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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 31 to 45.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-mudancas-na-politica-ambiental-brasileira">
    <title>Especialistas discutem mudanças na política ambiental brasileira</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-mudancas-na-politica-ambiental-brasileira</link>
    <description>Tércio Ambrizzi e Paulo Artaxo são os entrevistados desta semana no USP Analisa e avaliam também os resultados da Cúpula da Amazônia, realizada em agosto, no Pará</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a84fb8e2-7fff-e2c5-4e42-90a98786826f"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy4_of_1.png/@@images/bd11f1d8-4f3f-4b45-b642-f13211a3fd37.png" alt="" class="image-left" title="" />A troca de governo no país trouxe alterações também na política ambiental. Embora o efeito prático dessa mudança não seja imediato em questões como desmatamento e emissões de gases de efeito estufa, a própria realização da Cúpula da Amazônia em agosto, no Pará, já pode ser considerada um reflexo positivo. Os professores do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP Tércio Ambrizzi e do Instituto de Física da USP Paulo Artaxo conversaram sobre essas questões com o USP Analisa nesta semana.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Paulo, o Brasil não vai conseguir fazer progressos na área ambiental em tão pouco tempo, após um retrocesso nos últimos seis anos. Mesmo assim, o compromisso assumido com o desmatamento zero até 2030 é importante para melhorar a credibilidade internacional do país.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Não vai ser fácil por causa do atual modelo econômico que nós temos na região Amazônica e por causa da oposição à questão ambiental no Congresso Nacional, que não deve ser minimizada. Entretanto, a pressão da sociedade brasileira vai ser muito importante para que a gente possa atingir a meta de desmatamento zero em 2030, além de implementar políticas energéticas, por exemplo, que aproveitem o enorme potencial que nós temos de energia solar e eólica, maior do que qualquer outro país do nosso planeta. Então vamos aproveitar as nossas oportunidades”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Tércio destaca que, embora a meta de zerar o desmatamento até 2030 e a proibição de exploração de petróleo na região Amazônica não tenham sido incluídos no documento final da Cúpula da Amazônia, a simples realização do evento e a presença de líderes dos países que abrigam a floresta em seus territórios já é um avanço.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A queima de combustíveis fósseis tem que diminuir se nós quisermos minimizar a crise climática que já está aí. Isso é ciência, isso já está definido. E como é que você faz isso? Diminuindo o seu uso. Então talvez a discussão não seja ter mais novos poços de petróleo, mas na verdade saber o que que nós vamos fazer com aquilo que está hoje aí, como minimizar o seu uso. Essa é uma discussão importante na qual o Brasil tem que tomar uma liderança, porque afinal nós estamos falando ali da Foz do Amazonas, tem toda uma discussão que está mais longe, que tem pareceres técnicos, mas nós temos que pensar no contexto global”, afirma o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-21T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mudanca-no-clima-ja-e-realidade-dizem-especialistas">
    <title>Mudança no clima já é realidade, dizem especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mudanca-no-clima-ja-e-realidade-dizem-especialistas</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, os professores Tércio Ambrizzi e Paulo Artaxo discutem as consequências desse fenômeno</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-0210a302-7fff-aabe-c82e-a2c6813cd8c3"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy4_of_2.png/@@images/298e8831-7a85-437d-8a68-555860b93503.png" alt="" class="image-left" title="" />O verão deste ano no Hemisfério Norte e o inverno aqui no Brasil registraram temperaturas muito mais altas que o previsto, deixando um alerta claro sobre as consequências que ainda vamos enfrentar em relação ao aquecimento global e às mudanças climáticas. Para discutir esse tema, o USP Analisa conversa nesta semana com o professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP Tércio Ambrizzi e com o professor do Instituto de Física da USP Paulo Artaxo, que também são respectivamente coordenador e vice-coordenador do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Mudanças Climáticas da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Tércio, o aquecimento da atmosfera tem impacto na modificação do clima e pode significar fenômenos extremos não apenas em relação a secas e calor, mas também precipitações fora do normal e temperaturas baixas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Se estivéssemos no inverno, poderíamos ter extremos de ondas de frio, também. Lembrando que o extremo significa que pode ir tanto para um lado quanto para outro. Estamos infelizmente caminhando muito rapidamente aquilo que queríamos atingir lá em 2050. Estamos chegando muito mais perto do 1,5ºC de média global nesses próximos anos e, portanto, do que vai acontecer no futuro, se nós não estivermos efetivamente tomando providências drásticas da redução dos gases de efeito estufa”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Paulo, o cenário atual mostra que as mudanças climáticas, antes previstas para um futuro relativamente distante, já são a realidade atual. “O clima já mudou e está mudando muito rapidamente. A questão das mudanças climáticas globais está, na verdade, se agravando muito mais, de uma maneira mais rápida e mais forte do que os modelos climáticos do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas estavam prevendo. E o Brasil tem que se preparar para essas questões”, alerta o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-05T18:41:36Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mudanca-em-impostos-sobre-renda-deve-enfrentar-muita-resistencia">
    <title>Mudança em impostos sobre renda deve enfrentar muita resistência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mudanca-em-impostos-sobre-renda-deve-enfrentar-muita-resistencia</link>
    <description>Avaliação é de especialistas entrevistados pelo USP Analisa; para eles, embora alíquotas sejam injustas, há interesses em jogo com lobbies grandes dentro do Congresso</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5c69f160-7fff-5494-9804-5b18edb74a55"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy2_of_Designsemnome82.png/@@images/06342476-f9b5-47fd-80d2-c852dc445856.png" alt="" class="image-left" title="" />Uma segunda fase da reforma tributária, que ainda vai tramitar no Congresso, pretende abordar os impostos sobre a renda. Para entender a importância disso e os impactos na vida da população, o USP Analisa conversou com o economista e presidente do Banco Ribeirão Preto Nelson Rocha Augusto e com o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP Rudinei Toneto Junior. Ambos também integram o Conselho Consultivo do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Nelson, há uma resistência muito grande em relação a mudanças nos impostos sobre a renda, ao contrário dos impostos sobre o consumo. “O imposto sobre a renda no Brasil é absolutamente injusto. O pobre paga muito e o rico paga pouco, de todos os impostos, mas também do imposto sobre a renda. Você vai mexer com interesses muito difíceis, que têm lobbies pesados dentro do Congresso, e não tem uma fórmula ali, de uma entrada em vigor de longo prazo, paulatino, progressivo, onde você vai testando as alíquotas. Então a resistência tende a ser muito maior”, explica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O economista destaca que é preciso fazer uma discussão sobre questões como a tributação de fundos exclusivos e os dividendos, mas é preciso cuidado para que ela não seja carregada de aspectos ideológicos. “Por exemplo, o imposto sobre os dividendos, que no Brasil são isentos, é muito justo que se passe a cobrar também. No entanto, o imposto de renda da empresa é muito alto no Brasil. Então você vai ter que reduzir o imposto de renda da empresa para tributar a parte que vai para o acionista, que são os dividendos. E não dá para manter um imposto sobre a empresa muito alto e aí você também tributar quando distribui para o acionista, senão o acionista não tem estímulo para investir. Então vai ter que equilibrar um pouco essas coisas. E isso é muito complexo de ser feito”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rudinei destaca que as alíquotas do imposto de renda deveriam ser muito mais progressivas do que são hoje. Ele lembra que em alguns países, a alíquota marginal pode chegar até a 50% ou mais, enquanto no Brasil não chega a 30%. Além disso, de acordo com ele, há outros impostos que precisam ser alterados e que afetam a distribuição de renda.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente tem uma tributação de herança que é ridícula. Quando o Estado de São Paulo tentou mudar, a Assembleia queria jogar para menos de 1% a transmissão de bens </span><span>inter causa mortis</span><span>. Tem país onde a tributação de herança chega a quase metade. Aqui no Brasil o teto é 8%. Quando a gente pega essa questão dos fundos exclusivos que o Nelson colocou, é uma indecência a gente ter possibilidade de benefício, a gente tá praticamente transformando o país em um paraíso fiscal”, critica o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-25T17:28:07Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-analisam-mudancas-no-cenario-economico">
    <title>Especialistas analisam mudanças no cenário econômico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-analisam-mudancas-no-cenario-economico</link>
    <description>Alteração da política econômica nacional, em função da mudança de governo, é o tema do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-9c45048f-7fff-bbac-7f31-0da8b8bef1e6"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome78.png/@@images/d1b4a37b-1719-413e-b6e2-0fb76665d228.png" alt="" class="image-left" title="" />A troca no comando do país no início deste ano trouxe mudanças também ao cenário econômico. Para discutir as alterações na política econômica e o impacto delas na vida da população, o USP Analisa desta semana conversa com o economista e presidente do Banco Ribeirão Preto, Nelson Rocha Augusto, e o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP, Rudinei Toneto Junior.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os dois, que também integram o conselho consultivo do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, destacaram que houve uma melhora sensível do ponto de vista macroeconômico graças ao foco maior no diálogo com os diversos setores da sociedade e a reestruturação de políticas e programas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Nelson ressalta ainda a importância do arcabouço fiscal, que substitui o teto de gastos. Segundo ele, embora o arcabouço dependa de aumento na arrecadação, traz mais clareza quanto aos números e ao cumprimento das regras, gerando um clima de confiança no mercado.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Até agora praticamente não tivemos desequilíbrio fiscal. Não tem [possibilidade de desequilíbrio fiscal] na perspectiva de longo prazo por causa do arcabouço e não tem na gestão do dia a dia porque as coisas estão equilibradas. A inflação brasileira acabou apresentando uma redução muito expressiva, fruto de uma redução importante no preço das </span><span>commodities</span><span>; tivemos uma redução importante nos custos de produção; temos sobra de energia no Brasil; tivemos uma safra agrícola espetacular, muito acima do que o mais otimista podia esperar; e tivemos uma apreciação do Real, uma queda na taxa de câmbio. A somatória de tudo isso indica não só uma inflação extremamente baixa, mas também uma perspectiva para frente com uma nova ancoragem, digamos assim, ou uma ancoragem em outros números da expectativa inflacionária. Mesmo os analistas mais pessimistas não esperam uma inflação acima de 4% no ano que vem. Lembrando que a meta é 3% com intervalo de tolerância de 1,5”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Rudinei, considerando os quatro anos anteriores, em que houve uma “grande destituição de políticas em diferentes aspectos”, a retomada de negociações políticas mesmo antes do novo governo assumir, com a aprovação da PEC da Transição, foi fundamental para um ambiente de maior confiança por parte de investidores.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Quando a gente vê a reconstrução de diversas políticas, programas e pontos no país, quando a gente vê o nosso presidente voltar a ser atendido, a ser recebido nos principais organismos, quando a gente vê uma normalidade no Ministério da Saúde com a retomada dos programas de vacinação, quando a gente vê o Ministério da Educação retomando uma política educacional coerente, quando a gente vê a questão da reconstrução dos órgãos ambientais, tudo isso, no mundo moderno, coloca que o Brasil volta a ser olhado por investidores que colaborem nesse processo de apreciação do câmbio, que colaborem na estabilização. A grande mudança que eu vejo é sair de um desgoverno para um ambiente favorável a políticas”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-11T19:29:05Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/falta-de-coordenacao-nacional-prejudicou-elaboracao-de-itinerarios-formativos">
    <title>Falta de coordenação nacional prejudicou elaboração de itinerários formativos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/falta-de-coordenacao-nacional-prejudicou-elaboracao-de-itinerarios-formativos</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, especialista explica que ausência de condução da implantação do Novo Ensino Médio pelo Ministério da Educação gerou confusão no desenvolvimento dos currículos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f58c0851-7fff-94e4-cdef-77aee5d4a187"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome72.png/@@images/5551736f-75e0-4473-a165-c6f9644a04a4.png" alt="" class="image-left" title="" />A implantação do Novo Ensino Médio trouxe diversas mudanças aos currículos com o objetivo de torná-los mais atrativos aos jovens e adequados à realidade do mercado de trabalho. Apesar disso, há especialistas, professores e estudantes que se opõem ao modelo, questionando uma série de pontos. A titular da Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional, ligada ao Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, Maria Helena Guimarães de Castro, conversou com o USP Analisa sobre um desses pontos, os itinerários formativos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para ela, a confusão que se formou em torno da elaboração desses itinerários nasceu da falta de uma coordenação nacional do processo pelo Ministério da Educação. “Essa coordenação é muito importante porque o MEC tem um papel extremamente relevante na coordenação das políticas nacionais. No caso do Novo Ensino Médio, a coordenação junto aos estados teria sido essencial. Mas ela não aconteceu. Houve um grande empenho dos estados, das escolas públicas e particulares, de muitas entidades no desenvolvimento do currículo, porém faltou uma articulação entre eles, faltou uma coordenação nacional que permitisse aprofundar questões como essa, um currículo com excesso de itinerários, um currículo que você não sabe como vai fazer para fazer a transferência de um aluno de uma escola para outra. Enfim, surgiram muitas questões devido a essa ausência de coordenação nacional”, disse Maria Helena.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em 2023, a nova gestão do MEC suspendeu o cronograma de implantação e abriu uma consulta pública, que terminou no início de julho, para uma possível reestruturação do modelo. A Cátedra promoveu três webinares em abril e maio para discutir propostas sobre o Novo Ensino Médio e elaborou um documento com contribuições para o ministério. Segundo a titular, entre as recomendações estava a proposta de criação de quatro áreas de aprofundamento acadêmico: Biologia e Ciências da Saúde; Ciências Sociais Aplicadas; Humanidades, que incluiria linguagens, literatura, filosofia e história; e uma área conhecida internacionalmente como STEM, que engloba ciências, tecnologia, engenharias e matemática.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Com essas quatro áreas, seria possível definir na proposta curricular os itinerários possíveis para os estudantes. Isso daria uma unidade maior à proposta do ensino médio, facilitaria a organização do Enem e dos processos de seleção e acesso ao ensino superior e, ao mesmo tempo, garantiria aos estudantes uma formação sólida”, afirma a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliações Educacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Médio</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-07-14T18:33:51Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-abordam-direitos-autorais-no-contexto-da-inteligencia-artificial">
    <title>Especialistas abordam direitos autorais no contexto da inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-abordam-direitos-autorais-no-contexto-da-inteligencia-artificial</link>
    <description>Segundo professores entrevistados pelo USP Analisa, debate passa pela qualidade da propriedade intelectual, que pode até inviabilizar novas tecnologias</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-42815057-7fff-362d-1328-7707a2b60d0c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome70.png/@@images/5417906f-e794-424b-a254-c92d807bbf60.png" alt="" class="image-left" title="" />Com a possibilidade de utilizar ferramentas como o Chat GPT para criar textos e imagens, o debate sobre regulação da inteligência artificial passou a incluir também o campo da propriedade intelectual. Afinal, esses mecanismos utilizam bancos de dados e são capazes de copiar estilos de artistas. Para entender como ficam os direitos autorais diante desse cenário, o USP Analisa conversa com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, Cristina Godoy, e com o professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, Evandro Ruiz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Cristina, existe um debate em torno da qualidade da propriedade intelectual. Ela lembra o caso de uma fabricante de celulares que tentou registrar a patente de determinados movimentos dos dedos dos usuários nas telas dos dispositivos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Há propriedades intelectuais de baixa qualidade, que a gente não deveria proteger, porque na realidade inviabilizam novas tecnologias e competidores, e tem aquelas de boa qualidade. Então vamos utilizar o mesmo sistema de análise. Realmente é uma cópia daquela obra de arte ou é um texto que é a cópia daquele romance? Se foi, acredito que o Direito vai tender a responsabilizar quem usou o Chat GPT. Porque você é responsável pelo conteúdo e pela obra que produz”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-30T18:58:25Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/alterar-legislacao-com-menos-de-dez-anos-traz-riscos-ao-desenvolvimento-da-tecnologia">
    <title>Alterar legislação com menos de dez anos traz riscos ao desenvolvimento da tecnologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/alterar-legislacao-com-menos-de-dez-anos-traz-riscos-ao-desenvolvimento-da-tecnologia</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, especialistas discutem leis já existentes que podem ser usadas na regulação da inteligência artificial no Brasil</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-aac8212b-7fff-d6ef-3822-84f3220c7d57"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome68.png/@@images/88935bc5-4e2a-4bbf-bfdc-c0ecfdc16bb1.png" alt="" class="image-left" title="" />Ter uma legislação específica que regule o uso de tecnologias envolvendo inteligência artificial é algo debatido já há alguns anos no Brasil. Mas será realmente necessário criar um novo dispositivo ou o regramento que já existe seria capaz de atender essa necessidade? Os professores Cristina Godoy, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, e Evandro Ruiz, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, conversaram sobre isso com o USP Analisa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cristina citou o Projeto de Lei 21/2020, de autoria do deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE), que criava o marco legal do desenvolvimento e uso da Inteligência Artificial. Apesar de aprovado na Câmara, no Senado ele acabou englobado por um outro, o PL 2.338/2023, proposto pelo presidente da casa, Rodrigo Pacheco.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A professora explica que no sistema jurídico brasileiro existem dois tipos de responsabilidade: a responsabilidade subjetiva, na qual é preciso demonstrar que uma ação gerou dano e comprovar a culpa do autor dessa ação; e a responsabilidade objetiva, que exige apenas a existência da ação e do dano, sem a necessidade de comprovação da culpa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O regime geral no PL 21/2020 era exatamente de responsabilidade civil subjetiva. Aí muitos falaram que deveria ser objetiva. Mas o Código de Defesa do Consumidor já previa a responsabilidade objetiva. E a maior parte dessas situações vai envolver o Código de Defesa do Consumidor (CDC). Falar do regime de responsabilidade civil subjetiva quando não se aplica o CDC é raro, então não tinha porque discutir tanto sobre esse assunto”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Evandro lembra que o Marco Civil da Internet, que entrou em vigor em 2014, teve uma tramitação longa e bastante contestada, mas hoje é o documento no qual a computação se espelha para crescer. Para ele, alterar ordenamentos como o Marco, que foram criados há menos de dez anos, traz riscos ao desenvolvimento da tecnologia no país.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Isso pode até provocar uma erosão dessas empresas de inovação e eventualmente até provoca uma fuga dos cérebros do Brasil para desenvolver aquela boa ideia num outro lugar. Se a gente discutir agora um documento e tiver um consenso, que a gente aprove esse documento e teste ele por alguns anos. A gente sabe que, se a sociedade muda, obviamente o ordenamento jurídico vai mudar. Mas é preciso ter uma estabilidade. Que essas regras permaneçam por um tempo para a gente poder experimentar, ver o que deu certo e o que não deu certo. E acho que dez anos é pouco. Para a computação, é pouco”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cristina e Evandro também integram o </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/tech-law/"><span>Grupo de Estudo Direito e Tecnologia - TechLaw</span></a><span> do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-16T17:11:39Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/inteligencia-artificial-nao-substitui-conhecimento-do-profissional-diz-especialista">
    <title>Inteligência artificial não substitui conhecimento do profissional, diz especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/inteligencia-artificial-nao-substitui-conhecimento-do-profissional-diz-especialista</link>
    <description>Professor do ICMC explica que, além de gerar solicitações mais adequadas à ferramentas como o ChatGPT, profissionais podem analisar e ainda melhorar o produto final</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5e139dd6-7fff-b707-be7e-ea4ff8779588"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome60.png/@@images/335b1ac8-af25-4c39-a234-9dc341fdaf7b.png" alt="" class="image-left" title="" />É inegável que ferramentas baseadas em inteligência artificial, como o ChatGPT, vão trazer impactos ao mercado de trabalho e à realidade de muitas profissões. Mas qual será a extensão disso? No USP Analisa que vai ao ar hoje, às 16h45, o professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) e pesquisador do Centro de Inteligência Artificial (C4AI) da USP, Fernando Osório, comenta essa questão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele destaca que, embora essas ferramentas funcionem por meio de um prompt, ou seja, um texto que dá à plataforma informações sobre o que o usuário deseja gerar, o resultado vai depender do conhecimento do profissional em sua área. “A gente volta um pouco àquela questão do iniciante e do profissional. O profissional tem a capacidade de fazer uma geração de prompt muito mais adequada que o iniciante e de reconhecer, por exemplo, que a resposta ainda não está pronta”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Osório cita o exemplo dos designers gráficos e lembra que ferramentas de geração de imagens, como o Dall-E, também desenvolvido pela Open AI, empresa que criou o ChatGPT, são usadas, algumas vezes, para substituir o trabalho desse profissional. Mas o resultado nem sempre é adequado.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Por exemplo, o dono da empresa quer criar um logotipo. Eu já vi gente sugerindo usar ferramentas como o Dall-E e outras semelhantes para esse fim. Mas o dono da empresa não entende de linguagem, de comunicação, dos sentimentos que ele está transmitindo com aquelas cores. Ele não é um designer gráfico. A imagem gerada talvez seja um logo bonitinho para ele, mas não vai traduzir para o público aquilo que se quer transmitir numa imagem de um logotipo. Nessas horas, o design gráfico pode usar o ChatGPT? Pode, porque algumas vezes fazer certas obras gráficas é complexo. Mas o designer vai entrevistar o cliente, traduzir isso num prompt, gerar a imagem, analisar, criticar e melhorar. Isso tudo faz parte do conhecimento do designer”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-19T16:18:32Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/chatgpt-nao-deve-substituir-mecanismos-de-busca">
    <title>ChatGPT não deve substituir mecanismos de busca</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/chatgpt-nao-deve-substituir-mecanismos-de-busca</link>
    <description>Para o professor do ICMC-USP Fernando Osório, ao contrário dessa ferramenta, buscadores são mais atualizados e trazem lista de referências importante para checagem de informações</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-80ee0fd1-7fff-4c34-16b9-bc2c8c472f10"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome57.png/@@images/d24c7143-2b52-4f2a-b64c-cce02fea331a.png" alt="" class="image-left" title="" />O lançamento do ChatGPT, uma ferramenta revolucionária que trabalha com inteligência artificial e foi disponibilizada para o público no final do ano passado, tem trazido cada vez mais debates sobre os impactos que esse tipo de tecnologia tem na sociedade. Para discutir esse tema, o USP Analisa conversou com o docente no Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação da USP e integrante do Centro de Inteligência Artificial da USP, Fernando Osório.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que a principal evolução por trás do ChatGPT em relação a outras ferramentas que usam inteligência artificial é o hardware, ou seja, o equipamento que está por trás dele. “Houve uma evolução significativa do poder computacional das máquinas e isso obviamente trouxe as soluções que podem ser apresentadas em aplicações de inteligência artificial, como processamento de voz, de imagens e, no caso do ChatGPT, uma coisa que não estava tão sofisticada, que é a geração de texto. Textos muito bem escritos, muito coesos”, diz o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Osório, a perfeição na escrita e no encadeamento das palavras faz com que os usuários tenham uma credibilidade no ChatGPT muito maior do que deveriam ter. “O ChatGPT encadeia as ideias no texto de uma maneira muito interessante, muito bem colocada. Mas isso não quer dizer que sejam corretas as informações. E é aí que talvez começam a surgir algumas questões, porque ele se passa por uma pessoa de um alto nível de conhecimento e de educação pela sofisticação da forma como os textos são produzidos. A gente tem que tomar um certo cuidado principalmente quanto ao conteúdo, pois coesão não quer dizer verdade”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O docente destaca ainda que não há possibilidade dessa ferramenta substituir os tradicionais mecanismos de busca - embora ela seja utilizada com frequência para essa finalidade. “O ChatGPT não tem como ser atualizado diariamente, como o Google. É por isso que eu digo: ele não vai, não deve e eu espero que não substitua o Google e outros buscadores. Porque eles dão uma lista de referências onde você pode olhar várias respostas, você pode ver os links de onde vieram essas respostas, seja de um site confiável ou não, e você muitas vezes tem a informação da data de quando ela foi publicada. E isso o ChatGPT não dá”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-05T19:13:25Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cnpq-estuda-transformar-bolsas-em-contratos-de-trabalho-temporarios">
    <title>CNPq estuda transformar bolsas em contratos de trabalho temporários</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cnpq-estuda-transformar-bolsas-em-contratos-de-trabalho-temporarios</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, presidente do órgão fala sobre essa medida e ações para aumentar a diversidade de gênero, racial e territorial entre os projetos de pesquisa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b9324f47-7fff-2c8a-c5e2-28aabd4b4e47"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome54.png/@@images/734cfbb7-70f6-4d4d-82c0-19acbc0f5895.png" alt="" class="image-left" title="" />À frente da presidência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) desde o início do ano, o físico Ricardo Galvão tem como desafio não apenas ajudar a reestruturar a ciência brasileira, mas também atender diversas demandas importantes dos pesquisadores. Em entrevista ao USP Analisa, ele conversou sobre duas delas: a carreira do cientista e ações afirmativas que ampliem a diversidade de gênero, racial e também territorial entre os projetos de pesquisa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Galvão, é preciso tomar cuidado quando se fala em profissionalização do pesquisador, já que esse processo envolve a criação de um conselho para regulamentar e fiscalizar a profissão, restringindo a atuação do cientista. Segundo o professor, em vez de profissionalizar, o que se pode fazer é criar um contrato de trabalho específico com o pesquisador vinculado às bolsas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Eu e a professora Mercedes Bustamante, presidente da Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior], estamos formando um grupo de trabalho para estudar a viabilidade de usar a lei que foi aprovada ainda no governo Temer, que permite a órgãos públicos fazer contratações temporárias de até quatro anos. Então nós estamos estudando a possibilidade - e aí eu não quero animar todo mundo, porque estudo jurídico é complexo, não é imediato. Mas queremos fazer um estudo para que as bolsas se tornem contratos de trabalhos temporários, renováveis a cada quatro anos e CLT”, afirma ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em relação à diversidade, o presidente do CNPq explica que vai passar aos Comitês de Assessoramento, responsáveis por analisarem os projetos de pesquisa, que sejam utilizados como critérios de desempate a igualdade de gênero, a questão racial e a distribuição territorial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Na igualdade de gênero, sabemos como fazer; na racial, é mais complexo porque nós não temos os dados históricos. Os pesquisadores não eram requisitados a colocar a raça ao fazer sua aplicação. Nós temos agora, embora não seja obrigatório, muitos colocam quando assim o desejam. Então nesse ano já temos levantamento sobre isso. E o outro ponto é a questão territorial. Quando se faz uma equiparação entre projetos mais ou menos no mesmo nível, até com pouca diferenciação, mas que venha por exemplo de regiões como o Norte, o Centro-Oeste, que isso seja levado em conta ao atribuir as bolsas”, diz Galvão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-04-19T15:36:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lattes-e-plataforma-carlos-chagas-serao-modernizadas-diz-presidente-do-cnpq">
    <title>Lattes e Plataforma Carlos Chagas serão modernizados, diz presidente do CNPq</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lattes-e-plataforma-carlos-chagas-serao-modernizadas-diz-presidente-do-cnpq</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, o físico Ricardo Galvão explica que está buscando recursos para investir na infraestrutura do órgão e na atualização das plataformas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d3687513-7fff-91c7-8533-ecf829a1b2e4"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/galvao800X530.png/@@images/ab3e9ff3-b3b0-4b34-9b69-4891b846add7.png" alt="" class="image-left" title="" />Após quatro anos de reduções no orçamento público e tentativas de desmonte em importantes órgãos, a ciência brasileira busca retomar seu desenvolvimento. Um dos atores à frente desse movimento é o físico Ricardo Galvão, que assumiu no início do ano a presidência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq. Com ele, o USP Analisa conversa, nesta semana, sobre a situação do órgão e o recente reajuste nas bolsas de pesquisa, que mantinham os mesmos valores há dez anos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo ele, o desmonte no CNPq não foi tão grande quanto no restante do Ministério da Ciência e Tecnologia. “Quero aqui reconhecer a atuação do professor Evaldo [Ferreira Vilela], que foi presidente do CNPq e procurou manter a instituição funcionando da forma correta, atendendo à comunidade científica, apesar de todos os cortes, apesar da quebra no quadro de pessoal, e os próprios servidores do CNPq, que tiveram resiliência e souberam manter a instituição atendendo, dentro do possível, às demandas da comunidade científica brasileira”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Galvão explica que atualmente o órgão gasta 90% do orçamento em bolsas e apenas 10% no investimento em projetos de pesquisa e na própria estrutura do órgão. Embora as bolsas sejam importantes e não serão reduzidas, ele afirma que está trabalhando com a equipe para inserir no Plano Plurianual a previsão de mais recursos para investimento no próprio CNPq.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Uma das áreas que precisam de modernização, de acordo com o presidente, é a de plataformas, como o Currículo Lattes, que agrega dados de mais de sete milhões de profissionais e pesquisadores, e a Plataforma Carlos Chagas, que agrega informações sobre as bolsas de pesquisa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Essas plataformas precisam ser modernizadas, aprimoradas. Acho que elas foram desenvolvidas há cerca de 10 anos, inclusive a Lattes não tem todos os programas atuantes e a empresa já acabou. Então temos que investir recursos e o quadro de pessoal que existe é muito pouco. Inclusive, estamos estudando agora a possibilidade de fazer um processo de contratação temporário e civil, usando a possibilidade da nova lei trabalhista. Depois vamos propor no Plano Plurianual - isso ainda está sendo elaborado - que tenhamos dentro do orçamento da União um recurso destinado diretamente para as plataformas, que não saia só do CNPq, porque é essencial essa modernização. Por exemplo, na plataforma Lattes, nós temos da ordem de 7,5 milhões de usuários. Desses, só cerca de 1,4 milhão são da área científica. Então veja que a plataforma Lattes é essencial para o Brasil, é um dos retornos que o CNPq dá à sociedade brasileira”, diz Galvão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Politica de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-04-04T19:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-catedra-quer-mostrar-a-integrantes-do-cenario-educacional-a-importancia-das-avaliacoes">
    <title>Nova cátedra quer mostrar a integrantes do cenário educacional a importância das avaliações</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/nova-catedra-quer-mostrar-a-integrantes-do-cenario-educacional-a-importancia-das-avaliacoes</link>
    <description>Titular da Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional conta ao USP Analisa desta semana como será este trabalho 
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-67d0552f-7fff-b9b8-ab87-53e171e24044"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DSCN8518.JPG/@@images/df5655f3-29b9-4a27-8044-1afd518db571.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Avaliar o desempenho dos estudantes em todos os níveis de ensino é fundamental para entender em que pontos a educação brasileira precisa melhorar e também para desenvolver políticas públicas baseadas em evidências que alcancem esse objetivo. Para articular esforços nesse sentido, o Instituto Ayrton Senna e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP se uniram em uma cátedra lançada no início do mês em Ribeirão Preto. A titular da Cátedra, professora Maria Helena Guimarães de Castro, conversou com o USP Analisa e conta no programa desta sexta como será desenvolvido esse trabalho.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A partir da Cátedra, nós podemos trabalhar, primeiro, as questões mais gerais relacionadas à avaliação. Fazer minicursos e webinários para discutir, por exemplo, por que que o Saeb precisa mudar, como fazer para implementar a nova Base Nacional Comum Curricular, como nós podemos monitorar a implementação da nova BNCC. Outra coisa é como traduzir as avaliações nacionais e internacionais para o público em geral, para as escolas e os gestores públicos de Educação Básica. Um outro ponto que eu acho que também que é muito relevante é discutir questões ligadas à educação superior. Fazer um debate sobre o novo ensino médio e o novo Enem é muito importante, é um tema polêmico do momento, então quanto mais nós pudermos ouvir diferentes vozes a favor e contra, quanto mais nós pudermos ouvir profissionais, especialistas que possam dar sugestões, nós estaremos contribuindo para um debate relevante”, explica ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela destaca que um de seus objetivos é mobilizar diferentes atores, como secretários de educação, diretores de escola e integrantes da própria sociedade para mostrar que a avaliação é um instrumento de diagnóstico para mostrar como estão as escolas e o que se pode fazer para melhorá-las.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A inovação em avaliação é justamente poder entender que avaliação é um processo em permanente mudança e cada vez mais nós estamos falando de uma inovação conceitual, metodológica e tecnológica. Como a inteligência artificial vai, de fato, influenciar as avaliações? Eu acho que por aí você já tem assim digamos uma estrada fantástica e que nós ainda não conhecemos”, diz a professora.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p><span><span id="docs-internal-guid-d1c0046d-7fff-6bd1-c93e-0e77eeed2746"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliações Educacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Avaliações Educacionais</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-03-20T15:26:43Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pandemia-deixou-legado-para-ciencia-e-politicas-de-saude">
    <title>Pandemia deixou legado para ciência e políticas de saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pandemia-deixou-legado-para-ciencia-e-politicas-de-saude</link>
    <description>Professor da FMRP discute pontos positivos e negativos trazidos pela covid-19 no último USP Analisa de 2022</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-c28fc283-7fff-7a8d-c030-343f48330e54"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome42.png/@@images/1148cd88-c4f2-4549-9c4f-8a412663aa4c.png" alt="" class="image-left" title="" />Embora ainda não tenha definitivamente terminado, a pandemia de covid-19 deixou um importante legado para a ciência e para as políticas de saúde. Para falar sobre esse tema, o USP Analisa conversa com o professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Benedito Lopes da Fonseca.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que esse legado inclui pontos positivos e negativos. Entre os positivos, Benedito destaca a ação rápida de cientistas e profissionais de saúde no desenvolvimento de medidas para conter a transmissão do vírus Sars-Cov-2.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Os estudos mostraram muito rapidamente, por exemplo, que o uso de máscara, a higienização das mãos, seja com água e sabão ou com álcool gel, e o isolamento social, a gente não fazer aglomeração, eram importantes. Outro ponto positivo foi a produção de várias vacinas contra o vírus. Foram feitos ensaios clínicos de uma maneira extremamente rápida, se teve resultados rápidos e não há dúvidas de que a vacina teve um impacto muito grande na contenção da progressão da doença. Além disso, foi importante a mobilização dos sistemas de saúde, de hospitais com o próprio sistema de saúde dos municípios e dos municípios com as unidades distritais e com os estados”, diz o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O destaque negativo, segundo ele, concentra-se no embate que houve entre autoridades, algo que aconteceu tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. “Seria necessário que os dirigentes do país agissem em consonância com os estados e municípios, para que a gente conseguisse ter um melhor enfrentamento da pandemia. E, por acaso, esses dois países que eu citei, o Brasil e os Estados Unidos, foram aqueles que tiveram maiores problemas em termos de atuação conjunta de todos os órgãos de saúde e também os maiores números de casos. Isso mostra como é extremamente importante ter um trabalho conjunto”, afirma Benedito.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-12-14T19:26:49Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/professora-explica-riscos-da-poliomielite-e-importancia-das-vacinas">
    <title>Professora explica riscos da poliomielite e importância das vacinas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/professora-explica-riscos-da-poliomielite-e-importancia-das-vacinas</link>
    <description>Entrevista com Letícia Sarturi, que também apresenta o podcast Escuta a Ciência! será exibida no USP Analisa desta sexta, às 16h45</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-88a4b8fa-7fff-91fe-195f-a1579c1bff75"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome38.png/@@images/d5741148-711d-472e-8f6b-8d13cc997ee5.png" alt="" class="image-left" title="" />Com a queda nos índices vacinais no Brasil, doenças que estavam controladas até pouco tempo atrás voltaram a ser uma séria ameaça para as crianças. No USP Analisa desta semana, a professora universitária e apresentadora do podcast Escuta a Ciência, Letícia Sarturi Pereira, fala sobre os riscos da poliomielite e a importância das vacinas contra ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela explica que o poliovírus, causador da doença, é transmitido pelas fezes e pela saliva da pessoa infectada. Ao entrar no corpo, ele se multiplica nos linfonodos (estruturas que funcionam como filtros para substâncias nocivas) e acabam atingindo o sangue.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Essa primeira viremia, quando o vírus atinge o sangue, pode gerar uma certa quantidade de sintomas que a criança sente, mas a maior gravidade ocorre quando a doença não é contida, quando o vírus segue, continua se multiplicando e há uma viremia secundária. Ou seja, o vírus aumenta sua quantidade de cópias dentro do organismo e isso pode gerar, por exemplo, a infecção no sistema nervoso central. Esse vírus consegue então provocar lesões que acometem principalmente a parte motora, o que resulta na paralisia”, conta Letícia.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo a professora, existem atualmente no país duas vacinas distribuídas gratuitamente no Sistema Único de Saúde: a injetável (VIP), aplicada nos primeiros meses de vida, e a oral (VOP), usada como reforço a partir dos 15 meses de idade. Ambas são feitas com a cepa vacinal do poliovírus, que é diferente do poliovírus selvagem.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Nesse esquema vacinal, há uma imunidade conferida pela vacina de vírus injetável, que é muito segura porque é só o vírus morto, e depois é feito um reforço pela vacina oral. E esse reforço é importante, sim, para conferir uma imunidade nas mucosas gastrointestinal e oral, evitando a evolução da doença, porque aumenta o nível de anticorpos do tipo IgA, que previnem a replicação do vírus caso a criança tenha contato com ele”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Vacinas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-30T20:02:23Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/queda-nos-indices-vacinais-tem-razoes-diversas-diz-especialista">
    <title>Queda nos índices vacinais tem razões diversas, diz especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/queda-nos-indices-vacinais-tem-razoes-diversas-diz-especialista</link>
    <description>Ao USP Analisa, a professora Letícia Pereira explica que elas vão desde o corte de verbas para saúde até a desinformação reforçada por atores políticos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d000dca6-7fff-bfd7-aa4f-0a2e85c232b3"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome37.png/@@images/de7754ce-96a3-4686-998f-a9c2d35df396.png" alt="" class="image-left" title="" />Nos últimos anos, o Brasil viu seus índices vacinais caírem assustadoramente, trazendo o risco de retorno de doenças já controladas, como o sarampo e a poliomielite. Para tentar entender as razões disso, o USP Analisa entrevista a professora universitária e apresentadora do podcast Escuta a Ciência! Letícia Sarturi Pereira.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo ela, não existe apenas um motivo para essa queda, mas vários. Entre eles, Letícia cita o próprio sucesso das vacinas, que dão à sociedade a falsa sensação de que a imunização não é necessária porque as doenças não existem mais, e também uma falta de organização no Programa Nacional de Imunizações, o PNI.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Nos últimos anos, com a queda de investimento na saúde, a gente teve uma desorganização muito forte na atenção primária [feita pelos municípios diretamente à população]. E essa atenção primária se daria de maneira ideal se houvesse busca ativa das pessoas que não se vacinaram, um cadastro e uma organização de um sistema mais adequado para rastrear esses casos”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Letícia explica ainda que os cortes de verbas atingiram também as campanhas de comunicação sobre as vacinas, importantes para que os pais se lembrem de levar os filhos ao posto de vacinação. E, para finalizar, ainda houve uma importação do movimento antivacina no Brasil, fortalecido pela desinformação que circula tanto pelas redes sociais quanto por atores políticos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente teve recentemente, por conta da pandemia, declarações antivacina do próprio governo. O que um governante fala não só é replicado como também influencia outras pessoas. Um governante tem poder de influência não só sobre as pessoas que votaram nele ou que acreditam nele, mas sobre pessoas que sabem que é o presidente da República que está falando como se tivesse alguma fala de autoridade”, lembra a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Vacinas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>União Pró-Vacina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-17T17:56:02Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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