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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 51 to 65.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/nexo-contribuicoes-pesquisa-4">
    <title>Nexo Água-Energia-Alimentos: Contribuições das Pesquisas sobre o Contexto Brasileiro (Quarto Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/nexo-contribuicoes-pesquisa-4</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Standard"><b>Eficiência de recursos e metodologias (Parte I)<br /></b></p>
<p class="Standard">Esta série de webinares faz parte do lançamento do livro <a class="external-link" href="http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/817" target="_blank">“The Water-energy-food nexus: what the Brazilian research has to say”</a><span class="external-link">,</span> <span id="docs-internal-guid-2557c17e-7fff-1094-5f1b-7bfc7af2171f"><span class="external-link"> </span> </span>onde   redes de  colaboração com parcerias nacionais e  internacionais   discutem o  potencial da abordagem do nexo para  compreensão e solução   de problemas  socioambientais no contexto  brasileiro.</p>
<p class="Standard">Neste quarto webinar, os convidados discutem o desenvolvimento e aplicação de metodologias para a avaliação da eficiência de recursos do nexo, produção de evidências quantitativas, dados e indicadores.</p>
<p>Compreender e gerenciar a complexa interação entre água, energia e   alimentos é um dos grandes desafios do século 21, particularmente em um   contexto de crises sistêmicas (como a emergência climática e a perda de   biodiversidade), urbanização acelerada, iniquidades socioeconômicas e   amplificação de vulnerabilidades.</p>
<p>Proposta há 10 anos, a perspectiva conceitual e analítica do nexo   água-energia-alimentos busca lançar luz sobre possíveis soluções para   enfrentar de forma integrada e sustentável os desafios relacionados à   provisão e acesso a esses três recursos, e garantir segurança hídrica,   energética e alimentar.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p class="Standard"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vicente-silveira" class="external-link">Vicente Silveira</a> (UFSM)</p>
<p class="Standard"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-nocera-junior" class="external-link"><span class="external-link">Paulo Nocera J</span>r</a> (ESALQ/USP)</p>
<p class="Standard"><span><span class="external-link"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mariana-gutierres-arteiro-da-paz" class="external-link">Mariana Paz</a> (AdaptaBrasil, INPE e IEA/USP-CG)<br /></span></span></p>
<p class="Standard"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-turetta" class="external-link">Ana Paula Turetta</a> (EMBRAPA)</p>
<p><b>Coordenação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-di-giulio" class="external-link">Gabriela Di Giulio</a> (IEA/USP, FSP/USP, University of York), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tadeu-fabricio-malheiros" class="external-link">Tadeu Malheiros</a> (IEA/USP, EESC/USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/michele-dalla-fontana" class="external-link">Michele   Dalla Fontana</a> (Utrecht University)</p>
<div><span><span>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</span></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-05-18T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/nexo-contribuicoes-pesquisa-2">
    <title>Nexo Água-Energia-Alimentos: Contribuições das Pesquisas sobre o Contexto Brasileiro (Segundo Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/nexo-contribuicoes-pesquisa-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Standard"><b>A abordagem do nexo e questões de governança</b></p>
<p class="Standard">Esta série de webinares faz parte do lançamento do livro <a class="external-link" href="http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/817">“The Water-energy-food nexus: what the Brazilian research has to say”</a><span class="external-link">,</span> <span id="docs-internal-guid-2557c17e-7fff-1094-5f1b-7bfc7af2171f"><span class="external-link"> </span> </span>onde redes de  colaboração com parcerias nacionais e  internacionais discutem o  potencial da abordagem do nexo para  compreensão e solução de problemas  socioambientais no contexto  brasileiro.</p>
<p class="Standard">Neste segundo webinar, os convidados discutem a abordagem do nexo e questões de governança em diferentes escalas (como bacia hidrográfica, cidade), com destaque para os processos de tomada de decisão, instrumentos e ações, situando como a abordagem integrativa do nexo pode trazer benefícios sociais para diferentes partes interessadas em diferentes escalas.</p>
<p>Compreender e gerenciar a complexa interação entre água, energia e alimentos é um dos grandes desafios do século 21, particularmente em um contexto de crises sistêmicas (como a emergência climática e a perda de biodiversidade), urbanização acelerada, iniquidades socioeconômicas e amplificação de vulnerabilidades.</p>
<p>Proposta há 10 anos, a perspectiva conceitual e analítica do nexo água-energia-alimentos busca lançar luz sobre possíveis soluções para enfrentar de forma integrada e sustentável os desafios relacionados à provisão e acesso a esses três recursos, e garantir segurança hídrica, energética e alimentar.</p>
<p class="Standard"><b>Exposição:</b></p>
<p class="Standard"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/philip-martin-fearnside" class="external-link">Philip Fearnside</a> (INPA)</p>
<p class="Standard"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-do-carmo-sobral" class="external-link">Maria do Carmo Sobral</a> (UFPE)</p>
<p class="Standard"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rafael-chiodi" class="external-link">Rafael Chiodi</a> (UFLA)</p>
<p class="Standard"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-puppim-de-oliveira" class="external-link">José Puppim</a> (FGV)</p>
<p><b>Coordenação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-di-giulio" class="external-link">Gabriela Di Giulio</a> (IEA/USP, FSP/USP, University of York), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tadeu-fabricio-malheiros" class="external-link">Tadeu Malheiros</a> (IEA/USP, EESC/USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/michele-dalla-fontana" class="external-link">Michele   Dalla Fontana</a> (Utrecht University)</p>
<div><span><span>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</span></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-05-18T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/negowat-nova-ferramenta-para-negociacoes-ambientais">
    <title>Negowat: nova ferramenta para negociações ambientais </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/negowat-nova-ferramenta-para-negociacoes-ambientais</link>
    <description> Pesquisadores do Projeto Negowat estão desenvolvendo uma nova ferramenta para auxiliar na negociação de conflitos sobre água e ocupação do solo na Bacia do Alto Tietê, utilizando a modelagem computacional multi-agente e jogos de papéis entre os envolvidos nos problemas da região.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guarapiranga.jpg" alt="guarapiranga.jpg" class="image-right" title="guarapiranga.jpg" /></p>
<p><b> </b><span style="text-align: justify; ">Desde o início de 2003, uma equipe  internacional de pesquisadores está desenvolvendo uma nova ferramenta  para auxiliar na negociação de conflitos sobre água e ocupação do solo  na Bacia do Alto Tietê. Os pesquisadores integram o Projeto Negowat, que  utiliza a modelagem computacional multi-agente e jogos de papéis entre  os envolvidos nos problemas da região. O mesmo tipo de trabalho está  sendo feito em Cochabamba, Bolívia. (</span><i style="text-align: justify; ">Veja o site oficial do projeto:  <a href="http://www.negowat.org/" target="_blank">www.negowat.org</a>.</i><span style="text-align: justify; ">)</span></p>
<p style="text-align: justify; ">O Negowat (sigla para  "Facilitating Negotiations over Water Conflicts in Latin-American  Periurban Upstream Catchments: Combining Multi-Agent Modelling with Role  Game Playing") é coordenado pelo Centre de Coopération  International en Recherche Agronomique pour le Développement (Cirad), da  França. Os parceiros da instituição francesa são: IEA, Natural  Resources Institute (Reino Unido), Instituto de Economia Agrícola da  Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, Núcleo de Estudos  Agrários da Faculdade de Economia da Unicamp, Pólis – Instituto de  Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais, Centro Andino para  la Gestión y el Uso de Agua da Universidad Mayor de San Simón (Bolívia) e  Centro de Estudios de la Realidad Económica Social (Bolívia). O projeto  é financiado pela Comissão Européia e pela Fapesp.</p>
<p style="text-align: justify; ">A coordenadora do Negowat é a  pesquisadora francesa Raphaèle Ducrot, do Cirad. Ph.D. em agronomia e  especialista em modelagem multi-agente, ela trabalha sobretudo com  problemas de gerenciamento de processos de decisão em sistemas de  irrigação.</p>
<p style="text-align: justify; ">Há três problemas centrais no  gerenciamento da Bacia do Alto Tietê, segundo Ducrot: 1) melhoria da  qualidade da água e proteção dos recursos, especialmente nas nascentes;  2) adequação dos recursos hídricos <i>versus</i> a demanda num  contexto de crescimento populacional e aumento das tensões; 3)  gerenciamento das inundações. A ferramenta a ser elaborada pelo Negowat  será testada em casos ligados a esses problemas tanto na cabeceira do  rio Tietê quanto na Represa Guarapiranga e nas proximidades de  Cochabamba, Bolívia.</p>
<p style="text-align: justify; ">A modelagem multi-agente é uma  nova forma de representação computacional desenvolvida a partir do final  dos anos 80 e que utiliza a chamada linguagem orientada a objetos.  Segundo Ducrot, isso tem sido utilizado nos últimos 10 anos na  indústria, nos robôs, no controle de tráfego aéreo em aeroportos e na  análise do trânsito urbano, entre outros casos. Nos últimos passou a ser  utilizada em centros de pesquisa para gestão de recursos naturais.</p>
<p style="text-align: justify; ">A pesquisadora explica que o  interesse nesse tipo de modelagem deve-se ao fato de ele possibilitar um  modelo muito aberto e permitir representar, simultaneamente, fenômenos  biofísicos e sociedades virtuais, onde agentes representam seres  humanos, com comportamentos básicos como a possibilidade de tomar  decisões, ter uma representação do ambiente e dos outros, de se  comunicar e de agir. Entretanto, ela considera que esses modelos são  bons para representar sistemas complexos, mas não são adequados para  fornecer previsões: “São mais interessantes para ajudar os atores a  discutir a partir de cenários possíveis”.</p>
<p style="text-align: justify; ">“Não tenho certeza se uma  representação muito complexa de um sistema ajude na tomada de decisão,  por isso nossa primeira hipótese é trabalhar com um modelo muito  simples. O importante é que os atores concordem com a representação  feitas sobre eles”, comenta Ducrot. A modelagem será refeita até que  todos concordem com a forma com estão sendo retratados. Feito isso,  acontecerão os jogos de papéis entre os envolvidos no problema. “Outra  vantagem de articular a modelagem multi-agente com o jogo de papéis é  que a modelagem é fechada, depois da concordância com as representações,  enquanto o jogo de papéis é aberto, com as pessoas podendo propor  outros enfoques e posturas.”</p>
<p style="text-align: justify; ">Exemplos de casos possíveis são  os conflitos que podem surgir com agricultores, que podem alegar não  concordar em pagar pela água que ajudam a conservar. Outro caso pode ser  a negociação entre municípios que possuem recursos hídricos abundantes  mas não os consomem e os municípios que usufruem desses recursos. Outra  possibilidade é a situação das invasões de áreas de mananciais por  loteamentos irregulares.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sabesp</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2003-11-18T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/narrativas-sociais-sobre-agua-e-direitos">
    <title>Narrativas sociais sobre água, cidadania e políticas públicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/narrativas-sociais-sobre-agua-e-direitos</link>
    <description>Pesquisadora do Reino Unido traz temas de pesquisa realizados em parceria com brasileiros, no dia 17 de abril</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agua-narrativas-sociais-1" alt="Água narrativas sociais 1" class="image-inline" title="Água narrativas sociais 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A construção de narrativas sobre a simbologia de temas ambientais terá debate no dia 17 de abril </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a class="external-link" href="https://www2.warwick.ac.uk/fac/arts/theatre_s/cp/staff/garde-hansen/">Joanne Garde-Hansen</a>, diretora do Centre for Cultural and Media Policy Studies, da University of Warwick, Reino Unido, trará no dia <strong>17 de abril</strong>, das <strong>15h às 18h</strong>, o tema <i>Água: Nostalgias e Traumas - Narrativas, Direitos e Políticas na Inglaterra</i>. A cientista desenvolve atividades de ensino e pesquisa na área de mídia, memória, arquivos e patrimônio e recentemente vem trabalhando com colegas brasileiros na construção de narrativas sociais ligadas a água e políticas públicas.</p>
<p>Com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> online e sem necessidade de inscrição prévia, o encontro acontece na Sala de Eventos do IEA e terá a moderação dos professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, da Faculdade de Educação (FE) da USP, <a class="external-link" href="http://www.bv.fapesp.br/pt/pesquisador/89104/danilo-rothberg/">Danilo Rothberg,</a> da Universidade Estadual Paulista (Unesp), <a class="external-link" href="http://www4.esalq.usp.br/pesquisa/node/202">Antonio Almeida</a>, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) da USP e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilson-schwartz" class="external-link">Gilson Schwartz</a>, da Escola de Comunicações de Artes (ECA) da USP e integrante do <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017" class="external-link">Programa Ano Sabático do IEA em 2017</a> e coordenador do encontro.</p>
<p>O tema fluido relacionando água, compartilhamentos culturais e memória convida ao diálogo sobre conceitos entre culturas, narrativas sociais, direitos e políticas públicas. “O termo seca, por exemplo, na Europa assume um significado que não coincide com a percepção do fato no Brasil ou em outros países”, diz a pesquisadora.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especiais/agua" class="external-link">Especial Água: Eventos, publicações, reportagens e projetos do IEA sobre o tema água</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Não há uma definição universal sobre termos que apenas teoricamente possuem o mesmo valor ou significado, afirma Garde-Hansen. Nesse sentido, o debate propõe uma reflexão sobre a diversidade ligada a temas que merecem mais atenção na terminologia científica e nas políticas públicas. Buscará conexões e convergências cruciais para a compreensão compartilhada necessária ao diálogo futuro entre nações e culturas.</p>
<p>Organizado pelo IEA, o debate tem apoio do Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo (Nutau) da USP, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da The University of Warwick.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A palestrante</strong></p>
<p>Joanne Garde-Hansen é docente na área de Cultura, Mídia e Comunicação, responsável pelo mestrado em Mídia Global e Comunicação e diretora do Centre for Cultural and Media Policy Studies, da University of Warwick, Reino Unido. desenvolve pesquisas na área de mídia, memória, arquivos e patrimônio. Mantém colaborações multidisciplinares com cientistas das mais diversas áreas, entre elas geografia, recursos naturais, computação, história, além de comunicação e cultura.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agua-narrativas-sociais-2" alt="Água narrativas sociais 2" class="image-inline" title="Água narrativas sociais 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Em Crateús, sertão do Ceará, moradores pagam R$ 0,50 por galão de 20 litros de água não potável</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Autora de diversos livros – os recentes incluem “Emotion Online: Theorizing Affect in the Internet” (Palgrave Macmillan, 2013), em co-autoria com Kristyn Gorton; “Mídia e Memória” (Edinburgh University Press, 2011), escrito em co-autoria com Andrew Hoskins e Anna Reading; e “Social Memory Technology: Theory, Practice, Action” (Routledge 2016), entre outros.</p>
<p>Desde 2012 vem trabalhando com parceiros do Brasil, como o professor Gilson Schwartz, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, Karen Worcman, do Museu da Pessoa e Carlos Henrique Rezende Falci, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), nos seguintes projetos: “O Digital: Memória Coletiva e Redes Sociais em Conflitos Globais Emergentes”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o British Council; “Memória como Metadados”, financiado Fundo de Parceria Warwick Brasil.</p>
<p>De 2014 a 2019 será co-investigadora do projeto “Developing a Drought Narrative Resource in a Multi-Stakeholder Decision-Making Utility for Drought Risk Management, ou  <a href="http://www1.uwe.ac.uk/et/research/dry.aspx" target="_parent">DRY (Drought Risk and You)</a>.</p>
<p>Desde 2016 vem realizando visitas em Bauru, interior do estado de São Paulo, explorando o tema “Narrativas sobre a Água e Hidrocidadania Digital”, pesquisa realizada com o professor Danilo Rothberg, da Univeridade Estadual Paulista (Unesp) com financiamento da Fapesp e Warwick University.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas; Fernando Frazão/Agência Brasil</span></p>
<hr />
<p><i><strong>Água: Nostalgias e Traumas - Narrativas, Direitos e Políticas na Inglaterra</strong><br /></i><i>17 de abril, das 15h às 18h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA. Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo. <br /></i><i>Evento público, gratuito e com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Informações com Sandra Sedini, pelo telefone (11) 3091-1678 ou <a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br<br /></a></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/agua-nostalgias-e-traumas" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epistemologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-28T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/mudancas-climaticas-em-sao-paulo-causas-impactos-e-solucoes-14-a-16-de-outubro-de-2015">
    <title>Mudanças Climáticas em São Paulo: Causas, Impactos e Soluções - 14 a 16 de outubro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/mudancas-climaticas-em-sao-paulo-causas-impactos-e-solucoes-14-a-16-de-outubro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-20T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mudancas-climaticas-em-sao-paulo-causas-impactos-e-solucoes">
    <title>Mudanças Climáticas em São Paulo: Causas, Impactos e Soluções</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mudancas-climaticas-em-sao-paulo-causas-impactos-e-solucoes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento reunirá especialistas paulistas e internacionais em Mudanças Climáticas que abordarão os temas Água, Clima, Saúde, Agricultura, Biodiversidade e Políticas Públicas, além de discutirem como o clima poderá mudar o nosso futuro, quais são os impactos esperados e as soluções possíveis para o Estado de São Paulo nas próximas décadas. As mesas serão mediadas por renomados pesquisadores e jornalistas e terão ampla abertura para a plateia participar. Confira a programação abaixo.</p>
<h3>Coordenadores</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-arturo-navas-iannini" class="external-link"><b></b>Carlos Arturo Navas Iannini</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Silveira Buckeridge</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi" class="external-link">Tercio Ambrizzi</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-13T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios">
    <title>Momento de repensar a lógica da gestão da água e equilibrar privilégios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios</link>
    <description>Metrópoles da Europa e América Latina reproduzem modelo de desenvolvimento que não resolve problema da escassez hídrica, mostram especialistas da Espanha e da França.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental-10-de-novembro-de-2015/leandro-del-moral-ituarte-1/@@images/dff75d15-d1c6-41ec-bf19-4deab71dacdc.jpeg" alt="Leandro Del Moral Ituarte" class="image-inline" title="Leandro Del Moral Ituarte" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Para o espanhol Leandro Ituarte, o paradigma hidráulico tem uma longa história cultural que conta com a instrumentalização da mídia. </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Contratos pouco rigorosos quanto aos custos e ao licenciamento ambiental de grandes obras, alterações hidrológicas, drenagens, erosões, obras paralisadas por mal planejamento, deslocamentos de populações, inundações de parques e áreas de preservação. A imensa lista de problemas relacionados a megaprojetos de construção civil poderia estar relacionada ao Brasil, dada a semelhança com a realidade do País. Mas foi apresentada como estudo de caso do sul da Espanha pelo geógrafo e historiador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-del-moral-ituarte" class="external-link">Leandro del Moral Ituarte</a>, da Universidade de Sevilha, Espanha, em palestra dia 10 de novembro no IEA.</p>
<p>O debate <i>Escassez Hídrica, Governança e Justiça Ambiental</i> foi moderado pelo professor<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link"> Pedro Jacobi</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA. Outro expositor foi <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernard-barraque">Bernard Barraqué</a>, do <a class="external-link" href="http://www.cnrs.fr/">Le Centre National de la Recherche Scientifique</a>, (CNRS), de Paris. Os especialistas analisaram o contexto de megaprojetos e seus impactos relacionados à gestão hídrica nas metrópoles.</p>
<p>Ituarte apresentou o caso da bacia baixa de Guadalquivir, que banha territórios da Andaluzia, na Espanha. Mostrou as constantes obras em um porto regional, os gigantescos danos ambientais de uma mineradora, as barragens e transposições de rios que nunca findam a necessidade de drenar mais água.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental-10-de-novembro-de-2015" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“São obras que consolidam um modelo de desenvolvimento baseado em duas regras básicas, fundamentadas na perspectiva financeira e nos benefícios de curto prazo”, disse Ituarte.</p>
<p>Dentro da lógica em que os megaprojetos são aprovados, “eles não podem ser transparentes porque isso os colocaria sob questionamento”, afirmou. Para o geógrafo, o mito do progresso, assim como o planejamento ruim, a subestimação de custos, contratos inadequados e o descumprimento de prazos são categorias que pertencem a um mesmo fenômeno.</p>
<p>“Infelizmente, são projetos que tiveram aprovação popular. O paradigma hidráulico tem uma longa história cultural que conta com a instrumentalização midiática. As compensações ambientais afinal acabam beneficiando engenheiros e biólogos. E tudo é financiado pelo fundo europeu de desenvolvimento”, apontou.</p>
<p>Na Espanha, as tarifas de água são muito sensíveis a quaisquer variações. Com isto, as companhias distribuidoras têm informações detalhadas do consumo, incluindo o número de habitantes de cada residência, disse Ituarte.</p>
<p>“Chegamos a um nível de consumo 40% inferior ao pico registrado em 1991. As tarifas são muito caras porque por um lado, as empresas precisam lucrar. Por outro, devem incentivar a redução do consumo”, afirmou.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental-10-de-novembro-de-2015/leandro-del-moral-ituarte-pedro-jacobi-e-bernard-barraque-3/@@images/7e71e6a5-e59a-428a-a422-ef1986ba02bc.jpeg" alt="Leandro Del Moral Ituarte, Pedro Jacobi e Bernard Barraqué" class="image-inline" title="Leandro Del Moral Ituarte, Pedro Jacobi e Bernard Barraqué" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Jacobi destaca as contradições de a iniciativa privada gerir bens públicos</strong>.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para Jacobi, o exemplo espanhol mostra a contradição de bens públicos serem geridos pela iniciativa privada. “Hoje, a Espanha joga pedra no próprio telhado. Como pode uma empresa privada querer reduzir o consumo? Cabe refletir se a sociedade entende a contradição dessa lógica”, disse Jacobi.</p>
<p>Para o professor, o Brasil segue o mesmo modelo de desenvolvimento. “Vemos acordos privados para a construção de grandes obras do Governo. A lógica mantém o desequilíbrio hídrico. Não precisamos consumir mais e sim, melhor. Ou seja, sem a situação de privilégios para uns e de escassez para outros”, observou Jacobi.</p>
<p>Segundo Jacobi, diante da crise hídrica em diversas metrópoles brasileiras, é o momento de a sociedade brasileira repensar a lógica da desigualdade e estabelecer uma governança democrática da água.</p>
<p>Para Barraqué, diretor de pesquisa do Centre International de Recherche sur l’Environnement et le Développement, disse que na França há diversos modelos de parceria público-privada e que não necessariamente existe contradição no fato da iniciativa privada participar da gestão de bens públicos. “Há muitas outras questões envolvidas. Um fator sem dúvida importante é a participação da comunidade na gestão da água”, disse.</p>
<p>Barraqué, que também atua na Agro ParisTech - École Nationale du Génie Rural, des Eaux et des Fôrets, acredita que não é possível entender a gestão da água sem entender a relação entre o Governo central e os municípios.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental-10-de-novembro-de-2015/bernard-barraque-2/@@images/10adddb0-ad4b-4020-b2e0-e46fc0f52f21.jpeg" alt="Bernard Barraqué" class="image-inline" title="Bernard Barraqué" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Barraqué, da CNRS, da França, não acredita em modelos importados: "Brasil deve construir o seu próprio".</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Muitos municípios precisam da privatização de serviços porque não têm condições de oferecer qualidade, diz Barraqué. “Muitas prefeituras acabam se modernizando com essas parcerias. Acredito que possivelmente isso levará a um novo movimento de remunicipalização modernizada”, disse.</p>
<p>Para Barraqueé, é provável “que as empresas privadas mudem seu papel na gestão da água. Provavelmente terão menos benefícios mas continuarão a atuar nos serviços públicos”.</p>
<p>“Porém, não há modelos que podem ser importados. O Brasil deve construir o seu próprio. Há muito o que avaliar para cada realidade”, disse o especialista, que acaba de produzir para o Banco Mundial um relatório inédito sobre as mudanças climáticas e a problemática da água nas grandes cidades do mundo. Intitulado “Adaptation to Water-related Climate Change in cities”, é assinado em co-autoria com Bruno Tassin.</p>
<p>Poucas cidades no mundo conseguiram estudar o impacto das mudanças climáticas e a gestão das águas com projeções relacionadas aos episódios de secas. “Há muitos estudos relacionados a furacões e enchentes. Mas o único exemplo de estudo que vi relacionado a secas e mudanças climáticas foi em Barcelona”.</p>
<p>Segundo Barraqué, o estudo em questão foi publicado na edição número 3 da <i>Water Economics and Policy</i>, com o título “Selecting an Efficient Adaptation Level to Uncertain Water Scarcity by Coupling Hydrological Modeling and Economic Valuation”, assinado por Roger Guiu e outros autores.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-12T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-102">
    <title>Meio ambiente e patrimônio cultural são destaques da revista Estudos Avançados 102</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-102</link>
    <description>Lançada este mês (agosto) a nova edição (102) da revista Estudos Avançados, que traz os dossiês "Energia e Ambiente", "Híbridos do Conhecimento" e "Espaços Religiosos". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-102" alt="Capa da revista Estudos Avançados 102" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 102" />Já está disponível para dowload gratuíto na plataforma <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2021.v35n102/">SciELO</a> a nova edição (102) da revista <a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>, publicação quadrimestral do IEA. Desta vez a revista traz três dossiês: "Energia e Ambiente", "Híbridos do Conhecimento" e "Espaços Religiosos" [veja <a href="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-102#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo].</p>
<p>Segundo o editor da revista, <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, <span>as múltiplas facetas do dossiê "Energia e Ambiente" </span><span>propõem questões estratégicas para o desenvolvimento </span><span>sustentável. "Guardada a complexidade que as relações entre energia </span><span>e ambiente suscitam, o dossiê aborda problemas que vêm mobilizando a atenção </span><span>da comunidade científica, quando menos da opinião pública informada". </span><span>Parte dos artigos trata de </span><span>estudo de casos, "sugestivos de tendências mais abrangentes que estejam em curso no </span><span>domínio dessas relações" entre energia e ambiente, afirma o editor.</span></p>
<p><span><strong>Qualidade do ar</strong></span></p>
<p><span>De acordo com o artigo que abre o dossiê, "<span>Análise do Monitoramento da Qualidade do Ar </span><span>no Brasil", escrito por pesquisadores do Instituto de Saúde e Sustentabilidade, IEA e Faculdade de Medicina (FM) da USP, apenas dez estados e o Distrito Federal monitoram a qualidade do ar, por meio de 371 estações ativas, 80% delas na Região Sudeste, e apenas cinco estados comunicam em tempo real à população os dados do monitoramento. </span></span><span>Os autores ressaltam que após 30 anos de sua criação, a Rede Nacional de Qualidade do Ar ainda está incompleta, "inviabilizando uma adequada gestão da qualidade do ar pelos órgãos ambientais. </span></p>
<p><span><span>Outro artigo do dossiê ("<span>Infraestrutura Verde para Monitorar e Minimizar </span><span>os Impactos da Poluição Atmosférica") </span>analisa o papel das árvores na retenção em sua superfície de material particulado, um dos principais contaminantes do ar nas cidades. </span></span><span>O trabalho utilizou amostras de cascas de árvores de cinco parques da cidade de São Paulo.</span></p>
<p><span>Os demais cinco artigos do dossiê tratam da integração hídrica na fronteira Brasil-Uruguai; do potencial do estado do Rio Grande do Norte para produção de energia eólica e das políticas necessárias para que a produção dessa energia se consolide; dos problemas na implantação Operação Urbana Consorciada Porto Maravilha, na cidade do Rio de Janeiro; da importância de biodiversidade das florestas tropicais da África e da América do Sul para a produção de medicamentos, pesticidas e outros produtos; e da aproximação das formulações dos povos kaiowa e guarani do Mato Grosso do Sul às reflexões da ecologia política.</span></p>
<p><span><strong>Adaptação climática</strong></span></p>
<p>O segundo dossiê, “Híbridos do Conhecimento”, reúne artigos de integrantes do <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo Pesquisa Ambiente e Socidade</a> do IEA e dialoga com o dossiê anterior ao tratar de temas como adaptação climática em nível local (inclusive em estudo comparativo Brasil-Portugal), políticas para a água e governança de recursos hídricos. O propósito do dossiê é "promover a integração entre diferentes campos do conhecimento sob perspectivas de codesign, coprodução e codisseminação", explica o Adorno.</p>
<p><span>O artigo "Integrando Conhecimentos para Avançar na Adptação Climática no Nível Local", escrito por pesquisadores da USP, Universidade de Veneza (Itália) e Universidade Waikato (Nova Zelância), alerta que a adaptação climática é um desafio particularmente urgente para os tomadores de decisão nos níveis municipal e regional, considerando-se as lacunas no desenvolvimento de respostas locais, como ausência de dados e falta de vontade política ou recursos.</span></p>
<p><span>Estariam os </span><span>atuais instrumentos (políticas, planos e estratégias) de adaptação às mudanças climáticas adequadamente endereçados à redução de desigualdades, justiça e demanda </span><span>por direitos? A questão é discutida no artigo "</span><span>Justiça Climática e as Estratégias de Adaptação </span><span>às Mudanças Climáticas no Brasil e em Portugal". O estudo analisa a produção científica nos dois países sobre justiça climática e discute como suas</span><span> estratégias e </span><span>políticas de adaptação incorporam componentes relacionados à </span><span>justiça.</span></p>
<p>Os temas dos outros três artigos do dossiê são: os desafios da governaça da água a partir do conceito de território hidrossocial; como essa governança se dá na Região Metropolitana de São Paulo; e os conflitos das políticas da água e do esgotamento sanitário e da universalização desses serviços como um common.</p>
<p><span>A abordagem dos temas do dossiê "tem em comum o </span><span>foco na multiplicidade de atores, de interesses e de disputas, o que possibilita avaliar </span><span>impactos no agravamento das desigualdades sociais e nos impasses às garantias de </span><span>direitos humanos para o maior número de cidadãos e cidadãs", afirma o editor. Além disso, as , </span><span>abordagens metodológicas, sistêmicas e interativas dos artigos permitem "conhecer e avaliar </span><span>experimentos e inovações em curso, acenando para um futuro mais sustentável e </span><span>adaptado à escassez de recursos no contexto de mudanças ambientais globais".</span></p>
<p><span> </span><strong>Patrimônio histório e artístico</strong></p>
<p><span>O dossiê “Espaços Religiosos” reúne textos apresentados em seminário organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pesquisa/grupos-pesquisa/grupo-de-pesquisa-tempo-memoria-e-pertencimento" class="external-link">Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</a> do IEA </span><span>em novembro de 2019</span><span>. O evento fez um balanço dos estudos atuais sobre patrimônio histórico e artístico conservado em espapos religiosos e institucionais católicos no Brasil.</span></p>
<p><span> </span><span>A partir do contexto de histórias globais/locais conectadas, o texto "Caminhos Cifrados/Conectados: Patrimônio Jesuítico entre Rio de Janeiro e São Paulo" trata </span><span>das trajetórias de destruição, dispersão, reconstrução e preservação </span><span>que marcaram a história do patrimônio jesuítico na Região Sudeste, </span><span>particularmente dos antigos colégios do Rio de Janeiro e de São Paulo e de localidades </span><span>de missões do litoral paulista e fluminense.</span></p>
<p><span>O dossiê discute também, em quatro artigos, a decoração da Capela de São Miguel Arcanjo, localizada na Zona Leste da cidade de São Paulo, a formação do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas em Embu das Artes (SP), o estabelecimento de espaços católicos próprios pela população negra da cidade de São Paulo no século 19 e vertente artística da restauração da Congregação Beneditina Brasileira, promovida pela Congregação de Beuron, Alemanha, por meio da atuação de integrantes da Escola de Arte de Beuron.</span></p>
<p><strong><i>Versão impressa: os exemplares da edição 102 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis no início de setembro, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) podem enviar mensagem para </i></strong><a href="mailto:estavan@usp.br"><strong><i>estavan@usp.br</i></strong></a><strong><i>.</i></strong></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p> </p>
<h3><span><a name="sumario"></a>SUMÁRIO</span></h3>
<p><strong><span> </span><span>Energia e Ambiente</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Análise do Monitoramento da Qualidade do Ar </span><span>no Brasil - </span><i><span>Evangelina da M. P. A. de Araújo Vormittag, </span><span>Samirys Sara Rodrigues Cirqueira, </span><span>Hélio W. Neto e Paulo H. N. Saldiva</span></i></li>
<li><span>Infraestrutura Verde para Monitorar e Minimizar </span><span>os Impactos da Poluição Atmosférica - </span><i><span>Ana Paula G. Martins, Andreza P. Ribeiro, </span><span>Maurício L. Ferreira, Marco Antonio G. Martins, </span><span>Elnara M. Negri, Marcos Antônio Scapin, </span><span>Anderson de Oliveira, Mitiko Saiki, </span><span>Paulo H. N. Saldiva e Raffale Lafortezza</span></i></li>
<li><span>A Água como Elemento de Integração T</span><span>ransfronteiriça: O Caso da Bacia Hidrográfica </span><span>Mirim-São Gonçalo - </span><i><span>Fernanda de Moura Fernandes, </span><span>Gilberto Loguercio Collares e Rafael Corteletti, </span><span>Panorama do setor eólico no estado do Rio </span><span>Grande do Norte no período 2004-2017 - </span><span>Gerbeson Carlos B. Dantas, Marcus V. S. </span><span>Rodrigues, Leonardo M. X. Silva, Marisete </span><span>D. de Aquino e Antônio Clécio F. Thomaz</span></i></li>
<li><span>Em Busca da Escala Local: Operação Urbana </span><span>Consorciada Porto Maravilha, A</span><span>tualidade e Perspectivas - </span><span><i>Eunice Helena S. Abascal e Carlos A. Bilbao</i></span></li>
<li><span>África e América do Sul: O</span><span> Futuro Passa pela Biodiversidade - </span><span><i>Paulo Roberto Feldmann</i></span></li>
<li><span>Notícias de uma Assembleia Tempestuosa: A</span><span> Ecologia Política segundo os Kaiowa </span><span>e Guarani - </span><span><i>Spensy K. Pimentel</i></span></li>
</ul>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong><span><i> </i></span><span>Híbridos do conhecimento</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Integrando Conhecimentos para Avançar </span><span>na Adaptação Climática no Nível Local - </span><span>Michele D. Fontana, Fabiano de A. Moreira, </span><span>Silvia Serrao-Neumann, Giulia Lucertini, </span><span>Denis Maragno e Gabriela M. Di Giulio</span></li>
<li><span>Justiça Climática e as Estratégias de Adaptação </span><span>às Mudanças Climáticas no Brasil e em Portugal - </span><span>Pedro Henrique Campello Torres, Alberto </span><span>Matenhauer Urbinatti, Carla Gomes, </span><span>Luísa Schmidt, Ana Lia Leonel, </span><span>Sandra Momm e Pedro Roberto Jacobi</span></li>
<li><span>Desafios de Governança da Água: C</span><span>onceito de Territórios Hidrossociais </span><span>e Arranjos Institucionais - </span><span>Vanessa Lucena Empinotti, Natalia D. Tadeu, </span><span>Maria Christina Fragkou e Paulo Antonio </span><span>de Almeida Sinisgalli</span></li>
<li>Os Conflitos das Políticas da Água <span>e do Esgotamento Sanitário: Q</span><span>ue Universalização Buscamos? - </span><span>Mariana G. Arteiro da Paz, Ana Paula </span><span>Fracalanza, Estela Macedo Alves </span><span>e Flávio J. Rocha da Silva</span></li>
<li><span>Governança da Água na Região Metropolitana </span><span>de São Paulo – Desafios à Luz das Mudanças C</span><span>limáticas - </span><span>Pedro Roberto Jacobi, Marcos Buckeridge </span><span>e Wagner Costa Ribeiro</span></li>
</ul>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong>Espaços religiosos</strong></p>
<ul>
<li>Caminhos Cifrados/Conectados: Patrimônio J<span>esuítico entre Rio de Janeiro e São Paulo - </span><span><i>Renata Maria de Almeida Martins</i></span></li>
<li><span>A Decoração da Capela de São Miguel </span><span>Arcanjo em São Miguel Paulista (SP) - </span><span><i>Thais Cristina Montanari</i></span></li>
<li>Do Aldeamento de Mboy à Formação <span>do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas </span><span>em Embu das Artes (SP) - </span><span><i>Angélica Brito Silva</i></span></li>
<li><span>Lugares do Catolicismo Negro na São Paulo </span><span>do Século 19 - </span><span><i>Fabrício Forganes Santos</i></span></li>
<li><span>A arte da Escola Beneditina de Beuron </span><span>no Brasil e a Restauração Religiosa pela Arte - </span><span><i>Klency Kakazu de Brito Yang</i></span></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Patrimônio Histórico e Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Design</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-26T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-102">
    <title>Meio ambiente e patrimônio cultural são destaques da revista Estudos Avançados 102</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-102</link>
    <description>Lançada este mês (agosto) a nova edição (102) da revista Estudos Avançados, que traz os dossiês "Energia e Ambiente", "Híbridos do Conhecimento" e "Espaços Religiosos". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-102" alt="Capa da revista Estudos Avançados 102" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 102" />Já está disponível para dowload gratuíto na plataforma <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2021.v35n102/">SciELO</a> a nova edição (102) da revista <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>, publicação quadrimestral do IEA. Desta vez a revista traz três dossiês: "Energia e Ambiente", "Híbridos do Conhecimento" e "Espaços Religiosos" [veja <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-102#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo].</p>
<p>Segundo o editor da revista, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, <span>as múltiplas facetas do dossiê "Energia e Ambiente" </span><span>propõem questões estratégicas para o desenvolvimento </span><span>sustentável. "Guardada a complexidade que as relações entre energia </span><span>e ambiente suscitam, o dossiê aborda problemas que vêm mobilizando a atenção </span><span>da comunidade científica, quando menos da opinião pública informada". </span><span>Parte dos artigos trata de </span><span>estudo de casos, "sugestivos de tendências mais abrangentes que estejam em curso no </span><span>domínio dessas relações" entre energia e ambiente, afirma o editor.</span></p>
<p><span><strong>Qualidade do ar</strong></span></p>
<p><span>De acordo com o artigo que abre o dossiê, "<span>Análise do Monitoramento da Qualidade do Ar </span><span>no Brasil", escrito por pesquisadores do Instituto de Saúde e Sustentabilidade, IEA e Faculdade de Medicina (FM) da USP, apenas dez estados e o Distrito Federal monitoram a qualidade do ar, por meio de 371 estações ativas, 80% delas na Região Sudeste, e apenas cinco estados comunicam em tempo real à população os dados do monitoramento. </span></span><span>Os autores ressaltam que após 30 anos de sua criação, a Rede Nacional de Qualidade do Ar ainda está incompleta, "inviabilizando uma adequada gestão da qualidade do ar pelos órgãos ambientais. </span></p>
<p><span><span>Outro artigo do dossiê ("<span>Infraestrutura Verde para Monitorar e Minimizar </span><span>os Impactos da Poluição Atmosférica") </span>analisa o papel das árvores na retenção em sua superfície de material particulado, um dos principais contaminantes do ar nas cidades. </span></span><span>O trabalho utilizou amostras de cascas de árvores de cinco parques da cidade de São Paulo.</span></p>
<p><span>Os demais cinco artigos do dossiê tratam da integração hídrica na fronteira Brasil-Uruguai; do potencial do estado do Rio Grande do Norte para produção de energia eólica e das políticas necessárias para que a produção dessa energia se consolide; dos problemas na implantação Operação Urbana Consorciada Porto Maravilha, na cidade do Rio de Janeiro; da importância de biodiversidade das florestas tropicais da África e da América do Sul para a produção de medicamentos, pesticidas e outros produtos; e da aproximação das formulações dos povos kaiowa e guarani do Mato Grosso do Sul às reflexões da ecologia política.</span></p>
<p><span><strong>Adaptação climática</strong></span></p>
<p>O segundo dossiê, “Híbridos do Conhecimento”, reúne artigos de integrantes do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo Pesquisa Ambiente e Socidade</a> do IEA e dialoga com o dossiê anterior ao tratar de temas como adaptação climática em nível local (inclusive em estudo comparativo Brasil-Portugal), políticas para a água e governança de recursos hídricos. O propósito do dossiê é "promover a integração entre diferentes campos do conhecimento sob perspectivas de codesign, coprodução e codisseminação", explica o Adorno.</p>
<p><span>O artigo "Integrando Conhecimentos para Avançar na Adptação Climática no Nível Local", escrito por pesquisadores da USP, Universidade de Veneza (Itália) e Universidade Waikato (Nova Zelância), alerta que a adaptação climática é um desafio particularmente urgente para os tomadores de decisão nos níveis municipal e regional, considerando-se as lacunas no desenvolvimento de respostas locais, como ausência de dados e falta de vontade política ou recursos.</span></p>
<p><span>Estariam os </span><span>atuais instrumentos (políticas, planos e estratégias) de adaptação às mudanças climáticas adequadamente endereçados à redução de desigualdades, justiça e demanda </span><span>por direitos? A questão é discutida no artigo "</span><span>Justiça Climática e as Estratégias de Adaptação </span><span>às Mudanças Climáticas no Brasil e em Portugal". O estudo analisa a produção científica nos dois países sobre justiça climática e discute como suas</span><span> estratégias e </span><span>políticas de adaptação incorporam componentes relacionados à </span><span>justiça.</span></p>
<p>Os temas dos outros três artigos do dossiê são: os desafios da governaça da água a partir do conceito de território hidrossocial; como essa governança se dá na Região Metropolitana de São Paulo; e os conflitos das políticas da água e do esgotamento sanitário e da universalização desses serviços como um common.</p>
<p><span>A abordagem dos temas do dossiê "tem em comum o </span><span>foco na multiplicidade de atores, de interesses e de disputas, o que possibilita avaliar </span><span>impactos no agravamento das desigualdades sociais e nos impasses às garantias de </span><span>direitos humanos para o maior número de cidadãos e cidadãs", afirma o editor. Além disso, as , </span><span>abordagens metodológicas, sistêmicas e interativas dos artigos permitem "conhecer e avaliar </span><span>experimentos e inovações em curso, acenando para um futuro mais sustentável e </span><span>adaptado à escassez de recursos no contexto de mudanças ambientais globais".</span></p>
<p><span> </span><strong>Patrimônio histório e artístico</strong></p>
<p><span>O dossiê “Espaços Religiosos” reúne textos apresentados em seminário organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/grupo-de-pesquisa-tempo-memoria-e-pertencimento" class="external-link">Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</a> do IEA </span><span>em novembro de 2019</span><span>. O evento fez um balanço dos estudos atuais sobre patrimônio histórico e artístico conservado em espapos religiosos e institucionais católicos no Brasil.</span></p>
<p><span> </span><span>A partir do contexto de histórias globais/locais conectadas, o texto "Caminhos Cifrados/Conectados: Patrimônio Jesuítico entre Rio de Janeiro e São Paulo" trata </span><span>das trajetórias de destruição, dispersão, reconstrução e preservação </span><span>que marcaram a história do patrimônio jesuítico na Região Sudeste, </span><span>particularmente dos antigos colégios do Rio de Janeiro e de São Paulo e de localidades </span><span>de missões do litoral paulista e fluminense.</span></p>
<p><span>O dossiê discute também, em quatro artigos, a decoração da Capela de São Miguel Arcanjo, localizada na Zona Leste da cidade de São Paulo, a formação do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas em Embu das Artes (SP), o estabelecimento de espaços católicos próprios pela população negra da cidade de São Paulo no século 19 e vertente artística da restauração da Congregação Beneditina Brasileira, promovida pela Congregação de Beuron, Alemanha, por meio da atuação de integrantes da Escola de Arte de Beuron.</span></p>
<p><strong><i>Versão impressa: os exemplares da edição 102 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis no início de setembro, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) podem enviar mensagem para </i></strong><a href="mailto:estavan@usp.br"><strong><i>estavan@usp.br</i></strong></a><strong><i>.</i></strong></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p> </p>
<h3><span><a name="sumario"></a>SUMÁRIO</span></h3>
<p><strong><span> </span><span>Energia e Ambiente</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Análise do Monitoramento da Qualidade do Ar </span><span>no Brasil - </span><i><span>Evangelina da M. P. A. de Araújo Vormittag, </span><span>Samirys Sara Rodrigues Cirqueira, </span><span>Hélio W. Neto e Paulo H. N. Saldiva</span></i></li>
<li><span>Infraestrutura Verde para Monitorar e Minimizar </span><span>os Impactos da Poluição Atmosférica - </span><i><span>Ana Paula G. Martins, Andreza P. Ribeiro, </span><span>Maurício L. Ferreira, Marco Antonio G. Martins, </span><span>Elnara M. Negri, Marcos Antônio Scapin, </span><span>Anderson de Oliveira, Mitiko Saiki, </span><span>Paulo H. N. Saldiva e Raffale Lafortezza</span></i></li>
<li><span>A Água como Elemento de Integração T</span><span>ransfronteiriça: O Caso da Bacia Hidrográfica </span><span>Mirim-São Gonçalo - </span><i><span>Fernanda de Moura Fernandes, </span><span>Gilberto Loguercio Collares e Rafael Corteletti, </span><span>Panorama do setor eólico no estado do Rio </span><span>Grande do Norte no período 2004-2017 - </span><span>Gerbeson Carlos B. Dantas, Marcus V. S. </span><span>Rodrigues, Leonardo M. X. Silva, Marisete </span><span>D. de Aquino e Antônio Clécio F. Thomaz</span></i></li>
<li><span>Em Busca da Escala Local: Operação Urbana </span><span>Consorciada Porto Maravilha, A</span><span>tualidade e Perspectivas - </span><span><i>Eunice Helena S. Abascal e Carlos A. Bilbao</i></span></li>
<li><span>África e América do Sul: O</span><span> Futuro Passa pela Biodiversidade - </span><span><i>Paulo Roberto Feldmann</i></span></li>
<li><span>Notícias de uma Assembleia Tempestuosa: A</span><span> Ecologia Política segundo os Kaiowa </span><span>e Guarani - </span><span><i>Spensy K. Pimentel</i></span></li>
</ul>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong><span><i> </i></span><span>Híbridos do conhecimento</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Integrando Conhecimentos para Avançar </span><span>na Adaptação Climática no Nível Local - </span><span>Michele D. Fontana, Fabiano de A. Moreira, </span><span>Silvia Serrao-Neumann, Giulia Lucertini, </span><span>Denis Maragno e Gabriela M. Di Giulio</span></li>
<li><span>Justiça Climática e as Estratégias de Adaptação </span><span>às Mudanças Climáticas no Brasil e em Portugal - </span><span>Pedro Henrique Campello Torres, Alberto </span><span>Matenhauer Urbinatti, Carla Gomes, </span><span>Luísa Schmidt, Ana Lia Leonel, </span><span>Sandra Momm e Pedro Roberto Jacobi</span></li>
<li><span>Desafios de Governança da Água: C</span><span>onceito de Territórios Hidrossociais </span><span>e Arranjos Institucionais - </span><span>Vanessa Lucena Empinotti, Natalia D. Tadeu, </span><span>Maria Christina Fragkou e Paulo Antonio </span><span>de Almeida Sinisgalli</span></li>
<li>Os Conflitos das Políticas da Água <span>e do Esgotamento Sanitário: Q</span><span>ue Universalização Buscamos? - </span><span>Mariana G. Arteiro da Paz, Ana Paula </span><span>Fracalanza, Estela Macedo Alves </span><span>e Flávio J. Rocha da Silva</span></li>
<li><span>Governança da Água na Região Metropolitana </span><span>de São Paulo – Desafios à Luz das Mudanças C</span><span>limáticas - </span><span>Pedro Roberto Jacobi, Marcos Buckeridge </span><span>e Wagner Costa Ribeiro</span></li>
</ul>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong>Espaços religiosos</strong></p>
<ul>
<li>Caminhos Cifrados/Conectados: Patrimônio J<span>esuítico entre Rio de Janeiro e São Paulo - </span><span><i>Renata Maria de Almeida Martins</i></span></li>
<li><span>A Decoração da Capela de São Miguel </span><span>Arcanjo em São Miguel Paulista (SP) - </span><span><i>Thais Cristina Montanari</i></span></li>
<li>Do Aldeamento de Mboy à Formação <span>do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas </span><span>em Embu das Artes (SP) - </span><span><i>Angélica Brito Silva</i></span></li>
<li><span>Lugares do Catolicismo Negro na São Paulo </span><span>do Século 19 - </span><span><i>Fabrício Forganes Santos</i></span></li>
<li><span>A arte da Escola Beneditina de Beuron </span><span>no Brasil e a Restauração Religiosa pela Arte - </span><span><i>Klency Kakazu de Brito Yang</i></span></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Patrimônio Histórico e Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Design</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-26T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/marina-week-2022">
    <title>Marina Week 2022</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/marina-week-2022</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O mar é parte essencial das nossas vidas. Ele nos protege e nos alimenta, distribui ventos e chuvas, regula as temperaturas e fertiliza o planeta. É o lar de milhares de formas de vida. Nos traz paz, alegria e descanso e é fonte de infinita inspiração cultural.</p>
<p>Mas ele não é inesgotável.</p>
<p>O mar está sujo e cansado, quase sem forças para se recuperar. Suas águas estão mais quentes, mais poluídas e suas riquezas estão sendo dilapidadas. Algo precisava ser feito.</p>
<p>Para reverter este cenário de iminente colapso dos oceanos, a Assembleia Geral das Nações Unidas nomeou os próximos dez anos (2021-2030) como a Década das Nações Unidas para a Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável. Serão dez anos de esforços conjuntos de todas as nações para resgatar a saúde do oceano e entregar para as próximas gerações um mar como nós o conhecemos: limpo, saudável, produtivo e sustentável.</p>
<p>É neste contexto que a revista Scientific American Brasil e a Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano, vinculada à Universidade de São Paulo (USP), através dos seus institutos Oceanográfico (IO-USP) e de Estudos Avançados (IEA-USP), tomaram a iniciativa de realizar anualmente em São Paulo uma semana do mar, a Marina Week, um grande festival para celebrar o mar e discutir as questões cruciais para o futuro do oceano.</p>
<p>São Paulo, a maior metrópole das Américas, localizada a 80 km da orla, possui uma dinâmica e histórica ligação com o mar, que precisa ser resgatada e vivenciada. O estado abriga o maior porto da América Latina; seu litoral, com ricas e diversificadas belezas naturais, biodiversidade e culturas tradicionais, é destino de lazer de milhões de paulistas e brasileiros, que interagem continuamente com o mar.</p>
<p>Ao longo de sete dias uma intensa programação voltada para o público geral e composta por seminários, painéis, exposições, espetáculos artísticos, festivais de cinema, workshops das ONGs, gastronomia sustentável e encontros com grandes personalidades do mar irá se constituir num grande momento de celebração e resgate do nosso oceano.</p>
<p>Porque o mar é um só. E é de todos nós.</p>
<p><a class="external-link" href="http://marinaweek.com.br/"><span class="external-link">Página Oficial Marina Week 2022</span></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS14 - Vida na Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Unesco</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-10T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2007/lutas-sociais-pela-agua-na-america-latina-1a-conferencia-do-ciclo-mudancas-globais-e-gestao-da-agua-06-de-agosto-de-2007">
    <title>Lutas Sociais Pela Água na América Latina - 1ª Conferência  do Ciclo Mudanças Globais e Gestão  da Água - 06 de agosto de 2007</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2007/lutas-sociais-pela-agua-na-america-latina-1a-conferencia-do-ciclo-mudancas-globais-e-gestao-da-agua-06-de-agosto-de-2007</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2007-08-06T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/linking-water-security-to-the-sustainable-development-goals-29-e-30-de-agosto-de-2018">
    <title>Linking Water Security to the Sustainable Development Goals - 29 de agosto a 1º de setembro de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/linking-water-security-to-the-sustainable-development-goals-29-e-30-de-agosto-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-29T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/linking-water-security-to-the-sustainable">
    <title>Linking Water Security to the Sustainable Development Goals</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/linking-water-security-to-the-sustainable</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A segurança hídrica está emergindo como um dos principais desafios da sustentabilidade em todo o mundo no século XXI. É um fator determinante para a segurança em vários aspectos sociais e ambientais, incluindo alimentação, energia, economia, meio ambiente e saúde pública, e, portanto, possui uma relevância que vai muito além do setor hídrico tradicional. Para entender e planejar os desafios de segurança hídrica, devemos compreender coletivamente a exposição a riscos relacionados ao clima e ao meio ambiente, bem como os determinantes socioeconômicos e contexto cultural e político em que vivemos.</p>
<p>Assim, o  1º Workshop Internacional Conectando a Segurança da Água e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, pretende reunir acadêmicos, profissionais da área de todo o mundo para apresentar, discutir e destacar as principais questões para ampliar a segurança hídrica em diversas regiões do planeta.</p>
<p>Com os crescentes eventos extremos associados à mudança climática, a previsão é que até 2050, uma em cada quatro pessoas esteja vivendo em um país afetado pela escassez de água.  A situação dos recursos hídricos do planeta é um dos maiores desafios globais. O problema torna-se ainda mais complicado devido à falta de dados abrangentes sobre sistemas de monitoramento e abastecimento de água, o que dificulta a proposição e intervenção com respostas adequadas à crescente crise.</p>
<p>Um dos objetivos desse workshop é o ampliar o debate sobre como coordenar esforços e fortalecer o conhecimento técnico individual e coletivo relativos a gerenciar os recursos hídricos e ampliação dos serviços de esgotamento sanitário, e de maneira mais sustentável, e lidar com a gravidade dos desafios que estão por vir, sejam em situações de secas ou de inundações.</p>
<p>Espera-se que os trabalhos desenvolvidos durante o Workshop permitam aos participantes a oportunidade de contribuir com a ampliação e divulgação de novos conhecimentos sobre a segurança hídrica, considerando a governança e gestão da água, a inovação tecnológica e soluções emergentes para a conservação, reutilização do esgoto tratado e reaproveitamento da água, a fim de alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos pelas Nações Unidas.</p>
<p>Os principais temas a s serem trabalhados durante o workshop incluem:</p>
<p>1.Conceito de Segurança da Água; 2. A Agenda 2030 da ONU: entendendo os ODS; 3. Desafios para alcançar a segurança da água em países em desenvolvimento; 4. Gestão integrada dos recursos hídricos; 5. Mudança climática e água; 6. Inovação tecnológica para água potável, esgotos e reuso; 7. Soluções baseadas na natureza; 8. Desenvolvimento sustentável, ecossistemas e saúde humana.9, Cidade sustentável, 10. Resiliência urbana.</p>
<p>Este workshop se insere entre as atividades do projeto: <strong><a class="external-link" href="http://www.exceed-swindon.org/">Sustainable water Management in Development Countries (EXCEED-SWINDON)</a></strong>, com apoio do Governo da Alemanha. Trata-se de um projeto em Rede com outras 22 universidades que agrega estudiosos de diversas regiões do planeta, os quais se propõem a desenvolver pesquisas e atividades nessa importante área.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-03T21:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lancado-livro-gestao-de-bacias-hidrograficas-e-sustentabilidade">
    <title>Lançamentos tratam de bacias hidrográficas e ética socioambiental</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lancado-livro-gestao-de-bacias-hidrograficas-e-sustentabilidade</link>
    <description>Os livros "Ética Socioambiental" e "Gestão de Bacias Hidrográficas e Sustentabilidade" foram lançados recentemente no IEA em eventos do ciclo UrbanSus.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-etica-socioambiental" alt="Capa do livro &quot;Ética Socioambiental&quot;" class="image-right" title="Capa do livro &quot;Ética Socioambiental&quot;" />A Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e a Editora Manole, em parceria com outras instituições, lançaram recentemente os livros "Gestão de Bacias Hidrográficas e Sustentabilidade" e "Ética Socioambiental".</p>
<p>"Ética Socioambiental", coeditado também pela Universidade Regional de Blumenau (Furb) e pela Universidade Positivo, trata de três temas: Perspectiva Teóricas para uma Ética Socioambiental; Não Humanos na Ética Socioambiental; e Território, Equidade e Justiça Ambiental.</p>
<p>São 27 artigos escritos por 42 pesquisadores do Brasil e do exterior. Os editores são os professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciano-felix-florit" class="external-link">Luciano Félix Florit</a>, da Furb, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-sampaio" class="external-link">Carlos Alberto Ciose Sampaio</a>, da Universidade Positivo, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr</a>., da FSP-USP e do IEA, onde é um dos coordenadores do Programa USP Cidades Globais e de seu ciclo de seminários UrbanSus.</p>
<p>De acordo com os editores, "a obra traz conhecimentos gerados por estudos e pesquisas, provoca reflexões e oferece perspectivas em torno dos valores que norteiam as relações humanas com a natureza e os seres vivos não humanos, no contexto de processos de desenvolvimento que envolvam equidade e justiça ambiental".</p>
<p>O lançamento ocorreu em seminário homônimo no dia 23 de maio. Com 736 páginas e preço de R$ 198,00, o livro pode ser adquirido diretamente no <a class="external-link" href="http://www.manole.com.br">site</a> da Editora Manole.</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-gestao-de-bacias-hidrograficas-e-sustentabilidade" alt="Capa do livro &quot;Gestão de Bacias Hidrográficas e Sustentabilidade" class="image-left" title="Capa do livro &quot;Gestão de Bacias Hidrográficas e Sustentabilidade" />Bacias hidrográficas</strong></p>
<p>Encontro do ciclo UrbanSus realizado nos dias 22 e 23 de abril marcou o lançamento de "Gestão de Bacias Hidrográficas e Sustentabilidade", do qual o IEA e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) também são coeditores. que tem o IEA.</p>
<p>Com 38 artigos de 98 autores brasileiros e estrangeiros, a obra é dividida em cinco partes: Marcos da Gestão Integrada de Bacia Hidrográfica; Planejamento e Ordenamento Territorial Integrado; Mudanças Climáticas e Serviços Ambientais; Atividades Produtivas e Uso Sustentável dos Recursos Naturais; e Gestão Integrada e Governança. Philippi Jr. também é um dos editores, em parceria com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-do-carmo-martins-sobral" class="external-link">Maria do Carmo Sobral,</a> <span style="text-align: justify; ">do Departamento de Engenharia Civil da UFPE.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Segundo eles, o livro </span>envolve ciências sociais e humanas em conjunto com outras ciências "no tratamento de questões relacionadas ao uso e ocupação humana e suas pressões sobre o ambiente e a saúde da população, desafiando gestores para soluções viáveis e criativas para a gestão de bacias hidrográficas".</p>
<p>Direcionado a professores, pesquisadores e profissionais com atuação na área, o livro caracteriza-se, afirmam os editores, pela perspectiva inter e transdisciplinar inerente ao entendimento, planejamento e gestão integrada e participativa de bacias hidrográficas, "elementos necessários para o desenvolvimento da sociedade no pressuposto da utilização racional dos múltiplos recursos naturais no contexto da sustentabilidade".</p>
<p>A obra tem 1.136 páginas e custa R$ 269,00 no <a class="external-link" href="https://www.manole.com.br/gestao-de-bacias-hidrograficas-e-sustentabilidade-1-edicao/p">site</a> da Editora Manole.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Editora Manole</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-27T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/livro-branco-da-agua">
    <title>Lançamento do Livro Branco da Água  </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/livro-branco-da-agua</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O IEA e a <a href="http://www.acadciencias.org.br/" target="_blank">Academia de Ciências do Estado de São Paulo</a> (Aciesp) publicaram um livro analítico sobre a crise hídrica que assolou a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) entre 2013 e 2015. <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/livro-branco-da-agua">O Livro Branco da Água</a> é resultado de uma série de estudos sobre as causas e consequências do desabastecimento hídrico que limitou o acesso à água de pelo menos 20 milhões de pessoas. O trabalho também propõe ações para assegurar o futuro do abastecimento de água na RMSP.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os artigos que compõem o livro foram escritos por pesquisadores do IEA e convidados, sob a coordenação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>, presidente da Aciesp e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a> do IEA, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro">Wagner Costa Ribeiro</a>, professor da Faculdade de Filosofia, História e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e membro do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA.</p>
<p style="text-align: justify; ">São 12 capítulos, divididos em três partes: Origens das crises hídricas em São Paulo; Impactos das crises hídricas em São Paulo; e Soluções para o futuro da água. No total, 26 pesquisadores contribuíram para a obra. Veja a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-reune-ensaios-sobre-a-crise-hidrica-de-2013-2015#lista%20de%20autores">lista completa de autores</a>.</p>
<p><span><strong>Coordenação:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckerige</a><span> (USP CG, IB e IEA USP)</span></p>
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a><span style="text-align: justify; "> (IEA e FFLCH USP)</span></p>
<p><strong>Exposição</strong>:</p>
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a><span style="text-align: justify; "> (IEA e IB USP)</span></p>
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a><span style="text-align: justify; "> (IEA, USPCG e IEE USP)</span></p>
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi" class="external-link">Tércio Ambrizzi </a><span style="text-align: justify; ">(IEA e IAG USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-25T15:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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