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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 291 to 305.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-cidades-globais">
    <title>Projeto do IEA reunirá pesquisas da USP voltadas à melhoria da qualidade de vida nas metrópoles</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-cidades-globais</link>
    <description>De caráter interdisciplinar, o “USP Cidades Globais” pretende levar aos criadores de políticas públicas propostas concretas e embasadas cientificamente.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="normal"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Mobilidade-Urbana.jpg" alt="Mobilidade Urbana" class="image-right" title="Mobilidade Urbana" />No dia <strong>13 de julho</strong>, o IEA-USP lançará o programa <i>USP Cidades Globais</i>, uma iniciativa que irá reunir e articular grupos de pesquisa da Universidade e colaboradores externos que possam desenhar propostas para a melhoria da qualidade de vida nas regiões metropolitanas. A apresentação acontecerá <strong>às 20h</strong>, no Anfiteatro do Instituto Oscar Freire da Faculdade de Medicina da USP, com transmissão<span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> pelo site do IEA.</span> Para participar presencialmente, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf-AGWxdZFoub6ifQWIVSiFiGQ5xPmKNV6-V0UskMaPLrw9kw/viewform">inscrição</a>. As vagas são limitadas.</p>
<p class="normal">O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">projeto</a> foi idealizado pelo diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, a partir de um pedido da reitoria da USP. Sua abordagem será transdisciplinar, reunindo pesquisas independentes e de diferentes áreas, mas com objetivos similares. As atividades e os resultados dos estudos devem embasar modelos que abranjam diversas esferas da vida nas grandes cidades: mobilidade, poluição, saúde, educação, uso e ocupação do solo, lazer etc.</p>
<p class="normal">Inicialmente, o USP Cidades Globais irá se concentrar na cidade de São Paulo. De acordo com o texto do projeto, os cerca de 20 milhões de moradores, distribuídos em 8.051 km², tornam a Região Metropolitana de São Paulo “um laboratório natural em que o ‘sistema metrópole’<i> </i>pode servir de foco inicial de estudos dos problemas e proposições de soluções cientificamente embasadas”.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcos-buckeridge" alt="Marcos Buckeridge" class="image-inline" title="Marcos Buckeridge" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Marcos Buckeridge, que coordenará o projeto</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="normal">Ao reunir pesquisas de diferentes áreas, espera-se ampliar a visão dos desafios que as cidades enfrentarão em um cenário de mudanças climáticas e intensa urbanização previsto para este século. “Queremos detectar perspectivas que só podem ser percebidas a partir de um ponto de vista integrado, conseguindo, assim, conceber políticas públicas que não poderiam ser desenhadas isoladamente por cada projeto”, explica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, coordenador do USP Cidades Globais e professor do Instituto de Biociências da USP.</p>
<p class="normal">Inspirado nas experiências de universidades internacionais, que têm conseguido transformar seu conhecimento científico em melhorias para a sociedade, o programa irá produzir e divulgar uma visão interdisciplinar sobre a cidade de São Paulo, tanto em publicações acadêmicas de conteúdo inovador como nas mídias sociais, em exposições e intervenções urbanas.</p>
<p>Buckeridge afirma que, além de produzir conhecimento e pesquisas, espera-se mudar a cultura da população em relação ao bem-estar. Para isso, as interações com empresas, a mídia e os vários níveis do sistema educacional serão intensificadas.</p>
<p class="normal">Se der certo, o USP Cidades Globais pode ser adaptado para outras cidades globais brasileiras, como Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, e latino-americanas, como Buenos Aires e Cidade do México.</p>
<p class="normal"> </p>
<p class="normal"><strong>Projetos iniciais</strong></p>
<p class="normal">A primeira ação do programa será catalogar todas as iniciativas e pesquisadores que desejem integrar o USP Cidades Globais. A partir daí, as metas serão:</p>
<ol>
<li>Criar no IEA um foro de discussão interdisciplinar entre os projetos, com encontros intersetoriais abertos à participação da sociedade, seja presencialmente ou online.</li>
<li>Apresentar a pesquisa interdisciplinar aos criadores de políticas públicas e ao terceiro setor, com o objetivo de discutir a viabilidade da aplicação das propostas.</li>
<li>Formar um arcabouço intelectual sobre a cidade de São Paulo, por meio da publicação de artigos acadêmicos originais que embasem cientificamente as ações sugeridas.</li>
<li>Tornar públicos e disponíveis à sociedade todas as sugestões e estudos científicos produzidos.</li>
<li>Utilizar plataformas culturais para expandir o conhecimento científico produzido, visando a ampliar o público atingido.</li>
</ol>
<p> </p>
<hr />
<p><strong>Lançamento "USP Cidades Globais"<br /></strong><i>13 de julho, às 20h<br /></i><i>Anfiteatro do Instituto Oscar Freire da Faculdade de Medicina da USP - Av. Dr. Arnaldo, 455, São Paulo, SP<br /></i><i><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf-AGWxdZFoub6ifQWIVSiFiGQ5xPmKNV6-V0UskMaPLrw9kw/viewform">Inscrições </a>com vagas limitadas<br />Transmissão ao vivo: <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a> <br /></i><i>Informações para a imprensa: <a class="mail-link" href="mailto:ferezende@usp.br">ferezende@usp.br<br /></a></i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-usp-cidades-globais" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-usp-cidades-globais</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-07-06T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-usp-cidades-globais">
    <title>Lançamento do Programa USP Cidades Globais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-usp-cidades-globais</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As cidades oferecem ao ser humano oportunidades e, ao mesmo tempo, podem causar a deterioração da qualidade de vida. Nas metrópoles, temas como acesso aos serviços fundamentais, mobilidade, clima, matriz energética, uso e ocupação do solo são importantes determinantes da saúde e do bem-estar humanos. A capital paulista pode ser considerada como laboratório natural para o estudo dos problemas e soluções das megacidades. É nesse contexto que o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="internal-link">Programa USP Cidades Globais</a> reunirá no IEA pesquisadores da Universidade de São Paulo e colaboradores externos para realizar ações e propor medidas que levem à melhoria da qualidade de vida de seus habitantes.</p>
<p><span>O programa é uma das metas do IEA no Plano de Metas da USP. É desenvolvido no eixo Urbanidade e Qualidade de Vida do programa de gestão 2016-2020 e coordenado por Marcos Buckeridge, docente do IB-USP e atual presidente da Academia de Ciência do Estado de São Paulo.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-06-30T22:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/horticultura-urbana-comunitaria">
    <title>Horticultura urbana comunitária ainda é vista como atividade clandestina em São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/horticultura-urbana-comunitaria</link>
    <description>Variedades de plantas, áreas mais apropriadas para cultivo, práticas de manejo e tecnologias seguras para a horticultura urbana foram temas debatidos na Faculdade de Medicina da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fmusp-horta-urbana" alt="FMUSP - Horta urbana" class="image-inline" title="FMUSP - Horta urbana" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Pesquisadores de Melbourne fazem visitas técnicas em hortas da capital paulista. Na foto, a horta da FM-USP. </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">A agricultura urbana (AU) provê 20% do alimento consumido no mundo, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). Em franca expansão nas capitais mundiais, a atividade representa a retomada de uma prática que já foi muito comum em tempos de guerra e crise. São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro vêm dando o exemplo entre as metrópoles brasileiras, com hortas que inclusive geram renda para as famílias. Florianópolis (SC) inovou ao criar a gestão de resíduos orgânicos integrada à horticultura. Porém, as inúmeras iniciativas ainda carecem de apoio institucional e governamental, contrariando as recomendações da FAO, que considera a agricultura urbana uma estratégia vital para a qualidade de vida em países pobres.</p>
<p style="text-align: justify; ">Se nos países desenvolvidos a produção de alimentos nas cidades ainda é considerada um aprendizado, no Brasil não é diferente. Horticultores urbanos e pesquisadores ainda têm dúvidas sobre as variedades de plantas e áreas mais adequadas para o cultivo, ou as práticas de manejo e tecnologias mais apropriadas e seguras para a produção de alimento em ambiente urbano. Esses temas e também os resultados de uma pesquisa sobre os impactos da poluição atmosférica em hortas da cidade de São Paulo foram debatidos na Faculdade de Medicina (FM) da USP, no dia <strong>15 de junho</strong>, durante o seminário <i>Conhecendo a Agricultura Urbana em São Paulo e Melbourne</i>.</p>
<p style="text-align: justify; ">O recém-criado <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana?searchterm=grupo+de+estudos+agricultura+" class="external-link">Grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU)</a> do IEA reuniu no encontro pesquisadores da USP e professores da Universidade de Melbourne, Austrália, além da jornalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-visoni" class="external-link">Cláudia Visoni</a>, pioneira e ativista em agricultura urbana em São Paulo e responsável pela Horta das Corujas da Vila Madalena, criada há quase quatro anos na capital paulista.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/claudia-visoni" alt="Claudia Visoni" class="image-inline" title="Claudia Visoni" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Jornalista Cláudia Visoni: horticultura em São Paulo é essencialmente uma ação política afirmativa e carece de apoio e reconhecimento da sociedade.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">“Toda a atenção sobre a atividade é muito recente e funciona em grande parte pelo envolvimento de voluntários. Não há dados oficiais sobre o montante de alimento produzido ou o número e a localização das hortas em São Paulo. É como se fôssemos clandestinos. Somos tolerados pela Prefeitura, mas não oficializados ainda. Em termos de políticas públicas, as iniciativas e leis a respeito não são integradas e os investimentos são insuficientes. Faltam reconhecimento e visão dos nossos gestores públicos”, disse Cláudia.</p>
<p style="text-align: justify; ">A jornalista, que para sua palestra recebeu a difícil missão de apresentar um panorama e os números da horticultura urbana em São Paulo, destacou o papel da academia no processo de afirmação da prática no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify; ">“Por aqui, a horticultura urbana é mais uma ação política afirmativa do que uma atividade importante para a produção de alimento. Infelizmente, ainda há muita incompreensão e preconceito. Parece que algumas pessoas não entendem que hortas comunitárias podem ser um meio de melhorar a qualidade de vida, a saúde e até a violência nas áreas urbanas. E quando a academia se debruça sobre algum tema, isso chama a atenção do poder público e da sociedade. É muito importante a criação desse grupo de estudos e o fato de estarem pesquisando o assunto”, disse Cláudia.</p>
<p style="text-align: justify; ">A coordenadora do GEAU-IEA-USP e professora da FM-USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thais-mauad" class="external-link">Thais Mauad</a>, pretende aprofundar o tema e para isso está firmando parceria com pesquisadores australianos. “A Universidade tem o dever de prover as melhores técnicas e informações, a fim de que a sociedade seja capaz de se abastecer de alimentos saudáveis produzidos em ambiente urbano. Por isso estamos realizando uma parceria com a Universidade de Melbourne, que está muito adiantada nesse sentido. A academia precisa seguir o que as sociedades querem e precisam”, disse Thais.</p>
<p style="text-align: justify; ">“Já que o movimento de agricultura urbana está apenas começando no Brasil, nada melhor do que começar acompanhado de estudos que possam avaliar a segurança dos cultivos. A poluição atmosférica não é uma questão em Melbourne, mas já existem muitos estudos sobre contaminação do solo. As motivações que impulsionam a agricultura urbana variam conforme o lugar. Mas a qualidade do alimento produzido interessa a todos”, disse o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adrian-hearn">Adrian Hearn</a>, da Escola de Estudos Latino Americanos e Hispânicos da Universidade de Melbourne, que apresentou visões sobre a agricultura urbana no Brasil, Austrália e China.</p>
<p style="text-align: justify; ">Melbourne se orgulha de ser apresentada ao mundo pela quinta vez consecutiva como a melhor cidade para se viver, segundo ranking da revista <i>The Economist</i>. Para manter essa reputação, as políticas públicas incentivam fortemente práticas saudáveis como a horticultura urbana, disse Hearn.</p>
<p style="text-align: justify; ">O aspecto multicultural da Austrália vem impulsionando estudos sobre o cultivo de plantas que não são comumente encontradas nos supermercados. Para uma população que conta com uma miscigenação de 53 países catalogados oficialmente e que carrega a herança de 300 povos ancestrais, interessa introduzir variedades que possam atender a essa mescla, tanto pelos aspectos culturais como educacionais e históricos. O tema foi tratado por outro convidado australiano, o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/chris-williams" class="external-link">Chris Williams,</a> também professor da Universidade de Melbourne, responsável pela projeto de pesquisa “Edible Landscapes and the Burnley Novel Crops Project”.</p>
<p style="text-align: justify; ">“É preciso dizer que a AU não se resume a apenas uma tendência ou um tipo de moda nas grandes cidades. Existem questões importantes envolvendo técnicas de cultivo, educação, cultura e segurança alimentar”, enfatizou Williams.</p>
<table class="tabela-direita-400-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3 style="text-align: center; ">Poluição e  hortas urbanas</h3>
<p style="text-align: justify; "><span><span>A horticultura urbana está associada a inúmeros benefícios como a educação ambiental, o reaproveitamento de resíduos orgânicos por meio da compostagem, hábitos alimentares mais saudáveis, refúgio para microfauna e avifauna, além de constituir ambientes de lazer e integração social, entre muitos outros. Porém, algumas externalidades devem ser consideradas no cultivo de alimentos em ambiente urbano, entre eles a poluição atmosférica e a contaminação do solo, citou o doutorando Luis Fernando Amato-Lourenço, durante sua palestra, no dia </span><strong>15 de junho</strong><span> na FM-USP.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; ">O pesquisador avaliou a influência da poluição atmosférica na constituição química de vegetais produzidos em hortas urbanas de São Paulo. O <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/the-influence-of-atmospheric-particles-on-the-elemental-content-of-vegetables-in-urban-gardens-of-sao-paulo-brazil" class="external-link">artigo </a>assinado com diversos autores buscou entender até que ponto a contaminação e absorção de certos elementos pelos vegetais poderiam representar riscos à saúde humana, tendo em vista os padrões de toxicidade alimentar aceitos internacionalmente.</p>
<p style="text-align: justify; "><span><span>O estudo quantificou a concentração de 17 elementos químicos absorvidos pela couve (</span><i>Brassica oleracea L</i><span>) e pelo espinafre (</span><i>Spinacia oleracea</i><span>), produzidos em 10 hortas em diferentes localidades de São Paulo. Piracaia, interior do estado, foi escolhido como local de controle por possuir baixos níveis de poluição atmosférica.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Os elementos analisados foram alumínio (Al), bário (Ba), cádmio (Cd), cromo (Cr), cobre (Cu), manganês (Mn), chumbo (Pb), rubídio (Rb), zinco (Zn), níquel (Ni), arsénio (As), ferro (Fe), cálcio (Ca), magnésio (Mg), fósforo (P), sódio (Na) e potássio (K). Essas substâncias foram escolhidas por sua relevância para a biologia da planta e pela presença de partículas associadas à combustão de combustíveis emitidos por veículos automotores.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span>A pesquisa utilizou como biomonitor ativo a chamada barba-de-velho ou cravo-do-mato (</span><i>Tillandsia usneoides L</i><span>), um tipo de planta aérea da família das bromélias que cresce nos ramos das árvores.  A espécie é considerada um biomonitor confiável de poluição do ar por não ter contato direto com o solo, tirando água e nutrientes da atmosfera e sendo altamente tolerante à acumulação de metais pesados.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Não foram utilizados esterco, fertilizantes ou pesticidas durante todo o período do estudo. Os pesquisadores cobriram o solo com fibra de coco para evitar a suspensão de elementos do solo por gotas de água. Todas as espécies foram caracterizadas quimicamente por meio Espectrometria de Massa (ICP-MS), a fim de detectar a concentração de fundo dos elementos químicos, antes da exposição nas hortas em questão.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>A cada 30 dias de crescimento e exposição (30, 60 e 90 dias), as folhas mais velhas foram colhidas a partir do fundo de cada planta e lavadas em água isenta de carga destilada e iônica para eliminar as partículas do solo e quaisquer outros contaminantes. Foram pesadas, congeladas a 20 ° C negativos e enviadas para a caracterização química pelo método ICP-MS. O solo também foi amostrado para verificar a influência do pH na biodisponibilidade dos metais.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span> </span><span>O estudo adotou certos critérios para caracterizar o ambiente urbano no entorno das hortas analisadas. Cada local foi georreferenciado a fim de detectar num raio de 500 metros as características das ruas e avenidas. As variáveis de tráfego como velocidade média atingida pelos veículos nessas vias foram obtidas a partir da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo. Foram quantificados os obstáculos no entorno das hortas, como a existência de árvores, edifícios e cercas naturais ou construídas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Além disso, os dados de temperatura, umidade relativa, precipitação e velocidade do vento foram obtidos a partir das estações de monitoramento da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).</span></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Resultados</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Após 30 dias de exposição, os resultados das medições na couve mostraram que as concentrações de alumínio e chumbo foram menores que as obtidas nos mesmos vegetais comprados em supermercados locais. No espinafre, as acumulações de alumínio, chumbo e zinco foram inferiores àquelas dos supermercados.  Porém, alguns elementos como cobre, manganês, rubídio e cádmio, entre outros, foram maiores que os níveis das concentrações em vegetais dos supermercados.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>O estudo mostrou ainda que após 60 e 90 dias de exposição, diversos elementos químicos tiveram uma acumulação maior de certos metais em relação às concentrações encontradas nos vegetais de supermercados.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span> </span><span>A forte correlação entre as concentrações químicas encontradas nos vegetais folhosos analisados e a acumulação na </span><i>Tillandsia Usneoides L.</i><span> reforça a hipótese de que a absorção de partículas atmosféricas derivadas de emissões de veículos automotores representa uma importante fonte de contaminação de vegetais.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>“A carga de tráfego está associada à absorção de elementos químicos. Quanto maior a distância das hortas em relação às vias de tráfego mais denso, menor a acumulação de certos elementos químicos nos vegetais", afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span> Por outro lado, o pesquisador observa que os obstáculos verticais parecem afetar negativamente a absorção. Portanto, funcionam como barreiras à poluição do ar. </span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>"Devemos nos lembrar de que respiramos diariamente esse ar e que o problema não são as hortas e, sim, a poluição”, disse a orientadora do trabalho, a professora Thais Mauad.</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/luis-fernando-amato" alt="Luis Fernando Amato" class="image-inline" title="Luis Fernando Amato" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Amato-Lourenço: a carga de poluentes do ar </strong><strong><span style="text-align: justify; "><span>derivados de emissões veiculares </span>está associada à acumulação de certos elementos químicos nos vegetais.</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">Os participantes do encontro também conheceram os <span>resultados de um estudo experimental sobre impactos da poluição atmosférica em hortas de São Paulo, assinado por</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-fernando-amato-lourenco" class="external-link"> Luis Fernando Amato-Lourenço,</a><span> doutorando da FM-USP e integrante do GEAU-IEA-USP. O </span><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/the-influence-of-atmospheric-particles-on-the-elemental-content-of-vegetables-in-urban-gardens-of-sao-paulo-brazil" class="external-link">artigo</a><span> tem a orientação da professora Thais e a coorientação do diretor do IEA, professor </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva,</a><span> além de parcerias com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP de Ribeirão Preto, e Instituto Nacional de Análise Integrada do Risco Ambiental (Inaira).</span></p>
<p style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>“Caixa de Pandora”</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Na década de 1970, muitos se orgulhavam de viver naquela que era “a cidade que mais cresce no mundo”. A metrópole paulista, construída sob a marca do “progresso” e da negação à natureza ainda carrega uma mentalidade que coloca dificuldades para a prática da horticultura urbana, na opinião de Cláudia. “Há muito preconceito sobre produzir alimento com as próprias mãos. Falo por experiência própria. Isso parece abrir uma caixa de Pandora, porque muitos não entendem ou não aceitam lidar com a terra na cidade”, disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">O movimento da agricultura urbana comunitária deslanchou em São Paulo especialmente pelo ativismo nas redes sociais e pela atuação de associações comunitárias e organizações não governamentais, disse a jornalista. Responsável pela criação da página <a class="external-link" href="https://www.facebook.com/groups/horteloes/?fref=ts">Hortelões Urbanos</a>, que congrega mais de 40 mil seguidores no Facebook, Cláudia contou que muitas hortas comunitárias e particulares nasceram a partir das discussões desse grupo virtual.</p>
<p style="text-align: justify; ">Citou o Movimento Urbano de Agroecologia, responsável pelo projeto Cidades Comestíveis, que em 2015 deu início à horta comunitária do Centro Cultural São Paulo (CCSP). Além de ajudar a mapear hortas de São Paulo através do projeto MudaSP, o grupo vem se dedicando a encontrar terrenos ociosos e a conectar pessoas com interesse de plantar alimento.</p>
<p style="text-align: justify; ">Cláudia destacou o papel da ONG Cidades Sem Fome, que facilita inúmeros projetos na Zona Leste da capital paulista e também no Sul do país, seja de hortas comunitárias, hortas escolares, estufas agrícolas ou mesmo incentivos a pequenos agricultores familiares. Uma das atividades técnicas do encontro incluiu a visita a algumas hortas em São Mateus, Zona Leste, apoiadas pela organização.</p>
<p style="text-align: justify; ">O mapa da cidade de São Paulo reconquistou áreas verdes em 2014, especialmente devido à expansão da agricultura periurbana nas zonas Sul e Leste, mostrou a jornalista. Mas a maioria das iniciativas não poderia, a rigor, ser chamada de horta comunitária. “Existem alguns tipos de horticultura em São Paulo que não constituem o modelo clássico de horta comunitária”, disse Cláudia</p>
<p style="text-align: justify; ">Mas a não oficialização das hortas comunitárias dificulta a compilação de dados. “Os únicos dados que obtive foram tirados de um guia de ecoturismo editado pela Secretaria do Turismo da Prefeitura”, disse. A hortelã contou com a ajuda do Instituto Kairós e reuniu informações sobre a horticultura urbana em São Paulo numa página <a class="external-link" href="https://pt.wikiversity.org/wiki/Portal:Agricultura_Urbana">Wiki</a>.</p>
<p style="text-align: justify; ">Um dos tipos de horta existentes em São Paulo é o que a jornalista classifica de <span>agricultura periurbana profissional em ambiente rural</span>. São 420 unidades de produção agrícola (UPAs), segundo a Supervisão de Abastecimento e Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo, sendo a maioria localizada na Zona Sul. Apenas 14 são produtores orgânicos certificados, sendo que 15% no total possuem assistência agrícola, disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">Muitos horticultores <span>constroem suas plantações em áreas inutilizadas ou negligenciadas, como terrenos baldios ou lotes de torres de eletrificação e de grandes tubulações de água. São famílias que constituem um grupo que Cláudia chama de <span>agricultura urbana profissional focada em geração de trabalho e renda. </span></span><span>Algumas entidades que congregam esses horticultores são a Associação de Agricultores do Jardim Damasceno, na Zona Norte, a Associação de Agricultores da Zona Leste, a Associação dos Produtores Orgânicos de São Mateus, e a Cooperapas Agricultura Orgânica Parelheiros. Grande parte deles também é apoiada por </span><span>ONGs, como Cidades Sem Fome e Instituto Kairós.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Além da Horta das Corujas, outras iniciativas comunitárias são a Horta do Ciclista, na Avenida Paulista; a Horta do Centro Cultural São Paulo; Horta da Saúde; Horta do Beco Cambuci; Horta da City Lapa; Horta da Mooca; Horta do BNH; Horta da Vila Nova Esperança; Horta do Shopping Eldorado; além de iniciativas em universidades como a Horta da FM-USP e outras no campus Butantã da USP como o projeto Criando Terra, do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Por outro lado, a hortelã acrescenta que a agricultura profissional, tanto nos sítios de Parelheiros quanto na Zona Leste, é tão oficial que os produtores vendem nas feiras livres da cidade, com autorização e apoio da Prefeitura. "E estão surgindo várias políticas públicas para incentivá-los, como a Lei dos Orgânicos na Merenda, o Programa Agriculturas Paulistanas, a Conferência do Desenvolvimento Rural Sustentável. São iniciativas ainda fracas e não integradas. Mas já representam um avanço enorme diante do que acontecia há alguns anos", enfatiza.</span></p>
<p style="text-align: justify; ">A hortelã lembrou o Projeto Escolas Mais Orgânicas, que atualmente conecta experiências de 13 escolas municipais que desenvolvem compostagem associada à horticultura. A plataforma é financiada pela Climate and Clean Air Coalition (CCAC) da United Nations Environment Programme (UNEP), com a consultoria da ONG Morada da Floresta.</p>
<p style="text-align: justify; ">Há diversos programas e leis regulamentando o tema, como o Programa de Agricultura Urbana e Periurbana criado pela Lei 13.727/04 e Decreto 51.801/2010, ou ainda a Lei 16.140/2016, que insere alimentação orgânica nas escolas municipais. Recentemente foram criados o Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, e ainda a Casa da Agricultura Ecológica do Parque do Carmo e Parelheiros.</p>
<p style="text-align: justify; ">“Infelizmente essas iniciativas do poder público são fracas porque não são integradas e recebem pouco apoio social, técnico e de recursos financeiros”, disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para a jornalista, ainda é prematuro introduzir o conceito de <i>allotments</i> no Brasil. Muito comuns na Europa e Estados Unidos, são loteamentos arrendados ou áreas públicas disponibilizadas para a horticultura familiar, para a obtenção de alimento e renda. “Acredito que as pessoas entenderiam como uma apropriação do espaço público, o que poderia dar briga”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify; ">O mais importante no momento é manter a ação afirmativa da horticultura urbana e atrair mais pessoas para a atividade. “A melhor parte disse tudo é conectarmos pessoas, que se tornam parceiras, ou amigas, seja pela atividade profissional ou pelo voluntariado. Dividimos o sonho de que um dia todos poderão viver numa cidade mais verde e ter acesso à comida orgânica produzida localmente, e não apenas aqueles que podem pagar ou cultivar”, finalizou.</p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><span><strong>De Melbourne a Pequim</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Em 2050, 66% das pessoas estarão vivendo nas cidades, quando então a população do planeta deverá estar próxima de 9 bilhões de pessoas. Num mundo lotado, a segurança alimentar, a escassez de água e de energia serão os grandes desafios colocados para as cidades. Nesse cenário, as iniciativas de horticultura urbana vêm sendo incentivadas por governos e organizações internacionais.</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/adrian-hearn" alt="Adrian Hearn" class="image-inline" title="Adrian Hearn" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Adrian Hearn, da Universidade de Melboune, vê relação entre o crescimento do agribusiness e a expansão do movimento da agricultura urbana.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">“Insights from urban agriculture in Brazil, Australia and China” foi o tema da palestra do professor Hearn, que mostrou uma importante relação entre o crescimento do comércio exterior de parceiros de peso como América Latina, China e Austrália, e a expansão da horticultura urbana nos grandes centros.</p>
<p style="text-align: justify; ">Lembrou que o plano nacional da China estabelecido em 2014 tem como meta uma urbanização de 60% até 2020, quando cerca de 1,43 bilhão de pessoas estarão vivendo nas cidades.</p>
<p style="text-align: justify; ">"Por traz disso há uma lógica econômica de produzir sociedades em torno do crescimento do consumo. As pessoas precisam consumir mais para manter a economia crescendo, disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo Hearn, a China prevê importações da ordem de 10 bilhões de dólares em 2019 em recursos básicos, entre eles, alimentos. "Não é por acaso que América Latina e China e também China e Austrália se tornaram os maiores parceiros de comércio internacional nos últimos anos. Grande parte disso está ligado ao <i>agribusiness</i>. Mas precisam avaliar que tipo de comida gostariam de comer e quais as consequências globais em razão de tamanha demanda por alimento”, disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os casos de contaminação de itens alimentares em Pequim tem impulsionado a demanda por alimentos saudáveis e orgânicos. Com isto, a AU cresceu 6,1% ao ano, segundo o Beijing Statistical Yearbook de 2013, citou.</p>
<p style="text-align: justify; ">Na visão de Hearn, o crescimento do comércio exterior e em especial do agribusiness está estreitamente ligado à expansão da AU, na medida em que o movimento de migração do campo acaba levando para as cidades profissionais ou pessoas que se identificam com a atividade agrícola. A premissa é verdadeira para o caso de Rosário, Argentina, e Belo Horizonte, Minas Gerais, citou.</p>
<p style="text-align: justify; ">“A migração campo-cidade coincide com a expansão da agricultura urbana e o movimento de cidades verdes. Quando a agricultura da soja aumentou, houve migração interna e os agricultores, tanto de Belo Horizonte, quanto de Rosário, estão levando com eles as tradições e  as técnicas de produzir alimentos. Rosário é uma das cidades que lideram a AU no mundo”, afirmou.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/conhecendo-a-agricultura-urbana-em-sao-paulo-e-melbourne" class="external-link">Vídeo </a><span>| </span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/conhecendo-a-agricultura-urbana-em-sao-paulo-e-melbourne-15-de-junho-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
<p><span>Notícia</span></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-ira-pesquisar-agricultura-urbana-em-sao-paulo" class="external-link">Novo grupo de estudos irá pesquisar agricultura urbana em São Paulo</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">Já nas favelas cariocas, o que move a AU é principalmente a segurança alimentar, disse. Hearn citou a horta da favela de Manguinhos, Rio de Janeiro, como a maior horta urbana da América Latina. “No Rio de Janeiro, a questão é garantir a segurança alimentar, ou seja, suprir em quantidade suficiente a demanda por alimentos”, disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">Melbourne, por sua vez, vem assumindo a AU como um novo tipo de empreendedorismo para a comercialização de alimentos saudáveis. A cidade também busca melhorar os indicadores de saúde da população ligados a problemas do coração e diabetes. “O prefeito incentiva essas iniciativas para promover a atratividade global de Melbourne e para manter a reputação de melhor cidade do mundo para se viver”, disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">Havana, Cuba, caso clássico de AU no mundo, produz localmente 70% do alimento que consome, o que reduziu 50% o consumo de óleo diesel desde 1989, e 90% do uso de inseticida e herbicida, citou.</p>
<p style="text-align: justify; ">“As motivações para a expansão da AU variam muito ao redor do mundo. Mas em geral, a atividade enfrenta desafios muito semelhantes. Entre eles, a formalização de padrões de certificação e segurança e o enfrentamento da escassez de água nas cidades”, disse Hearn.</p>
<p style="text-align: justify; ">Na opinião do professor, a AU ainda necessita de sistemas de irrigação mais eficientes num contexto de mudança climática global. A formalização da atividade também é um forte desafio, a fim de que possa enfrentar a competição por terra e aumentar a sua capacidade comercial. Para isso, será imprescindível promover uma mudança cultural para que as sociedades entendam a horticultura urbana como prática sustentável, já que todos os objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU para 2030 estão relacionados à prática da AU, concluiu.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-06-28T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/reuniao-usp-cidades-globais">
    <title>Reunião USP Cidades Globais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/reuniao-usp-cidades-globais</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Reunião com pesquisadores, especialistas e ativistas em diversos temas ligados a urbanidade e qualidade de vida para conhecerem o Programa USP Cidades Globais e apresentarem estudos desenvolvidos sobre os temas.</p>
<p><b>Coordenação</b><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge </a>(IB-USP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a> (FM e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-06-22T19:26:57Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-polo-sao-carlos-e-iau-usp-trazem-docente-da-hafencity-university">
    <title>IEA Polo São Carlos e IAU-USP trazem Michael Koch, da HafenCity University</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-polo-sao-carlos-e-iau-usp-trazem-docente-da-hafencity-university</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/HafenCity__menor.jpg/image" alt="" title="" height="225" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Crédito: © HCU Hamburg</dd>
</dl></p>
<p>O Instituto de Estudos Avançados (IEA) Polo São Carlos e o Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU), ambos da USP, realizam<strong> hoje (24) </strong>uma apresentação com <span>Michael Koch, professor da HafenCity University de Hamburgo, Alemanha.</span></p>
<p style="text-align: left; ">No evento, Koch abordará as principais linhas de pesquisa desenvolvidas por sua universidade, que é voltada ao desenvolvimento metropolitano e ao ambiente construído. O objetivo da apresentação também é ampliar a colaboração entre a USP São Carlos e a HafenCity University em estudos urbanos e ambientais.<span> </span></p>
<p style="text-align: left; ">Michael Koch é professor de desenvolvimento urbano e planejamento de bairros no Departamento de Planejamento Urbano da HafenCity University de Hamburgo. Também foi professor de desenvolvimento urbano no Departamento de Arquitetura da Bergische University Wuppertal, onde também foi reitor da Faculdade de Arquitetura, Design e Arte, além de editor da revista Polis. É sócio do escritório de arquitetura Yellow Z Urbanism Architeture em Zurique, Suiça, e em Berlim, Alemanha.<span> </span></p>
<p style="text-align: left; ">A palestra será realizada no Auditório Paulo de Camargo e Almeida do IAU-USP a partir das 18h. A entrada é gratuita.</p>
<p style="text-align: left; "> </p>
<p><i><span class="discreet">Crédito da imagem: © HCU Hamburg</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-24T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-ira-pesquisar-agricultura-urbana-em-sao-paulo">
    <title>Novo grupo de estudos irá pesquisar agricultura urbana em São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-ira-pesquisar-agricultura-urbana-em-sao-paulo</link>
    <description>Novo integrante dos quadros de pesquisa do IEA irá focar o tema “Agricultura Urbana e Periurbana no município de São Paulo: possibilidades, conexões e contemporaneidade”.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU), novo integrante dos quadros de pesquisa do IEA, irá nuclear debates e estudos sobre o tema “Agricultura Urbana e Periurbana no Município de São Paulo: Possibilidades, Conexões e Contemporaneidade”. Aprovado pelo Conselho Deliberativo do IEA no dia 9 de maio, terá a coordenação da professora Thais Mauad, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, especialista em saúde urbana e fundadora da horta comunitária da FM-USP.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-da-faculdade-de-medicina-da-usp" alt="Horta da Faculdade de Medicina da USP" class="image-inline" title="Horta da Faculdade de Medicina da USP" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Horta da FM-USP:  projeto conseguiu envolver estudantes, funcionários e professores da unidade. </b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Vinculado ao IEA pelo período de dois anos, o grupo irá produzir estudos científicos sobre a Agricultura Urbana e Periurbana (AUP), com ênfase na cidade de São Paulo e sua Região Metropolitana (RMSP).</p>
<p>Entre as atividades já programadas está a realização de um seminário em agosto, com a participação de professores e pesquisadores da Universidade de Melbourne, Austrália. Com data a ser confirmada, o debate deverá trazer o tema de pesquisa da professora Thais, “Achieving sustainable food production and irrigation in São Paulo and Melbourne”, que busca compreender, melhorar e promover a resiliência dos sistemas de produção urbana de alimentos nessas duas metrópoles -- São Paulo e Melbourne.</p>
<p>No cronograma previsto para 2017 está a apresentação de parte dos resultados dos estudos realizados, além da publicação de artigos e participação dos integrantes do grupo em congressos e seminários.</p>
<p>O GEAU tem seis membros permanentes e dois pesquisadores colaboradores de áreas diversas. Dada a sua proposta interdisciplinar, o grupo congrega especialistas da FM-USP, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, além da Fundação Getúlio Vargas e Universidade de Rennes 2, França.</p>
<p>Em 2015, o grupo de pesquisadores foi o vencedor do 5º Prêmio Fecomércio de Sustentabilidade, categoria Academia, com o projeto “Agricultura Urbana: Produção, Varejo e Consumo de Alimento”. Para os integrantes do GEAU, o prêmio representa “um grande avanço na divulgação da importância da Agricultura Urbana no Brasil e em São Paulo”.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-do-iee" alt="Horta do IEE" class="image-inline" title="Horta do IEE" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Horta do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP: projeto "Criando Terra no IEE" é um dos exemplos de horticultura urbana em ambiente acadêmico.</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os estudos deverão contribuir para o debate sobre a natureza dos atores, das relações sociais, das dinâmicas socioespaciais e dos impactos gerados pela Agricultura Urbana e Periurbana. A compreensão das novas configurações socioespaciais geradas por esse ramo são importantes para fomentar o debate acadêmico sobre o mundo urbano contemporâneo, segundo os proponentes do projeto.</p>
<p>Além de parcerias e disseminação do conceito de agricultura urbana, os estudos pretendem contribuir com referenciais teórico-metodológicos para explicar fenômenos urbanos, em especial quanto à situação da cidade de São Paulo e América Latina.</p>
<p><b>Alternativa para o consumo das cidades</b></p>
<p>Há estimativas de que o crescimento demográfico e o aumento da densidade populacional nas cidades elevarão para 9,6 bilhões o número de habitantes no planeta em 2050. Além disso, a pressão sobre a disponibilidade de terras aráveis e as elevadas vulnerabilidades advindas das mudanças climáticas globais são fatores de ameaça à sobrevivência humana num tempo não muito distante. Dado esse quadro, os jardins e as hortas urbanas têm sido apontados por estudiosos como a saída para a segurança alimentar e nutricional no futuro.</p>
<p>Em muitas cidades da Europa, Estados Unidos, Ásia e Oceania, o incentivo à produção de alimentos em áreas urbanas e periurbanas já se transformou em política pública. Os berlinenses conseguem abater taxas e impostos municipais quando implantam e mantêm tetos verdes nos prédios ou casas onde moram. Em Nova York, o Green Roof Tax Abatement Program e o Infrastructure Grant Program são dois programas que ajudaram a tornar uma das cidades com maior densidade populacional do mundo líder na prática da agricultura urbana.</p>
<p>As iniciativas nas capitais brasileiras aumentam a cada dia, seja pela atuação de movimentos comunitários e culturais, como o MUDASP, Hortelões Urbanos, Virada Sustentável, entre outros, além da conscientização crescente no ambiente escolar e de ações impulsionadas inclusive pela academia e poder público.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-do-centro-cultural" alt="Horta do Centro Cultural" class="image-inline" title="Horta do Centro Cultural" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Teto verde no Centro Cultural São Paulo:  produção de alimento orgânico associado a lazer e cultura. </b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Hortas comunitárias, agricultura vertical, agricultura urbana, zoneamento urbano de alimentos, horticultura empresarial, horticultura urbana, jardins de locação e <i>skyfarming</i> são alguns termos relacionados à prática de cultivar, processar e distribuir alimentos em área urbana ou em seu entorno.</p>
<p>A importância dessas redes está associada não só à produção de alimentos saudáveis e à melhoria da nutrição e sustentabilidade das cidades, mas também à qualidade de vida dos moradores. Os jardins e hortas urbanas oferecem uma alternativa de relaxamento para a vida urbana e muitas vezes servem como locais de encontro comunitário e áreas de lazer. Entre os inúmeros benefícios da AUP estão a qualidade microclimática e o aumento da agro biodiversidade.</p>
<p>A ideia de produzir alimentos suplementares não é nova e nasceu em situações de crise e tempos de guerra. No século 19, a horticultura urbana foi praticada na Alemanha, no Reino Unido, nos EUA e no Canadá como resposta à pobreza e à insegurança alimentar. Nas guerras mundiais, a horticultura urbana foi praticada para amenizar a escassez de alimentos causada pela suspensão da produção e da distribuição, já que os meios de transporte haviam sido destruídos.</p>
<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-berlim-1" alt="Horta Berlim - 1" class="image-inline" title="Horta Berlim - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Desativado em 2008, aeroporto de Berlin-Tempelhof, Alemanha, virou espaço de horticultura e lazer após reivindicação de movimentos civis.</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU)</b></p>
<p><b>Coordenação</b>: professora Thais Mauad (FM-USP)</p>
<p><b>Vice coordenação</b>: professora Valéria de Marcos (FFLCH-USP)</p>
<p><b>Integrantes permanentes:</b></p>
<p>Angélica Campos Nakamura: Mestranda em Geografia Humana pela FFLCH-USP</p>
<p>Giulia Giacchè: Pós-doutoranda na Universidade de Rennes 2, Paris</p>
<p>Guilherme Reis Ranieri: Mestrando em Ciência Ambiental pela EACH-USP</p>
<p>Gustavo Nagib: Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana FFLCH-USP</p>
<p>Luís Fernando Amato Lourenço: Doutorando em patologia no Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da FM-USP</p>
<p>Lya Cynthia Porto de Oliveira: Doutoranda em Administração Pública e Governo pela Fundação Getulio Vargas (FGV)</p>
<p><b>Pesquisadores colaboradores:</b></p>
<p>Mário Aquino Alves: Professor da Fundação Getulio Vargas (FGV)</p>
<p>Amalia Inés Geraiges de Lemos: Professora da FFLCH-USP e professora convidada da Universidade Complutense de Madrid.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Créditos: HortaFSPUSP.blogspot.com.br/ Cecília Bastos e Marcos Santos (JornalUSP)/ Sylvia Miguel (arquivo pessoal)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-19T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iv-pratica-publica-recebe-coordenador-do-iea-polo-sao-carlos">
    <title>IV Prática Pública recebe coordenador do IEA Polo São Carlos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iv-pratica-publica-recebe-coordenador-do-iea-polo-sao-carlos</link>
    <description>Evento, realizado em Belo Horizonte (MG) aborda temas e desafios atuais da gestão pública</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/cartaz_evento.jpg" alt="" class="image-left" title="" />O coordenador do IEA Polo São Carlos Renato Anelli participa nesta quinta, dia 18, do IV Prática Pública – Gestão Governamental a serviço das Políticas Públicas. O evento, que será realizado em Belo Horizonte (MG), vai discutir os temas e desafios atuais da gestão pública com o objetivo de qualificar profissionais e cidadãos para serem agentes de mudança no Estado.<span> </span></p>
<p>Anelli participará do aquário temático “Planejamento urbano: Desenvolvimento de estratégias para a implementação de políticas públicas”. O IV Prática Pública é uma realização da Fundação João Pinheiro, instituição de pesquisa e ensino vinculada à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais.<span> </span></p>
<p>O evento será realizado nos dias 18 e 19 de maio, no Auditório Principal da Fundação (Alameda das Acácias, 70, São Luiz, Pampulha, Belo Horizonte-MG). Mais informações pelo site <a href="http://www.fjp.mg.gov.br/index.php">http://www.fjp.mg.gov.br/index.php</a>.<span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-16T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/debate-aborda-criatividade-para-alavancar-economia-das-cidades">
    <title>Debate aborda criatividade para alavancar economia das cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/debate-aborda-criatividade-para-alavancar-economia-das-cidades</link>
    <description>Evento contou com a participação do coordenador do IEA Polo São Carlos, Renato Anelli</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/agenda_site.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Utilizar a inteligência criativa para alavancar a economia das cidades e exercer a cidadania. Sob esse tema, foi realizado ontem no Sesc, em São Carlos (SP), o Agenda São Carlos, evento promovido por uma parceria entre a Oceano Azul, Jornal Tribuna de Araraquara, Rádio Jovem Pan e com apoio da EPTV. O coordenador do IEA Polo São Carlos, Renato Anelli, foi um dos participantes do debate.<span> </span></p>
<p>Na abertura, que contou com a participação do prefeito Paulo Altomani e do presidente da câmara dos vereadores Lucão Fernandes (PMDB), o diretor de relações institucionais do Grupo EPTV Paulo Brasileiro ressaltou que a discussão é importante, dado o atual cenário do País, pautado pela queda na produção, no consumo e pelo desemprego.<span> </span></p>
<p>“É preciso discutir alternativas e buscar criatividade até mesmo para auxiliar a administração pública. Sabemos da responsabilidade que temos para buscar qualidade de vida e o desenvolvimento da cidade e da região”, afirmou.<span> </span></p>
<p>A urbanista e economista Ana Carla Fonseca lembrou em sua palestra as evoluções nos modos de trabalho trazidas pela tecnologia e destacou a valorização do ser humano. “Antes, para um país, ter dinheiro era o que permitia alcançar o protagonismo. Hoje não. A tecnologia é secundária frente à capacidade que as pessoas têm de inventar algo. Por isso, há uma necessidade vital de investir em pessoas”.<span> </span></p>
<p>Ana Carla trouxe vários exemplos de negócios bem sucedidos desenvolvidos com uma boa dose de criatividade, geralmente a partir de uma situação de crise. Ela lembrou também que a economia não vive desvinculada do território, e que as cidades precisam desenvolver estratégias para atrair talentos capazes de desenvolver negócios criativos.<span> </span></p>
<p>Segundo a urbanista, não existe um conceito unânime do que é uma cidade criativa, mas uma pesquisa realizada com 18 autores de 13 países por sua empresa, a Garimpo de Soluções, chegou a três características norteadoras que elas devem ter: inovação, ou seja, a capacidade de se reinventar continuamente; investimento em cultura, que gera um resgate da autoestima das pessoas; e geração de conexões, seja com a história, entre áreas ou até mesmo entre grupos que não se falam.<span> </span></p>
<p><strong>Debatendo soluções<span> </span></strong></p>
<p>Durante a participação no debate, o coordenador do IEA Polo São Carlos Renato Anelli lembrou que as pessoas não são apenas consumidores, mas também produtores que podem dar algo à cidade, e destacou a importância dos investimentos em inclusão social.<span> </span></p>
<p>“Esses investimentos não podem ser pensados como algo ‘dado’, mas como algo que permita a essas pessoas serem incluídas na própria cidade e nas cadeias econômicas, e, a partir disso, criar novas possibilidades de desenvolvimento para a cidade”.<span> </span></p>
<p>Anelli destacou também uma das linhas de estudo do IEA que trabalha a questão da qualidade de vida com profissionais de saúde pública. “Sabe-se, por exemplo, que locais com mais áreas verdes apresentam menor índice de doenças cardiovasculares, portanto os parques reduzem esse risco. Mas quantos parques há em São Carlos? Acredito que essa discussão não deve ser uma questão apenas de plano diretor, mas de práticas que precisam ser suprapartidárias”, disse.<span> </span></p>
<p>O professor do Departamento de Sociologia da UFSCar Jacob Carlos Lima, outro participante do debate, reforçou a questão de que o próprio espaço de trabalho está mudando, citada pela palestrante, e lembrou que segurança e acesso a internet em locais abertos, como praças e cafés, são fundamentais para essa mudança. “Em Rio Branco (AC), por exemplo, as pessoas sentam-se com seus notebooks nas praças para usar a internet gratuita. Hoje, esse tipo de espaço é considerado inseguro no Brasil”.<span> </span></p>
<p>Ele lembrou ainda que a cultura sempre foi vista como “perfumaria”, mas agora começa a ser importante. “Há uma percepção de que ela é necessária para falar de desenvolvimento socioeconômico. É ela que vai somar concretamente e possibilitar que a criatividade aflore”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-13T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/agenda-sao-carlos-tera-coordenador-do-iea-polo-sao-carlos-entre-debatedores">
    <title>Agenda São Carlos terá coordenador do IEA Polo São Carlos entre debatedores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/agenda-sao-carlos-tera-coordenador-do-iea-polo-sao-carlos-entre-debatedores</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/RA_agendasc.jpg" alt="" class="image-left" title="" />O coordenador do IEA Polo São Carlos Renato Anelli participa nesta quinta, dia 12, da primeira edição do Agenda São Carlos. O evento, promovido por uma parceria entre a Oceano Azul, Jornal Tribuna de Araraquara, Rádio Jovem Pan e com apoio da EPTV, vai discutir o tema “Cidades Criativas e Cidadania Ativa”. O objetivo é levantar os principais problemas da cidade e apontar possíveis soluções. Além de São Carlos, Araraquara e Ribeirão Preto já receberam edições do Agenda.<span> </span></p>
<p>A palestrante será a urbanista e economista Ana Carla Fonseca, que recebeu o Prêmio Jabuti em 2007 e foi finalista em 2013, e é referência mundial sobre economia criativa. De acordo com ela, uma cidade criativa é possível a partir de três características adaptáveis a contextos específicos: inovações das mais diversas ordens, conexões (entre áreas da cidade, entre público e privado) e a cultura como manancial de atividades com impacto econômico e como formadora de um ambiente propício à criatividade.<span> </span></p>
<p>Além de Anelli, a mesa de debate contará com a presença do professor do Departamento de Sociologia da UFSCar Jacob Carlos Lima. Mestre em ciências sociais pela PUC-SP, doutor em sociologia pela USP e pós-doutor pelo MIT, o docente atua em pesquisas com as temáticas de reestruturação produtiva, reespacialização da produção, trabalho flexível, trabalho informal, empreendedorismo, redes sociais e mercados de trabalho urbanos, trabalho informacional, cooperativas de trabalho e economia solidária, culturas do trabalho e mobilidades.<span> </span></p>
<p>O evento será realizado a partir das 8h30 no Sesc São Carlos, que fica na Av. Comendador Alfredo Maffei, 700, em São Carlos. Mais informações pelo telefone (16) 3373 2333 ou pelo site <a class="external-link" href="http://www.agendasaocarlos.com">www.agendasaocarlos.com</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-11T14:56:48Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/numero-86-da-estudos-avancados-traz-dossie-sobre-metropoles-e-saude">
    <title>Número 86 da 'Estudos Avançados' traz dossiê sobre metrópoles e saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/numero-86-da-estudos-avancados-traz-dossie-sobre-metropoles-e-saude</link>
    <description>Primeiro número de 2016 da revista reúne artigos que tratam da relação entre a proliferação de doenças e o estilo de vida das grandes cidades. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cidade-neblina-foto-marcos-santos-001.jpg" alt="São Paulo Poluída" class="image-right" title="São Paulo Poluída" />Após décadas de investimento em tecnologia hospitalar e desenvolvimento de medicamentos, um ramo da medicina olha, cada vez mais, para a relação entre a proliferação de doenças e o estilo de vida das grandes cidades. Seja pela poluição atmosférica, pela falta de verde na zona urbana, pelo transporte público de baixa qualidade ou pelas más condições de habitação, o risco de se contrair doenças infecciosas aumenta com a<span> presença desses fatores</span>.</p>
<p>Para explorar este tema e encorajar mudanças, o número 86 da revista "Estudos Avançados" traz um dossiê de sete artigos sobre metrópole e saúde. “Este dossiê retoma uma das metas da revista: a combinação do estudo objetivo dos problemas da sociedade brasileira com propostas de políticas públicas coerentes e responsáveis”, explica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>, editor da publicação. Os textos estão disponíveis para consulta na íntegra no <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&amp;pid=0103-4014&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">SciELO</a>. Para adquirir uma versão impressa da revista, escreva para <a href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Capa-Revista-Estudos-Avancados-v.30-n.86-web.jpg/@@images/e5e0de69-dbba-482b-a9c9-4daa4395239b.jpeg" alt="Capa Revista Estudos Avançados v.30 n.86" class="image-left" title="Capa Revista Estudos Avançados v.30 n.86" /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, diretor do IEA e professor da Faculdade de Medicina da USP, colaborou de perto com esta edição, tanto com a publicação de um artigo quanto com consultoria editorial. Há anos ele vem liderando pesquisas que buscam traçar possibilidades de melhorar a qualidade de vida nas metrópoles. No artigo que abre a revista – “Como as cidades podem favorecer ou dificultar a promoção da saúde de seus moradores?” –, Saldiva, Laís Fajerstajn e Mariana Veras respondem à pergunta do título com exemplos concretos.</p>
<p>“A lei antifumo, que proibiu fumar em ambientes fechados de uso coletivo no estado de São Paulo em 2009, diminuiu a exposição dos não fumantes à fumaça do tabaco. Tal lei ainda resultou na diminuição da quantidade de cigarros/dia entre os fumantes”, indicam os autores, emendando com um exemplo oposto: “A crise de mobilidade [em São Paulo] afeta a saúde não só por conta do tempo perdido no congestionamento e dos impactos nocivos da exposição à poluição do ar à saúde, em certa medida estimados no cálculo, mas também pela sua contribuição para a obesidade, estresse emocional, entre outros. Numa cidade congestionada, crianças não brincam na rua e adultos não retornam para almoçar em casa”, argumentam.</p>
<p>Além desse artigo, os outros seis que integram o dossiê "Metrópoles e saúde" são:</p>
<ul>
<li>Saúde nas metrópoles – Doenças infecciosas – <i>Aluisio Cotrim Segurado, Alex Jones Cassenote e Expedito de Albuquerque Luna</i></li>
<li>Habitação e saúde – <i>Suzana Pasternak</i></li>
<li>Clima urbano e saúde: uma revisão sistematizada da literatura recente – <i>Helena Ribeiro, Célia Regina Pesquero e Micheline de Sousa Zanotti S. Coelho</i></li>
<li>Poluição do ar como fator de risco para a saúde: uma revisão sistemática no estado de São Paulo – <i>Steffani Nikoli Dapper, Caroline Spohr e Roselaine Ruviaro Zanini</i></li>
<li>Práticas integrativas e complementares em saúde, uma nova eficácia para o SUS – <i>Emílio Telesi Júnior </i></li>
<li>Metrópoles, cobertura vegetal, áreas verdes e saúde – <i>Luís Fernando Amato-Lourenço, Tiana Carla Lopes Moreira, Bruna Lara de Arantes, Demóstenes Ferreira da Silva Filho e Thais Mauad</i></li>
</ul>
<p> </p>
<p>O número 86 da revista traz ainda um conjunto de artigos sobre literatura, com leituras de obras poéticas e ficcionais, e sobre ciências sociais, incluindo um de Bernardo Sorj, ex-professor visitante do IEA, a respeito da convivência democrática como politeísmo de valores. Há ainda ensaios sobre a Comissão da Verdade, do jornalista Eugênio Bucci, sobre o marco civil da internet, sobre a construção política da nação e sobre a universidade pública em tempos neoliberais.</p>
<h3>Demais artigos do número 86</h3>
<p><strong>As ciências sociais e a procura de sentido</strong></p>
<ul>
<li>A convivência democrática como politeísmo de valores - <i>Bernardo Sorj</i></li>
<li>O indivíduo, o amor e o sentido da vida nas sociedades contemporâneas - <i>Danilo Martuccelli</i></li>
<li>A heurística do medo, muito além da precaução - <i>Ricardo Abramovay</i></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Literatura</strong></p>
<ul>
<li>Jorge de Lima poeta em movimento (Do “menino impossível” ao Livro de sonetos) - <i>Alfredo Bosi</i></li>
<li>A arquitetura da experiência - <i>José Feres Sabino</i></li>
<li>As três margens do rio e o vertiginoso fluxo da vida - <i>André Luis Rodrigues</i></li>
<li>A Meditação de Gonçalves Dias. A natureza dos males brasileiros - <i>Diego A. Molina</i></li>
<li>O tempo no meio da noite: uma análise do tempo de Benjy e de Quentin em O som e a fúria de William Faulkner - <i>Alessandra Matias Querido</i></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Atualidades</strong></p>
<ul>
<li>Marco Civil da Internet: uma lei sem conteúdo normativo - <i>Eduardo Tomasevicius Filho</i></li>
<li>Os museus no futuro do Brasil - <i>Jacques Marcovitch</i></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Comentários</strong></p>
<ul>
<li>A letra da verdade - <i>Eugênio Bucci</i></li>
<li>Bresser-Pereira e a construção política: o que construímos como nação? - <i>Rubens R. Sawaya</i></li>
<li>A prática sinfônica e o mundo a seu redor - <i>Samuel Araújo</i></li>
<li>A universidade pública em tempos neoliberais: comentários sobre o livro Universidade, cidade, cidadania - <i>Bernardo Parodi Svartman</i></li>
<li>Os espiões de Minerva - <i>Matheus Cardoso da Silva</i></li>
</ul>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Marcos Santos/USP Imagens </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-27T15:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-19-de-novembro-de-2015">
    <title>Ciclo "A Caminho da COP21" - As Mudanças Climáticas e as Megacidades - 19 de novembro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-19-de-novembro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-30T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana">
    <title>Desastre Ambiental da Samarco: Impactos e Recuperação </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A ruptura da barragem de rejeitos da Samarco é o maior desastre ambiental do Brasil e um dos maiores já ocorridos no planeta. Essa é uma tragédia que se amplia a cada dia, gerando impactos nos recursos hídricos, nos ecossistemas terrestres e marinhos além de amplas consequências sociais. </span><span>Nesse encontro, pesquisadores da USP mostrarão, cientificamente, qual a gravidade desses impactos e indicarão o que precisa ser feito para a recuperação socioambiental das áreas afetadas.</span></p>
<p><span><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-30T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pacto-de-governanca-integrada-para-a-sustentabilidade-das-metropoles-1">
    <title>Pacto de governança integrada para a sustentabilidade das metrópoles</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pacto-de-governanca-integrada-para-a-sustentabilidade-das-metropoles-1</link>
    <description>Para gestores, sociedade civil organizada tem papel fundamental para metas de desenvolvimento e medidas de adaptação às mudanças climáticas.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/poluicao-atmosferica" alt="Poluição Atmosférica" class="image-inline" title="Poluição Atmosférica" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O calendário para corrigir os danos causados pelo aquecimento climático global será o grande desafio da COP 21</strong>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sem um pacto de governança integrada e sem a participação da sociedade civil organizada, não será possível estabelecer nas grandes cidades brasileiras metas de desenvolvimento e nem medidas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas globais. Essa foi a mensagem dos gestores públicos que participaram do debate <i>As Mudanças Climáticas e as Megacidades: Mobilidade Sustentável, Saúde Pública e Planejamento do Crescimento, </i>no dia 19 de novembro no IEA.</p>
<p>Esse foi o 4º encontro da série organizada pelo <a href="http://www.incline.iag.usp.br/data/index_BRA.php" target="_blank">Incline (Núcleo de Apoio a Pesquisa sobre Mudanças Climáticas</a>) da USP e o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA. O ciclo <i>A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris – Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades</i> vem acontecendo desde setembro e já tratou dos temas <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/politica-estrategica-de-longo-prazo-para-questoes-da-agua-e-do-clima" class="external-link">água</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-se-dividem-na-avaliacao-das-metas-de-reducao-das-emissoes-do-brasil" class="external-link">energia </a>e <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/restricoes-no-uso-da-terra-permitirao-ao-pais-alcancar-metas-de-emissoes" class="external-link">segurança alimentar.</a></p>
<p>As exposições sobre o tema megacidades reuniram no IEA alguns exemplos de políticas públicas para mitigação e adaptação às mudanças climáticas globais que estão em andamento em três cidades brasileiras. A coordenação do debate foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tomas-alvim">Tomas Alvim</a>, da <a href="http://arqfuturo.com.br/" target="_blank">Arq.Futuro</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-firmino-pereira">Luiz Firmino Pereira</a>, superintendente de Planejamento Metropolitano da Secretaria de Governo do Estado do Rio de Janeiro, falou sobre o pacto pelo saneamento e para a eliminação dos lixões que vem sendo implantado na capital carioca.</p>
<p>Engenheiro civil e atual secretário de Planejamento e Coordenação Geral do governo do Estado do Paraná, além de ex-prefeito de Maringá por dois mandatos (2005-2012), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvio-barros">Silvio Barros</a> mostrou como uma parceria da sociedade civil organizada, iniciada com o Movimento Repensando Maringá, vem impulsionando o desenvolvimento estratégico daquele município e de sua região metropolitana.</p>
<table class="tabela-esquerda-400-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado:</h3>
<p><strong>Ciclo</strong><strong><br /><strong>A CAMINHO DA</strong> COP 21</strong></p>
<p><strong><i>1º debate — As Mudanças Climáticas e a Crise Hídrica</i></strong></p>
<p>Midiateca — <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico-30-de-setembro-de-2015">fotos</a></p>
<p>Notícia — "<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/politica-estrategica-de-longo-prazo-para-questoes-da-agua-e-do-clima">Política estratégica de longo prazo para questões da água e do clima</a>"</p>
<p><strong><i>2º debate — Energia e Mudanças Climáticas</i></strong></p>
<p>Midiateca — <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/esperando-video-as-mudancas-climaticas-e-a-matriz-energetica-ciclo-tematico">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-matriz-energetica-ciclo-tematico-08-de-outubro-de-2015">fotos</a></p>
<p>Notícia — <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-se-dividem-na-avaliacao-das-metas-de-reducao-das-emissoes-do-brasil" class="external-link">Especialistas se dividem ao avaliar as metas de redução das emissões do Brasil</a></p>
<p><strong><i>3º debate — As Mudanças Climáticas e a Segurança Alimentar</i></strong></p>
<p>Midiateca — <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-seguranca-alimentar-ciclo-tematico">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-seguranca-alimentar-ciclo-tematico-14-de-outubro-de-2015">fotos</a></p>
<p>Notícia — "<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/restricoes-no-uso-da-terra-permitirao-ao-pais-alcancar-metas-de-emissoes">Restrições no uso da Terra podem permitir ao país alcançar as metas de emissões</a>"</p>
<p><i>4º debate - <i>As Mudanças Climáticas e as Megacidades</i></i></p>
<p>Midiateca - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-ciclo-tematico" class="external-link">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-19-de-novembro-de-2015" class="external-link">fotos</a></p>
<p>Notícia — "<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/o-impacto-das-mudancas-climaticas-nas-megacidades" class="external-link">O impacto das mudanças climáticas nas megacidades</a>"</p>
<hr />
<br /><strong>Outro evento</strong><strong> </strong>—<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/las-negociaciones-climaticas-de-paris-2015-y-el-futuro-del-clima-planetario"> Las as Negociaciones Climáticas de París 2015 y el Futuro del Clima Planetario</a> – conferência de José Luis Lezama (Colegio de México)<br /> 
<ul>
<li> <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/las-negociaciones-climaticas-de-paris-2015-y-el-futuro-del-clima-planetario">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/las-negociaciones-climaticas-de-paris-2015-y-el-futuro-del-clima-planetario-17-de-setembro-de-2105">fotos</a></li>
</ul>
<hr align="left" size="2" width="100%" />
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-clima"><i><br />Outras notícias sobre o tema</i></a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lauro-pinotti" class="external-link">Lauro Pinotti,</a> arquiteto e presidente do Instituto de Planejamento e Pesquisas de Piracicaba (IPPLA), falou da Agenda 21 do município de Piracicaba e das medidas que vêm redirecionando o crescimento da economia local e buscando eixos de mobilidade no município, apesar das dificuldades de harmonização no campo político.</p>
<p><strong>Adensamento</strong></p>
<p>“Já está comprovado que o adensamento populacional traz ganho econômico e promove o desenvolvimento sócio-espacial. O tempo e o dinheiro gasto com transportes em grandes distâncias percorridas no perímetro urbano ainda são um grande desafio não só em Piracicaba, mas na grande maioria das cidades brasileiras. O pior é que as pequenas cidades seguem o mau exemplo de expansão do território que gera tantos problemas nas metrópoles”, disse Pinotti.</p>
<p>Segundo o gestor, Piracicaba vem buscando promover a centralidade nas macrorregiões, levando oferta de empregos e serviços em determinadas localidades. “Um grave problema é que o município possui um perímetro muito grande e fica difícil conter a expansão. O aumento da área urbana não corresponde ao aumento da população”, disse.</p>
<p>As alterações no plano diretor pretendem contemplar um reposicionamento das instituições e dos equipamentos públicos, buscar as vocações setoriais de cada macrorregião, o redesenho de áreas verdes e a exploração do potencial de parques lineares, entre outras medidas, segundo o presidente do IPPLA.</p>
<p>Mas ainda há o desafio de governança. “Questões políticas com o governo local ainda continuam inviabilizando qualquer iniciativa de planejamento de médio e longo prazo”, disse Pinotti.</p>
<p><strong>Mobilidade</strong></p>
<p>A expansão territorial na cidade do Rio de Janeiro é tão severa que as distâncias lineares na cidade chegam a 110 quilômetros de distância. Em 12 anos, estará esgotado o solo disponível no perímetro urbano, disse o superintendente de Planejamento Metropolitano da Secretaria de Governo do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Firmino disse que os cidadãos sofrem as consequências de adotar o “modelo automóvel”. O desenho de linhas de trens já chegou a atender 1,4 milhão de habitantes ao dia, mas agora atende a 800 mil habitantes ao dia, numa cidade em que 75% dos empregos estão na zona central, comparou.</p>
<p>“Infelizmente, as pessoas cultuam uma mentalidade de entrar numa condução na porta do condomínio e descer na porta do emprego, mesmo que levem duas ou até três horas no trânsito. Não há o hábito de troca de modais, como em cidades desenvolvidas, em que as pessoas usam diferentes tipos de transportes para chegar ao destino”, disse.</p>
<p>Promover a oferta de empregos fora do centro é uma medida que a cidade vem buscando para incentivar o adensamento, ou a centralidade em macrorregiões, disse Firmino. O mote do programa “Onde o emprego vai morar” está tentando encontrar saídas para rever a acessibilidade e a estrutura logística no Rio, disse.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mobilidade-urbana-e-congestionamento/@@images/e06f2cbd-4fc8-4c8f-bc28-69e448b46aed.jpeg" alt="Mobilidade urbana e congestionamento" class="image-inline" title="Mobilidade urbana e congestionamento" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Modelo de transporte privado e má distribuição da oferta de emprego comprometem mobilidade urbana.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A mobilidade e o ordenamento do território são dois dos cinco temas prioritários incluídos no plano metropolitano do Rio. O saneamento básico, os tratamentos do lixo e da água são um terceiro eixo, seguido de comunicação digital e mudanças climáticas ligadas à resiliência da metrópole, disse.</p>
<p>Segundo o gestor, 94% dos lixões já foram desativados no Rio e os pequenos municípios da região metropolitana estão recebendo incentivos como a redução de impostos para que isso ocorresse.</p>
<p>O superintendente acredita que o saneamento básico pode ser “a grande liga” para por em funcionamento o processo de governabilidade e de governança integrada nas metrópoles.</p>
<p>“É preciso cruzar subsídios entre governos e prefeituras para dar conta desse grande desafio. Os custos para a recuperação da Baia de Guanabara, por exemplo, envolvem algo como 20 bilhões de Reais. Sua recuperação deve ser um plano de Estado e não de governo”, ressaltou.</p>
<p>Os 8 milhões de habitantes do entorno da Baia de Guanabara contam com uma taxa de tratamento de esgoto de apenas 30%, estimou Firmino. “O dado oficial informa que existe 70% de coleta e tratamento. Mas isso é falho porque afastamento do esgoto não significa tratamento”, disse.</p>
<p>Para o superintendente, “os prefeitos precisam entender que buscar a governabilidade não é perder poder e sim ganhar”. Lembrou que os governantes devem superar a visão de político e de mandato e começar a enxergar programas de Estado.</p>
<p>“Um consórcio de prefeituras no Rio de Janeiro vem alcançando grande sucesso. Não há um candidato a prefeito que não mencione seu compromisso com o consórcio”, disse.</p>
<p><strong>Oportunidades</strong></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-19-de-novembro-de-2015/tomas-alvim-silvio-barros-luiz-firmino-pereira-e-lauro-pinotti/@@images/a1e94ff4-2e66-4a2a-a552-d5f37135e7cd.jpeg" alt="Tomas Alvim, Silvio Barros, Luiz Firmino Pereira e Lauro Pinotti" class="image-inline" title="Tomas Alvim, Silvio Barros, Luiz Firmino Pereira e Lauro Pinotti" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A partir da esq.:<span>Tomas Alvim, Silvio Barros, Luiz Firmino Pereira e Lauro Pinotti.</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“As pessoas e os gestores precisam estar dispostos a investir tempo e dinheiro na cidade e estar apaixonados por ela, a fim de viabilizar o desenvolvimento e reverter as vulnerabilidades em oportunidades”, disse o ex-prefeito de Maringá.</p>
<p>Silvio Barros lembrou a iniciativa de diferentes segmentos empresariais e entidades locais que a partir de 1990 iniciaram o Movimento Repensando Maringá. O movimento culminou com a criação do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem). Criado em 1997, o organismo é responsável pela gestão do Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico e formula políticas que influenciam nos rumos do futuro da cidade.</p>
<p>O secretário de Planejamento e Coordenação Geral do governo do Estado do Paraná lembrou que para existir governabilidade, o poder público precisa ser legítimo, mas a legitimidade vem do interesse coletivo e não de grupos de interesse.</p>
<p>“Estamos cansados de ver nas mídias exemplos de boas práticas que não são praticadas ou não são replicadas. Cabe à gestão pública criar mecanismos para que elas aconteçam. Mas sem a parceria da sociedade civil organizada, não vejo saída para que isso aconteça”, disse Barros.</p>
<p>Em Maringá, o IPTU já é progressivo. O Plano Diretor também prevê que os novos loteamentos sejam obrigados a construir espaços de ciclovias e ciclo faixas.</p>
<p>Segundo o secretário, todos precisam estabelecer uma relação com a sustentabilidade. “A sociedade deve entender que tratar desses problemas não tem a ver só com governos ou municípios. Tem a ver comigo, com você, com cada um. O que não fizermos para adaptação às mudanças climáticas, vamos pagar de uma outra forma na outra ponta”, ressaltou.</p>
<p>A sociedade civil organizada de Maringá está olhando para o futuro, disse Barros. “Foi feito um Master Plan para desenvolvermos as potencialidades do território. Mapeamos as atividades que sustentam a base econômica da região e descobrimos vocações naturais, vulnerabilidades e oportunidades para inovação”.</p>
<p><strong>Pacto global</strong></p>
<p>Para especialistas de questões climáticas, o fato de 164 países terem apresentado seus planos nacionais de redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) sinaliza que um número sem precedentes de países já começaram a implementar políticas climáticas a nível nacional.</p>
<p>Nos iNDCs apresentados ao Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês), muitos países incluíram ações no domínio da terra e florestas, caso do Brasil. O REDD + é mencionado em diferentes contextos, na sua maioria em países tropicais, segundo Stephen Leonard, presidente da organização não-governamental <a class="external-link" href="http://climatejustice.org.au/about/">Climate Justice Programme</a>, da Austrália.</p>
<p>Apesar das medidas dos governos locais, o planeta continua sua trajetória de aquecimento global além dos limites de segurança. As avaliações das iNDCs mostram que o mundo deverá ultrapassar a meta de 2 graus centígrados para este século, com estimativas de alcançar entre 2,7 e 3,5 graus de aquecimento até 2100.</p>
<p>A devastação social e ambiental ao redor do mundo já vem sendo sentida. O calendário para corrigir essa situação será o grande desafio da COP 21. Há fortes argumentos da ciência que sustentam a necessidade urgente de descarbonização mundial por completo até 2050. Mas a tendência dos gestores e políticos deverá ser empurrar essa agenda para 2100, conforme avaliação de Leonard em <a class="external-link" href="http://blog.cifor.org/37353/climate-negotiations-have-never-looked-like-this?fnl=?utm_source=CIFOR%20Website&amp;utm_medium=Footer&amp;utm_campaign=Sister%20site">texto </a>publicado para a <a class="external-link" href="http://www.cifor.org/about-cifor/">Center for International Forestry Research</a> (CIFOR), uma rede internacional e multidisciplinar de pesquisa sobre florestas, clima e paisagem.</p>
<p>Dados divulgados esta semana pela NASA mostram que a temperatura média global para outubro foi 0,2 ° C mais quente que no mesmo período do ano passado. Entre os 15 anos mais quentes já registrados, 13 deles ocorreram desde o ano 2000.</p>
<p><strong>O ciclo</strong></p>
<p>O objetivo é consolidar um documento para levar contribuições a três eventos paralelos da sociedade civil na <a class="external-link" href="http://unfccc.int/meetings/paris_nov_2015/meeting/8926.php">Conferência das Partes sobre Mudanças do Clima,</a> a COP 21, em Paris, segundo o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/weber-amaral">Weber Amaral</a>, da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), um dos coordenadores do ciclo.</p>
<p>Os ataques terroristas do último dia 13 em Paris e o temor de que novos atentados possam ocorrer não mudaram a agenda oficial COP 21. Continuam confirmadas as presenças de mais de 100 chefes de Estado entre os dias 30 de novembro e 11 de dezembro para tratar de um novo acordo para o clima global. Até o momento, 164 países, inclusive o Brasil, já submeteram seus planos nacionais de redução de emissões, as chamadas <i>Intended Nationally Determined Contributions</i> (iNDCs, na sigla em inglês). Espera-se que apenas eventos públicos como shows e passeatas sejam cancelados, depois de o primeiro-ministro francês Manuel Valls anunciar que o evento deverá se resumir às negociações climáticas.</p>
<p>Também participaram da organização dos encontros outros dois professores da USP: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi">Tércio Ambrizzi</a>, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi">Pedro Jacobi</a>, do IEA, FE e Procam-IEE. Os encontros foram realizados com apoio da <a href="http://arqfuturo.com.br/" target="_blank">Arq. Futuro</a>, <a href="http://www.cpfl.com.br/Paginas/default.aspx" target="_blank">CPFL Energia</a>, <a href="http://www.pactoglobal.org.br/" target="_blank">Pacto Global Rede Brasileira (UNGC)</a> e <a href="http://www.worldwatercouncil.org/" target="_blank">World Water Council</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos 1 e 3: <br /><span>Maria Leonor de Calasans;<br /></span><span> Foto 2: Mario Roberto Duran Ortiz Mariordo.<br /></span><span> </span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-26T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/saude-e-urbanidade">
    <title>Saúde e Urbanidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/saude-e-urbanidade</link>
    <description>O Instituto de Estudos Avançados da USP, Polo Ribeirão Preto (IEA-RP), receberá no dia 1 de dezembro, às 14h30, o professor Paulo Saldiva, vice-diretor do IEA, que realizará a conferência Saúde e Urbanidade, no salão de eventos do Centro de Tecnologia da Informação da USP Ribeirão Preto (CeTI-RP/USP).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">O Polo Ribeirão Preto do IEA </span><span style="text-align: justify; ">realizará a conferência </span><i style="text-align: justify; ">Saúde e Urbanidade</i><span style="text-align: justify; "> no salão de eventos do Centro de Tecnologia da Informação da USP Ribeirão Preto (CeTI-RP/USP). </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">O professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a><span>, vice-diretor do IEA,</span> discorrerá sobre o desenvolvimento sustentável e como o ato de viver na cidade grande apresenta novos desafios para os profissionais da saúde, como o sedentarismo, ilhas de calor urbano, estresse social e poluição. </span><span style="text-align: justify; ">Este cenário representa novos problemas que precisam ser resolvidos, criando a necessidade de serviços públicos que envolvam todos os atores responsáveis por políticas urbanas referentes à mobilidade, opções energéticas, uso e ocupação do solo, entre outras, que estão intrinsecamente relacionados às questões da poluição atmosférica e da saúde pública.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>A conferência será transmitida <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA. </strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Rafael</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-26T10:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-impacto-das-mudancas-climaticas-nas-megacidades">
    <title>O impacto das mudanças climáticas nas megacidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-impacto-das-mudancas-climaticas-nas-megacidades</link>
    <description>"As Mudanças Climáticas e as Megacidades: Mobilidade Sustentável, Saúde Pública e Planejamento do Crescimento" é o tema do quarto debate do ciclo "A Caminho da COP 21". O evento será no dia 19 de novembro, às 9h30, no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/temperaturas-superficiais-em-atlanta" alt="Variação da temperatura superficial em Atlanta" class="image-inline" title="Variação da temperatura superficial em Atlanta" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Imagem produzida pela Nasa sobre a variação de temperatura superficial em Atlanta, nos Estados Unidos</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O impacto das mudanças climáticas nas megacidades é o assunto do quarto encontro do ciclo </span><i>A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris – Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades</i><span>. O debate será no dia </span><strong>19 de novembro, às 9h30</strong><span>, na Sala de Eventos do IEA, com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"><strong>ao vivo</strong></a><span> pela internet.</span></p>
<p>O título do encontro é <i>As Mudanças Climáticas e as Megacidades: Mobilidade Sustentável, Saúde Pública e Planejamento do Crescimento</i>. Os debatedores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-firmino-pereira" class="external-link">Luiz Firmino Pereira</a>, s<span style="text-align: justify; ">uperintendente de Planejamento Metropolitano da Secretaria de governo do Estado do Rio de Janeiro, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvio-barros" class="external-link">Silvio Barros</a>, secretário de Planejamento e Coordenação Geral do governo do Estado do Paraná, e <span>Lauro Pinotti, arquiteto e presidente do Instituto de Planejamento e Pesquisas de Piracicaba (IPPLA). </span><span>A coordenação será de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tomas-alvim" class="external-link">Tomas Alvim</a><span> </span><span>,  da organização </span><a class="external-link" href="http://arqfuturo.com.br/" target="_blank">Arq.Futuro</a><span>, apoiadora do ciclo.</span></p>
<p><strong>Objetivos<br /></strong></p>
<p>O primeiro objetivo dessa série de debates<i> </i>é identificar e discutir as oportunidades para mudança nos padrões de emissões dos gases de efeito estufa, de forma a contribuir para a ampliação da resiliência dos sistemas naturais e antrópicos às alterações climáticas, para a indicação das adaptações necessárias e para dar suporte às políticas públicas locais e nacionais sobre a questão.</p>
<p>O ciclo tem enfatizado a análise da relação entre água, energia, alimentos e cidades, de suas múltiplas interações e de como esses aspectos respondem às mudanças climáticas.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado:</h3>
<p><strong>Ciclo<br />A CAMINHO DA COP 21</strong></p>
<p><strong><i>1º debate — As Mudanças Climáticas e a Crise Hídrica</i></strong></p>
<p><strong><strong>Midiateca</strong></strong> — <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico" class="external-link">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico-30-de-setembro-de-2015" class="external-link">fotos</a></p>
<p><strong>Notícia</strong> — "<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/politica-estrategica-de-longo-prazo-para-questoes-da-agua-e-do-clima" class="external-link">Política estratégica de longo prazo para questões da água e do clima</a>"</p>
<p><i><strong>2º debate — Energia e Mudanças Climáticas</strong></i></p>
<p><strong>Midiateca</strong> — <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/esperando-video-as-mudancas-climaticas-e-a-matriz-energetica-ciclo-tematico" class="external-link">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-matriz-energetica-ciclo-tematico-08-de-outubro-de-2015" class="external-link">fotos</a></p>
<p><strong>Notícia</strong> — "<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/mudancas-climaticas-e-matriz-energetica" class="external-link">Matriz energética é tema do 2º debate sobre perspectivas para a COP 21</a><span>"</span></p>
<p><i><strong>3º debate — As Mudanças Climáticas e a Segurança Alimentar</strong></i></p>
<p><strong>Midiateca</strong> — <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-seguranca-alimentar-ciclo-tematico" class="external-link">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-seguranca-alimentar-ciclo-tematico-14-de-outubro-de-2015" class="external-link">fotos</a></p>
<p><strong>Notícia</strong> — "<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/restricoes-no-uso-da-terra-permitirao-ao-pais-alcancar-metas-de-emissoes" class="external-link">Restrições no uso da Terra podem permitir ao país alcançar as metas de emissões</a>"</p>
<hr />
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<p><strong>Outro evento</strong><strong> </strong>—<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/las-negociaciones-climaticas-de-paris-2015-y-el-futuro-del-clima-planetario" class="external-link"> Las as Negociaciones Climáticas de París 2015 y el Futuro del Clima Planetario</a> – conferência de José Luis Lezama (Colegio de México)</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/las-negociaciones-climaticas-de-paris-2015-y-el-futuro-del-clima-planetario" class="external-link">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/las-negociaciones-climaticas-de-paris-2015-y-el-futuro-del-clima-planetario-17-de-setembro-de-2105" class="external-link">fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-clima" class="external-link"><i>Outras notícias sobre o tema</i></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O segundo objetivo da iniciativa é oferecer uma contribuição ao governo brasileiro e seus negociadores para a participação do país na <a class="external-link" href="http://unfccc.int/meetings/paris_nov_2015/meeting/8926.php" target="_blank">Conferência das Partes sobre Mudanças do Clima (COP 21)</a>, que ocorrerá em Paris, França, de 30 de novembro a 11 de dezembro.</p>
<p>Cada debate conta com um ou dois coordenadores, que atuam também como moderadores de uma discussão com os debatedores. O formato busca privilegiar o diálogo entre os debatedores e o público (presencial ou via internet).</p>
<p><strong>Documento</strong></p>
<p>Os resultados das discussões serão consolidados em documento a ser entregue ao governo brasileiro e apresentado em eventos paralelos à COP 21. Depois da conferência em Paris, será realizado um novo evento, no qual serão apresentados os resultados nela atingidos e as ações a serem tomadas pelos países, empresas e sociedade.</p>
<p>O ciclo é uma realização do <a class="external-link" href="http://www.incline.iag.usp.br/data/index_BRA.php" target="_blank">Incline (Núcleo de Apoio a Pesquisa sobre Mudanças Climáticas</a>) da USP e do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do  IEA, com apoio de: <a class="external-link" href="http://arqfuturo.com.br/" target="_blank">Arq. Futuro</a>, <a class="external-link" href="http://www.cpfl.com.br/Paginas/default.aspx" target="_blank">CPFL Energia</a>, <a class="external-link" href="http://www.pactoglobal.org.br/" target="_blank">Pacto Global. Rede Brasileira (UNGC)</a> e <a class="external-link" href="http://www.worldwatercouncil.org/" target="_blank">World Water Council</a>.  A organização geral é de três professores da USP: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/weber-amaral" class="external-link">Weber Amaral</a>, da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi" class="external-link">Tércio Ambrizzi</a>, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, do IEA, FE e Procam-IE</p>
<p><i><strong> </strong></i></p>
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<p><i><strong>As Mudanças Climáticas e as Megacidades: Mobilidade Sustentável, Saúde Pública e Planejamento do Crescimento</strong><br /></i><i>4º encontro do ciclo </i><i>A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris: Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades<br /></i><i>19 de novembro, 9h30<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante inscrição por e-mail (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedine@usp.br</a>)<br />Informações: com <a class="mail-link" href="mailto:sedine@usp.br">Sandra Sedini</a>, telefone (11) 3091-1678<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico-151119" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://en.wikipedia.org/wiki/File:Atlanta_thermal.jpg#file">Nasa/Wikipedia</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-13T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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