <description>Para docente da UFRGS, outras causas, como o cuidado com membros idosos da família e o assédio dentro das universidades, são responsáveis por isso 
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5aa4c003-7fff-a4ce-6f06-5f4a119d3fb5"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/microbiologist1332376_1920.jpg/@@images/eb0ff163-741e-4773-9b34-97114d4d207a.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Mais da metade da população brasileira é composta por mulheres, mas a representatividade delas em várias carreiras profissionais, incluindo a científica, é muito baixa. Embora elas sejam maioria na concessão de bolsas de graduação e pós-graduação, ao longo da carreira acadêmica a presença feminina vai diminuindo. Mas qual a razão dessa desistência? E o que pode ser feito para reverter esse cenário? Para discutir essas questões, o USP Analisa conversa com a docente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e diretora da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Márcia Barbosa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para ela, a própria sociedade acaba transmitindo às crianças a ideia de que as mulheres não têm habilidades suficientes para ocupar cargos de liderança. “A sociedade monta essa ideia de que mulher não é líder, mulher não é inteligente, mulher é esforçada. E esforçada é só parte do grupo inteiro, ela não é a pessoa protagonista do grupo. Aí em cargos que precisam de protagonismo, a mulher não é enxergada como protagonista”, afirma.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Márcia explica que não apenas a maternidade é responsável pelo afastamento das mulheres da ciência e por sua baixa produtividade em determinado momento, mas também o cuidado com membros mais idosos da família. Além disso, ela destaca a necessidade de políticas que acabem com o assédio dentro da universidade, outro fator que acaba desencorajando as mulheres a seguirem na carreira científica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“É uma questão dura, muito difícil, mas nós temos que eliminar o assédio dentro das nossas instituições e temos que criar mecanismos para acabar com isso. De nada vai adiantar nós estimularmos as meninas para depois elas entrarem em um ambiente que vai tratá-las mal e assediá-las de todas as formas”, ressalta a docente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (13), às 18h05, com reapresentação no domingo (17), às 11h30. O </span><a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-13T15:12:30Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/jornada-19">
    <title>Último encontro de jornada que relaciona arte e ciência revisitará discussões do semestre</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/jornada-19</link>
    <description>"Encontro com Helena Nader e Paulo Herkenhoff" acontece no dia 5 de dezembro, às 14h, no IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-catedra-olavo-setubal-16-08-2019/image" alt="Mesa Cátedra Olavo Setubal - 16/08/2019" title="Mesa Cátedra Olavo Setubal - 16/08/2019" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O matemático Marcelo Viana, a socióloga Maria Arminda do Nascimento Arruda, o curador e historiador da arte Paulo Herkenhoff e o artista plástico Cildo Meireles, durante debate do 4º encontro, no dia 16 de agosto</dd>
</dl>O 19º e último encontro da <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/textos-noticias-videos-e-fotos-dos-encontros-da-jornada" class="external-link">Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral</a></i> será um balanço dos debates realizados ao longo do semestre. <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-19" class="external-link">Encontro com Helena Nader e Paulo Herkenhoff</a></i> acontece no <b>dia 5 de dezembro, às 14h</b>, no IEA, e é aberto ao público. Não é necessário se inscrever para assistir presencialmente e haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet.<br /><br /><span>Titulares da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência em 2019 e formuladores do programa da jornada, a biomédica </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a><span> e o curador e historiador de arte </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a><span> repassarão as discussões acerca das relações entre arte e ciência promovidas durante os 18 encontros realizados entre agosto e novembro.<br /><br /></span><span>Nader e Herkenhoff esperam que os participantes integrem a conversa, compartilhando suas impressões em relação à jornada. Uma questão levantada ao longo dos encontros será mais uma vez abordada: “Como a arte, a ciência e a cultura podem resistir ao obscurantismo e pensar a emancipação dos excluídos da sociedade, via o processo da educação?”.<br /><br /></span><span>O balanço da jornada terá a contribuição dos convidados </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-saron" class="external-link">Eduardo Saron</a><span>, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a><span>.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/textos-noticias-videos-e-fotos-dos-encontros-da-jornada" class="external-link"><strong>Textos, notícias, vídeos e fotos dos encontros</strong></a></i></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Mestre em administração e pós-graduado em turismo cultural, Eduardo Saron é diretor do Instituto Itaú Cultural. Ele falará sobre a “teoria do CEP”, uma “crítica sobre a dinâmica cultural do Brasil recente, os impasses das instituições e a necessidade de promover a educação como modo de levar à participação efetiva dos cidadãos na vida cultural”.</p>
<p dir="ltr">Vice-diretor do IEA e professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade e da Escola Politécnica, ambas da USP, Guilherme Ary Plonski participará da conversa com uma exposição intitulada “A encruzilhada ética na formação da cidadania no Brasil”.</p>
<p dir="ltr">Coordenador acadêmico da cátedra e professor da Escola de Comunicações e Artes da USP, Martin Grossmann será o moderador do debate. Ele é formado em artes plásticas e foi diretor do IEA entre março de 2012 e fevereiro de 2016.</p>
<p dir="ltr"><strong>Jornada</strong></p>
<p dir="ltr">Ao longo do segundo de semestre de 2019, a <i>Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral</i> abordou diversas e abrangentes discussões envolvendo as relações entre arte e ciência. Palestrantes e debatedores de várias áreas do conhecimento, destacados em suas áreas de atuação, participaram dos encontros, como o líder indígena <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dua-buse" class="external-link">Dua Busẽ</a>, pajé de 86 anos que vive às margens do Rio Jordão, no Acre, e os artistas plásticos <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cildo-meireles" class="external-link">Cildo Meireles</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/ernesto-neto" class="external-link">Ernesto Neto</a>.</p>
<p dir="ltr"><dl class="image-left captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-catedra-olavo-setubal-07-11-2019/image" alt="Mesa Cátedra Olavo Setubal - 07/11/2019" title="Mesa Cátedra Olavo Setubal - 07/11/2019" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">A bancada de discussão durante o 15º encontro, no dia 7 de novembro, que teve a presença do líder indígena Dua Busẽ</dd>
</dl>Temas científicos, como as mudanças climáticas e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), dividiram espaço com discussões sobre a arte, a exemplo dos encontros que focaram nos movimentos artísticos brasileiros como o Modernismo, a Tropicália, o Concretismo e o Neoconcretismo. Trajetórias de artistas brasileiros como Lygia Clark, Hélio Oiticica, Lygia Pape, Ferreira Gullar, José Celso Martinez, Mário Pedrosa e Oswald de Andrade também foram revisitadas.<br /><br /><span>O objetivo principal da jornada, entretanto, era justamente conciliar e relacionar as duas áreas. Por isso, muitos encontros exploraram as relações entre arte e ciência na música, na física e na psicanálise, bem como na trajetória dos considerados “artistas cientistas”, como Leonardo da Vinci.<br /><br /></span><span>Outros encontros abordaram, ainda, a formação social brasileira, a colonização e a escravidão, as sociedades indígenas do país, a participação das mulheres nas artes e na ciência e a arte afro-brasileira.<br /><br /></span><span>Os seminários fizeram parte de uma disciplina de pós-graduação oferecida pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação da USP em associação à Cátedra Olavo Setubal, mas a participação era aberta ao público.<br /><br /></span><span>Todos os encontros foram gravados e têm matérias de cobertura. Os textos e vídeos podem ser acessados <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/textos-noticias-videos-e-fotos-dos-encontros-da-jornada" class="external-link"><strong>aqui</strong></a>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<hr />
<p><strong><strong>JORNADA RELAÇÕES DO CONHECIMENTO ENTRE ARTE E CIÊNCIA: GÊNERO, NEOCOLONIALISMO E ESPAÇO SIDERAL</strong><br /><strong>19º Encontro - Encontro com Helena Nader e Paulo Herkenhoff</strong><br /><i>5 de dezembro, 14h<br /></i></strong><i>Auditório IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i><i>Eventos gratuitos e abertos ao público - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet<br />Mais informações: com Claudia Regina Pereira (clauregi@usp.br), telefone (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-19" class="external-link">Página do evento</a></i></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-26T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sirius-a-nova-fonte-de-luz-sincrotron-brasileira">
    <title>Sirius, a nova fonte de luz síncrotron brasileira</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sirius-a-nova-fonte-de-luz-sincrotron-brasileira</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>No evento, o físico Antônio José Roque da Silva vai abordar as pesquisas desenvolvidas no LNLS, um dos quatro laboratórios que integram o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), do qual ele também é diretor.</span><span><br /></span></p>
<p><span style="float: none; text-align: justify; "> </span></p>
<div style="text-align: justify; "><span>Roque falará ainda sobre o andamento do Projeto Sirius, a maior e mais complexa infraestrutura científica já construída no País e uma das primeiras fontes de luz síncrotron de 4ª geração do mundo. Esse projeto é 100% nacional e vai abrir enormes oportunidades para o estudo de materiais orgânicos e inorgânicos, fornecendo ferramentas de pesquisa de ponta inexistentes hoje no Brasil.</span></div>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-10T18:24:04Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/vice-diretor-do-iea-falara-sobre-os-desafios-de-ct-i-em-evento">
    <title>Vice-diretor do IEA falará sobre os desafios de CT&amp;I em evento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/vice-diretor-do-iea-falara-sobre-os-desafios-de-ct-i-em-evento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilherme-ary-plonski-1/@@images/47c37b27-23b6-4101-a117-445df37e702a.jpeg" alt="Guilherme Ary Plonski - Perfil" class="image-inline" title="Guilherme Ary Plonski - Perfil" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">No dia 17 de outubro, o vice-diretor do IEA-USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a>, participará de um evento organizado pelo Comando Militar do Sudeste (CMSE) que pretende debater "A contribuição da Indústria de Defesa para a economia e para a Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil". Plonski, que também é professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) e da Escola Politécnica (EP) — ambas da USP —, falará sobre aspectos positivos e dificuldades da Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil.</p>
<p dir="ltr">O encontro contará com a presença de outros três expositores: o engenheiro Anastácio Katsanos, representante do Departamento de Defesa e Segurança da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o general de brigada Ivan Ferreira Neiva Filho, chefe do Escritório de Projetos do Exército, e o brigadeiro Paulo Roberto de Barros Chã, diretor do Departamento de Produtos de Defesa.</p>
<p>Para participar do evento é necessário <a href="http://cmseplj.wixsite.com/painel/inscri--es">se inscrever</a> até o dia 15 de outubro. O Comando Militar do Sudeste está localizado na Av. Sargento Mario Kozel Filho, 222. Mais informações podem ser obtidas no <a href="http://cmseplj.wixsite.com/painel">site</a> ou através do e-mail <a href="mailto:planejamento@cmse.eb.mil.br">planejamento@cmse.eb.mil.br</a> e do telefone (11) 3888-5523.</p>
<p>Plonski já participou no dia 21 de setembro do encontro "O Centro de Estudos Avançados (CEA) - Diálogo com a Área de Ensino e Pesquisa", promovido pela Universidade da Força Área (UNIFA). O CEA é um órgão de integração de conhecimentos, destinado à pesquisa e discussão, de forma abrangente e multidisciplinar, das questões relevantes ao poder aeroespacial.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-11T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento-terceiro-encontro-4-de-outubro-de-2018">
    <title>(Re)discussão Sobre as Grandes Áreas do Conhecimento (terceiro encontro) - 4 de outubro de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento-terceiro-encontro-4-de-outubro-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epistemologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-04T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-incentiva-meninas-a-seguirem-carreira-cientifica">
    <title>Evento incentiva meninas a seguirem carreira científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-incentiva-meninas-a-seguirem-carreira-cientifica</link>
    <description>Quarta edição do Ciência Por Elas terá reserva de vagas para pretas e pardas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f3ebc148-7fff-e1a0-60b1-bc87ac12b79e"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CinciaPorElas2023800X5301.png/@@images/613b927a-7378-43bc-8a8c-e75e0af50563.png" alt="" class="image-left" title="" />Uma pesquisa apresentada em dezembro pelo British Council em parceria com a Unesco mostrou que a América Latina conquistou a paridade de gênero na ciência, com as mulheres representando 46% do total de pesquisadores da região. Porém, elas ainda enfrentam desigualdades no acesso a essa carreira, principalmente considerando os estudos em STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharias e Matemática).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para despertar o interesse de meninas pela carreira científica e assim alcançar um maior número de pesquisadoras no futuro, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, em parceria com o Laboratório de Tratamento Avançado de Água e Efluentes (OXLAB) da Unicamp e o Centro de Terapia Celular da USP, promove entre os dias 23 e 28 de janeiro a quarta edição do Ciência Por Elas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 16 de janeiro </span><a href="https://forms.gle/SLb1uXQQy8rLnr5V6"><span>neste link</span></a><span> por pais ou responsáveis. O evento é exclusivamente presencial e voltado a meninas que estejam cursando do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. Haverá reserva de 50% das vagas para pretas e pardas. Elas vão participar de atividades teóricas e práticas com pesquisadoras de instituições como USP, Unicamp e Fiocruz, mostrando os trabalhos desenvolvidos em diversas áreas do conhecimento. A programação completa está disponível </span><span><a class="external-link" href="https://drive.google.com/file/d/1lP_Lf5u4rASQvmTqCXs0cdKVEmlvCyZH/view?usp=share_link">aqui</a></span><span>. Não é obrigatório participar de todas as atividades e haverá envio de certificado de participação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A organização do evento também conta com o grupo de divulgação científica Ilha do Conhecimento e o Laboratório de Controle do Metabolismo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP.O apoio é da Associação de Cultura Brasil Estados Unidos e da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira do IEA-RP.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Ciência feminina e preta</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo especialistas, uma presença maior de mulheres em carreiras científicas é fundamental não apenas para a busca de soluções inclusivas e sustentáveis para os problemas modernos, mas principalmente porque 75% dos empregos do futuro exigirão competências em STEM, tecnologia e inovação. Porém, há pouco incentivo para o interesse nessas áreas durante a infância para as meninas, como constatou uma das criadoras do Ciência Por Elas, a pesquisadora do OXLAB Taís Suelen Viana.</span></p>
<p dir="ltr"><span>"Criei o Ciência Por Elas no início do mestrado na USP, em 2018, quando comecei a me questionar por que eu nunca havia pensado, quando criança, em ser cientista. A resposta era muito óbvia: eu nunca havia sido incentivada ou me sentia representada na ciência. A ciência sempre foi masculina e branca, mas eu quero mudar isso. Através do Ciência Por Elas, quero inspirar e incentivar meninas a serem cientistas e mostrar que, além de feminina, a ciência também pode ser preta. Sou uma mulher preta e cientista, e tenho certeza que ainda verei muitas mulheres se interessando pela ciência através do Ciência Por Elas", afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para as pesquisadoras do Laboratório de Controle do Metabolismo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Aline Zanatta Schavinski e Ana Paula de Assis, o evento aproxima o público feminino adolescente dessa temática e também transforma as meninas em multiplicadoras da iniciativa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O Ciência Por Elas é uma grande oportunidade para meninas verem mulheres vivendo e falando de ciência. A ciência é sempre retratada como algo distante da sociedade e essas ações trazem um tema tão importante de forma acessível a essas meninas. O fato das atividades serem ministradas apenas por pesquisadoras mulheres ajuda as meninas a se imaginarem fazendo ciência e ampliando suas possibilidades de futuro”, diz Aline.</span></p>
<p dir="ltr"><span>"O evento tem como papel fundamental mostrar às meninas que elas podem e devem ocupar o espaço que desejarem. Despertar nelas a curiosidade e o senso crítico é inspiração para que, no futuro, elas possam estimular e servir de exemplo para outras jovens", afirma Ana Paula.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A estudante do curso de Enfermagem da USP Ribeirão Preto Eduarda Raquel Viana participou da primeira edição e hoje integra a organização do evento. Ela conta que a experiência vivida há quatro anos transformou seu olhar acerca da ciência. “É um projeto acessível, que proporciona experiências significativas aos envolvidos, em especial às meninas. Utiliza mecanismos como a representatividade para discutir papéis de gênero e a importância das mulheres ocuparem todos aqueles espaços que desejarem, inclusive no meio científico”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o Ciência Por Elas</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Inspirado no projeto Meninas com Ciência, do Museu Nacional, o </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/projetos/cienciaporelas/"><span>Ciência Por Elas</span></a><span> é um projeto voltado a alunas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental de escolas públicas e particulares, e tem como objetivo estimular o interesse desse público pelas carreiras científicas. Professoras, pesquisadoras e alunas da universidade apresentam as pesquisas que desenvolvem, realizam atividades práticas para interagir com as meninas e explicam como é a profissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A iniciativa é desenvolvida desde 2018 pelo IEA-RP e pelo Centro de Terapia Celular da USP. Em 2023, a organização conta também com as parcerias do Laboratório de Tratamento Avançado de Água e Efluentes (OXLAB) da Unicamp, do Ilha do Conhecimento e do Laboratório de Controle do Metabolismo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulher</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-01-09T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/serie-de-conversas-discute-complexidade">
    <title>Série de conversas avalia avanços nos estudos sobre complexidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/serie-de-conversas-discute-complexidade</link>
    <description>Começa no dia 28 de setembro 1ª temporada da Série de Conversas sobre Complexidade, coordenada pelo economista José Eli da Veiga, professor sênior do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/emergencia" alt="Emergência" class="image-right" title="Emergência" />Em 2000, falando sobre o desenvolvimento da ciência, Stephen Hawking (1942-2018) afirmou que o século 21 será o século da complexidade. No entanto, há dúvidas se os estudos sobre as interações que ocorrem nos sistemas adaptativos complexos (SAC) - também chamados de sistemas dinâmicos não lineares (SDNL) – estão avançando o suficiente para justificar a profecia do físico teórico britânico, afirma o economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a>, professor sênior do IEA.</p>
<p>Para discutir a validade da profecia de Hawking e avaliar quais têm sido os avanços das pesquisas e debates sobre a complexidade, Veiga coordenará, a partir de 28 de setembro, a primeira temporada da Série Conversas sobre Complexidade, com a participação de pesquisadores das áreas de física, biologia, filosofia da ciência, semiótica, biologia e lógica.</p>
<p>Os encontros serão online, sempre <strong>das 15 às 17h</strong>. Para assistir, basta acessar a página de <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissões ao vivo</a> do IEA (não há necessidade de inscrição). As conversas terão como facilitadores o próprio Veiga e a jornalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-blasques" class="external-link">Márcia Blasques</a>, da Superintendência de Comunicação Social (SCS) da USP. Nesta temporada, os participantes das seis conversas programadas serão:</p>
<ul>
<li>28 de setembro - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cesar-nunes">Cesar Nunes</a> (IdEA-Unicamp)</li>
<li>11 de outubro - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-eunice-quilici-gonzalez">Maria Eunice Quilici Gonzalez</a> (FFC-Unesp)</li>
<li>26 de outubro - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-santaella">Lucia Santaella</a> (PUC-SP)</li>
<li>9 de novembro - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/itala-m-loffredo-dotaviano">Ítala Loffredo d’Ottaviano</a> (IFCH-Unicamp)</li>
<li>23 de novembro - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a> (IEA e IB-USP)</li>
<li>7 de dezembro - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/osvaldo-pessoa-junior">Osvaldo Pessoa Jr.</a> (FFLCH-USP)</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Nova ciência?</strong></p>
<p>Por mais difícil que seja definir complexidade, o fato é que ela vem sendo entendida por amplo leque de pesquisadores, como “um novo ramo científico”, “uma nova ciência”, ou “um conjunto de novas ciências”, afirma Veiga.</p>
<p>“Para muitos, trata-se de investigar o que pode haver de comum aos inúmeros SACs (ou SDNLs). Outros até estariam empenhados em encontrar ‘as leis fundamentais’ que regem esses sistemas.”</p>
<p>De acordo com o professor, ao menos duas noções básicas são aceitas por todos os cientistas e filósofos que lidam com a complexidade: emergência e auto-organização.</p>
<p><strong>Emergência</strong></p>
<p>Pode parecer fácil entender a noção de “emergência”, pois se refere a “alguma novidade qualitativa resultante da interação entre partes de um conjunto, porém ausente em cada uma delas. Mas é um daqueles casos em que as aparências enganam”, ressalva Veiga.</p>
<p>“Basta dar uma espiada em qualquer dicionário ou enciclopédia de filosofia para se dar conta de que a noção de emergência é objeto de debate dos mais controversos desde 1875. Sofreu um eclipse entre 1930 e 1950, mas, desde então, parece se tornar cada vez mais intrincado.”</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/emergencia-2" alt="Emergência - 2" class="image-left" title="Emergência - 2" />Auto-organização</strong></p>
<p>Veiga considera que o entendimento da noção de auto-organização talvez tenha avançado um pouco mais: “É uma dinâmica em que alguma forma de ordem geral surge de interações entre partes de um sistema inicialmente desordenado. Tal dinâmica pode ser espontânea, quando há energia suficiente disponível, não necessitando de controle por nenhum agente externo”.</p>
<p>A auto-organização pode ser desencadeada por flutuações aparentemente aleatórias, amplificadas por feedbacks, segundo ele. A organização resultante é totalmente descentralizada, distribuída por todos os componentes do sistema, caracterizando o que alguns classificam como “sistema de controle do tipo enxame (swarm)”, afirma Veiga.</p>
<p><strong>Fenômenos</strong></p>
<p>“O fato é que, dos mercados ao sistema imunológico, passando por um cérebro, uma árvore ou um formigueiro, não faltam fenômenos nos quais amplas redes auto-organizadas fazem emergir sofisticados comportamentos e tratamento de informações”, utilizando para isso “simples esquemas operacionais e sem qualquer controle central”, destaca Veiga.</p>
<p>Outro aspecto relevante é que a capacidade adaptativa dos SACs (ou SDNLs) pode decorrer de evolução ou de aprendizado, explica. “O essencial está nas interações que levam a comportamentos não lineares que - longe do equilíbrio - tanto podem se manter relativamente estáveis quanto se mostrar capazes de mudanças de estado que geram oscilações abruptas, explosão de bolhas, crashes, convulsões e colapsos”, complementa o professor.</p>
<hr />
<p><i><strong>Série Conversas sobre Complexidade</strong><br />(1ª conversa da 1ª temporada)<br />28 de setembro, 15h<br />Evento online - Transmissão em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a> (não é preciso se inscrever)<br />Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-complexidade-primeira" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: <a class="external-link" href="https://pixabay.com/pt/users/thedigitalartist-202249/">Pete Linfort/Pixabay</a>; Pxfuel</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Filosofia da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Complexidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-13T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro8-jornada-catedra-olavo-setubal">
    <title>As vozes das mulheres na arte e na ciência do Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro8-jornada-catedra-olavo-setubal</link>
    <description> O evento "O Matriarcado de Pindorama - A Impossibilidade do Silêncio", realizado no dia 13 de setembro, foi o 8º encontro da jornada "Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/expositores-do-8o-encontro-da-jornada-da-catedra-olavo-setubal/image" alt="Expositoras do 8º encontro da jornada da Cátedra Olavo Setubal" title="Expositoras do 8º encontro da jornada da Cátedra Olavo Setubal" height="245" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">O 8º encontro da jornada teve a participação de (a partir da esq.) Suzana Pasternak, Nádia Batella Gotlib, Liliana Sousa e Silva (moderadora), Regina Pekelmann Markus, Tânia Rivera e Denise Stoklos</dd>
</dl></strong></p>
<p>Por meio de exposições sobre personagens emblemáticas da contribuição das mulheres na arte e na ciência do Brasil, o encontro <i>Matriarcado de Pindorama - A Impossibilidade do Silêncio</i>, no dia 13 de setembro, possibilitou um panorama, ainda que parcial, do protagonismo feminino na sociedade e na cultura do país, com vozes que não podem e não devem se calar.</p>
<p>As expositoras foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nadia-batella-gotib" class="external-link">Nádia Batella Gotlib</a> (FFLCH-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/suzana-pasternak" class="external-link">Suzana Pasternak</a> (IEA e FAU), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/regina-pekelmann-markus" class="external-link">Regina Pekelmann Markus</a> (IB-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tania-rivera" class="external-link">Tânia Rivera</a> (UFF). A moderação foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/liliana-sousa-e-silva" class="external-link">Liliana Sousa e Silva</a>, em pós-doutorado no IEA e coordenadora executiva da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência.</p>
<p><strong>Literatura como encontro</strong></p>
<p>Nádia Batella Gotlib tratou de uma possibilidade de leitura de dois textos de Clarice Lispector: a crônica "Mineirinho" (junho de 1962) e a novela "Água Viva" (versão definitiva em 1973), segundo ela, "dois registros que, aparentemente, surgem de fontes diversas, percorrem caminhos específicos, suscitam no leitor reações divergentes, mas que se juntam no ponto de uma encruzilhada de opções marcada por um denominador comum: o da escrita como um processo de encontro". [<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/texto-de-nadia-battella-gotlib-sobre-mineirinho-e-agua-viva" class="external-link">Leia a íntegra da apresentação</a>.]</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Texto</strong></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/texto-de-nadia-battella-gotlib-sobre-mineirinho-e-agua-viva" class="external-link">Os Dois Lados da Mesma Moeda? 'Mineirinho' e 'Água Viva'</a>", de Nádia Batella Gotlib</li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/o-matriarcado-de-pindorama-a-impossibilidade-do-silencio" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-matriarcado-de-pindorama-a-impossibilidade-do-silencio-13-de-setembro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<br /><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/textos-noticias-videos-e-fotos-dos-encontros-da-jornada" class="external-link"><strong>Textos, notícias, vídeos e fotos dos encontros</strong></a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na crônica, Clarice comenta a execução com 13 tiros de metralhadora do criminoso José Rosa de Miranda, o Mineirinho, cujo corpo foi encontrado na Estrada de Jacarepaguá, Rio de Janeiro, segundo notícias publicadas pelos jornais em 1º de maio de 1962. Na novela, uma artista conta sua historia, "destituindo-a de fatos", observou Gotlib.</p>
<p>"Se em 'Mineirinho' a narradora Clarice 'incorpora' a figura da vítima assassinada, transfigurando-se no outro, e contando a história de dentro para fora, contrariamente a todo um direcionamento mais objetivo dos romances sociais dos anos 1930, em 'Água Viva' a artista pintora escritora dialoga com um ser imaginário, um 'ele', ou 'ela' ou 'nós', no seu 'processo' de 'busca da coisa' ou da incorporação da coisa."</p>
<table class="tabela-esquerda-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Sobre a jornada</i></h3>
<p><i>A Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral é uma disciplina de pós-graduação aberta à participação do público oferecida pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> (parceria entre o IEA e o Itaú Cultural) e a <a class="external-link" href="http://www.prpg.usp.br/" target="_blank">Pró-Reitoria de Pós-Graduação</a>da USP.</i></p>
<p><i>A iniciativa é uma homenagem ao professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>, ex-diretor do IEA, editor da revista do Instituto desde 1989 e <span class="c2" style="text-align: justify; ">estudioso das interseções entre arte e ciência.</span></i></p>
<p><i><span class="c2" style="text-align: justify; ">A idealização e coordenação é dos titulares da c</span>átedra: o crítico, curador e historiador de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a> e a biomédica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, professora da Unifesp.</i></p>
<p><i>A intenção é promover uma discussão profunda sobre as inter-relações arte e ciência ao longo dos tempos, perpassando por aspectos como proeminência cultural de um país sobre outro, questões de gênero, de estilos e formatos.</i></p>
<p><i>Ao todo, serão 19 encontros de agosto e dezembro, sempre às quintas e sextas-feiras, das 14h às 17h, com a participação de palestrantes e debatedores de diversos campos do conhecimento, líderes em suas áreas de atuação.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Desigualdade</strong></p>
<p>Assim como em "Mineirinho", a barbárie social e a injustiça fazem parte da obra literária que serviu de contraponto para Suzana Pasternak falar sobre a realidade das favelas e da população de rua da cidade de São Paulo.</p>
<p>A partir de "Quarto de Despejo - Diário de uma Favelada", no qual Carolina Maria de Jesus fdescreve sua vida na Favela do Canindé, na margem esquerda do rio Tietê, Pasternak tratou das condições de vida nas favelas paulistanas nas décadas de 50 e 60 e apresentou dados sobre a situação dessas comunidades na atualidade.</p>
<p>Os temas recorrentes no livro de Carolina de Jesus são a fome, dificuldades para conseguir água, falta de coleta de esgoto e de pavimentação, precariedade dos barracos e pouca sociabilidade, comentou Pasternak.</p>
<p>Ela disse que uma das diferenças em relação à época da escritora é que a maioria das favelas agora estão em áreas mais periféricas da cidade. Pesquisas mostram um crescimento no número de favelas de 188 em 1980 para 1.020 (com 1,28 milhão de moradores) em 2010, afirmou a pesquisadora.</p>
<p>"A favela é ruim, mas não é mais como no tempo de Carolina de Jesus." A coleta de esgoto atinge 67,4% dos domicílios (mais do que a taxa do Brasil como um todo, que é de 51%"). O acesso à água, energia elétrica e coleta de lixo é praticamente universal, bem como a construção em alvenaria, com paredes internas, banheiro e piso, disse.</p>
<p>Segundo ela, os problemas agora são outros, como o tráfico de drogas, violência, falta de equipamentos sociais e o mercado de compra, venda e aluguel das casas.</p>
<p>Em relação à população de rua, em 2000 estimava-se que era de 8.700 pessoas, hoje a estimativa é de 20.000 pessoas (incluindo os que utilizam albergues. "Esse problema não é só de moradia e assistência social. Há também a questão dos usuários de drogas, pessoas com transtornos mentais e vítimas de violência doméstica."</p>
<p><strong>Da pesquisa à gestão</strong></p>
<p>Coube a Regina Pekelmann Markus falar da "impossibilidade do silêncio" das mulheres no Brasil no campo da ciência. Ela fez uma analogia com o tema Matriarcado de Pindorama do título do encontro com a transmissão de informações genéticas pelo DNA mitocondrial apenas pelas mães aos filhos. "Cientificamente, o matriarcado é no tempo, pela herança genética no tempo."</p>
<p>Markus apresentou dados sobre as presença das mulheres nas áreas científicas no país - que se dá principalmente nas ciências biológicas e da saúde -  e também na gestão de instituições científicas, como as mulheres que presidiram a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) - Carolina Bori, Glaci Zancan e Helena Nader -, a primeira mulher a assumir a Reitora da UFRJ, Denise Pires de Carvalho, e a primeira a dirigir a Escola Politécnica (EP) da USP, Liede Bernucci.</p>
<p>Para ela, chegou a hora de a mulher olhar a política como mulher, a exemplo da ex-senadora Eva Play e da militância de Helena Nader em defesa das mulheres e da ciência.</p>
<p>O trabalho de Johanna Döbereiner sobre bactérias fixadoras de nitrogênio, essencial para a produção agrícola no Cerrado, também foi mencionado por Markus, ao lado das contribuições de Marta Vannucci, Ruth Nussensweig, Maria Zaíra Turchi e Celina Turchi (descobridora da relação entre o vírus Zika e a microcefalia).</p>
<p>Ela citou ainda cientistas importantes na esfera internacional no século 20, como a matemática da Nasa Katherine Johnson e ganhadoras do Nobel, caso da física Rosalyn Sussman Yalon e Rita Levi-Montalcini, "que fez o experimento que lhe possibilitou o Nobel no laboratório de Hertha Meyer na UFRJ".</p>
<p><strong>Poética e micropolítica </strong></p>
<p>Os espaços de destaque na ciência brasileira conquistados por inúmeras mulheres, conforme o panorama traçado por Markus, refletem a importância de pensar o lugar da mulher no Brasil. Para Tânia Rivera, que além de professora é psicanalista, essa reflexão deve levar em consideração "a impossibilidade do silêncio".</p>
<p>A manifestação das mulheres no Brasil das mais variadas formas em todas as áreas, apesar dos inúmeros empecilhos, aflora independentemente das condições sociais, como no caso de Carolina Maria de Jesus. Rivera exemplificou isso com a história de vida e produção artística e poética de três internas de instituições psiquiátricas.</p>
<p>A mulher que parece encarnar a "impossibilidade de silêncio", segundo Ribeiro, é a empregada doméstica Stela do Patrocínio, internada aos 21 anos no Hospital Pedro II (depois Colônia Júlio Moreira), na cidade do Rio de Janeiro. Ela morreu em 1992, aos 51 anos. Sua mãe também tinha sido interna da colônia. De acordo com Rivera, a longa internação de Stela talvez seja explicada mais pelo fato de ser negra do que pelo diagnóstico de esquizofrenia que recebeu.</p>
<p>Alguns artistas a descobriram nos anos 80 e passaram a gravar suas longas falas poéticas (chamadas por ela de "falatórios") entremeadas por silêncios significativos. Nessas falas, Rivera vê "uma ação micropolítica, numa estratégia muito sofisticada de desatar a linguagem, já que era impossível desatar as correntes que a prendiam no hospício e fora dele".</p>
<p>Outras mulheres receberam etiquetas psiquiátricas que as retiraram do mundo e conseguiram forjar estratagemas, disfarçando sintomas psiquiátricos para fazer micropolítica, afirmou Rivera. Um caso desse tipo foi a prostituta Aurora Cursino, internada com o diagnóstico de "personalidade psicopática amoral" no Hospital Psiquiátrico do Juquery.</p>
<p>Rivera destaca que "é importante ver a produção de pessoas delirantes não só como comportamento poético, mas também como possibilidade de modulação de estratagemas políticos".</p>
<p>Aurora fez muito sucesso no início dos anos 50. Com traços expressionistas em cartolinas de 50 x 40cm, pintava fabulações ou sobre fatos, inclusive tratando de questões de gênero e com críticas à Igreja e à política.</p>
<p>A expositora falou ainda sobre a produção de Natália Leite, hoje com 76, internada aos 14 anos no Hospital São Pedro, em Porto Alegra. Portadora mais de um déficit cognitivo do que uma condição psiquiátrica, segundo Rivera, chegou a deixar o hospital, mas pediu para voltar a ficar lá.</p>
<p>"Ela não fala desde então e participa da oficina de arte desde os anos 80. Faz sobretudo bordados, com temas campestres - possivelmente por causa de sua origem no meio rural -, com casas, animais, figuras humanas, rudimentos de perspectivas subvertidas. Parece querer reconstruir o mundo reconstruindo seus elementos a partir de sua subjetividade."</p>
<p>O encontro contou também com participação especial da atriz <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denise-stoklos" class="external-link">Denise Stoklos</a>, que leu textos de Anna Maria Maiolino, artista plástica e multimídia e escritora, e apresentação de vídeo sobre a videoinstalação "<a class="external-link" href="http://alinemotta.com/Pontes-sobre-Abismos-Bridges-over-the-Abyss">Pontes sobre Abismos</a>", de Aline Mattos, que teve texto de sua autoria lido pela doutoranda em geologia Cláudia Rodrigues, aluna da jornada.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulher</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-19T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-virtual-de-grupos-e-projetos-de-divulgacao-cientifica-do-campus-ribeirao-preto-da-usp">
    <title>Encontro virtual de grupos e projetos de divulgação científica do Campus Ribeirão Preto da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-virtual-de-grupos-e-projetos-de-divulgacao-cientifica-do-campus-ribeirao-preto-da-usp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento tem como objetivo conhecer e divulgar as iniciativas do campus da USP Ribeirão Preto que realizam ações de comunicação da ciência, ensino ou outras formas de popularização dos conceitos, métodos e fundamentos científicos. Este é o <a href="https://sites.usp.br/iearp/evento-propoe-rede-de-iniciativas-pela-ciencia-na-usp-ribeirao-preto/">segundo ano</a> em que o encontro é promovido, porém, em virtude da pandemia de covid-19, o formato será virtual.</p>
<p>A programação será composta por blocos de apresentações e haverá espaço para debate entre os participantes e o público. A ideia é permitir a troca de experiências, positivas e negativas, e fomentar uma rede que facilite parcerias e o aprimoramento das ações em desenvolvimento.</p>
<p>Para se inscrever, os interessados devem preencher até dia 4 de maio o <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfvO9BBfyIXt1HMWSyv_729nn4Eqwwy3m3Ndz6fHnwK2zMd2w/viewform" rel="noreferrer noopener" target="_blank">formulário</a> com as informações do projeto e preparar uma apresentação com duração de dez minutos, contendo o histórico de atuação e atividades realizadas, para ser exibida no dia do evento.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-15T23:27:32Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-integra-iniciativas-de-divulgacao-cientifica-da-usp-ribeirao-preto">
    <title>Encontro integra iniciativas de divulgação científica da USP Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-integra-iniciativas-de-divulgacao-cientifica-da-usp-ribeirao-preto</link>
    <description>Evento, que é promovido pelo IEA-RP, é realizado pelo segundo ano e terá formato virtual</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/eventodivcient1205.png/@@images/445c84fc-fa9e-40c2-b51b-20c56773c362.png" alt="" class="image-left" title="" />O Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP promove no dia <span>12 de maio</span>, a partir das <span><b>9h</b></span>, o <span><b>Encontro virtual de grupos e projetos de divulgação científica do Campus Ribeirão Preto da USP</b></span>.</p>
<p>O evento tem como objetivo conhecer e divulgar as iniciativas do campus da USP Ribeirão Preto que realizam ações de comunicação da ciência, ensino ou outras formas de popularização dos conceitos, métodos e fundamentos científicos. Este é o <a href="https://sites.usp.br/iearp/evento-propoe-rede-de-iniciativas-pela-ciencia-na-usp-ribeirao-preto/">segundo ano</a> em que o encontro é promovido, porém, em virtude da pandemia de covid-19, o formato será virtual.</p>
<p>A programação será composta por blocos de apresentações e haverá espaço para debate entre os participantes e o público. A ideia é permitir a troca de experiências, positivas e negativas, e fomentar uma rede que facilite parcerias e o aprimoramento das ações em desenvolvimento.</p>
<p>Para se inscrever, os interessados devem <span>preencher até dia 4 de maio</span> o <span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfvO9BBfyIXt1HMWSyv_729nn4Eqwwy3m3Ndz6fHnwK2zMd2w/viewform" rel="noreferrer noopener" target="_blank">formulário</a> </span>com as informações do projeto e preparar uma apresentação com duração de dez minutos, contendo o histórico de atuação e atividades realizadas, para ser exibida no dia do evento. O encontro será transmitido pelo <a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP">canal do IEA-RP no YouTube</a>.</p>
<p>Mais informações: <a rel="noreferrer noopener" target="_blank">iearp@usp.br</a> ou <a rel="noreferrer noopener" target="_blank">jhenrique@usp.br</a></p>
<p><span>Para receber notificações sobre eventos e atividades do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, inscreva-se em nosso canal no Telegram: </span><a href="https://t.me/iearp">https://t.me/iearp</a></p>
<p> </p>
<hr />
<p><b>Encontro virtual de grupos e projetos de divulgação científica do Campus Ribeirão Preto da USP</b><br /><i>12 de maio, 9h<br /><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP">Canal do IEA-RP no YouTube</a><br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfvO9BBfyIXt1HMWSyv_729nn4Eqwwy3m3Ndz6fHnwK2zMd2w/viewform">Inscrições para apresentação de grupos</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-virtual-de-grupos-e-projetos-de-divulgacao-cientifica-do-campus-ribeirao-preto-da-usp" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-15T23:30:47Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/a-luta-contra-o-cancer-no-brasil-27-de-setembro-de-2019">
    <title>A Luta contra o Câncer no Brasil - 27 de setembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/a-luta-contra-o-cancer-no-brasil-27-de-setembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-27T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-11-12-encontros">
    <title>Encontros exploram os movimentos artísticos brasileiros e seus processos construtivos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-11-12-encontros</link>
    <description>As 11ª e 12ª aulas da "Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral" serão nos dias 17 e 18 de outubro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f0e55005-7fff-5239-671a-bb69202f89b8"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jogo-de-tenis-1/image" alt="Jogo de Tênis" title="Jogo de Tênis" height="301" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">'Jogo de Tênis', de Lygia Pape (Enciclopédia Itaú Cultural)</dd>
</dl>Os 11º e 12º encontros da </span><span><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/textos-noticias-videos-e-fotos-dos-encontros-da-jornada" class="external-link">Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral</a></i></span><span> acontecem nos dias 17 e 18 de outubro, às 14h, no Auditório do IEA (Rua Praça do Relógio, 109), e tratarão de aspectos de diversos movimentos artísticos brasileiros, como o Modernismo, a Tropicália, o Concretismo e o Neoconcretismo. Além disso, as trajetórias de Lygia Clark, Hélio Oiticica, Lygia Pape, Ferreira Gullar, José Celso Martinez, Mário Pedrosa e Oswald de Andrade serão revisitadas </span>—<span> os dois últimos serão homenageados nos encontros. Abertos ao público, os eventos terão transmissão ao vivo pela internet.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Mário Pedrosa</strong></span></p>
<p dir="ltr">O 11º encontro, “<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/muito-alem-de-paulistas-e-cariocas" class="external-link">Muito além de ‘Paulistas e Cariocas’ — Mário Pedrosa e Pontos Extremos da Modernidade no Brasil</a>”, terá o crítico de arte brasileira Mário Pedrosa como homenageado. Ao abordar sua trajetória, a mesa de discussão passará pelo modo como Pedrosa viu as relações entre paulistas e cariocas e concretistas e neoconcretistas, além da maneira como discutiu as grandes divisões ideológicas do mundo e como observou o mercado e a ditadura militar brasileira.</p>
<p dir="ltr">Para os organizadores da jornada e titulares da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>, o crítico, curador e historiador de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a> e a biomédica e <span>professora da Unifesp,</span> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, Mário Pedrosa é “aclamado como o maior crítico de arte brasileira de todos tempos”, bem como “um autor seminal para compreender um momento especialmente elevado de pensamento crítico no Brasil”.</p>
<p dir="ltr">Nader será a moderadora do debate e Herkenhoff fará uma das exposições. Os outros participantes serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, professor da Faculdade de Medicina da USP e diretor do IEA; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/washington-marar" class="external-link">Ton Marar</a>, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP; e de Glória Ferreira, doutora pela Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne) e coordenadora da coletânea “Mário Pedrosa: Primary Documents”.</p>
<p dir="ltr"><span><strong>Do Neoconcretismo à Tropicália</strong></span></p>
<p dir="ltr">O 12º encontro, intitulado “<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/brasil-do-neoconcretismo-a-tropicalia" class="external-link">Brasil, do Neoconcretismo à Tropicália: Lygia Clark, Hélio Oiticica, Lygia Pape, Ferreira Gullar e José Celso Martinez</a>”, será no dia seguinte, 18 de outubro. Ao relacionar os dois movimentos e analisar os artistas que deles fizeram parte, o debate abordará, segundo os organizadores, o processo construtivo brasileiro como “um embate incansável de ideias”. O Neoconcretismo “enfrentou a crise dos anos 60 com o esgotamento da geometria canônica, através de propostas participativas e no encaminhamento na direção do Tropicalismo”, tendo como fundamentos a produção de conhecimento e a presença do sujeito.</p>
<p dir="ltr"><span>O homenageado do encontro é o escritor Oswald de Andrade. Para os organizadores, “existem artistas que são faróis da sociedade, porque lúcidos e indomáveis. E Oswald de Andrade é um paradigma que se renova sempre, porque não propunha modelos formais, mas modos de pensamento crítico que se renovam a cada geração”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Andrade incluía em seus pensamentos e trabalhos a medicina, a antropologia, a eletrônica e outros campos da ciência. “Por isso, sua antropofagia pode envolver, sem decalques, o Cinema Novo e a Tropicália, como continua estimulando ações artísticas experimentais para muito além do cânon”.</span></p>
<p dir="ltr">As exposições serão de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/celso-favaretto" class="external-link">Celso Favaretto</a>, doutor em Filosofia pela USP e professor da Faculdade de Educação da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-camilo-osorio" class="external-link">Luiz Camillo Osório</a>, professor e diretor do Departamento de Filosofia da PUC-Rio e curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro entre 2009 e 2015; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-bruno-guimaraes-martins" class="external-link">Sérgio Bruno Martins</a>, professor do Departamento de História da PUC-Rio; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tania-rivera" class="external-link">Tania Rivera</a>, doutora em Psicologia pela Université Catholique de Louvain e pós-doutora em Artes Visuais na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro; e Helena Nader. <span>O debate terá Paulo Herkenhoff como moderador.</span><span> </span></p>
<hr />
<p> </p>
<p><strong>JORNADA RELAÇÕES DO CONHECIMENTO ENTRE ARTE E CIÊNCIA: GÊNERO, NEOCOLONIALISMO E ESPAÇO SIDERAL</strong><br /><strong>11º Encontro - Muito além de “paulistas e cariocas” - Mário Pedrosa e pontos extremos da modernidade no Brasil</strong><br /><i>17 de outubro, 14h</i><br /><strong>12º Encontro - Brasil, do Neoconcretismo à Tropicália: Lygia Clark, Hélio Oiticica, Lygia Pape, Ferreira Gullar e José Celso Martinez</strong><br /><i>18 de outubro, 14h</i></p>
<p><i>Local: Auditório do IEA - Rua Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, São Paulo<br />Eventos gratuitos e abertos ao público - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo </a>pela internet<br />Mais informações: Cláudia R. Pereira (clauregi@usp.br) - Telefone: (11) 3091-1686<br /><i>Páginas dos eventos: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/muito-alem-de-paulistas-e-cariocas" class="external-link">11º Encontro</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/brasil-do-neoconcretismo-a-tropicalia" class="external-link">12º Encontro</a></i></i></p>
<div id="_mcePaste">
<p class="MsoNormal">—</p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-07T20:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/para-alem-da-torre-de-marfim-difusao-cientifica-e-legitimidade-universitaria">
    <title> Para além da torre de marfim: difusão científica e legitimidade universitária</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/para-alem-da-torre-de-marfim-difusao-cientifica-e-legitimidade-universitaria</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-3dd03862-7fff-e3a2-9528-25d719edd7fb"><span>A pandemia de covid-19 e as trágicas consequências do negacionismo científico visto em alguns setores da sociedade deixaram explícita a importância da comunidade acadêmica e de instituições ligadas à ciência estarem próximas da população por meio da divulgação de suas pesquisas e da conscientização sobre seu papel fundamental no desenvolvimento do país.</span></span></p>
<p><span><span>Os palestrantes </span></span><span>vão traçar um panorama da difusão científica e do papel da comunicação na legitimação da universidade perante a sociedade, além de mostrar exemplos práticos de difusão científica e também os impactos da desinformação.</span></p>
<p><span><strong>Debatedores</strong></span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-c744cd9e-7fff-6136-640f-28c21ce5c6a7"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><span>Kleber Del Claro (UFU)<br /></span><span>Leonardo Rezende (FEARP/USP)<br /></span>Wasim Syed (União Pró-Vacina/Vidya Academics)</span></p>
<p dir="ltr"><strong>Mediador</strong></p>
<p dir="ltr"><strong> </strong>Flávio Martins (<span>CRID)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-18T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/festival-de-divulgacao-cientifica-troca-mesa-de-bar-pelo-ambiente-virtual">
    <title>Festival de divulgação científica troca mesa de bar pelo ambiente virtual</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/festival-de-divulgacao-cientifica-troca-mesa-de-bar-pelo-ambiente-virtual</link>
    <description>Pandemia mudou dinâmica do Pint of Science, que terá edição em Ribeirão Preto transmitida pelo YouTube</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f5a0227d-7fff-8019-e607-098224bf4c83"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/pint2019.jpg/@@images/666f3338-a687-4756-b8af-488baec8c338.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Um barzinho e uma dose de ciência formam uma ótima combinação desde 2016 em Ribeirão Preto. Com a pandemia de covid-19 e a necessidade de distanciamento social, essa dobradinha precisou ser transferida para um outro lugar: o sofá de casa. Por isso nos dias 8, 9 e 10 de setembro, o festival internacional de divulgação científica Pint of Science troca as mesas e balcões pelo YouTube para levar um cardápio recheado de ciência - mas com a descontração de sempre.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em Ribeirão, os eventos serão transmitidos pelo </span><a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live"><span>canal do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</span></a><span>, sempre das 18h30 às 20h. Não é necessário se inscrever e qualquer pessoa pode participar.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A carta de temas nesta edição passa pela situação que vivemos atualmente. Professores e pesquisadores ligados à USP, ao Instituto Butantan e ao Espaço Ciência vão discutir a relação entre a degradação ambiental e o surgimento de doenças como a covid-19; o desafio de formar professores que preparem os estudantes para o mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo em que vivemos atualmente; e a importância das vacinas para a saúde pública, que, embora seja algo comprovado cientificamente, ainda enfrenta a resistência de movimentos intitulados antivacina.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A organização local é feita por uma parceria entre o Centro de Terapia Celular, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto, o Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias e os projetos de divulgação científica Ilha do Conhecimento e Vidya Academics, todos ligados à USP Ribeirão Preto. A programação completa e mais informações estão disponíveis no site </span><a href="http://pintofscience.com.br/events/ribeiraopreto"><span>http://pintofscience.com.br/events/ribeiraopreto</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o evento</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Pint of Science começou em 2012, quando os pesquisadores do Imperial College London Michael Motskin e Praveen Paul organizaram um evento para que pacientes com Alzheimer, Parkinson, doenças neuromusculares e esclerose múltipla pudessem conhecer as pesquisas e os laboratórios em que os dois atuavam.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A ideia deu tão certo que os dois decidiram criar uma forma de tirar os pesquisadores de seus laboratórios e levá-los para conversar com o público. Surgia, assim, em maio de 2013, o Pint of Science.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No Brasil, o festival foi realizado pela primeira vez em 2015, em São Carlos (SP), pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP. A iniciativa caiu no gosto do público e rapidamente se espalhou. Só em 2019, 85 cidades em todas as regiões brasileiras sediaram as atividades. A organização envolve pessoas ligadas a universidades e institutos de pesquisa de todo o País, que trabalham voluntariamente para que o evento cresça a cada ano.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><b>Pint of Science Ribeirão Preto 2020</b><br /><i>8, 9 e 10 de setembro, das 18h30 às 20h<br /><a class="external-link" href="http://www.youtube.com/IEAUSPRP/live">Evento on-line, com transmissão pelo canal do IEA-RP no YouTube</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pint-of-science-ribeirao-preto-2020" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-19T17:39:57Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-on-line-busca-despertar-interesse-de-meninas-pela-ciencia">
    <title>Evento on-line busca despertar interesse de meninas pela ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-on-line-busca-despertar-interesse-de-meninas-pela-ciencia</link>
    <description>Terceira edição do Ciência Por Elas será transmitida pelo canal do IEA-RP no YouTube</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CartazCinciaporElas16scaled_menor.png/@@images/85804e29-cb13-48ae-9c7c-4196257ad266.png" alt="" class="image-left" title="" />O Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP), em parceria com o <a href="http://ctcusp.org/">Centro de Terapia Celular</a>, o <a href="http://crid.fmrp.usp.br/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias</a> e o <a href="https://www.instagram.com/ecohumantox">Laboratório EcoHumanTox</a>, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, promovem entre os dias 5 e 26 de setembro, a partir das 15h, a terceira edição do <em>Ciência por Elas</em>.</p>
<p>Neste ano, por causa da pandemia de covid-19, o evento será realizado virtualmente e transmitido pelo canal: <a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live">www.youtube.com/IEAUSPRP/live</a>. As atividades serão realizadas <strong>sempre aos sábados</strong>. Inscrições podem ser realizadas <span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfW30XvZ7XMNCHq6Hgar1hjp5-QJlqy80JwqvrBc2iG79zTbQ/viewform">clicando aqui.</a></span> Certificados serão enviados aos participantes que responderem à avaliação durante o evento.</p>
<p><span><strong>Programação</strong></span></p>
<p>Ao todo, serão oito atividades, duas em cada dia. Entre os temas abordados estão água produzida de petróleo, astrobiologia, difusão científica, aves migratórias, saúde da população negra e da mulher, alterações no comportamento alimentar trazidas pela covid-19 e recifes da Amazônia.</p>
<p>As palestrantes serão as pesquisadoras Taís Suelen Viana (FCFRP-USP), Yasmin Araújo (FFCLRP-USP), Rita Tostes (FMRP-USP), Diana Campos (Universidade de Aveiro), Samara Dulce Menezes (Universidade de Aveiro), Juliana Monterio (EERP-USP), Paula Sozza (FFCLRP-USP) e Janaina Calado (UEAP).</p>
<p>Mais informações sobre o evento: <a>iearp@usp.br</a>.</p>
<p><span><strong>Sobre o Ciência Por Elas</strong></span></p>
<p>Inspirada no projeto <em>Meninas com Ciência</em>, do Museu Nacional, a iniciativa é voltada a alunas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, e tem como objetivo estimular o interesse desse público pelas carreiras científicas. Professoras, pesquisadoras e alunas da universidade vão apresentar as pesquisas que desenvolvem e interagir com as meninas para explicar como é a profissão.</p>
<p>Segundo dados da ONU Mulheres e da Unesco, embora 74% das meninas tenham interesse em ciência, tecnologia e matemática, apenas 35% das alunas de ensino médio se inscrevem para cursos científicos de graduação nas universidades e somente 28% dos pesquisadores em todo mundo são mulheres. Ainda de acordo com a ONU Mulheres, se 600 milhões de meninas e mulheres tivessem acesso às áreas de ciência, tecnologia e inovação, 144 países em desenvolvimento aumentariam o PIB em 8 trilhões de dólares.</p>
<hr />
<p><strong>Ciência Por Elas 2020</strong><br /><i>5 a 26 de setembro (sempre aos sábados), 15h<br />Transmissão pelo <a class="external-link" href="http://https//www.youtube.com/IEAUSPRP/live">canal do IEA-RP no YouTube</a><br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfW30XvZ7XMNCHq6Hgar1hjp5-QJlqy80JwqvrBc2iG79zTbQ/viewform">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencia-por-elas-2020-1/" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-26T15:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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