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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 41 to 47.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-saudavel-depende-da-qualidade-do-ambiente-urbano-avaliam-pesquisadores">
    <title>Envelhecimento saudável depende da qualidade do ambiente urbano, avaliam pesquisadores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-saudavel-depende-da-qualidade-do-ambiente-urbano-avaliam-pesquisadores</link>
    <description>O envolvimento ativo na vida em sociedade, a prevenção de doenças e o bom funcionamento cognitivo e físico são fundamentais para garantir o envelhecimento com saúde, segundo pesquisadores no evento "Envelhecimento Saudável e Ambiente Urbano"</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-126a0601-7fff-cfee-5ab6-ebce2192598c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Envelhecimento-saudavel-Prefeitura-municipal-de-Jundiai.png/image" alt="Envelhecimento saudável" title="Envelhecimento saudável" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O exercício físico está entre as práticas do envelhecimento ativo (Foto: Prefeitura de Jundiaí)</dd>
</dl>A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que até 2050 a população com mais de 60 anos chegará a 2 bilhões de pessoas em todo o planeta. Com uma transição demográfica dessa escala, diversas pesquisas buscam entender como é possível promover o envelhecimento saudável, que pressupõe baixa chance de doença, bom funcionamento cognitivo e físico e envolvimento ativo na vida em sociedade.</span></p>
<p><span><br />O evento "Envelhecimento Saudável e Ambiente Urbano", que aconteceu no dia 8 de março, debateu o papel do ambiente urbano nesse desafio e propostas para torná-lo mais saudável e amigável à população idosa. O encontro foi organizado pelo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-espaco-urbano-e-saude">Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde</a><span>, do IEA.</span></p>
<p><span><strong>Ambiente amigável</strong></span></p>
<p>Para entender como os ambientes físico e social influenciam o envelhecimento saudável, o conferencista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thiago-herick-de-sa" class="external-link">Thiago Hérick de Sá</a> destacou que é preciso considerar que o processo de urbanização não ocorre de forma homogênea, tanto entre países como dentro das próprias populações. "Nas cidades brasileiras, temos uma trajetória ascendente, uma urbanização rápida, desigual e muitas vezes descontrolada. Nos dá um paralelo do que acontece em muitas cidades da África e da Ásia", em países como Gana e Bangladesh, afirmou. Esse fator tem influência no próprio planejamento urbano e na construção de cidades mais humanizadas. Thiago é doutor em nutrição pública pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e trabalha com ambiente urbano saudável no departamento Age-Friendly Environments da OMS.</p>
<p><span>Uma comparação da OMS entre a expectativa de vida das pessoas existentes e a expectativa de vida ao nascer de novas pessoas do ano 2000 a 2019 mostra que estamos vivendo mais, mas não necessariamente melhor. Segundo Thiago, alguns fatores que determinam o ambiente e o contexto em que os indivíduos vivem são: lar e infraestrutura; as relações sociais; atitudes e valores; e as políticas sociais e de saúde.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>Notícia</strong></div>
<div>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-estudara-as-relacoes-entre-a-saude-e-o-contexto-geografico-das-cidades" class="external-link">Grupo estuda relações entre saúde e contexto geográfico das cidades</a></li>
</ul>
</div>
<div><span id="docs-internal-guid-9ad8ced6-7fff-163d-c311-b5f3e4bdb1a0"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-estudara-as-relacoes-entre-a-saude-e-o-contexto-geografico-das-cidades"><span><br /></span></a></span></div>
<div><strong><strong>Eventos<br /></strong><br />"Envelhecimento Saudável e Ambiente Urbano"</strong></div>
<div><span id="docs-internal-guid-ffb8a209-7fff-2ea4-a491-3f83473d2a6f"> 
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/envelhecimento-saudavel-e-ambiente-urbano" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<div><br /><span id="docs-internal-guid-37537dfb-7fff-a2e1-84d2-8002042335d0"><strong>"Covid-19 e Urbanidade: Aprendizados e Perspectivas Futuras"</strong><br /> 
<ul>
<li><span id="docs-internal-guid-37537dfb-7fff-a2e1-84d2-8002042335d0"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/covid-19-e-urbanidade-aprendizados-e-perspectivas-futuras" class="external-link">Vídeo</a></span></li>
</ul>
</span></div>
</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><span>Ele </span><span>expôs dois conceitos para entender o impacto do ambiente nas pessoas: a capacidade intrínseca – que diz respeito às capacidades do indivíduo que tendem a se perder com o envelhecimento, como a capacidade de andar; e a capacidade funcional – que corresponde às capacidades intrínsecas associadas ao que o ambiente pode oferecer, como tecnologias assistivas, transporte público acessível, modificações habitacionais e assistência pessoal para as atividades diárias.</span></span></p>
<p><span><span> </span>Um ambiente amigo do envelhecimento saudável seria, portanto, "um ambiente que promove o envelhecimento saudável e ativo ao longo da vida e que permite que você prolongue as suas capacidades intrínsecas e garanta suas capacidades funcionais até o fim da vida", pontuou. De acordo com a OMS, as cidades e comunidades amigas das pessoas idosas precisam de atividades que perpassem domínios relacionados aos serviços públicos, serviços municipais, e aos ambientes físico e social.</span></p>
<p><span>Isso quer dizer que, ao sair de casa e caminhar até o mercado, uma pessoa idosa deve poder encontrar habitações acessíveis, bairros seguros, bancos para descansar, banheiros públicos, calçadas e travessias disponíveis por toda a parte, serviços de suporte, transporte público acessível e atendentes receptíveis. A OMS mantém um registro de cidades amigáveis pelo mundo, e é possível </span><a href="https://extranet.who.int/agefriendlyworld/submit-afp/">inscrever as ações</a><span> praticadas em cada local.</span></p>
<p dir="ltr"><span id="docs-internal-guid-5bb75293-7fff-2c41-6f8f-b5b507b0e529"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lais-fajersztajn" class="external-link">Laís Fajersztajn</a>, membra da Latin American and Caribbean Consortium on Dementia e pesquisadora do IEA, apresentou um trabalho em andamento que busca entender a relação entre local de moradia (distância das vias de tráfego intenso) e patologias do cérebro relacionadas ao envelhecimento, como problemas cognitivos e a doença de Alzheimer. O estudo foi realizado com o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, e outros colaboradores em parceria com o banco de cérebros da faculdade. As amostras são de pessoas falecidas com mais de 50 anos que entraram no banco do cérebro da FMUSP entre 2004 e 2013.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Apesar de apresentar limitações, como falta de dados sobre o tempo de moradia, Laís afirmou que o estudo não mede exatamente a poluição do ar, mas sim uma série de condições do ambiente que influenciam os resultados, bem como questões socioeconômicas, pois o tempo despendido no trânsito (daqueles que moram mais longe das grandes vias de tráfego) para deslocamento seria um fator importante no contato com a carga de poluição. Segundo a doutora em </span><span>ciências pela FM-USP, </span><span>os resultados preliminares mostram um indício forte de que o ambiente está influenciando a cognição dos idosos em São Paulo.</span></p>
<p><span><strong>Sentido do envelhecimento</strong></span></p>
<p><span>Saldiva acredita que em cidades grandes há o benefício da invisibilidade, que pode corresponder a uma certa liberdade de viver sem julgamentos. Com o tempo, essa invisibilidade pode se tornar uma "maldição", conforme se perdem laços e redes de suporte físico e emocional ao envelhecer. Para ele, uma cidade saudável é aquela que dá sentido para o cidadão acordar no dia seguinte, independentemente de sua vulnerabilidade.</span></p>
<p><span>"Se a saúde é desigual no mundo, em todos os indicadores, talvez o maior nível de desigualdade se encontre nos idosos de regiões pobres em relação aos mais ricos", apontou Saldiva.</span></p>
<p><span>Para o professor, além das políticas públicas citadas, seria preciso identificar as redes de colaboração social da microcomunidade, ou seja, de que forma as comunidades "sobrevivem às vicissitudes da vida" e estabelecem ajuda mútua, principalmente quando há falta de políticas públicas. Da mesma forma, "a questão da regulamentação do trabalho urbano compromete o sentido da sua vida quando ele passa a ser pagar boleto e trabalhar longas horas sem que você possa cuidar de si e das pessoas que você gosta e investir na sua própria saúde", afirmou Saldiva.</span></p>
<p><span><strong>Envelhecimento ativo</strong></span></p>
<p><span><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/WEBSaldiva-Ligia-e-Thiago-Herick-de-Sa-Envelhecimento-Saudavel.png/image" alt="Paulo Saldiva, Lígia Vizeu e Thiago Hérick de Sá" title="Paulo Saldiva, Lígia Vizeu e Thiago Hérick de Sá" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Da esquerda para a direita: Paulo Saldiva, Thiago Hérick de Sá e Ligia Vizeu com conferencistas em transmissão</dd>
</dl>O envelhecimento ativo foi conceituado pela OMS, antevendo as mudanças demográficas que o mundo estava sofrendo em razão da longevidade. Segundo </span>Egídio Dorea<span>, doutor em nefrologia pela USP, o termo diz respeito ao fenômeno de envelhecimento social no qual, com o aumento da expectativa de vida, é permitido às pessoas uma maior participação em trabalhos formais e atividades não remuneradas, bem como manter vidas saudáveis, autônomas e independentes. Dorea apontou que esse envelhecimento se baseia em quatro pilares principais: saúde, participação, educação e proteção.</span></p>
<p><span>Um fator importante para o envelhecimento saudável apontado pelo médico é a percepção sobre o próprio envelhecimento, pois uma percepção positiva estimula a adoção de hábitos saudáveis e de controle de doenças. Outro fator é a inclusão digital e aprendizado continuado, como forma de inserção na sociedade atual. Dorea apontou que, no Brasil, a primeira cidade "amiga de todas as idades" é Veranópolis, no Rio Grande do Sul. O projeto começou em 2015 e hoje é uma cidade adaptada à população idosa.</span></p>
<p><span>Carlos Leite, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie e do IEA, expôs uma pesquisa realizada pelo Mackpesquisa em 2022 sobre as possíveis relações do ambiente construído em São Paulo com o infarto do miocárdio. O estudo demonstrou que as chances de óbitos de pacientes com menos de 60 anos que vivem mais próximos aos equipamentos relacionados a atividades físicas diminuem significativamente em comparação aos que vivem mais longe. Segundo ele, a pesquisa demonstra que se a cidade tivesse equipamentos relacionados a atividades físicas a uma distância média de 1km de seus moradores, teríamos uma cidade mais saudável no que se refere a doenças do coração.</span></p>
<p><span>Como referências para informações sobre cidades amigáveis de todas as idades, Leite indicou os Bapi (Bairros Amigáveis à Primeira Infância), a Fundação Bernard van Leer, holandesa, e o Guia Global: Cidade Amiga do Idoso, da OMS.</span></p>
<p>A coordenação do evento foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a>, professora na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenadora do Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde.</p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-03-16T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-tecnologia-e-terceira-idade-1">
    <title>USP Analisa discute tecnologia e terceira idade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-tecnologia-e-terceira-idade-1</link>
    <description>Programa entrevista docente e doutoranda da FMRP-USP que atuam no Projeto de Inclusão Digital do Idoso</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/carlaemarina.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Em 2030 a pirâmide demográfica do Brasil sofrerá uma inversão, ou seja, a população de idosos vai superar a de jovens. Mas será que o País está se preparando adequadamente para essa mudança? E de que forma as novas tecnologias podem ter um papel positivo na vida desse público? Para fazer uma reflexão sobre isso, o USP Analisa desta semana entrevista a professora do curso de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP Carla da Silva Santana e a doutoranda do Programa de Pós-graduação Interunidades em Bioengenharia da USP Marina Soares Bernardes.<span> </span></p>
<p>Segundo Carla, não existem políticas públicas preventivas para a população idosa, elas geralmente são feitas em resposta a algum problema. “Podemos dizer que o idoso está mais participativo atualmente. Ele tem ocupado mais os espaços públicos e participado com frequência de programas voltados a ele. Porém, não participa ativamente na elaboração de políticas públicas. Nesse ponto, ele ainda é muito passivo”, explica a professora.<span> </span></p>
<p>Um dos assuntos que serão abordados no programa é o Projeto de Inclusão Digital do Idoso (PIDI), desenvolvido pela FMRP-USP, que surgiu a partir de atendimentos a idosos pela área de Terapia Ocupacional. Marina, que integra o projeto há seis anos, retirou dele a ideia para sua dissertação de mestrado. “Monitoramos 150 idosos que precisam manusear aparelhos como glicosímetro, monitores de pressão ou frequencímetros e verificamos as principais dúvidas que eles tinham. Isso é importante porque mostra que esses idosos estão monitorando a própria saúde em casa e tomando decisões sobre isso”, conta a doutoranda.<span> </span></p>
<p>A gerontecnologia, ciência que cuida da questão tecnológica no bem-estar de idosos em todas as áreas da vida, será outro foco da discussão. A USP Ribeirão Preto é uma das pioneiras no estudo dessa temática e em 2016 realizou um congresso que reuniu 400 estudiosos e interessados no assunto. “No Brasil, tecnologias voltadas, por exemplo, à mobilidade, resumem-se em cadeiras de rodas, sempre empurradas por alguém, ou bengalas. No exterior, há uma gama bem mais variada de tecnologias adaptadas aos idosos”, diz Carla.<span> </span></p>
<p>O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> vai ao ar nesta sexta (3), a partir das 12 horas. O programa é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.<span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-01T20:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ii-congresso-de-gerontecnologia">
    <title>II Congresso de Gerontecnologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ii-congresso-de-gerontecnologia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">O envelhecimento da população brasileira é um processo que preocupa cada vez mais os especialistas. Para discutir soluções para problemas que afetam a qualidade de vida e a gestão de recursos relevantes a pessoas idosas, e enfatizar os benefícios da tecnologia para um envelhecimento bem sucedido, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP realizam entre os dias 16 e 18 de novembro, no Espaço de Eventos da FMRP, o II Congresso de Gerontecnologia.</span></p>
<div style="text-align: justify; "><span>Dados do IBGE mostram que até 2050, o Brasil terá 66,5 milhões de idosos, ou seja, 29,5% dos habitantes do país terão acima de 60 anos. Este cenário torna fundamental a busca de soluções para as demandas que virão deste processo, abrindo assim campos para a pesquisa, serviços, criação e aplicação de produtos e para o desenvolvimento de políticas que apoiem quem alcança uma idade avançada.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O evento promoverá conferências e palestras sobre os desafios e oportunidades para a gerontecnologia no Brasil, a pesquisa em nível de pós-graduação nessa temática e o desenvolvimento de produtos e equipamentos envolvendo robótica e uso de tecnologias digitais, de informação e de comunicação, entre outros temas. A programação inclui ainda diversos minicursos, rodas de conversa e apresentação cultural.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><span><strong>Expositores</strong></span></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><span>
<div id="_mcePaste">Adriana Araújo Portella (UFPEL)</div>
<div id="_mcePaste">Adriano Pasqualotti (UPF)</div>
<div id="_mcePaste">Alejandro Klein (Universidad de Guanajuato Leon - México)</div>
<div id="_mcePaste">Carla da Silva Santana (FMRP-USP)</div>
<div id="_mcePaste">Flamínia Manzano Lodovici (PUC-SP)</div>
<div id="_mcePaste">George Leeson (University of Oxford - Reino Unido)</div>
<div id="_mcePaste">Hafiz Khan (West London University - Reino Unido)</div>
<div id="_mcePaste">Helianthe Kort (Technische Universiteit Eindhoven - Holanda)</div>
<div id="_mcePaste">Henrique Teixeira Gil (Instituto Politécnico de Castelo Branco - Portugal)</div>
<div id="_mcePaste">Johannes Doll (UFRGS)</div>
<div id="_mcePaste">Jorge Felix (EACH-USP)</div>
<div id="_mcePaste">Marina Soares Bernardes (PPG Interunidades Bioengenharia EESC/FMRP/IQSC-USP)</div>
<div id="_mcePaste">Meire Cachioni (EACH-USP)</div>
<div id="_mcePaste">Norbert Meiners (Private University of Applied Sciences - Alemanha)</div>
<div id="_mcePaste">Paula Costa Castro (UFSCar)</div>
<div id="_mcePaste">Regina Yoneko Dakuzako Carreta (FMRP-USP)</div>
<div id="_mcePaste">Roseli Romero (ICMC-USP)</div>
<div id="_mcePaste">Ryan Woolrych (Heriot Watt University - Escócia)</div>
<div id="_mcePaste">Taiuani Marquine Raymundo (UFPR)</div>
<div id="_mcePaste">Wilson José Pedro (UFSCar)</div>
</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-21T15:26:07Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/congresso-discute-como-tecnologia-vai-melhorar-a-vida-de-idosos">
    <title>Congresso discute como tecnologia vai melhorar a vida de idosos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/congresso-discute-como-tecnologia-vai-melhorar-a-vida-de-idosos</link>
    <description>Evento promovido pela FMRP e pelo IEA-RP traz especialistas de diversas universidades para debater gerontecnologia</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/foldergerontec.png/@@images/a38d693c-0637-4d8b-ba13-7c764efac7bd.png" alt="" class="image-left" title="" />O envelhecimento da população brasileira é um processo que preocupa cada vez mais os especialistas. Para discutir soluções para problemas que afetam a qualidade de vida e a gestão de recursos relevantes a pessoas idosas, e enfatizar os benefícios da tecnologia para um envelhecimento bem sucedido, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP realizam entre os dias 16 e 18 de novembro, no Espaço de Eventos da FMRP, o II Congresso de Gerontecnologia.<span> </span></p>
<p>Dados do IBGE mostram que até 2050, o Brasil terá 66,5 milhões de idosos, ou seja, 29,5% dos habitantes do país terão acima de 60 anos. Este cenário torna fundamental a busca de soluções para as demandas que virão deste processo, abrindo assim campos para a pesquisa, serviços, criação e aplicação de produtos e para o desenvolvimento de políticas que apoiem quem alcança uma idade avançada.<span> </span></p>
<p>O evento promoverá conferências e palestras sobre os desafios e oportunidades para a gerontecnologia no Brasil, a pesquisa em nível de pós-graduação nessa temática e o desenvolvimento de produtos e equipamentos envolvendo robótica e uso de tecnologias digitais, de informação e de comunicação, entre outros temas. A programação inclui ainda diversos minicursos, rodas de conversa e apresentação cultural.<span> </span></p>
<p>Entre os palestrantes estão docentes e pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas, Universidade de Passo Fundo, Universidad de Guanajuato Leon (México), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, University of Oxford (Reino Unido), West London University (Reino Unido),  Technische Universiteit Eindhoven (Holanda), Instituto Politécnico de Castelo Branco (Portugal), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Private University of Applied Sciences (Alemanha), Universidade Federal de São Carlos, Heriot Watt University (Escócia), Universidade Federal do Paraná e dos campi de São Paulo, Ribeirão Preto e São Carlos da USP.</p>
<p><span>As inscrições devem ser feitas pelo site </span><a href="http://www.cbgerontec.com.br/" target="_blank">www.cbgerontec.com.br</a><span>. Mais informações: </span><a href="mailto:congressogerontec@gmail.com" target="_blank">congressogerontec@gmail.com</a><span>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><span><b>II Congresso de Gerontecnologia</b><br /><i>16 a 18 de novembro<br />Espaço de Eventos da FMRP-USP<br />Inscrições pelo site www.cbgerontec.com.br<br />Informações: congressogerontec@gmail.com<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ii-congresso-de-gerontecnologia" class="external-link">Página do evento</a></i></span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-21T15:35:32Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/iv-coloquio-internacional-de-gerontologia-1">
    <title>IV Colóquio internacional de gerontologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/iv-coloquio-internacional-de-gerontologia-1</link>
    <description>O Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-RP) e a Faculdade de Medicina da USP Ribeirão Preto promovem o “IV Colóquio Internacional de Gerontologia”.  O evento será realizado nos dias 18 e 19 de outubro, das 9h às 18h, no Auditório da Faculdade de Direito da USP Ribeirão Preto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-RP) e a Faculdade de     Medicina da USP Ribeirão Preto promovem o “IV Colóquio       Internacional de Gerontologia”.  O evento será realizado nos     dias 18 e 19 de outubro, das 9h às 18h, no Auditório da       Faculdade de Direito da USP Ribeirão Preto.<br /> <br /> O colóquio terá como temas principais as tendências demográficas     para a América Latina, a economia do envelhecimento e os sistemas de     políticas públicas e financiamento dos sistemas sociais, os aspectos     culturais e socioeconômicos da população que envelhece nos países     latino-americanos, o marketing para idosos, o envelhecimento ativo e     saudável, os direitos e aspectos judiciais que envolvem o idoso, o     cuidado à saúde e a tecnologia do cuidado.<br /> <br /> O evento contará com palestrantes e conferencistas internacionais e     nacionais de diferentes áreas do conhecimento tendo como     característica principal a interdisciplinaridade e oferecerá espaço     para a divulgação de trabalhos científicos resultados de pesquisa e     trabalhos de intervenção com idosos.</p>
<p>Mais informações estão disponíveis no Blog do evento: <a href="http://gerontologia2013.blogspot.com.br/">http://gerontologia2013.blogspot.com.br/</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Rafael</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-15T13:08:48Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-envelhecimento-populacional-desafios-contemporaneos">
    <title>Migração e envelhecimento populacional: desafios contemporâneos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-envelhecimento-populacional-desafios-contemporaneos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">O objetivo do evento será discutir os desafios impostos pela migração e pelo envelhecimento, como a migração de trabalhadores mais velhos com grande capital humano acumulado; a migração de filhos, que podem deixar os pais idosos em situação de vulnerabilidade, a inserção de idosos no mercado de trabalho e as demandas por um novo olhar sobre a flexibilidade da jornada.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-16T14:07:25Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-migracao-e-envelhecimento">
    <title>Seminário aborda migração e envelhecimento populacional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-migracao-e-envelhecimento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Eventoimigraoidosos.png" alt="" class="image-left" title="" />No dia 24 de março, às 13h30, ocorrerá o seminário <i>“Migração e envelhecimento populacional: desafios contemporâneos”</i>, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP.</span></p>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O objetivo do evento será discutir os desafios impostos pela migração e pelo envelhecimento, como a migração de trabalhadores mais velhos com grande capital humano acumulado; a migração de filhos, que podem deixar os pais idosos em situação de vulnerabilidade, a inserção de idosos no mercado de trabalho e as demandas por um novo olhar sobre a flexibilidade da jornada.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">Os palestrantes serão o pesquisador do Centro de Estudos de Migração Internacional da Universidade Federal de São Carlos Igor José de Renó Machado, a docente da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Cynthia Soares Carneiro e o psicólogo e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Migrações da Universidade de Lisboa Carlos Barros.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O seminário é organizado pela professora Carla da Silva Santana, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e conta com o apoio do Instituto de Estudos Avançados da USP e Rádio USP Ribeirão Preto.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O valor da inscrição é R$ 5 para idosos e estudantes e R$ 10 para profissionais e demais interessados, pagos no dia do evento.</div>
<p> </p>
<hr />
<p><span class="discreet"><strong>Migração e envelhecimento populacional: desafios contemporâneos</strong><br />24 de março, às 13h30<br />Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP<br />Inscrições: <a class="external-link" href="https://goo.gl/pOalDC">clique aqui</a><a class="external-link" href="https://goo.gl/pOalDC"><br /></a>Valores: R$ 5 para idosos e estudantes, R$ 10 para profissionais e demais interessados, pagos no dia do evento<br />Informações: João Henrique - jhenrique@usp.br / (16) 3315-0368<br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-envelhecimento-populacional-desafios-contemporaneos" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-envelhecimento-populacional-desafios-contemporaneos</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-16T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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