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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 31 to 45.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mudancas-climaticas-e-matriz-energetica">
    <title>As Mudanças Climáticas e a Matriz Energética (Ciclo Temático)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mudancas-climaticas-e-matriz-energetica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>As Mudanças Climáticas e a Matriz Energética:</strong><span> </span><strong>oportunidades, inovações e adaptações necessárias para uma transição para uma economia de baixo carbono</strong></p>
<p><span>Nesta mesa, os principais temas a serem tratados envolverão a relação entre as mudanças climáticas e a matriz energética, crescimento de novas fontes de energia, desenvolvimento de novas tecnológicas e consolidação de mercados para energias renováveis e política energética.</span></p>
<p>Modelos de negócios e investimentos em energia e as necessárias adaptações em função das consequências das mudanças climáticas, para que sejam atingidas as metas propostas pelos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) <span>e o aumento máximo de  2°C  na média da temperatura do planeta. Este será o segundo debate da série </span><strong>“A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris”: Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades.</strong></p>
<p>O objetivo desta série de debates é de entender, debater, contribuir e identificar oportunidades para <strong>mudança nos padrões de emissões</strong> dos gases de efeito estufa, contribuindo para a<strong>resiliência</strong> dos sistemas naturais e antrópicos, <strong>adaptações</strong> e dar suporte às <strong>políticas públicas</strong>locais e nacionais sobre o tema, e ao mesmo tempo, oferecer uma contribuição ao governo brasileiro e seus negociadores para a <a class="external-link" href="http://www.cop21paris.org/">Conferência das Partes</a> (COP21) sobre Mudanças do Clima, que ocorrerá em Paris, de 30 de Novembro a 11 de Dezembro.</p>
<h3>Moderador</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlo-linkevieius-pereira" class="external-link">Carlo Linkevieius Pereira</a></p>
<h3>Debatedores</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/weber-amaral" class="external-link">Weber Amaral</a></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaz/zilmar-de-souza" class="external-link">Zilmar de Souza</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-24T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/copy4_of_as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico">
    <title>As Mudanças Climáticas e as Negociações Internacionais (Ciclo Temático) - EVENTO ADIADO</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/copy4_of_as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>“A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris”: Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades.</strong></p>
<p><span>O objetivo desta série de debates é de entender, debater, contribuir e identificar oportunidades para </span><strong>mudança nos padrões de emissões</strong><span> dos gases de efeito estufa, contribuindo para a </span><strong>resiliência</strong><span> dos sistemas naturais e antrópicos, </span><strong>adaptações</strong><span> e dar suporte às </span><strong>políticas públicas</strong><span> locais e nacionais sobre o tema, e ao mesmo tempo, oferecer uma contribuição ao governo brasileiro e seus negociadores para a </span><a class="external-link" href="http://www.cop21paris.org/">Conferência das Partes</a><span> (COP21) sobre Mudanças do Clima, que ocorrerá em Paris, de 30 de Novembro a 11 de Dezembro.</span></p>
<p>Os principais temas destes debates, voltados para a identificação de oportunidades para redução das emissões, adaptações, para o desenvolvimento de tecnologias e soluções inovadoras, resilientes e voltadas para a transição para uma economia de baixo impacto de carbono, contemplando o nexus: <strong>água – energia – alimento e cidades</strong>, suas múltiplas interações e como respondem às <strong>mudanças climáticas</strong>.</p>
<p><span>Os debates terão o formato de “talk-show”, com o tema principal apresentado e moderado por </span><strong>curador(es) envolvido diretamente com o tema escolhido</strong><span>, o qual convida à participação três outros debatedores, representando a iniciativa privada, formuladores de políticas públicas e a academia. Neste formato, não haverá o uso de dispositivos audiovisuais ou PowerPoint, visando estimular o debate e a participação do público.</span></p>
<p><span>Os resultados dos debates serão consolidados em um único documento, o qual será levado a COP21 em eventos paralelos, e entregue ao Governo Brasileiro. Após a COP21, será realizado novo evento, trazendo os resultados obtidos e quais as ações que deverão ser tomadas pelos países, empresas e pela sociedade civil.</span></p>
<p><strong>29 de outubro</strong>, das 9:30 às 12:30</p>
<ul>
<li><strong>As Mudanças Climáticas e as Negociações Internacionais: a Posição do Governo Brasileiro</strong></li>
</ul>
<p><strong>Curadores:</strong> Dr. Carlos Klink – Ministério do Meio Ambiente</p>
<h3><span>Expositores:</span></h3>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-24T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental">
    <title>Escassez Hídrica, Governança e Justiça Ambiental</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Nos últimos cinco anos, várias regiões no mundo têm passado por um período prolongado de estiagem. Tal experiência expôs os limites de modelos de gestão dos recursos hídricos vigentes que priorizam a oferta da água sobre o controle de sua demanda.</p>
<p>Estas práticas aplicadas tanto em metrópoles como São Paulo, como em áreas produtoras de alimentos, que se caracterizam pela concentração de ações em infraestrutura para a garantia da oferta da água, combinada com investimentos baixos em tratamento de esgoto e o livre consumo de água. Ao impactar países tão diversos, é possível observar os desafios de cada situação e as respostas apresentadas por representantes do estado.</p>
<p>Assim, neste painel, será apresentada a experiência internacionais da Espanha, que será debatida por dois especialistas em torno dos contextos de escassez hídrica, a emergência de conflitos e quais as reações e respostas numa perspectiva de justiça ambiental.</p>
<h3>Moderação:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a></p>
<h3>Expositores:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernard-barraque" class="external-link">Bernard Barraqué</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-del-moral-ituarte" class="external-link">Leandro Del Moral Ituarte</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-27T11:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-governanca-global-em-tempos-de-mudancas-climaticas">
    <title>A governança global em tempos de mudanças climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-governanca-global-em-tempos-de-mudancas-climaticas</link>
    <description>Mesa-redonda marca o lançamento do livro "Sistema Internacional de Hegemonia Conservadora: Governança Global e Democracia na Era da Crise Climática"</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-sistema-internacional-de-hegemonia-conservadora" alt="Capa do livro &quot;Sistema Internacional de Hegemonia Conservadora&quot;" class="image-right" title="Capa do livro &quot;Sistema Internacional de Hegemonia Conservadora&quot;" />O Grupo de Pesquisa de Meio Ambiente e Sociedade do IEA e a Editora Annablume realizam no dia 8 de maio, às 11 horas, na Sala de Eventos do Instituto, a mesa-redonda de lançamento do livro “Sistema Internacional de Hegemonia Conservadora: Governança Global e Democracia na Era da Crise </span>Climática<span>”, de autoria de Eduardo Viola, Matías Franchini e Tahis Lemos Ribeiro  (Annablume Editora, 410 págs., R$ 70,00; à venda por R$ 50,00 no evento).</span></p>
<p>No encontro, Viola, do Instituto de Relações Internacionais (iREL) da Universidade de Brasília (UnB), fará uma exposição sobre <i>Descarbonização ou Desordem</i>. Eduardo Felipe Matías, advogado especializado em comércio internacional, arbitragem e sustentabilidade, será o debatedor. A mediação ficará a cargo de José Eli da Veiga, do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP e organizador do evento.</p>
<p><strong>Elemento central</strong></p>
<p>Na introdução da obra, os autores destacam que a conjuntura das mudanças climáticas será abordada como um elemento central na definição do presente e do futuro da civilização, principalmente no que diz respeito à demarcação "de um espaço de operação seguro da humanidade".</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3 style="text-align: left; ">Relacionado</h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/descarbonizacao-ou-desordem" class="external-link">Vídeo</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/descarbonizacao-ou-desordem-mesa-redonda-sobre-o-livro-sistema-internacional-de-hegemonia-conservadora-governanca-global-e-democracia-na-era-da-crise-climatica-08-de-maio-de-2013" class="external-link">Fotos</a> do evento</li>
</ul>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>De acordo com eles, "o argumento não é novo nem incomum na literatura sobre clima em suas diversas vertentes, porém encontra maiores resistências para penetrar o campo das ciências sociais e, em especial, o âmbito acadêmico brasileiro e, quando inserido, é feito de forma marginal, superficial, inconvicta e incoerente".</span></p>
<p><span> </span><strong>Participantes</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Eduardo Viola é professor titular do iREL, coordenador acadêmico da Rede de Estudos e Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais e Relações Internacionais e Lead Faculty do Earth System Governance Institute. É autor revisor do 5º relatório (vol. 3) do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) e autor coordenador do 1º Relatório do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (Vol. 3).</p>
<p><span>Eduardo Felipe Matías é doutor em direito internacional pela Faculdade de Direito (FD) da USP e professor convidado do Curso de Pós Graduação em Direito do Comércio Internacional do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS). É membro da Green Economy Task Force da Câmara de Comércio Internacional de Paris (CCI). É autor do livro "A Humanidade e suas Fronteiras – Do Estado Soberano à Sociedade Global" (Editora Paz e Terra, 2005), vencedor do Prêmio Jabuti 2006 na categoria Economia, Negócios, Administração e Direito.</span></p>
<p><span> </span><span>José Eli da Veiga é professor titular aposentado da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP e atua como orientador nos programas de pós-graduação do IRI e do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ). É pesquisador do Núcleo de Economia Socioambiental (Nesa) da FEA e colaborador das colunas de opinião do jornal "Valor Econômico" e da revista "Página22".</span><span> </span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>DESCARBONIZAÇÃO OU DESORDEM<br /></strong><strong>Tipo: </strong><span>mesa-redonda aberta ao público, gratuita e sem necessidade de inscrição<br /></span><strong>Data: </strong><span>8 de maio, às 11 horas<br /></span><strong>Local: </strong><span>Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/onde-estamos" class="internal-link"><i>localização</i></a>)<br /></span><strong>Transmissão: </strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="internal-link">www.iea.usp.br/aovivo</a><br /></span><strong>Informações: </strong><span>com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1678</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-24T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisador-do-iea-assina-tres-novos-livros-sobre-educacao-ambiental">
    <title>Pesquisador do IEA organiza livros sobre governança e educação ambiental</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisador-do-iea-assina-tres-novos-livros-sobre-educacao-ambiental</link>
    <description>O lançamento das obras, organizadas por Pedro Jacobi, acontece no dia 11 de junho, às 18h30, na Livraria Martins Fontes Paulista. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capas-de-livros-da-annablume-editora-e-procam" style="float: right; " title="Capas de livros da Annablume Editora e Procam" class="image-inline" alt="Capas de livros da Annablume Editora e Procam" />A Annablume Editora lança no dia 11 de junho, às 18h30, na Livraria Martins Fontes Paulista, quatro novos livros da Coleção Cidadania e Meio Ambiente. Três deles contam com a organização de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="internal-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA e professor da Faculdade de Educação (FE) da USP.</p>
<p>As obras tratam da questão da educação ambiental a partir de perspectivas abrangentes, que envolvem três questões principais: a governança da água, a aprendizagem social e o potencial da pesquisa-ação na difusão de atitudes críticas e transformadoras.</p>
<p><strong>Pegada hídrica</strong> <br />Organizado por Jacobi e por Vanessa Empinotti, "Pegada Hídrica: Inovação, Co-Responsabilização e os Desafios de sua Aplicação" reúne textos de diversos autores sobre a "pegada hídrica" — indicador para medir o uso direto e indireto da água na cadeia produtiva de bens e serviços, especialmente de commodities agrícolas.</p>
<p>Entre as questões discutidas no livro, estão o método de cálculo da pegada hídrica, aplicações possíveis, aspectos que poderiam ser aperfeiçoados, impactos esperados no âmbito das políticas públicas e a utilização do medidor como ferramenta de aprendizagem social para estimular a adoção de práticas mais sustentáveis.</p>
<p><strong>Aprendizagem social<br /></strong> A relação entre aprendizagem social e uso da água é abordada de forma mais aprofundada no livro "Aprendizagem Social na Gestão Compartilhada de Recursos Hídricos: Desafios, Oportunidades e Cooperação entre Atores Sociais", organizado por Jacobi em parceria com Evandro Mateus Moretto, Luiz Carlos Beduschi e Paulo de Almeida Sinisgalli.</p>
<p>Fruto da pesquisa "Aprendizagem Social na Gestão Compartilhada de Recursos Hídricos em Três Bacias Hidrográficas no Estado de São Paulo: Desafios e Oportunidades para a Cooperação em Plataformas Multi-Atores", coordenada por Jacobi, o livro trata dos fatores que definem o êxito ou o fracasso dos processos de aprendizagem social associados à governança da água, bem como dos meios mais apropriados para acelerar esses processos.</p>
<p>Os textos, assinados por diferentes pesquisadores, chamam atenção para a necessidade de uma ação colaborativa, coordenada e de longo prazo entre os diversos atores envolvidos no manejo dos recursos hídricos, que torne possível a tomada de decisões compartilhadas sobre alternativas para a gestão coletiva da água.</p>
<p><strong>Pesquisa-ação</strong> <br />A questão da aprendizagem social também aparece em "A Pesquisa-Ação na Interface da Saúde, Educação e Ambiente: Princípios, Desafios e Experiências Interdisciplinares". O livro, organizado por Jacobi e Renata Ferraz de Toledo, reúne textos sobre os fundamentos, a condução e os desafios da pesquisa-ação, com foco nos potenciais dessa estratégia metodológica para os estudos nas áreas da educação em saúde e meio-ambiente.</p>
<p>A obra ressalta o caráter participativo, mobilizador, crítico e dialógico da pesquisa-ação e aponta essa metodologia de investigação como uma alternativa para abordar a complexidade dos problemas ambientais, educacionais e da saúde atuais e, ao mesmo tempo, desenvolver valores e conhecimentos sintonizados com a sustentabilidade e com o empoderamento das comunidades.</p>
<p>Na apresentação do livro, os organizadores destacam que "um dos maiores desafios nos dias atuais é criar oportunidades de aprendizagem social ativas, nas quais haja o real envolvimento dos sujeitos em relações de diálogo que, por sua vez, favoreçam: a percepção da diversidade de opiniões e visões de mundo; a mediação de interesses individuais e coletivos; e a possibilidade de ampliação de repertórios que aumentem a capacidade de contextualizar e refletir".</p>
<p><strong>Educação Ambiental<br /></strong> A pesquisa-ação é trabalhada, ainda, em "Educação Ambiental e Pesquisa-Ação Participante: O Fortalecimento de Práticas de Cooperação e Participação". O livro, assinado por Maria Isabel Gonçalves Franco, foi produzido a partir da tese de doutorado da pesquisadora, a qual foi orientada por Jacobi e defendida em 2010 na FE.</p>
<p>Na obra, Maria Isabel explora os vínculos entre teoria e prática da educação ambiental ao falar sobre como a pesquisa-ação pode contribuir para construção de um espaço coletivo de diálogo e gerenciamento de conflitos dentro do espaço escolar. A autora ressalta que esta estratégia metodológica potencializa o engajamento das comunidades e estimula, assim, ações críticas e colaborativas orientadas para a transformação do território no entorno da escola.</p>
<p><strong>LANÇAMENTO DE QUATRO LIVROS DA COLEÇÃO CIDADANIA E MEIO AMBIENTE<br />DA ANNABLUME EDITORA E CONVERSA COM OS AUTORES</strong><br /><strong>Tipo:</strong> evento gratuito, aberto ao público e sem necessidade de inscrição<br /><strong>Apoio:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="internal-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a><br /><strong>Data: </strong>11 de junho, às 18h30 <br /><strong>Local:</strong> Livraria Martins Fontes Paulista, Avenida Paulista, 509, São Paulo</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-06-04T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-promove-encontro-sobre-governanca-da-agua">
    <title>Governança da água é tema de encontro internacional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-promove-encontro-sobre-governanca-da-agua</link>
    <description>O 4º Encontro Internacional da Governança da Água acontece de 24 a 26 de setembro, no auditório do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rio-com-barcos" style="float: right; " title="Rio com barcos" class="image-inline" alt="Rio com barcos" />Acontece de 24 a 26 de setembro, no auditório do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP, o <i>4º Encontro Internacional da Governança da Água</i>. A proposta do evento é ampliar o conhecimento sobre as diversas experiências ibero-americanas de governança e instaurar um espaço de reflexão sobre formas inovadoras de gestão da água<span style="text-align: justify; ">, balanceando os vários interesses e realidades políticas e colocando a temática das mudanças climáticas como um aspecto que assume crescente relevância em análises transversais e interdisciplinares.</span></p>
<p>No dia 24, às 16h30, Luiza Schmidt, da Universidade de Lisboa, Portugal, fará a conferência de abertura <i>Desafios de Governança da Água na Comunidade Europeia</i>. <span>Nos dias 25 e 26, haverá mesas-redondas sobre o papel das instituições na governança da água e seus desafios na Espanha, no Brasil e no México; as relações entre governança da água e mudanças climáticas; e os conceitos de água virtual, contabilidade hídrica na cadeia produtiva e transparência nos processos decisórios da governança da água.</span></p>
<p>O encontro é uma iniciativa do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA, do <a class="external-link" href="http://govamb.iee.usp.br/govamb/">Grupo de Pesquisa Governança Ambiental</a>, do <a class="external-link" href="http://prpg.usp.br/procam">Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam)</a>, do <a class="external-link" href="http://www.iee.usp.br/">Instituto de Energia e Ambiente (IEE)</a> e do <a class="external-link" href="http://www.incline.iag.usp.br/data/index_BRA.php">Núcleo de Apoio à Pesquisa Mudanças Climáticas (Incline)</a>, todos da USP, com patrocínio da Fapesp e da Capes. <span>A coordenação geral do evento é de Pedro Jacobi, coordenador do grupo e professor da Faculdade de Educação (FE) e do Procam.  Haverá transmissão ao vivo no </span><a class="external-link" href="http://govamb4.wix.com/4govagua">site oficial</a><span> do evento.</span></p>
<p>O auditório do CCE fica na avenida Prof. Luciano Gualberto, 71, Travessa 3, Cidade Universitária, São Paulo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-12T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua">
    <title>Encontro discute governança ambiental e a questão da água</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua</link>
    <description>Organizado pelo Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade, o evento reunirá especialistas do Brasil, Holanda e Espanha. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-d2ce9564a007482ba1cad640f7007bc3 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-d2ce9564a007482ba1cad640f7007bc3">
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th>
<p class="alignJustify"><span class="font_7"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/canos-dagua" alt="Canos d'água" class="image-right" title="Canos d'água" /></span></p>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr style="text-align: center; ">
<td colspan="2" style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua" class="external-link"><strong><span class="external-link">ASSISTA AO VÍDEO</span></strong></a></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua-27-de-setembro-de-2013" class="external-link"><span><strong><span class="external-link">FOTOS DO EVENTO</span></strong></span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="alignJustify"><span class="font_7"> </span></p>
<p class="alignJustify"><i>Governança Ambiental e a Questão da Água</i> é o tema do encontro que se realiza no dia 27 de setembro, às 10h30, no IEA, com a presença de especialistas do Brasil, Holanda e Espanha.  <span>O evento dará continuidade a algumas das discussões empreendidas durante </span><span>o</span><span> </span><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-promove-encontro-sobre-governanca-da-agua" class="external-link">4º Encontro Internacional de Governança da Água</a>,</i><span> </span><span>realizado de 23 a 26 de setembro.</span></p>
<p class="alignJustify">Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, o encontro contará com as participações de<span class="font_7"> </span><span class="font_7"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, coordenador do grupo de pesquisa, </span><span class="font_7"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-carmen-lemos" class="external-link">Maria Carmen Lemos</a>, da University of Michigan, EUA, </span><span class="font_7"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jeroen-warner" class="external-link">Jeroen Warner</a>, do Wageningen UR, Holanda, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-de-stefano" class="external-link">Lucia de Stefano</a>, da Fundación Botin, Espanha.</p>
<p class="alignJustify" style="text-align: left; ">Segundo os organizadores do evento, a<span> governança da água representa um enfoque conceitual que propõe caminhos teóricos e práticos alternativos que façam uma real ligação entre as demandas sociais e sua interlocução em nível governamental. Explicam que, geralmente, a utilização do conceito inclui leis, regulação e instituições, mas refere-se também a políticas e ações de governo, a iniciativas locais e a redes de influência, incluindo mercados internacionais, o setor privado e a sociedade civil, que são influenciados pelos sistemas políticos nos quais se inserem.</span></p>
<p class="alignJustify"><span class="font_7">A mudança climática, a liberalização do comércio e a privatização do setor água são os três principais fatores que colocam a questão da governança sustentável da água como questão global, segundo os especialistas: "Para avançar em direção a arranjos que permitam enfrentar os problemas locais, os desafios estão na promoção da eficiência no uso da água, na garantia de seu uso sustentável, no estímulo ao compartilhamento equitativo da disponibilidade hídrica e na necessidade de promover corresponsabilização diante da escassez".</span></p>
<p class="alignJustify"><span>A Sala de Eventos do IEA fica na rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/localizacao" class="external-link">localização</a>). Quem não puder comparecer poderá assistir ao evento em</span><span> </span><a class="external-link" href="http://www.flickr.com/photos/fernandoreyes/">www.iea.usp.br/aovivo</a><span>. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini (</span><a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><span>), telefone (11) 3091-1678.</span></p>
<p class="alignJustify" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="http://www.flickr.com/photos/23868590@N03/">Juan Antonio Canales</a></span></p>
</div>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-26T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pegada-hidrica">
    <title>Seminário discute a pegada hídrica como ferramenta de análise da questão da água</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pegada-hidrica</link>
    <description>Evento é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade e acontece no dia 16 de outubro, às 10h, no Auditório do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/graos-de-soja" alt="Grãos de soja" class="image-inline" title="Grãos de soja" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Soja: cultura com elevado consumo de água e uma das principais commodities exportadas pelo Brasil</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A partir do reconhecimento da existência dos fluxos de água virtual por meio da distribuição de bens de consumo em diferentes escalas, a água passa a ser entendida não apenas como um recurso natural local, mas também de dimensão global. Essa nova abordagem enfatiza a questão da água a partir de novas ferramentas, como a pegada hídrica, e seu impacto na forma como os atores sociais se posicionam e influenciam o sistema de gestão dos recursos hídricos.</p>
<p>Para analisar essa abordagem, o  <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> promove o seminário <i>Pegada Hídrica: Inovação, Corresponsabilização e os Desafios de Sua Aplicação </i>no dia 16 de outubro, às 10 horas, no Auditório do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP.</p>
<p>O seminário debaterá as seguintes questões:</p>
<ul>
<li>quais seriam os impactos dessa nova abordagem com relação às necessidades hídricas ambientais?</li>
<li>como o conceito de água virtual e o método da pegada hídrica podem contribuir ou não para o desenvolvimento de normas que regulam o uso dos recursos hídricos ou até no desenvolvimento de políticas públicas?</li>
<li>como tais entendimentos podem impactar as práticas de uso do solo, as relações sociais e o uso da água em diferentes países?</li>
</ul>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Os debatedores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jeroen-warner">Jeroen Warner</a> (Universidade de Wageningen, Holanda), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/vanessa-lucena-empinotti">Vanessa Empinotti</a> (Programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-antonio-de-almeida-sinisgalli" class="external-link">Paulo Sinisgalli</a> (Escola de Artes, Ciências  e Humanidades) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/umberto-caldeira-cinque">Umberto Cinque</a> (Fibria). O moderador será <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi">Pedro Roberto Jacobi</a> (coordenador do grupo de pesquisa do IEA e professor da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais).</p>
<p>O Auditório do MAC fica na rua Praça do Relógio, 160, Cidade Universitária, São Paulo. O evento é aberto ao público, sem necessidade de inscrição e será transmitido em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a>. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini,<a href="mailto:sedini@usp.br"> sedini@usp.br</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sérgio Vale, Agência de Notícias do Acre</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-08T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-prosperidade-sem-crescimento">
    <title>Encontro marca lançamento de 'Prosperidade sem Crescimento', de Tim Jackson</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-prosperidade-sem-crescimento</link>
    <description>“Prosperidade sem Crescimento – Vida Boa em um Planeta Finito” será lançado no dia 30 de outubro, as 11 horas, num debate com o autor. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tim-jackson-1" alt="Tim Jackson" class="image-inline" title="Tim Jackson" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>O economista Tim Jackson</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/prosperidade-sem-crescimento-2013-vida-boa-em-um-planeta-finito" class="external-link"><strong>ASSISTA AQUI AO VÍDEO</strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A edição em português do livro “Prosperity without Growth: Economics for a Finite Planet" do economista britânico Tim Jackson, obra com imensa repercussão internacional nos últimos anos, será lançada no dia 30 de outubro, às 11 horas, em evento com a participação do autor na Faculdade de Economia Administração e Contabilidade (FEA) da USP.</p>
<p>A tradução leva o título "Prosperidade sem Crescimento — Vida Boa em um Planeta Finito" (Editora Planeta Sustentável, R$ 39,90, 314 págs.) e é uma publicação da iniciativa <a class="external-link" href="http://planetasustentavel.abril.com.br/">Planeta Sustentável</a>, apoiadora do evento em parceria com o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA.</p>
<p>Além de Jackson, participam do encontro Samuel de Abreu Pessôa, professor da FGV-RJ, e Ricardo Abramovay, professor da FEA e do Instituto de Relações Institucionais da USP. A mediação será de Pedro Jacobi, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade.</p>
<table class="tabela-esquerda-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-livro-prosperidade-sem-crescimento" alt="Capa do livro &quot;Prosperidade sem Crescimento&quot;" class="image-inline" title="Capa do livro &quot;Prosperidade sem Crescimento&quot;" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>O livro</strong></p>
<p>“Prosperidade sem Crescimento – Vida Boa em um Planeta Finito” faz uma crítica contundente à maneira como os recursos naturais vem sendo utilizados pela sociedade contemporânea em função do consumismo e do imperativo de crescimento econômico.</p>
<p>De acordo com Jackson, esse modelo gerou uma grave crise econômico-ecológica e resultou numa distribuição desigual dos benefícios alcançados, revelando-se incapaz de trazer prosperidade. Por isso, afirma o autor, o Produto Interno Bruto (PIB) não deve ser utilizado como parâmetro de bem-estar e felicidade, assim como a sustentabilidade financeira deve ser pensada a partir da sustentabilidade ambiental, à qual está intimamente ligada.</p>
<p>A obra não só coloca em xeque os pilares sobre os quais a política econômica global vem sendo conduzida, ressaltando sua insustentabilidade em face do limite de recursos naturais, como apresenta propostas de como fazer a transição para uma economia sustentável, que torne possível alcançar a prosperidade sem passar pelo crescimento.</p>
<p><strong>O autor</strong></p>
<p>Jackson é professor de Desenvolvimento Sustentável da University of Surrey, Reino Unido, diretor do Grupo de Pesquisa em Estilos de Vida Sustentável (SLRG, na sigla em inglês) da mesma instituição e membro do Conselho Consultivo do fundo de investimento dinamarquês New Energy Solutions. Foi comissário de Economia da Comissão de Desenvolvimento Sustentável do Reino Unido, trabalho que culminou na publicação de “Prosperidade sem Crescimento – Vida Boa em um Planeta Finito”. Atuou como consultor numa série de departamentos e agências governamentais, incluindo a Agência Europeia para Meio Ambiente, o Parlamento Europeu e a Comissão para o Meio Ambiente do Parlamento da Nova Zelândia. Seus estudos concentram-se nas relações entre estilo de vida, bem-estar, valores sociais e meio ambiente.</p>
<p>O evento é aberto ao público e acontece na sala E-1 da FEA, que fica na avenida Prof. Luciano Gualberto, 908, Cidade Universitária, São Paulo. Haverá transmissão ao vivo pela web em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a>. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>).</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Universidade de Surrey</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-18T22:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/avaliacao-da-sustentabilidade">
    <title>Encontro analisa os princípios da avaliação de sustentabilidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/avaliacao-da-sustentabilidade</link>
    <description>Encontro no dia 30 de outubro terá como expositores dois pesquisadores da Murdoch University, da Austrália: Angus Morrison-Saunders e Jenny Pope. Evento discutirá métodos para avaliação de sustentabilidade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/estado-da-arte-da-avaliacao-da-sustentabilidade-desafios-e-oportunidades" class="external-link">Vídeo</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/estado-da-arte-da-avaliacao-da-sustentabilidade-desafios-e-oportunidades-30-de-outubro-de-2013" class="external-link">Fotos</a> do evento.</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O mantra do desenvolvimento sustentável está bem estabelecido na política mundial, mas ainda existem imprecisões quanto à sua definição prática, de acordo com os organizadores do encontro <i><span style="text-align: start; ">State-of-the-Art Sustainability Assessment: Challenges and Opportunities</span></i> (<i>Estado da Arte da Avaliação da Sustentabilidade: Desafios e Oportunidades), </i>que acontece no dia 30 de outubro, às 15 horas, na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP.</p>
<p>O encontro vai explorar alguns dos princípios da avaliação de  sustentabilidade, com ênfase nos desafios e oportunidades que se colocam  para reguladores, empreendedores  e sociedade civil quanto à  aplicação efetiva dos preceitos do desenvolvimento sustentável. Os expositores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/angus-morrison-saunders" class="external-link">Angus Morrison-Saunders</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/angus-morrison-saunders" class="external-link">Jenny Pope</a>, ambos da Murdoch University, da Austrália. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/luis-enrique-sanchez" class="external-link">Luis Enrique Sanchez</a>, da Escola Politécnica da USP, será o comentador; a coordenação estará a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="internal-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a avaliação de sustentabilidade — definida como um processo para direcionar a tomada de decisões para a sustentabilidade — apresenta uma forma  de entender as características de sustentabilidade de novas propostas de desenvolvimento: "Embora ainda não haja legislação pertinente, verifica-se uma assimilação  significativa do contexto da avaliação de sustentabilidade de forma global e, especialmente, no setor de desenvolvimento, como são a mineração e o desenvolvimento de recursos".</p>
<p> </p>
<p>Aberto ao público, sem necessidade de inscrição, o encontro será realizado em inglês, sem tradução, na Sala E-1 da FEA, avenida Prof.Luciano Gualberto, 908, térreo, Cidade Universitária, São Paulo. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-23T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-a-seca-em-sao-paulo">
    <title>Seminário discute a seca em São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-a-seca-em-sao-paulo</link>
    <description>O debate "Verão 2013/14 e Cenários de Estresse Hídrico" acontece no dia 19 de março,  às 14 horas, na Sala de Eventos do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/reservatorio-jaguari-sistema-cantareira" alt="Reservatório Jaguari - Sistema Cantareira - 1" class="image-inline" title="Reservatório Jaguari - Sistema Cantareira - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><b>Reservatório Jaguari,<br />integrante do Sistema Cantareira</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A estação chuvosa de 2013/14 deu lugar a um período prolongado de estiagem, que colocou em risco o fornecimento de água na Grande São Paulo. A área de mananciais mais afetada foi a do Sistema Cantareira, que atingiu níveis recordes de baixa das reservas (atualmente em torno de 15% da capacidade operacional). O contexto dessa crise será discutido no seminário <i>Verão 2013/14 e Cenários de Estresse Hídrico</i>, que acontece no dia 19 de março, às 14 horas, na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p>Dividido em duas mesas-redondas (<i>veja programação abaixo</i>), ambas mediadas por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA, o debate traçará um panorama dessa situação crítica e discutirá as perspectivas para o futuro a partir de um enfoque que relacionará o atual cenário de estresse hídrico com as dimensões institucional e de governança da água e seus desdobramentos no plano socioambiental e na segurança alimentar.</p>
<p>A primeira mesa, <i>Água, um Futuro Ameaçado</i>, terá a participação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/mauricio-de-carvalho-ramos" class="external-link">Maurício de Carvalho Ramos</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras, e Ciências Humanas (FFLCH) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/susana-prizendt" class="external-link">Susana Prizendt</a>, coordenadora do Comitê Paulista da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/marcio-miguel-automare" class="external-link">Marcio Automare</a>, analista de desenvolvimento organizacional da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP).</p>
<p>A segunda mesa terá como tema <i>Estresse Hídrico na Região Metropolitana de São Paulo</i>. Os debatedores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/daniela-campos-liborio-di-sarno" class="external-link">Daniela Libório de Sarno</a>, professora da Faculdade de Direito da PUC-SP e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a>, integrante do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade.</p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> e pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a>, o debate conta com o apoio do Centro de Estudos de Governança Socioambiental do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP.</p>
<p>O evento é gratuito e aberto ao público mediante inscrição prévia. A Sala de Eventos do IEA fica na rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/localizacao">localização</a>). Quem não puder comparecer, poderá acompanhar a transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web</a>. Para fazer a inscrição e obter mais informações, envie mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:leila.costa@usp.br">leila.costa@usp.br</a>.</p>
<h3>PROGRAMAÇÃO</h3>
<table class="plain">
<tbody>
<tr>
<th colspan="2">
<h3>VERÃO 2013/14 E CENÁRIOS DE ESTRESSE HÍDRICO<br />19 de março de 2014</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left; "><b> <br />14h </b></td>
<td><i><b><span style="text-align: start; ">Mesa-redonda 1 — Água, o Futuro Ameaçado</span></b></i><b><br />Moderação: </b><span style="text-align: start; ">Pedro Jacobi (FE, Procam e IEA)</span><b><br /><b>Debatedores: </b></b><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; ">Maurício de Carvalho Ramos (FFLCH e IEA), Suzana Prinzedit (Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida) e Marcio Automare (Itesp e IEA)</span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>15h15</b></td>
<td><i><b><span style="text-align: start; ">Mesa-Redonda 2 — Estresse Hídrico na Região Metropolitana de São Paulo</span></b></i><b><br /><b>Moderação: </b></b><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; ">Pedro Jacobi (FE, Procam e IEA)</span><span style="text-align: start; "><span style="text-align: start; "><br /><b>Debatedores: </b><span style="text-align: start; ">Daniella Libório de Sarno (PUC-SP e IBDU)<span style="text-align: start; "> e Wagner Costa Ribeiro (FFLCH, Procam e IEA)</span></span></span></span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td><b>16h30</b></td>
<td><b><i>Debate e encerramento</i></b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Tomas May/Banco de Imagens da ANA</span></p>
<p style="text-align: left; "> </p>
<p><b>ASSISTA AO VÍDEO AQUI:<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/verao-2013-14-e-cenarios-de-estresse-hidrico" class="external-link">Verão 2013/14 e Cenários de Estresse Hídrico</a></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-14T12:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-interdisciplinar-sobre-a-seca-em-sao-paulo">
    <title>Um olhar interdisciplinar sobre a seca em São Paulo </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-interdisciplinar-sobre-a-seca-em-sao-paulo</link>
    <description>Organizado a partir de parceria entre dois grupos de pesquisa do IEA, o encontro "Verão 2013/2014 e Cenários de Estresse Hídrico" debateu o problema da falta de água na Região Metropolitana de São Paulo sob diversos ângulos de análise.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/evento-verao-2013-2014-e-cenarios-de-estresse-hidrico" alt="Evento &quot;Verão 2013/2014 e Cenários de Estresse Hídrico&quot;" class="image-inline" title="Evento &quot;Verão 2013/2014 e Cenários de Estresse Hídrico&quot;" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Os debatedores (<i>a partir da esq.</i>): Marcio Automare, Daniela Libório Di Sarno, Wagner Costa Ribeiro, Pedro Jacobi, Susana Prizendt e Maurício de Carvalho Ramos</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No momento em que a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) amarga as consequências de um período prolongado de estiagem, que levou o Sistema Cantareira a níveis recordes de baixa das reservas, o IEA voltou-se para a conjuntura dessa falta d'água no debate <i>Verão 2013/2014 e Cenários de Estresse Hídrico</i>. Realizado no dia 19 de março, o evento integrou as comemorações da Semana da Água 2014, que antecedem o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março.<span> </span></p>
<p>Organizado a partir de parceria entre o Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade e o Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia, ambos do IEA, com o apoio do Centro de Estudos de Governança Socioambiental do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, o debate foi dividido em duas mesas-redondas, ambas mediadas por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/verao-2013-14-e-cenarios-de-estresse-hidrico" class="external-link">Assista ao vídeo com a íntegra do debate</a></span></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/verao-2013-14-e-cenarios-de-estresse-hidrico-19-de-marco-de-2014" class="external-link">Veja as fotos</a></span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Os expositores foram </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a><span>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras, e Ciências Humanas (FFLCH) da USP; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mauricio-de-carvalho-ramos" class="external-link">Maurício de Carvalho Ramos</a><span>, também professor da FFLCH; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniela-campos-liborio-di-sarno" class="external-link">Daniela Libório Di Sarno</a><span>, professora da Faculdade de Direito da PUC-SP e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-miguel-automare" class="external-link">Marcio Automare</a><span>, analista de desenvolvimento organizacional da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP); e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/susana-prizendt" class="external-link">Susana Prizendt</a><span>, coordenadora do Comitê Paulista da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida.</span></p>
<p><span></span>O encontro discutiu o problema da água a partir de uma perspectiva interdisciplinar, abordando aspectos ambientais, jurídicos, sociopolíticos, filosóficos e da segurança alimentar. Segundo Jacobi, a ideia foi refletir sobre o problema da água na RMSP, mas abrangendo questões mais amplas, que envolvem, entre outras, as desigualdades no acesso à água, alterações nos regimes de chuvas ocasionadas pelo fenômeno das mudanças climáticas, entraves institucionais e a postura do poder público em relação à prevenção e remediação do problema.</p>
<p><strong>AÇÃO DO ESTADO</strong></p>
<p>O debate foi aquecido pelas recentes medidas que vem sendo estudadas e tomadas pelo governo do estado de São Paulo para tentar contornar a situação crítica do Sistema Cantareira, que atualmente opera com aproximadamente 15% de sua capacidade.<strong> </strong>Entre tais medidas está a proposta, anunciada no início da semana, de usar água do Rio Paraíba do Sul para abastecer os reservatórios da RMSP. Indagado sobre o assunto, Ribeiro destacou que não considera a proposta oportuna, uma vez que o rio também está numa situação de estresse hídrico.</p>
<p>Ribeiro criticou as obras emergenciais do governo do estado, iniciadas no dia 14 de março, para bombear o volume de "água morta" do fundos de represas que formam o Sistema Cantareira. De acordo com ele, isso significa "retirar até a última gota de água da Cantareira, de uma água que está há 40 anos estocada, parada, sem dinâmica, cuja qualidade é duvidosa, pois não se sabe que elementos estão associados a ela".</p>
<p>Além disso, afirmou tratar-se de uma medida arriscada, que pode levar à exaustão do recurso na região. "Isso porque, para saturar o solo novamente a ponto de a represa voltar a encher, será preciso muito mais que o volume médio de chuvas na região, cujos índices não foram atingidos neste verão."</p>
<p>Chamando atenção para a dimensão política da escassez de água em São Paulo, Ribeiro advertiu que é preciso questionar porque a cidade chegou ao limite dos recursos hídricos. Para ele, o problema não estaria tão grave caso o racionamento tivesse sido adotado em dezembro, quando já havia fortes indícios do que viria pela frente. Automare, da mesma forma, questionou: "Já se sabia da situação da Cantareira, então por que o racionamento não foi colocado em prática?".</p>
<p>Segundo Ribeiro, a crise requer a adoção imediata da medida, penalizando mais os grandes consumidores, de modo a minimizar os prejuízos aos usuários que impactam menos no sistema.</p>
<p><strong>GESTÃO FRAGMENTADA</strong></p>
<p>Sarno apontou a incongruência do sistema jurídico brasileiro em relação à gestão dos recursos hídricos como causa primeira da situação de escassez de água no país. De acordo com ela, embora a Constituição Federal determine que a gestão deve ser compartilhada entre União, estados e municípios, há pouco diálogo entre as partes e a administração dos recursos hídricos acaba ficando fragmentada.</p>
<p>"Para enfrentar o desafio da gestão compartilhada, as três esferas [federal, estadual e municipal] precisam sentar e discutir. Mas ainda não demos esse passo. Não há conversa nem verticalmente, entre as esferas, nem horizontalmente, entre as instituições", observou.</p>
<p>Essa fragmentação é agravada pela incompatibilidade entre divisão do sistema federativo, que obedece a critério políticos, e a divisão das bacias hidrográficas, que obedece a critérios geográficos. As bacias são tão importantes porque colocam em cena mais um ator: os Comitês de Bacia Hidrográfica, os quais integram o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Compostos por representantes dos diversos setores usuários de água, das organizações da sociedade civil e dos poderes públicos, os comitês aprovam o Plano de Recursos Hídricos de cada bacia, arbitram conflitos pelo uso da água, sugerem valores para cobrança do consumo, entre outros.</p>
<p>Segundo Sarno, o problema é que nenhum dos modelos de gestão adotados no país — gestão municipal e gestão estadual, por meio de autarquias ou de empresas contratadas — é condizente com as divisões das bacias hidrográficas. "Os Comitês até fazem parte da gestão, mas quem coloca em prática a distribuição da água não são eles, mas instituições gestoras".</p>
<p><strong>PÚBLICO X PRIVADO</strong></p>
<p>Já para Ribeiro, o maior entrave para equacionar a questão da água no Brasil é a gestão privada dos recursos hídricos. Na RMSP, por exemplo, a gestão é feita pela Sabesp, empresa de economia mista, capital aberto, com ações negociadas na bolsa de valores, que funciona segundo a lógica de uma instituição privada.</p>
<p>"É função do estado remunerar-se, obter lucro e especular com base na comercialização do recurso água? Não, não é função do estado ganhar dinheiro com a água, como faz a Sapesp", advertiu Ribeiro, destacando que falta transparência na gestão da empresa. "Além dos fluxos hídricos, deve haver transparência em relação aos fluxos financeiros", apontou.</p>
<p>Assim como Ribeiro, Automare ponderou que uma empresa ligada ao poder público, caso da Sabesp, não deveria se comportar como uma empresa privada, tratando a água como um produto. Citou, ainda, como exemplo da exploração comercial dos recursos hídricos, a indústria de água vendida em galões, cujo crescimento estaria afetando os lençóis freáticos.</p>
<p>Sarno também abordou o embate entre interesse público e privado. De acordo com ela, Comitês de Bacia Hidrográfica tratam a água como um bem, cuja distribuição deve ser igualitária e cuja cobrança deve acontecer apenas para regular o consumo. Já as empresas que colocam a gestão em prática, como a Sabesp, tratam a água como um produto à venda.</p>
<p>Segundo a jurista, os gestores das regiões metropolitanas e dos municípios não levam em consideração a disposição das bacias hidrográficas ao autorizar, por exemplo, a expansão de um distrito industrial que pode colocar em risco o abastecimento de água no local. "É preciso medidas para compatibilizar a expansão urbana e a infraestrutura de distribuição de água em termos de qualidade e quantidade", advertiu.</p>
<p><strong>DIMENSÃO ÉTICA</strong></p>
<p>Fazendo uma abordagem filosófica, Carvalho ressaltou que a água pode ser pensada a partir de dois conjuntos de propriedades: as propriedades materiais, ligadas aos princípios bioquímicos; e as propriedades simbólicas, relacionadas ao seu valor incomensurável para a vida, o que faz dela um símbolo de poder.</p>
<p>De acordo com ele, quando se consideram as propriedades simbólicas, a água pode ser concebida tanto como um recurso — um produto a ser explorado economicamente; quanto como um bem — algo gratuito e não comerciável de nenhuma forma. E é essa concepção de bem que deve ser adotada para se encarar o problema do estresse hídrico a partir de uma perspectiva ética.</p>
<p>"Enfrentar a questão de forma racional e responsável envolve não colocar em prática possibilidades tecnocientíficas ligadas ao uso da água que coloquem em risco a disponibilidade ou as propriedades materiais dos recursos hídricos", disse. "Se a postura ética prevalecesse, não haveria necessidade de racionamento; bastaria um apelo à consciência das pessoas", completou.<span> </span></p>
<p><strong>PARTICIPAÇÃO</strong></p>
<p>Os debatedores chamaram atenção para o baixo envolvimento da sociedade nas discussões sobre a gestão dos recursos hídricos. Segundo Automare, a água figura no último lugar na lista de prioridade dos cidadãos do Estado de São Paulo: "fomos induzidos a creditar a discussão sobre o assunto aos representantes e deixamos de nos envolver". Além disso, destacou, "o público não tem foro para debater, de modo que a situação fica nas mãos de tecnocratas".</p>
<p>Ribeiro também alertou sobre o paradoxo que envolve a falta de participação popular, de um lado, e o excesso de instituições para gerir a água, de outro. Para ele, "temos mais instituições que lidam com a água do que água em si. É muita instituição para pouca água. E a sociedade civil é sub-representada dentro delas".</p>
<p><strong>SEGURANÇA ALIMENTAR</strong></p>
<p>O problema da água também foi abordado do ponto de vista da qualidade. Tratando da contaminação dos recursos hídricos por agrotóxicos, Prizendt afirmou que a questão deve ser debatida tendo em vista a substituição do agronegócio, modelo de produção convencional, baseado no uso intensivo de agrotóxicos, pelo agroecologia, modelo alternativo, cujas práticas visam a manter o equilíbrio dos ecossistemas e preservar as nascentes dos rios e do sistema hídrico como um todo.<span> </span></p>
<p>De acordo com ela, os agrotóxicos são a segunda maior causa de contaminação de rios, dado que se torna particularmente preocupante considerando-se que o Brasil é campeão mundial no uso destas substâncias, sendo responsável por 1/5 do que é consumido no mundo. Além disso, disse a ambientalista, o setor agrícola corresponde a cerca de 70% do consumo de água doce no Brasil.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-21T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/serra-da-mantiqueira">
    <title>Os caminhos para a proteção da Serra da Mantiqueira </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/serra-da-mantiqueira</link>
    <description>No dia 8 de abril, às 14 horas, o IEA-USP realiza o debate Estratégias e Instrumentos para a Conservação Ambiental na Serra da Mantiqueira.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pedra-do-picu-serra-da-mantiqueira-minas-gerais" alt="Pedra do Picu, Serra da Mantiqueira, Minas Gerais" class="image-inline" title="Pedra do Picu, Serra da Mantiqueira, Minas Gerais" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Pedra do Picu, Serra da Mantiqueira, Itamonte, MG</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Por seu patrimônio ecológico, a Serra da Mantiqueira é considera uma região estratégica para a proteção da biodiversidade brasileira. Além da riqueza da fauna e flora, a cadeia de montanhas, que abrange os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, é um manancial de água essencial para a população do Vale do Paraíba e da capital fluminense.</p>
<p>Apesar de sua importância socioambiental, a região vem sendo ameaçada por atividades predatórias, particularmente pelo avanço da mineração, da especulação imobiliária, de loteamentos clandestinos e de áreas de pastagens.</p>
<p>Para contribuir com o debate sobre os melhores meios para a contenção dessas ameaças num contexto marcado por interesses conflitantes, no dia 8 de maio, às 14 horas, o IEA-USP realiza o encontro <i>Estratégias e Instrumentos para a Conservação Ambiental na Serra da Mantiqueira</i>. O objetivo é expor e discutir os desafios e as perspectivas para a conservação ambiental da região.</p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA-USP em parceria com o <a href="http://prpg.usp.br/procam">Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental</a> (Procam) da USP, o evento se concentrará na proposta, apresentada ao Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), para que seja dado início a um estudo de tombamento da área da Serra da Mantiqueira paulista.</p>
<p>Os debatedores do encontro serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/fabio-feldmann">Fabio Feldmann</a>, ex-deputado federal e um dos responsáveis pela proposta de tombamento; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/ana-lucia-duarte-lanna">Ana Lanna</a>, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e presidente do Condephaat; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/sueli-angelo-furlam" class="external-link">Sueli Angelo Furlan</a>, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenadora do Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas em Áreas Úmidas Brasileiras (NUPAUB) da USP. A moderação ficará a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, professor da Faculdade de Educação (FE) da USP e do Procam.</p>
<p>Gratuito e aberto ao público, o evento acontece na Sala de Eventos do IEA-USP, na Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/localizacao">localização</a>). O evento poderá ser acompanhado também em transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web</a>. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Clarismundo Benfica/ICMBio</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-04-27T17:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ambiente-e-plano-diretor">
    <title>Grupo debate impactos ambientais do novo Plano Diretor de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ambiente-e-plano-diretor</link>
    <description>No dia 5 de maio, às 10 horas, na Sala de Eventos do IEA-USP, realiza-se o debate Impactos Ambientais do Novo Plano Diretor do Município de São Paulo, organizado pelo Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-847189811ede4c22b8ce1e76366e41a5 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-847189811ede4c22b8ce1e76366e41a5">
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/parque-novo-santo-amaro-2" alt="Parque Novo Santo Amaro - 2   " class="image-inline" title="Parque Novo Santo Amaro - 2   " /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Parque Novo Santo Amaro, São Paulo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Pela sua dimensão e carências, a cidade de São Paulo é sempre motivo de especial preocupação quanto à sua qualidade ambiental, daí a importância de antever os possíveis impactos de políticas, planos e programas governamentais em relação a esse aspecto. Isso torna-se essencial quando se trata do Plano Diretor, principal instrumento de política urbana para a orientação do crescimento e da transformação da cidade, influenciando diretamente a qualidade de vida e as condições ambientais.</p>
<p>É com essa preocupação que o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA-USP, com o apoio do <a class="external-link" href="http://prpg.usp.br/procam" style="text-align: justify; " target="_blank">Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam)</a><span style="text-align: justify; "> da USP,</span> organiza o debate <i>Impactos Ambientais do Novo Plano Diretor do Município de São Paulo</i>, no dia 5 de maio, às 10 horas, no Auditório do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span>Relacionado</span></h3>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/impactos-ambientais-do-novo-plano-diretor-do-municipio-de-sao-paulo" class="external-link">Vídeo</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/impactos-ambientais-do-novo-plano-diretor-do-municipio-de-sao-paulo-05-de-maio-de-2014" class="external-link">Fotos</a> do evento.</span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os debatedores serão: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/cleide-rodrigues-1" class="external-link">Cleide Rodrigues</a>, professora do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/ivan-carlos-maglio" class="external-link">Ivan Carlos Maglio</a>, diretor técnico da empresa de consultoria Política e Planejamento Ambiental; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/nabil-georges-bonduk" class="external-link">Nabil Bonduki</a>, vereador do Município de São Paulo pelo Partido dos Trabalhadores e professor do Departamento de Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. A mediação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/luis-enrique-sanchez" class="external-link">Luis Enrique Sánchez</a>, professor do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo da Escola Politécnica (Poli) da USP.</p>
<p>A atual discussão, na Câmara Municipal de São Paulo, sobre o <a class="external-link" href="http://planodiretor.camara.sp.gov.br/wp/wp-content/uploads/2014/04/CartilhaPlanoDiretor.pdf">texto substitutivo ao projeto de lei do Plano Diretor Estratégico</a>, apresentado em 26 de março de 2014, é uma oportunidade para uma reflexão sobre suas consequências ambientais. Segundo os organizadores do debate no IEA-USP, ao tratar também de Política de Desenvolvimento Urbano e do Sistema de Planejamento Urbano, o projeto substitutivo apresenta avanços em relação ao projeto original do Executivo, de dezembro de 2013. Entre as propostas do texto, eles destacam:</p>
<ul>
<li>a regulamentação dos instrumentos de gestão ambiental urbana;</li>
<li>tornar a rede hídrica como um dos elementos estruturadores do ordenamento territorial;</li>
<li>o incentivo às construções sustentáveis e à permeabilidade do solo;</li>
<li>a recriação da zona rural no município;</li>
<li>a regulamentação do pagamento de serviços ambientais;</li>
<li>a articulação com a política de mudanças climáticas.</li>
</ul>
</div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-847189811ede4c22b8ce1e76366e41a5 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-847189811ede4c22b8ce1e76366e41a5">
<ul>
</ul>
<p><br />O debate pretende explorar dois aspectos em particular:</p>
<ol>
<li>as consequências da política de desenvolvimento urbano para a rede hidrográfica, assim como as oportunidades e limitações à recuperação da qualidade dos córregos e revitalização dos fundos de vale;</li>
<li>a proposta de adensamento demográfico e construtivo ao longo da rede estrutural de transporte coletivo e seus efeitos ambientais potenciais, bem como a efetividade das ações propostas para a proteção dos mananciais.</li>
</ol>
<p>O evento é gratuito e aberto a todos os interessados, que deverão se inscrever enviando mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>. Quem não puder comparecer poderá assistir ao debate ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a>. O MAC-USP fica na Rua Praça do Relógio, 160, Cidade Universitária, São Paulo.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonardo Finotti</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-04-17T20:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/hidreletricas-na-amazonia">
    <title>As várias faces da nova era de geração hidrelétrica na Amazônia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/hidreletricas-na-amazonia</link>
    <description>O tema será debatido no encontro Amazônia: A Antiga e a Nova Fronteira Hidrelétrica do Brasil, que o IEA realiza no dia 14 de maio, às 14 horas. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/amazoniacapajpg.jpg/@@images/b58c0a0e-5884-4198-9136-f56457c26746.jpeg" alt="Amazônia - capa" class="image-right" title="Amazônia - capa" />Os aspectos econômicos, sociais e ambientais envoltos no trinômio floresta amazônica, clima e geração de energia serão analisadas no debate <i>Amazônia: A Antiga e a Nova Fronteira Hidrelétrica do Brasil</i>, que se realiza no dia 14 de maio, às 14 horas, na Sala de Eventos do IEA. (<i>Não há mais vagas para inscrições, mas os interessados podem assistir ao evento ao vivo pela </i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"><i>web</i></a><i>.</i>)</p>
<p><span>Os debatedores do encontro serão </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/celio-bermann" class="external-link">Célio Bermann</a></span><span>, professor do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEE) da USP, com participação por Skype; </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/gustavo-tosello-pinheiro" class="external-link">Gustavo Tosello Pinheiro</a></span><span>, coordenador de infraestrutura inteligente da The Nature Conservancy (TNC) no Brasil; </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/joao-andrade" class="external-link">João Andrade</a></span><span>, coordenador da Iniciativa Defesa Socioambiental do Instituto Centro de Vida (ICV); e </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/pedro-bara-neto" class="external-link">Pedro Bara Neto</a></span><span>, pesquisador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</span></p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA, em parceria com o <a href="http://www.iee.usp.br/">IEE</a> e o <a class="external-link" href="https://uspdigital.usp.br/tycho/gruposPesquisaObter?codigoGrupoPesquisa=0067605FOISZ9K">Grupo de Pesquisa em Planejamento e Gestão Ambiental</a> (Plangea) da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), ambos da USP, o encontro se concentrará em duas questões centrais:</p>
<ul>
<li><span>qual o cenário de conflitos e desafios socioambientais que se avizinha com a intensificação do planejamento de aproveitamentos hidrelétricos na Amazônia?</span></li>
<li><span>que experiências existentes em desenvolvimento local, proteção ambiental e análises de eventos climáticos extremos representam oportunidades para a inserção desses temas nas diversas escalas do planejamento hidrelétrico da Amazônia?</span></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>DESDOBRAMENTOS TEMÁTICOS</strong></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/amazonia-a-antiga-e-atual-fronteira-hidreletrica-do-brasil" class="external-link">Vídeo</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/amazonia-a-antiga-e-atual-fronteira-hidreletrica-do-brasil-14-de-maio-de-2014" class="external-link">Fotos</a> do evento.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A Amazônia brasileira detém 51% de todo o potencial hidrelétrico do país. Mas, segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/evandro-mateus-moretto" class="external-link">Evandro Moretto</a>, professor da EACH-USP, apenas uma pequena parte desse potencial é explorado, visto que a maioria das usinas da região foi construída nos anos 1960 e 1970, sendo que nas duas décadas seguintes não houve uma ampliação significativa na infraestrutura de geração de energia.</p>
<p>Somente nos anos 2000 o Brasil voltou a investir maciçamente em obras para expandir a capacidade de aproveitamento hidrelétrico da Amazônia. Conforme aponta Moretto, que atuará como mediador no debate, está prevista a instalação de mais de 150 hidrelétricas na região, entre as quais se destacam as de Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira; a de Belo Monte, no rio Xingu; e o projeto para as bacias dos rios Tapajós e Negro.</p>
<p>De acordo com o professor, as discussões em torno dessa retomada envolvem uma série de desdobramentos temáticos — como eventos climáticos, preservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico —, que serão abordadas no encontro. Como exemplo, o mediador cita o período de estiagem prolongada deste verão, que, em plena temporada de chuvas, levou ao desabastecimento de grandes reservatórios de água do Sudeste e do Centro-Oeste, "enquanto as comportas das usinas do Madeira eram abertas para deixar passar a maior vazão da história do rio, no rastro de milhares de desabrigados à montante e à jusante dos barramentos".</p>
<p>Moretto menciona, ainda, o particularismo da situação da região amazônica: se, por um lado, sofre os impactos ambientais de grandes projetos de infraestrutura, por outro, é  privilegiada por diversas ações de proteção ambiental e de desenvolvimento local, "as quais não devem ser negligenciadas no planejamento de aproveitamentos hidrelétricos, sob pena das novas usinas serem muito mais impactantes e conflituosas do que já é Belo Monte".<span> </span></p>
<p><strong>EVENTO</strong></p>
<p>A realização do debate conta com o apoio de: Fapesp, Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam) do IEE-USP, TNC, Associação Brasileira de Avaliação de Impacto (Abai) e ICV.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-05-09T12:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
