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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 31 to 45.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/no-iea-curador-da-proxima-bienal-de-sp-apresentara-sua-trajetoria-e-seus-projetos">
    <title>No IEA, curador da próxima Bienal de SP apresentará sua trajetória e seus projetos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/no-iea-curador-da-proxima-bienal-de-sp-apresentara-sua-trajetoria-e-seus-projetos</link>
    <description>Gabriel Pérez-Barreiro, curador da 33ª Bienal de São Paulo, que acontecerá de 7 de setembro a 9 de dezembro de 2018, falará de sua experiência profissional e de seu projeto para a Bienal</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-611267f4-13a7-4ad3-cb4e-3219de819f94"> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/materia-gabriel-perez-barreiro" alt="Matéria - Gabriel Perez Barreiro " class="image-inline" title="Matéria - Gabriel Perez Barreiro " /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Gabriel Pérez-Barreiro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">No próximo dia <strong>13 de dezembro</strong><strong><span>, </span><span>às 14h30</span></strong>, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente"><span>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural Entre o Público e o Privado</span></a> promoverá um debate com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriel-perez-barreiro"><span>Gabriel Pérez-Barreiro</span></a>, curador da 33ª Bienal de São Paulo, que acontecerá de 7 de setembro a 9 de dezembro de 2018. No encontro, que vai acontecer na Sala de Eventos do IEA, Pérez-Barreiro falará de sua experiência profissional e de seu projeto para a Bienal. Para assistir à conferência não é necessário fazer inscrição prévia. É possível, ainda, acompanhar a transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a> pela web.</p>
<p dir="ltr">O evento terá também a participação <span>do curador Ivo Mesquita; <span>da historiadora da arte Fernanda Pitta; <span>do professor e curador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a>; <span>da professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira" class="external-link">Lucia Maciel Barbosa</a>; da professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ilana-seltzer-goldstein" class="external-link">Ilana Goldstein</a>; </span></span></span></span>do curador e gestor cultural <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-rangel" class="external-link">Daniel Rangel</a>; da <span style="text-align: justify; ">conservadora-restauradora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/isis-baldini-elias" class="external-link">Isis Baldini</a>; do curador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-miyada" class="external-link">Paulo Miyada</a>; da professora e curadora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-belluzzo" class="external-link">Ana Maria Belluzzo</a>; e da pesquisadora de artes <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julia-buenaventura-valencia-de-cayses" class="external-link">Julia Buenaventura</a>, que participará por Skype</span>.</p>
<p dir="ltr"><span>A dinâmica será semelhante aos encontros com </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/arte-para-o-brasil-se-conhecer-melhor">Paulo Herkenhoff</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/201ccrescer-saudavelmente201d-e-descentralizar-a-pinacoteca-estao-entre-os-planos-do-novo-diretor-geral">Jochen Volz</a><span>, que aconteceram em 2016 e 2017, respectivamente, e também promovidos pelo Grupo de Pesquisa Fórum Permanente do IEA. A mediação será de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann">Martin Grossmann</a><span>, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, coordenador do grupo de pesquisa e da </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre Gabriel Pérez-Barreiro</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Além de curador da 33ª edição da Bienal de São Paulo, o espanhol Pérez-Barreiro foi curador geral da 6ª Bienal do Mercosul em Porto Alegre, em 2007, e curador de arte latino-americana no Blanton Museum of Art da Universidade do Texas, em Austin, EUA.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Ele é diretor da Collection Patricia Phelps de Cisneros, em Nova York e Caracas, e dirigiu a área de artes visuais da Americas Society, de Nova York. Além disso, foi coordenador de exposições da Casa de América, de Madri, e curador-fundador da Coleção de Arte Latino-Americana da University of Essex, no Reino Unido.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>É doutor em História e Teoria da Arte pela Universidade Essex, Reino Unido, e especialista em História da Arte e Estudos Latino-Americanos pela Universidade de Aberdeen, também no Reino Unido.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<hr />
<p><i style="text-align: justify; "><strong>Encontro com Gabriel Pérez-Barreiro<br /></strong></i><i style="text-align: justify; ">13 de dezembro, às 14h30<br /></i><i style="text-align: justify; ">Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i style="text-align: justify; ">Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i style="text-align: justify; ">Sem inscrição prévia<br /></i><i style="text-align: justify; ">Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-1678<br /></i><i style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-com-gabriel-perez-barreiro">Página do evento</a></i></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-12-01T20:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/dirigentes-culturais-6-sergio-milliet-nelson-brissac-1-de-dezembro-de-2017">
    <title>Dirigentes Culturais: Sérgio Milliet (por Lisbeth Gonçalves) &amp; Nelson Brissac</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/dirigentes-culturais-6-sergio-milliet-nelson-brissac-1-de-dezembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Araújo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-12-01T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-com-gabriel-perez-barreiro">
    <title>Encontro com Gabriel Pérez-Barreiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-com-gabriel-perez-barreiro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriel-perez-barreiro" class="external-link">Gabriel Pérez-Barreiro</a><span>, curador da 33ª Bienal de São Paulo virá falar de sua experiência profissional e de seu projeto para a exposição a ser realizada entre setembro e dezembro de 2018. Com mediação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a></span><span> e participação de convidados, com renome no meio artístico e museológico (a serem confirmados) o evento terá a mesma dinâmica dos encontros já organizados pelo Fórum Permanente/IEA com curadores e artistas contemporâneos.</span></p>
<p><span><strong>Debatedores</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-belluzzo" class="external-link">Ana Belluzzo</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ivo-mesquita" class="external-link">Ivo Mesquita</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernanda-pitta" class="external-link">Fernanda Pitta</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ilana-seltzer-goldstein" class="external-link">Ilana Goldstein</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-miyada" class="external-link">Paulo Miyada</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-bandeira" class="external-link">João Bandeira</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julia-buenaventura-valencia-de-cayses" class="external-link">Julia Buenaventura</a> (via skype)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-29T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/trabalhos-de-sergio-milliet-e-nelson-brissac-serao-apresentados-no-iea">
    <title>Trajetórias de Sérgio Milliet e Nelson Brissac serão apresentadas no IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/trabalhos-de-sergio-milliet-e-nelson-brissac-serao-apresentados-no-iea</link>
    <description>A vida de Sérgio Milliet, um dos principais articuladores da formação do Museu de Arte Moderna de São Paulo, será comentada por socióloga e ex-diretora do Museu de Arte Contemporânea da USP. Outro convidado a expor suas experiências é o filósofo Nelson Brissac</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-4b2b825f-03af-79b5-304d-72b12aa33b0b"> </span></p>
<p dir="ltr">A vida de Sérgio Milliet, um dos principais articuladores da formação do Museu de Arte Moderna de São Paulo, será comentada por Lisbeth Rebollo Gonçalves, socióloga e atual presidente da <span>Associação Internacional de Críticos de Arte (Aica)</span><span>, no dia </span><strong>1º de dezembro, às 14h30</strong><span>, como parte do 6º evento sobre dirigentes culturais promovido pelo ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão". Neste mesmo dia, outro convidado a expor suas experiências é o filósofo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-brissac-peixoto">Nelson Brissac</a><span>, que falará sobre sua trajetória na área.</span></p>
<p dir="ltr">Com transmissão <a class="external-link" href="http://iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela web, o evento, que acontece na Sala de Eventos do IEA, terá moderação de Ricardo Ohtake, gestor do Tomie Ohtake e titular da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência, que organiza o ciclo. Não há inscrição prévia.</p>
<p dir="ltr"><span>Milliet foi escritor, crítico de arte, sociólogo, tradutor e pintor, também foi professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Defendia a criação de um museu de arte moderna em São Paulo, insistindo na importância de criar instâncias de legitimação das diversas correntes artísticas contemporâneas, daí resulta a criação do Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP. <span>Ele também foi diretor da Biblioteca Mário de Andrade, onde criou a </span>Seção de Artes, <span style="text-align: justify; ">coleção especializada de livros, revistas e reproduções</span><span> que serviu de base para a Pinacoteca Municipal, hoje Coleção de Arte da Cidade de São Paulo.</span></span></p>
<p dir="ltr"><span>Brissac é o criador e curador do </span><span>Arte/Cidade</span><span>, um projeto de intervenções urbanas que nasceu em 1994. Inicialmente voltado para São Paulo, o Arte/Cidade tem atuado mais recentemente em localidades “fora do eixo” nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo, além da Alemanha.  Em São Paulo, Brissac organizou e foi curador de intervenções urbanas no antigo Matadouro da Vila Mariana, no ramal ferroviário da Zona Oeste, e em edifícios da região central.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Todas as notícias da Cátedra</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/programacao-de-atividades" class="external-link">Programação do Ciclo</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span><strong>Ciclo</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento integra a programação do Ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão", realizado pela Cátedra. Dividido em quatro etapas, o ciclo pretende fornecer um panorama crítico, atual e histórico da formação de uma estrutura cultural na cidade de São Paulo, pelo ponto de vista da gestão cultural em instituições. Os eventos terão como foco:</span></p>
<p dir="ltr"><span>1) As relações entre arte, cultura e política;</span></p>
<p dir="ltr"><span>2) O perfil de instituições culturais que fazem diferença na estrutura cultural de uma cidade como São Paulo;</span></p>
<p dir="ltr"><span>3) A contribuição de certos gestores culturais na consolidação de um campo cultural no Brasil e em São Paulo;</span></p>
<p dir="ltr"><span>4) O papel das exposições na representação cultural de um Brasil contemporâneo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A programação pretende oferecer um amplo e crítico panorama da situação da cultura no Brasil pelo viés da gestão cultural em instituições e organismos de representação cultural”, explica Martin Grossmann, coordenador acadêmico da Cátedra. Segundo ele, isso será feito por meio de uma dinâmica discursiva e reflexiva em interação direta com importantes equipamentos culturais da cidade e seus principais agentes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A Cátedra Olavo Setúbal é resultado de uma pareceria entre o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e o Itaú Cultural. Foi iniciada em 2016 e este ano tem como titular o arquiteto Ricardo Ohtake, presidente do Instituto Tomie Ohtake.<br /><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Dirigentes Culturais VI: Sérgio Milliet &amp; Nelson Brissac<br /></strong></i><i>01 de dezembro, às 14h30<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5° andar, Butantã, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Sem inscrição prévia<br /></i><i>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/copy_of_exposicoes_VI">Página do evento</a></i></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-28T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/exposicoes-6-1a-exposicao-nacional-de-arte-concreta-e-1a-exposicao-nacional-de-arte-neoconcreta-28-de-novembro-de-2017">
    <title>Exposições: "1ª Exposição Nacional de Arte Concreta"; "1ª Exposição Nacional de Arte Neoconcreta" (por João Bandeira)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/exposicoes-6-1a-exposicao-nacional-de-arte-concreta-e-1a-exposicao-nacional-de-arte-neoconcreta-28-de-novembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Araújo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-28T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/joao-bandeira-comenta-as-primeiras-exposicoes-de-arte-concreta-e-neoconcreta">
    <title>João Bandeira comenta as primeiras exposições de arte concreta e neoconcreta no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/joao-bandeira-comenta-as-primeiras-exposicoes-de-arte-concreta-e-neoconcreta</link>
    <description>1ª Exposição Nacional de Arte Concreta e a 1ª Exposição Nacional de Arte Neoconcreta serão comentadas pelo poeta, pesquisador e músico João Bandeira, no dia 28 de novembro, às 14h30</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-464faeae-df69-6380-a9f4-2b69e8bcd2ec"> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/versao-do-poema-solida-de-wlademir-dias-pino" alt="Versão do poema Solida de Wlademir Dias-Pino" class="image-inline" title="Versão do poema Solida de Wlademir Dias-Pino" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="text-align: justify; ">Versão do poema </span><em>Solida,</em></strong><span style="text-align: justify; "><strong> de Wlademir Dias-Pino, na Exposição Nacional de Arte Concreta </strong>(<i>Reprodução</i>)</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">No dia <strong>28 de novembro</strong><strong><span>, </span><span>às 14h30</span></strong>, o IEA receberá o <span>escritor, curador e crítico de arte</span> João Bandeira, no 6º evento sobre exposições culturais que marcaram a cena brasileira. Ele comentará a 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta e a 1ª Exposição Nacional de Arte Neoconcreta. Para assistir ao evento não é necessário fazer inscrição prévia. Também é possível acompanhar a transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a> pela web.</p>
<p dir="ltr"><span>Realizada no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), em dezembro de 1956, e no Ministério da Educação e Saúde, então no Rio de Janeiro, em janeiro e fevereiro de 1957, a 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta foi uma mostra de expressão nacional, que valorizava às tendências concretas que já se manifestavam nas artes visuais desde o começo do século XX. Em 2006, Bandeira foi um dos curadores da exposição “Concreta 56. A raiz da forma”, também no MAM-SP e que reconstruiu a 1ª Exposição.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Todas as notícias da Cátedra</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/programacao-de-atividades" class="external-link">Programação do Ciclo</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>A exposição original, que foi composta por poemas, esculturas, obras pictóricas e desenhos, marcou o início da ruptura neoconcreta, que veio a ser efetivada em 1959, com o Manifesto Neoconcreto. Escrito pelo poeta Ferreira Gullar e assinado também por outros artistas, como Amilcar de Castro e Lygia Clark, o manifesto foi a introdução à 1ª Exposição de Arte Neoconcreta, no MAM-RJ.</span></p>
<p>Bandeira é escritor, curador e crítico de arte. Foi Coordenador de Artes Visuais e membro do Conselho Curador do programa de exposições do Centro Maria Antonia da USP (2005 a 2016) e atualmente é Coordenador do Espaço das Artes da ECA-USP. Foi curador de exposições coletivas como ‘Concreta 56 – A Raiz da Forma’ (com Lorenzo Mammì, MAM-SP, 2006) e individuais de, entre outros, Evgen Bavcar (Itaú Cultural, 2003), Geraldo de Barros (Sesc Pinheiros, 2009), Nuno Ramos, Cildo Meireles (ambas no Maria Antonia, 2013) e Lina Bo Bardi (com Ana Avelar, Sesc Pompeia, 2014).</p>
<p dir="ltr"><span><strong>Ciclo</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento integra a programação do Ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão", realizado pela Cátedra. Dividido em quatro etapas, o ciclo pretende fornecer um panorama crítico, atual e histórico da formação de uma estrutura cultural na cidade de São Paulo, pelo ponto de vista da gestão cultural em instituições. Os eventos terão como foco:</span></p>
<p dir="ltr"><span>1) As relações entre arte, cultura e política;</span></p>
<p dir="ltr"><span>2) O perfil de instituições culturais que fazem diferença na estrutura cultural de uma cidade como São Paulo;</span></p>
<p dir="ltr"><span>3) A contribuição de certos gestores culturais na consolidação de um campo cultural no Brasil e em São Paulo;</span></p>
<p dir="ltr"><span>4) O papel das exposições na representação cultural de um Brasil contemporâneo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A programação pretende oferecer um amplo e crítico panorama da situação da cultura no Brasil pelo viés da gestão cultural em instituições e organismos de representação cultural”, explica Martin Grossmann, coordenador acadêmico da Cátedra. Segundo ele, isso será feito por meio de uma dinâmica discursiva e reflexiva em interação direta com importantes equipamentos culturais da cidade e seus principais agentes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A Cátedra Olavo Setúbal é resultado de uma pareceria entre o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e o Itaú Cultural. Foi iniciada em 2016 e este ano tem como titular o arquiteto Ricardo Ohtake, presidente do Instituto Tomie Ohtake.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p> </p>
<p><strong><span><i>Exposições 6 - "1ª Exposição Nacional de Arte Concreta" e "1ª Exposição Nacional de Arte Neoconcreta"</i></span><span><br class="kix-line-break" /></span></strong><i><span>28 de novembro, às 14h30</span><span><br class="kix-line-break" /></span><span>Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade</span><span><br class="kix-line-break" /></span><span>Universitária, São Paulo</span><span><br class="kix-line-break" /></span><span>Evento gratuito, com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a><span> pela internet</span><span><br class="kix-line-break" /></span><span>Sem inscrição prévia</span><span><br class="kix-line-break" /></span><span>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-1678</span><span><br class="kix-line-break" /></span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes_VI"><span>Página do evento</span></a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-21T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/exposicoes-5-meio-seculo-de-arte-brasileira-e-africa-africans-21-de-novembro-de-2017">
    <title>Exposições : "Meio Século de Arte Brasileira"; "Africa Africans" (pelos respectivos curadores Agnaldo Farias e Emanoel Araújo)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/exposicoes-5-meio-seculo-de-arte-brasileira-e-africa-africans-21-de-novembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Araújo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>África</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-21T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/exposicoes-4-do-corpo-a-terra-domingos-de-criacao-e-como-vai-voce-geracao-80-14-de-novembro-de-2017">
    <title>Exposições: "Do Corpo à Terra"; "Domingos de Criação"; "Como Vai Você, Geração 80?" (pelos respectivos curadores Frederico Moraes e Marcus Lontra)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/exposicoes-4-do-corpo-a-terra-domingos-de-criacao-e-como-vai-voce-geracao-80-14-de-novembro-de-2017</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-14T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/exposicoes-3-a-mao-do-povo-brasileiro-masp-1969-7-de-novembro-de-2017">
    <title>Exposições : "A Mão do Povo Brasileiro" (por Ana Belluzzo)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/exposicoes-3-a-mao-do-povo-brasileiro-masp-1969-7-de-novembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2017-11-07T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/para-conservadores-restauradores-dialogo-entre-atelies-e-instituicoes-publicas-ainda-precisa-aumentar">
    <title>Para restauradores, diálogo entre ateliês e instituições públicas ainda precisa aumentar</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/para-conservadores-restauradores-dialogo-entre-atelies-e-instituicoes-publicas-ainda-precisa-aumentar</link>
    <description>IEA recebeu conservadores de instituições públicas e privadas para comparar a atuação de cada instituto na área de conservação e restauração de obras de arte.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/atuacao-do-conservador-restaurador-mesa" alt="Atuação do Conservador restaurador - mesa" class="image-inline" title="Atuação do Conservador restaurador - mesa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>IEA recebeu restauradores do Masp, Museu Paulista, MAE e Schäfer Conservação e Restauro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O trabalho de conservação e restauração é amplo e minucioso. Envolve desde instruções de como manusear uma obra, de como montar o espaço de exposição, até questões de monitoramento climático, de poluentes e controle de luz. No dia 26 de outubro, o IEA recebeu o primeiro evento do ciclo sobre conservação e restauração de bens culturais, organizado pelo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente">Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a><span>, do IEA, pela </span><a href="https://www.bbm.usp.br/">Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin</a><span> e pelo </span><a href="https://wp.ufpel.edu.br/crbensmoveis/">Departamento de Museologia, Conservação e Restauro da Universidade Federal de Pelota.</a></p>
<p dir="ltr"><span>Para comparar a atuação dos conservadores em instituições públicas e privadas, foram convidadas as debatedoras: </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/teresa-cristina-toledo-de-paula">Teresa Cristina Toledo de Paula</a><span>, do IEA e do Museu Paulista (MP) da USP; Ana Carolina Delgado Vieira, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP e Karen Barbosa, do Museu de Arte de São Paulo (Masp), as três representando museus públicos; e Stephan Schäfer, da Stephan Schäfer Conservação e Restauro, representando o trabalho em instituições privadas. A moderação foi de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/isis-baldini-elias">Isis Baldini Elias</a><span>, do IEA.</span></p>
<p dir="ltr">“Eu vejo que os restauradores privados têm uma dinâmica diferente de trabalho. Na instituição temos um trabalho mais introspectivo, com menos relação interpessoal. O privado está sempre com o cartão de visitas pronto”, comenta Ana Carolina.</p>
<p dir="ltr">Karen diz que o Masp costuma trabalhar muito com restauradores privados. Algo que acontece também com o Museu Paulista, como explica Teresa: a instituição contrata regularmente especialistas em áreas que o museu não possui, como porcelana, fotografia, entre outras.</p>
<p dir="ltr">Os conferencistas comentam, no entanto, que, apesar de já existir diálogo, é preciso uma maior interação entre os dois setores. “Em congressos, quem mais apresenta trabalhos são os professores de museus. O pessoal de ateliê poderia participar mais desses congressos, trazer coisas novas, debates éticos diferentes, recursos diferentes. Eles poderiam nos dar mostras do que é possível fazer fora do script”, diz Ana Carolina.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Vídeo | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/atuacao-do-conservador-restaurador-o-conservador-de-museu-e-o-conservador-de-atelie-26-de-outubro-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Concordando com a restauradora do MAE, Schäfer acrescenta ainda a ideia de criar uma mesa, assim como foi a do evento, para profissionais se encontrarem e interagirem mais: “Seria enriquecedor pra todo mundo. Essa troca de informações não é tão generosa no Brasil como em outros lugares do mundo, aqui parece que existe uma política de manter e monopolizar o conhecimento”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Ética e estética</strong></p>
<p dir="ltr">Para Schäfer, ética e estética na conservação estão relacionadas. “Temos um código de ética. Critérios como intervenção mínima, reversibilidade, favorecer a conservação preventiva antes da intervenção”. No entanto, ele explica que na prática nem sempre é fácil explicar aos cliente os processos a serem feitos. Convencendo-os que “isso faz parte, isso não desvaloriza sua obra". Ele criticou também o processo de reentelagem - quando se cola outra tela atrás da original -, pois isso tira o valor da obra, além de impossibilitar que se estude a parte de trás da tela original.</p>
<p dir="ltr">Segundo os debatedores, é comum que pessoas não especializadas tentem fazer algum trabalho de reparação em obras. Teresa diz que é chamada constantemente para resolver situações que ela chama de "barbárie", coisas como colagens na tela e lavagens de modo errado que fazem a tinta sair. "Não tentem ajudar. Lugar de gente de boa vontade é no céu. Acervo é assunto de especialista", diz e completa explicando: “O conservador-restaurador tem que tomar decisões importantes. É uma angústia sim, e é pra isso que estudamos tanto, consultamos colegas, para termos o conforto de saber que tomamos a melhor decisão possível”.</p>
<p dir="ltr">“Vida de restaurador é esse dilema, tomada de decisões o tempo todo”, complementa Ana Carolina. A restauradora do MAE lembrou um episódio sobre a ética na área da restauração, ao lidar com alguns objetos da tribo kaingang. Eles não permitiram que ela fizesse algumas restaurações, por exemplo, em cerâmicas rachadas, pois segundo os kaingang, as rachaduras são mensagens do plano espiritual para o artesão. Outro exemplo foi o de um colar da mesma tribo. Ele estava quebrado e Ana Carolina gostaria de restaurá-lo, porém, o colar, usado nos rituais de cura, eram propositalmente quebrados. “É necessário uma consulta ética com quem realmente possui a propriedade deste material”, diz.</p>
<p dir="ltr">O MAE está trabalhando atualmente com tribos indígenas, uma delas é a kaingang. Os índios trabalham com a equipe do museu, escolhendo o acervo e produzindo peças para exposições. Além de contribuírem no ponto de vista da conservação, orientam sobre os materiais usados.</p>
<p dir="ltr"><strong>Falsificação e obras deslocadas</strong></p>
<p dir="ltr">Outro ponto do debate foi na existência de obras falsificadas, algo que, segundo os conferencistas, acontece com frequência. “No MAE, trabalhamos muito com falsificação, mas também recebemos obras frutos de roubos e outros descaminhos. Temos artefatos que com uma simple análise conseguimos verificar que é falsificado. Temos o setor de documentação museológica pra ver se a obra está na Red List - lista com obras roubadas e que estão sendo procuradas -, para ver se tem uma procedência duvidosa”, explica Ana Carolina.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/atuacao-do-conservador-publico" alt="Atuação do conservador - Público" class="image-inline" title="Atuação do conservador - Público" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">“O falsificador estuda tudo, inclusive os materiais. É algo difícil de identificar mesmo para grandes especialistas. No Brasil, devo ter restaurado inúmeras falsificações”, diz Stephan Schäfer. Ele ressalta, no entanto, que não é função nem responsabilidade afirmar que uma obra é falsa, já que não fazem a análise científica para poder afirmar categoricamente que o objeto não é autêntico. Mesmo assim, ele diz ser “consultado no mínimo semanalmente para autenticação de obras de artes”.</p>
<p dir="ltr">“No Museu Paulista, o que acontece é recebermos coleções que o colecionador acreditava que eram uma coisa que na realidade não são. São doados e verificamos em análise que não eram originais, mas as pessoas acreditavam que sim”, comenta Teresa. Para ela e Schäfer, o falso também é documento. O restaurador explica que um objeto falsificado pode conter a assinatura de um suposto falsificador e isso pode ser útil para traçá-lo e identificá-lo. “Temos que identificar o que é falsificação intencional ou reprodução. Antigamente em escolas de arte se copiavam obras de arte, inclusive dentro dos museus. Descarte deveria ser um último recurso”, explica o restaurador.</p>
<p dir="ltr">“A destruição de uma obra é uma coisa muito delicada, independente do porque, é uma coisa que tem que ser bem analisada e se puder ser bem documentada. Se tiver onde guardar, ótimo”, comentou a restauradora do Masp, Karen. Ela lembra ainda que as políticas nas instituições mudam e eventualmente um procedimento que seria racional, em outra época pode ser completamente diferente.</p>
<p dir="ltr">Schäfer acredita que no Brasil falta um centro de referência imparcial e autônomo que colete dados e faça análises em que se possa comparar objetos falsificados.</p>
<p dir="ltr">Existe ainda o caso das instituições receberem acervos que não se relacionam muito com o que é exposto neles. “Nesses casos de objetos deslocados, mas em bom estado e que poderiam ser úteis para outros museus, a instituição vai conversar internamente e determinar o que fazer. É possível mandar para outras instituições se elas quiserem”, explica Ana Carolina.</p>
<p dir="ltr">Exemplificando como acontece no Museu Paulista, Teresa diz que todas as propostas de aquisições, doações ou compras só vão para o museu depois de uma série de pareceres e laudos de especialistas. “Nos têxteis, por exemplo, caso doem 50 itens, mas só 45 sejam interessantes, você pode abrir mão daqueles objetos que não interessam, mas isso é dito para a pessoa. Alguns levam de volta, outros deixam com a gente”, diz. Os objetos que não serão expostos podem ainda ir para um “banco de objetos”, para serem usados em pesquisas, como testes de materiais, por exemplo.</p>
<p dir="ltr"><strong>Prevenção</strong></p>
<p dir="ltr"><strong> </strong>A questão da segurança dos acervos, quando guardados em um só local, passou a ser mais discutida depois do Museu Paulista ser interditado por riscos de desabamento e do incêndio ocorrido no Museu de Língua Portuguesa.</p>
<p dir="ltr">“É um problema, mas não vejo outra maneira de ser. No MAE temos coleções históricas guardadas, assim como no Paulista. O que fazemos diariamente é uma busca incessante para checar se nosso edifício tem capacidade de salvaguardar todos os objetos. Tentamos mobilizar todos os setores, para verificar condições de segurança, ver pragas, infiltrações, inundações”, diz Ana Carolina.</p>
<p dir="ltr">Teresa lembrou que o medo de incêndios é comum em todas as instituições do país, já que é algo que pode acontecer por mais que se tome cuidado. Ela revelou ainda que as obras do Museu Paulista estão sendo divididas entre outros prédios da região, já que o edifício-monumento está passando por restauração. “Será uma minimização dos riscos, dividindo o acervo. Dividimos por tipologia, por riscos também. O acervo dividido é bem mais fácil de gerenciar. Vamos descompactar”, completa.</p>
<p dir="ltr">Schäfer comentou que está desenvolvendo um tratamento térmico controlado para o controle de pragas. Enquanto a desinfestação atóxica demora cerca de 30 dias, o método térmico dura dois ou três dias. Nele, os acervos são colocados em um container com temperatura de cerca de 55 graus celsius, que seria suficiente para matar os insetos em todas suas fases de desenvolvimento.</p>
<p dir="ltr"><strong>Entrada no mercado de trabalho</strong></p>
<p dir="ltr">Voltado também para alunos, o evento abordou a questão do ingresso no mercado de trabalho nas áreas de conservação e restauração. Uma dúvida frequente é quanto aos estágios, se é melhor fazê-lo em uma instituição pública ou em um ateliê particular. Para Teresa, restauradora do Museu Paulista, “tanto faz, desde que o estágio ensine o trabalho de conservação. O importante é você escolher um profissional competente”.</p>
<p dir="ltr">Stephan Schäfer, restaurador privado, acredita que a principal diferença é que em um ateliê particular é possível ver mais intervenção prática na obra, enquanto o museu pode monitorar e estudar por anos a mesma obra. “Temos certa pressão e uma fila que tem que andar, o cliente liga e cobra. O fluxo de trabalho e quantidade de intervenção é diária, se você quer aprender a restaurar e absorver o que é restauração na prática, o ateliê particular é mais favorável”, explica Schäfer, com ressalvas de Karen de que a vida no museu não é “tão devagar assim. Ao contrário do que imaginam, a gente corre atrás do tempo”, contestou.</p>
<p dir="ltr">Para a moderadora Isis Baldini, é uma questão de foco, se o estudante quer conservação interventiva, restauro, o melhor é mesmo um ateliê. Se quer uma intervenção preventiva que além do restauro cuida de outros fatores, o melhor é uma instituição pública.</p>
<p class="mceContentBody documentContent" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans / IEA- USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-06T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/frederico-morais-e-marcus-lontra-relembram-eventos-que-marcaram-anos-70-e-80">
    <title>Frederico Morais e Marcus Lontra relembram eventos artísticos que marcaram os anos 70 e 80</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/frederico-morais-e-marcus-lontra-relembram-eventos-que-marcaram-anos-70-e-80</link>
    <description>"Do Corpo à Terra", 1970, "Domingos de Criação", 1971, e "Como Vai Você, Geração 80?", em 1984, serão relembrados pelos seus curadores: Frederico Morais e Marcus Lontra.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/domingos-de-criacao-mam-rj" alt="Domingos de Criação - MAM Rj" class="image-inline" title="Domingos de Criação - MAM Rj" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Domingos de Criação, idealizados por Frederico Morais no MAM-RJ</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Três eventos artísticos que marcaram os anos 70 e 80 no Brasil serão debatidos na Sala de Eventos do IEA no dia <strong>14 de novembro, às 14h30</strong>.</p>
<p>"Do Corpo à Terra", realizado em vários lugares de Belo Horizonte, MG, em 1970; "Domingos de Criação", que ocorreram de janeiro a julho de 1971 no Museu de Arte Moderna (MAM) no Rio de Janeiro; e a exposição "Como Vai Você, Geração 80?", sediada na Escola de Artes Visuais do Parque Laje, Rio de Janeiro, em 1984, serão relembrados pelos seus curadores: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/frederico-morais" class="external-link">Frederico Morais</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcus-lontra" class="external-link">Marcus Lontra</a>. Com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSel0iLPk4FaLniZ6FA6SKA7zWjAPemrDFdse3G6MPyX3_MJZg/viewform">inscrição prévia</a> para quem deseja assistir pessoalmente, o evento terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web.</p>
<p>O crítico e curador Frederico Morais falará dos eventos realizados nos 70, em plena ditadura militar. Em “Do Corpo à Terra”, ele propôs extrapolar as fronteiras dos museus e explorar novas linguagens, realizando performances, happenings e intervenções urbanas em espaços públicos da cidade – o Parque Municipal e a Serra do Curral, em Belo Horizonte.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Todas as notícias da Cátedra</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/programacao-de-atividades" class="external-link">Programação do Ciclo</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os “Domingos de Criação” foram propostos por Morais durante o período que ocupou o cargo de diretor de cursos do MAM. Viabilizando ações criativas para repensar a relação arte x educação, os eventos envolveram artistas como Antônio Manuel, Carlos Vergara, o diretor de teatro Amir Haddad e os dançarinos Klauss e Angel Vianna.</p>
<p>Morais trabalha na área desde 1956 e foi figura importante para a arte de vanguarda brasileira na década de 70. Em sua carreira, realizou a curadoria de 67 exposições e eventos de arte no Brasil e no exterior, além de ter publicado 39 livros de arte brasileira e latino-americana entre 1962 e 2008.</p>
<p>Marcus Lontra comentará a exposição “Como Vai Você, Geração 80?”, da qual foi curador ao lado de Sandra Magger e Paulo Roberto Leal. No Parque Laje, reuniu 123 artistas, dentre eles nomes que se tornaram consagrados, como Alex Vallauri, Ana Maria Tavares, Beatriz Milhazes, Cristina Canale e Daniel Senise.</p>
<p>Assim como Morais, Lontra é curador e crítico de arte e dirigiu os Museus de Arte Moderna, de Brasília, do Rio de Janeiro  e de Recife. Também foi secretário de Cultura de Nova Iguaçu (RJ), no governo de Lindberg Farias. Desde 1998 é diretor da Lontra Produções Culturais.</p>
<p>No <strong>dia 21</strong>, no mesmo local e horário, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/emanoel-araujo" class="external-link">Emanoel Araújo</a> falará sobre a exposição "Africa Africans"<span>, que aconteceu no Museu Afro Brasil em 2015, enquanto</span><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/agnaldo-farias" class="external-link">Agnaldo Farias</a><span> comentará a coletânea </span><span>"Meio Século de Arte Brasileira", publicada em 2006 pelo Instituto Tomie Ohtake.</span></p>
<p><strong>Ciclo</strong></p>
<p>O evento integra a programação do Ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão", realizado pela Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência, uma parceria do IEA com o Itau Cultural. Dividido em quatro etapas, o ciclo pretende fornecer um panorama crítico, atual e histórico da formação de uma estrutura cultural na cidade de São Paulo, pelo ponto de vista da gestão cultural em instituições. Os eventos terão como foco:</p>
<p>1) As relações entre arte, cultura e política;</p>
<p>2) O perfil de instituições culturais que fazem diferença na estrutura cultural de uma cidade como São Paulo;</p>
<p>3) A contribuição de certos gestores culturais na consolidação de um campo cultural no Brasil e em São Paulo;</p>
<p>4) O papel das exposições na representação cultural de um Brasil contemporâneo.</p>
<p>“A programação pretende oferecer um amplo e crítico panorama da situação da cultura no Brasil pelo viés da gestão cultural em instituições e organismos de representação cultural”, explica Martin Grossmann, coordenador acadêmico da Cátedra. Segundo ele, isso será feito por meio de uma dinâmica discursiva e reflexiva em interação direta com importantes equipamentos culturais da cidade e seus principais agentes.</p>
<p>A Cátedra Olavo Setúbal é resultado de uma pareceria entre o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e o Itaú Cultural. Foi iniciada em 2016 e este ano tem como titular o arquiteto Ricardo Ohtake, presidente do Instituto Tomie Ohtake.</p>
<hr />
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><strong><i>Exposições 4: "Do Corpo à Terra", "Domingos de Criação" e "Como Vai Você, Geração 80?"</i></strong></div>
<div id="_mcePaste"><i>14 de novembro, às 14h30</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Universitária, São Paulo</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Evento gratuito, com transmissão ao vivo pela internet</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>I<a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSel0iLPk4FaLniZ6FA6SKA7zWjAPemrDFdse3G6MPyX3_MJZg/viewform">nscrições via formulário</a></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-1678</i></div>
<div id="_mcePaste"><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes_IV" class="external-link">Página do evento</a></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-06T14:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ready-made-brasil-3">
    <title>Ciclo Ready Made in Brasil: Entre Trópicos (3º Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ready-made-brasil-3</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><span style="text-align: justify; ">O </span><i style="text-align: justify; ">3º Ciclo de Palestras Ready Made in Brasil: Entre Trópicos</i><span style="text-align: justify; "> irá abordar a relação de Duchamp com a artista brasileira Maria Martins e a fronteira de seu trabalho com outras linguagens, como o cinema e a literatura. A programação contará com a exibição do filme </span><i style="text-align: justify; ">Maria – Não Esqueça que Eu Venho dos Trópicos</i><span style="text-align: justify; "> (2017), com direção de Francisco C. Martins, seguida de palestra proferida pelo professor e escritor argentino </span><a class="internal-link" href="http://www.forumpermanente.org/convidados/raul-antelo" style="text-align: justify; ">Raúl Antelo</a><span style="text-align: justify; ">, autor do livro </span><i style="text-align: justify; ">Marcel com Maria: Duchamp nos Trópicos, </i><span style="text-align: justify; ">que abordará o período que Duchamp esteve na América do Sul, sua relação com Maria Martins e a importância destes fatos para a ruptura conceitual no trabalho do artista francês. Nessa ocasião, também será lançado o catálogo da exposição.</span></p>
<p><strong><span></span><span>Coordenação</span></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-rangel" class="external-link">Daniel Rangel</a> (IEA-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a> (ECA e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-01T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ready-made-brasil-1">
    <title>Ciclo Ready Made in Brasil: Do Readymade à Atualidade (1º Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ready-made-brasil-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O primeiro encontro do Ciclo Ready Made in Brasil: Do Readymade à Atualidade abordará o legado de Marcel Duchamp e sua ressonância no sistema de arte. A partir da exposição <a class="external-link" href="http://www.sesisp.org.br/cultura/exposicao/ready-made-in-brasil.html">Ready Made in Brasil</a>, em cartaz no Centro Cultural Fiesp, artistas, curadores e críticos irão debater os conteúdos abordados em transversalidade com a história da arte, a produção brasileira e a obra de Duchamp.</p>
<p><strong><span></span><span>Coordenação</span></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-rangel" class="external-link">Daniel Rangel</a> (IEA-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a> (ECA e IEA - USP)</p>
<p><span><strong>Vídeo</strong></span></p>
<p><a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/ready-made-in-brasil/ready-made-in-brasil-1o-ciclo-de-palestras">http://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/ready-made-in-brasil/ready-made-in-brasil-1o-ciclo-de-palestras</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-01T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ready-made-brasil-2">
    <title>Ciclo Ready Made in Brasil: Encontro com Artistas (2º Encontro)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ready-made-brasil-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; float: none; ">Neste encontro, alguns dos artistas da exposição <a class="external-link" href="http://www.sesisp.org.br/cultura/exposicao/ready-made-in-brasil.html">Ready Made in Brasil</a>, em cartaz no Centro Cultural Fiesp, serão entrevistados por jovens curadores abordando seu processo de trabalho e poética, estabelecendo possíveis relações com conceitos duchampianos. Ao final das conversas, os artistas e os curadores realizarão uma visita guiada conjunta à exposição, criando conexões com os conteúdos que foram abordados no bate-papo.</span></p>
<p><strong><span></span><span>Coordenação</span></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-rangel" class="external-link">Daniel Rangel</a> (IEA-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a> (ECA e IEA - USP)</p>
<p><b>Vídeo</b></p>
<p><a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/ready-made-in-brasil/2o-ciclo-de-palestras-ready-made-in-brasil-conversas-com-artistas-6-12-17-as-16-h">http://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/ready-made-in-brasil/2o-ciclo-de-palestras-ready-made-in-brasil-conversas-com-artistas-6-12-17-as-16-h</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-01T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/no-iea-historiadora-de-arte-comenta-exposicao-que-inaugurou-masp-em-1968">
    <title>Exposição inaugural do Masp será tema de encontro da Cátedra Olavo Setubal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/no-iea-historiadora-de-arte-comenta-exposicao-que-inaugurou-masp-em-1968</link>
    <description>"A Mão do Povo Brasileiro" foi a primeira exposição do então novo prédio do Masp, na Avenida Paulista. A mostra será comentada pela historiadora de arte e ex-curadora do Museu de Arte Moderna, Ana Belluzzo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/a-mao-do-povo-brasileiro" alt="A Mão do povo brasileiro" class="image-inline" title="A Mão do povo brasileiro" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>"A Mão do Povo Brasileiro", exposição inaugural do Masp, remontada em 2016 no museu</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Em 1968, dezenove anos depois da sua criação, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, o Masp, se transferiu para sua mais conhecida e atual sede, no centro da Avenida Paulista. Cerca de mil objetos que representavam a rica cultura material brasileira fizeram parte da exposição <i>A Mão do Povo Brasileiro</i>. A mostra inaugural da icônica casa do Masp será comentada pela historiadora de arte e ex-curadora do Museu de Arte de Moderna (MAM), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-belluzzo" class="external-link">Ana Maria Belluzzo</a>, no <strong>dia 7 de novembro</strong><strong>, às 14h30</strong>, na Sala de Eventos do IEA. Neste mesmo dia, outro convidado a expor suas experiências é o filósofo Nelson Brissac, que falará sobre sua trajetória como dirigente cultural. O evento terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet</p>
<p>A exposição original, produzida pela arquiteta e designer Lina Bo Bardi com o então diretor do museu, Pietro Maria Bardi, o cineasta Glauber Rocha e o diretor de teatro Martim Gonçalves, expôs mais de mil objetos criados no contexto popular, que mostravam a história e cultura brasileiras, incluindo, entre outras coisas, votos antigos, roupas, móveis, instrumentos musicais, objetos religiosos, pinturas e esculturas.</p>
<p dir="ltr">No dia 1º de setembro do ano passado, o Masp inaugurou a remontagem de <i>A Mão do Povo Brasileiro</i>, do diretor artístico Adriano Pedrosa e dos curadores Tomás Toledo e Julieta González, que conta com objetos produzidos por artistas do povo e tenta reproduzir a original.</p>
<p dir="ltr"><strong>Os conferencistas </strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Ana-Maria-Belluzzo-perfil.jpg" alt="Ana Belluzzo - Perfil" class="image-inline" title="Ana Belluzzo - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ana Belluzo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ana Belluzzo é membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte e do Comitê Brasileiro de História da Arte, além integrar o Conselho de Orientação Artística da Pinacoteca. É doutora e livre-docente pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, onde atualmente colabora no curso de pós-graduação da faculdade.</p>
<p dir="ltr">Brissac é o criador e curador do <a href="http://www.artecidade.org.br/">Arte/Cidade</a>, um projeto de intervenções urbanas que nasceu em 1994. Inicialmente voltado para São Paulo, o Arte/Cidade tem atuado mais recentemente em localidades “fora do eixo” nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo, além da Alemanha.  Em São Paulo, Brissac organizou e foi curador de intervenções urbanas no antigo Matadouro da Vila Mariana, no ramal ferroviário da Zona Oeste, e em edifícios da região central.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Todas as notícias da Cátedra</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/programacao-de-atividades" class="external-link">Programação do Ciclo</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Ciclo</strong></p>
<p dir="ltr">O evento integra a programação do Ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão", realizado pela Cátedra. Dividido em quatro etapas, o ciclo pretende fornecer um panorama crítico, atual e histórico da formação de uma estrutura cultural na cidade de São Paulo, pelo ponto de vista da gestão cultural em instituições. Os eventos terão como foco:</p>
<p dir="ltr">1) As relações entre arte, cultura e política;</p>
<p dir="ltr">2) O perfil de instituições culturais que fazem diferença na estrutura cultural de uma cidade como São Paulo;</p>
<p dir="ltr">3) A contribuição de certos gestores culturais na consolidação de um campo cultural no Brasil e em São Paulo;</p>
<p dir="ltr">4) O papel das exposições na representação cultural de um Brasil contemporâneo.</p>
<p dir="ltr">“A programação pretende oferecer um amplo e crítico panorama da situação da cultura no Brasil pelo viés da gestão cultural em instituições e organismos de representação cultural”, explica Martin Grossmann, coordenador acadêmico da Cátedra. Segundo ele, isso será feito por meio de uma dinâmica discursiva e reflexiva em interação direta com importantes equipamentos culturais da cidade e seus principais agentes.</p>
<p dir="ltr">A Cátedra Olavo Setúbal é resultado de uma pareceria entre o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e o Itaú Cultural. Foi iniciada em 2016 e este ano tem como titular o arquiteto Ricardo Ohtake, presidente do Instituto Tomie Ohtake.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto 1: Divulgação Masp | Foto 2: Jornal da USP</span></p>
<p dir="ltr"> </p>
<hr />
<p> </p>
<p class="mceContentBody documentContent"><strong><i>Exposições 3: "A Mão do Povo Brasileiro" (MASP, 1969) &amp; Dirigentes Culturais: Nelson Brissac</i></strong></p>
<p><i>7 de novembro, 14h30<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Sem inscrição prévia<br /></i><i>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes_III" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-30T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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