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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 61 to 73.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/futuro-servico-civil-servicos-digitais">
    <title>O Futuro do Serviço Civil nos Estados e Municípios do Brasil: VI.  Serviços Digitais ao Cidadão &amp; Governo Eletrônico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/futuro-servico-civil-servicos-digitais</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Este é o sexto evento da série 'O Futuro do Serviço Civil no Brasil', que visa debater o assunto com foco nos níveis subnacionais de governo. As áreas abordadas, ao longo do ano, são educação pública, saúde pública, segurança pública, gestão pública, desenvolvimento social, serviços digitais ao cidadão e governo eletrônico, infraestrutura e finanças públicas. </span></p>
<p><span>Nesta edição, discutiremos a organização do trabalho e a burocracia na área de Serviços Digitais ao Cidadão &amp; Governo Eletrônico.</span></p>
<p><b><span>Abertura</span></b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (FEA, EP e IEA/USP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-mario-braziliense-carneiro" class="external-link"> José Mario Brasiliense Carneiro</a> (Diretor da Oficina Municipal)</p>
<p><b><span>Debatedores</span></b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-annenberg" class="external-link">Daniel Annenberg</a> (Consultor da Fundação Vanzolini; foi secretário municipal de Inovação e Tecnologia e Vereador da cidade de São Paulo)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-alexandra-viegas-cortez-da-cunha" class="external-link">Maria Alexandra Cunha</a> (Professora da FGV/EAESP e Coordenadora de Tecnologias e Governo da FGV/CEAPG)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-27T17:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-prioritarias-8">
    <title>Fortalecer a Democracia Representativa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-prioritarias-8</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em todo o mundo vem-se disseminando a percepção de que há algo de errado com a democracia representativa, isto é, o sistema político em que as leis são criadas por representantes escolhidos diretamente pelos cidadãos. Cada vez os eleitores, geralmente com razão, confiam menos em seus representantes, acusados de não cuidar dos interesses e valores de seus representados, de não implementar as leis que eles mesmos votam, de fraudar a legalidade em benefício próprio e não retribuir aos cidadãos comuns o que lhes é devido. Não é à-toa que a crise da democracia representativa, no mundo e no Brasil, seja capturada por lideranças populistas, que rapidamente se empenham em jogar fora a democracia junto com as instituições representativas. Não são os líderes populistas que inventam o populismo, mas sim a combinação entre o regime de governo e as regras de representação. Ou seja, no caso do Brasil, o regime presidencialista e o sistema proporcional de voto.</p>
<p>O presidencialismo divide a autoridade soberana do governo entre um Presidente eleito diretamente pela maioria, e um Legislativo cuja maioria é eleita em circunscrições independentes e, portanto, não coincide necessariamente com a maioria presidencial. Cria-se, assim, um governo que serve a dois senhores, a maioria de seus eleitores diretos, e a maioria eleita nas circunscrições. O último presidente brasileiro que governou com maioria no Legislativo foi José Sarney (1985-1990), maioria garantida pelo PMDB, a ampla coalizão de tendências partidárias de oposição, herdada da legislação militar, em aliança com o PFL, uma ampla coalizão de tendências partidárias dissidentes do regime militar.</p>
<p>A fim de garantir a maioria governativa que não consiga alcançar nas eleições legislativas, o governo presidencialista dispõe, em princípio, de duas opções, o presidencialismo plebiscitário e o presidencialismo multipartidário. No presidencialismo pluripartidário, o Chefe do Executivo, para garantir a governabilidade, atua apoiado num grupo de partidos com orientações programáticas minimamente convergentes, e conta com outros partidos ou lideranças isoladas que, ora o apoiam, ora lhe fazem oposição. Com isso, a coalizão governamental mantém a estabilidade e garante a viabilidade de parte de sua agenda, mas não garante a adoção de reformas controversas.</p>
<p>O presidencialismo plebiscitário ocorre em um ciclo que começa por uma eleição polarizada, excludente de terceiras vias, carente de opções programáticas e radicalmente personalizada, que resulta de uma pletora de candidaturas, com número elevado de aventureiros, sem experiência, sem partido e sem programa. As inevitáveis polarizações resultam de rejeições, e não da diversidade de programas ou ideais. No ciclo plebiscitário, as vitórias do governo se tornam cada vez mais impagáveis e suas derrotas mais caras o quê, aos poucos, inviabiliza o governante e corrói seu apoio popular, dando margem a novo ciclo. O atual processo sucessório apresenta todas as condições necessárias – mas não suficientes – para repetir a sucessão plebiscitária de 2018: eleição polarizada, excludente de alternativas, carente de opções programáticas e radicalmente personalizada, que resulta numa pletora de candidaturas, com número elevado de aventureiros, sem experiência, sem partido e sem programa. As chances para uma perenização do ciclo plebiscitário estão dadas, e são altas. Como se não bastasse, a incapacidade do presidente para exercer liderança executiva, e a corrosão de seu apoio popular, transferiram para o Legislativo o ônus de governar. O presidencialismo plebiscitário pariu um monstro, um presidencialismo sem presidente, em que o Legislativo – incapaz de governar, como toda assembleia – limita-se a administrar o orçamento. É o que poderíamos chamar de Presidencialismo de Orçamento.</p>
<p>Isto impõe às candidaturas independentes, envolvidas na presente sucessão, a adotar um acordo em torno de um compromisso prévio às eleições, o de empenhar-se em escapar da polarização e de conceder total prioridade a um movimento popular em torno do regime de governo e do sistema eleitoral.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>NUPPs</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-04-27T16:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/motins-supremacistas">
    <title>Ordem e Informação em Motins Supremacistas: O Discurso Vazio de Bolsonaro e o Fundamento Místico de sua Autoridade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/motins-supremacistas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O termo <i>bolsonarismo</i> vem sendo utilizado de forma difusa sem explicitar seu referente e seus atributos específicos. Vários estudiosos, pensadores e políticos debatem seu significado a partir de premissas parciais que não conseguem fundamentar descrições, explicações, menos ainda, interpretações em argumentos não reducionistas.</p>
<p>Surgindo nas névoas de manifestações populares ocorridas em diferentes partes do mundo, o <i>bolsonarismo</i> se mostra compatível com análises associadas às ideias emergentes no campo das chamadas “Guerras Híbridas”, sem contudo fazer com que se consiga inseri-lo como categoria discursiva consensual neste campo semântico difuso.</p>
<p>Por outro lado, afirma-se constituir-se em movimento político passível de ser adjetivado como sendo expressão de uma denominada extrema direita mundial. Quais seriam os seus atributos que permitiriam dizê-lo equivalentes a outras manifestações políticas classificadas como de extrema direita?</p>
<p>As operações estratégicas manipuladoras de informações disseminadas pelos veículos de T.I implicam forças persuasivas que produzem manifestações de massa aglutinando-a sob forma da eclosão de motins supremacistas. Ser bolsonarista engloba identidades que não necessitam de quaisquer qualificações adjetivas para se caracterizar. Tais operações e consequências são passíveis de serem identificadas ocorrendo em outras regiões do globo? O uso recorrente de comparações com as manifestações do Capitólio nos EUA com o ocorrido em Brasília em 08 de janeiro, seria adequado? Como se equivaleriam?</p>
<p>A análise da força do carisma de Bolsonaro sobre estes bolsões amotinados mostra-se apoiada em núcleos de pensamento (think tanks específicos) estruturando e explorando sistemas de inteligência, com grande competência, a manutenção do seu poder místico, apesar de vácuo de argumentos e permeado de discursos ambíguos e contraditórios entre si. Qual seria a central desta guerra não declarada, mas que se estrutura sobre uma ordem oculta disseminando informações desestabilizadoras da força das leis?</p>
<p>Uma produção enorme de elementos vem sendo gestados no sentido de se compor um campo não redutor de caracterização do significado do termo <i>bolsonarismo </i>e da figura Bolsonaro<i>. Miguel Lago, d</i>e forma ousada, conclui ser Bolsonaro, um revolucionário de extrema direita. O apelo deste epíteto remete-nos a pensar na grande contradição de se constituir ente revolucionário, visando à subversão da ordem dentro da qual se constitui como autoridade. A atmosfera de delírio, transe e possessão manifestada entre amotinados levou Joel Birman a intitular tal emergência como um “Apocalipse à brasileira”. Mas para Derrida, a força da lei é o fundamento místico de sua autoridade. Onde e como localizá-la?</p>
<p>Caberia perguntar, então, se seria possível, do interior de um sistema lógico, subverter suas regras ou leis, corrompendo ou sequestrando sua mística? A hipótese desta possibilidade, em confronto com as ações competentes dos think tanks do <i>bolsonarismo </i>que funcionam como um Estado Maior de um governo oculto, nos leva a concluir, com base no conhecimento da Lógica a respeito da disseminação de <i>fake news</i> como núcleo estratégico central de sua ação política desestabilizadora que, tais discursos políticos seriam especialmente construídos. Sua perspectiva seria ter como critério sutilmente esconder seus objetos persuasivos, ainda que não o possam mediante a utilização de ferramentas da lógica que permitem a identificação de contradições e absurdos dentro do discurso.</p>
<p>O uso operacional do instrumental da Lógica implica o domínio de códigos especializados. Contudo, no campo da Lógica, pode-se basear o trabalho de desconstrução do <i>bolsonarismo </i>a partir da aceitação de que o absurdo lógico, que é a violação do Princípio de Não-Contradição, coincide com o Conjunto Vazio, uma vez que não existe o objeto absurdo, aquilo que têm e não têm certas propriedades definidoras do mesmo ao mesmo tempo. Essa visão foi mantida por Quine que, na década de 1930, apoiou-se no 'Principio de Explosão', ou Regra de Duns Scotus, a partir da asserção que, da trivialização de um sistema axiomático, pode-se deduzir qualquer objeto. Esta proposta resume-se no seguinte Princípio de Quine: "do conjunto vazio tudo pode ser dito".</p>
<p>Essa seria a diferença fundamental: tais discursos bolsonaristas não pecariam por serem contraditórios, eles o seriam como estratégias para se auto-justificarem. Nesse sentido, considerando-se o discurso de Bolsonaro como o referido discurso vazio, seria o mesmo instrumento para aumentar o fundamento místico de sua autoridade. Sem falas, argumentos ou discursos sua imagem se sustenta como força de lei, transformando em violência a força pública.</p>
<p>Em síntese, a produção intencional do <i>bolsonarismo,</i> como um movimento político, estaria baseada na execução de um complexo e sofisticado projeto envolvendo estratégias de conhecimento articulando Lógica e Biopolítica. Um avanço na eficiência bélica das chamadas <i>Guerras Híbridas</i>?</p>
<p>O presente seminário quer lançar luzes sobre essa questão.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/evando-nascimento" class="external-link">Evando Nascimento</a> (UFJF)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/miriam-chnaiderman" class="external-link">Miriam Chnaiderman</a> (Instituto Sedes Sapientiae)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-roberto-teixeira-alves" class="external-link">Carlos Teixeira Alves</a> (IFRJ)</p>
<p><b>Debatedor:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/massimo-canevacci" class="external-link">Massimo Canevacci</a> (<span>Universidade de Roma La Sapienza/</span>IEA-USP<span>)</span></p>
<p><b>Coordenação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara</a> (IP/IEA-USP)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-03-22T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/revisitando-impacto-desconfianca-politica">
    <title>Revisitando o Impacto da Desconfiança Política na Democracia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/revisitando-impacto-desconfianca-politica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O fenômeno de desconfiança política de instituições democráticas e de eleições para formar governos generalizou-se nos últimos anos, tornando-se um dos fatores  de explicação das crises contemporâneas da democracia. Ao mesmo tempo, as pesquisas de opinião têm indicado que o grau de aceitação e de tolerância em face da instauração de regimes iliberais ou de democracias híbridas aumentou, abrindo espaço para a emergência do populismo autoritário e, mesmo, para os golpes de Estado.</p>
<p>A confiança política envolve a expectativa dos cidadãos quanto à capacidade da democracia de realizar os seus interesses e as suas preferências, mas a desconfiança gera descrença, insatisfação e rejeição em face do funcionamento de instituições como o parlamento, os partidos políticos, o judiciário e a polícia. A desconfiança, com efeito, está associada com o mau funcionamento dessas instituições e serviços públicos, com o abuso do poder, a exemplo da corrupção, e com o tratamento desigual dispensado aos cidadãos por governos eleitos - todos fatores que comprometem a qualidade da democracia.</p>
<p>As pesquisas sobre a desconfiança política são parte da agenda internacional de análise comparada que há quase cinco décadas examina a natureza e a dinâmica das transformações políticas pelas quais passaram, especialmente, os países que lograram substituir os regimes autoritários pela democracia. O foco do seminário envolve o tratamento dessas questões para a qualidade da democracia.</p>
<p><b>Coordenação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés</a> (IEA/Nupps-USP)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-10-17T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-debates-socioambientais-cop-30-1">
    <title>Reflexões sobre a COP29 e os Desafios Rumo à COP30 em Belém</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-debates-socioambientais-cop-30-1</link>
    <description>Rumo à COP 30</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Primeiro encontro do </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/ciclo-debates-socioambientais-cop-30" class="external-link">Ciclo de Debates Socioambientais Rumo à COP30</a><br /><br />Em face dos desafios e da complexidade inerentes ao enfrentamento das mudanças climáticas, torna-se crucial a construção de alianças estratégicas que impulsionem posicionamentos relevantes na agenda climática global. Essa necessidade se intensifica diante do desafio de sediar a 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) em Belém do Pará.</p>
<p>Nesse contexto, a <a class="external-link" href="https://anppas.org.br/">Associação Nacional de Pós-Graduação em Ambiente e Sociedade</a><span> (ANPPAS)</span>, a <a class="external-link" href="http://ecoeco.org.br/quem-somos/">Sociedade Brasileira de Economia Ecológica</a><span> (ECOECO)</span>, e o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA uniram forças para a realização de um ciclo de debates sobre finanças climáticas. O objetivo dessa iniciativa é subsidiar discussão de propostas e recomendações da comunidade científica para o avanço da agenda climática no país e no mundo.</p>
<p>Essa parceria estratégica do Grupo entre ANPPAS e ECOECO representa um passo importante na construção de um diálogo qualificado e na busca por soluções inovadoras para a governança da ação climática. Acreditamos que a união de esforços entre diferentes setores da sociedade é fundamental para garantir a efetividade das políticas públicas e o sucesso da COP30.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rafael-feltran-barbieri" class="external-link">Rafael Feltran-Barbieri</a> (WRI Brasil)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/camila-grankow" class="external-link">Camila Grankow</a> (CEPAL)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-artaxo" class="external-link">Paulo Artaxo</a> (IF, CEAS e IEA-USP)</p>
<p><b>Mediação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/beatriz-saes" class="external-link">Beatriz Saes</a> (EPPEN-Unifesp)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>
<div id="gtx-trans">
<div class="gtx-trans-icon"></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-03-27T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-civicas-1">
    <title>Jornadas Cívicas: Encontro 1 - Organizações da Sociedade Civil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-civicas-1</link>
    <description>Jornadas Cívicas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A disfuncionalidade da maioria das instituições políticas brasileiras é bem conhecida, especialmente entre aqueles que atuam para aperfeiçoar a democracia no País. O problema é multifacetado, exige soluções em diferentes dimensões, e a governança dessas instituições pode ser considerada um ponto-chave para produzir mudanças estruturais abrangentes.</p>
<p>Neste primeiro encontro - num total de três - do ciclo <b>"Jornadas Cívicas: Por uma Governança Cívica e Democrática"</b> , o movimento Governança Brasil dialoga com representantes de organizações da sociedade civil sobre as deficiências do sistema político brasileiro e a necessidade de mudanças.</p>
<p>O debate é orientado pela perspectiva da Governança Organizacional e seus cinco princípios ― integridade, transparência, equidade, responsabilização (accountability) e sustentabilidade ― na reforma das instituições políticas para a defesa e o aprimoramento da democracia no País.</p>
<p>A mediação do primeiro encontro é de Sergio Mindlin, conselheiro de administração e empreendedor social, especialista em governança, ESG e sustentabilidade, facilitador de diálogos e mediador de conflitos, fundador dos institutos Ethos e Akatu.</p>
<p><b>Abertura e boas-vindas</b>:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a> (vice-diretor do IEA)</p>
<p><b>Debates:</b></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/julianasakai/">Juliana Sakai</a> (Transparência Brasil)</p>
<p><a href="https://republica.org/quem-somos/">Guilherme Cesar Coelho</a> (Instituto República)</p>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rabello_de_Castro">Paulo Rabello de Castro</a> (Instituto Atlântico)</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/rodrigomcobra/">Rodrigo Cobra</a> (RenovaBR)</p>
<p><a class="external-link" href="https://www.insper.edu.br/pt/docentes/carlos-alberto-furtado-de-melo">Carlos Melo</a> (Insper)</p>
<p><b>Moderação: </b></p>
<p><a href="https://www.fiaonline.com.br/professores/sergio-mindlin">Sérgio Mindlin</a> (Movimento Governança Brasil e IBGC)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-05T10:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-civicas-2">
    <title>Jornadas Cívicas: Encontro 2 - Cientistas Políticos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-civicas-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A disfuncionalidade da maioria das instituições políticas brasileiras é bem conhecida, especialmente entre aqueles que atuam para aperfeiçoar a democracia no País. O problema é multifacetado, exige soluções em diferentes dimensões, e a governança dessas instituições pode ser considerada um ponto-chave para produzir mudanças estruturais abrangentes.</p>
<p>Neste evento, segundo do ciclo <b>"Jornadas Cívicas: Por uma governança política íntegra e democrática"</b>, o movimento Governança Brasil dialoga com cientistas políticos sobre as deficiências do sistema político brasileiro e os desafios que ele apresenta à democracia. O debate é orientado pela perspectiva da Governança Organizacional e seus cinco princípios ― integridade, transparência, equidade, responsabilização (<i>accountability</i>) e sustentabilidade ― na reforma das instituições, para torná-las mais democráticas e representativas</p>
<p>A mediação deste segundo encontro é de Carlos Melo, cientista político, professor sênior fellow e coordenador do Observatório da Política do Insper.</p>
<p><b>Abertura e boas-vindas</b>:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a> (vice-diretor do IEA)</p>
<p><b>Debates:</b></p>
<p><a class="external-link" href="https://eesp.fgv.br/integrante/felipe-nunes">Felipe Nunes</a> (Quaest e FGV-SP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rogerio-arantes" class="external-link">Rogério Arantes</a> (USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-abranches" class="external-link">Sérgio Abranches</a> (Estado de Minas e Correio Braziliense)</p>
<p><b>Moderação: </b></p>
<p><a class="external-link" href="https://www.insper.edu.br/pt/docentes/carlos-alberto-furtado-de-melo" target="_blank">Carlos Melo</a> (Insper)</p>
<h3><span>Transmissão</span></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-05T10:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-civicas-3">
    <title>Jornadas Cívicas: Encontro 3 - Parlamentares</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-civicas-3</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A disfuncionalidade da maioria das instituições políticas brasileiras é bem conhecida, especialmente entre aqueles que atuam para aperfeiçoar a democracia no País. O problema é multifacetado, exige soluções em diferentes dimensões, e a governança dessas instituições pode ser considerada um ponto-chave para produzir mudanças estruturais abrangentes.</p>
<p>Neste último evento do ciclo <b>"Jornadas Cívicas: Por uma governança política íntegra e democrática"</b>,  o movimento Governança Brasil dialoga com parlamentares e ex-parlamentares sobre as deficiências do sistema político brasileiro e os desafios que ele apresenta à democracia. O debate é orientado pela perspectiva da Governança Organizacional e seus cinco princípios ― integridade, transparência, equidade, responsabilização (<i>accountability</i>) e sustentabilidade ― na reforma das instituições, para torná-las mais democráticas e representativas</p>
<p>A mediação do encontro é de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-young-1" class="external-link">Ricardo Young</a>, empresário e consultor socioambiental especializado em transição, cultura e arquitetura organizacional, estratégia ESG e governança sustentável; cofundador do Ethos e do IDS, conselheiro em empresas e institutos empresariais.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Hartung">Paulo Hartung</a>, ex-senador e ex-governador do ES</p>
<p><a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Simone_Tebet">Simone Tebet</a>, ex-senadora e atual ministra do Planejamento e Orçamento</p>
<p><a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tabata_Amaral">Tabata Amaral</a>, deputada federal</p>
<p><b>Moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-young-1" class="external-link">Ricardo Young</a>, empresário e consultor socioambiental</p>
<h3><span>Transmissão</span></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-05T10:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/redata-soberania-digital">
    <title>Redata: Soberania Digital, Política Industrial e Impactos Socioambientais em Debate</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/redata-soberania-digital</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <a class="external-link" href="https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/noticias/2025/setembro/mp-cria-o-redata-que-estimula-datacenters-e-impulsiona-economia-digital-no-brasil">Redata — Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter </a>— é uma das apostas centrais do governo federal para atrair investimentos em infraestrutura digital e reduzir a dependência do processamento de dados no exterior.</p>
<p>Mas o programa divide opiniões: enquanto seus defensores o apresentam como política industrial estratégica para a era da inteligência artificial, críticos apontam contrapartidas insuficientes, riscos de dependência tecnológica em relação a grandes plataformas estrangeiras e ausência de salvaguardas socioambientais.</p>
<p>A mesa reúne Igor Marchesini, ex-assessor especial do Ministério da Fazenda e um dos arquitetos do programa, e Cynthia Picolo, diretora Executiva do Lapin, para debater soberania digital, política industrial e impactos territoriais de uma infraestrutura.</p>
<p><b>Abertura e Moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-fernando-martins-castro" class="external-link">Luiz Fernando Martins Castro</a>, coordenador-adjunto da Cátedra Oscar Sala</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a class="external-link" href="https://www.linkedin.com/in/igormarchesini/">Igor Marchesini</a>, ex-assessor especial do Ministério da Fazenda</p>
<p><a class="external-link" href="https://lapin.org.br/equipe/curriculos/">Cynthia Picolo</a>, diretora Executiva do Lapin</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Competitividade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-14T11:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/fatos-conferencia-internacional-trabalho">
    <title>Fatos Portadores de Futuro no Mundo do Trabalho: Lições da Conferência Internacional do Trabalho (2026)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/fatos-conferencia-internacional-trabalho</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As profundas transformações em curso no mundo do trabalho desafiam instituições, governos, organizações sindicais, movimentos sociais e pesquisadores a compreender não apenas aquilo que já está consolidado, mas sobretudo os fenômenos emergentes que anunciam mudanças estruturais ainda em formação.</p>
<p>Foi precisamente com este olhar prospectivo que a <a class="external-link" href="https://www.ilo.org/">114ª Conferência Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho</a> (OIT), realizada em Genebra em junho de 2026, concentrou seus debates em temas que podem ser compreendidos como verdadeiros <b>“fatos portadores de futuro”</b>, conceito desenvolvido pelo economista e futurista francês Michel Godet para designar acontecimentos, tendências ou processos emergentes que, embora ainda em desenvolvimento, possuem potencial para influenciar significativamente os cenários futuros.</p>
<p>Ao analisar os principais debates ocorridos na Conferência, torna-se evidente que a agenda internacional do trabalho está se deslocando para questões que desafiam profundamente os modelos tradicionais de regulação, proteção social e organização da vida laboral. Entre elas, destacam-se três grandes eixos: o <b>trabalho decente na economia de plataformas digitais</b>, a <b>construção de uma agenda transformadora para a igualdade de gênero </b>e o <b>fortalecimento do diálogo social diante das rápidas mudanças tecnológicas e produtivas</b>.</p>
<p>O primeiro desses temas talvez represente um dos mais importantes debates contemporâneos sobre o futuro do trabalho. Pela primeira vez, a OIT avançou na discussão de um instrumento normativo internacional voltado especificamente para o <b>trabalho em plataformas digitais</b>. Questões como transparência algorítmica, gestão automatizada do trabalho, proteção previdenciária, saúde e segurança, negociação coletiva, remuneração justa e combate à discriminação algorítmica passaram a ocupar posição central na agenda global.</p>
<p>Mais do que uma discussão regulatória, trata-se do reconhecimento de que novas formas de subordinação e exploração estão sendo produzidas em ambientes mediados por plataformas e algoritmos. Em muitos casos, trabalhadores formalmente classificados como autônomos encontram-se submetidos a sistemas sofisticados de controle, avaliação e gestão digital. Este fenômeno dialoga diretamente com pesquisas e reflexões que vêm sendo desenvolvidas pelo Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora (IEA/USP) sobre uberização, plataformização, inteligência artificial, precarização do trabalho e invisibilização do adoecimento.</p>
<p>Outro tema de enorme relevância discutido na Conferência foi a chamada <b>Agenda Transformadora para a Igualdade de Gênero no Mundo do Trabalho</b>. A escolha da expressão “transformadora” não é casual. Ela indica uma mudança importante de perspectiva: não basta ampliar a participação das mulheres no mercado de trabalho; é necessário enfrentar as estruturas que produzem e reproduzem desigualdades.</p>
<p>Nesse contexto, ganharam destaque questões como a persistência das desigualdades salariais, a divisão sexual do trabalho, a valorização do trabalho de cuidado, a violência e o assédio no trabalho, a participação das mulheres nos espaços de poder e os impactos diferenciados da transformação digital sobre mulheres trabalhadoras.</p>
<p>Tais debates convergem diretamente com as reflexões recentemente promovidas pelo Observatório em torno das relações entre gênero, trabalho e transformações contemporâneas, especialmente no que se refere à economia do cuidado, à saúde mental, à violência de gênero, às interseccionalidades e aos impactos da precarização sobre diferentes grupos sociais.</p>
<p>O terceiro eixo discutido pela Conferência diz respeito ao <b>futuro do diálogo social</b>. Em um cenário marcado pela fragmentação produtiva, pela dispersão dos coletivos de trabalho e pela crescente mediação tecnológica das relações laborais, emergem novas perguntas: como garantir a representação dos trabalhadores? Como fortalecer a negociação coletiva? Como preservar espaços democráticos de regulação social do trabalho?</p>
<p>Essas questões são particularmente relevantes em um contexto de enfraquecimento de formas tradicionais de organização coletiva e de expansão de modalidades de trabalho marcadas pela individualização, pela informalidade e pela dispersão territorial.</p>
<p>Para o Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora (IEA/USP), os debates realizados na Conferência Internacional do Trabalho revelam uma importante convergência entre a agenda internacional e os temas que vêm orientando suas atividades de pesquisa, reflexão crítica e incidência pública.</p>
<p>Mais do que tendências conjunturais, os temas discutidos em Genebra expressam transformações profundas que poderão redefinir as formas de trabalhar, produzir, cuidar, adoecer, organizar-se coletivamente e lutar por direitos nas próximas décadas.</p>
<p>Identificar, compreender e debater esses fenômenos é, precisamente, o propósito deste Seminário. Ao tomar os debates da OIT como ponto de partida, e tendo os palestrantes participado ativamente dos debates da 114ª Conferência Internacional do Trabalho (OIT), realizada em Genebra, de 1 a 12 de junho, o encontro pretende refletir sobre quais são os principais fatos portadores de futuro que já se manifestam no presente e quais desafios eles colocam para a construção de um mundo do trabalho socialmente justo, democrático, saudável e comprometido com a vida, a saúde e a dignidade da classe trabalhadora.</p>
<p><b>Abertura e Mediação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rene-mendes" class="external-link">René Mendes</a> (coordenador do Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora do IEA-USP)</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<ul>
</ul>
<p><a class="external-link" href="https://www.cut.org.br/biografia/juneia-batista">Juneia Batista</a> (SINDSEP, CUT, ISP Américas e Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora do IEA/USP)</p>
<p>Fábio Tibiriçá Bon (Assessoria Jurídica da Secretaria de Relações Internacionais da CUT)</p>
<p><a class="external-link" href="https://www.linkedin.com/in/jefferson-caproni-a6439448/">Jefferson Caproni </a>(SinSaúdeSP)</p>
<ul>
</ul>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-10T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/ampliacao-da-conectividade-quais-os-criterios-para-estabelecer-corredores-ecologicos-por-meio-da-restauracao-e-gestao-da-paisagem-5-a-7-de-dezembro-de-2017">
    <title>Ampliação da Conectividade: Quais os Critérios para Estabelecer Corredores Ecológicos por Meio da Restauração e Gestão da Paisagem? - 5 a 7 de dezembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/ampliacao-da-conectividade-quais-os-criterios-para-estabelecer-corredores-ecologicos-por-meio-da-restauracao-e-gestao-da-paisagem-5-a-7-de-dezembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Araújo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-12-05T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/programa-de-metas-balanco-e-perspectivas-22-de-maio-de-2017">
    <title>Programa de Metas: Balanço e Perspectivas - 22 de maio de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/programa-de-metas-balanco-e-perspectivas-22-de-maio-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-22T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/o-desafio-da-corrupcao-na-politica-e-a-exigencia-de-alternativas-9-de-marco-de-2017">
    <title>O Desafio da Corrupção na Política e a Exigência de Alternativas - 9 de março de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/o-desafio-da-corrupcao-na-politica-e-a-exigencia-de-alternativas-9-de-marco-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crime Organizado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-09T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




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