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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 131 to 145.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/biodiversidade-sem-fronteiras">
    <title>Conferência apresentará infraestrutura internacional de rede e pesquisa sobre biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/biodiversidade-sem-fronteiras</link>
    <description>"Informações sobre Biodiversidade sem Fronteiras: Aproveitando o Big Data para o Desenvolvimento Sustentável" é o tema da conferência de Tim Hirsch, da Global Biodiversity Information Facility (GBIF), no dia 6 de março, às 10h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/borboleta-neptis-sappho/image" alt="Borboleta Neptis sappho" title="Borboleta Neptis sappho" height="367" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Borboleta Neptis sappho observada na China em  23 de outubro de 2019; foto publicada no site iNaturalist.org e referenciada na GBIF</dd>
</dl>Tim Hirsch, da <a class="external-link" href="https://www.gbif.org/" target="_blank">Global Biodiversity Information Facility</a> (GBIF), faz no <strong>dia 6 de março, às 10h</strong>, a conferência <i>Informações sobre Biodiversidade sem Fronteiras: Aproveitando o Big Data para o Desenvolvimento Sustentável.</i></p>
<p>O evento é gratuito e aberto ao público, mas requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSccwkk4jmano-icDn1hEghiPotyFNvHJurS_J551sVZVhHZtQ/viewform" target="_blank">inscrição prévia online</a> para acompanhá-lo presencialmente, na Sala Alfredo Bosi do IEA. Para assistir à transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever.</p>
<p><strong>Acesso aberto</strong></p>
<p>Financiada por universidades, agências e outros órgãos governamentais de 31 países, a GIBF é uma infraestrutura internacional de rede e pesquisa destinada a fornecer a qualquer pessoa, em qualquer lugar, acesso aberto a dados sobre todos os tipos de vida na Terra.</p>
<div id="parent-fieldname-text-98003deb0e5e44c4aab52fcf3ed70439">
<p>Hirsch falará sobre a estrutura e ferramentas da GBIF e sobre os dados que ela gerencia. Também tratará da relevância dos dados agregados da biodiversidade aberta para pesquisas relacionadas às mudanças climáticas (por exemplo, adaptação às mudanças projetadas na distribuição de espécies), segurança alimentar (por exemplo, distribuição de parentes selvagens das culturas) e saúde humana (por exemplo, modelagem do risco de doenças com base em vetores de doenças de insetos e reservatórios de vírus em mamíferos).</p>
<p>O evento é organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/saude-planetaria-uma-abordagem-transdisciplinar-para-a-sustentabilidade-do-planeta-integrada-a-saude-humana/integrantes" class="external-link">Grupo de Estudos Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana</a>. A coordenação será de  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a>, coordenador do grupo.</p>
<p><i><i> </i></i></p>
<hr />
</div>
<div id="parent-fieldname-text-98003deb0e5e44c4aab52fcf3ed70439"><i><i> <strong>Informações sobre Biodiversidade sem Fronteiras:<br /></strong></i></i><i><i><strong>Aproveitando o Big Data para o Desenvolvimento Sustentável</strong><br /></i></i><i>6 de março, 10h<br /></i><i>Local: Sala Alfredo Bosi, IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante </i><i><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSccwkk4jmano-icDn1hEghiPotyFNvHJurS_J551sVZVhHZtQ/viewform" target="_blank">inscrição prévia online<br /></a></i><i>Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet (sem necessidade de inscrição para assistir)<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/biodiversidade-sem-fronteiras" class="external-link">Página do evento</a></i></div>
<div></div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://www.gbif.org/occurrence/2445092348">benanna/iNaturalist.org</a></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Big Data</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-27T15:57:23Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/entidades-civis-se-mobilizam-contra-retrocessos-na-lei-ambiental">
    <title>Entidades civis se mobilizam contra retrocessos na lei ambiental</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/entidades-civis-se-mobilizam-contra-retrocessos-na-lei-ambiental</link>
    <description>Debate no dia 20 de junho trará representantes de órgãos ambientais e especialistas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/meio-ambiente1" alt="Meio ambiente1" class="image-inline" title="Meio ambiente1" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Está em curso no Congresso Nacional e no Executivo Federal a elaboração de mudanças à Lei da Política Nacional de Meio Ambiente (PNMA, Lei 6.938/1981) e também a introdução de uma nova lei geral de licenciamento ambiental. O tema não tem sido adequadamente discutido pela sociedade e pensando e ampliar e aprofundar esse debate, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> organiza o encontro <i>Qual Reforma do Licenciamento Ambiental?,</i> no dia <strong>20 de junho</strong>, das <strong>14h às 17h</strong>, na antiga Sala do Conselho Universitário.</p>
<p>O encontro é gratuito e requer <a href="https://goo.gl/I1mZa8" target="_blank">inscrição prévia</a>. Contará com a presença de representantes de entidades governamentais, acadêmicos e sociedade civil e a coordenação do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-enrique-sanchez">Luis Enrique Sánchez </a>, da Escola Politécnica da USP. Os conferencistas serão a presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/suely-araujo">Suely Mara Vaz Guimarães de  Araújo</a>, a diretora de Avaliação de Impacto Ambiental da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-cristina-da-costa">Ana Cristina Pasini da Costa</a>, o consultor jurídico do Instituto Socioambiental (ISA), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mauricio-guetta">Mauricio Guetta</a>, além da bióloga <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elisa-romano-dezolt">Elisa Romano Dezolt,</a> coordenadora do GT Licenciamento Ambiental e a Rede Indústria de Biodivesidade da Confederação Nacional da Indústria (CNI).</p>
<p>Segundo os organizadores do encontro, organizações da sociedade civil e o Ministério Público alertam para o risco de graves retrocessos se determinadas propostas legislativas forem aprovadas. Além disso, entidades e redes sociais estão se mobilizando contra as alterações na legislação ambiental. Nesse dia 5 de junho, dia Mundial do Meio Ambiente, o Ministério Público Federal (MPF) promoveu um debate público em Brasília e divulgou sua campanha “Retrocesso Ambiental Não”, na tentativa de mobilizar forças contra duas Medidas Provisórias já aprovadas e três projetos de lei em tramitação no Congresso.</p>
<p>O Ministério Público é contrário à Medida Provisória editada pelo Presidente Michel Temer visando reduzir os limites de proteção do Parque do Jamanxim, no Pará. As alterações na lei permitem que naquela área seja possível a passagem da estrada de ferro EF-170, a "Ferrogrão", paralela à BR-163, ligando o Centro-Oeste ao norte do Pará.</p>
<p>A lei da PNMA completou 25 anos no dia 31 de agosto de 2006 e sua instituição representou um marco histórico na vida do País. As leis ambientais anteriores eram esparsas em diversas legislações e não havia poder de polícia para coibir crimes contra o ambiente. Por meio dela foi possível preservar parte dos recursos ambientais ainda existentes.  Ela possibilitou, por exemplo, incluir a visão ambiental nos empreendimentos brasileiros.</p>
<p>Por todos os instrumentos criados, a PNMA possibilitou um processo de debate e evolução do País rumo à sustentabilidade ambiental. A criação do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) e do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA) são resultados diretos dessa lei. Seu órgão executor é o Ibama, criado em 1989.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: johnsatwork/Pixabay</span></p>
<p style="text-align: right; "><strong><i><span class="discreet"> </span></i></strong></p>
<hr style="text-align: right; " />
<p style="text-align: left; "><strong><i>Qual Reforma do Licenciamento Ambiental?<br /></i></strong><i><i>20 de junho, das 14h às 17h00<br /></i></i><i><i>Antiga Sala do Conselho Universitário, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Butantã, São Paulo<br /></i></i><i><i><i>Evento gratuito e aberto ao público, com transmissão </i><strong><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><i>ao vivo</i></a></strong><i> </i><i>pela internet<br /></i></i></i><i><i><i>Inscrições<strong> </strong></i><strong><i><a href="https://goo.gl/I1mZa8" target="_blank">Via Formulário<br /></a></i></strong></i></i><i><i>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-1678<br /></i></i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/qual-reforma-do-licenciamento-ambiental" class="external-link"><strong>Página do evento</strong></a></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-05T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/biodiversidade-florestas-e-paisagem-em-debate-no-dia-26-de-junho">
    <title>Biodiversidade e paisagem em debate no dia 26 de junho</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/biodiversidade-florestas-e-paisagem-em-debate-no-dia-26-de-junho</link>
    <description>Compromissos internacionais do Brasil e política públicas serão temas abordados

</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/corredores-ecologicos" alt="Corredores Ecológicos1" class="image-inline" title="Corredores Ecológicos1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Baleia Jubarte no primeiro c<span>orredor ecológico do Parque Nacional Marinho de Abrolhos (BA)</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Alguns dos maiores especialistas em ecologia e paisagem, pesquisadores e representantes governamentais estarão presentes no <i>II Seminário Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem</i>, que acontece no dia <strong>26 de junho</strong>, das <strong>8h às 17h</strong>, na antiga sala do Conselho Universitário da USP. Com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> online, o encontro é gratuito e requer <a href="https://goo.gl/WYj793" target="_blank"><strong>inscrição prévia</strong></a>.</p>
<p>A Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (SBio-MMA), que organiza o encontro em parceria com o IEA, trará seu representante na palestra de abertura. Veja a <a class="anchor-link" href="#Programação">programação completa</a>. O secretário <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/de-volta-ao-ministerio-do-meio-ambiente" class="external-link">José Pedro Costa</a> abordará o tema “A Conservação da Sociobiodiversidade e as Políticas Públicas Setoriais”. Arquiteto e urbanista, Costa é membro fundador do Conselho do WWF-Brasil e da Fundação SOS Mata Atlântica, além de <span>vice-coordenador do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas" class="external-link">Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação</a> do IEA.</p>
<p>O encontro tem o objetivo de chamar a comunidade científica para aprofundar a discussão e implementação de ideias em curso no Governo Federal a respeito da conectividade de fragmentos e corredores ecológicos.</p>
<p>Os palestrantes abordarão não só a questão da conectividade de ecossistemas terrestres e marinhos, como também os temas correlacionados, incluindo clima, água, florestas, sociedade e cultura.</p>
<p>“O debate busca contribuir com propostas para políticas públicas e oportunidades de pesquisa sobre o tema, além de fazer uma reflexão sobre o papel da academia na difusão científica e no desenvolvimento socioeconômico da América Latina e do Brasil”, segundo o secretário.</p>
<p>O encontro dá continuidade à série de debates iniciada em 2016, quando o IEA lançou uma plataforma de diálogo sobre o tema, durante o <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/corredores-de-biodiversidade-e-desenvolvimento-sustentavel-da-america-latina" class="external-link">Seminário Corredores Ecológicos na América Latina </a>. Desde então, o MMA vem discutindo e preparando as bases para o lançamento do Programa Conectividade da Paisagem – Corredores Ecológicos.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: Silvio Serrano/ Reprodução Wikipedia</span></p>
<p> </p>
<h3><a name="Programação"></a>Programação</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="122">
<p>8h00</p>
</td>
<td colspan="3" width="469">
<p><strong>Credenciamento</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p>8h30</p>
</td>
<td>
<p><strong>José Pedro Costa</strong><br /> (Secretário de Biodiversidade/MMA)</p>
</td>
<td colspan="2" width="289">
<p>A Conservação da  Sociobiodiversidade e as Políticas  Públicas   Setoriais</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p>9h00</p>
</td>
<td><strong>Paulo Saldiva</strong><br /> (IEA)</td>
<td colspan="2" width="289">
<p>O Papel da Academia na definição de Políticas Governamentais</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p>9h20</p>
</td>
<td><strong>Bráulio Dias</strong><br />(UnB)</td>
<td colspan="2" width="289">
<p>Importância da Conectividade para os Compromissos Internacionais   do Brasil</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p>9h40</p>
</td>
<td><strong>Marcelo Cruz</strong><br />Secretário Executivo de Meio Ambiente</td>
<td colspan="2" width="289">
<p>O Ministério e Meio Ambiente e o Programa Conectividade de   Paisagens</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p>10h</p>
</td>
<td colspan="3" width="469">
<p><strong>Dr Fábio Feldman </strong></p>
<p><strong> </strong>Consultor</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p>10h10</p>
</td>
<td colspan="3" width="469">
<p><strong>Intervalo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p>10h30</p>
</td>
<td colspan="3" width="469">
<p><strong>Mesa Redonda – Ecossistemas Terrestres e   Aquáticos</strong></p>
<p>Coordenação: Moara Giasson (MMA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p> </p>
</td>
<td colspan="2" width="198">
<p><strong>Dr. Braulio Dias</strong></p>
<p>(UNB)</p>
</td>
<td width="270">
<p>Corredores Ecológicos como Estratégia para a Conectividade da   Paisagem</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p>10h50</p>
</td>
<td colspan="2" width="198">
<p><strong>Fábio Scarano</strong></p>
<p>(FBDS)</p>
</td>
<td width="270">
<p>De corredores ecológicos à conectividade para o desenvolvimento sustentável</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p>11h10</p>
</td>
<td colspan="2" width="198">
<p><strong>Carlos Alfredo Joly</strong></p>
<p>(UNICAMP)</p>
</td>
<td width="270">
<p>A Conectividade da Paisagem no  Estado de São Paulo</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><span>11h30</span></td>
<td colspan="2">
<p><span><strong>Pedro A. Correia</strong></span></p>
</td>
<td><span>A Agricultura, Conectividade na  Propriedade Rural</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span>12h00</span></td>
<td colspan="2">
<p><span><strong>José Pedro Costa</strong></span></p>
<p>(Sbio/MMA)</p>
</td>
<td><span>Programa Conectividade de Paisagens MMA</span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>12h30</p>
</td>
<td colspan="2" style="text-align: left; "><strong>Perguntas e Comentários<br /></strong></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left; "><strong>Tarde</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="122">
<p style="text-align: left; ">14h00</p>
</td>
<td colspan="2" width="469">
<p style="text-align: center; "><strong>Mesa Redonda:</strong> <strong>Conectividade e Sociedade</strong></p>
<p style="text-align: center; ">Coordenação: Warwick Manfrinato (MMA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p> </p>
</td>
<td width="198">
<p> </p>
</td>
<td width="270"></td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p> </p>
</td>
<td width="198">
<p><span><strong>Cel. Ângelo Rabelo</strong></span></p>
<p> </p>
</td>
<td width="270">
<p>O Pantanal, regiões alagadas e a experiência com mecanismos   locais de mobilização.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p>14h30</p>
</td>
<td width="198">
<p><strong>Paulo H. Pereira</strong><br />Secretaria Municipal de Extrema (MG)</p>
</td>
<td width="270">
<p><span>Conservador da Mantiqueira e os 250 municípios participantes</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p>15h00</p>
</td>
<td width="198">
<p><strong>Moara Giasson</strong><br /> (MMA)</p>
</td>
<td width="270">
<p>O SNUC e seus instrumentos promotores da conectividade</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="122">
<p>15h30</p>
</td>
<td width="198">
<p> </p>
<p><span>Instituto Socioambiental (ISA)</span></p>
</td>
<td width="270">
<p>Povos Tradicionais e alianças em constituir conectividade territorial</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>16h00</td>
<td>
<p><strong>Clayton Lino</strong><br /><span>Fundação Florestal/SMA-SP/<br />e Rede Brasileira de Reservas da Biosfera<br /></span></p>
</td>
<td>Instrumentos de Gestão Internacionais<br />UNESCO e MAB</td>
</tr>
<tr>
<td>16h30</td>
<td style="text-align: center; ">
<p style="text-align: left; "><strong>Perguntas e comentários</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong>Encerramento</strong></p>
</td>
<td style="text-align: center; "><strong> </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center; "> </p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i>II Seminário Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem<br /> </i></strong><i>26 de junho - 8h às 17h<br /> Antiga sala do Conselho Universitário, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /> Evento gratuito, aberto ao público e com inscrição prévia via </i><a href="https://goo.gl/WYj793" target="_blank"><strong>formulário online</strong></a><br /> <i>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /> Mais informações: Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone: (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/corredores-ecologicos-II" class="external-link"> Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-08T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/declaracao-de-sao-paulo-sobre-saude-planetaria-sera-lancada-quarta-feira-dia-6">
    <title>'Declaração de São Paulo sobre Saúde Planetária' será lançada quarta-feira, dia 6</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/declaracao-de-sao-paulo-sobre-saude-planetaria-sera-lancada-quarta-feira-dia-6</link>
    <description>Lançamento da "Declaração de São Paulo sobre Saúde Planetária" será no dia 6 de outubro, quarta-feira, em evento virtual organizado pela Universidade Harvard, EUA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lixo-em-margem-de-lago" alt="Lixo em margem de lago" class="image-right" title="Lixo em margem de lago" />A <a class="external-link" href="https://www.planetaryhealthalliance.org/planetary-health">Aliança de Saúde Planetária (PHA)</a> e a USP, com apoio do <a class="external-link" href="https://www.undp.org/">Programa das Nações Unidades para o Desenvolvimento (Pnud)</a> anunciam o lançamento nesta quarta-feira, 6 de outubro, às 12h, da "Declaração de São Paulo sobre Saúde Planetária", em evento virtual coordenado pela Universidade Harvard, EUA.</p>
<p style="text-align: left; ">O evento marca a publicação da declaração na revista científica The Lancet, numa ação prévia às Conferencias da Biodiversidade (COP15) e do Clima (COP26) da ONU. Os interessados em acompanhar o lançamento devem efetuar inscrição em <a class="external-link" href="http://bit.ly/3F8yJUT">http://bit.ly/3F8yJUT</a>.</p>
<p style="text-align: left; ">De acordo com os organizadores, a declaração possui mais de 260 signatários de 47 países e é resultado dos debates ocorridos na Conferência Anual de Saúde Planetária, que reuniu, virtualmente, cinco mil pessoas de 130 países, em abril. A conferencia foi sediada pela USP e organizada em parceria com a PHA.</p>
<p style="text-align: left; ">"A Declaração de São Paulo configura a primeira vez em que a comunidade global de saúde planetária une-se para descrever as ações necessárias para alcançar a chamada 'grande transição': uma transformação justa para um mundo que otimize a saúde e o bem-estar de todas as pessoas e do planeta."</p>
<p style="text-align: left; ">Os expositores no lançamento do documento serão: Achim Steiner (administrador do Pnud), Paul Polman (influenciador, coautor de “Net Positive: How Courageous Companies Thrive by Giving more than They Take”), Hindou Oumarou Ibrahim (presidente da Associação de Mulheres e Povos Indígenas do Chade e integrante do Conselho Consultivo da PHA e Conservation International), Donald Li (presidente da Organização Mundial dos Médicos de Família) e convidados especiais.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-04T16:17:30Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-102">
    <title>Meio ambiente e patrimônio cultural são destaques da revista Estudos Avançados 102</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-102</link>
    <description>Lançada este mês (agosto) a nova edição (102) da revista Estudos Avançados, que traz os dossiês "Energia e Ambiente", "Híbridos do Conhecimento" e "Espaços Religiosos". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-102" alt="Capa da revista Estudos Avançados 102" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 102" />Já está disponível para dowload gratuíto na plataforma <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2021.v35n102/">SciELO</a> a nova edição (102) da revista <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>, publicação quadrimestral do IEA. Desta vez a revista traz três dossiês: "Energia e Ambiente", "Híbridos do Conhecimento" e "Espaços Religiosos" [veja <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-102#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo].</p>
<p>Segundo o editor da revista, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, <span>as múltiplas facetas do dossiê "Energia e Ambiente" </span><span>propõem questões estratégicas para o desenvolvimento </span><span>sustentável. "Guardada a complexidade que as relações entre energia </span><span>e ambiente suscitam, o dossiê aborda problemas que vêm mobilizando a atenção </span><span>da comunidade científica, quando menos da opinião pública informada". </span><span>Parte dos artigos trata de </span><span>estudo de casos, "sugestivos de tendências mais abrangentes que estejam em curso no </span><span>domínio dessas relações" entre energia e ambiente, afirma o editor.</span></p>
<p><span><strong>Qualidade do ar</strong></span></p>
<p><span>De acordo com o artigo que abre o dossiê, "<span>Análise do Monitoramento da Qualidade do Ar </span><span>no Brasil", escrito por pesquisadores do Instituto de Saúde e Sustentabilidade, IEA e Faculdade de Medicina (FM) da USP, apenas dez estados e o Distrito Federal monitoram a qualidade do ar, por meio de 371 estações ativas, 80% delas na Região Sudeste, e apenas cinco estados comunicam em tempo real à população os dados do monitoramento. </span></span><span>Os autores ressaltam que após 30 anos de sua criação, a Rede Nacional de Qualidade do Ar ainda está incompleta, "inviabilizando uma adequada gestão da qualidade do ar pelos órgãos ambientais. </span></p>
<p><span><span>Outro artigo do dossiê ("<span>Infraestrutura Verde para Monitorar e Minimizar </span><span>os Impactos da Poluição Atmosférica") </span>analisa o papel das árvores na retenção em sua superfície de material particulado, um dos principais contaminantes do ar nas cidades. </span></span><span>O trabalho utilizou amostras de cascas de árvores de cinco parques da cidade de São Paulo.</span></p>
<p><span>Os demais cinco artigos do dossiê tratam da integração hídrica na fronteira Brasil-Uruguai; do potencial do estado do Rio Grande do Norte para produção de energia eólica e das políticas necessárias para que a produção dessa energia se consolide; dos problemas na implantação Operação Urbana Consorciada Porto Maravilha, na cidade do Rio de Janeiro; da importância de biodiversidade das florestas tropicais da África e da América do Sul para a produção de medicamentos, pesticidas e outros produtos; e da aproximação das formulações dos povos kaiowa e guarani do Mato Grosso do Sul às reflexões da ecologia política.</span></p>
<p><span><strong>Adaptação climática</strong></span></p>
<p>O segundo dossiê, “Híbridos do Conhecimento”, reúne artigos de integrantes do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo Pesquisa Ambiente e Socidade</a> do IEA e dialoga com o dossiê anterior ao tratar de temas como adaptação climática em nível local (inclusive em estudo comparativo Brasil-Portugal), políticas para a água e governança de recursos hídricos. O propósito do dossiê é "promover a integração entre diferentes campos do conhecimento sob perspectivas de codesign, coprodução e codisseminação", explica o Adorno.</p>
<p><span>O artigo "Integrando Conhecimentos para Avançar na Adptação Climática no Nível Local", escrito por pesquisadores da USP, Universidade de Veneza (Itália) e Universidade Waikato (Nova Zelância), alerta que a adaptação climática é um desafio particularmente urgente para os tomadores de decisão nos níveis municipal e regional, considerando-se as lacunas no desenvolvimento de respostas locais, como ausência de dados e falta de vontade política ou recursos.</span></p>
<p><span>Estariam os </span><span>atuais instrumentos (políticas, planos e estratégias) de adaptação às mudanças climáticas adequadamente endereçados à redução de desigualdades, justiça e demanda </span><span>por direitos? A questão é discutida no artigo "</span><span>Justiça Climática e as Estratégias de Adaptação </span><span>às Mudanças Climáticas no Brasil e em Portugal". O estudo analisa a produção científica nos dois países sobre justiça climática e discute como suas</span><span> estratégias e </span><span>políticas de adaptação incorporam componentes relacionados à </span><span>justiça.</span></p>
<p>Os temas dos outros três artigos do dossiê são: os desafios da governaça da água a partir do conceito de território hidrossocial; como essa governança se dá na Região Metropolitana de São Paulo; e os conflitos das políticas da água e do esgotamento sanitário e da universalização desses serviços como um common.</p>
<p><span>A abordagem dos temas do dossiê "tem em comum o </span><span>foco na multiplicidade de atores, de interesses e de disputas, o que possibilita avaliar </span><span>impactos no agravamento das desigualdades sociais e nos impasses às garantias de </span><span>direitos humanos para o maior número de cidadãos e cidadãs", afirma o editor. Além disso, as , </span><span>abordagens metodológicas, sistêmicas e interativas dos artigos permitem "conhecer e avaliar </span><span>experimentos e inovações em curso, acenando para um futuro mais sustentável e </span><span>adaptado à escassez de recursos no contexto de mudanças ambientais globais".</span></p>
<p><span> </span><strong>Patrimônio histório e artístico</strong></p>
<p><span>O dossiê “Espaços Religiosos” reúne textos apresentados em seminário organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/grupo-de-pesquisa-tempo-memoria-e-pertencimento" class="external-link">Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</a> do IEA </span><span>em novembro de 2019</span><span>. O evento fez um balanço dos estudos atuais sobre patrimônio histórico e artístico conservado em espapos religiosos e institucionais católicos no Brasil.</span></p>
<p><span> </span><span>A partir do contexto de histórias globais/locais conectadas, o texto "Caminhos Cifrados/Conectados: Patrimônio Jesuítico entre Rio de Janeiro e São Paulo" trata </span><span>das trajetórias de destruição, dispersão, reconstrução e preservação </span><span>que marcaram a história do patrimônio jesuítico na Região Sudeste, </span><span>particularmente dos antigos colégios do Rio de Janeiro e de São Paulo e de localidades </span><span>de missões do litoral paulista e fluminense.</span></p>
<p><span>O dossiê discute também, em quatro artigos, a decoração da Capela de São Miguel Arcanjo, localizada na Zona Leste da cidade de São Paulo, a formação do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas em Embu das Artes (SP), o estabelecimento de espaços católicos próprios pela população negra da cidade de São Paulo no século 19 e vertente artística da restauração da Congregação Beneditina Brasileira, promovida pela Congregação de Beuron, Alemanha, por meio da atuação de integrantes da Escola de Arte de Beuron.</span></p>
<p><strong><i>Versão impressa: os exemplares da edição 102 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis no início de setembro, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) podem enviar mensagem para </i></strong><a href="mailto:estavan@usp.br"><strong><i>estavan@usp.br</i></strong></a><strong><i>.</i></strong></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p> </p>
<h3><span><a name="sumario"></a>SUMÁRIO</span></h3>
<p><strong><span> </span><span>Energia e Ambiente</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Análise do Monitoramento da Qualidade do Ar </span><span>no Brasil - </span><i><span>Evangelina da M. P. A. de Araújo Vormittag, </span><span>Samirys Sara Rodrigues Cirqueira, </span><span>Hélio W. Neto e Paulo H. N. Saldiva</span></i></li>
<li><span>Infraestrutura Verde para Monitorar e Minimizar </span><span>os Impactos da Poluição Atmosférica - </span><i><span>Ana Paula G. Martins, Andreza P. Ribeiro, </span><span>Maurício L. Ferreira, Marco Antonio G. Martins, </span><span>Elnara M. Negri, Marcos Antônio Scapin, </span><span>Anderson de Oliveira, Mitiko Saiki, </span><span>Paulo H. N. Saldiva e Raffale Lafortezza</span></i></li>
<li><span>A Água como Elemento de Integração T</span><span>ransfronteiriça: O Caso da Bacia Hidrográfica </span><span>Mirim-São Gonçalo - </span><i><span>Fernanda de Moura Fernandes, </span><span>Gilberto Loguercio Collares e Rafael Corteletti, </span><span>Panorama do setor eólico no estado do Rio </span><span>Grande do Norte no período 2004-2017 - </span><span>Gerbeson Carlos B. Dantas, Marcus V. S. </span><span>Rodrigues, Leonardo M. X. Silva, Marisete </span><span>D. de Aquino e Antônio Clécio F. Thomaz</span></i></li>
<li><span>Em Busca da Escala Local: Operação Urbana </span><span>Consorciada Porto Maravilha, A</span><span>tualidade e Perspectivas - </span><span><i>Eunice Helena S. Abascal e Carlos A. Bilbao</i></span></li>
<li><span>África e América do Sul: O</span><span> Futuro Passa pela Biodiversidade - </span><span><i>Paulo Roberto Feldmann</i></span></li>
<li><span>Notícias de uma Assembleia Tempestuosa: A</span><span> Ecologia Política segundo os Kaiowa </span><span>e Guarani - </span><span><i>Spensy K. Pimentel</i></span></li>
</ul>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong><span><i> </i></span><span>Híbridos do conhecimento</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Integrando Conhecimentos para Avançar </span><span>na Adaptação Climática no Nível Local - </span><span>Michele D. Fontana, Fabiano de A. Moreira, </span><span>Silvia Serrao-Neumann, Giulia Lucertini, </span><span>Denis Maragno e Gabriela M. Di Giulio</span></li>
<li><span>Justiça Climática e as Estratégias de Adaptação </span><span>às Mudanças Climáticas no Brasil e em Portugal - </span><span>Pedro Henrique Campello Torres, Alberto </span><span>Matenhauer Urbinatti, Carla Gomes, </span><span>Luísa Schmidt, Ana Lia Leonel, </span><span>Sandra Momm e Pedro Roberto Jacobi</span></li>
<li><span>Desafios de Governança da Água: C</span><span>onceito de Territórios Hidrossociais </span><span>e Arranjos Institucionais - </span><span>Vanessa Lucena Empinotti, Natalia D. Tadeu, </span><span>Maria Christina Fragkou e Paulo Antonio </span><span>de Almeida Sinisgalli</span></li>
<li>Os Conflitos das Políticas da Água <span>e do Esgotamento Sanitário: Q</span><span>ue Universalização Buscamos? - </span><span>Mariana G. Arteiro da Paz, Ana Paula </span><span>Fracalanza, Estela Macedo Alves </span><span>e Flávio J. Rocha da Silva</span></li>
<li><span>Governança da Água na Região Metropolitana </span><span>de São Paulo – Desafios à Luz das Mudanças C</span><span>limáticas - </span><span>Pedro Roberto Jacobi, Marcos Buckeridge </span><span>e Wagner Costa Ribeiro</span></li>
</ul>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong>Espaços religiosos</strong></p>
<ul>
<li>Caminhos Cifrados/Conectados: Patrimônio J<span>esuítico entre Rio de Janeiro e São Paulo - </span><span><i>Renata Maria de Almeida Martins</i></span></li>
<li><span>A Decoração da Capela de São Miguel </span><span>Arcanjo em São Miguel Paulista (SP) - </span><span><i>Thais Cristina Montanari</i></span></li>
<li>Do Aldeamento de Mboy à Formação <span>do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas </span><span>em Embu das Artes (SP) - </span><span><i>Angélica Brito Silva</i></span></li>
<li><span>Lugares do Catolicismo Negro na São Paulo </span><span>do Século 19 - </span><span><i>Fabrício Forganes Santos</i></span></li>
<li><span>A arte da Escola Beneditina de Beuron </span><span>no Brasil e a Restauração Religiosa pela Arte - </span><span><i>Klency Kakazu de Brito Yang</i></span></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Patrimônio Histórico e Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Design</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-26T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-102">
    <title>Meio ambiente e patrimônio cultural são destaques da revista Estudos Avançados 102</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-102</link>
    <description>Lançada este mês (agosto) a nova edição (102) da revista Estudos Avançados, que traz os dossiês "Energia e Ambiente", "Híbridos do Conhecimento" e "Espaços Religiosos". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-102" alt="Capa da revista Estudos Avançados 102" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 102" />Já está disponível para dowload gratuíto na plataforma <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2021.v35n102/">SciELO</a> a nova edição (102) da revista <a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>, publicação quadrimestral do IEA. Desta vez a revista traz três dossiês: "Energia e Ambiente", "Híbridos do Conhecimento" e "Espaços Religiosos" [veja <a href="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-102#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo].</p>
<p>Segundo o editor da revista, <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, <span>as múltiplas facetas do dossiê "Energia e Ambiente" </span><span>propõem questões estratégicas para o desenvolvimento </span><span>sustentável. "Guardada a complexidade que as relações entre energia </span><span>e ambiente suscitam, o dossiê aborda problemas que vêm mobilizando a atenção </span><span>da comunidade científica, quando menos da opinião pública informada". </span><span>Parte dos artigos trata de </span><span>estudo de casos, "sugestivos de tendências mais abrangentes que estejam em curso no </span><span>domínio dessas relações" entre energia e ambiente, afirma o editor.</span></p>
<p><span><strong>Qualidade do ar</strong></span></p>
<p><span>De acordo com o artigo que abre o dossiê, "<span>Análise do Monitoramento da Qualidade do Ar </span><span>no Brasil", escrito por pesquisadores do Instituto de Saúde e Sustentabilidade, IEA e Faculdade de Medicina (FM) da USP, apenas dez estados e o Distrito Federal monitoram a qualidade do ar, por meio de 371 estações ativas, 80% delas na Região Sudeste, e apenas cinco estados comunicam em tempo real à população os dados do monitoramento. </span></span><span>Os autores ressaltam que após 30 anos de sua criação, a Rede Nacional de Qualidade do Ar ainda está incompleta, "inviabilizando uma adequada gestão da qualidade do ar pelos órgãos ambientais. </span></p>
<p><span><span>Outro artigo do dossiê ("<span>Infraestrutura Verde para Monitorar e Minimizar </span><span>os Impactos da Poluição Atmosférica") </span>analisa o papel das árvores na retenção em sua superfície de material particulado, um dos principais contaminantes do ar nas cidades. </span></span><span>O trabalho utilizou amostras de cascas de árvores de cinco parques da cidade de São Paulo.</span></p>
<p><span>Os demais cinco artigos do dossiê tratam da integração hídrica na fronteira Brasil-Uruguai; do potencial do estado do Rio Grande do Norte para produção de energia eólica e das políticas necessárias para que a produção dessa energia se consolide; dos problemas na implantação Operação Urbana Consorciada Porto Maravilha, na cidade do Rio de Janeiro; da importância de biodiversidade das florestas tropicais da África e da América do Sul para a produção de medicamentos, pesticidas e outros produtos; e da aproximação das formulações dos povos kaiowa e guarani do Mato Grosso do Sul às reflexões da ecologia política.</span></p>
<p><span><strong>Adaptação climática</strong></span></p>
<p>O segundo dossiê, “Híbridos do Conhecimento”, reúne artigos de integrantes do <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo Pesquisa Ambiente e Socidade</a> do IEA e dialoga com o dossiê anterior ao tratar de temas como adaptação climática em nível local (inclusive em estudo comparativo Brasil-Portugal), políticas para a água e governança de recursos hídricos. O propósito do dossiê é "promover a integração entre diferentes campos do conhecimento sob perspectivas de codesign, coprodução e codisseminação", explica o Adorno.</p>
<p><span>O artigo "Integrando Conhecimentos para Avançar na Adptação Climática no Nível Local", escrito por pesquisadores da USP, Universidade de Veneza (Itália) e Universidade Waikato (Nova Zelância), alerta que a adaptação climática é um desafio particularmente urgente para os tomadores de decisão nos níveis municipal e regional, considerando-se as lacunas no desenvolvimento de respostas locais, como ausência de dados e falta de vontade política ou recursos.</span></p>
<p><span>Estariam os </span><span>atuais instrumentos (políticas, planos e estratégias) de adaptação às mudanças climáticas adequadamente endereçados à redução de desigualdades, justiça e demanda </span><span>por direitos? A questão é discutida no artigo "</span><span>Justiça Climática e as Estratégias de Adaptação </span><span>às Mudanças Climáticas no Brasil e em Portugal". O estudo analisa a produção científica nos dois países sobre justiça climática e discute como suas</span><span> estratégias e </span><span>políticas de adaptação incorporam componentes relacionados à </span><span>justiça.</span></p>
<p>Os temas dos outros três artigos do dossiê são: os desafios da governaça da água a partir do conceito de território hidrossocial; como essa governança se dá na Região Metropolitana de São Paulo; e os conflitos das políticas da água e do esgotamento sanitário e da universalização desses serviços como um common.</p>
<p><span>A abordagem dos temas do dossiê "tem em comum o </span><span>foco na multiplicidade de atores, de interesses e de disputas, o que possibilita avaliar </span><span>impactos no agravamento das desigualdades sociais e nos impasses às garantias de </span><span>direitos humanos para o maior número de cidadãos e cidadãs", afirma o editor. Além disso, as , </span><span>abordagens metodológicas, sistêmicas e interativas dos artigos permitem "conhecer e avaliar </span><span>experimentos e inovações em curso, acenando para um futuro mais sustentável e </span><span>adaptado à escassez de recursos no contexto de mudanças ambientais globais".</span></p>
<p><span> </span><strong>Patrimônio histório e artístico</strong></p>
<p><span>O dossiê “Espaços Religiosos” reúne textos apresentados em seminário organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pesquisa/grupos-pesquisa/grupo-de-pesquisa-tempo-memoria-e-pertencimento" class="external-link">Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</a> do IEA </span><span>em novembro de 2019</span><span>. O evento fez um balanço dos estudos atuais sobre patrimônio histórico e artístico conservado em espapos religiosos e institucionais católicos no Brasil.</span></p>
<p><span> </span><span>A partir do contexto de histórias globais/locais conectadas, o texto "Caminhos Cifrados/Conectados: Patrimônio Jesuítico entre Rio de Janeiro e São Paulo" trata </span><span>das trajetórias de destruição, dispersão, reconstrução e preservação </span><span>que marcaram a história do patrimônio jesuítico na Região Sudeste, </span><span>particularmente dos antigos colégios do Rio de Janeiro e de São Paulo e de localidades </span><span>de missões do litoral paulista e fluminense.</span></p>
<p><span>O dossiê discute também, em quatro artigos, a decoração da Capela de São Miguel Arcanjo, localizada na Zona Leste da cidade de São Paulo, a formação do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas em Embu das Artes (SP), o estabelecimento de espaços católicos próprios pela população negra da cidade de São Paulo no século 19 e vertente artística da restauração da Congregação Beneditina Brasileira, promovida pela Congregação de Beuron, Alemanha, por meio da atuação de integrantes da Escola de Arte de Beuron.</span></p>
<p><strong><i>Versão impressa: os exemplares da edição 102 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis no início de setembro, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) podem enviar mensagem para </i></strong><a href="mailto:estavan@usp.br"><strong><i>estavan@usp.br</i></strong></a><strong><i>.</i></strong></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
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<h3><span><a name="sumario"></a>SUMÁRIO</span></h3>
<p><strong><span> </span><span>Energia e Ambiente</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Análise do Monitoramento da Qualidade do Ar </span><span>no Brasil - </span><i><span>Evangelina da M. P. A. de Araújo Vormittag, </span><span>Samirys Sara Rodrigues Cirqueira, </span><span>Hélio W. Neto e Paulo H. N. Saldiva</span></i></li>
<li><span>Infraestrutura Verde para Monitorar e Minimizar </span><span>os Impactos da Poluição Atmosférica - </span><i><span>Ana Paula G. Martins, Andreza P. Ribeiro, </span><span>Maurício L. Ferreira, Marco Antonio G. Martins, </span><span>Elnara M. Negri, Marcos Antônio Scapin, </span><span>Anderson de Oliveira, Mitiko Saiki, </span><span>Paulo H. N. Saldiva e Raffale Lafortezza</span></i></li>
<li><span>A Água como Elemento de Integração T</span><span>ransfronteiriça: O Caso da Bacia Hidrográfica </span><span>Mirim-São Gonçalo - </span><i><span>Fernanda de Moura Fernandes, </span><span>Gilberto Loguercio Collares e Rafael Corteletti, </span><span>Panorama do setor eólico no estado do Rio </span><span>Grande do Norte no período 2004-2017 - </span><span>Gerbeson Carlos B. Dantas, Marcus V. S. </span><span>Rodrigues, Leonardo M. X. Silva, Marisete </span><span>D. de Aquino e Antônio Clécio F. Thomaz</span></i></li>
<li><span>Em Busca da Escala Local: Operação Urbana </span><span>Consorciada Porto Maravilha, A</span><span>tualidade e Perspectivas - </span><span><i>Eunice Helena S. Abascal e Carlos A. Bilbao</i></span></li>
<li><span>África e América do Sul: O</span><span> Futuro Passa pela Biodiversidade - </span><span><i>Paulo Roberto Feldmann</i></span></li>
<li><span>Notícias de uma Assembleia Tempestuosa: A</span><span> Ecologia Política segundo os Kaiowa </span><span>e Guarani - </span><span><i>Spensy K. Pimentel</i></span></li>
</ul>
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<p><strong><span><i> </i></span><span>Híbridos do conhecimento</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Integrando Conhecimentos para Avançar </span><span>na Adaptação Climática no Nível Local - </span><span>Michele D. Fontana, Fabiano de A. Moreira, </span><span>Silvia Serrao-Neumann, Giulia Lucertini, </span><span>Denis Maragno e Gabriela M. Di Giulio</span></li>
<li><span>Justiça Climática e as Estratégias de Adaptação </span><span>às Mudanças Climáticas no Brasil e em Portugal - </span><span>Pedro Henrique Campello Torres, Alberto </span><span>Matenhauer Urbinatti, Carla Gomes, </span><span>Luísa Schmidt, Ana Lia Leonel, </span><span>Sandra Momm e Pedro Roberto Jacobi</span></li>
<li><span>Desafios de Governança da Água: C</span><span>onceito de Territórios Hidrossociais </span><span>e Arranjos Institucionais - </span><span>Vanessa Lucena Empinotti, Natalia D. Tadeu, </span><span>Maria Christina Fragkou e Paulo Antonio </span><span>de Almeida Sinisgalli</span></li>
<li>Os Conflitos das Políticas da Água <span>e do Esgotamento Sanitário: Q</span><span>ue Universalização Buscamos? - </span><span>Mariana G. Arteiro da Paz, Ana Paula </span><span>Fracalanza, Estela Macedo Alves </span><span>e Flávio J. Rocha da Silva</span></li>
<li><span>Governança da Água na Região Metropolitana </span><span>de São Paulo – Desafios à Luz das Mudanças C</span><span>limáticas - </span><span>Pedro Roberto Jacobi, Marcos Buckeridge </span><span>e Wagner Costa Ribeiro</span></li>
</ul>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong>Espaços religiosos</strong></p>
<ul>
<li>Caminhos Cifrados/Conectados: Patrimônio J<span>esuítico entre Rio de Janeiro e São Paulo - </span><span><i>Renata Maria de Almeida Martins</i></span></li>
<li><span>A Decoração da Capela de São Miguel </span><span>Arcanjo em São Miguel Paulista (SP) - </span><span><i>Thais Cristina Montanari</i></span></li>
<li>Do Aldeamento de Mboy à Formação <span>do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas </span><span>em Embu das Artes (SP) - </span><span><i>Angélica Brito Silva</i></span></li>
<li><span>Lugares do Catolicismo Negro na São Paulo </span><span>do Século 19 - </span><span><i>Fabrício Forganes Santos</i></span></li>
<li><span>A arte da Escola Beneditina de Beuron </span><span>no Brasil e a Restauração Religiosa pela Arte - </span><span><i>Klency Kakazu de Brito Yang</i></span></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Patrimônio Histórico e Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Design</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-26T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/licoes-de-mariana-nao-foram-aplicadas-em-brumadinho-dizem-especialistas">
    <title>Lições de Mariana não foram aplicadas em Brumadinho, dizem especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/licoes-de-mariana-nao-foram-aplicadas-em-brumadinho-dizem-especialistas</link>
    <description>No dia 25 de janeiro deste ano, a indústria de mineração causou o segundo desastre ambiental de grandes proporções em um intervalo de menos de quatro anos. No evento "Brumadinho Pós-Mariana: Lições Não Aprendidas" especialistas de diversas áreas do conhecimento se reuniram no IEA para discutir as tragédias e o futuro na mineração no Brasil.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-brumadinho-pos-mariana/image" alt="Mesa Brumadinho Pós-Mariana" title="Mesa Brumadinho Pós-Mariana" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Da esquerda para a direita: Leandro Luiz Giatti, Pedro Jacobi, Luis Enrique Sánchez, Evangelina Vormittag, Pedro Luiz Côrtes e Alexandre Orlandi Passos</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No dia 25 de janeiro deste ano, a indústria de mineração causou o segundo desastre ambiental de grandes proporções em um intervalo de menos de quatro anos. O rompimento da Barragem 1 da empresa Vale, na cidade de Brumadinho (MG), já deixou 179 mortos e outros 131 desaparecidos, de acordo com a Defesa Civil de Minas Gerais. Em novembro de 2015, a Barragem de Fundão, em Mariana (MG), gerida pela mineradora Samarco, também rompeu e causou o maior desastre ambiental da históra do Brasil. Lá, 19 pessoas morreram em decorrência do rompimento.</p>
<p dir="ltr">Três anos, dois meses e 20 dias separam as duas tragédias. A proximidade dos fatos gerou revolta na sociedade, mas especialmente entre pesquisadores e especialistas em mineração. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi">Pedro Roberto Jacobi</a>, professor do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP e coordenador do Grupo de Estudos Meio Ambiente e Sociedade do IEA, acredita que os rompimentos são “desastres anunciados” e precisam ser enxergados pela população como crimes ambientais.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p>• <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/brumadinho-pos-mariana-licoes-nao-aprendidas-14-de-fevereiro-de-2019" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/brumadinho-pos-mariana-licoes-nao-aprendidas" class="external-link">Vídeo </a></p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<p>• <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/desastre-ambiental-de-mariana" class="external-link">As lições do desastre ambiental de Mariana</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Jacobi foi um dos expositores do evento <i>Brumadinho Pós-Mariana: Lições Não Aprendidas</i>, realizado no IEA no dia 15 de fevereiro para debater o tema sob uma perspectiva interdisciplinar, com apresentações de pesquisadores de diversas áreas. Participaram também <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-luiz-cortes">Pedro Luiz Côrtes</a>, professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/evangelina-vormittag">Evangelina Vormittag</a>, idealizadora do <a href="https://www.saudeesustentabilidade.org.br/">Instituto Saúde e Sustentabilidade</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bruno-milanez/view">Bruno Milanez</a>, professor do Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-enrique-sanchez">Luis Enrique Sánchez</a>, professor da Escola Politécnica (EP) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandre-orlandi-passos">Alexandre Orlandi Passos</a>, mestre em Engenharia de Mineração pela EP-USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-luiz-giatti">Leandro Luiz Giatti</a>, professor da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e moderador do encontro.</p>
<p dir="ltr">“Vivemos em uma sociedade de riscos; alguns deles incontroláveis, mas outros produzidos pela própria sociedade”, afirmou Jacobi. Para ele, as catástrofes de Mariana e Brumadinho fazem parte deste último grupo, criado pela lógica do sistema capitalista de produção, que constrói relações perversas entre interesses políticos e econômicos, segundo ele. O professor acredita que a receita para o desastre se completa com o desapreço natural dos homens pelos cuidados preventivos: “Somos uma sociedade solidária nas tragédias, mas pouco atenta à prevenção”.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:250px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pedro-roberto-jacobi/image" alt="Pedro Roberto Jacobi" title="Pedro Roberto Jacobi" height="250" width="250" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:250px;">Pedro Jacobi: “Vivemos em uma sociedade de riscos; alguns deles incontroláveis, mas outros produzidos pela própria sociedade”</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Causas técnicas e políticas</strong></p>
<p dir="ltr">Dados precisos sobre as causas do desastre ainda são escassos. No entanto, os pesquisadores lembraram que os esforços com buscas e cuidados imediatos com as vítimas não fatais são mais importantes no momento e demandam maior atenção das autoridades. De acordo com Bruno Milanez, por ser a Vale uma empresa consideravelmente maior e mais complexa que a Samarco, o acesso a dados e informações sobre suas operações acaba sendo dificultado.</p>
<p dir="ltr">Apesar da ausência de confirmações oficiais, Pedro Luiz Côrtes explicou as causas do rompimento sob o ponto de vista geotécnico. Segundo ele, os rejeitos sofreram um processo físico conhecido como “liquefação”, no qual a movimentação das partículas sólidas permite que a água se desloque e funcione como um lubrificante para outras partículas. Durante o rompimento, os rejeitos, que quando parados se comportam como um corpo sólido, passaram a apresentar o comportamento de um fluido e se deslocaram violentamente.</p>
<p dir="ltr">Côrtes contou ainda que a empresa Tüv Süd, responsável pelo último relatório de segurança apresentado à Vale, em agosto de 2018, registrou um Fator de Segurança (FS) de 1,09 para a Barragem 1. Segundo ele, isso significa que, em alguns pontos, a estrutura apresentava resistência somente 9% superior ao valor limite suportado, o que é extremamente baixo. Apesar disso, o relatório da Tüv Süd concluiu que a Barragem 1 se encontrava “estável quanto à liquefação do rejeito”. “Como eles puderam considerar que as condições de segurança estavam adequadas com um Fator de Segurança tão baixo?”, questionou. “Isso mostra que o desastre de Mariana não gerou nenhum impacto positivo nos procedimentos adotados internamente pela Vale.”</p>
<p dir="ltr">Para Milanez, os reais motivos deste tipo de desastre são políticos. Para justificar sua visão, ele apresentou um estudo, realizado por dois pesquisadores canadenses (Davies e Martin), que constrói uma relação causal entre a variação de preços do minério no mercado internacional com a ocorrência dos rompimentos de barragens.</p>
<p dir="ltr">De acordo com o trabalho, em momentos de elevação dos preços, observa-se também um aumento da urgência dos procedimentos de licenciamento e de execução das obras de infraestrutura, além de um aumento nos custos operacionais. Em momentos de redução dos preços, por outro lado, os pesquisadores observaram maior pressão pela redução dos custos operacionais, que não raramente impulsionavam o corte de gastos em manutenção e segurança. “De modo geral, os pesquisadores concluíram que o risco de rompimento de barragens é superior em momentos de queda de preço do minério”, explicou Milanez.</p>
<p dir="ltr">Segundo ele, a lógica proposta pelos pesquisadores se encaixa perfeitamente no caso do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, que aconteceu justamente após uma forte queda no preço da commodity iniciada em 2005. Outro fato que comprova as raízes políticas e econômicas do desastres, segundo Milanez, é uma alteração na legislação estadual mineira que enfraqueceu e deixou mais permissiva a fiscalização da atividade mineradora. A mudança foi aprovada em 2016, mesmo depois do rompimento da barragem de Mariana.</p>
<p dir="ltr">Tal avaliação dos fatos levam Milanez a citar Erica Schoenberger, engenheira ambiental da Universidade Johns Hopkins, que no artigo <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0301420716300782"><i>Environmentally sustainable mining: The case of tailings storage facilities</i></a>, de 2016, escreveu: “Embora o design e construção das barragens de rejeitos seja um desafio técnico, a causa básica de suas falhas são políticas, não técnicas”.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tragedia-em-brumadinho-2/image" alt="Tragédia em Brumadinho 2" title="Tragédia em Brumadinho 2" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Bombeiro buscando sobreviventes em Brumadinho - Foto: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Lições de Mariana para a saúde de Brumadinho</strong></p>
<p dir="ltr">Com mais de cem desaparecidos e parte da cidade ainda tomada pela lama, já é possível afirmar que o desastre de Brumadinho é o rompimento de barragem que mais fez vítimas no mundo. Além das mortes, há danos para a saúde de quem sobreviveu, que, ao menos em parte, já podem ser previstos. Evangelina Vormittag acredita que alguns dos ensinamentos adquiridos em Mariana podem ajudar a remediar parte dos danos dessa nova tragédia. “Todas as repercussões futuras na saúde da população de Brumadinho podem ser evitadas ou tratadas de uma outra forma”, garantiu.</p>
<p dir="ltr">Ela coordenou, em julho de 2016 — oito meses depois do rompimento da Barragem de Fundão —, um estudo sobre a saúde da população da cidade de Barra Longa, vizinha de Mariana. Com somente seis mil habitantes, Barra Longa foi a única das 40 cidades atingidas que teve seu perímetro urbano invadido pela lama proveniente da barragem. Segundo a pesquisadora, a necessidade de limpeza do centro da cidade e a movimentação da lama fez com que os moradores tivessem um contato muito intenso com componentes tóxicos.</p>
<p dir="ltr">A contaminação se deu por três vias principais: pelo contato físico com a lama; pelas vias aéreas, em constante contato com a poluição do ar; e pela ingestão de alimentos plantados em regiões contaminadas, contou Evangelina. Alergias, problemas respiratórios e transtornos mentais foram os distúrbios mais observados pelo grupo de pesquisa. Perguntados sobre os principais sintomas apresentados, os moradores ressaltaram dor de cabeça, tosse, dor nas pernas, ansiedade, coceira, alergia na pele e abatimento. No total, 35,5% afirmaram que sua saúde piorou desde o desastre e 43,5% afirmaram ter tido algum problema de saúde no período.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:250px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/leandro-luiz-giatti-1/image" alt="Leandro Luiz Giatti" title="Leandro Luiz Giatti" height="250" width="250" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:250px;">Leandro Giatti: “Existe uma questão elementar de concentração de poder pela forma de se apropriar de ciência e tecnologia”</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Pouco menos de um ano depois da primeira pesquisa, em março de 2017, Evangelina conduziu um novo estudo, desta vez analisando a contaminação dos moradores de Barra Longa por metais. Somente 16 amostras foram coletadas, o que, segundo a própria pesquisadora, não é suficiente para comprovar uma contaminação generalizada. Os resultados da análise, entretanto, são sugestivos: os 16 pacientes apresentaram intoxicação por níquel; 13 por arsênio; e 8 por cromo. “Há evidências de intoxicação, sobretudo por níquel, mas o estudo precisa ser ampliado”, afirmou. De acordo com a pesquisadora, todos os pacientes também apresentaram uma deficiência de zinco, que geralmente é associada a problemas de desenvolvimento fetal.</p>
<p dir="ltr">Outro aspecto que compromete sensivelmente o tratamento dos atingidos pela tragédia de 2015 é a falta de amparo por parte da empresa responsável pela barragem. A <a href="https://www.fundacaorenova.org/">Fundação Renova</a>, criada para reparar e gerir os danos causados pelo rompimento da barragem de Mariana, só assume os custos dos tratamentos de saúde de pessoas diretamente atingidas pelo desastre. Evangelina ressaltou, entretanto, que os prejuízos à saúde da população foram gerais e acometeram também os cidadãos que não foram atingidos diretamente pela lama. Este grupo de pessoas permanece desamparado pela Fundação “até que se apresente uma relação causal entre os problemas de saúde e o rompimento da barragem”. Evangelina acredita que o ônus dessa comprovação deve ser da empresa, não dos atingidos.</p>
<p dir="ltr">Mesmo com impacto ambiental significativamente menor, a pesquisadora acredita que a saúde mental dos moradores de Brumadinho será largamente mais prejudicada do que a dos de Mariana, por conta do grande número de vítimas da tragédia mais recente.</p>
<p dir="ltr">O moderador do encontro, Leandro Luiz Giatti, argumentou que um dos mais graves problemas enfrentados pelas populações atingidas por este tipo de catástrofe é a exclusão cognitiva. Ele lembrou o economista português Boaventura de Sousa Santos ao afirmar que “não há justiça social global sem que haja também justiça cognitiva”. Segundo Giatti, isto quer dizer que o problema da exclusão social não é somente que aos mais pobres ficam reservados os piores empregos, salários e moradias, mas que o pensamento destas pessoas não tem espaço entre os tomadores de decisões. “Existe uma questão elementar de concentração de poder pela forma de se apropriar de ciência e tecnologia”, disse.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:250px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/evangelina-vormittag/image" alt="Evangelina Vormittag" title="Evangelina Vormittag" height="250" width="250" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:250px;">Evangelina Vormittag: “Todas as repercussões futuras na saúde da população de Brumadinho podem ser evitadas ou tratadas de uma outra forma”</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Impactos ambientais</strong></p>
<p dir="ltr">Morte de animais, proliferação de insetos que causam doenças e rios contaminados são algumas das consequências ambientais de tragédias como as de Mariana e Brumadinho. Segundo o professor Côrtes, a lama, principalmente depois de seca, promove uma forte impermeabilização do solo e mata a camada superficial biologicamente ativa. Como consequência, a germinação e o florescimento de espécies nativas ficam prejudicados e pode haver falta de alimentos para a fauna da região. A ausência de alimento pode causar morte e migração de animais. Há também uma maior proliferação de insetos, inclusive os transmissores de doenças para seres humanos, como o mosquito <i>Aedes aegypti</i>.</p>
<p dir="ltr">A devastação causada pelos rejeitos da mineração também tem um alto potencial de destruição para os recursos hídricos das regiões atingidas. Assoreamento dos cursos d’água, soterramento de nascentes, turbidez dos rios, redução da oxigenação e da quantidade de luz penetrante dos rios, mortandade da flora e fauna em rios e lagos e modificação da morfologia da região e da capacidade de drenagem dos rios são as consequências mais comuns, de acordo com Côrtes.</p>
<p dir="ltr">Como consequência do desastre de Mariana, por exemplo, o Rio Doce — mais importante rio de Minas Gerais — foi contaminado com uma quantidade enorme de químicos nocivos. Pouco depois do rompimento da Barragem de Fundão, o rio foi dado como morto. A comunidade que tinha nas águas do rio uma fonte de sustento, lazer e cultura ficou desamparada e adoecida pela contaminação da lama. As águas claras foram substituídas por outra de tom avermelhado e praticamente todos os peixes morreram.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tragedia-em-brumadinho/image" alt="Tragédia em Brumadinho" title="Tragédia em Brumadinho" height="331" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Região dominada pela lama proveniente da Barragem 1 em Brumadinho - Foto: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>O futuro e a mineração</strong></p>
<p dir="ltr">Os especialistas presentes no evento foram questionados sobre as lições que foram (ou não) aprendidas com o desastre de Mariana e por que não foram aplicadas em Brumadinho. O professor Luis Enrique Sánchez foi categórico ao dizer que as lições já haviam sido absorvidas antes mesmo do desastre de Mariana; o grande problema, para ele, é que não eram de fato aplicadas. “Há um conjunto de conhecimentos, recomendações e boas práticas codificado em diversas publicações científicas que precisa ser aplicado adequadamente”, criticou.</p>
<p dir="ltr">Segundo o professor, existem agora quatro respostas possíveis para a tragédia do rompimento da barragem de Brumadinho: técnica, buscando a revisão de protocolos e aprimoramento de ferramentas; regulatória, a fim de propor novos requisitos e exigências; legal, atribuindo responsabilidades e proibições; e gerencial, garantindo melhores controles internos e auditorias.</p>
<p dir="ltr">Todos os presentes também se mostraram descrentes com a funcionalidade do modelo de autofiscalização aplicado pelas mineradoras, no qual as próprias empresas escolhem os agentes que fiscalizam suas atividades. “Isso já se mostrou impraticável no Brasil, tem que ser revisto, mas não parece estar sendo discutido”, argumentou Bruno Milanez. “Em 2014 houve um rompimento em uma barragem da empresa Herculano Mineração que meses antes havia sido considerada estável por um auditor; em 2015 aconteceu o mesmo com a barragem da Samarco, que meses antes havia sido considerada estável por auditoria; e agora, mais uma barragem considerada estável pela Vale se rompeu.”</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:250px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pedro-luiz-cortes-1/image" alt="Pedro Luiz Côrtes" title="Pedro Luiz Côrtes" height="250" width="250" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:250px;">Pedro Luiz Côrtes: ''O desastre de Mariana não gerou nenhum impacto positivo nos procedimentos adotados internamente pela Vale''</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Milanez ressaltou ainda a necessidade de discutir novas maneiras de explorar, que respeitem e incluam as populações adjacentes, inclusive em seu direito de negar a presença de uma operação de mineração onde quer que seja: “É fundamental garantir que as populações atingidas participem do debate, decidam se elas querem ou não que a mineração aconteça e como ela vai se dar no local”.</p>
<p dir="ltr">Para Alexandre Orlandi Passos, a mineração deve ser atualizada para um modelo que contribua para o desenvolvimento social da região. “Você não constrói isso simplesmente fazendo extrativismo do século 18, como é feito até hoje”, defendeu. Os rejeitos, que hoje são empilhados em barragens “que são como bombas-relógio”, podem ter outras finalidades ambientalmente mais responsáveis, segundo ele. “É possível construir grandes estruturas de gestão hídrica, mas também já existem projetos que transformam os rejeitos em telhas, bloquetes e até madeira artificial para construção de móveis”, explicou. Os destinos alternativos, entretanto, raramente são escolhidos sob a alegação de que a produção de rejeitos é muito superior à capacidade de processamento destes mecanismos.</p>
<p dir="ltr">Mudanças no modelo de governança tanto das empresas quanto do Estado se fazem necessárias para evitar novas tragédias, acredita Pedro Jacobi. Para ele, é necessário haver maior transparência por parte das empresas, maior controle social das atividades de mineração por parte do Estado e forte pressão social por legislação preventiva, muito mais eficiente, rigorosa e punitiva. As medidas são, na opinião do professor, ainda mais necessárias no atual contexto de instalação de um novo governo no Brasil, que “tem uma visão predatória dos avanços ambientais”.</p>
<p dir="ltr">Jacobi ressaltou que a academia também tem uma função importante no processo de conscientização frente ao descaso: “O papel da universidade em momentos como o presente é garantir que corações e mentes se sensibilizem com o fato de que estamos nas mãos de agentes econômicos e governos que desprezam as vidas humanas”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Victor Matioli/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-25T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sao-paulo-school-of-advanced-science-on-ocean">
    <title>São Paulo School of Advanced Science on Ocean Interdisciplinary  Research and Governance</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sao-paulo-school-of-advanced-science-on-ocean</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Dada a complexidade dos desafios ambientais atuais, como a mudança climática e a conservação e governança da biodiversidade, a abordagem interdisciplinar da ciência ganhou maior conscientização e uso na comunidade científica global. </span></p>
<p><span></span><span>Paralelamente, a sustentabilidade dos oceanos é um tema preocupante e muitas vezes abordado em fóruns internacionais. Essas discussões enfatizam a necessidade de promover a governança dos oceanos, juntamente com uma maior compreensão dos processos oceanográficos. </span></p>
<p><span>A ciência oceânica, no entanto, ainda é fragmentada e muitos cientistas carecem de treinamento para entender e aplicar abordagens interdisciplinares e integradas em suas pesquisas para apoiar a tomada de decisões. </span></p>
<p><span>Essa falta de treinamento criou uma forte demanda para a promoção da interdisciplinaridade na pesquisa sobre os oceanos e uma colaboração mais efetiva entre as ciências naturais e sociais, o conhecimento local e as políticas públicas.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-15T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/biota-sintese-javali">
    <title>Biota Síntese (Javali)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/biota-sintese-javali</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/sintese-javali-cronograma" class="external-link">Cronograma</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biota Síntese</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-04-13T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sp-ocean-week-2024">
    <title>SP Ocean Week 2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sp-ocean-week-2024</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="elementor-widget-penci-fancy_heading elementor-widget elementor-element-f39e6bc elementor-element">
<div class="elementor-widget-container">
<div class="penci-heading-text-left penci-fancy-heading">
<div class="penci-fancy-heading-inner">
<p>A  Comissão Oceanográfica   Intergovernamental (COI) da UNESCO foi   encarregada pela Assembleia  Geral  da ONU para trabalhar com todas as   partes interessadas para  delinear  uma Década da Ciência Oceânica que   nos ajudará a obter <b>o oceano que precisamos para o futuro que queremos.</b></p>
<p>Para reverter este cenário de iminente colapso dos oceanos,  a   Assembleia Geral das Nações Unidas nomeou a década de  2021-2030  como a   Década das Nações Unidas para a Ciência Oceânica para o    Desenvolvimento  Sustentável. Serão dez anos de esforços  conjuntos de   todas as nações  para resgatar a saúde do oceano e entregar  para as  próximas gerações um  mar como nós o conhecemos: limpo, saudável,   produtivo e sustentável.</p>
<p><span class="inner-tit"><b>A Semana do Mar de São Paulo</b></span></p>
<div class="elementor-element elementor-element-682b98f elementor-widget elementor-widget-text-editor">
<div class="elementor-widget-container">
<p>Idealizado e organizado pela Cátedra com a parceria da  Scientific  American Brazil, o movimento “Ocean Week” é um processo  contínuo e em  evolução para celebrar e proteger nosso oceano. Iniciado  em 2019, com o  nome Ocean Week, a celebração decorreu em 2021 (online) e  2022  (presencial) com o nome de Marina Week. A partir da edição de  2023, o  nome do evento retornou com alterações para SP Ocean Week.</p>
<p><b>ENTREGA DO <a class="external-link" href="https://catedraoceano.iea.usp.br/premio-marta-vannucci/">PRÊMIO MARTA VANUCCI</a></b><a class="external-link" href="https://catedraoceano.iea.usp.br/premio-marta-vannucci/"><span class="wixui-rich-text__text"><span class="color_39 wixui-rich-text__text"><span class="wixui-rich-text__text"><span class="wixui-rich-text__text">​</span></span></span></span></a></p>
<div>
<div>
<div class="HcOXKn c9GqVL QxJLC3 lq2cno comp-m0x6uo1a wixui-rich-text" id="comp-m0x6uo1a">
<p class="font_8 wixui-rich-text__text"><span class="wixui-rich-text__text"><span class="color_41 wixui-rich-text__text">Inspirado   na trajetória e pioneirismo da bióloga Marta Vannucci (1921 – 2021), o   Prêmio Marta Vannucci para Mulheres na Ciência do Oceano busca  destacar e  reconhecer o trabalho de mulheres que atuam na produção de  conhecimento  sobre o mar no Brasil e para o fortalecimento da  participação de  mulheres na ciência.</span><span class="wixui-rich-text__text">​</span></span></p>
<p class="font_8 wixui-rich-text__text"><span class="wixui-rich-text__text"><span class="color_41 wixui-rich-text__text">Idealizado   pela Cátedra UNESCO para Sustentabilidade do Oceano, ligada ao   Instituto Oceanográfico e Instituto de Estudos Avançados da Universidade   de São Paulo, e pela Liga das Mulheres pelo Oceano, o prêmio incentiva  a  equidade de gênero no avanço de uma ciência justa, equilibrada,   criativa e produtiva. Em 2024, a Universidade Federal de São Paulo   (UNIFESP) se juntou à organização do Prêmio.</span></span></p>
<p class="font_8 wixui-rich-text__text"><span class="wixui-rich-text__text"><span class="color_41 wixui-rich-text__text">Nesta  edição, reconhecemos e celebramos as trajetórias profissionais de duas  brilhantes cientistas do mar: <a class="external-link" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do">Zelinda Margarida de Andrade Nery Leão</a> e  <a class="external-link" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do">Marina Nasri Sissini</a></span></span></p>
<p class="font_8 wixui-rich-text__text"><span class="wixui-rich-text__text"><span class="color_41 wixui-rich-text__text"><span class="wixGuard wixui-rich-text__text">​</span>A <b>cerimônia de entrega </b>será realizada durante a SP Ocean Week 2024<b> no dia 20 de setembro às 17h.</b></span></span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p class="inner-tit">O <b>Espetáculo de Abertura</b>, acontece <b>no dia 18, às 19h30</b>, no Auditório Simón Bolívar, com show do cantor e compositor Lenine, do duo Benziê, além de entrevistas.</p>
<p class="inner-tit">Atividades incluem entrevistas, exposições, experiências gastronômicas e <span>de mergulho</span>, debates e shows de Lenine e Benziê.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS14 - Vida na Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IO</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Unesco</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-09-13T21:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/biodiversidade-e-vida-selvagem-em-portugal">
    <title>Biodiversidade e vida selvagem em Portugal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/biodiversidade-e-vida-selvagem-em-portugal</link>
    <description>O Instituto de Estudos Avançados da USP, Polo Ribeirão Preto, e o Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP Ribeirão Preto promovem a palestra “Biodiversidade e vida selvagem em Portugal: perspectivas de pesquisa”, dia 24 de junho, às 14h30, no Salão de Eventos do Centro de Informática da USP Ribeirão Preto (CIRP), avenida bandeirantes, 3900.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Instituto de Estudos Avançados da USP, Polo Ribeirão Preto, e o Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP Ribeirão Preto promovem a palestra “Biodiversidade e vida selvagem em Portugal: perspectivas de pesquisa”, dia 24 de junho, às 14h30, no Salão de Eventos do Centro de Informática da USP Ribeirão Preto (CIRP), avenida bandeirantes, 3900.</p>
<p>A palestra será realizada pelo professor Carlos Manoel (Universidade de Aveiro), que irá apresentar um panorama global sobre o estado da vida selvagem em Portugal e as linhas de pesquisa que estão sendo desenvolvidas na Unidade de Vida Selvagem do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro.</p>
<p>Manoel irá expor como Portugal é, na Europa, repositório de uma fauna rica e diversa, pois o seu contexto mediterrânico e atlântico possibilita a comunhão de espécies com grandes diferenças ecológicas, comportamentais e em grau de conservação.</p>
<p>O professor explanará também que enquanto algumas espécies como os mangustos (<i>Herpestes</i> <i>ichneumon</i>), se tornaram bastante comuns, chegando mesmo a ser controladas através da caça, outras, como o lince-ibérico (<i>Lynx pardinus</i>), encontram-se numa situação latente de pré-extinção, havendo hoje em dia numerosos esforços de conservação para tentar devolver esta espécie aos seus <i>habitats</i> históricos.</p>
<p>Associada a esta grande diversidade faunística está uma forte e dinâmica linha de pesquisa científica, fundamental para a implementação de programas de conservação e gestão mais sustentados e adequados à realidade do país.</p>
<p>Mais informações e inscrições: <a href="http://www.iearp.blogspot.com.br/2013/06/data-e-horario-2406-as-14h30-local.html">http://www.iearp.blogspot.com.br/2013/06/data-e-horario-2406-as-14h30-local.html</a> por telefone (16) 3602-0368 ou email <a href="mailto:iearp@usp.br">iearp@usp.br</a></p>
<p>Haverá transmissão online no site do IEA-RP: <a class="external-link" href="http://www.iea.rp.usp.br">www.iea.rp.usp.br</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Rafael</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-06-06T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/eleicoes-brasileiras-e-governanca-florestal-sao-temas-da-edicao-106-da-revista-estudos-avancados">
    <title>Eleições brasileiras e governança florestal são temas do número 106 da revista "Estudos Avançados"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/eleicoes-brasileiras-e-governanca-florestal-sao-temas-da-edicao-106-da-revista-estudos-avancados</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a7225344-7fff-7568-60be-d8e2820ce029"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-no-106" alt="Capa da Revista Estudos Avançados no. 106" class="image-right" title="Capa da Revista Estudos Avançados no. 106" />Com destaque para as eleições no Brasil e o tema da governança florestal, a edição 106 da revista Estudos Avançados é lançada este mês, e sua versão digital está disponível na <a class="external-link" href="https://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420220003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">plataforma SciELO</a>.</p>
<p dir="ltr"><span>A primeira parte, "Dossiê eleições", traz artigos que se baseiam em investigações no campo das ciências políticas para abordar a história eleitoral brasileira. "Os artigos exploram inquietações presentes na opinião pública, no debate midiático e na agenda de política, tanto nacional como regional e local", explica o editor Sérgio Adorno.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Três temas da maior relevância, segundo Adorno, estão presentes na edição: pesquisas eleitorais, programas das candidaturas e os fundamentos ideológicos do bolsonarismo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>As tendências e desempenhos das pesquisas eleitorais foram analisadas por Fernando Meireles, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), e Guilherme Russo, </span><span>lecturer </span><span>na Escola de Economia de São Paulo (EESP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base em estimativas de pesquisas realizadas entre 2012 e 2020. Já Bruno Wilhelm Speck, do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofa, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, no artigo "Partidos dominam registro de candidaturas, lideranças conectam melhor com o eleitorado", avaliou que lideranças políticas são capazes de fidelizar os eleitores mais do que os partidos, a partir de dados sobre as eleições para prefeitos realizadas entre 2000 e 2020. Ainda, Lucio Rennó, do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), analisou os componentes ideológicos do eleitor que apoia Jair Bolsonaro baseados em preferências sobre temas políticos no artigo "Bolsonarismo e as eleições de 2022".</span></p>
<p dir="ltr"><span>No texto "O Brasil é realmente um país polarizado? Análise das eleições presidenciais", Antonio Carlos Alkmim, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e Sonia Luiza Terron, doutora em Ciência Política, usaram as oito eleições presidenciais brasileiras no período pós-ditadura militar como objeto de análise. "A polarização geográfica entre o primeiro e o segundo colocado é uma característica das eleições presidenciais brasileiras desde 1989 até 2018. Varia o sentido, a intensidade e a geografia do confronto, mas ela está presente em todas as eleições", apontam</span></p>
<p dir="ltr"><span>As reformas eleitorais enquanto reflexos do amadurecimento do sistema político brasileiro após a Constituição de 1988 foram abordadas por Arthur Fisch e Lara Mesquita, pesquisadores do Centro de Política e Economia do Setor Público (Cepesp) da FGV, que exploraram as mudanças no sistema proporcional e de financiamento eleitoral. Para eles, "é importante estar atento a tais mudanças para que o sistema evolua de forma a consolidar os ganhos da democracia".</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outras contribuições ainda abordaram as percepções dos eleitores brasileiros sobre os partidos políticos desde o processo de redemocratização e o financiamento de campanhas </span><span>e desempenho das mulheres nas eleições brasileiras.</span></p>
<p dir="ltr"><span>"Se, por um lado, recentes inovações legislativas têm produzido impactos positivos, por outro, ainda assim reações conservadoras têm mitigado conquistas e mantido representação predominantemente masculina", diz Sérgio Adorno sobre reformas e igualdade de gênero na arena eleitoral brasileira nas três últimas décadas.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Governança florestal</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>De acordo com o artigo que abre o segundo dossiê, governança florestal é um tema estratégico para a revista desde a </span><a href="https://www.scielo.br/j/ea/i/1990.v4n9/"><span>publicação do número 9</span></a><span> sobre o Projeto Floram – Florestas para o Meio Ambiente (1990), liderado pelo professor Aziz Ab’Saber, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Seus artigos trazem subsídios para uma reflexão sobre o avanço no campo da governança florestal no Brasil e as perspectivas globais no campo da governança ambiental e climática feitas nesta edição.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para falar da legislação florestal brasileira, o artigo de Paulo Eduardo dos Santos Massoca, pesquisador associado ao Center for the Analysis of Social-Ecological Landscapes (Casel) da Universidade de Indiana, e de Eduardo Sonnewend Brondízio, do Departamento de Antropologia da Universidade de Indiana, parte de um exame das narrativas sobre os valores de árvores e florestas nas leis desde o século XVI – com sua recente revalorização e o conflito de interesses opostos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na sequência, o artigo "Fundamentalismo sectário impede o fortalecimento da economia da sociobiodiversidade", de Ricardo Abramovay, do Instituto de Energia e Ambiente da USP, explora as raízes ideológicas e culturais dos incentivos à destruição florestal, e apresenta forças que buscam se contrapor às atuais políticas federais e iniciativas com o potencial de abrir caminho a uma economia da sociobiodiversidade florestal.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os demais artigos abordam temas como as reações e resistências lideradas por associações da sociedade civil e por força de coalizões e plataformas multissetoriais; inovações socioecológicas que conformam relações sociais que têm a comunidade local como protagonista; e uma análise dos destaques do Web-Seminário "Construindo Diálogos sobre Governança Florestal".</span></p>
<h3><span>Sumário "Estudos Avançados" nº 106</span></h3>
<p dir="ltr"><span><strong>Dossiê Eleições</strong></span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>O Brasil é realmente um país polarizado? Análise das eleições presidenciais de 1989 a 2018 - Antonio Carlos Alkmim e Sonia Luiza Terron</span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Reformas eleitorais no Brasil contemporâneo: mudanças no sistema proporcional e de financiamento eleitoral -</span><span> Arthur Fisch e Lara Mesquista</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Para onde foram os partidos na opinião pública? As percepções sobre os partidos políticos na redemocratização no Brasil - </span><span>Rachel Meneguello e Oswaldo E. do Amaral</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Partidos dominam registro de candidaturas, lideranças conectam melhor com o eleitorado -</span><span> Bruno Wilhelm Speck</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Financiamento de campanhas e desempenho eleitoral das mulheres nas eleições brasileiras (1998-2020) - </span><span>Vitor de Moraes Peixoto, Larissa Martins Marques e Leandro Molhano Ribeiro</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Pesquisas eleitorais no Brasil: Tendências e desempenho - </span><span>Fernando Meireles e Guilherme Russo</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Esquerda, direita e eleições presidenciais no Brasil - </span><span>Gabriela Tarouco</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Bolsonarismo e as eleições de 2022 - </span><span>Lucio Rennó</span></p>
</li>
</ul>
<p> </p>
<p dir="ltr"><span><strong>Governança Florestal</strong></span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Governança florestal: três décadas de avanços - </span><span>Cristina Adams, Luciana Gomes de Araujo e Liviam E. Cordeiro-Beduschi</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Protegemos quando valorizamos: história da legislação florestal brasileira - </span><span>Paulo Eduardo dos Santos Massoca e Eduardo Sonnewend Brondízio</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Fundamentalismo sectário impede o fortalecimento da economia da sociobiodiversidade - </span><span>Ricardo Abramovay</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Experiências de governança da restauração de ecossistemas e paisagens no Brasil - </span><span>Robin L. Chazdon, Rafael B. Chaves, Miguel Calmon, Ludmila Pugliese de Siqueira e Rodrigo G. Prates Junqueira</span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Casos brasileiros de Restauração Socioinovadora de Paisagens - </span><span>Aurélio Padovezi, Jordano Roma, Daniela Coura, Lucas Antunes da Silva, Marina Campos, Patrick Ayrivie de Assumpção e Laura Secco</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Ação coletiva multinível e inovação socioecológica na governança florestal - </span><span>Liviam E. Cordeiro-Beduschi, Cristina Adams, Luciana Gomes de Araujo, Aurelio Padovezi, Jordano Roma Buzati, Marcus Vinícius Chamon Schmidt e Raquel Rodrigues dos Santos</span></p>
</li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-10-31T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ii-videojornada-primatas-amazonicos">
    <title>II Vídeojornada da Operação Primatas: Desafios para a Conservação de Primatas Amazônicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ii-videojornada-primatas-amazonicos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span>O Brasil possui a maior riqueza de primatas no mundo, com cerca de 150 espécies. Destas, 35 estão  ameaçadas de extinção, sendo 6 Criticamente em Perigo, devido ao desmatamento e à caça, entre outros impactos. A Operação Primatas é uma iniciativa interinstitucional que se propõe a catalizar a implementação dos Planos de Ação Nacionais para a conservação das espécies ameaçadas, coordenados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiverside (ICMBio).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Essa atuação consiste na divulgação de informações e no apoio a ações efetivas para a reversão desse quadro, sempre em colaboração com as instituições e profissionais que trabalham para a conservação dos primatas no Brasil. Com essa finalidade, a Operação Primatas elegeu como de alta prioridade as ações em relação às espécies de primatas mais ameaçadas de extinção, especialmente aquelas cuja sobrevivência está em situação crítica.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>As videojornadas da Operação Primatas têm como finalidade apresentar as ações práticas e discutir as prioridades desta iniciativa. Nesta segunda edição, o foco será nos primatas amazônicos, destacando projetos e trabalhos para a sua conservação. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A Amazônia brasileira abriga mais de 100 espécies de primatas, com novas sendo descobertas a cada ano. Destas, 16 estão ameaçadas extinção, principalmente aquelas que ocorrem ao longo da região conhecida como arco do desmatamento. As queimadas que destroem essas florestas, aumentam os riscos para estes primatas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Nesta II Videojornada da Operação Primatas, o Instituto de Estudos Avançados da USP e o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros do ICMBio recebem alguns dos mais experientes e atuantes pesquisadores brasileiros que trabalham pela conservação dos primatas da Amazônia. Após as apresentações, haverá oportunidade para discussão dessas iniciativas e das prioridades para a conservação dos primatas amazônicos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal">O encerramento contará com os comentários da Prof Dra <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karen-strier" class="external-link">Karen Strier</a>, professora da Universidade de Winconsin, Presidente da Sociedade Internacional de Primatologia e homenageada com o primeiro Prêmio Operação Primatas durante a I Videojornada.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste"></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento Econômico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-14T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/sistema-terra">
    <title>Sistema Terra: uma forma integrada de estudar as mudanças ambientais e suas consequências</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/sistema-terra</link>
    <description>No evento "Conversa sobe o Sistema Terra", no dia 10 de abril, Carlos Nobre, do Inpe, respondeu a questões que lhe foram apresentadas por José Eli da Veiga, do IEE-USP, e pelo público (presente e online).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-nobre-e-jose-eli-de-veiga-10-4-2018" alt="Carlos Nobre e José Eli de Veiga - 10/4/2018" class="image-inline" title="Carlos Nobre e José Eli de Veiga - 10/4/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Carlos Nobre (<i>à esq.</i>) respondeu a perguntas de José Eli da Veiga e do público</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>"Os diagnósticos estão feitos. É nos prognósticos que podemos avançar, sobretudo em relação aos grandes riscos". A afirmação taxativa é do cientista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre" class="external-link">Carlos Nobre</a>, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ao falar sobre a prioridade a ser dada nos estudos a respeito das transformações ambientais globais. Ele foi o expositor/entrevistado no evento <i>Conversa sobre o Sistema Terra</i>, realizado no IEA no dia 10 de abril.</p>
<p>Nobre disse que uma das áreas de pesquisa mais importantes atualmente é a da previsão de possíveis pontos de ruptura, a partir dos quais não haveria mais volta. Entre eles, mencionou o aquecimento das águas do Oceano Ártico a um nível que liberaria a imensa quantidade de metano preso no seu fundo, o derretimento completo da geleira da Groenlândia ou ainda, do ponto de vista social, uma migração incontrolável de centenas de milhões de pessoas em função de uma aguda crise ambiental.</p>
<p>Todavia, de acordo com especialistas como Nobre, já não é concebível que os estudos se deem de forma isolada, considerando separadamente aspectos climáticos, biodiversidade e impactos sociais. Por isso a abordagem atual vez todos esses fatores inter-relacionados no que que os pesquisadores chama de Sistema Terra.</p>
<p>O organizador do encontro, o economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a>, do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, destacou que Nobre é um dos principais especialistas mundiais em transformações ambientais globais, ex-diretor do IGBP (Programa Internacional Geosfera-Biosfera) e pesquisador empenhado nessa concepção integradora, tendo criado no Inpe um curso de pós-gradução em ciências do Sistema Terrestre.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Conversa sobre<br />o Sistema Terra</strong></p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-nobre-tratara-dos-avancos-na-pesquisa-sobre-o-sistema-terra" class="external-link">Carlos Nobre trata dos avanços na pesquisa sobre o Sistema Terra</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/conversa-sobre-o-sistema-terra" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/conversa-sobre-o-sistema-terra-10-de-abril-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<i>Leia mais notícias sobre <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-recursos-naturais" class="external-link">recursos naturais</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-biodiversidade" class="external-link">biodiversidade</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-clima" class="external-link">clima</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-meio-ambiente" class="external-link">meio ambiente</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Na época em que ele estava terminando o doutorado no MIT [Massachusetts Institute of Tecnology, EUA], no início dos anos 80, as esferas geológica e biológica ainda eram tratadas separadamente no IGBP, mas a ideia de Sistema Terra já germinava no programa.” Quando Nobre dirigiu o o Comitê Científico do programa, de 2005 a 2011, a questão adquiriu mais força, afirmou Veiga.</p>
<p>Atualmente, o conceito de Sistema Terra é muito familiar entre pesquisadores de geociências e astronomia, “mas nas áreas de biologia e humanidades ninguém sabe o que é”, disse Veiga. Por isso o evento foi organizado, para colaborar com a aproximação de outras áreas à temática. “É um imenso desafio incluir a 'humanosfera' no sistema.”</p>
<p>Segundo Nobre, um dos resultados diretos da nova abordagem foi o estabelecimento dos <a class="external-link" href="http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/politica-externa/desenvolvimento-sustentavel-e-meio-ambiente/134-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-ods">17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a> pela ONU em setembro de 2015. “Muito do direcionamento para aonde tudo caminha tem a ver com as respostas que daremos às questões do desenvolvimento sustentável", disse o pesquisador. Para ele as palavras "sustentável" e "felicidade" passarão a ser indissociáveis nas próximas décadas.</p>
<p><strong>O alerta do El Niño</strong></p>
<p>Historiando o processo que levou à concepção do Sistema Terra, ele disse que um primeiro aspecto de alerta importante foi quando os cientistas começaram a compreender o El Niño, “primeiro fenômeno de escala planetária”, no final dos anos 70. "O El Niño de 82/83 determinou o grande interesse mundial surgido na época sobre como os oceanos e a atmosfera estão intimamente acoplados."</p>
<p>Em 85, surgiu um programa mundial de pesquisa climática a partir das preocupações da Organização Meteorológica (OMM), da Unesco (no que se refere à hidrologia) e do Conselho Internacional para a Ciência (Icsu, na sigla em inglês), comentou Nobre. “A preocupação nos anos 80 era com a modificação da composição da atmosfera.” Em 1987 acontecerem mais duas coisas importantes: o relatório "Nosso Futuro Comum, elaborado pela Comissão Brundtland, da ONU, “talvez o documento mais importante do final do século 20, e que deu origem a todos os movimentos por sustentabilidade posteriores"; e a criação do IGBP ("como não havia nele a dimensão da biodiversidade, foi criado o Programa Diversitas em 1991").</p>
<p>O IBGP e o Diversitas, mais o WCRP (Programa Mundial para a Pesquisa sobre o Clima) e o IHDP (International Human Dimensions Program) funcionaram isoladamente até o início dos anos 2000, "quando se percebeu que não falavam de coisas diferentes e não fazia muito sentido mantê-las independentes; foi assim que surgiu em 2009 a ideia de criar um programa integrativo: o <a class="external-link" href="http://www.futureearth.org/">Future Earth</a> [Futuro da Terra], que englobou o IGBP, o Diversitas e o IHDP".</p>
<p>De acordo com Nobre, o Futuro da Terra não incluiu o WCRP, pois a Assembleia Geral da ONU não aprovou sua extinção, dados os impactos das mudanças climáticas em diversos aspectos da vida dos países mais afetados. “É uma pena, era melhor que tivesse surgido um grande programa integrativo de todas as áreas. Mas estamos esperançosos que isso seja atingido a partir da posse, em setembro, do novo cientista-chefe da Organização Meteorológica Mundial, o professor Pavel Kabat, um grande amigo do Brasil.”</p>
<p><strong>Antropoceno</strong></p>
<p>Nobre também comentou a definição da atualidade como um novo período geológico, o Antropoceno. Em sua opinião, não há a menor dúvida de que a ação humana se tornou uma força com magnitude igual à das forças telúricas, geradoras de mudanças fundamentais no planeta, as quais delimitam os períodos geológicos.</p>
<p>Afirmou que não é a primeira vez que a ação de uma espécie define um novo quadro planetário: "Isso aconteceu na época em que a vida se concentrava nas cianobactérias, surgidas há 3,6 bilhões de anos. Com capacidade de realizar fotossíntese, elas retiraram gás carbônico da atmosfera e o transferiram para o oceano.  “Isso foi fundamental para que houvesse mais oxigênio disponível - uma vez que o gás carbônico respondia por 80% da atmosfera até então -, surgisse um clima mais propenso à vida, com temperatura mais baixa, água líquida e atmosfera propícia.”</p>
<p>Mas não é apenas a ação de uma espécie que caracteriza o Antropoceno, segundo ele. "A velocidade do processo é um elemento novo. Enquanto as cianobactérias levaram 1,6 bilhão de anos para promover as mudanças, as ações humanas em alguns séculos transformaram o clima de forma radical. Não há exemplos recentes de uma transformação tão rápida. Houve transformações localizadas rápidas, mas nada parecido ao que está acontecendo em escala mundial."</p>
<p>Sobre a criação do Futuro da Terra, ele disse que a motivação foi relativamente "mundana, pequena". Os quatro programas continuavam a existir e buscavam recursos nas mesmas fontes. "As agências de financiamento dos Estados Unidos, Reino Unido e alguns outros países resolveram que não financiariam quatro programas diferentes fazendo a mesma coisa."</p>
<p>Ele respondeu a pergunta de Veiga sobre por que o Sistema Terra não foi incluído no Futuro da Terra. Disse que os envolvidos na formulação do novo programa consideraram ser difícil transmitir para a sociedade que o sistema não era voltado especificamente às geociências. “Quando se fala de Sistema Terra, as pessoas remetem diretamente às geociências, inclusive por que o nome delas em inglês é earth sciences.”</p>
<p>"Quando falamos de Sistema Terra, dizemos que é um sistema complexo no qual inserimos o ser humano como mais uma das espécies interagindo. Essa ideia ficou um pouco confusa para ser transmitida a todos e a discussão não avançou muito."</p>
<p>Um exemplo disso deu-se quando da criação do curso de pós-graduação em ciência do Sistema Terrestre: "Os alunos chegavam confusos, não entendiam claramente, pois pensavam em ciências ambientais, biogeofísica e biogeoquímica. Internamente, no Inpe, foi difícil criar um curso interdisciplinar assim. Pela primeira vez foram contratados um sociólogo e dois antropólogos".</p>
<p>Quanto à validade atual das <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/global-change-newsletter-no-50-de-junho-de-2002-p-9-box-1" class="external-link">questões</a> elaboradas em 2002 pelo <a class="external-link" href="http://gaim.unh.edu/">Gaim</a> (Análise, Integração e Modelagem Globais), um grupo de trabalho do IGDPS, motivo de pergunta de Veiga, Nobre disse que algumas questões já não se colocam mais da maneira que foram colocadas na época, "mas o espírito delas permanece". Outras questões são "mais normativas e filosóficas e continuam válidas".</p>
<p>Nobre fazia parte do Gaim na época da formulação das questões. Afirmou que a ideia era criar diversos programas de pesquisa com raízes muito fortes na biogeofísica e na biogeoquímica. "Havia gente de várias disciplinas, mas pouca gente de ciências sociais."</p>
<p><strong>Pontos de ruptura</strong></p>
<p>“O Gaim foi o primeiro grupo a dizer que podem ocorrer pontos de ruptura irreversíveis do Sistema Terra", segundo ele. Se o estado crítico da interação entre atmosfera e oceano se romper, não haverá volta, afirmou.  disse. “A Terra só passa por períodos glaciais por que existe o congelamento do Oceano Ártico. Se isso acabar, não haverá mais glaciação"</p>
<p>Ainda em relação ao Oceano Ártico, disse que se houver um aquecimento que libere todo o metano presente no seu fundo, isso ocorrerá em poucas décadas, com o efeito de duplicar ou quadruplicar o efeito estufa. No entanto, ninguém é capaz de dizer quando haverá esse risco, explicou. “Sabe-se que um aquecimento de 2º fará a geleira da Groenlândia derreter, mas ninguém sabe se em alguns séculos ou em mais de mil anos."</p>
<p>Pedro Leite Dias, diretor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, manifestou a preocupação sobre o processo de tomada de decisões com impacto na evolução do planeta, principalmente quando a percepção do clima não corresponde ao que se sabe que vai acontecer no futuro.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua" class="external-link">Luiz Bevilacqua</a>, professor visitante do IEA, também quis saber a opinião de Nobre sobre a dificuldade de convencer os tomadores de decisão sobre a urgência na adoção das medidas necessárias. “A velocidade dos fenômenos está acelerando e vão acabar gerando uma onda de choque. No entanto, quando percebemos que que estamos no limite de algo, ele já é iminente.”</p>
<p>Para Nobre, a percepção de risco não tem uma definição científica, “é um valor que atribuímos a alguma coisa que não queremos perder”. Ele fez um paralelo entre a percepção de risco em relação à saúde e a mudanças climáticas. “Quando há risco para a saúde humana, a percepção de risco é alta, com prevalência do princípio de precaução. No caso do clima, a sociedade não consegue enxergar os riscos da mesma forma.”</p>
<p>No entanto, Nobre considera que de 2007 para cá, a percepção de riscos em função das mudanças climáticas aumentou. Uma explicação para isso, "talvez simplista", é o aumento do número de eventos naturais extremos, como os quatro furacões de categorias 4 e 5 na última temporada no Caribe, devido ao aumento da temperatura do oceano.</p>
<p>Ele ponderou que os pesquisadores não previram que o gelo do Ártico passasse a derreter de forma tão rápida, nem o aumento no número de furacões. “Pensávamos que essas coisas aconteceriam bem mais para a frente.”</p>
<p>Em relação à tomada de decisão, Nobre destacou o ocorrido na Cúpula de Paris em 2015. Para ele, foi algo histórico, pois não havia a expectativa de que o limite de aumento de temperatura fosse estabelecido em 1,5º C. "Houve pressão diplomática, pois com 2º C de aumento, muitos países-ilhas desapareceriam e, além disso, com 1,5º C, a geleira da Groenlândia seria mantida.  O que se passou foi que houve uma jogada inteligente da diplomacia francesa, com os presidentes, primeiros-ministros e reis chegando para o encontro no primeiro dia e já definindo o que seria adotado."</p>
<p><strong>Riscos sociais</strong></p>
<p>Solicitado por um pesquisador que assistia o evento pela internet a dar um exemplo de ponto de ruptura na área social, Nobre comentou que isso poderia acontecer em relação a refugiados ambientais. "Uma crise ambiental poderia levar centenas de milhões de pessoas a querem migrar para outra região, o que só poderia ser barrado por um genocídio. É um assunto muito sério e há muita gente estudando essa possibilidade.”</p>
<p>Ele comentou que a interação com as ciências humanas aumentou muito, mas vê dificuldades para a geração de representações sobre alguns elementos dos sistemas sociais, como a democracia e a religião: "São elementos centrais muito importantes e cujas interações são difíceis de entender.  Temos dificuldades em compreender fatores como o sistema de decisão numa sociedade e a influência de líderes religiosos sobre elas, por exemplo."</p>
<p>Em complemento às observações de Nobre e finalizando o encontro, Veiga disse que é um grande desafio relacionar quatro processos muito diversos: a vida, analisada a partir da teoria darwiniana; a parte não orgânica do planeta; a natureza humana; e o processo civilizatório. "Ainda estamos longe da transdisciplinaridade necessária para dar conta disso."</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropoceno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-13T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/workshop-linking-landscape">
    <title>Workshop Linking Landscape Structure to Ecosystem Services</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/workshop-linking-landscape</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Anthropogenic modification of landscapes has led to rapid losses of biodiversity and the declines in the benefits provided by natural ecosystems that all humans depend on. These benefits, known as ecosystem services, underpin a wide range of human needs, including food production, climate regulation, flood regulation, and cultural values. Ecosystems service benefits for humans depends on the ability of natural systems to supply ecosystem services, the demand for ecosystem services by people, and the flow of ecosystem services from areas of supply to areas of demand. Critically, ecosystem service supply, demand, and flow are influenced by how landscape change modifies the spatial structure of landscapes (i.e., landscape composition and spatial configuration) and this in turn influences ecosystem service benefits. There have been some recent conceptual and empirical advances in understanding the role of landscape structure for ecosystem services. However, these focus either only on specific components of the supply-demand-flow chain of ecosystem service provision (e.g., only supply), or do not explicitly derive relationships between landscape structure and ecosystem service provision. </span><strong>Consequently a more holistic framework is needed to be able to develop landscape-level predictions of ecosystem service benefits under landscape change that can inform environmental policy development.</strong></p>
<p><span>This Workshop will tackle this challenge by bringing together a interdisciplinary team of researchers from the University of São Paulo (USP) and São Paulo State University (UNESP), and the Federal University of ABC (UFABC), subsequently referred to as the </span><i>São Paulo Team</i><span>, and the University of Queensland (UQ), subsequently referred to as the </span><i>UQ Team</i><span>. The aims of the project will be to:</span></p>
<p class="gmail-default"> </p>
<ol>
<li><strong>Develop a novel conceptual framework that links landscape structure to the supply, demand and flow of ecosystem services,</strong></li>
<li><strong>Using data from ongoing projects in Brazil and Australia, empirically test our conceptual framework,</strong></li>
<li><strong>Identify the environmental policy implications of the outputs of Aims (1) and (2), and</strong></li>
<li><strong>Develop a long-term collaborative working group that will compile and synthesise international data on landscape structure/ecosystem service relationships.</strong></li>
</ol>
<p> </p>
<p class="gmail-default"> </p>
<p><strong>Participant list: </strong></p>
<p><i>From Brazil:</i></p>
<p>Adrian David Gonzalez Chaves</p>
<p>Andre Luis Acosta</p>
<p>Andrea Larissa Boesing</p>
<p>Camila Hohlenwerger</p>
<p>Carolina Montealegre</p>
<p>Clarice Borges Matos</p>
<p>Eduarda Romanini</p>
<p>Francisco d'Albertas Gomes de Carvalho</p>
<p>Gabriela Duarte</p>
<p>Isabella Romitelli</p>
<p>Julia Barreto</p>
<p>Julia Cassis</p>
<p>Katia Ferraz</p>
<p>Leandro Reverberi Tambosi (UFABC)</p>
<p>Mariana Vidal</p>
<p>Milton Ribeiro</p>
<p><span>Paula Ceotto </span></p>
<p>Paula Prist</p>
<p>Renata Pardini</p>
<p>Rozely Ferreira dos Santos</p>
<p>Vania Regina Pivello (IB/USP)</p>
<p>Vinicius Tonetti</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><i>From Australia:</i></p>
<p>Jonathan Rodhes</p>
<p><span>Laura Sonter</span></p>
<p><span><span>Martine Maron</span></span></p>
<p>Rebecca Runting</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Serviços de Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversity</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-16T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
