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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 11 to 25.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-experiencias-de-recuperacao-de-areas-centrais-em-cidades-brasileiras">
    <title>Seminário discute experiências de recuperação de áreas centrais em cidades brasileiras</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-experiencias-de-recuperacao-de-areas-centrais-em-cidades-brasileiras</link>
    <description>Evento, que será exclusivamente presencial, é promovido pelo IEA-RP com apoio da Fundace</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-92bd1715-7fff-6845-47af-c64716c2a983"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/RecuperaodereasCentraisInstrumentoseExperincias800x530px.png/@@images/339405be-8556-43b9-a53e-12096ab43864.png" alt="" class="image-left" title="" />Revitalizar as áreas centrais das cidades brasileiras é fundamental para atrair novos moradores, tornar a economia local mais dinâmica e assim melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos. Pensando nisso, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia 7 de julho, a partir das 14h, em seu Espaço de Eventos, o seminário presencial “Recuperação de áreas centrais: instrumentos e experiências”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/JQ9yRs8X4ADXT6F39"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificados aos participantes que assinarem a lista de presença na entrada do local.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento vai discutir temas como exemplos de instrumentos de políticas urbanas para recuperação de áreas centrais e experiências com projetos de recuperação de áreas centrais em território nacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Entre os palestrantes confirmados, estão a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Julia Moretti, o secretário da Fazenda de Ribeirão Preto, Fernando Oliveira Soares, a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Vanessa Gapriotti Nadalin e o secretário de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento de Recife, Felipe Matos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O seminário é coordenado pelo professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto e integrante do conselho consultivo do IEA-RP, Rudinei Toneto Junior, e conta com o apoio da Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia (Fundace).</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://maps.app.goo.gl/WZbLKuE5Hz4ynQHD8"><span>Espaço de Eventos do IEA-RP</span></a><span> fica localizado dentro do campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: iearp@usp.br.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-03T17:29:39Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/direito-a-cidade-governanca-metropolitana-e-democratizacao-da-governanca-urbana-entrevista-com-ana-fani-alessandri-carlos">
    <title>Direito à cidade e governança urbana - Entrevista com Ana Fani Alessandri Carlos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/direito-a-cidade-governanca-metropolitana-e-democratizacao-da-governanca-urbana-entrevista-com-ana-fani-alessandri-carlos</link>
    <description>Participação da geógrafa Ana Fani Alessandri Carlos, professora sênior do Departamento de Geografia da FFLCH-USP, na série 3por1.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ana-fani-alessandri-carlos-3por1" alt="Ana Fani Alessandri Carlos - 3por1" class="image-right" title="Ana Fani Alessandri Carlos - 3por1" />Em sua participação na série de entrevistas em vídeo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=xdzEHwZfFTE&amp;list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0">3por1</a>, a geógrafa <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos" class="external-link">Ana Fani Alessandri Carlos</a> fala sobre a importância de o direito à cidade mobilizar a sociedade para que se pense numa cidade diferente daquela condicionada pelo poder econômico. Ela comenta também a forma de constituição das regiões metropolitanas e a democratização da gestão inframunicipal.</span></p>
<p><span class="text-strikethrough-none text-decoration-none font-feature-calt-off font-feature-clig-off font-feature-liga-off OYPEnA">Ana Fani é professora sênior do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, onde coordena o <a class="external-link" href="https://gesp.fflch.usp.br/">Grupo de Estudos sobre São Paulo - Geografia Urbana Crítica Radical</a>. No IEA ela coordena o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-teoria-urbana-critica" class="external-link">Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</a>. Sua formação acadêmica da graduação à livre-docência ocorreu na USP. </span><span style="text-align: justify; ">Realizou pesquisas de pós-doutorado nas Universidades Paris 1 Panthéon-Sorbonne e Paris Diderot. Tornou-se professora titular do Departamento de Geografia da FFLCH em 2005.</span><span style="text-align: justify; "> Foi professora visitante em universidades da Espanha, Argentina, México e Colômbia e coordenou ou coordena convênios com instituições acadêmicas em vários países europeus.</span></p>
<h3>Entrevista</h3>
<p><strong>3por1</strong> – Professora Ana Fani Alessandri Carlos, o direito à cidade permanecerá uma utopia enquanto o poder econômico controlar o desenvolvimento urbano?</p>
<table class="tabela-esquerda-borda-cinza">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center; "><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=xdzEHwZfFTE&amp;list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0&amp;index=1&amp;pp=iAQB"><strong><i>Assista ao<br />vídeo da<br />entrevista com<br />Ana Fani Alessandri Carlos</i></strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>AFAC</strong> – Quanto a isso, não resta a menor dúvida. O problema do crescimento e do desenvolvimento urbano é que o processo é feito a partir daquilo que interessa aos setores imobiliários e setores econômicos da nossa sociedade. O direito à cidade é um outro [diferente] da ideia de que a cidade é fonte de negócios. O direito à cidade está associado à ideia do fim da desigualdade socioespacial que nós estamos vivendo. Claro que a gente não pode acabar com essa desigualdade socioespacial de um dia para o outro, mas a gente precisa pensar na possibilidade de caminhar na direção de que o direito à cidade mobilize a sociedade para pensar uma outra cidade que não seja aquela dos negócios.</p>
<p><strong>3por1 </strong>– As regiões metropolitanas brasileiras estão adequadamente estruturadas para a atuação coordenada de seus municípios?</p>
<p><strong>AFAC</strong> – Veja, o debate sobre as regiões metropolitanas tem uma fase histórica que é a constituição do processo de urbanização que produz a grande cidade, que produz a metrópole, e o seu desenvolvimento e o crescimento da mancha urbana extrapolam o município central. E temos regiões metropolitanas que são leis, são formadas através de leis. Então nós temos dois movimentos contrários. Um que é o movimento natural do processo de urbanização, natural no sentido de que ele é socioespacial espontâneo, e aquele que é formulado através de lei. Essa formulação através de lei, ela agrupa municípios em função de gestão e não como um movimento de processo de urbanização.</p>
<p><strong>3por1</strong> – Para tornar mais democrática a governança de cidades com subprefeituras, caso de São Paulo, os subprefeitos e pelo menos parte de seus conselheiros não deveriam ser eleitos pelos moradores?</p>
<p><strong>AFAC</strong> – Veja, não resta a menor dúvida de quanto mais a sociedade puder escolher os seus governantes, mais próximo ela estará de uma vivência, de um cotidiano democrático. O problema é como se fazer esse tipo de votação e como é que se podem criar laços entre os candidatos e os eleitores, através de um amplo debate sobre o que é o bairro, sobre o que é a vida do bairro e como é possível a subprefeitura, através de um diálogo mais próximo com os cidadãos, com os habitantes da cidade, conseguir pensar primeiro no espaço mais restrito da vida para no segundo momento pensar, a partir do bairro, o que pensar ou como agir ou como interpretar e viver na cidade de forma mais ampla.</p>
<p><span class="discreet"><strong>Entrevista gravada em 12 de maio de 2025 na sede do IEA.</strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-23T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-extremos-de-calor-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo">
    <title>Estudo mapeia extremos de calor na Região Metropolitana de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-extremos-de-calor-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo</link>
    <description>Estudo de caso “Heat Extremes in Metropolitan Area of São Paulo: A Challenge”, do geógrafo Hugo Rogério de Barros, pesquisador do Centro de Síntese USP Cidades Globais (CS-USP-CG) do IEA, mapeia extremos de calor na Região Metropolitana de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mapa-das-ocorrencias-de-extremos-de-calor-na-rmsp/image" alt="Mapa das ocorrências de extremos de calor na RMSP" title="Mapa das ocorrências de extremos de calor na RMSP" height="473" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Mapa dos riscos de extremos de calor na Região Metropolitana de São Paulo presente no estudo de Hugo Rogério de Barros</dd>
</dl></p>
<p>A abrangência territorial dos problemas de extremos de calor na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) revelam a necessidade de expandir políticas e planos climáticos sofisticados para os outros 38 municípios que compõem a região, de acordo com o geógrafo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hugo-rogerio-de-barros">Hugo Rogério de Barros</a>, pesquisador do Centro de Síntese USP Cidades Globais (CS-USP-CG) do IEA.</p>
<p>Ele tratou da questão no estudo de caso “Heat Extremes in Metropolitan Area of São Paulo: A Challenge” (Extremos de Calor na Região Metropolitana de São Paulo: Um Desafio), publicado no dia 7 de maio no <a href="https://academiccommons.columbia.edu/doi/10.7916/7d8p-c860">repositório</a> das Bibliotecas da Universidade Columbia  e no repositório do <a href="https://environmentalsolutions.mit.edu/research/climate-change-and-cities-uccrn-collaboration/">Programa Cidades e Clima</a>, vinculado à Iniciativa Soluções Ambientais do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).</p>
<p>O programa do MIT é associado à <a href="https://uccrn.ei.columbia.edu/">Rede de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Urbanas </a>(UCCRN, na sigla em inglês), um consórcio global de mais de mil especialistas dedicados à análise da mitigação e adaptação às mudanças climáticas sob uma perspectiva urbana. Sediada no Instituto da Terra da Universidade Columbia e com centros em cidades ao redor do mundo, a UCCRN produz o <a class="external-link" href="https://uccrn.ei.columbia.edu/arc3.3">Relatório de Avaliação sobre Mudanças Climáticas e Cidades (ARC3)</a>, que fornece a base científica para as cidades em suas ações de adaptação e mitigação dos impactos das mudanças climáticas.</p>
<p>A partir dos resultados de seus trabalhos no IEA, Barros iniciou, em 2023, um processo de cooperação internacional entre o CS-USP-CG e a Universidade Columbia, via UCCRN. Agora a cooperação foi consolidada com a publicação de seu estudo baseado em dados meteorológicos estimados por sensoriamento remoto e editados em um sistema de informação geográfica (SIG).</p>
<p><strong>Desafio da adaptação</strong></p>
<p>Ele explica que o tema dos extremos de calor e sua associação com ondas de calor e ilhas de calor ganhou recentemente um espaço político e social especial nas agendas públicas, políticas e planos ambientais da RMSP, mas permanece o desafio de trabalhar a adaptação aos extremos de calor dentro da perspectiva das soluções baseadas na natureza (SBN) nas áreas urbanas da região.</p>
<p>De acordo com autores mencionados por Barros, é considerado um extremo de calor na RMSP quando a temperatura ultrapassa 32ºC, com a faixa de conforto térmico situada de 14 a 26ºC. Temperaturas acima dessa faixa ocasionam risco de morte por doenças associadas com estresse térmico in São Paulo.</p>
<p>Em trabalhos anteriores, Barros definiu os cenários para a expansão territorial da ilha de calor da RMSP para três diferentes condições meteorológicas associadas à intensidade do bloqueio atmosférico causado pela Alta Subtropical do Atlântico Sul (Asas). Também conhecida como Anticiclone do Atlântico Sul ou Anticiclone de Santa Helena, a Asas é um sistema de alta pressão semipermanente caracterizado pelo movimento para baixo de massas de ar, impedindo a formação de nuvens e chuva.</p>
<p>"Quanto mais próximo o centro da Asas estiver da superfície continental, maior será o bloqueio atmosférico e, consequentemente, isso determinará a expressão territorial da ilha de calor na cidade de São Paulo", afirma Barros no estudo atual. O geografo demonstrou que a dinâmica atmosférica pode aumentar a intensidade da ilha de calor em 5ºC na superfície e expandir em 697% sua área do centro da RMSP em direção à periferia.</p>
<p>Barros destaca que ainda é recente a atenção política e acadêmica aos impactos dos extremos de calor na vida dos moradores da RMSP, mas já são abordados no <a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/governo/secretaria_executiva_de_mudancas_climaticas/arquivos/planclimasp/PlanClimaSP_BaixaResolucao.pdf">Plano de Ação Climática do Município de São Paulo 20220-2050 (PlanClima SP)</a>, com foco na avaliação dos riscos potenciais e nas vulnerabilidades do passado, presente e futuro. O plano de ação também apresenta considerações sobre o futuro da cidade quanto ao desenvolvimento de estratégias de adaptação, acrescenta o pesquisador.</p>
<p>No entanto, o estudo de Barros ressalta em sua conclusão que, na escala regional/metropolitana, está claro que os 38 municípios adicionais da RMSP também requerem a mesma atenção política e acadêmica para que sejam realizados estudos sobre extremos de calor e estratégias de adaptação.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Região Metropolitana de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eventos extremos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-13T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/resultados-parceiros-trabalho-ciidcmil-2024-25">
    <title>Resultados e Parceiros de um Ano de Trabalho do Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL) 2024-25</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/resultados-parceiros-trabalho-ciidcmil-2024-25</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL) apresentará alguns dos seus principais resultados e parcerias nacionais e internacionais.</p>
<p>Serão debatidos-se os Pontos Piloto de Cidades MIL, indicadores e métricas,  metodologias de pesquisa e estratégias para implantação desse paradigma de espaços urbanos defendido por UNESCO. Também serão abordados os acordos estabelecidos entre os parceiros com o CIIDCIMIL.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-23T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/rua-emergencia-climatica">
    <title>RUA: Estratégias Transformadoras para Resiliência Urbana em Tempos de Emergência Climática</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/rua-emergencia-climatica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O  evento apresentará os resultados dos cinco encontros técnicos  promovidos pelo movimento <a class="external-link" href="https://rua.eco.br/">RUA - Resiliência Urbana em Ação</a>, uma  iniciativa dedicada a identificar e mapear boas práticas para fortalecer  a resiliência urbana frente aos desafios climáticos.</p>
<p>O RUA busca  consolidar conhecimentos e fomentar soluções interinstitucionais para a  gestão de riscos e desastres em cidades, promovendo colaboração entre  pesquisadores, gestores públicos e sociedade civil.<br /><br />Durante o  evento, serão apresentadas as principais estratégias organizadas  conforme as cinco fases do <a class="external-link" href="https://educacao.cemaden.gov.br/midiateca/marco-de-sendai-para-a-reducao-do-risco-de-desastre-2015-2030/">Marco de Sendai</a>: resposta emergencial,  recuperação, reabilitação de serviços, reconstrução de cidades e  preparação.</p>
<p>O encontro também visa engajar novos atores e consolidar  diretrizes para a continuidade das ações do movimento.</p>
<p>Este evento integra as iniciativas alinhadas à <a class="external-link" href="https://www.saopaulopeloclima.com.br/">agenda climática da cidade</a>, contribuindo para a mobilização rumo à COP30.</p>
<h3>Programação:</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="56">
<p>9h30</p>
</td>
<td width="510">
<p><b>Abertura:</b> <span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Junior</a> </span>(chefe de gabinete da Reitoria USP e coordenador acadêmico da Cátedra Clima &amp;   Sustentabilidade do IEA),<span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> (coordenador do ProETUSP e vice-diretor do IEA), <a class="external-link" href="https://semil.sp.gov.br/quem-e-quem/">Natália Resende</a> (Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-renato-nalini" class="external-link">José Renato Nalini</a> (Secretário Executivo de Mudanças Climáticas do Município de São Paulo)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="56">
<p>10h</p>
</td>
<td width="510">
<p>Exposição dos resultados do RUA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tatiana-cortese" class="external-link">Tatiana Tucunduva P. Cortese</a> (Uninove, IEA e ProETUSP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="56">
<p>10h30</p>
</td>
<td width="510">
<p>Exposição de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre" class="external-link">Carlos Nobre</a> (titular da Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade do IEA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="56">
<p>11h</p>
</td>
<td width="510">
<p><b>Debate e encerramento</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3></h3>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-03-18T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-cidades-globais-pos-doutorandos-2024">
    <title>USP Cidades Globais está com inscrições abertas para pós-doutorado até 31 de janeiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-cidades-globais-pos-doutorandos-2024</link>
    <description>Pesquisadores interessados em desenvolver projeto de pós-doutorado no Centro de Síntese USP Cidades Globais (CS USP-CG) do IEA têm até 31 de janeiro para se inscrever na sétima chamada pública do centro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cidade-de-sao-paulo" alt="Cidade de São Paulo" class="image-right" title="Cidade de São Paulo" /></p>
<p>Pesquisadores interessados em desenvolver projeto de pós-doutorado no <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP Cidades Globais (CS USP-CG)</a> do IEA têm até 31 de janeiro para se inscrever na sétima chamada pública do centro.</p>
<p>Os candidatos selecionados iniciarão suas atividades em 20 de março para um período de um ano, prorrogável por mais um ano, com dedicação semanal de 20 horas. Não há concessão de bolsa.</p>
<p>Os candidatos devem preencher formulário online de cadastro inicial, que deverá ser acompanhado de plano de trabalho e carta de encaminhamento, até as 17h59min (horário de Brasília) do dia 31 de janeiro próximo. [caso não consiga acessar o formulário, clique <a href="https://support.google.com/accounts/answer/27441?hl=pt&amp;ref_topic=3382296#existingemail" target="_blank">aqui</a> para informações]. As súmulas curriculares devem seguir o <a class="external-link" href="https://fapesp.br/sumula" target="_blank">modelo Fapesp</a>.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong>Cronograma</strong></h3>
<ul>
<li><strong>inscrições:</strong> de 14/11/24 até as 17h59 (horário de Brasília) de 31/1/25;</li>
<li><strong>webinário:</strong> em 21/11/2024, das 18 às 19h, pela Plataforma Google Meet [<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/chamada-pesquisadores" class="external-link">link de acesso</a>], com os coordenadores para apresentação da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/chamada-pesquisadores" class="external-link">Chamada 2024/2025 do CS USPCG</a>, esclarecimento de dúvidas e encaminhamentos;</li>
<li><strong>resultado:</strong> até 7/3/25;</li>
<li><strong>início (previsão):</strong> 20/3/25;</li>
<li><strong>reunião inaugural:</strong> 20/3/25.</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os participantes desenvolverão seu programa de trabalho presencialmente na sede do IEA, em São Paulo, ou nos Polos do interior (Ribeirão Preto e São Carlos). Além disso, deverão obrigatoriamente participar das reuniões integradoras todas as quintas-feiras na sede do IEA, em São Paulo.</p>
<p dir="ltr">Para fortalecer o ambiente interdisciplinar e a produção de sínteses, o CS USP-CG elencou três temas integradores para as atividades dos pos-doutorandos:</p>
<ul>
<li>Espaços públicos na promoção da qualidade de vida e resiliência urbana;</li>
<li>Saneamento e cidadania, inovações para a universalização, sustentabilidade e saúde pública;</li>
<li>Transição energética nas cidades, interfaces entre mobilidade, habitação e edificações sustentáveis, e uso e ocupação do solo.</li>
</ul>
<p>Os candidatos selecionados deverão desenvolver, oportunamente, um plano de ação estratégica para o período de seu projeto de pesquisa que inclua as seguintes atividades:</p>
<ul>
<li>realizar pelo menos um simpósio destinado ao aprofundamento teórico-metodológico relacionado ao tema de sua pesquisa;</li>
</ul>
<ul>
<li>participar na organização de pelo menos um seminário UrbanSus de reflexão avançada, relacionado a temas de interesse do CS USPCG voltados à difusão de avanços do conhecimento para a coletividade;</li>
</ul>
<ul>
<li>elaborar pelo menos um ensaio digital para publicação na área do CS USPCG no site do IEA;</li>
</ul>
<ul>
<li>submeter pelo menos um artigo para publicação em periódico, livro ou capítulo de livro científicos, podendo ser em coautoria;</li>
</ul>
<ul>
<li>coproduzir pelo menos uma síntese em colaboração com os outros participantes dos temas integradores;</li>
<li>participar presencialmente das reuniões integradoras, que acontecerão quinzenalmente às quintas-feiras, na sede do IEA, em São Paulo.</li>
</ul>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Foto: Marcos Santos/USP Imagens</i></span></p>
<ul>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pós-doutorado</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-11-14T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/curso-de-extensao-analisara-o-conceito-e-aplicacoes-das-cidades-mil">
    <title>Curso de extensão analisará o conceito e aplicações das Cidades MIL</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/curso-de-extensao-analisara-o-conceito-e-aplicacoes-das-cidades-mil</link>
    <description>Inscreva-se até o dia 20 de novembro para participar.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-24956071-7fff-48a6-a5b1-e0bbc7d88d85"> </span></p>
<p><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/imagens/Template-noticias-Das-Cidades-inteligentes-as-cidades-MIL...png"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Template-noticias-Das-Cidades-inteligentes-as-cidades-MIL...png/image_preview" alt="Curso de extensão - Das Cidades inteligentes às cidades MIL" title="Curso de extensão - Das Cidades inteligentes às cidades MIL" height="400" width="400" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O curso estará disponível do dia 2 de dezembro de 2024 a 30 de março de 2025, pela plataforma dos cursos USP (Moodle)</dd>
</dl>Estão abertas as inscrições para o </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cursos/cidades-mil">curso</a><span> “Das Cidades Inteligentes às Cidades MIL”, que será ofertado</span><span> na plataforma Moodle, de </span><span>2 de dezembro de 2024 a 30 de março de 2025</span><span>, com aulas online e assíncronas. Inspiradas no conceito “Cidades MIL” da Unesco, as atividades buscam </span><span>contribuir para a divulgação do modelo, suas diferenças e semelhanças com o conceito das cidades inteligentes. </span><span>Inscreva-se até o dia 20 de novembro para participar, pelo <span id="docs-internal-guid-68da3b9c-7fff-2a2e-00b9-69f47267d180"><a href="https://e.usp.br/rkb">sistema Apolo</a></span>.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span id="docs-internal-guid-eca3ccff-7fff-285a-b6f3-065f27d6c649"><span>O que é Cidades MIL?</span></span></h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-bce61a49-7fff-9e6c-3b0a-79cdb4fa65fb">
<div align="left" dir="ltr">
<table>
<colgroup><col></col></colgroup> 
<tbody>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span>Criado em 2018 pela Unesco, </span><span>as Cidades MIL são espaços urbanos que aplicam os princípios da alfabetização midiática e informacional em toda a cidade, com foco na capacitação do cidadão. Segundo a organização, o conceito pode contribuir para aumentar o acesso à informação, estimular o envolvimento cívico, permitir o diálogo intercultural e inter-religioso, combater a desinformação e o ódio e criar oportunidades econômicas, sociais e culturais.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>O curso terá </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cursos/cidades-mil#modulos"><span>aulas</span></a><span> sobre as bases gerais das Cidades MIL, da Unesco e da Alfabetização Midiática e Informacional (AMI). Também serão discutidos os indicadores da Unesco, que orientam as Cidades MIL, e as aplicações do conceito em cidades universitárias e bairros. As atividades serão divididas em quatro módulos, ministrados por acadêmicos, professores, pesquisadores e estudantes da área.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O primeiro módulo é introdutório e dá aos participantes a oportunidade de aprender sobre o histórico da Unesco, bem como compreender e dominar a abordagem AMI e a grande dimensão das Cidades MIL. Os demais módulos têm como foco o desenvolvimento, de forma eficiente e eficaz, os 13 indicadores que permeiam as Cidades AMI e que contribuem para a sua compreensão estratégica”, explicam os organizadores. </span></p>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span>As aulas se integram com as linhas de pesquisa e atuação do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-especiais/centro-internacional-de-inovacao-e-desenvolvimento-de-cidades-mil"><span>Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL</span></a><span> (CIIDMIL) do IEA. Elas foram pensadas para um público diverso e engajado em causas de inovação e transformação social, como lideranças comunitárias, empresários que trabalham com plataformas digitais e influencers, educadores, artistas, cidadãos comuns, ou qualquer profissional que tenha o interesse e compromisso de promover cidades tecnológicas, baseadas nos princípios das Cidades </span><span>MIL.</span></p>
<div>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span>Coordenado pela professora Adriana Backx Noronha Viana, da Faculdade de Administração, Economia e Contabilidade (FEA-USP), e Felipe Chibás-Ortiz, vice-coordenador d</span><span>o </span><span>CIIDMIL</span><span> do IEA, o curso é baseado no livro "Das Cidades Inteligentes às Cidades MIL, Métricas Inspiradas na Visão da Unesco", publicado pela USP com apoio da Unesco MIL Alliance.</span></p>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span>Para mais informações e programação completa, clique </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cursos/cidades-mil#modulos"><span>aqui</span></a><span>. </span></p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Lívia Uchoa </dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Curso</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades inteligentes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-11-13T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cidade-projeto-deshabitar-escutas201d">
    <title>A Cidade em Conflito: o Projeto DesHabitar Escutas” </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cidade-projeto-deshabitar-escutas201d</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Ciclo Arte Ciência Tecnologia 2024 - IEA Polo São Carlos</strong></p>
<p>A aproximação entre arte, ciência e pesquisa acadêmica é um projeto desafiador, mas que oferecer ferramentas para enfrentar questões de ordem social, cultural e políticas que permeiam as sociedades contemporâneas. Neste encontro abordaremos os resultados do projeto “Des-habitar escutas: escuta em disputa na Cracolândia”. Trata-se de uma  reflexão crítica sobre a escuta a partir de um território em permanente conflito, marcado por contrastes sociais, econômicos e políticos abissais. Essa pesquisa resultou na produção de 12 trabalhos artísticos envolvendo música, performance, gravação de campo, instalação sonora, arte urbana e criação audiovisual. O trabalho foi realizado  pelo Microfonias, um projeto iniciado por Valéria Bonafé e Lílian Campesato em 2017, voltado para o desenvolvimento de processos experimentais de criação e investigação artística que colocam em debate as dimensões éticas, poéticas e políticas da escuta. As ações foram realizadas como parte do  INCT da Internet do Futuro para Cidades Inteligentes (InterSCity.org) INCT da Internet do Futuro para Cidades Inteligentes (InterSCity.org), coordenado pelo Prof. Fábio Kon, em colaboração com o NuSom – Núcleo de Pesquisas em Sonologia da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-07T12:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/juventude-mudancas-globais">
    <title>A Juventude como Agência no Contexto das Mudanças Globais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/juventude-mudancas-globais</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento tem como objetivo discutir os conceitos de agência juvenil e bem-estar urbano no contexto de crises múltiplas e sobrepostas, como a emergência climática, a covid-19, a crise do custo de vida e a escassez de recursos.</p>
<p>Susanne Boerner é atualmente professora de Geografia Humana na Universidade de Birmingham, com foco em agência juvenil, bem-estar urbano e saúde mental, e concluiu uma bolsa de pós-doutorado Marie Curie Global Fellowship na Universidade de São Paulo e na Universidade de Birmingham.</p>
<p>Por meio de diferentes estudos de caso de São Paulo e Birmingham, no Reino Unido, sua apresentação irá trazer a perspectiva da juventude periférica, para explorar como podemos viver melhor em um contexto de crises interconectadas. Em um mundo onde dois terços da população irão viver em cidades até 2050, 60% dos quais serão crianças e jovens, precisamos (re)imaginar novas formas de criar bem-estar e resiliência diante de riscos socioambientais agudos e crônicos. As vozes da juventude ainda são, em grande parte, ignoradas pelos tomadores de decisões. No entanto, a pesquisa da Dra. Boerner mostra por que e como as experiências vividas, as emoções e as formas cotidianas de ativismo dos jovens são importantes.</p>
<p>Usando a pesquisa de ação participativa para investigar a vida cotidiana dos jovens por meio de um processo de reflexão coletiva, ela pretende tornar visíveis questões como relações de poder desiguais, agência e voz, com o objetivo de transformar as realidades cotidianas e moldar políticas públicas participativas.</p>
<p>A discussão tem como objetivo esclarecer como podemos nos adaptar melhor às múltiplas crises atuais, o que podemos aprender com as práticas cotidianas, experiências vividas e emoções dos jovens e o que isso significa para futuras intervenções de bem-estar e políticas públicas.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Conferência:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/susanne-boerner">Susanne Boerner</a> (Universidade de Birmingham)</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Mediação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leticia-stevanato-rodrigues" class="external-link">Letícia Stevanato Rodrigues</a> (PROCAM-IEE/USP)</p>
<p><b>Debate:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-di-giulio">Gabriela Marques Di Giulio</a> (FSP-IEA/USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
<p><b> </b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Periferias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Juventude</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-07-10T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/administracao-municipal-precisa-priorizar-prevencao-de-desastres-climaticos">
    <title>Administração municipal precisa priorizar prevenção de desastres climáticos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/administracao-municipal-precisa-priorizar-prevencao-de-desastres-climaticos</link>
    <description>Alerta é do docente da FSP e coordenador do Centro de Sínteses USP Cidades Globais, em entrevista ao USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-33180a3a-7fff-b9c3-9496-f1ee0f82fc6c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome5.png/@@images/392ff745-4ad0-4c96-aea1-ab0b57d7a416.png" alt="" class="image-left" title="" />Mais da metade da população mundial vive em cidades. No Brasil, esse índice chega a 61%. As cidades, portanto, são peças fundamentais para entender a crise climática e desenvolver soluções que previnam ou que consigam responder rapidamente aos desastres climáticos, salvando muitas vidas. Para falar sobre exemplos, ações e políticas públicas nesse sentido, o USP Analisa recebe o professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, Arlindo Philippi Júnior, que também é o coordenador institucional do Centro de Sínteses USP Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele destaca que, em geral, a prevenção não é considerada um tópico de prioridade pelas administrações municipais no Brasil, mas há cidades que vão na direção contrária, como Blumenau (SC). Lá, segundo o docente, existe uma estreita relação com o objetivo de prevenir e mitigar esses desastres, que envolve a prefeitura, os governos de municípios do entorno, a sociedade civil e a universidade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Com esse exemplo, dá para caracterizar que o Brasil sabe como enfrentar, tem pessoas e tem instituições que conseguem responder a essas questões. Ao levar em consideração a circunstância de ter planejamento, plano de ação e um plano de contingência quando a situação ocorre, esse modelo pode ser aplicado em várias partes do país gradualmente”, afirma o docente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Arlindo explica que as inundações são naturais nas regiões de fundo de vale, por onde passam os cursos d’água. Por isso elas devem ser preservadas e não destinadas à habitação, o que também vale para encostas de morros. “Dependendo da forma e da intensidade dessas chuvas, nós podemos ter apenas um fenômeno de chover, elevar as águas, inundar e depois ir embora. Mas nós podemos também ter, em função do volume dessas chuvas, águas que circulam em alta velocidade e, além de inundar, vão destruir. Então os municípios têm que estar atentos e preservar essas áreas de fundo de vale. Se elas já foram ocupadas, pensar sobre as alternativas de realocá-las, planejando as ações de tal forma que esses locais não sejam mais ocupados por atividades que possam colocar em risco a vida de pessoas”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta (14), às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-14T19:44:07Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/licoes-do-evento-climatico-extremo-no-rio-grande-do-sul-para-o-brasil-21-05-2024">
    <title>Lições do Evento Climático Extremo no Rio Grande do Sul para o Brasil - 21/05/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/licoes-do-evento-climatico-extremo-no-rio-grande-do-sul-para-o-brasil-21-05-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conservação ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-23T14:27:34Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/tragedia-no-rs-a-crise-climatica-e-a-adaptacao-das-cidades">
    <title>Tragédia no RS: a Crise Climática e a Adaptação das Cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/tragedia-no-rs-a-crise-climatica-e-a-adaptacao-das-cidades</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A maior catástrofe climática do Rio Grande do Sul escancarou o quanto as cidades estão despreparadas para a crise climática, que já cobra a conta pelo aquecimento global provocado pela ação humana. Enquanto quase 440 das 497 cidades do estado gaúcho ainda contabilizam seus mortos, feridos, desalojados e desaparecidos vitimados por esse evento extremo que impactou diretamente mais de duas milhões de pessoas, é passada a hora de cobrar e propor um planejamento urbano que considere o novo normal do clima. Os cientistas são contundentes em dizer que eventos dessa magnitude vão aumentar em intensidade e frequência, e alertam sobre os riscos há pelo menos três décadas. Enquanto isso, no Congresso Nacional, parlamentares tentam flexibilizar a legislação ambiental brasileira, sendo que o desmatamento e a mudança do uso do solo são responsáveis por cerca de 80% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil.</p>
<p>Nesta live, que será transmitida pelo canal do Saúde Planetária no YouTube (QR Code no card) na terça-feira, 21 de maio, às 19h, vamos mostrar o caminho errático pelo qual estamos seguindo, rumo a um aquecimento ainda maior devido ao aumento anual das emissões. Vamos também conversar com especialistas para propor soluções de resiliência e governança para repensar o planejamento urbano e a gestão de riscos à luz das lentes da Saúde Planetária no enfrentamento da emergência climática.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo de Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-16T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-licoes-tragedia-rio-grande-do-sul">
    <title>Ciclo discutirá o enfrentamento de eventos extremos como o do Rio Grande do Sul </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-licoes-tragedia-rio-grande-do-sul</link>
    <description>O IEA inicia no dia 21 de maio, às 8h45, o ciclo de seminários “Lições do Evento Climático Extremo no Rio Grande do Sul”, com a participação de especialistas de várias áreas, entre as quais meteorologia, planejamento urbano, saúde pública, geologia e economia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/inundacao-no-rio-grande-do-sul-maio-2024/image" alt="Inundação no Rio Grande do Sul - maio/2024" title="Inundação no Rio Grande do Sul - maio/2024" height="336" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Inundações atingiram mais de 400 municípios gaúchos</dd>
</dl></p>
<p>A catástrofe no Rio Grande do Sul levanta perguntas importantes que precisam ser respondidas para que as autoridades possam tomar providências planejadas e indicadas ou então voltar à prancheta e replanejar. Ou, ainda, fazer novos planos que ofereçam melhores chances de evitar e/ou reagir a eventos extremos que o Brasil venha a enfrentar.</p>
<p>Para colaborar com a busca de respostas para essa demanda urgente do país, o IEA inicia no dia <strong>21 de maio, às 8h45</strong>, o ciclo de seminários “Lições do Evento Climático Extremo no Rio Grande do Sul”, com a participação de especialistas de várias áreas, entre as quais meteorologia, planejamento urbano, saúde pública, geologia e economia.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/o-negacionismo-raivoso-e-a-aceitacao-da-ciencia-das-mudancas-climaticas/">"O negacionismo raivoso e a aceitação da ciência das mudanças climáticas"<br /></a>Artigo de Marcos Buckeridge publicado em 13 de maio no Jornal da USP                
<ul>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O primeiro encontro tratará das causas das intensas chuvas no Rio Grande do Sul, dos procedimentos a serem adotados no estado e dos riscos de que fatos similares ocorram em outras partes do Brasil.</p>
<p>Sem perder de vista os acontecimentos no Rio Grande do Sul, os participantes também discutirão como o país pode se preparar para enfrentar situações de extremos climáticos em curto, médio e longo prazos e aspectos globais das mudanças climáticas.</p>
<p>Outros temas como proteção à vida, assistência e abrigo de atingidos, revitalização econômica e restauração de serviços públicos serão abordados nos próximos seminários.</p>
<p>O evento será aberto ao público (sem necessidade de inscrição) e terá transmissão ao <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">vivo</a> pela internet. Serão cinco mesas, com os seguintes temas e participantes:</p>
<ul>
<li><strong>A Visão Meteorológica</strong> – com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/edmilson-dias-de-freitas">Edmilson Freitas</a> (IAG-USP) <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-marengo">José Marengo</a> (Cemaden);</li>
<li><strong>Relevo e Impactos Econômicos</strong> – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bianca-carvalho-vieira" class="external-link">Bianca Vieira</a><span> (FFLCH-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ariaster-chimeli" class="external-link">Ariaster Chimeli</a><span> (FEA-USP);</span></span></li>
<li><span><span><strong>Cidades e Políticas Públicas</strong> –<strong> </strong></span></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a> (IEA e IEE-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Júnior</a> (IEA e FSP-USP);</li>
<li><strong>A Visão Global</strong> – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thelma-krug">Thelma Krug</a> (IPCC), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre">Carlos Nobre</a> (IEA) <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a><span> (vice-diretor do IEA; IB-USP)</span>.</li>
</ul>
<ul>
</ul>
<p>A relatoria será de <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/9374113032468245" target="_blank">Fernanda Resende</a><span> e </span><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/5346077479449245" target="_blank">Adriana Grandis</a><span> (ambas do IB-USP)</span>. Além de ser um dos expositores, Buckeridge fara a moderação do encontro. [<i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/evento-climatico-extremos-rs#programacao" class="external-link">Veja a programação completa.</a></i>]</p>
<p><strong>Cenário extremo</strong></p>
<p>Buckeridge ressalta que as chuvas que se abateram sobre o Rio Grande do Sul este mês constituíram um dos maiores eventos extremos no país atribuíveis às mudanças climáticas globais: “Mais de duas semanas depois de seu início, o evento ainda está em curso, tal a quantidade de água das chuvas, a complexidade meteorológica do fenômeno e os efeitos devastadores sobre as populações; praticamente todo o estado entrou em calamidade, com inundações em mais de 400 cidades, centenas de vidas ceifadas [no dia 14, eram 147 mortos e 127 desaparecidos], dezenas de milhares de desabrigados e um prejuízo ainda difícil de calcular”.</p>
<p>Ele destaca que eventos climáticos extremos têm estado entre os principais avisos que os cientistas vêm dando há mais de trinta anos ao mundo, período em que enchentes e queimadas vêm se tornando cada vez mais frequentes e afetando um número cada vez maior de pessoas.</p>
<p>Buckeridge lembra que algumas ações têm sido tomadas, principalmente em países ricos, como planos de contingência e sistemas de aviso à população. “Mesmo assim, eventos extremos se repetem em alguns locais. São regiões de encostas ou regiões alagáveis já bem conhecidas, que sinalizam claramente o aumento de frequência.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Lauro Alves/Secom-RS</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-14T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/alfabetizacao-midiatica-e-informacional-de-cidade-e-o-foco-de-novo-centro-de-pesquisa">
    <title>Aumento da alfabetização midiática e informacional nas cidades é objeto de novo centro de pesquisa </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/alfabetizacao-midiatica-e-informacional-de-cidade-e-o-foco-de-novo-centro-de-pesquisa</link>
    <description>O Conselho Deliberativo aprovou em março a criação do Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL), associado a uma Cátedra de Cidades MIL Unesco da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/global-mil" alt="Global MIL" class="image-right" title="Global MIL" />Durante a Semana Global de Alfabetização Midiática e Informacional (AMI) de 2018, na Lituânia, a Unesco lançou o conceito de <a class="external-link" href="https://www.unesco.org/en/media-information-literacy/mil-cities?page=1">Cidades MIL</a> (sigla em inglês correspondente a AMI), para estimular as cidades a trilharem um caminho de capacitação, de forma inovadora, de um maior número de cidadãos nessa competência.</p>
<p>De acordo com a Unesco, os cidadãos assim preparados "são capazes de compreender o papel e as funções dos meios de comunicação social e de outros fornecedores de informação e possuem conhecimentos e competências básicas para analisar e utilizar, de forma crítica e eficiente, os meios de comunicação e a informação para a autoexpressão, para se tornarem aprendizes independentes e pensadores críticos, e para  participar plenamente e beneficiar-se da crescente sociedade do conhecimento e da informação".</p>
<p>Dessa forma, as Cidades MIL podem contribuir para aumentar o acesso à informação, estimular o envolvimento cívico, permitir o diálogo intercultural e inter-religioso, combater a desinformação e o ódio e criar oportunidades econômicas, sociais e culturais, ressalta o organismo da ONU.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Lançamento</h3>
<p>Leia <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/universidade/personalidades-debatem-sobre-o-modelo-cidades-mil-da-unesco-em-evento-gratuito-na-usp/">matéria do Jornal da USP</a> sobre o evento Das Cidades Inteligentes às Cidades MIL da Unesco: Fator Relacional, Visões Nacionais e Internacionais, que acontece no dia 30, às 14, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Durante a programação do encontro ocorrrerá o lançamento do Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL) no IEA.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>São essas as diretrizes que norteiam as pesquisas a serem desenvolvidas pelo Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL), cuja criação foi aprovada em março pelo Conselho Deliberativo do IEA. O centro deverá funcionar em articulação com uma Cátedra Cidades MIL Unesco na USP (proposta a depender de tratativas institucionais).</p>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Com duração prevista de cinco anos, o projeto tem o objetivo geral de contribuir para a pesquisa, desenvolvimento, expansão e implementação da abordagem Cidades MIL no Brasil, América Latina e Caribe e em países de outros continentes. O centro partirá da criação de um protótipo com aplicação na Cidade Universitária, de forma a ter um caso exemplar para a proposição de metas, ações e acompanhamentos de resultados da implantação das Cidades MIL.</p>
<p>A intenção é promover e compartilhar conhecimentos confiáveis bem como práticas eficientes relacionadas à educação comunicativa e ao pensamento crítico nas diversas áreas das cidades. "A proposta tem como centro o cidadão, mas considera o uso das novas tecnologias, inclusive da inteligência artificial (IA) no sistema urbano em geral", enfatizam os autores da proposta.</p>
<p>A perspectiva é que as metas a serem atingidas estejam em consonância com os <a class="external-link" href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030</a> da ONU, com os princípios conhecidos como ESP (sigla em inglês para ambiental, social e governança) e as principais diretrizes de saúde pública para infodemias ou epidemias de informação.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o conceito das Cidades Mil foi plasmado a partir de pontos não contemplados nas cidades inteligentes (smart cities) e avança em questões de inclusão ética, de religião e crenças, de idade e de identificação de instâncias em que categorias de superdiversidade são evidenciadas, de maneira a delinear nessas paisagens socioculturais os mecanismos de abordagem crítica, inovadora e democrática com a integração dessas instâncias.</p>
<p>A proposta baseia-se em indicadores e em métricas para diagnosticar, gerir e integrar bairros, comunidades, cidades, cidades corporativas e cidades universitárias do ponto de vista MIL, com a utilização das tecnologias de forma ética, de maneira a consolidar o respeito e a integração de grupos vulneráveis.</p>
<p>O CIIDCMIL tem como foco específico a articulação de um grupo interdisciplinar que adote como prioridade de reflexão “a transformação de espaços urbanos em espaços interativos, resilientes e não vulneráveis a impactos negativos do avanço tecnológico, da alta virtualidade da vida cotidiana e do intenso efeito das fake news, que afetam decisões e pensamentos, levando à desconexão de políticas públicas inclusivas e consoantes com uma vida participativa consciente".</p>
<p>Para que que esse espírito de “Cidadão MIL” emerja, o centro defende a criação de espaços de gestão mais transparentes e conectados com as necessidades e percursos dos indivíduos, consideradas as diferenças entre eles, além de serem locais de experimentação de um envolvimento contributivo dos cidadãos. Dois aspectos devem ser considerados para a construção desse espírito, afirmam: estudos com base em métricas, incluindo a coconstrução de uma rede alimentadora de um observatório de evolução de métricas de acompanhamento dos efeitos de pequenas intervenções; no aspecto do envolvimento contributivo, devem ser levadas em conta as práticas vivenciadas e a percepção de que a diferença importa nessa coconstrução urbana.</p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>O coordenador do CIIDCMIL é Mitsuru Hanaze, professor titular do Departamento de Publicidade, Relações Públicas e Turismo da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e coordenador geral do Centro de Estudos de Avaliação e Mensuração em Comunicação e Marketing (Ceacom), sediado na escola. A vice-coordenação e a coordenação executiva são desempenhadas por Felipe Chibás Ortiz, professor do Programa em Integração da América Latina (Prolam) da USP e também integrante do Ceacom.</p>
<p>Além de Hanaze e Ortiz, fazem parte do núcleo acadêmico do projeto, pela USP, outros professores da ECA, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), além de integrantes da UFMT, UFRN e Universidade Católica de Brasília. Alguns desses docentes e outros da ECA, FEA e FAU participam como supervisores ou representantes de grupos de pesquisa.</p>
<p>Os grupos de pesquisa produzirão dados quantitativos relacionados às regiões de seu trabalho de campo (23 países das Américas, Caribe, Europa, África e Oriente Médio), alimentando uma plataforma de integração do conhecimento geral relativo às métricas de interesse do projeto. Cada equipe cotejará seus dados regionais com a cidade de São Paulo e coordenará a comparação com a dinâmica da Cidade Universitária.</p>
<p><strong>Temas e linhas de pesquisa</strong></p>
<p>Os trabalhos temáticos serão organizados em quatro linhas de pesquisa e atuação:</p>
<ul>
<li>Cidades Mil : espaços urbanos segundos os princípios da Unesco (e-governo participativo e mobilidade urbana):</li>
<li>comunicação e educação com MIL;</li>
<li>saúde integral e educação MIL;</li>
<li>inteligência artificial e startups MIL.</li>
</ul>
<p>Essas linhas se desdobram em uma dúzia de enfoques mais específicos, entre os quais figuram: o uso de IA na educação, na eficiência energética, na mobilidade urbana e na governança de prefeituras, hospitais, bairros e comunidades; sistemas de informação e aplicativos para saúde; e modelos de negócios inovadoras para organizações e startups em Cidades MIL.</p>
<p><strong>Cronograma</strong></p>
<p>Os trabalhos do projeto serão divididos em três fases. Na primeira delas (até março/2025), serão implantados o CIIDMIL e a Cátedra MIL Unesco da USP, com a realização de um evento de divulgação das duas iniciativas. Também serão iniciadas no período as pesquisas a serem aplicadas na Cidade Universitária.</p>
<p>A segunda fase (março/2025 a março/2026) será dedicada à implantação do projeto-piloto de cidade MIL na Cidade Universitária e em outros espaços urbanos, a produção de um curso Mooc (sigla em inglês para curso online aberto e massivo) de formação de consultores em Cidade MIL e palestras e seminários de divulgação.</p>
<p>Os três últimos anos do projeto (março/2026 a março/2029) serão dedicados à terceira fase, voltada a implementação do projeto em outros campi e cidades. Isso compreenderá a capacitação, assessoria e consultoria para cidades que desejarem implantá-lo e puderem custear o trabalho. O período também será voltado à publicação de livros e artigos sobre Cidades MIL.</p>
<p style="text-align: right; "><i><span class="discreet">Ilustração: adaptada do postar da Global Media and Information Literacy (MIL) Week 2018/Unesco</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agenda 2030</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mídia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Smart cities</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Unesco</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-19T14:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/urbansus-cultura-cuidado-e-regeneracao-de-rios-urbanos-29-02-2024">
    <title>UrbanSus - Cultura, Cuidado e Regeneração de Rios Urbanos - 29/02/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/urbansus-cultura-cuidado-e-regeneracao-de-rios-urbanos-29-02-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-18T16:41:22Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
