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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 111 to 125.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-reparacao-de-danos-em-casos-de-violacao-de-direitos-humanos">
    <title>Pesquisadores discutem reparação de danos em casos de violação de direitos humanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-reparacao-de-danos-em-casos-de-violacao-de-direitos-humanos</link>
    <description>Integrantes do USP Restaura explicam ao USP Analisa como a justiça restaurativa e a vitimologia podem contribuir nessas situações</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5c872e76-7fff-8d00-4e95-200f4c39027d"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome46.png/@@images/19a874b7-e7e0-4f95-ad3d-2bf6b231ead7.png" alt="" class="image-left" title="" />Quando uma grande corporação viola os direitos de uma pessoa ou de uma comunidade, reparar esses danos não é um processo tão simples. Mas a justiça restaurativa e a vitimologia fornecem alguns instrumentos que podem ajudar nesses casos. Para entender o que são esses instrumentos, o USP Analisa conversa nesta semana com a pós-doutoranda da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Cristina Rego de Oliveira, que também é coordenadora do projeto USP Restaura, centro especializado em justiça restaurativa e o professor da Universidade Estadual de Minas Gerais e pesquisador do USP Restaura Gustavo Marin. O programa é o último da série especial sobre os dez anos dos Princípios Orientadores sobre Empresas e Direitos Humanos, elaborados pela ONU.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cristina explica que o conceito de justiça restaurativa, embora exista desde a década de 1970, só começou a ganhar força no Brasil a partir de 2005. A ideia, segundo ela, é dar mais protagonismo à vítima. “A gente dá voz para a vítima que sofreu o dano, coloca uma comunidade envolvida, que necessariamente também é afetada por alguns desses danos, e o ofensor para dialogarem da forma mais horizontal possível. A gente tem essa dificuldade de desigualdade em relações de poder, mas a ideia é que esses protagonistas decidam de forma dialogada e em conjunto como fazer uma reparação dos danos”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A coordenadora do USP Restaura lembra que, em casos como os de comunidades de Maceió afetadas pela exploração de sal gema pela petroquímica Braskem, os danos são muito profundos porque há uma conexão das pessoas com os locais onde residem, portanto não basta apenas realocá-las para outros bairros. “A reparação desse dano vai muito além dessa quantificação econômica. Isso a gente também tem que pautar porque não são necessariamente respostas monetárias que são suficientes para que as pessoas se sintam satisfeitas e superem o problema ou conflito no qual elas estão envolvidas”, lembra ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A vitimologia, área das ciências criminais que estuda as vítimas, também tem ajudado a entender melhor a extensão dos danos causados. “Ela estuda as experiências concretas da vítima com a vitimização e com o depois, como aquilo foi administrado pelo sistema de justiça, as consequências disso para a vítima e para o quadro em torno dela, no meio social em que ela está inserida. E também vai estudar efetivamente as respostas conferidas por estado e sociedade a essa vitimização”, explica Gustavo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O terceiro e último episódio da série vai ao ar nesta quarta (18), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (22), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-18T19:41:32Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/vazamento-de-dados-e-tema-de-webinar-promovido-pelo-iea-rp">
    <title>Vazamento de dados é tema de webinar promovido pelo IEA-RP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/vazamento-de-dados-e-tema-de-webinar-promovido-pelo-iea-rp</link>
    <description>Evento é realizado pelo Grupo de Estudos Tech Law, ligado ao instituto, e será transmitido pelo YouTube</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a9b220ac-7fff-aa36-f162-89f3be80b620"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/VazamentodeDadosPessoais_menor.jpg/@@images/16afb438-bbdf-4c21-b3b6-71b001418da2.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />No início do ano, o Brasil assistiu ao maior vazamento de dados pessoais de toda a sua história. Mais de 223 milhões de brasileiros tiveram expostas informações que permitem diversas violações de direitos, como emissão de documentos falsos e tomada de empréstimos por terceiros. Para discutir essa questão, o Grupo de Estudos Tech Law do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia </span><span><strong>10 de maio</strong></span><span>, a partir das </span><span><strong>18h30</strong></span><span>, o webinar </span><span><strong>Vazamento de dados pessoais: direitos dos titulares e medidas preventivas</strong></span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será transmitido pelo </span><a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span>. A participação é gratuita e não é necessário fazer inscrição para assistir.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão as professoras da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Cíntia Rosa Pereira de Lima e Cristina Godoy Bernardo de Oliveira e o professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP Evandro Eduardo Seron Ruiz. Eles vão apresentar casos de vazamento de dados pessoais, alertando sobre os principais direitos dos titulares, indicando recomendações e medidas preventivas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br. Para conhecer o trabalho do Tech Law, acesse a </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/direito-e-tecnologia-tech-law/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre os palestrantes</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Cristina Godoy Bernardo de Oliveira é bacharel e doutora em Direito pela USP. Atualmente é professora de Graduação e Pós Graduação da FDRP-USP. Integra ainda o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (Tech Law) do IEA-RP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cíntia Rosa Pereira de Lima é livre-docente em Direito Civil Existencial e Patrimonial pela FDRP-USP, onde é professora associada. Foi professora em Ano Sabático no IEA-RP e atualmente integra o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (Tech Law) do instituto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Evandro Eduardo Seron Ruiz é professor associado do Departamento de Computação e Matemática da FFCLRP-USP, onde é orientador no Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada. Foi professor em Ano Sabático no IEA-RP e atualmente integra o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (Tech Law) do instituto.</span></p>
<p><span>Para receber as notícias dos eventos e atividades do IEA-RP, inscreva-se em nosso canal do Telegram: </span><a href="https://t.me/iearp"><span>https://t.me/iearp</span></a><span>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><strong>Vazamento de dados pessoais: direitos dos titulares e medidas preventivas</strong><br /><i>10 de maio, 18h30<br /><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live">Canal do IEA-RP no YouTube</a><br />Evento on-line, público e gratuito<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/vazamento-de-dados-pessoais-direitos-dos-titulares-e-medidas-preventivas" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologias de Informação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-03T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/protecao-de-dados-na-pandemia-de-covid-19">
    <title>Proteção de dados na pandemia de covid-19</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/protecao-de-dados-na-pandemia-de-covid-19</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento vai <span>abordar temas como ética de Estado e desafios para a democracia, tecnologias de rastreamento pessoal, bases para o tratamento de dados e perigos do compartilhamento de dados pessoais durante a pandemia de covid-19.</span></p>
<p><strong>Debatedores</strong></p>
<p><span></span>Rafael Lima Sakr (<span>Universidade de Edimburgo)<br /></span><span>Cristina Godoy Bernardo de Oliveira (<span>Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP)</span><br />Cíntia Rosa Pereira de Lima (<span>Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP)<br /></span>Evandro Eduardo Seron Ruiz (<span>Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP<span>)</span></span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-03T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/webinar-discute-protecao-de-dados-durante-pandemia">
    <title>Webinar discute proteção de dados durante pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/webinar-discute-protecao-de-dados-durante-pandemia</link>
    <description>Evento marca início das atividades de novo grupo do IEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="has-text-align-left"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CartazseguranC3A7adados32.png/@@images/2fdeb6f6-6f28-4a54-95bf-5619b008c0ba.png" alt="" class="image-left" title="" />Com a pandemia de covid-19, diversas tecnologias de rastreamento passaram a ser usadas para monitorar a taxa de isolamento ou até alertar a possível proximidade com uma pessoa infectada. Porém, o compartilhamento de dados que elas permitem pode colocar em xeque os pilares da proteção de dados pessoais. Para debater os aspectos éticos e jurídicos dessa questão, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP realiza no dia 12 de agosto, a partir das 10h, o webinar <span><b>Proteção de dados na pandemia de covid-19</b></span>.</p>
<div class="wp-block-group">
<div class="wp-block-group__inner-container"></div>
</div>
<p>A participação é aberta a todo o público. A transmissão será feita pelo <a href="https://sites.usp.br/iearp/live/">canal do IEA-RP no YouTube</a>. Não serão emitidos certificados aos participantes.</p>
<p>O evento terá como palestrantes o professor da Universidade de Edimburgo Rafael Lima Sakr, as professoras da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Cristina Godoy Bernardo de Oliveira e Cíntia Rosa Pereira de Lima e o professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP Evandro Eduardo Seron Ruiz.</p>
<p>Eles vão abordar temas como ética de Estado e desafios para a democracia, tecnologias de rastreamento pessoal, bases para o tratamento de dados e perigos do compartilhamento de dados pessoais durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>O webinar também marcará o início das atividades do <a href="https://sites.usp.br/iearp/direito-e-tecnologia-tech-law/">Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (Tech Law) do IEA-RP</a>.</p>
<p>Mais informações: <a>iearp@usp.br</a></p>
<p><span><em>Sobre os palestrantes</em></span></p>
<p>Rafael Lima Sakr tem doutorado pela London School of Economics and Political Science, mestrado em Direito pela Columbia University Law School e graduação em Direito pela USP. É docente da Edinburgh School of Law e o foco de sua atuação é o papel do Direito e dos advogados na governança global, no regionalismo comercial e no desenvolvimento econômico.</p>
<p>Cristina Godoy Bernardo de Oliveira é bacharel e doutora em Direito pela USP. Atualmente é professora de Graduação e Pós Graduação da FDRP-USP. Integra ainda o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (Tech Law) do IEA-RP.</p>
<p>Cíntia Rosa Pereira de Lima é livre-docente em Direito Civil Existencial e Patrimonial pela FDRP-USP, onde é professora associada. Foi professora em Ano Sabático no IEA-RP e atualmente integra o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (Tech Law) do instituto.</p>
<p>Evandro Eduardo Seron Ruiz é professor associado do Departamento de Computação e Matemática da FFLCRP-USP, onde é orientador no Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada. Foi professor em Ano Sabático no IEA-RP e atualmente integra o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (Tech Law) do instituto.</p>
<p> </p>
<hr />
<p><b>Proteção de dados na pandemia de covid-19</b><br /><i>12 de agosto, 10h<br /><a class="external-link" href="https://sites.usp.br/iearp/live/">Transmissão: canal do IEA-RP no YouTube</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/protecao-de-dados-na-pandemia-de-covid-19" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-03T19:44:19Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/controle-sanitario-de-alimentos-e-tema-do-usp-analisa">
    <title>Controle sanitário de alimentos é tema do USP Analisa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/controle-sanitario-de-alimentos-e-tema-do-usp-analisa</link>
    <description>Professor e alunas da FDRP discutem segurança desses produtos e os reflexos de operações da Polícia Federal nessa área
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p id="docs-internal-guid-cc97b9f2-faa5-1b16-316b-73d93bdd0824" dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/dsc9226.jpg/@@images/b50f5a02-f2b4-4746-a3d9-b0cb516b3bf1.jpeg" alt="DSC9226" class="image-left" title="DSC9226" />Boa parte da população brasileira desconhece como é feito o controle sanitário de alimentos no País, um processo importante para garantir a qualidade do que está chegando à mesa das pessoas e também a saúde pública. O tema ganhou visibilidade no ano passado, com a Operação Carne Fraca, que expôs um esquema de corrupção envolvendo fiscais sanitários e empresas do setor de carne, e mais recentemente com a Operação Trapaça, que apontou fraudes em laudos sobre presença de <i>salmonella</i> em alimentos para exportação. Para falar sobre esse tema, o USP Analisa desta semana traz o professor Eduardo Saad Diniz e as doutorandas Victória Vitti de Laurentiz e Sofia Bertollini Martinelli, todos da faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Eles explicam que esse controle é feito de forma compartilhada por três órgãos: a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). “Na verdade, existe hoje uma grande crítica à forma como esse modelo se estabelece. Há uma desarticulação entre esses órgãos, uma falta de transparência que muitas vezes conduz a uma baixa efetividade na regulação de alimentos em matéria sanitária”, diz Victória. “Há também a questão de sobreposição de normas, porque muitas vezes esses órgãos editam normativas sobre os mesmos temas”, complementa Sofia.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Segundo eles, as operações Carne Fraca e Trapaça não alteraram o padrão de consumo de alimentos e nem mesmo trouxeram uma preocupação permanente em relação à segurança dos produtos que são consumidos, mas em comparação com outras operações mudaram a reflexão sobre o dano causado. “A gente tem na Lava Jato uma vitimização invisível. Você não se sente vítima dela, porém é cotidianamente vitimizado por ela. No rompimento da barragem da Samarco em Mariana, a vitimização é difusa, há distintas possibilidades de dano postas ali vitimizando as pessoas, o dano social, econômico e até custos morais e sociais. A grande novidade da Operação Carne Fraca é que o dano é concreto, está no seu prato de comida e essa é a grande oportunidade que a gente tem de resgatar o sentido da crítica à organização social do alimento no Brasil”, diz Diniz.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O programa vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (15), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (20), às 21h, e no domingo (24), às 11h30. O </span><a href="http://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-15T13:49:25Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/webinar-discute-relacoes-de-trabalho-e-inteligencia-artificial-1">
    <title>Webinar discute relações de trabalho e inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/webinar-discute-relacoes-de-trabalho-e-inteligencia-artificial-1</link>
    <description>Evento é promovido pelo Grupo de Estudos Direito e Tecnologia, do IEA-RP, e terá como palestrante o professor da FFLCH-USP Alvaro Comin</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/site800X530IntelignciaArtificialeoFuturodasRelaesdeTrabalho.png/@@images/25f0b335-a4d1-4831-8a1a-65ad985ca33e.png" alt="" class="image-left" title="" />O avanço das tecnologias baseadas em inteligência artificial vem criando relações de trabalho que escapam aos contornos do trabalho assalariado regular. Afinal, o que há de novo nesse modelo? Trata-se de flexibilização ou precarização? Para discutir esse tema, o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (TechLaw), do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia 9 de agosto, a partir das 18h, o webinar <em>Inteligência Artificial e o Futuro das Relações de Trabalho</em>.</p>
 
<p>A transmissão será pelo <a href="https://youtu.be/0_ofoqKktFw">canal do IEA-RP no YouTube</a>. A participação é gratuita e as inscrições devem ser feitas <a href="https://forms.gle/WtPyeTFtbN8oRucQ9">neste link</a>. Haverá emissão de certificado mediante preenchimento de formulário disponibilizado no chat durante o evento.</p>
 
<p>O palestrante será o professor do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP Alvaro Comin. Ele vai discutir algumas das polêmicas em torno do trabalho em plataformas, a probabilidade da chamada “uberização” do trabalho ser uma tendência de alcance geral e os impactos da disseminação dessas formas de trabalho em diferentes lugares.</p>
 
<p>Também participam da discussão as professoras Cíntia Rosa Pereira de Lima e Cristina Godoy Bernardo de Oliveira, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, e o professor Evandro Ruiz Seron, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP. Eles integram o Grupo Tech Law do IEA-RP.</p>
 
<p><strong>Sobre o palestrante</strong></p>
 
<p>Alvaro Comin tem graduação em História, mestrado em Sociologia e doutorado em Sociologia, todos pela USP, e tem pós-doutorado na University of Warwick, no Reino Unido. Foi professor do King’s Brazil Institute, no King’s College London. É pesquisador do Centro de Inteligência Artificial-C4AI e pesquisador associado ao Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Atua nas seguintes áreas de pesquisa: mercados de trabalho, economia de plataformas, trabalho digital e inteligência artificial.</p>
 
<p><strong>Sobre o Tech Law</strong></p>
 
<p>O Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (Tech Law) tem como objetivo principal o estudo interdisciplinar de temas que envolvem áreas de Direito e da Ciência da Computação, bem como analisar as características e os desafios da sociedade informacional.</p>
 
<p>Para saber mais, acesse a <a href="https://sites.usp.br/iearp/direito-e-tecnologia-tech-law/">página do grupo</a>.</p>
<hr />
<p><strong>Inteligência Artificial e o Futuro das Relações de Trabalho</strong><br /><i>9 de agosto, 18h<br /><a class="external-link" href="https://forms.gle/WtPyeTFtbN8oRucQ9">Inscrições gratuitas</a><br /><a class="external-link" href="https://youtu.be/0_ofoqKktFw">Transmissão pelo canal do IEA-RP no YouTube</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/inteligencia-artificial-e-o-futuro-das-relacoes-de-trabalho" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-02T13:48:14Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-de-debates-discute-cidades-inteligentes-e-questoes-juridicas">
    <title>Ciclo de debates discute cidades inteligentes e questões jurídicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-de-debates-discute-cidades-inteligentes-e-questoes-juridicas</link>
    <description>Evento, que será realizado a partir de 4 de agosto, é promovido pela FGV Direito SP com apoio do grupo de pesquisa do IEA-RP GPublic</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/800X530ciclodedebatessobrecidadesinteligentesgpublicfgv1.png/@@images/ef5921cf-f725-4e5e-aecd-31b1e6986ed2.png" alt="" class="image-left" title="" />O Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas (GPublic), grupo de pesquisa ligado ao Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto, criou, em parceria com a FGV Direito SP, o Grupo de Estudos sobre Smart Cities, uma rede voltada a discutir esse tema. Para isso, o grupo, coordenado pelas professoras Cláudia Souza Passador, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP, e Vera Monteiro, da FGV Direito SP, promove a partir desta quarta, dia 4 de agosto, um ciclo de debates sobre cidades inteligentes.</p>
 
<p>Os eventos serão realizados sempre às quartas-feiras, a partir das 17h30. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 3 de agosto <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc710tLFCLDKMrO27QuEwQnj1hw_XOKlGg4Yb_Lk376OouUUA/viewform?vc=0&amp;amp%3Bc=0&amp;amp%3Bw=1&amp;amp%3Bflr=0">neste link</a>. A participação para quem desejar receber certificado será pela plataforma Zoom, mas também haverá transmissão pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live">canal do IEA-RP no YouTube</a> para quem preferir apenas assistir ao evento.</p>
 
<p>O ciclo traz para o diálogo profissionais com experiência em temas relacionados às cidades inteligentes e também pretende abordar debates jurídicos sobre esse assunto. Entre os tópicos que serão discutidos, estão os desafios na implementação das cidades inteligentes, os entraves e burocracias da gestão pública, as iniciativas da sociedade civil, a visão da indústria de tecnologia, os desafios da Lei Geral de Proteção de Dados para o tema, desafios regulatórios envolvendo internet das coisas e infraestrutura nas cidades e ainda casos concretos, como o projeto Piauí Conectado.</p>
 
<p>Os palestrantes serão a professora da FGV Direito SP Vera Monteiro; a professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP Cláudia Passador; o professor da Universidade Federal de Lavras Denis de Oliveira; a CEO da Planet Smart City no Brasil, Susanna Marchionni; a advogada e conselheira do Instituto Smart City Business America, Evy Marques; o diretor de transformação digital da Cisco no Brasil, Rodrigo Uchoa; e os professores da FGV Fernando Burgos, Alexandre Pacheco, Caio Mário Pereira Neto e Mateus Piva Adami.</p>
 
<p>Mais informações sobre o curso em <a href="https://bit.ly/2TNSKgM">https://bit.ly/2TNSKgM</a>.</p>
<p>
<hr />
<b>Ciclo de Debates sobre Cidades Inteligentes</b><br /><i>a partir de 4 de agosto, 17h30<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc710tLFCLDKMrO27QuEwQnj1hw_XOKlGg4Yb_Lk376OouUUA/viewform?vc=0&amp;amp%3Bc=0&amp;amp%3Bw=1&amp;amp%3Bflr=0">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-debates-sobre-cidades-inteligentes" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-02T18:15:56Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-aplicacao-de-principios-da-onu-sobre-empresas-e-direitos-humanos">
    <title>Especialistas discutem aplicação de princípios da ONU sobre empresas e direitos humanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-aplicacao-de-principios-da-onu-sobre-empresas-e-direitos-humanos</link>
    <description>Conjunto de orientações completa 10 anos em 2021 e é tema de especial do USP Analisa em três programas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-46606089-7fff-40e3-8188-b9ee1f8b1fbb"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome44.png/@@images/5f19e1eb-a573-4c84-9dc0-425083809e7f.png" alt="" class="image-left" title="" />Em 2021, os Princípios Orientadores sobre Empresas e Direitos Humanos estabelecidos pelas Nações Unidas completam 10 anos. Para explicar o que são, sua importância e como eles são aplicados atualmente, o USP Analisa abre sua segunda temporada do ano com um especial em três programas sobre o tema.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No primeiro episódio, os entrevistados são o professor da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto Eduardo Saad Diniz e a doutoranda da FDRP e diretora do </span><a href="https://pt-br.facebook.com/businessandhrwg"><span>USP Business and Human Rights Working Group</span></a><span>, Victoria Vitti de Laurentiz. Eles explicam o contexto histórico em que os princípios foram formulados e sobre o que tratam.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Eduardo, o cenário de elaboração dessas orientações é pautado pela transição da segurança urbana para a segurança dos negócios. “Nos anos 80, nos crimes tradicionais, as vítimas não conseguiam voz nos tribunais e utilizaram justamente essa conexão de vítima e direitos humanos para acessar o judiciário. Aqui a lógica é a mesma: e se nós conectamos a ideia de direitos humanos a empresas para dar voz à figura da vítima? É essa a grande chave para interpretar esse contexto, que agora evolui. Não dá mais para falar só em segurança dos negócios. A pandemia nos mostra a necessidade de se pensar na segurança ambiental e, com o perdão do trocadilho, a pandemia foi só um aquecimento pros desafios que nós vamos enfrentar em termos de aquecimento global”, alerta ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Victória explica que os Princípios Orientadores sobre Empresas e Direitos Humanos são baseados em três pilares: proteger, respeitar e reparar ou remediar. Porém, não são considerados normas de direito internacional e não determinam objetivamente a responsabilização empresarial nas violações de direitos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“As empresas estão bastante desorientadas em relação ao que significa uma real adoção dos princípios orientadores, traduzindo apenas a redação deles para compromissos éticos ou códigos de conduta que, do ponto de vista prático, não geram nenhum tipo de impacto social positivo. É preciso conferir maior clareza a quais direitos humanos, quais violações, quais circunstâncias de responsabilidade solidária, de fato, serão alvo de consideração por um marco nacional de empresas e direitos humanos no Brasil. Porque um marco nacional que venha reproduzir essa lógica dominante da responsabilidade social corporativa sem obrigações diretas pode causar mais um efeito prejudicial do que benéfico”, destaca ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O primeiro episódio da série vai ao ar nesta quarta (4), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (8), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-04T17:22:16Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/crowdwork-e-trabalho-sob-demanda-em-aplicativos">
    <title>Crowdwork e trabalho sob demanda em aplicativos são tema de encontro em fevereiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/crowdwork-e-trabalho-sob-demanda-em-aplicativos</link>
    <description>Encontro "Capitalismo de Plataforma e Direito do Trabalho", no dia 11 de fevereiro, às 14h, tem exposição do procurador Renan Bernardi Kalil, do Ministério Público do Trabalho de São Paulo. A organização é do Grupo de Estudos Impactos das Novas Morfologias do Trabalho sobre a Vida dos Trabalhadores.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div id="parent-fieldname-text-85eeeff719224633987f7046b587bb93">
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/interior-de-carro-uber" alt="Interior de carro Uber" class="image-right" title="Interior de carro Uber" />No dia <strong>11 de fevereiro, às 14h</strong>, acontece o segundo encontro do ciclo sobre as transformações no trabalho e seus impactos na vida dos trabalhadores, iniciado em dezembro. O tema desta vez será “Capitalismo de Plataforma e Direito do Trabalho”.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novas-formas-do-trabalho" class="external-link">Grupo estudará os efeitos das novas formas de trabalho na vida dos trabalhadores</a></li>
</ul>
<p><br />1º Encontro<br /><strong>Uberização: A Era do Trabalhador Just-in-Time</strong><br /><i>11/12/2019</i></p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/uberizacao-do-trabalho" class="external-link">"Uberização do trabalho" será tema de seminário</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/uberizacao-a-era-do-trabalhador-just-in-time" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/uberizacao-a-era-do-trabalhador-just-in-time-11-de-dezembro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O expositor será o procurador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renan-bernardi-kalil" class="external-link">Renan Bernardi Kalil</a>, do Ministério Público do Trabalho do Estado de São Paulo, integrante do recém-criado <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/impactos-das-novas-morfologias-do-trabalho-sobre-a-vida-dos-trabalhadores" class="external-link">Grupo de Estudos Impactos das Novas Morfologias do Trabalho sobre a Vida dos Trabalhadores</a>. O pesquisador colaborador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rene-mendes" target="_blank">René Mendes</a>, que lidera o grupo, coordenará o evento.</p>
<p>O evento é gratuito e aberto ao público. Os interessados devem efetuar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScVbnei-8ndgfTh1zpFhijFsGU2HL3ph7mLoHldPoz0oNlBbA/viewform" target="_blank">inscrição prévia</a> online. Para assisti-lo <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso efetuar inscrição.</p>
<p>De acordo com Kalil, o estudo do impacto das inovações tecnológicas na organização da produção e no mundo do trabalho envolve uma variedade de possibilidades, desde a abordagem de efeitos projetados sobre o que será o trabalho no futuro - como a capacitação que será exigida dos trabalhadores - até a forma pela qual deve ocorrer a interação entre o direito e as novas formas de trabalho.</p>
<p>“Diante disso, decidimos examinar o capitalismo de plataforma, suas duas formas de trabalho – o crowdwork<i> </i>e o trabalho sob demanda por meio de aplicativos – e o papel do direito do trabalho em face desse cenário”, explica.</p>
<p>Nos estudos do procurador, o crowdwork - literalmente, <i>trabalho em multidão </i>ou <i>colaboração coletiva - </i>é exemplificado pela <a class="external-link" href="https://www.mturk.com/">Amazon Mechanical Turk</a>, que atrai atualmente mais de 500 mil trabalhadores no mundo inteiro. O trabalho sob demanda de aplicativos é exemplificado pela Uber.</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><i><strong>Novas Formas de Trabalho no Capitalismo de Plataforma<br /></strong>11 de fevereiro, 14h<br /></i><i>Local: Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScVbnei-8ndgfTh1zpFhijFsGU2HL3ph7mLoHldPoz0oNlBbA/viewform">inscrição prévia</a> online - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Mais informações: com Claudia Regina Pereira (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>)), telefone (11) 3091-1686<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-trabalho-2" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://unsplash.com/@good_citizen">Humphrey Muleba</a></span></p>
</div>
<div>
<h3></h3>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores Colaboradores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Impactos das Novas Morfologias do Trabalho sobre a Vida dos Trabalhadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-01-17T15:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-temporada-do-usp-analisa-discute-criminalidade-e-violencia">
    <title>Nova temporada do USP Analisa discute criminalidade e violência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/nova-temporada-do-usp-analisa-discute-criminalidade-e-violencia</link>
    <description>Primeiro episódio, que vai ao ar nesta quinta (8), traz uma análise do Código Penal com professores da FDRP-USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-caac0589-7fff-b780-0e65-797edda55ff4"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy2_of_Designsemnome27.png/@@images/6980d209-6e71-407d-9d85-835683d1ed6d.png" alt="" class="image-left" title="" />A criminalidade e a violência são dois temas que têm tirado o sono da maioria da população brasileira. Para entender melhor esse fenômeno, o USP Analisa vai dedicar sua décima temporada a conversar com especialistas sobre como chegamos a uma situação tão complexa, que leva a milhares de mortes anualmente e interfere negativamente no cotidiano de toda a sociedade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No primeiro programa, que vai ao ar pela Rádio USP nesta quinta (8), às 16h40, os professores da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Cláudio do Prado Amaral e Daniel Pacheco Pontes trazem um histórico do Código Penal Brasileiro e explicam como chegamos à legislação atual. Afinal, será que as leis que temos hoje são suficientes para combater a criminalidade?</span></p>
<p dir="ltr"><span>Pontes destaca que o código passou por uma evolução desde os tempos do Brasil Colônia, chegando até a versão mais recente, de 1984, que também passa por mudanças com frequência.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Alterações pontuais temos toda semana, praticamente. Crimes novos são criados, penas são aumentadas, crimes deixam de existir. Houve alguns projetos de novos códigos nas décadas de 90 e 2010, mas, por hora, temos esse código, que eu avaliaria como um código que não é ruim, acho que muitas vezes ele é injustiçado. As pessoas falam que ele é péssimo por desconhecê-lo. Ele tem defeitos, problemas, e até mesmo pela sua idade já está um pouco ultrapassado em alguns aspectos. E é sempre necessário a gente repensar e reavaliar o que está acontecendo”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Amaral explica que o código de 1984 deixou de encarar a pena como algo essencialmente punitivista e passou a atribuir um caráter educativo a ela. “O legislador em 1984, através de uma comissão de notáveis juristas, altera a parte geral do Código Penal e incorpora uma finalidade útil à pena: a prevenção de delitos. Então aplica-se uma pena ao infrator a fim de que ele não venha a praticar novos delitos no futuro”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que, embora haja a percepção de que os delitos continuam crescendo mesmo com a aplicação da pena, o caráter preventivo é simbólico. “A prevenção é dizer a toda a sociedade que o infrator daquela lei não poderia ter feito aquilo, porque aquilo ainda é algo protegido pelo Estado. É isso que o juiz faz quando aplica uma pena. Portanto, é uma finalidade preventiva muito mais comunicativa, de tom muito mais informativo do que real. Porque a prevenção à violência é feita em outro campo, com políticas públicas, e não através do Código Penal”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://rp.iea.usp.br/projetos/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP às quintas-feiras, às 16h40, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas principais plataformas de podcast.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crime Organizado</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-07T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/direito-precisa-ser-repensado-para-atender-diversidade-diz-pesquisadora">
    <title>Direito precisa ser repensado para atender diversidade, diz pesquisadora</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/direito-precisa-ser-repensado-para-atender-diversidade-diz-pesquisadora</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, Fabiana Severi fala das mudanças necessárias no sistema de Justiça em casos de violência contra a mulher e grupos minoritários</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-abc3d331-7fff-abb6-2510-5a7e5c95fe80"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CpiadeSemnome3.png/@@images/a6880441-8708-40db-a9fe-87301832d8a6.png" alt="" class="image-left" title="" />Apesar da importante vitória representada pela promulgação da Lei Maria da Penha, os índices de violência doméstica e feminicídio no Brasil ainda são bastante elevados. Além disso, o próprio Poder Judiciário acaba, em algumas situações, revitimizando a mulher que busca ajuda. Na segunda parte da entrevista especial exibida pelo USP Analisa, a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Fabiana Severi discute essas questões.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo ela, audiências como a do caso Mariana Ferrer, em que a vítima foi ofendida pelo advogado de defesa do acusado, não são casos isolados. Mas é exatamente isso que a Lei Maria da Penha busca eliminar.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Ela é inspirada na Convenção de Belém do Pará, que reconhece o dever de devida diligência dos atores do Estado na condução de investigações e sanções relacionadas à violência baseada no gênero. Isso significa que, em um processo judicial, não vale desqualificar a mulher, colocá-la em uma situação de maior exposição, de revitimização. Você entra questionando um tipo de violência e sai passando por outras violências por conta da forma como o processo é conduzido. Aquela audiência trouxe à luz o debate de como a gente ainda tem que melhorar muito o sistema de provas, o tipo de condução que os operadores e operadores do direito realizam cotidianamente na sala de audiência”, diz a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Fabiana explica que a forma como o Direito é pensado é tradicionalmente centrada na pessoa branca e do sexo masculino, porém o Brasil é um país de grande diversidade. Em sua pesquisa no Programa Ano Sabático do Instituto de Estudos Avançados da USP, ela procura mapear mudanças que estão acontecendo nessa visão em órgãos do Poder Judiciário.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Em pesquisas anteriores, entendi que essas mudanças ajudam também a fortalecer a maior democratização do sistema de Justiça e torná-lo mais apto para lidar com questões de violência doméstica e todas as outras formas de violência contra as mulheres e meninas. Outro ponto é que a gente precisa criar novas teorias, fortalecer a circulação de outras teorias do direito mais sensíveis ou mais aptas para lidar com esses problemas que envolvem mulheres e grupos historicamente marginalizados”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A segunda parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (1°), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (5), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sabáticos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulher</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-01T20:26:47Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-responsabilidade-civil-no-uso-da-inteligencia-artificial">
    <title>Evento discute responsabilidade civil no uso da inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-responsabilidade-civil-no-uso-da-inteligencia-artificial</link>
    <description>Palestrante será a docente da Universidade de Coimbra Ana Mafalda Castanheira Neves Miranda Barbosa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-27b6dd6d-7fff-c7d3-6b3a-49e6664d91a5"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/800X530Intelignciaartificialeresponsabilidadecivil.png/@@images/979c3f02-2363-432c-8278-4d28f2c92f3f.png" alt="" class="image-left" title="" />A inteligência artificial está cada vez mais presente no cotidiano da sociedade. Mas como fica a responsabilidade civil, ou seja, a obrigação de reparar o dano causado a uma pessoa, quando o autor desse dano é a inteligência artificial? Para discutir essa questão, o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (Tech Law) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia 13 de setembro, a partir das 18h30, o webinar <i>Inteligência Artificial e Responsabilidade Civil</i>.</p>
<p dir="ltr"><span>A transmissão será pelo </span><a href="https://youtu.be/q6xm-iXXkVU"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span>. A participação é gratuita e as inscrições devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/XqD5ijCxWsw73tXo9"><span>neste link</span></a><span>. Haverá emissão de certificado mediante preenchimento de formulário disponibilizado no chat durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A palestrante será a professora associada da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, Portugal, Ana Mafalda Castanheira Neves Miranda Barbosa. Ela tem graduação em Licenciatura em Direito, mestrado em Ciências Jurídico-civilísticas e doutorado em Direito, todos pela Universidade de Coimbra. Atua em pesquisas na área de Direito Civil, especialmente Direito da Responsabilidade Civil, Teoria Geral do Direito Civil, Direito dos Contratos, Direitos de Personalidade, Vertente Privatística/Civilística do Direito Bancário e Filosofia do Direito.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também participam da discussão as professoras Cíntia Rosa Pereira de Lima e Cristina Godoy Bernardo de Oliveira, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, e o professor Evandro Ruiz Seron, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP. Eles integram o Grupo Tech Law do IEA-RP.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o Tech Law</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (Tech Law) tem como objetivo principal o estudo interdisciplinar de temas que envolvem áreas de Direito e da Ciência da Computação, bem como analisar as características e os desafios da sociedade informacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para saber mais, acesse a </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/direito-e-tecnologia-tech-law/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><b>Inteligência Artificial e Responsabilidade Civil</b><br /><i>13 de setembro, 18h30<br /><a class="external-link" href="https://youtu.be/q6xm-iXXkVU">Transmissão pelo canal do IEA-RP no YouTube</a><br /><a class="external-link" href="https://forms.gle/XqD5ijCxWsw73tXo9">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/inteligencia-artificial-e-responsabilidade-civil" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologias de Informação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-02T16:54:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/vitimas-ofensores-justica-restaurativa">
    <title>Vítimas, Ofensores e os Desafios para a Adoção de Práticas de Mediação e de Justiça Restaurativa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/vitimas-ofensores-justica-restaurativa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span><span><span>Práticas de justiça restaurativa e mediação visam promover reposição de danos causados ​​por crimes ou conflitos, por meio do diálogo, atendendo às necessidades das pessoas envolvidas em situações de conflito, incentivando a responsabilização e envolvendo a comunidade.</span></span></span></p>
<p style="text-align: left; "><span><span><span>Sua implementação exige ambiente seguro, facilitadores modificados em Justiça Restaurativa e Mediação de Conflitos, cuidados com a linguagem e a participação voluntária das pessoas afetadas direta e/ou indiretamente pelo conflito, sob regras claras e com disposição mútua para acordos flexíveis.</span></span></span></p>
<p style="text-align: left; "><span><span><span>Apesar de seus evidentes méritos e impactos desenvolvidos, ainda há clara resistência à adoção dessas práticas e preferência pela expectativa de prosperidade, na administração de conflitos na comunidade universitária uspiana.</span></span></span></p>
<p style="text-align: left; "><span><span><span>Este simpósio propõe uma apresentação de reflexões sobre as condições fundamentais - concretas, sensíveis ou inteligíveis - para ampliar a acessibilidade de práticas dialogadas de justiça como alternativa à justiça retributiva, na experiência dos apresentadores.</span></span></span></p>
<p dir="ltr" id="m_-6205473509063839031m_-2896652373580798414m_3728492387858706927gmail-docs-internal-guid-976615e8-7fff-70bf-0259-6f484da05933"><b><span><span>Organizadores: </span></span></b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elizabeth-harkot-de-la-taille" class="external-link"><span><span>Elizabeth Harkot-de-La-Taille</span></span></a><span><span> (IEA/FFLCH USP), </span></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-lucia-pastore-schritzmeyer" class="external-link"><span><span>Ana Lucia Pastore Schritzmeyer</span></span></a><span><span> (FFLCH/IEA USP), </span></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carla-boin" class="external-link"><span><span>Carla Boin</span></span></a><span><span> (NUJUR DIVERSO-Diversitas/FFLCH USP) e </span></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-da-cunha-lima" class="external-link"><span><span>Ricardo da Cunha Lima</span></span></a><span><span> (FFLCH USP)</span></span></p>
<h3><span><span><span><span><span>Transmissão</span></span></span></span></span></h3>
<p dir="ltr"><span><span>Acompanhe a transmissão do evento pelo </span></span><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank"><span><span>canal do YouTube do IEA</span></span></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-02-05T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/40-anos-da-anistia">
    <title>Os 40 Anos da Anistia e o Legado das Ditaduras na América Latina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/40-anos-da-anistia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <strong>Seminário Internacional “Os 40 anos da Anistia e o Legado das Ditaduras na América Latina”</strong> adota uma perspectiva comparada, visando contribuir para a avaliação crítica das políticas de reparação e de memória e dos mecanismos legais adotados em países que, como o Brasil, vivenciaram regimes repressivos. O evento reunirá especialistas e militantes de diferentes áreas, como História, Psicologia, Direito e Filosofia, para debater a longa e atribulada luta das vítimas por reconhecimento, bem como analisar o legado das ditaduras na América Latina, com a finalidade de colaborar na compreensão desses processos históricos e na produção e difusão de conhecimento sobre esses temas no país.</p>
<p>No Brasil, decorridos quarenta anos da Lei de Anistia, permanecem muitos pontos de interrogação em relação ao conhecimento histórico sobre o regime autoritário, ao mesmo tempo em que se observa a existência de importantes lacunas nas articulações entre o passado e o presente e, mais especificamente, entre o legado da ditadura e a memória daqueles que a ela se opuseram ativamente. A despeito dos esforços empenhados pelos movimentos sociais, pela Comissão Nacional da Verdade, a Comissão de Anistia, entre outras instituições, permanece incompleto o processo de reconstituição factual e de reflexão crítica acerca da ditadura militar e de seu legado no Brasil.</p>
<p>A Lei de Anistia de 1979, embora parcial, foi considerada “recíproca”, dando margem à interpretação de que a tortura foi “crime conexo” aos crimes políticos, reatualizando a “teoria dos dois demônios” no país. Ao longo da transição e da redemocratização, a ampliação da Lei da Anistia e da Lei dos Mortos e Desaparecidos (Lei 9.140/95), bem como a indenização às vítimas não foram suficientes para garantir a investigação da tortura, nem a recuperação dos restos mortais dos dissidentes assassinados, tampouco a punição dos responsáveis pelas graves violações aos direitos humanos cometidas no período. Esse panorama tem limitado a articulação das memórias e do legado ditatorial no Brasil, numa inequívoca violação de preceitos constitucionais e normas internacionais, revelando o contraste da experiência brasileira quanto a dos países latino-americanos, que há tempos vêm se dedicando aos investimentos na memória e na elaboração simbólica e judicial do passado.</p>
<p>Nesse contexto, o Brasil mantém-se como modelo de impunidade e atraso na promoção de uma política de memória e de reconstituição factual dos crimes da ditadura. Em contraste com o cenário internacional de consolidação do paradigma de respeito às vítimas de graves violações dos direitos humanos, o Supremo Tribunal Federal (STF), no caso do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) n<sup>o</sup>. 153, realizado em 2010, referendou a Lei de Anistia de 1979, sob o pretexto de que ela teria sido aprovada sob um amplo pacto social. A tradição jurídica autoritária brasileira, em um cenário institucional onde predominam as continuidades, faz emergir um Judiciário refratário à proteção aos direitos humanos. Este é o ponto nodal para se compreender a especificidade do panorama local, em sua diferenciação em relação aos demais países do Cone Sul, bem como o ressurgimento no Brasil de discursos autoritários na esfera pública, que negam os crimes de lesa-humanidade cometidos pela ditadura.</p>
<p><strong>Coordenação:</strong><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/janaina-de-almeida-teles" class="external-link">Janaína Teles</a><span> (IEA-USP), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-de-almeida-camargo" class="external-link">Ana Maria Camargo</a><span> (FFLCH-USP), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/edson-teles" class="external-link">Edson Teles</a><span> (CAAF-Unifesp), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/padua-fernandes" class="external-link">Pádua Fernandes </a><span>(IPDMS).</span></p>
<p><strong>Comissão organizadora:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a> (IP e IEA-USP), Janaína Teles (IEA-USP), Ana Maria Camargo (História-USP), Edson Teles (CAAF-Unifesp), Pádua Fernandes (IPDMS), Danielle Tega (Pagu-Unicamp), Adriano Diogo</p>
<p><strong>Comissão organizadora do livro:</strong> Janaína Teles, Danielle Tega, Pádua Fernandes</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ditadura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-08-13T14:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/informalidade-vulnerabilidade">
    <title>Trabalhar às Margens/as Margens: Informalidade, Vulnerabilidade e Direitos Sociais no Novo Mundo do Trabalho</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/informalidade-vulnerabilidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; ">Quem é o sujeito epistêmico do Direito do Trabalho brasileiro?</p>
<p style="text-align: left; ">A relação de emprego a tempo indeterminado é a porta de entrada para a cidadania de direitos sociais no mundo do trabalho. Contudo, esta relação laboral nunca foi o trabalho típico no Brasil, em razão de processos colonizatórios que instauraram uma divisão racial-sexual do trabalho capitalista, que permanece intacta na atualidade.</p>
<p style="text-align: left; ">A epistemologia do Direito do Trabalho brasileiro, reproduzindo a narrativa eurocêntrica, centralizou a proteção jurídica no tipo de trabalho ocupado pelo homem branco, criando uma fratura entre a teoria e a realidade das relações laborais brasileiras. Este projeto político de colonialidade do saber gerou margens dentro e fora do Direito do Trabalho brasileiro, que são interseccionadas por raça e gênero. O processo interno e externo da informalidade, veiculado pela colonialidade do saber, legitima juridicamente vulnerabilidades interseccionais históricas, aprofundadas pelo neoliberalismo tecnocrata.</p>
<p style="text-align: left; ">Diante deste contexto, este 15º Seminário Interdisciplinar promovido pelo “<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/observatorio-trabalho" class="external-link">Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora</a>” do IEA visa expor e debater três eixos para trabalhar às margens/as margens:</p>
<p style="text-align: left; ">1) a <b>marginalização epistêmica</b>: as margens como resultado da colonialidade do saber no Direito do Trabalho brasileiro;</p>
<p style="text-align: left; ">2) da <b>concretude marginal</b>: atual estágio da (não) regulamentação jurídica dos trabalhadores de plataformas digitais no Brasil;</p>
<p style="text-align: left; ">3) da<b> insurgência das margens:</b> a construção do sujeito político da economia popular.</p>
<p style="text-align: left; "><b>Abertura e Moderação:</b></p>
<ul>
</ul>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rene-mendes" class="external-link">René Mendes</a> (coordenador do Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora do IEA)</p>
<p><b>Palestrantes:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francesca-columbu" class="external-link">Francesca Columbu</a> (coordenadora do Curso de Direito do Centro de Ciência e Tecnologia do Mackenzie e IEA)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-jose-pereira-filho" class="external-link">Jorge José Pereira Filho</a> (coordenador de Pesquisas da Fundação Rosa Luxemburgo/EACH e IEA)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>
<ul>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Legislação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-11T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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