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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/patrimonio-cultural-autenticidade">
    <title>Regimes de Patrimônio Cultural e Autenticidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/patrimonio-cultural-autenticidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O patrimônio cultural, como conceito-chave na construção da identidade, possui uma longa história, que remonta à Revolução Francesa e à Revolução Industrial Inglesa do final do século XVIII. É, portanto, tanto um produto do modernismo quanto de sua crítica, na forma de uma nostalgia pelo mundo perdido (pré-moderno), transformado pela modernização.</p>
<p>Este evento traça essa história conceitual de dois séculos, definindo seus principais regimes, caracterizados pelo conceito de autenticidade.</p>
<p>A autenticidade também é um conceito intelectual que remonta ao século XVIII, usado para definir um indivíduo moral cuja coerência não depende de normas e controles religiosos. No século XIX, a autenticidade histórica foi construída para determinar o patrimônio necessário para a construção da nação.</p>
<p>Após a Segunda Guerra Mundial, com a definição de Patrimônio Mundial, tornou-se o princípio do patrimônio universal. Posteriormente, após críticas pós-coloniais a essa autenticidade, foi redefinida para o patrimônio imaterial. Hoje, observa-se uma tentativa de definir a autenticidade como uma construção social, o que também é típico da abordagem atual ao patrimônio cultural.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabor-sonkoly" class="external-link">Gabor Sonkoly</a> (EHESS)</p>
<p><b>Debate: </b></p>
<p><a href="https://turismo.eca.usp.br/index.php/team_member/clarissa-gagliardi/">Clarissa Gagliardi</a> (CPC-USP)</p>
<p><b>Moderação e comentários: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marisa-midori-deaecto" class="external-link">Marisa Midori Deaecto </a>(ECA-USP e IEA-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-cymbalista" class="external-link">Renato Cymbalista</a> (FAU-USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-06T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/reconstrucao-centros-historicos">
    <title>Reconstrução de Centros Históricos na Europa Central: Democratização ou Populismo?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/reconstrucao-centros-historicos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Europa Central possui uma longa história de proteção de monumentos, tendo enfrentado inúmeros desafios e destruição significativa ao longo de seu passado turbulento.</p>
<p>As três capitais europeias mais brutalmente destruídas durante a Segunda Guerra Mundial — Varsóvia, Berlim e Budapeste — estão localizadas nessa região. Sua reconstrução, iniciada no final da década de 1940, seguiu caminhos diferentes, mas, em geral, respeitou os padrões internacionais. Esses padrões foram codificados na Carta de Veneza e se tornaram os pilares teóricos do Patrimônio Mundial.</p>
<p>Todas as três cidades, e mais especificamente suas diversas partes, são reconhecidas como Patrimônio Mundial. Essa evolução aparentemente linear, no entanto, sofreu uma reviravolta nas últimas duas décadas: houve uma crescente negação política da relevância da proteção de monumentos existentes, e reconstruções em larga escala de edifícios históricos importantes foram realizadas ou estão planejadas.</p>
<p>A conferência visa compreender essas novas tendências dentro de seu contexto histórico, político e social, e inserir esses processos em um contexto global.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabor-sonkoly" class="external-link">Gabor Sonkoly</a> (EHESS)</p>
<p><b>Debate: </b></p>
<p><a href="https://scholar.google.com/citations?user=UX80eqYAAAAJ&amp;hl=pt-BR">Deborah Neves</a> (GT DOI CODI)</p>
<p><b>Moderação e comentários: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marisa-midori-deaecto" class="external-link">Marisa Midori Deaecto </a>(ECA-USP e IEA-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-cymbalista" class="external-link">Renato Cymbalista</a> (FAU-USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-06T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/patrimonio-urbano-europa">
    <title>Uma História do Patrimônio Urbano na Europa, 1850–2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/patrimonio-urbano-europa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em 2026, a Cambridge University Press publicou em inglês a primeira história da história urbana da Europa em três volumes.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabor-sonkoly" class="external-link">Gabor Sonkoly</a> é coeditor do terceiro volume, que abrange a história urbana da Europa desde a década de 1850 até os dias atuais. Contribuiu com um capítulo sobre a história do patrimônio urbano na Europa, abordando-a através da evolução do conceito de autenticidade e da relação em transformação entre o planejamento urbano e a preservação do patrimônio urbano.</p>
<p>Esta palestra traça a história das cidades históricas europeias, desde seu reconhecimento até o turismo excessivo.</p>
<p><strong>Exposição:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabor-sonkoly" class="external-link">Gabor Sonkoly</a> (EHESS)</p>
<p><strong>Debate: </strong></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/danielle-de-santana/">Danielle Dias</a> (Escola da Cidade)</p>
<p><strong>Moderação e comentários: </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marisa-midori-deaecto" class="external-link">Marisa Midori Deaecto </a>(ECA-USP e IEA-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-cymbalista" class="external-link">Renato Cymbalista</a> (FAU-USP)</p>
<h3><strong>Transmissão</strong></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-06T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/patrimonio-soft-power">
    <title>Patrimônio como Instrumento de Soft Power</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/patrimonio-soft-power</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A partir do século XIX, a proteção do patrimônio (preservação de monumentos, escavações arqueológicas, criação de museus e coleções, etc.) tornou-se uma missão essencial para qualquer grande potência e para qualquer nação recém-fundada.</p>
<p>Essas atividades eram competitivas e comparadas em conferências internacionais.</p>
<p>A criação da UNESCO, e especialmente a designação de Patrimônio Mundial após a Segunda Guerra Mundial, fizeram parte dessa tradição dual, enfatizando cada vez mais uma cultura humana compartilhada.</p>
<p>No século XXI, o patrimônio cultural e sua patrimonialização tornaram-se um campo de batalha dentro das nações, entre diferentes movimentos políticos e entre as próprias nações, sendo instrumentalizado como uma extensão cultural de objetivos políticos.</p>
<p>Esta palestra abordará o uso atual do patrimônio</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabor-sonkoly" class="external-link">Gabor Sonkoly</a> (EHESS)</p>
<p><b>Debate: </b></p>
<p><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/79471/david-william-aparecido-ribeiro">David Ribeiro</a> (Museu Paulista USP)</p>
<p><b>Moderação e comentários: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marisa-midori-deaecto" class="external-link">Marisa Midori Deaecto </a>(ECA-USP e IEA-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-cymbalista" class="external-link">Renato Cymbalista</a> (FAU-USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-06T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-rua">
    <title>Projeto RUA lança livro sobre gerenciamento de riscos diante de eventos climáticos extremos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/livro-rua</link>
    <description>E-book "RUA – Resiliência Urbana em Ação" está disponível no Portal de Livros Abertos da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-rua-resiliencia-urbana-em-acao" alt="Capa do livro &quot;RUA - Resiliência Urbana em Ação&quot;" class="image-right" title="Capa do livro &quot;RUA - Resiliência Urbana em Ação&quot;" /></p>
<p>O projeto RUA – Resiliência Urbana em Ação lançou este mês, no <a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1819">Portal de Livros Abertos da USP</a>, e-book homônimo sobre o desenvolvimento de estratégias para ampliação da capacidade das cidades brasileiras de enfrentar eventos climáticos extremos por meio de governança colaborativa, ciência aplicada e participação social. Com o subtítulo "Estratégias para o Gerenciamento de Riscos Associados a Eventos Climáticos Extremos" e 97 páginas, o livro está disponível gratuitamente.</p>
<p>A coordenadora da publicação e do projeto é <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tatiana-cortese" class="external-link">Tatiana Tucunduva Philippi Cortese</a>, pesquisadora colaboradora do IEA, doutora em saúde pública pela USP e professora do Programa de Pós-Graduação em Cidades Inteligentes e Sustentáveis da Universidade Nove de Julho. Além dela, contribuem com o livro outros 13 pesquisadores de várias instituições.</p>
<p>Os autores apresentarão os resultados do projeto no encontro de lançamento do e-book, no dia no dia 18 de junho, às 8h30, na Sala Alfredo Bosi, sede do IEA (rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Unversitária, São Paulo, SP). Haverá transmissão ao vivo do evento pelo canal do Instituto no<a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp"> YouTube</a>.</p>
<p><strong>Encontros técnicos</strong></p>
<p>O livro descreve cinco encontros técnicos interinstitucionais realizados entre maio de 2024 e março de 2025, baseados em metodologias participativas e análise de dados. O caso da tragédia de São Sebastião, ocorrida em 2023, é utilizado como estudo empírico central para mapear fragilidades, boas práticas e fluxos de atuação na gestão de desastres.</p>
<p>A estrutura da obra segue as fases definidas pelo <a class="external-link" href="https://www.undrr.org/implementing-sendai-framework/what-sendai-framework">Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres 2015–2030</a>, um dos principais acordos internacionais sobre o tema. As cinco etapas estabelecidas pelo marco são: resposta, recuperação, reabilitação, reconstrução e prevenção. Elas também orientam as atividades do projeto RUA.</p>
<p>Ao longo do livro, os autores destacam a importância da integração entre órgãos públicos, academia, setor privado e comunidades como eixo central da resiliência urbana. Na parte final, a obra sistematiza achados transversais, desafios persistentes e recomendações práticas, culminando em uma chamada coletiva à ação em favor de cidades mais preparadas, justas e sustentáveis.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores Colaboradores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desastres Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-04-08T17:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-dos-tribunais-de-contas-diante-dos-efeitos-das-mudancas-climaticas">
    <title>Manual propõe uma postura proativa para os tribunais de contas diante das mudanças climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-dos-tribunais-de-contas-diante-dos-efeitos-das-mudancas-climaticas</link>
    <description>IEA e Tribunal de Contas do Município de São Paulo lançam manual digital “Mudanças Climáticas e o Papel dos Tribunais de Contas: Desafios e Oportunidades”, resultante do seminário "Mudanças Climáticas e o Papel dos Tribunais de Contas", realizado em agosto de 2025.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-manual-mudancas-climaticas-e-o-papel-dos-tribunais-de-contas" alt="Capa do manual &quot;Mudanças Climáticas e o Papel dos Tribunais de Contas&quot;" class="image-right" title="Capa do manual &quot;Mudanças Climáticas e o Papel dos Tribunais de Contas&quot;" />Com o lançamento do manual “Mudanças Climáticas e o Papel dos Tribunais de Contas: Desafios e Oportunidades”, produzido pelo IEA em parceria com o Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP), a Universidade inicia o diálogo com técnicos dos tribunais de contas (TCs) do Brasil e com a sociedade em geral sobre a importância adicional que esses órgãos de fiscalização dos gastos públicos adquiriram diante da necessidade de adaptação às mudanças climáticas.</p>
<p>O trabalho é baseado nas exposições e debates ocorridos no seminário "<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/tribunais-de-contas-e-clima" class="external-link">Mudanças Climáticas e o Papel dos Tribunais de Contas</a>", realização do IEA e do TCMSP, com apoio da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e do Instituto Rui Barbosa (IRB). Além de <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/mudancas-climaticas-tcs" class="external-link">versão digital</a> disponível gratuitamente a todos os interessados no site do IEA, há também uma edição impressa (mil exemplares) de distribuição dirigida.</p>
<p>O manual apresenta de forma acessível o que são as mudanças climáticas, seus efeitos sobre as cidades e como os TCs podem atuar de maneira preventiva, proativa e inovadora para garantir que os recursos públicos sejam aplicados de forma eficiente e eficaz diante do desafio climático global.</p>
<p>A discussão realizada no seminário e agora sumarizada no manual trouxe à tona a necessidade de uma visão proativa dos TCs, levando-os a participar inclusive do dimensionamento dos orçamentos públicos ainda no planejamento, de forma a alinhar as ações de governo, do ponto de vista orçamentário, ao que vem acontecendo no clima do planeta, afirmam em texto introdutório a professora Roseli de Deus Lopes e o professor Marcos Buckeridge, diretora e vice-diretor do IEA, respectivamente.</p>
<p><strong>Controle Proativo</strong></p>
<p>O presidente do TCMSP, conselheiro Domingos Dissei, ressalta em sua nota introdutória que o enfrentamento dos desafios climáticos exige articulação, conhecimento especializado e ação coordenada: “Auditorias ambientais, definição de metas, capacitação de gestores e parcerias com universidades são recomendações práticas, reforçando o papel dos TCs como agentes de transformação”.</p>
<p>O manual explica que os custos econômicos das mudanças climáticas podem ser divididos em custos diretos e indiretos. Os diretos incluem reconstrução de estradas, pontes, prédios públicos e redes (elétricas e hidráulicas) danificadas por enchentes, deslizamentos e ventanias. Os indiretos englobam queda na produtividade econômica, prejuízos ao turismo, aumento de doenças respiratórias e infecciosas, elevação dos preços, deslocamentos forçados e perda de arrecadação.</p>
<p>“Esses impactos afetam diretamente os orçamentos municipais e estaduais, comprometendo outras áreas, como saúde e educação”, alerta o manual. Levantamento de 2024 da Confederação Nacional dos Municípios indicou que secas, estiagens e excessos de chuva causaram um prejuízo de R$ 401,3 bilhões às cidades brasileiras ao longo de 12 anos, registra o trabalho.</p>
<p>Situações de emergência exigem liberações orçamentárias rápidas, obras e contratações emergenciais. “Tudo isso precisa ser fiscalizado para evitar desperdícios e corrupção, mas também para garantir celeridade, efetividade e prevenção”, destaca o texto.</p>
<p>Diante disso, cabe aos TCs, por exemplo, fiscalizar como estados e municípios usam verbas emergenciais em desastres climáticos, verificar se as obras públicas consideram critérios de adaptação climáticas e segurança e a avaliar a implementação de planos de mitigação e adaptação, cobrando metas e resultados.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/demoronamento-em-area-de-risco" alt="Desmoronamento em área de risco" class="image-left captioned" title="Desmoronamento em área de risco" /></p>
<p>Com esse fim, o manual recomenda uma mudança de postura dos TCs: passar do controle reativo ao controle proativo. Historicamente, os tribunais de conta sempre atuaram de forma reativa, fiscalizando gastos após a execução. Agora, diante da crise climática, é cada vez mais necessário atuar preventivamente, identificando riscos antes que se transformem em prejuízos, alerta o documento.</p>
<p>Exemplos dessa atuação preventiva são o monitoramento de obras de drenagem urbana antes da estação das chuvas, avalição de políticas de habitação em áreas de riscos e análise de planos de contingência municipais.</p>
<p>Os autores do documento apontam as auditorias temáticas como uma das ferramentas mais poderosas dos TCs. Elas permitem avaliar se um município tem plano da adaptação climática, se há mapeamento atualizado de áreas de risco e se os investimentos em infraestrutura estão adequados aos cenários futuros.</p>
<p>Outro procedimento crucial é exigir indicadores claros, que indiquem, por exemplo, percentual de áreas urbanas cobertas por sistemas de drenagem, taxa de execução de obras de contenção e número de famílias retiradas de áreas de risco e reassentadas. Além disso, o manual propõe que os TCs promovam ações de capacitação e orientação técnica de gestores públicos sobre ferramentas e soluções para lidar com riscos climáticos, fortalecendo a capacidade dos municípios de planejar e agir.</p>
<p>A parceria com universidades e outras instituições de pesquisa é fundamental em razão da complexidade dos desafios climáticos, cujo enfrentamento exige conhecimento técnico avançado. Essa colaboração pode propiciar, entre outras coisas, o uso de dados climáticos e geoespaciais, o desenvolvimento de metodologias conjuntas de auditoria ambiental, treinamentos e capacitações em análise de risco climático, e a criação de observatórios regionais com informações integradas para subsidiar decisões.</p>
<p>Um exemplo de resultado prático é permitir que um TC identifique as áreas de um município mais vulneráveis a enchentes, passando a priorizar auditorias e fiscalizações nesses locais.</p>
<p>A transformação institucional exigida pela crise climática demanda a adoção de novas ferramentas e práticas pelos TCs, afirma o documento. Algumas dessas possíveis iniciativas são a criação de plataformas digitais interativas com dados climáticos, orçamentários e de obras públicas, o uso de inteligência artificial e sensoriamento remoto para monitorar áreas de risco em tempo real, a criação de núcleos especializados em mudanças climáticas dentro dos tribunais e o estabelecimento de parceria com organizações da sociedade civil para ampliar a transparência e o controle social.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-11-05T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/sao-paulo-1975-crescimento-e-pobreza-50-anos-depois-03-09-2025">
    <title>São Paulo 1975: Crescimento e Pobreza - 50 Anos Depois - 03/09/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/sao-paulo-1975-crescimento-e-pobreza-50-anos-depois-03-09-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-09-18T14:27:10Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/mudancas-climaticas-e-o-papel-dos-tribunais-de-contas-19-08-2025">
    <title>Mudanças Climáticas e o Papel dos Tribunais de Contas - 19/08/2025 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/mudancas-climaticas-e-o-papel-dos-tribunais-de-contas-19-08-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-25T21:29:46Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-o-papel-dos-orgaos-de-controle-frente-as-mudancas-climaticas">
    <title>Seminário aborda o papel dos órgãos de controle frente às mudanças climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-o-papel-dos-orgaos-de-controle-frente-as-mudancas-climaticas</link>
    <description>Em evento promovido pelo IEA e Tribunal de Contas do Município, especialistas discutiram a fiscalização de recursos e políticas públicas voltadas ao clima</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i><span>Por </span><a href="https://jornal.usp.br/author/michelsusp-br/" rel="author" title="Posts de Michel Sitnik">Michel Sitnik</a>, da assessoria de imprensa da USP</i></p>
<p style="text-align: center; "><dl class="image-right captioned" style="width:650px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/20250819_EventoIEAeTCM_Carlos-G-C-Junior_Foto-Marcos-Santos_MG_6805-18.jpg/image" alt="Evento IEA e TCM - 19/08/2025 - Mesa" title="Evento IEA e TCM - 19/08/2025 - Mesa" height="371" width="650" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:650px;">“Não basta produzirmos artigos; o conhecimento precisa se transformar em políticas públicas e em ações que melhorem a vida da sociedade. Vivemos uma crise climática urgentíssima, que exige união de esforços entre universidade, setor público e órgãos de controle”, afirmou o reitor na abertura do evento – Foto: Marcos Santos/USP Imagens</dd>
</dl></p>
<p><span>O Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e o Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCM-SP) realizaram, no dia 19 de agosto, o seminário </span><i>Mudanças Climáticas e o Papel dos Tribunais de Contas</i><span>. O encontro reuniu pesquisadores da Universidade e representantes de órgãos de controle e de instituições nacionais e internacionais para discutir a atuação dos tribunais diante dos impactos da crise climática. O objetivo foi fortalecer a atuação institucional do TCM-SP e dos órgãos de controle como um todo na agenda ambiental, promover transparência orçamentária e estimular a inovação na auditoria pública. A iniciativa faz parte das preparações da cidade para a Conferências das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, também conhecida como COP30, a ser realizada no Brasil em 2025.</span></p>
<p><span>Na abertura do evento, o presidente do TCM-SP, Domingos Dissei, destacou a gravidade da crise climática e o papel das instituições de controle: “A crise climática influencia e acelera transformações profundas e muitas vezes irreversíveis no planeta, agravadas pelo enorme potencial de impactos dramáticos na vida e no futuro da humanidade”, afirmou. Ele ressaltou que os Tribunais de Contas precisam atuar de forma efetiva na implementação de políticas climáticas: “O maior desafio é a participação concreta e contundente na implementação de políticas eficazes, que só serão garantidas com o trabalho transversal, envolvendo diferentes níveis de governo”.</span></p>
<p><span>Durante o discurso, Dissei anunciou a criação da Sala do Clima no TCM-SP, que será um espaço dedicado ao monitoramento e análise de processos ligados às mudanças climáticas. “A sala será equipada com as tecnologias mais atuais, permitirá acompanhar processos em tempo real, identificar padrões e tendências, emitir alertas e fornecer informações precisas para subsidiar as decisões do Tribunal”, explicou.</span></p>
<p><span>Para o reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior, a Universidade precisa estar atenta à formação de alunos críticos e buscar a transformação do conhecimento científico em ações de impacto social: “Não basta mais produzirmos artigos e deixarmos esse conhecimento restrito a revistas científicas. Ele precisa se transformar em políticas públicas e em objetos que a sociedade possa utilizar para melhorar sua qualidade de vida e reduzir desigualdades. Esse é o papel da Universidade: ser vetor de desenvolvimento social”, afirmou. Carlotti também destacou a relevância dos órgãos de controle para a boa gestão pública: “Os Tribunais de Contas e o Ministério Público cumprem a missão de alertar gestores, não apenas para verificar se os recursos foram utilizados corretamente, mas também se os investimentos correspondem às necessidades da sociedade. Essa relação é fundamental para o funcionamento das instituições públicas”.</span></p>
<p><span>Ao tratar da questão ambiental, o reitor enfatizou que a crise climática já é uma realidade e apresentou iniciativas da USP em sustentabilidade. “Vivemos uma crise urgentíssima. Precisamos conter seu avanço, sob pena de inviabilizar a vida humana no planeta. A USP tem procurado dar exemplo em seus campi, com produção de energia fotovoltaica, veículos movidos a hidrogênio e pesquisas aplicadas diretamente à sociedade”, destacou. Ele acrescentou que a Universidade, em parceria com o Estado e o município de São Paulo, prepara para este ano uma pré-COP voltada às metrópoles e biomas locais. “O enfrentamento da crise climática exige a união de esforços, a interdisciplinaridade e a cooperação entre universidade, setor público e órgãos de controle”, concluiu.</span></p>
<div><span>
<p><span><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/evento-iea-e-tcm-19-08-2025-roseli-de-deus-lopes/image" alt="Evento IEA e TCM - 19/08/2025 - Roseli de Deus Lopes" title="Evento IEA e TCM - 19/08/2025 - Roseli de Deus Lopes" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Roseli de Deus Lopes, diretora do IEA</dd>
</dl>Já a diretora do IEA, Roseli de Deus Lopes, reafirmou a importância da pesquisa científica como elemento das políticas públicas: “É necessário insistir nas decisões baseadas em evidências para qualificar o planejamento e o uso dos recursos públicos. As consequências da crise climática já estão presentes, de modo que estamos atrasados nas ações. O encontro de hoje favorece uma melhoria nos rumos do debate público porque fortalece o papel dos Tribunais de Contas de induzir as propostas e o melhor emprego de verbas, acelerando processos que já deveriam estar mais adiantados e explicitando que precisamos agir imediatamente sob risco de uma degradação na qualidade de vida de todos, independentemente de status ou classe social. Se queremos um futuro melhor, precisamos agir agora”. </span></p>
<p><span>Também participaram da abertura autoridades do setor público, como o ministro do Tribunal de Contas da União, Jorge Oliveira, e os secretários municipais de São Paulo, Edson Aparecido dos Santos, da Secretaria de Governo, e José Renato Nalini, secretário executivo de Mudanças Climáticas. </span></p>
<p><span>A programação foi organizada em dois painéis. O primeiro abordou os desafios globais das emergências climáticas e o papel dos Tribunais de Contas no controle ambiental. Pesquisadores do IEA e representantes de instituições como o Tribunal de Contas do Amazonas analisaram a necessidade de ampliar a fiscalização da aplicação de orçamentos destinados a políticas de mitigação e adaptação. Entre os palestrantes do IEA, participaram Carlos Nobre, Marcos Buckeridge, Alejandro Jorge Dorado e Fabio Feldmann. </span></p>
<p><span>No segundo painel, as discussões se concentraram em questões regionais e urbanas, com destaque para os orçamentos públicos e o financiamento de políticas voltadas à sustentabilidade. Especialistas da USP e da administração pública paulistana apresentaram experiências e propostas para integrar a agenda climática à gestão fiscal.</span></p>
<p><span>A gravação da íntegra do evento pode ser assistida abaixo:</span></p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/uk-s4hdziu8?si=0nX8coMEADwyVtio" title="YouTube video player" width="560"></iframe></p>
</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-22T12:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/recuperacao-de-areas-centrais-instrumentos-e-experiencias">
    <title>Recuperação de áreas centrais: instrumentos e experiências</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/recuperacao-de-areas-centrais-instrumentos-e-experiencias</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-655d1936-7fff-603f-a4e0-a3ae9558c6ff"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Revitalizar as áreas centrais das cidades brasileiras é fundamental para atrair novos moradores, tornar a economia local mais dinâmica e assim melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos. Pensando nisso, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia 7 de julho, a partir das 14h, em seu Espaço de Eventos, o seminário presencial “Recuperação de áreas centrais: instrumentos e experiências”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/JQ9yRs8X4ADXT6F39"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificados aos participantes que assinarem a lista de presença na entrada do local.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento vai discutir temas como exemplos de instrumentos de políticas urbanas para recuperação de áreas centrais e experiências com projetos de recuperação de áreas centrais em território nacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Entre os palestrantes confirmados, estão a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Julia Moretti, o secretário da Fazenda de Ribeirão Preto, Fernando Oliveira Soares, a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Vanessa Gapriotti Nadalin e o secretário de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento de Recife, Felipe Matos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O seminário é coordenado pelo professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto e integrante do conselho consultivo do IEA-RP, Rudinei Toneto Junior, e conta com o apoio da Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia (Fundace).</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://maps.app.goo.gl/WZbLKuE5Hz4ynQHD8"><span>Espaço de Eventos do IEA-RP</span></a><span> fica localizado dentro do campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina. </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-03T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-experiencias-de-recuperacao-de-areas-centrais-em-cidades-brasileiras">
    <title>Seminário discute experiências de recuperação de áreas centrais em cidades brasileiras</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-experiencias-de-recuperacao-de-areas-centrais-em-cidades-brasileiras</link>
    <description>Evento, que será exclusivamente presencial, é promovido pelo IEA-RP com apoio da Fundace</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-92bd1715-7fff-6845-47af-c64716c2a983"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/RecuperaodereasCentraisInstrumentoseExperincias800x530px.png/@@images/339405be-8556-43b9-a53e-12096ab43864.png" alt="" class="image-left" title="" />Revitalizar as áreas centrais das cidades brasileiras é fundamental para atrair novos moradores, tornar a economia local mais dinâmica e assim melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos. Pensando nisso, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia 7 de julho, a partir das 14h, em seu Espaço de Eventos, o seminário presencial “Recuperação de áreas centrais: instrumentos e experiências”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/JQ9yRs8X4ADXT6F39"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificados aos participantes que assinarem a lista de presença na entrada do local.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento vai discutir temas como exemplos de instrumentos de políticas urbanas para recuperação de áreas centrais e experiências com projetos de recuperação de áreas centrais em território nacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Entre os palestrantes confirmados, estão a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Julia Moretti, o secretário da Fazenda de Ribeirão Preto, Fernando Oliveira Soares, a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Vanessa Gapriotti Nadalin e o secretário de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento de Recife, Felipe Matos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O seminário é coordenado pelo professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto e integrante do conselho consultivo do IEA-RP, Rudinei Toneto Junior, e conta com o apoio da Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia (Fundace).</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://maps.app.goo.gl/WZbLKuE5Hz4ynQHD8"><span>Espaço de Eventos do IEA-RP</span></a><span> fica localizado dentro do campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: iearp@usp.br.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-03T17:29:39Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/direito-a-cidade-governanca-metropolitana-e-democratizacao-da-governanca-urbana-entrevista-com-ana-fani-alessandri-carlos">
    <title>Direito à cidade e governança urbana - Entrevista com Ana Fani Alessandri Carlos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/direito-a-cidade-governanca-metropolitana-e-democratizacao-da-governanca-urbana-entrevista-com-ana-fani-alessandri-carlos</link>
    <description>Participação da geógrafa Ana Fani Alessandri Carlos, professora sênior do Departamento de Geografia da FFLCH-USP, na série 3por1.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ana-fani-alessandri-carlos-3por1" alt="Ana Fani Alessandri Carlos - 3por1" class="image-right" title="Ana Fani Alessandri Carlos - 3por1" />Em sua participação na série de entrevistas em vídeo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=xdzEHwZfFTE&amp;list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0">3por1</a>, a geógrafa <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos" class="external-link">Ana Fani Alessandri Carlos</a> fala sobre a importância de o direito à cidade mobilizar a sociedade para que se pense numa cidade diferente daquela condicionada pelo poder econômico. Ela comenta também a forma de constituição das regiões metropolitanas e a democratização da gestão inframunicipal.</span></p>
<p><span class="text-strikethrough-none text-decoration-none font-feature-calt-off font-feature-clig-off font-feature-liga-off OYPEnA">Ana Fani é professora sênior do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, onde coordena o <a class="external-link" href="https://gesp.fflch.usp.br/">Grupo de Estudos sobre São Paulo - Geografia Urbana Crítica Radical</a>. No IEA ela coordena o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-teoria-urbana-critica" class="external-link">Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</a>. Sua formação acadêmica da graduação à livre-docência ocorreu na USP. </span><span style="text-align: justify; ">Realizou pesquisas de pós-doutorado nas Universidades Paris 1 Panthéon-Sorbonne e Paris Diderot. Tornou-se professora titular do Departamento de Geografia da FFLCH em 2005.</span><span style="text-align: justify; "> Foi professora visitante em universidades da Espanha, Argentina, México e Colômbia e coordenou ou coordena convênios com instituições acadêmicas em vários países europeus.</span></p>
<h3>Entrevista</h3>
<p><strong>3por1</strong> – Professora Ana Fani Alessandri Carlos, o direito à cidade permanecerá uma utopia enquanto o poder econômico controlar o desenvolvimento urbano?</p>
<table class="tabela-esquerda-borda-cinza">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center; "><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=xdzEHwZfFTE&amp;list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0&amp;index=1&amp;pp=iAQB"><strong><i>Assista ao<br />vídeo da<br />entrevista com<br />Ana Fani Alessandri Carlos</i></strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>AFAC</strong> – Quanto a isso, não resta a menor dúvida. O problema do crescimento e do desenvolvimento urbano é que o processo é feito a partir daquilo que interessa aos setores imobiliários e setores econômicos da nossa sociedade. O direito à cidade é um outro [diferente] da ideia de que a cidade é fonte de negócios. O direito à cidade está associado à ideia do fim da desigualdade socioespacial que nós estamos vivendo. Claro que a gente não pode acabar com essa desigualdade socioespacial de um dia para o outro, mas a gente precisa pensar na possibilidade de caminhar na direção de que o direito à cidade mobilize a sociedade para pensar uma outra cidade que não seja aquela dos negócios.</p>
<p><strong>3por1 </strong>– As regiões metropolitanas brasileiras estão adequadamente estruturadas para a atuação coordenada de seus municípios?</p>
<p><strong>AFAC</strong> – Veja, o debate sobre as regiões metropolitanas tem uma fase histórica que é a constituição do processo de urbanização que produz a grande cidade, que produz a metrópole, e o seu desenvolvimento e o crescimento da mancha urbana extrapolam o município central. E temos regiões metropolitanas que são leis, são formadas através de leis. Então nós temos dois movimentos contrários. Um que é o movimento natural do processo de urbanização, natural no sentido de que ele é socioespacial espontâneo, e aquele que é formulado através de lei. Essa formulação através de lei, ela agrupa municípios em função de gestão e não como um movimento de processo de urbanização.</p>
<p><strong>3por1</strong> – Para tornar mais democrática a governança de cidades com subprefeituras, caso de São Paulo, os subprefeitos e pelo menos parte de seus conselheiros não deveriam ser eleitos pelos moradores?</p>
<p><strong>AFAC</strong> – Veja, não resta a menor dúvida de quanto mais a sociedade puder escolher os seus governantes, mais próximo ela estará de uma vivência, de um cotidiano democrático. O problema é como se fazer esse tipo de votação e como é que se podem criar laços entre os candidatos e os eleitores, através de um amplo debate sobre o que é o bairro, sobre o que é a vida do bairro e como é possível a subprefeitura, através de um diálogo mais próximo com os cidadãos, com os habitantes da cidade, conseguir pensar primeiro no espaço mais restrito da vida para no segundo momento pensar, a partir do bairro, o que pensar ou como agir ou como interpretar e viver na cidade de forma mais ampla.</p>
<p><span class="discreet"><strong>Entrevista gravada em 12 de maio de 2025 na sede do IEA.</strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-23T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-extremos-de-calor-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo">
    <title>Estudo mapeia extremos de calor na Região Metropolitana de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-extremos-de-calor-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo</link>
    <description>Estudo de caso “Heat Extremes in Metropolitan Area of São Paulo: A Challenge”, do geógrafo Hugo Rogério de Barros, pesquisador do Centro de Síntese USP Cidades Globais (CS-USP-CG) do IEA, mapeia extremos de calor na Região Metropolitana de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mapa-das-ocorrencias-de-extremos-de-calor-na-rmsp/image" alt="Mapa das ocorrências de extremos de calor na RMSP" title="Mapa das ocorrências de extremos de calor na RMSP" height="473" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Mapa dos riscos de extremos de calor na Região Metropolitana de São Paulo presente no estudo de Hugo Rogério de Barros</dd>
</dl></p>
<p>A abrangência territorial dos problemas de extremos de calor na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) revelam a necessidade de expandir políticas e planos climáticos sofisticados para os outros 38 municípios que compõem a região, de acordo com o geógrafo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hugo-rogerio-de-barros">Hugo Rogério de Barros</a>, pesquisador do Centro de Síntese USP Cidades Globais (CS-USP-CG) do IEA.</p>
<p>Ele tratou da questão no estudo de caso “Heat Extremes in Metropolitan Area of São Paulo: A Challenge” (Extremos de Calor na Região Metropolitana de São Paulo: Um Desafio), publicado no dia 7 de maio no <a href="https://academiccommons.columbia.edu/doi/10.7916/7d8p-c860">repositório</a> das Bibliotecas da Universidade Columbia  e no repositório do <a href="https://environmentalsolutions.mit.edu/research/climate-change-and-cities-uccrn-collaboration/">Programa Cidades e Clima</a>, vinculado à Iniciativa Soluções Ambientais do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).</p>
<p>O programa do MIT é associado à <a href="https://uccrn.ei.columbia.edu/">Rede de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Urbanas </a>(UCCRN, na sigla em inglês), um consórcio global de mais de mil especialistas dedicados à análise da mitigação e adaptação às mudanças climáticas sob uma perspectiva urbana. Sediada no Instituto da Terra da Universidade Columbia e com centros em cidades ao redor do mundo, a UCCRN produz o <a class="external-link" href="https://uccrn.ei.columbia.edu/arc3.3">Relatório de Avaliação sobre Mudanças Climáticas e Cidades (ARC3)</a>, que fornece a base científica para as cidades em suas ações de adaptação e mitigação dos impactos das mudanças climáticas.</p>
<p>A partir dos resultados de seus trabalhos no IEA, Barros iniciou, em 2023, um processo de cooperação internacional entre o CS-USP-CG e a Universidade Columbia, via UCCRN. Agora a cooperação foi consolidada com a publicação de seu estudo baseado em dados meteorológicos estimados por sensoriamento remoto e editados em um sistema de informação geográfica (SIG).</p>
<p><strong>Desafio da adaptação</strong></p>
<p>Ele explica que o tema dos extremos de calor e sua associação com ondas de calor e ilhas de calor ganhou recentemente um espaço político e social especial nas agendas públicas, políticas e planos ambientais da RMSP, mas permanece o desafio de trabalhar a adaptação aos extremos de calor dentro da perspectiva das soluções baseadas na natureza (SBN) nas áreas urbanas da região.</p>
<p>De acordo com autores mencionados por Barros, é considerado um extremo de calor na RMSP quando a temperatura ultrapassa 32ºC, com a faixa de conforto térmico situada de 14 a 26ºC. Temperaturas acima dessa faixa ocasionam risco de morte por doenças associadas com estresse térmico in São Paulo.</p>
<p>Em trabalhos anteriores, Barros definiu os cenários para a expansão territorial da ilha de calor da RMSP para três diferentes condições meteorológicas associadas à intensidade do bloqueio atmosférico causado pela Alta Subtropical do Atlântico Sul (Asas). Também conhecida como Anticiclone do Atlântico Sul ou Anticiclone de Santa Helena, a Asas é um sistema de alta pressão semipermanente caracterizado pelo movimento para baixo de massas de ar, impedindo a formação de nuvens e chuva.</p>
<p>"Quanto mais próximo o centro da Asas estiver da superfície continental, maior será o bloqueio atmosférico e, consequentemente, isso determinará a expressão territorial da ilha de calor na cidade de São Paulo", afirma Barros no estudo atual. O geografo demonstrou que a dinâmica atmosférica pode aumentar a intensidade da ilha de calor em 5ºC na superfície e expandir em 697% sua área do centro da RMSP em direção à periferia.</p>
<p>Barros destaca que ainda é recente a atenção política e acadêmica aos impactos dos extremos de calor na vida dos moradores da RMSP, mas já são abordados no <a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/governo/secretaria_executiva_de_mudancas_climaticas/arquivos/planclimasp/PlanClimaSP_BaixaResolucao.pdf">Plano de Ação Climática do Município de São Paulo 20220-2050 (PlanClima SP)</a>, com foco na avaliação dos riscos potenciais e nas vulnerabilidades do passado, presente e futuro. O plano de ação também apresenta considerações sobre o futuro da cidade quanto ao desenvolvimento de estratégias de adaptação, acrescenta o pesquisador.</p>
<p>No entanto, o estudo de Barros ressalta em sua conclusão que, na escala regional/metropolitana, está claro que os 38 municípios adicionais da RMSP também requerem a mesma atenção política e acadêmica para que sejam realizados estudos sobre extremos de calor e estratégias de adaptação.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Região Metropolitana de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eventos extremos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-13T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/resultados-parceiros-trabalho-ciidcmil-2024-25">
    <title>Resultados e Parceiros de um Ano de Trabalho do Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL) 2024-25</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/resultados-parceiros-trabalho-ciidcmil-2024-25</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL) apresentará alguns dos seus principais resultados e parcerias nacionais e internacionais.</p>
<p>Serão debatidos-se os Pontos Piloto de Cidades MIL, indicadores e métricas,  metodologias de pesquisa e estratégias para implantação desse paradigma de espaços urbanos defendido por UNESCO. Também serão abordados os acordos estabelecidos entre os parceiros com o CIIDCIMIL.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-23T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/rua-emergencia-climatica">
    <title>RUA: Estratégias Transformadoras para Resiliência Urbana em Tempos de Emergência Climática</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/rua-emergencia-climatica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O  evento apresentará os resultados dos cinco encontros técnicos  promovidos pelo movimento <a class="external-link" href="https://rua.eco.br/">RUA - Resiliência Urbana em Ação</a>, uma  iniciativa dedicada a identificar e mapear boas práticas para fortalecer  a resiliência urbana frente aos desafios climáticos.</p>
<p>O RUA busca  consolidar conhecimentos e fomentar soluções interinstitucionais para a  gestão de riscos e desastres em cidades, promovendo colaboração entre  pesquisadores, gestores públicos e sociedade civil.<br /><br />Durante o  evento, serão apresentadas as principais estratégias organizadas  conforme as cinco fases do <a class="external-link" href="https://educacao.cemaden.gov.br/midiateca/marco-de-sendai-para-a-reducao-do-risco-de-desastre-2015-2030/">Marco de Sendai</a>: resposta emergencial,  recuperação, reabilitação de serviços, reconstrução de cidades e  preparação.</p>
<p>O encontro também visa engajar novos atores e consolidar  diretrizes para a continuidade das ações do movimento.</p>
<p>Este evento integra as iniciativas alinhadas à <a class="external-link" href="https://www.saopaulopeloclima.com.br/">agenda climática da cidade</a>, contribuindo para a mobilização rumo à COP30.</p>
<h3>Programação:</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="56">
<p>9h30</p>
</td>
<td width="510">
<p><b>Abertura:</b> <span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Junior</a> </span>(chefe de gabinete da Reitoria USP e coordenador acadêmico da Cátedra Clima &amp;   Sustentabilidade do IEA),<span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> (coordenador do ProETUSP e vice-diretor do IEA), <a class="external-link" href="https://semil.sp.gov.br/quem-e-quem/">Natália Resende</a> (Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-renato-nalini" class="external-link">José Renato Nalini</a> (Secretário Executivo de Mudanças Climáticas do Município de São Paulo)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="56">
<p>10h</p>
</td>
<td width="510">
<p>Exposição dos resultados do RUA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tatiana-cortese" class="external-link">Tatiana Tucunduva P. Cortese</a> (Uninove, IEA e ProETUSP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="56">
<p>10h30</p>
</td>
<td width="510">
<p>Exposição de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre" class="external-link">Carlos Nobre</a> (titular da Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade do IEA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="56">
<p>11h</p>
</td>
<td width="510">
<p><b>Debate e encerramento</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3></h3>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-03-18T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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