<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 161 to 175.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/paises-mais-pobres-sao-os-mais-afetados-por-mudancas-climaticas-e-poluicao" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/lancet-countdown-monitorando-o-avanco-na-saude-e-nas-mudancas-climaticas-31-de-outubro-de-2017" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2017" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-the-lancet-apresenta-na-fmusp-relatorio-inedito-sobre-os-efeitos-das-mudancas-climaticas-na-saude-humana" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/as-multiplas-e-dramaticas-experiencias-da-passagem-do-colera-na-provincia-do-espirito-santo-1855-1856-12-de-setembro-de-2017" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/virada-sustentavel" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/arnaldo-vieira-de-carvalho-e-a-producao-de-vacina-antivariolica-em-sao-paulo-16-de-agosto-de-2017" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/professor-visitante-jeffrey-lesser-mostra-dados-preliminares-de-seu-novo-estudo-201cma-saude-num-bom-retiro201d" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/ma-saude-num-bom-retiro" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/como-ficar-doente-se-tornou-expressao-proibida-no-mundo-capitalista" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/internacao-nao-deve-ser-unico-metodo-para-recuperacao-de-usuarios-de-drogas" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/experimentacoes-urbanas" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/saude-sociedade-e-historia-uma-revisita-as-contribuicoes-de-ricardo-bruno-mendes-goncalves-16-de-marco-de-2017" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/201crepressao-policial-nao-e-politica-preventiva201d-diz-adorno" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/diabetes-exige-estilo-de-vida-mais-saudavel-dos-pacientes" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/paises-mais-pobres-sao-os-mais-afetados-por-mudancas-climaticas-e-poluicao">
    <title>Países mais pobres são os mais afetados por mudanças climáticas e poluição</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/paises-mais-pobres-sao-os-mais-afetados-por-mudancas-climaticas-e-poluicao</link>
    <description>Lançado simultaneamente em diversos países do mundo, o relatório Lancet Countdown de 2017 mostra dados sobre os impactos das mudanças do clima na saúde</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lancet-1" alt="Lancet 1 " class="image-inline" title="Lancet 1 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Paulo Saldiva, diretor do IEA e professor da FMUSP</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Apesar dos países desenvolvidos serem, com folga, os maiores emissores de gases causadores de efeito estufa, a concentração da poluição é maior nos países mais pobres, segundo dados de pesquisa internacional divulgada pela revista Lancet. “Os grandes emissores de gases de efeito estufa são o que menos têm poluição no ar, isso significa que temos tecnologia defasada. E onde se estuda poluição? Onde não tem poluição. Onde tem poluição não se produz ciência”, explicou </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a><span>, diretor do IEA e professor da Faculdade de Medicina (FM) da USP, no lançamento do relatório.</span></p>
<p dir="ltr">O relatório <i>Lancet Countdown</i> <i>de 2017</i>, lançado simultaneamente em diversos países do mundo no dia 31 de outubro, é resultado do trabalho de 24 instituições acadêmicas de ponta e agências governamentais de todos os continentes, que avaliaram os impactos das mudanças do clima na saúde. A FM da USP sediou a atividade de lançamento no Brasil, com a presença de uma das autoras do relatório, Sonja Ayeb-Karlsson, da United Nations University, num encontro realizado em parceria com o IEA.</p>
<p dir="ltr">Para Saldiva, algumas indústrias perdem mercado na Europa e em outros países desenvolvidos e buscam os países mais pobres, com suas leis mais brandas, para se instalarem. Um exemplo é o óleo diesel, que no Brasil vem sendo discutido para ser usado em veículos leves. “Sob a maquiagem verde, os fabricantes dizem que o diesel tem rendimento energético melhor, você reduz emissão de gases de efeito estufa, mas esquece que o diesel é carcinogênico”.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/lancet-countdown-monitorando-o-avanco-na-saude-e-nas-mudancas-climaticas" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/lancet-countdown-monitorando-o-avanco-na-saude-e-nas-mudancas-climaticas-31-de-outubro-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Relatório <i><a class="external-link" href="http://www.lancetcountdown.org/the-report">Lancet Countdown</a></i></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O mesmo acontece com a poluição urbana: a população mais pobre é mais afetada. “A mesma nuvem de poluição que vejo na minha janela tem efeito pior nas pessoas que menos podem. A concentração ambiental é um dos fatores, mas não reflete a dose. A dose é quanto tempo a pessoa permanece no pior cenário. O conforto térmico, o tempo para cuidar de si mesmo, são distintos para essas pessoas”, explicou Saldiva.</p>
<p dir="ltr">Um dos exemplos citados por ele é o do programa “Minha Casa, Minha Vida”, no qual todas as casas são construídas da mesma forma: “não tem adaptação de padrão construtivo para as condições climáticas de cada local. As casas em São Paulo e Tocantins são iguais”.</p>
<p dir="ltr">Outra observação feita pelo professor é comparando o cigarro com a inalação de poluição. Segundo ele, ficar duas horas no trânsito de São Paulo é equivalente a fumar um cigarro. “Temos políticas efetivas para banir tabaco, mas não tanto de poluição do ar. Toda cidade que melhorou a poluição do ar aumentou a expectativa, independente das outras variáveis”.</p>
<p dir="ltr">Em São Paulo, a quantidade de área verde é adequada, segundo Saldiva. No entanto, “onde tem verde não tem habitante e onde tem habitante não tem verde. Isso gera uma ilha de calor urbano, que muda o regime de chuvas”. Ele explicou ainda que as chuvas acontecem cada vez mais no centro da cidade. Outro problema é que boa parte da chuva cai em rios poluídos, que por causa da poluição não podem ter suas águas aproveitadas. “Vivemos um stress hídrico com a Billings cheia, o Pinheiros e o Tietê cheios, mas sem poder usá-los”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Relatório do Lancet e Bangladesh</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lancet-2" alt="Lancet 2 " class="image-inline" title="Lancet 2 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sonja Ayeb-Karlsson estudou os efeitos de desastres naturais em Bangladesh</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">The Lancet é uma revista científica sobre medicina, sendo uma das mais antigas e renomadas do mundo no segmento. Publicada semanalmente no Reino Unido, teve importante papel nas reformas de saúde britânica desde sua fundação em 1823. O relatório inédito da revista foi feito após cinco anos de pesquisa sobre o aquecimento global, as mudanças climáticas e a saúde humana. Sonja Ayeb-Karlsson, uma das autoras, explicou que a intenção do trabalho não era só pesquisar para entender o que está se passando no mundo, mas também propor e testar soluções para proporcionar uma qualidade de vida melhor.</p>
<p dir="ltr">Ela lembra que a mudança climática não é algo que vai acontecer no futuro. Atualmente, pessoas pelo mundo já estão sendo afetadas pelo aquecimento global. E as mais afetadas são justamente as mais vulneráveis, em países com menos recursos.</p>
<p dir="ltr">Para Sonja, a demora em combater as mudanças climáticas das últimas duas décadas colocou em risco a vida humana e seus meios de subsistência. “Em locais que produzem a própria comida, se houver ameaça aos seus meios de subsistência, haverá ameaça a sua capacidade de sobrevivência”. Segundo o relatório, a produtividade no trabalho rural no mundo caiu 5,3% desde 2000. A estimativa é de que o aumento de um grau Celsius na temperatura,  derruba a produção de trigo em 6% e a de arroz em 10%.</p>
<p dir="ltr">A área estudada por Sonja para o relatório foi a de desastres naturais e como as pessoas são afetadas por esses desastres, em relação à saúde. Um dos dados mostrados por ela mostra que entre 2000 e 2016 houve um aumento de 46% na quantidade de desastres naturais no mundo.</p>
<p dir="ltr">O foco da pesquisa da autora foi em Bangladesh. O país sofre com uma variedade de desastres, como terremotos, tsunamis e ciclones. Este último sendo o mais recorrente desde a década passada. Em 2007, ocorreu o Sidr, ciclone que na época foi considerado o segundo mais potente dos últimos 130 anos a atingir o país. Após o Sidr, aconteceu uma sucessão de ciclones: em 2009, em 2011 e depois alguns de potência menor em 2013, 2014 e 2015. “Se as pessoas não tiverem tempo de se recuperar e se reconstruir, desastres vêm um após o outro e causam uma grande destruição”.</p>
<p dir="ltr">“A prevenção é melhor que a cura. Em Bangladesh, a maior parte dos gastos era após o desastre e não na prevenção, que deveria instruir as pessoas sobre como evacuar, o que fazer quando tem um desastre a caminho, onde estão os abrigos, entre outras coisas”.</p>
<p>A pesquisa de Sonja é ilustrada por um vídeo sobre uma família bangladesa que ela conheceu em 2014 no país. Por causa dos desastres naturais, o grupo viu suas terras, fundamentais para sobrevivência, serem inundadas. O vídeo com a história está disponível no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=CruDSB5_6xA">YouTube</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Fernanda Cunha / IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-10T16:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/lancet-countdown-monitorando-o-avanco-na-saude-e-nas-mudancas-climaticas-31-de-outubro-de-2017">
    <title>Lancet Countdown: Monitorando o Avanço na Saúde e nas Mudanças Climáticas - 31 de outubro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/lancet-countdown-monitorando-o-avanco-na-saude-e-nas-mudancas-climaticas-31-de-outubro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-31T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2017">
    <title>Lancet Countdown: Monitorando o Avanço na Saúde e nas Mudanças Climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2017</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um relatório inédito da revista The Lancet com estudos sobre a relação entre mudanças climáticas e saúde humana será lançado simultaneamente em diversos países do mundo no dia <strong>31 de outubro</strong>. <span>O Lancet Countdown de 2017 é resultado do trabalho de 24 instituições acadêmicas de ponta e agências governamentais de todos os continentes. Elas avaliaram, de forma sistemática, os impactos na saúde humana das mudanças no clima e as implicações para os sistemas de saúde e para as negociações do Acordo do Clima de Paris.</span></p>
<p><span>A produção do relatório teve a participação de pesquisadores do clima, ecologistas, economistas, especialistas em energia, sistemas de alimentação e transporte, geógrafos, matemáticos, cientistas sociais e políticos, profissionais de saúde pública e médicos. São relatados indicadores anuais sobre os impactos das mudanças climáticas, exposições e vulnerabilidade; planejamento de adaptação e resiliência para a saúde; ações de mitigação e cobenefícios da saúde; economia e finanças; e envolvimento público e político.</span></p>
<p>O Lancet Countdown de 2017 é um desdobramento dos trabalhos da Comissão Lancet 2015, que concluiu que a mudança climática antropogênica ameaça minar os últimos 50 anos de ganhos na saúde pública e que, ao mesmo tempo, uma resposta efetiva às mudanças climáticas poderia ser “a maior oportunidade de saúde global do século 21”.</p>
<p><strong>The Lancet</strong></p>
<p>The Lancet é uma revista científica sobre medicina, sendo uma das mais antigas e renomadas do mundo no segmento. Publicada semanalmente no Reino Unido, teve importante papel nas reformas de saúde britânica desde sua fundação em 1823. Dentre as revistas médicas, o Journal Citation Reports a classifica em segundo lugar, atrás do The New England Jounal of Medicine.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-23T20:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-the-lancet-apresenta-na-fmusp-relatorio-inedito-sobre-os-efeitos-das-mudancas-climaticas-na-saude-humana">
    <title>The Lancet apresenta relatório inédito sobre os efeitos das mudanças climáticas na saúde humana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-the-lancet-apresenta-na-fmusp-relatorio-inedito-sobre-os-efeitos-das-mudancas-climaticas-na-saude-humana</link>
    <description>Lancet Countdown de 2017 é resultado do trabalho de 24 instituições acadêmicas de ponta e agências governamentais de todos os continentes.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/poluicao-do-ar" alt="Poluição do ar " class="image-inline" title="Poluição do ar " /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Relatório Lancet Countdown relaciona o impacto das mudanças climáticas na saúde humana</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Um relatório inédito da revista médica The Lancet com estudos sobre a relação entre mudanças climáticas e saúde humana será lançado simultaneamente em diversos países do mundo no dia <strong>31 de outubro</strong>. A Faculdade de Medicina (FM) da USP sediará a atividade no Brasil, num encontro realizado em parceria com o Instituto de Estudos Avançados (IEA), <strong>às 9h</strong>, no Teatro do edifício principal. <strong><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdIekdTJAAxgcyZKQdnjeafSRBm_YMVZ7yw3hCZpNsbhSMENw/viewform">Inscrições aqui</a>.</strong></p>
<p>O <i>Lancet Countdown de 2017</i> é resultado do trabalho de 24 instituições acadêmicas de ponta e agências governamentais de todos os continentes. Elas avaliaram, de forma sistemática, os impactos na saúde humana das mudanças no clima e as implicações para os sistemas de saúde e para as negociações do Acordo do Clima de Paris.</p>
<p>Na Faculdade de Medicina, o relatório será apresentado em inglês por uma de suas autoras, a sueca Sonja Ayeb-Karlsson, da United Nations University, pesquisadora das áreas de mudanças climáticas e vulnerabilidade social. Após a fala de Sonja, Paulo Saldiva, professor da FM e diretor do IEA-USP, falará sobre o estudo na perspectiva brasileira.</p>
<p>“Ao apresentar as consequências de médio e longo prazo para o sistema de saúde, podemos pensar as formas de mitigação do problema e como devemos nos preparar”, explica Saldiva, que pesquisa a poluição do ar há mais de 30 anos.</p>
<p>A produção do relatório teve a participação de pesquisadores do clima, ecologistas, economistas, especialistas em energia, sistemas de alimentação e transporte, geógrafos, matemáticos, cientistas sociais e políticos, profissionais de saúde pública e médicos. São relatados indicadores anuais sobre os impactos das mudanças climáticas, exposições e vulnerabilidade; planejamento de adaptação e resiliência para a saúde; ações de mitigação e cobenefícios da saúde; economia e finanças; e envolvimento público e político.</p>
<p>O Lancet Countdown de 2017 é um desdobramento dos trabalhos da Comissão Lancet 2015, que concluiu que a mudança climática antropogênica ameaça minar os últimos 50 anos de ganhos na saúde pública e que, ao mesmo tempo, uma resposta efetiva às mudanças climáticas poderia ser “a maior oportunidade de saúde global do século 21”.</p>
<p><strong>The Lancet</strong></p>
<p>The Lancet é uma revista científica sobre medicina, sendo uma das mais antigas e renomadas do mundo no segmento. Publicada semanalmente no Reino Unido, teve importante papel nas reformas de saúde britânica desde sua fundação em 1823. Dentre as revistas médicas, o Journal Citation Reports a classifica em segundo lugar, atrás do The New England Jounal of Medicine.</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p>8h30 – 9h: Café de boas-vindas</p>
<p>9h – 9h10: Abertura pelo diretor da Faculdade de Medicina, prof. José Otávio Costa Auler Júnior</p>
<p>9h10 – 9h30: Apresentação do Lancet Coutdown Program, por Sonja Ayeb-Karlsson</p>
<p>9h30 – 9h50: Perguntas do público</p>
<p>9h50 – 10h20: "Mudanças climáticas e saúde humana no Brasil”, prof. Paulo Hilário Nascimento Saldiva</p>
<p>10h20 – 10h30: Observações finais</p>
<p>10h30 – 11h: Perguntas do público</p>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
<p><strong><i>Lancet Countdown: Monitorando o Avanço na Saúde e nas Mudanças Climáticas </i></strong></p>
<p>Evento gratuito, aberto ao público<br />Transmissão ao vivo pela web: <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a><br />Local: Teatro da Faculdade de Medicina da USP<br />Avenida Doutor Arnaldo, 455 - Pacaembu, São Paulo - SP, 01246-100, Brasil<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2017" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2017</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-23T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/as-multiplas-e-dramaticas-experiencias-da-passagem-do-colera-na-provincia-do-espirito-santo-1855-1856-12-de-setembro-de-2017">
    <title>As Múltiplas e Dramáticas Experiências da Passagem do Cólera na Província do Espírito Santo (1855-1856) - 12 de setembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/as-multiplas-e-dramaticas-experiencias-da-passagem-do-colera-na-provincia-do-espirito-santo-1855-1856-12-de-setembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Medicine</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-12T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/virada-sustentavel">
    <title>Virada Sustentável</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/virada-sustentavel</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O programa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">USP Cidades Globais</a> promove quatro seminários na <a class="external-link" href="https://www.viradasustentavel.org.br/">Virada Sustentável</a>,  que acontece de 24 a 27 de agosto em São Paulo.</p>
<p>As atividades acontecerão na Sala de Eventos do IEA, nos dias <strong>24 e 25 de agosto.</strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saneamento básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustainability</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-23T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/arnaldo-vieira-de-carvalho-e-a-producao-de-vacina-antivariolica-em-sao-paulo-16-de-agosto-de-2017">
    <title>Arnaldo Vieira de Carvalho e a Produção de Vacina Antivariólica em São Paulo - 16 de agosto de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/arnaldo-vieira-de-carvalho-e-a-producao-de-vacina-antivariolica-em-sao-paulo-16-de-agosto-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-16T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/professor-visitante-jeffrey-lesser-mostra-dados-preliminares-de-seu-novo-estudo-201cma-saude-num-bom-retiro201d">
    <title>Professor visitante Jeffrey Lesser mostra dados preliminares de “Má saúde num Bom Retiro”</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/professor-visitante-jeffrey-lesser-mostra-dados-preliminares-de-seu-novo-estudo-201cma-saude-num-bom-retiro201d</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jeffrey-lesser1" alt="Jeffrey Lesser1" class="image-inline" title="Jeffrey Lesser1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Jeffrey Lesser realiza pesquisa etnográfica sobre saúde pública no Brasil</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Chefe do departamento de História da Emory University, Estados Unidos, e <a class="external-link" href="https://emoryhistorynews.wordpress.com/2017/05/05/history-department-chair-dr-jeffrey-lesser-named-director-of-claus-m-halle-institute-for-global-learning/">recém nomeado diretor do Claus M. Halle Institute for Global Learning</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jeffrey-lesser" class="external-link">Jeffrey Lesser</a> teve sua afiliação como professor visitante do IEA prorrogado por mais um ano, período em que empreende a pesquisa “Má Saúde num Bom Retiro”.</p>
<p>Trata-se de um prolongamento de seu projeto inicial, “Metrópoles, Migração e Mosquitos: Uma História de Saúde em São Paulo, Brasil”, trabalho desenvolvido entre 2015 e 2016 e que teve como resultado a publicação do artigo <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-geografia-social-do-zika-virus-no-brasil" class="external-link">A Geografia Social do Zika Virus</a>. Integrante do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/dialogos-interculturais" class="external-link">Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</a> do IEA, o pesquisador lançou ainda em 2016 o livro <a class="external-link" href="http://editoraunesp.com.br/catalogo/9788539306121,a-invencao-da-brasilidade">"A Invenção da Brasilidade"</a>, pela Editora Unesp.</p>
<p>A nova pesquisa envolve extenso levantamento documental, etnográfico e pesquisa de campo a respeito do bairro do Bom Retiro, que possui importância histórica para São Paulo, não só para a construção social e demográfica da capital como também para a história da saúde coletiva no Brasil. É lá que ficava o antigo Desinfectório Central, atual <a class="external-link" href="http://www.butantan.gov.br/cultura/museus/museuemilioribas/Paginas/default.aspx">Museu da Saúde Pública Emílio Ribas</a>, em prédio que data de 1893.</p>
<p>Os resultados preliminares do novo estudo iniciado em 2016 serão apresentados em <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ma-saude-num-bom-retiro" class="external-link">conferência marcada para o dia <strong>6 de junho</strong></a>, das <strong>11h30 às 13h,</strong> no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. O debate <i>Má Saúde num Bom Retiro,</i> organizado <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/khronos-historia-da-ciencia-epistemologia-e-medicina">Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</a>, terá moderação do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos">Gildo Magalhães dos Santos</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p>A prorrogação da atuação de Lesser junto ao IEA ocorre sem implicações salariais, já que o professor realiza seu trabalho com bolsa da University Research Council (URC - Fundação das Pesquisas), da Emory University.</p>
<p><strong>A pesquisa</strong></p>
<p>O trabalho em andamento conta com a participação de estagiários da USP e da Universidade Emory, e iniciou desde que o grupo obteve a permissão do Comitê de Ética da Prefeitura para a realização de pesquisa de campo e etnográfica com médicos e agentes comunitários de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Vigilância Sanitária do Bom Retiro.</p>
<p>Os pesquisadores estão realizando o mapeamento geoespacial de um quarteirão do bairro do Bom Retiro, o que permite entender a numeração e a evolução dos prédios da região desde 1890 até o presente. A ideia é criar um mapa usando Sistema de Informação Geográfica (SIG), que permitirá observar a evolução espacial e temporal da região estudada.</p>
<p>A partir de diferentes tipos de fontes históricas, epidemiológicas e etnográficas, os dados irão permitir uma análise minuciosa, envolvendo desde histórias contadas por moradores sobre como evitar doenças, até a questão do controle social realizado por campanhas estaduais para uma variedade de ameaças epidemiológicas que variam desde a violência até a dengue.</p>
<p>O projeto faz uso de novas metodologias digitais que permitem o mapeamento da “saúde do público" e como o público em questão tem pensado a saúde ao longo do tempo.</p>
<p>O Bom Retiro está localizado no coração da metrópole paulistana. Cheio de pequenas fábricas e armazéns, o bairro operário foi povoado desde o final do século XIX por imigrantes de diversas etnias, migrantes nordestinos e afro-brasileiros descendentes de escravos.</p>
<p>Enquanto as origens culturais dos imigrantes mudaram –historicamente, passaram de católicos italianos, espanhóis e portugueses, ao final do século XIX, para judeus da Europa Oriental e árabes na metade do século XX, além de chineses, coreanos e bolivianos nos dias atuais–, o bairro sempre manteve a sua visão interna e externa como sendo um lugar em que a saúde (no sentido mais amplo da palavra) é precária. Atualmente, a região do Bom Retiro convive com o grave problema dos viciados em crack.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: Leonor Calasans</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epidemias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Visitantes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-01T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ma-saude-num-bom-retiro">
    <title>Má Saúde num Bom Retiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ma-saude-num-bom-retiro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Bom Retiro foi e é um pequeno bairro na enorme metrópole paulistana. Cheio de pequenas fábricas e armazéns, o bairro operário foi povoado desde o final do século XIX por imigrantes, migrantes de áreas pobres do Nordeste brasileiro e afro-brasileiros descendentes de escravos. Enquanto as origens culturais dos imigrantes mudaram (de católicos italianos, espanhóis e portugueses no final do século XIX para judeus da Europa Oriental na metade do século XX e para imigrantes chineses, coreanos e bolivianos nos dias atuais), o bairro sempre manteve a sua visão interna e externa como sendo um lugar em que a saúde (no sentido mais amplo da palavra) é precária.</p>
<p><span>"Má saúde num Bom Retiro" analisa a "saúde do público" com enfoque em um quarteirão do “baixo Bom Retiro” de cerca de 1900 até o presente. Os dados, a partir de diferentes tipos de fontes históricas, epidemiológicas e etnográficas, irão permitir a análise minuciosa desde as histórias contadas por moradores sobre como evitar doenças até as campanhas estaduais de controle social contra uma variedade de ameaças, do crime à dengue. O projeto faz uso de novas metodologias digitais que permitem o mapeamento da "saúde do público" e como o público em questão tem pensado sobre saúde ao longo do tempo.</span></p>
<p><strong>Conferencista</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores-visitantes/jeffrey-lesser" class="external-link"><span class="external-link">Jeffrey Lesser</span></a> (Emory University e IEA-USP)</p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães dos Santos</a></span><span> (FFLCH e IEA-USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-23T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/como-ficar-doente-se-tornou-expressao-proibida-no-mundo-capitalista">
    <title>Como ficar doente se tornou expressão proibida no mundo moderno</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/como-ficar-doente-se-tornou-expressao-proibida-no-mundo-capitalista</link>
    <description>Pesquisador sabático buscará entender como a pressão por produtividade no trabalho tem levado o homem moderno a se privar do direito de adoecer</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/frederico-azevedo-da-costa-pinto" alt="Frederico Azevedo da Costa Pinto" class="image-inline" title="Frederico Azevedo da Costa Pinto" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Frederico Azevedo da Costa Pinto, um dos pesquisadores sabáticos de 2017 no IEA</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Tão natural quanto mostrar alegria e tristeza é a expressão de ficar doente. Dentre o vasto repertório de manifestações dos animais, o “comportamento doentio” – como é chamado entre especialistas – é a demonstração de desânimo, prostração, falta de apetite e vontade de não fazer nada. São sinais claros que os animais emitem quando não querem contato social pelo fato de estarem doentes. “É a forma de dar um tempo para o organismo se recuperar e até mesmo de preservar o grupo social de adoecer. Mas esse comportamento está cada vez mais reprimido nas sociedades modernas pela forma como a produtividade dos trabalhadores é encarada”, diz o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/frederico-azevedo-da-costa-pinto" class="external-link">Frederico Azevedo da Costa Pinto</a>, especialista em patologia experimental e comportamento animal, integrante do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático do IEA</a> em 2017.</p>
<p>Com o projeto de pesquisa "Homem Moderno: Um Animal Privado Socialmente do Direito de Adoecer", o patologista irá percorrer a evolução histórica de como eram vistos os comportamentos dos indivíduos doentes e como esse comportamento tem sido percebido nas sociedades modernas. Em paralelo, buscará na literatura relacionada, dados sobre a expressão desse comportamento entre seres humanos, relacionando-os ao comportamento de animais de experimentação.</p>
<p>A avaliação histórica permitirá confrontar mudanças na jornada de trabalho com as expectativas de produtividade do trabalhador moderno, acredita.</p>
<p>Se nas sociedades modernas adoecer vem se tornando proibitivo, o contraponto para “camuflar” doença é o uso cada vez mais corriqueiro de medicamentos. “Expressar o comportamento doentio incorreria em faltas no trabalho e, portanto, somos estimulados à medicação, muitas vezes à automedicação, com a finalidade de manter a jornada prevista de trabalho. Associado a isso está o fato de que as classes dos fármacos mais prescritos e consumidos nas sociedades modernas são justamente os medicamentos paliativos, para dores, resfriados e alergias, por exemplo”, afirma.</p>
<p>O projeto irá avaliar os investimentos em pesquisa e divulgação de fármacos voltados ao alívio momentâneo do mal estar de certas doenças. “São medicamentos que não encurtam, necessariamente, o curso da doença nem mesmo melhoram de fato as condições de saúde”, aponta Costa Pinto.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sabatico-sintomas-da-gripe" alt="Sabático sintomas da gripe" class="image-inline" title="Sabático sintomas da gripe" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Não sejamos puristas. Tomar remédio ajuda a passar pela doença sem sofrer. Mas isso não impede que o indivíduo possa tomar o remédio e também ficar em conforto em casa. Na realidade, o que se busca discutir é o fato do indivíduo tomar remédio para se obrigar a continuar produtivo, trabalhando”, afirma.</p>
<p>Além disso, há o problema do excesso e da automedicação. Em certos países, a legislação permite que os medicamentos sejam ofertados em gôndolas, facilitando o acesso. Mas há sistemas de saúde, como no Canadá, por exemplo, onde não há excesso nem automedicação porque não há essa facilidade de acesso, compara.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Cultura e legislação</strong></p>
<p>As diferenças culturais também influenciam a maneira como o doente se comporta. Até mesmo as legislações podem variar como reflexo do aspecto cultural, avalia o cientista. “Países com uma proteção social mais consistente permitem que as pessoas adoeçam, porque a legislação prevê licenças mais longas para doenças. Ou mesmo as licenças maternidade e paternidade mais longas denotam esse tipo de respeito ao trabalhador”, lembra.</p>
<p>Ao contrário, países que tendem a jornadas de trabalho cada vez mais longas e à terceirização submetem o trabalhador a pressões cada vez mais absurdas, suprimindo o direito do indivíduo de adoecer, avalia. “O direito de ficar doente tende a se tornar inaceitável nessas sociedades, pois atendem a uma lógica que torna os indivíduos dispensáveis”, avalia.</p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/noticias" class="external-link">Programa Ano Sabático - notícias</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017" class="external-link">Divulgada a relação de selecionados para o Programa Ano Sabático de 2017</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Mas qual o problema em não se permitir expressar a doença? “Um deles, o mais óbvio, é levar a doença para o grupo social, no caso de um indivíduo que camufle uma doença infectocontagiosa, por exemplo”, diz.</p>
<p>Outro problema em não manifestar a doença é o individuo cada vez mais fica sujeito a doenças não curadas de fato e que podem ter recidivas ou se tornar crônica. “Estamos falando de doenças cotidianas, não graves. Não tenho dúvida de que não se permitir adoecer vai culminar numa recuperação pior ou incompleta, pois os medicamentos paliativos oferecem uma resposta momentânea para os sintomas da doença”, afirma.</p>
<p>Além disso, há alterações emocionais no longo prazo que parecem estar associadas ao fato da pessoa não parar quando precisa. “Não se dar esse tempo pode gerar transtornos, inclusive psicológicos”, afirma o patologista.</p>
<p>Todos esses aspectos culturais e mesmo legais denotam quanto cada sociedade se importa com a saúde dos seus cidadãos, acredita.</p>
<p> </p>
<p><strong>Semelhantes</strong></p>
<p>Somos mais parecidos com os animais do que imaginamos. Coisas bizarras que assumíamos ser exclusividade de humanos têm cada vez mais sido observadas entre os bichos. “Por exemplo, a cópula não prevista, realizada simplesmente para demonstração de poder e superioridade hierárquica. A hierarquia é fundamental para entender o comportamento de adoecer. Um executivo de alto escalão e um porteiro demonstram de formas diferentes o adoecer”, compara.</p>
<p>O sistema imunológico tem muito a ver com a hierarquia, afirma o patologista. “Algumas pessoas não demonstram o comportamento doentio simplesmente porque são mais resistentes, ou porque a posição hierárquica numa empresa o impede. Ele pode não querer demonstrar vulnerabilidade. Outros não expressam o comportamento doentio porque não podem perder o emprego”, afirma.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/prurigo-nodularis-doenca-autoimune" alt="Prurigo nodularis doença autoimune" class="image-inline" title="Prurigo nodularis doença autoimune" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><strong>Prurigo nodularis, doença autoimune de causa desconhecida</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Cada vez mais as pesquisas mostram que as coisas que acontecem no sistema nervoso têm conexões físicas. Isso inclui a resposta imunológica, que é uma resposta protetora a infecções. A mesma resposta que prepara o corpo para uma resposta imediata, como por exemplo, fugir de um bandido, é também o tipo de resposta capaz de modular a imunidade, compara. “O famoso estresse, por exemplo, é uma resposta adaptativa protetora descrita há 80 anos e que funciona com esse mesmo mecanismo”, diz.</p>
<p>A subordinação e a resposta imune em animais têm sido estudadas para avaliar também como um animal “submisso” a outro se comporta diante da doença. Um modelo de pesquisa, que injetava bactérias para simular doença numa dupla de ratos, mostrou que as pressões do animal subordinado eram diferentes em relação ao dominante, conta. “Nesse caso, o dominante se permite demonstrar doença. Já o subordinado se presta a ficar dando atenção ao dominante e o tempo todo demonstra ser submisso socialmente, sem se ocupar de manifestar o comportamento doentio”, compara o cientista.</p>
<p>Os efeitos mais positivos esperados da sua pesquisa é que possa subsidiar políticas públicas, afirma o pesquisador. “Num país com problemas sociais, econômicos e políticos, é algo utópico que esses aspectos sobre saúde sejam considerados. Mas na prática, espero no mínimo poder levantar uma discussão sobre onde a sociedade industrial está empurrando o indivíduo. Não faz sentido ter uma economia crescendo em detrimento da perda de liberdade individual e da saúde do indivíduo. De fato, precisamos repensar a cultura do crescimento, da industrialização, do mercado de consumo, do lucro. Crescer é uma cobrança em todos os grupos sociais e em todos os níveis. Mas o que cresce sem parar é tumor, é câncer”, compara.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Leonor Calasans; Mikael Häggström Polyethylen/Wikimedia Commons; Michael Katotomichelakis, Dimitrios G Balatsouras, Konstantinos Bassioukas, Nikolaos Kontogiannis, Konstantinos Simopoulos, Vassilios Danielides</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cognição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-09T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/internacao-nao-deve-ser-unico-metodo-para-recuperacao-de-usuarios-de-drogas">
    <title>Internação não deve ser único método para recuperação de usuários de drogas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/internacao-nao-deve-ser-unico-metodo-para-recuperacao-de-usuarios-de-drogas</link>
    <description>Tema será debatido no USP Analisa desta sexta pela docente da FFCLRP-USP Clarissa Corradi-Webster e pela psicóloga Mariane Capellato Melo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/clarissaemariane.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Quando se fala em recuperação de usuários de drogas, a primeira ação a ser considerada por muitas famílias é a internação em clínicas ou comunidades terapêuticas. Mas nem sempre essa é a melhor forma de tratamento. Para ampliar o entendimento sobre esse tema, o USP Analisa desta semana conversa com a docente do Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCLRP) da USP de Ribeirão Preto Clarissa Corradi-Webster e com a psicóloga e mestre em Psicologia pela USP Ribeirão Preto Mariane Capellato Melo.<span> </span></p>
<p>“O tratamento para usuários de drogas deve ir além de questões de saúde. Tem que trabalhar com uma rede de assistência social questões ligadas a abrigamento e habitação, geração de renda própria, entre outras. Também é preciso pensar na questão do comércio de drogas, já que muitos acabam internados por problemas com o tráfico”, explica a docente.<span> </span></p>
<p>Orientada por Clarissa, Mariane desenvolveu sua pesquisa de mestrado sobre as internações e observou que há grande uso desse método dentro da Rede de Apoio Psicossocial (RAPS). “Quando falamos em internação, existe uma legislação que determina como e em que momento ela deve acontecer, se é voluntária, involuntária ou compulsória. Dentro disso, tem o direito da família e do próprio usuário saberem onde ele vai ficar e ele ter acesso à família a qualquer hora. A gente ouve relatos de pessoas que são internadas, proibidas de sair daquele local e a família é orientada a não fazer contato nos primeiros meses”, conta.<span> </span></p>
<p>Segundo Clarissa, a legislação orienta como a RAPS deve funcionar, mas a implantação depende de cada município e das políticas públicas do Estado e da União. “A Rede engloba serviços que vão desde atenção básica, moradia, até internação hospitalar. Dentro dela, existem os Centros de Atenção Psicossocial, os CAPS, que oferecem serviços especializados como psicoterapias grupais, atendimento de saúde, à família e aconselha a pessoa a estar em contato com a escola e a profissionalização. Mas isso acaba variando de município para município”.<span> </span></p>
<p>O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> vai ao ar nesta sexta (7), a partir das 12h. O programa é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.<span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Drogas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-05T17:38:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/experimentacoes-urbanas">
    <title>Colóquio analisa novas ideias para sustentabilidade das cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/experimentacoes-urbanas</link>
    <description>Colóquio Experimentações Urbanas, Novas Ideias e Soluções Sustentáveis para Cidades realiza-se nos dias 25 e 26 de março, numa parceria entre o IEA e a Faculdade de Saúde Pública da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-7df1910d8b07468bac71af3009e3e6bc kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-7df1910d8b07468bac71af3009e3e6bc">
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cidade-de-sao-paulo-1" alt="Cidade de São Paulo -1" class="image-inline" title="Cidade de São Paulo -1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Dinâmica urbana exige a experimentação de novas ideias para que as cidades se tornem sustentáveis</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A dinâmica urbana da atualidade exige novos conceitos e práticas de intervenção para que se encontrem respostas aos problemas das cidades, segundo os organizadores do <i>Colóquio Experimentações Urbanas, Novas Ideias e Soluções Sustentáveis para Cidades</i>, que se realiza nos <strong>dias 25 e 26 de abril</strong>, no IEA.</p>
<p>Além de pesquisadores da USP e de outras universidades, o colóquio contará com a participação do sociólogo Jean-Louis Missika, assessor do prefeito de Paris para assuntos de urbanismo, Grande Paris, desenvolvimento econômico e atratividade.</p>
<p>O encontro é organizado pelo IEA e pela Faculdade de Saúde Pública (FSP), com apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa da USP. A participação é gratuita, mas requer <a class="external-link" href="https://goo.gl/KxobHl" target="_blank">inscrição</a> prévia pela internet. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="url" id="parent-fieldname-eventUrl">ao vivo</a> pela internet.</p>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>O colóquio tem com objetivos principais: ampliar o diálogo entre as diversas áreas de conhecimento voltadas às questões urbanas; explorar novos campos de ação e de interface; desenvolver uma agenda de pesquisa e experimentações urbanas; e apresentar processos urbanos, decisões políticas e experiências de governança e participação.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-em-ano-sabatico/pesquisadores-em-2017" class="external-link">Arlindo Philippi Jr.</a>, professor da FSP-USP em sabático no IEA, o colóquio buscará construir uma agenda de pesquisa para a construção de conhecimentos em contextos interdisciplinares voltados a contribuir na análise e enfrentamento de problemas urbanos comuns.</p>
<p>"Nesse sentido, foram eleitos temas transversais de interesse destas áreas, com prioridade para energia, mobilidade urbana, habitação, agricultura urbana e cultura inclusiva. Esses temas possibilitem uma aproximação teórico-prática sobre necessidades concretas, possibilitando a construção de novas conceituações sobre intervenções urbanas."</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>EVENTOS</strong></p>
<p><strong>Políticas Inovadoras para a Mobilidade Urbana</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/politicas-inovadoras-para-a-mobilidade-urbana" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/politicas-inovadoras-para-a-mobilidade-urbana-23-de-setembro-de-2016?searchterm=mobilidade" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>As Novas Tecnologias de Motorização e os Desafios da Mobilidade Urbana</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/as-novas-tecnologias-de-motorizacao-e-os-desafios-da-mobilidade-urbana" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/as-novas-tecnologias-de-motorizacao-e-os-desafios-da-mobilidade-urbana-01-de-novembro-de-2013?searchterm=mobilidade+" class="external-link">Fotos</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-relacoes-entre-tecnologias-de-motorizacao-e-mobilidade-urbana" class="external-link">Notícia </a></li>
</ul>
<p><strong>Cidades Inteligentes: Como São Paulo Pode se Tornar uma Delas?</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/cidades-inteligentes-como-sao-paulo-pode-se-tornar-uma-delas-abertura?searchterm=Cidades+Inteligentes" class="external-link">Vídeo 1</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/cidades-inteligentes-como-sao-paulo-pode-se-tornar-uma-delas-painel-1?searchterm=Cidades+Inteligentes" class="external-link">Vídeo 2</a><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/cidades-inteligentes-como-sao-paulo-pode-se-tornar-uma-delas-painel-1" class="external-link"><br /></a><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/cidades-inteligentes-como-sao-paulo-pode-se-tornar-uma-delas-painel-2?searchterm=Cidades+Inteligentes" class="external-link">Vídeo 3</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/cidades-inteligentes-como-sao-paulo-pode-se-tornar-uma-delas-painel-3?searchterm=Cidades+Inteligentes" class="external-link">Vídeo 4</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/cidades-inteligentes-como-sao-paulo-pode-se-tornar-uma-delas-6-de-dezembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sao-paulo-cidade-inteligente" class="external-link">Notícia </a></li>
</ul>
<p><strong><span class="highlightedSearchTerm">Agricultura</span> <span class="highlightedSearchTerm">Urbana e</span>m Rennes, Montreal e São Paulo: Como Podemos Aprender e Articular Ações à Luz da Comparação?</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/agricultura-urbana-em-rennes-montreal-e-sao-paulo-como-podemos-aprender-e-articular-acoes-a-luz-da-comparacao" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/agricultura-urbana-em-rennes-montreal-e-sao-paulo-como-podemos-aprender-e-articular-acoes-a-luz-da-comparacao-11-de-novembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/agricultura-urbana-articulacao-social-e-poder-publico-em-pauta?searchterm=agricultura+urbana" class="external-link">Notícia</a></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<hr />
<p> </p>
<p><strong>REVISTA<br /></strong><strong>'ESTUDOS AVANÇADOS'</strong></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420030001&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">Dossiê São Paulo 1</a></li>
<li><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420030002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">Dossiê São Paulo 2</a></li>
<li><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420110001&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">Dossiê São Paulo Hoje</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span>Além de Philippi Jr., integram a Comissão Organizadora do colóquio Maria da Penha Vasconcellos, Sonia Maria Viggiani Coutinho, Gilda Collet Bruna, Amanda Silveira Carbone, Juliana Pellegrini Cezare, Michelle de Fátima Ramos e Carolina Cassia Conceição Abilio.</span></p>
<div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-apoio-7df1910d8b07468bac71af3009e3e6bc kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-apoio " id="parent-fieldname-apoio-7df1910d8b07468bac71af3009e3e6bc">
<div class="kssattr-atfieldname-organizacao kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-macro-rich-field-view kssattr-target-parent-fieldname-organizacao-83ce026680e343339f80db534ad04008" id="parent-fieldname-organizacao-83ce026680e343339f80db534ad04008">
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Dia 25</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>8h30</strong></td>
<td><i>Credenciamento</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>9h</strong></td>
<td>
<p class="Default"><strong>APRESENTAÇÃO, METODOLOGIA E PROCESSO DE DISCUSSÃO</strong><br /><strong>Expositores:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a> (IEA e FM-USP) e Arlindo Philippi Jr (IEA e FSP-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>9h30</strong></td>
<td>Webconferência</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h</strong></td>
<td>
<p class="Default"><strong>Painel 1 - EXPERIMENTAÇÕES URBANAS EM PARIS</strong><br /><strong>Expositor:</strong> Jean-Louis Missika (secretário de Urbanismo da Prefeitura de Paris, França)<br /><strong>Comentaristas:</strong> Ana Lucia Nogueira de Paiva Britto (Observatório das Metrópoles do IPPUR-UFRJ) e Eduardo Marques (Centro de Estudos da Metrópole da FFLCH-USP)<br /><strong>Moderador:</strong> Arlindo Philippi Jr. (IEA e FSP-USP)<br /><strong>Relatoras:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura" class="external-link">Deisy Ventura</a> (IRI e FSP-USP) e Juliana Pellegrini Cezare (FSP-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h10</strong></td>
<td><strong>Debate</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h40</strong></td>
<td><i>Intervalo</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h</strong></td>
<td>
<p class="Default"><strong>Painel 2 – TÉCNICAS ALTERNATIVAS, DESIGN E CRIATIVIDADE COM INTERVENÇÃO URBANA</strong><br /><strong>Expositores:</strong> Jacques Waller Barcia Junior (Faculdade CESAR)<br /><strong>Comentaristas:</strong> Libia Patricia Agudelo (UTFPR) e Ana Paula Koury (Universidade São Judas Tadeu)<br /><strong>Moderadora:</strong> Gilda Collet Bruna (UPM)<br /><strong>Relatores:</strong> Maria da Penha Vasconcellos (FSP-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandre-calil" class="external-link">Alexandre Calil</a> (LabProdam)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h40</strong></td>
<td><strong>DEBATE</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>17h</strong></td>
<td>
<p class="Default"><strong>REFLEXÕES SOBRE A TEMÁTICA DOS PAINÉIS 1 E 2 E ENCAMINHAMENTOS<br />Expositoras: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura" class="external-link">Deisy Ventura</a> (IRI/IEA/FSP-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-da-penha-vasconcellos" class="external-link">Maria da Penha Vasconcellos</a>(FSP-USP)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Dia 26</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>9h</strong></td>
<td>
<p><strong>Painel 3 – SOCIABILIDADES URBANAS E NOVOS USOS DO ESPAÇO<br /></strong><strong>Expositor: Jose Guilherme Cantor Magnani (FFLCH-USP)<br /></strong><strong>Comentaristas:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos" class="external-link">Ana Fani Alessandri Carlos</a> (IEA e FFLCH-USP) e Valdir Fernandes (UTFPR)<br /><strong>Moderadora</strong>: Sonia Maria Viggiani Coutinho (Incline-USP)<br /><strong>Relatores:</strong> Eduardo Zancul (Poli-USP) e Cláudia Kniess (Uninove)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h20</strong></td>
<td>
<p class="Default"><strong>Painel 4 - Transformações Urbanas: Práticas Políticas e Participativas<br /></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-natalini" class="external-link"><i>Gilberto Natalini</i></a> (Secretário do Verde e Meio Ambiente)<br /><strong>Comentaristas:</strong> <i>Angélica Benatti Alvim</i> (FAU-Mackenzie) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vera-maria-pallamin" class="external-link"><i>Vera Pallamin</i></a> (FAU-USP)Moderador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link"><i>Pedro Roberto Jacobi</i></a> (IEE/IEA-USP)<br /><strong>Relatorias:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/neli-aparecida-de-mello-thery" class="external-link"><i>Neli Aparecida de Mello-Théry</i></a> (EACH/IEA-USP) e <i>Amanda Silveira Carbone</i> (FSP-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h10</strong></td>
<td><strong>DEBATES DOS PAINÉIS 3 E 4</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h40</strong></td>
<td>
<p class="Default"><strong>REFLEXÕES SOBRE AS TEMÁTICAS DOS PAINÉIS 3 E 4 E ENCAMINHAMENTOS<br /></strong><i>Eduardo Zancul</i> (Poli-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/neli-aparecida-de-mello-thery" class="external-link"><i>Neli Aparecida de Mello-Théry</i></a>(EACH/IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h</strong></td>
<td>
<p class="Default"><i>Intervalo</i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>13h30</strong></td>
<td>
<p class="Default"><strong>OFICINA INTEGRATIVA<br />Participantes: comentaristas, relatores e convidados<br /></strong><strong>Moderadores:</strong> Arlindo Philippi Jr. (IEA e FSP-USP), Maria da Penha Vasconcellos (FSP-USP) e Sonia Maria Viggiani Coutinho (Incline-USP)<br /><strong>Relatora:</strong> Cristina Caselli (Incline-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h30</strong></td>
<td>
<p class="Default"><strong>SÍNTESE, ENCAMINHAMENTOS E ENCERRAMENTO</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br /> 
<hr />
<p><i><strong>Colóquio Experimentações Urbanas, Novas Ideias e Soluções Sustentáveis para Cidades</strong><br />25 e 26 de abril<br />Antiga Sala do Conselho Universitário, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto ao público mediante <a class="external-link" href="https://goo.gl/KxobHl" target="_blank">inscrição</a> prévia - Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet <br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone: (11) 3091-1678</i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-31T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/saude-sociedade-e-historia-uma-revisita-as-contribuicoes-de-ricardo-bruno-mendes-goncalves-16-de-marco-de-2017">
    <title>Saúde, Sociedade e História: Uma Revisita às Contribuições de Ricardo Bruno Mendes Gonçalves - 16 de março de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/saude-sociedade-e-historia-uma-revisita-as-contribuicoes-de-ricardo-bruno-mendes-goncalves-16-de-marco-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-16T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/201crepressao-policial-nao-e-politica-preventiva201d-diz-adorno">
    <title>“Repressão policial não é política preventiva”, diz Adorno</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/201crepressao-policial-nao-e-politica-preventiva201d-diz-adorno</link>
    <description>Prisão deveria ser usada apenas onde esforços preventivos falharam, diz sociólogo em reunião que mostrou as contribuições do NEV para o entendimento da violência em São Paulo
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/acao-policial" alt="Ação policial" class="image-inline" title="Ação policial" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Políticas de prevenção à violência foi um dos temas discutidos por especialistas do NEV-USP, em reunião do Programa USP Cidades Globais</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, coordenador do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP, propõe uma política preventiva na área da segurança pública baseada no modelo do Sistema Único de Saúde (SUS), que trabalha a <span>prevenção segundo os níveis primário, secundário e terciário</span>. "<span>A segurança pública deveria construir um modelo semelhante, voltado à prevenção da violência”, d</span>efendeu Adorno. Ele participou de u<span>ma </span>reunião aberta aos membros do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a>, no dia <strong>23 de fevereiro</strong>, acompanhado pelo pesquisador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-batista-nery?searchterm=Batista+nery" title="Marcelo Batista Nery">Marcelo Batista Nery</a>, também do NEV, quando apresentaram um panorama da violência no estado de São Paulo.</p>
<p>De acordo com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge">Marcos Buckeridge</a><span>, presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp) e coordenador do Programa USP Cidades Globais, o</span>s pesquisadores ligados ao programa manterão uma agenda de discussões informais para que apresentem suas atividades de pesquisa, alinhem objetivos e discutam temas comuns estudados em cada grupo. O objetivo do USP Cidades Globais é construir indicadores e propostas que possam contribuir para a melhoria da qualidade de vida na capital e região metropolitana.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/reuniao-cidades-globais" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-contribuicao-do-nev-usp-para-o-entendimento-da-violencia-em-sao-paulo-23-de-fevereiro-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>“A área da saúde pública foi a que colocou com maior clareza a questão de pensar a violência do ponto de vista da epidemiologia, construindo indicadores a partir da distribuição dos homicídios e suas características. Isso foi possível devido à experiência consolidada da epidemiologia. Certamente a política de prevenção da violência passa pela saúde pública, e nesse aspecto, gosto muito do modelo de saúde que pensa a prevenção segundo os níveis primário, secundário e terciário”, disse Adorno, durante o encontro </span><i>“A contribuição do NEV-USP para o entendimento da violência em São Paulo”</i><span>.</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sergio-adorno-nev" alt="Sérgio Adorno - NEV" class="image-inline" title="Sérgio Adorno - NEV" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Sérgio Adorno defende modelo semelhante ao da saúde coletiva para a prevenção da violência no Brasil</strong><strong> </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Adorno destacou a diferença entre prevenção e repressão policial. “Certamente, a política que pensa a prevenção por meio da repressão, não é uma política preventiva. Ao contrário, reforço a minha tese de que a violência acentua as desigualdades sociais. Nossa sociedade é muito violenta e acredito que as políticas de segurança que isolam alguns em detrimento de outros acentuam as desigualdades. Não penso em igualdade absoluta, mas num mínimo de convivência em espaço comum em que meu direito à vida é respeitado igualmente ao direito do outro”, disse Adorno.</p>
<p>Para o sociólogo, a prevenção à violência poderia se inspirar em níveis de atenção, conforme a modalidade dos crimes e a natureza da violência. “Poderíamos pensar em pessoas com envolvimento leve com o mundo do crime e que receberiam um tratamento geral. Por exemplo, da mesma forma que os governos adotam a vacinação para todos, já que os custos políticos de não o fazer são muito altos. Já o indivíduo com uma doença mais grave recebe tratamento ambulatorial, com monitoramento. Então pessoas com um grau maior de envolvimento com o crime teriam um outro patamar de acompanhamento. Já os casos mais graves requerem hospital, cirurgia. Então para esses haveriam programas mais específicos de prevenção e controle da violência”, compara Adorno.</p>
<p>A prevenção poderia ser planejada estatisticamente, acredita. Uma política de prevenção poderia estar direcionada a determinada faixa de jovens de 15 a 29 anos de idade que tenha contato fortuito com o mundo da transgressão. Dentre esses, os que tenham um contato mais frequente com o crime poderiam ser alvo de programas integrados com escola, esporte e cultura. Para uma pequena porcentagem que já tenha carreira no crime, poderia haver programas com rotinas mais específicas e acompanhamento escolar. Para a parcela que permanece na criminalidade, a opção seria o encarceramento, avalia.</p>
<p>“O encarceramento não deveria ser uma política de entrada e, sim, uma política final, aquela que é utilizada onde os esforços de prevenção não surtiram efeito. O encarceramento é uma política geral. Precisamos de uma política para situações determinadas. Porque há modalidades de crime. E a violência tem naturezas muito diversas”, defende Adorno.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mapa-encarceramento-nev" alt="Mapa encarceramento - NEV" class="image-inline" title="Mapa encarceramento - NEV" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O argumento de Adorno é suportado pela própria evolução das taxas de presos no Brasil, que aumentaram em praticamente todos os estados. No mapa de encarcerados mostrado pelo pesquisador Marcelo Nery, em 2005 os estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Acre e Distrito Federal tinham o maior número de encarcerados: entre 300 e 450 presos para cada 100 mil habitantes. Em 2014, praticamente todas as unidades federativas aumentaram suas taxas, sendo que São Paulo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal continuaram líderes, com um número entre 450 e 469 presos para casa 100 mil habitantes. Poucos estados mantiveram os níveis de 2005: Amazonas e Goiás, com algo entre 110 e 220 presos para cada 100 mil habitantes; e Bahia, Piauí e Maranhão, com números entre 50 e 110 presos para cada 100 mil habitantes.</p>
<p>Mas a tendência de aumento da taxa de presos em todos os estados não foi acompanhada pela melhoria da estrutura carcerária. Em 2016, a maior superlotação em presídios foi registrada em Pernambuco, onde 260% das estão vagas ocupadas. Na seqüência vêm os estados de Amazonas, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Alagoas, com 220% das vagas ocupadas. Em São Paulo, apesar da alta taxa de encarceramento, a taxa de ocupação nos presídios está em torno de 140%, mostrou Nery.</p>
<p>A taxa de prisões por tráfico foi a que mais cresceu. Era 10% entre as prisões em 1996, subiu para 30% em 2012 e caiu para 24% em 2016.</p>
<p> </p>
<p><strong>Homicídios</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcelo-nery/@@images/91d60fd5-f9ac-4cc6-a930-9c0c43f8d6cf.jpeg" alt="Marcelo Nery - NEV" class="image-inline" title="Marcelo Nery - NEV" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Marcelo Nery diz que sociedade está longe de diálogo intersetorial para o enfrentamento da violência</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A evolução do número de homicídios dolosos chama a atenção por uma característica desconcertante. Se a taxa de homicídios dolosos no estado de São Paulo caiu de 45% para 24% de 1996 a 2016, o número das pessoas mortas por policiais entre o número de mortos por terceiros subiu de 2% para 33% no mesmo período. “A polícia contribuiu para a queda dos homicídios nesse período. Mas atualmente ela é uma das principais causas para que as taxas de homicídio não caiam mais no estado”, constata Nery.</p>
<p>Outra característica importante é que foi a queda dos homicídios na capital o principal indicador que puxou para baixo a taxa de homicídios dolosos no estado. Em 1981, a taxa na capital era 14,8%, alcançou picos aproximados de 50% entre 1999 e 2000, caindo para 7,3% em 2016.</p>
<p>Muitos fatos marcantes podem ter influenciado esses números, diz Nery.  Em 1992, o mundo viu o Massacre do Carandiru. Em 1993, formou-se o Primeiro Comando da Capital, o PCC. Em 1997, a violência policial brasileira foi escancarada ao mundo com as imagens chocantes do caso da favela Naval, de Diadema (SP). Em contrapartida, em 1995, foi criada a Ouvidoria da Polícia e, no ano seguinte, a Lei 9299/96 transferiu da justiça militar para a justiça comum os crimes dolosos contra a vida praticados por policiais militares.</p>
<p>Logo após a redemocratização do país e a edição da Constituição Cidadã de 1988, os índices de violência, em especial as taxas de homicídios dolosos, avançaram progressivamente. Em 1999, atingiu 52,5%, seu mais alto nível. Nesse ano, foi editado o 1º Plano Nacional de Segurança Pública.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3><span>Relacionado</span></h3>
<p><strong><span>Vídeo</span></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/reuniao-cidades-globais"><span>A contribuição do NEV para o entendimento da violência em São Paulo</span></a><strong><span> </span></strong></p>
<p><strong><span>Notícia</span></strong></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-violencia-e-politicas-de-seguranca-no-contexto-das-cidades"><span>Evento discute violência e políticas de segurança no contexto das cidades</span></a><strong><span> </span></strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em 2012, conflitos entre membros do PCC e da Polícia Militar fizeram subir para 12% a taxa de homicídios dolosos que, pela primeira vez em décadas, havia caído para um dígito: era 9% em 2011. A partir das jornadas de protesto de junho de 2013, os índices caíram progressivamente, até chegar a 7,3% em 2016.</p>
<p>Os dados da Política Civil e Militar sinalizam que o número de boletins de ocorrência aumentou na capital, região metropolitana e interior paulista, entre 1996 e 2016. Em todo o estado, o número de estupros aumentou, especialmente após 2010, apesar dos crimes contra a dignidade sexual no geral permanecerem no mesmo patamar no período. Crimes contra o patrimônio vêm numa tendência crescente desde 1996, puxado pelo número de roubos, em especial roubo de cargas, que aumentou principalmente na capital, segundo os dados.</p>
<p>“O que dá para perceber é que a mobilidade, a infraestrutura urbana e a oferta de serviços e lazer de alguma forma influenciam nos padrões de homicídios. Mas a cidade tem padrões muito fragmentados e nem sempre é possível dizer que o contexto sociodemográfico determina a ocorrência de crimes”, segundo Nery. O pesquisador observa que há “localidades muito específicas” onde a concentração de homicídios dolosos tem sido historicamente maior.</p>
<p>Para o pesquisador, o enfrentamento dos problemas da violência na sociedade brasileira e a melhoria da qualidade de vida em metrópoles como São Paulo devem passar necessariamente por um diálogo entre o poder público e a sociedade civil. “Mas como sugerir uma aproximação da sociedade com a polícia, por exemplo, se essa polícia é responsável por 33% das mortes contra terceiros?”, questiona.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: 1: <span>Fotos Públicas/ANPr; 2</span> e 4: Fernanda Rezende/IEA; 3: reprodução</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crime Organizado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-13T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/diabetes-exige-estilo-de-vida-mais-saudavel-dos-pacientes">
    <title>Diabetes exige estilo de vida mais saudável dos pacientes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/diabetes-exige-estilo-de-vida-mais-saudavel-dos-pacientes</link>
    <description>Entrevistado do USP Analisa desta semana, pesquisador da USP Carlos Couri explica que convivência com doença é possível desde que haja cuidado na alimentação e prática de exercícios físicos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/USPAnalisaCarlosCouri.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Uma doença silenciosa, que atinge cerca de 13 milhões de brasileiros e é considerada atualmente uma epidemia. Esse é o diabetes, um problema que afeta a produção de insulina, hormônio fundamental para controlar a quantidade de açúcar no sangue. Para esclarecer uma série de dúvidas que a população ainda tem sobre a doença, o USP Analisa desta semana conversa com o médico e pesquisador da Equipe de Transplante de Células-tronco da USP Ribeirão Preto Carlos Eduardo Barra Couri.<span> </span></p>
<p>Ele explica que o diabetes se manifesta de três formas. O diabetes tipo 1 atinge crianças, adolescentes e pessoas magras e exige a aplicação diária de doses de insulina. O tipo 2 está presente em 90% dos casos e acomete idosos e adultos, em consequência de fatores genéticos, obesidade e maus hábitos alimentares. Já o tipo 3 é o diabetes gestacional, que pode ocorrer somente durante a gravidez.<span> </span></p>
<p>Segundo Couri, a doença não deve ser encarada apenas de forma negativa. “Existem pessoas para as quais o diabetes faz bem. Afinal, ele te obriga a se cuidar melhor, a se alimentar bem, não fumar, praticar atividades físicas regularmente. O paciente precisa aprender a conviver com isso”.<span> </span></p>
<p>É o caso do funcionário da prefeitura do campus da USP Ribeirão Preto, José Leandro Rosa, que também participa do programa. Ele descobriu que tinha diabetes tipo 1 aos 20 anos e hoje, aos 52, procura se cuidar. “A convivência às vezes é difícil, mas a gente se acostuma. Vou ao Hospital das Clínicas a cada três meses para acompanhamento e também faço contagem de carboidratos”, conta ele.<span> </span></p>
<p>Couri vai discutir ainda as pesquisas mais recentes no tratamento do diabetes, que envolvem terapia com células-tronco e até o uso de um pâncreas artificial. O programa vai ao ar nesta sexta (17), a partir das 12 horas. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-15T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
