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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 251 to 265.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conselho-deliberativo-do-iea-tera-tres-novos-membros-este-mes-1">
    <title>Conselho Deliberativo do IEA tem três novos membros</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conselho-deliberativo-do-iea-tera-tres-novos-membros-este-mes-1</link>
    <description>José Roberto Piqueira, Denise Alves Fungaro e Ladislau Pereira Sanders Filho são os novos integrantes do Conselho</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-2db3f32f-6686-bda8-5f91-bab3116af838"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O Conselho Deliberativo (CD) do IEA terá três novos membros a partir deste mês. Dois deles foram indicados pelo reitor Marco Antonio Zago, enquanto o representante discente foi escolhido pelos membros discentes do Conselho Universitário da USP. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Diretor da Escola Politécnica da USP, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-castilho-piqueira"><span>José Roberto Piqueira</span></a><span> ocupará a cadeira vacante da professora </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/beatriz-barbuy"><span>Beatriz Barbuy</span></a><span>, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, que fazia parte do CD desde julho de 2015. Piqueira é formado em Engenharia Elétrica (1974) pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP. Também em Engenharia Elétrica, obteve mestrado (1983) pela EESC e doutorado (1987) pela Escola Politécnica da USP, onde também se tornou livre-docente em Controle e Automação, além de ser o atual diretor da Escola.</span></p>
<p dir="ltr">Quem também assume cargo no Conselho do IEA, como representante da sociedade civil, é <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denise-alves-fungaro" class="external-link">Denise Alves Fungaro</a>, graduada em Química (1983), pela Universidade de São Paulo. Também em Química, Denise possui mestrado (1987) e doutorado (1993), ambos pela USP. Realizou Pós-Doutorado (1998) na Universidade de Coimbra, Portugal, na área de eletroquímica aplicada ao meio ambiente. Atualmente é pesquisadora do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN-CNEN/SP). Ela assumirá a cadeira de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-ohtake"><span>Ricardo Ohtake</span></a>, que foi membro do CD entre 2015 e 2016 e é o atual titular da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia"><span>Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</span></a>.</p>
<p dir="ltr">Sem um representante discente desde <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tomas-costa-de-azevedo-marques"><span>Tomás Costa de Azevedo Marques</span></a>, o CD do IEA agora terá <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ladislau-pereira-sanders-filho" class="external-link">Ladislau Pereira Sanders Filho</a> ocupando esta cadeira. Com formação em Geografia (2013) pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Sanders atualmente é estudante de mestrado em Geografia Humana pela USP e desenvolve pesquisas em geografia agrária, disputas territoriais e movimentos sociais, além de reprodução da classe camponesa e agricultura sob o desenvolvimento do modo de produção capitalista.</p>
<p dir="ltr"><span>Os mandatos de Denise e Sanders serão de um ano, por serem representantes da sociedade civil e discente, respectivamente. Já o de Piqueira será de dois anos.</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Conselho Deliberativo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-15T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/coordenador-do-iea-rp-ministra-curso-a-alunos-da-ufam">
    <title>Coordenador do IEA-RP ministra curso a alunos da UFAM</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/coordenador-do-iea-rp-ministra-curso-a-alunos-da-ufam</link>
    <description>Evento é voltado a alunos de pós-graduação em imunologia básica e aplicada</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div id="_mcePaste"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/foto_fernando_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />O coordenador do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP Fernando de Queiroz Cunha ministra nos dias 14 e 15 de agosto um curso sobre sepse aos alunos do Programa de Pós-Graduação em Imunologia Básica e Aplicada da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Conhecida popularmente como infecção generalizada, a sepse atinge cerca de 670 mil pessoas por ano no Brasil e representa um gasto pelo sistema hospitalar de aproximadamente R$ 17 bilhões – R$ 10 bilhões com pacientes que acabam morrendo –, segundo dados do Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS). Ela é causada quando uma infecção por micróbios, como bactérias ou vírus, não é controlada e desencadeia uma resposta inflamatória sistêmica no organismo. Isso leva ao desenvolvimento de lesões nos tecidos do corpo e pode resultar na morte do paciente por falência múltipla dos órgãos, ou seja, o dano é tão grande que eles simplesmente deixam de funcionar.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Mais informações sobre o curso: (92) 3305-4035 ou imunologia.ppgiba.ufam@gmail.com.</div>
<div></div>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-03T19:53:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/em-busca-da-contemporaneidade-perdicao">
    <title>"Em Busca da Contemporaneidade Perdida"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/em-busca-da-contemporaneidade-perdicao</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-14T19:25:08Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-e-radio-usp-iniciam-dia-27-de-marco-novo-programa-de-radio">
    <title>Rádio USP e IEA iniciam novo programa dia 27 de março</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-e-radio-usp-iniciam-dia-27-de-marco-novo-programa-de-radio</link>
    <description>O programa Jornal da USP irá ao ar diariamente às 7h30, com duas horas de duração. A apresentação será de Roxane Ré.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Por </span>Diego C. Smirne, do Jornal da USP</p>
<p><span>O </span><strong>Jornal da USP</strong><span>, que por 30 anos foi impresso e em 2016 passou a ser exclusivamente digital, estará presente a partir da manhã de segunda-feira, dia 27, em uma nova plataforma: o rádio. Diariamente, das 7h30 às 9h30 da manhã, a experiente radialista Roxane Ré apresentará na Rádio USP FM (93,7 MHz em São Paulo e 107,9 MHz em Ribeirão Preto) o programa <em>Jornal da USP</em>, no qual receberá professores e pesquisadores da casa para tratar de temas do cotidiano e de pesquisas de ponta desenvolvidas na Universidade. Além disso, o programa terá também música, reportagens, quadros especiais e canais de participação dos ouvintes.</span><span><br /></span></p>
<p><span>Fruto de uma parceria entre o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e a Rádio USP, o programa tem a intenção de divulgar o pensamento dos professores e pesquisadores da Universidade a respeito de problemas e assuntos em voga na sociedade e apontar soluções ou, ao menos, orientar uma direção a ser seguida para chegar a elas. “Talvez em alguma situação consigamos chegar a resultados que gerem políticas públicas, e então podemos encaminhar a discussão a autoridades ou mesmo trazê-las para participar do programa e questioná-las. Queremos mostrar como a Universidade está em total conexão com a sociedade, aproximá-la das pessoas para quem trabalhamos”, diz Roxane. Ao final do programa, será feito um resumo do que foi discutido, apontando direções e possíveis retomadas do assunto em outras edições do jornal.</span><span><br /></span><span><br /></span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img alt="Roxane Ré - Foto: Marcos Santos/USP Imagens" class="wp-image-74655" height="315" src="http://jornal.usp.br/wp-content/uploads/20170324_00_Roxane.jpg" width="600" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A apresentadora Roxane Ré - Foto: Marcos Santos/Jornal da USP</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Além da entrevista (ou debate, nas ocasiões em que houver mais de um convidado) sobre o tema central de cada edição, o <em>Jornal da USP</em> terá quadros como o #FicaADica, com dicas e sugestões de eventos, cursos e atividades na Universidade; USP em Movimento, o tradicional giro pelos campi com informações sobre o que acontece em cada um deles; uma conversa com a redação do site do </span><strong>Jornal da USP</strong><span>, dando informações sobre as principais matérias do dia; e uma coluna com Paulo Saldiva, professor da Faculdade de Medicina (FM) da USP e diretor do IEA, contando histórias da USP. “Esse quadro do Saldiva será muito interessante, porque ele vai falar sobre coisas que estão no dia a dia da sociedade e que nasceram aqui na Universidade, com nossos pesquisadores e professores.”</span></p>
<p> </p>
<p><span>“Falaremos, enfim, de política, cultura, meio ambiente, atualidades, saúde, tecnologia, tudo que for possível aprofundar. Vamos tentar passar para o programa a efervescência que temos aqui na USP, além de passar para as pessoas o que os nossos professores e pesquisadores têm a dizer sobre os assuntos que estudam todos os dias em profundidade.” A jornalista conta ainda que o<em> Jornal da USP</em> terá músicas e reportagens e que não deixará de tratar de assuntos que estejam fora do roteiro. “Se tivermos alguma notícia quente, importante acontecendo no momento em que fazemos um programa, ou uma votação ou julgamento importante mais tarde naquele dia, não abandonaremos a função jornalística de discutir e reportar esses fatos.” </span></p>
<p><span>Outro objetivo dos idealizadores do programa é que haja o máximo de participação da audiência, aliando as possibilidades oferecidas pelo rádio e pela internet. “O rádio está muito conectado à internet, com Whatsapp, podcasts que podem ser ouvidos a qualquer momento. Isso eu trago da minha experiência nas rádios comerciais. Então, temos no rádio a velocidade da internet, mas não queremos ter a superficialidade dela”, explica Roxane. </span><span><br /></span><span><br /></span><span>Para proporcionar essa participação, há os canais oficiais do </span><i>Jornal da USP</i><span> no Twitter (</span><a href="https://twitter.com/usponline?lang=pt-br"><span>@usponline</span></a><span>) e no Facebook (</span><a href="http://www.facebook.com/usponline"><span>www.facebook.com/usponline</span></a><span>), e também haverá programas com plateia, gravados fora do estúdio. “Pelo Twitter as pessoas poderão participar através da #jornaldausp; faremos também entradas ao vivo pelo Facebook para convidar os internautas a nos acompanhar, e planejamos fazer uma vez por mês um programa com plateia, provavelmente no auditório do IEA ou algum outro espaço da USP.”</span><span><br /></span><span><br /></span><span>Na primeira semana no ar, serão discutidos temas como a Operação Carne Fraca da Polícia Federal, uma série especial sobre desemprego, análises sobre a retomada da economia, pesquisas sobre rastreamento digital </span><span>–</span><span> e como novas tecnologias podem ser úteis ao sistema carcerário, melhorando e barateando o rastreamento de presos </span><span>–, um evento no IEA que ocorre na próxima terça-feira sobre as políticas do presidente norte-americano Donald Trump e como elas afetam o mundo, a América Latina e o Brasil, e, no programa de estreia, uma análise sobre o surto de febre amarela no País, com a participação do médico Drauzio Varella, que já foi vítima da doença.</span><span><br /></span><span><br /></span><span>O programa também marca a volta de Roxane Ré ao rádio após um ano afastada. Depois de quase 30 anos de jornalismo, passando por 15 anos na Rádio CBN e por quatro na Rádio Estadão, ela convida os ouvintes para essa nova experiência. “Estamos no horário nobre do radiojornalismo, o momento em que as pessoas estão no carro, no ônibus, no Metrô, indo para o trabalho ou para a faculdade, e podem nos acompanhar pelo rádio, pelo celular. Vamos trazer a excelência da USP para ser mais uma opção, ou a primeira opção para quem quer um programa de jornalismo com muita informação, discussão aprofundada e debates.”</span><span><br /></span><span><br /></span><span>O<em> Jornal da USP</em> entra no ar a partir de segunda-feira, dia 27, diariamente, das 7h30 às 9h30 da manhã, na Rádio USP FM em São Paulo (93,7 MHz) e em Ribeirão Preto (107,9 MHz).</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-24T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/social-inequalities">
    <title>Use of Geographic Methods to Characterize Social Inequalities</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/social-inequalities</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Peter Kraftl e os membros de sua equipe de pesquisa da Universidade de Birmingham discutirão o tema <strong><i>Cidades Sustentáveis</i></strong> com base em dois projetos de pesquisa: <i>(Re)Connect the Nexus: Young Brazilians' Experiences of and Learning about Food, Water and Energy</i> e <i>New Urbanisms in India: Urban Living, Sustainability and Everyday Life.</i></p>
<p> </p>
<p><strong><i>(Re)Connect the Nexus: Young Brazilians' Experiences of and Learning about Food, Water and Energy</i></strong></p>
<p>O projeto analisa experiências de jovens brasileiros (de 10 a 24 anos de idade) e o aprendizado sobre a relação entre alimentos, água e energia. Será discutido o conceito de "nexo", questionando a utilidade desse quadro no contexto contemporâneo brasileiro - tanto conceitual quanto politicamente. Embora possa ter seus usos nos círculos políticos, o <i>nexus thinking </i>implica na criação de conexões e no escrutínio de<i> trade-offs </i>que leva a um holismo imposto, reduzindo processos sócio-materiais complexos a componentes do nexo em branco, como "alimento" ou "água". Serão apresentados os resultados da pesquisa com jovens e formuladores de políticas públicas sobre como alimentos, água e energia estão entrelaçados em suas vidas e trabalho. Será dado foco às implicações para a educação de sustentabilidade e o urbanismo sustentável. Finalmente, será feita uma reflexão sobre como essas descobertas podem levar os acadêmicos a repensar criticamente e construtivamente o <i>nexus thinking </i>em contextos como o Brasil.</p>
<p><span style="text-align: left; float: none; ">Este projeto é uma colaboração entre a Universidade Estadual Paulista/UNESP, Campus de Guaratinguetá, e as Universidades de Birmingham, Northampton e Leicester, aprovada na Chamada Fapesp "Healthy Urban Living and the Social Science of the Food-Water-Energy Nexus - 2015".</span></p>
<p> </p>
<p><strong><i>New Urbanisms in India: Urban Living, Sustainability and Everyday Life</i></strong></p>
<p><i>Planejamento para a transformação urbana sustentável - pesquisa, impacto e evidências da Índia</i></p>
<p>A transformação urbana está na agenda indiana. De visões a planos e locais de construção, cidades indianas estão passando por mudanças. Como o governo indiano coloca planos em movimento para um conjunto de iniciativas de cidade inteligentes - incluindo <i>retrofitting</i>, redesenvolvimento, desenvolvimento de <i>greenfield</i> e abordagens <i>pan-city</i> - são as experiências e o impacto sobre as pessoas e o local que precisam de consideração significativa. Essa apresentação irá se basear em dois projetos de pesquisa na Índia financiados pelo ESRC para mostrar as principais descobertas baseadas em experiências de mudança urbana para crianças, jovens e suas famílias. O primeiro projeto, <i>New Urbanisms in India</i>, baseia-se em dados de 350 pessoas de diversos contextos socioeconômicos e que vivem em um local de transformação urbana, um novo desenvolvimento privado e urbano. Doze temas centrais emergiram da análise, desde a importância da oferta educativa, questões de (des)conexão e a vida paisagens mutáveis, até uma série de impactos sociais, culturais e econômicos relacionados à mudança urbana. O segundo projeto, <i>Map my Community</i>, foca os processos de planejamento participativo em assentamentos informais em Delhi. Utilizando ferramentas metodológicas inovadoras, as vozes e experiências de públicos diversos são reunidas e usadas para fazer campanha pela mudança. Esses diversos espaços urbanos, do privado ao informal, mostram a complexidade das questões associadas ao planejamento para a transformação urbana sustentável.</p>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/peter-kraftl" class="external-link">Peter Kraftl </a>(UoB)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sophie-hadfield-hill" class="external-link">Sophie Hadfield-Hill</a> (UoB)</p>
<p><strong>Moderação</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a> (FFLCH e IEA-USP)</p>
<p><strong>Comentários</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thais-mauad" class="external-link">Thaís Mauad</a> (FM e IEA/USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-21T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/posse-ricardo-ohtake-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia-17-de-marco-de-2017">
    <title>Posse Ricardo Ohtake - Cátedra Olavo Setubal de Arte Cultura e Ciência - 17 de março de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/posse-ricardo-ohtake-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia-17-de-marco-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-17T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/posse-olavo-setubal-2020">
    <title>Posse de  Néstor García Canclini - Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/posse-olavo-setubal-2020</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: start; "><a class="external-link" href="http://possecanclini.iea.usp.br/">Cerimônia virtual de posse de Néstor García Canclini </a>como titular da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência em 2020.</p>
<p style="text-align: start; "><span>Na posse, ele fará a conferência "As Instituições Fora de Lugar". Em outro vídeo, Canclini participa do triálogo “A Desinstitucionalização da Cultura", com o professor </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a><span> e a antropóloga social Carla Pinochet Cobos, da Universidade Alberto Hurtado, Chile. Além deles, participam da cerimônia: Herkenhoff e Nader; o reitor da USP, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan Agopyan</a><span>; o diretor do IEA, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a><span>; o coordenador acadêmico da cátedra, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a><span>; o diretor do Itaú Cultural, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-saron" class="external-link">Eduardo Saron</a><span>; e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/neca-setubal" class="external-link">Maria Alice Setubal</a><span>, representante da família Setubal. Teixeira Coelho também fará a apresentação de Canclini, em um vídeo específico.</span></p>
<p style="text-align: start; "><span>Sobre o titular</span></p>
<p><span><strong>Néstor García Canclini<br /></strong></span></p>
<p>Nascido em La Plata, Argentina, em 1939 e radicado no México desde 1976, Canclini é doutor em filosofia pela Universidade de La Plata e pela Universidade Paris Nanterre. Lecionou em universidades dos Estados Unidos (Austin, Duke e Stanford), Espanha (Barcelona), Argentina (La Plata e Buenos Aires) e na USP.</p>
<p>Em 2014, recebeu o Prêmio Nacional de Ciências e Artes do México. Seu livro “Culturas Híbridas: Estrategias para Entrar y Salir de la Modernidad” (1990) foi agraciado com menção honrosa do Premio Iberoamericano Book Award da Latin American Studies Association de 1992.</p>
<p><span style="text-align: justify; "><i><a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%A9stor_Garc%C3%ADa_Canclini">Veja perfil expandido</a></i></span></p>
<p><span>Sobre a Cátedra</span></p>
<div><span>A Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência é uma iniciativa do Instituto de </span><span>Estudos Avançados em parceria com o Itaú Cultural, criada em 2016 para promover o </span><span>diálogo entre arte, cultura e ciência. </span><span>O objetivo é fomentar reflexões interdisciplinares sobre temas acadêmicos, artístico-culturais e sociais nos âmbitos regional e global. O titular da cátedra em 2016 foi Sergio Paulo Rouanet, em 2017 foi Ricardo Ohtake, em 2018, Eliana Sousa Silva e em 2019 Paulo Herkenhoff e Helena Nader.</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-21T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/posse-ricardo-ohtake">
    <title>Posse Ricardo Ohtake - Cátedra Olavo Setubal de Arte Cultura e Ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/posse-ricardo-ohtake</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: start; ">Cerimônia de posse de Ricardo Ohtake como titular da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência.</p>
<p>Ohtake possui notória  carreira como formulador e implantador de políticas públicas para a  cultura e como gestor de instituições culturais. Ele faz parte de uma das famílias mais importantes para a arte e a arquitetura do país: é filho da artista plástica Tomie Ohtake (1913-2015) e irmão do também arquiteto Ruy Ohtake. Formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e designer gráfico consagrado, ele dirige o Instituto Tomie Ohtake desde sua criação, em 2001, numa trajetória marcada pela disposição em  democratizar o acesso do público à arte moderna e contemporânea. Ele foi secretário da Cultura do Estado de São Paulo, secretário  do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, diretor do Museu da Imagem e do Som e da Cinemateca  Brasileira. Foi, também, o primeiro diretor do  Centro Cultural São Paulo. Deu aula em diversas faculdades de arquitetura, comunicações  e artes plásticas e foi curador da participação brasileira na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2010.</p>
<p style="text-align: start; ">A Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência, uma iniciativa do Instituto em parceria com o Itaú Cultural, é a primeira cátedra criada na USP para discutir e promover atividades voltadas ao universo das artes e da gestão cultural. O objetivo é fomentar reflexões interdisciplinares sobre temas acadêmicos, artístico-culturais e sociais nos âmbitos regional e global. O primeiro titular da cátedra foi Sergio Paulo Rouanet.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-21T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/posse-eliana-sousa-silva">
    <title>Posse Eliana Sousa Silva - Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/posse-eliana-sousa-silva</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: start; ">Cerimônia de posse de Eliana Sousa Silva como titular da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência.</p>
<p>Eliana Sousa Silva é fundadora da Associação Redes de Desenvolvimento da Maré, da qual é diretora. Em 1997, reuniu um grupo em torno da criação do Curso Pré-Vestibular Comunitário da Maré, para oferecer aos jovens do complexo de favelas com 130.000 habitantes uma oportunidade igualitária de acesso à Universidade. Hoje, a Redes da Maré, desenvolve mais de 20 projetos de desenvolvimento local, arte, cultura e educação. Em parceria com as associações de moradores da Maré, articularam o Movimento "A Maré que Queremos", que promove mobilização social e fórum permanente para debater questões estruturais, acesso a serviços e direitos, segurança pública e melhoria da qualidade de vida nas comunidades da região.</p>
<p style="text-align: start; ">A Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência, uma iniciativa do Instituto em parceria com o Itaú Cultural, é a primeira cátedra criada na USP para discutir e promover atividades voltadas ao universo das artes e da gestão cultural. O objetivo é fomentar reflexões interdisciplinares sobre temas acadêmicos, artístico-culturais e sociais nos âmbitos regional e global. O titular da cátedra em 2016 foi Sergio Paulo Rouanet e em 2017 foi Ricardo Ohtake.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-21T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/posse-olavo-setubal-2019">
    <title>Posse de Helena Nader e Paulo Herkenhoff - Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/posse-olavo-setubal-2019</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: start; ">Cerimônia de posse de Helena Nader e Paulo Herkenhoff como titulares da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência em 2019.</p>
<p style="text-align: start; "><strong><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfRpFTDrwSedeiE8zrn9PIJv07CiiHYTKfGalBTVhsWJcTTcw/viewform" target="_blank">Confirmação de presença</a></strong></p>
<p><strong>Sobre os titulares</strong></p>
<p><span><strong>Helena Nader<br /></strong></span><span>Professora titular de biologia molecular na Unifesp, Helena Nader tem aliado suas atividades como docente e pesquisadora com a atuação como administradora acadêmica, dirigente de entidades científicas e assessora de agências de apoio à pesquisa. Desde 2017, é</span><span style="text-align: justify; "> presidente de honra da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). <br /><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/cv-helena-nader" class="internal-link">Veja perfil expandido.</a></i></span></p>
<p><span><strong>Paulo Herkenhoff<br /></strong></span><span>Referência nacional e internacional para especialistas em </span><span>curadoria, crítica e história da arte. Foi </span><span>diretor Cultural do Museu de Arte do Rio (MAR), diretor do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro, Curador Adjunto do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) e Curador Geral da XXIV Bienal de São Paulo. <br /><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/cv-paulo-herkenhoff-1" class="internal-link">Veja perfil expandido.</a></i></span></p>
<div><strong>Sobre a Cátedra<br /></strong><span>A Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência é uma iniciativa do Instituto de </span><span>Estudos Avançados em parceria com o Itaú Cultural, criada em 2016 para promover o </span><span>diálogo entre arte, cultura e ciência. </span><span>O objetivo é fomentar reflexões interdisciplinares sobre temas acadêmicos, artístico-culturais e sociais nos âmbitos regional e global. O titular da cátedra em 2016 foi Sergio Paulo Rouanet, em 2017 foi Ricardo Ohtake e em 2018, Eliana Sousa Silva.</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-21T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-de-estudos-focara-espaco-urbano-e-cidadania">
    <title>Novo grupo de estudos focará espaço urbano e cidadania </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-de-estudos-focara-espaco-urbano-e-cidadania</link>
    <description>Pesquisadores integrarão o quadro de pesquisas do IEA por dois anos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cartaz-manifestacao/@@images/ca2be73a-c180-49c3-aca1-8070a8060f09.jpeg" alt="Cartaz manifestação" class="image-inline" title="Cartaz manifestação" /><br /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><strong>A cidade como espaço da diversidade e da cidadania será foco das atividades do Grupo de Estudos de Teoria Urbana do IEA </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No centro da crise urbana atual estão a mercantilização espacial, as relações de poder, as revoltas espontâneas, os movimentos sociais organizados, as políticas de emprego e a conquista dos direitos urbanos. Com o objetivo de olhar para essas questões de forma interdisciplinar, o recém-criado Grupo de Estudos de Teoria Urbana Crítica irá integrar durante dois anos os quadros de pesquisa do IEA.</p>
<p>Aprovado pelo Conselho Deliberativo do IEA no dia <strong>13 de dezembro</strong>, o grupo terá a coordenação da professora Ana Fani Alessandri Carlos, do departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.  Autora de “Espaço-tempo na metrópole”, que recebeu a menção honrosa do prêmio Jabuti em Ciências Sociais de 2002,  Ana Fani é especialista em processos metropolitanos e coordenadora do Grupo de Geografia Crítica Radical da FFLCH-USP (Gesp). Também integra o  Núcleo de Apoio a Pesquisa (NAP-USP) Urbanização e Mundialização.</p>
<p>Vera Pallamin, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, estará na vice-coordenação. Pallamin é especialista em cidade e cultura contemporânea; cultura urbana e espaço público; cidade contemporânea e arquitetura; e arte e esfera pública.</p>
<p>"A visão do grupo é que o direito à cidade deve implicar na construção de um novo projeto de sociedade visando mudanças profundas, na tentativa de diminuir desigualdades e conflitos", segundo a professora Ana Fani.</p>
<p>Segundo a coordenadora, as transformações espaciais recentes nas grandes cidades levam a questionamentos sobre o rumo dos processos que conduzem à segregação socioespacial. "Trata-se de um processo que expressa a concentração da riqueza e do poder, de forma que o solo urbano acaba subjugado ao mercado e ao universo da troca, situação que limita o acesso dos 'lugares de realização da vida'", diz.</p>
<p>Algumas linhas de investigação deverão incluir a sociedade urbana em suas diversas escalas e dimensões; os rearranjos da economia contemporânea determinando as dinâmicas e as formas do processo de reprodução do espaço; as relações entre as possibilidades e as contradições do direito à cidade; os diversos sentidos do emprego; a justiça social e o direito à cidade. Sobre esse tema, as coordenadoras nuclearam seminário do Gesp que resultou no livro “Justiça espacial e o direito à cidade”, terceiro volume da série Metageografia, a ser lançada em breve pela editora Contexto.</p>
<p>Os membros permanentes do grupo incluem Alysson Mascaro, professor da Faculdade de Direito (FD) da USP; César Ricardo Simoni Santos, professor da FFLCH-USP; Cibele Saliba Rizek, professora do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da USP de São Carlos; Danilo Volochko, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR); Glória da Anunciação Alves, professora da FFLCH-USP; Isabel Pinto Alvarez, professora da FFLCH-USP; Francisco Comaru, professor da Universidade Federal do ABC; Jorge Luis Barbosa, da Universidade Federal Fluminense; Ricardo Alvarez, professor do Centro Universitário Fundação Santo André. O grupo conta ainda com seis pesquisadores colaboradores.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: USP Imagens<br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-20T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/morre-o-cardeal-d-paulo-evaristo-arns-ex-membro-do-conselho-do-iea-e-colaborador-da-revista">
    <title>Morre o cardeal d. Paulo Evaristo Arns, ex-membro do Conselho do IEA e colaborador da revista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/morre-o-cardeal-d-paulo-evaristo-arns-ex-membro-do-conselho-do-iea-e-colaborador-da-revista</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/d-paulo-evaristo-arns" alt="D Paulo Evaristo Arns" class="image-inline" title="D Paulo Evaristo Arns" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>D. Paulo Evaristo Arns durante o lançamento do nº 24 da revista Estudos Avançados, no IEA</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O cardeal <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dom-paulo-evaristo-arns" class="external-link">d. Paulo Evaristo Arns</a>, arcebispo emérito de São Paulo, morreu aos 95 anos nesta quarta-feira, 14 de dezembro, na capital paulista. Internado desde o dia 28 de novembro com broncopneumonia, ele sofreu falência múltipla dos órgãos.</p>
<p>D. Paulo integrou o Conselho Deliberativo do IEA de 2002 a 2004 como representante da sociedade civil. Em outubro de 2004, ele foi conferencista no encontro <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2004/a-paz-e-as-religioes" class="external-link">A Paz e a Religião</a>. Na revista Estudos Avançados, publicou dois artigos: “<a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142000000300005&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">Brasil: desafios e perspectivas</a>” (número 40, no ano 2000) e “<a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142004000300022&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">A Paz e as Religiões</a>” (número 52, no ano de 2004).<span> Ele também participou do lançamento do número 24 da revista em setembro de 1995.</span></p>
<p><span>Sua trajetória foi relatada no livro “O Cardeal da Resistência – As Muitas Vidas de Dom Paulo Evaristo Arns”, que teve resenha escrita por Luiz Eduardo W. Wanderley e </span><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142014000100026&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">publicada no número 80</a><span> da revista.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Religiões</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-14T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/paulo-saldiva-recebera-premio-cidadao-sao-paulo-do-catraca-livre">
    <title>Paulo Saldiva receberá Prêmio Cidadão São Paulo, do Catraca Livre</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/paulo-saldiva-recebera-premio-cidadao-sao-paulo-do-catraca-livre</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paulo-saldiva" alt="Paulo Saldiva - Perfil" class="image-left" title="Paulo Saldiva - Perfil" />O diretor do IEA, o médico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, será um dos homenageados do <a class="external-link" href="https://catracalivre.com.br/geral/premio-cidadao-sao-paulo/indicacao/premio-cidadao-sp-2016-homenageia-quem-reinventa-sao-paulo/">Prêmio Cidadão São Paulo</a>, conferido pelo <a class="external-link" href="https://catracalivre.com.br/brasil/">portal Catraca Livre</a>. Em sua quinta edição, o prêmio elege “personalidades que transformam a cidade de São Paulo em um espaço mais acolhedor, democrático e criativo”. Saldiva foi o escolhido da categoria Meio Ambiente. A cerimônia de premiação acontecerá em fevereiro de 2017 na Praça Roosevelt, símbolo da revitalização do centro de São Paulo. Leia mais sobre o <a class="external-link" href="https://catracalivre.com.br/geral/premio-cidadao-sao-paulo/indicacao/premio-cidadao-sp-2016-homenageia-quem-reinventa-sao-paulo/">prêmio</a>.</p>
<p>Professor do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da USP, Saldiva lidera há anos pesquisas sobre a poluição atmosférica. Alguns de seus trabalhos inspiraram a criação de políticas públicas na capital paulista, como o rodízio municipal de veículos.</p>
<p>Ele integrou o Comitê da Organização Mundial de Saúde (OMS) que estabeleceu os padrões de qualidade do ar e foi membro do Comitê da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, também da OMS, que definiu o potencial carcinogênico da poluição atmosférica. De 2004 a 2014, fez parte do Science Advisory Committee sobre poluição do ar da Harvard School of Public Health, da Harvard University, nos Estados Unidos.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-14T12:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/permeabilidade-e-o-principal-criterio-de-uma-universidade-empreendedora-diz-etzkowitz">
    <title>Permeabilidade é o principal critério de uma universidade empreendedora, diz Etzkowitz</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/permeabilidade-e-o-principal-criterio-de-uma-universidade-empreendedora-diz-etzkowitz</link>
    <description>Especialista esteve no lançamento do índice de empreendedorismo universitário criado pela Brasil Júnior   </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um fluxo crescente de jovens empreendedores vem redesenhando o mapa do entorno de algumas universidades públicas paulistas. As chamadas <i>start ups </i>de base tecnológica são o produto mais visível dos programas de incentivo criados por universidades, governos e agências para estimular a inovação e o empreendedorismo no Brasil. Uma nova iniciativa para fomentar o ecossistema empreendedor universitário acaba de ser criada. O <a href="http://www.capes.gov.br/images/stories/download/diversos/17112016-Livro-Universidades-Empreendedoras.pdf" target="_blank">Índice de Universidades Empreendedoras, </a>elaborado por um conjunto de entidades estudantis lideradas pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores (<a href="http://www.brasiljunior.org.br/" target="_blank">Brasil Júnior</a>), foi lançado em São Paulo, durante o debate <i>Universidades Empreendedoras - Quais São?,</i> realizado no IEA, no <strong>dia 21 de novembro</strong>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/univempreendedoras-3-web.jpg" alt="Universidades Empreendedoras - 2" class="image-inline" title="Universidades Empreendedoras - 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Manços (esq.), da CsF, e Neves, da Brasil Jr, apresentaram o ranking das universidades empreendedoras </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>De acordo com o ranking da Brasil Júnior, a USP lidera o quadro geral das universidades mais empreendedoras do Brasil, seguida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO). O indicador mede também o grau de empreendedorismo segundo seis eixos, que são cultura empreendedora, inovação, extensão universitária, infraestrutura, internacionalização e capital financeiro.</p>
<p>O maior grau de cultura empreendedora foi encontrado na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), quesito em que a USP ficou em 11º lugar. A USP também se destaca na categoria extensão universitária, em que é seguida pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e Universidade Federal de Viçosa (UFV).</p>
<p>Segundo o ranking, a Universidade Federal do Ceará (UFC) é a mais inovadora, seguida pela USP e PUC-Rio. Esta última é líder em termos de infraestrutura, seguida pela Unicamp e Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). A Unicamp lidera o indicador no eixo internacionalização, seguida pela USP e Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). O indicador revela ainda que o capital financeiro voltado ao empreendedorismo tem maior destaque na Unicamp, que é seguida pela USP e Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).</p>
<p>“O indicador consegue retratar o real significado de uma universidade empreendedora”, disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/henry-etzkowitz" class="external-link">Henry Etzkowitz</a>, presidente da <a class="external-link" href="https://www.triplehelixassociation.org/">Triple Helix Association</a> e mentor da Global Entrepreneurial University Metrics (GEUM), iniciativa voltada à criação de métricas capazes de refletir a inovação e o empreendedorismo nas universidades.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Notícia</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/indice-de-universidades-empreendedoras-tera-lancamento-em-sao-paulo" class="external-link"><span>Í</span><span>ndice de universidades empreendedoras terá lançamento em São Paulo</span></a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/universidades-empreendedoras-2013-quais-sao" class="external-link">Video </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/universidades-empreendedoras-2013-quais-sao-21-de-novembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Além de Etzkowitz, o debate organizado pelo <a href="http://pgt.prp.usp.br/?page_id=286" target="_blank">Núcleo de Política e Gestão Tecnológica</a> (PGT) da USP, pelo IEA e pela Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP contou com a participação do Pró-Reitor de Pesquisa, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger" class="external-link">José Eduardo Krieger</a>, e do diretor-presidente da Fapesp, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-americo-pacheco" class="external-link">Carlos Américo Pacheco</a>. O índice foi apresentado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-pimentel-neves" class="external-link">Daniel Pimentel Neves</a>, da Brasil Júnior, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-de-rosso-mancos" class="external-link">Guilherme de Rosso Manços</a>, da Rede Ciência sem Fronteira (CsF). O debate teve a coordenação do vice-diretor do IEA, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, coordenador do PGT-USP.</p>
<p>Além da Brasil Júnior, participaram da elaboração do índice a Organização Jovem de Liderança do Mundo (AISEC), a Rede de bolsistas e ex-bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras (Rede CsF), Enactus Brasil e Associação dos Estudantes Brasileiros que estão fora do Brasil (BRASA). Criado para mostrar as iniciativas de instituições de ensino superior no Brasil que mais incentivam o empreendedorismo dentro e fora da sala de aula, o indicador foi construído por meio de uma pesquisa online que contou com a participação de mais de quatro mil estudantes universitários de todo o país. Na publicação relacionada acima há mais detalhes sobre a metodologia empregada no estudo.</p>
<p> </p>
<p><strong>Tempo em atividades externas </strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/universidades-empreendedoras-3" alt="Universidades Empreendedoras - 3" class="image-inline" title="Universidades Empreendedoras - 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ambiente inovador valoriza o contato com a sociedade, diz Etzkowitz</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“A permeabilidade ou a relação extramuros é o principal critério para medir quanto uma universidade é empreendedora. Pelo menos 20% de seu quadro docente deve passar uma parte significativa de tempo desempenhando outros papéis na sociedade. Veja, por exemplo, o caso da Universidade de Stanford, que criou três categorias de cargos docentes, voltadas ao ensino, à pesquisa e à consultoria. Assim, a instituição reconhece três proporções diferentes de tempo gasto pelo docente, o que confere maior mobilidade à sua atuação dentro e fora da universidade e permite que ele tenha um engajamento sério junto à sociedade”, disse Etzkowitz.</p>
<p>Segundo o consultor, que é também professor visitante na escola de negócios da Universidade de Edinburgo, Reino Unido, o reconhecimento da atividade docente fora da universidade foi a forma como o Massachusetts Institute of Technology (MIT) se tornou efetivamente uma universidade empreendedora.  Ele conta que a escola de engenharia começou a contratar consultores para dar aulas, de forma que suas consultorias continuaram a ser dadas paralelamente à atividade docente.</p>
<p>Na sequência, o MIT criou a regra do “um quinto”, segundo a qual o docente deve passar um quinto de seu tempo desenvolvendo coisas da sua área para a sociedade e ajudando empresas a desenvolver tecnologias. A regra se espalhou pelo sistema universitário da instituição. “Então a universidade deve legitimar o tempo que o docente se dedica à inovação e ao empreendedorismo junto à sociedade”, disse.</p>
<p>Etzkowitz cita o caso de pessoas que chegam a grandes descobertas e sequer cogitam entrar com pedido de patente. “Isso aconteceu com um físico escocês famoso que não acreditava que poderia patentear sua ideia. Mas quando Marconi apareceu com as mesmas ideias e reclamou patente, então esse cientista teve de voltar atrás”, disse, referindo-se à primeira transmissão de telegrafia sem fio efetuada pelo italiano Guglielmo Marconi (1874-1937), em 1899. O invento que antecedeu o rádio baseou-se nas descobertas de James Clerk Maxwell (1831-1879) e também nos inventos de Nikola Tesla (1856-1943) e ambos não haviam registrado patente, até então.</p>
<p>Outro caso muito famoso envolvendo patentes foi protagonizado pelo mentor de Etzkowitz, o norte-americano Robert K. Merton, criador da multimilionária Focus Group. Merton inventou uma técnica de pesquisa de opinião que posteriormente foi usada por um grupo de estudantes para avaliar a experiência das pessoas a respeito de determinados produtos. “Anos mais tarde, Merton foi convidado para uma reunião especial na Associação Americana de Pesquisa de Opinião Pública e então explicaram a Merton o que fizeram com sua invenção. Ele ficou espantado, não imaginava que com sua técnica de pesquisa seria possível criar uma indústria. Ao final, disse que desejaria ter pedido a patente”, contou Etzkowitz.</p>
<p>“Portanto, é bom pensar na pesquisa básica, mas também nos seus efeitos práticos. Além disso, precisamos criar maneiras de analisar o impacto das pesquisas de forma que não seja apenas pela publicação de artigos”, disse. <span>Foi com esse objetivo que Etzkowitz e seu sócio na Triple Helix Association, professor Loet Leydesdorff, decidiram lançar em 2015 a </span><a href="https://www.triplehelixassociation.org/news/the-global-entrepreneurial-university-metrics-initiative" target="_blank">Global Entrepreneurial University Metrics (GEUM)</a><span>. A iniciativa visa ao desenvolvimento de novas métricas – que incluam empreendedorismo, gênero, diversidade e promoção do interesse publico – para avaliar os sistemas de classificação universitários.</span></p>
<p>“Meu sócio especializou-se na métrica de publicações científicas e começou a questionar a forma como as universidades constroem suas métricas sobre o número de <i>papers </i>publicados. Notamos que se continuarmos a dar importância só aos <i>papers</i>, as universidades empreendedoras irão desaparecer. Por isso juntamos pesquisadores de diversos países, incluindo o Brasil, para criar uma métrica capaz de avaliar o empreendedorismo nas universidades. Em breve faremos workshops em Palo Alto, Califórnia, onde os primeiros resultados serão apresentados”, disse.</p>
<p> </p>
<p><strong>Mudança na prática pedagógica</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/universidades-empreendedoras-4" alt="Universidades empreendedoras - 4 " class="image-inline" title="Universidades empreendedoras - 4 " /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>É preciso se reinventar como professor para que empreendedorismo não seja só uma disciplina, diz Pacheco, da Fapesp </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O diretor-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Carlos Américo Pacheco, revelou números que sinalizam o aumento da atividade empreendedora nas universidades. Mas pontuou que o maior desafio para impulsionar a inovação e o empreendedorismo nas instituições de ensino superior diz respeito principalmente às mudanças nas práticas pedagógicas.</p>
<p>“Do ponto de vista pedagógico é difícil mudar a maneira como se ensinam as coisas, especialmente nas escolas de engenharia, que são muito tradicionais e por isso resistem mais às mudanças. Uma coisa é introduzir uma disciplina de empreendedorismo e outra é mudar a forma de ensinar, tirar o aluno da conduta passiva, estimular mais a solução de problemas, introduzir mais projetos e menos provas. Isso vai além da introdução do empreendedorismo. É preciso se reinventar como professor, buscar coisas novas dentro da prática pedagógica”, disse Pacheco.</p>
<p>Pacheco elogiou a criação do ranking de universidades empreendedoras e principalmente a agenda que dela resultará. “A iniciativa estimula a competição e as universidades disputam quem fica com o maior número de patentes porque isso gera prestígio para as instituições”, disse.</p>
<p>Segundo Pacheco, as universidades brasileiras responderam bem ao novo ambiente institucional que vem proporcionando estímulos ao empreendedorismo, especialmente após a criação da lei de inovação, que sinalizou a importância das parcerias público-privado. “O Brasil vem avançando muito mais do que outros países nessa área. Mas isso gera dúvidas se esse novo ecossistema é sustentável e se isso tem sentido econômico. As universidades brasileiras hoje são responsáveis por 16% das patentes depositadas no INPI [Instituto Nacional de Propriedade Industrial] por residentes brasileiros e essa proporção no passado era de 2%. Por outro lado, as universidades americanas têm 4% das patentes concedidas pelo USPTO [United States Patent and Trademark Office] e esse número tem permanecido nos últimos 20 anos”.</p>
<p>Se por um lado esse movimento é positivo, também demonstra a debilidade do setor privado no Brasil, acredita. Além disso, insere a cultura de valorização da propriedade intelectual no meio universitário, afirma.</p>
<p>A consequência desse novo quadro é o aumento de <i>start ups</i> no entorno das universidades públicas no estado de São Paulo, formando os chamados <i>hubs</i> de empreendedorismo nas proximidades dos campi de universidades como USP, Unicamp, federais e estaduais de São Carlos e também de São José dos Campos, Ribeirão Preto e Botucatu, observou.</p>
<p>Importante notar que egressos daquelas universidades compõem a maior parte dos proponentes de negócios para o Pesquisa Iniciativa em Pequenas Empresas (PIPE-Fapesp), programa que financia projetos de base tecnológica para micro, pequenas e médias empresas, segundo Pacheco.</p>
<p>O diretor-presidente disse que até o final de 2016 serão aprovados quase 300 projetos dessa natureza. “O PIPE já acumula cerca de 1600 projetos aprovados e é a maior carteira de empresas de base tecnológica financiados por uma instituição”, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/univempreendedoras-2web.jpg" alt="Universidades Empreendedoras - 1" class="image-inline" title="Universidades Empreendedoras - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Krieger (esq.), pró-reitor de pesquisa da USP, e Plonski, vice-diretor do IEA</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na abertura do debate <i>Universidades Empreendedoras - Quais São?,</i> o pró-reitor de Pesquisa da USP, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger">José Eduardo Krieger</a> falou sobre iniciativas e editais da USP que mostram o empenho da Universidade em promover o empreendedorismo. Entre elas, as parcerias com a Receita Federal e a associação de exportadores de carnes, que buscam soluções para desafios desses organismos, os quais afetam também a sociedade.</p>
<p>“Mais do que modismo, a inovação é uma fonte grande de recursos para a universidade. Não significa que é a única moeda e ninguém perdeu a noção do que é esta universidade e que nosso principal papel é formar indivíduos diferenciados para atuar na sociedade. Esse é o nosso primeiro produto. Mas temos a oportunidade de transformar conhecimento em riqueza e devemos aproveitar da melhor forma, em especial através dos parques tecnológicos, que dará bases para um ecossistema de inovação na universidade”, disse o professor Krieger.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-30T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/luiza-erundina">
    <title>“O que dá identidade a um governo é a forma como ele exercita seu poder”, diz Erundina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/luiza-erundina</link>
    <description>Em debate do USP Cidades Globais, ex-prefeita critica privatização dos serviços públicos, a falta de estímulo à educação política a pouca importância dada à extensão universitária</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Da agricultura à informática, da engenharia à educação fundamental, o conhecimento produzido na USP tem sido aplicado ao longo de décadas em inúmeros setores e tem contribuído para o avanço tecnológico e científico do país. Mas ainda existe na sociedade a percepção de que a produção uspiana permanece intramuros. Como aplicar as pesquisas produzidas na Universidade visando à solução de problemas da capital paulista foi uma das questões que permeou o debate com a ex-prefeita Luiza Erundina, segunda expositora do ciclo <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/haddad-e-erundina-apresentam-no-iea-suas-experiencias-como-prefeitos-de-sao-paulo" class="external-link">Gestão de uma Metrópole: a Experiência dos Prefeitos de São Paulo</a>, </i>organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/gestao-de-uma-metropole-a-experiencia-dos-prefeitos-de-sao-paulo-luiza-erundina" class="external-link">Vídeo</a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/gestao-de-uma-metropole-a-experiencia-dos-prefeitos-de-sao-paulo-luiza-erundina-18-de-novembro-de-2016-1" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Notícia</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/haddad-e-erundina-apresentam-no-iea-suas-experiencias-como-prefeitos-de-sao-paulo" class="external-link">Haddad e Erundina apresentam suas experiências como prefeitos</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/fernando-haddad" class="external-link">Haddad: as dificuldades para administrar São Paulo durante a crise econômica</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No dia <strong>18 de novembro</strong>, a deputada federal (PSOL-SP) criticou a adoção da política do “Estado mínimo” que vem terceirizando serviços públicos prioritários. Destacou que uma cidade global precisa dar acesso à educação e promover a consciência política de sua população. Defendeu uma distribuição mais equânime do orçamento municipal conforme o nível de renda dos distritos e criticou as universidades públicas que não colocam a extensão universitária no mesmo nível de importância do ensino e da pesquisa.</p>
<p>A série pensada para servir de suporte para as ações do programa foi inaugurada com o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/fernando-haddad" class="external-link">relato do prefeito Fernando Haddad</a>, no dia <strong>11 de novembro.</strong> Todos os ex-prefeitos serão convidados a dar depoimentos. Lançado em julho deste ano, o USP Cidades Globais buscará estabelecer conexões entre as pesquisas acadêmicas e as políticas públicas voltadas aos centros urbanos. O objetivo é elevar São Paulo para o time das metrópoles mais influentes e com melhores indicadores de qualidade de vida.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/luiza-erundina-5" alt="Luiza Erundina - 5" class="image-inline" title="Luiza Erundina - 5" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>"Não se pode depender do altruísmo de professores e estudantes para que a extensão aconteça e a sociedade tenha acesso às tecnologias e aos saberes"</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Erundina disse que houve em seu mandato (1989-1993) situações concretas que foram fruto da parceira de daquela gestão com quadros da USP. "Um exemplo foram as novas tecnologias habitacionais criadas para a população de baixa renda. Houve muitos acertos. Mas respostas eficazes do passado são insuficientes para fazer frente aos problemas atuais. O desafio de reconstruir saídas e soluções deve passar pelo enfrentamento das relações de poder e isso inclui o saber. Não se pode depender do altruísmo de professores e estudantes para que a extensão aconteça e a sociedade tenha acesso às tecnologias e aos saberes”, disse Erundina.</p>
<p>A deputada defendeu que a extensão deveria cumprir a função social da universidade e ser a sua essência. “A universidade deve saber que precisa da prática e da dinâmica da sociedade até para se repensar como teoria, como ciência e como pesquisa. Deveria haver uma instância capaz de integrar governo, sociedade e universidade, formando um canal permanente de diálogo para encaminhar demandas”, disse Erundina.</p>
<p>Para Erundina, a iniciativa do IEA é instigante para evidenciar o papel da cidade de São Paulo no mundo e o papel da universidade para o país. “Quando vim para São Paulo fugindo da Ditadura Militar, vi que a luta da terra também estava aqui e me envolvi como assistente social com o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto. Mas quando o povo conquista seu direito, esbarra na falta de soluções técnicas inteligentes para seus problemas. Vimos que muitos técnicos não são formados para ajudar com os grandes problemas da periferia. Porque somos uma sociedade extremamente desigual, inclusive em relação ao saber. A formação profissional que não estabelece vínculos com a sociedade é no mínimo insuficiente”, disse.</p>
<p>“Nós deputados só somos chamados quando é para apresentar emenda ao orçamento. Eu me pergunto quando é que a bancada de São Paulo será chamada para ter uma conversa com a USP para que ela apresente suas demandas e assim estabelecermos canais permanentes de interlocução. É hora de chamar os legisladores para viabilizar muitos projetos engavetados. Gostaria de ser chamada com outros colegas para discutir questões que tenham rebatimento em óbices da esfera federal”, afirmou.</p>
<p>O diretor do IEA, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, interviu dizendo que o IEA pretende convidar todos os ex-prefeitos e membros da USP e de outras instituições para fazer parte de um conselho que deverá tratar de temas relevantes para a cidade de São Paulo.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ERUNDINA-04.jpg" alt="Luiza Erundina - 3" class="image-inline" title="Luiza Erundina - 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>O coordenador do USP Cidades Globais, professor Buckeridge (dir.) ao lado da deputada</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O coordenador do programa, professor <span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge?searchterm=buckerid" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, disse que o Cidades Globais gostaria de ter acesso ao Legislativo para desvencilhar o cipoal jurídico e político e entregar ideias e conhecimento da melhor maneira possível. "Mas de fato, falta alguém, algum assessor de gabinete que possa fazer essa ponte. E se isso já acontece, então precisamos encontrar um mecanismo mais eficiente. Estamos tentando descobrir como resolver o problema do afastamento com a sociedade e posso dizer que há centenas de professores preocupados com isso”.</p>
<p>Para Erundina, a universidade deve entrar no jogo político antes mesmo de qualquer campanha ou independentemente da escolha de candidatos, para que possa haver uma simbiose permanente com a sociedade.</p>
<p> </p>
<p><strong>Educação política</strong></p>
<p>Os grandes desafios da São Paulo de hoje não envolvem apenas resolver os nós urbanísticos; estão ligados muito mais ao método de gestão, acredita Erundina. “O Executivo e o Legislativo devem ter ao seu lado no governo o poder popular. Uma democracia se justifica pelo poder soberano que emana do povo. O que marcou e tornou nossa experiência exitosa em muitos aspectos foi a capacidade daquele governo plural se harmonizar em torno de um projeto consensual, construído por todos os que dele participaram”, disse.</p>
<p>Uma gestão radicalmente democrática, capaz de estimular a cidadania e mobilizar os sujeitos sociais, deve ser a preocupação de qualquer candidato que se autodenomine de centro esquerda, defendeu. Para ela, o cidadão deve se assumir como sujeito político capaz de decidir as questões estratégicas da vida da cidade. "O que sobrou do nosso governo foi justamente a forma de ser governo, sua relação interna. O que dá identidade a um governo é a forma como ele exercita seu poder. Deixamos uma experiência educativa, pedagógica e realizadora do ponto de vista da cidadania política”, afirmou.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/luiza-erundina-1" alt="Luiza Erundina - 1" class="image-inline" title="Luiza Erundina - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span><strong>"O cidadão deve se assumir como sujeito político capaz de decidir as questões estratégicas da vida da cidade"</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>É preciso criar condições e correlações de força e poder para a São Paulo de hoje chegar ao modelo de cidade que a USP está querendo construir, ressaltou. “A contribuição da sociedade em termos de elevar o nível de consciência política e de se organizar de forma participativa independe de governos. Acredito na formação política do cidadão a partir da luta política. A negação dos jovens a um sistema de ensino imposto é uma novidade e um sinal de esperança. Não esperemos mais nada de partidos políticos, de governos ou do Congresso. Está emergindo a possibilidade de novas ideias e lideranças, há uma luz no fim do túnel. A saída não é convencional e Dória irá enfrentar novidades emergindo ao largo dessa crise profunda que não tem solução nela mesma”, disse a deputada.</p>
<p>O fato de a cidade ter esgoto a céu aberto remete a impedimentos políticos, pois coisas elementares no atendimento às necessidade básicas possuem soluções técnicas. "Mas o esvaziamento dos partidos resultou na falta de militância e de educação política. Ao contrário, hoje estão propondo a escola sem partido. Há uma crise na política e na educação, dos meios pelos quais as pessoas se descobrem sujeitos políticos. Assim, acabam demonizando e rejeitando a política", afirmou ao lembrar que há cada vez menos pessoas votando.</p>
<p>Na era da inclusão digital, destacou, existem 600 mil analfabetos, sendo 60% de jovens de 15 a 40 anos de idade. “A educação política é essencial para diminuir essas diferenças. A fragilidade da democracia decorre da falta de educação política do povo. A falta de esperança é a pior face da crise. Mas as saídas são políticas e coletivas”.</p>
<p><strong>“Tendência privatista”</strong></p>
<p>“É ótimo ter um padrão, um método, uma referência como essa que vocês estão construindo para fazer de São Paulo uma cidade global. Mas como esse modelo absorve o imprevisível e as crises que se sucedem?",questionou. Pode ser que a cidade alcance um padrão, tecnicamente falando. Mas a realidade humana e de qualquer cidade é tão dialética que escapa a qualquer modelo, acredita. "Como buscaremos um padrão, lidando com o imponderável da política, da cultura e da história?”, questionou.</p>
<p>O imponderável das mudanças políticas drásticas e as crises requerem a eliminação das instabilidades sociais, disse Buckeridge. “Não se trata exatamente de enquadrar a cidade num padrão global. Trata-se de buscar meios de proporcionar bem estar à população”, respondeu o professor.</p>
<p>A ex-prefeita lembrou que a metrópole paulista é multifacetada, com enorme pluralidade cultural e diversidade humana. Com isto, o primeiro desafio para tornar São Paulo uma cidade melhor é não conceber São Paulo como uma única cidade.  Com 32 subprefeituras, o desafio é unir esses “pedaços” de forma a respeitar cada um pela sua diferença, ajudando cada parte a se autogovernar, disse.</p>
<p>“A solução para uma região pode não servir para outras. Questões estratégicas como destinação de recursos passam necessariamente pelo respeito à diversidade. Temos uma distribuição orçamentária desigual. Por que Cidade Tiradentes, por exemplo, fica com R$ 80 reais per capta de orçamento anual e a região de Pinheiros, com R$ 140 reais per capta? É preciso reverter essa lógica. O orçamento deve ser descentralizado. Mas viemos de uma cultura autoritária e sem transparência. Um projeto de gestão não pode se limitar a uma lógica de governo ou de reeleição”, defendeu.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ERUNDINA-06.jpg" alt="Luiza Erundina - 4" class="image-inline" title="Luiza Erundina - 4" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Modelo privatista deverá se acentuar na gestão Dória, disse Erundina</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A ex-prefeita avalia que a filosofia de governo “com tendência privatista praticada durante Haddad será acentuada na gestão João Dória Júnior”. Lembrou que 70% do orçamento da Secretaria de Saúde são gerenciados pelas Organizações Sociais (OS). O mesmo vale para a educação, em que quase 80% das creches estão nas mãos da iniciativa privada, e também para os transportes públicos, “que tem a metade dos ônibus da capital nas mãos de um único empresário capaz de inviabilizar linhas de metrô para que seus ônibus continuem a transportar milhares por dia”, disse.</p>
<p>“Essa é uma linha de condução política, uma marca que na gestão Dória provavelmente irá se acentuar e ele já anunciou que irá privatizar o autódromo de Interlagos, o Anhembi e os corredores de ônibus. As implicações de privatizar 100% do transporte público tem a desvantagem de o gestor não ter o controle sequer da planilha de custos desses serviços para estabelecer tarifas. O Estado fica à mercê de quem apenas visa o lucro”, disse.</p>
<p>Erundina lembrou que essa visão de Estado mínimo significa menos direitos sociais e mais lucro para as empresas. “O Estado acaba virando um simples arrecadador de tributos, já que não está exercendo sua função pública. Quer papel mais precípuo do Estado do que fornecer saúde, educação e transportes para a população?”, indaga.</p>
<p class="discreet" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos 1 e 4: </span><span>Marcos Santos (USP Imagens)/ 2 e 3: </span><span>Leonor Calasans (IEA)/ </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-23T18:10:00Z</dc:date>
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