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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 271 to 285.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-governabilidade-do-nexo-urbano">
    <title>Nexo urbano: nova perspectiva de governança da sustentabilidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-governabilidade-do-nexo-urbano</link>
    <description>O seminário "A Governabilidade do Nexo Urbano" será realizado no dia 17 de novembro, das 14 às 17 horas, na Sala de Eventos do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838">
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mercado-de-frutas-e-hortalicas" alt="Mercado de frutas e hortaliças" class="image-inline" title="Mercado de frutas e hortaliças" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>A disponibillidade de alimentos é um dos<br />componentes do enfoque chamado de nexo urbano</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Pesquisadores têm considerado a análise da articulação das ofertas de água, alimentos e energia uma perspectiva inovadora para o exame da sustentabilidade de sistemas urbanos, tanto em termos operacionais quanto de governança. Essa abordagem será o tema do seminário <i>A Governabilidade do Nexo Urbano</i>, no dia <b>23</b> <strong>de novembro, das 14 às 18 horas</strong>.</p>
<p><span> </span><span>O encontro vai discutir a interação entre os três recursos </span><span>nas condições de urbanização de países em desenvolvimento, especialmente no caso do Brasil (</span><i>leia a <a class="anchor-link" href="#programacao">programação</a> abaixo</i><span>).</span></p>
<p>De acordo com os organizados do evento, "as possibilidades de otimização sistêmica de cadeias de provimento se colocam como necessárias para a redução das compensações e interdependências na produção e oferta conjunta de água, energia e alimentos".</p>
</div>
<div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-inscricao-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-inscricao " id="parent-fieldname-inscricao-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838">
<p>O seminário é uma realização do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA, do <a class="external-link" href="http://govamb.iee.usp.br/" target="_blank">Grupo de Estudos e Acompanhamento de Governança Ambiental</a> (GovAmb) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) e do <a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/site/paginas/mostrar/74" target="_blank">Departamento de Saúde Ambiental</a> da Faculdade de Saúde Pública (FSP), todos da USP.</p>
<p>A Comissão Organizadora é constituída por Leandro Giatti (IEA e FSP), Pedro Roberto Jacobi (IEA, FE e IEE), Michele Dalla Fontana (Universidade de Veneza, Itália), Alberto Urbinatti, Joshua Daniel Shake (FSP) e Leandro Belini.</p>
<p>O evento é aberto ao público, mas requer inscrição prévia via <a class="external-link" href="https://goo.gl/Ys874A" target="_blank">formulário online.</a> Quem não puder comparecer, poderá assistir ao seminário <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo pela internet</a> (sem necessidade de inscrição)</p>
</div>
</div>
<div></div>
<div>
<h3><a name="programacao"></a>Programação</h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>14h</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Abertura - Uma Breve Apresentação sobre o Nexo Urbano</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-luiz-giatti" class="external-link">Leandro Giatti</a> (IEA e FSP-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>1º BLOCO</td>
<td><strong>A GOVERNABILIDADE SETORIAL DO NEXO EM NÍVEL MUNICIPAL</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h20</strong></td>
<td><strong>O Município e o Alcance de Políticas Públicas<br />que Conectam Alimentação Saudável e Sustentável</strong><br />Patrícia Constante Jaime (FSP-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h50</strong></td>
<td><strong>Gestão Municipal de Energia</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/celio-bermann" class="external-link">Célio Bermann</a> (IEA e IEE)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h20</strong></td>
<td>
<p><strong>A Água como Foco Central das Cadeias do Nexo<br />e a Atuação do Município na Gestão dos Recursos Hídricos</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi </a>(IEA, FE e IEE)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h50</strong></td>
<td><i>Intervalo</i></td>
</tr>
<tr>
<td>2º BLOCO</td>
<td><strong>INTERDEPENDÊNCIA E SINERGIA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h</strong></td>
<td>
<p><strong>Investigação do Nexo Urbano no Município de Guarulhos<br />e a Perspectiva do Planejamento Urbano</strong><br />Michele Dalla Fontana (Universidade de Veneza, Itália) e Joshua Daniel Shake (FSP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h30</strong></td>
<td>
<p><strong>Identificação de Interdependências e Possibilidades<br />de Sinergia Viáveis a Partir do Nível Municipal<br /></strong>Debate aberto à todos os participantes<br />Moderador: Leandro Giatti (IEA e FSP)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao "><br /> 
<hr />
</div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao "><i><strong>A Governabilidade do Nexo Urbano</strong><br />23 de novembro, das 14 às 18h<br />Sala de Eventos do IEA, rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento aberto ao público, gratuito e com inscrição via <a class="external-link" href="https://goo.gl/Ys874A" target="_blank">formulário online<br /></a>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo pela internet</a><br />Informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678</i></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao " style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://www.flickr.com/photos/portalpbh/15083996238/in/photolist-nsY2JZ-dnggVW-cyirid-e2zYPV-oYUwnB-pgpCYe-ef968V-dihWzH-eSrSmf-dWUHNg-bN5L6P-dWUHJi-nfpffe-dX1nPL-oYVqyE-dP5WoW-dD2hRs-e4HoFk-oYUwXz-dX1nw3-ajyYNd-nfpfoR-psM2B4-dSKcSE-e2Vs8r-bUsBE2-bVj3WA-c7NSuU-cD5WAA-oYUvsF-pgpCsp-oYUwHg-oYUvFg-bQQC8F-bQQAEr-bchgev-cD5WgJ-nqUPLM">Doralice Calazans</a></span></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-08T16:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-experiencia-de-montreal-e-rennes-na-agricultura-urbana">
    <title>A experiência de Montreal e Rennes na agricultura urbana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-experiencia-de-montreal-e-rennes-na-agricultura-urbana</link>
    <description>Seminário Agricultura Urbana em Rennes, Montreal e São Paulo: Como Podemos Aprender e Articular Ações à Luz da Comparação? acontece no dia 11 de novembro, das 15h às 18h, na Sala de Eventos do IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Montreal_rooftop_greenhouse-2.jpg" alt="Montreal rooftop greenhouse -1 " class="image-inline" title="Montreal rooftop greenhouse -1 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Montreal_rooftop_greenhouse-1.jpg" alt="Montreal rooftop greenhouse - 2" class="image-inline" title="Montreal rooftop greenhouse - 2" /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Montreal Rooftop Greenhouse, a maior estufa comercial sobre prédios do mundo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A experiência de cidades como Rennes, na França, e Montreal, no Canadá, em projetos e iniciativas relacionados à agricultura urbana serão o ponto de partida para uma discussão que visa a articular ações para a ampliação e consolidação da prática em São Paulo.</p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana" class="external-link">Grupo de Estudos em Agricultura Urbana</a>, sediado no IEA, o seminário <i>Agricultura Urbana em Rennes, Montreal e São Paulo: Como Podemos Aprender e Articular Ações à Luz da Comparação?</i> acontece no dia <strong>11 de novembro, das 15h às 18h</strong>, na Sala de Eventos do IEA. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web.</p>
<p>Segundo os organizadores, a prática da agricultura urbana promove mudanças benéficas na estrutura social, econômica e ambiental do local onde se instala. Ela fomenta projetos e iniciativas voltadas para o desenvolvimento de empreendimentos sociais e de ações comunitárias. Nas cidades que serão estudadas, o sucesso da prática se deu basicamente por meio de serviços, negócios sociais e políticas públicas.</p>
<p>“São Paulo vive um momento-chave para o direcionamento da gestão pública, das iniciativas sociais e do posicionamento acadêmico”, afirmam os pesquisadores do grupo. A concretização da agricultura urbana depende de decisões políticas e da implementação de ferramentas e dispositivos para viabilizá-las.</p>
<p><span><strong>Programação </strong></span></p>
<p><strong>1. Das 15h às 16h15</strong> – Apresentação dos casos internacionais e dos convidados que estruturam e articulam suas próprias atividades com politicas públicas e demais dispositivos formais e informais</p>
<p>Mediação: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-nagib" target="_blank">Gustavo Nagib</a></p>
<ul>
<li>Agricultura Urbana em Rennes: atores, práticas e politicas públicas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giulia-giacche" target="_blank">Giulia Giacchè</a></li>
<li>Agricultura Urbana em Montreal: atores, práticas e politicas públicas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lya-cynthia-porto-de-oliveira" target="_blank">Lya Porto</a></li>
<li>Hortas urbanas e compostagem: atualidade e perspectivas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-visoni" target="_blank">Claudia Visoni</a></li>
<li>Empreendedorismo e cooperação na agricultura, o caso da Cooperapas – Valéria Marcoratti</li>
<li>Empreendedorismo e cooperação na agricultura, o caso da Associação dos Produtores da Zona Leste – Andreia Perez Lopes</li>
<li>Agricultura Urbana na cidade de São Paulo: o poder público em ação – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-henrique-marinho-meira" class="external-link" target="_blank">Luís Henrique Marinho Meira</a> (COSAN)</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2. Das 16h30 às 17h30 </strong>– Debate aberto entre pesquisadores, convidados e público: "<i>Como podemos aprimorar os serviços e as estruturas de agricultura urbana em São Paulo à luz de casos internacionais?</i>"</p>
<p><strong>3. Das  17h30 às 18h</strong></p>
<p>Resoluções possíveis e encerramento</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-08T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-rennes-montreal-sao-paulo">
    <title>Agricultura Urbana em Rennes, Montreal e São Paulo: Como Podemos Aprender e Articular Ações à Luz da Comparação?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-rennes-montreal-sao-paulo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A prática da agricultura urbana promove mudanças benéficas na estrutura social, econômica e ambiental do local onde ela se instala. Entretanto, sua concretização depende fundamentalmente de decisões políticas e da implementação de ferramentas e dispositivos para viabilizá-las.</p>
<p>Neste debate, pretende-se aprofundar como outras cidades do mundo, em particular Rennes (França) e Montreal (Canadá), estão fomentando projetos e iniciativas voltadas para o desenvolvimento de empreendimentos sociais e de ações comunitárias.</p>
<p>O objetivo deste encontro é apresentar boas práticas de agricultura urbana e como estas foram estruturadas por intermédio de serviços, negócios sociais e políticas públicas. Com base nessas apresentações, promover-se-á, também, um debate com o público presente a fim de articular ações para a melhoria de ações públicas em torno da agricultura urbana em São Paulo, que vive um momento-chave para o direcionamento da gestão pública, das iniciativas sociais e do posicionamento acadêmico.</p>
<p><b>O debate</b> será organizado em três partes:</p>
<p><b>Parte 1 - 15h às 16h15</b></p>
<p>Apresentação oral dos casos internacionais e apresentação oral dos convidados, que estruturam e articulam suas próprias atividades com políticas públicas e demais dispositivos formais e informais.</p>
<p>Mediação: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-nagib" target="_blank">Gustavo Nagib</a></p>
<ul>
<li>Agricultura Urbana em      Rennes: atores, práticas e políticas públicas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giulia-giacche" target="_blank">Giulia Giacchè</a> </li>
<li>Agricultura Urbana em      Montreal: atores, práticas e políticas públicas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lya-cynthia-porto-de-oliveira" target="_blank">Lya Porto</a></li>
<li>Hortas urbanas e      compostagem: atualidade e perspectivas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-visoni" target="_blank">Claudia Visoni </a></li>
<li>Empreendedorismo e      cooperação na agricultura, o caso da Cooperapas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valeria-marcoratti" class="external-link">Valéria Marcoratti</a></li>
<li>Empreendedorismo e      cooperação na agricultura, o caso da Associação dos Produtores da Zona      Leste – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andreia-perez-lopes" class="external-link">Andreia Perez Lopes</a> </li>
<li>Agricultura Urbana na      cidade de São Paulo: o poder público em ação – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-henrique-marinho-meira" class="external-link">Luís Henrique Marinho Meira</a> (COSAN) </li>
<br /> 
</ul>
<p><b>Parte 2 - 16h30 às 17h30</b></p>
<p>Debate aberto entre pesquisadores, convidados e público: "<b><i>Como podemos aprimorar os serviços e as estruturas de agricultura urbana em São Paulo à luz de casos internacionais?</i></b>".</p>
<p><b>Parte 3 - 17h30 às 18h</b></p>
<p>Resoluções possíveis e encerramento.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-07T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/haddad-e-erundina-apresentam-no-iea-suas-experiencias-como-prefeitos-de-sao-paulo">
    <title>Haddad e Erundina apresentam suas experiências como prefeitos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/haddad-e-erundina-apresentam-no-iea-suas-experiencias-como-prefeitos-de-sao-paulo</link>
    <description>Encontros integram a série Gestão de uma Metrópole: a Experiência dos Prefeitos de São Paulo, coordenada pelo programa USP Cidades Globais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fernando-haddad-perfil" alt="Fernando Haddad - Perfil" class="image-left" title="Fernando Haddad - Perfil" />O programa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">USP Cidades Globais</a> inicia no dia <strong>11 de novembro</strong> um ciclo de conversas com todos os prefeitos da capital paulista. A série <i>Gestão de uma Metrópole: a Experiência dos Prefeitos de São Paulo</i> terá como primeiro convidado o atual prefeito Fernando Haddad.</p>
<p>A partir <strong>das 9h30 </strong>da manhã, na Sala de Eventos do IEA, ele apresentará os principais desafios para a administração da cidade, em sua visão. Após sua fala, Haddad participará de um diálogo com os pesquisadores do USP Cidades Globais.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/luiza-erundina" alt="Luiza Erundina - Perfil" class="image-right" title="Luiza Erundina - Perfil" />Na sexta-feira seguinte ao encontro com Haddad, a convidada será a deputada Luiza Erundina. Prefeita de São Paulo de 1989 a 1993, ela contará a sua experiência na gestão do município no dia <strong>18 de novembro, às 14h30</strong>, também na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p>A coordenação do USP Cidades Globais acredita que os problemas das cidades são muitos e precisam ser priorizados. O relato dos prefeitos ajudará a direcionar o que deve ser prioridade nas pesquisas e atividades do programa.</p>
<p>O público externo poderá participar da atividade mediante inscrição prévia, mas as vagas são limitadas.</p>
<p><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSezBJCaQfGmx6MMJVtxnTb8yHGfNI_bInNdelNUKTfryxZdlA/viewform">Inscrições para encontro com o prefeito Fernando Haddad</a> (<i><strong>INSCRIÇÕES ENCERRADAS</strong></i>)</p>
<p><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScuXoh0_TeK_cq2DyXk92r2Cx2Q0qUqgE_fluvZoCjp2JHDXg/viewform">Inscrições para o encontro com a deputada Luiza Erundina</a></p>
<p>Os encontros serão transmitidos <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA. Para acompanhar online não é necessário se inscrever.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-01T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lei-de-residuos-solidos-nao-e-cumprida-e-faltam-pesquisas-sobre-contaminacao-de-solo">
    <title>Faltam pesquisas na área de contaminação dos solos e mineração</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lei-de-residuos-solidos-nao-e-cumprida-e-faltam-pesquisas-sobre-contaminacao-de-solo</link>
    <description>Em palestras sobre contaminação do solo e resíduos da mineração, especialista mostra prós e contras da Política Nacional de Resíduos Sólidos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lixao" alt="Lixão" class="image-inline" title="Lixão" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Lixões são ilegais, mas ainda persistem em 75% dos municípios brasileiros, mostrou especialista da Poli-USP</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Por lei, todos os lixões do país deveriam ter sido fechados até 2014. Segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305), de 2010, o lixo urbano deveria passar por reaproveitamento e reciclarem, antes da disposição final em aterros sanitários. A omissão por parte dos agentes públicos deveria resultar em sanções administrativas e até penais. Mas nenhuma penalidade foi aplicada até o momento e 75% dos municípios brasileiros ainda jogam seu lixo a céu aberto. Além disso, persistem as lacunas de pesquisa em tecnologia e gestão nessa área, mostrou a professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-eugenia-gimenez-boscov">Maria Eugênia Gimenez Boscov</a>, da Escola Politécnica (EP) da USP, durante a conferência <i>Água, Solo, Poluição e a Política Nacional de Resíduos Sólidos, </i>realizada no dia <strong>14 de outubro</strong> no IEA.</p>
<p>Engenheira civil especialista em poluição do solo e de águas subterrâneas, Boscov abordou ainda os desafios relacionados aos resíduos da mineração e do gerenciamento de áreas contaminadas. Os gargalos de pesquisa nesses setores também são grandes, mostrou.  O debate teve a coordenação do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno">Mario Sergio Salerno</a>, da EP-USP e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade">Observatório da Inovação e Competitividade</a> do IEA.</p>
<p>“O Brasil produz 215 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos por dia e só 58% desse volume está disposto adequadamente. Os três maiores municípios brasileiros geram um terço da massa de resíduos urbanos e juntos poderiam totalizar 42% do volume que iria para aterro, caso todo o seu lixo fosse destinado corretamente. Porém, sobram 75% de pequenos municípios que ainda possuem destinação inadequada do lixo. Desde 2010, esses números praticamente não mudaram”, compara Boscov.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Maria-Eugenia-Gimenez-Boscov-materia.jpg" alt="Maria Eugênia Gimenez Boscov" class="image-inline" title="Maria Eugênia Gimenez Boscov" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Entender os fluxos dos resíduos poderia melhorar a gestão compartilhada do lixo, diz Boscov.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A construção de aterros envolve uma série de etapas e uma logística cara para pequenos municípios. Daí a importância dos governos locais se unirem. “Precisamos fomentar aterros consorciados. Mas também precisamos de uma prática nacional de trabalho integrado entre municípios e, infelizmente, ainda não temos essa expertise. O suporte dos governos é fundamental para a renegociação de contratos”, afirma.</p>
<p>A responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, prevista em lei, é questão resolvida em alguns países, mas difícil de equacionar, criticou. “Alguns países simplificaram isso, escolhendo responsabilizar o gerador do resíduo, ou o produtor, mesmo que seja repassado nos produtos os gastos com logística reversa. A responsabilidade compartilhada é um conceito muito diluído e todos estamos ligados a isso. Porém, quando ocorre algum problema, alguém acaba sendo responsável de qualquer maneira”, disse.</p>
<p>Entender os fluxos dos resíduos pode ajudar na questão da responsabilidade compartilhada, mas ainda há pouca pesquisa sobre isso, avalia. “O resíduo do processo industrial é da indústria. Mas depois que o produto vai para as casas, quem se responsabiliza pelos resíduos ligados àquele produto? Para grandes empresas, é possível criar acordos setoriais, por exemplo, em bancos, milhares de equipamentos eletrônicos não têm uma destinação definida”, afirma.</p>
<p>O fato de a lei reconhecer o resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social é louvável, mas ainda pouco praticado, afirma Boscov. “Os resíduos da construção, britados e peneirados, podem ser utilizados em concretos e pavimentos e até em drenos de aterros. O lodo do saneamento, se desidratado, pode ter diversas destinações. O bagaço da cana-de-açúcar ainda tem 10% de desperdício e poderia ser usado em muitos compósitos de fibra”, exemplifica.</p>
<p>A disseminação do reuso, porém, passa não só por aspectos logísticos e de inovação, como também sociais. “Muitas pessoas ainda têm preconceito de comprar ou usar coisas recicladas por questão de segurança. É preciso um trabalho social para que esses produtos sejam valorizados e utilizados quando há comprovação de que não representam risco à saúde humana e ao ambiente”, disse.</p>
<p>Toda a engenharia de construção de aterros, bem como o tratamento dos resíduos, ainda precisa de muita pesquisa, afirma Boscov. “Todo ano tem ruptura de aterro sanitário, apesar da técnica já estar bastante evoluída. Há muita necessidade de inovação nessa área. Quanto ao tratamento dos resíduos, ainda é muito tratar chorume, por exemplo. Podem ser tratados como numa estação de tratamento de esgoto industrial ou doméstica, mas há outras técnicas, com evaporação, polimento, fitorremediação ou osmose reversa. É outra área que vale a pena investir em pesquisa”, afirma a especialista.</p>
<p>Boscov lembra ainda que outra meta estabelecida na Política Nacional de Resíduos Sólidos era que estados e municípios deveriam ter seus planos de gestão integrada de resíduos sólidos como “condição imprescindível para receber recursos federais, mas até o momento apenas 50% desses entes fizeram planos de gestão integrada”.</p>
<p> </p>
<p><strong>Contaminação industrial</strong></p>
<p>A pesquisadora deu exemplos de casos famosos de contaminação do solo por atividades industriais, como o de Love Canal, nos Estados Unidos, ou o do orfanato Cidade dos Meninos, em Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Ambos remetem à negligência tanto do poder público quanto das empresas no que diz respeito ao tratamento e destinação de resíduos contaminantes, bem como na readequação de terrenos utilizados como plantas industriais.</p>
<p>“A partir da Segunda Guerra Mundial, cresceu muito o número de disposição inadequada de resíduos contaminantes. Tanto que a Agência Ambiental dos Estados Unidos acabou incorporando a tarefa de monitorar contaminações do solo. Aqui, a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) tem essa tarefa e produz uma lista de áreas contaminadas no estado”, disse.</p>
<p>Segundo Boscov, há muitas técnicas para recuperar áreas contaminadas e diversos casos bem sucedidos de reinserção desses terrenos para novos usos no tecido urbano. A descontaminação pode ser feita pela remoção do solo e deslocamento do mesmo para área adequada, onde receberá tratamento químico, físico, biológico ou térmico, dependendo do resíduo. A descontaminação pode ainda ocorrer sem a remoção do solo, com o confinamento geotécnico (isolamento e confinamento) para conter os resíduos; bombeamento de água subterrânea quando for o caso de contaminação da água; além do tratamento <i>in situ</i>.</p>
<p>“O tratamento <i>in situ</i> é uma grande área de pesquisa e inovação e sempre há uma nova técnica sendo estudada. As técnicas variam desde extração por solvente, neutralização, incineração, ou ainda, oxidação, redução, vitrificação e muitas outras”, disse.</p>
<p>O gerenciamento das áreas contaminadas segue um modelo mais ou menos consolidado no mundo, mas ainda é uma área com muitos desafios, especialmente quanto à visão integrada, disse. “Por exemplo, toda avaliação de risco é feita sobre uma projeção futura do uso da área, mas há pouco consenso sobre impactos que já afetaram pessoas em áreas contaminadas”, disse.</p>
<p>Os passos do gerenciamento seguem uma sequência muito inflexível e muitas vezes isso produz gastos excessivos na remediação de danos, acredita. “Há soluções ou etapas anteriores que poderiam ser adotadas e os custos seriam reduzidos. Estudos e investimentos em saneamento poderiam ser muito mais efetivos do que a remediação, por exemplo. Precisamos de mais inovação para encarar o problema”, disse.</p>
<p> </p>
<p><strong>Resíduos da mineração</strong></p>
<p>A atividade mineradora é outra fonte importante de contaminação dos solos e águas. O acidente de Mariana (MG), que em novembro completa um ano, foi lembrado pela professora da Poli ao comentar o tipo de barragem mais comum no mundo e também naquele estado, a barragem de alteamento a montante. É um tipo de barragem muito criticada, pois possui custos competitivos, porém, altos riscos, ressaltou Boscov.</p>
<p>“Por definição, essas barragens são obras de alto risco. A cada 30 anos, a produção mineradora aumenta 10 vezes e o tamanho da barragem dobra nesse período. São obras que alcançam alturas colossais. Com isso, o risco é crescente. Há métodos mais seguros de altear, por exemplo, o alteamento a jusante”, afirma.</p>
<p>Vale notar que recentemente o Ministério Público Federal (MPF) emitiu recomendação ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para que não aprove mais a barragem de alteamento a montante, alegando que a técnica é insegura. Recomendou também que os planos de mineração tenham destinação ecológica dos rejeitos. A destinação ambientalmente adequada deverá ser feita de forma gradual, num percentual progressivo que deverá atingir 70% em 2025, segundo o MPF. Além disso, a maioria dos acidentes com barragens de rejeito no mundo estão associados a esse método. Por exemplo, os ocorridos em Fernandinho (1986); Rio Verde (2001); Herculano (2014); e Fundão (2015), todas em Minas Gerais. No Chile, o alteamento a montante já foi proibido.</p>
<p>O acidente de Mariana foi considerado o maior desastre mundial do gênero. A barragem do Fundão, da mineradora Samarco – joint venture entre a Vale e a BHP Billiton –, liberou 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração, destruindo o subdistrito mineiro de Bento Rodrigues. Considerado o volume e a distância percorrida pelos rejeitos, formados principalmente de óxido de ferro, água e lama, o acidente de Mariana equivale aproximadamente à soma dos outros dois maiores eventos já registrados em 100 anos, ambos nas Filipinas – um em 1982, com 28 milhões de metros cúbicos derramados, e o outro em 1992, com 32,2 milhões de metros cúbicos. Os cálculos são da Bowker Associates, consultoria norte-americana de gestão de riscos da construção pesada, realizados em parceria com o geofísico David Chambers, do Center For Science In Public Participation (CSP2), dos Estados Unidos. Chambers mantém desde 2009 uma base de dados sobre os problemas com barragens de rejeitos em todo o mundo e nota que a quantidade de eventos diminuiu com o avanço da tecnologia. Porém, tornaram-se muito mais graves. Ele projeta que deverá ocorrer um acidente grave desse tipo em média por ano, caso não melhore a regulamentação ambiental dessa atividade, conforme divulgou o site Brasil de Fato.</p>
<p>O caso de Mariana acabou ofuscando outros derramamentos importantes, como das barragens do rio Fubá, entre os estados de Rio de Janeiro e Minas Gerais, que atingiu grande parte das cidades de Miraí e Muriaé, em 2007, lembrou Boscov.</p>
<p>“Tivemos sorte que ainda não houve no Brasil algo semelhante ao ocorrido na Hungria, em 2010, onde uma onda de lama tóxica se espalhou por 40 quilômetros. Aquele tipo de rejeito, resultante da produção de alumínio, leva soda cáustica e é muito comum no Brasil”, observa.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Marcello Casal Jr. - Agência Brasil/ Leonor Calasans</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-31T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/video-apresenta-a-pesquisa-de-paulo-saldiva-sobre-poluicao-do-ar">
    <title>Vídeo apresenta a pesquisa de Paulo Saldiva sobre poluição do ar</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/video-apresenta-a-pesquisa-de-paulo-saldiva-sobre-poluicao-do-ar</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <a class="external-link" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/en/2016/10/20/profile-paulo-saldiva/?cat=videos-en">Pesquisa Fapesp</a> fez um vídeo, legendado em inglês, que apresenta de forma didática o trabalho que o diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, vem realizando há anos como pesquisador dos efeitos da poluição do ar na saúde humana.</p>
<p>Entusiasta do tema e apaixonado pela capital paulista, Saldiva lembra que “poluição do ar não se resolve com remédio, nem com campanhas de saúde”. <span>A solução passa pelo </span>planejamento urbano, questões relacionadas à mobilidade, estudos sobre uso e ocupação do solo.</p>
<p>Enquanto o cigarro é entendido como um tema de saúde pública, observa o pesquisador, a poluição do ar ainda não o é, mesmo que cerca de 14 mil pessoas morram precocemente em razão dela somente na cidade de São Paulo.</p>
<p>A pesquisa de Saldiva integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, sediado no IEA, e que tem como objetivo desenhar propostas cientificamente embasadas que possam melhorar a qualidade de vida nas metrópoles.</p>
<p><iframe frameborder="0" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/80CmuYmxYOE" width="854"></iframe></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-31T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/full-movement-beyond-control-27-de-outubro-de-2016">
    <title>Full Movement Beyond Control - 27 de outubro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/full-movement-beyond-control-27-de-outubro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-27T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-governabilidade-do-nexo-urbano">
    <title>A Governabilidade do Nexo Urbano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-governabilidade-do-nexo-urbano</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Uma nova perspectiva em termos operacionais e de governança da sustentabilidade de sistemas urbanos se configura com o nexo entre água, alimentos e energia, sendo estes recursos essenciais ao desenvolvimento humano e à redução da vulnerabilidade. Nesse sentido, possibilidades de otimização sistêmica de cadeias de provimento se colocam como necessárias para a redução das compensações e interdependências na produção e oferta conjunta de água, energia e alimentos. Este evento objetiva discutir, dadas as condições de urbanização em países em desenvolvimento, especialmente no Brasil, a aplicabilidade do Nexo Urbano enquanto sua governabilidade em nível municipal. Para isso, convidamos especialistas para fertilizarem o debate e propomos uma reflexão conjunta em torno de possíveis sinergias dentre os setores envolvidos.</p>
<p>Comissão organizadora: Leandro Giatti, Pedro Roberto Jacobi, Michele Dalla Fontana, Alberto Urbinatti, Joshua Daniel Shake e Leandro Belini.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-25T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-conceito-juridico-para-o-fluxo-de-pessoas-bens-e-servicos">
    <title>Um novo conceito jurídico para o fluxo de pessoas, bens e serviços </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-conceito-juridico-para-o-fluxo-de-pessoas-bens-e-servicos</link>
    <description>Tema investigado por professor da Universidade de Lyon será debatido no dia 27 de outubro </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Nasas-marchall-space.jpg" alt="Movimento Nasa" class="image-inline" title="Movimento Nasa" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span><strong>As migrações em massa, os dados que trafegam virtualmente e as trocas de resíduos e recursos são movimentos sem precedentes, que merecem novo conceito jurídico, indica tema de pesquisa  do francês </strong><strong>Jean-Sylvestre Bergé</strong>.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No dia <strong>27 de outubro</strong>, Jean-Sylvestre Bergé, professor de direito na Universidade de Lyon 3 (Jean Moulin) e pesquisador do Instituto Universitário Francês (IUF), realizará a conferência <i>Full Movement Beyond Control.</i> O debate, em inglês e sem tradução simultânea, terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> online. Acontece das <strong>9h30 às 12h,</strong> na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p>A proposta é abrir para pesquisadores brasileiros a oportunidade de discutir o tema da pesquisa conduzida por Bergé na França, que tem o mesmo título dado ao encontro. O projeto busca introduzir um novo conceito jurídico que a lei conforme conhecemos ainda não abraça. Trata-se do fenômeno que, inicialmente, Bergé vem chamando de “movimento completo para além do controle”. O movimento, no caso, refere-se às pessoas físicas ou jurídicas e aos bens tangíveis ou intangíveis, serviços e capitais.</p>
<p>O movimento de pessoas, de bens e capitais atingiu uma dimensão sem precedentes, seja no interior de territórios ou entre eles, nomeadamente, na figura do migrante, dos dados que trafegam virtualmente, ou no fluxo de resíduos e recursos.</p>
<p>Trata-se de um movimento “completo” na medida em que envolve a atenção e a ação dos diversos operadores públicos e privados – Estados, empresas, cidadãos –, em nível local, nacional ou internacional, os quais contribuem no todo ou em parte ao fenômeno, de forma voluntária ou não, aponta Bergé.</p>
<p>Segundo o pesquisador, é um movimento “além do controle” no sentido de que situações específicas, como as crises, ocorrem sem que os operadores tenham responsabilidade ou controle sobre ele. Tal movimento incontrolável resulta na criação de canais positivos e negativos, legais e ilegais numa esfera particular, de forma que é quase possível aos atores sociais trabalharem em conjunto para contê-lo.</p>
<p>Tais movimentos atingiram velocidade, diversidade e volumes sem precedentes e é razoável considerar que continuarão a se intensificar. As demandas por asilo em massa, o desperdício de bens e capitais e o tráfego de dados pessoais nas redes sociais são alguns tipos de movimentos que o pesquisador pretende abordar em seu projeto. “Há um enorme abismo entre o que ocorre de fato com esses fluxos e a arquitetura das leis locais, internacionais ou regionais”, afirma o autor. <span>A apresentação completa do projeto está disponível em SSRN: </span><a href="http://ssrn.com/abstract=2777653" target="_blank">http://ssrn.com/abstract=2777653</a> <span>ou </span><a href="http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.2777653" target="_blank">http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.2777653</a><span>.</span></p>
<p>A moderação do debate será feita pela professora <a class="external-link" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4767908U9">Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer</a>, coordenadora do Núcleo de Antropologia do Direito (Nadir), da FFLCH-USP.</p>
<p>Em sua passagem pelo Brasil, Bergé participa também de um seminário de trabalho no dia <strong>26 de outubro</strong>, às <strong>14h</strong>, na sala 1039 do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciência Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<hr />
<p><i><strong><i>Full Movement Beyond Control<br /></i></strong></i><i>Dia 27 de outubro, das 09h30 às 12h00<br /></i><i><i>Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógico, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i></i><i><i>Com t</i><i>ransmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web<br /></a></i></i><i>Informações: Cláudia Tavares (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), </i><i>telefone </i><i>(11) 3091-1686<br /></i><i>Ficha do evento:<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/full-movement-beyond-control" class="external-link"> http://www.iea.usp.br/eventos/full-movement-beyond-control</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Industry</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Internacional</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-24T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/gestao-de-uma-metropole-erundina">
    <title>Gestão de uma Metrópole: a Experiência dos Prefeitos de São Paulo - Luiza Erundina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/gestao-de-uma-metropole-erundina</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Há pouco mais de um ano, o IEA vem trabalhando na criação de um programa que congrega diversos grupos da universidade que tratam de temas relacionados às metrópoles (poluição, mobilidade, habitação, violência, educação etc.).<br /> <br /> Lançado oficialmente em julho deste ano, o USP Cidades Globais tem como objetivo estabelecer conexões entre essas pesquisas acadêmicas, viabilizando estudos multissetoriais que visem a uma boa ciência e a bases para a recomendação de boas práticas e políticas públicas para os centros urbanos.<br /> <br /> Sabemos que os problemas das cidades são muitos e que precisam ser priorizados. Mas essa priorização não pode prescindir da experiência de todos aqueles que já estiveram à frente da gestão de uma cidade como São Paulo, nosso foco inicial de estudos.<br /> <br /> Nesse sentido, ouviremos a experiência dos ex-prefeitos nos anos que governaram nossa capital. O relato irá auxiliar as ações do USP Cidades Globais e direcionar o que deve ser prioridade nas pesquisas e atividades dos pesquisadores.<br /> <br />Nesta conferência, a ex-prefeita e deputada <b>Luiza Erundina</b> irá expor seu conhecimento com a presença de membros do programa USP Cidades Globais, de pesquisadores do IEA e da comunidade USP. A apresentação será seguida de debate com os participantes.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-19T12:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/copy_of_gestao-de-uma-metropole-haddad">
    <title>Gestão de uma Metrópole: a Experiência dos Prefeitos de São Paulo - Fernando Haddad</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/copy_of_gestao-de-uma-metropole-haddad</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Há pouco mais de um ano, o IEA vem trabalhando na criação de um programa que congrega diversos grupos da universidade que tratam de temas relacionados às metrópoles (poluição, mobilidade, habitação, violência, educação etc.).<br /> <br /> Lançado oficialmente em julho deste ano, o USP Cidades Globais tem como objetivo estabelecer conexões entre essas pesquisas acadêmicas, viabilizando estudos multissetoriais que visem a uma boa ciência e a bases para a recomendação de boas práticas e políticas públicas para os centros urbanos.<br /> <br /> Sabemos que os problemas das cidades são muitos e que precisam ser priorizados. Mas essa priorização não pode prescindir da experiência de todos aqueles que já estiveram à frente da gestão de uma cidade como São Paulo, nosso foco inicial de estudos.<br /> <br /> Nesse sentido, ouviremos a experiência dos ex-prefeitos nos anos que governaram nossa capital. O relato irá auxiliar as ações do USP Cidades Globais e direcionar o que deve ser prioridade nas pesquisas e atividades dos pesquisadores.<br /> <br />Nesta conferência, o atual prefeito Fernando Haddad irá expor seu conhecimento com a presença de membros do programa USP Cidades Globais, de pesquisadores do IEA e da comunidade USP. A apresentação será seguida de debate com os participantes.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-19T12:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/reducao-do-uso-nocivo-de-alcool-desafios-e-oportunidades">
    <title>Redução do Uso Nocivo de Álcool: Desafios e Oportunidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/reducao-do-uso-nocivo-de-alcool-desafios-e-oportunidades</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este evento visa a troca de experiências e incentivo a novos arranjos de pesquisa e colaborações entre diferentes grupos de pesquisas da área de álcool, de forma a contribuir para que o Brasil alcance a meta de redução do consumo nocivo em 10% até o ano de 2025, conforme proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O encontro terá três módulos:</p>
<p><b>Módulo I: Uso Nocivo de Álcool</b></p>
<p>Este módulo trata sobre o estado da arte para redução do uso nocivo de álcool, reconhecido pela OMS como grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Aproximadamente 2 bilhões de pessoas consomem bebidas alcoólicas (40% da população mundial acima de 15 anos de idade) e seu uso nocivo é um dos fatores de risco de maior impacto para a morbidade, mortalidade e incapacidades. Serão abordados os cenários deste comportamento e iniciativas de prevenção e redução do uso nocivo de álcool no Brasil e no mundo, bem como a avaliação destes programas.</p>
<p><b>Módulo II: Álcool e Direção</b></p>
<p>Um dos principais desdobramentos do consumo nocivo de álcool são os acidentes de trânsito. Neste módulo, serão abordadas pesquisas científicas e o contexto de políticas públicas sobre ingestão de álcool e direção de veículos automotores.<b> </b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Módulo III: Estratégias de enfrentamento</b></p>
<p>Neste módulo serão apresentadas pesquisas sobre estratégias de prevenção e redução do uso nocivo de álcool em populações vulneráveis a este comportamento, como estudantes do Ensino Médio e universitários, e em contextos de relevância, como capacitação de profissionais da saúde, em especial, atenção básica.</p>
<p><span>A série de eventos </span><i>Strategic Workshops</i><span> da Pró-Reitoria de Pesquisa, busca articular os pesquisadores em torno de temas transdisciplinares, que contemplem a USP como um todo. O objetivo tem sido organizar a pesquisa na universidade priorizando temas em que temos excelência ou que tenham grande potencial, mas que precisem de melhor articulação.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-07T20:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/residuos-solidos">
    <title>Água, Solo, Poluição e a Política Nacional de Resíduos Sólidos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/residuos-solidos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os assuntos abordados no seminário serão a situação atual de poluição do subsolo e das águas subterrâneas brasileiras pela disposição de resíduos sólidos, o diagnóstico e remediação de áreas contaminadas por disposições inadequadas pregressas, as tecnologias atuais para disposição adequada a fim de proteger o meio ambiente e a saúde humana, e as tecnologias para reúso de resíduos em obras civis. Serão apresentados também os desafios e as oportunidades de desenvolvimento tecnológico e empresarial nessas atividades, relacionando-os à Política Nacional de Resíduos Sólidos.</p>
<h3>Expositora</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-eugenia-gimenez-boscov" class="external-link"><span>Maria Eugênia Gimenez Boscov</span></a> (EP-USP)</p>
<h3>Coordenador</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Sergio Salerno</a><span class="external-link"> (EP e IEA - USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-03T12:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/politicas-inovadoras-para-a-mobilidade-urbana-23-de-setembro-de-2016">
    <title>Políticas Inovadoras para a Mobilidade Urbana - 23 de setembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/politicas-inovadoras-para-a-mobilidade-urbana-23-de-setembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-23T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-inovadoras-para-a-mobilidade-urbana">
    <title>Políticas Inovadoras para a Mobilidade Urbana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-inovadoras-para-a-mobilidade-urbana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O que irá nos salvar do desafio da mobilidade urbana? Tecnologia, novos hábitos e comportamentos, planejamento urbano? Cidades inteligentes? Ou fazer mais do mesmo? Qual a natureza do problema? O período recente revela um sem número de possibilidades de intervenção nos sistemas de transporte urbano. Quais os objetivos a serem cumpridos pelo sistema de transportes (ou de mobilidade, ao gosto do freguês) e quais os critérios para selecionar as intervenções mais adequadas e com que nível de intensidade aplica-las?</p>
<p>Os últimos anos viram o crescimento da crítica à ênfase na cultura do automóvel (mas não há sinais claros de reversão dessa tendência entre nós). As “saídas” estão sendo empurradas para outros setores, em parte com razão.</p>
<div class="visualClear">O que têm feito as cidades que têm liderado as mudanças e buscado a sustentabilidade? Que políticas têm sido adotadas para atingir os novos objetivos? São muitas as questões, um número muito menor de respostas, mas é em muito passado o tempo de discuti-las com seriedade e sem preconceitos.</div>
<div class="visualClear"></div>
<h3 class="visualClear">Palestrante</h3>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/orlando-strambi" class="external-link">Orlando Strambi</a></div>
<h3 class="visualClear">Moderador</h3>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leonardo-augusto-de-vasconcelos-gomes" class="external-link">Leonardo Gomes</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-12T13:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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