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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 21 to 35.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor">
    <title>Preocupação com IA nas eleições é necessária, mas tecnologia também beneficia eleitor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor</link>
    <description>No USP Analisa, pesquisadores do Grupo de Estudos TechLaw, do IEA-RP, discutem regulação da inteligência artificial e as possibilidades de uso positivas e negativas no pleito deste ano</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-730e4515-7fff-9141-9586-872bdf1ed8fe"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy2_of_Designsemnome20240503T170131.353.png/@@images/b4c79d14-be60-41c4-a473-6f37a4788aee.png" alt="" class="image-left" title="" /></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Em 2024, mais de 2 bilhões de pessoas em 60 países vão votar em eleições gerais ou municipais - incluindo o Brasil. Será a primeira vez em que as campanhas terão à disposição ferramentas de inteligência artificial que ajudam a baratear a produção de conteúdo mas, ao mesmo tempo, também podem ser usadas para gerar informações falsas. Mas a preocupação com o uso da tecnologia nas campanhas não é nova. Os professores Cíntia Rosa Pereira de Lima, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, e Evandro Eduardo Seron Ruiz, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, e que também integram o Grupo de Estudo “Direito e Tecnologia” (Tech Law) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, conversaram com o USP Analisa desta sexta sobre esse assunto.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O tema começou a ser discutido com mais intensidade após o escândalo da Cambridge Analytica, no início de 2018, quando um aplicativo criado por um pesquisador da Universidade de Cambridge e intitulado “This is your digital life” conseguiu mapear as predileções de personalidade de usuários do Facebook, informações que foram utilizadas posteriormente para distribuição de conteúdo durante eleições em várias localidades.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Muitos aplicativos hoje são disponibilizados nas redes sociais e, às vezes, de uma forma ingênua, eles se oferecem para envelhecer fotos ou disponibilizam testes aparentemente inofensivos. O “This is your digital life” pedia um consentimento nos seus termos - e os usuários não leem esses termos porque realmente são muito longos, cansativos - e lá constava que, ao fazerem login no aplicativo com a conta do Facebook, as pessoas consentiam que o criador da aplicação tivesse acesso aos seus contatos na rede social. Isso então escalou uma forma de coleta de dados pessoais que, de inicialmente uns 270 mil usuários, passou a representar 87 milhões de perfis que foram vasculhados pela aplicação”, explica Cíntia.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Atualmente, com a popularização de ferramentas de inteligência artificial, a preocupação vai além da coleta de dados e passa pela própria produção de conteúdo, já que algumas aplicações permitem produzir vídeos e áudios realistas utilizando o rosto e a voz das pessoas. Mesmo assim, Evandro destaca que tecnologias como essas ferramentas de edição e o Chat GPT podem ser usadas de forma positiva nas campanhas.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Acho que há muitas maneiras do eleitor se beneficiar e ganhar informação, ganhar conhecimento sobre a plataforma do candidato, do partido. O candidato também pode, por exemplo, buscar auxílio no Chat GPT para a geração de um discurso, eventualmente resumir aquele discurso para fazer um vídeo curto para divulgar no YouTube, no Instagram. Enfim, implica até uma redução de custo com assessores, com redatores. Acredito que, no global, a gente sai com uma democracia mais fortalecida, com mecanismos desse tipo, acho que é uma grande vantagem que a computação está trazendo para nós, cidadãos”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Além dos professores Cíntia e Evandro, o podcast USP Analisa conversa com outra integrante do Grupo de Estudos TechLaw, a professora da FDRP Cristina Godoy Bernardo de Oliveira. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-03T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/alimentos-regionais-precisam-ser-valorizados-para-desestimular-consumo-de-ultraprocessados-afirma-especialista">
    <title>Alimentos regionais precisam ser valorizados para desestimular consumo de ultraprocessados, afirma especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/alimentos-regionais-precisam-ser-valorizados-para-desestimular-consumo-de-ultraprocessados-afirma-especialista</link>
    <description>Paula Johns, entrevistada no USP Analisa, preservar esse tipo de alimentação, estimulada pela nova cesta básica, pode ajudar a combater a fome e a obesidade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d0b20a72-7fff-be8b-a6e2-194a0d48862a"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome20240419T160517.233.png/@@images/3b9e955f-70bc-4f3f-aafa-7790823e3bf3.png" alt="" class="image-left" title="" />A alteração na legislação que define os alimentos integrantes da cesta básica, feita pelo governo federal em março, foi importante para atualizar regras que datam da década de 1930 e que precisavam refletir as mudanças no conceito de alimentação adequada e saudável ocorridas nesse período. É o que afirma a diretora da ACT Promoção da Saúde e integrante do grupo de referência da Cátedra Josué de Castro, Paula Johns, entrevistada dessa semana no USP Analisa, que destaca também a importância dessa atualização para as políticas públicas do setor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente vive no Brasil essa situação da fome convivendo com a obesidade, essa pandemia que acontece no mundo inteiro das diversas formas de má alimentação, da má nutrição em todas as suas expressões, seja passando fome, ou seja, ter acesso restrito a alimento, a encher barriga, mas também principalmente a que tipo de alimento que a gente está tendo acesso. Essa atualização é fundamental no mundo de hoje para podermos, inclusive, enfrentar o problema da fome no Brasil com comida de verdade, com comida de qualidade, com aquela comida que nos alimenta e nos nutre”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Paula destaca que, embora os ultraprocessados estejam cada vez mais baratos e acessíveis  principalmente às populações de rendas menores, o Brasil ainda não tem um consumo predominante desses produtos em relação à alimentação como um todo. Segundo ela, apenas 20% da dieta do brasileiro é composta por esses alimentos, índice muito mais baixo do que os de Inglaterra e Estados Unidos, por exemplo, onde os ultraprocessados representam de 60 a 80% da dieta das populações.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente precisa proteger o arroz com feijão e legumes, verduras e coisas diversificadas. Porque uma dieta saudável é também diversificada, com alimentos locais, regionais, com todos os chamados produtos alimentícios não convencionais. Há uma quantidade enorme de plantas comestíveis que não são nem aproveitadas, frutas regionais, enfim, existe uma riqueza enorme na sociobiodiversidade brasileira. É preciso valorizar, preservar e promover esse tipo de alimentação, porque ela vem sendo substituída por esses alimentos ultraprocessados, produzidos por poucas empresas que são transnacionais. Além de serem produzidos por poucas empresas, são coisas que imitam comida, não são comida de fato”, alerta Paula.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além da conversa com Paula, o podcast USP Analisa traz uma entrevista com a professora da Faculdade de Saúde Pública da USP e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, Maria Laura da Costa Louzada. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sociobiodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-19T19:17:54Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-cesta-basica-tem-grande-potencial-de-impactar-positivamente-saude-dos-brasileiros">
    <title>Nova cesta básica tem grande potencial de impactar positivamente saúde dos brasileiros</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/nova-cesta-basica-tem-grande-potencial-de-impactar-positivamente-saude-dos-brasileiros</link>
    <description>Afirmação é da professora da Faculdade de Saúde Pública da USP Maria Laura da Costa Louzada, em entrevista ao USP Analisa desta semana, que discute os reflexos da mudança nessa legislação</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-7787b9a0-7fff-6a2d-52a6-6b2b5349f58d"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome20240405T152824.646.png/@@images/cf16272b-4b7c-4ac0-aac6-fc5db9b73913.png" alt="" class="image-left" title="" />Recentemente, o governo federal fez uma série de mudanças na composição da cesta básica, dando prioridade aos alimentos mais saudáveis e excluindo os ultraprocessados. As alterações também devem impactar políticas públicas voltadas ao combate à insegurança alimentar e ao estímulo de uma alimentação mais saudável. Para refletir sobre as consequências dessas mudanças e a evolução da alimentação do brasileiro ao longo do tempo, o USP Analisa conversa nesta semana com a professora da Faculdade de Saúde Pública da USP e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, Maria Laura da Costa Louzada.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela explica que o alcance dessas mudanças é amplo porque todos os programas do governo relacionados à cesta básica utilizam essa legislação, como o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Além disso, há um reflexo disso na própria economia.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O Dieese [Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos] e outros órgãos da economia monitoram os preços e as ações do governo em relação a essa cesta básica de alimentos. Por fim, uma coisa muito importante também é que essa legislação pode pautar outras políticas públicas. Por exemplo, agora a gente está discutindo a tributação de alguns alimentos e a desoneração de impostos de outros, e com certeza essa legislação que define a nova cesta básica vai ser usada como referencial teórico para a gente debater isso na sociedade”, explica a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela destaca que a nova cesta básica é baseada nas recomendações do Guia Alimentar da População Brasileira, um documento do Ministério da Saúde voltado a promover uma alimentação saudável e sustentável para a população. Um dos pontos principais para ela, nas mudanças, é a ausência dos alimentos ultraprocessados.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Nos últimos anos, a gente viu uma transição alimentar na população brasileira, que come cada vez menos alimentos tradicionais, menos preparações culinárias baseadas nos alimentos </span><span>in natura</span><span> e minimamente processados, e cada vez mais ultraprocessados. Com isso, a Ciência da Nutrição começou a descobrir que esses alimentos estavam causando doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares. E ao dizer que a cesta básica não vai ter ultraprocessados, mas sim alimentos </span><span>in natura</span><span> e minimamente processados, em sua maior parte, e também um pouco também de processados, como queijo e pão, o governo está dando uma resposta à sociedade de que se preocupa, sim, com a saúde e com o meio ambiente. Combinada com vários outros programas e políticas, a nova cesta básica tem muito potencial de impactar positivamente a saúde dos brasileiros”, afirma.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além da conversa com Maria Laura, o podcast USP Analisa traz uma entrevista com a diretora da ACT Promoção da Saúde e integrante do grupo de referência da Cátedra Josué de Castro, Paula Johns. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-05T19:04:54Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-criticam-falta-de-visao-de-futuro-em-propostas-para-o-pne">
    <title>Especialistas criticam falta de visão de futuro em propostas para o PNE</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-criticam-falta-de-visao-de-futuro-em-propostas-para-o-pne</link>
    <description>Maria Helena Guimarães de Castro e Mozart Neves Ramos conversaram sobre o novo plano no USP Analisa desta sexta</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-897b095b-7fff-faec-78e9-b9578d3c71e2"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome20240321T121528.618.png/@@images/d644684d-0675-4d3d-8f1b-c49a367cd301.png" alt="" class="image-left" title="" />Um documento que precisa estar atento ao futuro - assim os professores Maria Helena Guimarães de Castro e Mozart Neves Ramos definem o Plano Nacional da Educação, cuja edição válida para o período entre 2024 e 2034 está sendo formulada neste ano. Os especialistas, que estão à frente, respectivamente, da Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliações Educacionais e da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira conversaram com o USP Analisa sobre esse tema, em entrevista que vai ao ar nesta sexta (22).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Maria Helena critica a discussão sobre um novo plano sem uma análise aprofundada sobre as razões que impediram o cumprimento das metas anteriores. Para ela, a proposta de retomar diretrizes anteriores à implantação do Novo Ensino Médio não reflete as mudanças que aconteceram no mundo desde então, como os próprios avanços tecnológicos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Quem está discutindo o Plano Nacional de Educação tem que olhar as tendências, o contexto, ter um bom diagnóstico e evidências para pensar o futuro. E o nosso problema hoje em relação ao futuro é que nós temos uma tremenda herança desse passado recente das metas que não foram cumpridas e que precisam ser cumpridas, como é o caso da educação infantil, do ensino médio, do ensino técnico profissional e alfabetização. Esse é o mínimo que o país precisa entregar para a sociedade, e tem que olhar para o futuro. Então, nessa altura, eu sinceramente não só tenho uma visão muito crítica das moções aprovadas, como eu entendo que o ideal seria postergar esse Plano Nacional da Educação que está em vigor para daqui a dois anos, como há inclusive um projeto de lei propondo a prorrogação do plano atual, tendo em vista a pandemia”, afirma a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mozart concorda com as críticas de Maria Helena em relação à retomada de diretrizes anteriores e destaca que o plano deveria ser ousado e apontar, de fato, para o futuro. Para ele, falta um foco maior sobre o aluno, principalmente em relação à aprendizagem.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Na minha opinião, qualquer que venha a ser o Sistema Nacional de Educação, deveria olhar para o estudante. É como o SUS [Sistema Único de Saúde]. O SUS não olha para o médico, olha para o paciente. Quer ver um exemplo? O eixo 2 da proposta que está aí fala em acesso, fala em permanência e fala em conclusão, mas não fala em aprendizagem. Então não adianta a gente continuar colocando mais crianças e jovens na escola, chegar ao final e os alunos não terem um conhecimento básico, mínimo, por exemplo, em uma área estratégica para qualquer país que é a matemática. O Brasil está precisando repaginar a sua visão de mundo, de educação, para que efetivamente a gente possa dar um salto de qualidade”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliações Educacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-21T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/plano-nacional-da-educacao-nao-deveria-ser-tao-detalhista-dizem-especialistas">
    <title>Plano Nacional da Educação não deveria ser tão detalhista, dizem especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/plano-nacional-da-educacao-nao-deveria-ser-tao-detalhista-dizem-especialistas</link>
    <description>Titulares de cátedras do IEA-RP trazem no USP Analisa desta semana uma avaliação sobre o PNE que termina neste ano</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b40a4969-7fff-1fd0-a280-8d7637744759"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome20240308T151053.099.png/@@images/5018755a-44eb-42c5-a24b-7dea61145dc4.png" alt="" class="image-left" title="" />Documento que define diretrizes, metas e estratégias para a política educacional do país, o Plano Nacional da Educação é elaborado a cada dez anos e terá uma nova versão em 2024. Para discutir os resultados do PNE que se encerra neste ano, o USP Analisa desta semana conversa com a titular da </span><a href="https://rp.iea.usp.br/catedra-ias/"><span>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliações Educacionais</span></a><span>, Maria Helena Guimarães de Castro, e com o titular da </span><a href="https://rp.iea.usp.br/catedra-shf/"><span>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</span></a><span>, Mozart Neves Ramos. Ambas as cátedras estão ligadas ao Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Maria Helena destaca que apenas 40% das metas do plano atual foram cumpridas e ainda não há uma análise das causas que provocaram os insucessos. Ela chama a atenção para duas dessas metas não cumpridas, 100% das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola até 2016 - segundo o Censo Escolar 2023, esse número atualmente está em 92% - e 100% das crianças alfabetizadas ao final do 3º ano até 2018 - de acordo com o INEP, essa taxa atualmente é de 56%.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“São duas metas muito relevantes e elas não foram atingidas. Embora tenham existido algumas políticas com foco nisso, talvez o maior problema desse fracasso seja a descontinuidade das políticas públicas educacionais no Brasil”, diz a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mozart acredita que o plano que termina em 2024 traz uma certa frustração não só pelas metas não alcançadas, mas porque deveria mobilizar melhor pessoas e conhecimentos, servindo como uma espécie de bússola para Estados e municípios.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O Plano Nacional da Educação não deveria ser tão detalhista. Ele deveria dar grandes diretrizes nacionais e cada Estado com os seus municípios deveria sim construir um plano territorial, com macrodiretrizes. A gente tem uma desigualdade muito grande. A realidade do Amapá com toda certeza não é igual à realidade de São Paulo. Então não dá para ter a mesma coisa para realidades tão diferentes”, afirma ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliações Educacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-08T18:24:55Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/para-especialistas-educacao-midiatica-precisa-ser-abordada-de-forma-multidisciplinar">
    <title>Para especialistas, educação midiática precisa ser abordada de forma multidisciplinar</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/para-especialistas-educacao-midiatica-precisa-ser-abordada-de-forma-multidisciplinar</link>
    <description>No USP Analisa, Ismar Oliveira e Patricia Blanco explicam que ela pode ser ferramenta para combater desinformação e discurso de ódio em diversas áreas e por isso deveria estar presente na grade de vários cursos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-aba6f738-7fff-2050-b99c-29ff7cedda51"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome100.png/@@images/f5bf791f-0e5b-4c6b-afe4-57f877815a37.png" alt="" class="image-left" title="" />A recente popularização de ferramentas de inteligência artificial trouxe praticidade em muitos aspectos, mas também está gerando preocupação por conta do uso de forma prejudicial, como em casos recentes de bullying. Dentro desse contexto - e considerando ainda a disseminação de discurso de ódio e desinformação em redes sociais -, as estratégias de educação midiática podem ser uma importante ferramenta para enfrentar todos esses problemas. É o que explicam o professor da Escola de Comunicação e Artes da USP Ismar de Oliveira Soares e a presidente do Instituto Palavra Aberta, Patrícia Blanco, que conversaram nesta semana sobre o tema no USP Analisa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Patricia, é importante ter um olhar cuidadoso para a educação, a formação de um cidadão crítico e também para o design das ferramentas de tecnologia, com o objetivo de garantir o uso correto delas. Mas a solução, segundo ela, vai além.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Eu gosto de reforçar que a educação midiática é fundamental, mas mais ainda é o nosso papel e a nossa responsabilidade nesse universo. A desinformação circula porque tem gente que curte, que compartilha desinformação. O bullying acontece porque tem gente que pratica e que dissemina esse tipo de prática”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ismar destaca que experimentar práticas justas, equânimes e verdadeiras de comunicação ajuda o indivíduo a identificar formas de manipulação que precisam ser combatidas. Para ele, o processo de recepção e distribuição de conteúdo de forma mecânica, sem questionamentos, está naturalizado na sociedade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Antigamente, a educação midiática era mais fácil de ser feita porque nós analisávamos uma novela, um telejornal, um boletim ou um programa de rádio e agora temos que analisar um sistema. E esse sistema está acima de nós, conduzindo as políticas e colocando em risco a democracia, a própria sobrevivência da natureza, e assim por diante. Estamos realmente frente a um grande problema que nos leva a insistir na importância de que esse tema vá para as faculdades de educação e de comunicação, para que seja estudado de uma forma multilateral, multidisciplinar, porque nós temos que enfrentar a desinformação na área da saúde, da ciência social, do meio ambiente e assim por diante”, afirma o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mídia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-02-22T13:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-apontam-falta-de-politicas-publicas-municipais-para-receber-refugiados-no-brasil">
    <title>Especialistas apontam falta de políticas públicas municipais para receber refugiados no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-apontam-falta-de-politicas-publicas-municipais-para-receber-refugiados-no-brasil</link>
    <description>USP Analisa desta semana conversou sobre o tema com professoras da FDRP-USP e da Cátedra Sérgio Vieira de Mello da Unicamp</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d1c11dec-7fff-7405-35db-27c202c60bc6"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome94.png/@@images/3e7b9a51-6305-4f2c-b1b5-c9e1ce34b056.png" alt="" class="image-left" title="" />Desde 1985, o Brasil já reconheceu cerca de 60 mil pessoas como refugiadas, segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). Porém, ainda faltam políticas públicas para recepcionar essas pessoas, principalmente no âmbito municipal. De acordo com o IBGE, nem 6% dos municípios com refugiados ou imigrantes conta com estrutura para gestão migratória. Para discutir essa questão, o USP Analisa desta sexta conversa com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, Cynthia Soares Carneiro, e a professora do Instituto de Artes da Unicamp Ana Carolina de Moura Delfim Maciel, que também está à frente da Cátedra Sérgio Vieira de Mello da Unicamp.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ana Carolina explica que o Brasil não recebe um número tão expressivo de refugiados, mesmo com a crise venezuelana, por não ser prioritariamente o país de destino desejado por eles. “O Brasil não é um país, uma rota desejável, exceto Venezuela, pela proximidade. Dos fluxos majoritários que nós temos, por exemplo, os sírios acabaram vindo uma grande parte para cá porque nós temos uma tradição imigratória síria. Então a comunidade se ajuda muito, isso é determinante. Mas não é um lugar como Alemanha, Canadá, que as pessoas têm um projeto de chegar até esse lugar para poder reconstruir a sua vida. Então tem um certo acaso. Tem também essa possibilidade de um acolhimento de uma comunidade que já está constituída. Dessa forma, a gente não tem um número expressivo”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cynthia destaca que o país tem uma sociedade xenofóbica e altamente racista, portanto há uma resistência na sociedade e nas próprias instituições na acolhida a determinados povos. “Essa legislação securitista, que coloca o Estado como destinatário e o estrangeiro como uma ameaça, existe no Brasil desde a década de 1920. Apesar da gente ter uma legislação recente, de 2017, que muda o paradigma para uma acolhida, isso acabou reforçando durante todas essas décadas uma resistência da sociedade brasileira em relação aos imigrantes e aos refugiados. Principalmente àqueles que vêm do Oriente Médio, da América Latina, que têm um fenótipo indígena, de povos originários, aqueles que vêm da África, que são o principal fluxo migratório atual. E nós percebemos que existe esse racismo estrutural nas instituições. As instituições brasileiras no município não estão preparadas para esse recebimento”, aponta ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Refugiados</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-17T18:28:44Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/para-especialistas-crescimento-do-numero-de-refugiados-e-crise-sem-fim">
    <title>Para especialistas, crescimento do número de refugiados é crise sem fim</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/para-especialistas-crescimento-do-numero-de-refugiados-e-crise-sem-fim</link>
    <description>USP Analisa conversou com professoras da FDRP e da Unicamp sobre situação de pessoas forçadas a deixar suas casas em virtude dos atuais conflitos armados em todo o mundo
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a50003a1-7fff-df6d-ae99-ee9c10f0e0b3"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome52.png/@@images/4413c385-912a-4df6-926c-b9846769a5cc.png" alt="" class="image-left" title="" />Conflitos armados já resultaram em pelo menos 110 milhões de refugiados em todo o mundo, segundo estimativas do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). O número vem crescendo a cada ano e pode ser ainda maior, já que não contabiliza os que vivem em campos de refugiados e as próprias mortes que acontecem em muitas travessias. Sobre essa triste situação, o USP Analisa desta sexta (3) conversou com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, Cynthia Soares Carneiro, e a professora do Instituto de Artes da Unicamp Ana Carolina de Moura Delfim Maciel, que também está à frente da Cátedra Sérgio Vieira de Mello da Unicamp.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Embora existam pelo menos sete conflitos armados atualmente, nem todos recebem tanta atenção da mídia, como o entre Rússia e Ucrânia ou entre Israel e o grupo palestino Hamas. “Existem conflitos que simplesmente não saem ali de um circuito um pouco mais restrito, porque nós somos, infelizmente, muito influenciados por uma mídia que é bastante excludente”, lamenta Ana Carolina.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela explica que só no caso da Palestina, em menos de um mês pelo menos 340 mil pessoas já foram forçadas a abandonar suas casas, seus pertences e toda a vida que tinham antes. “É um número que infelizmente a gente não vê um horizonte de término. É uma situação realmente crítica e que eu costumo dizer que não dá para chamar de crise, porque crise é uma coisa circunscrita, que teoricamente tem começo, meio e fim. O que a gente está vendo aí é um mal crônico”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cynthia explica que o tratado criado para acolher os europeus refugiados em virtude das grandes guerras do início do século XX hoje é utilizado para bloquear o acesso dos atuais refugiados graças a uma cláusula que restringe a acolhida por um estado central caso o refugiado esteja em um terceiro país considerado seguro. Segundo ela, isso tem sido usado para justificar a retenção de refugiados em locais como Turquia, Líbia, Marrocos, México e até mesmo o Brasil - como é o caso dos venezuelanos recebidos pela Operação Acolhida.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Hoje, depois da queda do Muro de Berlim, levantaram-se uma infinidade de muros, de bloqueios físicos e uma legislação de refúgio e migratória extremamente restritiva. Os refugiados sofrem duas violências: a violência de ter que deixar os seus lares e a violência de ter uma resistência na acolhida dessas pessoas, que estão em um estado lastimável de vulnerabilidade”, afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Refugiados</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-03T02:47:49Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/acoes-afirmativas-contribuem-no-combate-ao-racismo-dizem-especialistas">
    <title>Ações afirmativas contribuem no combate ao racismo, dizem especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/acoes-afirmativas-contribuem-no-combate-ao-racismo-dizem-especialistas</link>
    <description>Integrantes do Instituto Dacor falam ao USP Analisa sobre importância dessas políticas e como elas contribuem para uma sociedade mais dinâmica e criativa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a05f4f67-7fff-260a-9ec5-889f6922f678"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome90.png/@@images/4d6491ad-ebb8-4d1c-9c4b-63a917eaee8e.png" alt="" class="image-left" title="" />Há cerca de 20 anos, uma série de ações afirmativas voltadas à população negra começaram a ser implantadas no Brasil, o que teve um impacto importante para essas pessoas. No USP Analisa desta sexta (20), Helton Souto Lima e Vidal Dias da Mota Junior, respectivamente presidente e diretor-executivo do Instituto Dacor, conversam sobre a relação entre essas ações e o combate ao racismo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Vidal, as cotas colaboram para criar um ambiente universitário mais plural e enriquecedor. “Ao fazer a reparação histórica nós estamos falando de combate ao racismo. Essa reparação sim é dar poder para as pessoas, porque a educação é poder, educação é levar as pessoas para outro patamar de enxergar a vida, de enxergar e desenvolver o seu potencial”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O diretor-executivo destaca ainda que as estatísticas mostram uma melhoria de vida a partir do acesso ao ensino superior, e isso retorna para a sociedade na forma de diversidade de leitura de mundo e de conhecimento de diferentes realidades. “Além de tudo, isso traz inteligência para a sociedade no sentido de potencializá-la, de dinamizá-la, de torná-la efetivamente criativa. Tem até um velho meme, que diz que o brasileiro precisa ser estudado pela NASA. Esse é o brasileiro do cotidiano, que se vira para sobreviver. Esse cara na universidade revoluciona o ensino. A universidade não é só uma imposição porque todo mundo da minha família fez, mas é a oportunidade que eu tenho na vida e eu vou valorizar muito isso”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Helton ressalta um relatório do Banco Mundial que, embora o Brasil tenha um grande potencial de utilização de capital humano, há uma perda de até 40% nesse potencial ao longo da vida por conta de condições de educação e saúde. “A gente chega a [um aproveitamento de] 60%. E quando a gente corta para as populações negras no Brasil, esse índice cai para 56%. Quando corta para a população indígena, esse índice cai para 52%. Ou seja, nós perdemos a capacidade das pessoas e a gente perde potência, perde força e força de país, de sociedade, de transformação”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para ele, o país perdeu a oportunidade de tirar vantagem do chamado bônus demográfico, ou seja, quando há proporcionalmente na população um número maior de jovens aptos a trabalhar. “Nós perdemos uma população jovem, potente, forte para avançar com a potencialidade que esse país tem. Nós estamos numa população que está envelhecendo cada vez mais. Então matar jovem negro na periferia é uma questão que impacta o nosso desenvolvimento. Isso é, de fato e em ato, matar o futuro”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-10-20T13:54:05Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/para-especialistas-e-importante-ver-conceito-de-racismo-estrutural-circular-na-sociedade">
    <title>Para especialistas, é importante ver conceito de racismo estrutural circular na sociedade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/para-especialistas-e-importante-ver-conceito-de-racismo-estrutural-circular-na-sociedade</link>
    <description>Segundo integrantes do Instituto Dacor, discussão ajuda no entendimento e combate às consequências desse fenômeno social para população negra</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-522cd379-7fff-cac6-adea-f4bd0af9709b"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome86.png/@@images/ed6002f4-7e7c-4b06-b93f-184340629127.png" alt="" class="image-left" title="" />Racismo estrutural é um conceito que precisa ser cada vez mais discutido para que seja melhor compreendido pela sociedade e suas consequências negativas sobre a população negra possam ser cessadas. Pensando nisso, o USP Analisa conversa nesta semana com os integrantes do Instituto Dacor Helton Souto Lima e Vidal Dias da Mota Junior, respectivamente presidente e diretor-executivo da instituição, que busca mapear, sistematizar e produzir dados e informações sobre racismo e também disseminar conhecimento e ajudar a construir políticas sistêmicas nessa temática com base em evidências.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Vidal destaca que dar visibilidade ao conceito é sempre importante porque ele auxilia no entendimento de fenômenos sociais. “O racismo é estrutural a partir do momento em que a gente tem a hegemonia de determinados padrões, como a questão dos padrões estéticos que sempre estiveram estabelecidos. A negritude nunca foi um padrão hegemônico, sempre foi um padrão marginalizado. O cabelo afro, a pele escura, o próprio fenótipo das pessoas de origem africana sempre foram um padrão que nunca foi aquele mais comum de ser visibilizado na publicidade, por exemplo, nos meios de comunicação. Essa é uma das formas que eu acho que mais contundentes, mais observadas e mais percebidas por pessoas brancas e por pessoas negras, não há como negar isso”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O diretor lembra ainda que basta olhar para dados de violência, educação e ascensão social para que esse processo fique ainda mais claro. “Quando a gente percebe que a população negra desse país tem índices que ultrapassam 70% em termos de estarem vulnerabilizadas no acesso à educação, saúde, renda, emprego, eu estou falando de racismo estrutural. Se a gente olha para a violência, quais são as maiores vítimas? Quais são aqueles que menos acessam a educação? Quais são aqueles que menos acessam a universidade, o ensino superior? É evidente. Quais são aqueles que não estão nos espaços de maior poder? Quanto mais se sobe na hierarquia social, onde estão os negros? Aí a gente vê o processo que vem se reproduzindo ao longo do tempo”, afirma ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Helton, o simples fato de um conceito como o de racismo estrutural ganhar um espaço de discussão na sociedade já é de grande importância. “Por vezes, alguns conceitos que estão discutindo racismo já são combatidos logo de saída e precisam ser reformulados, refutados. Então você vai para dentro de escolas, você circula, você conversa com as pessoas e vê na televisão um conceito de racismo estrutural sendo vinculado, isso num país como o nosso é potente. Que outros conceitos de explicação da sociedade brasileira, por exemplo, nós vimos acontecer com essa circularidade, com esse nível de discussão?”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-10-06T17:03:59Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-mudancas-na-politica-ambiental-brasileira">
    <title>Especialistas discutem mudanças na política ambiental brasileira</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-mudancas-na-politica-ambiental-brasileira</link>
    <description>Tércio Ambrizzi e Paulo Artaxo são os entrevistados desta semana no USP Analisa e avaliam também os resultados da Cúpula da Amazônia, realizada em agosto, no Pará</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a84fb8e2-7fff-e2c5-4e42-90a98786826f"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy4_of_1.png/@@images/bd11f1d8-4f3f-4b45-b642-f13211a3fd37.png" alt="" class="image-left" title="" />A troca de governo no país trouxe alterações também na política ambiental. Embora o efeito prático dessa mudança não seja imediato em questões como desmatamento e emissões de gases de efeito estufa, a própria realização da Cúpula da Amazônia em agosto, no Pará, já pode ser considerada um reflexo positivo. Os professores do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP Tércio Ambrizzi e do Instituto de Física da USP Paulo Artaxo conversaram sobre essas questões com o USP Analisa nesta semana.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Paulo, o Brasil não vai conseguir fazer progressos na área ambiental em tão pouco tempo, após um retrocesso nos últimos seis anos. Mesmo assim, o compromisso assumido com o desmatamento zero até 2030 é importante para melhorar a credibilidade internacional do país.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Não vai ser fácil por causa do atual modelo econômico que nós temos na região Amazônica e por causa da oposição à questão ambiental no Congresso Nacional, que não deve ser minimizada. Entretanto, a pressão da sociedade brasileira vai ser muito importante para que a gente possa atingir a meta de desmatamento zero em 2030, além de implementar políticas energéticas, por exemplo, que aproveitem o enorme potencial que nós temos de energia solar e eólica, maior do que qualquer outro país do nosso planeta. Então vamos aproveitar as nossas oportunidades”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Tércio destaca que, embora a meta de zerar o desmatamento até 2030 e a proibição de exploração de petróleo na região Amazônica não tenham sido incluídos no documento final da Cúpula da Amazônia, a simples realização do evento e a presença de líderes dos países que abrigam a floresta em seus territórios já é um avanço.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A queima de combustíveis fósseis tem que diminuir se nós quisermos minimizar a crise climática que já está aí. Isso é ciência, isso já está definido. E como é que você faz isso? Diminuindo o seu uso. Então talvez a discussão não seja ter mais novos poços de petróleo, mas na verdade saber o que que nós vamos fazer com aquilo que está hoje aí, como minimizar o seu uso. Essa é uma discussão importante na qual o Brasil tem que tomar uma liderança, porque afinal nós estamos falando ali da Foz do Amazonas, tem toda uma discussão que está mais longe, que tem pareceres técnicos, mas nós temos que pensar no contexto global”, afirma o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-21T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mudanca-no-clima-ja-e-realidade-dizem-especialistas">
    <title>Mudança no clima já é realidade, dizem especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mudanca-no-clima-ja-e-realidade-dizem-especialistas</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, os professores Tércio Ambrizzi e Paulo Artaxo discutem as consequências desse fenômeno</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-0210a302-7fff-aabe-c82e-a2c6813cd8c3"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy4_of_2.png/@@images/298e8831-7a85-437d-8a68-555860b93503.png" alt="" class="image-left" title="" />O verão deste ano no Hemisfério Norte e o inverno aqui no Brasil registraram temperaturas muito mais altas que o previsto, deixando um alerta claro sobre as consequências que ainda vamos enfrentar em relação ao aquecimento global e às mudanças climáticas. Para discutir esse tema, o USP Analisa conversa nesta semana com o professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP Tércio Ambrizzi e com o professor do Instituto de Física da USP Paulo Artaxo, que também são respectivamente coordenador e vice-coordenador do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Mudanças Climáticas da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Tércio, o aquecimento da atmosfera tem impacto na modificação do clima e pode significar fenômenos extremos não apenas em relação a secas e calor, mas também precipitações fora do normal e temperaturas baixas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Se estivéssemos no inverno, poderíamos ter extremos de ondas de frio, também. Lembrando que o extremo significa que pode ir tanto para um lado quanto para outro. Estamos infelizmente caminhando muito rapidamente aquilo que queríamos atingir lá em 2050. Estamos chegando muito mais perto do 1,5ºC de média global nesses próximos anos e, portanto, do que vai acontecer no futuro, se nós não estivermos efetivamente tomando providências drásticas da redução dos gases de efeito estufa”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Paulo, o cenário atual mostra que as mudanças climáticas, antes previstas para um futuro relativamente distante, já são a realidade atual. “O clima já mudou e está mudando muito rapidamente. A questão das mudanças climáticas globais está, na verdade, se agravando muito mais, de uma maneira mais rápida e mais forte do que os modelos climáticos do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas estavam prevendo. E o Brasil tem que se preparar para essas questões”, alerta o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-05T18:41:36Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mudanca-em-impostos-sobre-renda-deve-enfrentar-muita-resistencia">
    <title>Mudança em impostos sobre renda deve enfrentar muita resistência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mudanca-em-impostos-sobre-renda-deve-enfrentar-muita-resistencia</link>
    <description>Avaliação é de especialistas entrevistados pelo USP Analisa; para eles, embora alíquotas sejam injustas, há interesses em jogo com lobbies grandes dentro do Congresso</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5c69f160-7fff-5494-9804-5b18edb74a55"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy2_of_Designsemnome82.png/@@images/06342476-f9b5-47fd-80d2-c852dc445856.png" alt="" class="image-left" title="" />Uma segunda fase da reforma tributária, que ainda vai tramitar no Congresso, pretende abordar os impostos sobre a renda. Para entender a importância disso e os impactos na vida da população, o USP Analisa conversou com o economista e presidente do Banco Ribeirão Preto Nelson Rocha Augusto e com o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP Rudinei Toneto Junior. Ambos também integram o Conselho Consultivo do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Nelson, há uma resistência muito grande em relação a mudanças nos impostos sobre a renda, ao contrário dos impostos sobre o consumo. “O imposto sobre a renda no Brasil é absolutamente injusto. O pobre paga muito e o rico paga pouco, de todos os impostos, mas também do imposto sobre a renda. Você vai mexer com interesses muito difíceis, que têm lobbies pesados dentro do Congresso, e não tem uma fórmula ali, de uma entrada em vigor de longo prazo, paulatino, progressivo, onde você vai testando as alíquotas. Então a resistência tende a ser muito maior”, explica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O economista destaca que é preciso fazer uma discussão sobre questões como a tributação de fundos exclusivos e os dividendos, mas é preciso cuidado para que ela não seja carregada de aspectos ideológicos. “Por exemplo, o imposto sobre os dividendos, que no Brasil são isentos, é muito justo que se passe a cobrar também. No entanto, o imposto de renda da empresa é muito alto no Brasil. Então você vai ter que reduzir o imposto de renda da empresa para tributar a parte que vai para o acionista, que são os dividendos. E não dá para manter um imposto sobre a empresa muito alto e aí você também tributar quando distribui para o acionista, senão o acionista não tem estímulo para investir. Então vai ter que equilibrar um pouco essas coisas. E isso é muito complexo de ser feito”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rudinei destaca que as alíquotas do imposto de renda deveriam ser muito mais progressivas do que são hoje. Ele lembra que em alguns países, a alíquota marginal pode chegar até a 50% ou mais, enquanto no Brasil não chega a 30%. Além disso, de acordo com ele, há outros impostos que precisam ser alterados e que afetam a distribuição de renda.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente tem uma tributação de herança que é ridícula. Quando o Estado de São Paulo tentou mudar, a Assembleia queria jogar para menos de 1% a transmissão de bens </span><span>inter causa mortis</span><span>. Tem país onde a tributação de herança chega a quase metade. Aqui no Brasil o teto é 8%. Quando a gente pega essa questão dos fundos exclusivos que o Nelson colocou, é uma indecência a gente ter possibilidade de benefício, a gente tá praticamente transformando o país em um paraíso fiscal”, critica o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-25T17:28:07Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-analisam-mudancas-no-cenario-economico">
    <title>Especialistas analisam mudanças no cenário econômico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-analisam-mudancas-no-cenario-economico</link>
    <description>Alteração da política econômica nacional, em função da mudança de governo, é o tema do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-9c45048f-7fff-bbac-7f31-0da8b8bef1e6"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome78.png/@@images/d1b4a37b-1719-413e-b6e2-0fb76665d228.png" alt="" class="image-left" title="" />A troca no comando do país no início deste ano trouxe mudanças também ao cenário econômico. Para discutir as alterações na política econômica e o impacto delas na vida da população, o USP Analisa desta semana conversa com o economista e presidente do Banco Ribeirão Preto, Nelson Rocha Augusto, e o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP, Rudinei Toneto Junior.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os dois, que também integram o conselho consultivo do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, destacaram que houve uma melhora sensível do ponto de vista macroeconômico graças ao foco maior no diálogo com os diversos setores da sociedade e a reestruturação de políticas e programas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Nelson ressalta ainda a importância do arcabouço fiscal, que substitui o teto de gastos. Segundo ele, embora o arcabouço dependa de aumento na arrecadação, traz mais clareza quanto aos números e ao cumprimento das regras, gerando um clima de confiança no mercado.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Até agora praticamente não tivemos desequilíbrio fiscal. Não tem [possibilidade de desequilíbrio fiscal] na perspectiva de longo prazo por causa do arcabouço e não tem na gestão do dia a dia porque as coisas estão equilibradas. A inflação brasileira acabou apresentando uma redução muito expressiva, fruto de uma redução importante no preço das </span><span>commodities</span><span>; tivemos uma redução importante nos custos de produção; temos sobra de energia no Brasil; tivemos uma safra agrícola espetacular, muito acima do que o mais otimista podia esperar; e tivemos uma apreciação do Real, uma queda na taxa de câmbio. A somatória de tudo isso indica não só uma inflação extremamente baixa, mas também uma perspectiva para frente com uma nova ancoragem, digamos assim, ou uma ancoragem em outros números da expectativa inflacionária. Mesmo os analistas mais pessimistas não esperam uma inflação acima de 4% no ano que vem. Lembrando que a meta é 3% com intervalo de tolerância de 1,5”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Rudinei, considerando os quatro anos anteriores, em que houve uma “grande destituição de políticas em diferentes aspectos”, a retomada de negociações políticas mesmo antes do novo governo assumir, com a aprovação da PEC da Transição, foi fundamental para um ambiente de maior confiança por parte de investidores.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Quando a gente vê a reconstrução de diversas políticas, programas e pontos no país, quando a gente vê o nosso presidente voltar a ser atendido, a ser recebido nos principais organismos, quando a gente vê uma normalidade no Ministério da Saúde com a retomada dos programas de vacinação, quando a gente vê o Ministério da Educação retomando uma política educacional coerente, quando a gente vê a questão da reconstrução dos órgãos ambientais, tudo isso, no mundo moderno, coloca que o Brasil volta a ser olhado por investidores que colaborem nesse processo de apreciação do câmbio, que colaborem na estabilização. A grande mudança que eu vejo é sair de um desgoverno para um ambiente favorável a políticas”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-11T19:29:05Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/falta-de-coordenacao-nacional-prejudicou-elaboracao-de-itinerarios-formativos">
    <title>Falta de coordenação nacional prejudicou elaboração de itinerários formativos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/falta-de-coordenacao-nacional-prejudicou-elaboracao-de-itinerarios-formativos</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, especialista explica que ausência de condução da implantação do Novo Ensino Médio pelo Ministério da Educação gerou confusão no desenvolvimento dos currículos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f58c0851-7fff-94e4-cdef-77aee5d4a187"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome72.png/@@images/5551736f-75e0-4473-a165-c6f9644a04a4.png" alt="" class="image-left" title="" />A implantação do Novo Ensino Médio trouxe diversas mudanças aos currículos com o objetivo de torná-los mais atrativos aos jovens e adequados à realidade do mercado de trabalho. Apesar disso, há especialistas, professores e estudantes que se opõem ao modelo, questionando uma série de pontos. A titular da Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional, ligada ao Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, Maria Helena Guimarães de Castro, conversou com o USP Analisa sobre um desses pontos, os itinerários formativos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para ela, a confusão que se formou em torno da elaboração desses itinerários nasceu da falta de uma coordenação nacional do processo pelo Ministério da Educação. “Essa coordenação é muito importante porque o MEC tem um papel extremamente relevante na coordenação das políticas nacionais. No caso do Novo Ensino Médio, a coordenação junto aos estados teria sido essencial. Mas ela não aconteceu. Houve um grande empenho dos estados, das escolas públicas e particulares, de muitas entidades no desenvolvimento do currículo, porém faltou uma articulação entre eles, faltou uma coordenação nacional que permitisse aprofundar questões como essa, um currículo com excesso de itinerários, um currículo que você não sabe como vai fazer para fazer a transferência de um aluno de uma escola para outra. Enfim, surgiram muitas questões devido a essa ausência de coordenação nacional”, disse Maria Helena.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em 2023, a nova gestão do MEC suspendeu o cronograma de implantação e abriu uma consulta pública, que terminou no início de julho, para uma possível reestruturação do modelo. A Cátedra promoveu três webinares em abril e maio para discutir propostas sobre o Novo Ensino Médio e elaborou um documento com contribuições para o ministério. Segundo a titular, entre as recomendações estava a proposta de criação de quatro áreas de aprofundamento acadêmico: Biologia e Ciências da Saúde; Ciências Sociais Aplicadas; Humanidades, que incluiria linguagens, literatura, filosofia e história; e uma área conhecida internacionalmente como STEM, que engloba ciências, tecnologia, engenharias e matemática.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Com essas quatro áreas, seria possível definir na proposta curricular os itinerários possíveis para os estudantes. Isso daria uma unidade maior à proposta do ensino médio, facilitaria a organização do Enem e dos processos de seleção e acesso ao ensino superior e, ao mesmo tempo, garantiria aos estudantes uma formação sólida”, afirma a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliações Educacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Médio</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-07-14T18:33:51Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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