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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/darwin-e-sociedade-complexidade-nas-ciencias-antropoceno-e-ciencias-sociais-entrevista-com-jose-eli-da-veiga">
    <title>Darwin e sociedade - complexidade nas ciências - Antropoceno e ciências sociais: entrevista com José Eli da Veiga</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/darwin-e-sociedade-complexidade-nas-ciencias-antropoceno-e-ciencias-sociais-entrevista-com-jose-eli-da-veiga</link>
    <description>Em entrevista para a série 3por1, economista José Eli da Veiga fala sobre Darwin e sociedade, complexidade nas ciências e a adoção do Antropoceno pelas ciências sociais.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-eli-da-veiga-3por1" alt="José Eli da Veiga - 3por1" class="image-right" title="José Eli da Veiga - 3por1" />O economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> considera a teoria darwiniana uma referência para a análise de qualquer sociedade, questiona a existência de uma teoria da complexidade e afirma que o Antropoceno foi abraçado pelas ciências sociais, mesmo sem a chancela da geologia. Esses comentários estão em entrevista que concedeu para a série <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0">3por1</a>.</span></p>
<p><span>Ele é professor sênior do IEA e professor titular aposentado da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária da USP. A formação acadêmica de Veiga ocorreu na França, de 1969 a 1979. Tornou-se doutor pela <span>Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbone. </span>É colunisa do jornal Valor Econômico e da Rádio USP. Seus livros mais recentes são "O Antropoceno e o Pensamento Econômico" (2025), "O Antropoceno de as Humanidades" (2023) e "O Antropoceno e a Ciência do Sistema Terra" (2019).</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Vídeo</strong></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=046a3G0QLi0&amp;list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0">Entrevista com José Eli da Veiga</a></li>
</ul>
<p><strong>Livros citados</strong></p>
<ul>
<li>“<a class="external-link" href="https://www.gutenberg.org/ebooks/2300">The Descent of Man, and Selection in Relation to Sex</a>”, de Charles Darwin</li>
<li>“<a class="external-link" href="https://www.grupopensamento.com.br/produto/a-visao-sistemica-da-vida-5383">A Visão Sistêmica da Vida: Uma Concepção Unificada e Suas Implicações Filosóficas, Políticas, Sociais e Econômicas</a>”, de Fritjof Capra e Pier Luigi Luisi</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><strong>Entrevista</strong></h3>
<p><strong>3por1</strong> – Professor José Eli da Veiga, a utilização da teoria evolucionista como referência para a análise dos processos econômicos capitalistas é viável também para sociedades socialistas?</p>
<p><strong>JEV</strong> – Não existe sociedade socialista, então, a grande questão é se é viável para a sociedade. E aí, queria principalmente chamar a atenção para o fato de que a principal obra de Darwin não é valorizada pelos ditos darwinistas. Ele escreveu em 1871, 12 anos depois de ter escrito a obra badalada “A Origem das Espécies”, uma obra cuja tradução correta do título seria “A Filiação do Homem”, que é uma antropologia, uma antropologia darwiniana. E ela ficou completamente relegada. Os chamados darwinistas não se interessaram por isso. É muito recente que se esteja recuperando essa antropologia de Darwin para que se façam análises, principalmente das civilizações e processos evolucionários.<strong> </strong></p>
<p><strong>3por1</strong> – Ainda que uma teoria consistente da complexidade ainda seja uma quimera, segundo vários pesquisadores, os pressupostos atuais de suas vertentes podem ser úteis para a análise da emergência de fenômenos nas ciências naturais e sociais?</p>
<p><strong>JEV</strong> – Difícil dizer, porque hoje o que existe sobre a complexidade, ciência da complexidade, teoria da complexidade, o que se queira, é uma verdadeira Torre de Babel. Tem muito pouca coisa que permita você enxergar um arquipélago no meio de um grande oceano. Então, a minha tendência, depois de ter feito uma longa série de conversas aqui no IEA, 12 sessões, a conclusão a que cheguei é que é muito importante dar atenção a um livro de [Fritjof] Capra com [Pier Luigi] Luisi (um físico menos conhecido que Capra) que deveria ser mais valorizado no Brasil. Existe a tradução brasileira desde 2003. O título é “A Visão Sistêmica da Vida”. Nesse livro, eles defendem a ideia de que o que existe mesmo é uma teoria matemática da complexidade. Para que a gente evolua para teorias científicas mais avançadas etc., essa teoria matemática ajuda, mas não há ciência da complexidade como alguns gostariam que existisse.<strong> </strong></p>
<p><strong>3por1</strong> – Além da importância para a história geológica da Terra e de ajudar a combater os negacionistas das mudanças climáticas, um possível estabelecimento do Antropoceno como a atual época geológica pode trazer outros benefícios?</p>
<p><strong>JEV</strong> – É uma pena que a coisa tenha ido para o lado da geologia. Veja bem, quando nasceu a proposta de dizer o Holoceno acabou, vamos procurar entender que nós estamos no Antropoceno, nasceu de uma reunião justamente de um programa que juntava pesquisadores das geociências e da biociência. Era o Programa [Internacional] Geosfera-Biosfera. Foi ali que nasceu o que foi chamado de ciência do sistema Terra. A meu ver, seria mais correto dizer ciência do complexo Terra, porque, infelizmente, usa-se demais a expressão “sistema”, sem que isso seja um conceito. Na verdade, no caso da Terra, é óbvio que existem inúmeros sistemas e uma parte deles são sistemas complexos. Bom, o que aconteceu foi o seguinte: como a geologia tem uma tradição de ter essa coisa muito formalizada, a cronologia da história da Terra, sobrou para eles, e eles não conseguiram até agora concluir que existam de fato evidências, só que para todas as outras ciências é mais ou menos óbvio que houve uma mudança há uns 80 anos, mais ou menos. Inclusive, entre os historiadores, isso é chamado de A Grande Aceleração. Antropoceno, na verdade, é uma tese, um conceito, uma proposta que hoje independe da geologia, que é o menos importante. Ela conquistou totalmente as humanidades em geral e outras ciências. Foi um choque para todos quando os geólogos disserem “ah, não temos evidências suficientes”. Isso aconteceu no meio do ano passado.</p>
<p><span class="discreet"><strong>Entrevista gravada em 21 de janeiro de 2025 na sede do IEA.</strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropoceno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Complexidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>3por1</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-25T12:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/3por1-walter-neves">
    <title>Evolução humana: passado e futuro - Entrevista com Walter Neves</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/3por1-walter-neves</link>
    <description>Entrevista com o paleoantropólogo Walter Neves para a série em vídeo 3por1. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=YndaI-cUPZU"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/walter-neves-3por1" alt="Walter Neves - 3por1" class="image-right" title="Walter Neves - 3por1" /></a></p>
<p>Em entrevista<b><sup>[*]</sup></b> à série de vídeos <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0">3por1</a>, o biólogo, arqueólogo e antropólogo evolutivo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/walter-neves" class="external-link">Walter Neves</a> comenta o caráter não progressivo da teoria evolucionista, a distinção cognitiva do <i>Homo sapiens</i> e a impossibilidade de máquinas serem seres simbólicos.</p>
<p>Desde 2018, Neves é professor sênior do IEA, onde coordena o Núcleo de Pesquisa e Disseminação em Evolução Humana (NPDEH). Ele foi professor titular do <span style="text-align: justify; ">Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do </span>Instituto de Biociências da USP até 2017. Os estudos que realizou sobre o <span style="text-align: justify; ">fóssil Luzia, um dos esqueletos mais antigos das Américas, tornaram-no presença frequente na mídia nacional e internacional.</span></p>
<div class="field">
<div class="richtext-field required richTextWidget" id="form-widgets-participantes">
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=YndaI-cUPZU">Vídeo da entrevista com Walter Neves</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://evolucaohumana.iea.usp.br">Site do Núcleo de Pesquisa e Disseminação em Evolução Humana</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Entrevista</h3>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>3por1</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Professor Walter Neves, como convencer o público que tem alguma informação sobre a evolução humana que evolução não significa aprimoramento?</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>WN</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - É uma tarefa dura, mas acho que a melhor maneira de convencer as pessoas de que evolução não é progresso é mostrar o quadro que a gente tem hoje da evolução humana como um todo, mostrando que várias linhagens de parentes evolutivos nossos se extinguiram ao longo da evolução da linhagem hominínia. E mesmo se você voltar há 30, 40 mil anos, você tinha pelo menos quatro espécies da nossa linhagem vivas no planeta e hoje tem uma só.</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>3por1</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Chamar apenas uma espécie como sapiens não é menosprezar em demasia as capacidades cognitivas de outras, como os neandertais e denisovanos?</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>WN</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Olha, acho que não, pois o que nos distingue de todos os animais e também de todos os nossos antecessores (porque não necessariamente são ancestrais) é o fato de que o sapiens é o único em toda evolução hominínia que tem capacidade simbólica, que tem essa capacidade de atribuir significado às coisas, inclusive à vida, e nosso predecessores não tinham essa capacidade. Então, acho que isso é um salto qualitativo que permite perfeitamente nos distinguir das espécies que nos precederam.</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>3por1</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Se um dia as máquinas se equipararem ao ser humano poderão ser consideradas uma nova espécie derivada de nós?</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>WN</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Eu acho que não, porque, por mais que você consiga com inteligência artificial criar coisas parecidas ou muito parecidas com o humano, você não conseguirá recriar ou criar essa condição que nós temos que é a questão do simbolismo, a questão da expressão simbólica, de atribuir significados às coisas e à vida. Então, acho que nunca um robô será capaz de olhar para o céu e perguntar: "De onde eu vim? O que é que eu estou fazendo aqui? Para onde eu vou?" Então, acho que isso é um limiar que não se conseguirá sobrepujar.</span></p>
<p><span class="discreet"><strong>[*] Entrevista gravada em 11 de outubro de 2024 na sede do IEA.</strong></span></p>
</div>
</div>
<div class="field">
<div>
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<ul>
</ul>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evolução humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>NPDEH</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>3por1</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-03-21T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/complexidade-e-diversidade">
    <title>Físico explica a emergência e a diversidade da vida a partir da auto-organização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/complexidade-e-diversidade</link>
    <description>O físico Bruno Coelho Cesar Mota, professor da UFRJ, foi o expositor no seminário Auto-Organização e Complexidade: Como Construir um Ser Vivo sem um Manual de Instruções, no dia 13 de junho, organizado pela Cátedra Otavio Frias Filho de Estudos em Comunicação, Democracia e Diversidade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:450px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/bruno-coelho-cesar-mota/image" alt="Bruno Coelho Cesar Mota" title="Bruno Coelho Cesar Mota" height="552" width="450" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:450px;">Bruno Coelho Cesar Mota: 'A complexidade da vida é emergente, não está definida no DNA'</dd>
</dl></p>
<p>Considerados como sistemas complexos, é possível dizer que os sistemas biológicos criam, a partir de uma simplicidade subjacente, estruturas complexas das quais emergem os fenômenos inerentes à vida e sua diversidade. Esse processo decorre de progressões em escala, de forma hierarquizada, de estruturas modulares cada vez maiores, condicionadas por parâmetros específicos e marcadas pela autossimilaridade.</p>
<p>Essa poderia ser uma síntese da abrangente exposição do físico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bruno-coelho-cesar-mota">Bruno Coelho Cesar Mota</a>, professor da UFRJ, no seminário <i>Auto-Organização e Complexidade: Como Construir um Ser Vivo sem um Manual de Instruções</i>, no dia 13 de junho, organizado pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-otavio-frias-filho">Cátedra Otavio Frias Filho de Estudos em Comunicação, Democracia e Diversidade</a>, parceria do IEA com o jornal “Folha de S.Paulo.</p>
<p>O encontro teve coordenação e comentários da neurocientista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/suzana-herculano-houzel" class="external-link">Suzana Herculano-Houzel</a>, professora da Universidade Vanderbilt, EUA, e titular da cátedra desde 13 de junho. A parceria entre ela e Mota já tem 17 anos, numa conjunção do interesse dela pela diversidade com o interesse dele por regras universais. "As duas coisas sempre estão presentes, com as leis da física sempre aplicáveis e a biologia apresentando propriedades emergentes", afirmou a pesquisadora.</p>
<p>Na abertura do encontro, Suzana, que diz não ser "fã" da ideia de seleção natural ("ganha-se muito mais pensando em possibilidades"), afirmou que a vida deve ser entendida simplesmente como “algo que funciona, que procura manter a ordem à custa de energia”, como um sistema complexo que funciona até o ponto de se autopropagar, aspectos que já tinha explorado sua conferência de posse na cátedra.</p>
<p>Ela considera que é preciso olhar para os níveis fundamentais da biologia e procurar entender que ordem surge a partir de uma auto-organização intrínseca aos constituintes materiais que tornam possível a emergência da vida. A partir disso, “pode-se utilizar esses conceitos para entender a formação da vida até os sistemas complexos da vida moderna”, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Relacionado</i></h3>
<p><i>Seminário com Bruno Coelho César Mota</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2023/auto-organizacao-e-complexidade-emergente-como-construir-um-ser-http:/www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2023/auto-organizacao-e-complexidade-emergente-como-construir-um-ser-vivo-sem-um-manual-de-instrucoesvivo-sem-um-manual-de-instrucoes" class="external-link"><i>Vídeo</i></a></li>
</ul>
<hr />
<p><i><br />OUTRO EVENTO</i></p>
<p><i>Posse de Suzana Herculano-Houzel como Titular da Cátedra Otavio Frias Filho</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2023/posse-de-suzana-herculano-houzel-como-titular-da-catedra-otavio-frias-filho-de-estudos-em-comunicacao-democracia-e-diversidade" class="external-link"><i>Vídeo</i></a></li>
</ul>
<hr />
<p><i><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-otavio-frias-filho/noticias" class="external-link"><br />Leia outras notícias sobre as atividades da Cátedra Otavio Frias Filho</a></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Sistemas Complexos</strong></p>
<p>É essa justamente essa uma das preocupações de Mota, que trabalha com a física aplicada à emergência dos sistemas complexos, os biológicos em particular. A ideia é de que esses sistemas são capazes de criar – sem componentes externos – organizações complexas, das quais resultam fenômenos, estruturas, mecanismos e trajetórias emergentes a partir da uma simplicidade subjacente.</p>
<p>Depois de defender sua tese de doutorado sobre a topologia do Universo no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas em 2007, Mota resolveu estudar neurociência para verificar de que maneira conceitos da física podem ser estendidos à biologia. Atualmente ele dirige o Laboratório de Matemática Experimental e Biologia Teórica (metaBIO) na UFRJ.</p>
<p>Em sua conferência, Mota primeiro tratou do que caracteriza os seres vivos e os diferencia de outros sistemas e qual mecanismo pode criá-los. Afirmou que o ser humano é um conjunto de aproximadamente 10 bilhões de bilhões de bilhões (10<sup>28</sup>) átomos reunidos de uma forma específica, por isso difere de um monte de areia: "Pode-se mudar porções da poeira de lugar e ela continuará a mesma poeira reunida num monte.”</p>
<p>No ser humano, disse, é possível mudar algumas células de lugar e tudo permanecer praticamente igual, “mas mudar as células que constituem um órgão como o estômago pode ter consequências drásticas”, afirmou. A diferença fundamental entre seres vivos e coisas inanimadas é que os seres vivos têm átomos altamente ordenados em arranjos muito específicos e baixa entropia, reforçou.</p>
<p><strong>Papel do DNA</strong></p>
<p>O manual de instruções é o DNA, constituído de 5 bilhões de pares de nucleotídeos (adenina + timina e citosina + guanina). A sequência desses pares vai identificar um DNA específico. No entanto, ele não é um manual de instruções, comentou Mota. “O DNA é importante para definir como o ser vivo vai ser, mas não é um manual com uma série de instruções que permita criar um ser vivo. O que faz isso é um conjunto de mecanismos que interagem sob orientação das proteínas codificadas pelo DNA”, afirmou.</p>
<p>“Mas se não há manual de instruções, como é possível que os seres humanos surjam? Ninguém sabe a resposta. Meu arremedo de resposta é que a complexidade da vida é emergente, não está definida no DNA”, disse.</p>
<p>No caso do cérebro, os neurônios produzem pulsos eletroquímicos, que resultam nas sinapses (conexões entre neurônios). “É dessa forma que os neurônios se organizam em rede de células que não são necessariamente vizinhas e que podem mudar nosso estado em relação ao ambiente externo.”</p>
<p>De acordo com os dados apresentados por Mota, cada neurônio humano tem de 4 a 100 μm [cada micrômetro equivale a 1 milésimo de milímetro] de diâmetro e efetua 10 mil sinapses, em média. Como o córtex cerebral tem cerca de 18 bilhões de neurônios, o total de sinapses possível é de aproximadamente 180 trilhões. O enorme número de configurações possíveis entre neurônios e sinapses representam um total de 10 quatrilhões de bites de informação, segundo o pesquisador.</p>
<p>Para efeito de comparação, ele comentou que o mais recente chip da Apple, o M1, possui 57 bilhões de transistores com 3 a 100 conexões cada um ("não é possível conectá-los de forma aleatória como acontece entre os neurônios").</p>
<p><strong>Escala</strong></p>
<p>Segundo Mota, não é possível construir seres vivos com a tecnologia de construção de chips, pois ela só funciona na construção de chips. Ele fez uma analogia com a produção de carros: “A arquitetura que projeta carros só funciona para a construção de carros em escala de alguns metros. Se o carro for pequeno demais, a gasolina pode não chegar ao motor; se for muito grande, a estrutura fica frágil e pode rachar com o próprio peso”.</p>
<p>No caso dos seres vivos a questão é diferente. “Uma baleia azul chega a 150 toneladas e o musaranho-pigmeu adulto pesa 2 gr. Apesar da diferença de tamanho, números de células e número de neurônios, as células são do mesmo tipo e formam órgãos organizados de forma específica”, disse.</p>
<p><strong>Auto-organização</strong></p>
<p>Mas como é possível que haja auto-organização biológica? Mota exemplificou com um modelo hipotético semelhante a um jogo de tabuleiro, no qual em cada casa pode haver ou não uma bactéria, que podem se reproduzir, morrer ou não fazer nada. “O que vai acontecer com uma bactéria vai depender do que está próximo dela, e haverá regras sobre quantos vizinhos próximos ela precisa ter para viver ou morrer. Com o desenrolar do jogo, parte delas se auto-organizam e parte desaparece. Surge um padrão à medida que os ‘jogo’ transcorre."</p>
<p>Voltando à situação do monte de areia, com o acréscimo de mais areia, chega uma hora que ele começa a desmoronar. “Para qualquer configuração inicial da pilha de areia, ela converge para um estado crítico, com avalanche.”</p>
<p>“Num cérebro, a avalanche é quando um neurônio dispara e aciona aqueles aos quais está conectado. Pode-se medir a atividade elétrica resultante dos disparos no cérebro.” De acordo coma, a partir de estados amorfos iniciais, são produzidos estados organizados, críticos e, o mais importante, persistentes. “Quando há uma avalanche crítica demais, num surto epiléptico, por exemplo, são acionados todos os neurônios ao mesmo tempo. Num estado subcrítico, a perturbação se extingue, sem se propagar para o resto do cérebro.”</p>
<p>Criar permanência a partir da criticalidade é um mecanismo para o senso do eu continuar existindo no futuro como existia no passado, segundo o físico. “Sistemas dinâmicos que não possuem essa propriedade rapidamente ‘se esquecem’ do estado anterior”, disse.</p>
<p>Mas como a vida consegue criar formas tão complexas? "Os seres aprendem a fazer formas simples e as repetindo em várias escalas. Outra característica é a autossimilaridade das formas emergentes, como ocorre nos fractais", afirmou.</p>
<p>Mota resumiu assim todo o processo: padrões complexos e persistentes emergem a partir de mecanismos locais simples; as estruturas se auto-organizam para manter correlações de longo prazo; as formas resultantes são autossimilares.</p>
<p><strong>Módulos e regras</strong></p>
<p>Para Suzana, os aspectos levantados na conferência por Mota podem ser resumidos em duas condições fundamentais autoemegentes: a existência de módulos repetitivos (átomos, árvore, pessoas etc.) e a presença de condicionantes, regras.</p>
<p>Mota considerou que os módulos são importantes, mas precisam ser hierárquicos e em várias escalas. As restrições também são fundamentais em função da dinâmica do processo, “permitindo diferenciar um ser humano de um hipopótamo, por exemplo”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:450px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/suzana-herculano-houzel/image" alt="A neurocientista Suzana Herculano-Houzel " title="A neurocientista Suzana Herculano-Houzel " height="405" width="450" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:450px;">Suzana Herculano-Houzel: ''A construção da hierarquia entre módulos é o que chamamos de emergência''</dd>
</dl></p>
<p>Suzana sugeriu que talvez a hierarquia surja a partir da interação condicionada por regras entre módulos. Para ela, “a construção dessa hierarquia é o que chamamos de emergência”. Mota reforçou que, além dessa construção hierárquica, com módulos em escala maior a partir da interação entre outros em escala menor, há também o processo de autossimilaridade em escalas crescentes.</p>
<p>Além de debaterem entre si, Mota e Suzana também responderam a questões levantadas por pesquisadores que vinculados ao projeto dela como titular da cátedra. Uma das perguntas foi sobre como a coexistência e a hierarquia podem ser definidas na ampla diversidade neurológica do ser humano.</p>
<p><strong>Hierarquia</strong></p>
<p>Mota explicou que a hierarquia permite passar do exame simples dos mecanismos para exames mais complexos. Além disso, afirmou, a hierarquia preserva a simplicidade. “Se o córtex humano fosse construído para conectar um neurônio com outro num mapa bem específico, isso seria muito frágil: pequenas mudanças fariam o sistema parar de forma totalmente. Mas quando temos mecanismos simples, que são mais robustos, e os escalamos de forma hierárquica, criam-se outros mecanismos simples e robustos”, disse.</p>
<p>Em relação aos vínculos entre complexidade e diversidade, ele disse destacou que quanto mais níveis mais chances de comportamentos emergentes: “A diversidade de formas de pensar surge como diversidade emergente dos vários níveis hierárquicos. Quando se tem 18 bilhões de neurônios no córtex, chega-se a comportamentos altamente individualizados, altamente dependentes da história e altamente emergentes”.</p>
<p>Suzana disse que no mundo real existem dois tipos de ordem, a fabricada e a emergente, e entre elas está o cérebro humano. “Quanto mais unidades, mais possibilidades, mais níveis hierárquicos. Com isso o cérebro ganha possibilidades de complexidade, até chegar ao ponto onde podemos representar não só nossa própria realidade, mas também valores e possibilidades futuras, desejadas ou não”, comentou. Para ela, quando há valores e desejos, nasce a possibilidade de fabricar a ordem, que “é talvez mais um nível de hierarquia emergente desse todo”.</p>
<p>Suzana perguntou a Mota se ele já pensou em expressar em termos de bits a experiencia, interações que o ser humano tem ao longo da vida. Para exemplificar a dificuldade para essa empreitada, ele explicou que apenas os olhos enviam 1 GB por segundo de informações ao tálamo, que envia 10% disso para o córtex visual. "Se contabilizarmos a quantidade de informação que um ser humano recebe ao longo da vida, o número de bites será muitas vezes maior do que a quantidade de informação presente no código genético", comentou.</p>
<p><strong>Filtragem</strong></p>
<p>Ele explicou que tão importante quanto a quantidade de informação que incorporamos é a quantidade do que é filtrado, esquecido. “A maneira como incorporamos informação nova é moldada pela informação velha. Temos um ciclo, um looping no qual o que gravamos e lembramos é moldado pelas nossas expectativas antigas. O resultado é que a expectativa e o observado nos motiva tanto a ignorar informação nova quanto mudar nosso estado mental”, disse.</p>
<p>Outra questão apresentada aos dois foi se os conceitos que adotam estão relacionados com a teoria da autopoiese, dos cientistas chilenos Humberto Maturana e Francisco Varela, na qual só a vida pode produzir vida, ou se superam essa formulação.</p>
<p>Mota respondeu que só se conhece vida que veio da vida, mas postula-se que a vida tem uma origem pré-biótica. "Talvez a fronteira não seja tão delimitada entre um nível de não vida e uma vida bem simplificada", disse.</p>
<p>"Talvez a transição do pré-biótico para o biótico tenha sido mais natural, ao ocorrer num ambiente mais favorável do que aquele que um organismo encontra hoje", afirmou.</p>
<p>Ele comentou que há teorias de como se criam estruturas biológicas a partir de certas regras universais. “O interessante é que algumas estruturas humanas são auto-organizadas a partir de certas estruturas universais”, acrescentou.</p>
<p>Segundo Suzana, já se sabe que a sopa pré-biótica não era algo desorganizado, sem nenhum tipo de condicionante, “e a complexidade emerge espontaneamente quando há módulos e restrições”, relembrou. "A hipótese atual é que a própria ideia de célula (que por si já impõe uma limitação física com sua membrana) era de algo inorgânico, com um involucro composto de pequenas bolhas de ferro criadas pelos fluxos de gases gerados pelo magma embaixo da crosta do fundo do oceano", comentou.</p>
<p>Mota disse que a vida é um sistema em desequilíbrio com o ambiente, mas quando se pensa na sopa pré-biótica considera-se que ela era um sistema em equilíbrio térmico-químico com o ambiente: “De alguma forma, estruturas desequilibradas surgiram.</p>
<p><strong>Ignorância</strong></p>
<p>Indagado sobre como via a procura pela recriação da função biológica da mente na forma de algoritmos, dada a complexidade do cérebro humano, Mota comentou que muitas das grandes descobertas da ciência do século 20 tratam da ignorância irredutível sobre algum aspecto da natureza. Ele citou três exemplos disso na física: o Princípio da Incerteza de Heisenberg [estabelece limites fundamentais que impedem medir com precisão certas propriedades de uma partícula subatômica]; o horizonte de evento dos buracos negros, que não permitem investigar o interior destes; e o caos que dificulta a previsibilidade de sistemas dinâmicos determinísticos.</p>
<p>Nesse sentido, afirmou, talvez haja um tipo de ignorância inevitável na complexidade, pois, “se um sistema complexo, como uma rede neural, começa a fazer conexões com seus pares para produzir, devido à emergência, um novo nível de complexidade, não se consegue prever as estruturas de nível superior a partir de seus níveis fundamentais”. Segundo Mota, esse é o caso da inteligência artificial (IA), com seus sistemas colocados em rede e interagindo entre si.</p>
<p>Quanto ao desenvolvimento da IA em si, Mota comentou que problemas novos suscitam ideias e técnicas para resolvê-los que são tão interessantes quanto a própria resolução: “Newton inventou o cálculo para lidar com a mecânica clássica, mas o cálculo é tão profundo quando ela. As redes neurais são inspiradas nas redes biológicas de neurônicos, mas são outra coisa, tão interessantes quando os sistemas biológicos.”</p>
<p>Para ele, a criação de inteligência similar à humana não será resultado "apenas do empilhamento de mais e mais camadas de convoluções de redes neurais”. Essa criação “vai depender de ideias fundamentais, talvez inspiradas pela cognição humana, de pensamentos que advenham de entendimentos mais globais da cognição, ideias que não tivemos ainda e tão interessantes quanto sua finalidade".</p>
<p>Essa imprevisibilidade quanto ao futuro da IA “é algo importante sobre o qual temos de admitir com humildade nosso desconhecimento”, disse Suzana.  Ela acredita que entender como a complexidade emerge “dá ferramentas para começar a vislumbrar o que pode ser possível em termos de complexidade emergente na IA”.</p>
<p>A IA ensinou, segundo Suzana, que “a linguagem não é essa coisa maravilhosa e tão completamente extraordinária que se pensou por tanto tempo. Basta um sistema capaz de auto-organização, o acesso a um corpo de limitações, regras, e tempo e energia suficientes e consegue-se treinar um algoritmo”.</p>
<p>Para ela, o salto na IA aconteceu quando os cientistas – neurocientistas em particular – “pararam de tentar entender como o cérebro humano funciona, como se constrói um sistema que aprende etc. e simplesmente ‘chutaram o balde’ e disseram: ‘Vamos fazer uma coisa simples e deixar o sistema se auto-organizar’”.</p>
<p><strong>Comunicação</strong></p>
<p>Em outra pergunta, na qual a pesquisadora chamou a emergência de um “mecanismo criacionista no qual as coisas se adaptam, persistem e fecundam numa relação dialética e dialógica", Mota e Suzana foram indagados se a comunicação intensa entre as partes não seria o manual de criação do ser.</p>
<p>Mota respondeu que é preciso considerar que há a informação extracerebral e a intracerebral. Além disso, disse que é preciso considerar dois aspectos em qualquer transmissão de informação: deve se dar de forma sintética e o código não deve ser ambíguo. “No cérebro, o processo de comunicação entre diferentes partes é semelhante. A questão é que ainda não interpretamos o código, temos uma ideia vaga sobre ele.”</p>
<p>Suzana interpretou a questão sobre o papel da comunicação como manual de instruções do ser a partir de outro enfoque, não apenas do ponto de vista cerebral, mas sobretudo entre o aspecto biológico do ser e o ambiente. Para ela, a maior parte da informação que define um cérebro, um indivíduo, vem do ambiente, da interação do organismo com seu entorno.</p>
<p>“As informações que definem um indivíduo vêm do conjunto de interações de sua biologia e o mundo, que por sua vez são resultado das ações do indivíduo no mundo e de sua capacidade de registrar a consequência dessas ações por meio dos sentidos”, afirmou Suzana.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): UFRJ; vídeo de Suzana Herculano-Houzel</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evolução humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Complexidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Otavio Frias Filho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-07-04T17:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/walter-neves-ministrara-curso-de-difusao-sobre-debates-atuais-na-paleoantropologia">
    <title>Walter Neves ministrará curso de difusão sobre debates atuais na paleoantropologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/walter-neves-ministrara-curso-de-difusao-sobre-debates-atuais-na-paleoantropologia</link>
    <description>O paleoantropólogo Walter Neves, professor sênior do IEA, ministrará o curso de difusão científica "Debates Contemporâneos em Paleoantropologia", de 7 de outubro a 9 de dezembro. O curso abordará as principais discussões e descoberta sobre a evolução dos hominínios.
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/walter-neves-entrevista-coletiva/image" alt="Walter Neves - Entrevista coletiva" title="Walter Neves - Entrevista coletiva" height="392" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O paleoantropólogo Walter Neves, coordenador do Núcleo de Popularização dos Conhecimentos sobre Evolução Humana do IEA</dd>
</dl>As principais discussões e descobertas sobre a evolução dos hominínios serão abordadas no curso de difusão científica <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cursos/paleoantropologia-2"><i>Debates Contemporâneos em Paleoantropologia</i></a>, que será ministrado pelo paleoantropólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/walter-neves">Walter Neves</a>, professor sênior do IEA, <span>em parceria com a </span><a class="external-link" href="https://sciam.com.br/" target="_blank"><i>Scientific American Brasil</i></a>. De 7 de outubro a 9 de dezembro, as 10 aulas (sempre às sextas-feiras, das 14 às 16h30) não serão expositivas, mas sim discussões de <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cursos/paleoantropologia-2#textos" class="external-link">textos</a> previamente indicados e disponíveis no site do IEA.<br /><br /><span>Os interessados devem se inscrever via sistema </span><a href="https://uspdigital.usp.br/apolo/" target="_blank">Apolo</a><span> de </span><strong>22 de agosto a 9 de setembro</strong><span>. As 40 vagas disponíveis têm como público-alvo interessados em evolução humana, sobretudo alunos de graduação e pós-graduação, graduados e pós-graduados, além de professores universitários de qualquer área do conhecimento. Os candidatos devem ser fluentes na leitura de textos em inglês.</span></p>
<p>Se o total de inscritos superar o número de vagas, será utilizado o critério de sorteio. A confirmação da matrícula ocorrerá a partir de 12 de setembro. A presença no primeiro encontro (7 de outubro) será utilizada como critério para confirmação de interesse em manter a vaga. Isso permitirá, eventualmente, que os inscritos em lista de espera ocupem vagas remanescentes.</p>
<p>Alunos matriculados que não puderem comparecer ao primeiro encontro e se comprometerem a atingir a frequência mínima exigida para aprovação no curso (75%) deverão confirmar o interesse escrevendo para <a href="mailto:rkmeckien@usp.br">rkmeckien@usp.br</a> para não correrem o risco de cancelamento da matrícula. Um aviso a respeito de vagas remanescentes será dado após 7 de outubro (início do curso). Serão aprovados aqueles que obtiverem nota igual ou superior a 5,0, atribuída a partir de testes de verificação de leitura e do grau de participação nas aulas.</p>
<p><strong>História evolutiva</strong></p>
<p>O objetivo de Neves no transcorrer das 10 aulas será conectar as características mais notórias dos hominínios com o momento em que elas surgiram ao longo da linhagem evolutiva, para construir uma perspectiva sobre a extensa história que resultou no surgimento da espécie humana. Os alunos terão a oportunidade de explorar:</p>
<ul>
<li>a diversidade de espécies que caracteriza a linhagem evolutiva dos hominínios e o caráter não linear dessa evolução;</li>
<li>o momento do surgimento das principais inovações biológicas que definem a linhagem hominínia e sua importância para o processo evolutivo;</li>
<li>as circunstâncias ambientais, ecológicas e sociais que permitiram a evolução e o sucesso da linhagem que chegou até nós.</li>
<li>a fragilidade epistemológica da paleoantropologia.</li>
</ul>
<p> </p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/exposicao-de-replicas-de-fosseis-de-homininios/image" alt="Exposição de réplicas de fósseis de hominínios" title="Exposição de réplicas de fósseis de hominínios" height="407" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Exposição ''Ocupação Hominínia'' no saguão do IEA, com curadoria de Walter Neves, apresenta réplicas de fósseis de vários hominínios</dd>
</dl><span> </span></p>
<p><strong>Difusão científica</strong></p>
<p>Neves é professor titular aposentado do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências (IB) da USP, onde fundou o <a href="http://evolucaohumana.ib.usp.br/" target="_blank">Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos</a>, cuja principal linha de pesquisa é a questão da chegada do homem ao continente americano. Em paralelo às pesquisas que desenvolve, ele tem intensa atividade na divulgação pública dos conhecimentos sobre evolução humana.</p>
<p>No IEA, como professor sênior, além de cursos como o deste ano (o primeiro foi <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/new-kids-on-the-block"><i>New Kids on the Block: Debates Contemporâneos em Paleoantropologia</i></a>, em 2019), Neves coordena o <a href="https://evolucaohumana.iea.usp.br/" target="_blank">Núcleo de Popularização dos Conhecimentos sobre Evolução Humana</a> e é curador de exposição permanente de réplicas de fósseis de hominínios e de exposições itinerantes similares em parceria com outras instituições, como o Catavento Cultural.</p>
<p>Ao longo de sua história evolutiva, a espécie humana desenvolveu uma combinação única de características biológicas e culturais que nos separam significativamente de outras formas de vida no planeta, afirma Neves. "Graças às nossas características, somos uma das espécies com maior dispersão ao redor do planeta, tendo colonizado praticamente todos os continentes e nichos ecológicos disponíveis na Terra. Nosso sucesso se deve, em última análise, à nossa capacidade de modificar o ambiente ao nosso redor, adaptando-o às nossas necessidades em escalas e velocidades não registradas anteriormente."</p>
<p>São justamente essas características únicas do ser humano que fazem com que a espécie pareça ser especial e diferenciada das outras formas de vida no planeta, "fazendo com que busquemos explicações sobrenaturais para nossa origem", afirma o paleoantropólogo. Ele ressalta que, ainda hoje, grande parte da sociedade defende e promove tais visões para a origem da espécie humana, "apesar de mais de 150 anos de descobertas científicas que mostram que somos o produto de uma série de contínuas inovações evolutivas naturais que ocorreram nos últimos 7,5 milhões de anos".</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Paleoantropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>curso</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-07-19T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-1">
    <title>Conversas sobre a Teoria Darwiniana </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>É cada vez maior a utilidade cognitiva da estrutura conceitual  darwiniana. Mesmo em ciências tão diversas quanto a psicologia e a  física quântica, passando por quase todas as disciplinas das  humanidades.</p>
<p>Porém, tal processo, além de muito lento, não tem alcançado a devida  visibilidade. No Brasil, ainda domina largamente a ideia de que a teoria  darwiniana seja algo restrito às ciências da vida.</p>
<p>Com o intuito de tentar remar contra tamanha maré, o IEA, sob a coordenação de <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (Programa Professor Senior) promoverá,  em 2022, um ciclo de conversas sobre as trajetórias intelectuais de  estudiosos da obra de Darwin.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-03-22T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Coleção</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-2">
    <title>Conversas sobre a Teoria Darwiniana (Segundo Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>É cada vez maior a utilidade cognitiva da estrutura conceitual darwiniana. Mesmo em ciências tão diversas quanto a psicologia e a física quântica, passando por quase todas as disciplinas das humanidades.</p>
<p>Porém, tal processo, além de muito lento, não tem alcançado a devida visibilidade. No Brasil, ainda domina largamente a ideia de que a teoria darwiniana seja algo restrito às ciências da vida.</p>
<p>Com o intuito de tentar remar contra tamanha maré, o IEA promoverá, em 2022, um ciclo de conversas sobre as trajetórias intelectuais de estudiosos da obra de Darwin.</p>
<p><span>Na segunda conversa deste Ciclo, a evolução humana, com destaque para o papel da cultura, estará no centro da conversa com o <span style="text-decoration: underline;">filósofo</span> <span class="external-link"><b>Paulo Abrantes</b></span> (<a href="https://pauloabrantesfilosofia.com.br/" target="_blank"><b>https://pauloabrantesfilosofia.com.br/</b></a>)</span></p>
<p><b>Convidado:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-abrantes" class="external-link"><span class="external-link">Paulo Abrantes</span></a><b> </b>(UnB)</p>
<p><b>Entrevistadores: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jaroslava-varella-valentova" class="external-link">Jaroslava Varella Valentova</a> (IP/USP e Núcleo de Popularização dos Conhecimentos sobre Evolução Humana do IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (Programa Professor Senior)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-02-09T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-7">
    <title>Conversas sobre a Teoria Darwiniana (Sétimo Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-7</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>É cada vez maior a utilidade cognitiva da estrutura conceitual darwiniana. Mesmo em ciências tão diversas quanto a psicologia e a física quântica, passando por quase todas as disciplinas das humanidades.</p>
<p>Porém, tal processo, além de muito lento, não tem alcançado a devida visibilidade. No Brasil, ainda domina largamente a ideia de que a teoria darwiniana seja algo restrito às ciências da vida.</p>
<p>Essa conversa irá trazer <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lizia-de-figueiredo" class="external-link">Lízia de Figueirêdo</a><b> </b>, doutora em economia pela Universidade de Nottingham, professora da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Discutiremos qual o papel da teoria darwiniana na economia e como a evolução darwiniana afeta racionalidade e tomada de decisões. Além disto, debateremos o que é psicologia evolucionista e como ela se relaciona com a teoria Darwiniana.</p>
<p><b>Convidada:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lizia-de-figueiredo" class="external-link">Lízia de Figueirêdo</a><b> </b>(UFMG)<b> </b></p>
<p><b><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/texto-para-discussao-ndeg-536-abordagem-multidisciplinar-na-teoria-da-decisao-psicologia-evolucionaria-e-economia/" class="external-link">Texto para Discussão</a><br /></b></p>
<p><b>Entrevistadores: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jaroslava-varella-valentova" class="external-link">Jaroslava Varella Valentova</a> (IP/USP e Núcleo de Popularização dos Conhecimentos sobre Evolução Humana do IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (Programa Professor Senior)</p>
<p><b>Coordenação: </b></p>
<p><span class="external-link">José Eli da Veiga</span> (Programa Professor Senior)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-02-09T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-8">
    <title>Conversas sobre a Teoria Darwiniana (Oitavo Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-8</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>É cada vez maior a utilidade cognitiva da estrutura conceitual darwiniana. Mesmo em ciências tão diversas quanto a psicologia e a física quântica, passando por quase todas as disciplinas das humanidades.</p>
<p>Porém, tal processo, além de muito lento, não tem alcançado a devida visibilidade. No Brasil, ainda domina largamente a ideia de que a teoria darwiniana seja algo restrito às ciências da vida.</p>
<p>Na tarde da quarta 9 de novembro, a convidada será a professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marie-elice-brzezinski-prestes" class="external-link">Maria Elice de Brzezinski Prestes </a>(IB/USP), que vem desenvolvendo notável  trabalho de leitura conjunta das obras de Darwin, com pós-graduandos de vários quadrantes acadêmicos. E que está editando o livro Learning Evolution with Darwin: The “Origin” in Contextual Science Education, pela Springer (veja o <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/sumario-livro-maria-elice-ciclo-teoria-darwiniana/" class="external-link">sumário</a> do livro).</p>
<p><b>Coordenação: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (Programa Professor Senior)</p>
<p><b>Convidada:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marie-elice-brzezinski-prestes" class="external-link">Maria Elice de Brzezinski Prestes </a>(IB/USP)</p>
<p><b>Entrevistador:</b></p>
<p><span class="external-link">José Eli da Veiga</span> (Programa Professor Senior)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-02-09T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-3">
    <title>Conversas sobre a Teoria Darwiniana (Terceiro Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-3</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>É cada vez maior a utilidade cognitiva da estrutura conceitual darwiniana. Mesmo em ciências tão diversas quanto a psicologia e a física quântica, passando por quase todas as disciplinas das humanidades.</p>
<p>Porém, tal processo, além de muito lento, não tem alcançado a devida visibilidade. No Brasil, ainda domina largamente a ideia de que a teoria darwiniana seja algo restrito às ciências da vida.</p>
<p>Na tarde da quarta-feira 4 de maio (15h-17h), será a vez do <span>Direito</span>, especialmente o constitucional, com a participação de Fábio Portela Lopes de Almeida.</p>
<p><b>Convidado:</b></p>
<p><span class="external-link"><span class="external-link"><span class="external-link"><span class="external-link"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-portela-lopes-de-almeida" class="external-link">Fábio Portela Lopes de Almeida</a> (TST/DF)</span></span></span></span></p>
<p><span class="external-link"><span class="external-link"><span class="external-link"><span class="external-link"><b>Entrevistadores:</b><br /></span></span></span></span></p>
<p><span class="external-link"><span class="external-link"><span class="external-link"><span class="external-link"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jaroslava-varella-valentova" class="external-link">Jaroslava Varella Valentova</a> (IP/USP e Núcleo de Popularização dos Conhecimentos sobre Evolução Humana do IEA/USP)</span></span></span></span></p>
<p><span class="external-link"><span class="external-link"><span class="external-link"><span class="external-link"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (Programa Professor Senior)</span></span></span></span></p>
<p><b>Coordenação: </b></p>
<p><span class="external-link">José Eli da Veiga</span> (Programa Professor Senior)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-02-09T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana">
    <title>Conversas sobre a Teoria Darwiniana (Primeiro Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>É cada vez maior a utilidade cognitiva da estrutura conceitual darwiniana. Mesmo em ciências tão diversas quanto a psicologia e a física quântica, passando por quase todas as disciplinas das humanidades.</p>
<p>Porém, tal processo, além de muito lento, não tem alcançado a devida visibilidade. No Brasil, ainda domina largamente a ideia de que a teoria darwiniana seja algo restrito às ciências da vida.</p>
<p>Com o intuito de tentar remar contra tamanha maré, o IEA promoverá, em 2022, um ciclo de conversas sobre as trajetórias intelectuais de estudiosos da obra de Darwin.</p>
<p>Na primeira, o convidado será o educador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelio-marco-vincenzo-bizzo" class="external-link">Nelio Bizzo</a> (USP, UNIFESP e UFABC) que tem se dedicado ao próprio <span style="text-decoration: underline;">ensino</span> da teoria darwiniana.</p>
<p><b>Convidado:</b></p>
<p><span class="external-link">Nelio Bizzo</span><b> </b>(USP, UNIFESP e UFABC)</p>
<p><b>Coordenação: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (Programa Professor Senior)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-02-09T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-6">
    <title>Conversas sobre a Teoria Darwiniana (Sexto Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-6</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>É cada vez maior a utilidade cognitiva da estrutura conceitual darwiniana. Mesmo em ciências tão diversas quanto a psicologia e a física quântica, passando por quase todas as disciplinas das humanidades.</p>
<p>Porém, tal processo, além de muito lento, não tem alcançado a devida visibilidade. No Brasil, ainda domina largamente a ideia de que a teoria darwiniana seja algo restrito às ciências da vida.</p>
<p>No dia <span style="text-decoration: underline;">1º de setembro</span>, será a vez de José Costa Júnior, <span>professor de Filosofia e Ciências Sociais </span><span>e </span>autor da tese <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/tese-darwin-2/" class="external-link">"Como viver depois de Darwin? Limites e possibilidades das abordagens evolucionistas da moralidade"</a>.</i><span> </span></p>
<p><b>Convidado:</b></p>
<p><span class="external-link"><span class="external-link"><span class="external-link"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-costa-junior-1" class="external-link">José Costa Júnior</a> (IFMG)<br /></span></span></span></p>
<p><b>Entrevistadores: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jaroslava-varella-valentova" class="external-link">Jaroslava Varella Valentova</a> (IP/USP e Núcleo de Popularização dos Conhecimentos sobre Evolução Humana do IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (Programa Professor Senior)</p>
<p><b>Coordenação: </b></p>
<p><span class="external-link">José Eli da Veiga</span> (Programa Professor Senior)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-02-09T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-5">
    <title>Conversas sobre a Teoria Darwiniana (Quinto Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-5</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>É cada vez maior a utilidade cognitiva da estrutura conceitual darwiniana. Mesmo em ciências tão diversas quanto a psicologia e a física quântica, passando por quase todas as disciplinas das humanidades.</p>
<p>Porém, tal processo, além de muito lento, não tem alcançado a devida visibilidade. No Brasil, ainda domina largamente a ideia de que a teoria darwiniana seja algo restrito às ciências da vida.</p>
<p>Na tarde da quarta-feira 3 de agosto, a conversa será com Mauro William Barbosa de Almeida, um dos raríssimos <span style="text-decoration: underline;">antropólogos</span> brasileiros que valorizam a teoria darwiniana.</p>
<p><b>Convidado:</b></p>
<p><span class="external-link"><span class="external-link"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mauro-william-barbosa-de-almeida" class="external-link">Mauro William Barbosa de Almeida</a> (IFCH/Unicamp)</span></span></p>
<p><b>Entrevistadores: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jaroslava-varella-valentova" class="external-link">Jaroslava Varella Valentova</a> (IP/USP e Núcleo de Popularização dos Conhecimentos sobre Evolução Humana do IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (Programa Professor Senior)</p>
<p><b>Coordenação: </b></p>
<p><span class="external-link">José Eli da Veiga</span> (Programa Professor Senior)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-02-09T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-4">
    <title>Conversas sobre a Teoria Darwiniana (Quarto Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-4</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>É cada vez maior a utilidade cognitiva da estrutura conceitual darwiniana. Mesmo em ciências tão diversas quanto a psicologia e a física quântica, passando por quase todas as disciplinas das humanidades.</p>
<p>Porém, tal processo, além de muito lento, não tem alcançado a devida visibilidade. No Brasil, ainda domina largamente a ideia de que a teoria darwiniana seja algo restrito às ciências da vida.</p>
<p>Na tarde da terça-feira 7 de junho, será a vez da <span style="text-decoration: underline;">Física Quântica</span>, com a participação de Roberto Baldijão.</p>
<p><b><i>Quantum Darwinism and Contextuality</i></b> é o título da recente tese de doutorado de Roberto Dobal Baldijão, no Instituto de Física da Unicamp.</p>
<p>Não será fácil explicar para leigos, em prosa, como a teoria darwiniana ajuda a entender a transição do universo quântico (em geral tido como exclusivamente subatômico) à realidade que enxergamos. Esta ideia nasceu em 2003, fruto das pesquisas do físico americano, de origem polonesa, Wojciech H. Zurek, do Los Alamos National Laboratory.</p>
<p>Ótima apresentação da tese de Baldijão foi publicada pelo jornalista científico José Tadeu Arantes, no boletim <b><i>Agência Fapesp</i></b>, do último 29 de março. Ele diz que “a interação de um sistema físico com o seu ambiente seleciona certos comportamentos e descarta outros”.</p>
<p>Não se trata, portanto, de mera analogia. Mais: é uma abordagem que já deixou de ser apenas teórica. Vários trabalhos relatam os avanços de testes experimentais. Além disto, sobre o pioneiro trabalho de Zurek, muitos artigos de outros grupos de pesquisa foram publicados em periódicos científicos.</p>
<p>Em poucas palavras, observadores recebem informação a respeito de um sistema depois que ele interage com porções de seu ambiente. Um exemplo simples: quando se lê este texto, olhos estão recebendo uma pequena porção dos fótons que interagiram com a tela que abriga o texto. Se outro leitor estivesse olhando para a mesma tela, receberia uma outra porção dos fótons que teriam interagido com a tela.</p>
<p>O processo de “darwinismo quântico” explica como - apesar das partículas da tela possuírem as ‘estranhezas’ quânticas - os dois leitores acabam recebendo a mesma informação sobre a tela e, assim, leem o mesmo texto. A teoria darwiniana ajuda a entender, portanto, como o estranho mundo quântico também explica a objetividade dos fenômenos físicos de nosso dia-a-dia.</p>
<p>Duas das questões essenciais da Tese estarão no centro desta conversa:</p>
<p>a)   Quais princípios físicos estão por trás da existência de tal “darwinismo”?</p>
<p>b)   Quais princípios são necessários para que ocorra tal processo?</p>
<p><b>Convidado:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberto-baldijao" class="external-link">Roberto Dobal Baldijão</a> (IF/USP)</p>
<p><b>Entrevistadores: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jaroslava-varella-valentova" class="external-link">Jaroslava Varella Valentova</a> (IP/USP e Núcleo de Popularização dos Conhecimentos sobre Evolução Humana do IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (Programa Professor Senior)</p>
<p><b>Coordenação: </b></p>
<p><span class="external-link">José Eli da Veiga</span> (Programa Professor Senior)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-02-09T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-tera-201cnucleo-de-popularizacao-dos-conhecimentos-sobre-evolucao-humana201d">
    <title>IEA terá “Núcleo de Popularização dos Conhecimentos sobre Evolução Humana”</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-tera-201cnucleo-de-popularizacao-dos-conhecimentos-sobre-evolucao-humana201d</link>
    <description>Projeto será coordenado pelo professor sênior Walter Neves.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/walter-neves-300x200/image" alt="Walter Neves - 300x200" title="Walter Neves - 300x200" height="200" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Walter Neves, propositor e coordenador do Núcleo de Popularização dos Conhecimentos sobre Evolução Humana</dd>
</dl></p>
<p><span id="docs-internal-guid-5a83b5de-7fff-5be6-aca1-1942e6efb799"> </span></p>
<p dir="ltr">O Conselho Deliberativo do IEA aprovou no dia 15 de dezembro a criação do “<a class="external-link" href="https://evolucaohumana.iea.usp.br/">Núcleo de Popularização dos Conhecimentos sobre Evolução Humana</a>”. A proposta foi enviada pelo paleoantropólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/walter-neves?searchterm=Walter+ne"><span>Walter Neves</span></a>, professor sênior do Instituto. O objetivo é promover e divulgar amplamente para o grande público os conhecimentos que a ciência tem a respeito do percurso evolutivo humano.</p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Neves, em um momento em que cresce a parcela da população que nega a Teoria da Evolução, cabe ao poder público disponibilizar informações e dados que mostrem o que a ciência tem a dizer sobre a nossa existência no planeta, “demonstrando que a evolução da linhagem humana pode ser perfeitamente explicada pelos mesmos processos naturais que deram origem às demais espécies”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Abordando questões interdisciplinares da biologia evolutiva, da antropologia e da arqueologia, o novo núcleo, formado por pesquisadores e voluntários, irá realizar cursos semestrais sobre as discussões atuais em paleoantropologia, a origem da bipedia e a evolução da tecnologia da pedra lascada.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também está entre as metas a realização da exposição permanente “A Arte na Evolução Humana”, assimcomo a promoção de pequenas mostras itinerantes sobre a história evolutiva dos hominínios, que poderão ser montadas em locais os mais diversos, dependendo da demanda.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os eventos serão gratuitos, voltados para escolas do ensino básico e universidades, tanto públicas quanto privadas. </span><span>Instituições interessadas em fazer parcerias e ter acesso às atividades do núcleo devem entrar em contato com o IEA. O agendamento será feito de acordo com a disponibilidade dos integrantes da equipe e das exposições.</span></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-npceh" alt="Logo NPCEH" class="image-right" title="Logo NPCEH" /></p>
<p dir="ltr"><span>O núcleo é coordenado por Neves e tem como integrantes: </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lia-queiroz-do-amaral?searchterm=Lia+Ama"><span>Lia Amaral</span></a><span>, professora do Instituto de Física da USP;</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mercedes-okumura?searchterm=Mercedes+Okumura"><span> Mercedes Okumura</span></a><span>, professora do Instituto de Biociências da USP; Fábio Parenti, professor da Universidade Federal do Paraná; Peter Moon, jornalista da Agência Brasileira de Divulgação Científica; Clóvis Monteiro, jornalista; Rogério Souza, da Academia Brasileira de História Natural; e os estudantes Lukas Blumrich e Andrews Nunes.</span></p>
<p dir="ltr">Por serem majoritariamente presenciais, as atividades do núcleo começarão apenas no segundo semestre de 2021. Entretanto, os agendamentos já terão início em abril, por meio do site do IEA.</p>
<div><span><br /></span></div>
<p> </p>
<hr />
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Cecília Bastos/USP Imagens</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
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    <title>Exposição Ocupação Hominínia</title>
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    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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