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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 51 to 65.
        
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    <title>História e Mito: os Povos Huni-Kuin e Guarani - 07 de novembro de 2019</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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    <title>Escultura, Física e Política para as Mitologias Indígenas - 08 de novembro de 2019</title>
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    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
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    <title>Artistas praticam “jogo de cintura” para esquivar-se de situações previsíveis, diz García Canclini</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/artistas-praticam-201cjogo-de-cintura201d-para-esquivar-se-de-situacoes-previsiveis-diz-garcia-canclini</link>
    <description>Titular da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência de 2021-2022 debateu emergências culturais em seminário de lançamento de livro coordenado por ele</description>
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<p dir="ltr"><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/nestor-canclini-25-10-2023/image" alt="Néstor Canclini - 25/10/2023" title="Néstor Canclini - 25/10/2023" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O antropólogo argentino Néstor García Canclini: pesquisa comparativa das instituições culturais tendo Brasil e México como ''marcos'' de referência. Foto: Leonor Calasans</dd>
</dl>A noção de comunidade, um dos principais conceitos do livro “Emergências Culturais: Instituições, Criadores e Comunidades no Brasil e no México”, foi retomada pelo antropólogo argentino </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nestor-garcia-canclini"><span>Néstor García Canclini</span></a><span> durante o lançamento da publicação que coordena. O evento também teve a participação dos demais autores, gestores culturais, jornalistas e acadêmicos, e aconteceu no dia 25 de outubro no auditório do MAM (Museu de Arte Moderna). A obra, que aborda ainda os conceitos de instituições e criadores culturais, foi publicada no primeiro semestre deste ano pelo IEA e pela Edusp.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Na história, mas principalmente na antropologia, pensamos em comunidades locais, estabelecidas em um território específico”, contextualizou. “Existe uma dispersão que nos obrigou a refletir sobre em que sentido somos comunidade no mundo do </span><span><i>streaming</i></span><span>, da comunicação virtual e essa descentralização criou ainda mais instabilidade a uma atividade que por si só já é bastante instável”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Professor titular da Universidade Autônoma Metropolitana (UAM), no México, e referência obrigatória nos estudos culturais na América Latina, Canclini afirmou que o processo de precarização na área começou, na verdade, antes da pandemia. Citou uma frase do sociólogo francês Pierre-Michel Menger – “o trabalho artístico está moldado pela incerteza” – para ilustrar as oscilações tão comuns no setor cultural. “Não sabemos onde vamos parar quando iniciamos uma experiência comunicacional ou estética”, dizendo que essa situação problemática “aproxima a precarização da emergência”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo ele, para esquivar-se daquilo que é previsível, os artistas praticam o tempo todo o chamado “jogo de cintura”. Disse que a metáfora de raízes brasileiras serve de referência para outros países, significando “mover-se do previsível em direção a um espaço diferente”, o que “conecta de forma positiva ou de forma criativa a precariedade com a emergência”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O livro é resultado da pesquisa </span><span>“A Institucionalidade da Cultura e as Mudanças Socioculturais”, </span><span>realizada durante o biênio 2021-2022, na titularidade de Canclini na </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia"><span>Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência</span></a><span>, parceria do </span><a href="https://www.itaucultural.org.br/"><span>Itaú Cultural</span></a><span> com o IEA.</span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/juan-ignacio-brizuela-25-10-2023/image" alt="Juan Ignacio Brizuela - 25/10/2023" title="Juan Ignacio Brizuela - 25/10/2023" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O pesquisador Juan Ignacio Brizuela usou a expressão ''fora do jogo'' para pensar as instituições culturais. Foto: Leonor Calasans</dd>
</dl>Assinam a autoria do livro com Canclini os pesquisadores de pós-doutorado </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/juan-ignacio-brizuela"><span>Juan Ignacio Brizuela</span></a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sharine-machado-cabral-melo"><span>Sharine Machado C. Melo</span></a><span> ao lado da pesquisadora mexicana </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mariana-martinez-matadamas"><span>Mariana Martínez Matadamas</span></a><span>. Os autores investigaram as transformações que, nos últimos anos, vêm afetando instituições culturais, artistas, trabalhadores da cultura e públicos, adensadas e agravadas pela pandemia de Covid-19.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Esse é o quinto volume da </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/publicacoes"><span>coleção de livros</span></a><span> da cátedra e o primeiro em parceria com a editora da USP”, informou </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann"><span>Martin Grossmann</span></a><span> sobre a edição em português. O coordenador acadêmico da cátedra anunciou que a edição em espanhol, publicada pela editora Gedisa, também já está disponível para os países de língua hispânica da América Latina.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele destacou a importância do site </span><a href="https://www.canclinibrasil.iea.usp.br/"><span>“Diálogos com Canclini no Brasil”</span></a><span>, dedicado ao antropólogo e às publicações relacionadas ao projeto coordenado por ele na cátedra, além de reunir depoimentos de intelectuais brasileiros sobre sua obra para a reflexão do panorama da cultura no Brasil e na América Latina em geral.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Nesse sentido, disse que apesar das cátedras representarem uma tradição, “a cadeira do bispo”, elas vão muito além enquanto “instrumentos de vanguarda” porque trazem a possibilidade de inovação contínua em áreas fronteiriças do conhecimento.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Políticas Culturais</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Na abertura do evento, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciana-mode"><span>Luciana Modé</span></a><span>, coordenadora do Observatório Itaú Cultural,</span><span> antevendo recente decisão da Câmara dos Deputados, comentou sobre a expectativa dos agentes culturais pela prorrogação da Lei Paulo Gustavo. Em 30 de outubro, dia em que o ator completaria 45 anos, o requerimento de urgência para o Projeto de Lei (nº 3.942) de 2023 foi aprovado por maioria absoluta no plenário. “Este projeto visa estender o prazo de execução dos recursos da Lei Paulo Gustavo até 30 de junho do ano que vem”, informou Luciana. Trata-se de significativa conquista, uma vez que os incentivos culturais estão garantidos até 2024. “É responsabilidade de nosso setor a execução apropriada, eficiente e democrática dos recursos”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A Lei Paulo Gustavo prevê, entre outros pontos, o repasse federal de R$ 3,86 bilhões do Fundo Nacional de Cultura (FNC) a estados e municípios para fomento de atividades e produtos culturais, como forma de atenuar os efeitos econômicos e sociais da pandemia de Covid-19. Outro ponto é que os estados e municípios que receberem os recursos deverão comprometer-se a fortalecer os sistemas estaduais e municipais de cultura existentes ou, se inexistentes, implementá-los.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Canclini discorreu sobre os legados históricos que abriram caminhos para que a </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/Lei/L14017.htm"><span>Lei emergencial Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.017/2020</span><span>)</span></a><span>, </span><span>que dispôs sobre ações emergenciais destinando R$ 3 bilhões para o setor cultural durante a pandemia de Covid-19, fosse implementada. “Trata-se de uma experiência de exceção na América Latina”, pontuou. “Houve um aumento do orçamento cultural no Brasil devido à Lei Aldir Blanc”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele destacou o papel fundamental da mobilização de artistas e gestores culturais por meio dessas “redes” criadas em plataformas digitais, única forma de se comunicar durante o isolamento. “Museus, bibliotecas e centros culturais estavam fechados e o público não podia ir às salas de cinema, de teatro, mas fez isso de forma virtual”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O antropólogo lembrou que no início do período de sua titularidade foi aberto um edital para escolha de dois pesquisadores em pós-doutorado com 41 candidatos inscritos. “Isso tem a ver com a atração que exerce a USP e o seu IEA, mas também podemos pensar que isso ocorreu como resultado da precarização trabalhista que afeta os pós-doutorandos da América Latina e de outros países da Europa e Estados Unidos”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nestor-garcia-canclini"><span>Canclini</span></a><span>, o elevado número de candidatos para apenas duas vagas que exigiam o título de doutor se relaciona ao desenvolvimento de sociedades neoliberais que “precarizam” a vida dos jovens das novas gerações, ressalvando que “já faz duas ou três gerações que isso acontece”.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Brasil e México</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nestor-garcia-canclini"><span>García Canclini</span></a><span>, a proposta consistiu em fazer uma pesquisa comparativa das instituições culturais tendo o Brasil e o México, dois países gigantes, com políticas culturais de muitas décadas, bastante estruturadas, como marcos de referência latino-americana.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“São poucos os trabalhos comparativos entre Brasil e México, que são os dois maiores países em termos populacionais e também com relação às suas atividades econômicas”, apontou. “No entanto, existe pouquíssima interconexão, mas, apesar disso, percebi que esse interesse recíproco tem crescido”, afirmou, dizendo que o Brasil tem demonstrado muito mais interesse pela América Latina que há 30 ou 40 anos. “O México também se abriu mais nas últimas décadas a outros países latino-americanos. Entretanto, no caso mexicano, há um foco mais com os Estados Unidos do que com a América Latina”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Contou que a pandemia acabou interferindo na metodologia da pesquisa. “Muitas das entrevistas com os atores culturais ocorreram de forma virtual, por aplicativos de videoconferência. Foi uma experiência etnográfica extraordinária”, considerou. </span><span>Também falou que foi possível consultar os dados estatísticos com facilidade porque os documentos estavam em rede.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo ele, os caminhos adotados na pandemia foram bastante distintos entre ambos países. Citou ainda um estudo comparativo feito pela Unesco (</span><span>Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostrando o que foi feito no primeiro ano da pandemia, em relação aos aumentos de emergência no orçamento de cultura nos países latino-americanos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O Brasil ficou em primeiro lugar, com aumento de 143% do fundo dedicado à cultura em 2020”. Em seguida vêm Argentina (41%), Equador (24%) e Chile (15%). O México surgiu em décimo lugar com aumento de apenas 3%. “Como isso era possível em um país que estava sempre fazendo desenvolvimento comunitário e atendendo as necessidades locais, liderado até hoje por [Andrés Manuel] López Obrador?”, indagou. “Por outro lado, sabemos que o governo Bolsonaro não era favorável ao desenvolvimento cultural, então, como explicar o destaque do Brasil?”.</span></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nestor-garcia-canclini"><span>Canclini</span></a><span> explicou que no México a mobilização buscou reivindicar a dívida do estado com relação aos trabalhos não pagos de artistas visuais e populares, a exemplo dos músicos que tinham dado shows e outros espetáculos. Já no Brasil, “milhares de artistas e gestores culturais que se reuniram por meio das redes virtuais coletivas para ver onde podiam obter fundos sabiam que o melhor caminho não era o Governo Executivo, mas sim o Congresso, onde havia pluralidades e legisladores com disposição para colaborar”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O antropólogo também lembrou que, no primeiro ano da pandemia, foram perdidos, em média, mais de 800 mil postos e empregos na América Latina.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Pontos de cultura</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento teve um debate que, além de Canclini, contou com a participação do historiador e gestor cultural </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/celio-turino"><span>Célio Turino</span></a><span>, a diretora fundadora do Núcleo Afro-Brasileiro de Teatro de Alagoinhas (Bahia) </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/onisaje"><span>Fernanda Onisajé</span></a><span> e a produtora cultural e escritora </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valquiria-volpato"><span>Valquíria Volpato</span></a><span>, além de pesquisadores da cultura, demais autores do livro e entrevistados nas pesquisas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/celio-turino"><span>Turino</span></a><span>, o trabalho da cátedra vai contribuir muito para a compreensão de que Pontos de Cultura e Cultura Viva, assunto abordado por </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/juan-ignacio-brizuela"><span>Brizuela</span></a><span>, vão muito além de uma política pública, constituindo-se enquanto “filosofia” ou “compreensão de relações a partir do comunitário”.</span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sharine-machado-25-10-2023/image" alt="Sharine Machado - 25/10/2023" title="Sharine Machado - 25/10/2023" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">A pesquisadora Sharine Machado Melo analisou os processos que resultaram na promulgação da Lei Aldir Blanc. Foto: Leonor Calasans</dd>
</dl>Da análise de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sharine-machado-cabral-melo"><span>Melo</span></a><span> sobre a criação da </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/Lei/L14017.htm"><span>Lei Aldir Blanc</span></a><span>, Turino explicou que o surgimento dos movimentos virtuais no Brasil logo no começo da pandemia, reunindo cerca de “40 mil” artistas, criadores, gestores e animadores culturais, ocorreram porque “junto com o conceito de cultura viva na primeira década do século 21, o país foi vanguarda mundial em cultura digital, “entendida não somente enquanto tecnologia mas como cultura a partir do software livre”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A dramaturga </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/onisaje"><span>Onisajé</span></a><span> (Fernanda Júlia), educadora e pesquisadora da cultura africana no Brasil com ênfase no Candomblé, falou sobre a importância do ponto de cultura na cidade de Alagoinhas. Além de diretora artística, Onisajé é</span><span> Yakekerê (mãe pequena, segunda sacerdotisa do terreiro) no Ilê Axé Oyá L´adê Inan, comunidade de terreiro local.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Um ponto de cultura é a possibilidade de manter acesa e em processo de radiação as nossas identidades múltiplas, contribuições, construções culturais que reverberam no modo como somos, pensamos, criamos e nos expressamos esteticamente”.</span><span> Usando a metáfora do farol como “fonte de luz reversa”, disse que, no interior do estado, </span><span>o ponto de cultura transforma “aquela localidade, aquele espaço, aquele recorte de território em um farol para a sua comunidade e que também recebe a luz daquela comunidade para dentro de si”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Gestora pública na área de cultura, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valquiria-volpato"><span>Valquíria Volpato</span></a><span> falou sobre a experiência vivida na cidade de Cachoeiro de Itapemirim (Espírito Santo) no começo do confinamento, às vésperas de lançamento de um edital que disponibilizaria R$ 650 mil por meio da Lei Rubem Braga, principal mecanismo de fomento a novos projetos artísticos e culturais do município. “O contingenciamento, as paralisações e tudo que sobreveio naquele momento foi tão drástico e dramático que fez tudo recuar”, relatou, recordando o fechamento inesperado de teatros e centros culturais.</span></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valquiria-volpato"><span>Volpato</span></a><span> disse que foi a partir dos encontros promovidos pelo Fórum Nacional dos Conselhos que “viajou o Brasil” através da cadeira do seu quarto. “Foi tão bom e diferente fazer parte daquilo tudo”, descreveu. “ Por meio das pautas de gestão,era como se eu tivesse me transformado no que unia o cachoeirense artista com as pautas no Congresso”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela conta que as reuniões virtuais com outros gestores culturais produziram a sensação de “corrida contra o tempo”, em que era preciso simplificar o processo de captação de recursos para torná-lo “rápido, célere, descomplicado”, alcançando, assim, os mais atingidos.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Tensões e incertezas</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Dirigindo uma questão a </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sharine-machado-cabral-melo"><span>Sharine Melo</span></a><span> sobre o papel das redes na pandemia, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-sousa"><span>Ana Paula Sousa</span></a><span>, editora da versão impressa da revista Carta Capital e moderadora da roda de conversa, pediu que a pesquisadora comentasse o quanto a pandemia, com toda a sua “carga trágica”, acabou “favorecendo” a potência das redes virtuais.</span></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sharine-machado-cabral-melo"><span>Melo</span></a><span> respondeu que as redes trouxeram uma possibilidade de “respiro” ou “iminência” de algo que está no limiar entre a “realidade” e o “possível”. Ela leu o poema “Bilhete para o Bivar”, de Roberto Piva, escrito que lhe serviu de ponto de partida para a pesquisa que deu origem ao ensaio “Pela Onda Luminosa: A Articulação em Rede a Favor da Lei Aldir Blanc no Contexto das Políticas Culturais Brasileiras”.</span></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/juan-ignacio-brizuela"><span>Juan Brizuela</span></a><span> explicou que a expressão “fora do jogo”, usada em seu texto</span><span> </span><span>“Fora de Jogo? Territórios Latinos-Americanos e Instituições Culturais no Brasil”, é uma referência à regra  “offside” ou posição de “impedimento” que se aplica no futebol, como também às instituições consideradas “fora do lugar”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Se extrapolarmos ao pensar as instituições culturais nos ‘interiores’ dos ‘interiores’ da América Latina, onde muitas vezes não há uma vivência cotidiana das entidades modernas clássicas existentes nas regiões metropolitanas, como museus, teatros, isso significa que não existe nenhuma institucionalidade da cultura nesses lugares?”, pergunta. “Hoje, em especial fora das regiões metropolitanas, instituições religiosas, por exemplo, são as principais formadoras de artistas e profissionais da cultura”, diz. “São mercados culturais muito potentes”.</span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mariana-matadamas-25-10-2023/image" alt="Mariana Matadamas - 25/10/2023" title="Mariana Matadamas - 25/10/2023" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Para Mariana Martínez Matadamas resultados estabelecem ''diálogo'' entre experiências diferentes. Foto: Leonor Calasans</dd>
</dl>Para a antropóloga </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mariana-martinez-matadamas"><span>Mariana Martínez Matadamas</span></a><span>, uma das autoras do livro, os resultados das pesquisas tanto no Brasil quanto no México estabelecem “um diálogo” entre experiências diferentes que vem de “especificidades históricas”, mas que também falam de algumas vinculações próprias.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Uma surpresa importante foi descobrir a falta de informação sistematizada no México se comparado aos dados do sistema cultural no Brasil”, aponta. “O que a gente viu ao longo do trabalho é como as comunidades e grupos culturais encontraram espaço nas instituições e também geraram estratégias para modificar e transformar a maneira como se faz política”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A crítica de arte e editora </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-alzugaray"><span>Paula Alzugaray</span></a><span>, diretora de redação da revista de arte e cultura contemporânea seLecT_ceLesTe, apontou que uma das grandes contribuições da pesquisa é a “revisão das noções de comunidade, participação, instituição, criatividade, conferindo-lhes sentidos ampliados, flexibilizados e reelaborados”, que se aplicam “perfeitamente” às preocupações cotidiana de jornalistas, editores e trabalhadores da arte.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Esse livro, que trata das tensões e incertezas da vida laboral da cultura contemporânea latino-americana, tem uma ação propositiva muito salutar de investigar de que modo se articulam e se organizam as redes que buscam soluções e produzem transformações”.</span></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alessandro-azevedo"><span>Alessandro Azevedo</span></a><span>, coordenador da Representação Regional do Ministério da Cultura (MinC) em São Paulo, fez questão de se apresentar como um “trabalhador da cultura”, considerando que o evento representa a “reconstrução da institucionalidade da cultura”. Palhaço e ator de formação, ele comentou sobre algumas iniciativas atuais do MinC, como fomento a “pontões de cultura” e a regulamentação da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo notícia veiculada no último dia 13 de novembro no portal do MinC, trata-se da “maior iniciativa direcionada ao setor cultural do Brasil”. O órgão vem realizando plantões tira-dúvidas três vezes por semana de maneira online. De acordo com informações da publicação, a PNAB pretende destinar, até 2027, R$ 15 bilhões a estados, municípios e Distrito Federal. </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alessandro-azevedo"><span>Azevedo</span></a><span> considera a </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/Lei/L14017.htm"><span>Lei Aldir Blanc</span></a><span> um “marco” de política pública da atuação em rede.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também participaram como comentaristas </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-lucia-pardo"><span>Ana Lúcia Pardo</span></a><span> (UERJ), </span><span>assessora da Comissão de Cultura da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nando-zambia"><span>Nando Zâmbia</span></a><span> (UFBA), </span><span>coordenador da Dinamização de Espaços Culturais da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e do Oyá L’adê Inan Ponto de Cultura na cidade de Alagoinhas, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniele-canedo"><span>Daniele Canedo</span></a><span> (UFRB), produtora e gestora cultural.</span></p>
<p><span>A artista, curadora e gestora de arte e cultura </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andreia-duarte"><span>Andreia Duarte</span></a><span>, </span><span>diretora da Outra Margem e do !PULSA! Movimento Arte Insurgente, abriu os trabalhos com um discurso performático, proferindo “somos cosmos em transformação e a arte é movimento para a vida”. </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leandra Rajczuk Martins</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-23T10:30:43Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/auto-retrato-alvo-retrato-processos-presentes">
    <title>Auto Retrato, Alvo Retrato: Processos Presentes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/auto-retrato-alvo-retrato-processos-presentes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr">A exposição já passou pelas cidades de Pradópolis, Guariba, Franca e Batatais e traz obras dos artistas Maria Helena Ramos e Jaime Domingos Cruz Macalé, que juntamente com os artistas e curadores Emaye Natalia Marques e Betto Souza, apresentarão 30 obras explorando temas como memórias, família, resistência e afetividade, destacando a riqueza da arte preta no interior de São Paulo.</p>
<p dir="ltr">"Auto Retrato, Alvo Retrato: Processos Presentes" é estruturada em dois eixos metafóricos que dão nome à exposição, refletindo sobre a importância de olhar para o passado para traçar nosso caminho. A exposição foi aprovada pelo edital Proac Nº 10/2022 – Artes Visuais / Circulação de Exposição.</p>
<p dir="ltr">A visitação é gratuita e pode ser feita de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Afro-Brasileiros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-02-16T13:34:58Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/201ccomo-sera-o-amanha201d-afrofuturismos-e-a-redescoberta-dos-quilombos-e-das-cidades-como-laboratorios-de-experimentacao-cultural-e-criativa-28-06-2023">
    <title>“Como Será o Amanhã”: Afrofuturismos e a Redescoberta dos Quilombos e das Cidades como Laboratórios de Experimentação Cultural e Criativa - 28/06/2023 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/201ccomo-sera-o-amanha201d-afrofuturismos-e-a-redescoberta-dos-quilombos-e-das-cidades-como-laboratorios-de-experimentacao-cultural-e-criativa-28-06-2023</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Afro-Brasileiros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eixos Temáticos USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-11T18:32:14Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2022/encantar-na-fronteira-do-conhecimento-conversa-sobre-arte-ciencia-e-conhecimento-16-12-2022">
    <title> Encantar na Fronteira do Conhecimento: Sobre Desenho - Cânones, Experimentos, Transcendências - 16/12/2022</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2022/encantar-na-fronteira-do-conhecimento-conversa-sobre-arte-ciencia-e-conhecimento-16-12-2022</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-12-15T12:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/exposicoes/montagem-da-exposicao-grace-at-the-boundary-of-knowledge-21-a-26-07-2022">
    <title>Montagem da exposição: Grace at the boundary of knowledge 21 a 26/07/2022</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/exposicoes/montagem-da-exposicao-grace-at-the-boundary-of-knowledge-21-a-26-07-2022</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-14T14:12:08Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/exposicoes/montagem-da-exposicao-grace-at-the-boundary-of-knowledge-21-a-26-07-2022/grace-at-the-boundary-of-knowledge-sandra-boeschenstein-21-07-2022-montagem-da-exposicao">
    <title>Grace at the boundary of knowledge - Sandra Boeschenstein - início da montagem da exposição - 21/07/2022 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/exposicoes/montagem-da-exposicao-grace-at-the-boundary-of-knowledge-21-a-26-07-2022/grace-at-the-boundary-of-knowledge-sandra-boeschenstein-21-07-2022-montagem-da-exposicao</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-24T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/exposicoes/exposicao-grace-at-the-boundary-of-knowledge-11-08-2022-a-19-11-2022">
    <title>Exposição Grace at the boundary of knowledge - 11/08/2022 a 19/11/2022</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/exposicoes/exposicao-grace-at-the-boundary-of-knowledge-11-08-2022-a-19-11-2022</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-14T14:14:09Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/exposicoes/exposicao-grace-at-the-boundary-of-knowledge-11-08-2022-a-19-11-2022/grace-at-the-boundary-of-knowledge-sandra-boeschenstein-21-07-2022-montagem-da-exposicao-1">
    <title>Abertura da exposição Grace at the boundary of knowledge - 11/08/2022</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/exposicoes/exposicao-grace-at-the-boundary-of-knowledge-11-08-2022-a-19-11-2022/grace-at-the-boundary-of-knowledge-sandra-boeschenstein-21-07-2022-montagem-da-exposicao-1</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-24T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/nao-chame-indio-povos-originarios">
    <title>“Não me Chame de Índio”: Reflexões Sobre o Desenvolvimento de Projetos Culturais e Artísticos Entre os Povos Originários</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/nao-chame-indio-povos-originarios</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3><a class="external-link" href="http://proetusp.webhostusp.sti.usp.br/" target="_blank">Programa Eixos Temáticos</a></h3>
<p>As populações indígenas têm reinventado estratégias de luta pela conquista de direitos no Brasil. Nesse contexto, a dimensão da cultura tem sido extremamente significativa no processo de reconhecimento e de ampliação das experiências indígenas em espaços de participação e controle social. Percebemos que a crescente consciência da importância da cultura na institucionalização de uma democracia participativa tem fortalecido as estratégias de luta pela garantia dos territórios e organizado modos institucionais de acesso ao Estado, em seu papel de garantidor de direitos. Por isso, discutir sobre políticas culturais indígenas expressa tanto um modo de ampliar a emergência dos povos originários como atores sociais na esfera pública, quanto uma possibilidade de estimular o entendimento da dimensão cultural como arena de luta. Nosso interesse é compreender quais os desafios contemporâneos das políticas culturais indígenas e como a produção artística dos povos originários tem contribuído no agenciamento de políticas e na garantia de visibilidade e direitos. Se há cura para o que dura, nos perguntamos: “é possível inspirar e transformar um mundo que não respeita nosso chão?”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eixos Temáticos USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-04-13T12:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/abertas-as-inscricoes-para-curso-sobre-saude-mental-imigracao-e-interculturalidade">
    <title>Abertas as inscrições para curso sobre saúde mental, imigração e interculturalidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/abertas-as-inscricoes-para-curso-sobre-saude-mental-imigracao-e-interculturalidade</link>
    <description>O curso recebe o apoio do IEA e é organizado por Sylvia Dantas, professora da Unifesp e coordenadora do Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA. Para se inscrever é necessário enviar o currículo e uma carta de intenção assinada até o dia 10 de agosto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/refugiados" alt="Refugiados" class="image-inline" title="Refugiados" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) realizará um curso gratuito de aperfeiçoamento para profissionais que atuam em contato com a população imigrante e refugiada. A intenção é aproximá-los de aspectos técnicos e teóricos fundamentais para uma abordagem intercultural. As vagas para o curso <i>Saúde Mental, Imigração e Interculturalidade</i> são limitadas e para se inscrever é necessário enviar o currículo e uma carta de intenção assinada (ambos no formato PDF) para o e-mail <a class="mail-link" href="mailto:secretaria.proec@unifesp.br">secretaria.proec@unifesp.br</a> até o dia 10 de agosto.</p>
<div><span>O curso recebe o apoio do IEA e é organizado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a>, professora da Unifesp e coordenadora do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/dialogos-interculturais" class="external-link">Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</a> do IEA. Além de Dantas, outros 14 docentes ministrarão aulas no curso, que será realizado no campus da Unifesp na Vila Clementino. As aulas acontecerão sempre aos sábados, de manhã e à tarde, entre 25 de agosto e 8 de dezembro. Haverá também, semanalmente, um dia de supervisão que será definido na primeira aula. A programação completa do curso está disponível <a class="external-link" href="https://drive.google.com/file/d/0B3_sfqkFZjoNbjBkb0dtZnlZTEVYMTE1eEVDTzgweWtFZ3lZ/view?usp=drive_web">aqui</a>.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">A carga horária do curso é composta por 96 horas teóricas e 84 horas práticas. Entre os temas que serão abordados estão: saúde mental; estresse de aculturação; família e imigração; relações inter-raciais; direito dos refugiados; espaço urbano e imigração; plurilinguismo e educação bilíngue; história, território e identidade; diferentes concepções de saúde e doença.</div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">De acordo com os organizadores, o curso de aperfeiçoamento é voltado para psicólogos, psiquiatras, médicos, enfermeiros, educadores, assistentes sociais, pedagogos, profissionais de direitos humanos e demais profissionais e voluntários que atuam e/ou pretendem atuar em instituição e organização civil junto à população migrante.</div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">Em 2017, também sob a coordenação da professora Sylvia Dantas, a Unifesp realizou um curso de extensão com o mesmo tema. “As aulas e dinâmicas propiciaram um rico espaço de aprendizado de conceitos instrumentais, troca e reflexão sobre a prática junto à população imigrante em São Paulo”, comentou Dantas ao final do curso. Segundo ela, a procura foi quase quatro vezes maior do que o número de vagas, fixado em 30.</div>
</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</span></div>
<div>
<hr />
<div><i><strong>Saúde Mental, Imigração e Interculturalidade</strong></i></div>
<div><i>Campus Unifesp, Vila Clementino</i></div>
<div><i>Mais informações <a class="external-link" href="http://www.unifesp.br/reitoria/proex/pos-graduacao/informacoes-ao-candidato/2014-05-23-17-41-47">neste site</a> ou pelo e-mail <a class="mail-link" href="mailto:marta.oikawa@unifesp.br">marta.oikawa@unifesp.br</a></i></div>
<div><i><a class="external-link" href="https://www.facebook.com/Curso-de-Extens%C3%A3o-Sa%C3%BAde-Mental-Imigra%C3%A7%C3%A3o-e-Interculturalidade-352259771868865/">Facebook do curso</a></i></div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-31T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/webinar-mexico">
    <title>Cátedra Olavo Setubal realiza webinar no México sobre emergências culturais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/webinar-mexico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><a class="external-link" href="http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/691/614/2298-1"><dl class="image-right captioned" style="width:313px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-caderno-de-pesquisa-2-da-catedra-olavo-setubal/image" alt="Capa do Caderno de Pesquisa 2 da Cátedra Olavo Setubal" title="Capa do Caderno de Pesquisa 2 da Cátedra Olavo Setubal" height="445" width="313" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:313px;">Caderno da Cátedra Olavo Setubal com os resultados da pesquisa</dd>
</dl></a>Nos <b>dias 18 e 19 de janeiro, das 15h às 17h</b> (horário de Brasília), será realizado o webinar <i>Emergências Culturais: Instituições, Criadores e Comunidades no Brasil e no México, </i>com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> a partir da Universidade Autônoma Metropolitana (UAM), localizada na Cidade do México [haverá tradução simultânea].</p>
<p style="text-align: left; ">No encontro, serão apresentados os resultados da pesquisa A Institucionalidade da Cultura e as Mudanças Socioculturais, liderada pelo antropólogo cultural <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nestor-garcia-canclini" class="external-link">Néstor García Canclini</a> durante sua titularidade (2020-2022) na <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>, parceria entre o IEA e o Itaú Cultural.</p>
<table class="tabela-esquerda-400-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><b><b>Encontro "Emergências Culturais Latino-Americanas: Instituições, Criadores e Comunidades no Brasil e no México"</b><br /><i>25 de novembro de 2021</i></b></p>
<p><b>Notícia</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/resultados-pesquisa-canclini" class="external-link">Néstor García Canclini apresenta resultados de pesquisa sobre institucionalidade da cultura</a></li>
</ul>
<p><b>Midiateca</b></p>
<ul>
<li>Vídeos<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/emergencias-culturais-latino-americanas-instituicoes-criadores-e-comunidades-no-brasil-e-no-mexico" class="external-link">Português</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/emergencias-culturales-latinoamericanas-instituciones-creadores-y-comunidades-en-brasil-y-mexico" class="external-link">Español</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2021/emergencias-culturais-latino-americanas-instituicoes-criadores-e-comunidades-no-brasil-e-no-mexico-1o-encontro-reuniao-fechada" class="external-link">Fotos 1º dia<br /></a><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2021/emergencias-culturais-latino-americanas-instituicoes-criadores-e-comunidades-no-brasil-e-no-mexico-1o-encontro-reuniao-fechada-23-de-novembro-de-2021-2o-encontro-25-de-novembro-de-2021" class="external-link">Fotos 2º dia</a></li>
</ul>
<hr />
<p> </p>
<p><b>Lançamento do Caderno de Pesquisa nº 2 Emergências Culturais Latino-Americanas: Das Histórias aos Acontecimentos</b></p>
<p><b>Versão digital do caderno</b></p>
<ul>
<li>Em português<a class="external-link" href="http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/691/614/2298-1" target="_blank"> (PDF)</a></li>
<li>En español (<a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/cuaderno-2-emergencias-culturales-latinoamericanas" class="external-link">PDF</a>)</li>
</ul>
<p><b>Notícia</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/caderno-2-catedra-olavo-setubal" class="external-link">Emergências culturais são tema de novo caderno da Cátedra Olavo Setubal</a></li>
</ul>
<p><b>Midiateca</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/lancamento-do-caderno-de-pesquisa-no-2-emergencias-culturais-latino-americanas-das-historias-aos-acontecimentos-no-brasil" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<br />
<p><b>Lançamento do Caderno de Pesquisa nº 1<br />"A Institucionalização da Cultura e as Mudanças Socioculturais"</b></p>
<p><b>Versões digitais do caderno</b></p>
<ul>
<li>Português: <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/cadernos-de-pesquisa-catedra-olavo-setubal-1" class="external-link">PDF</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/cadernos-de-pesquisa-catedra-olavo-setubal-1-epub" class="external-link">epub</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/cadernos-de-pesquisa-catedra-olavo-setubal-1-mobi" class="external-link">mobi</a></li>
<li>Español: <a class="external-link" href="http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/690/613/2295-1" target="_blank">PDF</a></li>
</ul>
<b> Notícia </b> 
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-olavo-setubal-caderno-1" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal lança caderno sobre a institucionalidade da cultura e mudanças socioculturais</a></li>
</ul>
<p><b>Midiateca</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/lancamento-do-caderno-de-pesquisa-1-a-institucionalidade-da-cultura-e-as-mudancas-socioculturais" class="external-link">Vídeo do seminário de lançamento</a></li>
</ul>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link"></a></p>
<hr />
<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link"><br />Outras notícias sobre a cátedra</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao lado dos pós-doutorandos <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sharine-machado-cabral-melo" class="external-link">Sharine Melo</a> e <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/juan-ignacio-brizuela" class="external-link">Juan Ignacio Brizuela</a> e da pesquisadora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mariana-martinez-matadamas" class="external-link"><span class="external-link" style="text-align: justify; ">Mariana Martínez</span></a>, Canclini estudou as mudanças nas instituições culturais do Brasil e do México e em suas relações com os públicos, os criadores e as comunidades.</p>
<p>A pesquisa analisou também o movimento de milhares de artistas e gestores que levou à aprovação da <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/L14017.htm" target="_blank">Lei 14.070/20</a>, que destinou R$ 3 bilhões aos estados e municípios brasileiros para combater o desemprego entre os profissionais da área e o fechamento de espaços culturais. Conhecida como Lei Aldir Blanc, a iniciativa apoiou novas experiências criativas e de comunicação durante a pandemia.</p>
<p>A pesquisa incluiu uma análise da situação do México no mesmo período, abordando a relação dessas políticas emergenciais com as culturas comunitárias e as redes, nas sociedades brasileira e mexicana.</p>
<h3>Programação</h3>
<p><b><span style="text-decoration: underline;"> </span></b></p>
<p><b>18 de janeiro, das 15h às 17h (horário de Brasília)</b></p>
<p><b>Tema:</b> As Instituições Culturais e as Culturas Comunitárias no Brasil e no México</p>
<p><b>Apresentações:</b></p>
<p>Instituições, Comunidades e Criadores: Da Precariedade à Emergência - <i>Néstor García Canclini</i></p>
<p style="padding-left: 30px; ">As Políticas Culturais e a Mobilização Digital no Brasil - <i>Sharine Melo</i></p>
<p style="padding-left: 30px; ">Pontos de Cultura, Plataformas e Redes Latino-Americanas - <i>Juan Brizuela</i></p>
<p><b>Comentaristas:</b></p>
<p><i><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-lins-ribeiro" class="external-link">Gustavo Lins Ribeiro</a></i>, professor do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UnB</p>
<p><i><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-teixeira-coelho" class="external-link">Teixeira Coelho</a></i>, professor emérito da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP</p>
<p><b>Moderadora:</b></p>
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/laura-raquel-valladares-de-la-cruz" class="external-link">Laura Raquel Valladares de la Cruz</a><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">(UAM em Iztapalapa, Cidade do México)</span></p>
<p><b>19 de janeiro de 2022, das 15h às 17h (horário de Brasília)</b></p>
<p><b>Tema:</b> Emergências Culturais e seu Futuro</p>
<p><b>Apresentações:</b></p>
<p>México: Instituições, Movimentos e Monumentos – <i>Néstor García Canclini e Mariana Martínez</i></p>
<p>Perspectivas a partir dos Movimentos Socioculturais: Questões sobre as Instituições, as Necessidades das Comunidades e as Demandas dos Trabalhadores da Cultura – <i>Sharine Melo e Juan Brizuela</i></p>
<ul>
</ul>
<p><b>Comentaristas:</b></p>
<p><i><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-minera" class="external-link">María Minera</a></i>, crítica e ativista cultural mexicana</p>
<p><i><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lia-calabre" class="external-link">Lia Calabre</a></i>, professora do Programa de Pós-Graduação em Memória e Acervo da Fundação Casa de Rui Barbosa e do Programa de Pós-Graduação em Cultura e Territorialidade da UFF</p>
<p><b>Moderadora:</b></p>
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/laura-raquel-valladares-de-la-cruz" class="external-link">Laura Raquel Valladares de la Cruz</a><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">(UAM em Iztapalapa, Cidade do México)</span></p>
<ul>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Instituições culturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-01-06T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/teixeira-coelho-emerito-lider-mediador-cultural-provocador">
    <title>Teixeira Coelho, emérito: líder, mediador cultural, provocador </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/teixeira-coelho-emerito-lider-mediador-cultural-provocador</link>
    <description>“Intelectual é uma pessoa que diz não por princípio”, diz o escritor durante seminário em sua homenagem, ocasião em que recebeu o título máximo da Universidade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/margarida-kunsch-entrega-titulo-ao-professor-jose-teixeira-coelho" alt="Margarida Kunsch entrega Titulo ao Professor José Teixeira Coelho" class="image-inline" title="Margarida Kunsch entrega Titulo ao Professor José Teixeira Coelho" /></th><th></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Margarida Kunsch, diretora da ECA-USP, entrega titulo de professor Emérito a Teixeira Coelho</strong></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Precisamos inverter aquela armadilha do século 19 que diz que a economia está no centro e a cultura, na periferia. Sempre insisti no contrário. Isso também foi o que nos motivou a escrever sobre política cultural”. As preocupações sobre cultura, ativismo político e desenvolvimento foram expressas por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a>, durante o encontro <i>Ampliação da Esfera de Presença do Ser: Reflexões sobre a Obra de Teixeira Coelho</i>.</p>
<p>Realizado pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP com apoio do IEA, <span>sob a coordenação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira" target="_blank" title="Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira"><span>Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira</span></a>, integrante do Grupo de Pesquisa do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente" target="_blank">Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a>, </span>o seminário antecedeu a solenidade de titulação do escritor como <a class="external-link" href="http://www3.eca.usp.br/noticias/teixeira-coelho-homenageado-pela-eca-usp">professor emérito pela ECA</a> e aconteceu na antiga sala do Conselho Universitário (CO) da USP no dia <strong>23 de setembro</strong>.</p>
<p>Crítico literário, especialista em política cultural, doutor em teoria literária e literatura comparada pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Teixeira Coelho recebeu homenagens de colegas e amigos com estreita relação com sua produção intelectual, como <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/celso-favaretto" class="external-link">Celso Favaretto</a> (Faculdade de Educação e FFLCH, ambas USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/regina-silveira" class="external-link">Regina Silveira</a> (ECA-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/manuel-da-costa-pinto" class="external-link">Manuel da Costa Pinto</a> (jornalista e crítico literário), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alfons-martinell" class="external-link">Alfons Martinell</a> (Universidad de Girona, Espanha), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/gerardo-caetano" class="external-link">Gerardo Caetano</a> (Universidad de La República, Uruguai) e Martin Grossmann (diretor do IEA-USP e professor da ECA).</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/vahan-agopyan-durante-entrega-do-titulo-de-professor-emerito-da-usp-ao-professor-jose-teixeira-coelho" alt="Mesa de abertura da entrega do título de Professor Emérito da USP ao professor José Teixeira Coelho" class="image-inline" title="Mesa de abertura da entrega do título de Professor Emérito da USP ao professor José Teixeira Coelho" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A partir da esq.: Milanesi, Kunsch, Agopyan e Monteiro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na mesa de abertura estavam Vahan Agopyan, vice-reitor da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/margarida-krohling-kunsch" class="external-link">Margarida Krohling Kunsch</a>, diretora da ECA-USP, Eduardo Henrique Soares Monteiro, vice-diretor da ECA-USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/luiz-milanesi" class="external-link">Luiz Augusto Milanesi</a>, chefe do Departamento de Biblioteconomia da ECA-USP, ao qual Teixeira Coelho era vinculado desde 1973, quando iniciou sua carreira docente na USP.</p>
<p>O homenageado chamou a atenção para o atual momento do Brasil e o seu significado. “O desenvolvimento não é resultado apenas de condições materiais objetivas. O país precisa também de condições culturais para se desenvolver. Será que a cada 10 anos teremos de enfrentar a ameaça da década perdida?  Muito provavelmente não temos condições culturais de garantir o desenvolvimento”, disse.</p>
<p>Ele destacou o papel dos cursos de arte e dos mediadores na disseminação cultural. Para desfrutar a cultura de excelência, o público precisa estar preparado, defendeu. “Não adianta cobrar da arte clareza. As pessoas precisam estar preparadas para recebê-la. Cabe à universidade preparar os mediadores culturais que podem fazer a ponte entre a arte e o grande público”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Cultura como demanda social</strong></p>
<p>A ditadura militar, período que “não larga quem o viveu”, deve servir como indicativo para entender o momento em que os estudos sobre política cultural surgiram na USP", disse Teixeira Coelho. Naquela época, contou, a ECA e a USP já formavam “interpretadores” ou “explicadores” das questões brasileiras, professores não especializados na questão cultural. Porém, já havia demanda da sociedade e de segmentos culturais para formar mediadores.</p>
<p>“Nossa decisão de iniciar esses estudos não foi autônoma. O que fizemos foi ouvir as demandas sociais e compreender o momento pelo qual passávamos. Isso vale até hoje, pois cabe à universidade reagir às necessidades externas. Os estudos não surgiram da nossa vontade e sim da sociedade”, disse.</p>
<p>O desafio seguinte foi preparar a disciplina e os cursos que tratam de política cultural, contou. “O pessoal de política cultural teve que demonstrar que esse tema poderia ser uma disciplina acadêmica, que depois virou especialização e mestrado. O jeito de fazer isso foi criar um léxico de conceitos correlatos da área”, lembrou, referindo-se ao “Dicionário Crítico de Política Cultural – Cultura e Imaginário”, uma obra referencial.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-teixeira-coelho" alt="José Teixeira Coelho " class="image-inline" title="José Teixeira Coelho " /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Teixeira Coelho: "A literatura não é algo pessoal."</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Provocador</strong></p>
<p>Sobre a condição de ativista e provocador colocada por colegas durante a homenagem, o novo professor emérito disse aceitá-la. “Isso nunca me incomodou. Ao contrário, cheguei a escrever um pequeno livro, 'O intelectual brasileiro, dogmatismos e outras confusões’, para afirmar minha crença de que intelectual é uma pessoa que diz 'não' por princípio. Porque me incomoda muito as adesões surgirem antes das conclusões”.</p>
<p>A relação de Teixeira Coelho com a escrita começou cedo. Desde idade muita tenra, contou, sua vontade era escrever. “Era um desejo intransitivo. Escrever. Nem sobre nada ou ninguém especificamente. Simplesmente escrever.” Mas num país de alto índice de analfabetos e de pouca leitura, aparece nas entrelinhas que às vezes é doloroso escrever. “Sendo o autor que sou, o que sobrevém após uma publicação é um monumental silêncio. De vez em quando aparece alguém que leu e comenta. Mas aqui no Brasil, onde todos somos muito amigos, contornar a coisa é norma. Ninguém critica”, observa.</p>
<p>Para ele, a vida e a literatura sofrem influências externas. “Por mais estranho que possa parecer, acho que a vida não é algo pessoal. A literatura também não é algo pessoal, pelo menos para mim. O autor nem sempre escolhe o que vai escrever”, comparou.</p>
<p>Aos colegas que analisaram sua vasta trajetória intelectual, disse: “Nunca teorizei nem expliquei nada sobre minhas narrativas. Sinto como se de fato fosse outra dimensão do meu trabalho. Ao ouvir o Manuel (da Costa Pinto) e o Celso (Favaretto) falarem sobre o meu trabalho, sinto como se falassem de uma outra pessoa que não sei exatamente quem é”.</p>
<p><strong>Arte-ativismo</strong></p>
<p>A artista plástica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/regina-silveira" class="external-link">Regina Silveira</a>, docente aposentada do Departamento de Artes Plásticas da ECA/USP, pertenceu ao conselho curatorial do Museu de Arte de São Paulo (MASP) quando Teixeira Coelho foi curador-coordenador da instituição. Segundo ela, Teixeira Coelho assumiu o cargo num momento em que o museu tentava descobrir rumos. Usou de seu talento de “contador de histórias” e compôs “narrativas visuais instigantes com aproximações inusitadas”, contou.</p>
<p>Regina citou os modos de apresentação do acervo, não mais por países ou períodos históricos, mas por grandes temas capazes de abranger artes e artistas de diferentes tempos e expressões. “Isso foi para mim a marca maior dessas exposições do acervo”, disse.</p>
<p>Em outras exposições, como em <i>Romantismo: a arte do entusiasmo</i>; ou mesmo a “radical” <i>De Fora para dentro</i>, a artista ressaltou a capacidade do curador de subverter a abordagem do tema retratado e atrair a atenção do grande público.</p>
<p>Outro trabalho lembrado foi o livro “Dicionário Crítico de Políticas Culturais”, com o qual Teixeira Coelho chamou a atenção do especialista em políticas culturais <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alfons-martinell" class="external-link">Alfons Martinell</a>, da Universidade de Girona, rendendo-lhe um convite para lecionar no mestrado da Universidade de Girona, em que Martinell era diretor.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/cerimonia-de-titulacao-de-jose-teixeira-coelho-netto" class="external-link">Vídeo</a> (palavras de Teixeira Coelho)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/ampliacao-da-esfera-de-presenca-do-ser-reflexoes-em-torno-da-obra-de-teixeira-coelho" class="external-link">Foto</a></p>
<p>Notícia:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/teixeira-coelho-recebe-o-titulo-de-professor-emerito" class="external-link">Encontro debate obra de Teixeira Coelho, que receberá título de professor emérito</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Teixeira Coelho participa no debate sobre novas políticas culturais a partir de uma reflexão profunda sobre o sentido da cultura na sociedade contemporânea e estabelece que as políticas culturais são somente uma parte do sentido da cultura para o ser humano”, disse Martinell.</p>
<p>A formação em Direito permite estender suas preocupações sobre política cultural para o campo dos Direitos Humanos e Direitos Culturais, segundo Martinell.</p>
<p>“Não foi um acadêmico de escritório, mas atuou na gestão cultural de forma direta”, enfatizou o historiador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/gerardo-caetano" class="external-link">Gerardo Caetano</a>, Universidad de La República, Uruguai. Durante os debates, ressaltou que Teixeira Coelho tem o hábito de provocar os colegas não apenas a terem ideias novas, mas a abandonarem as antigas.</p>
<p>Para o diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, Teixeira Coelho é o tipo de curador que enfrenta a realidade brasileira, a qual necessita de intelectuais públicos capazes de assumir o papel de liderança, como fez Teixeira Coelho em várias ocasiões.</p>
<p><span>Na sua gestão como diretor do MAC-USP (de 1998 a 2002), o museu criou uma parceria com o Sesi e expôs, na Avenida Paulista, seu desconhecido acervo em curadorias que exploravam diferentes facetas da arte na contemporaneidade, aproximando assim o grande público das pesquisas realizadas pela universidade no campo das artes visuais. Além de transformar, com uma decisiva reforma, a sede no campus do Butantã em um espaço arquitetônico condizente à operação de um museu de arte, propôs um programa audacioso de construção de uma nova sede na Barra Funda para o MAC, que contou na época com o apoio do então reitor da USP Jacques Marcovitch, do Ministério da Cultura e da Prefeitura da Cidade.</span></p>
<p>Atualmente, Teixeira Coelho é curador da Bienal de Curitiba e colaborador da Cátedra Unesco de Política Cultural da Universidad de Girona, na Espanha, além de consultor do Observatório de Política Cultural do Instituto Itaú Cultural. Ele também foi diretor do Departamento de Informação e Documentação Artística (<span>IDART)</span>, da Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo, e<span style="text-align: justify; ">screveu livros sobre cultura e arte e também obras de ficção. Seu livro "História Natural da Ditadura", publicado em 2006, recebeu o Prêmio Portugal Telecom 2007.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span style="text-align: justify; "><span class="discreet">Foto 1: Cecília Bastos<br />Fotos 2 e 3: Maria Leonor Calasans </span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literature</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-25T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-humanidades-em-tempos-digitais">
    <title>As humanidades em tempos digitais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-humanidades-em-tempos-digitais</link>
    <description>José Teixeira Coelho Netto, professor emérito da ECA, fala sobre o Grupo de Estudos Humanidades Computacionais, que coordenará no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-teixera-coelho-neto" alt="José Teixeira Coelho Netto" class="image-inline" title="José Teixeira Coelho Netto" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>José Teixeira Coelho Netto, coordenador do<br />Grupo de Estudos Humanidades Computacionais</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Se a tecnologia muda a cultura, como admitiu Marx, é natural que as humanidades de tempos em tempos requeiram transformações em seus conceitos de operação, ensino e pesquisa, para se ajustarem à nova realidade de seus objetos de estudo e atualizarem sua própria forma de produção cultural.</p>
<p>Nas últimas décadas, as transformações tecnológicas, especialmente as digitais, têm sido avassaladoras, com impacto profundo nas relações sociais em todas as esferas da vida do indivíduo, do trabalho ao lazer, da educação ao consumo. Está mais que na hora, portanto, de refletir se o conteúdo,  o  formato e os métodos didático-pedagógicos das humanidades se conformam à vida contemporânea.</p>
<p>Essa é a preocupação do Grupo de Estudo Humanidades Computacionais, iniciativa proposta por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a>, professor emérito da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, e aprovada pelo Conselho Deliberativo do IEA em novembro de 2015.</p>
<p>Teixeira explica que as discussões do grupo subsidiarão um projeto bastante prático: a formatação de um programa de formação em cultura e política cultural que corresponda à realidade atual da área. A criação dessa pós-graduação será proposta à ECA-USP, inicialmente, com a expectativa que depois se torne um programa interunidades.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
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<td style="text-align: right; ">
<h3 style="text-align: left; ">Relacionado</h3>
<p style="text-align: left; "><strong>EVENTOS</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong>Ampliação da Esfera de Presença do Ser: Reflexões sobre a Obra de Teixeira Coelho</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/teixeira-coelho-emerito-lider-mediador-cultural-provocador" class="external-link">Notícia: "Teixeira Coelho, emérito: líder, mediador cultural, provocador"</a></li>
<li style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/cerimonia-de-titulacao-de-jose-teixeira-coelho-netto" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/ampliacao-da-esfera-de-presenca-do-ser-reflexoes-em-torno-da-obra-de-teixeira-coelho" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<span><br /></span> 
<ul>
</ul>
<p style="text-align: left; "><strong>As Políticas Culturais como Variáveis Indispensáveis ao Desenvolvimento</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: left; "><a style="text-align: left; " href="https://www.iea.usp.br/noticias/institucionalidade-da-cultura" class="external-link">Notícia: "As políticas culturais como pré-requisito para o desenvolvimento da América Latina"</a></li>
<li style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/las-politicas-culturales-como-variable-indispensable-del-desarrollo" class="external-link">Vídeo</a><span> | </span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/las-politicas-culturales-como-variable-indispensable-del-desarrollo-22-de-setembro-de-2015-1" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p> </p>
<i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-cultura" class="external-link"> 
<hr />
Leia outras notícias<br />sobre cultura</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Entre os objetivos do grupo de estudo está a discussão de novas formas de cultura, suas consequências e as questões de política cultural envolvidas, como no caso da alocação de recursos: “Nos últimos 20 anos do século 20 a ideia era construir centros de cultura físicos; a questão agora pode ser outra”.</p>
<p><strong>Atraso</strong></p>
<p>Segundo Teixeira, “o Brasil está atrasado nas discussões das questões e dilemas que o país deve enfrentar enquanto cultura e civilização em função das transformações tecnológicas, ao passo que no resto do mundo já há dezenas de institutos tratando dessas questões”.</p>
<p>Ele considera que as humanidades no Brasil pensam muito sobre o passado e o presente e pouquíssimo sobre o futuro. “Utilizam-se argumentos aparentemente muito sólidos para evitar a questão: 'Por que me preocupar com o futuro se há suficientes problemas do presente para resolver?'. Mas não teremos futuro se não nos preocuparmos com ele.”</p>
<p>Mesmo entre aqueles nas humanidades que se preocupam com o porvir, com o desenvolvimento, com o crescimento cultural, Teixeira vê um contrassenso: “É comum aqui, nessa área, dirigir para a frente, mas olhando o tempo todo pelo retrovisor, buscando orientação em conceitos dos séculos 19 e 20. Isso com certeza resulta em acidente."</p>
<p>“Estamos trabalhando com uma ideia de homem que provém do Iluminismo, da Revolução Francesa, um ser separado da natureza, que quase se justifica por se sobrepor a ela e dominá-la. Dessa separação entre natureza e cultura veio boa parte da ideia de modernidade, do homem, de natureza e de cultura. E essas ideias talvez não se justifiquem mais.”</p>
<p>As humanidades deveriam provavelmente, por hipótese, associar novamente natureza e cultura, constituindo-as num novo aparelho conceitual que dê conta da nova ideia de homem e do mundo, mas isso não está acontecendo no Brasil, de acordo o pesquisador.</p>
<p>“Não se trata de ignorar o passado, mas reconhecer que há uma cisão entre a ideia moderna de ser humano e a realidade que estamos vivendo.”</p>
<p><strong>Educação</strong></p>
<p>O grupo também irá discutir a educação diante do novo arsenal tecnológico disponível: “Em artes, por exemplo, que tipo de formação é preciso oferecer ao aluno? Alguns países disponibilizam, para ensino e pesquisa, recursos de computação com um poder de processamento, a título de exemplo,  700 vezes maior que o do cérebro humano.  Sabendo que uma das fontes de riqueza do futuro (já é do presente) é a produção de conteúdo, o copyright, como oferecer a formação adequada às novas gerações de estudantes? Ou como contornar isso, caso não seja possível contar com o mesmo tipo de recursos físicos?”</p>
<p>Em 2015, o Ministério da Educação do Japão orientou as universidades a se dedicarem mais a áreas práticas e profissionais, abrindo o caminho para que reduzissem ou fechassem muitos departamentos de humanidades. Na opinião de Teixeira, "em vez de ficarmos apenas condenando o Japão, deveríamos nos perguntar por que um país com uma cultura tão forte tomou essa atitude, quais são as falhas na concepção existente do que são as humanidades para que um governo encontre campo livre para adotar essa postura".</p>
<p>As próprias universidades talvez devam sofrer mudanças estruturais: “Antes as pessoas ‘iam’ até aquilo de que precisavam, hoje tudo ‘é levado’ a elas. Nesse sentido, as universidades como centros fixos podem ser uma ideia em cheque. Não se trata de dizer que elas vão acabar, mas é possível que  mudem substancialmente. Para que não se alterem tão profundamente, caso essa mudança não seja propícia, o que deve mudar dentro delas?” Ele se pergunta se as universidades não estão a caminho de se tornarem centros de pesquisa avançada, em nível de pós-graduação, inclusive no campo das humanidades.</p>
<p>Teixeira alerta que as humanidades terão de dar conta da reflexão sobre a própria transformação física do ser humano e da possível emergência da inteligência artificial complexa.</p>
<p>“Já existe hoje o recurso a enxertos de metal para substituir ossos, assim como órgãos totalmente artificiais e pesquisas para a produção de órgãos humanos por meio de impressoras 3D. Há indicações de que dispositivos de realidade virtual vão mudar completamente nossa experiência do cinema e do jornalismo: em 3D, a guerra reportada estará acontecendo dentro de nossa cabeça, não só na tela à nossa frente.”</p>
<p><strong>Trabalho</strong></p>
<p>No caso do trabalho, graças às tecnologias de automação e inteligência artificial, Teixeira vislumbra o fim possível da “moral rígida, puritana, de que o homem está condenado a ganhar o pão com o suor de seu rosto, como determinou Deus ao expulsá-lo do paraíso”.</p>
<p>Ele lembra o livro de Paul Lafargue (genro de Marx) "O Direito à Preguiça" (1880) para comentar que o desejo de se contrapor a essa moral e não trabalhar embute uma revolta: "O homem quer voltar atrás – e isso é ‘revolução’, palavra que significa não só revolver como  também 'voltar atrás' –, quer voltar ao paraíso, onde não precisava fazer nada para viver."</p>
<p>“A aspiração humana à preguiça é tabu, graças aos resquícios de uma certa ideologia religiosa; mesmo ideologias materialistas insistem no valor do trabalho em oposição ao capital”, diz Teixeira. O problema não seria o fim do trabalho, mas “como distribuir a riqueza produzida pela máquina de modo a permitir uma vida com pouco ou nenhum trabalho, nos termos em que hoje se define essa atividade”.</p>
<p>A possibilidade de o homem ficar livre do trabalho graças a máquinas inteligentes e mesmo de ser superado em todos os aspectos cognitivos pela inteligência artificial é a razão de ser do  <a href="https://www.fhi.ox.ac.uk/">Future of Humanity Institute </a>, criado pela University of Oxford, no Reino Unido, em 2005, e do <a href="http://futureoflife.org/">Future of Life Institute</a>, nos Estados Unidos, destaca Teixeira, que aponta também a relevância dos estudos feitos por transumanistas e pós-humanistas.</p>
<p>Segundo ele, alguns especialistas dizem que há 10% de chance de a inteligência artificial nunca ser alcançada plenamente e outros acreditam, pelo contrário, que há 25% de chance de alcançar-se esse patamar já em 2030. “A maioria dos pesquisadores acredita que o homem estará superado se essa máquina for afinal construída. Alguns mais otimistas dizem que isso será a transcendência do homem; outros, que será a destruição do ser humano.”</p>
<p>A discussão atual, comenta, é se poderemos ou não controlar a máquina: “Há gente muito séria dizendo que criar a inteligência artificial vai ser relativamente rápido, mas controlá-la será muito mais demorado e complexo, a ponto de termos de conviver com ela durante algum tempo sem poder controlá-la, o que pode representar um sério ‘risco existencial’, que é como se denomina a possibilidade de extinção da vida humana”.</p>
<p>Mesmo não havendo ainda máquinas com inteligência comparável à humana, embora já existam computadores com capacidade de processamento centenas de vezes superior à do ser humano, os computadores pessoais (“dos quais os smartphones são a versão radical”) já provocaram profundas mudanças em diversos setores, inclusive na produção e no consumo cultural.</p>
<p><strong>Produção cultural</strong></p>
<p>“Qualquer pessoa pode tirar uma fotografia de qualquer coisa a qualquer hora e em seguida inseri-la no circuito de distribuição de imagens, quer a considere como um bem cultural ou não, como um produto a ser vendido ou não. Também é possível, por exemplo, iniciar uma emissora de rádio baseada na internet e difundir música pelo sistema de assinatura ou gratuitamente, neste caso com os custos cobertos por patrocínio.”</p>
<p><span>No entanto, essa "produtividade" não se mostra tão entusiasmante como poderia parecer se avaliada sob a perspectiva da economia política (riqueza gerada, empregos criados e extintos, coesão social ao redor do fato econômico), segundo Teixeira Coelho.</span></p>
<p>Como referência para essa avaliação, ele destaca o livro “Culture Crash: The Killing of the Creative Class” (O Desastre Cultural: O Massacre da Classe Criativa), do jornalista americano Scott Timberg, lançado em janeiro de 2015.</p>
<p>"Timberg fala de uma classe criativa que começa a definhar sem ter conseguido chegar a ser uma entidade claramente definida", explica Teixeira. Um exemplo disso são os dados levantados pelo economista Alan Krueger sobre a distribuição da receita proveniente da atividade musical citados por Timberg: em 1982, 1% dos músicos com as maiores rendas nos Estados Unidos arrecadaram 26% das receitas de shows de todos os músicos no país; em 2003, os mesmo 1% conquistaram 56% da receita total.</p>
<p>"Graças ao modo de difusão das novas mídias, a concentração de renda, para dar razão a Thomas Picketty [autor de "O Capital no Século 21"] aumentou fortemente inclusive no campo da cultura."</p>
<p>Mas não foi só a concentração de renda que se intensificou. Houve também a redução das opções, de acordo com os dados de Krueger: em 1986, 31 canções estiveram no topo das paradas de sucesso, interpretadas por 29 artistas; mas entre 2008 e 2012, 66 chegaram ao primeiro lugar, contudo, quase a metade delas interpretada por apenas seis artistas.</p>
<p>Outros dois dados citados no livro que confirmam a concentração da renda e a redução das opções: dos 75 mil álbuns lançados no mundo em 2010, apenas mil venderam mais de 10 mil cópias; 10 sites respondiam por 31% do tráfego na internet em 2010, em 2015 eles respondem por 75%.</p>
<p>O quadro é complexo e inúmeras são as questões envolvidas. O Grupo de Estudo Humanidades Computacionais começa, portanto, já com o mérito de colocá-las em cena.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-01-28T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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