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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 131 to 145.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/programa-ano-sabatico-do-iea-tera-dois-projetos-em-ribeirao-preto">
    <title>Programa Ano Sabático do IEA terá dois projetos em Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/programa-ano-sabatico-do-iea-tera-dois-projetos-em-ribeirao-preto</link>
    <description>Docentes ligados à FDRP e à FFCLRP desenvolverão atividades no IEA-RP no primeiro semestre de 2020
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e81e09b3-7fff-8f69-2d05-c97b72bd399d"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DSCN5834_edit.JPG/@@images/e998d59f-803f-4cb8-b10c-a845c08b949e.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Dois professores do campus Ribeirão Preto da USP foram selecionados para participar do Programa Ano Sabático do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP. A docente da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) Cíntia Rosa Pereira de Lima e o docente da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) Evandro Eduardo Seron Ruiz vão desenvolver as atividades de seus projetos no primeiro semestre de 2020, no IEA Polo Ribeirão Preto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O projeto de Cíntia trata dos desafios e perspectivas regulatórias de dados anônimos e públicos no Brasil. Já o de Evandro aborda os aspectos computacionais do tratamento de dados pessoais no âmbito da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O Programa Ano Sabático do IEA é um iniciativa inédita na USP e no meio universitário brasileiro. A proposta é fomentar um ambiente adequado à reflexão, na medida em que libera os docentes da USP de seus encargos didáticos e administrativos para que possam participar integralmente de pesquisas individuais e interdisciplinares, com duração de seis meses ou um ano.</span></p>
<p><span>Podem participar professores que tenham, no mínimo, sete anos de efetivo exercício em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP). Cada participante deve realizar ao menos uma conferência pública por semestre de participação e produzir um artigo inédito e original ou outro produto, como um livro ou obra de arte, por exemplo. A iniciativa conta com o apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa, que destina uma verba específica de auxílio para cada projeto aprovado. Mais informações sobre o programa: </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico"><span>http://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sabáticos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-07T20:18:31Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/delinquencia-juvenil-e-tema-de-seminario-internacional-na-usp-ribeirao-preto">
    <title>Delinquência juvenil é tema de seminário internacional na USP Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/delinquencia-juvenil-e-tema-de-seminario-internacional-na-usp-ribeirao-preto</link>
    <description>Inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 28 de outubro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5ae0ca21-7fff-8d87-855a-7ec9e5c98470"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazdelinquencia1.jpg/@@images/49ce1eae-9929-4654-aa04-ea19c12a55e3.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O Brasil possui aproximadamente 23 mil jovens privados de liberdade pela prática de atos infracionais, segundo pesquisa do Conselho Nacional de Justiça realizada em 2018. Debater formas de intervir nesse contexto e evitar o agravamento da situação é fundamental na atualidade. Pensando nisso, o Grupo de Estudos e Pesquisas em Desenvolvimento e Intervenção Psicossocial (GEPDIP) da USP e a Organização Comunitária Santo Antônio Maria de Claret (OCSAMC) realizam no dia 30 de outubro, a partir das 8h, no Auditório da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP o XIII Seminário Internacional sobre Delinquência Juvenil.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 28 de outubro </span><a href="https://ocsamc.org.br/website/events/xiii-seminario-internacional-sobre-delinquencia-juvenil/"><span>neste link</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento vai discutir temas como estratégias de intervenção na delinquência juvenil, violência em contexto escolar, padrões de uso de substâncias psicoativas, justiça restaurativa e a influência das novas tecnologias no comportamento juvenil.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Participam como palestrantes o psicólogo do </span><span>Departamento de Justicia de la Generalitat de Catalunya</span><span> Antonio Cano Martin, a docente da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), as mestrandas em Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP Rafaelle Carolynne Santos Costa e Laís Sette Galinari, o perito criminal federal Gustavo Pinto Vilar, a juíza titular da Vara de Execução de Medidas Socioeducativas do Distrito Federal Lavínia Tupy Vieira Fonseca, a psicóloga forense Bárbara Macedo e os docentes da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) André Luís Gonçalves e Fernanda Simplício Cardoso.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O seminário é promovido em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, Grupo de Estudos Interdisciplinar de Criminologia (GEICRIM) da USP e a OAB Ribeirão Preto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: (16) 99142 7505, (16) 3622 4830 ou </span><a href="mailto:ocsamc2019@gmail.com"><span>ocsamc2019@gmail.com</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><b>XIII Seminário sobre Delinquência Juvenil</b><br /><i>30 de outubro, 8h<br />Auditório da FDRP-USP<br /><a class="external-link" href="https://ocsamc.org.br/website/events/xiii-seminario-internacional-sobre-delinquencia-juvenil/">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/xiii-seminario-internacional-sobre-delinquencia-juvenil" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-18T18:32:49Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/xiii-seminario-internacional-sobre-delinquencia-juvenil">
    <title>XIII Seminário Internacional sobre Delinquência Juvenil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/xiii-seminario-internacional-sobre-delinquencia-juvenil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O evento vai discutir temas como estratégias de intervenção na delinquência juvenil, violência em contexto escolar, padrões de uso de substâncias psicoativas, justiça restaurativa e a influência das novas tecnologias no comportamento juvenil.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-18T17:57:14Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/praticas-de-pesquisa-em-direito-e-politicas-publicas-direito-urbanistico">
    <title>Práticas de Pesquisa em Direito e Políticas Públicas: Direito Urbanístico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/praticas-de-pesquisa-em-direito-e-politicas-publicas-direito-urbanistico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Terceiro encontro do ciclo <span style="text-align: start; float: none; ">Práticas de Pesquisa em Direito e Políticas Públicas.</span></p>
<p><b><span style="text-align: start; float: none; ">Expositores</span></b></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><span style="text-align: start; float: none; ">Frederico Haddad (Mestre FD-USP)</span><br style="text-align: start; " /><span style="text-align: start; float: none; ">Função Social das Vias Urbanas</span><br style="text-align: start; " /><br style="text-align: start; " /><span style="text-align: start; float: none; ">Marcelo Chilvarquer (Mestre FD-USP)</span><br style="text-align: start; " /><span style="text-align: start; float: none; ">A Implantação do Programa Minha Casa Minha Vida</span> - F<span style="text-align: start; float: none; ">aixa 1 no Município de São Paulo</span><br style="text-align: start; " /><br style="text-align: start; " /><span style="text-align: start; float: none; ">Rafael Taranto Malheiros (Mestre Mackenzie)</span><br style="text-align: start; " /><span style="text-align: start; float: none; ">O Procedimento Administrativo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social Como Garantia do Direito a Moradia</span><br style="text-align: start; " /><br style="text-align: start; " /><b><span style="text-align: start; float: none; ">Análises e comentários</span></b></span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><b><span style="text-align: start; float: none; "></span></b><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-fernando-massonetto" class="external-link">Luis Fernando Massonetto</a> (FD e IEA - USP)</span></span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><span style="text-align: start; float: none; "></span><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciana-royer" class="external-link">Luciana Royer</a> (FAU e IEA - USP)</span></span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><span style="text-align: start; float: none; "></span><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-whitaker" class="external-link">João Whitaker</a> (FAU e IEA - USP)</span></span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><span style="text-align: start; float: none; "></span><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-vasconcellos" class="external-link">Eduardo Vasconcellos</a> (ANTP)</span></span></p>
<p><b><span style="text-align: start; float: none; "><span style="text-align: start; float: none; ">Moderação</span></span></b></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-paula-dallari-bucci" class="external-link">Maria Paula Dallari Bucci</a> (FD e IEA - USP)<b><br /></b></span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>NAP Escola da Metrópole</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-26T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lei-das-drogas-completa-13-anos-em-vigor">
    <title>Lei das Drogas completa 13 anos em vigor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lei-das-drogas-completa-13-anos-em-vigor</link>
    <description>No USP Analisa, docente e doutorando da FFCLRP analisam efeitos trazidos pela legislação sobre entorpecentes no Brasil
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-c525830c-7fff-b5e9-305d-5622f16cc816"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/prison553836_1920.jpg/@@images/42d48015-7128-4f96-bd67-ca3b0faf38a6.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Conhecida popularmente como Lei das Drogas, a Lei 11.343 é responsável não apenas por determinar os métodos de repressão ao tráfico, mas também por definir o que caracteriza uma droga, estabelecer medidas de prevenção do uso indevido e até mesmo os mecanismos de reinserção social de dependentes. Para discutir o conteúdo e os efeitos dessa lei, que está completando 13 anos em vigor, o USP Analisa desta semana entrevista a professora Aline Thaís Bruni e o aluno de doutorado Caio Henrique Pinke Rodrigues, ambos ligados ao Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Eles explicam que essa lei é baseada na filosofia de “guerra às drogas”, que também pauta a legislação de outros países. Porém, há um entendimento tanto no Brasil, quanto no exterior, de que esse sistema não tem sido efetivo. “Em um trabalho recente, que acabamos de publicar, entrevistamos representantes de diversas parcelas da população, desde peritos, juízes, delegados, professores universitários e estudantes. A gente perguntou sobre diversos parâmetros na lei e um deles foi sobre a guerra às drogas, se as pessoas acreditam que a política atual é efetiva. E a maioria esmagadora disse que não é efetiva, que não está dando o resultado que era esperado”, diz Rodrigues.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para a professora, em comparação com a legislação de outros países, a lei brasileira possui algumas imprecisões. Uma delas é não utilizar a pureza da droga como critério para determinar a pena em casos de tráfico. “Nossa legislação fala sobre natureza e quantidade. O juiz vai se basear na natureza da substância e na quantidade dela descritas na apreensão. A natureza da substância é uma coisa relativamente mais fácil de dizer porque você tem métodos científicos capazes de atestar. Agora, em relação à quantidade, o que não se leva em consideração no Brasil, por exemplo, mas se leva em outros países, inclusive para a determinação da pena, é a pureza. Existe o entendimento jurisprudencial tanto do Supremo Tribunal Federal quanto do Superior Tribunal de Justiça de que a pureza não é necessária para caracterizar a droga, que bastaria saber a natureza e a quantidade dela. Só que no entendimento técnico, a quantidade da droga é diretamente relacionada à pureza. Então, se você tem uma droga que é 30% pura e uma que é 60% pura, isso mexe com a quantidade de droga, exatamente”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa vai ao ar nesta quarta (18), às 18h05, com reapresentação no domingo (22) às 11h30. O </span><a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) em parceria com a Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<div><span><br /></span></div>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Drogas</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-17T19:14:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conciliacao-e-mediacao-trazem-agilidade-ao-judiciario">
    <title>Conciliação e mediação trazem agilidade ao Judiciário</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conciliacao-e-mediacao-trazem-agilidade-ao-judiciario</link>
    <description>Pesquisa que analisou audiências em 37 cidades é tema do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/agreement3489902_1920edit.jpg/@@images/453aba5a-b392-46d0-9bb4-ca5b835ec0a3.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A adoção de audiências de conciliação e mediação, que se tornou obrigatória com a promulgação do novo Código de Processo Civil em 2015, tem colaborado para reduzir a cultura do litígio existente no País e também para aumentar a eficiência do Poder Judiciário, pois reduz o tempo de tramitação do processo. Essas foram algumas das conclusões de uma pesquisa conduzida por professores e estudantes da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP. Para falar sobre esse trabalho e a importância das audiências de conciliação e mediação, o USP Analisa desta semana conversa com a docente Luciana Romano Morilas e o mestrando Thiago Theodoro de Oliveira, ambos da FEA-RP.</p>
<p>Luciana explica que a pesquisa foi realizada dentro de um edital do Conselho Nacional de Justiça e seguiu uma metodologia pouco comum nesse tipo de trabalho: a jurimetria, que trata dados jurídicos de maneira estatística. “A gente coleta os dados em todos os tribunais de justiça via computador, cria um robozinho, coleta as informações dos processos judiciais, armazena em um banco de dados que nós temos, e a partir daí são feitas as análises de maneira estatística e a gente coloca uma significação nisso, juridicamente falando. São três áreas reunidas: uma área de coleta dos dados, uma área de análise dos dados e a parte do Direito”, diz ela.</p>
<p>Foram analisados dados relacionados a audiências de conciliação e mediação de 37 cidades em diferentes regiões brasileiras. Segundo os entrevistados, o Índice de Desenvolvimento Humano das cidades tinha bastante influência sobre a possibilidade de acordo: quanto maior o IDH, menor a chance de resolver o conflito. “Parece que as pessoas quando têm maior escolaridade e maior nível socioeconômico acabam conciliando menos. As pessoas chegam com aquela ideia de que ‘eu sei dos meus direitos e não vou abrir mão’. Tudo aquilo que vai parar no Judiciário não precisaria, necessariamente. Poderia ter sido resolvido antes”, diz Luciana.</p>
<p>Thiago conta ainda que a pesquisa mostrou a influência do próprio advogado no sucesso da conciliação. “Na faculdade de Direito, pouco se sabe sobre conciliação e mediação. Tem-se a impressão, para a gente que estuda Direito, que advogado serve tão somente para entrar com o processo e aguardar a sentença. Uma das coisas que a gente quer com a pesquisa é trazer mais informações para o mundo jurídico e mudar esse aspecto. Inclusive uma das propostas que a gente tem é implantar cursos, disciplinas de conciliação e mediação nas universidades”.</p>
<p>O programa vai ao ar nesta quarta (14), às 18h05, com reapresentação no domingo (18), às 11h30. O <a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-08-14T17:56:16Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/40-anos-da-anistia">
    <title>Os 40 Anos da Anistia e o Legado das Ditaduras na América Latina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/40-anos-da-anistia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <strong>Seminário Internacional “Os 40 anos da Anistia e o Legado das Ditaduras na América Latina”</strong> adota uma perspectiva comparada, visando contribuir para a avaliação crítica das políticas de reparação e de memória e dos mecanismos legais adotados em países que, como o Brasil, vivenciaram regimes repressivos. O evento reunirá especialistas e militantes de diferentes áreas, como História, Psicologia, Direito e Filosofia, para debater a longa e atribulada luta das vítimas por reconhecimento, bem como analisar o legado das ditaduras na América Latina, com a finalidade de colaborar na compreensão desses processos históricos e na produção e difusão de conhecimento sobre esses temas no país.</p>
<p>No Brasil, decorridos quarenta anos da Lei de Anistia, permanecem muitos pontos de interrogação em relação ao conhecimento histórico sobre o regime autoritário, ao mesmo tempo em que se observa a existência de importantes lacunas nas articulações entre o passado e o presente e, mais especificamente, entre o legado da ditadura e a memória daqueles que a ela se opuseram ativamente. A despeito dos esforços empenhados pelos movimentos sociais, pela Comissão Nacional da Verdade, a Comissão de Anistia, entre outras instituições, permanece incompleto o processo de reconstituição factual e de reflexão crítica acerca da ditadura militar e de seu legado no Brasil.</p>
<p>A Lei de Anistia de 1979, embora parcial, foi considerada “recíproca”, dando margem à interpretação de que a tortura foi “crime conexo” aos crimes políticos, reatualizando a “teoria dos dois demônios” no país. Ao longo da transição e da redemocratização, a ampliação da Lei da Anistia e da Lei dos Mortos e Desaparecidos (Lei 9.140/95), bem como a indenização às vítimas não foram suficientes para garantir a investigação da tortura, nem a recuperação dos restos mortais dos dissidentes assassinados, tampouco a punição dos responsáveis pelas graves violações aos direitos humanos cometidas no período. Esse panorama tem limitado a articulação das memórias e do legado ditatorial no Brasil, numa inequívoca violação de preceitos constitucionais e normas internacionais, revelando o contraste da experiência brasileira quanto a dos países latino-americanos, que há tempos vêm se dedicando aos investimentos na memória e na elaboração simbólica e judicial do passado.</p>
<p>Nesse contexto, o Brasil mantém-se como modelo de impunidade e atraso na promoção de uma política de memória e de reconstituição factual dos crimes da ditadura. Em contraste com o cenário internacional de consolidação do paradigma de respeito às vítimas de graves violações dos direitos humanos, o Supremo Tribunal Federal (STF), no caso do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) n<sup>o</sup>. 153, realizado em 2010, referendou a Lei de Anistia de 1979, sob o pretexto de que ela teria sido aprovada sob um amplo pacto social. A tradição jurídica autoritária brasileira, em um cenário institucional onde predominam as continuidades, faz emergir um Judiciário refratário à proteção aos direitos humanos. Este é o ponto nodal para se compreender a especificidade do panorama local, em sua diferenciação em relação aos demais países do Cone Sul, bem como o ressurgimento no Brasil de discursos autoritários na esfera pública, que negam os crimes de lesa-humanidade cometidos pela ditadura.</p>
<p><strong>Coordenação:</strong><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/janaina-de-almeida-teles" class="external-link">Janaína Teles</a><span> (IEA-USP), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-de-almeida-camargo" class="external-link">Ana Maria Camargo</a><span> (FFLCH-USP), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/edson-teles" class="external-link">Edson Teles</a><span> (CAAF-Unifesp), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/padua-fernandes" class="external-link">Pádua Fernandes </a><span>(IPDMS).</span></p>
<p><strong>Comissão organizadora:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a> (IP e IEA-USP), Janaína Teles (IEA-USP), Ana Maria Camargo (História-USP), Edson Teles (CAAF-Unifesp), Pádua Fernandes (IPDMS), Danielle Tega (Pagu-Unicamp), Adriano Diogo</p>
<p><strong>Comissão organizadora do livro:</strong> Janaína Teles, Danielle Tega, Pádua Fernandes</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ditadura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-08-13T14:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/direito-saude-nas-cidades-inteligentes">
    <title>A dinâmica das leis e seu impacto no desenvolvimento das cidades e na IA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/direito-saude-nas-cidades-inteligentes</link>
    <description>Exposição será feita por Carla Ventura, participante da 3ª edição da Intercontinental Academia, sobre Leis: Rigidez e Dinâmica. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ica-3" alt="ICA 3" class="image-right" title="ICA 3" />A dinâmica das leis e seu impacto nas cidades e na inteligência artificial estão sendo explorados pela professora da USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carla-ventura" class="external-link">Carla Ventura</a> na 3ª edição da <a class="external-link" href="http://ica.usp.br/">Intercontinental Academia</a> (ICA), realizada nos meses de março de 2018 e 2019 em Singapura e Birmingham, respectivamente.</p>
<p>Representante do IEA-USP nesse projeto de pesquisa interdisciplinar internacional, Carla falará no IEA, dia <strong>17 de junho, às 14h</strong>, sobre o tema que vem trabalhando ao longo de dois anos e sobre a experiência de participar da ICA. Haverá transmissão ao vivo pelo site do IEA. A participação presencial requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeS3ekp40Au7qGn-4FIpDQmsIo-WnyjLACnGHVgamZ38VIOBQ/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<p>A ICA 3 foi organizada pelos IEAs das universidades de Birmingham, Reino Unido e Nanyang, Cingapura. Reuniu 18 pesquisadores de diferentes disciplinas e países para estudar um tema comum sob diferentes perspectivas: “Leis: Rigidez e Dinâmica”.</p>
<p>No IEA, Carla discutirá as lições apreendidas, refletindo sobre os caminhos construídos pelo grupo para lidar com os desafios do trabalho interdisciplinar, as diversas possibilidades de colaboração entre seus participantes, assim como a definição de algumas frentes de trabalho. Ela falará ainda sobre sua motivação no projeto, as características dos participantes, a organização e o formato inovador dos workshops da edição.</p>
<p><span><strong>O projeto</strong></span></p>
<p>A <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">Intercontinental Academia</a> é uma iniciativa da <a href="http://www.ubias.net/" target="_blank">Rede Ubias</a> que reúne pesquisadores jovens e seniores para estudar um único assunto sob diversas perspectivas durante dois períodos de imersão. A primeira edição, cujo tema foi Tempo, foi organizada pelo IEA-USP e pelo Instituto para a Pesquisa Avançada da Universidade de Nagoya, Japão, em 2015 e 2016. A segunda edição, sobre Dignidade humana, foi promovida pelo IEA da Universidade Hebraica de Jerusalém e pelo Centro para Pesquisa Interdisciplinar da Universidade de Bielefeld, Alemanha, em 2016.</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cala-ventura-Perfil-Escola-de-Enfermagem-de-Ribeirao-Preto-da-USP.jpg" alt="Carla Ventura - Perfil" class="image-left" title="Carla Ventura - Perfil" />Perfil</strong></p>
<p>Carla é formada em relações internacionais e em direito, com mestrado em direito internacional e doutorado em administração. É professora do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto, onde ensina sobre direitos humanos, saúde, desenvolvimento, saúde mental, bioética e legislação da enfermagem, entre outros. Ela também coordena um grupo de pesquisa sobre saúde global, liderando uma equipe de graduandos, mestres, doutores e pós-doutores.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-11T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/defesa-da-concorrencia-e-tema-de-evento-em-ribeirao-preto">
    <title>Defesa da concorrência é tema de evento em Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/defesa-da-concorrencia-e-tema-de-evento-em-ribeirao-preto</link>
    <description>Docente da FDRP vai discutir papel e mudanças do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE)</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/santa_ag_294rp1.jpg/@@images/f0ef0b6e-9e2a-4eaf-abd3-eee3bcfad807.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A Agência USP de Inovação, em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, promove no dia 29 de abril, a partir das 14h30, no Espaço de Eventos do IEA-RP a conferência "Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência: seus papéis e suas mudanças".</p>
<p>O docente da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Thiago <span class="m_1923501545021263170gmail-il">Marrara</span> de Matos vai traçar um panorama evolutivo do papel do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o CADE, na defesa da concorrência do Brasil, abordando as principais mudanças que aconteceram depois de 2011 nas tarefas de controle de concentrações econômicas e de controle de condutas.</p>
<p>Thiago Marrara de Matos é professor nas áreas de direito administrativo, urbanístico e ambiental na Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP. É livre-docente em direito administrativo pela USP, doutor em direito público pela <i>Ludwig Maximilians Universität</i> de Munique, Alemanha, mestre e bacharel em direito pela USP. É coordenador do grupo de pesquisa de direito administrativo (GDA), bem como pesquisador e membro do conselho deliberativo do Centro de Estudos em Direito e Desigualdades (CEDD). Atua nas áreas de direito administrativo, processo administrativo e direito urbanístico.</p>
<p>As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser feitas <a href="https://forms.gle/dNTKdW2tYpdYkfkn7" target="_blank"><span>neste link</span></a>. Mais informações: <a>iearp@usp.br</a> ou (16) 3315 0368.</p>
<hr />
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><strong>Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência: seus papéis e suas mudanças<br /></strong><i>29 de abril, 14h30<br />Espaço de Eventos do IEA-RP<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdKPSFcqMQEds86BS01ASD8RZPiVmmro4vV7HgAoovazHBxKA/viewform">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/sistema-brasileiro-de-defesa-da-concorrencia-seus-papeis-e-suas-mudancas" class="external-link">Página do evento</a></i></span><strong> </strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-09T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sistema-brasileiro-de-defesa-da-concorrencia-seus-papeis-e-suas-mudancas">
    <title>Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência: seus papéis e suas mudanças</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sistema-brasileiro-de-defesa-da-concorrencia-seus-papeis-e-suas-mudancas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="float: none; ">O docente da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Thiago Marrara de Matos vai traçar um panorama evolutivo do papel do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o CADE, na defesa da concorrência do Brasil, abordando as principais mudanças que aconteceram depois de 2011 nas tarefas de controle de concentrações econômicas e de controle de condutas.</span></p>
<p><span style="float: none; "><b>Debatedor</b></span></p>
<p><span style="float: none; "><b>Thiago Marrara de Matos (FDRP-USP)</b></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-09T18:44:39Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/direito-da-crianca-e-do-adolescente-e-tema-de-evento-em-ribeirao-preto">
    <title>Direito da criança e do adolescente é tema de evento em Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/direito-da-crianca-e-do-adolescente-e-tema-de-evento-em-ribeirao-preto</link>
    <description>Encontro, que conta com a parceria do IEA Polo Ribeirão Preto da USP, será realizado na OAB Ribeirão Preto</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/judge1587300_19201.jpg/@@images/56b1a840-097c-4a24-baf2-0383205e2c83.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A Ordem dos Advogados do Brasil – 12ª Subseção de Ribeirão Preto e a Organização Comunitária Santo Antônio Maria de Claret, em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP), da USP realizam no dia 27 de março, a partir das 19h30, na sede da OAB Ribeirão Preto, o encontro <i>Direito da Criança e do Adolescente: teoria, prática e inovações perante o ato infracional</i>.</span><span> </span></p>
<p><span> </span><span> </span></p>
<p><span>O evento vai discutir técnicas e procedimentos para atuação do advogado diante da ocorrência do ato infracional e também abordar o acolhimento do autor do ato infracional em unidades de atendimento. O objetivo é desmistificar as circunstâncias e fatos que permeiam o ato infracional, sua apuração e o atendimento do infrator.</span><span> </span></p>
<p><span> </span><span></span></p>
<p><span>Entre os palestrantes estão os advogados João Rafael Mião e Leandro César, o juiz da Vara da Infância e Juventude de Ribeirão Preto Paulo César Gentile e a docente da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP-USP) Ruth Estevão.</span><span></span></p>
<p><span> </span><span></span></p>
<p><span>Para se inscrever, basta preencher o formulário <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfw-04EZEdvIUUdKF2WHif8YrXFYmzow13Pfsv6WuQiCFGTjg/viewform">neste link</a> e levar 1 kg de alimento não-perecível no dia do evento. A sede da OAB Ribeirão Preto fica na Rua Cavalheiro Torquato Rizzi, 215 Jardim São Luiz. Mais informações: (16) 3623 0370 ou contato@oabrp.org.br.</span><span><br /></span></p>
<hr />
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><b>Direito da Criança e do Adolescente: teoria, prática e inovações perante o ato infracional<br /></b><i>27 de março, 19h30<br />Sede da OAB Ribeirão Preto<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfw-04EZEdvIUUdKF2WHif8YrXFYmzow13Pfsv6WuQiCFGTjg/viewform">Inscrições</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-da-crianca-e-do-adolescente-teoria-pratica-e-inovacoes-perante-o-ato-infracional" class="external-link">Página do evento</a></i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-22T19:14:08Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-da-crianca-e-do-adolescente-teoria-pratica-e-inovacoes-perante-o-ato-infracional">
    <title>Direito da Criança e do Adolescente: teoria, prática e inovações perante o ato infracional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/direito-da-crianca-e-do-adolescente-teoria-pratica-e-inovacoes-perante-o-ato-infracional</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">O evento vai discutir técnicas e procedimentos para atuação do advogado diante da ocorrência do ato infracional e também abordar o acolhimento do autor do ato infracional em unidades de atendimento. O objetivo é desmistificar as circunstâncias e fatos que permeiam o ato infracional, sua apuração e o atendimento do infrator.</p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><strong>Debatedores</strong></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><strong>João Rafael Mião<br />Leandro César<br />Paulo César Gentile<br />Ruth Estevão</strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-22T18:54:49Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/justica-criminal">
    <title>Seminário debate pesquisa sobre impunidade e prescrição de processos penais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/justica-criminal</link>
    <description>No dia 10 de abril, 10h, realiza-se o seminário "Justiça Criminal, Impunidade e Prescrição", organizado pelo Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia, do IEA, e pelo Núcleo de Políticas Públicas (NUPPs) da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/justica-fachada-do-stf" alt="&quot;Justiça&quot; - Fachada do STF" class="image-inline" title="&quot;Justiça&quot; - Fachada do STF" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No combate aos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, como a impunidade se relaciona com o perfil dos atores da Polícia Federal, Ministério Público e Justiça Federal, componentes do Sistema de Integridade brasileiro? E como o desenho institucional desse sistema, considerados os seus tempos e fluxos, influencia a prescrição e as diferentes dimensões da impunidade?</p>
<p>Essas duas questões foram investigadas pela pesquisa "Justiça Criminal, Impunidade e Prescrição", realizada em 2018 pelo <a class="external-link" href="http://www.nupps.usp.br/" target="_blank">Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas (NUPPs)</a> da USP em parceria com a <a class="external-link" href="https://abj.org.br/" target="_blank">Associação Brasileira de Jurimetria (ABJ)</a>, atendendo a edital do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<p>Os resultados da pesquisa (publicados no <a class="external-link" href="http://www.cnj.jus.br/pesquisas-judiciarias/justica-pesquisa/publicacoes">site do CNJ</a>) serão debatidos no seminário <i>Justiça Criminal, Impunidade e Prescrição</i>, no <strong>dia 10 de abril, das 10 às 17h</strong>, na Sala Alfredo Bosi do IEA. Os organizadores são o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/qualidade-da-democracia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</a>, do IEA, e NUPPs, com apoio da  ABJ. Para participar é preciso efetuar <a class="external-link" href="https://forms.gle/pxEetaA9xMjbZBys8">inscrição prévia</a> (não é necessário se inscrever para assistir ao seminário <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet).</p>
<p>De acordo com os organizadores, o objetivo do seminário é analisar, a partir dos resultados da pesquisa, o papel da Justiça na atual fase da experiência democrática brasileira e, na medida do possível, indicar áreas e temas que podem ser reformados com o objetivo de torná-la mais eficiente e mais compatível com os princípios democráticos de liberdade e igualdade.</p>
<p><strong>Resultados reveladores</strong></p>
<p>Os pesquisadores consideram os resultados bastante reveladores. Em relação à prescrição de crimes, a pesquisa indicou que, ao contrário do que diz o senso comum, apenas em torno de 4% - considerando-se o universo abrangido pelo levantamento - dos processos admitidos pela Justiça prescrevem.</p>
<p>Do ponto de vista dos fluxos institucionais dos processos penais, a pesquisa "revelou que instituições como o foro privilegiado têm impacto na prescrição, bem como o tempo da fase de instrução dos processos na Primeira Instância".</p>
<p>Outra dimensão importante tratada pela pesquisa foi a dos perfis dos atores do Sistema de Integridade (magistrados, procuradores, promotores e delegados das polícias judiciárias). Descobriu-se a existência de dois grupos bastante definidos de atores, segundo os pesquisadores: "Um se ocupa de uma perspectiva revisionista da Justiça, defendendo a premência de fluxos mais rápidos, como a prisão em segunda instância e métodos de investigação mais contundentes, como a condução coercitiva e a prisão preventiva; o outro é formado por atores que se demonstram mais inclinados a perceber a aplicação da Justiça a partir de uma lente social, supondo que sem igualdade social a aplicação da Justiça torna-se desigual".</p>
<p>De modo geral, afirmam os responsáveis pela pesquisa, os resultados contribuem para melhor compreensão da Justiça no Brasil a partir da análise do cruzamento dos perfis de atuação de atores do Judiciário com suas percepções de mundo, "mostrando que há uma relação entre a prescrição e percepções de mundo específicas".</p>
<p>Exemplo disso é o fato de atores vinculados a uma determinada perspectiva de mundo "terem apresentado uma prática prescritiva levemente mais elevada e, paradoxalmente, mais punitiva, uma vez que condenaram mais", ao passo que magistrados de outro grupo "demonstraram um comportamento judicial menos prescritivo, mas arquivaram mais processos, bem como absolveram mais os réus".</p>
<div>
<h3><a name="programacao"></a>Programação</h3>
<p><strong>10 de abril - Sala Alfredo Bosi</strong></p>
</div>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th>10h</th>
<td><strong>Apresentação/Conceitos Chaves: Corrupção, Impunidade e Prescrição</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés</a> (IEA e NUPPs)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h15</strong></td>
<td><strong>Papel dos Tempos e Fluxos Processuais</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-correa" class="external-link">Fernando Correa</a> (ABJ), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julio-trecenti" class="external-link">Julio Trecenti</a> (ABJ) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-werner" class="external-link">Guilherme Werner</a> (NUPPs)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h45</strong></td>
<td><strong>Percepção dos Atores: Tipos Ideais</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-verissimo-romao-netto" class="external-link">José Veríssimo</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/emmanuel-de-oliveira" class="external-link">Emmanuel de Oliveira</a> (NUPPs)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h15</strong></td>
<td><i>Intervalo</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h30</strong></td>
<td><strong>Principais Conclusões da Pesquisa</strong><br />Equipe NUPPs e ABJ</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h</strong></td>
<td><strong>Debate</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h30</strong></td>
<td><i>Intervalo</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h</strong></td>
<td>
<p><strong>Comentários</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-tereza-aina-sadek" class="external-link">Maria Teresa Sadek</a> (NUPPs), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rogerio-arantes" class="external-link">Rogério Arantes</a> (DCP-FFLCH-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bruno-speck" class="external-link">Bruno Speck</a> (DCP-FFLCH-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h</strong></td>
<td><strong>Debate</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h30</strong></td>
<td><strong>Encerramento</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="mceContentBody documentContent" id="content"><i><i> <br /> </i></i></p>
<hr />
<p><i><i> <strong> Justiça Criminal, Impunidade e Prescrição </strong></i><br />10 de abril, 9h<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, IEA, rua da Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, SP<br /></i><i>Evento público, gratuito e com <a class="external-link" href="https://forms.gle/pxEetaA9xMjbZBys8">inscrição prévia</a>; para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever<br /></i><i><i>Mais informações: com Cláudia Regina Pereira (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1686<br /></i></i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-justica-criminal" class="external-link">Página do evento</a></i></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Valter Campanato/ABr</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-22T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/operacao-lava-jato-nao-existiria-sem-delacoes-premiadas">
    <title>Operação Lava Jato não existiria sem delações premiadas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/operacao-lava-jato-nao-existiria-sem-delacoes-premiadas</link>
    <description>No USP Analisa desta semana, professor e promotor de Justiça discutem aspectos e importância desse tipo de colaboração</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/delaopremiada_edit.jpg/@@images/eef94fad-b5d0-46c9-905a-5b7d58837463.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O termo delação premiada ganhou espaço no dia a dia dos brasileiros graças aos desdobramentos da Operação Lava Jato. Porém, esse recurso, que já existe na legislação brasileira desde a década de 90, não é utilizado apenas para crimes contra o sistema financeiro, mas em qualquer outro crime que envolva a atuação de uma organização criminosa, como sequestro e até mesmo furto. Para discutir o uso da delação premiada e seus impactos no sistema carcerário, o USP Analisa conversa com o professor da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Cláudio do Prado Amaral e o promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo Hermes Duarte Morais.</p>
<p>Segundo Amaral, o termo mais adequado para se usar nesses casos é colaboração premiada. “A delação premiada já existia desde 1990, mas agora ela foi aperfeiçoada e uma das formas de colaboração é a delação. A delação é um tipo de colaboração e se expressa através de uma troca, um negócio jurídico em que o delator dá informações que permitam a apuração de crimes e, em troca, ele recebe um benefício na sua pena e até mesmo a não aplicação de pena. A sua aplicabilidade foi aperfeiçoada em uma lei que é do ano de 2013, a lei 12.850 de 2 de agosto de 2013”, explica.</p>
<p>Para Morais, esse recurso foi fundamental para que a Operação Lava Jato tomasse grandes proporções. “Esse fato é inquestionável. Desde o início da operação, com as primeiras colaborações do Alberto Youssef, do Paulo Roberto Costa, só a partir daquelas colaborações iniciais foi possível descobrir todo o esquema, cujos desdobramentos perduram até hoje. Se não existissem essas perspectivas de benefícios na época, seria impossível quebrar o silêncio que é característico das organizações criminosas”.</p>
<p>O programa vai ao ar na Rádio USP nesta sexta (21) às 12h, na quarta (2/1) às 21h e no domingo (6/1) às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crime Organizado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-12-19T18:33:33Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/inteligencia-artificial">
    <title>IEA e Itaú Cultural realizam seminário sobre os avanços e impactos da inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/inteligencia-artificial</link>
    <description>Dividido em cinco painéis temáticos, o seminário discutirá a presença da IA na biologia, medicina, cultura, no direito e no futuro da computação. Também haverá conferências de Michael Resch e do futurista Anders Sandberg. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/divulgacao-ia" alt="Divulgação IA" class="image-right" title="Divulgação IA" />Em 2018, máquinas já são capazes de prever as condições climáticas, comprar e vender no mercado financeiro, redigir análises econômicas, conduzir veículos sem intervenção humana, diagnosticar doenças com alto índice de precisão, traduzir línguas em tempo real, sentenciar pessoas em casos criminais e jogar xadrez melhor do que um ser humano. Isso tudo é possível graças ao uso dos algoritmos, que tornam o conceito de inteligência artificial (IA) cada vez mais próximo.</p>
<p>As possibilidades e desafios dessa tecnologia serão tema do encontro <i>A Máquina, Inteligência e Desinteligência: Utopia e Entropia à Vista,</i> que acontece de<strong> 21 a 23 de novembro</strong> no Itaú Cultural, parceiro do IEA na iniciativa. <i>[As inscrições estão encerradas; mais informações podem ser obtidas no site do <a class="external-link" href="http://www.itaucultural.org.br">Itaú Cultural</a> ou pelo telefone (11) 2168-1876.]</i></p>
<p>Dividido em cinco painéis temáticos, o seminário discutirá a presença da IA na biologia, medicina, cultura, direito e futuro da computação. Também haverá conferências com dois expoentes internacionais da área: Michael Resch, diretor do High Performance Computing Center Stuttgart, da Universidade de Stuttgart, Alemanha, e o futurista Anders Sandberg, do Future of Humanity Institute, da Universidade de Oxford, Reino Unido. <i>[Veja mais detalhes na <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/inteligencia-artificial#programacao" class="external-link">programação</a>.]</i></p>
<p>Um dos focos centrais de todas as abordagens é o algoritmo e as questões que levanta no campo da ética. “Através do autoaprendizado, máquinas são capazes de reconhecer padrões em grandes volumes de dados, podendo apontar soluções numa infinidade de situações, como quem admitir numa instituição, quem demitir, quem promover etc. Mas elas podem também ter dúvidas sobre as escolhas a fazer, uma qualidade que as aproxima do comportamento humano”, explica José Teixeira Coelho Neto, coordenador do Grupo de Estudos Humanidades Computacionais do IEA, professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e organizador acadêmico do seminário.</p>
<p>De acordo com ele, as máquinas estão prestes a dotarem-se do que se denomina de consciência. “Nesse contexto, não é apenas o desaparecimento de empregos que estará em jogo; é a própria ideia de ser humano que passa por exame e eventual processo de redefinição”, diz.</p>
<p>Teixeira Coelho exemplifica: a morte pode em breve ser uma opção, não mais uma inevitabilidade (para aqueles que puderem pagar por isso), e toda a estrutura que define os seres humanos e as relações entre eles e a natureza serão radicalmente alteradas. A realidade virtual provavelmente irá redefinir a experiência humana e as noções de corpo e fisicalidade. Mentiras simples e puras e uma insistência na relatividade da verdade, ou indiferença em relação a ela, podem alterar o conceito de história e as relações sociais. “A inteligência aumentada está próxima, mas também, no mesmo processo, estão a desinteligência e a desintegração do que é conhecido como sociedade”, conclui Teixeira Coelho.</p>
<h3><strong><a name="programacao"></a>Programação</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" scope="col"><strong>21 de novembro</strong></td>
</tr>
<tr>
<td scope="col" width="15%"><strong>14h-14h30</strong></td>
<td>
<p><strong>Abertura</strong></p>
<ul>
<li><i><strong><strong>Eduardo Saron</strong><br />D</strong>iretor-superintendente do Itaú Cultural há 16 anos, Saron também dirige a <span>Associação Nacional de Entidades Culturais Não Lucrativas (</span><span class="pba_container">ANEC</span><span>), além de ser vice-presidente </span><span>da Fundação Bienal de São Paulo e conselheiro do Museu de Arte de São Paulo (Masp), do Instituto CPFL, da São Paulo Companhia de Dança e do Conselho Nacional de Políticas Culturais do Ministério da Cultura.</span></i></li>
<li><i><span><strong>Guilherme Ary Plonski</strong><br /><span style="text-align: justify; ">Mestre, doutor e livre-docente em engenharia de produção, Plonski é vice-diretor do IEA, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) e da Escola Politécnica (Poli) e coordenador científico do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica. Foi <i style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; ">diretor superintendente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), </span></i>pesquisador visitante no Center for Science and Technology Policy do Rensselaer Polytechnic Institute, nos EUA, e presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores.</span></span></i></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h30-16h</strong></td>
<td>
<p><strong>Biologia</strong></p>
<p>O recurso à inteligência artificial com todo seu aparato (algoritmos, computação exponencializada) promete mudanças de profundidade para os organismos vivos. A possibilidade de edição do código genético abre perspectivas para a criação de um novo ser vivo, de um novo ser humano. Especialistas da computação preveem a possibilidade de abolição da morte que, de inevitável, passaria a opcional (pelo menos para os dotados de recursos). Um novo conceito de ser humano é possível, uma nova ideia de natureza parece despontar. A fome universal parece afastada, mas ainda  há dúvidas sobre os riscos ao meio ambiente. Sob que aspectos o novo quadro na biologia poderia influir na cultura humana de modo geral?</p>
<p>Expositores</p>
<ul>
<li><i><strong>Marcos Buckeridge<br /></strong>Professor do Departamento de Botânica do Instituto de Biociências (IB) da USP e presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp), Buckeridge coordena o <span style="text-align: justify; ">Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (desde </span>2009) e o Programa USP Cidades Globais do IEA. Também participa das equipes editorias de revistas internacionais sobre fisiologia vegetal e bioenergia.</i></li>
<li><i><strong>Alexandre Dias Porto Chiavegatto Filho</strong><br /><span style="text-align: justify; ">Doutor em saúde pública com pós-doutorado na Universidade de Harvard, EUA, Chiavegatto Filho é professor da área de estatística de saúde do  Departamento de Epidemiologia da <i style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; ">Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. Na mesma unidade, dirige o </span></i><i style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; ">Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps) e coordenada cursos sobre o uso do </span></i>R (linguagem de programação e ambiente computacional) para a análise de dados e sobre machine learning em saúde. </span></i></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h-16h30</strong></td>
<td><i>Intervalo</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h30-18h</strong></td>
<td>
<p><strong>Direito</strong></p>
<p>As aplicações da tecnologia digital vão muito além da simples eliminação do papel e dos processos de estocagem de processos e jurisprudência. Não se trata mais de escanear textos e torná-los mais facilmente guardados e acessíveis. Algoritmos, já neste momento, substituem a figura do juiz no sentenciamento de condenados, retirando-lhes um direito que até aqui era tão evidente que parecia desnecessário evidenciá-lo: o de ser julgado por seus pares, outros seres humanos, e de receber uma sentença proferida por outro ser humano que, dentro dos limites estabelecidos pela lei, julga de acordo com suas convicções íntimas,  convicções de um ser humano. As transformações na área do direito e da Justiça já são de grande alcance e tudo indica que essa tendência será aprofundada. Como a população cresce e os interesses em conflito também, diante de uma estrutura judicial que por toda parte não acompanha esse crescimento, o recurso à inteligência artificial é inevitável. O que fazer? E sob que aspectos as transformações no direito e na Justiça podem afetar a ideia geral de cultura?</p>
<p>Expositores</p>
<ul>
<li><i><strong>Luli Radfahrer</strong><br /><span>Professor de comunicação digital da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP há 21 anos, Radfaher é consultor em inovação digital de empresas de vários países.  É autor do livro "Enciclopédia da Nuvem", em que analisa 550 ferramentas e serviços digitais para empresas. Foi colunista do jornal "Folha de S.Paulo" e atualmente analisa as principais tendências da tecnologia em participações semanais na programação da Rádio USP e da Rádio Bandeirantes.</span></i></li>
<li><i><strong>Juliano Souza Albuquerque Maranhão</strong><br />Professor do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito (FD) da USP, Maranhão realizou pesquisa de pós-doutorado na Faculdade de Ciência da Computação da Universidade de Utrecht, Holanda. É pesquisador<span style="text-align: justify; "> da Fundação Alexander von Humboldt e professor convidado da Universidade de Frankfurt, Alemanha</span></i><i><span style="text-align: justify; ">. Atualmente desenvolve pesquisa nas áreas de teoria do direito, lógica deôntica, teoria da argumentação, inteligência artificial e direito digital.</span></i></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>18h-19h30</strong></td>
<td><i>Intervalo</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>19h30-21h</strong></td>
<td>
<p><strong>Conferência</strong></p>
<p>Conferencista</p>
<ul>
<li><i><strong>Michael Resch</strong><br />Estudou matemática na Universidade Técnica de Graz, Áustria, onde trabalhou no Joanneum Research Associaton. Depois passou a integrar a equipe do Centro de Computação de Alta Performance (HLRS na sigla em inglês) da Universidade de Stuttgart, Alemanha. Tornou-se professor assistente da Universidade de Houston, EUA, em 2002. No ano seguinte, assumiu a direção do HLRS, que possui o supercomputador Hermit, um dos mais velozes sistemas civis de computação da Europa.</i> </li>
</ul>
<p><strong>Conferência</strong></p>
<p>Conferencista</p>
<ul>
<li><i><strong>Anders Sandberg</strong><br />É pesquisador do Instituto Futuro da Humanidade da Universidade de Oxford, Reino Unido. Sandberg obteve seu doutorado em neurociência computacional  na Universidade de Estocolmo, Suécia, com pesquisa sobre modelagem de redes neuronais da memória humana. Sua pesquisa em Oxford está centrada no gerenciamento de riscos de baixa probabilidade e alto impacto, estimando as capacidades de futuras tecnologias e futuros de prazo bastante longo.</i></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>22 de novembro</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><span><strong>14h30-16h</strong></span></td>
<td>
<p><strong>Medicina</strong></p>
<p>1. Aplicação da inteligência artificial ao campo da medicina modificando as condições e possibilidades de diagnóstico: aspectos positivos e negativos.</p>
<p>2. O papel do médico, consequências para a formação do médico (o preparo humanístico do médico será afetado? O algoritmo pode receber comandos voltados para a perspectiva humanística da profissão? Em que consistiria isso? A formação do profissional requerido pelas novas técnicas de computação (especialistas no diagnóstico por imagem apontam a insuficiência de preparo do médico para a interpretação adequada das imagens; acurácia das imagens atuais).</p>
<p>3. A mudança previsível será profunda? Em algumas áreas (por ex., música) aventa-se a possibilidade de extinção da sala de concerto, sendo a performance musical acessada por realidade virtual sem necessidade de deslocamento da pessoa e com possibilidade de desfrutar o espetáculo mesmo em companhia de outras pessoas que se encontrem não ao lado físico da pessoa: no passado, tratava-se de levar as pessoas até os lugares e as coisas, agora os lugares e as coisas vêm até as pessoas. Qual o cenário para a medicina?</p>
<p>4. Sob que aspectos as transformações na medicina podem afetar a ideia geral de cultura?</p>
<p>Expositores</p>
<ul>
<li><i><strong>Paulo Saldiva</strong><br />É diretor do IEA e professor titular do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da USP. Suas pesquisas tratam de <span style="text-align: justify; ">anatomia patológica, fisiopatologia pulmonar, doenças respiratórias e saúde ambiental, ecologia aplicada, cidades e saúde humana, humanidades e antropologia médica.</span> Faz parte da Academia Nacional de Medicina. Integrou o <span style="text-align: justify; ">Comitê Científico da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, EUA, e o Comitê de Qualidade do Ar da Organização Mundial da Saúde (OMS). </span></i></li>
<li><i><strong>Edson Amaro Jr.</strong><br />Doutor pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), onde tornou-se livre docente em 2007, Amaro Jr. é professor do Departamento de Radiologia da mesma faculdade e honorary lecturer do King's College da Universidade de Londres, Reino Unido. A ressonância magnética funcional é sua principal área de atuação. É médico radiologista <i>do Hospital das Clínicas da FMUSP, além de </i>coordenador científico do Instituto do Cérebro e neurorradiologista do Hospital Israelita Albert Einstein.<br /></i></li>
<li><i><strong>Carlos Stein Naves de Brito</strong><br />Realiza pesquisa de pós-doutorado em neurociência teórica na Unidade de Neurociência Computacional Gatsby da University College London, Reino Unido. Stein graduou-se em engenharia da computação no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e obteve o título de mestre em bioinformática pela USP. Tem <span>experiência em fisiologia e atua em pesquisas sobre coerência parcial direcionada, conectividade funcional e ressonância magnética funcional.</span></i></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h30-18h</strong></td>
<td>
<p><strong>Cultura</strong></p>
<p>O conjunto formado por computação, inteligência artificial e algoritmo compõe uma nova narrativa cultural ao lado das – e provavelmente em substituição às, ou pelo menos em complementação significativa – narrativas tradicionais de cunho religioso, sociológico, psicológico, filosófico. Em que consiste essa narrativa, quais suas unidades de significação, como se articulam para a produção do novo sentido?</p>
<p>Expositores</p>
<ul>
<li><i><strong>Marcos Cuzziol</strong><br /><span style="text-align: justify; ">Graduado em engenharia mecânica pelo Instituto de Ensino de Engenharia Paulista, com mestrado e doutorado em artes pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP, Cuzziol é gerente do Núcleo de Inovação do Itaú Cultural, desenvolvedor de games e sócio-fundador da Perceptum Software Ltda. Atua principalmente na pesquisa sobre: games; realidade virtual; comportamento artificial; e arte e tecnologia.</span></i></li>
</ul>
<ul>
<li><i>Professor emérito da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, coordenador <i>do Grupo de Estudos Humanidades Computacionais</i> do IEA e coordenador do curso <i>de especialização em gestão e política cultural do Observatório Itaú Cultural. É</i> doutor em teoria literária e literatura comparada, com pós-doutorado na Universidade de Maryland, EUA. <span>Foi diretor do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP e curador-coordenador do Museu de Arte de São Paulo (Masp).</span></i></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>19h30-21h</strong></td>
<td>
<p><strong>Conferência</strong></p>
<p>Conferencista</p>
<ul>
<li><i><strong>Michael Resch</strong><br />Estudou matemática na Universidade Técnica de Graz, Áustria, onde trabalhou no Joanneum Research Associaton. Depois passou a integrar a equipe do Centro de Computação de Alta Performance (HLRS na sigla em inglês) da Universidade de Stuttgart, Alemanha. Tornou-se professor assistente da Universidade de Houston, EUA, em 2002. No ano seguinte, assumiu a direção do HLRS, que possui o supercomputador Hermit, um dos mais velozes sistemas civis de computação da Europa.</i></li>
</ul>
<ul>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>23 de novembro</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>9h-12h</strong></td>
<td>
<p><strong>O Futuro da Computação</strong></p>
<p>A próxima etapa da computação, seu significado e aplicações nas Humanidades</p>
<p>O atual edifício digital de computação está prestes a alterar-se radicalmente com a introdução gradativa da computação quântica. Novos conceitos sobre a ideia de realidade e novas possibilidades de exploração do universo apresentam-se com rapidez. O painel explorará as possibilidades e impasses da nova tecnologia e suas influências para o campo das humanidades.</p>
<p>Expositores</p>
<ul>
<li><i><strong>Marcos Cuzziol</strong><br /><span style="text-align: justify; ">Graduado em engenharia mecânica pelo Instituto de Ensino de Engenharia Paulista, com mestrado e doutorado em artes pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP, Cuzziol é gerente do Núcleo de Inovação do Itaú Cultural, desenvolvedor de games e sócio-fundador da Perceptum Software Ltda. Atua principalmente na pesquisa sobre: games; realidade virtual; comportamento artificial; e arte e tecnologia.</span></i></li>
<li><i><strong>Helena dos Santos</strong><br />Socióloga, professora da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, Helena é pesquisadora do Centro de Estudos das Artes, das Tecnologias e das Ciências da Comunicação (CETAC.media) da mesma universidade. Nesse centro, dedica-se à sociologia da cultura e das artes, analisando: práticas e públicos; produção e criação; e políticas. Também atua em outras instituições portuguesas, como o Instituto de Cinema e Audiovisual, o Instituto Português de Museus e a Direção Geral de Artes.</i></li>
<li><i><strong>Fátima São Simão</strong><br />Graduada pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto, Portugal, com mestrado em gestão e política cultural pela City Universidade de Londres, Reino Unido, Fátima é diretora de desenvolvimento do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (Uptec). No parque, ela é também coordenadora executiva da incubadora de indústrias criativas (Uptec Pinc), que atualmente apoia o desenvolvimento de mais de 30 startups de arquitetura, design, audiovisual e comunicação.</i></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><i>
<hr />
<b>A Máquina, Inteligência e Desinteligência: Utopia e Entropia à Vista</b><br />21 a 23 de novembro<br />Instituto Itaú Cultura, aveninda Paulista, 149, São Paulo<br />Inscrições encerradas<br />Mais informações: <a class="external-link" href="http://www.itaucultural.org.br">www.itaucultural.org.br</a>; telefone (11) 2168-1876<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/maquina-inteligencia" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-01T16:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
