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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 21 to 34.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/docente-esclarece-principais-mitos-sobre-exercicio-fisico-e-esporte">
    <title>Docente esclarece principais mitos sobre exercício físico e esporte</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/docente-esclarece-principais-mitos-sobre-exercicio-fisico-e-esporte</link>
    <description>Professor da EEFERP e colunista da Rádio USP, Paulo Roberto Santiago é o entrevistado do USP Analisa desta semana
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f45f516a-7fff-f3a0-7e6b-74d38e31ecde"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/running1705716_1920.jpg/@@images/b436af1c-b88a-49ee-9b86-1e1f68568b68.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Ter um corpo saudável envolve incluir na rotina atividades físicas frequentes. Por isso, é comum que as pessoas se interessem em buscar informações sobre esse tema. Em tempos de </span><span>fake news</span><span>, porém, é fundamental ter cuidado com as fontes dessas informações. Por isso, o USP Analisa esclarece os principais mitos envolvendo atividade física, exercício e esporte com o professor da Escola de Educação Física e Esportes de Ribeirão Preto da USP Paulo Roberto Pereira Santiago.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Santiago lembra que existem diferenças entre essas três expressões. “A atividade física trata de qualquer movimento que tenha gasto energético. Ir caminhando para o trabalho já seria um tipo de atividade física. O exercício físico, diferente da atividade física, tem um planejamento, um propósito por trás, por exemplo promover algum ganho relacionado à parte física, à melhoria cardiorrespiratória, a ganhar força. Seria o que a gente chama de treinamento. Já no esporte, você faz um treinamento, faz exercício, mas tem o que a gente chama de jogo, é uma atividade burocratizada, sistematizada, é regida por regras. Existem confederações, você é registrado geralmente em um banco de informações que mostra que você é um atleta, um esportista. Então a pessoa vive para aquela atividade”, explica o docente.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Embora atualmente seja cada vez mais fácil ter acesso a informações sobre exercícios físicos, inclusive trabalhos científicos, o professor alerta para a importância de buscar sempre a fonte original, ler o trabalho todo - não somente o título e a chamada - e até mesmo confirmar essa informação em outras fontes ou com um profissional.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“É sempre importante procurar um profissional e às vezes estudar um pouco, porque quando você tem um pouco de conhecimento, você consegue explicar melhor para o profissional. Gosto de fazer esta analogia: quando você leva seu carro ao mecânico, ele sempre te pergunta qual o problema. Se você não conseguir falar, ele vai ter que testar o carro inteiro. Para a gente, não tem como ficar testando nosso corpo inteiro para saber qual seria o melhor diagnóstico”, diz ele</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa vai ao ar nesta quarta (25), às 18h05, com reapresentação no domingo (29) às 11h30. O </span><a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) em parceria com a Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-23T20:18:17Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/da-genomica-a-identidade-elementos-para-a-compreensao-do-atleta-olimpico-23-de-maio-de-2018">
    <title>Da Genômica à Identidade: Elementos para a Compreensão do Atleta Olímpico - 23 de maio de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/da-genomica-a-identidade-elementos-para-a-compreensao-do-atleta-olimpico-23-de-maio-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-23T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/legado-das-olimpiadas-sera-tema-de-conferencia">
    <title>Legado da Olimpíada do Rio será tema de seminário </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/legado-das-olimpiadas-sera-tema-de-conferencia</link>
    <description>Evento do próximo dia 7 buscará responder como o país, o Rio de Janeiro e os atletas brasileiros foram afetados pela Rio 2016</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Estadio_Maracana_Diego_Baravelli.png" alt="Estádio Maracanã" class="image-inline" title="Estádio Maracanã" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Estádio do Maracanã foi alvo de furtos e depredações no primeiro semestre deste ano</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Perto de completar um ano de realização, a Olimpíada do Rio de Janeiro deixou um legado questionável para a cidade e para os atletas olímpicos. O assunto será discutido no seminário <i>Um Ano Depois: O que Restou dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro</i>, que acontece no <strong>dia </strong><strong>7 de agosto, às 9h</strong>, na Antiga Sala do Conselho Universitário da USP. Para participação presencial, é necessário fazer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScJayfStL9HM3-2TeNvyHgV6aKGUwg6YYKCcUfu-k8jJsg0MA/viewform">inscrição prévia</a>. Também é possível acompanhar a conferência <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela web.</p>
<p dir="ltr">O evento terá exposições de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/barbara-schausteck-de-almeida">Bárbara de Almeida</a>, professora nos cursos de educação física e pedagogia do Centro Universitário Internacional (Uninter), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/juliano-ernani-malegreau-fiori">Juliano Fiori</a>, jogador de rugby e integrante da Seleção Brasileira de Rugby na Rio 2016, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-leyser">Ricardo Leyser</a>, vice-presidente da Empresa Olímpica Municipal do Rio de Janeiro e que foi ministro <span>interino</span><span> </span><span>do Esporte em 2016. A organização é de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio">Katia Rubio</a><span>, professora da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP e integrante do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a><span> do IEA, com o projeto "</span><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/projeto-sabatico-katia-rubio" class="external-link">A influência dos Deslocamentos Nacionais e da Migração Transnacional na Formação da Identidade de Atletas Olímpicos Brasileiros</a><span>".</span></p>
<p dir="ltr">Uma série de construções realizadas não tiveram uso após a Olimpíada. “O legado material ficou num vácuo até dois meses atrás, porque as autoridades municipais e estaduais disseram que não tinham condição de cuidar daquilo”, comenta Katia. Como explica a pesquisadora, agora o Ministério do Esporte será o responsável por estas construções, mas há apenas duas semanas – quase um ano depois do fim dos Jogos – o ex-jogador de vôlei André Felippe Falbo Ferreira, o Pampa, foi nomeado gestor das obras olímpicas.</p>
<p dir="ltr">“Pensando especificamente na cidade do Rio de Janeiro, várias obras construídas para os jogos não foram finalizadas e provavelmente não serão tão cedo. Acredito que a crise da cidade do Rio de Janeiro está relacionada diretamente aos gastos olímpicos que não foram cumpridos como deveriam”, avalia Katia.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/katia-rubio" alt="Katia Rubio" class="image-inline" title="Katia Rubio" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Katia Rubio: "Acredito que a crise da cidade do Rio de Janeiro está relacionada diretamente aos gastos olímpicos" </strong>(Foto: Leonor Calasans - IEA/USP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Com o fim da Olimpíada em agosto de 2016, grande parte do apoio aos atletas foi encerrado. Nos três anos que antecederam as Olimpíadas, houve inúmeras políticas públicas, além de ações públicas e privadas, voltadas para os atletas brasileiros. O investimento foi o maior da história: foram cerca de R$ 4 bilhões divididos entre estrutura, capacitação de profissionais, logística e programas direcionados aos atletas. O valor supera os R$ 2 bilhões investidos para Pequim 2008.</p>
<p dir="ltr">Porém, com o fim dos Jogos, o apoio aos atletas cessou: “Os patrocínios privados e estatais foram reduzidos a menos de 20% do que tínhamos antes. Uma política pública que gerou um benefício, chamado bolsa atleta, corre agora o risco de deixar de existir”, exemplifica Katia. O bolsa atleta é um programa de patrocínio individual a atletas que obtêm boas performances em competições nacionais e internacionais.</p>
<p dir="ltr">Apesar da delegação olímpica brasileira ter batido o recorde de medalhas conquistadas pelo país – com 19 medalhas, o Brasil superou a campanha de Londres 2012, na qual ganhou 17 –, Katia acredita que vai demorar muito para conseguir um desempenho como o do ano passado: “A participação brasileira nos jogos reflete um modelo de destaque imediato relacionado, exclusivamente, à condição do Brasil ser o país sede. Não houve um pensamento de política a longo prazo”.</p>
<p dir="ltr">“Os atletas vivem, talvez, um retrocesso de 20 anos nesse um ano que passou. A gente volta a um patamar de organização e de apoio ao esporte da década de 80, do começo do profissionalismo no país”, completou a pesquisadora.</p>
<hr />
<p><br /><strong><i>Um Ano Depois: O que Restou dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro<br /></i></strong><i>7 de agosto, às 9h<br /></i><i>Antiga Sala do Conselho Universitário da USP, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Butantã, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Inscrições <a href="https://docs.google.com/forms/d/1_heTkHAiy0oF5OGdy10A-OL_Cibr-03s00Pj3LvVoVo/viewform?edit_requested=true">via formulário<br /></a></i><i>Mais informações: Heloísa Jesus (heloisa.jesus@usp.br), telefone: (11) 30<span>91-3923</span><br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/um-ano-depois-jogos-olimpicos">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto Maracanã: Diego Baravelli / Wikimedia</span></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-19T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/iv-encontro-interdisciplinar-em-sociologia-do-esporte-tecnologias-patrimonio-e-politicas-publicas-27-a-29-de-novembro-de-2019">
    <title>IV Encontro Interdisciplinar em Sociologia do Esporte - Tecnologias, Patrimônio e Políticas Públicas - 27 a 29 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/iv-encontro-interdisciplinar-em-sociologia-do-esporte-tecnologias-patrimonio-e-politicas-publicas-27-a-29-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Nelson Niero Neto/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-27T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/do-pos-ao-neo-olimpismo-esporte-e-movimento-olimpico-no-seculo-xxi-28-de-junho-de-2019">
    <title>Do Pós ao Neo-Olimpismo: Esporte e Movimento Olímpico no Século XXI - 28 de junho de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/do-pos-ao-neo-olimpismo-esporte-e-movimento-olimpico-no-seculo-xxi-28-de-junho-de-2019</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-07-12T18:40:49Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/debate-em-2-tempos-a-fantasmagoria-da-derrota-o-futebol-como-metafora-25-de-julho-de-2014">
    <title>Debate em 2 Tempos: A Fantasmagoria da Derrota, o Futebol como Metáfora - 25 de julho de 2014</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/debate-em-2-tempos-a-fantasmagoria-da-derrota-o-futebol-como-metafora-25-de-julho-de-2014</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Médicos Copa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Laboratório Sociedades Contemporâneas</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-07-25T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/legado-jogos-olimpicos">
    <title>Um Ano Depois: O que Restou dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/legado-jogos-olimpicos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro permanecem vivos para o Brasil. Depois de postular por 4 vezes a candidatura à cidade-sede, em 2009 o país obteve sucesso. Entendeu-se naquele momento que o evento se somaria a outras ações que buscavam dar visibilidade e credibilidade internacional ao país. Era um momento de grande desenvolvimento e ações afirmativas.</p>
<p>Porém, faltando poucos meses para a realização dos Jogos Olímpicos, questões relacionadas à política do país e à condução da organização do evento levaram o Comitê Organizador e o Comitê Olímpico Internacional a viverem o impasse sobre a realização ou não dos Jogos no Brasil. Ao longo desse período, as discussões sobre a necessidade e a viabilidade das exigências feitas pelo COI colocaram o tema legado no centro das preocupações do poder local e nacional.</p>
<p>Decorrido o primeiro ano do início da competição, restam dívidas a pagar e a dúvida sobre o que fazer com tudo o que foi produzido e prometido. Agora, já é possível fazer algumas avaliações e projeções sobre o que se esperava do evento e o que de fato foi possível realizar, considerando essas questões do ponto de vista da gestão do legado material, como também do legado cultural e esportivo.</p>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/barbara-schausteck-de-almeida" class="external-link">Bárbara Schausteck de Almeida</a><span class="external-link"> (Uninter)</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/barbara-schausteck-de-almeida" class="external-link"><br /></a></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/juliano-ernani-malegreau-fiori" class="external-link">Juliano Fiori </a><br /></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-leyser" class="external-link">Ricardo Leyser</a></p>
<p><strong>Coordenadora</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio" class="external-link">Katia Rubio</a> (EEFE e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-11T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/atletas-olimpicos">
    <title>A difícil prova dos atletas olímpicos para manter a identidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/atletas-olimpicos</link>
    <description>Em ano sabático no IEA, Katia Rubio, da EEFE-USP, desenvolve projeto sobre as consequências para atletas olímpicos obrigados a sair de sua cidade, região ou do Brasil em busca de melhores oportunidades para suas carreiras. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/natacao-brasileira" alt="Natação brasileira" class="image-inline" title="Natação brasileira" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong><strong>O atleta profissional hoje é um nômade que vai aonde há oferta de trabalho, segundo pesquisadora do IEA</strong></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O público acompanha apenas o espetáculo proporcionado pelos atletas olímpicos e acaba tendo uma visão distorcida da vida que eles levam. Imagina um dia a dia de glamour e sem percalços, mas não é essa a realidade, segundo a professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio" class="external-link">Katia Rubio</a>, da Escola de Educação Física e Esporte (Eefe) da USP e participante da 2ª edição do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a> no IEA.</p>
<p>"O atleta profissional hoje é um nômade que vai aonde há oferta de trabalho e esses deslocamentos afetam até sua identidade", afirma Katia, que desenvolve desde março no Instituto a pesquisa "<a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/projeto-sabatico-katia-rubio" class="external-link">A Influência dos Deslocamentos Nacionais e da Migração Transnacional na Formação da Identidade de Atletas Olímpicos Brasileiros</a>".</p>
<p>O corpus da pesquisa são as mais de 1.300 narrativas biográficas de atletas brasileiros participantes dos Jogos Olímpicos de 1948 a 2016 produzidas pela pesquisadora nos últimos 17 anos.</p>
<p><strong>Políticas públicas</strong></p>
<p>A perspectiva de Katia é que a pesquisa seja uma contribuição para a geração de políticas públicas de apoio aos atletas. Uma delas seria a regulamentação profissional: "Mas terá de ser uma política diferenciada, inclusive em termos de aposentadoria, pois o atleta tem uma vida profissional bem mais curta do que os outros trabalhadores e, além disso, muitas vezes começa a atuar antes da idade mínima determinada para o trabalho de menores de idade."</p>
<p>Outro resultado da pesquisa será a produção de subsídios para os trabalhos acadêmicos e aplicados das especialidades que acompanham a trajetória de um atleta, caso da psicologia, medicina, fisioterapia, nutrição, serviço social ("principalmente para as equipes de base"), antropologia e sociologia.</p>
<p><span>Ela acredita que o trabalho também possa oferecer indicações para a preparação integral dos atletas, algo "já existente em alguns clubes formadores que se preocupam em fornecer aos atletas informações sobre o mundo com que vão se deparar".</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Noticias</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-recebe-inscricoes-para-o-programa-ano-sabatico-de-2018" class="external-link">IEA recebe inscrições para Programa Ano Sabático de 2018</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/realizacoes-primeira-turma-sabaticos" class="external-link">1ª edição do Programa Ano Sabático termina com diversas realizações</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/copa-do-mundo" class="external-link">Pensando o Brasil depois do fracasso na Copa do Mundo</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img class="image-inline" src="resolveuid/f716765bd9804b9591dbb8235e9e9c6b" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Katia Rubio</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A estrutura institucional do esporte também afeta profundamente os atletas, de acordo com Katia. "A dedicação ao esporte nasce como uma atividade do indivíduo, mas depois ele precisa se sujeitar à estrutura hierárquica do país, que vai da necessidade de estar vinculado a um clube, disputar torneios regionais por sua cidade, ingressar na seleção estadual e depois chegar à seleção nacional, que disputa torneios internacionais."</span></p>
<p>Ela compara essa situação a "uma bola de ferro presa ao pé do atleta", de tal forma que a partir do momento em que ele ingressa no sistema "perde a liberdade de transitar como cidadão da maneira que gostaria".</p>
<p><strong>Profissionalização</strong></p>
<p><span></span>Com a profissionalização nos anos 80, o esporte se tornou um mercado de trabalho transnacional como poucos outros, afirma Katia. "Pouco importa que língua o atleta fala; o que se espera dele é que treine, dispute competições e seja campeão." <span>Isso mudou completamente a dinâmica do esporte olímpico, segundo ela. </span></p>
<p><span>"Na pesquisa, vou analisar todo o processo desse sujeito que sai do local de origem, vira um cidadão do mundo e ao mesmo tempo perde a referência de si mesmo nos processos de deslocamento."</span></p>
<p><span></span><span>Até a rapidez dos deslocamentos na atualidade afeta a vida do atleta: "Hoje, quando em 36 horas se está do outro lado do mundo, o atleta não vivencia os deslocamentos como acontecia no passado. Ele não tem tempo para se adaptar a novos lugares e culturas. Chega e começar a treinar, gastando de 6 a 8 horas nisso, restando outras 8 horas para uma vida social que alguns não conseguem desenvolver. Alguns procuram aprender o idioma e obter informações culturais, fazer uma adaptação mínima à alimentação e ao clima. Outros vão com a cara e a coragem".</span></p>
<p><span>Katia ressalta que uma coisa é o desejo do atleta de viver essa vida, outra é quando ele percebe que o nível de expectativa sobre aquele desejo é muito maior do que a dureza da vida no lugar para onde ele foi. "</span><span>Muitas vezes, um atleta que é ídolo no Brasil, quando vai para outro lugar, se torna uma pária, acaba por não corresponder às expectativas e isso vira uma bola de neve que o afeta profundamente."</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto (a partir do alto): Danilo Borges/ME; Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-02T23:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-investiga-como-paises-do-brics-utilizaram-a-copa-do-mundo-para-aumentar-sua-influencia-global">
    <title>Pesquisa estuda uso da Copa do Mundo por 3 Brics com o intuito de aumentar sua influência global</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-investiga-como-paises-do-brics-utilizaram-a-copa-do-mundo-para-aumentar-sua-influencia-global</link>
    <description>Marco Antonio Bettine desenvolverá o projeto de pesquisa Soft Power: Um olhar sobre a Utilização Estratégica dos Brics ao sediar a Copa do Mundo de Futebol da FIFA - Análise de África do Sul, Brasil e Rússia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span id="docs-internal-guid-f40ccd08-7fff-2f65-7f83-69f72d3b9741"> </span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p dir="ltr"><strong><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/copa-do-mundo-da-fifa/image" alt="Copa do Mundo da Fifa" title="Copa do Mundo da Fifa" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Ex-presidente da Fifa, Joseph Blatter, e os presidentes do Brasil, Dilma Rousseff, e da Rússia, Vladimir Putin, durante uma cerimônia em 2014 | Foto: Divulgação/Kremlin</dd>
</dl></strong>Professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP desde 2013, o educador físico Marco Antonio Bettine iniciou em março uma pesquisa no IEA sobre as dinâmicas geopolíticas envolvidas na escolha de países-sede para a Copa do Mundo da FIFA. Bettine foi um dos selecionados para participar do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico"><span>Programa Ano Sabático</span></a> deste ano e, até fevereiro de 2020, desenvolverá o projeto de pesquisa <i>Soft Power: Um olhar sobre a Utilização Estratégica dos Brics ao sediar a Copa do Mundo de Futebol da FIFA - Análise de África do Sul, Brasil e Rússia</i>.</p>
<p dir="ltr"><br />Um dos objetivos do pesquisador é entender como a FIFA (Federação Internacional de Futebol) se transformou em uma potência econômica, política e jurídica capaz de reger um bem cultural como o futebol, esporte mais popular e praticado do mundo. Ao mesmo tempo, Bettine pretende construir relações entre a participação de três membros do Brics — grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — como países-sede de Copas do Mundo e variações no soft power dessas nações.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Programa Ano Sabático 2019</strong></p>
<p><strong>Notícias</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/os-projetos-dos-professores-sabaticos-de-2019" class="external-link">Programa Ano Sabático escolhe 7 pesquisadores para 2019</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/educacao-cientifica-na-sociedade-de-risco" class="external-link">Conscientização sobre riscos globais deve ser componente da educação científica, diz pesquisador</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/combate-a-corrupcao" class="external-link">Cientista político examina mais de 3 mil operações de combate à corrupção</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/abordagens-evolucionistas-da-cultura" class="external-link">Nova área científica trata da transmissão cultural do ponto de vista evolucionista</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/coletivos-culturais-perifericos" class="external-link">Dennis de Oliveira analisa coletivos culturais periféricos da cidade de São Paulo</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O conceito de <i>soft power</i> que será usado na pesquisa foi desenvolvido pelo cientista político norte-americano Joseph Nye em contraposição ao <i>hard power</i>. Enquanto o <i>hard power</i> prevê a utilização do poderio econômico e bélico de um Estado para influenciar decisões de outro Estado ou corpo político, o <i>soft power</i>, de acordo com a definição de Nye, pressupõe o uso da diplomacia e da cultura como instrumentos de influência. “Exemplos do <i>hard power</i> usado pelo governo estadunidense são as sanções econômicas sobre Cuba e Venezuela e as ações militares no Oriente Médio”, explica Bettine. “O <i>soft power</i> norte-americano, por outro lado, visa atingir outros países através da persuasão, do exemplo e da indústria cinematográfica.”</p>
<p dir="ltr"><span>A análise do pesquisador terá como foco as Copas do Mundo da África do Sul (2010), do Brasil (2014) e da Rússia (2018). Matérias jornalísticas de alguns dos principais veículos de comunicação do mundo, publicadas durante os eventos, serão a fonte de informação principal da pesquisa. Com dados da ferramenta </span><span><i>Google Trends</i></span><span>, Bettine comparou o número de acessos de oito veículos, sediados em quatro países, para determinar os que seriam analisados. Le Monde, da França, BBC, da Inglaterra e El País, da Espanha, foram os escolhidos por maior adaptação metodológica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os veículos brasileiros, russos e sul-africanos não serão considerados na pesquisa, segundo o professor, “porque o objetivo do trabalho é a análise das visões estrangeiras sobre os Brics e quem detém o poder das decisões internacionais no plano político são os jornais estrangeiros”.</span></p>
<p dir="ltr"><strong><span><dl class="image-left captioned" style="width:250px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marco-antonio-bettine-de-almeida-1/image" alt="Marco Antonio Bettine de Almeida" title="Marco Antonio Bettine de Almeida" height="250" width="250" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:250px;">O pesquisador Marco Antonio Bettine | Foto: Arquivo pessoal</dd>
</dl>Megaeventos esportivos e </span><span><i>soft power</i></span></strong></p>
<p dir="ltr"><span>Bettine entende que o esporte, por sua indiscutível influência cultural e social, se tornou um poderoso instrumento de </span><span><i>soft power</i></span><span>. Com isso, organizações como a FIFA e o COI (Comitê Olímpico Internacional) adquiriram uma grande capacidade de persuasão perante os potenciais países-sede de eventos como a Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas. Sob a perspectiva dos países, essas competições são comumente vistas como oportunidades de divulgar ao mundo sua cultura, infraestrutura e soberania, além de fortalecer o comércio e o turismo locais. Para o pesquisador, o interesse é mútuo: à FIFA, interessam os ganhos financeiros e o aumento da força política; aos países-sede, interessa o incremento de </span><span><i>soft power</i></span><span> e influência internacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A África do Sul enxergou na competição, mais especificamente, uma oportunidade de se tornar o país representante do pan-africanismo — movimento que busca a emancipação e o desenvolvimento socioeconômico do continente africano —, explica o pesquisador. O Brasil, por sua vez, viu na Copa do Mundo um instrumento para consolidar sua imagem no exterior. Entre outras coisas, o governo brasileiro buscava um assento permanente no Conselho de Segurança da Organização da Nações Unidas (ONU), participar mais ativamente das relações internacionais e ganhar relevância dentro do BRICS e do Mercosul.</span></p>
<p dir="ltr">Segundo Bettine, apesar de “surfar uma boa onda internacional” em 2014, o Brasil era visto com descrédito pela imprensa estrangeira, que julgava o país incapaz de realizar um megaevento esportivo. O pesquisador lembra, entretanto, que uma semana após o início dos jogos, os veículos se declararam enganados: sem maiores problemas, o Brasil conduziu a Copa do Mundo de maneira eficiente. Para ele, em termos de <i>soft power</i>, “a Copa foi um sucesso para o Brasil e para o governo de Dilma Rousseff”.</p>
<p dir="ltr"><span>Em um movimento contrário, durante as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, Bettine ressalta que o país havia passado por um processo de </span><span>impeachment</span><span>, tinha um presidente impopular recém-empossado e diversas fragilidades econômicas e sociais, o que prejudicou a imagem do evento no exterior. A clara vulnerabilidade da democracia brasileira fez com que os veículos internacionais dessem maior atenção aos malfeitos praticados durante os Jogos Olímpicos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Se o país está bem internamente e tem certa força internacional, é capaz de influenciar os caminhos e escolhas dos meios de comunicação”, explica o pesquisador. “Se está desestabilizado, não tem como criar agendas próprias para divulgação nas mídias internacionais.”</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/copa-do-mundo-no-castelao/image" alt="Copa do Mundo" title="Copa do Mundo" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Maracanã na final da Copa do Mundo de 2014, no jogo entre Argentina e Alemanha | Foto: Danilo Borges/Wikimedia Commons</dd>
</dl>Brics e o legado da Copa</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>As três últimas Copas do Mundo foram sediadas por países membros do Brics. De acordo com Bettine, isso se deve ao fato de serem, de forma geral, “nações com democracias frágeis, mas com grandes potenciais financeiros e em busca de maior visibilidade internacional”. A fraqueza democrática dos países-sede é, segundo ele, parte fundamental do processo decisório da FIFA: “Jérôme Valcke, ex-secretário geral da FIFA afastado sob acusações de corrupção e má conduta na venda de ingressos das Copas de 2010 e 2014, disse que ‘democracia demais atrapalha a realização da Copa do Mundo’”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Um dos mecanismos de influência e cooptação usados pela FIFA para convencer os países a sediar a Copa do Mundo é a promessa de reformas estruturais e melhoria da infraestrutura do país, de acordo com o pesquisador. Nos eventos sediados pelos membros do Brics, entretanto, as promessas foram quase integralmente descumpridas. A melhora do IDH regional, do transporte público e no acesso ao saneamento básico foram os principais pactos quebrados. “Brasil e África do Sul são países que continuam tendo problemas de infraestrutura básica, mesmo ao redor dos grandes estádios construídos para os jogos”, ressalta Bettine.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O pesquisador lembra, entretanto, que a partir de 2015 os desmandos da FIFA esbarraram em um ponto de inflexão. Diversos membros do alto escalão da organização passaram a ser julgados e condenados por crimes cometidos durante as Copas da África do Sul e Brasil e nas escolhas de Rússia e Catar como sedes das Copas de 2018 e 2022, respectivamente. As condenações, entretanto, não foram motivadas pelo não cumprimento de promessas feitas nos períodos que antecederam as Copas, ou pelas fraudes nas vendas de ingressos, ou ainda pelos processos de gentrificação influenciados pelos eventos esportivos, mas por tentativas de lavagem de dinheiro em empresas fantasma nos EUA.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Interdisciplinaridade</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo o professor, o caráter interdisciplinar do projeto provém da abordagem simultânea de temas como relações internacionais, governança global, influência midiática, cultura brasileira e a importância cultural do futebol. “A pesquisa é interdisciplinar porque trabalha com teorias sociológicas, de relações internacionais, de mídia e de ciência política”, explica.</span></p>
<p><span>Para ele, o fundamental da pesquisa é entender como todas essas matérias podem ajudar “a compreender o papel da FIFA, da teoria sociológica e da teoria política de </span><span>soft power</span> e <span>hard power</span><span> na passagem da Copa do Mundo pelos Brics”. </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rússia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-08T19:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-esporte-um-dialogo-necessario">
    <title>Migração e Esporte, Um Diálogo Necessário</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-esporte-um-dialogo-necessario</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em um mundo globalizado, a imigração virou um tema recorrente em nosso cotidiano. Todos os dias vemos discussões sobre as políticas de recepção de imigrantes e os conflitos gerados pela chegada de milhares de pessoas à Europa, na maior onda migratória que o mundo teve após a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Paralelamente a isso, vemos a seleção da França conquistar a Copa do Mundo de 2018 com um elenco formado por vários atletas filhos de imigrantes e ainda composto por alguns atletas nascidos em territórios franceses ultramarinos. Neste encontro, especialistas no tema irão debater as ligações entre esporte e migração e abordar desde os aspectos íntimos até os jurídicos deste fenômeno.</p>
<p><b>Exposições</b></p>
<p><b>A formação da identidade do migrante</b><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/plinio-montagna" class="external-link">Plinio Luiz Kouznetz Montagna</a></p>
<p><b>A nacionalidade jurídica e a nacionalidade esportiva</b><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-ferraz-de-campos-monaco" class="external-link">Gustavo Ferraz de Campos Monaco</a> (FD-USP)</p>
<p><b>A migração e o esporte olímpico brasileiro</b><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio" class="external-link">Katia Rubio</a> (EEFE e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-10T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-ciclo-dos-megaeventos-no-brasil-a-visao-das-midias-estrangeiras-sobre-a-sociedade-brasileira-e-a-organizacao-do-evento-16-de-maio-de-2019">
    <title>O Ciclo dos Megaeventos no Brasil: A Visão das Mídias Estrangeiras sobre a Sociedade Brasileira e a Organização do Evento - 16 de maio de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-ciclo-dos-megaeventos-no-brasil-a-visao-das-midias-estrangeiras-sobre-a-sociedade-brasileira-e-a-organizacao-do-evento-16-de-maio-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-16T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-esporte-sociologia">
    <title>Com abordagem sociológica, encontro aborda tecnologia, patrimônio e políticas públicas no esporte</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-esporte-sociologia</link>
    <description>A 4ª edição do Encontro Interdisciplinar em Sociologia do Esporte será entre os dias 27 e 29 de novembro, no IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/WEB-william-droops-flickr.jpg" alt="Sociologia do esporte" class="image-right" title="Sociologia do esporte" />Para apresentar uma reflexão sobre o esporte na sociedade contemporânea, pesquisadores da área se reunirão na 4ª edição do <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/iv-encontro-esporte" class="external-link">Encontro Interdisciplinar em Sociologia do Esporte</a></i>, entre os dias 27 e 29 de novembro, no IEA. Os participantes esperam aprofundar algumas temáticas referentes às práticas esportivas e suas significações culturais. Eles questionarão o papel do esporte como “indicador de repertórios de identidade num universo assinalado por disputas políticas e simbólicas”. A discussão será organizada em torno de três eixos temáticos: tecnologias, patrimônio e políticas públicas.</p>
<p dir="ltr">A atividade é organizada pelo IEA e o Ludens (Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Futebol e Modalidades Lúdicas), da USP. Aberta ao público, requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc78AL6u47b5KEY23G6AGqv4hUcCtuDc9DrMIhhaKK5MSJmWA/viewform">inscrição prévia</a>. Para assistir à <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> no site do IEA não é preciso se inscrever.</p>
<p dir="ltr">Os três dias de encontro terão conferências e mesas redondas com temas diversos relacionados ao esporte. Entre eles, estão as possibilidades de aplicação de engenharia e inteligência artificial no esporte, a realidade virtual na educação física, as políticas sociais no campo esportivo e as relações das torcidas de futebol com a política. Confira a programação completa <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/iv-encontro-esporte" class="external-link">aqui</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>Livro</strong></p>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-investiga-como-paises-do-brics-utilizaram-a-copa-do-mundo-para-aumentar-sua-influencia-global" class="external-link">Pesquisa estuda uso da Copa do Mundo por 3 Brics com o intuito de aumentar sua influência global</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/megaeventos-esportivos-nao-ampliam-visao-positiva-dos-brics" class="external-link">Pesquisa avalia que Copa e Olimpíadas não melhoraram visão da mídia estrangeira sobre o país</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Assim como nos encontros anteriores, realizados em 2013, 2014 e 2016 na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH-USP), o conteúdo das apresentações e dos debates irá compor o livro eletrônico "Esporte: organização e entidades", que ficará disponível no <a class="external-link" href="http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP">Portal de Livros Abertos e Livres da USP</a>. Já há três livros disponíveis, relativos aos encontros anteriores. Todos de livre acesso, eles somam 42 capítulos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Pesquisa</strong></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marco-antonio-bettine-de-almeida" class="external-link">Marco Bettine</a>, professor da EACH-USP e participante do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-em-2019" class="external-link">Programa Ano Sabático</a> do IEA, fará o encerramento das atividades com uma conferência acerca de sua pesquisa no Instituto. Ele analisa o uso estratégico da Copa do Mundo por três países dos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em busca do aumento de seu soft power e como esse processo foi noticiado pela imprensa internacional.</p>
<p dir="ltr">O conceito de soft power contrapõe-se ao de hard power, que prevê a utilização do poderio econômico e bélico de um Estado para influenciar decisões de outro Estado ou corpo político. O soft power pressupõe o uso da diplomacia e da cultura como instrumentos de influência. As copas analisadas por Bettine em sua pesquisa são as da África do Sul (2010), do Brasil (2014) e da Rússia (2018).</p>
<hr />
<p><strong>IV Encontro Interdisciplinar em Sociologia do Esporte - Tecnologias, Patrimônio e Políticas Públicas</strong><br /><i>De 27/11/2019 a 29/11/2019 - 10h às 17h</i><br /><i>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc78AL6u47b5KEY23G6AGqv4hUcCtuDc9DrMIhhaKK5MSJmWA/viewform">inscrição prévia</a> - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet<br />Mais informações: com Claudia R. Pereira (clauregi@usp.br) - (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/iv-encontro-esporte" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: William Droops/Flickr</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-21T20:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/da-genomica-a-identidade-elementos-para-a-compreensao-do-atleta-olimpico-1">
    <title>Da Genômica à Identidade: Elementos para a Compreensão do Atleta Olímpico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/da-genomica-a-identidade-elementos-para-a-compreensao-do-atleta-olimpico-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A razão de existir dos Jogos Olímpicos é a realização do gesto do atleta: refinado, habilidoso, fora da média, que faz a competição esportiva ser uma experiência estética. A visibilidade que o atleta olímpico conquista ao longo da vida esconde elementos fundamentais para a sua formação como sua herança genética e o contexto social em que ele se desenvolve até chegar a ser olímpico.</p>
<p>Esse encontro propõe um diálogo entre a perspectiva biológica e social da formação do atleta olímpico, indicando a proximidade entre esses aspectos.</p>
<p>Expositor:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-bosco-pesquero" class="external-link">João Bosco Pesquero</a> (USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-correia" class="external-link">Paulo Correia</a> (Unifesp)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/chiaretto-a-costa" class="external-link">Chiaretto A. Costa</a> (Preparador Físico)</p>
<p>Moderadora:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio" class="external-link">Katia Rubio</a> (EEFE e IEA/USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-17T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/formacao-atleta-olimpico">
    <title>Pesquisador analisa diálogo entre as influências genética e social na formação do atleta olímpico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/formacao-atleta-olimpico</link>
    <description>João Bosco Pesquero, professor da Unifesp, faz a conferência "Da Genômica à Identidade: Elementos para a Compreensão do Atleta Olímpico" no dia 23 de maio, às 9h, no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-3962ab7d724a49108d92c07b8a0c885e kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-3962ab7d724a49108d92c07b8a0c885e">
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/juliana-dos-santos-atleta" alt="Juliana dos Santos - atleta" class="image-inline" title="Juliana dos Santos - atleta" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A meio-fundista Juliana dos Santos (na foto, durante treinamento em centro da FAB em 2016) começou no atletismo aos 12 anos, na escola</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na conferência <i>Da Genômica à Identidade: Elementos para a Compreensão do Atleta Olímpico</i>, no <strong>dia 23 de maio, às 9h</strong>, no IEA, o especialista em biologia molecular <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-bosco-pesquero" class="external-link">João Bosco Pesquero</a>, professor da Unifesp, vai propor um diálogo entre as perspectivas biológica e social da formação do atleta olímpico.</p>
<p>O evento é gratuito e aberto a todos os interessados. Não há necessidade de inscrição para assisti-lo presencialmente ou <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/atletas-olimpicos" class="external-link">A difícil prova dos atletas olímpicos para manter a identidade</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo a idealizadora e moderadora da conferência, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio" class="external-link">Katia Rubio</a>, coordenadora do Centro de Estudos Olímpicos da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP e professora em ano sabático no IEA em 2017, a visibilidade que o atleta olímpico conquista ao longo da vida esconde elementos fundamentais para a sua formação, como a herança genética e o contexto social em que ele se desenvolveu no esporte.</p>
<p>Pesquero é graduado em química pela USP e mestre e doutor em biologia molecular pela Unifesp. Realizou pesquisas de pós-doutorado na Universidade de Heidelberg e no Instituto Max-Delbrück para Medicina Molecular de Berlim, ambos na Alemanha.</p>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<hr />
<i><strong> Da Genômica à Identidade: Elementos para a Compreensão do Atleta Olímpico<br /></strong></i><i>23 de maio, 9h<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto a todos os interessados - Também pode ser acompanhado </i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Mais informações: com Cláudia Regina Pereira (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone: (11) 3091-1686<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/da-genomica-a-identidade-elementos-para-a-compreensao-do-atleta-olimpico-1" class="external-link">Página do evento</a></i>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: FAB</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-17T15:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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