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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/inct-integra-discussao-sobre-projeto-de-lei-para-rotulagem-de-ultraprocessados">
    <title>INCT integra discussão sobre projeto de lei para rotulagem de ultraprocessados</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/inct-integra-discussao-sobre-projeto-de-lei-para-rotulagem-de-ultraprocessados</link>
    <description>INCT Superar a Tríplice Monotonia do Sistema Agroalimentar é sediado no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: right; "><i>Por Giselle Soares</i></p>
<p>Foi protocolado na última terça-feira (26) na Câmara dos Deputados o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2627647">Projeto de Lei (PL 2599/26)</a>, de autoria do deputado federal Paulo Teixeira, que propõe novas categorias de rotulagem frontal de alimentos no Brasil, incluindo a identificação de produtos ultraprocessados e de alimentos com edulcorantes (adoçantes artificiais).</p>
<p><span>Pesquisadores e representantes de instituições ligadas à nutrição, saúde pública e defesa do consumidor participaram da apresentação da iniciativa, entre elas o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Superar a Tríplice Monotonia do Sistema Agroalimentar, sediado no IEA, além do Nupens/USP e do Instituto de Defesa do Consumidor. O INCT e o Nupens proporcionaram suporte técnico-científico para a elaboração da proposta. O Nupens é referência internacional em pesquisas sobre ultraprocessados e participou do desenvolvimento da classificação NOVA.</span></p>
<p><span>Entre os principais pontos do projeto de lei estão:</span></p>
<p>●     a inclusão de advertência sanitária obrigatória a fim de identificar a presença de<i> </i>ultraprocessados nos rótulos;<br /><span>●     a sinalização da presença de edulcorantes;</span></p>
<p>●     a definição de novos  parâmetros para o uso e posicionamento da rotulagem frontal já adotada no país.</p>
<p>A proposta busca ampliar o acesso da população a informações sobre a composição dos alimentos e seus possíveis impactos à saúde.</p>
<p><span>Mariana Levy, que integra o programa de pós-doutorado da Faculdade de Direito da USP e é pesquisadora do INCT, ressaltou a importância da aproximação entre produção científica, processo legislativo e formulação de políticas públicas. “O projeto de lei evidencia como os resultados da pesquisa científica podem contribuir para os debates regulatórios com impacto  para a saúde pública e  para a transformação do sistema agroalimentar no Brasil”, afirmou.</span></p>
<p><span>Para Ana Paula Bortoletto, do Nupens/USP, a proposta dialoga com evidências científicas recentes e com recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira.</span></p>
<p><span>Estudos nacionais e internacionais sistematizados na série especial da revista científica </span><a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(25)02322-0/fulltext">Lancet de 2025</a><span> apontam associações entre o consumo elevado de ultraprocessados e o aumento do risco de doenças crônicas, como obesidade, diabetes e alguns tipos de câncer.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Agricultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>INCT Agroalimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-01T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/documentario-tiete">
    <title>Exibido na Mostra Ecofalante, documentário sobre o Tietê é desdobramento de pesquisa realizada no IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/documentario-tiete</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-tiete-aguas-verdadeiras" alt="Capa do livro Tietê Águas Verdadeiras" class="image-right" title="Capa do livro Tietê Águas Verdadeiras" />O documentário “<a href="https://ecofalante.org.br/filme/tiete-aguas-verdadeiras">Tietê: Águas Verdadeiras</a>”, dirigido pelo cineasta Rodrigo Campos, estreia oficialmente na 15ª Mostra Ecofalante no próximo dia 4 de junho, às 15h, na Reserva Cultural, em São Paulo. A obra integra uma trajetória de pesquisa, criação artística e ação socioambiental desenvolvida por Victor Kinjo (nome artístico de Victor Uehara Kanashiro), cantor, compositor e pesquisador vinculado à Rede Saúde Planetária Brasil, sediada no Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-USP), onde coordena o Grupo de Trabalho Interdisciplinar Arte e Saúde Planetária.</p>
<p>A estreia ocorre como parte da programação da Mostra Ecofalante, um dos principais festivais de cinema socioambiental da América Latina. Após a sessão, será realizada a roda de conversa “Como Regenerar o Rio Tietê”, reunindo pesquisadores, artistas, lideranças socioambientais, representantes da sociedade civil e do poder público para discutir caminhos para a recuperação dos rios paulistas diante dos desafios climáticos e ambientais contemporâneos. O filme também será exibido nos dias 7 e 10 de junho, às 15h, no Centro Cultural São Paulo. Todas as sessões são gratuitas.</p>
<p style="text-align: left; "><span>“Tietê: Águas Verdadeiras” dialoga com investigações iniciadas </span><span>por Kinjo </span><span>durante seu </span><span>pós-doutorado no Centro de Síntese USP Cidades Globais do IEA-USP, dedicado aos desafios do rio Tietê e às contribuições das artes para uma governança ambiental regenerativa. A pesquisa foi desenvolvida com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e incluiu estudos sobre cultura e ação socioambiental em experiências internacionais de regeneração, como o Rio Hudson, em Nova York, e o Rio Funan, em Chengdu, na China, realizados durante estágio de pesquisa na New York University Tisch School of the Arts.</span></p>
<p>Parte desse percurso resultou na canção e no videoclipe “<a href="https://www.youtube.com/watch?v=tIRGRfC63jw">Vem Pro Rio</a>”, produzidos como desdobramento artístico da pesquisa de pós-doutorado e lançados em seu álbum <a href="https://open.spotify.com/album/6yOJABILYnPnc5Gnbs0zty?si=uC0x0_aWSF6RcVMRK8wahg">Terráqueos</a> (YB Music, 2022). O videoclipe registrou uma expedição da nascente à foz do rio Tietê e constituiu uma das experimentações da <a href="https://www.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Producao-cultural-ambiente-e-sociedade.pdf">metodologia de pesquisa-ação baseada em artes</a> desenvolvida por Kinjo, articulando música, audiovisual e etnografia dos rios.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Serviço</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span><i>Tietê: Águas Verdadeiras</i></span></p>
<p>Direção: Rodrigo Campos</p>
<p><strong>Mostra Ecofalante<br /></strong>Data: 4 de junho <br />Horário: 15h<br />Local: Reserva Cultural<br />Endereço: Avenida Paulista, 900 – São Paulo</p>
<p><strong>Roda de conversa<br /></strong>Como Regenerar o Rio Tietê?<br />Logo após a exibição</p>
<p><strong>Sessões adicionais<br /></strong>7 de junho, às 15h – Centro Cultural São Paulo<br />10 de junho, às 15h – Centro Cultural São Paulo</p>
<p><strong>Entrada gratuita</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A pesquisa também resultou na publicação da Agenda de Políticas Públicas “<a href="https://zenodo.org/records/10818936">Propostas para a Regeneração do Rio Tietê: por uma nova cultura das águas</a>”, lançada em coautoria com o professor Pedro Roberto Jacobi (IEA/IEE-USP), supervisor do pós-doutorado. O documento reúne recomendações relacionadas à governança dos rios, ciência cidadã, educação ambiental, cultura, reflorestamento, agricultura sustentável e direitos da natureza, articulando experiências observadas em São Paulo e em outras cidades do mundo.</p>
<p>“Tietê: Águas Verdadeiras” amplia essa investigação para a linguagem cinematográfica, incluindo memória, saberes ancestrais, mobilização comunitária e educação ambiental. O filme acompanha Victor Kinjo e o pescador José Carlos de Souza, conhecido como Zé Macumba, em uma travessia marcada por encontros com moradores, artistas, pesquisadores e ativistas.</p>
<p>Entre as diversas vozes presentes na narrativa, uma das mais importantes é a do próprio rio Tietê, interpretado pela atriz Waleska Firmino. Ao transformar o rio em personagem, a obra convida o público a refletir sobre a história ambiental paulista a partir da perspectiva das águas, das comunidades ribeirinhas e dos ecossistemas que resistem às transformações provocadas pela urbanização e pelas grandes obras de infraestrutura.</p>
<p>Produzido pela Itapeti Filmes com apoio da Lei de Incentivo à Cultura de Mogi das Cruzes (LIC), o documentário também aborda a biodiversidade do rio, entrevistando o professor Alexandre Hilsdorf, da Universidade de Mogi das Cruzes, especialista na ictiofauna do Tietê, e evidenciando a importância da conservação dos ecossistemas aquáticos para a vida na água.</p>
<p>A estreia do documentário coincide também com o início do projeto Jovem Pesquisador FAPESP “Artes Performativas, Saberes Ancestrais e Saúde Planetária: contribuições transdisciplinares para uma cultura da regeneração”, liderado por Kinjo no Instituto de Artes da UNESP (IA-UNESP). O projeto integra a Rede Saúde Planetária Brasil, coordenada pelo professor António Mauro Saraiva no Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-USP). Em 2021, a rede participou da elaboração da “Declaração de São Paulo sobre Saúde Planetária”, publicada na revista <i>The Lancet Planetary Health</i> em parceria com a <i>Planetary Health Alliance</i>. O documento propõe recomendações voltadas a governos, universidades, escolas, artistas, pesquisadores, empresas e organizações da sociedade civil para enfrentar os desafios interligados das crises climática, ambiental e social.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tiete-aguas-verdadeiras/image" alt=" Tietê Águas Verdadeiras" title=" Tietê Águas Verdadeiras" height="225" width="400" style="float: left; " /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Foto: Divulgação</dd>
</dl></p>
<p><strong>Arte, Ciência e Saúde Planetária</strong></p>
<p>Segundo Victor Kinjo, a regeneração do rio Tietê exige uma abordagem integrada que articule saneamento, educação, cultura, ciência, participação social, justiça climática, saúde e governança socioambiental.</p>
<p>“O rio Tietê não é apenas um recurso hídrico. Ele é um território vivo, atravessado por histórias, saberes, memórias e relações ecológicas. Regenerar o Tietê significa também regenerar nossa relação com as águas, fortalecendo uma cultura de cuidado, pertencimento e responsabilidade compartilhada.”</p>
<p>Nesse contexto, o documentário pode ser compreendido como uma iniciativa que articula arte, audiovisual, pesquisa transdisciplinar, saberes ancestrais, produção cultural, educação ambiental e participação social, contribuindo para ampliar o debate público sobre a recuperação dos rios paulistas e a construção de uma cultura da regeneração voltada à Saúde Planetária.</p>
<p><strong>Roda de conversa: Como Regenerar o Rio Tietê?</strong></p>
<p>Após a sessão de estreia será realizada uma roda de conversa aberta ao público sobre os desafios e oportunidades para a regeneração do rio Tietê.</p>
<p>O encontro pretende contribuir para a construção de uma agenda colaborativa para a regeneração da Bacia do rio Tietê, reunindo diferentes perspectivas acadêmicas, comunitárias, culturais e institucionais sobre o futuro dos rios e segurança hídrica de São Paulo.</p>
<p><strong>Estreia Internacional </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Além da estreia na Mostra Ecofalante, o filme cruza o Atlântico ao ser selecionado para o “International Ecological Film Festival ‘To Save and Preserve’” (Festival Ecológico Internacional de Cinema Para Salvar e Preservar), realizado em Khannty-Mansiysk, na Rússia, entre os dias 5 e 7 de junho.</p>
<p>O evento foi fundado em 1996 com o intuito de exibir produções televisivas, cinematográficas e jornalísticas relacionadas ao meio ambiente. “Tietê: Águas Verdadeiras”, bem como os demais projetos selecionados, serão transmitidos pelos canais da emissora estatal russa, como televisão, rádio e salas de cinema.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Joao Pedro Teles Galante</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cinema</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociobiodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-01T14:43:21Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/david-evans-harris">
    <title>David Evans Harris</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/david-evans-harris</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher></dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
    <dc:date>2026-05-29T15:48:14Z</dc:date>
    <dc:type>Pessoa</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/pelas-ruas-critica-a-razao-dualista-entre-a-economia-circular-e-a-invisibilidade">
    <title>Pelas Ruas - Crítica à Razão Dualista: entre a economia circular e a invisibilidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/pelas-ruas-critica-a-razao-dualista-entre-a-economia-circular-e-a-invisibilidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr">O <a href="https://rp.iea.usp.br/cultural/" target="_blank">Espaço Cultural do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP </a>recebe a partir do dia 12 de junho a exposição “Pelas Ruas - Crítica à Razão Dualista: entre a economia circular e a invisibilidade”, da ceramista, artista plástica e decoradora Leila Costa Quaglio. A inauguração será realizada no mesmo dia, com uma mesa de discussão às 14h30 e a abertura oficial a partir das 16h.</p>
<p dir="ltr">O debate vai abordar o diálogo entre arte, pesquisa e políticas públicas a partir do tema dos catadores e da economia circular. Participam como debatedores a pró-reitora de Pesquisa e Inovação da USP, Maria Helena Marziale; o docente da FEA-RP e vice-coordenador do GPublic, João Luiz Passador; o docente da FEA-RP e vice-coordenador do Inova Ribeirão Preto Alexandre Aparecido Dias; e a artista plástica Leila Costa Quaglio.</p>
<p dir="ltr">As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd-KGQ5NeVPxt9prGhUVNHn5TWxcv-olKtOnJwMYcuNOSi6SA/viewform" target="_blank">neste formulário</a>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem a lista de presença disponível no local.</p>
<p dir="ltr"><b>Sobre a exposição</b></p>
<p dir="ltr">A mostra traz um conjunto de nove pinturas a óleo retratando catadores de materiais recicláveis da cidade de Cravinhos (SP). As imagens foram produzidas a partir de fotografias, tiradas pela própria artista ou fruto de registros antigos.</p>
<p dir="ltr">O carrinho aparece em todas as telas, como uma parte do corpo e da rotina dessas pessoas, figuras fundamentais para a cidade e que aparecem como protagonistas no processo da reciclagem de materiais e na discussão sobre economia circular.</p>
<p dir="ltr">Leila Costa Quaglio trabalha há mais de trinta anos com arte pictórica. Tem ateliê em Cravinhos e dirige a Galeria ADDA, no Shopping Santa Úrsula, em Ribeirão Preto. Sua produção em cerâmica e porcelana reúne peças utilitárias e decorativas. Na pintura, dedica-se sobretudo ao retrato, com atenção às pessoas comuns que circulam pelas ruas. Como curadora, assinou mostras em parceria com o Museu de Arte de Ribeirão Preto (MARP), entre elas “Reinventando o Mundo”, dedicada à arte feita a partir de resíduos.</p>
<p dir="ltr">A curadoria é da docente da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP e coordenadora do Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas (GPublic), Cláudia Souza Passador. O GPublic é um dos grupos de pesquisa ligado ao IEA-RP.</p>
<p dir="ltr">O visitante poderá acessar por qr code disponível no espaço da mostra <a href="https://open.spotify.com/playlist/544bsu7IDx5lYIGQF0ksF9?si=MI9Q_87SSP68p5FnF6D_iA&amp;pi=x2DRE2TSQQq8R&amp;nd=1&amp;dlsi=65e92d3134c74861" target="_blank">uma trilha sonora </a>exclusiva para ouvir durante o percurso. A seleção inclui clássicos como “Roda Viva”, de Chico Buarque, e segue um fio condutor sobre o trabalho invisível, a cidade e a dignidade de quem sustenta a roda.</p>
<p dir="ltr">A exposição é uma iniciativa da Comissão de Pesquisa e Inovação da FEA-RP, com o apoio do Programa de Pós-Graduação em Organizações da FEA-RP, do GPublic e do Grupo Escolas e Territórios da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do IEA.</p>
<p dir="ltr">As visitas podem ser feitas gratuitamente até o dia 7 de julho, de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30. Grupos com mais de dez pessoas devem ser agendados pelo e-mail <a href="mailto:iearp@usp.br">iearp@usp.br</a>. O Espaço Cultural do IEA-RP fica localizado no campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina. Mais informações: iearp@usp.br.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas (GPublic)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia circular</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-29T15:42:55Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/economia-circular-e-invisibilidade-de-catadores-sao-tema-de-exposicao">
    <title>Economia circular e invisibilidade de catadores são tema de exposição</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/economia-circular-e-invisibilidade-de-catadores-sao-tema-de-exposicao</link>
    <description>Mostra da artista Leila Quaglio no IEA-RP será aberta com debate sobre arte, pesquisa e políticas públicas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-960a704a-7fff-21d8-a9cb-af4bdd426145"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/PelasRuas.png/@@images/f55ed886-e69f-4866-89d2-cd3f64abf204.png" alt="" class="image-left" title="" />O </span><a href="https://rp.iea.usp.br/cultural/"><span>Espaço Cultural do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP </span></a><span>recebe a partir do dia 12 de junho a exposição “Pelas Ruas - Crítica à Razão Dualista: entre a economia circular e a invisibilidade”, da ceramista, artista plástica e decoradora Leila Costa Quaglio. A inauguração será realizada no mesmo dia, com uma mesa de discussão às 14h30 e a abertura oficial a partir das 16h.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O debate vai abordar o diálogo entre arte, pesquisa e políticas públicas a partir do tema dos catadores e da economia circular. Participam como debatedores a pró-reitora de Pesquisa e Inovação da USP, Maria Helena Marziale; o docente da FEA-RP e vice-coordenador do GPublic, João Luiz Passador; o docente da FEA-RP e vice-coordenador do Inova Ribeirão Preto Alexandre Aparecido Dias; e a artista plástica Leila Costa Quaglio.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd-KGQ5NeVPxt9prGhUVNHn5TWxcv-olKtOnJwMYcuNOSi6SA/viewform"><span>neste formulário</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem a lista de presença disponível no local.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre a exposição</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>A mostra traz um conjunto de nove pinturas a óleo retratando catadores de materiais recicláveis da cidade de Cravinhos (SP). As imagens foram produzidas a partir de fotografias, tiradas pela própria artista ou fruto de registros antigos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O carrinho aparece em todas as telas, como uma parte do corpo e da rotina dessas pessoas, figuras fundamentais para a cidade e que aparecem como protagonistas no processo da reciclagem de materiais e na discussão sobre economia circular.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Leila Costa Quaglio trabalha há mais de trinta anos com arte pictórica. Tem ateliê em Cravinhos e dirige a Galeria ADDA, no Shopping Santa Úrsula, em Ribeirão Preto. Sua produção em cerâmica e porcelana reúne peças utilitárias e decorativas. Na pintura, dedica-se sobretudo ao retrato, com atenção às pessoas comuns que circulam pelas ruas. Como curadora, assinou mostras em parceria com o Museu de Arte de Ribeirão Preto (MARP), entre elas “Reinventando o Mundo”, dedicada à arte feita a partir de resíduos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A curadoria é da docente da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP e coordenadora do Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas (GPublic), Cláudia Souza Passador. O GPublic é um dos grupos de pesquisa ligado ao IEA-RP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O visitante poderá acessar por qr code disponível no espaço da mostra </span><a href="https://open.spotify.com/playlist/544bsu7IDx5lYIGQF0ksF9?si=MI9Q_87SSP68p5FnF6D_iA&amp;pi=x2DRE2TSQQq8R&amp;nd=1&amp;dlsi=65e92d3134c74861"><span>uma trilha sonora </span></a><span>exclusiva para ouvir durante o percurso. A seleção inclui clássicos como “Roda Viva”, de Chico Buarque, e segue um fio condutor sobre o trabalho invisível, a cidade e a dignidade de quem sustenta a roda.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A exposição é uma iniciativa da Comissão de Pesquisa e Inovação da FEA-RP, com o apoio </span><span>do Programa de Pós-Graduação em Organizações da FEA-RP, do GPublic e do Grupo </span><span>Escolas e Territórios da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do IEA.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As visitas podem ser feitas gratuitamente até o dia 7 de julho, de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30. Grupos com mais de dez pessoas devem ser agendados pelo e-mail </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>. O Espaço Cultural do IEA-RP fica localizado no campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina. Mais informações: iearp@usp.br.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas (GPublic)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia circular</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-29T14:52:44Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/regulacao-ia-california-ue">
    <title>Regulação da IA da Califórnia e da União Europeia: Modelos Possíveis para o Brasil?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/regulacao-ia-california-ue</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A rápida expansão da inteligência artificial generativa recolocou no centro do debate questões sobre soberania, concentração de poder nas grandes plataformas, direitos autorais, discriminação algorítmica, transparência e riscos à democracia. Em resposta, diferentes modelos regulatórios vêm sendo formulados ao redor do mundo. A União Europeia aprovou o AI Act, primeira legislação abrangente voltada à regulação da inteligência artificial, baseada em níveis de risco e em obrigações proporcionais para desenvolvedores e plataformas. Nos Estados Unidos, onde não há uma lei federal unificada, a Califórnia desponta como laboratório regulatório. Quais são as diferenças entre esses modelos? Que concepções de inovação, mercado e direitos orientam cada abordagem? E quais lições essas experiências oferecem para o debate brasileiro sobre regulação da IA?</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-29T14:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/gabor-sonkoly">
    <title>Gabor Sonkoly, da EHESS-Paris, discute patrimônio urbano, autenticidade e identidade cultural</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/gabor-sonkoly</link>
    <description>Nos dias 1º, 3, 11 e 15 de junho, o “Ciclo Gábor Sonkoly” terá encontros dedicados à reflexão sobre patrimônio cultural, urbanismo, memória histórica e os desafios contemporâneos da preservação cultural. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:267px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/gabor-sonkoly/image" alt="Gábor Sonkoly - 28/05/2026" title="Gábor Sonkoly - 28/05/2026" height="400" width="267" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:267px;">O historiador húngaro Gábor Sonkoly, pesquisador da École des Hautes Études en Sciences Sociales</dd>
</dl>O Instituto de Estudos Avançados promoverá, <strong>às 10h dos dias 1º, 3, 11 e 15 de junho</strong>, o “Ciclo Gábor Sonkoly”, uma série de encontros dedicada à reflexão sobre patrimônio cultural, urbanismo, memória histórica e os desafios contemporâneos da preservação cultural. <span>Os participantes discutirão a evolução dos conceitos de patrimônio urbano, autenticidade e identidade cultural entre os séculos 19 e 21. </span><span>Abertos ao público mediante </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/ciclo-gabor-sonkoly" class="external-link">inscrição prévia</a><span> em cada atividade, os eventos acontecerão na Sala Alfredo Bosi, com transmissão ao vivo </span><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp">pelo canal do IEA no YouTube</a><span>.<br /><br /></span><span>O historiador húngaro Gabor Sonkoly, professor da École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), em Paris, é reconhecido internacionalmente por suas pesquisas em história urbana, patrimônio cultural e memória europeia. Sua produção acadêmica aborda especialmente os processos de construção das identidades urbanas e as transformações das políticas de preservação cultural na Europa contemporânea. Em todos os dias, a moderação e os comentários serão de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marisa-midori-deaecto" class="external-link">Marisa Midori Deaecto</a><span>, da Escola de Comunicação e Artes (</span><span>ECA-USP) e IEA, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-cymbalista" class="external-link">Renato Cymbalista</a><span>, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (</span><span>FAU-USP).</span></p>
<p>A programação tem início em 1º de junho, com a conferência “Uma História do Patrimônio Urbano na Europa, 1850–2025”, na qual Sonkoly <span>traçará a história das cidades históricas europeias, desde seu reconhecimento até o turismo excessivo</span>. O debate será conduzido por <a href="https://www.linkedin.com/in/danielle-de-santana/" target="_blank">Danielle Dias</a>, da <span>Escola da Cidade.</span></p>
<p>No dia 3 de junho, acontece o debate “Regimes de Patrimônio Cultural e Autenticidade”, dedicado à evolução do conceito de patrimônio cultural e autenticidade desde o século 18 até os dias atuais. A proposta é analisar como o patrimônio passou da construção de identidades nacionais ao reconhecimento do patrimônio universal e imaterial, chegando às atuais interpretações que entendem a autenticidade como uma construção social e política. Clarissa Gagliardi, do <span>Centro de Preservação Cultural (</span>CPC-USP), fará a moderação.</p>
<p>O ciclo continua em 11 de junho com a mesa “Reconstrução de Centros Históricos na Europa Central: Democratização ou Populismo”, voltada à discussão das transformações recentes nas políticas de preservação do patrimônio na Europa Central. <span>Sonkoly </span>analisará como cidades como Varsóvia, Berlim e Budapeste passaram da reconstrução baseada em padrões internacionais para novas tendências de reconstruções históricas em larga escala e questionamentos sobre a proteção de monumentos. A moderação será de <a href="https://scholar.google.com/citations?user=UX80eqYAAAAJ&amp;hl=pt-BR" target="_blank">Deborah Neves</a>, da Unifesp.</p>
<p>Encerrando a programação, no dia 15 de junho acontece o seminário “Patrimônio como Instrumento de Soft Power”, que analisará como o patrimônio cultural passou, desde o século 19, de instrumento de afirmação nacional e internacional para um espaço de disputas políticas no século 21. Os partcipantes discutirão de que forma monumentos, museus e patrimônios mundiais têm sido usados em conflitos nacionais e internacionais, refletindo interesses políticos e identitários contemporâneos. Moderado por <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/79471/david-william-aparecido-ribeiro" target="_blank">David Ribeiro</a>, do <span>Museu Paulista USP, o </span>debate também discutirá perspectivas internacionais para a preservação cultural em contextos de crise e transformação social.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Brasil-França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Patrimônio Histórico e Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-28T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/inteligencias-governamentais-em-tempo-de-emergencias-climaticas">
    <title>Inteligências Governamentais em Tempo de Emergências Climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/inteligencias-governamentais-em-tempo-de-emergencias-climaticas</link>
    <description>Da Inteligência Artificial às Inteligências Ecológicas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; ">Os estudos sobre e as análises científicas dos processos de aquecimento global revelam que estamos num momento crucial.</p>
<p style="text-align: left; ">Diante das emergências climáticas torna-se necessária a realização de ações coordenadas conjuntas capazes de implementar em nível mundial a transição ecológica.</p>
<p style="text-align: left; ">No atual contexto político mundial tal perspectiva parece utópica e distante.</p>
<p style="text-align: left; ">O que fazer?</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-artaxo" class="external-link">Paulo Artaxo</a> (USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jussara-carvalho" class="external-link">Jussara Carvalho</a> (IPA)</p>
<p><b>Coordenação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/massimo-di-felice" class="external-link">Massimo Di Felice</a> (Atopos-ECA USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Este evento não terá transmissão. Será gravado e disponibilizado no <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
    <dc:date>2026-05-28T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/201cdos-mares-o-melhor201d-e-book-aponta-caminhos-para-a-sustentabilidade-do-oceano">
    <title>“Dos Mares, o Melhor”: e-book aponta caminhos para a sustentabilidade do oceano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/201cdos-mares-o-melhor201d-e-book-aponta-caminhos-para-a-sustentabilidade-do-oceano</link>
    <description>IEA lançou no dia 21 de maio na SP Ocean Week o e-book "Dos Mares, o Melhor", de Alexander Turra, coordenado da Cátedra Unesco de Sustentabilidade do Oceano.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i><strong>Livro do oceanógrafo e professor do Instituto Oceanográfico da USP Alexander Turra foi lançado durante a SP Ocean Week, realizada no Memorial da América Latina</strong></i></p>
<p><i>Por Claudia Costa, do <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/universidade/dos-mares-o-melhor-e-book-aponta-caminhos-para-a-sustentabilidade-do-oceano/">Jornal da USP</a></i></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/livro-dos-mares-o-melhor" alt="Livro &quot;Dos Mares, o Melhor&quot;" class="image-right" title="Livro &quot;Dos Mares, o Melhor&quot;" />Com a expressão "Dos Mares, o Melhor" como título, o livro lançado no dia 21 de maio no evento SP Ocean Week, a Semana dos Mares, transmite uma mensagem de esperança, em contraste com a resignação diante das agressões que o meio ambiente marinho vem sofrendo. Com autoria do oceanógrafo e professor do Instituto Oceanográfico (IO) da USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra" class="external-link">Alexander Turra</a>, a obra reúne seus textos publicados durante cinco anos na coluna Oceanos, da Scientific American Brasil, abordando desde problemas ambientais até os avanços na agenda oceânica, nacional e internacional. O e-book "Dos Mares, o Melhor: Caminhos para a Sustentabilidade do Oceano"<em> </em>foi editado pelo IEA e está disponível para download gratuito no <a href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1878" rel="noopener" target="_blank">Portal de Livros Abertos da USP</a>.</p>
<p>Segundo o próprio autor, a mensagem que o título passa, em vez de apresentar a atitude resignada do ditado popular original, “dos males, o menor” –  nas palavras dele, conformada e derrotada pelas diferentes agressões que afetam o ambiente marinho –, ele considerou o referencial oposto, buscando o melhor, o ideal. “Juntando indignação em relação a fatos preocupantes, ao relato histórico e ao entusiasmo pelos avanços alcançados nas agendas nacional e internacional do Oceano, a forma como escolhi militar no campo da cultura oceânica, do inglês ocean literacy, seguiu essa linha editorial e filosófica. Isso impregnou as mensagens transmitidas nos textos, escritos ao longo dos cinco anos em que fui colunista da Scientific American Brasil, a principal revista de divulgação científica do País”, informa no livro.</p>
<p>Na apresentação, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a>, diretora do IEA, afirma que o livro reúne uma reflexão madura, sensível e profundamente comprometida com um dos temas mais importantes do nosso tempo: a relação entre sociedade e oceano. “Este livro expressa, de maneira exemplar, essa convergência. Ao transformar anos de atuação intelectual, científica e comunicadora em textos acessíveis, instigantes e mobilizadores, Turra nos oferece não apenas um conjunto de análises sobre o mar, mas um convite à formação de uma consciência oceânica ampla, crítica e cidadã”, escreve.</p>
<p>A diretora também ressalta que os textos de Turra, que também é coordenador da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-unesco-para-a-sustentabilidade-do-oceano/catedra-oceano" class="external-link">Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano</a> (vinculada ao IEA e ao IO-USP), dialogam com a construção de uma agenda universitária comprometida com a sustentabilidade do oceano. “Ao longo destas páginas, o leitor encontrará muito mais do que informações sobre conservação marinha, mudanças climáticas, poluição, pesca, governança e economia azul. Encontrará também um modo de pensar que recusa a indiferença e afirma a urgência de restaurarmos nossa capacidade de compreender o Oceano como dimensão central da vida, da democracia, da justiça social e da sustentabilidade”, informa.</p>
<p><strong>O Brasil </strong></p>
<p>O artigo de abertura do livro, intitulado, "O Brasil ainda não É uma Nação Marítima", mostra que o nosso conhecimento dos oceanos ainda está engatinhando, como aponta o autor. Hoje o Brasil tem jurisdição sobre uma área de cerca de 13 milhões de km². Destes, cerca de 4,5 milhões de km² correspondem a áreas marinhas, equivalendo a cerca de 53% da área continental. Ou seja, o País tem o direito de usar esse território marinho e o dever de cuidar dele”, afirma Turra. (…) O Brasil pode, portanto, ser considerado um  país marítimo, não apenas pela ampla extensão de sua costa (cerca de 8,5 mil km), mas também pela incorporação desse espaço oceânico. Entretanto, o País ainda engatinha quanto ao entendimento que os cidadãos têm sobre a importância e o funcionamento do ambiente marinho”, lamenta.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:237px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alexandre-turra-cop30/image" alt="Alexandre Turra - COP30" title="Alexandre Turra - COP30" height="300" width="237" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:237px;">Alexander Turra</dd>
</dl>Para corroborar sua afirmação, o autor cita dados do livro "O Brasil e o Mar no Século 21: Relatório aos Tomadores de Decisão do País", de 2011: quase três em cada dez brasileiros (29%) não conhecem o mar, número que sobe para 58% da população se as regiões Norte e Centro-Oeste são consideradas. “Segundo a pesquisa, 73% dos entrevistados afirmava dar muita importância  para o mar, priorizando o fato de ser fonte de alimento (67%) e de lazer (39%). Revelou-se que a preservação marinha não é a principal preocupação para a maioria dos brasileiros, que priorizam a proteção das florestas e a redução da poluição do ar”, informa.</p>
<p>Para Turra, esse cenário é reflexo da ausência dessa temática na formação dos professores e nos currículos escolares. Segundo ele, uma  pesquisa recente do IO-USP analisou com que frequência temas relacionados ao ambiente marinho são considerados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais e pela Base Nacional Comum Curricular, e concluiu que tais temas e tópicos são mencionados de forma superficial e não como um objeto específico de estudo.</p>
<p><strong>Ainda tem jeito</strong></p>
<p>Outro artigo aborda a questão do lixo nos oceanos, que, para o autor, ainda há bons motivos para acreditar que nem tudo está perdido. Em "Oceanos, Lixão do Planeta", Turra informa que estudos feitos ao longo das últimas décadas evidenciam as mais variadas formas de agressão aos oceanos. “Derramamentos de petróleo, pesca excessiva, supressão de manguezais são exemplos de impactos diretos das atividades humanas no ambiente marinho. As mudanças climáticas globais correspondem a outra ação antrópica que afeta os oceanos de várias maneiras. Somem-se  também os problemas gerados no ambiente terrestre, como esgoto urbano, fertilizantes e defensivos agrícolas e lixo”, cita, afirmando que essa combinação cria um enorme desafio para a humanidade.</p>
<p>Como contraponto, diz Turra, a comunidade internacional iniciou um processo de discussão e elaborou ações para combater esse cenário. Ele lembra que, além da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (1992) e das Conferências sobre Desenvolvimento Sustentável (2002 e 2012), o sistema das Nações Unidas deu em 2015 dois grandes passos em busca do combate à degradação dos oceanos: a criação da Agenda 2030, estabelecendo o ODS 14, que busca a “conservação e uso sustentável dos oceanos (…) para o desenvolvimento sustentável”, e a primeira avaliação global dos oceanos, vinculada ao "Processo Regular de Avaliação da Qualidade dos Oceanos, Incluindo Aspectos Socioeconômicos".</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Portal de Livros Abertos da USP; arquivo pessoal de Alexander Turra</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Unesco</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-27T18:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/delmo-mattos-da-silva">
    <title>Delmo Mattos da Silva</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/delmo-mattos-da-silva</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher></dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
    <dc:date>2026-05-27T16:49:26Z</dc:date>
    <dc:type>Pessoa</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/responsabilidade-agentes-artificiais">
    <title>O Problema da Atribuição de Responsabilidade em Agentes Artificiais Autônomos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/responsabilidade-agentes-artificiais</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong> </strong>A ascensão da inteligência artificial autônoma inaugura uma das maiores crises contemporâneas da responsabilidade moral. Quando máquinas passam a perceber o ambiente, aprender com dados, tomar decisões e agir de forma parcialmente independente da intervenção humana, rompe-se a estrutura clássica que sempre vinculou ação, intenção e culpa a um sujeito identificável. O resultado é um cenário inquietante: sistemas produzem efeitos reais no mundo, acidentes, diagnósticos, exclusões financeiras, decisões críticas, sem que seja possível apontar, de maneira clara e satisfatória, quem realmente deve responder por eles. A palestra analisa esse fenômeno a partir do conceito de <i>responsibility gap</i>, discutindo como a autonomia funcional, a opacidade algorítmica e o aprendizado contínuo desafiam os fundamentos tradicionais da imputação moral. Mais do que um problema técnico ou jurídico, trata-se de uma transformação profunda na própria concepção de agência, autoria e controle na era da inteligência artificial. Ao articular ética da IA e teoria da responsabilidade, a exposição investiga os limites do modelo antropocêntrico clássico e debate possíveis caminhos para reconstruir critérios de responsabilização em contextos nos quais humanos e máquinas passam a compartilhar, de forma híbrida e distribuída, a produção da ação.<strong></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-27T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/ia-inteligencias-ecologicas-1">
    <title>Da Inteligência Artificial às Inteligências Ecológicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/ia-inteligencias-ecologicas-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <a class="external-link" href="http://www.atopos.com.br/">Centro internacional de Pesquisas Atopos</a>, o <a class="external-link" href="https://sites.google.com/usp.br/climares/sobre-o-climares">Centro de Pesquisas em Resiliência a  Crises e Desatres Climáticos - Climares</a> e o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA, todos da Universidade de São Paulo, organizam um ciclo de encontros com o  objetivo de refletir sobre as transformações da visão ecológica  contemporânea.</p>
<p>Nas últimas duas décadas, a afirmação da ideia de uma  maior interdependência entre a nossa espécie e o ambiente foi motivada,  por um lado, pelo surgimento de eventos climáticos extraordinários e,  por outro, pela difusão de tecnologias digitais ambientais como  sensores, satélites e big data, que começaram a conectar as  biodiversidades e os ecossistemas, oferecendo a possibilidade de um novo  tipo de interação.</p>
<p>Superando a tradicional oposição entre homem, natureza e técnica, as  ecologias contemporâneas formam um novo tipo de comum cujo dinamismo nos  impõe a superação da concepção exclusivamente humana de inteligência e a  substituição desta com as formas conectivas e distribuídas de redes de  informações emergentes e capazes de aprendizado. são de conhecimento  sobre Inovaçào e Meio Ambiente.</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão (*) do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>
<p><b>(*) Nem todos os eventos terão transmissão online. Verifique a programação. </b></p>
<div>
<h3>Organização</h3>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-organizacao-818b64b5a1164e9aab29e41ba8884dd2 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-organizacao " id="parent-fieldname-organizacao-818b64b5a1164e9aab29e41ba8884dd2">
<p><a class="external-link" href="http://www.atopos.com.br/">Centro internacional de Pesquisas Atopos</a> (CRP-ECA USP)</p>
<p><a class="external-link" href="https://sites.google.com/usp.br/climares/sobre-o-climares">Centro de Pesquisas em Resiliência a  Crises e Desatres Climáticos - Climares</a> (CLIMARES-IEE USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> (IEA USP)</p>
</div>
</div>
<div>
<h3>Apoio</h3>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-apoio-818b64b5a1164e9aab29e41ba8884dd2 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-apoio " id="parent-fieldname-apoio-818b64b5a1164e9aab29e41ba8884dd2">
<p><a class="external-link" href="https://ceas.usp.br/" target="_blank">Centro de Estudos Amazônia Sustentável</a> (CEAS USP)</p>
<p><a class="external-link" href="https://www.iee.usp.br/" target="_blank">Instituto de Energia e Ambiente</a> (IEE USP)</p>
<p><a class="external-link" href="https://iicsanpaolo.esteri.it/it/" target="_blank">Instituto Italiano di Cultura di San Paolo</a></p>
<p><a class="external-link" href="https://fapesp.br/">Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo</a> (Fapesp)</p>
<p><a class="external-link" href="https://fapergs.rs.gov.br/inicial" target="_blank">Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul </a>(Fapergs)</p>
<p><a class="external-link" href="https://www.ubueditora.com.br/" target="_blank">Ubu Editora</a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-27T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Coleção</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/revolucao-georges-cabanis">
    <title>A Revolução de Georges Cabanis: Uma Reforma Educacional Esquecida na França Pós-Iluminista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/revolucao-georges-cabanis</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica e o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP) promovem o lançamento da obra A Revolução de Georges Cabanis: uma reforma educacional esquecida na França pós-iluminista, de autoria de Naomar de Almeida Filho.</span><br /><br /><span>A obra propõe uma reflexão sobre o pensamento de Georges Cabanis e sua contribuição para os debates educacionais no contexto pós-iluminista francês, resgatando um projeto intelectual pouco explorado e suas implicações para a compreensão das reformas educacionais modernas.</span><br /><br /><span>O evento contará com a presença do autor, constituindo um espaço de diálogo e debate sobre os temas abordados na obra, bem como suas conexões com os desafios contemporâneos da educação, das políticas públicas e da formação intelectual.</span></p>
<p><span><b>Local</b>: Sala Ruy Leme – FEA/USP</span><br /><span>Av. Prof. Luciano Gualberto, 908 – Sala E-203 – Cidade Universitária – São Paulo/SP</span><br /><span><b>Data</b>: 10 de junho de 2026</span><br /><span><b>Horário</b>: das 9h30 às 12h</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Isabella Giovannoni</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-27T16:10:50Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raphael-zillig">
    <title>Raphael Zillig</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raphael-zillig</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher></dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
    <dc:date>2026-05-25T17:23:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pessoa</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mateus-henrique-amorim">
    <title>Mateus Henrique Amorim</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mateus-henrique-amorim</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher></dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
    <dc:date>2026-05-25T13:36:39Z</dc:date>
    <dc:type>Pessoa</dc:type>
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